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<category>Blog Dzai</category>
<description>Economia e Finanças</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog do Vicente</title>
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<title>Blog do Vicente</title>
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<language>pt-br</language>
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		<item>

		<title><![CDATA[BANCOS SE ANTECIPARAM AO BC E AUMETARAM JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55422</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os bancos não estão para brincadeira. Apesar de a taxa básica de juros (Selic) ter permanecido estável nos primeiros meses do ano — e continuar em 8,75% pelos próximos 45 dias, conforme decidiu ontem o Comitê de Política Monetária (Copom) —, a maior parte das instituições financeiras encareceu o crédito aos consumidores. Para espanto do Banco Central, o movimento foi puxado pelas instituições públicas. O Banco do Brasil foi o mais agressivo. Entre o fim de dezembro de 2009 até a primeira semana de março, elevou os juros nas quatro operações acompanhadas de perto pela autoridade monetária: no cheque especial, a taxa média passou de 7,74% para 7,81% ao mês; no crédito pessoal, o salto foi de 2,45% para 2,47% mensais; no financiamento de veículos, os juros passaram de 1,60% para 1,75% ao mês; e, no financiamento de bens de consumo, de 1, 69% para 2,22% mensais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A Caixa Econômica Federal não ficou atrás. A clientela foi punida em três linhas. A taxa média dos empréstimos pessoais subiu, no mesmo período, de 2,17% para 2,23% mensais. Nos financiamentos de veículos, os juros saíram de 1,50% para 1,58% ao mês. Já no crédito para bens de consumo, o custo médio pulou de 4,56% para 4,68% mensais. Nesta última linha, por sinal, a Caixa cobra a os maiores juros n,a comparação com os principais bancos do país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Compulsórios</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Entre as instituições privadas, a alta foi puxada pelo HSBC, também com juros maiores em três das quatro linhas a pessoas físicas que têm as taxas divulgadas pelo BC em seu site. No cheque especial, o custo médio subiu de 8,59% para 8,95% ao mês. Nos financiamentos de carros, a taxa foi de 1,42% para 1,43% mensais. Para os bens de consumo, os juros passaram de 3,97% para 4,05% ao mês. "Esse movimento de alta dos juros cobrados pelos bancos já era esperado. As instituições estão pagando mais caro para captar recursos no mercado diante da expectativa de aumento da Selic. Também se anteciparam à elevação dos depósitos compulsórios que são obrigadas a recolher no BC e, muito provavelmente, devem estar enfrentando inadimplência maior", disse Otávio Paz, gestor da Global Equity.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Questionados pelo <span style="font-weight: bold;">blog</span>, os bancos unificaram o discurso e negaram a alta dos juros. Tanto o Banco do Brasil quanto a Caixa e o HSBC atribuíram as taxas maiores divulgadas pelo BC à mudança no perfil da clientela. Como, nos últimos meses, conquistaram novos clientes, que têm perfil mais arriscado, os juros pagos por eles são mais elevados, puxando a média para cima.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 06h01min</font></p>
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		<title><![CDATA[VOTO DE MEIRELLES FOI DETERMINANTE PARA A MANUTENÇÃO DOS JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55421</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<h1> <br></h1><div><p><font face="Arial" size="2"><font face="Utopia" size="2"> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, teve papel fundamental  ontem na decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa básica  de juros (Selic) em 8,75% ao ano. Ao defender, ao longo dos últimos dois dias,  que o BC precisa de mais informações para promover um arrocho monetário ante o  quadro dúbio apresentado pela economia doméstica e internacional, conseguiu  garantir cinco votos — incluindo o seu — a favor da estabilidade dos juros por  mais 45 dias. Três diretores — Mário Mesquita (Política Econômica), Aldo Luiz  Mendes (Política Monetária) e Carlos Hamilton (Assuntos Internacionais) —  votaram pelo aumento da Selic em 0,5 ponto percentual, alertando sobre os riscos  inflacionários que contaminaram as expectativas do mercado. A divisão foi um  claro sinal de que, em abril, os juros vão subir.</p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Provavelmente, foi a última participação de Meirelles no Copom, já que ele  deve deixar o comando do banco no dia 31 de março para se candidatar a um cargo  político: o Senado por Goiás ou a vice-presidência na chapa liderada pela  ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Ou seja, caberá a seu sucessor, o  diretor de Normas, Alexandre Tombini, caso se confirme o que já foi acertado,  dar início ao quarto ciclo de aumento da Selic no governo Lula. Muitos acreditam  que, ao assumir tal responsabilidade, Tombini mostrará ao mercado que nada  mudará na política monetária, que tem como missão única manter a inflação dentro  das metas definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ainda que técnica, pois vários analistas de renome defendiam uma postura  menos agressiva do BC, a manutenção dos juros atendeu aos apelos do presidente  Lula e do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Lula argumentava que a alta dos  juros daria munição à oposição às vésperas de Dilma deixar o governo para  concorrer ao Palácio do Planalto. Mantega alegava que a alta da inflação  registrada nos dois primeiros meses deste ano (1,54%) estava poluída por  reajustes de ônibus urbanos, mensalidades escolares e estragos provocados pelo  excesso de chuvas que encareceu muitos alimentos — fatores que não se repetirão  daqui por diante.</p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A despeito, de agora, 100% do mercado apostar na subida da Selic em abril, o  Copom não se comprometeu, pelo menos em seu comunicado pós-reunião, com data  para o início do aperto monetário. "O Comitê irá monitorar atentamente a  evolução do cenário macroeconômico até a sua próxima reunião, para então definir  os próximos passos na sua estratégia de política monetária", frisou. "Os sinais  do aumento dos juros no próximo mês estarão explicitados na ata do Copom que  será divulgada na semana que vem. Infelizmente, não haverá escapatória perante  os perigos inflacionários que estamos vendo", disse Elson Teles,  economista-chefe da Máxima Asset Management. "Por mim, inclusive, a Selic já  teria subido ontem. Com certeza, ao adiar o aumento, os juros terão que subir  mais fortemente em abril, um custo a mais para a economia", emendou.</p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Na opinião de Carlos Thadeu Filho, economista-chefe da Personale  Investimentos, diante da estabilidade agora, a alta da Selic em abril começará  com pelo menos 0,75 ponto. "O BC deixou de lado a principal propriedade do  regime de metas, que é manter as expectativas ancoradas no centro do objetivo  definido pelo governo, de 4,5%", assinalou. Para este ano, as projeções dos cem  analistas ouvidos pelo BC estão em 5,03%. Para 2011, em 4,60%. "Com certeza, a  decisão do BC provocará mais ruídos no mercado", afirmou. Segundo Otávio Paz,  gestor de recursos da Global Equity, a decisão do Copom foi acertada e seguiu o  trâmite normal ao preparar todos para o arrocho em  abril.</p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"> <br></p><p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Brasília, 00h01min</span> <br></p></font></font></p></div>
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		<title><![CDATA[NAS CONTAS DO ITAÚ UNIBANCO, PIB CRESCEU 1,2% EM JANEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55401</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br>O Departamento Econômico do Itaú Unibanco fez as contas: o Produto Interno Bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas pelo país, cresceu 1,2% em janeiro, registrando o terceiro mês consecutivo de forte expansão. O desempenho foi puxado tanto pela indústria quanto pelo varejo e pela massa salarial. A média móvel trimestral do PIB, de 1,1%, já é a maior dos últimos quatro anos.  <br> <br> <br>Como os sinais são de que, em fevereiro, a atividade se manteve firme, o economista Aurélio Bicalho, do Itaú Unibanco, acredita que o PIB do primeiro trimestre de 2010 terá crescimento de 2% sobre os últimos três meses de 2009. Anualizada, essa taxa indica incremento de 8%. <br> <br> <br>Esse comportamento, no entender do economista, surpreendeu, pois a aposta era de que o ritmo de expansão no início deste ano fosse menor. Bicalho ressalta ainda que a desaceleração virá à medida que forem se esgotando os efeitos dos estímulos monetário e fiscal dados pelo governo no auge da crise mundial. <br> <br> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 15h37min</span> <br>
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		<title><![CDATA[MUNICÍPIOS ACEITAM REVERTER DESAPROPRIAÇÃO DE TERRAS DA RFFSA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55376</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Prefeitos de treze municípios, articulados pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), decidiram retirar da Justiça ação de desapropriação de áreas pertencentes à extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA). O acordo nesse sentido foi fechado com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e com a secretária do Patrimônio da União, Alexandra Reschke. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A desapropriação se transformou em dívidas e as não pagas foram inscritas no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal  (CADIN). Diante do acerto com o Planejamento e o perdão das dívidas, os municípios poderão receber repasses de estados e da União e  até receberem as áreas desapropriadas por meio de doações.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Tal possibilidade foi aberta no ano passado, quando o presidente Lula sancionou uma lei que permite a Secretaria do Patrimônio da União, responsável pelos bens da RFFSA, repassar às cidades, sem custo, os terrenos de ferrovias desde que utilizados para o desenvolvimento local. Os municípios que possuem dívidas das desapropriações se sentiam prejudicados tendo que pagar por um serviço que hoje é doado para muitas cidades, e por isso pediram seu cancelamento.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ficou acordado, entre os prefeitos e Bernardo, que esses municípios entrarão com pedido de desistência da ação de desapropriação dos terrenos junto à Advocacia Geral da União (AGU). Uma câmara de conciliação da AGU analisará as ações e aceitará a desistência. Os terrenos voltam a pertencer à União, que avaliará se as cidades se enquadram no Programa de Destinação do Patrimônio da extinta RSSFA para o Apoio do Desenvolvimento Local e aí destinar os lotes às cidades sem nenhum ônus.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A prefeitura de Rio Claro (SP), por exemplo, tem três desses precatórios referentes às dívidas das desapropriações, um deles no valor de R$ 9,5 milhões. Além da cidade paulista, há várias outras na mesma situação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 15h12min</font></p>
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		<title><![CDATA[FÉRIAS DE MEIRELLES PARA DECIDIR SEU FUTURO PODEM SER ENCURTADAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55349</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ainda não bateu o martelo sobre a data inicial das férias que tirará neste mês para decidir o seu futuro. A princípio, ele se afastaria de suas funções na próxima segunda-feira, dia 22. Mas há sinais de que pode esticar por mais uma semana a permanência no BC, entrando de férias no dia 29.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Ou seja, Meirelles teria apenas três dias de férias, pois, no dia 31, deve anunciar oficialmente a sua decisão de disputar as eleições de 2010, também, a princípio, para o Senado por Goiás, mas trabalhando duro para garantir, com o apoio do presidente Lula, a vaga de vice na chapa presidencial liderada por Dilma Roussseff, que já está com 30% das intenções de votos segundo a pesquisa CNI Ibope, divulgada nesta quarta-feira (dia 17), contra 35% de José Serra, do PSDB.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O raciocíonio que move Meirelles a apostar firme na sua escolha para vice de Dilma é baseado no pragmatismo de Lula. O presidente não descarta a hipótese de, em um cenário extremo, a atual ministra da Casa Civil ser vitimada novamente pelo câncer depois de eleita. Para Lula, seria um desastre o país ser comandado por Michel Temer, do PMDB, visto com ressalvas pelos investidores e por boa parte da população, graças às acusações de corrupção que pesam contra ele.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Assim, na visão de Lula, no caso extremo de afastamento de Dilma da presidência da República, Meirelles, também filiado ao PMDB, com a sua credibilidade junto aos agentes econômicos e, sobretudo, no exterior, seria conduzido ao poder sem traumas, com tranquilidade para manter o país funcionando normalmente.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h18min</font></p>
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		<title><![CDATA[ENGENHEIROS APRESENTAM A DEPUTADOS PROPOSTAS PARA ACELERAR O CRESCIMENTO DO PAÍS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55344</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Murilo Campos Pinheiro vai aproveitar a sua recondução à presidência da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), nesta quinta-feira (dia 18), na Câmara dos Deputados, para entregar aos parlamentares o manifesto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento e a Superação da Crise”. O documento estará recheado de propostas da categoria para a aceleração do crescimento econômico brasileiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As propostas são embasadas por análises técnicas de diversos especialistas sobre temas ligados ao desenvolvimento no novo cenário brasileiro, entre eles, a exploração das reservas de petróleo na&nbsp; camada do pré-sal, os desafios e possibilidades de desenvolvimento sustentável na Amazônia e a engenharia pública. Também são abordados no documento áreas estratégicas como saneamento básico, energia, mobilidade urbana, meio ambiente e comunicações.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para a FNE, diante da perspectiva de crescimento econômico anual entre 5% e 6%, os desafios a serem superados pelo Brasil são enormes. A entidade alerta, por exemplo, os sobre os riscos da iminentes falta de profissionais dos ramos da engenharia. “Precisamos dobrar a quantidade de engenheiros formados para atender a demanda no ritmo do desenvolvimento que o Brasil quer alcançar”, afirma Murilo Pinheiro, que é contra a importação de mão de obra. Para superar esse gargalo, ele defende ações coordenadas entre governo, empresas e entidades de classe para requalificar profissionais e reinseri-los no mercado de trabalho, além de garantir a formação de jovens engenheiros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h54min</font></p>
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		<title><![CDATA[ARMANDO VERGÍLIO ENTREGA CHEFIA DA SUSEP A MANTEGA PARA DISPUTAR A ELEIÇÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55337</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Armando Vergílio dos Santos Junior pediu,</font><font size="2"> na tarde desta terça-feira (dia 16),</font><font size="2"> ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, a sua exoneração do comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ele estava no cargo desde agosto de 2007.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Vergílio concorrerá a uma vaga a deputado federal por Goiás pelo minúsculo PMN, partido que apoiará a candidatura do senador Marconi Perillo, do PSDB, ao governo goiano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Seu sucessor será Paulo dos Santos, hoje diretor da autarquia e funcionário de carreira do Banco Central.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 18h26min</font></p>
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		<title><![CDATA[CVM TEM 26 PROCESSOS EM ANDAMENTO PARA APURAR IRREGULARIDADES COM AÇÕES DE EMPRESAS PODRES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55316</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a BM&amp;FBovespa estão rastreando uma onda especulativa com ações de empresas sem tradição de negócios no mercado — várias delas, em processo falimentar ou em recuperação judicial. Neste momento, a CVM está com 26 investigações em andamento para apurar movimentações atípicas de preços. Outros 10 processos foram concluídos entre janeiro e fevereiro deste ano, dos quais, em dois, a autarquia que regula e fiscaliza o mercado de capitais constatou irregularidades e abriu inquéritos administrativos. Na bolsa de valores, há cinco processos em andamento. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“Os órgãos fiscalizadores precisam agir rápido, ou esse tipo de operação vai minar a credibilidade do mercado”, disse Carlos Antonio Magalhães, diretor da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado (Apimec). “Há ações subindo 40% ou 50% em apenas um dia, mesmo com as empresas sem qualquer perspectiva de recuperação”, acrescentou. É o caso da Cobrasma, companhia fabricante de vagões de trens que ruiu nos anos 1990 e, segundo os demonstrativos financeiros do primeiro semestre de 2009, estava com patrimônio líquido negativo de mais de R$ 3 milhões. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de meses de ausência no pregão da BM&amp;FBovespa, os papéis da empresa surgiram como estrelas. Entre 3 e 18 de fevereiro último, foram realizados 2.120 negócios só com as ações preferenciais (sem direito a votos nas decisões da companhia), movimentando R$ 16,6 milhões. Tanto a CVM quanto a bolsa questionaram o diretor de Relações com os Investidores da Cobrasma, Luiz Eulálio Bueno Vidigal, sobre o porquê do interesse repentino do mercado pelas ações da empresa. Ele disse desconhecer o assunto. E frisou: “As nossas atividades fabris estão encerradas desde 1997, em função de sérias dificuldades financeiras até a presente data”. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Vista grossa</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com base nessa resposta, Demétrius Borel Lucindo, economista e especialista em bolsa de valores, questionou: “Como podem a CVM e a BM&amp;FBovespa deixar que empresas falidas, com patrimônio negativo e prejuízos acumulados ao longo de anos, ainda tenham as suas ações negociadas no mercado?” Para ele, ao fazerem “vista grossa”, os órgãos reguladores e fiscalizadores só estimulam a manipulação de preços. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Lucindo vai além. A seu ver, essa onda de negócios com empresas podres, sem receitas, foi estimulada pelo governo Lula, ao insuflar rumores de que a extinta Telebrás seria reativada. As ações da estatal, sem receita há mais de 10 anos, já subiram mais de 35.000% desde 2003, levando a CVM a abrir um inquérito para apurar responsabilidades. O movimento contaminou os papéis da DTecon Direct, que, somente em 17 de fevereiro deste ano, registrou oscilação de 37% baseada na aposta de que a empresa ganhará com a recuperação da Telebrás. Outra companhia que seria ajudada pelo governo a sair da recuperação extrajudicial, a Gradiente, computou alta de quase 30% em 3 de março último, sem nenhuma justificativa concreta para tal.</font> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="4">Investidor é quem julga</font><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar da atenção redobrada que vem dando às negociações com papéis de décima categoria — como classificam os operadores —, o superintendente de Relações com o Mercado e Intermediários da CVM, Waldir de Jesus Nobre, afirmou que o fato de uma empresa estar em concordata ou em recuperação judicial não é motivo para que as transações com suas ações sejam suspensas. “Não nos cabe julgar se o negócio é bom ou ruim. O importante é que haja informações sobre a situação das companhias, para que os investidores possam definir se vão ou não fechar negócio, se realmente vale a pena aplicar naquele negócio a poupança que está sendo feita para a compra de um imóvel, por exemplo”, ressaltou. No seu entender, proibir os negócios seria como fechar a porta de saída dos investidores que detêm esses papéis. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O diretor de Autorregulação da BM&amp;FBovespa Supervisão de Mercado (BSM), Luís Gustavo da Matta Machado, é da mesma opinião. Mas ele garantiu que a bolsa de valores vem aprimorando seus sistemas de controle para identificar irregularidades. Desde julho de 2009, a instituição está usando um programa de computador que ampliou significativamente o raio de visão do mercado. Antes desse software, de cada grupo de 5 mil operações analisadas, a BM&amp;FBovespa chegava a três com suspeitas de ilícitos. Agora, dentro do mesmo grupo, o cruzamento de dados consegue pegar 11 operações suspeitas. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Essa análise mais ampla, acrescentou Matta Machado, é feita independentemente dos mecanismos de controle usados diariamente pela bolsa para coibir abusos. Nos negócios com ações de companhias sem liquidez, os preços não podem variar para cima ou para baixo mais do que 10% entre uma transação e outra. Se esse limite foi atingido, a BM&amp;FBovespa suspende as operações e abre um leilão dos papéis ofertados para que todos os interessados do mercado possam dar os seus lances. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“Tudo o que identificamos de suspeito no mercado é comunicado à CVM. Mas abrimos nossos próprios processos administrativos. Para se ter uma ideia, em 2009, arrecadamos mais de R$ 2 milhões em multas e por meio de termos de compromisso em que os acusados prometem corrigir as irregularidades para que os processos sejam encerrados”, contou o diretor da BSM. A despeito de todo o rigor da bolsa e da CVM, Matta Machado reconheceu que o mercado está cheio de “arapucas”, que só serão dribladas por meio da boa educação dos investidores.</font> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">Riscos da internet</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os abusos são grandes. Mesmo com a Café Solúvel Brasília tendo sido acionada duas vezes pela CVM e pela bolsa de valores no início deste mês por causa de movimentos atípicos de preços, as ações da empresa subiram 40,7% apenas na última sexta-feira, para R$ 5,98. “Infelizmente, isso comprova que os manipuladores não estão nem aí para as autoridades, pois sabem que não serão pegos”, disse Carlos Antonio Magalhães, diretor da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado (Apimec).“São grupos especializados em se aproveitar do desconhecimento de investidores, que se rendem facilmente à promessa de ganho fácil”, complementou. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Normalmente, ressaltou o economista Demétrius Borel Lucindo, esses negócios começam por meio de sites de relacionamentos e blogs na internet que se dizem especializados no mercado de ações. “Espalham-se rumores, notícias falsas sobre as empresas, garantindo que elas vão se valorizar muito. E como os preços de muitas ações estão definidos em centavos, o olho de todo mundo cresce, pois não é preciso desembolsar muito”, frisou. O serviço sujo desses sites e blogs fica facilitado porque eles bloqueiam qualquer tentativa de se fazer um alerta contra as operações. Só liberam o que lhes interessa. “Por isso, 99% dos investidores arcam com prejuízos”, assegurou. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Waldir Nobre, superintendente da CVM, admitiu o perigo das “dicas” oriundas de sites ditos especializados. A autarquia, inclusive, já investigou vários deles, com base em denúncias recebidas de investidores lesados. O problema, contou ele, é a dificuldade de se juntarem as provas necessárias para punir os responsáveis. “Morremos na praia em vários casos, pois os computadores originais das ‘dicas’ estavam em cibercafés”, relatou. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas há, também, corretores e agentes autônomos de mercado, que representam instituições financeiras, incentivando a corrida por papéis de empresas podres. “O que interessa para eles é gerar negócios, pois o ganho vem de um percentual das operações”, disse Carlos Magalhães. O resultado disso, no seu entender, é a destruição da credibilidade de profissionais sérios, que se recusam a indicais ações dessas companhias a seus clientes, alegando o risco das operações, mas, dois dias depois, os preços sobem 50%. “O conselho sério, ético, vai pelo ralo”, concluiu. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h38min</font></p>
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		<title><![CDATA[PARA PADOVANI, BC TERÁ GANHOS SE ESPERAR PARA AUMENTAR OS JUROS EM ABRIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55276</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Distante do pessimismo que tomou conta de parte relevante do mercado em relação à inflação, o economista-chefe do Banco WestLB, Roberto Padovani, acredita que o Banco Central poderá ter ganhos se esperar mais um mês para aumentar a taxa básica de juros (Selic).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No seu entender, ao vir com um comunicado pós-Copom (Comitê de Política Monetária) bastante duro, com uma ata contundente e um relatório trimestral de inflação forte, o BC vai coordenar as expectativas e indicar à sociedade, de forma clara, o que irá acontecer em abril. O adiamento também servirá para pôr fim aos exageros sobre os rumos da inflação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O mais importante, porém, na visão de Padovani, é que a espera por mais um mês para a alta permitirá ao BC ver o real ritmo da atividade econômica, se está muito forte ou em processo de acomodação, e identificar o que realmente é inflação, já que os índices dos primeiros meses do ano estão contaminados por altas de tarifas públicas, de mensalidades escolares e de produtos agrícolas cujas safras foram prejudicadas pelo clima. "A clareza maior dos indicadores permitirá ganhos", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O economista do WestLB ressalta ainda que, no mercado, na vida real, o aumento dos juros da aconteceu, pois o custo do dinheiro captado pelos bancos ficou mais caro e os juros do crédito subiram. "Essa alta vem desde dezembro passado", assinala.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Caso realmente o Copom opte por manter a Selic em 8,75% ao ano, a decisão virá rachada. Pelo menos dois diretores, Mário Mesquita (de Política Econômica) e Carlos Hamilton (Assuntos Internacionais), deverão votar pela alta. Isso já será suficiente para todos acreditarem que, em abril, o aumento dos juros será líquido e certo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h25min</font></p>
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		<title><![CDATA[FERNANDO MONTERO ENGROSSA O CORO DOS QUE APOSTAM EM ALTA DOS JUROS NESTA SEMANA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55256</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Diante dos evidentes sinais de pressão inflacionária -- o mercado, segundo a pesquisa Focus, elevou a sua previsão de alta para o IPCA deste ano de 4,99% para 5,03% e de 4,50% para 4,60% em 2011 --, o economista-chefe da Corretora Convenção, Fernando Montero, passou a apostar em alta da taxa básica de juros (Selic) nesta semana.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A nova posição de Montero foi consolidada na semana passada, quando o IBGE divulgou os dados referentes às vendas do varejo em janeiro deste ano, que aumentaram 2,7%, e ao Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre e de todo o ano de 2009. Tais indicadores, diz ele, confirmaram o forte crescimento da demanda, juntando-se à piora das expectativas de inflação, que continuarão subindo. "Portanto, o quadro manda não esperar mais para o início do ciclo de alta dos juros", afirma.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Montero ressalta que, a despeito de o PIB do quarto trimestre de 2009 ter crescido menos que o esperado, o avanço confirmou um robusto carregamento estatístico (carry-over) de 2,7% para 2010. Ou seja, este será o ponto de partida para o PIB deste ano. Além disso, o economista da Convenção acredita que os consumo continuará firme nos próximos trimestres. "Do lado da demanda, por exemplo, não há uma contribuição decisiva e transitória da volta de estoques (falamos de onde interessa: intermediários e insumos). Do lado da oferta, não haverá um salto agrícola", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Outro dado importante: o que realmente está pressionando a demanda interna é o consumo das famílias, que sanciona reajustes de preços, e não os investimentos no aumento da produção. "A aposta na antecipação de consumo (que muitos apontam como justificativa para a forte expansão do varejo e janeiro, o que não justificaria a alta da Selic já nesta semana) tem embasamento nos bens duráveis, mas perde peso ante a constatação do dinamismo em segmentos como supermercados, reflexo da renda, usualmente pouco voláteis", conclui.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55194</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 136px; height: 166px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">CRÔNICA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="4"><span style="font-weight: bold;">MOVIMENTOS DAS MARÉS</span></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">“Aí está ele, o mar, a menos ininteligível das existências não-humanas. E aqui está a mulher, de pé na praia, o mais ininteligível dos seres vivos”.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;"> Clarice Lispector</span> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Talvez seja mais parecida com a minha mãe do que eu pensava. Não que eu quisesse negar conscientemente a semelhança por implicância ou incompatibilidade de estilos. Era mais uma ignorância mesmo. Como se houvesse um perene eclipse do sol sobre a lua... É que eu tenho a sorte de ter duas mães. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Jandyra, minha madrinha, brilhava como o astro-rei, com sua força, onipresença e intensidade. A presença autoritária daquela senhora de personalidade única ofuscou o papel de mamãe durante todos estes anos. Mas agora, que o brilho de uma se apagou, posso reconhecer que sou uma mistura das duas. Ainda tenho tempo, antes que a companhia lunar da mulher que me colocou no mundo se vá definitivamente, para rever a influência dela sobre mim. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mamãe: translúcida, fugidia e misteriosa...Um coração insondável que eu persegui por tantos anos, sempre tentando encontrar a brecha que permitisse o pleno aninhar na mulher de sorriso bonito e sentimentos amenos. Nisso não sou como ela, posso ter certeza. Explodo como o sol-dindinha. Gero quilowatts que não estão no gibi e queimo muitos do que estão ao meu redor. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Não sei medir a paixão pelos temas, mas paradoxalmente não vivo sem controle. Mando e desmando: critico. Jandyra está em mim em sua necessidade de não deixar nada passar em branco. Vigio, organizo, cobro. Um purgante, no mínimo. Porém, atenciosa, guardo o mundo. Quero a beleza e os amigos por perto. Celebro. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mamãe não comemora, mas também não reclama. Não no sentido existencial, se me compreendem. Apenas da corrupção, das sacanagens triviais, das besteiras do cotidiano. Nunca vi mamãe em crise por ter sofrido reveses terríveis. E ela sofreu. Dona Maria nunca jogou na cara dos filhos seus dilemas e suas amarguras, se é que ela os teve. Porque, para mim, mamãe sempre pairou sobre ideologias e filosofias. Ela somente é ela: um bichinho selvagem. Não está nem aí para os padrões de “normalidade”. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Nesse ponto eu me vejo tentando alcançá-la de novo. Constantemente renego autoridades, procurando a liberdade. Acho que este é o objetivo de mamãe: ser totalmente liberta de tudo e todos. Será que agora vai conseguir? Será que a morte é a liberação completa do ser para apenas ser? <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Também tenho ganas de não dar satisfação para ninguém, de não cumprir o que esperam de mim, de não arrumar o meu armário. Mas o lado dindinha se impõe e eu não deixo nada incompleto. Mamãe, por outro lado, não liga para convenções e expectativas. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Colocava o pé na estrada e rumava como bem entendia: Amazonas, Los Angeles, Rio...Cigana, dizia não para a monotonia e a rotina. Sua verve mochileira corre no meu sangue. Viajar, ir ao encontro de cidades desconhecidas, ser uma turista nada acidental faz parte do que considero imprescindível e nos coloca lado a lado, compartilhando as mesmas aventuras. Mamãe rural, com cheiro de terra e leite de vaca, me ensinando a importância do mato dentro de nós, mesmo sendo do tipo urbanóide que não vive sem cinema, exposição e teatro. Maria tatuou em mim o valor de abrir o coração para o novo. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Uma mulher que não nasceu para ser dona de casa e criou os descendentes com a revolta silenciosa de não ter podido estudar e optar por uma vida menos óbvia, em época de pais tiranos e maridos idem. Entretanto eclética, não negava o preparo do mingau de maisena com chocolate e do frango cozido com pequi. Memórias gustativas de fazer arder o peito.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br>Desconfio que ela sempre vibrou com minhas iniciativas de mudança; meus amigos “meio estranhos” e o marido “The Big Bang Theory”. Sem palavras, eu vejo em seus olhos o orgulho faceiro de ter uma filha um tantinho rebelde que tenta escapar da mesmice do dia após dia - que nos encobre como um terremoto diário de chateações e horários marcados -&nbsp; por meio de textos, fotos e festas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Minha progenitora e eu: tão longe, tão perto, tão diferentes em uma visão superficial, porém semelhantes na hipoderme. Na camada mais profunda que faz do relacionamento mãe-filha um jogo complexo e eterno. Lá da lua ela vai me sorrir com seus dentes largos, imensos (isso sim plenamente identificáveis com os meus). Assim como já me envia os seus raios solares minha outra mãe. Imprescindíveis motivações para olhar para o céu.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span>.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 11h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[JUROS JÁ DEVEM COMEÇAR A SUBIR EM MARÇO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55130</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARISTELLA ANSANELLI E GUSTAVO ARRUDA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="ecxtexto" size="2"><b>Frente à evolução dos indicadores de inflação e atividade divulgados nas últimas semanas, antecipamos para março nossa expectativa para o início do ciclo de aperto monetário. Mantemos a magnitude do ciclo em 2,5 pontos percentuais, mas agora começando em março.</b><span style="font-weight: bold;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="ecxtexto" size="2"><span style="font-weight: bold;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="ecxtexto" size="2"><span style="font-weight: bold;"></span>No campo inflacionário, as pesquisas semanais e a coleta diária de preços sinalizam um IPCA ainda elevado em março, possivelmente do redor de 0,50%. Sem os reajustes pontuais do início do ano, era esperado um recuo mais expressivo da inflação neste mês, movimento que não está ocorrendo por conta da manutenção das pressões no grupo dos alimentos. Para abril, as primeiras estimativas também não são muito promissoras, com o impacto do reajuste dos remédios contribuindo para a manutenção da inflação no patamar de 0,5%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="ecxtexto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="ecxtexto" size="2"><b>Nesse cenário, já está contratado um IPCA de 2010 acima de 5%, e os riscos de uma inflação acima da meta também em 2011 são crescentes.</b> Embora a mediana das expectativas de mercado para o IPCA de 2011 venha se mantendo em 4,5%, o cálculo da média já atingiu 4,67%, colocando um viés de alta nas expectativas para o próximo ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="ecxtexto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="ecxtexto" size="2"><b>Com relação aos indicadores de atividade econômica, os antecedentes de fevereiro apontam para uma retomada forte após a relativa acomodação da virada do ano.</b> O robusto desempenho do comércio em janeiro é um bom indicador do otimismo dos consumidores e da força da demanda doméstica. Nesse cenário, ainda que o nível de utilização da capacidade instalada se encontre abaixo dos picos do período pré-crise, a velocidade da recuperação deve fazer com que estes sejam atingidos rapidamente, pressionando ainda mais os índices de preços.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="ecxtexto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="ecxtexto" size="2"><b>Tudo somado, restam poucos argumentos para a manutenção dos juros por mais uma reunião. Sendo assim, o mais provável é que o Banco Central dê início ao ciclo de alta da taxa Selic já na próxima semana.</b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Economistas do Banco Fibra.  <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font size="1"><font size="2">Brasília, 14h15min</font> <br></font></font></p>
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		<title><![CDATA[COM PIB NEGATIVO, SALÁRIO MÍNIMO DE 2011 SÓ TERÁ CORREÇÃO PELA INFLAÇÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55084</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente Lula, que tem alardeado a forte recomposição do poder de compra do salário mínimo, não terá uma boa notícia a dar aos trabalhadores e aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em seu último ano de governo. Se prevalecer o acordo firmado com as centrais sindicais, de que o reajuste do mínimo deve levar em consideração a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores mais a inflação do ano anterior, o mínimo a ser definido no Orçamento de 2011 não terá ganho real. Ou seja, só será reajustado pela inflação (estimada em 5%), já que o PIB de 2009 caiu 0,2%. Será a primeira vez, em cinco anos, que o piso salarial partirá de uma base negativa.</font></p><font size="2"></font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, apesar de a notícia ser ruim para os trabalhadores e para os aposentados e pensionistas que recebem o mínimo, a entidade não pressionará o governo para mudar as regras no meio do jogo. “Acordo é acordo”, disse. A área técnica do governo também defende a manutenção do que foi acordado com as centrais.”Depois de um ano de crise, levar a inflação é muita coisa. Em muitos países, o que se discute no momento é a diminuição do salário real e o desemprego”, lembrou um técnico.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes, politicamente, a correção do salário mínimo somente pela inflação não será uma boa notícia para Lula, que estará deixando o mandato, nem para o presidente da República que tomará posse em janeiro, quando entrará em vigor o novo valor. “Mas, para aqueles que fazem a política monetária, será uma ótima notícia, pois, o consumo tenderá a desaquecer um pouco, tirando pressões sobre a inflação”, frisou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O acordo entre o governo e as centrais foi fechado em 2006. Na época, os sindicalistas gostaram da idéia, porque o PIB só vinha subindo. A regra também foi boa para o governo, pois além de evitar o desgaste de todo ano com o índice de reajuste, trouxe previsibilidade para as contas públicas, especialmente para a Previdência Social.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O acordo vem sendo honrado dede 2007, quando o salário mínimo passou para R$ 380, com reajuste de 8,57% em relação ao piso que vigorava no ano anterior, de R$ 350. A situação se repetiu em 2008, quando o mínimo foi para R$ 415,00 (+9,21%), em 2009, para R$ 465 (+12,04%) e, em 2010, para R$ 510 (+9,67%).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Texto escrito com <font size="3"><span style="font-weight: bold;">VÂNIA CRISTINO</span></font>, do <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span>. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p>  <br>
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		<item>

		<title><![CDATA[ALIADOS DO PRESIDENTE DO BC DIZEM QUE FOI MICHEL TEMER QUEM VAZOU NOTÍCIA SOBRE PROCESSO NO STF]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55080</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No Banco Central, defensores do presidente da instituição, Henrique Meirelles, estão espalhando a informação de que foi o presidente do PMDB e da Câmara dos Deputados, Michel Temer, que teria comandado a divulgação da notícia de que o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu inquérito contra ele, por suspeitas de crimes fiscais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os aliados de Meirelles dizem que foi "muita coincidência" a notícia sobre o indiciamento pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no mesmo dia em que a imprensa e o mercado discutiam a decisão do presidente do BC de deixar o cargo no próximo dia 31 para disputar a vaga de vice na chapa presidencial liderada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Esse posto, garante a cúpula do PMDB, é de Temer.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 21h20min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES, JÁ COM UM PÉ NA POLÍTICA, FAZ MÉDIA COM PAULO SKAF]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55047</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para não parecer implicância de minha parte, deixo para vocês interpretarem a nota divulgada pela Banco Central no noite desta quinta-feira (dia 11), em que todas as atenções estiveram voltadas para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de 2009, que caiu 0,2%.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas que o presidente do BC, Henrique Meirelles, está cada vez mais político, está. Agora deu até para comentar sugestões do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, candidato ao governo de São Paulo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Eis a íntegra da nota:</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">"O Banco Central considera natural que todos os segmentos da sociedade expressem suas opiniões a respeito da política monetária e procura, por meio de pesquisas e de reuniões periódicas, acompanhar essas discussões, pois as considera legítimas. Dentro desse espírito, o presidente Henrique Meirelles ouviu hoje as ponderações feitas pelo presidente da FIESP, Paulo Skaf. Na conversa por telefone, o presidente Meirelles sugeriu que uma equipe de técnicos da entidade apresentasse os argumentos da FIESP para analise do Banco Central. A reunião ocorreu às 16 horas de hoje. Ao tomar suas decisões, o Banco Central leva em considerações todas essas opiniões e também os dados técnicos relacionados com uma série de fatores, sempre com vistas a cumprir a meta de inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O BC está convencido de que a estabilidade da economia é um bem de toda a sociedade."</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 21h07min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES DIZ QUE PEDIU VISTAS DO PROCESSO ABERTO CONTRA ELE PELO SUPREMO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55074</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Veja o comunicado oficial divulgado pelo Banco Central sobre o processo aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente da instituição, Henrique Meirelles, para apurar suspeitas de crimes fiscais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">"A propósito das notícias veiculadas sobre o pedido feito pelo Ministério Público para abertura de Inquérito no Supremo Tribunal Federal, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, informa que tomou conhecimento do assunto pela imprensa e que formalizou pedido de vistas dos autos junto ao STF para ciência do que se trata e adoção das medidas jurídicas cabíveis. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Henrique Meirelles informa, ainda, que recebe com serenidade a notícia do pedido de abertura de Inquérito, uma vez que foi amplamente investigado no passado, com o arquivamento de todas as acusações a ele imputadas. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Por fim, o presidente do Banco Central esclarece que o patrimônio formado durante sua vida profissional foi resultado de árduo trabalho, com todos os seus rendimentos e bens declarados aos órgãos competentes, na forma da legislação. Além disso, Henrique Meirelles ressalta que a maior parte de seu patrimônio foi constituída quando trabalhava no exterior, com a divulgação periódica de seus rendimentos nos documentos oficiais da instituição que presidia, conforme previsão legal aplicável a instituições abertas no país sede."</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 18h19min</font></p>
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		<title><![CDATA[NAS CONTAS DA LCA, PAÍS JÁ TEM GARANTIDO CRESCIMENTO DE PELO MENOS 2,7% EM 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55037</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A consultoria LCA fez as contas e concluiu que, diante do crescimento expressivo da economia no último trimestre de 2009 -- 2% ante os três meses anteriores --, o Brasil já tem avanço garantido de pelo menos 2,7% neste ano. É o que os economistas chamam de carry-over. Segundo a LCA, trata-se do maior carregamento estatístico de um ano para outro verificado desde 1994/1995, os dois primeiros anos do Plano Real. Na média entre 2004 e 2007, o carry-over foi de 1,7%. De 2008 para 2009, ficou em -1,6%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar da garantia desse carregamento estatístico, a LCA vai rever para baixo a sua previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2010. Em vez de crescimento de 6,1%, passará a projetar 5,8%, a mesma taxa apontada pelo Banco Central. A redução de 0,3 ponto percentual se deve ao fato de a consultoria ter projetado um resultado melhor para o quarto trimestre de 2009 (2,3% ante os 2% confirmados), o que resultaria em um carry-over de 3%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h13min</font></p>
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		<title><![CDATA[PREFEITOS PROMETEM INFERNIZAR A VIDA DO GOVERNO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=55002</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No que depender dos prefeitos do Estado do Rio de Janeiro, o governo não terá paz enquanto eles não derrubarem a emenda Ibsen, que muda o sistema de rateio do royalties do petróleo, aprovada na Câmara dos Deputados. Liderados pelo governador Sérgio Cabral, eles dicidiram buscar o apoio do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que, ressalte-se, não tem sido muito amigável à administração Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Um dos mais indignados é o prefeito de Macaé, Riverton Mussi. Não sem motivos. Se for aprovada, a emenda Ibsen reduzirá de R$ 400 milhões para R$ 1,5 milhão o total de repasses feitos anualmente ao município, grande produtor de petróleo. “A reunião no STF foi boa e ficamos de enviar aos ministros um demonstrativo de todas as fases dos royalties para dar embasamento às discussões”, diz. O estado do Rio como um todo perderá R$ 7,2 bilhões por ano em receitas com a repartição dos royalties do pré-sal. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Mussi, a hora é de partir para o confronto. “Teremos uma perda de 40% do orçamento do município, o que afetará toda a máquina administrativa, com a paralisação de obras”, afirma. No entender do prefeito, os municípios do Rio estão vivendo “uma briga de David contra Golias”, devido ao forte lobby do governo federal em favor da proposta de mudança no sistema de rateio de royalties.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h56mim</font></p> 
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		</item>
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		<title><![CDATA[AO NÃO ASSUMIR PUBLICAMENTE QUE DEIXARÁ O BC, MEIRELLES SÓ DÁ MUNIÇÃO AOS ESPECULADORES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54971</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, sempre ressaltou a importância de a instituição ser autônoma e tomar decisões técnicas, mesmo em momentos de grande pressão política. Foi, inclusive, essa postura que levou o BC a alcançar um patamar de credibilidade sem precedentes, tanto no Brasil quanto no exterior.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas, sinceramente, Meirelles está contrariando tudo o que diz. Ao não assumir publicamente que deixará o comando do BC, mesmo já tendo tomado tal decisão, só está dando munição aos especuladores, que estão fazendo a festa no mercado futuro de juros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Seria bom que Meirelles botasse logo um ponto final sobre o seu futuro, que, ressalte-se, está tão próximo, e dissesse o mais rápido possível se sairá ou não do BC. O que não pode é ele se manter na moita e ficar impassível à especulação que está correndo solta no mercado às vésperas de uma reunião histórica do Comitê de Política Monetária (Copom).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No mínimo, o que eu posso dizer, é que está faltando bom-senso ao presidente do BC. Uma pena.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h08min</font></p> 
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		</item>
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		<title><![CDATA[SUCESSOR DE MESQUITA NO BC DEVE SAIR DO MERCADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54957</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Começou a bolsa de aposta sobre quem será o sucessor de Mário Mesquita na diretoria de Política Econômica do Banco Central. Rumores são de que o escolhido virá do mercado financeiro. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas há quem veja a possibilidade de Carlos Hamilton, que tomou posse recentemente na diretoria de Assuntos Internacionais e fez um road show no exterior para ser apresentado por Henrique Meirelles aos investidores, ser deslocado para o posto de Mesquita.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O nome do futuro diretor do BC será definido em conjunto por Meirelles e Alexandre Tombini, que deve assumir a presidência da instituição a partir de abril.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 14h32min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[MERCADO ACREDITA QUE MEIRELLES DEFENDERÁ ALTA DOS JUROS NA SEMANA QUE VEM PARA REFORÇAR AUTONOMIA DO BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54952</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A leitura que os analistas estão fazendo para o vazamento, às vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), da confirmação de que Henrique Meirelles deixará a presidência do Banco Central no fim desde mês é a seguinte: reforçar a autonomia operacional do BC, independentemente de quem estiver no comando da instituição e apesar de este ser um ano de eleições presidenciais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para os analistas, Meirelles deverá defender o aumento da taxa básica de juros (Selic) na reunião da próxima semana do Comitê de Política Monetária (Copom). Com isso, mostrará que não vê problemas em arrochar a economia em um momento de inflação em alta, mesmo tendo pretensões políticas, como a de ser vice na chapa presidencial liderada por Dilma Rousseff. E mais: o aumento dos juros agora reforçaria o que ele, Meirelles, vem dizendo há tempos, que seu sucessor manterá firme o compromisso de segurar a inflação ancorada no centro da meta definida pelo governo, de 4,5%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ou seja, o sucessor de Meirelles, muito provavelmente, o diretor de Normas do BC, Alexandre Tombini, continuará elevando os juros nas próximas reuniões do Copom, mesmo com o avanço da campanha eleitoral. Para os eleitores, o que realmente importa é que o poder de compra seja mantido -- isso, sim, reflete-se em votos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h01min</font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[BC VOLTA A COMPRAR DÓLARES, MESMO COM FLUXO CAMBIAL NEGATIVO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54921</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar de o movimento cambial ter ficado negativo na primeira semana de março, em US$ 1,205 bilhão, o Banco Central, que havia interrompido as compras de dólares devido à alta da moeda frente ao real, voltou com tudo a atuar no mercado.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Entre os dias 1 e 5 deste mês, arrematou US$ 797 milhões, atuação que causou um certo incômodo entre os operadores, pois ajudou a empurrar as cotações da divisa americana para cima naquele período. Com essas compras, as reservas internacionais do Brasil atingiram US$ 242,099 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pelas informações divulgadas pelo BC, tanto a conta comercial quanto a financeira registraram mais saídas do que entradas de recursos na primeira semana de março. Os déficits ficaram, respectivamente, em US$ 297 milhões e US$ 908 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h46min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[MÁRIO MESQUITA SAIRÁ DO BC JUNTO COM MEIRELLES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54949</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Conforme um acordo tácito fechado há meses, Mário Mesquita deixará a diretoria de Política Econômica do Banco Central no fim deste mês, junto com Henrique Meirelles, que já tomou a decisão de se canditar a um cargo político nas eleições de 2010.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Esse acordo foi revelado pelo próprio Meirelles quando surgiram os primeiros rumores sobre a saída de Mesquita do BC. Meirelles foi taxativo ao afirmar que Mesquita havia lhe prometido ficar no cargo enquanto ele continuasse na presidência do banco.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h47min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[TODO MUNDO NO BC CONFIRMA: MEIRELLES VAI DEIXAR MESMO A PRESIDÊNCIA DA INSTITUIÇÃO NO FIM DO MÊS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54948</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de fazer muito segredo sobre a sua permanência ou não na presidência do Banco Central, Henrique Meirelles já admite publicamente que deixará a instituição até o fim deste mês para concorrer a um cargo político: se não for para a vicê-presidência na chapa liderada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, será para o Senado. Gente do alto escalão do PMDB confirma a decisão de Meirelles.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do BC já comunicou ao presidente Lula a sua decisão. A princípio, ele entrará de licença do cargo a partir do dia 22 de março para sacramentar a decisão de voltar à política. O anúncio oficial de sua saída está marcado para o dia 31 de março, conforme antecipou a revista <span style="font-style: italic;">IstoÉ Dinheiro</span>, em reportagem de <span style="font-weight: bold;">Leonardo Attuch</span>.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O próximo presidente do BC será o diretor de Normas, Alexandre Tombini, que já vem sendo preparado há meses para a função.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h34min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[ISTOÉ DINHEIRO: MEIRELLES SAIRÁ DO BC NO DIA 31 DE MARÇO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54898</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O repórter <span style="font-weight: bold;">Leonardo Attuch</span>, da revista <span style="font-style: italic;">IstoÉ Dinheiro</span>, assegura, em matéria publicada no início desta noite, que já está cravado o dia da saída de Henrique Meirelles da presidência do Banco Central: 31 de março. Tudo já teria sido combinado com o presidente Lula, que estaria trabalhando nos bastidores para fazer de Meirelles o vice da chapa presidencial liderada por Dilma Rousseff.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo a matéria, o sucessor de Meirelles será o atual diretor de Normas, Alexandre Tombini.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Leia a íntegra na matéria no link abaixo:</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(51, 255, 255);"><font size="2"><a href="http://istoedinheiro.terra.com.br/noticias/14566_HENRIQUE+MEIRELLES+DEIXA+O+BC+NO+DIA+31+DE+MARCO">http://istoedinheiro.terra.com.br/noticias/14566_HENRIQUE+MEIRELLES+DEIXA+O+BC+NO+DIA+31+DE+MARCO</a></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h38min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PARA ITAÚ UNIBANCO, PIB CRESCERÁ 6% NESTE ANO, IPCA FICARÁ EM 4,9% E JUROS COMEÇAM A SUBIR EM MARÇO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54891</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Itaú Unibanco revisou várias de suas projeções para a economia brasileira, conforme comunidado assinado pelos economistas da instituição Ilan Goldfajn e Guilherme da Nóbrega. No caso do IPCA, índice oficial de inflação, a estimativa deste ano saltou de 4,8% para 4,9%, em linha com o consenso de mercado. Para 2011, houve um salto de 4,6% para 4,8%, a despeito do aumento da taxa básica de juros (Selic) que está para ser anunciado pelo Banco Central, pois a pressão virá dos preços administrados, imunes à política monetária. Essa pressão pode ser constatada pelo IGP-M, que corrige parte das tarifas e cujas projeções passaram de 6,6% para 7% em 2010 e de 5,3% para 6,4% no ano que vem.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com a inflação nesses patamares, o aumento da taxa Selic começará, segundo o Itaú Unibanco, já na próxima semana. A alta será de 0,5 ponto percentual. Os juros, pelas contas da instituição, devem avançar dos atuais 8,75% até 11,50% em julho próximo, taxa que seá mantida até o fim de ano. A partir de janeiro de 2011, a expectativa é de que os juros caiam para 11%, mantendo-se nesse nível ao longo de todo o ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Itaú Unibanco chama a atenção ainda para o forte ritmo de crescimento da economia. O Produto Interno Bruto (PIB) deve avançar 6% neste ano e 4,9%, em 2011. Nesse ritmo, o país terá que importar mais e as remessas de lucros e dividendos tendem a disparar. Com isso, o déficit em transações correntes fechará 2010 em 2,9% do PIB e baterá em 4,1% no ano seguinte. A despeito disso, o dólar se manterá próximo de R$ 1,80.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para as contas fiscais, o banco manteve inalterada a projeção de superávit primário deste ano em 2,7% do PIB e de 3% em 2011.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 18h05min</font></p> <br> <br>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[BC PRECISA QUEBRAR A INÉRCIA DA ALTA DOS PREÇOS DOS SERVIÇOS, DIZ ECONOMISTA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54864</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		   <br>Com a disputa entre os investidores pegando fogo no mercado futuro de juros -- uns, apostando que a taxa básica de juros (Selic) subirá em março, outros acreditando que o aumento só começará em abril --, o economista-chefe da Personale Investimentos, Carlos Thadeu Filho, preparou dois gráficos para o <span style="font-weight: bold;">blog</span> mostrando como a combinação de renda em alta com atividade aquecida está fazendo disparar os preços dos serviços que têm impacto no Produto Interno Bruto (PIB).   <br>   <br>   <br>No primeiro, ele separou três momentos: 2007, quando a economia crescia a pleno vapor; 2009, com a atividade ainda impactada pelos estragos provocados pela crise mundial; e 2010, já com a economia totalmente restabelecida.  No segundo gráfico, está a evolução no acumulado em 12 meses. <br>   <br>   <br>O que se observa, em ambos os casos, é que os preços dos serviços estão registrando altas mensais muito acima do registrado em anos anteriores e no acumulado de 12 meses, o que torna mais difícil o controle inflacionário em caso que qualquer ruído, como chuvas em excesso, seca, aumento do minério de ferro, especulação com as commodities (mercadorias com cotação internacional).   <br>   <br>   <br>Diante desse quadro, acredita Thadeu, o BC precisa agir rápido para "quebrar a inércia" desses preços, que vem cravando alta anualizada entre 6% e 6,5%. Ele está convencido de que, começando em março ou em abril, o aumento dos juros chegará a três pontos percentuais, com a Selic saltando dos atuais 8,75% para 11,75% ao ano.   <br>  <br>  <br><img style="width: 541px; height: 264px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/d83a31f55d95415a6e5b27e9046f5ab1.jpg">  <br>  <br>   <br> <br><img style="width: 541px; height: 286px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/bc9420391dbc413d15ca1c9c65a82de1.jpg"> <br> <br>   <br> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 15h33min</span>   <br>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[INVESTIMENTOS PUXARAM O PIB NO ÚLTIMO TRIMESTRE DE 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54848</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os investimentos produtivos comandaram a forte retomada da economia brasileira no último trimestre de 2009. Se as contas dos analistas estiverem corretas, a formação bruta de capital fixo (FBCF), que contabiliza os desembolsos dos empresários para o aumento das fábricas, cresceu aproximadamente 13% na comparação com os três meses imediatamente anteriores e algo como 10% frente ao quarto trimestre de 2008. “Foi uma retomada boa de se ver. Não podemos esquecer que o aumento se deu sobre uma base forte, pois, no terceiro trimestre, os investimentos haviam avançado 6%”, disse a economista Luíza Rodrigues, do Banco Santander.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com a maior disposição do empresariado em investir e a força do consumo das famílias, sustentado pelo aumento do emprego e da renda, Luíza acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,1% no quarto trimestre do ano passado ante o terceiro. Anualizada, a taxa mostra que o Brasil encerrou 2009 com um ritmo de expansão de 8,6%, comportamento muito próximo do verificado na China. Apesar desse salto espetacular, no entanto, no acumulado do ano, o PIB apontou, pelos cálculos da economista, retração de 0,2%, mostrando que o impacto da crise mundial nos primeiros meses de 2009 foi profundo e os estragos não foram zerados por completo. Os dados oficiais serão divulgados na quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">Fim dos estímulos </span> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Flávio Serrano, economista do Banco BES Investimento, o incremento da economia nos últimos três meses de 2009 foi tão forte que 2010 começou com crescimento garantido de pelo menos 3% (o chamado carregamento estatístico). Ele ressaltou, porém, que, nos próximos trimestres, veremos a atividade se desacelerando, devido à retirada dos estímulos fiscais dados pelo governo no auge da crise, com a redução de impostos sobre automóveis e eletrodomésticos. Serrano prevê que o PIB encerrará este ano com um salto de 5%. Luíza, do Santander, estima 4,8%.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No entender dos economistas, muita gente vai se frustrar com o número fechado do PIB. Mas, o importante, segundo eles, é que o Brasil conseguiu se recuperar rapidamente da crise, depois de um forte tombo que levou à recessão. Tanto que os investimentos dispararam no último trimestre, devendo se expandir pelo menos mais 10% em 2010, <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">e o consumo das famílias se manteve resistente,<font size="2"> </font></font></font><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"><link style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} </style> <![endif]--><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">com incremento</font> <font size="2">de 3,4% entre outubro e dezembro do ano passado.</font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><span style="font-size: 12pt;"></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2"><font size="4"><span style="font-weight: bold;">GOVERNO ESPERA ALÍVIO NA INFLAÇÃO</span></font>  <br></font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O forte aumento dos investimentos produtivos no fim de 2009 será o ponto principal a ser destacado pelo governo assim que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) liberar, na quinta-feira, o resultado oficial do Produto Interno Bruto (PIB) de 2009. Já há um discurso pronto, principalmente, em torno do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que, com a formação bruta de capital fixo (FBCF) se expandindo a taxas de dois dígitos, não há riscos de inflação de demanda mais à frente. Ou seja, será um motivo a mais para o Banco Central não elevar a taxa básica de juros (Selic) a partir da próxima semana, como espera 60% do mercado financeiro.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na opinião de Luíza Rodrigues, do Santander, apesar de positivo, o esperado incremento dos investimentos no quarto trimestre de 2009 não reduz as fortes pressões inflacionárias de curto prazo, que justificam uma alta imediata dos juros. “Temos de levar em consideração que os investimentos para a expansão das fábricas levam de oito a 12 meses para maturar. Quer dizer: eles serão importantes para, no médio e longo prazos, garantir a maior oferta de mercadorias”, explicou.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A visão é compartilhada pelo economista-chefe da Personale Investimentos, Carlos Thadeu Filho. “Eu, particularmente, acho que o BC deveria ser mais duro e começar o processo de alta dos juros com um aumento de 0,75 ponto percentual em vez do 0,5 ponto esperado pelo mercado”, afirmou. “Seria a melhor forma de reverter, mais rapidamente, as expectativas inflacionárias e ancorá-las novamente no centro da meta do governo, de 4,5%”, emendou.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h13min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[DIVISÃO HISTÓRICA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54823</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A pouco mais de uma semana de definir os rumos da política monetária, o Banco Central (BC) se depara com um quadro de indicadores bastante divergentes, o que tornará a reunião deste mês do Comitê de Política Monetária (Copom) uma das mais difíceis da história. Não é à toa que mesmo o mercado, que aposta na alta dos juros, está totalmente rachado: 60% dos analistas acreditam que a taxa básica de juros (Selic) subirá agora em março e 40%, a partir de abril. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">É verdade que, nos dois primeiros meses do ano, a inflação deu um salto preocupante, atingindo 1,54%, um terço do centro da meta perseguida pelo BC, de 4,5%. Mas é verdade, também, que parte importante desse resultado veio de fatores atípicos: aumento das passagens de ônibus em várias capitais, reajuste das mensalidades escolares e a alta de produtos agrícolas mais sensíveis ao excesso de chuvas. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em fevereiro, especificamente, quando descontado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) o impacto dos grupos transportes e educação, a taxa de 0,78% cairia para 0,46%, indicando desaceleração na inflação — em janeiro, o indicador havia cravado 0,75%. Outro dado importante: a média dos núcleos da inflação, que descontam todos os aumentos atípicos de preços, manteve-se estável, em 0,51%, ainda que em patamar elevado (anualizada, a taxa bate em 6,4%, quase o teto da meta oficial, de 6,5%). <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com os dados da atividade, o cenário não é diferente. Em janeiro, o índice de utilização da capacidade instalada da indústria (Nuci) apresentou ligeiro recuo em relação a dezembro, de 81,5% para 81,4%, mesmo com a produção tendo aumentado. Isso mostra que os investimentos para o aumento das fábricas estão maturando, garantindo oferta futura de mercadorias, e que as importações estão cumprindo o papel complementar de atender a demanda. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Recuperação espetacular</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na próxima quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tenderá a acirrar a divisão do mercado e a dificultar ainda mais a decisão do Copom com a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2009. É consenso no governo e no mercado que o resultado final ficará muito próximo de zero, pendendo para uma ligeira queda, devido aos estragos provocados pela crise mundial. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas os que pregam o aumento já dos juros argumentam que o PIB do último trimestre do ano passado confirmará um ritmo forte demais da atividade, ambiente propício para pressões inflacionárias. Por isso, as expectativas de inflação colhidas semanalmente pelo BC estão em alta desde janeiro. Na média, a aposta é de que o Produto tenha avançado 2% entre outubro e dezembro, indicando que o país entrou 2010 crescendo em um ritmo anualizado de 8%. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Há que se ressaltar, porém, que o IBGE também mostrará um dado da maior importância para tranquilizar o BC e afastar o risco de uma inflação de demanda : os investimentos, ou Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) como gostam os economistas, recuperaram o fôlego de forma espetacular, crescendo entre 12% e 13% no último trimestre de 2009 frente aos três meses imediatamente anteriores. E mais: números preliminares do início deste ano mostram que já houve um arrefecimento da demanda das famílias, fruto do comprometimento maior da renda com dívidas e por causa da alta da inflação. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Choque à vista</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O grupo mais pessimista, que vê a taxa Selic saltando na próxima semana, argumenta que, independentemente de alguns bons sinais, o BC não pode pestanejar. Precisa agir rápido para debelar de vez os riscos de a inflação se distanciar demais do centro da meta neste ano e, principalmente, em 2011. Alguns, inclusive, acreditam que o melhor que o Copom tem a fazer é dar um minichoque de juros imediatamente. Ou seja, iniciar o aumento da Selic com 0,75 ponto percentual, em vez do 0,5 ponto esperado pelo grosso dos especialistas. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O argumento dessa ala radical é o de que o BC poderia promover mais duas altas dos juros em abril e junho, encerrando o ciclo no meio da Copa do Mundo e antes do início efetivo da campanha eleitoral. Seguindo esse caminho, o BC traria mais rapidamente as expectativas de inflação para o centro da meta e evitaria que a política monetária fosse incorporada ao debate entre a candidata governista, Dilma Rousseff, e o representante da oposição, José Serra. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Diretoria sem consenso</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com tantos argumentos prós e contra o aperto imediato da política monetária, não será surpresa se a decisão do Copom vier dividida. Nesse caso, com a maioria — incluindo o presidente do BC, Henrique Meirelles, que não o esconde o descontentamento com a disputa travada no mercado futuro de juros, no qual se projeta aumento de até quatro pontos da Selic — votando pela manutenção dos juros em 8,75% ao ano por mais 45 dias, e dois ou três votos pela alta. Se esse cenário se confirmar, serão mínimas as dúvidas de que a taxa Selic começará a subir em abril. Isso, é claro, se, de repente, o BC não se deparar com um possível processo de desinflação. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h34min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[CORRETORA FATOR E GUSTAVO LIMA JR. SÃO ACUSADOS DE GOLPE DE R$ 30 MILHÕES EM BRASÍLIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54758</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O mercado acionário de Brasília está em polvorosa. Um grupo de investidores encaminhou denúncias à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à BM&amp;F Bovespa alegando ter arcado com prejuízos de pelo menos R$ 30 milhões em um golpe. Nos relatos, alguns desses investidores afirmam que perderam tudo o que tinham aplicado em ações e ainda estão devendo até R$ 1 milhão em operações de altíssimo risco fechadas nos mercados a termo e de opções, contratos derivativos recomendados apenas a profissionais altamente qualificados. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Pelo que consta nos processos abertos pela CVM para investigar possíveis irregularidades, os investidores — dois deles, funcionários do Banco Central — acusam o agente autônomo Gustavo Lima Júnior, sócio da Lima Júnior Investimentos, de ter fechado, sem autorização deles, operações a termo e de opções, nas quais se combinam preços de determinadas ações em uma data específica — valores que, se não forem alcançados, podem levar a enormes prejuízos. Os negócios foram realizados por meio da Corretora Fator, da qual Lima Júnior é representante no Distrito Federal. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>De um total de 10 investidores que se dizem lesados pelo agente autônomo e pela Corretora Fator, três descreveram com detalhes ao Correio como perderam quase tudo o que tinham aplicado no mercado acionário. Ao longo de 2007, eles teriam sido convencidos por Lima Júnior a aproveitarem o bom momento da bolsa de valores e a operar por meio da Fator. Por lei, no entanto, Lima Júnior não poderia gerir a carteira de investimentos dessas pessoas. Ou seja, decidir por elas o que comprar e o que vender na bolsa. Como agente autônomo, caberia a ele apenas receber as ordens de seus clientes e repassá-las à corretora que representava. Indicar negócios caracterizaria conflito de interesse, pois sobre cada operação ele receberia um taxa de corretagem variando, normalmente, entre 0,5% e 1%. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Extratos fraudados</STRONG> </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nos processos que correm na CVM, os investidores asseguram que Lima Júnior não só decidia o que comprar e o que vender, como os estimulava as operações com derivativos. Com o estouro da crise mundial, em setembro de 2008, as perdas começaram a aparecer. Mas, quando indagado pelos investidores, o agente autônomo dizia que tudo ficaria bem. “Ao mesmo tempo, ele nos obrigava a fazer aportes adicionais de recursos, muitas vezes em valores superiores a R$ 100 mil”, conta um dos três investidores ouvidos pelo Correio sob a condição de se manter no anonimato. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os investidores ressaltam ainda que, em várias ocasiões, Lima Júnior teria lhes apresentado extratos fraudados de suas aplicações, mostrando ganhos que nunca existiram. Sobre esses rendimentos ele cobrava uma taxa de comissão (performance) de 10%. “Tenho, inclusive, cópias de cheques que comprovam esses pagamentos”, afirma um segundo denunciante. “Ou seja, ele ganhava duas vezes: com as corretagens pagas pela Fator e com as taxas de comissão”, complementa o terceiro investidor. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na avaliação dos investidores, a “irresponsabilidade e a má-fé” com que Lima Neto agia tinham por objetivo gerar o maior volume possível de corretagem e de comissões para que ele pudesse pagar um empréstimo de quase R$ 3 milhões que havia tomado do Banco Fator, controlador da corretora do mesmo nome. Também, segundo eles, seria esse o motivo de os dirigentes da corretora terem feito “vista grossa” para as irregularidades cometidas pelo agente autônomo. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><STRONG>Acusados negam fraudes</STRONG></FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os investidores que se dizem lesados pelo agente autônomo Gustavo Lima Júnior e pela Corretora Fator pedem punições severas por parte da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Eles também querem que BM&amp;F Bovespa use os recursos do Fundo de Ressarcimento de Prejuízos, uma poupança formada pela bolsa, para cobrir as perdas que lhes teriam sido impostas. Procurada pelo Correio, a bolsa não quis se manifestar sobre o assunto. A CVM alegou que as investigações correm em sigilo. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Por meio de sua assessoria, a Fator assegurou que segue à risca todas as determinações dos agentes reguladores e que, em momento algum, permitiu que Lima Júnior gerisse a carteira de ações de seus clientes. O agente autônomo só repassava à corretora as ordens dadas pelos investidores. A Fator admitiu que, até agora, foi notificada sobre duas queixas à BM&amp;F Bovespa e três junto à CVM. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Lima Júnior também negou as irregularidades. “Segui exatamente o que determina a CVM. Todas as acusações são mentirosas. Os investidores que se dizem vítimas são pessoas com longa atuação no mercado, que sabiam os riscos que estavam assumindo”, assinalou. Ele disse que dispõe de gravações de todas as ordens repassadas pelos investidores, que serão entregues à CVM. Assegurou que “jamais” recebeu qualquer comissão dos investidores e negou ter feito empréstimo com o Banco Fator.&nbsp;</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><STRONG>Legislação ficará mais rígida</STRONG></FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vai tornar mais rígida a legislação que rege a relação entres os agentes autônomos do mercado de capitais e as corretoras de valores mobiliários. A meta, diz o diretor da autarquia, Otávio Yasbek, é dar maior responsabilidade às corretoras no caso de irregularidades cometidas pelos agentes com os quais elas operam. Hoje, se um agente autônomo — como é o caso de Gustavo Lima Júnior, acusado de dar prejuízos de R$ 30 milhões a investidores do Distrito Federal — comete alguma fraude, a corretora que fechou os negócios intermediados por ele está isenta de responsabilidades. “O nosso objetivo é dividir responsabilidades. Com isso, daremos maior segurança aos investidores”, diz Yasbek. “Não queremos mais ouvir das corretoras que elas não sabiam de nada quando questionarmos as reclamações que recebemos”, emenda. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ele ressalta que a decisão de endurecer a legislação foi tomada devido ao crescente número de reclamações de investidores vítimas de golpes de agentes. “Dentro de um mês e meio ou dois, colocaremos as nossas propostas em audiência pública. Todos os participantes do mercado terão pelo menos 30 dias para dar sugestões”, destaca. A CVM pretende, entre outras coisas, exigir que os agentes autônomos especifiquem bem o perfil de investidores que atendem. Assim, se um aplicador mais conservador de repente começar a assumir riscos demais, a corretora com a qual o agente opera poderá intervir para evitar futuras perdas. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na visão do diretor da CVM, ao criar um conjunto de obrigações e de normas para acompanhar as operações, a autarquia fortalecerá o papel dos agentes autônomos, importantíssimos para o crescimento do mercado de capitais além do eixo Rio-São Paulo, onde está a maior parte das corretoras. “Uma das pré-condições para o mercado de varejo (pessoas físicas) se expandir é dar maior segurança e transparência às operações”, assinala.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 23h37min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54744</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG style="WIDTH: 127px; HEIGHT: 179px" height=157 src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align=left><FONT size=1>CRÔNICA</FONT></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><A href="mailto:lulupisces@gmail.com"><FONT style="BACKGROUND-COLOR: #ffcc99" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>lulupisces@gmail.com</FONT></A></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><STRONG>"MUSEU DE GRANDES NOVIDADES"</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Ultimamente, os versos de Cazuza em “O tempo não para” não me saem da cabeça. Acho que nunca uma música foi tão atual como essa, o que prova o poder do artista como sensível observador da sociedade. Sei que há muita gente que odeia Cazuza. Já recebi emails ofensivos sobre o compositor, citando que o cara era filhinho de papai, drogado, gay, promíscuo. “Se assim não fosse, não teria morrido de Aids, a doença dos perdidos”.</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Mas, na verdade, o que temos a ver com isso? E daí se a vida dele foi o que foi? O que importa é o valor do cara como artista. E como artista ele é mágico, versátil, inteligente. Assim como outros tantos gênios criativos que também morreram drogados, prostituídos e muitas vezes incompreendidos.</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Nessas férias rolou uma discussão entre a galera que estava compartilhando a casa de praia: quem foi o grande poeta do rock brasileiro? Cazuza ou Renato Russo? Meu marido votou no Renato, o amigo dele em Cazuza. Eu fiquei, digamos, dividida. Aliás, sem ter conhecimento técnico nenhum para afirmar o que defendi, disse apenas que não dava para comparar os dois. E acabamos nos esquecendo de Raul Seixas, que foi o abridor de caminhos...</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Ambos foram gigantes. Cazuza na ironia, no ataque ferino às hipocrisias várias, no escracho e também, porque não, na docilidade de algumas de suas letras. Renato no lirismo, na poesia até beirando a inocência, o lúdico puro e simples. Em outras canções, deixava-se levar pela revolta juvenil, aquela que já foi capaz de transformar corações e mentes, estamos lembrados? Russo era assim: passional, confessional. Criou obras-primas como “Pai e Filhos”, que fez muitos papais e mamães enxergarem a música “barulhenta e louca” de seus rebentos de uma maneira menos preconceituosa.</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Mas estou aqui nesta preleção que me fez desviar do ponto principal: por que este tempo não para nem um pouquinho só pra gente ficar de bobeira, hein? Caramba, todo dia é uma novidade tecnológica; é e-book ameaçando o nosso livrinho de papel milenar; é revisão histórica que põe por terra teses consagradas há séculos;&nbsp; Ipods que podem fazer mil coisas que os outros não faziam...Ai, ai, que saudade da minha secretária eletrônica!!</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Fiz aniversário domingo destes e uma amiga que mora no Rio quis deixar um recado na minha secretária eletrônica. Coitado de nós, desta geração de transição que pegou máquina de escrever e computador. Revelação de filmes em película e impressão de fotos digitais. Que ouviu bolachão no toca-disco e hoje tem de aprender a lidar com o MP3 (ou já será MP20 e eu tô marcando touca?). Cruzes, essa expressão entregou legal a minha idade.</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Não tenho mais secretária eletrônica... Ninguém mais deixava recado nela, pobre abandonada. Mas sabe que sinto falta de gravar minhas mensagens líricas com trechos de poemas escolhidos a dedo? E da reação das pessoas quando ligavam e ouviam "o poema do dia"? Que pena... Esse prazer se foi, assim como o de ver uma foto surgir no papel na escuridão da câmara escura.</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Ok, não guardo boas recordações das aulas de datilografia e daquelas fitas para apagar os R, S, T datilografados equivocadamente. Mas tenho, sim, nostalgia de um tempo em que os celulares não nos achavam em qualquer canto. Eu, inconsciente ou não, acabo deixando o meu em qualquer canto, assim ele não me acha. As pessoas não sabem a hora de parar porque o tempo não para. E o que a gente vive e cria, assim como Cazuza já previra há mais de 15 anos, é “um museu de grandes novidades”.</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Obsolescência antes mesmo do florescer. Murchar antes do vingar. Situação esquisita que me deixa um pouco órfã. Tá, isso é papo de dinossauro. Mas eu sei que não sou obtusa. Eu não vou nessas festas dos anos 80 só pra curtir o que “era música de verdade”. Eu vou ao show do Franz Ferdinand!! Minha mente é eclética, só não pensa em terabites. Queria preservar um pouco de serenidade e consistência, não sei se já perdi o VLT da história...</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Tudo, de certo modo, vai ficando pasteurizado. Ter um blog, por exemplo, todo mundo tem. Email, todo mundo manda... Mas uma secretária eletrônica com a sua voz inimitável, com os poemas que você escolheu, quem tem? Era legal surpreender as pessoas com um lance simpático e original. Muita gente se desarmava e deixava um recadinho: “ganhei o dia com esta poesia, obrigada”. E isso me fazia vibrar.</EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Agora venho sofrendo pressões bem intencionadas para ter o meu próprio blog. Eu fico um pouco na defensiva, indecisa. Pra quê? Será mesmo que eu tenho tanto a dizer para as pessoas? Quem sou eu para ficar destilando minhas ideias simplórias por aí? Sei lá, é uma obrigação de aparecer avassaladora hoje em dia. O mundo anda mesmo tão complicado, né, Renato?</EM> </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste <STRONG>blog</STRONG>.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Brasília, 06h10min</FONT></P>
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		<title><![CDATA[O PESO DO PIB NO JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54745</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>ARTIGO</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>JANKIEL SANTOS E FLÁVIO SERRANO (*)</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Não fosse a influência que os dados terão na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e os números do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre de 2009 já já seriam monitorados atentamente pelos agentes de mercado. Portanto, qualquer discrepância significativa frente à visão geral de que a economia registrou um desempenho robusto naquele período terá impacto grande sobre os preços dos ativos domésticos.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Contudo, julgamos serem baixas as chances de que o resultado efetivo não atinja as expectativas, por conta do desempenho apresentado pelos indicadores coincidentes do PIB no ano passado. De acordo com nossos cálculos, o PIB brasileiro deve ter crescido 2,5% no último trimestre de 2009 comparado ao trimestre anterior e já descontado os fatores sazonais, o que significa um incremento de 5,1% em termos interanuais.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Caso nossas estimativas sejam confirmadas, a economia brasileira terá ficado <BR>estável no ano passado frente a 2008, um resultado expressivo em meio às condições hostis que prevaleceram em 2009. Ademais, o número reforçará a visão de que o processo de recuperação se intensificou no último trimestre, explicando, assim, o motivo pelo qual o Banco Central alterou seu discurso na última reunião do Copom e tem sinalizado uma mudança iminente no caráter de sua política monetária.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Em resumo, os dados do PIB serão lidos por aqueles que advogam a favor de uma alta mais precoce e agressiva de juros como uma prova irrefutável de que sua recomendação precisa ser seguida.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Embora reconheçamos que a economia brasileira estava rodando em passo acelerado no final do ano passado, julgamos ser muito cedo para acreditar que o ritmo permanecerá o mesmo à frente. Divulgações recentes relacionadas ao setor industrial têm dado vida a esta suspeita e avaliamos que os dados do comércio varejista de janeiro deste ano poderão tornar esta incerteza ainda maior. </EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Enquanto o conceito mais restrito de comércio (excluindo concessionárias de veículos, lojas de autopeças e de material deconstrução) deverá ter apresentado expansão, estimamos que o conceito mais amplo tenha recuado fortemente no mesmo período, sinalizando, desta forma, um passo mais moderado deste setor ao longo do ano.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Tal pano de fundo condiz com a acomodação observada recentemente na <BR>concessão de crédito e também da massa salarial em termos reais. Portanto, embora assumindo que o hiato de produto da economia brasileira se estreitará nos próximos meses, tal processo poderá ser – em nossa opinião – mais lento do que a maioria das pessoas imagina. Se esta percepção for <BR>confirmada, não apenas o início do ciclo de aperto poderá ser postergado, mas também ficará mais claro que a sua magnitude será menor do que está apreçado no mercado doméstico de renda fixa.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>(*) Economistas do Banco BES Investimento.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Brasília, 19h25min</FONT></P>
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		<title><![CDATA[A PSICOLOGIA E O DINHEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54707</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG style="WIDTH: 149px; HEIGHT: 181px" height=375 src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/76f9b4e29b8519623d3bf6b125518180.jpg" align=left><FONT size=1>ARTIGO</FONT></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>MARACI SANT'ANA (*)</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><A href="http://www.dzai.com.br/nunes/manage/maracisantana.blogspot.com"><FONT style="BACKGROUND-COLOR: #ffcc99" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>maracisantana.blogspot.com</FONT></A></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><STRONG>A MALDIÇÃO DO "EU TE AMO"</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Quem ainda não conhece deveria procurar conhecer o Observatório Brasil da Igualdade de Gênero, uma ferramenta, de iniciativa da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), </EM></FONT><A href="http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm</EM></FONT></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM> que assumiu a missão de contribuir para a promoção da igualdade de gênero e dos direitos das mulheres no Brasil. Foi no Observatório que li que, em nosso país, em 2020, a maioria dos empregos será ocupada por mulheres. Hoje, a participação feminina já corresponde a 42,4% dessa mão de obra, mas, pelo andar da carruagem...</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Quem diria, não? Eu nem sou tão velha assim, aliás, não sou nada velha, mas me lembro de um tempo em que, quando uma mulher solteira deixava de ser virgem, diziam que “ela havia se perdido”. Em outras palavras, uma época em que os cuidados com e das mulheres praticamente se limitavam a manter a virgindade e casar antes do “bicho pegar”. Preocupações com o mercado de trabalho? Claro que havia, mas nada que se compare ao que vemos agora. Hoje, perdida é aquela que está desempregada. Quanta diferença! Só que, mesmo com tudo isso, parece que, em determinadas situações, nada mudou.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Porque, em alguns assuntos, muitas ainda estão na Idade da Pedra. Desde que inventaram o “Eu te amo”, e isso já faz uma eternidade, as mulheres perderam boa parte do discernimento. Graças à singela frase, nem sei dizer quantas vezes atendi, em consultório, criaturas dilaceradas, presas a relacionamentos que poderiam ser classificados de tudo, menos de amorosos. Mulheres de diferentes idades, graus de instrução, situações financeiras. Muitas belas, outras nem tanto, mas todas se  <BR>dizendo apaixonadas por um homem devastador, que fazia da vida delas um  <BR>inferno. Uma verdadeira maldição!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>E do tipo que pode atravessar gerações. Tataravós, bisavós, avós, mães e filhas vivendo como almas penadas, arrastando correntes, sofridas, desorientadas, incapazes de enxergar uma luz no fim do túnel, subjugadas em um mesmo drama, por alguém que jurava amor, embora se comportasse como se odiasse. Para vocês terem uma ideia, aconteceu de eu receber, em determinada época, mãe e filha adolescente sofrendo desse mal. E cheguei a ter, em um grupo de terapia, a segunda e a terceira ex-mulher de um mesmo sujeito, o que seria cômico se não fosse trágico.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Na maioria dos casos, essas mulheres buscam a psicoterapia na esperança de ajudar o parceiro, certas de que tudo de que ele precisa é apoio para superar os próprios traumas e acessar, bem lá no fundo dele mesmo, aquele sentimento maravilhoso que permitirá que eles vivam felizes para sempre. Só que, depois de algumas sessões, elas começam a duvidar da lógica do próprio raciocínio. E, não demora, surge a clássica pergunta: “Você acha que ele me ama?”</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Então, a todas as mulheres que sonham encontrar resposta para essa questão, quero deixar a seguinte mensagem: os seres humanos somos criaturas ainda muito rudes. Em geral, pouco sabemos a respeito de nós mesmas. Assim, é, no mínimo, arriscado tentarmos adivinhar o que vai no coração do outro, em especial se estamos muito envolvidas com esse outro, desejosas de lá só encontrar coisas boas, de ter, finalmente, acertado a mão, tirado a sorte grande no amor.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Não me atrevo a lhe responder. Mas vamos raciocinar a partir da melhor hipótese, a de que o seu parceiro sinta amor por você. A pergunta é: Esse amor que ele tem a oferecer é o que você gostaria de receber? Será que ele dizer “Eu te amo” neutraliza as agressões físicas, a tortura emocional, a indiferença, as traições, as noites mal dormidas, as lágrimas derramadas, o sofrimento imposto aos filhos? Dê uma olhada no conjunto da obra do seu amado e responda: Se ele saísse hoje da sua vida, o que de bom iria embora junto com ele? Será que manter isso compensa tanta dor?</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Todos os dias são das mulheres e precisamos usá-los também para reflexões acerca da vida, dos nossos sentimentos. Isso é que deve nos guiar, não o que os outros dizem sentir por nós, não o que queremos acreditar que os outros sentem por nós. Porque o que sobra neste mundo é gente disposta a dizer o que for necessário para se manter confortável.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>É preciso que a mulher velha morra para que surja uma nova, corajosa e arrojada, que combine com os novos tempos. Pense nisso e lembre que é essa nova mulher que vai trazer ao mundo e criar o novo homem. Em outras palavras, o nosso futuro está em nossas mãos. Valeu, irmã! Até sábado, leitores!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Quer conhecer o Observatório? Aí vai o link </EM></FONT><A href="http://www.observatoriodegenero.gov.br/"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>http://www.observatoriodegenero.gov.br</EM></FONT></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>.&nbsp;Não está conseguindo postar  <BR>comentário? Faça assim: acesse o blog por etapas; entre em </EM></FONT><A href="http://www.dzai.com.br/nunes/manage/www.correiobraziliense.com.br"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>www.correiobraziliense.com.br</EM></FONT></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM> clique em blogs; aí, sim, clique em Blog do Vicente. Ou, se preferir, mande mensagem para </EM></FONT><A href="http://www.dzai.com.br/nunes/manage/maracisantana@yahoo.com.br"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>maracisantana@yahoo.com.br </EM></FONT></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>e eu  <BR>me encarregarei de postar seu comentário.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>(*) Psicóloga</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Brasília, 12h30min</FONT></P>
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		<title><![CDATA[MESMO ABAIXO DO PREVISTO, IPCA MANTÉM DIVISÃO DO MERCADO EM RELAÇÃO À ALTA DOS JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54678</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O anúncio do IPCA de fevereiro, que ficou em 0,78%, abaixo do consenso do mercado de 0,81%, deu um certo alívio entre os analistas, mas não dissipou as divergências em relação ao momento em que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começará a elevar a taxa básica de juros (Selic).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para o economista Flávio Serrano, do Banco BES Investimento, as pressões inflacionárias são evidentes, sobretudo por causa da alta dos núcleos do IPCA, que apontam taxa anualizada de 6,34%, mas ainda é provável que a Selic só comece a subir a partir de abril.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na opinião de Luiz Cherman, do Banco Itaú Unibanco, diante do retrato do IPCA, com núcleos anualizados encostando no teto da meta, de 6,5%, e um índice de difusão de 60%, mostrando que há remarcações generalizadas de preços, só restará ao BC começar a subir a Selic na semana que vem. Para ele, se não agir rápido, o Copom perderá o controle das expectativas inflacionárias.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h03min</font></p>
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		<title><![CDATA[O CICLO DE DURÁVEIS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54633</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Reproduzo abaixo uma breve, mas muito interessante, análise do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) sobre a produção da indústria em janeiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">"Nos últimos dois meses de 2009, a produção industrial apresentou quedas de 0,8% e 0,2%, respectivamente, nos meses de novembro e dezembro – ambas as taxas calculadas com relação ao mês imediatamente anterior e com ajuste sazonal. Esse comportamento da indústria deveu-se, exclusivamente, à retração ocorrida no setor produtor de bens duráveis. No mês de janeiro, de acordo com os dados divulgados hoje pelo IBGE, pode-se observar que o crescimento de 1,1% da produção geral da indústria brasileira também está, fortemente, influenciado pelo desempenho do setor de bens duráveis – cuja produção aumentou 8,6% em janeiro frente a dezembro, na série ajustada sazonalmente. Ou seja, a evolução do nível geral do produto industrial está sensivelmente reproduzindo o ciclo de produção de bens duráveis. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Já existem indicadores que registram bons resultados para a produção de autoveículos (segmento com peso elevado no setor de bens duráveis) no mês de fevereiro. Portanto, a indústria como um todo também poderá apresentar resultados positivos em fevereiro. No entanto, o ciclo de bens duráveis não está claro. Por um lado, deve-se lembrar que está em curso o fim da desoneração do IPI para automóveis e produtos da linha branca, o que deve causar impacto negativo sobre a produção desses bens, embora seja difícil precisar sua magnitude. Por outro lado, o crédito voltou com bastante força na economia brasileira e, certamente, afetará positivamente o setor de duráveis. Ou seja, a produção do setor de bens duráveis pode, sobretudo neste primeiro semestre, apresentar oscilações, com reflexos diretos sobre a produção geral da indústria. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Outro destaque dos dados da indústria é a produção de bens intermediários em janeiro, a qual cresceu 2,0% com relação a dezembro, já considerados os ajustes sazonais. Desde janeiro de 2009, esse setor vem apresentando taxas de variação positivas, o que por si só é importante, dado que o setor de bens intermediários é o que tem maior peso na indústria brasileira. Mas, não é só isso. Nos últimos meses, a produção de bens intermediários vem crescendo a um ritmo ligeiramente mais forte (uma taxa média mensal de 1,7%), o que mostra que a indústria está aquecida, sem apresentar um superaquecimento. E, vale lembrar, dentro do setor de bens intermediários estão os segmentos de metalurgia (com peso importante da siderurgia) e de papel e celulose, os quais podem estar crescendo não somente em razão da expansão do mercado interno mas também devido a uma melhora no setor externo desses mercados. É esperar para ver. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Finalmente, no mês de janeiro, a produção de bens de capital voltou a ficar estável. Não há ainda motivos para preocupação, mas é importante que o setor de bens de capital cresça mais para recuperar o terreno perdido em 2009 e volte a liderar a produção da indústria brasileira, assim como ocorria antes do agravamento da crise mundial ocorrida em setembro de 2008. Não se deve esquecer que por trás desse setor estão boa parte dos investimentos da economia. No caso de bens semiduráveis e não duráveis, aí estão segmentos da indústria intensivos em mão-de-obra e produtores de bens-salários, portanto, importantes para a geração de emprego e para a manutenção dos níveis reais de rendimentos do trabalho. Seu desempenho em janeiro foi modesto."</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 16h13min</font></p>
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		<title><![CDATA[JUROS PODEM SUBIR MAIS FORTE AGORA, PARA ALTA SE ENCERRAR NO INÍCIO DA CAMPANHA ELEITORAL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54625</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">De volta ao Brasil, depois de um longo período assessorando o governo de Angola, o economista Eduardo Velho enriquece o debate sobre os rumos da política monetária. Como chefe do Departamento Econômico da Prosper Corretora, ele diz que dificilmente o Banco Central não elevará a taxa básica de juros (Selic) na reunião da próxima semana do Comitê de Política Monetária (Copom).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A seu ver, o mais provável é que o BC opte por um aumento gradual, começando com uma alta de 0,5 ponto percentual, dos atuais 8,75% para 9,25% ao ano. Mas ele não descarta, porém, a possibilidade de o Copom adotar uma linha mais dura. Ou seja, dar aumentos mais fortes na Selic logo, de forma que o processo de aperto monetário se encerre em julho, ou seja, quando começará, de verdade, a campanha eleitoral, já que a Copa do Mundo estará chegando ao fim. Nesse cenário, os juros já subiriam 0,75 ponto em março.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No entender de Velho, para o governo, que quer eleger Dilma Rousseff como sucessora do presidente Lula, o mais importante é que, quando esquentar a disputa eleitoral, os brasileiros não tenham mais a sensação da inflação em alta. A manutenção do poder de compra será vital na hora de os eleitores decidirem pelo futuro comandante do país. Sendo assim, destaca o economista, o melhor que o BC tem a fazer é controlar rapidamente as expectativas inflacionárias.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele lembra que, no início desta semana, o BC informou, por meio do boletim Focus, que a mediana das expectativas de inflação atingiu 4,91%, devendo superar os 5% no curtíssimo prazo. "Deve-se ressaltar que, no modelo econométrico do BC (função reação), o peso das expectativas é elevado e como o indicador efetivo não mostra, até o momento, qualquer sinal de reversão, o ciclo de alta dos juros deverá ser acionado em março", afirma. "Quanto mais cedo o aumento do juro básico, mais rápido será a reversão das expectativas de inflação no curtíssimo prazo e, mais rapidamente, o ciclo de alta será finalizado antes da eleição", acrescenta.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo Velho, pela ótica do governo, o panorama mais apropriado seria a manutenção do juro básico em 2010, para não ocorrer qualquer desgaste da candidatura de Dilma em função da política monetária. "Entretanto, a inflação está em alta e avaliamos que o cenário mais desgastante é iniciar a eleição com uma inflação subindo, principalmente se o ciclo de alta dos juros se prolongar até um período posterior à eleição", frisa.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele detalha que trabalha com dois cenários para a Selic. No primeiro, a maior probabilidade é de que os juros aumentem 0,5 ponto em cada uma das cinco próximas reuniões (início em março e término em setembro). "Esse ciclo controlaria as expectativas de curto prazo, mas teria algum custo político com a continuidade do ciclo de alta dos juros durante a campanha eleitoral, ou seja, em agosto e setembro", diz. "Nesse cenário, os juros atingiriam taxa mínima de 11,25% até o final de 2010 , com limite superior de 11,50% (o ciclo de alta se prolongaria durante o período de campanha) na dependência do comportamento dos índices de preços, sobretudo atrelados ao câmbio, que podem sofrer com a volatilidade durante o calendário eleitoral", complementa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No segundo cenário, que atenderia aos “torcedores” do governo que gostariam que as taxas de juros não aumentassem nos noventa dias anteriores à eleição presidencial, a Selic subiria mais forte agora, ou seja, 0,75 ponto em março, permitindo que, nas duas reuniões seguintes do Copom, em junho e julho, o ajuste fosse menor, encerrando o aperto monetário.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A discussão é muito boa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h40min</font></p>
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		<title><![CDATA[PRODUÇÃO INDUSTRIAL CONTINUA FORTE, MAS USO DA CAPACIDADE INSTALADA CAI. E OS JUROS?]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54624</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O dia está rico em indicadores de atividade. Ao mesmo tempo em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrail cresceu 1,1% em janeiro, confirmando o forte ritmo de expansão da economia, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) ressaltou que, a despeito da produção maior, o uso da capacidade instalada do setor registrou ligeira queda, de 81,5%, em dezembro, para 81,4%, em janeiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Certamente, os defensores de um aumento, já em março, da taxa básica de juros (Selic) vão reforçar a necessidade de o Comitê de Política Monetária (Copom) agir rápido para dar uma trava na demanda, sobretudo porque a alta da produção em janeiro foi puxada pelo setor de bens de consumo duráveis, que avançou 8,6% sazonalmente em relação a dezembro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> O mais importante, porém, é que o crescimento da produção não está levando ao esgotamento da capacidade do parque industrial de atender à demanda. Pelo contrário, a folga ainda continua e o que se percebe é que os investimentos no aumento das fábricas estão surtindo efeito. Além disso, vale destacar que a demanda por máquinas e equipamentos está forte, apontando para mais investimentos na ampliação do parque fabril.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ou seja, não será surpresa se o Copom decidir esperar até abril para ver como andará o nível de atividade da economia e a inflação e, então, dar início ao ciclo de alta da Selic. Neste momento, é o que me parece mais sensato.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h02min</font></p>
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		<title><![CDATA[AUMENTO DA RENDA PERMITE QUE BRASILEIRO POUPE MAIS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54613</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O contínuo crescimento da renda dos trabalhadores está provocando recordes de depósitos na caderneta de poupança. Dados divulgados nesta quinta-feira (dia 4) pelo Banco Central mostram que, em fevereiro, as aplicações superaram os saques em R$ 2,619 bilhões, o melhor resultado para esse mês desde 1995, início da série histórica. No ano, a tradicional caderneta já soma captação líquida positiva de R$ 4,947 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para se ter uma idéia do potencial maior de poupança dos brasileiros, basta conferir o desempenho dos fundos de investimentos. Apesar de ainda faltar um dia últil para a contabilização dos dados pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), a captação líquida dos fundos atingiu, em fevereiro (até o dia 25), R$ 8,8 bilhões. Ou seja, não está havendo uma migração de recursos de um segmento para outro. Na verdade, o que se vê são depósitos novos em todos os tipos de investimentos. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Entre os fundos, o campeão de captação foi o de renda fixa, justamente o maior competidor da caderneta. O saldo líquido no mês passado (também até o dia 25) bateu em R$ 3,108 bilhões. Nos fundos DI, os depósitos superaram os saques em R$ 888 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Muito provavelmente, até o fim do dia, a Anbima deve liberar os dados consolidados de fevereiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h43min</font></p>
		]]>
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		<title><![CDATA[GOVERNO TEME REAJUSTE DO AÇO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54582</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O governo acendeu o sinal de alerta e passou a monitorar de perto os preços do aço. Diante do assanhamento da inflação, que deve levar o Banco Central a elevar a taxa básica de juros (Selic) a partir deste mês ou de abril, há o temor de que reajustes além da conta desse produto, contaminando cadeias importantes como a de automóveis e de eletrodomésticos, possam ser um combustível a mais para levar o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) muito além do centro da meta de 4,5% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“Não vamos permitir abusos”, assinalou um dos principais integrantes da equipe econômica. Segundo ele, em junho do ano passado, diante da choradeira das siderúrgicas, que haviam reduzido drasticamente a produção de aço e demitido por causa da contração do consumo provocada pela crise mundial, o governo passou de zero para 12% a alíquota de importação do produto. “Ou seja, demos uma proteção importante a um setor em um momento difícil. Agora, vamos querer a contrapartida, ou seja, preços comportados. Do contrário, voltaremos a zerar a alíquota de importação do aço”, avisou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O alerta é mais dos que justificado. Entre os produtores de eletrodomésticos, várias empresas já estão sendo obrigadas a arcar com novas tabelas de preços do aço – os reajustes têm variado entre 5% e 10%. “Estamos preocupados, pois os sinais emitidos pelas siderúrgicas é de mais aumentos, uma vez que a Vale informou que reajustará o minério de ferro, a matéria-prima do aço”, disse um empresário. Pelas projeções da corretora japonesa Nomura, o minério poderá ficar até 70% mais caro. “Portanto, os consumidores finais, as empresas, que compram máquinas e equipamentos, e as pessoas físicas, que adquirem carros e eletrodomésticos, devem se preparem. É sobre eles que recairá a conta”, sentenciou o economista-chefe da Personale Investimentos, Carlos Thadeu Filho.&nbsp;   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Alexandre Gallotti, analista da Tendência Consultoria, o repasse da alta dos custos das siderúrgicas para os consumidores será facilitado pelo forte incremento da demanda. Pelas suas contas, as vendas de aço no mercado interno deverão ter incremento de 30% neste ano. Em 2009, com a economia mundial em crise, as vendas caíram 25%. “O momento é de recuperação da economia e, certamente, a tendência é de que aproveitem e repassem parte dos novos preços cobrados por seus fornecedores”.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Gallotti ainda não consegue fazer uma projeção para o aumento de preço do aço. Mas acredita que, com a recuperação do setor industrial, principal consumidor de aço, haverá pressão das siderúrgicas por recomposição de margem. Na construção civil, porém, a ordem é evitar altas abusivas. Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão, o setor já montou sua estratégia para estimular o reajuste do aço. “Estamos importando boa parte do que consumimos”, destacou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele alegou que, mesmo com o aumento do imposto de importação, ainda está bem mais barato trazer aço de fora do que comprar no mercado doméstico. “Estamos conseguindo desembarcar nos portos a tonelada a R$ 1.850, valor que é acrescido por cerca de R$ 100 de frete até às obras. Aqui, a mesma tonelada sai por R$ 3 mil”, afirmou. “Sendo assim, não há nada que justifique novos aumentos do aço no Brasil. Os preços aqui são muito maiores do que no exterior”, frisou. A maior parcela do aço importado pelos construtores está vindo da Turquia.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Texto escrito em parceria com <span style="font-weight: bold;">LIANA VERDINI</span>, do <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span>.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 21h30min</span></font></p>  <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[SUSPENSÃO DO ANÚNCIO DA DEVASSA ATRAI MAIS ATENÇÃO DO QUE TERREMOTO NO CHILE]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54551</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br>A decisão do Conar de proibir a propaganda da cerveja Devassa, campanha estrelada pela socialite americana Paris Hilton, está atraindo muito mais a atenção do mundo do que o terremoto no Chile, que já contabiliza mais de 700 mortos. <br> <br> <br>Tamanho interesse pode ser medido pelo acesso à materia sobre a retirada da campanha da Devassa do ar na agência de notícias da Bloomberg. Normalmente, uma matéria com muito sucesso tem entre 1 mil e 2 mil acessos. A que que leva o nome de Paris Hilton e seu striptease no título registrou o recorde de 11 mil acessos. <br> <br> <br>Ou seja, a Devassa acertou em cheio ao contratar Paris para a sua cerveja. O mundo todo está ligado na polêmica criada pela marca da cerveja. <br> <br> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 14h27min</span> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PARA A FAZENDA, SE DÓLAR CONTINUAR "TRANQUILO", INFLAÇÃO SE ACALMARÁ E JUROS NÃO DEVERÃO SUBIR JÁ]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54550</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Ministério da Fazenda, que sempre foi defensor ferrenho de um dólar mais alto, está comemorando a "acomodação" dos preços do dólar, que, segundo os analistas, podem voltar para próximo de R$ 1,70.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Assessores do ministro Guido Mantega veem nessa "tranquilidade" uma boa notícia para a inflação, o que pode levar o Banco Central a "esperar um pouco mais para ver se realmente há necessidade de se elevar" a taxa básica de juros (Selic).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Por sinal, vale ressaltar a recente boa convivência entre Mantega e o presidente do BC, Henrique Meirelles. Com a possibilidade do comandante da política monetária deixar o cargo até o início de abril para concorrer a um cargo público, Mantega passou a elogiar o BC. E chegou ao ponto de, na última segunda-feira (dia 1), "traduzir" um discurso de Meirelles. Segundo o ministro, ao dizer que as eleições não impediriam a alta dos juros, o presidente do BC não "datou" o aperto monetário, como foi entendido pelo mercado. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h10min</font></p>
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		<title><![CDATA[COM PERSPECTIVA DE ALTA DOS JUROS, ESTRANGEIROS VOLTAM AO BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54531</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O capital estrangeiro destinado a títulos públicos e ao mercado acionário está voltando com força para o Brasil. Dados do Banco Central mostram que, em fevereiro, a conta financeira (na qual também se contabilizam os investimentos diretos) ficou positiva em US$ 1,886 bilhão. No acumulado do ano, o superávit nessa conta chega a US$ 3,101 bilhões. "Há uma combinação perfeita para os estrangeiros: a expectativa de alta dos juros e o fato de o Brasil ter voltado a ser visto como porto seguro perto do que está acontecendo em países da Europa, atolados em dívidas", reconhece um técnico do governo. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O resultado final do fluxo cambial de fevereiro, porém, ficou negativo em US$ 399 milhões por causa da conta comercial, que fechou o mês com déficit de US$ 2,285 bilhões. Diante do bom momento vivido pela economia interna, os importadores estão reforçando os estoques com mercadorias vindas de fora do país. Ao mesmo tempo, as exportações não deslancharam ainda, porque a demanda nas economias mais desenvolvidas continua muito, mas muito fraca.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h50min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES EMBARCA PARA OS EUA COM UM PÉ FORA BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54474</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pessoas próximas do presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, garantem que ele está embarcando nesta terça-feira (dia 2) para Nova York -- de lá, seguirá para a Basileia, na Suíça --, com um pé fora da instituição. Ele teria aumentado a disposição em disputar um cargo político, o de senador, provavelmente.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas os mesmos amigos ressaltam: o martelo ainda não está batido. Muitas águas ainda vão rolar até o fim deste mês, quando, enfim, Meirelles terá ou não o seu dia do Fico.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h10min</font></p>
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		<title><![CDATA[BANCOS PÚBLICOS PUXAM ALTA DOS JUROS AOS CONSUMIDORES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54444</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os bancos públicos comandaram a alta das taxas de juros cobradas das pessoas físicas em janeiro. Dados do Banco Central mostram que o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Nordeste (BNB) passaram a cobrar mais dos clientes que recorreram aos limites do cheque especial. Essa foi a operação de crédito que mais encareceu no primeiro mês do ano e que, por estar ganhando maior representatividade no mercado, puxou os juros médios dos consumidores para cima, de 42,7%, em dezembro, para 43% ao ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na média, em janeiro, a taxa do cheque especial da Caixa passou de 6,14% para 6,19% ao mês. No Banco do Nordeste, o salto foi maior, de 5,95% para 6,23% mensais. No BB, que opera com juros mais próximos dos cobrados pelas instituições privadas, a taxa avançou de 7,74% para 7,76% ao mês. No Itaú Unibanco, os juros recuaram de 8,39% para 8,32% mensais. No Citibank, houve queda de 9,38% para 9,04% ao mês.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“Como os bancos públicos ampliaram demais a participação no mercado de crédito, qualquer movimento que eles fizerem em suas taxas afetará o resultado final”, explicou um técnico do BC. Ele disse ainda que o cheque especial, cuja taxa média passou de 159,1% para 161,1% ao ano, está cada vez mais demandado, porque muitas pessoas, sobretudo servidores públicos e aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), já esgotaram os limites de comprometimento de renda com linhas de crédito mais baratas, como o consignado (desconto em folha). “Então, têm de aceitar as taxas absurdas do cheque especial, que só deveria ser usado em caso de necessidade”, frisou o técnico. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Inconsistências <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em fevereiro, no que depender dos bancos públicos, o quadro não será muito diferente. Pelo levantamento mais recente do Banco Central, publicado no último dia 27, com taxas vigentes entre os dias 8 e 12 do mês passado, a Caixa Econômica aumentou os juros do cheque especial para 6,26% ao mês. No BNB, o custo para os clientes pulou para 6,81% mensais. No BB, houve um ligeiro recuo e se voltou aos níveis praticados no fim do ano passado: 7,74% ao mês.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“Ainda não entendemos o que está levando os bancos públicos a puxar os juros do especial para cima. Felizmente, em outras linhas, como no crédito pessoal, os juros continuam em queda. Por isso, pode ser que, na média, ainda tenhamos um resultado positivo em fevereiro”, ressaltou o mesmo técnico do Banco Central, lembrando que esse tipo de comportamento custou a cabeça de um presidente do BB no ano passado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Cientes das cobranças que podem vir do governo, os executivos das instituições federais atribuem a alta dos juros à metodologia usada pelo BC. “Pelo sistema do Banco Central, divide-se a taxa pelo número de dias úteis. Se o mês for menor, a taxa sobe. Mas garanto que nossos juros estão inalterados desde o fim do ano passado”, afirmou Fernando Passos, superintendente da Área de Cadastro, Análise e Acompanhamento de Crédito do Banco do Nordeste.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Banco do Brasil informou, por meio de sua assessoria, que os juros do cheque especial subiram em janeiro devido ao mix da carteira. Ou seja, aumentou o número de pessoas que pagam mais caro pelo limite de crédito. A Caixa se limitou a ressaltar que cobra as menores taxas do mercado. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 21h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[DUAS NOVAS CARTAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54427</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">POR RICARDO ALLAN (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><span style="font-style: italic;">Em 2002, o então ministro da Fazenda, Pedro Malan, insistiu para que o candidato oposicionista à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deixasse claro como seria sua política econômica. Em toda oportunidade pública, Malan cobrava explicações. Em bases quase diárias. Na época, o medo dos investidores de que Lula revertesse os rumos da condução macroeconômica e passasse a perna nos credores externos provocou fuga de capitais, alta do dólar a R$ 4 e explosão da dívida pública. Os danos foram tamanhos que os coordenadores da campanha o convenceram a divulgar a Carta ao Povo Brasileiro, assegurando que honraria os compromissos do governo, respeitaria contratos, manteria o equilíbrio fiscal e combateria a inflação.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Se essa carta foi de fato importante para a vitória do candidato petista em sua quarta tentativa de chegar ao Palácio do Planalto, Malan foi, em última instância, seu grande eleitor. “A estabilidade, o controle das contas públicas e da inflação são hoje um patrimônio de todos os brasileiros. Não são um bem exclusivo do atual governo, pois foram obtidos com uma grande carga de sacrifícios, especialmente dos mais necessitados”, assinalava o texto, assinado por Lula em 22 de junho de 2002. Analistas duvidam que, neste ano, haja um “efeito Dilma” ou um “efeito Serra” na proporção do “efeito Lula”. Mas, numa era em que o dinheiro cruza fronteiras em segundos, não está descartada a saída de capitais, com eventuais efeitos cambiais e na dívida, caso os investidores estrangeiros se sintam ameaçados. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Na atual campanha, os dois principais postulantes deveriam, o quanto antes, delinear a política econômica que pretendem seguir, se eleitos. Em benefício do debate, poderiam até escrever novas cartas ao povo brasileiro. O principal risco representado pela candidata petista, Dilma Rousseff, é a volta das antigas teses heterodoxas do PT, libertadas da prisão pelo iminente adeus de Lula. As alas radicais do partido, tendo à frente o ideólogo Marco Aurélio Garcia, futuro coordenador da campanha, pregam toda aquela velha cantilena “revolucionária” e intervencionista defendida nos 20 anos anteriores à chegada ao poder. O pretexto é a crise internacional, que teria mostrado a “falência” do modelo que fez o mundo crescer como nunca nos 10 anos anteriores ao estouro da bolha financeira nos Estados Unidos. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Cobrindo a cabeça com boinas vermelhas, eles declaram o fim do capitalismo globalizado. Querem a volta do desenvolvimento pelas mãos do Estado. Não demora muito e começam a falar em calote da dívida. No início do mês, a ministra Dilma se recusou a escrever um compromisso nos moldes do feito em 2002. Instada por repórteres, limitou-se a dizer que seguiria os princípios do texto de Lula e que não há risco de alteração na política econômica se eleita. Mas, como não assinou nada, nada garante que vá se comportar dessa maneira. Ninguém sabe o que Dilma faria livre do mentor. Certo é que atirou num plano fiscal mais ousado da dupla Antonio Palocci-Paulo Bernardo, sepultando-o de vez, e que sempre favoreceu a gastança. Sabe-se também que, na política brasileira, está à esquerda do chefe. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><font size="2">Encruzilhada</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), ainda nem se assume candidato. Quando o fizer, também terá que explicitar o que pretende fazer. O mercado financeiro o considera responsável do ponto de vista fiscal, mas teme algum arroubo intervencionista na área cambial. O tucano está numa encruzilhada, pois pode ser impelido a defender a política econômica dos oito anos de Fernando Henrique Cardoso, da qual discordava quase totalmente. Brigou tanto por causa da paridade do real com o dólar que sua permanência no Ministério do Planejamento durou só um ano e cinco meses. FHC forçou sua candidatura derrotada à Prefeitura de São Paulo para tirá-lo do governo, alojando-o depois no Ministério da Saúde, longe de Malan e companhia. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Serra viu seus seguidores “desenvolvimentistas” serem defenestrados um a um por imposição de Malan. A batalha havia sido ganha pelos “monetaristas”, que enterraram qualquer proposta de política industrial ou medida de indução ao crescimento. A equipe econômica se limitou a seguir a cartilha pouco inspirada da estabilidade da moeda, que o então ministro do Desenvolvimento, Clóvis Carvalho, chamou de “nome outro da covardia” — foi demitido no dia seguinte, menos de dois meses depois da posse. A mesma luta, com os mesmos vencedores, existiu no primeiro mandato de Lula, pelo menos enquanto Palocci se segurou à frente da Fazenda, até março de 2006. No segundo, Guido Mantega, seu sucessor, e Luciano Coutinho (BNDES) conseguiram jogar o pêndulo para o outro lado. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">Enciclopédia</span> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Após o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), adotar um discurso heterodoxo, de “mexer em tudo”, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, tripudiou: “É importante que o PSDB apresente uma Carta ao Povo Brasileiro para a gente ter certeza do que os tucanos vão fazer na política econômica. Quem quiser saber o que a Dilma vai fazer é só olhar o que o Lula fez. Seria um tiro no pé alguém do PT dizer agora que vai fazer algo diferente. Quanto aos tucanos, ninguém sabe”, disse. Quando sair da toca, Serra terá que esquecer a política de FHC e dizer o que pensa. Com convicção. Para dissipar o temor do mercado e do eleitor, o terceiro mais importante aspirante ao palácio, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), não deve escrever uma carta. Isso seria insuficiente. Melhor pensar numa Enciclopédia ao Povo Brasileiro. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Repórter de Economia do <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span>.</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 15h49min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54372</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 136px; height: 157px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">ARTIGO</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">MENINA OBEDIENTE</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Ô mundo tão desigual...tudo é tão desigual</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; de um lado esse carnaval, de outro a fome total”...  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">(Torquato Neto e Gilberto Gil)</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Folhear revistas femininas é divertido. Às vezes você encontra textos interessantes e concursos culturais desafiadores. Uma vez ganhei uma semana free em um dos SPAs mais caros do Brasil ao participar de um deles com um texto que pretendia saber: “O que é boa forma pra você?”.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Nestes dias, tive que passar um tarde inteira no salão de beleza. Gente, como essas modelos e celebridades aguentam tamanha provação? Não há cérebro que não derreta com o barulho dos secadores, o cheiro de ácido fórmico e a futilidade reinante. Uma das moças que trabalhavam no lugar traduziu muito bem o lema de sua vida: “Você está tão séria hoje, dona Lígia. Não pensa muito não, não vale a pena. Eu não fico pensando”.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Eu olhei pra ela pensei: “É isso aí”, enquanto minha cabeleira volumosa mudava de cor e de formato. Pois é, sou mulher e não posso renegar a minha condição de ser da espécie que cultiva a vaidade. Revistas femininas e salão de beleza: almas gêmeas de um mundo feminino que eu freqüento a passeio.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Li umas cinco “Caras” e umas duas “Claudias” durante a minha transformação. Numa das “Claudias” havia uma crônica da Danuza Leão até instigante que instigava as mulheres a “ser o que são”, revelando ódios, invejas e sentimentos desagradáveis em relação as suas amigas, familiares, chefes e maridos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Na teoria, tudo é beautiful. Na prática, eu sei bem onde isso para. Eu sou a prova viva de que é melhor manter a boca fechada para não entrar mosquito. Mamãe sempre disse: “Quem fala demais dá bom dia a cavalo”. E eu já dei muitos boas tardes a equinos por aí. Ninguém, de fato, quer saber o que você realmente pensa. Iniciativa que pode gerar conseqüências arrasadoras. Ser franco não combina com o inconsciente coletivo brasileiro voltado para o prazer, para a conciliação e para os tapinhas nas costas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Agora mesmo estou enfrentando um pepino danado: respondi um email de um amigo com opiniões consideradas “agressivas” por ele. Ele me deu o pé na bunda, disse que não queria mais saber de mim. E aí, Danuza, o que você me diz? Como é que essa mulher tem coragem de escrever que a gente deve soltar nossos lagartos numa revista feminina?</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Ela tem noção de que tipo de mentalidade está lendo o que ela escreve? Arriscadíssimo. Podemos ter hordas de mulheres assassinadas por mandar os maridos à merda. Sem contar as que vão perder seus empregos nos salões de beleza por resolverem começar a pensar de um dia para o outro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Por isso a morte de Zilda Arns me deixou tão fula da vida. Pô, quando um brasileiro é realmente do bem, faz além do que é preciso para tornar a vida da nação mais digna, é honesta, transparente e forte, tem de morrer assim? Quem deu autorização? Quem disse que Deus é brasileiro? Eu também soube que ela era muito gentil, o que não é o meu caso, o que torna sua morte brutal ainda mais estarrecedora.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">E o estudante de medicina paupérrimo dizimado pelo próprio destino? Não conseguiu escapar das armadilhas dos que nascem na miséria: perdeu a vida jovem e de forma violenta. Parece conto de horror do Allan Poe tipo “Não venda a sua cabeça ao diabo”. E ele não tinha vendido, pelo contrário: estava a um passo de não virar estatística...</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Enquanto isso, figuras como Sarney, Jader Barbalho (o caralho!) Paulo Maluf, Zé Pequenos, Beira-mares, Arrudas, Rorizes, idiotas de alto escalão, patricinhas e mauricinhos indolentes, apresentadoras de TV ridículas, modelos anoréxicas, a classe média egocêntrica e a elite estúpida morrem de velhice, na paz da mediocridade...Revoltante!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Pronto, falei, escrevi, desabafei. Desfiei meu fel contra a comunidade tupiniquim, devidamente avalizada por Danuza, esnobezinha, Leão. Sou uma menina obediente, oras bolas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span>.</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 10h55min</font></p>
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		<title><![CDATA[ECONOMISTA PROJETA IPCA DE 5,2% NESTE ANO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54350</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As previsões de inflação para este ano estão cada vez piores. Parte importante dos analistas já prevê que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve superar os 5%, o que justificará uma ação rápida do Banco Central para evitar o descontrole das expectativas e uma onda de remarcações preventivas. “Com base nas últimas coletas de preços, revi minhas estimativas para o IPCA, de 4,6% para 5,2%, mesmo com o esperado aumento da taxa básica de juros (Selic) nos próximos meses”, disse o economista-chefe da Personale Investimentos, Carlos Thadeu Filho.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele ressaltou que a piora da inflação ficará evidente, principalmente, no primeiro trimestre do ano. Pelas suas contas, o IPCA acumulado nesse período deverá oscilar entre 2% e 2,2%, restringindo o espaço para que o BC consiga manter o índice anual no centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5%. “Pelas minhas contas, em fevereiro, o IPCA ficou em 0,88% (a taxa oficial sairá na próxima sexta-feira). Mas não descarto a possibilidade de o resultado ter sido maior”, destacou. “Para março, projeto inflação de 0,60%, um índice mensal elevado. Por isso, acredito que o BC terá que antecipar a alta da Selic. A taxa terá que subir pelo menos 2,5 pontos percentuais ao longo ano para conter um pouco o consumo e reduzir a pressão por reajustes”, acrescentou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Thadeu reconheceu, porém, que parcela importante do IPCA do primeiro trimestre está “sujo” por aumentos que não se repetirão, como o das passagens de ônibus em São Paulo e outras capitais, o das mensalidades escolares e o de alimentos cujas safras foram prejudicadas pelo excesso de chuvas. “Mas é importante deixar claro que o BC não subirá os juros de maneira convencional. Na verdade, tirará os estímulos dados à economia no auge da crise mundial”, frisou. Para ele, a Selic ficou abaixo do seu ponto de equilíbrio, levando a economia a crescer acima de seu potencial, o que fez a inflação se acelerar e as contas externas se deteriorarem.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[DISCURSO DE MEIRELLES CAUSA FRISSON NA FAZENDA E NO PLANALTO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54351</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O endurecimento do discurso do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, enfatizando que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai aumentar a taxa básica de juros (Selic) tão logo ache necessário e independentemente de 2010 ser um ano eleitoral, casou frisson entre assessores do presidente Lula e do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Muitos acharam o discurso exagerado, sob o argumento de que o BC não pode se pautar por aumentos pontuais de preços para promover um arrocho no crescimento econômico.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No fim do dia, porém, vários desses assessores já diziam que, quando afirmou que pode tomar medidas impopulares e antipáticas a curto prazo, Meirelles não estava cravando a alta da Selic em março ou em abril. Para esse grupo, o presidente do BC quis, com sua fala, reduzir os ruídos do mercado e mostrar que os operadores estão exagerando nas apostas de um aperto monetário exagerado – de até quatro pontos percentuais. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h20min</font></p>
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		<title><![CDATA[NO BC, AVALIAÇÃO É DE QUE MEIRELLES ACABOU COM RUÍDOS NO MERCADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54347</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ténicos do Banco Central avaliam que a fala do presidente da instituição, Henrique Meirelles, durante a posse de Carlos Hamilton na diretoria de Assuntos Internacionais acabou com os ruídos que vinham estimulando especulações no mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nas últimas semanas, por causa de desencontros entre o que diz os documentos mais recentes do Comitê de Política Monetária (Copom), que não prepararam os ânimos para a alta da taxa básica de juros (Selic) agora em março, e o que vem falando Meirelles, houve uma forte oscilação nas taxas futuras de juros, estimulando uma forte volatilidade.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Agora, com Meirelles indicando que os juros vão subir -- e rapidamente --, mesmo que a contragosto do governo, porque o aperto monetário pode ser usado pela oposição contra a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, parece que os ruídos de comunicação entre o BC e o mercado se dissiparam.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Tão logo Meirelles acabou de falar na posse de Carlos Hamilton, as taxas de juros futuros dispararam, atingindo a máxima de 10,49% nos contratos com vencimento em janeiro de 2011, encostando no patamar recorde de 10,50% registrado em dezembro passado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na abertura do dia, os mesmos contratos chegaram a computar baixa de 10,41% para 10,37%, por conta da entrevista de Meirelles ao jornal <span style="font-style: italic;">Valor Econômico</span>, cujo título diz que o aumento dos compulsórios pode adiar a alta da Selic.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h14min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES ANTECIPOU HORÁRIO DA POSSE DE CARLOS HAMILTON PARA MANDAR RECADOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54319</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Diante das repercussões negativas da entrevista que concedeu ao jornal <span style="font-style: italic;">Valor Econômico</span>, publicada na edição de hoje, sob o título <span style="font-weight: bold;">"Compulsórios devem adiar a alta dos juros"</span>, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, mandou antecipar o horário da posse de Carlos Hamilton na diretoria de Assuntos Internacionais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Inicialmente, o evento estava marcado para as 18h desta sexta-feira (dia 26). Mas foi remarcado para as 12h, pois Meirelles queria "desmentir" o que dizia o título da matéria. Entre os seus assessores, o discurso era o de que "o título nada tinha a ver com a entrevista publicada".</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em um discurso lido com pouquíssimos improvisos, Meirelles afirmou que as taxas de juros podem subir a qualquer momento que o BC achar necessário, ou seja, já na reunião de março, independentemente do aumento dos compulsírios.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Disse que a diretoria do banco está pouco se importando se o país está em um ano eleitoral, pois as decisões de política monetária são técnicas e o BC tem uma missão a ser cumprida: manter a inflação na meta (4,5%).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Ressaltou ainda que, em vez de seguir "interpretações de jornalistas", os agentes de mercado deveriam levar em consideração apenas os documentos oficiais do Comitê de Política Monetária (Copom) e o que dizem as autoridades monetárias, mais precisamente ele, o presidente do BC.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 15h39min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES AVISA QUE JUROS PODEM, SIM, SUBIR NO CURTO PRAZO E ELEIÇÃO NÃO IMPEDIRÁ ALTA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54315</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		   <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, usou a posse de Carlos Hamilton na diretoria de Assuntos Internacionais para mandar uma série de recados a integrantes do governo e do mercado. Vamos a eles:</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">1) A taxa básica de juros (Selic) pode, sim, subir no curto prazo, ou seja, março ou abril, mesmo que sejam fortes as críticas de que a medida é "impopular" ou "antipática". Para Meirelles, o que importa é o bem comum, ou seja, o controle da inflação. "Atuar de forma consistente singifica atuar tecnicamente com foco exclusivo no mandato legal do banco. Atuar de forma consistente significa fazer o necessário, na medida e hora adequeda, para, por um lado manter a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e, por outro, assegurar a convergência da inflação à trajetória de metas. Atuar de forma consistente significa também não evitar decisões tecnicamente justificada que, no curto prazo, possam parecer antipáticas ou impopulares, mas visam sim o bem comum", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">2) Os juros vão subir independentemente das eleições presidenciais. "Enganam-se aqueles que esperam mudanças na conduta do BC e nas políticas em função do calendário cívico. Nossa dedicação aos objetivos do BC é inequívoca e permanente", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">3) Para entender a política monetária do BC é preciso ouvir o que dizem as autoridades, ou seja, o presidente da instituição, e acompanhar os documentos oficiais, isto é, as notas do Copom e os relatórios trimestrais de inflação. "É importante que a sociedade procure analisar os documentos, bem como pronunciamentos de autoridades monetárias pelo que está escrito ou dito e não pela interpretação de agentes econômcios, analistas ou jornalistas", assinala.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h17min</font></p>   <br>   <br>   <br>
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		<title><![CDATA[INFLAÇÃO DO PRIMEIRO TRIMESTRE VAI ENCOSTAR NOS 2%]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54306</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Por mais que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e assessores do presidente Lula dissiminem a idéia de que o Banco Central (BC) poderá postergar a alta da taxa básica de juros (Selic) por causa do aumento dos depósitos compulsórios, medida que retirará R$ 71 bilhões da economia, o aperto monetário é dado como iminente pela ala mais conservadora do governo, da qual faz parte a diretoria do BC.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As contas que estão sendo feitas por essa ala conservadora mostra que a inflação do primeiro trimestre deste ano ficará muito, mas muito próxima dos 2%. Ou seja, sobrarão apenas 2,5% do centro da meta de 4,5% para os demais nove meses do ano, o que significa uma inflação média mensal de 0,28%, taxa impossível de ser conseguida em uma economia tão aquecida como a brasileira. Assim, a visão é de que, mesmo com o aumento dos juros, a inflação deste ano ficará próxima de 5%, índice que não é considerado nenhum exagero, mas que pode contaminar as expectativas e provocar estragos maiores em 2011.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O raciocínio dos técnicos mais conservadores da equipe econômica é o de que o quadro inflacionário se inverteu por completo. Há poucos semanas, a preocupação não era com a inflação de 2010, mas com a do ano seguinte. Por isso, o Comitê de Política Monetária (Copom) agiria preventivamente para manter as projeções de 2011 para o IPCA ancoradas no centro da meta. Agora, o que o BC precisa é evitar que a infação deste ano descole demais do centro da meta, exigindo um aperto mais forte da política monetária. Sendo assim, não haverá eleições presidenciais que impedirão a alta da Selic.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para o economista-chefe da Sul América Investimento, Newton Rosa, são cada vez maiores as chances de o aumento da Selic acontecer em março. No seu entender, não há como o BC adiar demais o aperto monetário, pois o preço a ser pago será um choque de juros. O mesmo raciocínio é feito por Maurício Molan, economista do Banco Santander. Nas suas contas, a Selic, que está em 8,75%, avançará até os 12% ao ano, sem choro nem vela.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h09min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES ESTÁ SEGUINDO À RISCA ACERTO COM LULA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54260</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O aumento dos recolhimentos compulsórios anunciado pelo Banco Central (BC) na quarta-feira (dia 24) faz parte do acerto entre o presidente da instituição, Henrique Meirelles, e o presidente Lula. Nas conversas que os dois tiveram no início do ano, quando começou a se evidenciar a necessidade de o BC aumentar a taxa básica de juros (Selic), Meirelles garantiu a Lula que, antes do aperto monetário, o BC desmontaria o arsenal usado para estimular a economia no fim de 2008, auge da crise mundial. Naquele período, o BC liberou quase R$ 100 bilhões dos depósitos que os bancos haviam recolhidos compulsoriamente junto à autoridade monetária.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Por isso, acreditam assessores do presidente Lula, o BC ainda não vai elevar a Selic na reunião de março do Comitê de Política Monetária (Copom), como apostam 70% do mercado. Antes se mexer nos juros, o BC avaliará qual o impacto do aumento dos compulsórios sobre o crédito, uma das principais alavancas do consumo e da retomada da economia. Pelas contas do BC, as novas alíquotas dos compulsórios vão resultar no enxugamento de R$ 71 bilhões do sistema financeiro, que está empanturrado com um excesso de recursos de mais de R$ 500 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Essa visão, inclusive, é difundida pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a seus assessores, que ainda continuam firmes com a aposta de que, por enquanto, não há motivos para alta da Selic, pois a recente disparada da inflação decorre quase que exclusivamente de fatores pontuais (excesso de chuvas) e de tarifas públicas, que não são afetados pela política monetária.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 15h21min</font></p>
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		<title><![CDATA[EXCESSO DE LIQUIDEZ NA ECONOMIA CHEGA A R$ 508 BILHÕES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54263</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O salto espetacular no excesso de liquidez da economia foi preponderante para que o Banco Central (BC) apressasse a decisão de elevar o recolhimento dos depósitos que os bancos são obrigados a fazer. Dados do final de janeiro mostram que as sobras de dinheiro no sistema financeiro deram um pulo de R$ 80,8 bilhões, atingindo a cifra recorde de R$ 508,7 bilhões, o correspondente a 27,3% de toda a dívida pública em poder do mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para "enxugar" esse excesso, o BC vinha sendo obrigado a vender títulos com vencimento em até três meses, corrigidos pela Selic. Ou seja, em vez de direcionar o dinheiro para aplicações de longo prazo ou mesmo para empréstimos, os bancos vinham estimulando operações de curtíssimo prazo, não compatíveis com a estabilidade da economia e o controle da inflação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Com as novas regras do compulsórios, que passarão a valer a partir de março, o BC vai retirar pelo menos R$ 71 bilhões do sistema. E como não está para brincadeira, exigirá que o recolhimento dos compulsórios seja em dinheiro e não mais em títulos públicos, como vigorava até outubro de 2008, quando houve um alívio nessas operações por causa da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O excesso de liquidez tem sido tão perverso, que minou o processo de alongamento do perfil da dívida pública. Como o "enxugamento" dos recursos é feito com títulos de curto prazo, a participação dos papéis indexados a Selic (taxa básica) na composição da dívida líquida do setor público atingiu 70%. No fim de dezembro de 2008, essa relação era de 58,2%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h41min</font></p>
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		<title><![CDATA[SETOR PÚBLICO TEVE SUPERÁVIT NOMINAL EM JANEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54246</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O aumento das receitas com impostos e o parcelamento de dívidas pelo governo federal fizeram com que o setor público fechasse janeiro com superávit nominal de R$ 2,201 bilhões. Ou seja, União, estados, municípios e estatais pagaram toda a conta de juros no mês, de R$ 13,983 bilhões, e ainda ficaram com sobras de caixa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para chegar a esse resultado, o setor público registrou superávit primario de R$ 16,185 bilhões, dos quais R$ 13,538 bilhões oriundos do governo federal. Os estados contribuíram com uma economia de R$ 1,746 bilhão e os municípios, com R$ 946 milhões. Já as empresas estatais destoaram, com déficit de R$ 44 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com a economia superando a conta de juros, a relação entre a dívida e o Produto Interno Bruto (PIB) recuou consideravelmente, de 42,9%, em dezembro, para 41,7%. Esse indicador é acompanhado com lupa pelos investidores, pois indica a capacidade ou não do setor público de honrar seus compromissos em dia.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O superávit primário de janeiro foi o segundo melhor para o mês da série história do Banco Central, ficando atrás apenas do resultado de 2008, quando totalizou R$ 20,892 bilhões. Em relação a janeiro de 2009 (R$ 7,358 bilhões), a economia para o pagamento de juros da dívida mais que dobrou, numa tentativa clara do governo de dar uma demonstração ao mercado de que está segurando os gastos públicos para conter a inflação e evitar o possível aumento da taxa básica de juros (Selic).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h51min</font></p>
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		<title><![CDATA[MANTEGA PODE ANUNCIAR A CAPITALIZAÇÃO DO BANCO DO BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54240</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">De bobo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, não tem nada. Ele convocou uma entrevista coletiva para comentar, às 11h30min, o resultado espetacular do Banco do Brasil, que lucrou R$ 10,1 bilhões em 2009, o maior do sistema financeiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Além de tirar uma casquinha do feito do banco público, reforçando a sua visão de que é possível trabalhar com juros menores no crédito, ele deverá anunciar como será a capitalização do BB, que ficará entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões. Esse processo é vital para que a instituição continue ampliando a oferta de empréstimos e financiamentos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h39min</font></p>
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		<title><![CDATA[DE VOLTA À LABUTA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=54245</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de um merecido descanso, o <span style="font-weight: bold;">blog</span> retoma o trabalho. E, pelo visto, num dia cheio de notícias.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h34min</font></p>
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		<title><![CDATA[CARNAVAL E FÉRIAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53119</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Caros leitores,</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">ficarei ausente por duas semanas, numa combinação perfeita: férias e carnaval.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Até breve!!!!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 514px; height: 321px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/a67bea0400bab6f814b575e155c493f1.jpg"></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 00h01min</span></font></p>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53118</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 134px; height: 162px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">CRÔNICA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">ILHA PAVILOCHE</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Florianópolis tem praias e recantos para todos os gostos e bolsos e isto não é clichê. Eu sei que vocês já devem ter lido esta mesma frase em alguma matéria de revista de viagem, mas não pude evitar a exata constatação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Tem argentino brotando da terra como erva daninha também. Em Canasvieiras, uma grande feira do Paraguai, ops, da Argentina a gente não sabe se existem mais quinquilharias para abarrotar os turistas ou argentinos a gritar pelas calçadas em bandos, como gralhas tostadas pelo sol. Comecei a pensar que o estrangeiro ali era eu e que estava nas férias erradas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Não sou xenófoba, já escrevi esta sentença aqui também (acho que hoje estou muito repetitiva), mas seria um tantinho legal se a prefeitura de Floripa ou a secretaria do meio ambiente e turismo fizesse uma campanha a cada verão com o tema: “Salvem as areias finas e brancas das praias catarinenses dos tocos de cigarro!!!!”</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Argentinos...êta povo que fuma! E depois espalha seu vício por todas as belas praias da ilha, se esbaldando em grupos ruidosos como se fossem leões marinhos (eu disse que estava repetitiva). Nós deveríamos ter uma atitude solidária e camarada com nossos hermanos e emprestar – por prazo determinadíssimo – o Ziraldo para eles. O genial cartunista BRASILEIRO faria os portenhos entender que “fumar é brega”, “fumar é cafona”. Assim como os cabelos a la Messe que 9 entre 10 da espécie masculina argentina insistem em ostentar.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Gaúcho também sai pelo ladrão em Floripa. Sempre em patotas, tomam chimarrão na praia formando uma roda. A cuia a passar de cadeira de praia em cadeira de praia, mantendo a rotina da calçada da casa nas tardes tranquilas, eu suponho. Uma espécie orgulhosa encontrada na ilha na mesma proporção em que podemos comer as fartas e famosas ostras locais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mas, acredite, passar as férias na santa e bela Florianópolis (outro bordão pra não perder a linha de raciocínio) é gostoso sim. Palavra de bruxa. O lance é deixar a mente aberta para os engarrafamentos e a indefectível instabilidade metereológica. “Tirante” esses pequenos contratempos, Floripa é uma festa de praias lindas. A maioria dos morros ainda preservada, sem favelas a roubar toda a vegetação nativa. Não há meninos e meninas pedindo esmolas em cada semáforo...Meu filho de dois anos e meio, que não entende a lógica perversa desta situação, sempre me pergunta: “mamãe, o que ele deu?” Ô inocência...</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">É quase como se estivéssemos num país mais justo e civilizado. Se você for à praia Jurerê Internacional dá até para crer que podemos chegar lá. O nome patético não compactua com a beleza e a qualidade do lugar. Tudo limpo, organizado e de encher os olhos. “Luxo é lixo no lixo”, as plaquinhas explicam.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Cruzei com o técnico Bernardinho e a mulher, Fernanda Venturini, em quase tranquila caminhada pela areia (porque, cá pra nós, aquele cara consegue relaxar?) Engraçado que a televisão o torna atarracado...Na minha cabeça ele era um nanico. Mas o homem é grande. A Fernanda, em shape após o nascimento da segunda filha, uma vara pau magrinha...</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">A questão é que a nova geração de jogadores de vôlei chega, e às vezes passa, de dois metros. Então, um cara de 1.80 fica parecendo baixinho no meio deles. Ah, e para quem tem fetiche com louras, Floripa é o canal. Centenas de milhares desfilam seus corpos vermelhos pela orla.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Esta foi a quarta vez que estive na ilha, porém a primeira em que alugamos uma casa de praia e estacionamos por 15 dias. A praia da Daniela, para quem tem criança, é a pedida perfeita. Mar calmo e raso, lotação não tanto esgotada, água não tão fria...A gente acorda ao som dos passarinhos e pode fazer uma caminhada matinal pela areia até a pontinha da reserva dos Carijós (tipo de caranguejo). Ali, longinho da farofada, você acredita que é o único sobrevivente do naufrágio e fica em paz com a natureza, completamente sozinho. O visual é espantosamente espiritual.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">E para terminar, defendendo nossa bandeira verde e amarela mais uma vez, não deixe de provar o sorvete da Paviloche. O carrinho compete com os das marcas Kibon e Nestlé na areia da praia e, apesar do nome parecer argentino e você já estar com uma certa alergia a eles, a fábrica fica em Joinville. O melhor picolé da praia, cem por cento nacional, cem por cento saboroso. Aposte!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Xô Unilever! Tome Paviloche e se sinta em Bariloche, sem argentinos, porque todos vieram para a Florianópolis. Ainda por cima, o vendedor que ficava na Daniela era um gato e muito simpático, o que me fez decretar aos meninos: “Vamos esperar o da Paviloche!” Afinal, também sou filha de Deus e estava ali para me divertir.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Agora vou tomar meu colírio alucinógeno, certo Macaco Simão? Fui!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span>.</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 11h55min</font></p>
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		<title><![CDATA[CÚPULA DO PMDB INSISTIRÁ NA INDICAÇÃO DE TEMER PARA VICE DE DILMA. MEIRELLES DEVE DISPUTAR GOIÁS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53123</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No que depender da cúpula do PMDB, a vaga de vice-presidente na chapa da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, será ocupada por Michel Temer, e ponto final. É o que diz um dos caciques do partido, Moreira Franco, hoje vice-presidente da Caixa Econômica Federal. Essa posição, por sinal, será reforçada neste fim de semana, durante a convenção nacional do partido, em Brasília.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação de Moreira, o candidato a vice na chapa de Dilma é aquel que tem maior capacidade de unificação do partido. "E essa pessoa é o Michel Temer, que expressa, de verdade, a identidade do PMBD", diz. "Não vamos fazer improvisos. Queremos ganhar as eleições. E isso exige um partido todo mobilizado", acrescenta.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Moreira, apesar de estar fazendo um excelente trabalho à frente do Banco Central, de ter ótima visibilidade no mercado financeiro internacional, Henrique Meirelles não deve levar adiante o seu desejo de disputar com Temer a vaga de vice de Dilma. "O Meirelles deve disputar o governo de Goiás. Tenho ouvido de todos os representantes do PMDB local que ele tem todas as condições de ganhar essa eleição", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O vice-presidente da Caixa ressalta que Dilma Rousseff vai ganhar as eleições em outubro deste ano. E que o PMDB será vital para essa vitória. "Desde que apoiamos a candidatura de Tancredo Neves à presidência da República (em 1985), nunca o partido esteve tão unido em torno de uma candidatura", conta. A seu ver, o amplo apoio à Dilma se deve ao fato de o governo Lula valorizar as três principais bandeiras do partido: 1) apoio à democracia, 2) desenvolvimento com distribuição de renda, 3) negociação com os movimentos sociais. "Por isso, estamos confortáveis em apoiar Dilma", assinala.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quanto às desavenças que ainda atormentam as relações entre o PMDB e o PT, Moreira ressalta que os problemas estão basicamente localizados na Bahia, onde haverá dois palanques, um para Geddel Vieira Lima, outro para Jaques Wagner, e no Pará. "Em Minas, apesar de o ministro (das Comunicações) Hélio Costa aparecer em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de votos, houve um acerto com Patrus Ananias e com Fernando Pimentel, ambos do PT. O Hélio aceitou fazer uma pesquisa para ver quem tem mais condições de vencer o candidato do governador Aécio Neves (PSDB). Se for ele, quer que todos se unam em torno de sua candidatura, para vencer", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h35min</font></p>
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		<title><![CDATA[DÚVIDAS SOBRE O QUE DIZ MEIRELLES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53097</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As declarações do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, à alta cúpula do governo, de que ainda não há necessidade de alta da taxa básica de juros (Selic), mesmo com a inflação de janeiro tendo vindo muito acima do esperado, geraram dúvidas em alguns auxiliares do presidente Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para essa ala, ao dizer que a inflação está sob controle e que o "mercado vai perder" dinheiro, Meirelles quis expressar duas coisas. Primeiro: que não há risco de a inflação se distanciar muito do centro da meta (4,5%). Por isso, se a Selic subir, será apenas um ajuste fino para o controle de expectativas, alta que poderá ser revertida tranquilamente ao longo de 2011. Segundo: não há a menor possibilidade de o Copom sancionar o aumento de quatro pontos percentuais como se prevê no mercado futuro de juros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação de auxiliares de Lula, assim como tem traçado um cenário benigno para a economia brasileira, com crescimento consistente e inflação dentro das metas, o presidente do BC tem alertado para os ricos de uma nova onda de crise no mercado internacional, que terá, sim, repercussões no Brasil, mas em muito menor escala do que o que se viu em 2008. Dependendo do estrago, nem haveria porque o BC subir juros, já que a demanda se ajustaria, por exemplo, a um aperto natural do crédito por parte dos bancos. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Portanto, avisam os assessores presidenciais, o ideal é que os juros não subam. E essa é a aposta principal no Palácio do Planalto. Mas, se subirem, será um processo lento e suave. E nada será feito antes de abril, quando se terá um quadro "mais limpo" da inflação, agora, contaminada por uma série de fatores que não sofrem qualquer interferência dos juros: as tarifas públicas e o excesso de chuvas, que tem prejudicado a colheita de produtos de safra mais curta, como frutas e legumes.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h28min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES TRANQUILIZA CÚPULA DO GOVERNO E SINALIZA QUE AINDA NÃO HÁ RAZÃO PARA ALTA DOS JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53063</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<p> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, comandou, nos últimos dias, uma operação dentro do governo para “tranquilizar” os que temem uma possível alta da taxa básica de juros (Selic) nos próximos meses. Tanto ao presidente Lula quanto ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que tem sido um crítico ferrenho do BC, Meirelles sinalizou que, por enquanto, ainda não há motivos concretos para que a instituição promova um arrocho monetário.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Essa visão, segundo auxiliares de Lula, teria sido passada por meio da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada ontem (dia 4), e que serviu para derrubar as taxas futuras de juros com vencimento em janeiro de 2011, de 10,40% ao ano, registrados no início da semana, para 10,27%. “As apostas na alta dos juros em março ou em abril diminuíram e isso derrubou os juros”, explicou um dos assessores mais próximos do presidente da República.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Diante dos relatos de Meirelles – também reforçados por lideranças do PMDB, partido pelo qual ele deve disputar um cargo político neste ano –, o Palácio do Planalto não trabalha com a possibilidade de alta da Selic neste ano, um alívio nos planos de Lula de eleger a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), como sua sucessora. Um ministro que reforça a visão do Planalto contou ter ouvido de Meirelles, em uma das reuniões da coordenação política, que representantes do mercado estão apostando errado ao prever a alta da Selic em 2010. O presidente do BC teria, inclusive, ironizado tais prognósticos: "Vão perder muito dinheiro".</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Esse mesmo ministro alegou que a ação contrária ao aumento dos juros não está sendo estimulada pelo fato de este ser um eleitoral. E justificou tal posição com argumentos supostamente técnicos. Por exemplo: a retomada dos investimentos produtivos e a previsão de que isso garantirá a sintonia entre demanda e oferta. “Não seremos um instrumento a serviço do mercado”, disse.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ontem, durante o balanço de três anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Mantega rechaçou a tese dos economistas que pregam a alta da Selic alegando que o país está entrando em uma onda inflacionária. Em linha com o Planalto, o ministro confirmou a sua conversa com Meirelles. Disse que, na última quarta-feira, o presidente do BC teria descartado a necessidade de arrocho monetário. “O Meirelles está tranquilo com um crescimento de 5,8% sem pressões inflacionárias”, afirmou. “O crescimento é sustentável e equilibrado. Significa que não causa pressão inflacionária”, acrescentou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para o ministro, não há pontos fora da curva. O que se viu na inflação de janeiro, que registram os níveis mais elevados desde o início de 2003, foram reajustes sazonais, já esperados, como os das passagens de ônibus e os das mensalidades escolares. Além disso, admitiu Mantega, o governo tem instrumentos para manter a inflação sob controle, como a redução da Cide, imposto que incide sobre a gasolina. Anteontem, o tributo foi reduzido em R$ 0,10.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Texto escrito em parceria com <font size="3"><span style="font-weight: bold;">DANIEL PEREIRA</span></font>, do <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span>.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[MERCADO VÊ EXAGERO NA PROJEÇÃO DO BC PARA OS PREÇOS ADMINISTRADOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53040</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ao mesmo tempo em que alerta para a necessidade de aumento da taxa básica de juros (Selic) com o intuito de combater pressões inflacionárias, o mercado vê exageros nas estimativas do Banco Central. Segundo a economista Luíza Rodrigues, do Banco Santander, o BC pesou na mão ao prever alta de 4% neste ano para os preços administrados, que incluem as tarifas públicas. “Estamos trabalhando com um índice menor, próximo de 3%”, afirmou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os preços administrados representam cerca de 30% da inflação total medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ou seja, quanto menor for alta dos administrados, mais espaço haverá para acomodação dos reajustes dos chamados preços livres, que sofrem influência direta das taxas de juros. “Estamos trabalhando, inclusive, com queda nas tarifas de energia elétrica em várias distribuidoras, como a Eletropaulo, por causa das deflações dos IGPs (índices gerais de preços)”, ressaltou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pelas projeções do BC, na média, as contas de luz ficarão 3,3% mais caras e as de telefone, 1,6%. Já o gás de cozinha e a gasolina não deverão ter reajustes ao longo deste ano. O Ministério da Fazenda acredita que a gasolina fique até mais barata, devido à redução da Cide, imposto que incide sobre o valor do combustível. Para 2011, o BC não detalha as estimativas de aumento para cada um desses itens. Divulga apenas uma projeção fechada para os preços administrados, que deverão subir 4,1%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h34min</font></p> <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES SUSPENDE AGENDA EM SÃO PAULO PARA TRATAR DE ASSUNTOS POLÍTICOS EM BRASÍLIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53044</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, mudou sua agenda. Em vez de participar da solenidade de formatura das turmas de Ciências Econômicas e Contábeis da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, ficará em Brasília, muito provavelmente para tratar de assuntos políticos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles esteve ontem (quarta-feira, dia 3), com o presidente Lula no Palácio da Alvorada. Assunto dominante da conversa: o destino político do presidente do BC. Interlocutores de Lula dizem que Meirelles está com um pé fora do banco. E deverá se desligar mesmo que não vingue o seu desejo (alimentado dia e noite) de ser vice na chapa presidencial de Dilma Rousseff.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os mesmos interlocutores também descartam a possibilidade de o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, suceder Meirelles no BC. Um dos ministros mais próximos de Lula é enfático: "Palocci será o coordenador da campanha presidencial de Dilma. Isso já está definido". E se Meirelles realmente sair do BC (quem sabe para concorrer ao governo de Goiás, conforme desejo do PMDB local), seu sucessor será o diretor de Normas, Alexandre Tombini.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Lula, inclusive, já bateu o martelo para essa sucessão caseira. Não quer marola no Banco Central, especialmente num ano eleitoral e quando há pressões do mercado para que o Comitê de Política Monetária (Copom) aumente a taxa básica de juros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h25min</font></p>
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		<title><![CDATA[ROSENBERG & ASSOCIADOS APOSTA EM ALTA DOS JUROS EM MARÇO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53043</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Economista da Rosenberg &amp; Associados, Thaís Marzola Zara alerta que a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), referente à reunião da semana passada, confirmou o esperado: subiu bastante o tom em relação à ata anterior, aumentando a probabilidade de aumento da taxa básica de juros (Selic) já em março. "Houve uma grande alteração na ata, sinalizando a mudança de postura do Banco Central", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo ela, a avaliação com relação ao nível de atividade é de que o processo de retomada da economia já se encerrou e que a atividade mostra sinais consistentes de expansão, reduzindo a margem residual de ociosidade da capacidade instalada. "Com relação ao cenário externo, como já havíamos alertado, o Copom chegou a mencionar um recrudescimento, mas alerta que ainda existe uma liquidez abundante, favorecendo ainda as condições financeiras domésticas e, portanto, ainda não suficiente para alterar a percepção quanto à trajetória de inflação e atividade", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Sobre a inflação, Thaís ressalta que o Comitê mostrou-se especialmente preocupado com a tendência crescente das expectativas do mercado (que já superam o teto da meta perseguida pelo BC, de 4,5%) e com a possibilidade de repasse de altas dos preços no atacado para os preços no varejo, de forma que sinaliza a sua intenção de agir de forma preventiva, evitando que a inflação destoe das metas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h14min</font></p>
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		<title><![CDATA[PARA SANTANDER, COPOM ADMITE PIORA NA INFLAÇÃO, MAS SÓ DEVE SUBIR JUROS EM ABRIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52998</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Veja, abaixo, a análise feita pela equipe do Departamento Econômico do Banco Santander, chefiado por Alexandre Schwartsman, sobre a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta quinta-feira (dia 4).</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A ata da última reunião do Copom apresentou </FONT><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">alterações qualitativas não sutis em relação às notas da reunião anterior</FONT></B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">. 1) A influência do cenário internacional sobre a inflação deixou de ser favorável em função da alta de preços de commodities e, mais recentemente também da depreciação do real, 2) o hiato do produto parece estar diminuindo de forma mais rápida do que o anteriormente esperado (a margem de ociosidade remanescente não é mais suficiente para assegurar um cenário inflacionário benigno), 3) o ritmo de recuperação não pode ser considerado apenas moderado (a demanda doméstica já se recuperou, ao invés de apresentar apenas evidências de recuperação), 4) as expectativas de inflação (medidas pela pesquisa Focus) não estão mais consistentes com a trajetória das metas. </FONT></EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT size=2><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em resumo: "a perspectiva de intensificação das pressões da demanda doméstica sobre o mercado de fatores, a </FONT><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">probabilidade de que desenvolvimentos inflacionários inicialmente localizados venham a apresentar riscos para a trajetória da inflação poderia estar se elevando</FONT></B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">". </FONT></EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>As projeções, por outro lado, alteraram-se pouco em relação à reunião anterior e aos números apresentados no relatório de inflação, persistindo em trajetória compatível com as metas. </EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>A principal mensagem é que a convicção quanto ao quadro inflacionário favorável deixou de existir. Ao mesmo tempo ainda existem dúvidas quanto a uma deterioração rápida do cenário, motivo pelo qual entendemos que o BC aguardará mais uma reunião antes de começar a aumentar os juros, com o objetivo de angariar mais fundamentos para sua decisão. Mas o balanço de riscos piorou de forma clara.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 10h30min</EM></FONT></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[LULA CONVOCA MEIRELLES PARA APARAR ARESTAS COM A FAZENDA E ABAFAR DISPUTA SOBRE JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52953</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente Lula confidenciou a assessores que vai aproveitar a conversa na tarde desta quarta-feira (dia 3) com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para aparar as arestas com o Ministério da Fazenda. Desde que voltou de férias, há pouco mais de duas semanas, o ministro Guido Mantega tem dito, dia sim, outro também, que não há necessidade de se aumentar a taxa básica de juros (Selic), como projeta o mercado financeiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar de, externamente, não expressar o seu descontentamento com a "intromissão" de Mantega em um assunto de competência exclusiva do BC, Meirelles tem se queixado muito dos "ruídos" provocados pelo ministro. Assessores do presidente do BC dizem, inclusive, que a postura de Mantega podem estar estimulando um movimento preventivo de remarcações de preços, por se temer a leniência do BC com a inflação em um ano eleitoral.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">É bom que fique claro que, pelo presidente Lula, também não há razão para aumento da taxa de juros neste momento. Mas ele reconhece que disputas públicas como as que vem sendo travada entre Mantega e Meirelles -- que hoje saíram de uma entrevista de braços dados -- só estimulam os especuladores. Portanto, a ordem do presidente será para os dois baixarem a bola e cada um tomar conta de sua área, sem alarde.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Lula também aproveitará o encontro com Meirelles para tratar de política. Desde que o presidente do BC se colocou como candidato a vice na chapa presidencial liderada por Dilma Rousseff, abriu-se um fosso com o PMDB, cuja cúpula quer porque quer emplacar o deputado Michel Temer (SP) para a vaga. Lula vê Meirelles como uma boa opção para compor a chapa do governo com Dilma. Mas não quer entregar Temer de braços abertos ao candidato da oposição, José Serra (PSDB).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h09min</font></p>
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		<title><![CDATA[BANCOS PÚBLICOS NÃO SERÃO ENQUADRADOS POR LIMITES IMPOSTOS PELO BANCO CENTRAL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52874</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os limites que o Banco Central quer impor ao pagamento de bônus a executivos do sistema financeiro não devem atingir as instituições públicas. É essa a visão predominante no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O argumento dos dirigentes dessas instituições é o seguinte: elas não pagam bônus vinculados ao desempenho de determinadas operações que podem colocar os bancos em risco, as quais o BC quer regular. Seguem o Programa de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR), regido pela lei 10.101 e sacramentada em muitos acordos coletivos de trabalho. Além disso, uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), que regulamentará o pagamento de bônus, não pode se sobrepor à lei.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo os três bancos federais, o valor a ser pago como PLR é definido pelo Departamento de Controle das Estatais (Dest), vinculado ao Ministério do Planejamento. Todos os anos, esse órgão fixa um percentual mínimo de rentabilidade que as instituições devem apresentar. Caso atinjam as metas, poderão distribuir entre seus empregos, incluindo os executivos dos mais altos escalões, uma parte do lucro. O percentual também é fixado pelo Dest. A diferença é que os benefícios pagos aos administradores não entram na negociação com os sindicatos nas datas-base. No caso do Banco do Brasil, por exemplo, uma parte dos lucros é separada e os executivos podem receber até o equivalente a três salários como PLR por semestre. Para os demais funcionários, o rateio segue uma série de condições, como tempo de trabalho, função e responsabilidades assumidas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Outro argumento dos bancos públicos é o de que eles já são regulados demais, tendo de prestar contas a vários órgãos de controle e de fiscalização, o que não ocorre com a iniciativa privada. Mas, apesar de reconhecer esses limites, o BC não quer deixar nenhuma brecha aberta. Quer dizer: suas decisões, ratificadas pelo CMN, valerão para qualquer pagamento de remunerações variáveis a dirigentes de bancos públicos que forem além do PLR. “Foi justamente para amarrar todas as regras, que o BC decidiu colocar o projeto que regula os bônus em audiência pública”, explicou um técnico do governo. “Teremos 90 dias (até 2 de maio), para ouvir todo mundo, consolidar as sugestões que serão apresentadas à diretoria do BC e, em seguida, ao CMN”, explicou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Fraude com crédito</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em 2009, até setembro, o Banco do Brasil pagou R$ 22,7 milhões a seus executivos, incluindo os integrantes dos conselhos de Administração e Fiscal. A instituição não informou, porém, o quanto esse valor foi maior do que o desembolsado no mesmo período do ano anterior. Já a Caixa Econômica Federal gastou R$ 7 milhões com remunerações (incluindo o PLR) com 28 executivos, 10,4% a mais do que nos nove primeiros meses de 2008. O BNDES se limitou a dizer que seus dirigentes embolsaram, no ano passado, 2,6 salários como participação nos lucros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Edison Garcia, superintendente da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), independentemente da estrutura de capital dos bancos, o controle para evitar abusos cometidos por dirigentes para inflar seus resultados e, com isso, levar bônus milionários para casa é importantíssimo. “Não podemos esquecer o caso do Banco Nacional, que criava créditos fictícios para aumentar seus ativos e distribuir lucros à família Magalhães Pinto e a seus dirigentes. Os administradores devem ter responsabilidades com a saúde de longo prazo das companhias”, frisou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[BRADESCO, ITAÚ UNIBANCO E SANTANDER PAGARAM R$ 830,5 MILHÕES A EXECUTIVOS EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52903</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os três maiores bancos privados do país – Itaú Unibanco, Bradesco e Santander – pagaram R$ 839,5 milhões entre salários e bônus a seus executivos em 2009. Esse número, porém, pode ser ainda maior, pois os dados liberados pelo Itaú e pelo Santander vão até setembro. Ou seja, as duas instituições terão de agregar às contas os desembolsos feitos nos últimos três meses do ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No Itaú Unibanco, os pagamentos a executivos somaram, nos nove primeiros meses do ano passado, R$ 503,6 milhões, desembolso 44% maior do que o verificado em igual período de 2008. No Santander, as remunerações a administradores deram um salto, na mesma comparação, de 145,7%, passando de R$ 52,3 milhões para R$ 128,7 milhões. No Bradesco, o movimento foi o inverso: os pagamentos caíram 57%, pois o banco cortou, principalmente, os bônus. Em 2008, essa rubrica havia consumido R$ 146,6 milhões. No ano passado, a conta encolheu para R$ 23,9 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A obrigatoriedade de explicitar os gastos com os executivos, incluindo salários e bônus, não está restrita aos bancos. Depois de muita pressão da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou a todas as empresas com ações negociadas em bolsa de valores que informem ao mercado o quanto custam seus dirigentes e divulguem o salário mais alto e o mais baixo pagos a eles, além de uma média dos rendimentos. O valor máximo de remunerações pagas aos executivos deve ser definido em Assembléia Geral Ordinária (AGO) de acionistas. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 21h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[LIVRE COMÉRCIO COM O MÉXICO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52873</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em&nbsp; meio&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; extensa&nbsp; agenda de encontros no Itamaraty, a delegação de representantes do governo mexicano marcou presença nesta terça-feira na sede&nbsp; da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Obetivo: discutir as possibilidades de ampliação dos acordos comerciais entre os dois países.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A visita dos mexicanos é o primeiro passo para a abertura de negociações em torno da liberalização do comércio bilateral, acertada em agosto do ano passado durante encontro oficial entre os presidentes Lula e Felipe Calderón. Atualmente, os dois países mantêm o Acordo Comercial 55, que trata do setor automotivo, e o Acordo Comercial 53, que estabelece preferências tarifárias a um número limitado de produtos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O aprofundamento dos acordos incrementará a corrente de comércio entre os dois países, que somou US$ 5,4 bilhões em 2009. As importações brasileiras do México alcançaram US$ 2,78 bilhões e as exportações para aquele país foram de US$ 2,65 bilhões, com predominância de veículos e autopeças, favorecidos pelo acordo automotivo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 21h17min</font></p>
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		<title><![CDATA[FUNCEF SOCORREU ATÉ 20 PEQUENOS BANCOS NO AUGE DA CRISE MUNDIAL COM R$ 300 MILHÕES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52863</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Guilherme Lacerda, presidente da Funcef, o fundo de pensão dos empregados da Caixa Econômica Federal, admite que a entidade distribuiu entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões para até 20 bancos de pequeno porte no auge da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Foi uma forma de irrigar essas instituições, que vinham enfrentando saques maciços de recursos, devido às desconfianças do mercado se teriam ou não condições de sobreviver ao terremoto provocado pelo estouro da bolha imobiliária americana. O socorro só foi possível, porém, depois da criação dos títulos com garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de até R$ 20 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Lacerda garante, no entanto, que a ajuda aos bancos não foi uma determinação do governo. "Foi, sim, um ótimo negócio para a Funcef", afirma.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h31min</font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[BRADESCO APOSTA EM CRESCIMENTO DE 9,8% NA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52858</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de destrinchar os números da produção industrial em dezembro (queda de 0,3% ante o mês anterior) e no ano todo de 2009 (retração de 7,4%), o Departamento Econômico do Bradesco, chefiado por Octávio de Barros, aposta que a indústria terá expansão de 9,8% neste ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No entender dos economistas do Bradesco, o processo de crescimento da indústria será puxado pelo setor de bens intermediárias e de capital (ligados a investimentos), devido à recuperação consitente que mostraram nos últimos meses. Além disso, eles destacam que os indicadores de demanda final, divulgados recentemente, continuam fortes, com destaque para o mercado de trabalho e o nível de utilização da capacidade instalada medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h42min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PARA ITAÚ UNIBANCO, PRODUÇÃO E DEMANDA EM ALTA VÃO LEVAR O BC A AUMENTAR SELIC EM MARÇO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52854</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ao comentar o resultado da produção industrial, que caiu 0,3% em dezembro ante o mês anterior, o economista Maurício Oreng, do Itaú Unibanco, ressaltou que a economia está caminhando a pleno vapor, o que levará o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) a elevar a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual em março próximo. A taxa passará dos atuais 8,75% para 9,25% ao ano. O movimento de alta se estenderá até o fim do ano, com a Selic cravando 11,50% -- ou seja, o total a alta será de 2,75 pontos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Oreng, apesar de a produção industrial ter apresentado, em dezembro, o segundo mês consecutivo de queda na série com ajuste sazonal, o setor está trabalhando a pleno vapor. Ele estima que 85% dos 27 setores pesquisados pelo IBGE estejam em expansão, o melhor resultado em aproximadamente cinco anos. O economista ressalta ainda que a queda de dezembro foi puxada por ajustes pontuais na indústria automobilística (1-,2%) e nos setores de eletroeletrônicos e de equipamentos de comunicação (-12,2%). Por isso, para janeiro, ele prevê alta de 1% na produção industrial em relação ao mês anterior.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com o resultado da indústria de dezembro, o Itaú Unibanco calcula que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha registrado expansão de 2% no quatro trimestre de 2009, taxa que, anualizada, representa crescimento de 8%. Esse avanço foi puxado pela demanda, que deve ter computado alta de 4,5% no período.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h22min</font></p> <br> <br> <br>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[BC LIMITA PAGAMENTO DE BÔNUS EM BANCOS: MAIS DETALHES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52843</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Banco Central vai limitar o pagamento de bônus (parte variável dos salários) a executivos de bancos. A meta é evitar que as instituições assumam riscos exagerados em suas operações para garantir a remuneração extra a seus dirigentes, mesmo que, mais à frente, os negócios resultem em prejuízos. Foi a falta desses limites que levou gestores de bancos americanos a fazerem estripulias com operações de crédito para engordar seus rendimentos, resultando na bolha imobiliária que estourou em setembro de 2008 e empurrou o mundo para a mais grave crise em quase 80 anos. Além do Brasil, a Inglaterra e a União Européia estão seguindo nessa direção, conforme ficou acertado no G-20, o grupo das nações mais ricas do mundo. Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama, propôs tal controle, mas vem sendo bombardeado pelo sistema financeiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo a chefe-adjunta do Departamento de Normas do BC, Sílvia Marques, para que os gestores garantam a sustentabilidade dos bancos a médio e longo prazos, os bônus não poderão mais ser pagos de uma única vez. Ou seja, até 60% da remuneração além do salário fixo poderão ser quitados no primeiro ano após o fechamento dos balanços dos bancos. Os 40% restantes serão desembolsados em, no mínimo, três anos. Assim, em vez de receberem, por exemplo, R$ 1 milhão no ato, R$ 400 mil ficarão retidos e só serão pagos se, nos anos seguintes, as instituições registrarem lucro. Em caso de prejuízo, os bônus ficarão represados, com o pagamento condicionado à volta de bons resultados. “O objetivo é não descapitalizar as instituições sem saber a performance nos anos seguintes”, frisou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O BC definiu ainda que 50% do total dos bônus terão que ser pago em ações dos bancos ou de acordo com a variação desses papéis. É uma forma, no entender de Sílvia, de garantir a agregação de valor às instituições. “No ano em que o banco tiver prejuízo, os preços das ações vão cair e não haverá remuneração extra”, afirmou. Mas não é só. Para que os bônus sejam pagos, os bancos terão de criar um Comitê de Remuneração, formado por no mínimo três integrantes com mandatos fixos de até 10 anos. Esse Comitê ficará responsável pela elaboração da política de remuneração dos executivos e pela supervisão, de forma a garantir que tudo o que foi colocado no papel esteja sendo seguido à risca.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Outros pontos relevantes são: a limitação do prazo de pagamento de “luvas” na contratação ou demissão de executivos a um ano; a obrigatoriedade para que todos os gastos com salários e bônus a dirigentes sejam explicitados nos relatórios de administração publicados anualmente pelas instituições; e a proibição para que os executivos que medem os riscos assumidos pelos bancos recebam remuneração extra vinculadas às operações aprovadas por eles – é a chamada segregação. Todas as regras valem, inclusive, para os níveis de gerência, desde que as funções tenham a ver com riscos assumidos pelos bancos, e terão de ser incorporadas por todas as instituições financeiras com ações em bolsa de valores e que tenham auditoria independente.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para aprimorar as medidas, o BC abriu um processo de audiência pública. Ao longo de 90 dias, encerrados em 2 de maio, receberá sugestões dos interessados. Logo depois, consolidará as propostas, que serão levadas à diretoria do banco e encaminhadas à aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN). Só então, entrarão em vigor. A Federação das Associações de Bancos (Febraban) só comentará as medidas depois de uma ampla análise.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 21h07min</font></p> <br>
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		<title><![CDATA[BANCO CENTRAL QUER LIMITAR GANHOS DE DIRIGENTES DE BANCOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52827</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Diante dos abusos cometidos pelos bancos de todo o mundo no pagamento de salários e bônus a seus executivos, o Banco Central do Brasil está colocando em audiência pública proposta para limitar esses benefícios, de forma a não colocar em risco a saúde das instituições.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Veja, abaixo, a íntegra nota sobre o tema divulgada pela BC:</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-weight: bold;"> </span>A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil decidiu colocar em audiência pública, pelo prazo de noventa dias, proposta de resolução que dispõe sobre a política de remuneração de administradores e empregados das instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A proposta de regulação baseia-se nos compromissos assumidos pelos líderes do G20 em abril (“London Summit”) e setembro de 2009 (“Pittsburgh Summit”) voltados ao fortalecimento do sistema financeiro e à implementação coordenada de padrões de regulação prudencial para gestão de riscos. Em Londres, os Líderes do G-20 assumiram compromisso com a implementação de boas práticas para políticas de remuneração. Tal compromisso foi reafirmado em Pittsburgh, quando os Líderes destacaram ainda a necessidade de implementar padrões internacionais robustos para a política de remuneração, visando desencorajar práticas que levem à assunção de riscos excessivos, como forma de fortalecer a estabilidade do sistema e alinhar práticas de remuneração com criação de valor a longo prazo.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nesse contexto, foram utilizadas como base as recomendações contidas em dois documentos divulgados pelo Financial Stability Board (FSB) em 2009 e referendados pelo G20: FSB Principles for Sound Compensation Practices e FSB Implementation Standards on Compensation. O propósito é adequar o arcabouço regulatório nacional às boas práticas bancárias internacionais. O primeiro documento define princípios gerais com o objetivo de alinhar as políticas de remuneração das grandes instituições financeiras a uma prudente filosofia de gerenciamento de riscos. O segundo adota abordagem mais prática, contendo propostas específicas e detalhadas de reformas na governança corporativa e nos padrões globais de estrutura de remuneração, trazendo ainda recomendações destinadas a elevar a transparência das políticas e práticas de remuneração de administradores e empregados.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A participação em fóruns como o G20 pode demandar ações específicas inclusive no que se refere a iniciativas que tenham como objetivo desenvolver e fomentar a implementação de políticas de regulação e de supervisão no interesse da estabilidade financeira, foco principal das discussões desenvolvidas no âmbito do FSB. O FSB é um organismo internacional integrado por representantes de bancos centrais, autoridades nas áreas de regulação e supervisão, ministros de finanças e instituições financeiras internacionais, entre outros. São representantes brasileiros no FSB o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários e o Ministério da Fazenda.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O objetivo da proposta de normativo colocada em audiência pública é alinhar, de um lado, as políticas de remuneração aplicáveis a administradores e empregados que exerçam funções com impacto relevante sobre a exposição ao risco, e de outro, os riscos assumidos pelas instituições financeiras. Busca-se, assim, promover o desenvolvimento de políticas de remuneração compatíveis com a estratégia global de gestão de riscos, formuladas de modo a não incentivar comportamentos capazes de elevar a exposição ao risco acima dos níveis considerados prudentes no curto, médio e longo prazos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A proposta normativa dispõe que uma política de remuneração variável implementada pelas instituições financeiras deve levar em conta, entre outros fatores, os riscos correntes e potenciais; o resultado geral da instituição, excluídos os resultados extraordinários; a capacidade de geração de fluxo de caixa da instituição financeira; e o ambiente econômico e suas tendências. Além disso, o valor final da remuneração variável paga a administradores e empregados cujas ações tenham impacto material sobre a exposição a risco deverá considerar fatores como desempenho individual; desempenho da unidade de negócios; desempenho institucional; e a relação entre desempenho e risco assumido (desempenho ajustado pelo risco).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A proposta estipula ainda que o Conselho de Administração deve ser o órgão responsável pela política de remuneração, cabendo-lhe supervisionar o planejamento, operacionalização, controle e revisão da referida política. Instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, constituídas sob a forma de companhia aberta ou que sejam obrigadas a constituir comitê de auditoria nos termos da regulamentação em vigor, passariam a ser obrigadas a instituir órgão estatutário denominado “Comitê de Remuneração”. Tal comitê será responsável por elaborar a política de remuneração da instituição, propor ao Conselho de Administração as diversas formas de remuneração, fixa e variável; supervisionar a implementação e operacionalização da política de remuneração da instituição; e zelar para que a política de remuneração esteja permanentemente compatível com a política de gestão de riscos, com as metas e a situação financeira atual e esperada da instituição e com o disposto na regulamentação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Após o período de audiência pública, a proposta revisada deverá ser submetida à aprovação da Diretoria Colegiada do Banco Central e, posteriormente, do Conselho Monetário Nacional.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 18h50min</span></font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[HSBC VÊ INDÚSTRIA FORTE EM JANEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52824</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O IBGE divulgará amanhã (terça-feira, dia 2), o resultado da produção industrial de dezembro, com queda de até 0,8%, mas, segundo Banco HSBC, não há o que temer. Pesquisa realizada pela instituição -- o Índice Gerentes de Compras (PIM) -- mostra que a indústria brasileira teve um começo de ano promissor, com o setor expandindo-se por um ritmo considerável. O índice, sazonalmente ajustado e uma consolidação de dados criada para fornecer, em um único número, uma visão geral e instantânea do desempenho do setor industrial brasileiro, alcançou 57,8 pontos em janeiro (contra 55,8 de dezembro), o patamar mais elevado desde o início da coleta dos dados em fevereiro de 2006.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para o economista-chefe do HSBC, André Lóes, todos os componentes do Índice Gerentes de Compras HSBC mostraram, em janeiro, desempenhos superiores a dezembro. “Em nossa visão, a combinação de forte crescimento do indicador relativo à produção com a elevação do ritmo de novos pedidos e estoques – todos atingindo seu pico – sugere tendência de continuidade do forte ritmo de expansão da atividade industrial à frente", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele ressalta ainda que, no item relativo a emprego, o índice segue reagindo favoravelmente. Mas avisa que as empresas têm reportado alguma elevação de preços finais -- o quarto mês consecutivo. “No conjunto, os dados de janeiro confirmam a dinâmica muito favorável da indústria. E acrescentam mais uma evidência na história de rápida redução da capacidade ociosa, que tem sido vista com preocupação pelo Banco Central”, afirma.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-style: italic;">Brasília, 16h56min</span></font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[SANTANDER: "A CHAPA DA INFLAÇÃO ESTÁ ESQUENTANDO"]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52819</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com ânimos exaltados no mercado, a inflação amplificou os temores dos analistas, o que, por tabela, acendeu a luz amarela no Banco Central (BC). Por isso, o título acima, muito bem empregado pelo Banco Santander em seu relatório semanal.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Tatiana Pinheiro, economista da instituição, a evolução dos preços ao consumidor e no atacado começam o ano descontando o movimento de desinflação registrado nos últimos meses de 2009. Pelas suas contas, o IPCA de janeiro, que será divulgado na próxima sexta-feira (dia 5), ficará em 0,68%. Jpa o IGP-DI, que também sairá na sexta, deve bater em 0,68%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"A pergunta a ser respondida é o quanto dessa aceleração de preços ultrapassa o 'comum' para o período. Apesar de ser muito cedo para responder, se a expectativa para janeiro for confirmada, a indicação será que a pressão inflacionária neste período está ligeiramente acima do sazonal. Se a nossa expectativa for confirmada, o IPCA subirá para 4,52% no acumulado de 12 meses (era 4,31% em 2009)", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Tatiana, a aceleração (do IPCA) em janeiro deve-se à alta sazonal nos preços dos alimentos in-natura, dos combustíveis, da recreação e pelo reajuste da tarifa de transporte urbano. Todas, pressões muito comuns ao primeiro trimestre do ano que, em fevereiro, deverão se somar ao reajuste das tarifas escolares. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"A questão está no quanto da alta a ser observada será simplesmente sazonal. Parece que, salvo deflação muito forte no bimestre fevereiro-março, alguns itens devem apresentar aceleração de preços acima do sazonal, tais como: álcool combustível, alimentos, serviços pessoais e recreação", afirma a economista do Santander. A seu ver, esse quadro sinaliza que a projeção do Banco Central para o IPCA do primeiro trimestre, de 1,5%, publicada no relatório de inflação de dezembro de 2009, tem grande chance de ser frustrada.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Com relação aos preços no atacado, tanto os preços dos produtos industrias, quanto ao consumidor e da construção civil apresentam aceleração forte, seja por pressão do preço de commodities, por recomposição de margens ou efeito climático. Esperamos alta de 0,68%, com a inflação dos preços agrícolas desacelerando (principalmente devido aos grãos) e com a inflação dos preços industriais acelerando. No acumulado 12 meses, a inflação no atacado (IGP-DI) passará de -2,16%, dezembro passado, para -1,5%", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 15h35min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[O CUSTO SERRA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52796</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Assim como analistas e investidores esperam um compromisso mais forte do governo Lula com um ajuste fiscal rigoroso neste 2010 de pressões inflacionárias advindas do crescimento mais forte da economia, a cobrança é grande em relação a um posicionamento mais claro do que será a política econômica de um eventual governo José Serra, do PSBD. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Até bem pouco tempo, seria absurdo pensar na possibilidade de o mercado financeiro levantar qualquer suspeita sobre uma administração tucana, associada a gestões responsáveis, comprometidas com um Estado enxuto e medidas ortodoxas de controle da inflação. Mas, hoje, nove em cada dez analistas mostram preocupação diante das chances reais de o PSDB voltar a comandar o país a partir de janeiro de 2010. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A desconfiança ganhou corpo depois das declarações do presidente do PSDB, Sérgio Guerra, em entrevista à revista Veja, de que, “sem dúvida nenhuma”, no governo tucano, se mexerá na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação — o tripé-base da economia construído durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso. Por mais que Guerra tenha tentado, desde então, negar o que disse, aumentou a suspeição quanto ao que Serra fará se vencer a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, do PT, em outubro próximo. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Serra nunca foi o candidato preferido do mercado financeiro, por considerá-lo intervencionista demais. Portanto, quando o presidente do PSDB diz que, no governo tucano, tudo será diferente na política econômica que, nos últimos dez anos, conseguiu finalmente mudar o Brasil de patamar e garantir crescimento a taxas superiores a 4% ao ano sem pressões inflacionárias, só resta aos que tripudiam o governador de São Paulo aumentar o tiroteio contra ele. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Mercado cobra caro</STRONG> </FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>Apesar de ciente do estrago, Serra acredita que ainda não é o momento de tornar público o seu projeto de política econômica, até porque não assumiu oficialmente a sua candidatura, por mais explícita que ela seja. Certamente, está cometendo mais um erro e incentivando a candidatura de Dilma Rousseff, que, a cada nova pesquisa eleitoral, ganha pontos importantes, levando integrantes do PT a acreditar que a ministra, uma escolha pessoal do presidente Lula, vencerá as próximas eleições do primeiro turno. </P> <P>&nbsp;</P> <P></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Em meio à postura arredia de Serra, o mercado tenta mapear quem serão os nomes fortes da equipe econômica tucana. Ainda que inexpressivos politicamente, dois nomes têm circulado entre os analistas. Os de Mauro Ricardo Costa, hoje secretário de Fazenda do estado de São Paulo, para o Ministério da Fazenda, e de Gesner Oliveira, atual presidente da Sabesb, para a presidência do Banco Central. São especulações? Com certeza. Mas elas têm feito parte do cenário traçado pelo mercado, e vêm sendo embutidas nos elevados “prêmios de risco” cobrados pelos investidores para atravessar o ano de eleições presidenciais. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Dias de tensão</STRONG> </FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>Por falar em riscos, teremos uma semana movimentada, com indicadores que vão reforçar, ou não, as apostas de alta da taxa básica de juros (Selic) entre março e abril próximos. Na terça, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará o resultado da produção industrial de dezembro e de todo 2009. Muito provavelmente, o que se verá no último mês do ano é uma indústria em crescimento, mas em processo de desaceleração, com queda de 0,8% ante novembro. </P> <P>&nbsp;</P> <P></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na quinta, todas as atenções estarão voltadas para a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada. O comunicado emitido pelo Banco Central para justificar a decisão de manter a Selic em 8,75% ao ano induziu os agentes econômicos a verem o arrocho monetário mais próximo. O BC não só deixou de destacar o que chamava de “ociosidade” no parque produtivo e no mercado de trabalho, como não frisou ver a inflação convergindo para o centro da meta de 4,5% definida pelo governo. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No dia seguinte, o IBGE dará um número que, com certeza, será usado de forma enfática pelos que pregam o aumento de juros já. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro deve ter ficado em 0,71%, indicando inflação anualizada de quase 9%, ou seja, muito acima do teto da meta perseguida pela BC, de 6,5%. Todo mundo sabe que esse resultado está influenciado por fatores pontuais, como o aumento de 17% nas passagens dos ônibus urbanos de São Paulo e a alta dos alimentos afetados pelo excesso de chuvas. Mas, mesmo assim, as expectativas de inflação colhidas pelo BC vão subir, estimulando um movimento perigoso de remarcações preventivas que podem se traduzir em real disparada dos preços. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Recado a Mesquita</STRONG> </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O governo está em polvorosa. Desde que voltou de férias, há duas semanas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, assumiu para si a missão de convencer a todos — sobretudo a ala mais conservadora do BC, comandada pelo diretor de Política Econômica, Mário Mesquita — de que não há razões efetivas para aumento de juros. Assim como, em janeiro, o IPCA foi puxado por fatores que não sofrem qualquer influência da taxa de juros, em fevereiro, acontecerá o mesmo, pois o índice captará o reajuste das mensalidades escolares. E como, nesse período, já se verá a economia crescendo a um ritmo mais moderado, não haverá porque o Copom ser tão duro. Pelo menos até agora, tendo a concordar com Mantega. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasíl</EM><EM>ia, 12h25min</EM></FONT></P>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[SEMANA DE MUITA TENSÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52754</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">JANKIEL SANTOS E FLÁVIO SERRANO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">A alteração feita no comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) na última quarta-feira (dia 27) não deixou dúvidas: o Banco Central está na iminência de elevar a meta da taxa Selic. Agora, a questão é: quando o processo de aperto monetário será iniciado? Março ou abril?  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Na tentativa de esclarecer esse ponto, os agentes de mercado deverão avaliar minuciosamente a ata do último encontro, que será divulgada na próxima quinta-feira. Avaliamos que a chance de um aumento de juros em Março aumentou recentemente, já que o comunicado não fez qualquer referência à ociosidade remanescente dos fatores de produção da economia brasileira – quadro bastante divergente daquele apresentado na reunião de dezembro de 2009 – nem tampouco à convergência da inflação para a trajetória objetivo ao longo do horizonte relevante de tempo.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Desta vez, os membros do comitê mencionaram apenas que adotarão uma abordagem do tipo “esperar para ver” com relação aos desdobramentos das condições econômicas até Março, antes de estabelecer o patamar da taxa básica.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Esta é uma grande mudança em comparação à postura anterior, quando o BC parecia bastante confiante no cumprimento da meta inflacionária concomitante à manutenção da taxa Selic no patamar corrente. Aparentemente, essa confiança foi erodida, especialmente por conta da deterioração nas expectativas inflacionárias, que são o cerne do modelo de projeções macroeconômicas do BC. Caso essa tendência se perpetue, as estimativas de inflação do BC para os próximos anos deverão divergir da meta de 4,5%, fazendo com que ele tenha de alterar sua atual postura acomodatícia para uma mais restritiva.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Infelizmente, dadas as surpresas negativas com as recentes divulgações dos indicadores de inflação, julgamos que a mediana das projeções de inflação dos agentes de mercado está fadada a permanecer em alta, uma vez que os próximos resultados dos índices de preços vão girar – devido a fatores sazonais – em patamar não consistente com as metas estabelecidas para 2010 e 2011. Aliás, esperamos que o IPCA de Jan10, a ser divulgado na próxima sexta-feira, releve variação mensal de 0,71% – ou 8,9% em termos anualizados – impulsionado pela alta de preços dos produtos alimentícios e da tarifa de transporte público.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">O primeiro está sendo influenciado pelo período chuvoso, enquanto o último está refletindo a ajuste na passagem de ônibus em São Paulo, o que ilustra o caráter temporário dos fatores que estão empurrando os índices de preço para cima neste início de ano. Levando em consideração as medidas de núcleo inflacionário, os três indicadores avaliados pelo BC deverão ter registrado média de 0,53% no mês – ou 6,5% em termos anualizados, que é o teto da margem de tolerância da meta de inflação – também parcialmente pressionadas por fatores sazonais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Não obstante o fato de que parte da recente aceleração de inflação deverá recuar – em outubro a média dos núcleos foi de 3,5% em termos anualizados – é verdade que a retomada econômica fará com que alguns itens apresentem uma inflação mais alta do que no ano passado. É por este motivo que avaliamos que as expectativas inflacionárias permanecerão em alta nas próximas semanas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Contudo, ainda que reconheçamos que nossa projeção possa ser superada, ainda acreditamos que o ritmo da economia não será suficiente para levar o IPCA a patamares muito superiores à meta estabelecida para 2010. Aliás, os indicadores de atividade econômica programados para serem divulgados ao longo da próxima semana deverão dar suporte à percepção de que a expansão desacelerará à frente. Dentre eles, o destaque ficará a cargo da produção industrial de Dez09, para a qual estimamos queda mensal de 0,8% em termos dessazonalizados.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> É importante lembrar que o crescimento interanual projetado de 17,1% será altamente influenciado pela baixa base de comparação e, por conta disto, não deve ser levada “a ferro e fogo”. Como temos dito há algum tempo, embora a produção tenha retornado a patamares pré-crise em alguns segmentos – em parte por conta dos incentivos fiscais – a situação em diversos deles ainda permanece difícil. Consequentemente, caso nossas projeções sejam confirmadas, a visão de que a economia brasileira continuará acelerando seu ritmo poderá ficar sob júdice (bem como as apostas em um aperto monetário agressivo).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Economistas do Banco BES Investimento.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 15h01min</font></p>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52752</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 137px; height: 163px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">CRÔNICA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">SURFANDO NO TSUNAMI</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Como uma apaixonada e dependente das palavras impressas no papel, me recuso a acreditar que livros e jornais desaparecerão um dia, e tudo o que nos restará será este espaço virtual em que agora navego. Mas não se pode negar que a internet é a “quarta onda” que, talvez, Alvin Toffler tenha querido prever, mas não ousou acreditar tanto.&nbsp; Afinal, quem poderia imaginar a existência de uma mídia versátil que numa única interface pode assumir a postura de jornal, revista, rádio ou televisão?</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">A internet está aí e ainda é um desafio para todos nós que trabalhamos com comunicação. Os meios tradicionais são veículos que comunicam em uma única direção, tendo como objetivo levar uma mensagem para muitas, milhares de pessoas. A tão propalada, estudada e criticada “comunicação de massa” da nossa velha companheira “Escola de Frankfurt”.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Entretanto, o hipertexto e as tecnologias são aspectos da internet que permitem uma maior personalização e interatividade, o que muda totalmente a maneira de transmitir informações, pois o emissor deixa de ter o completo domínio do processo. O centro das atenções, agora, é o receptor, ou seja, o foco da comunicação passou a ser o consumidor de “qualquer dado”.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mudança que veio bem a calhar para uma sociedade cada vez mais hedonista e individualista. O consumidor de hoje quer exclusividade, mesmo que aparente; quer personalização. A internet oferece exatamente isso: a individualização de do processo comunicativo. O indivíduo, do conforto da sua casa ou da sua estação de trabalho, pode assumir o controle do que quer ver, ler, comprar... Acredito que esteja aí a chave para entender porque o investimento em publicidade virtual cresce a passos largos, enquanto o faturamento das mídias de massa tradicionais está sofrendo retração bastante acentuada nos EUA e também no Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">O alto valor da veiculação e produção da publicidade em meios massivos pode ser o causador desse comportamento. Por outro lado, a facilidade em segmentar adequadamente o público-alvo oferecida pelos sites é tentadora para as empresas anunciantes. As características gráficas e de texto presentes na internet auxiliam na qualificação do segmento de público que se quer atingir, facilitando a venda de espaços publicitários. Imagina, então, ter a possibilidade de escolher em que páginas específicas de determinado site você quer que o seu anúncio apareça? É o sonho de consumo de todo profissional de mídia!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Todos esses processos fazem parte da evolução (revolução) da comunicação no mundo globalizado e digitalizado. Não há como apertar o reward. A quarta onda, ou melhor, o tsunami já devastou o paraíso e agora só resta aos veículos de massa reconstruir, remodelar, repensar e criar novas alternativas de sobrevivência neste cenário de luta extremamente agressiva pelas verbas publicitárias.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-style: italic;">Não me espantaria que o Google anunciasse em tom triunfal a compra de um gigante “de papel” como o New York Times. Conglomerados de comunicação já são uma realidade nestes insanos tempos em que, viver ou não viver na “matrix”, se transformou na charada filosófico-existencialista das próximas décadas.&nbsp;</span> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span>.</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 08h10min</font></p>
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		<title><![CDATA[COPOM DEIXA AS PORTAS ABERTAS PARA A ALTA DA SELIC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52753</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARISTELLA ANSANELLI E GUSTAVO ARRUDA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Sem novidades na decisão pela manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 8,75% por mais um período, o destaque ficou para as mudanças no comunicado divulgado após a reunião de política monetária de janeiro. Corroborando as expectativas, o Banco Central retirou a sinalização de manutenção dos juros, que vigorava nos comunicados até dezembro, e deixou as portas abertas para dar início ao ciclo de aperto monetário em março ou abril. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A mudança de tom fica muito clara com a exclusão das referências sobre o cenário inflacionário benigno e a margem de ociosidade remanescente na economia, que foram substituídas pela frase “O Comitê irá acompanhar a evolução do cenário macroeconômico até a sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária.” Além disso, o texto do comunicado é uma repetição do comunicado da reunião de janeiro de 2008, que antecedeu o início do ciclo de aperto monetário em abril daquele ano. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Tudo somado, fica clara a intenção do Copom de dar início do ciclo de alta dos juros em breve. A questão em aberto é se a alta deve ocorrer em abril ou ser antecipada para março. Nosso cenário segue apontando para o início do ciclo em abril, fundamentado nos atuais níveis de utilização de capacidade instalada (NUCI) e no hiato do produto ainda negativo. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">É fato que a velocidade de fechamento do hiato e aumento do NUCI tem superado as expectativas, mas acreditamos que os níveis atuais permitem que o Copom espere até abril para dar início ao ciclo de aperto, até para ter maiores informações sobre o real ritmo de recuperação das economias mundial e brasileira. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os riscos de uma elevação em março, no entanto, não são desprezíveis, especialmente por conta dos impactos da inflação corrente mais elevada sobre as expectativas. Novas surpresas negativas do lado da inflação, especialmente por conta das incertezas no grupo dos alimentos, podem ter impacto severo sobre as expectativas e antecipar a necessidade de uma elevação da Selic para março. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em resumo, mantemos nossa expectativa de alta da Selic em abril e também nossa percepção de riscos assimétricos para uma antecipação para março. Com relação à magnitude do ciclo, também mantemos os 2,5 pontos de alta ao longo deste ano como o cenário mais provável.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Economistas do Banco Fibra.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 22h26min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES VAI AO ESTADO DE DILMA. ISSO AINDA ACABARÁ EM CHAPA PRESIDENCIAL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52721</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Disposto a brigar pela vaga de vice na chapa presidencial liderada por Dilma Rousseff, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, aportará, na próxima sexta-feira (dia 5 de fevereiro), em Caxias do Sul, uma das cidades mais importantes do Rio Grande do Sul, estado no qual a ministra da Casa Civil fez carreira política.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles fará uma palestra na Câmara de               Indústria, Comércio e Serviços               (CIC) sobre as perspectivas econômicas para               2010. Será uma reunião-almoço que custará R$ 40 a cada associado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quem entende de política diz que a ida de Meirelles a Caxias será um afago e tanto em Dilma, que também deverá estar na cidade no mesmo dia, assim como o presidente Lula, que vê, com bons olhos o presidente do BC como vice da ministra.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h22min</font></p>
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		<title><![CDATA[BANCO UBS ESTÁ PRONTO PARA RETORNAR AO BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52716</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de comprar o Pactual e de revendê-lo aos ex-donos, o Banco UBS prepara se retorno ao Brasil. A estrutura do banco suíço está prontinha para operar. Só está esperando as aprovações do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h25min</font></p>
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		<title><![CDATA[SUPERÁVIT PRIMÁRIO DE 2010 SERÁ DE R$ 114 BILHÕES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52672</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Se realmente cumprir a promessa de entregar, em 2010, um superávit primário de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB), como forma de recuperar a credibilidade das contas públicas, o governo terá que fazer uma economia de pelo menos R$ 114 bilhões. É esse o cálculo que os analistas estão fazendo e que tem provocado descrédito quanto à capacidade de a administração Lula atingir, em um ano eleitoral, tal quantia para o pagamento de juros da dívida.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para se ter uma idéia do tamanho do esforço a ser empreendido, o superávit primário de 2010 terá que ser R$ 49,5 bilhões superior ao registrado no ano passado, de R$ 64,5 bilhões. A missão ganhará uma dimensão ainda maior se for levado em conta que, da economia de 2009, R$ 26 bilhões decorreram de receitas extraordinárias – dividendos de estatais, depósitos judiciais e absorção do patrimônio do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND) –, que não tendem a se repetir na mesma proporção. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“São esses números que nos fazem acreditar que a meta de 3,3% do PIB não será cumprida neste ano”, disse o economista-chefe da Corretora Convenção, Fernando Montero, um dos maiores especialistas em contas públicas do país. Segundo ele, para cada ponto percentual de aumento do superávit primário em relação ao PIB, as receitas do governo terão de crescer 5% acima das despesas. “Mas não vejo espaço para isso acontecer, ainda que a atividade econômica avance muito, devido ao excesso de despesas já contratadas pelo setor público”, acrescentou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No entender de Montero, a intenção do governo de cumprir a meta de superávit primário de 3,3% do PIB em 2010 é boa. “Mas, infelizmente, a promessa não tem credibilidade”, disse. A seu ver, mesmo que o governo entregue a meta, a desconfiança dos analistas e dos investidores será grande, pois o número em si deixou de ser relevante. “Agora, o que realmente importa, quando se olha para as contas públicas, é a qualidade do superávit, de onde vieram as receitas para a economia”, assinalou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Artificialismo</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>O descrédito, destacou o economista-chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa, aumentou ontem (dia 28), depois da divulgação dos resultados das contas públicas de 2009 pelo Banco Central. O superávit primário consolidado do setor público – União, estados, municípios e estatais – ficou em 2,06% do PIB, o pior saldo desde 2001, início da série histórica do BC que agrega as estatais, excluindo-se a Petrobras. A meta oficial, porém, era de 2,5%. Para chegar a ela, o governo foi obrigado a lançar mão de um expediente pouco ortodoxo: o abatimento de gastos com obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O desconto chegou a R$ 13,9 bilhões, o equivalente a 0,44% do PIB. Foi a primeira vez que se usou tal mecanismo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“É preciso ressaltar que todas as operações – uso de receitas extraordinárias e abatimento de gastos com o PAC – estão em conformidade com as regras. São coerentes com a metodologia”, assegurou o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes. Ele ressaltou, ainda, que o compromisso do governo de fazer a economia de 3,3% do PIB neste ano para o pagamento de juros da dívida é real. E isso será facilitado pela forte retomada da atividade econômica, que impulsionará a arrecadação de impostos. Além disso, acabará a redução de tributos (IPI) dada a vários setores, entre eles o automobilístico e de eletrodomésticos, para amainar os impactos negativos da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Altamir reconheceu, contudo, que o melhor seria o governo não contar apenas com o aumento de impostos para cumprir a meta de superávit primário. “Se houvesse espaço, de fato, seria melhor fazer o superávit por meio da contração de despesas”, afirmou. É o que também acredita Newton Rosa. “Muito do descrédito do mercado em relação às contas públicas decorre dos artificialismos aos quais o governo recorreu e do fato de o superávit estar sustentado apenas nas receitas”, emendou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Outro dado decepcionante, no entender dos analistas, foi o déficit nominal. Como o superávit primário, de R$ 64,5 bilhões, não foi suficiente para cobrir as despesas com juros, de R$ 169,1 bilhões, o rombo total das contas públicas atingiu R$ 104,6 bilhões, o maior da série histórica do BC e o equivalente a 3,34% do PIB. “Foi o impacto da crise. Mas se compararmos esse resultado com os das economias desenvolvidas, veremos que o país foi menos afetado”, disse Altamir. Nos Estados Unidos, o déficit nominal saltou de 5,9% para 10,1% do PIB entre 2008 e 2009. Na Alemanha, o aumento foi de 0,1% para 4,2%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p> <br>
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		<title><![CDATA[CADA BRASILEIRO PAGOU R$ 880 EM JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52671</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A queda da taxa básica de juros (Selic), de 13,75% para 8,75% ao ano em 2009, não aliviou o peso da dívida pública nas contas do governo. Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, as despesas com juros totalizaram R$ 169,1 bilhões – recorde histórico –, o correspondente a 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa dizer que, ao longo do ano passado, cada um dos 192,4 milhões de brasileiros arcou com R$ 880 dessas despesas, fatura que pode aumentar neste ano caso o BC seja obrigado a elevar a Selic para conter pressões inflacionárias decorrentes, sobretudo, do incremento dos gastos públicos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A conta dos juros acompanhou o crescimento da dívida líquida do setor público, que pulou, entre 2008 e 2009, de R$ 1,153 trilhão para R$ 1,345 trilhão – um aumento de R$ 192 bilhões –, batendo em 43% do PIB. No entender de Altamir, esse salto não deve, porém, ser visto com preocupação, pois não se trata de descontrole. “Do ponto de vista de solvência (da dívida), não há com o que se preocupar. A dinâmica da dívida é de queda. Pelas nossas projeções, a relação com o PIB fechará 2010 em 40%”, assegurou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele destacou ainda que boa parte do aumento da dívida no ano passado decorreu do comportamento do câmbio. Enquanto, em 2008, a moeda americana registrou alta de 32%, jogando o endividamento para baixo, já que o Brasil é credor em dólar, em 2009, houve o inverso, uma vez que o real subiu 26%. “Tudo o que se ganhou com o câmbio em 2008, devolveu-se em 2009”, frisou. Para cada 1% de alta do dólar, a relação entre a dívida e o PIB cai 0,11 ponto percentual. Quando o real se valoriza, o indicador faz a trajetória inversa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação do economista do BC, também a dívida bruta do setor público, que não desconta as reservas internacionais do país, de US$ 240 bilhões, nem os créditos a receber, está com trajetória de queda. Não foi, porém, o que se viu no ano passado, quando o endividamento bruto passou de R$ 1,740 trilhão ( 56,3% do PIB) para R$ 1,973 trilhão (63% do PIB). É a dívida bruta que os analistas e as agências de classificação de risco olham para avaliar a saúde financeira de um país. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h16min</font></p> <br>
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		<title><![CDATA[PARA ALTAMIR LOPES, MELHOR SERIA FAZER SUPERÁVIT POR CORTE DE GASTOS. MAS NÃO DÁ]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52653</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, mostra-se confiante em relação ao cumprimento da meta de superávit primário de 3,3% do Produto Inetrno Bruto (PIB) em 2010, número visto com reservas pelo mercado. Segundo ele, com a forte retomada da atividade econômica, as receitas com impostos vão aumentar, facilitando a vida do governo para se chegar aos 3,3% do PIB sem qualquer desconto de investimentos, como o verificado em 2009.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Altamir reconheceu, porém, que o melhor seria o governo não contar somente com o aumento das receitas para fazer o superávit de 3,3%, mas também cortar gastos. "Se houvesse, de fato, espaço para a compressão das despesas, seria melhor", disse ao blogueiro. Ele lembrou que, neste ano, o governo terá de volta receitas das quais abriu mão no ano passado por meio da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), para amainar os efeitos da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele chamou ainda a atenção para a trajetória cadente da relação entre a dívida líquida e o PIB, que deve fechar este ano em 40% ante os 43% de 2009. "Portanto, não há com o que se preocupar com essa questão de solvência", afirmou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h48min</font></p>
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		<title><![CDATA[DÉFICIT NOMINAL, QUE INCLUI A CONTA DE JUROS, AUMENTOU 82,8% NO ANO PASSADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52609</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mesmo com a queda da taxa básica de juros (Selic) para ajudar a reverter a recessão na qual o país mergulhou no ano passado, por causa da crise mundial, o setor público não conseguiu economizar o suficiente para pagar seus credores. Com isso, o Brasil fechou 2009 com déficit nominal de R$ 104,6 bilhões, com crescimento de 82,8% sobre o ano anterior.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para calcular o déficit nominal, o Banco Central levou em conta os gastos com juros, de R$ 169,1 bilhões em 2009, e, desse valor, descontou o superávit primário de R$ 64,5 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o déficit nominal alançou 3,34%, mostrando que as contas públicas estão em franca deterioração.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para os analistas, o governo precisa dar uma demonstração clara ao longo de 2010 de que realmente está comprometido com o ajuste fiscal, tão necessário para manter a inflação sob controle e tirar um peso sobre o BC, que pode ser obrigado a elevar os juros a partir de abril, como projeta a maior parte do mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h06min</font></p>
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		<title><![CDATA[DÍVIDA BRUTA TOTAL DO SETOR PÚBLICO CHEGOU A R$ 1,97 TRILHÃO, O CORRESPONDENTE A 63% DO PIB]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52628</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A gastança do governo em um ano de queda da arrecadação levou a dívida bruta do setor publico a fechar 2009 em R$ 1,97 trilhão, o equivalente a 63% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas geradas no mesmo período.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A dívida líquida, por sua vez, atingiu R$ 1,34 trilhão, o correspondente a 43% do PIB, com aumento de R$ 191,7 bilhões, ou 1,15 ponto percentual do Produto, em relação a 2008.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Isso aconteceu, sobretudo, porque o governo não conseguiu pagar toda a conta de juros, que chegou a R$ 169,14 bilhões no ano passado. Ou seja, o Tesouro Nacional pagou os juros com mais dívida, ao emitir títulos públicos para entregar a seus credores.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h54min</font></p>
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		<title><![CDATA[GOVERNO USA PAC E PPI PARA CUMPRIR META FISCAL DE 2009, DE 2,5% DO PIB]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52626</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O governo teve de recorrer ao PPI e ao PAC para cumprir a meta de superávit primário de todo o setor público em 2009. Segundo o Banco Central, para chegar ao objetivo de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o governo descontou 0,44% de gastos em obras. Ou seja, o superávit primário ficou em 2,06% do PIB (R$ 64,5 bilhões), o pior resultado desde 2001. Sem esses descontos, o governo não cumpriria a meta.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em 2008, o superávit havia sido de 3,54% do PIB, totalizando R$ 106,4 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em dezembro, especificamente, o setor público teve superávit de R$ 276 milhões, graças a uma série de manobras do governo federal para fechar as contas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h40min</font></p>
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		<title><![CDATA[CMN APERTARÁ AINDA MAIS O CERCO AOS DERIVATIVOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52621</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} </style> <![endif]-->  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">O governo dará mais um passo para fechar as brechas usadas por bancos e empresas em operações com derivativos, que, no auge da crise mundial, no fim de 2008, quase levaram a Sadia e a Aracruz Celulose à falência.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> O Conselho Monetário Nacional (CMN) deve aprovar nesta quinta-feira (dia 28) uma resolução restringindo as remessas ao exterior para a cobertura de margens nos mercados futuros às operações registradas na Cetip S/A, central que agrega as transações de balcão (fora do mercado financeiro tradicional).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Sem o registro da operação de derivativos na Cetip, o Banco Central não permitirá o fechamento de câmbio. Ou seja, não haverá como enviar os recursos por meios legais. O mesmo valerá para as empresas e bancos que quiserem trazer para o Brasil os ganhos obtidos fora do país com derivativos.<span style="font-size: 12pt;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Ao apertar o cerco, o governo quer evitar surpresas desagradáveis como as registradas na crise. Descobriu-se que quase 4 mil empresas tiveram prejuízos realizando operações exóticas, </font><font size="2">desconhecidas do grande público.  <br></font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2"> <br></font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Pelas contas do BC, as captações de recursos no exterior por bancos e empresas têm girado em torno de US$ 700 milhões por mês, dos quais 5% (US$ 35 milhões) estão indexadas a contratos de derivativos. </font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília,21h03min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[BC MANTÉM A SELIC EM 8,75% AO ANO, MAS DÁ UM PASSO A MAIS PARA ELEVAR OS JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52619</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Como já era esperado pelo mercado e pelo governo, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a taxa básica de juros (Selic) em 8,75% ao ano. Mas, por meio de um comunicado lacônico, sinalizou que a alta dos juros está cada vez mais próxima.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No texto pós-Copom, o BC retirou a expressão "ociosidade remanescente dos fatores produtivos", desvencilhando-se de mais uma amarra para dar início ao aperto monetário, que deve começar em abril, segundo a aposta majoritária do mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h06min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[CONSELHINHO MANTÉM MULTA DE R$ 500 MIL AO SANTADER, MAS ABSOLVE MÁRIO TORÓS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52602</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Um dos processos mais polêmicos do mercado financeiro -- que trata da acusação de manipulação do mercado de ações pelo Banco Santander -- foi finalmente julgado nesta quarta-feira (dia 27) pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, o Conselhinho.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Por cinco votos a quatro, foi mantida a multa de R$ 500 mil imposta pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ao Santander, por irregularidades cometidas em 2000. Os dois diretores do banco acusados de comandarem as operações, Mário Torós (ex-diretor do Banco Central) e Gustavo Murgel, foram absolvidos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O processo entrou na pauta do Conselhinho três vezes. Mas acabou sendo retirado dos julgamentos por vários motivos, inclusive com a torcida do governo para que Torós, então diretor de Política Monetária do BC, não fosse constrangido. Como ele acabou demitido há pouco mais de um mês do BC, por revelar os bastidores da atuação do banco durante a crise mundial, ficou mais fácil levar a acusação de manipulação a julgamento.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 18h07min</font></p>
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		<title><![CDATA[MESMO COM O DÓLAR EM ALTA, BANCO CENTRAL CONTINUA COMPRANDO A MOEDA AMERICANA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52587</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar da disparada dos preços dos dólar, diante da maior aversão ao risco entre os investidores, o Banco Central continuou intervindo no mercado e comprando lotes da moeda americana para reforçar as reservas internacionais do país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em janeiro, até o dia 22, mesmo com o fluxo cambial tendo ficado positivo em apenas US$ 10 milhões, o BC arrematou US$ 1,684 bilhão, ajudando a empurrar os preços da divisa dos Estados Unidos para cima. As reservas, que haviam aberto o ano em US$ 239,1 bilhões, alcançaram US$ 240,9 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O que está mantendo o fluxo positivo em janeiro é a conta financeira, que contabiliza os investimentos estrangeiros diretos e em bolsa de valores, com saldo positivo de US$ 671 milhões. Na conta comercial, houve déficit de US$ 660 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h45min</font></p> <br> <br> <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[DE OLHO NA VAGA DE VICE DA CHAPA DE DILMA ROUSSEFF, MEIRELLES VIAJA COM LULA PARA DAVOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52586</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Assim que terminar a reunião de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom), na qua a taxa básica de juros (Selic) deve ser mantida em 8,75% ao ano, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, embarcará para Recife, onde se encontrará com o presidente Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">De lá, viajam para Davos, na Suíça, onde participarão do Fórum Econômico Mundial. Lula, por sinal receberá um prêmio inédito por ter assumido um papel de liderança mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles vem sendo apontado por uma ala do Palácio do Planalto como o preferido de Lula para a vaga de vice na chapa presidencial liderada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Lula vê o presidente do BC como um anteparo às desconfianças de parte do mercado ao passado de guerrilheira da ministra.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles precisa, no entanto, convencer o PMDB a apoiar a sua indicação. Por enquanto, a cúpula do partido está fechada com o presidente da Câmara, Michel Temer, que deverá ser reconfirmado na presidência da legenda no próximo dia 6 de fevereiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h34min</font></p> 
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		<title><![CDATA[RUMORES DE MERCADO: SANTANDER ESTARIA COMPRANDO O BANCO SAFRA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52557</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Estão cada vez mais fortes os rumores no mercado de que o Banco Santander estaria negociando a compra do Banco Safra, que passou por maus momentos no auge da crise mundial, no fim de 2008, a ponto de ser socorrido pelo Banco do Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os rumores, que já circulam pelo Banco Central, são de que o comando do Santander teria apresentado a proposta de compra ao controlador do Safra, Joseph Safra, há pouco mais de um mês.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Caso o negócio seja fechado, o Santander passará a deter ativos próximos de R$ 400 bilhões, reassumindo o posto de quarto maior banco do Brasil, ficando muito próximo do Bradesco.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Dinheiro é o que não falta ao Santander. Em outubro do ano passado, o banco espanhol captou mais de R$ 14 bilhões por meio da emissão de ações nas bolsas de São Paulo e de Nova York.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h54min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[NO EXTERIOR, MEIRELLES TEM DITO QUE PREFERE SER VICE DE DILMA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52522</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para quem faz questão de ressaltar a discrição do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, quando o tema é a política, vale uma informação. Nos últimos eventos nos quais ele participou no exterior, várias pessoas ouviram do próprio Meirelles que, se prevalecer a sua vontade, ele será vice na chapa presidencial liderada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. E se PMDB lhe atribuir tal missão, ele não terá o menor problema em deixar o comando do BC assim que a candidatura de Dilma for confirmada.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Caso esse desejo não se confirme, aí, sim, ele pesará todos os prós e contras na última semana de março, quando estará de férias para decidir seu futuro, que, ressalte-se, inclui a possibilidade de ele ficar no comando do BC até o fim do governo Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h12min</font></p>
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		<title><![CDATA[ENQUETE: CONCURSEIROS FORAM RESPONSÁVEIS POR MACUMBA NO BANCO CENTRAL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52514</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na sexta-feira passada (dia 15), os funcionários do Banco Central foram surpreendidos com um despacho de macumba na porta na instituição. Uma galinha toda enfeitada com tiras coloridas causou alvoroço e levantou uma série de indagações sobre quem seria responsável pelo ato inusitado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O <span style="font-weight: bold;">blog</span> fez uma enquete. E, com 58,33% dos votos, os leitores atribuíram a responsabilidade da macumba a um concurseiro, que teria pedido aos santos uma vaga no BC, com salário inicial de R$ 12 mil por mês. A prova do concurso será no próximo domingo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em segundo lugar ficou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com 25% dos votos. Ele teria recorrido ao despacho para evitar a esperada alta dos juros pelo BC.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em terceiro, com 16,67% da preferência dos leitores, ficou o presidente da Câmara, Michel Temer, que disputa, com o presidente do BC, Henrique Meirelles, a vaga de vice na chapa presidencial liderada por Dilma Rousseff.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h45min</font></p>
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		<title><![CDATA[BC DA ÁFRICA DO SUL COGITOU REDUZIR JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52512</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em reunião nesta terça-feira (dia 26), o Banco Central da África do Sul cogitou a possibilidade de reduzir a taxa de juros local como forma de prevenir o país de uma possível nova contração do crédito. Há o temor de que uma nova crise mundial esteja a caminho, diante das fragilidades apresentadas pelas economias dos Estados Unidos e da Europa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Há analistas, inclusive, começando a levantar a possibilidade de essa segunda onda da crise levar o BC do Brasil a adiar o processo de alta da taxa Selic. Hoje, começa a primeira reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom). Como ninguém vê espaço para mudanças agora nos juros, estão todos à espera do comunicado pós-reunião que será divulgado amanhã (quarta-feira, dia 27).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Voltando à África do Sul, vale destacar que a taxa básica de juros de lá está em 7% ao ano e a inflação acumulada em 12 meses, em 5,8%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[OBAMACHO 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52458</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">RICARDO ALLAN (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>Na semana passada, nasceu um novo presidente dos Estados Unidos. Considerado fraco e vacilante aos olhos do norte-americano médio, Barack Obama deve adotar uma atitude mais incisiva. A intenção não é abater a recessão, mas crescer politicamente. Um ano após a posse que levou o mundo a imaginar que, afinal, os EUA seriam governados por um intelectualizado pacifista defensor do meio ambiente de centro-esquerda, seus fãs estão frustrados. Não por acaso, a popularidade presidencial caiu de 70% para 49%. O time político da Casa Branca, com o assessor David Axelrod e o chefe de gabinete Rahm Emanuel à frente, está remodelando sua imagem, criando um homem forte, capaz de impedir a provável vitória dos republicanos nas eleições para o Congresso em novembro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O primeiro lance na estratégia vem sendo a pendenga com o setor financeiro. Primeiro, ainda fiel ao papel de conciliador, o presidente convocou os figurões dos 12 maiores bancos do país para conversar. Lembrando que seus negócios foram salvos pelo dinheiro do contribuinte, pediu que voltassem a financiar empresas e consumidores. Nada aconteceu. A reação presidencial foi propor ao Congresso a criação de um imposto de 0,15% sobre os ativos dos bancos. O movimento mais recente foi a elaboração de dois projetos limitando enormemente a atividade bancária, impedindo o uso do capital próprio no mercado derivativo. Quanto mais os executivos chiam, mais Obama recupera pontos na opinião pública, que culpa os “especuladores” pela recessão.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ao mesmo tempo em que segue as orientações de Axelrod e Emanuel, Obama põe de escanteio seu time econômico liberal, capitaneado pelo secretário do Tesouro, Timothy Geithner, e o chefe da assessoria econômica, Larry Summers. Paul Volcker, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e atual conselheiro presidencial, ganhou relevo. Ele é daqueles economistas que se dizem da “velha escola”, do tempo em que a economia era mais produção industrial e menos impulsos eletrônicos movimentando dinheiro. Ao anunciar os projetos, o presidente tinha atrás de si um sorridente Volcker e constrangidos Geithner e Summers. A proposta principal foi apelidada de “Regra de Volcker”: os bancos não poderão ter, gerir ou patrocinar fundos de hedge (proteção) ou de private equity (capital de risco).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Confronto aberto</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Se o Congresso topar, volta-se ao modelo de separação entre bancos comerciais e de investimento em funcionamento até o democrata Bill Clinton revogá-lo em 1999. Foi em sua gestão que a regulação começou a ser desmontada, dando origem à “orgia” vista nos últimos 10 anos. No discurso na quinta-feira, Obama entrou em confronto direto com o setor. “O que vi nas últimas semanas foi um exército de lobistas de Wall Street indo ao Congresso para tentar bloquear regras básicas e de bom senso que protegeriam nossa economia e o povo americano. Se esse pessoal quer briga, essa é uma briga que eu estou pronto para encarar.” Segundo ele, o contribuinte não será mais refém de nenhum banco “grande demais para quebrar”. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brigar com banqueiros é algo que enche os olhos do eleitorado de qualquer lugar. O Partido Democrata precisa de uma bandeira popular. Perdeu a vaga ocupada por 46 anos pelo senador Ted Kennedy para um inexpressivo candidato republicano, Scott Brown, num dos mais democratas estados norte-americanos, Massachusetts. Com 40 senadores, a oposição passou a ter o poder de impedir votações, o que dificultará a aprovação dos planos do governo. As perspectivas para novembro não são boas. Se não houver uma reação, é provável que Obama seja responsável pelo fim da maioria absoluta no Congresso. A reforma do sistema de saúde, uma das únicas promessas de Obama que começaram a sair do papel, pode sofrer um grave retrocesso.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Boas intenções</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para os milhões que choraram em frente ao Capitólio e a aparelhos de televisão no mundo inteiro, na posse de Obama um ano atrás, a palavra amena para definir o saldo até agora é “decepcionante”. A equipe de idealistas que chegou ao poder se chocou com a realidade: governar exige mais do que boas intenções. Fazendo campanha em poesia, Obama prometeu tirar as forças armadas do Afeganistão e do Iraque, fechar a prisão de Guantánamo, determinar rapidamente a redução dos índices de poluição e salvar os empregos dos trabalhadores. Na base da retórica, venceu tanto a democrata Hillary Clinton, considerada mais pragmática, quanto o republicano John McCain. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Administrando em prosa, mandou mais soldados para o Afeganistão, prorrogou a permanência no Iraque, adiou o fim de Guantánamo e negociou com a China o enterro da Cop-15, conferência que fixaria metas para a redução do aquecimento global. Para livrar a cara, na última hora costurou com o Brasil um documento que virou motivo de piada: não obriga ninguém a emitir menos poluentes. O desemprego subiu para 10%. Só muitos meses após despejar US$ 700 bilhões para socorrer os bancos, fez um modesto programa para ajudar os mutuários. Tarde demais. Eles já haviam sido despejados. O crédito não flui, o consumo está parado e as indústrias produzem menos. O país está condenado a crescer muito pouco nos próximos três anos. O novo Barack Obama terá que ser mágico para chegar ao fim do mandato em condições de se reeleger. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Repórter do Correio Braziliense</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 1618min</font></p>
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		<title><![CDATA[DEPUTADO DA "MEIA" RENUNCIA À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA. MAS É POUCO. ELE TEM QUE SER CASSADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52411</link>
		<!--<pubDate>19.03.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O deputado Leonardo Prudente, flagrado colocando dinheiro da corrupção nas meias, renunciou ao cargo de presidente da Câmara Distrital de Brasília. Mas é pouco perto dos crimes cometidos por ele, sob o comando do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Prudente deve ser banido da vida pública.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Arruda deveria seguir o exemplo de seu pupilo. Faria um bem danado à população de Brasília.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h09min</font></p>
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