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<category>Blog Dzai</category>
<description>informações sobre saude,bem-estar</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>saude para todos!</title>
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<title>saude para todos!</title>
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<language>pt-br</language>
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		<title><![CDATA[Agulhas aliviam a TPM]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=55378</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Esta nota interessa tanto às mulheres quanto aos homens. A acupuntura promove o equilíbrio energético do corpo e ajuda a melhorar os sintomas indesejáveis da TPM.&nbsp;  <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"O tratamento consiste na aplicação de agulhas em pontos estratégicos do corpo capazes de despertar recursos de harmonização psicofísicos. Outras técnicas também são utilizadas, como, estímulos luminosos (cromopuntura e laserterapia), sonoros (audiopuntura), imãs (magnetoterapia), estímulo com esferas de ouro ou prata, eletroestimulação e sementes ou partes de plantas (fitopuntura) colocadas nesses pontos", explica a fisioterapeuta Wilen Heil, especialista em acupuntura.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em média, o tratamento é feito uma vez por semana, com sessões de 15 a 20 minutos. Wilen alerta que o ideal é&nbsp; sanar a causa do problema e não somente os sintomas ou as conseqüências. O número de sessões dependerá de diversos fatores, dentre eles a resposta da paciente ao tratamento.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Após o tratamento a paciente é aconselhada a manter hábitos e estilo de vida saudáveis. Wilen dá algumas dicas: <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">·&nbsp;&nbsp;&nbsp; Procure não usar roupas apertadas. O contato com a roupa que parece um número menor irá irritá-la, você terá a sensação que começou a ganhar peso.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">·&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lembre-se que o ganho de peso pode ser apenas água e não gordura. Aproveite para pesar-se e saber quanto de líquido você retém nesse período.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">·&nbsp;&nbsp;&nbsp; É importante que se faça uma dieta rica em proteínas e fibras e pobre em açúcar e sal. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">·&nbsp;&nbsp;&nbsp; É necessário saber com exatidão os dias do ciclo em que as alterações aparecem, para evitar alimentos que poderão aumentar o seu mal-estar.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Robô no lugar do cirurgião]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=55395</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"> <br> <br></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A notícia está na edição de hoje do jornal <span style="font-weight: bold;">Folha de São Paulo</span>.&nbsp; É bem interessante e vale a pena conferir trechos da matéria de Fernanda Bassete.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O Hospital Israelita Albert Einstein realizou, anteontem, a primeira cirurgia cardíaca minimamente invasiva totalmente robotizada. Trata-se do primeiro procedimento do gênero realizado na América Latina. A cirurgia, comandada pelo cirurgião cardíaco Robinson Poffo, foi realizada com o sistema robótico Da Vinci (já usado em operações como a de próstata) e foi acompanhada por cirurgiões dos EUA -onde a equipe do hospital foi treinada. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O procedimento durou seis horas. A paciente deve receber alta até sexta-feira.Segundo Poffo, uma das principais vantagens da cirurgia robótica é que ela é menos invasiva -em vez de abrir o peito do paciente com um corte de cerca de 25 cm, são feitas três pequenas incisões milimétricas e um corte de cerca de 2 cm na região lateral do tórax do paciente. É por esses orifícios que entram os instrumentais (pinça, tesoura, afastadores, aspiradores) que vão realizar a cirurgia.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">De acordo com Poffo, não é qualquer paciente que se encaixa no perfil da cirurgia cardíaca por robô. "Não pode ter nenhuma anormalidade na caixa torácica e também tem que ter uma boa circulação periférica", diz. As principais indicações atualmente são o tratamento de problemas de válvulas cardíacas, algumas cardiopatias congênitas e correção da fibrilação atrial. "A revascularização do miocárdio [ponte de safena] por robô é mais complexa e é indicada apenas para poucos casos selecionados."</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O cirurgião Luís Alberto Oliveira Dallan, diretor do Departamento de Cirurgia de Coronária do InCor, diz que o uso do robô para tratar esse tipo de problema é pioneiro no Brasil, mas já é realidade nos EUA. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-style: italic;"> <br></font> <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=55228</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		   <br>   <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">PREVIDÊNCIA VASCULAR: COMEÇE JÁ A SUA (PARTE 1)</span></font>   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira *</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A aterosclerose é um termo que já existe há cerca de um século. Entretanto, a aterosclerose é uma doença tão antiga que já foi demonstrada até mesmo entre as múmias egípcias. A palavra tem origem do grego - Athero = pasta e Skleros =&nbsp; endurecimento. É o endurecimento das artérias devido a depósitos de material que hoje bem conhecemos: gordura, elementos celulares, cálcio, etc. E arterioslerose? É a mesma coisa? Arteriosclerose é um termo mais genérico que se refere ao endurecimento das artérias   independente da causa. A Aterosclerose é sua causa mais importante.  </span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O início do processo de aterosclerose se dá por uma disfunção da camada mais interna do vaso (o endotélio), seguido por acúmulo de gordura, desencadeando um processo inflamatório crônico. Vale ressaltar que o vaso sanguíneo é um órgão tão complexo do ponto de vista funcional como qualquer outro órgão do organismo. Hábitos de vida e doenças que representem insultos à sua camada interna são os maiores responsáveis pelo desenvolvimento da aterosclerose. Estes são os principais vilões: <span style="color: rgb(204, 102, 0);">TABAGISMO, NÍVEIS ALTOS DE GORDURA NO SANGUE, HIPERTENSÃO ARTERIAL, DIABETES, OBESIDADE, INATIVIDADE FÍSICA, ESTRESSE, BAIXO CONSUMO DE FRUTAS E VEGETAIS e ABUSO DE ÁLCOOL.  </span></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color: rgb(204, 102, 0);"></span></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color: rgb(204, 102, 0);"></span></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Existem fatores que aumentam o risco da doença e que não podemos controlar e modificar, como é o caso da idade, sexo e história familiar. Entretanto, esses fatores “não modificáveis” contribuem apenas com 10% do risco do indivíduo apresentar um evento vascular como um infarto agudo do miocárdio. Em última análise, 90% DO RISCO ESTÁ EM NOSSAS MÃOS! E nosso dever de casa é reduzir ao máximo a presença dos fatores descritos acima, uma tarefa diária que poderíamos chamar de nossa Previdência Vascular.&nbsp;   </span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É importante saber que a aterosclerose começa desde muito cedo na vida. Obesidade em crianças e tabagismo em adultos jovens já provocam espessamento das paredes das artérias, e esse espessamento é a própria aterosclerose na sua forma mais precoce. A doença pode evoluir com a formação de placas que podem levar ao estreitamento lento e silencioso da passagem do sangue pelas artérias. Assim como qualquer plano de previdência, quanto mais cedo começarmos nossa Previdência Vascular, maior será o prêmio no futuro. Atividade física e dieta saudável devem começar na infância, e os pais têm que dar o exemplo.  </span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Desde a década de 80, sabe-se que mais importante que o grau de estreitamento das artérias é a vulnerabilidade da placa de aterosclerose. Isso pode ser traduzido na chance dessa placa expor seu conteúdo diretamente ao sangue, e causar um processo agudo de coagulação do sangue chamado de aterotrombose. É esse evento que causará os eventos agudos e graves como o infarto coração e o acidente vascular cerebral.&nbsp; Sabemos que o indivíduo que apresenta placas de aterosclerose e que investe bem em sua Previdência Vascular, este tem suas placas com capas de proteção mais fortes, com menor risco de rompimento.  </span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os administradores de previdência privada passam o tempo todo tendo que modular o tipo de aplicação de acordo com os ventos do mercado. Nossa tarefa como administradores de nossa Previdência Vascular é mais previsível, pois as diretrizes de sucesso não mudam de um dia para o outro, mas nem por isso deixa de ser uma tarefa que requer determinação e disciplina, já que o investimento deve ser diário. Já conhecemos bem o que fazer e o que não fazer para preservar nosso capital vascular, e o que precisamos é incorporar atitudes ao nosso cotidiano, entendendo sempre o porquê de cada ação. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Leia na próxima segunda-feira: AS DEZ ATITUDES MAIS IMPORTANTES PARA PREVENIR A ATEROSCLEROSE.</span></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. </span></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Escreve todas as  segundas-feiras neste blog.</span></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>   <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Alerta sobre a sibutramina]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=55128</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Um alerta muito importante da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.&nbsp; Achei o assunto tão grave que transcrevo a nota oficial da Anvisa. <br> <br></span> <br>Com relação à operação realizada, nesta quarta-feira (10), na fábrica da empresa de alimentos Ledal Química do Brasil Ltda.,em Goiânia (GO), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclarece que: <br> <br> <br>1 – A Agência interditou a fábrica da empresa que adicionava a substância sibutramina de forma ilegal em alimentos; <br> <br> <br>2- O uso de sibutramina é proibido em alimentos; <br> <br> <br>3 – No Brasil, a sibutramina é classificada como medicamento sujeito a controle especial (Portaria 344/98 &lt;http://e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=17235&amp;word=&gt;) e a sua venda exige a retenção de uma via da receita nas farmácias e drogarias;  <br> <br> <br>4 – O uso de medicamentos a base de sibutramina não foi proibido; <br> <br> <br>5 – A Anvisa, por meio da Câmara Técnica de Medicamentos, está avaliando o estudo, denominado SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcomes), que demonstrou aumento do risco cardiovascular não fatal nos pacientes tratados com a substância.  <br></span></font> <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=54802</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">PASSANDO A LIMPO A TPM. SUAS ORIGENS E SOLUÇÕES</span></font></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira*</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>É no mínimo intrigante quando nos deparamos com resultados de pesquisas no Brasil e no exterior mostrando que até 90% das mulheres sofrem de algum grau de tensão pré-menstrual, problema que hoje é mais corretamente chamado de síndrome pré-menstrual (SPM), pelo fato dos sintomas não se limitarem à tensão nervosa, ansiedade e irritabilidade. Outros sintomas comuns incluem alterações no padrão de sono e do apetite, humor deprimido, dor de cabeça, inchaço no corpo e dor na mama. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não é difícil reconhecer o impacto da SPM na vida das mulheres se fizermos uma conta curiosa. A menstruação costuma começar entre os 12 e 13 anos de idade e termina por volta dos 50 anos. Mesmo descontando dois anos sem menstruação em mulheres que têm dois filhos ao longo da vida, contando com o período de amamentação, a mulher experimentará cerca de 450 ciclos menstruais na sua fase fértil. Se considerarmos que os sintomas da SPM duram uma média de 6 a 7 dias por ciclo, fechamos nossa conta com quase 3.000 dias de sintomas durante a vida: oito anos! Resumindo: as mulheres com SPM passam mais de 10% suas vidas com sintomas pré-menstruais.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E sendo a SPM uma condição tão freqüente, admite-se que ela possa representar uma vantagem evolutiva que herdamos dos nossos ancestrais e que talvez já não nos sirva muito mais. Nossos ancestrais fêmeas aumentavam suas chances de gerar descendentes devido a um comportamento mais “amigável” na fase fértil e mais “arisco” na fase infértil, como é o caso do período pré-menstrual. Entre os primatas, que apresentam comportamento sexual promíscuo, essa estratégia permite que o macho escolha a fêmea com mais sinais de fertilidade para copular. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Comparadas a mulheres de sociedades coletoras / caçadoras, as mulheres de hoje têm a primeira menstruação quase 4 anos mais cedo, têm menos filhos sendo que o primeiro em idade mais avançada e com períodos de aleitamento mais curtos, têm a menopausa também mais tardiamente. Tudo isso leva a mulher moderna a apresentar três vezes mais ciclos menstruais do que a mulher em ambiente mais primitivo, e, a princípio, pode sofrer até três vezes mais com os sintomas da SPM ao longo da vida.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O mais comum é que os sintomas da SPM sejam leves ou moderados, mas em cerca de 5-8% dos casos os sintomas adquirem sua forma e apresentação mais severa, também chamado de transtorno disfórico pré-menstrual. Nesses casos a mulher apresenta sintomas com significativo impacto no seu trabalho / escola, atividades sociais ou relacionamentos afetivos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O cérebro está cheio de receptores aos hormônios sexuais em regiões que regulam o comportamento e as emoções, como é o caso da amígdala e o hipotálamo. Entende-se atualmente que mulheres com SPM têm uma maior sensibilidade cerebral às flutuações hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual podendo influenciar a liberação de neurotransmissores envolvidos na regulação do humor, comportamento e funções cognitivas, especialmente a serotonina. Sabemos que os sistemas de serotonina são capazes de modular os efeitos comportamentais dos hormônios sexuais (ex: agressividade), fato bem apoiado pelo efeito positivo de medicações que elevam os níveis de serotonina em mulheres com SPM. Além disso, sistemas hormonais que controlam a concentração de água e eletrólitos no corpo também podem ser influenciados pela flutuação hormonal, o que poderia explicar os sintomas de inchaço. Entretanto, esse ainda é um tema bem controverso. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Há muito que se fazer para reduzir o impacto da SPM no dia-a-dia. Estratégias medicamentosas é que não faltam, passando por suplementação de cálcio, magnésio, vitamina B6, intervenções hormonais, e antidepressivos que aumentam as concentrações de serotonina (tanto de forma contínua ou só na segunda metade do ciclo). Além disso, medidas comportamentais são bem vindas, tais como atividade física e técnicas de relaxamento. Quanto à dieta, é freqüente a recomendação de restrição de calorias e fracionamento da dieta, mas não há evidências científicas suficientes para “prescrevermos” uma dieta específica. Além disso, estudos com dietas com alto teor de carboidratos complexos sugerem benefícios às mulheres com SPM, talvez por aumento nas concentrações cerebrais de serotonina. É a história do chocolate como melhor amigo da mulher na fase pré-menstrual...</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[De salto alto]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=54653</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O uso do salto alto eleva a estima de uma mulher. Ela se torna mais elegante e atraente. Há locais e tipos de trabalho que exigem o uso de saltos. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já as bolsas são acessórios inseparáveis para carregar maquiagem, absorventes, agenda, material de trabalho e tantas outras coisas indispensáveis. <br> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mas fisioterapeutas alertam que essa beleza pode custar caro para a saúde. O sapato inadequado e a bolsa pesada influenciam diretamente na postura, podendo causar problemas não apenas nos pés, mas nos ombros, coluna, joelhos e diversas partes do corpo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo especialistas, algumas dos problemas mais frequentes em mulheres que usam salto alto são tendinite, encurtamento dos músculos da panturrilha, lordose, fraqueza muscular, problemas e dores no joelho e na coluna, ruptura de ligamentos no tornozelo e torções. Já as bolsas pesadas são vilãs dos ombros, joelhos e coluna. <br>&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A fisioterapeuta Elineth Braga, do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), ressalta que as mulheres só devem carregar, no máximo, bolsas com até 10% do seu peso corporal. E que o uso das bolsas em apenas um lado do corpo pode desencadear dores nos ombros, lombar e joelhos, além de desvios na coluna. “O ideal é que a mulher use bolsas pequenas e alterne entre os ombros, dando preferência para bolsas no formato de mochilas”, adverte Braga.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com relação aos saltos dos sapatos, Elineth Braga adverte&nbsp; para os cuidados na hora de escolher. “O salto mais recomendado para uso diário é o de 3 a 4 cm. As mulheres devem optar por calçados do tipo anabela e plataforma que, por terem o salto alto por toda a extensão da sola, diminuem a pressão nas pontas dos pés, proporcionam mais equilíbrio e distribuem melhor o peso do corpo. O resultado estético pode não ser o mesmo, mas, em termos de saúde e bem estar essa mudança de hábito vale a pena.”, afirma a fisioterapeuta. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Elineth ressalta ainda a importância de fazer exercícios de alongamento dos músculos da coxa e panturrilha três vezes por semana como medida preventiva. “Aconselhamos também fazer um rodízio entre saltos mais altos e mais baixos, não deixando que os pés se acostumem a um tipo específicos e salto. Do contrário, toda vez que mudar a altura do calçado a mulher sentirá dores, mesmo que esteja usando tênis”, ressalta Braga. A fisioterapeuta comenta ainda sobre a importância de escolher sapatos abertos. ”O uso de sapatos fechados e apertados pode favorecer o aparecimento precoce de joanetes”, conclui. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Tipos de salto e seus efeitos <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Agulha <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img style="width: 349px; height: 282px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/cffd808c66d7831e441e22682ed5e287.jpg"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>O sapato com este salto e bico fino não é recomendado nem para a mais especial das ocasiões. Causa desequilíbrio porque reduz muito a participação do calcanhar na sustentação do corpo, além de deixar os dedos muito desconfortáveis. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Fino</span> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/d58ec97a16925856b07f3eab685ea390.jpg"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>O modelo com salto fino "achatado" oferece mais equilíbrio que o tipo agulha, mas não deixa a mulher livre de torções de tornozelo e dores nos dedos e na planta do pé. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Plataforma</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/13613f16ee8ea87a7cbfb5f4a3fdea75.jpg"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Este salto oferece uma melhor distribuição da pressão exercida pelo corpo sobre os pés. A ponta angular facilita a impulsão do corpo ao caminhar. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Centro</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/4a160298a5b4e0cb136500140f823cbd.jpg"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>O salto que sai do meio do calcanhar facilita o equilíbrio do corpo. Esse modelo deixa os dedos confortáveis e pode ser uma opção para as mulheres que não abrem mão da elegância a toda hora.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Quadrado</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/e3a3296b1d027d8a6978b27420ad2bbe.jpg"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>O modelo grosso e quadrado é um dos eleitos pela maioria das mulheres que querem manter a elegância por longos períodos do dia. Esse tipo de sapato deixa o calcanhar bem apoiado, o que ajuda no equilíbrio do corpo. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">3 a 4 cm</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-weight: bold;"></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img style="width: 336px; height: 336px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/146829d3554d5f8f8f9d6fb926cf986f.jpg"></span></font><br style="font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br> <br>O sapato baixo, com salto de até quatro centímetros, é o único recomendado por especialistas para o uso diário constante.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Anabela <br> <br> <br></span></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 431px; height: 201px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/b914da5b8825a383b7e10e4b3819eb55.jpg"></span></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;"></span></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;"> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O sapato com este tipo de salto diminui as dores porque distribui bem a pressão do corpo sobre a planta dos pés. <br> <br> <br>Quer saber mais: acesse o site do <a href="http://www.guiagratisbrasil.com/problemas-que-o-salto-alto-pode-causar-a--sua-coluna/%20">CONFFITO</a><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Seja 12 por 8]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=54561</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/10195520d535d2040bdb2ba30a7490e5.jpg"> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Este é o lema da campanha da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) para informar e conscientizar a população sobre a importância de manter a pressão arterial estabilizada. Pela primeira vez, a campanha enviará mensagens pelo&nbsp; twitter, orkut, facebook e blogs, além de contar com um hotsite exclusivo.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O slogan <span style="color: rgb(204, 0, 0);">Eu sou 12 por 8</span> será amplamente divulgado nessas mídias sociais e contará com uma série de embaixadores para promover o assunto. “Estamos buscando artistas, atletas, apresentadores de TV e personalidades que vão aderir e usar o seu prestígio para essa grande causa”, conta o presidente do Departamento de Hipertensão da SBC, Marcus Bolívar Malachias.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O cardiologista lembra que a pressão alta atinge 30% da população adulta brasileira, cerca de 30 milhões de pessoas, e é responsável por 47% dos infartos, 54% dos AVCs (derrames) e 25% dos casos de insuficiência renal. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A hipertensão mata 7,6 milhões de pessoas em todo o mundo a cada ano. Cerca de 80% dessas mortes ocorrem em países em desenvolvimento, como o Brasil, sendo que mais da metade das vítimas têm entre 45 e 69 anos. </span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Nesta década, a hipertensão não tratada já fez mais de 70 milhões de vítimas fatais. “O mais grave é que apenas um brasileiro em cada quatro sabe que tem a doença e dos que sabem, poucos se tratam”, Malachias. A hipertensão não apresenta sintomas.</span></font> <br></div> <br> <br></div> <br></div>
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		<title><![CDATA[A cura da osteoporose]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=54503</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma equipe internacional, liderada por cientistas do Centro Médico da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, anunciou a cura da osteoporose. Na pesquisa, camundongos e ratos receberam uma dose diária de um composto experimental que inibe a síntese da serotonina no intestino. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisas recentes demonstraram que a serotonina no intestino retarda o desenvolvimento ósseo. Esta última descoberta pode levar a novas terapias que gerem um novo osso. Os medicamentos atuais contra a osteoporose só atuam para tentar evitar o colapso do osso velho. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os resultados da pesquisa foram publicados no último exemplar da revista <a style="color: rgb(102, 0, 204); font-weight: bold;" href="http://www.nature.com/nm/index.html">Nature Medicine</a>. O próximo passo é testar o novo composto em humanos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=54407</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O Dr. Google está formando </span></font></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">cidadãos com uma nova consciência</span></font></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Dr. Ricardo Teixeira <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A informação sobre saúde nunca foi tão democratizada como hoje. Há muito pouco tempo esse conhecimento era quase que exclusivo dos profissionais da saúde e a internet virou esse cenário de cabeça para baixo. A situação não é tão diferente da história da bíblia na antiguidade, época em que só o sacerdote tinha acesso à palavra de Deus. Não era possível para um homem comum ter um exemplar da bíblia, pois era tudo muito sofisticado e caro, e além do mais, só existia a versão em latim. Estamos numa fase de transição conhecendo um novo homem e um novo paciente que tem acesso à informação como nunca antes pensada. E é por isso que os meios de comunicação de massa têm hoje uma responsabilidade cada vez maior no incremento da cultura em saúde da população. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A comunicação em saúde tem sido definida como a principal moeda de saúde do século 21, e nos Estados Unidos, ela vem sendo encarada como a mais importante área da ciência relacionada à saúde nesse século, fazendo parte dos objetivos Healthy People 2010, a agenda oficial de saúde pública do governo americano. No Brasil, deliberações das Conferências Nacionais de Saúde apontaram informação, educação e comunicação como elementos estratégicos para consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) e para a conquista da cidadania plena no Brasil. O investimento em cultura em saúde é imperativo e para se ter uma idéia de sua importância, estima-se que nos EUA anualmente são gastos entre 106 e 236 bilhões de dólares anuais por conta do baixo nível de cultura em saúde da população e suas conseqüências como a não procura de ajuda médica quando necessária, a dificuldade em assumir hábitos de vida saudáveis e erros no uso de medicações. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A internet certamente está colaborando para a criação de um cidadão com maior capacidade de tomar decisões sobre sua própria saúde. Os médicos estão se acostumando a compartilhar com o paciente a tomada de decisão, o que é o ideal da relação médico-paciente. O paciente, por sua vez, ainda está aprendendo a buscar informação relevante e confiável, assim como inserir de forma afinada o conteúdo de suas pesquisas no momento da consulta médica. Alguns estudos chegam a demonstrar que os médicos acreditam que a relação médico-paciente é prejudicada quando o paciente faz uma pré-consulta com o “Dr. Google”. Por outro lado, é bem reconhecido que o paciente informado faz com que a qualidade do atendimento médico seja melhor. Esse é um fenômeno que está em evolução, tanto no que diz respeito ao médico, como também no caso do paciente. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Na escola médica, há muito que se ensinar sobre o modelo de participação do paciente nas tomadas de decisão e isso pode ser treinado. Uma coisa é o médico perguntar: “Você prefere que eu tome as decisões a respeito do seu tratamento ou você mesmo pode tomá-las?”. Provavelmente teremos uma diferente resposta se o médico perguntar: “Você quer que eu tome decisões sobre seu tratamento sabendo o que é importante para você, ou sem saber o que é importante para você? Comunicação em saúde é uma disciplina que deve fazer parte do currículo das escolas de medicina. O aprofundamento do conhecimento nessa área não se destina apenas a uma melhor construção da relação interpessoal médico-paciente, mas envolve também a melhor compreensão da dimensão intrapessoal do paciente, incluindo suas crenças, valores e atitudes. E não pára por aí. Médicos e demais profissionais da saúde, conscientes da importância da comunicação em saúde, têm mais chance de se envolverem na criação e implantação de ações de promoção à saúde em níveis mais abrangentes do que a tradicional medicina médico-paciente. Esse é um ponto de alta relevância na formação do médico. Não tem nada de periférico. Vale lembrar o recado de Escurinho, músico pernambucano radicado na Paraíba: O PRINCÍPIO BÁSICO É A COMUNICAÇÃO.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste Blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Recado do dermatologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=54364</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">PARA QUE SERVE O ROACUTAN <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por RicardoFenelon</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Temos recebido grande volume de perguntas de leitores sobre o medicamento Isotretinoína, cujo nome comercial é Roacutan. Antes de passar às respostas solicitadas, apresento a seguir informações gerais sobre a substância. <br> <br>&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Roacutan é um medicamento indicado para as manifestações mais graves de acne (acne sística ou conglobata), ou para os casos em que a acne poderá deixar cicatrizes na pele como seqüela (cistos e cistos purulentos). Para esses casos, não há tratamento mais eficaz que o uso da Isotretinoína (nome científico do Roacutan). De uso oral, age diretamente na glândula sebácea, provocando uma redução considerável em seu tamanho e atividade. Por conseqüência, essa&nbsp; diminuição reduz também a produção de sebum (gordura), que torna pele e couro cabeludo oleosos, e leva ao aparecimento da acne. Só um dermatologista pode avaliar se o uso do medicamento é necessário ou não, após exame individual de cada paciente. Para casos menos graves de manifestações da acne, há outras opções terapêuticas. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>O remédio é indicado para pacientes a partir dos 14 anos de idade. Embora eficaz, o produto causa inúmeros efeitos colaterais, em pacientes de ambos os sexos: lábios e nariz ressecados, inflamação nos lábios, vermelhidão ou dermatite na face, sangramento nasal (epistaxe), prurido (coceira), conjuntivite, queda de cabelos, entre outros. A principal restrição dirige-se a pacientes do sexo feminino. Não se pode engravidar durante o uso da Isotretinoína. A substância pode levar à má formação fetal. Se ainda houver qualquer distúrbio hormonal na paciente, o tratamento com o Roacutan poderá não ter a eficácia esperada. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Sobre os efeitos colaterais do medicamento, também já está comprovado que o Roacutan interfere nos processos de cicatrização. Por isso, é necessário suspender sua ingestão seis meses antes da realização de qualquer procedimento cirúrgico. Há ainda uma pesquisa, que foi apresentada em um congresso da Academia Americana de Dermatologia, que aponta que 6% dos pacientes que tomam o medicamento podem apresentar depressão. De acordo com esse estudo, o quadro depressivo se reverte em uma a duas semanas, com a suspensão da ingestão do medicamento. Registro que há quase duas décadas faço uso do Roacutan nos tratamentos que prescrevo. Nunca tive um caso de depressão entre os pacientes.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Além de ter que ser indicado por um especialista, o tratamento com Roacutan deve ser monitorado minuciosamente pelo médico, e seguido à risca pelo paciente. Além da avaliação de um dermatologista de confiança, deve-se passar também por um check-up endocrinológico antes de começar a fazer uso dessa medicação. Importante: nunca tome Roacutan, ou qualquer outro medicamento, por conta própria.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CONVERSA COM OS INTERNAUTAS <br> <br></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amigos, a minha proposta ao contribuir com artigos para o Blog da Maria Vitória é tratar do bem mais valioso que um indivíduo pode ter: a&nbsp; saúde.&nbsp; Todas as perguntas são muito bem-vindas, pois me dão a oportunidade de compartilhar conhecimentos e esclarecer algumas dúvidas, dentro dos preceitos éticos da Medicina. Disponham. A seguir, respondo algumas questões encaminhadas por&nbsp; internautas. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold; font-style: italic;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Bom dia. Tenho o cabelo e a pele muito oleosos (mas muito mesmo) uso produtos prescritos por dermatologistas, mas ainda assim pareço uma "salgadeira" ambulante, parece sempre que acabei de fritar algo. Este medicamento poderia auxiliar? Atualmente tenho poucas espinhas, mas meus poros são muito abertos e tenho muitos cravos. Obrigado pela atenção. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Adriana Resende</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-style: italic; font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">FENELON: O Roacutan promove uma redução significativa do tamanho e da atividade das glândulas sebáceas. Assim, há uma redução da oleosidade no rosto, no couro cabeludo e em toda a pele. Antes de decidir por um tratamento com esse medicamento, é necessário passar por uma avaliação médica criteriosa, tanto com um endocrinologista, quando com um dermatologista de sua confiança. Se houver qualquer alteração hormonal no organismo, ou ovários policísticos, o tratamento com o Roacutan poderá não ter a eficácia esperada. Pacientes grávidas ou com intenção de engravidar também não podem ingerir a substância, pois correm o risco de ter um bebê com má formação fetal. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold; font-style: italic;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quanto tempo depois de uma cirurgia (otoplastia) pode se fazer o uso do roacutan?&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Juliana&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">FENELON: O Roacutan interfere nos processos de cicatrização da pele, porque diminui a concentração de uma enzima chamada colagenase. Como conseqüência, pode levar à formação uma cicatriz gigante. De uma maneira geral, em caso de cirurgias programadas, suspende-se a ingestão de Roacutan seis meses antes do procedimento cirúrgico. No seu caso, que já passou pela cirurgia, você deve procurar o seu cirurgião para que ele avalie o processo de cicatrização e a libere para um tratamento com isotretinoína. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-style: italic; font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Olá doutor eu começei a toma isotretinoína ha alguns dias e sou fumante eu gostaria de saber quais os riscos que terei nessa mistura,minha médica naum me respondeu direito quando falei q não tinha conseguido parar de fumar so me falou q o cigarro causa o envelheçimento precoçe da pele por favor me responda!!&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Gilda de Souza</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-style: italic; font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">FENELON: </span></font><font style="font-style: italic; font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não existe nenhuma relação entre o cigarro e a isotretinoína. Entretanto, o cigarro irá lhe fazer mal como um todo, afetando várias áreas do seu organismo, entre elas a pele. A nicotina dos cigarros atua como um vaso constritor, diminuindo a oxigenação da pele e provocando degeneração da fibra elástica. Assim, fumantes perdem a elasticidade e o viço da pele. Outras substâncias químicas existentes no cigarro atingem o colágeno (proteína que dá sustentação à pele) de uma maneira profunda, causando um envelhecimento precoce.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic; font-weight: bold;"><font style="font-style: italic; font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;É provado que uma pessoa que fuma possui um envelhecimento físico aparente de dez anos a mais do que um não fumante. Um estudo realizado com mulheres pós menopausa, ou seja, que possuem uma menor produção de hormônios femininos e de colágeno, comprova que as rugas em fumantes são três vezes mais intensas do que nas que nunca fumaram. Na região facial os danos são maiores. As áreas de seqüela são periorbital (pés de galinha), fronte (testa) e perilabial (ao redor da boca). Também há conseqüências mais graves. A substância alcatrão agride a mucosa bucal, e facilita o aparecimento do </span></font><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">câncer de boca</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic; font-weight: bold;"></div> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Festa para os vovôs]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=54286</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Sábado é comemorado o Dia do Idoso. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 5 a 10% da população com idade acima de 60 anos sofre algum tipo de acidente doméstico grave. A falta de condicionamento físico também compromete a realização de tarefas simples do cotidiano como se vestir, brincar e cuidar dos netos. <br> <br> <br>Para evitar os riscos de quedas são necessários cuidados simples, que facilitam a vida do idoso como pisos antiderrapantes, corrimões, rampas de acesso, entre outros. Outro fator importante é a altura e tamanho dos móveis. Segundo o fisiatra&nbsp; Gilson Shinzato, os objetos de maior uso devem estar ao alcance do idoso, bem como cadeiras, poltronas e camas precisam ser de fácil acesso e contarem com apoios para os momentos de levantar, sentar e deitar. <br> <br> <br>Porém, esses cuidados não bastam para manter a saúde do idoso. A alimentação é um dos fatores que auxiliam no controle do organismo, no que diz respeito aos índices de hipertensão, diabetes, colesterol e outras doenças. Um cardápio composto de fibras, vitaminas e minerais ajudam a manter a força e o equilíbrio do idoso. Uma pessoa adulta deve ingerir em média 800 mg por dia de cálcio, mineral encontrado em leites, iogurtes, feijão branco, queijos, entre outros. Já, acima dos 75 anos de idade, a restrição de gorduras não é aconselhada para aqueles que são frágeis, sofreram uma redução no peso, ou tem apetite fraco. <br> <br> <br>A nutricionista Lílian de Carla Sant''anna explica que as mudanças fisiológicas naturais do envelhecimento interferem no apetite, consumo e absorção de nutrientes. "A associação de doenças, fatores psicossociais, condições sócio-econômicas, interação entre nutrientes e medicamentos, isolamento familiar e social também estão diretamente ligadas à alimentação do idoso. Nesses casos, o consumo de alimentos saudáveis irá auxiliar na redução das doenças&nbsp; e contribuir para o ritmo favorável de envelhecimento", completa. <br> <br> <br>Ela dá dicas de alimentação saudável para os idosos: <br> <br> <br></font><div style="margin-left: 40px;"><font size="3">Faça pelo menos três refeições (café da manhã, almoço e jantar) e dois lanches saudáveis por dia. Evite pular as refeições;</font> <br> <br><font size="3">Inclua diariamente seis porções do grupo dos cereais (arroz,milho, trigo, pães e massas), tubérculos como a batata, raízes como mandioca/ macaxeira/ aipim, nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural;</font> <br> <br><font size="3">Coma diariamente pelo menos três porções de legumes e verduras como parte das refeições e três porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches;</font> <br> <br><font size="3">Coma feijão com arroz todos os dias ou, pelo menos, cinco vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde;</font> <br> <br><font size="3">Consuma diariamente três porções de leite e derivados e uma porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis;</font> <br> <br><font size="3">Consuma, no máximo, uma porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina;</font> <br> <br><font size="3">Diminua a quantidade de sal na comida;</font> <br> <br><font size="3">Beba pelo menos dois litros (seis a oito copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.</font> <br> <br> <br></div></div> <br>
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		<title><![CDATA[Aparelho auditivo mais barato]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=54133</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br>Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP desenvolveram um aparelho auditivo digital de baixo custo. Ele é construído a partir de componentes eletrônicos padronizados, que podem ser comprados no mercado. <br> <br> <br>É uma espécie de modelo "genérico" de aparelho auditivo retroauricular (usado atrás da orelha), batizado de Manaus. Outra vantagem é o de ser um produto nacional, em um mercado dominado por empresas internacionais. <br> <br> <br>"O Manaus apresenta um custo de produção artesanal de US$140,13, considerado baixo quando comparado aos disponíveis no mercado", conta o engenheiro eletrônico Sílvio Penteado, do Laboratório de Investigações Acústicas (LIA) da FMUSP e autor de uma tese de doutorado sobre o tema. "Numa produção seriada esse preço poderia chegar a US$100,00", completa. Os existentes no mercado custam cerca de R$ 12 mil. <br> <br></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[Recadinhos]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=54033</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Eleonor e Tony, agradeço a participação de vocês. Os médicos acessaram a seção <span style="font-weight: bold;">COMENTAR</span> e responderam as dúvidas de vocês. Basta vocês acessarem <span style="font-weight: bold;">LER COMENTÁRIO</span>.&nbsp; Espero que ajude!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Maria Vitória</span></font>  <br>  <br>  <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53984</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Crianças menores de quatro anos devem andar de carro em cadeirinhas voltadas para o vidro traseiro</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> </div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O programa <span style="font-weight: bold;">Fantástico </span>da <span style="font-weight: bold;">TV Globo</span> apresentou neste domingo uma matéria sobre a importância do uso das cadeiras infantis para automóveis. Só faltou frisar um detalhe: as crianças menores de quatro anos devem ser conduzidas em cadeiras voltadas para o VIDRO TRASEIRO.  <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A habitual recomendação de segurança para as crianças dentro do carro é a de que até um ano de idade, ou 9-13 kg, elas devem andar em cadeirinhas voltadas para o vidro traseiro, e a partir de um ano de idade as cadeirinhas já podem ser voltadas para o vidro dianteiro.   <br>  <br>Entretanto, há várias evidências de que as crianças ficam mais protegidas dentro do carro em cadeirinhas voltadas para o vidro traseiro até pelo menos os quatro anos de idade. Um documento publicado em 2009 pelo<span style="font-weight: bold;"> British Medical Journal</span> chama a atenção para a necessidade imediata de mudança das atuais recomendações.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A cabeça dos bebês e crianças pré-escolares é relativamente maior que a do adulto quando se leva em conta a proporção para o peso corporal. Esse fator, associado à imaturidade das estruturas da coluna cervical, fazem com que essas crianças sejam mais vulneráveis a lesões da medula espinhal caso sofram um acidente, especialmente se estiverem voltadas para o vidro dianteiro. As evidências de maior segurança das cadeirinhas em que a criança olha para o vidro traseiro, mesmo após um ano de idade, vão desde estudos experimentais até estatísticas de acidentes com crianças nos EUA e na Europa.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E isso tudo é novidade? Na Suécia, 75% das crianças com menos de três anos de idade andam de carro olhando para o vidro traseiro. A Academia Americana de Pediatria recomenda desde o ano de 2002 que as crianças só devem abandonar cadeiras voltadas pra o vidro traseiro quando ultrapassarem o limite de peso recomendado ou quando a altura da cabeça ultrapassar a altura do banco dianteiro.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A conscientização dos pais é uma das peças-chave para mudanças de atitude e nesse processo os médicos têm muito a ajudar. É comum os pais terem a percepção de que voltar a cadeira para a frente do carro é um sinal de progresso no desenvolvimento dos filhos.  <br>  <br>  <br>É importante também que os fabricantes das cadeiras infantis façam sua parte disponibilizando no mercado cadeiras apropriadas e instruções de instalação precisas. Não faz muito tempo que o Inmetro avaliou seis diferentes cadeiras disponíveis no mercado brasileiro e todas as seis tinham alguma inconformidade, seja por não serem aprovadas no teste mais crítico de todos que é o ensaio de impacto (capacidade da cadeira de reter a criança em caso de freada violenta), seja por não atenderem às normas mínimas de instrução de instalação e utilização.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quanto à legislação, o Código de Trânsito Brasileiro só exigia que as crianças andassem no banco de trás (Artigo 64), e não fazia menção ao uso de cadeiras infantis. Em 2008,&nbsp; foi publicada a resolução 277 do Contran que insere a obrigatoriedade da cadeira infantil, mas só a partir de junho de 2010 é que quem desrespeitar a regra será multado.&nbsp; Entretanto, a resolução orienta o uso da cadeirinha voltada para frente.&nbsp;&nbsp;   <br>  <br>Já é bem reconhecido, que em caso de acidente, as cadeiras reduzem o risco de lesão moderada ou grave em 78% quando voltadas para a frente do carro e 93% quando voltadas para trás. Espera-se que a legislação seja mais coerente com esses dados.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.&nbsp; </span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Elas também roncam]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53778</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O álcool é traiçoeiro para as mulheres. Afinal, imagine sair pela primeira vez com o homem dos sonhos, conversar e dar ótimas risadas com taças de vinho e depois, durante a noite, a mulher roncar a noite toda!  <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/2634574c9e3b0ef554251237150741c0.jpg"></span></font> <br> <br><font size="1">Crédito: Cláudio Augusto</font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quem diz isso é o dentista&nbsp; Eduardo Rollo Duarte, especialista em Odontologia do Sono, derrubando o mito de que o ronco é um problema só deles.. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“A relação entre o álcool e o ronco é muito próxima, pois a substância alcoólica relaxa os músculos do corpo, inclusive na região da garganta. Esse relaxamento ajuda a fechar o canal da passagem do ar, causando a vibração do ronco.”, explica o dentista.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já a menopausa pode ocasionar o ronco para muitas mulheres, por causa da perda ou diminuição dos hormônios femininos. “Essa redução aumenta o relaxamento da musculatura e favorece o distúrbio.”, diz o dentista. A reposição hormonal pode ajudar , mas dependendo de outros fatores não é o suficiente para evitar o ronco.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O ideal, em casos de ronco frequente, é buscar tratamento.</span></font> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Quem usa colírio, pode precisar de óculos escuros]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53768</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os olhos ardem, coçam, estão vermelhos. Para aliviar esses incômodos, basta pingar algumas gotas de colírio.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O mercado oferece uma grande variedade desses produtos, mas a sua utilização requer cuidados e indicação médica. Muitas vezes, estes remédios comprados na farmácia da esquina causam novas doenças, mascaram os sintomas da real problema ou, ainda, não têm efeito nenhum, fazendo com que o incômodo e o mal estar do paciente persistam. O que pouca gente sabe é que a automedicação é perigosa e pode causar sérios danos aos olhos, inclusive a cegueira. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“O uso de colírios com antibióticos de forma crônica e irregular pode facilitar o aparecimento de mutações de bactérias que vão se tornar resistentes ao medicamento. Mesmo aqueles colírios para deixar os olhos branquinhos podem ter efeito colateral na pressão arterial, além de viciar o paciente e torná-lo dependente”, explica o oftalmologista Sebastião Ferreira Neto. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cremes e pomadas também devem ser prescritos pelo oftalmologista. Diversas doenças nos olhos podem ter os mesmos sintomas: coceira, vermelhidão, baixa visão, então apenas o diagnóstico preciso pode indicar o tratamento correto. Segundo oftalmologista Jonathan Lake, o melhor a se fazer quando a pessoa apresenta esses sintomas é colocar uma compressa de água gelada, geralmente quando é uma simples irritação. Os sintomas desaparecem imediatamente.  <br> <br></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“Se as pessoas conhecessem os riscos da utilização de colírios sem indicação médica, jamais se automedicariam. Se for utilizado de maneira errada, além de não resolver o problema podem causar outros, inclusive que não sejam nos olhos, tais como: taquicardia, asma e depressão”, explica o oftalmologista Roberto Alencar Gomes.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">COMO USAR UM COLÍRIO:  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">· Lavar as mãos; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">· Levantar a cabeça e puxe a pálpebra para baixo a fim de que o colírio caia dentro do olho; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">· Usar apenas uma gota; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">· Manter os olhos fechados por 2 minutos; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">· Não esfregue os olhos ou pisque depois de pingar o colírio.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CUIDADOS COM O COLÍRIO:  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">· Os vidros devem ser mantidos bem fechados e ao abrigo da luz; vidros abertos há muito tempo devem ser jogados fora. Observe o prazo de validade impresso na caixa ou no rótulo; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">· Ao usar o colírio, coloque a tampa em lugar limpo, evitando que a parte de dentro encoste em qualquer superfície ou objeto; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">· Cuidado com o uso repetido de colírio anestésico que pode levar à perda do olho. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Existe vida após a ressaca?]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53639</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pergunta é a da médica clínica-geral, ortomolecular e acupunturista <span style="font-weight: bold;">Márcia Mossurunga</span>. Ela assina o artigo abaixo, dando alguns conselhos. Aproveite! A receita dela é útil depois de qualquer bebedeira, seja carnaval ou não. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-style: italic;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pronto: você exagerou e, ao invés de cair no samba, bebeu até cair! E tem aquele amigo que nem tomou um “porre”, mas bebeu os quatro dias como se álcool fosse chá de camomila gelado! Pior foi aquela senhorinha que nem tem costume de ingerir álcool, mas para fazer bonito no bloco e disfarçar inibições, tomou duas cervejinhas... Qual o ponto que une histórias tão diferentes?</span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font style="font-style: italic;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A<span style="font-weight: bold;"> RESSACA</span> e seus sintomas inconfundíveis: dor de cabeça martelante, enjôo, tremores, tontura, sintomas gastrointestinais, mal estar geral, diminuição da concentração, sede, alterações de humor, sonolência, transtornos de memória e gosto de “cabo de guarda-chuva” na boca. Dificilmente alguém sente tudo isso. Mais difícil ainda é alguém beber além de uma ou duas doses e não passar por nada disso. Entre um extremo e outro fica a questão da sensibilidade individual ao metabolismo do etanol e outros fatores que favorecem a vulnerabilidade ao álcool. Uma coisa é certa: quem está de ressaca está intoxicado!</span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font style="font-style: italic;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E já que o estrago aconteceu, vamos tentar consertar:</span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Antes de dormir tome meio litro de água. No dia da ressaca beba líquidos, principalmente água de coco, sucos e chás sem cafeína para não aumentar a desidratação e a perda de sais minerais causadas pelo efeito diurético do álcool.</span></font> <br> <br> <br><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Coma frutas frescas para neutralizar a hipoglicemia, isto é, a falta de açúcar induzida pelo álcool.</span></font> <br> <br> <br><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Evite comidas pesadas e gordurosas, pois seu fígado já está abalado.</span></font> <br> <br> <br><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Alimente-se de caldos quentes e carboidratos: uma boa canja ou sopa de legumes com macarrão é excelente pedida após o excesso!</span></font> <br> <br> <br><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cigarro é sempre ruim, mas no dia da ressaca é terrível porque diminui ainda mais a oxigenação cerebral. E você precisa voltar a pensar, certo?</span></font> <br> <br> <br><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Aquele sono pesado após a ingesta excessiva de álcool não é reparador e provavelmente não proporciona a fase REM, aquela dos sonhos. É hora de repouso e de pouca claridade no quarto. Seu cérebro precisa de descanso para devolver sua habilidade psicomotora, sua memória e sua inteligência emocional.</span></font> <br> <br> <br><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não pratique a automedicação e se você sente que não pode lidar com os sintomas, procure um atendimento médico.</span></font> <br> <br> <br><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Evite repousar em ambientes fechados, ventilados artificialmente e poluídos, pois você precisa de ar puro!</span></font> <br> <br> <br><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não caia na velha cilada de que uma dose no dia seguinte evita a ressaca: só adia e ela vem pior.</span></font> <br> <br> <br><font style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E, finalmente, aprenda a lidar com suas dificuldades emocionais e sociais. Pode ser que você desconheça os códigos do seu corpo. E talvez você não tenha conhecimento dos seus limites.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font style="font-style: italic;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mas sentir-se mal, miserável e com culpa, não vai ajudar você a descobrir como seu corpo, mente e emoções funcionam!</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font style="font-style: italic;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font style="font-style: italic;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Seja saudavelmente feliz...</span></font>  <br></div>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53612</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Você tem o seu médico de confiança?</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Antigamente, o mesmo médico que fazia cirurgias, fazia também partos e ainda cuidava dos problemas clínicos e mentais de adultos e crianças. Nós que vivemos no mundo contemporâneo das especialidades médicas, olhamos para trás e ficamos até curiosos em imaginar como é que funcionava a cabeça de um médico que tinha que abraçar responsabilidades tão diferentes. Meu avô, Dr. Aluízio Teixeira, foi uma dessas personalidades, tratou de tudo um pouco, fez o parto dos próprios filhos, mas infelizmente não tive a oportunidade de conversar com ele sobre essas coisas, pois meu papo com ele se resumia em lhe pedir biscoitos de uma lata de alumínio que ficava na prateleira mais alta do armário. Covardia...</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não há como negar que a incorporação da tecnologia à medicina trouxe consigo um processo de desumanização, de despersonalização, em que o médico quer saber da doença, mas muito pouco da pessoa doente. Muitos daqueles que procuram ajuda médica também já absorveram uma cultura de tecnologia da saúde que por vezes chega a dificultar a relação médico-paciente. O médico pode dar um diagnóstico correto, mas é freqüente o paciente só se convencer do diagnóstico quando um método gráfico confirma as palavras do médico. A situação fica ainda mais difícil no caso de doenças em que o diagnóstico é absolutamente clínico, como é o caso das doenças psiquiátricas, fibromialgia, enxaqueca, e tantas outras. Não tem jeito de fotografar estas doenças. Também é freqüente, numa primeira consulta, o paciente antes mesmo de falar sobre ele e suas queixas colocar sobre a mesa uma pilha de exames solicitando um parecer sobre as fotos e medidas dos seus órgãos. &nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A medicina como negócio pode dificultar ainda mais uma relação médico-paciente ideal. O médico por um lado é influenciado pelo potencial retorno financeiro que o paciente tem a oferecer ou não. Isso pode funcionar como o garçom de um restaurante que trata melhor determinado cliente, pois sabe que ele dá gorjetas caprichadas. Por outro lado, o paciente também pode ter uma relação com o médico influenciada pela idéia de negócio, e inconscientemente age como se estivesse consumindo um produto. Se a comida no restaurante atrasa um pouco, o consumidor pode exigir pressa, até de forma mal-educada, e pode ser que a comida chegue à mesa de forma mais rápida e com a mesma qualidade. É difícil imaginar que um médico consiga oferecer o mesmo nível de atenção a um paciente que já entra no consultório de forma ríspida cobrando seus direitos de consumidor. Isso faz com que o encontro entre médico e paciente deixe de ser um momento de alguém precisando de ajuda e o outro preparado e disponível a ajudar. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A chance de sucesso do encontro entre médico e paciente é ainda menor quando a escolha do médico é baseada no caderninho das operadoras de saúde. Os usuários esforçam-se para acertar o especialista que cuidarão melhor de suas queixas e freqüentemente escolhem o especialista errado. Aliás, é bem mais comum as pessoas contratarem um marceneiro para fazer um móvel por indicação de alguém do que por uma escolha aleatória na lista telefônica. A indicação de um arquiteto costuma ser mais certeira que a de um amigo ou parente, já que eles têm mais crítica do desempenho de profissionais que atuam na sua área. Por essas e por outras, eu sempre incentivo as pessoas a terem um médico de confiança e que ele seja o primeiro a ser procurado quando surge alguma nova queixa de saúde. Se ele não conseguir diagnosticar e tratar o problema, ele saberá indicar o especialista certo e de confiança. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A tecnologia médica não reduziu em nada a importância de médicos generalistas como os clínicos gerais, geriatras, pediatras e médicos de família. Muito pelo contrário, a tecnologia tem os tornado ainda mais completos. Profissionais bem formados nessas áreas e que inspiram confiança são ótimas opções para assumir o papel de médico de referência, mas especialistas de áreas clínicas também podem desempenhar bem essa função (ex: gastroenterologistas, infectologistas, endocrinologistas, cardiologistas, nefrologistas, neurologistas, oncologistas). </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E então? Você já tem o seu médico de confiança? <br><span style="color: rgb(51, 51, 153);">(</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 153);">A blogueira tem dois: um oftalmologista e um dermatologista)</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>  
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Sem fonte da juventude]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53528</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O hormônio de crescimento pode não ser a fonte da juventudade, como alegam grupos de pesquisadores e médicos. E acreditam milhões de pessoas.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um estudo realizado com um grupo de anões sugere que pessoas com deficiência profunda de hormônio do crescimento humano (HCH) devido a uma mutação genética parecem viver tanto quanto as pessoas que produzem quantidades normais do hormônio.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Sem o HCH, essas pessoas continuam a viver uma vida longa e saudável e nossos resultados não parecem apoiar a noção de que a falta de HCH abrande ou acelere o processo de envelhecimento", diz Roberto Salvatori, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, que fez a pesquisa em conjunto com cientistas brasileiros.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os pesquisadores estudaram um grupo de 65 pessoas de baixa estatura residentes na região de Itabaianinha, em Sergipe. A equipe queria elucidar os resultados contraditórios dos estudos anteriores sobre os efeitos do HCH sobre o envelhecimento humano.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No geral, estes resultados, publicados na edição de janeiro do</span><span style="font-style: italic; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, sugerem que os níveis de hormônio do crescimento não afetam a expectativa de vida de forma positiva ou negativa.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br></div> <br> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Receita de clínico geral para o carnaval]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53434</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Tempo de Carnaval: Folia e Saúde são incompatíveis?</span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">&nbsp;Márcia Mossurunga *  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os tamborins estão esquentando, estão sendo dados os últimos retoques nas fantasias das escolas, a compra do Abadá está finalizada e os bailes mais quentes da cidade estão com convites esgotados: chegou a hora de cair na folia, do samba no pé e mostrar que a festa mais sensual do planeta é produto direto da alegria contagiante e da esperança comovente do povo brasileiro.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mas temos que prevenir alguns incômodos que possam abalar a saúde e murchar o brilho da festa. Para isso, é preciso cuidar da alimentação, do repouso, dos movimentos e do vestuário que iremos usar.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ai vão algumas dicas fáceis de serem observadas:  <br>  <br>  <br>  <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/090ab67f977118f35975073a6173d0c0.jpg"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se você vai sair na avenida, prepare seu corpo alguns dias antes com exercícios de alongamento e, caso sinta necessidade, não hesite em fazer uma massagem após o desfile ou da festa. Um banho morno com sal grosso&nbsp; ajuda a relaxar a musculatura exigida pelos movimentos repetidos.</span></font><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Use roupas confortáveis, leves, preferencialmente claras&nbsp; e dê especial atenção aos sapatos. Ainda que sua sandália da fantasia não seja altíssima, não ande com ela antes e depois do desfile. <br> <br> <br>Se você torceu o pé, não banque a forte, pois esse ato de heroísmo pode lhe render alguns meses de molho e outras inconveniências. <br> <br> <br></span></font><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A dieta de todos nós deve ser balanceada especialmente nos dias da folia: evite os alimentos prontos, processados e gordurosos. Esqueça o churrasco, massas gordurosas e molhos cremosos.  <br></span></font><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se você vai levar a criançada, não dê os sanduiches prontos de origem duvidosa, mesmo aqueles ditos naturais. Natural é o que você faz em casa, traz de casa e leva numa bolsa térmica. Barras de cereais, mel, bananas, laranjas e maçãs são ótimas para a galerinha! E para os pais também.  <br></span></font><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A hidratação deve ser mantida sem a necessidade de abuso de energéticos, refrigerantes e outros produtos que contenham cafeína, que favorecem a desidratação e aumentam os batimentos cardíacos. Prefira: água de coco, suco de frutas fresco e chás gelados. <br> <br> <br></span></font><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se você vai consumir bebidas alcóolicas,&nbsp; aumenta a sua necessidade de hidratar-se&nbsp; e proteger-se da ressaca, insolação e da hipoglicemia. Portanto, tome uma colher de azeite antes da festa para proteger a mucosa do seu estômago, coma frutas frescas, não misture bebidas, não beba de estômago vazio e prefira os Ice e cervejas que têm menor teor alcoólico. <br> <br> <br></span></font><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se sua folia é diurna, não se esqueça do filtro solar!</span></font><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O sono após a festa é fundamental para repor as energias gastas e é de, no mínimo, sete a oito horas. <br> <br> <br></span></font><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Sua estratégia antes da festa, do baile ou do desfile merece uma atenção e preparação especiais. Após um descanso mínimo de uma hora, tome um banho prolongado e faça sua alimentação: prepare uma boa vitamina de maçã com leite desnatado ou leite de soja, iogurte e uma colher de quinoa ou um shake de morango, leite desnatado, iogurte e uma colher de whey protein hidrolisada. Prepare também um sanduiche de pasta de ricota ou queijo fresco, tomate, azeitona e&nbsp; cenoura amassados com iogurte e azeite. Acrescente folhas de rúcula e alface e... Bom apetite! <br> <br> <br></span></font><font style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Moderação, prevenção e diversão podem andar de mãos dadas na sua festa! Coma bem e prefira alimentos leves, beba pouco álcool, dance e pule com animação, evite brigas e confusões, use camisinha até para ficar e prepare-se para um ótimo Carnaval!</span></font><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><font size="3"><br style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Médica clínica geral e ortomolecular</span></font>  <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Zumbido pode ser sinal de depressão]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53367</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A presença de zumbidos está associada não apenas a questões orgânicas, como a perda de audição, mas também a aspectos afetivos dos pacientes, como a depressão entre idosos. A conclusão é de uma pesquisa realizada na&nbsp; Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo investigou os aspectos psicológicos ligados à percepção de música e vozes sem fonte sonora externa - classificados como fenômenos alucinatórios - em pacientes que relatavam o zumbido. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O trabalho surgiu a partir dos relatos cada vez mais frequentes da ocorrência dos zumbidos por pacientes aos do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A psicóloga Rosa Maria Rodrigues dos Santos, que fez a pesquisa, afirma que a perda de audição no idoso favorece a quebra do contato com o outro, diminuindo a sustentação social e afetiva. "Hoje se diz que os idosos são mais ativos, mas muitos estão às voltas com o isolamento, sem condição de se colocarem no mundo, o que favorece o sentimento de tristeza e de desamparo", alerta.</span></font> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Consumo de Ração Humana exige cautela]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53297</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br>Um composto alimentar conhecido como ração humana é a nova mania entre pessoas que querem emagrecer ou que esperam regular o sistema digestivo. Segundo fabricantes, a mistura, que conta com ingredientes ricos em fibra como linhaça, trigo, aveia, soja, entre outros, permite perder até 8 quilos em um mês, além de ajudar a controlar o colesterol, aumentar a resistência orgânica e regular o intestino. <br> <br> <br>Mas especialistas, embora destaquem os benefícios que a mistura pode trazer à saúde, alertam que é preciso cautela.&nbsp; Segundo a nutricionista clínica e fiscal do Conselho Regional de Nutrição do Rio de Janeiro, Edna Garambone, o composto provoca a perda de peso porque as fibras aumentam a saciedade e leva o organismo a reduzir a absorção de gordura. Ela enfatiza, no entanto, que pessoas com alergia a algum de seus componentes podem ter efeitos colaterais nocivos à saúde. <br> <br> <br>"Quem tem alergia à linhaça ou síndrome do intestino irritado pode sofrer com os efeitos colaterais, como a dor de cabeça e o aumento das idas ao banheiro. Além disso, como o produto muitas vezes é consumido por conta própria, as pessoas ficam sem saber que é preciso beber muita água para evitar o fecalomas, ou endurecimento das fezes", disse a nutricionista. Segundo Edna, a mistura pode ser utilizada, com recomendação clínica, como complemento, adicionada a saladas, iogurtes e frutas, mas nunca em substituição às refeições.. A mistura é dispensada de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Fala doutor!]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53274</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Olá amigos. O neurologista Ricardo Teixeira&nbsp; responde uma dúvida da internauta Viviane. Ela está preocupada porque o pai dela fez uma cirurgia de hérnia na virilha e depois de três meses de repouso,&nbsp; manca e está com suspeita de trombose ou flebite. O angiologista consultado disse que o problema é neurológico. Eis a resposta do Dr. Ricardo. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O fato do seu pai apresentar inchaço e alteração da cor da perna fala muito mais a favor de um diagnóstico de comprometimento vascular do que de um problema neurológico. A cirurgia em si não causaria diretamente uma trombose venosa na perna, mas indiretamente poderia ter contribuído devido à necessidade de prolongada restrição ao leito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53211</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O excesso de analgésicos ao invés  <br>de ajudar pode até piorar a enxaqueca</span> <br></font><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira*</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A cada ano, até 15% das pessoas com enxaqueca passam a apresentar crises quase diárias. Já conhecemos alguns fatores de risco modificáveis que aumentam o risco para a cronificação da enxaqueca: obesidade, distúrbios do sono, excesso de cafeína, tabagismo, eventos estressantes e dor crônica. Entretanto, nenhum fator tem tanto impacto como o uso excessivo de analgésicos. Os estudos epidemiológicos revelam que cerca de 3% a 4% da população mundial sofre de dor de cabeça diária, grande parte devido ao excesso de analgésicos. Seu consumo não deve exceder mais do que duas vezes por semana. É um ciclo vicioso: quanto mais analgésicos, mais dor de cabeça. Entretanto, não é difícil imaginar que a divulgação desse problema contraria interesses comerciais de proporções gigantes.  <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Resolve-se o problema com a suspensão abrupta dos analgésicos e o início de um tratamento com medicação que recolocará a química cerebral no seu lugar certo e que deve durar pelo menos seis meses. Há evidências do benefício do uso de corticóides e/ou neurolépticos nos primeiros dias da “abstinência” dos analgésicos. Durante a retirada, deve-se evitar o uso de analgésicos associados a tranquilizantes, opióides, barbitúricos, cafeína, assim como mistura de analgésicos. Os anti-inflamatórios não hormonais são boas opções nesses casos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além do risco de cronificação da enxaqueca, o uso de analgésicos sem instrução médica pode levar a outros riscos, já que algumas medicações são contra-indicadas a depender do tipo de enxaqueca e dos antecedentes patológicos do indivíduo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Internet depressiva]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52924</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Nossa pesquisa indica que o uso excessivo da internet está associado com depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro. As pessoas depressivas são atraídas pela internet ou é o uso da rede que causa depressão?" <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Catriona Morrison, responsável pela pesquisa sobre internet e depressão, realizado na Universidade de Lees (Grã-Bretanha) . Segundo o estudo, pessoas que navegam horas na internet possuem mais chances de serem depressivas. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E conclui: <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Enquanto a maioria usa a rede mundial para se informar, pagar contas, fazer compras e trocar e-mails, há uma pequena parcela dos usuários que acha difícil controlar o tempo gasto on-line. Isso ao ponto em que tal hábito passa a interferir em suas atividades diárias."</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Vacina não causa autismo]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52864</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A revista médica britânica <font style="color: rgb(51, 102, 255);" size="4"><a href="http://www.thelancet.com"><span style="font-weight: bold;">The Lancet</span> </a></font>se retratou formalmente hoje de um estudo de 1998 que vinculava a vacina tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba) com o autismo. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A revista decidiu também retirar esse artigo de seus arquivos. A informação gerou um retrocesso no uso desta tríplice inoculação no Reino Unido. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A <span style="font-weight: bold;">Lancet </span>já havia reconhecido em 2004 que não devia ter publicado esse estudo do pesquisador Andrew Wakefield, que gerou, além disso, uma forte polêmica no país.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>"Retiramos totalmente este estudo de nossos arquivos de publicações", disseram os editores em um comunicado publicado on-line. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Protetor solar: o jeito certo de usar]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52839</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O sol forte pede o uso de protetor solar. Não apenas no rosto, mas nas partes expostas aos raios solares. Um exemplo: o braço esquerdo de quem dirige. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgaram nesta semana um boletim sobre o uso correto de protetor solar. Confira a cartilha. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Verão mais seguro: orientações sobre protetor solar <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com a chegada da estação do verão é necessário aumentar os cuidados com a proteção da pele, pois a exposição excessiva ao sol contribui para o desenvolvimento do câncer de pele e o envelhecimento precoce.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Esses cuidados contra os efeitos danosos do sol, que são cumulativos, devem se estender durante todo o ano e não só no verão, pois os raios ultravioletas (UV) conseguem alcançar a Terra também em dias nublados e com pouca luminosidade.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Para melhor entender o conceito, a radiação ultravioleta (UV) é formada por raios UVA, UVB e UVC que são invisíveis, mas penetram na pele e podem provocar queimadura solar, envelhecimento precoce, câncer de pele, além de danos nos olhos e no sistema imunológico.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>A radiação UVA possui intensidade o ano todo e penetra na pele profundamente enquanto a radiação UVB tem intensidade maior no verão e ela que causa a queimadura solar e predispõe ao câncer de pele. Por isso, os cuidados com a exposição ao sol devem iniciar principalmente na infância porque a radiação é cumulativa e se estende ao longo da vida.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Usar protetor solar com Fator de Proteção (FPS) de no mínimo 15, diariamente, independente da cor da sua pele; evitar expor-se ao sol no período entre 10 e 16 horas; usar chapéu com abas, óculos escuros e roupas apropriadas, são medidas que ajudam a se proteger e aproveitar melhor o verão e as outras estações.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><span style="font-weight: bold;">Conceito dos protetores solares <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os protetores solares são produtos de uso externo que contêm em sua formulação filtros solares que são substâncias químicas e/ou físicas que atuam como barreiras protetoras da pele protegendo-a contra as radiações solares.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><span style="font-weight: bold;">FPS - Fator de Proteção Solar <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">FPS - Fator de Proteção Solar - mencionado no rótulo do produto identifica a proteção oferecida pelo produto contra os raios UVB. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para fins de registro dos protetores solares, a Anvisa estabelece metodologias de referências para determinação do nível de proteção solar e para resistência à água e também estabelece a lista de substâncias que podem ser usadas como filtro solar em produtos cosméticos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além disso, determina como requisitos obrigatórios os dados de segurança e a comprovação de eficácia, dentre outros. Para registro destes, é necessária ainda, a apresentação de teste de eficácia de uso do produto acabado antes da liberação para o mercado. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Orientações na compra e uso de protetores solares <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Aplique o protetor solar na pele no mínimo 30 minutos antes da exposição ao sol. Todos os protetores solares, mesmo os resistentes à água, devem ser reaplicados após: <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * duas horas de exposição contínua ao sol</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * nadar ou mergulhar</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * secar-se com toalhas</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * praticar exercícios físicos</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * suar excessivamente <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Utilização do protetor solar <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ao comprar um protetor solar, leia e observe atentamente se na embalagem contém:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Número de registro do produto na Anvisa/MS. O número de registro de produtos cosméticos inicia-se com o número 2 e pode ter 9 ou 13 dígitos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Indicação do FPS (de acordo com o tipo de pele)</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Modo de usar</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Prazo de validade</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Indicação da necessidade de reaplicação do produto para manutenção de sua eficácia</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Orientações e advertências, tais como: "Atenção: este produto não oferece nenhuma proteção contra insolação".</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><span style="font-weight: bold;">Outras dicas para uso do protetor solar <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não se esqueça de passar protetor nas partes mais vulneráveis como: orelhas, pescoço, nariz, pés e mãos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Lembre-se: a simples utilização do protetor solar não garante a total prevenção, e nem significa que podemos nos expor por mais tempo ao sol, o objetivo do seu uso é amenizar e proteger dos efeitos nocivos da radiação solar. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além disto, o produto só será eficaz se utilizado corretamente.</span></font> <br> <br> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52815</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pilritos, pilriteiros e equilíbrio mental <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Adorei uma frase que conheci há alguns anos por meio de um grande psiquiatra de Campinas, Pedro Amparo, quando ele me convencia que não deveríamos nos martirizar por ficarmos exigindo dos outros aquilo que eles não podem nos oferecer. Com sotaque bem português a frase dizia assim: Cada qual dá o que tem conforme a sua pessoa.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Anos depois aprendi com uma senhora portuguesa que na verdade essa frase é parte de uma quadra popular bastante conhecida em Portugal:  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Pilriteiro, dás pilritos</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Porque não dás coisa boa?</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Cada qual dá o que tem</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Conforme a sua pessoa. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em Portugal há também um ditado muito popular que diz a mesma coisa: <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Pilriteiro dá pilritos, a mais não é obrigado. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O pilriteiro é um arbusto espinhoso bastante comum em Portugal e dá uma frutinha muito ácida, o pilrito. Pela quadrinha popular, parece que o pilrito não deve mesmo ser uma fruta muito apreciada. Tenho uma teoria sobre frutas exóticas que pode se aplicar a esse caso. Se pilrito fosse bom mesmo, seu nome seria morango ou banana e seria exportado para todos os cantos do planeta. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Boa parte das situações do dia-a-dia que poderiam nos afastar do nosso equilíbrio mental tem a ver com o potencial que elas têm de nos deixar indignados com o desempenho ou atitudes de outras pessoas. É o prestador de serviço que não terminou o serviço direito; é um motorista que passa à nossa frente pelo acostamento enquanto estamos parados direitinhos na fila do engarrafamento ou é a moça do caixa do supermercado que é meio lenta. Podemos começar a enxergar esse cotidiano através de uma outra ótica. O cara que fura fila não tem educação e princípios de cidadania. Vamos nos irritar? Brigar? A moça lenta no caixa do supermercado é lenta mesmo e nem foi treinada para ser mais rápida. O mau prestador de serviços é ruim de serviço mesmo e foi a gente que fez a escolha. Antes de reagirmos de forma a perder nosso dia, podemos pensar que pilriteiros dão pilritos&nbsp; … E sempre que tivermos poder de escolha, não precisamos insistir em comer pilritos. Mudamos a página e seguimos em frente com morangos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Cirurgia segura]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52654</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A morte de Lanusse Martins Barbosa, durante uma lipoaspiração, mais uma vez desperta o interesse delicado: há cirurgia segura?&nbsp; O artigo da jornalista Carla Furtado, do Grupo Athena, informa que cerca de um milhão de pessoas morrem todos os anos em decorrência de procedimentos cirúrgicos. E o Protocolo de Cirurgia Segura reduz em 42% a mortalidade. Confira.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O QUE OS PACIENTES PRECISAM SABER <br> <br>Carla Furtado<br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Por aqui o tema ainda é pouco debatido, mas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa a preocupação com a segurança dos procedimentos cirúrgicos é recorrente. Tanto, que para obtenção da Acreditação Hospitalar concedida pela Joint Comission International (JCI) – privilégio de poucas instituições brasileiras, como Albert Einstein, Sírio Libanês e Oswaldo Cruz - a implantação do Protocolo de Cirurgia Segura é passo imprescindível.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo anualmente 7 milhões de pacientes sofrem complicações após intervenções cirúrgicas e, desses, 1 milhão vão a óbito. Muitas complicações e mortes podem ser evitadas com a implantação de rotinas simples. E é isso que prega a JCI, representada no País pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O Protocolo de Cirurgia Segura implica na utilização de um checklist para verificação de pontos-chave antes de fases específicas da assistência perioperatória. “A primeira checagem se dá antes da anestesia e visa garantir que o procedimento correto seja realizado no paciente correto e na região do corpo correta”, descreve Rejane Mariotto, diretora de qualidade e segurança do Hospital Brasília, primeira entidade das regiões centro-oeste e norte em fase de preparação para a Acreditação Internacional pela JCI.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">“Verificam-se também se o consentimento informado, bem como todos os exames e avaliações médicas e de enfermagem pré-operatórios necessários para definição do risco cirúrgico e anestésico foram realizados e se todos os profissionais e materiais necessários para o procedimento estão disponíveis. Só então é feita a indução anestésica”, complementa a executiva. Além disso, antes da incisão, todos os profissionais avaliam possíveis intercorrências durante o ato cirúrgico. Ao final do procedimento e antes de deixar a sala, a equipe conta compressas e instrumentais, identifica materiais de biópsia e avalia os pontos mais importantes para a recuperação pós-anestésica e pós-operatória do paciente.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O professor Edmundo Ferraz, consultor do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva e da OMS, é atuante defensor do Protocolo. Ele participou, em 2007, do encontro realizado em Genebra, com vistas a validar a rotina-padrão de segurança para cirurgias. “Os resultados do estudo piloto realizado em nove cidades do mundo, publicado em janeiro de 2009 no New England Journal of Medicine, foram surpreendentes e decisivos. A introdução do checklist reduziu em 37% as complicações pós-cirúrgicas e em 42% a mortalidade”, enfatiza. Ferraz espera agora o anúncio da implantação oficial da política de cirurgia segura no Brasil: “Por enquanto é privilégio dos hospitais de elite”.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">A implantação do Protocolo demanda uma profunda mudança cultural. José Henrique Germann Ferreira, ex superintendente do Hospital Albert Einstein e atual diretor geral do São Lucas - de Ribeirão Preto, lembra que toda instituição de saúde que atua com corpo clínico aberto enfrenta dificuldades para implementar normas universais de funcionamento. “O médico que trabalha em vários hospitais sofre mais a pressão do tempo e a adoção de sistemas de gerenciamento normalmente demanda o cumprimento de novos passos, ou seja, mais tempo”, comenta. Para o executivo, a saída para envolver esse personagem fundamental no processo está no relacionamento: “Quanto mais a instituição investe na disseminação de informações e no estreitamento de laços com seu corpo clínico, menor é a resistência”.&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Convidado para falar sobre o tema em vários países, o professor Edmundo Ferraz é enfático sobre os benefícios para o próprio médico. “É importante que trabalhemos com segurança e tranqüilidade, sabendo que dispomos de todos os recursos para operar”. Em uma profissão na qual um erro pode trazer sensível impacto à vida pessoal, não resta dúvida de que segurança é palavra de ordem.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Espera-se que, com o tempo, a disseminação de informações sobre a Cirurgia Segura dê ao paciente a condição de verificar e até exigir que a instituição na qual será operado ofereça as condições ideais – seja ela pública ou privada. “O paciente ainda avalia a qualidade de um serviço de saúde a partir de determinados critérios, usualmente por aquilo que ele consegue ver. Esses aspectos são importantes, mas há outros que ele não consegue reconhecer e que são vitais”, destaca Dr. Erickson Blun, superintendente do Hospital Brasília. “Como o paciente saberá se o hospital realiza manutenção preventiva de seus equipamentos, por exemplo?”, questiona Dr. Blun.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O movimento pela Acreditação Hospitalar, em ascendência no Brasil, sinaliza um futuro promissor no que diz respeito à qualidade da assistência médico-hospitalar. Para o Dr. José Henrique esse é um caminho sem volta: “Em pouco tempo não haverá mais espaço no mercado para hospitais que não utilizam algum sistema de controle de qualidade e segurança”. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Dieta ácida danifica dentes infantis]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52592</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		  <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left; font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">A erosão dentária causada por ácidos gástricos ou presentes na dieta já atinge metade das crianças em idade pré-escolar, que ainda possuem dentes de leite.&nbsp; A erosão desgasta a dentina, a camada externa dos dentes.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">O diagnóstico faz parte de uma pesquisa realizada na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP). O estudo, da dentista Christiana Murakami, aponta um maior número de casos de erosão entre crianças com refluxo gastroesofágico.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">A ingestão frequente de sucos ácidos e refrigerantes também é um indicador de risco para a doença.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">Como medida de prevenção, a pesquisadora propõe a restrição do consumo de bebidas ácidas. Na hora de beber, os pais devem optar pelo suco gelado e orientar a criança a usar o canudo corretamente, posicionado na língua e não a frente dos dentes.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">Entre as providências que podem ser tomadas, a dentista recomenda que as crianças não escovem os dentes imediatamente após a ingestão de sucos ácidos e refrigerantes, e em caso de vômito.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">"Como os ácidos ainda estão em contato com os dentes, amolecendo o seu esmalte, o uso da escova provocará abrasão e desgastará ainda mais o esmalte", diz. "O ideal é esperar ao menos dez minutos e fazer um bochecho com água ou enxaguatório bucal neutro antes da escovação."  <br>  <br>  <br></span></font></div>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52457</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3">S<font size="4">erá que é só um hobbie ou já virou compulsão?</font></font> <br> <br></div><font size="3"> <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira * <br> <br></span> <br>O hábito de colecionar coisas, mesmo que não tenham qualquer utilidade à primeira vista, é um hábito comum entre crianças e adultos, tanto em sociedades modernas como primitivas. Tal hábito também é descrito em outras espécies. O hábito de estocar comida é descrito em pelo menos 12 famílias de pássaros, 21 famílias de mamíferos e vários tipos de insetos. E o hábito de colecionar não é restrito à comida. Alguns tipos de pássaros costumam juntar objetos metálicos e coloridos e hamsters preferem juntar contas de vidro a juntar comida. <br> <br>&nbsp; <br>A estocagem de alimento faz todo sentido do ponto de vista de adaptação das espécies como forma de preparação para tempos de vacas magras. Entre os humanos, o comportamento de colecionador pode representar esse mesmo instinto arcaico e é difícil pensar em alguém que nunca tenha colecionado nada durante a vida. As coleções podem ser justificadas pelo valor estético e emocional dos objetos, e até mesmo pelo valor material mesmo, como é o caso de obras de arte.  <br> <br>&nbsp; <br>O fato é que em algumas situações o comportamento de colecionador não traz nenhuma dessas justificativas anteriores e pode representar um sintoma patológico. Nessa situação o indivíduo coleciona exageradamente, de forma indiscriminada, e tem muita dificuldade de se desfazer das “quinquilharias”. Nesses casos, é mais comum a coleção de objetos que podem ser facilmente obtidos e após a aquisição eles são deixados de lado. O interesse pelos objetos volta a acontecer quando outra pessoa ameaça dar um fim na coleção. O ato de colecionar é um fim em si mesmo, comportamento semelhante ao dos roedores, que acumulam por acumular, independentemente se suas reservas estão em alta ou em baixa.&nbsp;  <br> <br>&nbsp; <br>Várias doenças neuro-psiquiátricas podem estar associadas a um comportamento de colecionador patológico, como é o caso do transtorno obsessivo-compulsivo, autismo, esquizofrenia, síndrome de Tourette e diferentes tipos de demência. Estudos recentes têm demonstrado que lesões ou alterações no funcionamento de regiões frontais do cérebro, especialmente do lado direito, estão associadas ao comportamento de colecionador patológico. É como se essa região do cérebro funcionasse como freio para o instinto arcaico de acumular por acumular, que tem origem em outras regiões do cérebro como o sistema límbico, um dos maestros de nosso comportamento. Talvez as crianças ainda não tenham esse freio bem desenvolvido, pois se dependesse delas, elas teriam todos os modelos de brinquedos disponíveis no mercado. Consumismo pode não ser o melhor nome para isso.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp; <br>&nbsp; <br>Num extremo podemos imaginar o colecionador comum e “saudável” que tem toda a obra de seu escritor predileto e já leu boa parte dos livros que comprou. No outro extremo está o indivíduo que começa a guardar em casa quilos e quilos de objetos sem utilidade que deveriam estar num ferro velho. Entre os dois extremos, estariam aquelas pessoas que lêem ou consultam apenas uma mísera parte dos livros que compram, mulheres que têm um quarto em casa só para guardar a coleção de centenas de sapatos, pessoas que já têm uma respeitável “coleção” de dinheiro suficiente para sustentar três gerações, mas continuam a trabalhar 18 horas por dia pelo prazer de ver sua coleção aumentando. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-weight: bold;"></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[Proteja os olhos do sol forte]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52146</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O sol brilha absoluto no cerrado. É o veranico de janeiro. A preocupação é com a pele, mas a maioria se esquece da proteção dos olhos</span></font>.   <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Eis um&nbsp; alerta: o contato prolongado com os raios UV pode causar sérios danos à visão, entre eles, a catarata. Segundo o oftalmologista Daniel Moon Lee, a radiação ultravioleta provoca alterações nas células epiteliais do cristalino, a lente natural do olho.   <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No quesito prevenção, a orientação é usar óculos escuros, com capacidade de filtrar os raios UVA e UVB. O uso de óculos de má qualidade pode ser mais danoso que a não utilização. Pelo fato de terem lentes escuras, provocam a dilatação das pupilas, enganando os olhos e permitindo maior entrada de radiação. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Outro alerta vai para a população entre 30 e 40 anos de idade. “Há estudos que revelam que pessoas nessa faixa etária têm mais propensão de desenvolver a catarata”, diz.</span></font>  <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52104</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O uso de medicação anti-hipertensiva  <br>reduz o risco da doença de Alzheimer</span> <br></font><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira*</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As medicações usadas para controlar a hipertensão arterial têm se mostrado a cada dia mais interessantes ao cérebro. E os efeitos benéficos vão além da capacidade de proteger o cérebro de altos níveis de pressão arterial.&nbsp; Em 2009, dois estudos avançaram muito na discussão da relação entre a hipertensão arterial e o risco de demência. Um deles demonstrou que o uso de anti-hipertensivos reduz o risco de demência, e o risco é menor até mesmo quando comparado ao das pessoas que nem apresentam pressão alta. O segundo estudo mostrou que o tratamento da hipertensão arterial reduziu o risco de demência, especialmente entre pessoas com menos de 75 anos de idade, onde a redução do risco foi de 8% quando comparado àquelas que nunca fizeram tratamento para pressão alta. Nenhuma classe de anti-hipertensivo foi superior às demais. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma pesquisa publicada na última edição do <a href="http://www.bmj.com/cgi/reprint/340/jan12_1/b5465">British Medical Journa</a>l confirma esse efeito protetor dos anti-hipertensivos sobre o cérebro, e desta vez tivemos uma pista de que alguns medicamentos podem ser mais eficazes que outros. Pesquisadores da Universidade de Boston nos Estados Unidos acompanharam por quatro anos mais de 800 mil indivíduos com mais 65 anos de idade (98% homens) e em tratamento para doença cardiovascular. Aqueles que faziam uso de medicações da classe bloqueadores dos receptores da angiotensina (ex: candesartan, losartan, valsartan) tiveram menos risco de desenvolver doença de Alzheimer e outros tipos de demência do que aqueles que usaram outros tipos de anti-hipertensivos. Além disso, entre aqueles que já apresentavam diagnóstico de demência, o uso de anti-hipertensivos também promoveu uma menor chance de internação em clínicas geriátricas.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já é bem reconhecido que os bloqueadores dos receptores de angiotensina têm efeitos positivos sobre os pequenos vasos sanguíneos como um todo, incluindo os do cérebro. Um dos principais marcadores da doença de Alzheimer é o depósito de proteínas no cérebro e é fundamental o pleno funcionamento da microcirculação cerebral para que essas proteínas não se acumulem de forma exagerada. Essa é uma das formas de entender a razão pela qual a atividade física, uma dieta rica em frutas e vegetais, com alto teor de ômega-3, consumo moderado de álcool, todos esses sejam considerados fatores protetores da doença de Alzheimer. Se é bom para os vasos, é bom para o cérebro.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Hora de ajudar]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51931</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para ajudar as vítimas do terremoto no Haiti,&nbsp; você pode depositar qualquer valor nas contas- correntes abaixo.&nbsp; A orientação das autoridades das Nações Unidas é a de enviar mantimentos ao Haiti, mas dinheiro, que será usado para a compra de água, alimentos e medicamentos.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Embaixada do Brasil no Haiti</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Banco do Brasil</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Agência: 1606-3</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Conta: 91000-7</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CNPJ: 04170237/0001-71</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Comitê Internacional da Cruz Vermelha</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">HSBC</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Agência: 1276</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Conta: 14526-84</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CNPJ: 04359688/0001-51</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Movimento Viva Rio</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Banco do Brasil</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Agência: 1769-8</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Conta: 5113-6</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CNPJ: 00343941/0001-28</span></font> <br></div> <br>
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		<title><![CDATA[Paracetamol contraindicado depois de vacina]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51861</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um importante alerta da Secretaria de Saúde de São Paulo. O analgésico paracetamol não deve ser usado para evitar febre após a vacinação de crianças.&nbsp; O órgão faz a advertência aos pais e responsáveis com base em um estudo internacional que comprovou a interferência da medicação na resposta da vacina na criança.</span></font> <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/72cb82b560fc855bacdf57398f9585b9.jpg"> <br><font size="1">Foto do Carlos Vieira, o meu amigo KK</font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A febre faz parte da resposta inflamatória habitual do organismo. Em geral, a febre que ocorre depois da aplicação da vacina é autolimitada e sem consequências graves. A preocupação é que, em alguns casos, a febre pode causar convulsões. Por isso, tornou-se rotineiro em alguns locais o uso profilático do paracetamol ou de medicamentos antipiréticos.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo foi realizado em 459 crianças saudáveis, com idade entre 9 e 16 semanas,&nbsp; separadas em dois grupos. O primeiro recebeu doses do paracetamol como prevenção. Já o segundo grupo não recebeu a medicação. O estudo confirma que a resposta positiva da vacina em crianças que não receberam a medicação é melhor.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Estamos alertando para o uso indiscriminado da medicação como forma de prevenção em crianças saudáveis e sem histórico de convulsão. Já em crianças com histórico pessoal ou familiar de convulsão, ou crianças que apresentem febre superior a 39,5ºC, o uso da medicação é recomendado", afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria de Saúde de São Paulo.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Cirurgia de catarata: adaptação dura seis meses]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51817</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O melhor nível de adaptação neurológica com o implante de lentes intraoculares multifocais ocorre seis meses após a realização da cirurgia de catarata. A constatação é resultado de um estudo realizado pelo oftalmologista espanhol, Carlos Palomino Bautista, do Hospital Quiron de Madri, a partir de avaliação de 250 olhos de 137 pacientes com idade de 68 anos em média. A tese é confirmada também pelo médico Leonardo Akaishi, diretor do departamento de catarata do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB). </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No dia seguinte à cirurgia, o paciente já percebe grandes avanços sobre sua qualidade e quantidade de visão, mas é no período de seis meses que desenvolve familiaridade com os halos se houverem e também adquire novos hábitos para ajuste da visão à distância quando vai dirigir ou praticar esportes, explica Akaishi.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo ele, que vem observando as questões associadas à neurovisão na avaliação de seus pacientes em Brasília (DF) e em Palmas (TO), “a cirurgia de catarata com implante de lentes intraoculares multifocais confere ao paciente uma nova percepção de iluminação, das cores e da distância focal”. A partir dessa nova realidade também vem a necessidade de neuroadaptação e é compreensível que o paciente requeira seis meses para ter o melhor resultado, comenta o médico.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[Entenda o câncer de Hebe Camargo]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51778</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os médicos encontraram um tumor primário no peritônio.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O peritônio é uma membrana que envolve e protege os órgãos abdominais - intestino, fígado, risn, ovário, útero, entre outros.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O nódulo encontrado é do tipo primário. Significa que é a primeira manifestação da doença no organismo.&nbsp; Não há sinais de que o tumor maligno se espalhou para outras partes do corpo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O câncer é maligno e muito raro, mas em 60% dos casos há recuperação na primeira fase do tratamento. Para cada 100 mil pessoas, existem cinco casos.   <br>  <br>Ele é primo-irmão do câncer de ovário e só ocorre em mulheres. Uma em cada 70 mulheres tem câncer de ovário. No caso do câncer do peritônio,&nbsp; a incidência é de uma em cada 700 mulheres com a doença. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Fonte: Hospital Israelita Albert Einstein</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Frutos do cerrado alimentam e tratam]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51766</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		     <br>     <br>     <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/impresso/"><font style="color: rgb(51, 102, 255); text-decoration: underline;" size="4">Revista do Correio</font></a> deste domingo traz uma matéria interessante sobre os frutos cerrados. O pequi, o baru, a cagaita e o maracujá, entre outros, são considerados alimentos funcionais, capazes de contribuir para o tratamento de doenças. </span></font>     <br>     <br>     <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/6ca6d734a0fbbadb1f0b7d0e4a53c39a.jpg">     <br>     <br><font size="1">Crédito: Zuleika de Sousa/D.A Press</font>     <br></div>     <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51694</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os suplementos de vitaminas têm suas indicações, mas necessitam de indicações precisas e responsáveis  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira</span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em 1996, uma força tarefa americana publicou uma recomendação para que todas as mulheres com chances de engravidar façam uso de suplemento de ácido fólico para reduzir o risco de malformações do sistema nervoso do feto. Esse uso não deve ser restrito ao período da gravidez, pois os benefícios são bem demonstrados quando as mulheres usam ácido fólico mesmo antes de ficarem grávidas. Em 2009, a mesma força tarefa publicou um novo documento que confirma as recomendações de 1996, demonstrando que a literatura científica continua dando respaldo aos benefícios do suplemento de ácido fólico entre mulheres férteis.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O folato é um tipo de vitamina B, e sua forma sintética, o ácido fólico, está fortemente presente nos suplementos vitamínicos e alimentos fortificados. No Brasil, desde 2002, existe uma lei que torna obrigatório a suplementação da farinha de trigo com ácido fólico por parte dos fabricantes de farinha. Entretanto, a atual recomendação chama a atenção que não existem evidências de que os alimentos fortificados com ácido fólico sejam suficientes para prevenir malformações do sistema nervoso. As mulheres férteis devem usar de 0.4 a 0.8mg diários de ácido fólico, e os comprimidos comercializados no Brasil contêm 2mg ou 5mg. Existem também apresentações em gotas, em que 1ml (20 gotas) contém 0.2 ou 0.4mg.&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>As últimas recomendações de 2009 também indicam que não existem evidências de efeitos adversos associados à suplementação da vitamina. No fim de 2009, tivemos a publicação no respeitado periódico JAMA de um estudo que deu uma chacoalhada nesse último conceito. O estudo foi realizado na Noruega e demonstrou que a suplementação de ácido fólico 0.8mg/dia e vitamina B12 0.4mg/dia por três anos e meio esteve associado a um aumento de 21% no risco de câncer, especialmente de pulmão, da próstata e do sangue.&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>A relação entre câncer e ácido fólico ainda é uma questão em aberto. Algumas pesquisas já haviam demonstrado um menor risco de câncer do intestino associado ao consumo de folato, especialmente o proveniente da dieta. Estudos experimentais apontam que a deficiência de folato é capaz de desencadear os estágios iniciais do câncer, enquanto altas doses de ácido fólico promovem o crescimento de células cancerígenas. Uma das hipóteses para explicar o aumento de risco de câncer associado a suplementação de ácido fólico é o estímulo ao crescimento de câncer ainda em fase latente.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>Por enquanto, as mulheres com chance de ficarem grávidas devem continuar a usar suplementos de ácido fólico, independente de consumir alimentos fortificados. Essa história do ácido fólico é uma grande oportunidade de reflexão para os médicos e pacientes de que suplemento de vitaminas não é nenhuma canja de galinha. Muitas vezes esses suplementos não têm qualquer efeito na prevenção de doenças crônicas e ainda podem trazer prejuízo à saúde. O Conselho Federal de Medicina tem uma posição bastante clara sobre esse assunto. <a href="http://consciencianodiaadia.com/2008/06/09/detergentes-ortomoleculares-2">Vale a pena conhecer</a>: </span></font>  <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste Blog.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div>  <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do dermatologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51525</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A CAMINHO DA PRAIA OU PISCINA</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cuidados especiais com a Pele Durante o Verão</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Fenelon, dermatologista</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Brasília tem fama de ficar vazia, todos os anos, até após o Carnaval. Nesse período, quem viaja ou permanece na cidade, desfruta de opções de lazer próprias desta estação do ano, o verão. Freqüentadores de clubes, piscinas, praias e locais públicos de banho, na cidade ou fora dela, devem intensificar os cuidados com a pele nesse período. A precaução maior de todos deve ser com a exposição ao sol. Os índices de incidência de câncer de pele têm aumentado recentemente, o que nos compromete a emitir mais alertas em torno de bronzeamento e da utilização de protetores solares. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Jamais se exponha ao sol sem protetor solar. O FPS mínimo recomendado, mesmo para peles mais morenas, é o fator 30. Sua principal função é combater os efeitos nocivos dos raios UVA e UVB, emitidos pela radiação solar, sobre a pele. Ambos, aceleram o envelhecimento e causam até mesmo câncer de pele. Estudos recentes indicam que a exposição ao sol reduz as defesas do organismos, tornando o indivíduo mais sujeito a doenças nesse período. Por isso, há pessoas que chegam a ter febre após longas sessões de bronzeamento natural.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O uso do protetor solar deve começar antes de sair de casa. Quando chegar à praia ou piscina, já esteja devidamente “besuntado”. Sua reaplicação deve ocorrer a cada duas horas, ou após cada mergulho. Nas crianças, o FPS mínimo deve ser o fator 60. E sempre que possível utilizar um produto adequado à essa faixa etária, e com o aval e orientação do pediatra do pequeno banhista. Quem tem pele oleosa e com tendência à acne deve optar por um produto em gel ou loção oil free. A hidratação do organismo deve ser contínua, com a ingestão de dois a três litros de líquido diariamente. Refrigerantes e bebidas alcoólicas não entram nessa contabilidade. Um creme hidratante também deve ser utilizado, após a exposição ao sol. Prevenir é melhor que remediar. Evite períodos prolongados de exposição, que vão gerar queimaduras na pele, com vermelhidão, formação de bolhas e outras seqüelas. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além dos problemas gerados pelo sol, a associação do calor, umidade e oleosidade da pele pode provocar o aparecimento de micoses. Entre elas, o que chamamos popularmente de “pano branco”, é a mais comum de todas. O nome científico desse problema é Pitiríase Versicolor, que se manifesta através de manchas hipocrômicas (mais claras que a cor da pele) e irregulares, causadas por um fungo denominado Malassezia Furfur. Esse fungo vive em simbiose com a pele, sem lhe causar danos. Porém, em condições de calor, oleosidade e umidade, se transforma e provoca as manchas. As costas e o pescoço são as regiões mais atingidas. Evitar bronzeadores oleosos e usar sabonetes freqüentemente nessas regiões ajuda a prevenir a manifestação da doença. O melhor tratamento para o problema deverá ser indicado por um dermatologista de sua confiança. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CLORO DAS PISCINAS – Pacientes alérgicos, ao contato com o cloro da piscina, também devem tomar algumas precauções. Em geral, quando exposta ao cloro, a pele tende a ficar irritada e ressecada. Esse quadro é agravado com a incidência do sol. Uma maneira de amenizar o problema é usar e abusar de cremes ou loções hidratantes, após a exposição ao sol, além de filtro solar com elevado fator de proteção, antes e após os mergulhos. Lembre-se que a exposição ao sol é sempre nociva ao organismo. O horário menos agressivo à pele é antes das 10h e após às 15h. Em qualquer horário, porém, deve-se aplicar filtro solar 30 minutos antes de se expor ao sol e reaplicar o produto sobre a pele a cada 90 minutos ou após sair da água. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Bumbum, seios e partes que ficam em contato direto com a roupa de banho pedem atenção especial. A umidade dos maiôs, associada ao calor, pode facilitar a proliferação de bactérias e fungos. Assim, ocasionar o surgimento de infecções na pele. Por essa razão, evite o uso prolongado da roupa de banho após sair da praia ou piscina. Quando chegar em casa, lembre-se de algumas dicas antes de entrar no chuveiro. Banhos rápidos, com água fria ou morna, e com aplicação de sabonetes somente nas regiões dos pés, axilas e genital. </span></font> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Coceira, um sinal de estresse psicológico]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51482</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		  <br>  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Aquela coceira persistente pode ser um sinal de estresse. Isso mesmo!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisadores japoneses avaliaram a relação entre a freqüência de sintomas de prurido (coceira) ao longo de 1 mês e o estresse psicológico em 2 mil 224 participantes com mais de 18 anos e sem distúrbios psiquiátricos, participantes do estudo Japan Health Diary Study. A pesquisa foi publicada na revista <span style="font-style: italic;"><font style="color: rgb(51, 102, 255);" size="4"><a href="http://archderm.ama-assn.org/cgi/content/short/145/12/1384?home">Archives of Dermatology</a></font> </span>(texto em inglês) de dezembro de 2009.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A idade média dos participantes foi de 44,6 anos, 54,5% eram mulheres e 3,1% se apresentaram com sintomas pruriginosos. A análise mostrou que os pacientes com prurido tinham estresse psicológico significativamente maior do que aqueles sem prurido. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A conclusão é que a freqüência dos sintomas pruriginosos está associada com o estresse psicológico na população em geral. A informação foi publicada hoje no site da Bibliomed. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Molécula regula o excesso de peso]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51430</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cientistas americanos descobriram um mecanismo molecular que controla o consumo de energia nos músculos e que permitiria regular o peso, segundo trabalhos efetuados com cobaias e divulgados hoje.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os autores deste estudo publicado na <font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="4"><a href="http://www.cell.com/cell-metabolism/fulltext/S1550-4131%2809%2900373-8">Cell Metabolism</a></font> estimam que a descoberta poderá desembocar num novo enfoque clínico do tratamento do excesso de peso e da obesidade, que afetam um terço da população adulta dos Estados Unidos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Esse mecanismo leva o organismo a armazenar calorias e contribui, portanto, com o aumento do peso. Experiências precedentes em animais haviam mostrado que indivíduos desprovidos desse mecanismo de armazenamento queimavam mais calorias e estavam menos expostos ao sobrepeso. Portanto, neutralizar esse mecanismo obriga o organismo a utilizar mais energia e a limitar o aumento de peso.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O mecanismo está controlado por canais potássicos sensíveis à molécula denominada ATP (adenosina trifosfato), explicam os cientistas. Esses canais ou KATP participam de numerosas funções biológicas, entre elas a transmissão do influxo nervoso, enquanto que a ATP fornece em todos os organismos vivos a energia necessária para as reações químicas das células.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ou seja: o ano de 2010 começa com uma excelente novidade. Uma boa notícia para incentivar os que se excederam nas ceias e, principalmente, os fizeram a promessa de emagrecer no novo ano. <br></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Nova válvula para crianças cardíacas]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51428</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A equipe de cardiologia pediátrica da Beneficência Portuguesa de São Paulo desenvolveu uma técnica inédita para a substituição da válvula pulmonar em pacientes com cardiopatias congênitas.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O procedimento, que cria um enxerto a partir de tecido de porcos, foi testada com sucesso em crianças operadas no complexo hospitalar. Segundo estudos realizados pelo departamento de cirurgia cardíaca pediátrica da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, aproximadamente 23 mil crianças necessitam passar por cirurgias cardíacas anualmente no Brasil e estima-se que 15% (3,4 mil) delas sofram de problemas que necessitem de abordagem ou substituição da válvula pulmonar.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O procedimento, que cria uma alternativa para enxertos de tecidos de carneiros, foi o único trabalho da América Latina apresentado no 5º Congresso Mundial de Cardiologia e Cirurgia Cardíaca Pediátrica, realizado na Austrália em 2009.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O enxerto com tecido suíno reconstitui o tronco pulmonar e sua válvula. Desta forma, o troncovalvulado pode crescer com a criança, minimizando a degeneração e a calcificação. “O enxerto de porco não é identificado como corpo estranho pelo organismo dos pacientes, não há rejeição e, por isso, não há necessidade de novas cirurgias para troca do tubo valvulado, à medida que o paciente cresce”, afirma Glaucio Furlanetto, cirurgião cardíaco pediátrico da Beneficência Portuguesa de São Paulo, autor da técnica.</span></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Azul e vermelho protegem contra o sol]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51363</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se você quer proteção contra os&nbsp; raios ultravioleta (UV), mas não está disposto a pagar mais caro por roupas que ofereçam proteção adicional ou filtros solares,&nbsp; então prefira as roupas comuns nas cores azul e vermelha. E esqueça o amarelo. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cientistas espanhóis descobriram que o mesmo tecido de algodão, tingido de azul ou vermelho profundos, proporciona uma maior proteção contra os raios UV do que quando ele é tingido em tons de amarelo. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo foi publicado no periódico <a href="http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/ie9006694?prevSearch=&amp;searchHistoryKey="><span style="font-style: italic;">Engineering Chemistry Research</span></a>. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A conclusão dos pesquisadores é que as cores mais escuras, quando aplicadas a tecidos de algodão, tendem a ter uma melhor absorção dos raios UV, oferecendo maior proteção à pele do usuário.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/6683/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-15.jpg" alt=""><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/6683/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-16.jpg" alt="">
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		<title><![CDATA[Recado do Neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51376</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Sonho, realidade e um pouco de Zeca Pagodinho.  <br>Planejando nossa vida pessoal para 2010.</span></font></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O planejamento estratégico é uma das maiores ferramentas que as empresas dispõem para garantir o crescimento e a viabilidade de seus negócios ao longo dos anos. É fato que existem muitas pessoas habilidosas que conduzem as decisões da empresa de forma instintiva, sem planejamento formal, e o negócio vai muito bem, obrigado. Isso hoje. E amanhã ? Um cientista não começa um experimento sem que o método esteja muito bem descrito, incluindo como os resultados serão analisados ao final do trabalho. É difícil imaginar que Amyr Klink teria conseguido fazer o que fez sem sua preciosa capacidade de planejamento. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Muitas pessoas atravessam os anos gastando semanas de reuniões para a formulação do planejamento de seu negócio ou dos outros, e não chegam a investir sequer minutos rabiscando idéias de seu próprio planejamento pessoal. Muitos certamente têm bastante simpatia com a música do talentoso Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar, vida leva eu...”. Outros não concordam com essa levada e parece que esse devia ser o caso do filósofo Sêneca que nos deixou a famosa frase: “Para aqueles que não sabem para que porto vão, nenhum vento é bom”.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Podemos nos valer de algumas idéias do método de planejamento estratégico do mundo corporativo para nossa vida pessoal. São várias as dimensões essenciais de nossa vida que devem fazer parte dessa reflexão: saúde, família, amigos, carreira profissional, realização intelectual, lazer, sexualidade, espiritualidade, etc.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Planejamento pessoal <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Vamos começar por nossa análise interna. Aqui devemos focar em nossas próprias forças e fraquezas. Esse não é um processo exato, mas é bem provável que o rumo de sucesso pessoal mais certeiro seja o de solidificar / aumentar nossas forças e corrigir nossas fraquezas.&nbsp; Ao elencarmos nossas forças e fraquezas, podemos priorizá-las e definir quais são aquelas em que devemos mais investir. Uma boa dica é começar investindo naquelas que sejam sustentáveis a longo prazo. Talvez não valha a pena gastar tanta energia para nos aprimorar em uma determinada carreira se ela está em extinção, mesmo que esse seja um forte talento pessoal. Da mesma forma, não vale a pena apostar em corrigir uma fraqueza em que o resultado da correção não vai nos trazer muita vantagem. Se ao digitar no computador você “cata milho” de forma rápida e eficiente, investir em um curso de digitação para atingir uma performance olímpica pode não ser sua maior prioridade. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um segundo passo na priorização de ações é a identificação de forças e fraquezas que são&nbsp; essenciais para nossa vida. Cada um tem sua própria análise, mas há algumas premissas que não deveriam ser muito diferentes entre as pessoas, como é o caso do investimento em nossa saúde. Sem saúde, todo o resto não sai do lugar. Vale repensar se faz sentido estar atrasado em um ano com os exames periódicos preventivos, mas ter tempo para criar um novo projeto profissional.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um terceiro passo, e esse considero que seja mais relevante no âmbito da carreira profissional, é o de identificar o quanto suas forças e fraquezas são raras, difíceis de imitar, difíceis de consertar. Ao identificar uma força valorosa do ponto de vista profissional, dê mais prioridade às que são raras no seu meio. Essas forças diferenciam-lhe dos outros e fazem-lhe “sair da pilha”, como dizia Jack Welch, grande personalidade do mundo corporativo. Quanto às fraquezas, uma boa sugestão é a de priorizar nossos reparos com foco em dois momentos. Primeiro resolver a curtíssimo prazo aquilo que é fácil de consertar. Um médico talentoso que tem seu consultório vazio, talvez por ter o cabelo pintado de roxo, poderia pelo menos tentar pintar o cabelo de outra cor, e para ontem. Pensando mais a médio e longo prazo, devemos depositar um grande contingente de energia no reparo de fraquezas que são difíceis de corrigir e que nos trazem desvantagem. Difícil de corrigir significa que a deficiência não pode ser corrigida da noite pro dia, mas não quer dizer que seja a coisa mais difícil ou penosa do mundo. Pode ser a falta de proficiência em determinada língua, falta de ferramentas de gestão, um problema de saúde crônico, etc.&nbsp; A análise interna pode ser vista como aquilo que poderíamos fazer para melhorar. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Após essa análise interna, podemos passar para a construção do cenário externo, que é a percepção das ameaças e oportunidades que nos rondam no presente e que nos aguardam no futuro. Se vivemos numa cidade em que o trânsito está ficando cada vez mais caótico, e só tende a piorar, esse fator que vem “de fora” deve fazer parte do planejamento de nossa vida, já que um dia pode vir a anular nossas forças. Parte desse cenário pode ser visto como aquilo que deveríamos fazer para melhorar.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por fim, a decisão do que devemos fazer com nossas forças e fraquezas deve ser permeada também por aquilo que gostaríamos de fazer para melhorar, e para isso é necessário identificarmos com muita clareza qual é nossa missão nessa vida e quais são os nossos valores. As empresas costumam pendurar em suas paredes frases de efeito descrevendo suas missões e valores, mas poucas realmente se comprometem a seguir fielmente o que está ali escrito. Assim como as empresas, somos pressionados por todos os lados para não darmos conta de fazer aquilo que acreditamos e que faz parte do nosso discurso.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Planejar minimamente nossas escolhas e ações pode nos ajudar a integrar nossos ideais com o que realmente fazemos no nosso dia-a-dia: isso é viver com integridade, em busca de uma vida não fragmentada. É bom ter em mente que não são poucas as coisas que fogem do nosso controle, e nisso o Zeca Pagodinho tem razão em deixar rolar quando a coisa não sai do jeito planejado. Colocando o Zeca e o Sêneca trabalhando juntos, o pagode poderia sair assim: Se conheço bem para onde vou, vida leva eu, com vento bom, E PRO MELHOR LUGAR.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um 2010 cheio de realizações para todos!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[FELIZ 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51279</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="7"><span style="color: rgb(0, 153, 0);">PAZ</span> <span style="color: rgb(51, 51, 255);">E</span> <span style="color: rgb(255, 102, 102);">SAÚDE</span></font> <br> <br> <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/81142a1588288ae3af0a08729569b621.jpg"> <br> <br> <br></div>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51164</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">Q</font><font size="3"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">uebrando alguns mitos para as festas de fim de&nbsp;ano <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira*</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É muito comum as pessoas terem na ponta da língua uma recomendação de saúde do tipo “não misture manga com leite, pois você pode entortar a boca”. Muitas dessas dicas da cultura popular são às vezes duvidosas e sem comprovação científica. Não ter o status de “cientificamente comprovadas” não significa que são simplesmente mitos. Uma coisa é uma crença que já passou por inúmeras provas científicas e aí então passou a ser considerada como um engano cientificamente comprovado (ex: Ginkgo biloba para turbinar o cérebro). Outra coisa são crenças que ainda não foram submetidas a estudos científicos e por isso devem ser vistos como algo que ainda não foi&nbsp;cientificamente comprovado. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma das histórias mais emblemáticas que vivi nesse sentido foi a crença por parte de pacientes com epilepsia de que na época da lua cheia as crises epilépticas são mais freqüentes. Eu dava um sorriso silencioso toda vez que ouvia de um paciente essa história, com a sensação de que a cultura popular cria coisas fantásticas. Em 2006 caí do cavalo com um estudo publicado na revista Neurology demonstrando que crises epilépticas eram realmente mais freqüentes na lua cheia.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por falar em mitos de saúde, pesquisadores da Universidade de Indianápolis nos EUA desconstruíram recentemente seis desses mitos, alguns fortemente associados às nossas festas de fim de ano. Confira.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Suicídio é mais comum no feriado de fim de ano. É mito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Justifica-se a idéia de que o suicídio pode ser mais comum nos feriados de fim de ano já que nessa data pessoas solitárias podem ter a solidão exacerbada, e no caso do hemisfério norte, também por coincidir com dias mais frios e noites mais longas do inverno. Entretanto, não há evidências científicas de que realmente exista um pico na incidência de suicídios nessa época do ano, mesmo em países do hemisfério norte. Os estudos existentes mostram que os suicídios na verdade ocorrem mais nos meses quentes do ano, e quanto à questão do “efeito solidão no natal”, as pesquisas mostram que as pessoas até mesmo procuram menos serviços psiquiátricos no natal, sugerindo que existe um maior componente de apoio emocional e social nessa época. &nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Açúcar provoca comportamento de hiperatividade em crianças. É mito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">São pelo menos 12 estudos de primeira grandeza mostrando que o consumo de açúcar não tem a ver com o comportamento hiperativo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* A flor conhecida aqui no Brasil como Bico de Papagaio é um dos maiores símbolos de natal em vários países, sendo muito usada na decoração natalina e por isso é até chamada de Estrela do Natal ou Flor do Natal. Ainda existe na cultura popular certo receio de que a ingestão acidental da flor pode ser perigosa, e como não é tão raro as crianças comerem aquilo que não foi feito para comer… Intoxicação pelo Bico de Papagaio também é mito.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Registros de quase 23 mil casos de ingestão acidental da flor nos EUA não evidenciaram nenhum caso que precisasse de cuidados especiais. Uma pesquisa tentando definir a dose potencialmente tóxica da flor em ratinhos não conseguiu demonstrar efeito tóxico mesmo após a ingestão equivalente a 500-600 folhas da planta.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* A perda de calor é maior pela cabeça, correspondendo a 40-45% da perda, e por isso é fundamental o uso de chapéus nos dias frios. É mito. &nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As pesquisas mostram que qualquer parte do corpo quando descoberta tem o potencial de perder calor proporcionalmente ao seu tamanho. A cabeça não tem nada de diferente das outras partes do corpo. O gorro do Papai Noel não é mais importante que o resto de sua roupa. &nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Comer à noite engorda mais que comer de dia. É mito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Várias pesquisas revelam que não é o fato de comer à noite que engorda, mas sim o total de calorias ingeridas por dia. Também é verdade que quem faz várias refeições no dia tem menos chance de exagerar em uma única refeição noturna. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Existe remédio para evitar ressaca.&nbsp; É mito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não existe qualquer evidência que uma medicação ou suplemento alimentar possa ajudar a prevenir a ressaca. Pode-se dizer que o melhor remédio para evitar ressaca é beber pouco. Ao beber um pouco mais, evitar a desidratação com reposição de líquidos não alcoólicos pode fazer com que a ressaca seja menos penosa no outro dia.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Feliz Natal]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51088</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/76bcec4d7db775a9937653dace0ad7b8.jpg"> <br></div>
		]]>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50745</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">POR UM NATAL E RÉVEILLON COM MUITA SAÚDE</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Alguns estudos conduzidos na década de 90 nos Estados Unidos revelaram um aumento de mortalidade por doenças isquêmicas do coração nos meses mais frios. Além disso, observava-se também um pico de mortalidade durante o feriado de natal e ano novo, o que levantou a hipótese de que algum fator associado ao feriado poderia aumentar o risco de um infarto do coração (ex: estresse emocional, abuso de álcool). Em 2004 foi publicado pela American Heart Association uma pesquisa bem mais ampla confirmando os estudos anteriores, demonstrando que a mortalidade no feriado de fim de ano é cerca de 5% maior tanto para causas cardíacas como não cardíacas (excluindo-se mortes por causas violentas), e também foi independente do fator frio.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Como explicar esse Efeito Natal-réveillon ? Algumas hipóteses:&nbsp;  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">1- Menos pessoas procuram os serviços médicos de emergência nos finais de semana e feriados, levantando a hipótese de que pode haver um adiamento pela procura de assistência médica, para não atrapalhar os dias de folga em que a visita a um pronto-socorro não está entre os programas mais desejáveis.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">2- Excessos durante o feriado. É muito comum nos feriados de fim de ano as pessoas mudarem abruptamente suas rotinas de vida, incluindo aí o nível de atividade física, dieta e consumo de bebida alcoólica. Diferentes pesquisas já mostraram um ganho médio de 500 a 800 gramas após as festas de fim de ano, acompanhado de leve aumento nas taxas de colesterol, triglicerídeos e glicose. O estresse emocional pode ser relevante também. Algumas pessoas podem se desgastar emocionalmente com a corrida tumultuada às lojas e shoppings para dar conta dos presentes, e podem se estressar até mesmo pela necessidade de se reunir com parentes que evitariam a todo custo.&nbsp; Essas hipóteses de certa forma apóiam os resultados de outros recentes estudos que mostraram que tanto o derrame cerebral isquêmico como o infarto do miocárdio ocorrem mais freqüentemente nas segundas-feiras. A volta ao trabalho na segunda-feira pode ser um fator emocionalmente estressante para muitos, assim como o fim de semana pode estar associado a excessos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">3- Redução da qualidade dos serviços hospitalares no feriado por redução do número de profissionais da saúde escalados para plantão.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Até que novos estudos esclareçam quais fatores têm maior influência sobre o Efeito Natal-réveillon, é prudente aconselhar as pessoas a assumirem algumas atitudes durante o feriado, especialmente aquelas que são consideradas como grupo de risco para eventos vasculares; <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><ul><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ao sentir algo suspeito, não adie a procura por um serviço médico de emergência só por que é feriado. Melhor ainda se conseguir chamar seu médico para lhe ve;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Aproveite o melhor das ceias: a companhia das pessoas queridas e os preciosos alimentos como as frutas, nozes, castanhas e o vinho sem exagero. Evite fatores reconhecidos como potenciais desencadeantes de eventos vasculares. O excesso de sal, álcool e alimentos gordurosos, o estresse emocional, todos podem exigir dos vasos que alimentam seu cérebro e coração mais do que eles podem oferecer. </span></font></li></ul><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Palavra do dentista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50698</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<P>&nbsp;</P><B><U> <P align=center><U>FALTA DE DENTES PREJUDICA TODO O ORGANISMO</U></P> <P align=center></B></U>&nbsp;</P> <P align=left><U>Por Eduardo Nascimento</U></P><FONT face=Arial size=2><FONT face=Arial size=2> <P align=center></FONT></FONT><A href="http://www.clinicaimplants.com.br/"><U><FONT color=#0000ff></U></FONT></A>&nbsp;</P> <P>Mais do que o problema estético e de auto-estima, a falta de dentes pode trazer à saúde do organismo uma série de outros malefícios. A começar pela função principal da nossa dentição. A perda de dentes e sua não substituição impede uma correta mastigação dos alimentos. Como a digestão começa na boca, com o auxílio da mastigação e da saliva, pode haver uma sobrecarga no processo digestivo. Sem a capacidade de trituração dos alimentos, proporcionada pela integridade da dentição, a pessoa acaba por engolir pedaços grandes de comida. Isso exigirá maior esforço do aparelho digestivo para finalizar o processo. Boa parte dos problemas digestivos de que muitas pessoas se queixam pode ter origem em uma mastigação inadequada. Essa sobrecarga gera, entre outros problemas, doenças como gastrite e úlcera.</P> <P>&nbsp;</P> <P>A mastigação ainda auxilia no controle de peso. Uma boa mastigação estimula o centro de saciedade cerebral, que regula a ingestão de comida. Quando se mastiga bem, a movimentação dos músculos faciais envolvidos nesse processo gera uma resposta mais rápida ao estímulo de saciedade. Em outras palavras, a pessoa sente-se satisfeita com uma quantidade menor de alimentos. Portanto, a mastigação ineficaz, causada pela falta de dentes, também pode gerar descontrole no peso corporal.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Para quem perdeu os dentes e usa próteses removíveis é importante observar a correta colocação das mesmas, uma vez que a perda de massa óssea e muscular – comuns com o avanço da idade – levam à alterações na dimensão da gengiva, podendo causar feridas na boca. Outro problema causado pela falta de dentes está relacionado à fala. Poucas pessoas sabem, mas os dentes são elementos importantes no ato de falar. Por serem pontos de articulação de fonemas, fazem falta na pronúncia de muitas palavras. Isso gera vergonha, e inibe a fala em público e – em última instância – provoca a fuga do convívio social, gerando dessocialização.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Todos esses problemas, no entanto, são facilmente resolvidos com as técnicas de implantes osseointegrados existentes hoje. Acessíveis à todas as camadas da população, os implantes promovem a estabilidade da arcada dentária – tanto a superior, quanto a inferior; substituem a dentadura ou ponte móvel por uma prótese fixa; e repõem um ou mais dentes perdidos sem desgastar os dentes vizinhos. Em muitos casos, é possível utilizar a técnica de Carga Imediata, que repõe em até três dias os dentes perdidos, dependendo da qualidade e quantidade óssea do paciente. Somente um dentista especializado poderá realizar um diagnóstico, definir o tratamento correto e executá-lo. Portanto, ao tratar de qualquer mal que possa acometer um paciente devido à falta de dentes, é preciso consultar um especialista no assunto para ter a melhor orientação.</P> <P><FONT face=Arial size=2><FONT face=Arial size=2></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P align=left>Cirurgião-Dentista, especialista em Implantodontia, Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, professor de pós-graduação em Odontologia e coordenador de cursos de pós -graduação da ABO-DF e na Funorte. e-mail: <A href="mailto:nascimentoeduardo@ig.com.br"><U><FONT color=#0000ff>nascimentoeduardo@ig.com.br</U></FONT></A></P>
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		<title><![CDATA[USP lança cartilha para gestantes]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50569</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma cartilha mostra às gestantes como proceder em momentos decisivos da gravidez e aborda questionamentos constantes das mulheres em relação ao pré-natal e ao pós-parto. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O livreto é fruto de uma pesquisa desenvolvida na Escola de Enfermagem (EE) da USP pela enfermeira obstetra Luciana Magnoni Reberte. Ele foi vencedor da oitava edição do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS, promovido pelo Ministério da Saúde. <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><a href="http://www.ee.usp.br/doc/celebrando_a_vida.pdf"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/052013a4cac74259fd0c64e8d4d1338c.jpg"></span></font></a><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="1"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Clique na figura e faça uma cópia da cartilha (em PDF)</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Todo o conteúdo presente na cartilha elaborada pela pesquisadora é resultado de dúvidas que surgiram de gestantes em um grupo de encontro organizado no Hospital Universitário (HU) da USP. Com o objetivo de conhecer as demandas e necessidades das mulheres grávidas, Luciana criou uma base de dados referente aos questionamentos que eram motivo de dúvidas para as mulheres. Desconforto físico na gravidez, problemas emocionais, como a ansiedade, dúvidas em relação ao parto e as soluções para algumas dessas questões foram abordadas pelas gestantes nas reuniões e inseridas na cartilha educativa.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A cartilha desenvolvida por Luciana trata de assuntos desde o pré-natal, como as mudanças que acontecem no corpo das mulheres durante a gravidez e os cuidados básicos com a alimentação que elas devem ter, até o pós-parto — a amamentação, os cuidados com o corpo e com o recém-nascido. Além disso, o material enfatiza os benefícios da participação ativa de um companheiro, seja ele marido ou não, durante e depois da gravidez. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um dos grandes objetivos de Luciana é tornar o material disponível a todas as interessadas, principalmente as gestantes atendidas pelo SUS. “O prêmio que a dissertação recebeu do Ministério da Saúde foi muito importante, pois ajuda a dar impulso para o próprio material. Seria muito interessante que a cartilha fosse, realmente, implementada em unidades de saúde, por exemplo, o que possibilitaria que muitas outras mulheres tivessem direito a essas informações tão importantes sobre a nova fase que estão vivenciando”, conclui a pesquisadora.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Produto brasileiro diminui custo de cirurgia cardíaca]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50555</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisadores médicos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolveram a&nbsp; primeira bioprótese de válvula aórtica nacional para implantes cardíacos por cateterismo. A iniciativa pode reduzir pela metade o custo do produto.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Atualmente existem apenas duas próteses deste tipo aprovadas e disponíveis no mercado mundial, sendo que somente uma delas tem a comercialização autorizada no Brasil, ao custo de aproximadamente R$ 100 mil. O produto desenvolvido pelos especialistas da Unifesp em parceria com a empresa Braile Biomédica, de São José do Rio Preto (SP), e apoio da Fapesp (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo) poderá ser vendido a um custo praticamente 50% menor, segundo estudos iniciais, possibilitando a distribuição por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A prótese é utilizada na substituição, via cateter, da válvula aórtica, procedimento necessário nos quadros de estenose aórtica grave, que é um estreitamento irregular da válvula aórtica que dificulta o fluxo sanguíneo do coração para o corpo todo. O distúrbio afeta cerca de 3% da população acima dos 75 anos de idade. Mais de um terço dos pacientes nessa faixa etária apresenta contra-indicação para a cirurgia convencional, para os quais recomenda-se o implante da prótese pela cirurgia minimamente invasiva, com uso de cateter. Neste tipo de cirurgia, o procedimento é realizado com o coração em funcionamento, enquanto na técnica convencional o órgão para de bater.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Confeccionada à base de pericárdio bovino envolvido por uma estrutura metálica de aço inoxidável, a prótese está em fase final de testes e deverá ser encaminhada no início de 2010 para análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), órgão responsável pela regularização do produto no Brasil.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Os testes realizados indicaram que o produto tem a mesma qualidade dos importados, com desempenho muito semelhante, mas com o diferencial de que, por ser mais barato, poderá ser oferecido pelo SUS", diz o cirurgião cardiovascular Diego Gaia, autor da tese de doutorado que resultou no desenvolvimento do produto. O estudo foi coordenado pelo professor Dr. Enio Buffolo, da Disciplina de Cirurgia Cardiovascular da Unifesp.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Trata-se de um grande avanço para a cirurgia cardíaca no Brasil, pois vai permitir que a técnica seja difundida em todo o País permitindo um tratamento de ponta na rede pública", diz o professor José Honório de Almeida Palma da Fonseca, da disciplina de Cirurgia Cardiovascular da Unifesp e orientador da tese.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50374</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisa aponta que o uso de antidepressivos </span></font> <br><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">pode modificar a personalidade</span></font> <br></div> <br> <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira *</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma personalidade neurótica, assim como um comportamento extrovertido, são dois fatores que têm sido associados ao risco de desenvolver depressão, e ambos são fortemente determinados por fatores genéticos. Indivíduos neuróticos costumam experimentar emoções negativas e instabilidade emocional, enquanto aqueles com um comportamento extrovertido são mais sociais e tem a tendência de vivenciar emoções positivas. Já se sabe também que essas duas dimensões da personalidade guardam estreita relação com a atividade do neurotransmissor serotonina.</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma pesquisa acaba de ser publicada no periódico Archives of General Psychiatry mostrando que o uso de medicações antidepressivas pode promover mudanças na personalidade de indivíduos com depressão, independente do efeito de melhora dos sintomas depressivos. Os pesquisadores avaliaram os efeitos da paroxetina em 120 indivíduos, antidepressivo que aumenta a disponibilização de serotonina no cérebro. Outros 120 foram estudados como grupo controle, sendo submetidos a psicoterapia ou fazendo uso de placebo.&nbsp; </span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Todos os participantes do estudo apresentaram melhora dos sintomas depressivos, incluindo aqueles que só foram submetidos a psicoterapia ou placebo. Os que fizeram uso da paroxetina tornaram-se mais extrovertidos e menos neuróticos do que aqueles que não fizeram uso da droga. A psicoterapia também promoveu mudanças nos índices de neuroticismo, mas de forma menos robusta que a medicação. Além disso, quanto maior a mudança no nível de neuroticismo entre aqueles que tomaram a medicação, menor foi a chance de recaída da depressão. Essa vantagem não foi observada no grupo da psicoterapia.</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Esses resultados não querem dizer que medicação é melhor que a psicoterapia para tratar depressão, já que a esta última ajuda na melhora dos sintomas depressivos de forma extraordinária, efeitos comparáveis aos dos antidepressivos. O que o estudo acrescenta é que os antidepressivos da classe da paroxetina podem levar a mudanças de personalidade, para melhor, independente da melhora dos sintomas depressivos. É possível que esses efeitos positivos ocorram também em outras condições associadas ao neuroticismo e baixos graus de extroversão, como é o caso dos transtornos de ansiedade e da alimentação.</span> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>
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		<title><![CDATA[Dose maior barra avanço do câncer de mama ]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50277</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um novo estudo, divulgado hoje no Simpósio Anual de Câncer de Mama de San Antonio (SABCS), nos Estados Unidos, traz&nbsp; boas notícias para mulheres na pós-menopausa com câncer de mama metastático. O uso de uma dose maior (500 mg ao invés de 250 mg) do medicamento fulvestranto, uma das terapias mais utilizadas para o tratamento desse tipo de câncer, reduziu em 20% o risco de progressão da doença. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além disso, 34% das pacientes no grupo tratado com o fulvestranto 500 mg permaneceram vivas e livres de progressão da doença após um ano, em comparação com apenas 25% daquelas do grupo de 250 mg.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>"Já demonstramos que o fulvestranto é&nbsp; tão eficaz quanto as terapias com inibidores da aromatase neste quadro clínico. A dose maior pode agora proporcionar aos oncologistas uma nova e poderosa ferramenta para reduzir significantemente o risco de progressão da doença e prolongar o controle da doença em mulheres com câncer de mama metastático", afirma Angelo Di Leo,chefe da unidade de oncologia do Hospital do Prato (Itália) e principal investigador do estudo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Café não cura bebedeira. Apenas deixa a pessoa animada e sem medo]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50208</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A ciência derruba mais uma crença popular. Tomar xícaras e mais xícaras de café não acaba com os efeitos de uma bebedeira.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A conclusão é de uma pesquisa médica desenvolvida na Universidade de Temple, na cidade de Filadélfia (Estados Unidos), e publicada na revista <span style="font-style: italic;">Behavioura</span>l.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo os cientistas responsáveis pela pesquisa, o que o café parece fazer é tornar mais difícil para o alcoolizado perceber que está bêbado.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No estudo, camundongos foram submetidos a ruídos altos e luzes brilhantes, ficando assustados e sendo forçados a seguir por um labirinto para fugir. As cobaias que receberam doses de álcool aparentaram estar mais relaxados, porém menos capazes de se moverem pelo labirinto para fugir dos sustos. Os que receberam doses de cafeína ficaram mais alertas e se movimentaram melhor na fuga pelo labirinto.&nbsp; Mas a combinação entre cafeína e bebida alcoólica, embora tenha resultado em camundongos um pouco mais alertas, não garantiu que eles conseguissem fugir pelo labirinto, evitando os estímulos desagradáveis.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os pesquisadores acreditam que, em humanos, a combinação faz com que as pessoas sintam que não estão bêbadas, quando, na verdade, elas ainda estão sob efeito do álcool.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"É importante acabar com o mito sobre o poder do café de cortar o efeito do álcool, pois o consumo de cafeína e álcool pode na verdade levar a decisões erradas com resultados desastrosos", declara Thomas Gould, coordenador da pesquisa médica.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Pessoas que se sentem cansadas e embriagadas depois de consumir bebidas alcoólicas podem ter maior probabilidade de admitir que estão bêbadas. Por outro lado, pessoas que consumiram bebidas alcoólicas e cafeína podem sentir que estão em condições de lidar com situações potencialmente perigosas, como dirigir sob efeito da bebida",&nbsp; garante o cientista. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Coma bem]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50144</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amigos, em época de mesa farta e exageros alimentares, sugiro a leitura deste&nbsp; artigo, um excelente alerta para quem vai comprar e consumir alimentos industrializados.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">OLHO NO RÓTULO DOS ALIMENTOS</font></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Roberto Luiz Pires Machado *  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os consumidores estão mais atentos a rotulagem dos alimentos. O hábito de olhar o preço continua sendo o primeiro, porém a atenção para data de validade tem se tornado cada vez mais utilizada para a decisão de compra. É imprescindível que o consumidor observe a data de validade, pois um produto vencido pode trazer risco à saúde ou, no mínimo, ter suas propriedades alteradas tendo impactos na sua qualidade nutricional e composição. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Somente isto já traria algum prejuízo, visto que a composição só pode ser observada através do rótulo. Trocando em miúdos, um alimento com a validade vencida dependendo do caso pode estar adequado ou não para o consumo, porém mesmo que esteja adequado do ponto de vista sanitário e não vá causar nenhum dano ou prejuízo à saúde, a composição nutricional e os aspectos de cor, sabor e aroma podem estar prejudicados. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje encontramos relatos de consumidores que não deixam de observar a data de validade no rótulo e que estando o produto fora da validade ou tão somente a sua inscrição no rótulo de difícil leitura não realizam a compra. Isto tem sido apresentado como uma tendência de comportamento. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pela legislação brasileira a data de validade consta como um dos requisitos obrigatórios na embalagem de alimentos prontos. A validade de produtos alimentícios são estabelecidos através estudos de sua vida de prateleira e envolve seus aspectos de qualidade nutricional, sensoriais e sanitária. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A validade apresentada para a venda no mercado envolve aspectos de comercialização e rotatividade das mercadorias. Por isso podemos encontrar no mercado um mesmo produto de marcas distintas com validades diferentes declaradas no rótulo. Exemplificando, uma compota de fruta pode ter a validade técnica de um ano para o consumo, porém por questões de necessidade de comercialização encontramos compotas com validade de quatro ou mesmo seis meses.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Do ponto de vista do consumidor o importante é entender que após o vencimento, um produto alimentício não deve ser mais adquirido ou consumido, pois o fabricante só o garante até a data declarada no rótulo. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se um alimento estiver alterado dentro do prazo de validade, a troca do mesmo é um direito do consumidor e um dever do fabricante. Isto está amparado pelo Código de Defesa do Consumidor que determina que a apresentação das informações nas embalagens deve ser clara e adequada e corresponder ao conteúdo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É preciso entender que o prazo declarado no rótulo é dado para a embalagem inviolada e fechada. Após aberta a sua conservação doméstica deve estar orientada pelo fabricante no rótulo, lembrando que sob refrigeração produtos podem ser conservados até por no máximo cinco dias. É importante que essas tendências comecem a ser observadas para os outros itens de rotulagem obrigatória, como por exemplo, a lista de ingredientes. Mas isso é assunto para outro artigo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Roberto Luiz Pires Machado (machado@ctaa.embrapa.br), Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos, pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos </span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Palavra do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

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		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		 <br> <br><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5Cusuario%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"></o:smarttagtype><link rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5Cusuario%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"><link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5Cusuario%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:TrackMoves/>   <w:TrackFormatting/>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   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Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: center;"><font size="4"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;">Alimentos com altos teores de carboidratos e gorduras têm grande poder de estimular nossos centros cerebrais relacionados ao prazer e à</span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"> sensação de nos sentirmos recompensados, promovendo a liberação de neurotransmissores como a dopamina, serotonina e a endorfina. Sabemos que a ativação desses centros de recompensa cerebral está fortemente associada à sensação de bem-estar e, recentemente, uma pesquisa chegou a demonstrar que o simples contato na boca de uma solução de carboidratos, sem sua ingesta, é capaz de ativar esse sistema de recompensa, fenômeno demonstrado através de ressonância magnética funcional. Vale lembrar que o cérebro também pode se sentir altamente recompensado com alimentos que não têm nada de calóricos, mas que evocam prazer pelo paladar, olfato, visual do prato, e até mesmo pelo ambiente e a companhia na refeição.<o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;">Além disso, alguns alimentos como o café e o chocolate contêm substâncias chamadas de aminas biogênicas (ex: cafeína, teobromina) que também têm alto poder de estimular o sistema de recompensa cerebral. O chocolate, por exemplo, contém também a anandamida, substância que se liga aos mesmos receptores em que a maconha exerce seus efeitos no cérebro. O chocolate ainda faz com que a anandamida produzida pelo nosso corpo tenha efeito mais duradouro. Recentemente foi demonstrado que o consumo de chocolate ainda é capaz de reduzir os níveis de hormônios do estresse, tanto o cortisol quanto a adrenalina, e isso ajuda a promover a sensação de bem estar. <o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;">Quanto ao poder de melhorar o funcionamento do cérebro, de todos os nutrientes pesquisados até o momento, o ômega 3 é o que mostra resultados mais consistentes. Sabemos que os ácidos graxos da família ômega 3, mais especificamente o <span class="interna-txt1">ácido docosahexanóico (DHA), são de extrema importância para o cérebro, por serem os mais abundantes</span> nas membranas das células cerebrais. Essa é uma ótima razão para se consumir peixes como o salmão, a sardinha e o atum, que além de serem as maiores fontes alimentares de ômega 3, também são ricos <st1:personname productid="em vitamina D" w:st="on">em vitamina D</st1:personname>, componente nutricional de reconhecida eficácia na melhora do desempenho cerebral. E onde é que o peixe poderia colaborar com nosso bom humor? O fato é que seu consumo regular tem o poder de prevenir a depressão, doença que rouba o humor de qualquer um sem pedir licença. <o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas–feiras neste blog</span><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="3"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p>  <p class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p>   <br>
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		<title><![CDATA[Mudança radical ]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49718</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) muda as recomendações sobre o tratamento e a prevenção da da doença e sobre a alimentação infantil quando a mãe está contaminada pelo HIV.  <br> <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/761da75a4e41eee4020a45c9249fd032.jpg"></span></font> <br> <br><font size="1">Crédito: Wordpress</font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As recomendações incluem o início precoce da terapêutica antirretroviral (ART) para adultos e adolescentes, o uso de medicamentos antirretrovirais com menores efeitos colaterais e o uso prolongado de antirretrovirais para reduzir o risco de transmissão do HIV da mãe para o filho.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pela primeira vez, a OMS recomenda que mães HIV-positivas ou seus bebês tomem antirretrovirais durante a amamentação para prevenir a transmissão do HIV.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Estas novas recomendações são baseadas nos dados mais atualizados disponíveis," diz o Dr. Hiroki Nakatani, diretor da área de HIV/AIDS e doenças negligenciadas da OMS. "Sua ampla adoção vai permitir que mais pessoas em áreas grandemente afetadas vivam vidas mais longas e mais saudáveis."</span></font>  <br>  <br>  <br>
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		<title><![CDATA[Menos sódio e mais potássio]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49581</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		     <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Amigos, vale a pena ler o recado do Dr. Ricardo   </span>  <br>     <br>     <br><div style="text-align: center;"><font size="4">A redução do consumo de sal pela metade pode      <br>evitar mais de 4 milhões de mortes no mundo por ano     <br>     <br></font></div>     <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira*   </span>  <br>  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um estudo publicado pelo periódico British Medical Journal&nbsp; revela que uma redução de 5g no consumo diário de sal é capaz de diminuir o risco de acidente vascular cerebral em 23% e o de doenças cardiovasculares em 17%. Esse menor consumo de sal evitaria anualmente mais de um milhão de mortes por acidente vascular cerebral e três milhões por doenças cardiovasculares ao redor do mundo.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cerca de 50% dos casos de doença das coronárias e 60% dos acidentes vasculares cerebrais são secundários a altos níveis da pressão arterial, e a quantidade de sal na dieta responde por boa parte desses números. A atual recomendação da Organização Mundial da Saúde é que o consumo diário de sal não exceda 5g por dia, mais ou menos uma colher das de chá. Entretanto, o consumo supera esse limite na maior parte do globo, com uma média de 10g por dia na maioria dos países ocidentais, chegando a mais de 12g diários no Brasil e em países asiáticos e da Europa oriental.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O principal problema do excesso de sal na alimentação é o aumento dos níveis da pressão arterial. Por outro lado, uma série de estudos tem demonstrado que o alto consumo de potássio é capaz de reduzir a pressão arterial. Esses estudos apontam que a redução do conteúdo de sódio a longo prazo e sua substituição por potássio é capaz de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e essa já é uma recomendação dietética consensual. Uma dieta com pouco sódio e muito potássio é melhor do que aquela com a simples restrição de sódio. Para inserir mais potássio na dieta deve-se consumir frutas e verduras com fartura. Para reduzir o consumo de sódio, o primeiro passo é retirar o saleiro da mesa e lembrar que algumas ervas podem temperar a comida tão bem como o sal. Além disso, é fundamental evitar os alimentos salgados por natureza, como as conservas, o “fast food”, enlatados, carnes processadas e embutidos.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em tempo: recentemente minha querida tia Dete me disse que a sua médica “renomada” lhe orientou a não tomar mais água de coco, pois dificultaria o controle de sua pressão alta. Tia Dete, não deixe de tomar sua água de coco, pois ela tem pouco sódio e ainda tem potássio para dar, vender e jogar fora. O teor de potássio de uma água de coco é quase duas vezes maior do de uma banana, fruta que tem a fama de ser riquíssima em potássio. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O limite de consumo de sódio por dia é de 2300mg. Um coco com 400ml de água contém apenas 20 a 24mg de sódio, 10% do consumo recomendado. Já uma latinha de coca-cola tem duas vezes mais sódio que essa água de coco: a coca normal tem 37mg, a light tem 40mg e a zero tem 50mg.&nbsp; É bom lembrar que a coca-cola não contém nadinha de potássio em sua mágica fórmula.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>      <div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog     <br>     <br>&nbsp;     <br></font></div>     <br>
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		<title><![CDATA[Terceira dentição]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49488</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amigos, o cirurgião-dentista Eduardo Nascimento fala sobre a importância dos implantes dentários. Boa leitura!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">14% DOS BRASILEIROS ADULTOS  <br>SÃO CANDIDATOS À TERCEIRA DENTIÇÃO</span></font></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Eduardo Nascimento</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dados de uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que o Brasil possui cerca de 26 milhões de desdentados que sofrem com problemas de mastigação, estéticos e de autoconfiança. Tendo por base a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 179 milhões de brasileiros, isso significa que 14,4% dos brasileiros acima dos 18 anos já perderam todos os dentes. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O maior índice de desdentados está na faixa etária acima de 50 anos: 37,8%. Enquanto a Odontologia avança, especialmente no Brasil, as políticas públicas seguem estagnadas nessa área. Somente nos consultórios particulares observa-se avanços à disposição da população. Devemos levar em conta, ainda, que um dos maiores cientistas da área odontológica, o professor sueco Per-Ingvar Branemark, radicou-se no Brasil, chefiando estudos e avanços na Odontologia nacional.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se até recentemente a principal solução para desdentados era o uso de próteses móveis, hoje há um leque mais abrangente. Um tratamento que tem atendido a contento a reabilitação oral com reposição parcial ou completa do sorriso é o que chamamos de Carga Imediata. Por esse método, em até três dias é possível que um paciente sem nenhum dente saia do consultório com sua terceira dentição completa. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O termo terceira dentição é usado para destacar a substituição dos dentes permanentes, perdidos ao longo da vida por inúmeras razões. Os implantes dentários só são recomendados para maiores de 16 anos, pois somente depois dessa idade é que temos nossa formação óssea completa. Normalmente, pessoas com mais de 45 anos é que buscam tratamentos para repor os dentes perdidos.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A técnica de implantes dentários consiste em implantar um parafuso de titânio dentro do osso superior – conhecido como osso maxilar – ou inferior – chamado de mandíbula – para substituir a raiz do dente. O titânio tem a particularidade de ser um material biocompatível, ou seja, não gera rejeição do organismo. Por essa característica, o parafuso integra-se muito bem ao osso dando segurança ao processo. Não é necessário esperar que vários dentes caiam para buscar tratamento especializado. Qualquer perda pode ser imediatamente substituída. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Após o implante são colocados os dentes provisórios para aguardar a ósseointegração (colagem do titânio ao osso) do parafuso e o paciente é liberado com o novo sorriso. O período de integração leva entre dois e quatro meses para a mandíbula – osso inferior – e de dois a oito meses para o maxilar – osso superior. Esse período depende da quantidade e qualidade óssea do paciente. É preciso aguardar que o implante se integre completamente para dar sustentação necessária à colocação da prótese definitiva.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Cirurgião-Dentista, especialista em Implantodontia, Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, professor de pós-graduação em Odontologia e coordenador de cursos de pós -graduação da ABO-DF e na Funorte. E-mail: nascimentoeduardo@ig.com.br</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Brasileiro doa pouco sangue]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49388</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Hoje, 25 de novembro, comemora-se uma data muito bonita: O Dia Nacional da Doação Voluntária de Sangue.&nbsp; Eis um ato nobre, que salva vida.&nbsp; Entretanto, a realidade é bem feia. <br> <br> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/420950f59d1f4f2ea9ea99957428d314.jpg"></font> <br> <br><font size="1">Crédito: Nice Pinheiro</font> <br> <br></div><font size="3"> <br> <br>O número de doadores de sangue está abaixo do esperado no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal seria ter em torno de 3 a 4% da população como voluntários, porém atualmente representam apenas 1,7% dela. "Um dos motivos de não termos um número considerável de doadores é a falta de informação. As pessoas têm receio do material utilizado, medo de contaminação, além dos mitos que doar sangue emagrece, engorda, vicia ou enfraquece o organismo", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (SBHH), Dr. Carlos Chiattone. <br> <br> <br>Outra razão que faz com que os bancos de sangue tenham falta de bolsas é a proximidade de um feriado, data que as pessoas costumam viajar e deixam de comparecer nos hemocentros. Porém, nessas épocas também aumentam o número de acidentes nas estradas. De acordo com Chiattone, nos feriados há uma queda de 30% nas doações, o que pode comprometer o atendimento aos pacientes. <br> <br> <br>Além de obter doações suficientes para realizar as transfusões, o presidente espera que a sociedade colabore também para ajudar as pessoas que sofrem de doenças crônicas, de leucemia e as que estão internadas em serviço de emergência. "Há risco real de morte para os pacientes que precisam de plaquetas, e diversos serviços de hemoterapia no país já estão com o estoque esgotado. O sangue e seus componentes salvam muitas vidas, por isso não há gesto mais humano do que o de doar sangue", diz o hematologista. <br> <br> <br>Os candidatos à doação deverão somente ter entre 18 e 65 anos, peso igual ou superior a 50 kg, estar em boas condições de saúde e apresentar um documento de identificação com foto. <br> <br></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[500 mil brasileiros terão câncer em 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49294</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O país terá meio milhão de novos casos de câncer em 2010.&nbsp; A previsão foi divulgada hoje pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os tipos de câncer mais comuns na população serão o de pele não melanoma, o de próstata e o de mama feminina. Estes três tipos podem ser prevenidos com exames de rotina. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O levantamento mostra que o câncer será mais afetará mais as&nbsp; mulheres (52%) do que os homens (48%). Apesar de homens adoecerem e morrerem mais do que as mulheres, a população feminina é mais numerosa, especialmente nas faixas etárias mais avançadas, o que explica o resultado.&nbsp;  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O tipo de câncer mais comum, em ambos os sexos, é o de pele não melanoma, que soma aproximadamente 114 mil casos novos, ou 23% do total de casos estimados para 2010.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Sem considerar o câncer de pele não melanoma, o tipo mais comum de tumor nos homens é o de próstata, seguido de pulmão, cólon e reto, estômago, oral, esôfago, leucemias e pele melanoma. Entre as mulheres, os cânceres mais frequentes são os de mama, colo de útero, cólon e reto, pulmão, estômago, leucemias, oral, pele melanoma e esôfago.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mais informações no site do <a href="http://www.inca.gov.br/releases/press_release_view.asp?ID=2282"><font size="5">INCA</font></a></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Recadinhos]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49287</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A internauta Ana Paula enviou a seguinte pergunta ao neurologista clínico Ricardo Teixeira:&nbsp;<span style="font-style: italic;"> "Tive Trombose Venosa profunda em 2008, depois de um parto normal. Será que posso tomar anticoncepcional só com progesterona?" </span></span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O médico, articulista deste blog, responde: </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Pílula com estrogênio é contra-indicada no seu caso e os dois tipos de progesterona mais indicados são levonorgestrel ou norestisterona.&nbsp; Consulte um&nbsp; ginecologista da sua confiança.&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"> <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ana Paula, espero que a resposta do Dr. Ricardo te ajude. Abraços</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Maria Vitória</span></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Criança e televisão]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49217</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="4"> <br></font><div style="text-align: center; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><font size="4">Crianças mais expostas à TV têm maior <br>&nbsp;chance de apresentar comportamento agressivo <br> <br></font></font></div><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"> <br><span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira <br> <br></span> <br>Crianças com comportamento agressivo já nos primeiros anos de vida apresentam mais risco de problemas comportamentais no futuro, como delinquência juvenil, violência quando adultos e criminalidade. São vários os fatores que podem colaborar para o desenvolvimento da agressividade nas crianças, incluindo o nível de disciplina exigido pelos pais, ambiente e segurança da vizinhança e também a exposição à mídia. Uma pesquisa publicada recentemente pelo periódico Archives of Pediatrics &amp; Adolescent Medicine confirma essa influência da mídia ao demonstrar que crianças com 3 anos de idade mais expostas à TV têm maior chance de desenvolver comportamento agressivo. E não foi só a exposição direta das crianças à TV. O tempo que a TV fica ligada nos lares também foi um fator associado à agressividade das crianças, independente de assistirem ou não. <br> <br> <br>A pesquisa entrevistou mais de três mil mulheres americanas quanto ao nível de exposição à TV de seus filhos, já na época do nascimento, no primeiro e no terceiro ano de vida. Uma escala de avaliação de agressividade também foi aplicada aos três anos de idade. Cerca de dois terços das mães relataram que seus filhos de três anos assistiam à TV mais de duas horas por dia, e muitas admitiram que máquina tinha um certo papel de babá em casa. A média de tempo em que a TV ficava ligada nos lares estudados foi de 5.2 horas diárias.&nbsp;  <br> <br> <br>E por que a exposição à TV aumentaria a chance de comportamento agressivo nessa faixa etária? Uma das explicações é que mais tempo de TV cria mais chance das crianças assistirem a conteúdos inapropriados para a idade. Além disso, o tempo em frente à TV, não só das crianças como também dos adultos, concorre com o tempo de outras atividades, como o tempo de interação entre pais e filhos, leitura de histórias, brincadeiras e sono.  <br> <br> <br>No presente estudo, a média de exposição das crianças à TV foi de 3 horas diárias, acima da atual recomendação de que elas não devem ficar mais do que duas horas em frente ao vídeo (TV, computador), e no caso dos menores de dois anos, esses não deveriam ser expostos ao vídeo de forma alguma. Esse estudo é inovador ao revelar que o excesso de TV em casa pode repercutir negativamente na vida da criança mesmo que não seja ela que esteja na frente da telinha.  <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira é neurologista clínico. Toda segunda-feira publica um artigo neste blog</span><br style="font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Alimentos certos para eliminar a celulite]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49179</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>A edição de hoje da <span style="font-weight: bold;">Revista do Correio</span> traz uma reportagem o que pode ser feito para combater estrias, celulite, acne e manchas antes das férias de janeiro. Ou seja: preparar o corpo para verão, a estaçao do sol que começa oficialmente hoje <br> <br> <br>A tecnologia, cremes e massagens ajudam no preparo da pele. Medidas simples, como ter uma alimentação saudável, também; Nada de dietas mirabolantes, da moda. “Apenas alimente-se com bom senso”, afirma a nutricionista Joana Lucyk.  <br>Para ajudar a limpar o sistema digestivo e eliminar as toxinas, uma ótima sugestão é...beber água. Segundo o Instituto de Medicina dos Estados Unidos, a água favorece a vascularização do organismo, ajudando no controle da celulite. A medida para a mulher é de 2,7 litros por dia. E 3 litros para eles.  <br>  <br>  <br>Os sucos também ajudam nesta tarefa. Alguns dos vegetais mais indicados são aipo, maçã e espinafre. A melancia, por exemplo, é rica em citrolima, uma substância vasodilatora. Ela está presente principalmente na área branca da fruta.&nbsp; “Ao fazer o suco, use esta parte”, ensina Joana.  <br>  <br>  <br>Inclua alimentos a base de soja e quinoa no prato: eles também melhoram a circulação. Além de prevenir a anemia, as verduras, hortaliças e alimentos ricos em ferro devem estar presentes em sua mesa. A carência deste mineral favorece o surgimento de celulites.   <br>Joana Lucyk aconselha a redução do consumo de sódio. Ele está presente não apenas no sal de mesa, mas também em produtos embutidos e pré-cozidos.   <br>  <br>  <br>Os alimentos fritos, enlatados, processados ou refinados, com aditivos, conservantes, corantes ou substâncias artificiais, além de dificultar a digestão e conter alta quantidade de açúcares e gorduras, aumentam o acúmulo de toxinas. Os alimentos crus, cozidos ao vapor, biológicos e integrais, são digeridos mais facilmente e melhor assimilados pelo organismo, pois possuem mais nutrientes e menos compostos tóxicos.  <br>  <br>  <br>As comidas ricas em fibras vegetais são mais úmidas, o que facilita sua movimentação no intestino e, conseqüentemente, sua eliminação. Frutas, verduras, legumes e cereais são as melhores fontes naturais deste composto. O arroz integral também é um excelente vasodilatador.  <br>  <br>  <br>Neste cardápio inclua também as frutas e legumes da cor laranja ou verde escuro – cenoura, mamão, moranga, brócolis.&nbsp; Eles possuem betacaroteno, estimulando maior produção de melanina, o que protegerá a pele durante a exposição ao sol.  <br>“A alimentação saudável, rica em alimentos naturais, com pouco sal e gordura, prepara o corpo para o verão”, garante Joana.   <br>  <br>  <br>
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		<title><![CDATA[Nicotina, inimigo da beleza]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49127</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Olá amigos. O dermatologista aponta mais um motivo para não fumar: a beleza da pele. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CIGARROS: UMA QUESTÃO DE PELE</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Fenelon</span></font><span style="font-weight: bold;"> *</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O tabagismo é tão prejudicial à saúde que afeta consideravelmente até mesmo a pele e a aparência de quem fuma.&nbsp; A nicotina dos cigarros atua como um vaso constritor, diminuindo a oxigenação da pele e provocando degeneração da fibra elástica. Assim, tabagistas perdem a elasticidade e o viço da pele. Além disso, substâncias químicas existentes no cigarro atingem o colágeno (proteína que dá sustentação à pele) de uma maneira&nbsp; profunda. Resultado: os fumantes sofrem de envelhecimento precoce. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estudos realizados por entidades sanitárias demonstram que os jovens entre 14 e 24 anos são o principal público-alvo da indústria do tabaco. Uma das conseqüências desastrosas desse fato é que cada vez mais cedo o adolescente se inicia no vício do fumo. Estimativas do Ministério da Saúde é de que, no Brasil, 2,8 milhões de fumantes têm entre 14 e 24 anos. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quem tem essa idade deve redobrar os cuidados para não cair na tentação do cigarro. E quem tem filhos nessa faixa etária deve intensificar a orientação contra o tabagismo.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para nos restringirmos às conseqüências dermatológicas desse problema, ressalto que o uso do cigarro intensifica as rugas, que caracterizam o envelhecimento. É provado que uma pessoa que fuma possui um envelhecimento físico aparente de dez anos a mais do que um não fumante. Também há conseqüências mais graves. A substância alcatrão agride a mucosa bucal, e facilita o aparecimento do câncer de boca.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um estudo realizado com mulheres pós menopausa, ou seja, que possuem uma menor produção de hormônios femininos e de colágeno, comprova que as rugas em fumantes são três vezes mais intensas do que nas que nunca fumaram. Na região facial os danos são maiores. As áreas de seqüela são periorbital (pés de galinha), fronte (testa) e perilabial (ao redor da boca).</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O uso do cigarro atrapalha e muito no resultado de tratamentos e cirurgias estéticas. Cerca de 70% dos médicos cirurgiões não realizam uma cirurgia em pessoas que estiveram fumando de 3 a 4 semanas antes do procedimento cirúrgico. O consumo do cigarro antes das cirurgias dificultam a cicatrização, e pode causar necrose no paciente.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Fenelon é dermatologista</span></font> <br> <br> <br></div>
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		<title><![CDATA[Conhecimento e preconceito]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48988</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A maioria dos homens brasileiros <font size="4">(76%)</font> possuem informações sobre o exame de toque retal para detectar o câncer da próstata, mas apenas<font size="4"> 32%</font> já o fizeram. Já o exame sanguíneo da dosagem de PSA já foi realizado por <font size="4">47%</font> dos homens. Estes são alguns dos dados apontados na pesquisa <span style="text-decoration: underline; font-weight: bold;">Saúde masculina: o homem e o câncer de próstata</span>, encomendada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e realizada pelo Instituto Datafolha.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O levantamento foi feito com 1.061 homens com idades entre 40 e 70 anos, de 10 capitais brasileiras (Belo Horizonte, Belém, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo) e Distrito Federal, no período de 2 a 7 de outubro de 2009. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O objetivo da pesquisa foi investigar o nível de conhecimento masculino e percepções sobre o câncer de próstata.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Esse levantamento nos mostra que os homens preferem fazer o exame de sangue ao de toque. Mas é preciso ressaltar que os dois são complementares no diagnóstico do câncer de próstata e um não substitui o outro. Em até 20% dos casos, o exame de sangue pode ser normal em uma pessoa com câncer", alerta o presidente da SBU, José Carlos de Almeida.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">,</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[O barato do exercício]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48806</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O neurologista Ricardo Teixeira dá um recado interessante hoje.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não há nada de exagero em dizer que  <br>&nbsp;atividade física dá “barato” e até vicia  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Teixeira*  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O “barato” do atleta é comum entre aqueles que fazem atividades prolongadas, como é o caso dos corredores de longa distância, e é descrito como uma sensação de euforia, bem estar, e alteração da percepção do tempo e espaço. Essas sensações não costumam ser descritas entre os atletas de atividades de curta duração como os velocistas e em esportes que exigem frequente mudança da demanda de força e ritmo da atividade, como é o caso do futebol, basquete, tênis, etc. Curiosamente, não há descrição na literatura desse “barato” entre nadadores, apesar da natação ser um esporte com ritmo regular e repetitivo como a corrida. Já existem evidências apontando que a corrida é especialmente associada a essa sensação de prazer, em parte por causa dos repetidos traumas na pele que promovem a liberação de substâncias que agem tanto no sistema nervoso central como no periférico.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Até a década de 60, acreditava-se que o “barato” do atleta era decorrente do aumento dos níveis de catecolaminas, substâncias da linha da adrenalina. Com a descoberta da endorfina, que é como se fosse um tipo de morfina produzida pelo próprio corpo, passou-se a acreditar que todo o “barato” do atleta podia ser explicado pelo aumento dos níveis de endorfina no sangue, criando-se então um mito popular sem comprovações científicas.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No ano de 2003, foi demonstrado que o exercício físico é capaz de ativar o sistema endocanabinóide e isso transformou radicalmente o entendimento do “barato” do atleta. Esse sistema é composto de receptores chamados de canabnóides, e estão distribuídos não só no cérebro e nervos periféricos, mas também no pulmão, na pele e nos músculos.&nbsp; No cérebro, seu efeito maior é o de inibição da atividade dos neurônios e a anandamida é o neurotransmissor que se liga aos receptores canabnóides do cérebro mais estudado.&nbsp; São nesses receptores que age o princípio ativo da maconha (tetrahidrocanabinol), e os efeitos são bem semelhantes aos da anandamida.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já é bem reconhecido que a ativação do sistema endocanabinóide estimula o sistema de recompensa cerebral, que é ativado toda vez que fazemos algo que dá prazer e sinaliza ao cérebro que vale a pena repetir a experiência quando esta é prazerosa. A relação entre esses dois sistemas sugere que os endocanabinóides são fortes candidatos para explicar o vício em exercício físico que algumas pessoas desenvolvem. Nesse contexto, vício significa que ficar alguns dias sem atividade física pode levar a sintomas como ansiedade e alterações de humor, e isso pode acontecer mesmo entre as pessoas que praticam atividade física sem exageros, sem compulsão. Nos casos de comportamento compulsivo, o vício na atividade física passa a ser algo negativo, pois começa a comprometer outras dimensões da vida, como por exemplo, o convívio com a família. Felizmente, na grande maioria das vezes, esse vício é um grande aliado da saúde física e mental. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Um gol para combater o câncer infantil]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48628</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Daqui a pouco,&nbsp; às 21h45, o time do Palmeiras, entra em campo contra o Sport do Recife, no Palestra Itália (SP), com uma grande faixa alusiva ao Dia 23 de Novembro, Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-juvenil (DNCCI).  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O objetivo dodesta data é informar sobre o diagnóstico precoce do câncer em crianças e fazer com que as pessoas se mobilizem e prestem mais atenção aos sintomas da doença. A campanha feita para alertar a população é estrelada pelo Marcos, goleiro do Palmeiras. <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/1743fe45df8897dcd215c8a009762103.jpg"></span></font> <br> <br><font size="1">Crédito: Filme </font><font size="1"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">DNCCI</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No Brasil, o câncer infanto-juvenil é a segunda causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 5 e 19 anos. Acontece que a doença tem cura, em mais de 70% dos casos, quando diagnosticados precocemente.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mais informações no <a href="http://www.dncci.org.br"><font size="7">site</font></a> da campanha. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Exóticas e saborosas]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48434</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<P align=center><IMG style="WIDTH: 471px; HEIGHT: 299px" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/5766ea5d27f8a196ede04ac722b9680b.jpg" width=455 height=345></P> <P align=center>&nbsp;</P><FONT color=#444444 size=5><FONT color=#444444 size=5> <P><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Amigos, boa tarde. Estivemos fora do ar por problemas técnicos. </FONT><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tudo resolvido!</FONT></P> <P><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para aproveitar o domingo, proponho uma leitura saborosa. O texto abaixo é da jornalista Cristine Gentil.</FONT></P> <P><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P>Você sabe quais frutas são exóticas ou nativas do Brasil? A <STRONG>Revista do Correio</STRONG> deste domingo lançou um desafio, apresentando algumas frutas para saber. Continue brincando aqui. </P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG><FONT size=6>Jogo das delícias</FONT></STRONG></P> <P><STRONG><FONT size=6></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P>Para uma dieta saudável, uma pessoa adulta deve ingerir, no mínimo, cinco variedades de frutas, verduras e legumes por dia — pelos menos 500g desses alimentos. Mas você sabe se as frutas que você consome diariamente são nativas do Brasil? Faça o teste e descubra.</P> <P>&#12288;</P> <P>- <STRONG>Goiaba </STRONG>— <I>Psidium guajava</P></I> <P>49 calorias. Com baixa quantidade de gordura e considerável teor de carboidrato. É considerada pobre em vitaminas.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Tangerina </STRONG>— <I>Citrus reticulata</P></I> <P>48 calorias. Considerável quantidade de gordura e carboidrato. Pouca quantidade de vitamina A, B1, B2, B3 e grande quantidade de vitamina C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Pequi</STRONG> — <I>Caryocar brasiliense</P></I> <P>87 calorias. Com teor considerável de gordura e vitamina A. Contém ainda vitamina B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>-<STRONG> Cupuaçu</STRONG> — <I>Theobroma grandiflora</P></I> <P>80 calorias. Com baixo teor de gordura, carboidrato, vitamina A, B e C e alto teor de potássio.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Acerola</STRONG> — <I>Malpighia emarginata</P></I> <P>45 calorias. Possui baixíssimo teor de gordura, vitamina A, B1, B2, B3 e altíssimo teor de vitamina C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Ameixa </STRONG>— <I>Prunus salicina</P></I> <P>56 calorias. Possui vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Amora </STRONG>— <I>Rubus uniflora</P></I> <P>61 calorias. Possui baixo teor de vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Caqui</STRONG> — <I>Diospyros kaki</P></I> <P>86 calorias. Possui baixo teor de vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Melancia</STRONG> — <I>Citrullus lanatus</P></I> <P>28 calorias. Possui baixo teor de gordura e carboidrato. Possui baixa quantidade de vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Melão</STRONG> — <I>Cucumis melo</P></I> <P>32 calorias. Possui baixo teor de gordura e carboidrato. Possui vitamina A, B1, B2, B3 e considerável quantidade de vitamina C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Morango</STRONG> — <I>Fragaria x ananassa</P></I> <P>40 calorias. Possui considerável quantidade de gordura e baixo teor de carboidrato. Possui vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Pêssego</STRONG> — <I>Prunus persica</P></I> <P>46 calorias. Possui pouca quantidade de gordura e considerável quantidade de carboidrato. Possui vitamina B1, B2, B3, C e considerável quantidade de vitamina A.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Tamarindo</STRONG> — <I>Tamarindus indica</P></I> <P>213 calorias. Possui considerável quantidade de gordura e muita de carboidratos. Possui baixíssima quantidade de vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Uva </STRONG>— <I>Vitis sp</P></I> <P>57 calorias. Possui pouca quantidade de gordura, carboidratos e vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Ceriguela</STRONG> — <I>Spondias Purpurea</P></I> <P>63 calorias. Possui baixíssimo teor de carboidrato, gordura e vitamina A, B1, B2 B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- Maracujá doce ou granadila — <I>Passiflora alata</P></I> <P>85 calorias. Possui pouca quantidade de vitamina A, B1, B2, B3 e C e também de gordura e carboidratos.</P> <P>&#12288;</P><B> <P>Resultado: </P> <P>&nbsp;</P> <DIR> <DIR></B> <P>1. Se você acertou até quatro respostas, talvez esteja precisando incorporar mais frutas à sua alimentação. Adote esse hábito, que, além de saudável, é saboroso. </P> <P>2. Se você acertou até oito respostas, você tem conhecimentos suficientes sobre a rica gama de frutas que hoje são cultivadas no país. </P> <P>3. Se você acertou mais de doze respostas, parabéns. Já é quase um expert em fruticultura nacional. Agora é só se esbaldar com a variedade ofertada em nosso país. </P> <P>&nbsp;</P></DIR></DIR> <P>Fonte: livro <I>Frutas brasileiras e exóticas cultivadas</I>, editora Plantarum.</P> <P>Agradecimentos: Instituto Plantarum e La Palma</P> <P>&#12288;</P> <P>Veja as respostas</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Goiaba</STRONG></P> <P>A goiabeira é amplamente cultivada em pomares domésticos e comerciais, ocorrendo também como subespontânea e nativa em quase todo o país.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Tangerina</STRONG></P> <P>Fruta exótica no Brasil, é nativa do sudoeste da China e nordeste da Índia, onde seu cultivo data de mil anos antes de Cristo. Já é amplamente cultivada no país.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Pequi</STRONG></P> <P>Natural dos estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Cupuaçu</STRONG></P> <P>Nativo da região Amazônica, principalmente no estado do Pará.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Uva</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da América do Norte, é amplamente cultivada no país, principalmente nas regiões sul e sudeste. A uva-européia é originária da Ásia Central, cujo cultivo no Oriente Médio data de 8.000 anos a.C., e foi introduzida no Brasil em 1532.</P> <P>&#12288;</P> <P><STRONG>Acerola</STRONG></P> <P>Fruta exótica amplamente cultivada em todas as regiões tropicais do país. É nativa das Antilhas, América Central e norte da América do Sul.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Ameixa</STRONG></P> <P>Fruta exótica da Ásia Menor. Foi cultivada pelos romanos ainda antes de Cristo e no Brasil foi introduzida no final do século XX em regiões de altitude do Sul.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Amora</STRONG></P> <P>Fruta nativa encontrada em beira de matas e capoeiras, principalmente em regiões de altitude, desde Minas Gerais e São Paulo até o Rio Grande do Sul.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Caju</STRONG></P> <P>Planta nativa da costa norte do país e muito cultivada na região Norte e Nordeste.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Caqui</STRONG></P> <P>Fruta exótica vinda da Ásia e largamente cultivada nas regiões subtropicais do Brasil, onde foi introduzido em 1890.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Ceriguela</STRONG></P> <P>Fruta exótica, proveniente da América Central, é amplamente cultivada em pomares domésticos de todas as regiões tropicais do país, principalmente no Norte e Nordeste.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Mangostão</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da Ásia, possivelmente da Malásia</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Maracujá</STRONG></P> <P>Nativo das regiões litorâneas e na Mata Atlântica da Bahia até o Rio Grande do Sul. Já é amplamente cultivado em todo o país.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Melancia</STRONG></P> <P>Fruta exótica, vinda da África. Já é amplamente cultivada no país.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Melão</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da Península Ibérica. No Brasil é amplamente cultivado principalmente nas regiões semiáridas do Nordeste.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Pêssego</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da China. Desde que foi descoberto foi também, introduzido no Brasil, mas só começou a ter importância econômica a partir de 1950. Hoje já é amplamente cultivado, principalmente no Sul e Sudeste.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Tamarindo</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da África tropical, mas já é amplamente cultivada em pomares domésticos de todo o país</P></FONT></FONT><FONT color=#444444 size=5 face=Tahoma><FONT color=#444444 size=5 face=Tahoma><FONT color=#444444 size=5 face=Tahoma> <P>&#12288;</P></FONT></FONT></FONT><FONT size=5 face=Calibri><FONT size=5 face=Calibri></FONT></FONT><FONT size=2 face=Arial><FONT size=2 face=Arial> <P>&#12288;</P></FONT></FONT>
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		<title><![CDATA[Inflamação no cérebro não causa Alzheimer]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48258</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisadores da Clínica Mayo (Estados Unidos) descobriram que uma inflamação cerebral não é o gatilho responsável pela formação de depósitos de amilóide no cérebro e o desenvolvimento da doença de Alzheimer.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Esta era a tese defendida até agora no meio científico. Na verdade, a inflamação ajuda a desobstruir o cérebro dessas placas amilóides nocivas no início do desenvolvimento da doença, como demonstrado em estudos com camundongos que foram predispostos ao distúrbio. O estudo está publicado na versão online do informativo da Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental (FASEB - Federation of American Societies of Experimenal Biology). <a href="http://www.eurekalert.org/pub_releases/2009-10/foas-sra101509.php"><font style="color: rgb(51, 102, 255);" size="4">Clique aqui e leia o texto da pesquisa, em inglês. </font></a></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"O estudo também sugere que podemos tirar proveito do próprio sistema imunológico do cérebro, fazendo com que as células imunes removam as placas amilóides ali depositadas, protegendo, assim, o cérebro contra os efeitos nocivos dessas placas", afirma o pesquisador principal do estudo, Pritam Das, Ph.D., professor assistente do Departamento de Neurociência da Mayo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A experiência teve o objetivo de testar a teoria largamente aceita de que uma inflamação no cérebro aumenta a produção e a formação de uma proteína tóxica, conhecida como beta-amilóide (A&#946;). Um aglomerado denso dessa proteína é o marcador patológico da doença de Alzheimer.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Adolescente obeso tem fígado gordo]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48196</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cerca de 50% dos adolescentes obesos apresentam acúmulo de gordura no fígado, uma doença conhecida como esteatose hepática não alcoólica.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O distúrbio considerada como o novo marcador da síndrome metabólica, caracterizada por aumento das chances de desenvolvimento de diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares associadas à obesidade e à morte precoce.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pesquisa avaliou cerca de 300 adolescentes, com idade entre 15 e 19 anos, atendidos pelo Grupo de Estudos da Obesidade da Universidade Federal de São Paulo. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os adolescentes diagnosticados passaram, então, por um ano de tratamento clínico, nutricional, orientação psicológica e atividade física. Metade conseguiu reduzir os níveis de gordura para índices considerados saudáveis.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“A chance de cura existe, mas depende do emagrecimento. Também é importante que o paciente não perca peso muito rapidamente, porque quando ocorre o emagrecimento rápido, a gordura estocada nas vísceras (região central do corpo) vai diretamente para o fígado, que não consegue sintetizá-la a contento e exportá-la novamente para a circulação, aumentando a quantidade de gordura intra-hepática”, explica a médica&nbsp; Ana Dâmaso, coordenadora da pesquisa.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A incidência da síndrome metabólica (conjunto de alterações no metabolismo) ocorre em cerca de 32% dos pacientes com obesidade mórbida. Nestes casos associados à resistência a insulina é preciso complementar o tratamento com medicação e as chances de cura da obesidade mórbida são menores. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		<title><![CDATA[Coração jovem]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48137</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje temos artigo do Dr. Ricardo</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estudo revela receita de como manter uma boa capacidade cardiorespiratória durante o envelhecimento</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É bem reconhecido que a redução da capacidade cardiorespiratória está associada a um maior risco de doenças como a hipertensão arterial e diabetes, maior mortalidade, menor nível de independência física e de qualidade de vida. Um estudo recém-publicado pelo periódico científico <span style="font-weight: bold;">Archives of Internal Medicine</span> avaliou mais de 20 mil pessoas nos Estados Unidos com idades entre 20 e 96 anos e confirmou resultados de pesquisas anteriores de que a capacidade cardiorespiratória diminui gradualmente com o avançar da idade.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo demonstrou ainda, de forma inédita, que essa redução é mais veloz após os 45 anos de idade, maior entre os homens do que nas mulheres, e que existe uma receita eficaz para combater esse declínio: atividade física regular, manter o peso em dia e não fumar. Os participantes do estudo que seguiam essa receita foram os que tiveram o mais lento declínio da capacidade cardiorespiratória. É difícil imaginar uma trinca de ingredientes mais poderosa do que esta para a promoção da saúde, não só para manter o fôlego ao envelhecermos, mas também para a prevenção da maior parte das doenças mais temidas como o câncer e as doenças cardiovasculares.&nbsp; </span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog. <br></span></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[Verão sem estrias]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48055</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com a chegada do verão, surge uma preocupação: como eliminar as estrias. Confira as dicas do médico Ricardo Fenelon.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">AVANÇOS NO COMBATE ÀS ESTRIAS</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Fenelon*</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estrias são faixas de pele fina, enrugadas, causadas por uma distensão exagerada das fibras elásticas da pele. Num primeiro momento, surgem avermelhadas, a seguir de cor púrpura e, finalmente, brancas. Ocorrem mais comumente no abdome, coxas e região ingunal. Atingem predominantemente o sexo feminino (60%), comparativamente ao sexo masculino(40%). Mas seu aparecimento é queixa de 100% das mulheres no consultório dermatológico.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As estrias são observadas na gravidez, obesidade, síndrome de Cushing, tratamentos sistêmicos com corticosteróides e ACTM e tratamentos tópicos com corticosteróides fluorados. Mais recentemente, tem se observado estrias causadas também por aumento exagerado da massa muscular. Manifesto em larga escala na população mundial, esse problema se constitui num dos maiores desafios para a Dermatologia Cosmiátrica. Há muito, a ciência busca soluções eficazes para eliminar as estrias. Até há pouco tempo, os tratamentos disponíveis ou eram ineficazes – principalmente nos casos mais graves da manifestação das estrias --, ou não apresentavam resultados absolutamente satisfatórios para médicos e pacientes.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com a grande revolução da medicina propiciada pelo surgimento da tecnologia à laser nas mais variadas áreas da saúde, temos agora uma nova alternativa, com resultados até então inéditos: tratamento para estrias com Fraxel Laser.&nbsp; No mais recente Congresso Brasileiro de Dermatologia, realizado em setembro, em Belém do Pará, fui o conferencista selecionado para apresentar os resultados alcançados com essa técnica. Estrias em estágio inicial podem sumir até completamente com cinco aplicações de Fraxel. Nos casos mais graves, onde as estrias são faixas largas, brancas e com reentrâncias na pele, há um resultado muito satisfatório de recuperação da área tratada.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um detalhe importante: grávidas não podem se submeter a esse tipo de tratamento. Em caso de gestação, o melhor a fazer é usar preventivamente substâncias hidratantes potentes (óleo de amêndoas, alantoína, uréia com a finalidade de prevenir o aparecimento de novas estrias), evitar ganho de peso excessivo e aumento repentino de massa muscular.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dermatologista e especialista em laser</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font> <br></div>
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		<title><![CDATA[Dia de prevenção contra o derrame no Parque da Cidade]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47961</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje é o Dia Mundial de Controle do Acidente Vascular Cerebral. Para lembrar a data, neste sábado, no Parque da Cidade, das 8h às 13h, cardiologistas de diversos serviços do Distrito Federal realização exames e prestarão esclarecimentos à comunidade sobre&nbsp; o popular derrame. A doença provoca 5,7 milhões de mortes por ano, além de deixar sequelas nos pacientes que sobrevivem. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“O estilo de vida dos grandes centros urbanos – que envolve hábitos alimentares ruins, consumo elevado de álcool, tabagismo e sedentarismo – propiciam o AVC, ruptura ou obstrução de um dos vasos que irriga o cérebro”, explica Luiz Leite, diretor científico da Sociedade Brasileira de Cardiologia, regional DF. Pacientes com hipertensão, colesterol elevado, obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares devem redobrar a atenção, pois essas alterações são fatores de risco para o Acidente Vascular Cerebral. <br> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“É importante que a população conheça melhor a doença: o que está por trás dela, como evitá-la e seus sintomas. Aqueles que já sabem ser portadores de patologias que ampliam os riscos devem seguir estritamente as orientações médicas e fazer correto uso de medicações, quando indicadas”, afirma&nbsp; Luiz Leite.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><font size="4">Para alertar os brasilienses, os cardiologistas montarão estandes para oferecer esses serviços:</font></span><font size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Exame de Pressão Arterial </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Medida da Freqüência Cardíaca </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Medida da Circunferência Abdominal </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em outros estandes parceiros:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Exame de Colesterol </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Exame de Glicemia </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Doppler de Carótidas </span></font></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Mais sobre psoríase]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47931</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amanhã é o Dia Mundial da Psoríase, uma doença inflamatória da pele que afeta 5% da população mundial. O mal pode ser tratado e não é contagioso, mas nem todo mundo sabe como agir diante dele. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para informar melhor a comunidade, a Sociedade de Dermatologia do DF montará um estande no piso 1 do Pátio Brasil Shopping, das 10h às 22h, no dia 29, com folhetos e cartilhas informativas sobre a doença. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estande contará com a presença de dermatologistas e especialistas da área. Além do trabalho de conscientização da doença, os profissionais vão mostrar para o público como identificar a psoríase e, caso ela seja confirmada, como e onde tratá-la. </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><font size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></span><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Serviço: </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O que: Dia Nacional da Psoríase</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quando: dia 29 de outubro, das 10h às 22h</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Onde: Piso 1 do Pátio Brasil Shopping</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quem promove: Sociedade de Dermatologia do DF</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quanto: Entrada Franca</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Nova arma contra a psoriáse]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47846</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprova o uso no país do <span style="font-style: italic;">ustequinumabe</span> medicamento biológico indicado para tratamento de psoríase moderada e grave.  <br> <br>A psoríase é uma doença imunológica que causa graves inflamações na pele e cujos pacientes reportam insatisfação e frustração com as opções de tratamento disponíveis atualmente.  <br> <br>Na segunda quinzena de setembro, o medicamento também foi aprovado pela agência sanitária norte-americana, FDA - Food and Drug Administration, e pelo NICE - National Institute for Health and Clinical, do Reino Unido.</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A psoríase é uma doença imunológica crônica, causada pela intolerância do sistema imunológico aos componentes do próprio organismo. Como resultado, a pessoa apresenta superprodução das células da pele, que causam inflamações, manchas avermelhadas e placas que podem sangrar. Estima-se que 3% da população mundial têm psoríase, sendo que um quarto dos casos são considerados moderados a graves.</span> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Sem motivação e sendentário]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47752</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um trabalho sem desafios e motivação leva a um estilo de vida sedentário, revela estudo</span></font>  <br>  <br><div style="text-align: left;"><font style="font-weight: bold;" size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;Ricardo Teixeira</span></font>  <br></div></div>  <br>  <br>O sedentarismo é reconhecido como um importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas, estimando-se que seja responsável por 20% dos casos de doença do coração e 10% dos casos de derrame cerebral. Alguns estudos têm sugerido que um estilo de vida sedentário pode estar associado ao tipo de trabalho que o indivíduo exerce no dia-a-dia, especialmente trabalhos considerados passivos, com pouca autonomia e baixa demanda de dimensões psíquicas e sociais.   <br>  <br>  <br>Uma pesquisa recém-publicada pelo periódico científico <span style="font-style: italic;">Occupational and Environmental Medicine</span> mostra pela primeira vez que a exposição ao longo dos anos a trabalhos com características passivas aumenta a chance de levar uma vida sedentária. A pesquisa acompanhou mais de seis mil ingleses com idades entre 35 e 55 anos em três diferentes momentos e por um período de cinco anos. Os participantes do estudo eram funcionários públicos que exerciam atividades de escritório e foram submetidos a uma escala que classifica o grau de passividade no trabalho.  <br>  <br>  <br>A relação entre trabalho passivo e sedentarismo foi demonstrada entre os homens, mas não entre as mulheres e esse resultado é consistente com estudos prévios que apontam que a saúde dos homens é mais vulnerável do que a das mulheres a condições de trabalho insatisfatórias. Entretanto, existem também evidências que uma baixa realização no trabalho afeta também a saúde das mulheres.&nbsp; Os resultados da atual pesquisa confirmam que a saúde é mais uma de tantas razões para que se faça o trabalho ser estimulante e desafiador.&nbsp;   <br>  <br>  <br>* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog.  <br>  <br>
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		<title><![CDATA[Caminhe. Sem pressão alta]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47626</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Você faz parte do grupo de 29 milhões de brasileiros hipertensos?&nbsp; A solução é caminhar! O hábito pode até diminuir o uso de remédios.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma pesquisa na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e essa queda se mantém nas 24 horas seguintes. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pesquisa teve início em fevereiro de 2007 e terminou em julho de 2009. Os participantes realizaram uma sessão de 40 minutos de caminhada, seguidos de uma sessão de repouso também de 40 minutos. Os resultados apontaram que a redução é mais expressiva naqueles com pressão arterial elevada e menor naqueles com pressão arterial normal.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo os pesquisadores, a prática constante de exercícios pode levar à diminuição gradativa e até ao não uso de medicamentos para os hipertensos leves.&nbsp; Para a orientadora da pesquisa, professora Nereida Kilza da Costa Lima, é interessante essa comprovação, pois foi testado um tipo de exercício viável a qualquer pessoa, pois boa parte dos idosos brasileiros não tem acesso a academias de ginástica.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Ainda tem gente que acha que a maconha não faz mal à saúde.  As coisas não são bem assim]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47462</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje é dia do artigo do neurologista Ricardo Teixeira. Toda segunda-feira ele fala de alguma tema importante. Confiram!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">A maconha é a droga ilícita mais consumida no mundo e estima-se que um em cada 25 adultos com idades entre 15 e 64 anos já fez uso da droga. Essa é uma estatística do Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crimes que revelou também que o uso é relativamente maior nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia seguido pela Europa. Enquanto o consumo está diminuindo em países da Europa Ocidental e Austrália, está aumentando na América Latina e em vários países da África.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Estudos revelam que 20-30% das pessoas que usam pela primeira vez a droga passam a consumi-la pelo menos uma vez por semana e 10% apresentarão padrão de consumo diário. E aquilo que já foi um tema controverso, há algum tempo não é mais motivo de discussão: o uso regular de maconha aumenta sim o risco do uso de outras drogas ilícitas como a cocaína.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Os efeitos agudos da maconha no cérebro</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">  <br>O tetrahidrocanabinol (THC), componente ativo da maconha, provoca uma leve euforia que dura de 1 a 2 horas, mas pode provocar também outros efeitos como ansiedade, crises de pânico e sintomas psicóticos. A maconha ainda está associada a um risco de acidentes no trânsito duas vezes maior por levar a uma diminuição da coordenação motora e lentificação das reações e do processamento de informações.&nbsp;&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Efeitos do uso crônico da maconha</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">No pulmão, o uso regular da maconha provoca bronquite crônica e sabe-se que a droga contém muitos dos componentes causadores de câncer encontrados no tabaco, sendo que algumas delas em concentrações ainda maiores.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">No cérebro, dependendo da quantidade do consumo, podem ser observados diversos graus de dificuldade de aprendizado, memória e atenção, além de alterações estruturais do cérebro associados ao uso a droga. Há ainda estudos que demonstram que usuários de maconha têm chance 40% maior de apresentar sintomas psicóticos no decorrer da vida e um risco mais de duas vezes maior de desenvolver esquizofrenia entre aqueles que usaram a droga antes dos 18 anos de idade.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Apesar de não haver evidências de relação da maconha com o risco de malformações fetais, o uso da maconha durante a gravidez está associado a uma maior chance de uma mulher ter um bebê com baixo peso ao nascimento.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Para concluir</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Existe uma crescente idéia entre os jovens de que o cigarro é “careta”, pois faz mal à saúde e de que a maconha é bem diferente.&nbsp; O conjunto de evidências que dispomos atualmente demonstra que tanto o cigarro como o álcool trazem muito mais danos à sociedade do que a maconha, mas também revela que os efeitos negativos da maconha sobre a saúde humana não são nada desprezíveis. </span></font></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Alimentos melhoram qualidade de vida]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47244</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma dieta balanceada em carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais previne diabetes, câncer, envelhecimento precoce e colesterol alto, doenças provocadas por uma alimentação inadequada. Isso é possível por meio dos alimentos funcionais.&nbsp; Eles modulam as reações do organismo e criam um sistema de defesa antioxidante e eficiente para prevenir doenças. <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/a4683097dddf8417464a230c87c9f1f9.jpg"></span></font> <br> <br><font size="1">Foto do Adauto Cruz / D.A Press</font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A nutricionista&nbsp; Joana Lucyk explica que o segredo para a melhoria da saúde e da qualidade de vida está em algumas substâncias que devem fazer parte de uma dieta habitual e, de preferência, que estejam nas refeições diárias com intervalos máximos de três horas. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo ela,&nbsp; muitas frutas, cereais integrais e vegetais se enquadram nessa categoria. "A vitamina C, por exemplo, está presente em frutas cítricas e a vitamina E pode ser encontrada em oleaginosas, como a castanha. Já o betacaroteno, em vegetais em tons verdes escuros e alaranjados. O licopeno encontra-se na melancia, na goiaba e no tomate e os compostos fenólicos estão presentes na uva, na jabuticaba, na maçã, na cebola, nos temperos naturais, no cacau, no chá verde e branco", diz a nutricionista. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo pesquisas realizadas pelas Universidades de Brasília (UnB) e de Campinas (Unicamp), o cerrado dispõe de frutos ricos em nutrientes antioxidentes. Segundo ela, frutos como o ingá, jatobá, araticum, buriti, mangaba, pitaya, pitomba e pequi são "excelentes fontes com elevados teores de vitaminas do complexo B, indicados para desativar radicais livres.” </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Informe-se para prevenir o derrame]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47102</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">  <br>No próximo dia 29, os neurologistas brasileiros vão alertar sobre a necessidade de prevenção e socorro imediato dos casos de derrame ou acidente vascular cerebral. Esse é o tema abordado hoje pelo médico Ricardo Teixeira.  <br>  <br>  <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4">Dia Mundial do AVC – Essa é uma campanha que cada um de nós tem muito a ajudar</font></font>  <br></div><font size="3">  <br>&nbsp;<span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira</span>  <br>  <br>&nbsp;  <br>O acidente vascular cerebral, também conhecido por derrame cerebral, é o problema de saúde que mais causa mortes no Brasil e também no Distrito Federal. Quando uma pessoa está tendo um AVC, um vaso sanguíneo do cérebro esta sendo obstruído ou rompido naquele momento e uma parte do cérebro está por ser destruída.  <br>&nbsp;  <br>  <br>No ano de 2006, a Organização Mundial da Saúde e a Federação Mundial de Neurologia proclamaram o dia 29 de outubro como dia mundial do AVC, com a missão de provocar engajamento dos profissionais de saúde e do público em geral na luta pela melhora das condições de tratamento e prevenção da doença.   <br>  <br>  <br><span style="color: rgb(255, 0, 0);"><span style="font-weight: bold;">O QUE PODEMOS FAZER PARA MUDAR A ATUAL SITUAÇÃO?  <br>  <br>  <br></span></span>Essa é a mensagem principal do dia mundial do AVC neste ano de 2009, pois se não dermos um novo direcionamento para a atual situação, a previsão é que o AVC passe a ser um problema ainda mais devastador. Nessa luta,&nbsp; seu papel é muito maior do que você imagina!  <br>  <br>&nbsp;  <br>O AVC é mais comum entre as pessoas que têm hipertensão arterial, diabetes, colesterol alto, doenças do coração e naqueles sedentários, que fumam e usam muito álcool. Calcula-se que o indivíduo que identifica e trata um desses fatores de risco reduz seu risco de AVC pela metade. Mais importante ainda é o fato que esse mesmo indivíduo que adota hábitos de vida saudáveis é capaz de influenciar as pessoas ao seu redor a assumirem também esses bons hábitos. Saúde é mesmo contagiante!  <br>  <br>  <br>O acidente vascular cerebral é uma catástrofe que tem tratamento e também pode ser prevenida  <br>  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">Como identificar um AVC?</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Toda vez que ocorrer algum destes sintomas, de forma REPENTINA:</span>  <br>  <br></font><ul><li><font size="3">Fraqueza de um lado do corpo;</font></li><li><font size="3">Dormência de um lado do corpo;</font></li><li><font size="3">Dificuldade visual;</font></li><li><font size="3">&nbsp;Dificuldade para falar;</font></li><li><font size="3">Dor de cabeça muito forte nunca antes sentida;</font></li><li><font size="3">Incapacidade de se manter em pé.</font></li></ul><font size="3">  <br>&nbsp;  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">O que fazer diante de um sintoma suspeito?</span><br style="font-weight: bold;">  <br>Procurar imediatamente um serviço médico especializado, pois o tratamento na maioria das vezes só tem efeito se realizado nas primeiras horas após o início dos sintomas.  <br>  <br>  <br>O tratamento precoce aumenta a chance de preservar a parte do cérebro que está para ser destruída, diminuindo assim as seqüelas tão temidas como paralisia e perda da fala, assim como o risco de morte.  <br>&nbsp;  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">O que fazer para evitar o AVC e outras doenças vasculares?</span>  <br>  <br></font><ul><li><font size="3">Prática de exercícios regulares;</font></li><li><font size="3">Alimentação balanceada evitando o consumo excessivo de alimentos de origem animal (ex. carnes, ovos, leites e derivados...);</font></li><li><font size="3">Não fumar; </font></li><li><font size="3">Evitar o excesso de álcool e o estresse;</font></li><li><font size="3">Se tiver mais de 40 anos: realizar pelo menos uma vez por ano controle de pressão arterial, dosagem de glicose e colesterol no sangue;</font></li><li><font size="3">Se tiver diagnóstico de hipertensão arterial, diabetes ou colesterol alto, ou qualquer doença do coração: acompanhamento médico freqüente para controle rígido destas condições.</font></li></ul><font size="3">  <br>&nbsp;  <br>Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no blog&nbsp; Saúde para Todos.  <br></font></div>  <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Dor de cabeça não prejudica vida sexual]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46971</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mulheres com enxaqueca dão menos desculpa para se esquivar do sexo do que as que não sofrem de dor de cabeça.&nbsp; A constatação faz parte da primeira pesquisa científica&nbsp; sobre a repercussão das crises recorrentes de enxaqueca na vida conjugal e sexual das mulheres.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo será apresentado amanhã&nbsp; no Congresso Brasileiro de Cefaléia, realizado em Vitória, no Espírito Santo.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O levantamento realizado pelo neurologista João José F. Carvalho, da Sociedade Brasileira de Neurologia,&nbsp; revela que 67% das mulheres com enxaqueca têm suas vidas sexuais prejudicadas pelo distúrbio, porém somente 24% já interromperam uma relação sexual por causa de uma crise.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Depois de entrevistar mulheres com e sem surtos&nbsp; de enxaqueca. os pesquisadores descobriram&nbsp; que apenas 10% delas admitiram já ter utilizado a desculpa “estou com dor de cabeça” para se esquivar de relação sexual , contra 30% das sem&nbsp; esse tipo de dor.&nbsp; E apenas 20% das entrevistadas com cefaléia afirmaram que as dores de cabeça prejudicam a relação conjugal.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“As mulheres enxaquecosas geralmente não interrompem o ato sexual mesmo com dor, isso quer dizer que as mulheres que sofrem de enxaqueca usam muito menos este clichê do que as que não sentem dor de cabeça”, diz Carvalho.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		<title><![CDATA[Livros informam sobre a doença de Huntington ]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46958</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A doença de Huntington (DH), também conhecida por coreia de Huntington e popularmente por doença&nbsp; de São Vito ou de São Guido, é uma enfermidade&nbsp; hereditária, neurodegenerativa, que afeta o sistema nervoso central, provocando alterações dos movimentos, do comportamento e da capacidade de aprendizagem. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">De forma geral,&nbsp; os primeiros sintomas surgem&nbsp; entre os 30 e 50 anos, mas pode aparecer também em crianças ou pessoas com mais de 60 anos. Embora os estudos sobre a DH tenham progredido muito nos últimos 25 anos, ainda não se chegou à cura ou a tratamentos eficazes. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os sintomas da DH variam de pessoa para pessoa, mesmo dentro da mesma família. Para alguns, os movimentos involuntários podem ser proeminentes mesmo nos estágios iniciais. Para outros, eles podem ser menos evidentes, com o predomínio de distúrbios&nbsp; emocionais e comportamentais. A partir do momento em que começam os sintomas o doente tem entre 10 a 15 anos de vida, morrendo, normalmente, vítimas de pneumonia ou de quedas graves. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para ajudar a suprir a falta de informações sobre o assunto, a Associação Brasil Huntington (ABH) e a União de Parentes e Amigos dos Doentes de Huntington (UPADH) lançam hoje dois livros sobre o tema.&nbsp; O evento será a partir das 18h na biblioteca do Senado.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Doença de Huntington - Guia para Famílias e Profissionais de Saúde</span> é a síntese das informações atuais sobre a DH. É o primeiro guia brasileiro a abordar o assunto em profundidade em uma linguagem acessível. Sua missão é ir além do conteúdo científico, nele tratado com muita seriedade. Busca também orientar, informar e dar uma visão abrangente para o melhor cuidado dos pacientes e seus familiares. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Doença de Huntington: Relatos e Depoimentos</span> faz um importante retrato de algumas facetas do comportamento humano, mostrando&nbsp; relatos de pacientes e familiares.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">SERVIÇO</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Dia: 07 de outubro de 2009</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Horário: das 18h às 20h30</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Local: Biblioteca do Senado Federal </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Anexo 2 do Senado Federal, bloco B, térreo</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Inscrições e mais informações no site: www.abh.org.br &lt;http://www.abh.org.br/&gt; ou pelos telefones: 61-9237-7725 </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Blog informa sobre artrite reumatoide]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46902</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">Vamos trabalhar juntos!</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Este é o lema deste ano do Dia Mundial de Conscientização sobre a Artrite Reumatoide, celebrado em 12 de outubro (segunda-feira). <br></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No Distrito Federal, médicos e pacientes estarão no Parque da Cidade, distribuindo panfletos e conversando com as pessoas sobre a doença que afeta cerca de 1,5 milhão de pessoas no país. A mobilização também acontecerá em outras cinco cidades brasileiras. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Embora já seja possível controlar a doença e oferecer aos pacientes uma boa qualidade de vida, a ideia da atividade é enfatizar a dificuldade que os portadores da artrite frequentemente encontram para realizar movimentos que exigem esforço das articulações.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além da ação nas cidades, a campanha apresenta este ano um <a href="http://www.diamundialdaar.com.br"><font style="text-decoration: underline; color: rgb(51, 51, 255);" size="5">blog</font></a>, onde pessoas de todo o mundo, a qualquer momento, poderão acessar informações sobre o evento, a doença, além de dicas e entrevistas com especialistas.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Magros vivem melhor na velhice]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46859</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Amigos, hoje é dia de ficar atento aos conselhos do neurologista Ricardo Teixeira. Boa leitura!</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Obesidade em mulheres de meia idade reduz em 80% a chance de uma vida saudável em idades mais avançadas </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um estudo que acaba de ser publicado no periódico British Medical Journal revela que mulheres obesas já a partir dos 18 anos de idade e na meia-idade têm 80% menos chance de ter uma vida longa e com saúde. Foram estudadas mais de 17 mil mulheres americanas que atingiram os 70 anos de idade sendo que apenas 10% delas foram classificadas como tendo alcançado uma velhice com saúde. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Vida saudável após 70 anos de idade foi definida como bom desempenho cerebral, boa saúde física e mental e ausência de doenças crônicas sérias como câncer, diabetes, doenças do coração, pulmonares e neurológicas. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A análise mostrou que cada quilo a mais no peso que as mulheres tinham aos 18 anos é capaz de reduzir em 5% a chance de elas atingirem o padrão de vida saudável após os 70 anos. As mulheres que já apresentavam sobrepeso aos 18 anos e ainda ganharam 10 kg ou mais na meia-idade foram aquelas que menos chances tinham de alcançar em idades mais avançadas o estado de vida saudável.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já é bem reconhecido que a obesidade está associada a uma menor longevidade e a um maior risco de uma série de doenças, incluindo as mais temidas, como o câncer e as doenças cardiovasculares. Essas doenças estão relacionadas à morte prematura e o que esse estudo nos mostra de forma inédita é que mesmo as mulheres que chegam aos 70 anos sentem os prejuízos da obesidade à saúde. Os resultados ainda reforçam a importância de se manter o peso desde os primeiros anos de vida vida, pois a obesidade já no início da vida adulta irá influenciar o estado de saúde em idades avançadas.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">R<span style="font-weight: bold;">icardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no Blog Saúde Para Todos</span></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Soro fisiológico contamina lentes de contato]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46635</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Amigos, volto ao batente hoje depois de um bom descanso. Neste retorno aproveito para falar de um tema bem comum: o hábito de higienizar as lentes de contato com o soro fisiológico põe em risco a saúde da córnea. O alerta é do oftalmologista Eduardo Rocha/ Segundo ele, os usuários de lentes devem restringir o uso de soro somente ao enxágue das lentes.  <br>  <br>&nbsp;  <br>“O produto não é indicado por dois motivos: não remove proteínas, gorduras e impurezas presentes nas lentes, também não elimina fungos, bactérias e amebas que podem causar graves infecções aos olhos, especialmente à córnea”, adverte o especialista.   <br>  <br>&nbsp;  <br>Segundo Rocha, o soro deve ser utilizado somente para enxaguar as lentes, em casos nos quais o usuário tem sensibilidade aos produtos de higienização.&nbsp;“Nesses casos, é indicado o uso do soro fisiológico para retirar o excesso do produto de higienização da lente”. E&nbsp;é preciso estar atento à&nbsp;conservação da embalagem do soro. “Após&nbsp;aberto, o frasco de soro fisiológico transforma-se em&nbsp;um meio de proliferação de micro-organismos, os quais podem contaminar a lente de contato", alerta o oftalmologista, ao aconselhar que&nbsp;o ideal seja comprar soros em recipientes de 250 ml, um dos menores do mercado, para ser consumido em poucas vezes. Ele também lembra que o frasco do soro sempre deve ser conservado na geladeira.   <br>&nbsp;  <br>  <br>  <br></font></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Mosaico Humano]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46250</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/8c0e3929f42700e661a5d909156118ca.jpg">  <br></div>  <br><div style="text-align: center; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">Crédito: Ministério da Saúde  <br>  <br>  <br>  <br>  <br></font><div style="text-align: left;">Uma pausa nas férias para mostrar o belo trabalho do artista plástico Vik Muniz, No domingo, em Guarulhos (SP), cerca de 1.200 pessoas (soropositivas e outras que atuam na luta contra a aids) formaram um grande mosaico com quatro imagens de beijos: um casal heterossexual, um casal gay, um casal lésbico, e uma mãe e um filho. Entre os modelos das fotos também existem pessoas com HIV.   <br>  <br>&nbsp;  <br>A obra de arte será apresentada no Dia Mundial de Luta Contra a Aids e será exposta em um museu de circulação popular.   <br>  <br></div></div>
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		<title><![CDATA[Tempo de repouso]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44950</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<P align=center>&nbsp;</P> <P>Amigos,estou de férias. Volto em outubro.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/5a81a5fdbd2138b68a6d605122e36c4b.jpg"></P> <P align=center>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Cirurgia de pálpebras exige cuidados na menopausa]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44654</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">As pálpebras protegem os&nbsp; olhos. São elas também que distribui a lágrima por todo o olho a cada piscada.. Mas essas importantes funções nem sempre são lembradas no momento da cirurgia estética para retirar as rugas e o excesso de pele que se acumula com o passar dos anos.  <br>  <br>  <br>A preocupação apenas com a beleza pode trazer problemas futuros. O alerta é da oftalmologista, Patrícia Moitinho, que aconselha uma avaliação oftalmológica pré-operatória.  <br>  <br>  <br>Segundo a médica, a exposição ocular da córnea, durante o sono, é o fator que mais leva às complicações. Quanto é removido mais pele da pálpebra do que deveria, o olho fica entreaberto na hora de dormir: um&nbsp; efeito lagoftalmo.   <br>  <br>&nbsp;  <br>Este quadro pode evoluir para ceratites, que são inflamações da córnea, e até a Síndrome do Olho Seco. Em casos mais severos, chegam a resultar em úlcera de córnea.   <br>  <br>  <br>De acordo com a oftalmologista, especialista em cirurgia de pálpebras,&nbsp; o ideal é que o médico, cirurgião plástico ou oftalmologista especializado nesta área, avalie pelo menos alguns itens antes de planejar a cirurgia. Entre esses itens, a médica cita:  <br>  <br>&nbsp;  <br></font><ol><li><font size="3">Avaliação sobre a existência de doença sistêmica que provoque ressecamento ocular, por exemplo, doenças reumatológicas;</font></li><li><font size="3">Avaliação do momento de vida, no caso de mulheres que estão passando por alterações hormonais em função da menopausa, o que também pode implicar em ressecamento ocular;</font></li><li><font size="3">Análise do ambiente no qual vive o paciente. Se for em meio à seca e poeira, as complicações sobre a córnea exposta podem ser agravadas. </font></li></ol><font size="3">  <br>  <br>Também é importante, segundo Patrícia, realizar uma avaliação cardiológica e os exames de sangue normais de pré-operatório para que o procedimento seja feito sob total segurança.   <br></font></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Dieta mediterrânea]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44565</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<p>&nbsp;</p><font size="5"> <p align="center"><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Adeptos da dieta mediterrânea </font></p> <p align="center"><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">têm menos gordura abdominal</font></p>    <br> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Ricardo Teixeira</strong></font></p>  <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma pesquisa publicada pelo <i>Journal of Nutrition</i>, periódico oficial da Associação Americana de Nutrição, avaliou meio milhão de europeus de dez diferentes países e demonstrou que homens e mulheres com boa aderência à dieta mediterrânea têm menor nível de gordura abdominal. Vale lembrar que a dieta mediterrânea é uma alimentação rica em peixes, verduras, legumes, frutas, cereais (melhor se forem integrais), azeite e outras fontes de ácidos graxos insaturados. Ainda tem baixo consumo de carnes e laticínios e outras fontes de gorduras saturadas, além do uso moderado, porém regular, de álcool.</font></p> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <br></span> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O fato da dieta mediterrânea ter alto conteúdo de azeite gerava dúvidas de que ela poderia ser capaz de aumentar o risco de obesidade. Porém, uma série de estudos tem revelado justamente o contrário. Um desses estudos já havia até mostrado um menor grau de gordura abdominal associado à dieta mediterrânea, o que foi fortemente confirmado pela atual pesquisa européia. O alto teor de fibras e baixa densidade energética dos alimentos da dieta mediterrânea são possíveis explicações para esse melhor equilíbrio do depósito de gordura no corpo.&nbsp; Outra explicação é que hábitos bons atraem outros hábitos bons, ou seja, quem segue uma dieta saudável têm maior chance, por exemplo, de fazer atividade física regularmente.</font></p> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <br></span> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diversas pesquisas têm demonstrado que a dieta mediterrânea está associada a uma maior </font><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">longevidade assim como redução do risco da doença de Alzheimer e de doenças cardiovasculares. Agora começamos a colecionar evidências de que ela é uma dieta que também nos ajuda a manter o peso e a barriga em dia.</font></p> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <br></font></p> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Ricardo Teixeira é neurologista e escreve todas as segunda-feira no Blog da Saúde</strong></font></p> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p> <p align="left">   <br></p></font> <p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Para pais, gripe A é mais perigosa do que meningite]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44516</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um terço dos brasileiros acredita que a gripe A representa um risco maior de vida para crianças menores de dois anos do que doenças como meningite e pneumonia. Segundo os pediatras e infectologistas, essas duas doenças são as principais causas de óbito nessa faixa etária. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A revelação faz parte de uma pesquisa divulgada hoje pelo Ibope. Denominada <font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="4"><a href="http://stat.correioweb.com.br/blogs/ap_coletiva.ppt">Protege Brasil</a></font> (íntegra da pesquisa), o levantamento foi encomendado pelo laboratório farmacêutico Wyeth. Os pesquisadores entrevistaram ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios, incluindo Brasília.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pesquisa avaliou a percepção dos brasileiros sobre vacinação.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">41%</font> disseram acreditar que, entre as doenças cuja prevenção é possível por vacina, a meningite C é a que mais mata crianças menores de cinco anos no país. No entanto, segundo especialistas, doenças como meningite pneumocócica são mais letais; <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">42%</font> dos brasileiros com crianças menores de cinco anos em casa afirmaram ter dado todas as vacinas aos seus filhos, mesmo aquelas não encontradas no sistema público; <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">68%</font> acreditam que, ao vacinar seus filhos, estão imunizando apenas a própria criança. Eles desconhecem o efeito protetor da imunização para os que convivem com a pessoa vacinada. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Pele sensível]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44470</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4">REJUVENECIMENTO: AS  <br>ÁREAS SENSÍVEIS DO ROSTO <br></font></div> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Fenelon</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Maior órgão do corpo humano e com a nobre função de envolver e proteger todo o organismo, a pele deve ser tratada com cuidado ao longo da vida. Desde o nascimento, já incorporamos à nossa rotina hábitos para manter a saúde e vitalidade de nosso invólucro natural. Na fase adulta, começamos a combater a passagem do tempo, buscando maneiras de minimizar os efeitos da idade. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A maioria das pessoas começa a se preocupar com as marcas e rugas de expressão após os 30 anos. No entanto, é necessário esclarecer que a exteriorização do envelhecimento se combate desde a infância, evitando principalmente a exposição descuidada aos raios solares. Higienização, hidratação e fotoproteção adequadas são o tripé que deve sustentar a rotina de quem cultiva a saúde e a beleza da pele.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No quesito rejuvenescimento, o rosto é protagonista das principais atenções. As áreas ao redor dos olhos e em volta da boca são as que mais devemos cuidar. Ambas requerem cuidados diferenciados. As pálpebras necessitam de atenção especial, pois são&nbsp; uma área em que há menos glândulas sebáceas e onde os poros são mais fechados.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pele dessa região também é mais sensível, além de exigir mais atenção por estar muito próxima aos olhos. Estudo divulgado na França afirma que as moléculas dos hidratantes indicados para o rosto são grandes demais para serem absorvidas pela pálpebra. Logo, o uso desses produtos não surtiria o efeito desejado quando aplicados no contorno dos olhos. Outra pesquisa, realizada nos Estados Unidos, aponta que os cremes indicados para o rosto, principalmente os que contêm ácidos em sua composição, podem ressecar ainda mais as pálpebras, acelerando seu envelhecimento.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Assim, o melhor a fazer é procurar um dermatologista de sua confiança, para que ele indique produtos adequados à hidratação e rejuvenescimento, de acordo com seu tipo de pele, idade e demais características.&nbsp; Para efeitos preventivos, já se pode cuidar clinicamente dessa região do rosto a partir dos 25 anos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os lábios e a região em volta da boca também podem receber cuidados específicos, a partir de tratamentos preventivos. Se já existem rugas, há tratamentos eficazes, como a toxina botulínica (para amenizar marcas de expressão), o preenchimento - para realçar ou amenizar o contorno dos lábios - e o peeling a laser. Algumas pessoas precisam até de fonoaudiologia e reabilitação odontológica, associadas a tratamentos cosmiátricos, para recuperar a harmonia na região bucal.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em fumantes o envelhecimento, de maneira geral, é mais rápido. E por “fazerem bico”, têm mais rugas ao redor dos lábios. A nicotina, principal substância do cigarro, age nos lábios e na região em volta causando rugas antes do tempo. Esse processo ocorre porque a substância é vasoconstritora. Ou seja, comprime os vasos sanguíneos da região, prejudicando a oxigenação das células.&nbsp; Se não bastasse todos os malefícios causados pelo tabagismo - considerado pela ciência a dependência química com menor chance de recuperação --, quem fuma envelhece mais rápido.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A idade é inevitável, mas a ciência nos disponibiliza recursos para amenizar os efeitos indesejáveis do tempo. Os tratamentos cosmiátricos, além de recuperar a aparência, têm como principal impacto o psicológico. Mantêm a auto-estima do paciente e, assim, preserva várias características positivas para um dia-dia saudável. Frase de autor desconhecido pode resumir o sentimento que domina profissionais que, como eu, dedicam-se a cuidar e restabelecer a harmonia da pele: <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">“Um defeito da alma não pode ser corrigido na face. Mas um defeito na face, quando corrigido, pode regenerar a alma.”</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Fenelon é dermatologista</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>
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		<title><![CDATA[Blog traz dicas sobre a gripe A]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44350</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <BR><FONT size=3><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Um serviço bastante útil.&nbsp; A Secretaria de Saúde do DF possui um blog e um canal no twiter com informações sobre a gripe A.&nbsp; Para acessá-los, basta entrar no <A href="http://www.saude.df.gov.br/"><FONT style="FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(51,51,255); TEXT-DECORATION: underline" size=5>site</FONT></A> da secretaria e clicar no link blog. </SPAN></FONT> <BR> <BR> <BR> <BR> <BR> <BR>
		]]>
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		<title><![CDATA[Assunto feminino]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44235</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P><FONT size=5> <P align=center><FONT size=4 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pílulas anticoncepcionais e risco de trombose nas veias: as mulheres precisam entender mais sobre esse assunto</FONT></P> <P align=center><FONT size=4 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por Dr. Ricardo Teixeira *</FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Calcula-se que mais de 100 milhões de mulheres&nbsp;em todo o mundo&nbsp;usem pílulas anticoncepcionais. Podemos encontrar no mercado dezenas de tipos de pílulas com as mais diferentes concentrações dos hormônios estrogênio e progesterona e a escolha depende muito mais do perfil de efeitos colaterais de cada tipo de pílula, já que do ponto de vista de eficácia elas são muito parecidas. </FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A trombose das veias das pernas é um desses efeitos adversos, e reconhece-se que ela é cinco vezes mais freqüente entre mulheres que usam pílula. Apesar de não ser um efeito adverso muito comum, esse tipo de trombose é uma condição clínica grave, pois pode levar à trombose das veias pulmonares e que por sua vez pode até levar à morte. </FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Duas grandes pesquisas acabam de ser publicadas na última edição do <I>British Medical Journal</I> e nos ajudam a entender melhor a relação entre o uso de pílulas e trombose. Um dos resultados mais relevantes dessas pesquisas foi que o tipo de pílula combinada (estrogênio + progesterona) fez toda a diferença: as com baixas doses de estrogênio estão associadas a um menor risco de trombose assim como aquelas com tipos de progesterona chamados de levonorgestrel ou norestisterona. Já as pílulas sem estrogênio e os dispositivos anticoncepcionais intra-uterinos não se mostraram associados ao aumento de risco de trombose. Foi demonstrado ainda que apesar de existir uma relação entre maior tempo de uso da pílula e maior risco de trombose, a época de maior risco foram os primeiros três meses de uso. </FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essas recomendações devem ser feitas de forma ainda mais rigorosa a mulheres com história pessoal ou familiar de trombose, já que essas não devem usar pílulas que contenham estrogênio. O mesmo deve ser recomendado a mulheres com história de enxaqueca com aura, que são dores de cabeça associadas a alguns sintomas tais como visão de pontos luminosos e sensação de formigamento de um lado do corpo. No caso daquelas que usam pílulas para o tratamento de espinhas, há estudos bem robustos mostrando que as que contêm levonorgestrel são tão eficazes como as outras com maior risco de trombose, e também não diferem entre si quanto ao risco de ganho de peso.</FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas às segundas-feiras no Blog da Saúde</FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#12288;</FONT></P></FONT>
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		<title><![CDATA[Congresso no Equador]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43878</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amigos, viajo hoje para Guayaquil, Equador, para participar do 13º Congresso Latinoamericano de Infectologia Pediátrica.&nbsp; Ficarei por lá até o próximo dia 16 e, se for possível, mandarei notícias.</span></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Hipertensão infantil e TV]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43827</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR> <BR></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: center"><FONT size=4><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Muito tempo na TV e no computador pode </SPAN> <BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">aumentar a pressão arterial em crianças  <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"></SPAN></FONT></DIV><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT style="FONT-WEIGHT: bold" size=3><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Ricardo Teixeira*</SPAN></FONT><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR> <BR> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: center"><IMG style="WIDTH: 211px; HEIGHT: 232px" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/b6d861980096fd1044cbd2115b41e6bb.jpg">  <BR> <BR> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: left"><FONT size=3><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Um estudo divulgado&nbsp; pelo periódico Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine revela que quanto mais tempo as crianças passam à frente das telas da TV ou do computador, maior a chance de apresentarem aumento dos níveis de pressão arterial.  <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"></SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Os pesquisadores estudaram 111 crianças com idades entre 3 e 8 anos de idade que apresentavam um tempo médio diário de 1.5h à frente do vídeo, incluindo TV, DVD, videogame e computador. As crianças também foram monitorizadas durante uma semana por um aparelho capaz de medir o tempo em que se fica parado durante o dia, como é o caso de estar sentado. A média diária foi de cinco horas.&nbsp;&nbsp; </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">O resultado mais provocativo desse estudo foi que houve associação entre o tempo que as crianças ficavam em frente ao vídeo e os níveis e pressão arterial, mas essa associação não existiu quando o fator analisado foi o tempo em que elas ficavam paradas. Quando se analisou as diferentes fontes de exposição ao vídeo, o tempo exposto à TV revelou associação com a pressão arterial, o que não ocorreu com o tempo em frente ao computador. Isso sugere que o excesso de exposição em frente ao vídeo, especialmente a TV, pode ter efeito sobre a pressão arterial cujo mecanismo vai além da atitude sedentária associada a esses hábitos. </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Estudos anteriores com crianças dessa mesma faixa etária já haviam demonstrado que o tempo de exposição à mídia está associado à obesidade e que por sua vez está associada à hipertensão arterial. Dessa vez foi diferente. O atual estudo mostrou de forma inédita que a associação entre os níveis de sedentarismo e pressão arterial foi independente do fator obesidade. </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Além do sedentarismo, outra hipótese para explicar o efeito da exposição ao vídeo sobre a pressão arterial seria o hábito de comer em frente à TV. Outra explicação seria a redução das horas de sono das crianças por conta de uma maior exposição ao vídeo. Outro estudo recente é concordante com essa hipótese ao revelar que as crianças que dormem menos têm tendência a maiores níveis de pressão arterial. </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">A Academia Americana de Pediatria já recomenda que as crianças não devem ficar mais de duas horas diárias em frente ao vídeo. No atual estudo, as crianças que tiveram menores índices de pressão arterial tiveram uma exposição ao vídeo de 30 minutos em média, o que torna razoável a recomendação aos pais que usem esses 30 minutos como limite de tempo de exposição ao vídeo em crianças com menos de 9 anos de idade. </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; FONT-WEIGHT: bold"> <BR>&nbsp;* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no Blog da Saúde.</SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"></FONT> <BR></DIV></DIV>
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		<title><![CDATA[Anis estrelado não trata gripe suína]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43831</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"> <br> <br>Em meio ao pânico provocado pela epidemia da gripe suína, vale tudo para se proteger da doença: máscaras, álcool em gel,&nbsp; evitar&nbsp; aglomerações, medicamentos antivirais e até os&nbsp; antigos chás da vovó.&nbsp; Porém, cuidado com os chás da moda. O alerta é do farmacêutico Nilton&nbsp; Netto, coordenador do Serviço de Fitoterapia, Plantas Medicinais e&nbsp; Fitoterápicos da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. <br> <br> <br><font size="4"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">“Com esta pandemia do vírus H1N1, surgiu no Distrito Federal&nbsp; um modismo de se procurar no comércio popular a planta conhecida como </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">anis estrelado</span><span style="color: rgb(204, 0, 0);"> e usá-la como chá para prevenir ou tratar a doença. A planta é originária da China, sendo conhecida cientificamente por</span><span style="font-style: italic; color: rgb(204, 0, 0);"> Illicium verum</span><span style="color: rgb(204, 0, 0);">. </span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">Popularmente ela também é chamada de </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">badiana</span><span style="color: rgb(204, 0, 0);"> ou </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">aniz</span><span style="color: rgb(204, 0, 0);">. Produz um&nbsp; fruto em formato de estrela, daí o nome estrelado. É muito usada como condimento e matéria-prima para tinturas e chás, com o intuito de aliviar as dores causadas por cólicas e eliminação de gases. </span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">A substância anetol está presente na composição química desta planta. Ela é a responsável por lhe dar o aroma adocicado ("anizado") e atraente.&nbsp; Porém, o uso em excesso de plantas contendo o anetol é&nbsp; contraindicado a crianças e gestantes. A partir dessa planta, o laboratório Roche produz o oseltamivir, principal substância do antiviral Tamiflu. </span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">Como especialista em fitoterapia, estou preocupado com o fato de a população&nbsp; associar o uso do aniz estrelado ao medicamento, feito a partir de uma molécula isolada da planta, por acreditar que o chá tenha o mesmo efeito. Ele não possui o mesmo efeito e ainda pode causar reações adversas se não preparado na quantidade correta e usado sob orientação segura de um profissional de saúde. </span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">As plantas possuem uma importante função terapêutica, mas o uso delas exige cuidados e critérios e deve ser indicado por pessoas que conhecem bem os&nbsp; efeitos delas. " <br> <br><font style="color: rgb(51, 51, 51);" size="3">Eis uma foto do anis <br> <br></font></span></font></font><div style="text-align: center;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"><font size="4"><span style="color: rgb(204, 0, 0);"><font style="color: rgb(51, 51, 51);" size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/fc794cbc1fda22e3f451bb3abf7610cc.jpg"></font></span></font></font> <br> <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="1">Crédito: Wordpress</font> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"><font size="4"><span style="color: rgb(204, 0, 0);"></span></font></font></div><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"><font size="4"><span style="color: rgb(204, 0, 0);"> <br><br style="color: rgb(204, 0, 0);"></span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"></font></font> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Cardiologistas alertam para os riscos do colesterol alto]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43733</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Você tem dúvidas sobre as taxas ideais de colesterol ou os&nbsp; riscos que a disfunção traz a saúde. Essas e outras informações estão disponíveis no site da <a href="http://prevencao.cardiol.br/campanhas/colesterol.asp"><font style="text-decoration: underline; color: rgb(51, 51, 255);" size="4">Sociedade Brasileira de Cardiologia</font></a>.</span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A página dos cardiologistas brasileiros traz uma cartilha sobre o tema, em que é possível saber o que é colesterol, quem pode ter, quais os riscos para a saúde, os níveis desejáveis, os tipos de colesterol, os sintomas, entre outros.</span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O livreto, disponível na internet, faz parte da campanha de conscientização para alertar os&nbsp; brasileiros sobre o perigo das altas taxas de colesterol. </span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A campanha tem um bom motivo. </span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os altos níveis de colesterol no sangue são o principal fator de risco para 8% das mortes causadas por doenças não transmissíveis no Brasil, mas não assustam nem preocupam os brasileiros, que geralmente nem sabem como vai seu próprio colesterol.&nbsp; A constatação é de uma pesquisa feita pela da SBC, que também mostra que 50% dos médicos não demonstram preocupação com o nível de colesterol de seus pacientes.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Músculo do rosto transforma-se em celula-tronco]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43649</link>
		<!--<pubDate>Quinta-feira, 18 de março de 2010</pubDate>-->
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		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cientistas brasileiros descobriram uma forma de obter células-tronco do músculo que fica ao redor da boca (chamado orbicular do lábio) e as utilizaram para produzir ossos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Estas células têm a capacidade de se transformar em tecidos diferentes do corpo", explica a dentista Daniela Bueno, autora da pesquisa feita na Universidade de São Paulo (USP).</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O procedimento pode originar uma terapia com células-tronco para implantar dentes e tratar deformidades no crânio e no rosto, como o lábio leporino, uma fissura no lábio, céu da boca e osso alveolar (que sustenta os dentes e a gengiva). De acordo com a pesquisadora, o pedido de patente foi tornado público na semana passada. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Daniela conta que o objetivo da pesquisa era aperfeiçoar o tratamento do lábio leporino. Durante o tratamento, os cirurgiões cortam um pedaço do músculo orbicular, que é descartado. Eles também precisam retirar um pedaço de osso do quadril, que implantam no osso alveolar.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>"Tecidos musculares costumam ser fonte de células-tronco" afirma Daniela. Assim, por que não utilizar o resíduo da cirurgia para criar um tecido ósseo e implantá-lo no próprio paciente sem possibilidade de rejeição? Daniela procurou as células no músculo orbicular, isolou-as, testou-as em culturas de células e em ratos. Na cultura, as células-tronco se mostraram capazes de originar quatro tipos de tecidos diferentes do corpo: ossos, músculo, cartilagem, e tecido adiposo (composto por células que armazenam gordura). </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para testar, Daniela abriu dois buracos no crânio de ratos e implantou em um deles amostra de células-tronco do orbicular combinada com uma substância que estimula o crescimento ósseo. Do outro, apenas a substância. O resultado: começou a crescer osso com presença de células-tronco humanas na fissura que recebeu células-tronco.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br>
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