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Esta semana é decisiva para as mudanças partidárias para os que desejam concorrer nas eleições de 2012. O caso mais aguardado é do ex-prefeito Tadeu Palácio que deixou o PMDB no início de setembro e de lá pra cá vem negociando com várias legendas seu futuro partidário. A definição sairá até está quarta-feira (5) e cinco legenda estão na disputa: PR, PP, PHS e PCdoB, com chances maiores para os dois primeiros.
Fonte próxima ao ex-secretário de Turismo do estado afirmou que ele está em Brasília, negociando sua filiação diretamente com as direções nacionais dos partidos. Tadeu quer chegar com total aval para disputar a prefeitura de São Luís, ou, na pior das hipóteses, um cargo de vice em uma chapa forte. É provável que o anúncio do novo partido de Tadeu saia ainda na noite de hoje ou amanhã. A intenção do ex-prefeito era de realizar um ato na Câmara Municipal, como uma forma de prestigiar e se aproximar dos vereadores. Como a Câmara terá sessão ordinária na quarta-feira, ainda existe a possibilidade de realizar o ato em outro local ou tentar mobilizar os vereadores no turno vespertino (as sessões da Câmara são realizadas pela manhã).
A fonte revelou que os partidos com maior chance de adquirir o “passe” de Tadeu são o PP e PR pelo tempo de televisão que estes partidos possuem de 2 minutos e meio, o que seria interessante para a campanha de Palácio. Tadeu chegou a se reunir com o deputado federal Waldir Maranhão (PP), mas o acordo não foi finalizado.

O ex-deputado tucano Roberto Rocha é o novo presidente do diretório municipal do PSB. Rocha foi anunciado como presidente na manhã de ontem em entrevista coletiva na sede do partido, ao lado do presidente do diretório estadual, José Antonio Almeida. Os dois dirigentes afirmaram que a decisão é fruto de acordo, que selou, pelo menos momentaneamente, a paz entre os dois principais grupos do partido. Comissão provisória que dirige o PSB com duração de um ano, mas que pode ser renovada por mais um ano.
A comissão provisória vinha sendo presidida por Maurício Almeida, filho do presidente estadual da legenda, José Antonio Almeida. Depois de muita negociação, Rocha assumiu a presidência e Maurício ficou como vice-presidente.
A eleição do comando do diretório estadual do PSB será dia 22 de outubro.
Quando questionados sobre a posição do PSB para a eleição municipal, tanto Roberto Rocha quanto Antonio Almeida garantem que o partido ainda está em um processo dialético, porém, se a definição for por candidatura própria, o ex-presidente do PSDB será o candidato socialista.
COMISSÃO MUNICIPAL DO PSB
Presidente
Roberto Rocha
Vice-presidente
Maurício Almeida
Secretário-geral
Bruno Matos Soares
1° Secretário
Erikson Sousa Lacerda
Secretário de Finanças
Hilton Pinheiro
Secretário de Organização
José Mauro Filho
Secretária de Mulher
Glauce Jane Almeida Ramos Cordeiro

O deputado Tatá Milhomem (DEM) participou na manhã desta quinta-feira (29) do telejornal Bom Dia Mirante para defender o projeto de Lei de sua autoria, que eleva de 70 para 75 anos a aposentadoria no serviço público, a “PEC da Bengala”. Um diretor da Associação de Magistrados do Maranhão (AMMA) participou do debate como contraponto deixando claro que a proposta é inconstitucional, por ser de exclusiva competência do Congresso Nacional.
Ao ser perguntado se a matéria seria inconstitucional, Milhomem limitou-se a dizer que inconstitucional é haver pessoas passando fome, é gente morando em rua, etc. Que ótimo que o senhor pensa assim deputado! Então porque o senhor e os demais parlamentares não se apegam em pensar propostas de Lei que ajudem a amenizar estes problemas, que são infinitamente mais sérios?
A Assembléia Legislativa está perdendo muitíssimo tempo em uma proposta que certamente será derrubada, por ser inconstitucional. O próprio deputado acabou concordando indiretamente com a oposição de inconstitucionalidade, mas insiste que a proposta é necessária. Ou seja, ele quer a pessoa trabalhando mais tempo, impedindo a ascensão dos mais jovens ao mercado de trabalho e reduzindo o tempo de descanso para os mais idosos.
Realmente, é difícil para Milhomem defender a tese que está sendo empurrada “goela abaixo”pelos deputados. O projeto ainda será apreciado em segunda votação, quando esperasse mais bom senso para que a Assembléia não aprove mais um projeto inconstitucional (uma vez que já aprovou a Resolução da farra dos municípios, que também é inconstitucional).