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31 agosto 2014 05:31 pm

Rejuvenescimento periodal e periocular

 

 

Olá! Após alguns dias de férias em julho, voltei renovada para mais atendimentos e para o restante dos congressos do 2o semestre. Logo que voltei, fui participar de uma Reunião Latino-Americana que sou convidada anualmente há mais de cinco anos e da qual participam somente 250 dos maiores aplicadores de Botox® e preenchimento da América Latina, entre dermatologistas e cirurgiões plásticos.


Todo ano, eu fico me perguntando o que mais podemos aprender sobre esses dois procedimentos tão consagrados, não é mesmo? E por incrível que pareça, sempre tem alguma novidade.


Sempre sigo três pilares nos meu tratamentos: harmonia, balanço e proporção, evitar que o paciente fique parecendo que "fez" algum procedimento como Botox® ou preenchimento. O objetivo é parecer que tiramos férias e ficamos com o rosto descansado.


Este ano, a reunião ficou muito focada no rejuvenescimento perioral e periocular. Achei muito interessante as várias abordagens de preenchimento para essa área e como que elas rejuvenescem o olhar e, na área perioral, como devemos tratar além dos lábios a área ao redor dos lábios.


Um estudo muito interessante foi apresentando mostrando que, da mesma maneira que escolhemos determinadas molduras de óculos para determinados formatos de rostos, também devemos preencher os lábios. Cada formato de rosto combina com um formato de lábio para chegarmos ao objetivo de ficar harmonioso. E quando falo em preenchimento de lábios não é somente para aumentar. Na maioria das vezes, devolvemos ao paciente o volume perdido com o tempo. Se notarmos fotos mais antigas, vemos que o volume dos lábios vai diminuindo com o passar do tempo.


O objetivo dos tratamentos não é transformarmos o paciente em outra pessoa, e sim devolvermos a jovialidade, mas sem perder as características individuais de cada um. Retardar o processo do envelhecimento e parecer que a pessoa está com o rosto descansado e não mudado!

         
    
  

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09 agosto 2014 07:00 am

Dia dos Pais será Dia do Meu Melhor Amigo em São Paulo

A SBD em parceria com a TV Globo SP vai realizar no próximo domingo (10/8), Dia dos Pais, uma ação institucional no Parque Villa-Lobos, zona oeste de São Paulo. O “Dia dos Pais, Dia do Meu Melhor Amigo” vai englobar um dia inteiro de atrações especiais para toda a família, incluindo ações de conscientização sobre o câncer da pele, com a participação de uma equipe de médicos dermatologistas da SBD. Das 10h às 16h, numa tenda de atendimento montada no local, o público conhecerá o ABCD das pintas e ganhará amostras de protetor solar. O paciente de risco será o foco da ação do Dia dos Pais.

Por meio da Calculadora de Risco para o Câncer da Pele , disponibilizada pela SBD, usuários responderão a um questionário desenvolvido por especialistas da entidade e receberão informações sobre as chances de virem a desenvolver a doença no futuro.

Para facilitar a observação e tornar o diagnóstico mais correto e preciso, os dermatologistas estarão equipados com o dermatoscópio – microscópio para a pele que analisa e armazena todas as pintas do corpo e aumenta a chance de diagnóstico do melanoma para 95%.

“O câncer da pele está em crescimento no Brasil e nós, dermatologistas, estamos preocupados com esse índice. Nossa participação será mostrar as medidas preventivas necessárias para manter a saúde da pele”, disse o coordenador do Programa Nacional de Controle do Câncer de Pele (PNCCP), Marcus Maia.

O evento também terá atividades esportivas para entreter a família, como futebol de botão, pebolim, gincanas, além dos shows de Moraes Moreira e Davi Moraes.

Feliz Dia dos Pais a todos os papais de todo Brasil!

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24 julho 2014 09:30 am

Governo gasta em média R$ 3,05 ao dia na saúde de cada habitante

Novo levantamento do Conselho Federal de Medicina avalia gasto per capita em saúde pública. Indicadores de saúde mostram que valores aplicados pelo Estado são insuficientes para atender necessidades da população


Um gasto de R$ 3,05 ao dia em saúde. Este é o valor que os governos federal, estaduais e municipais aplicaram em 2013 para cobrir as despesas dos mais de 200 milhões de brasileiros usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, o gasto  per capita  em saúde naquele ano foi de R$ 1.098,75. O valor, segundo análise do Conselho Federal de Medicina (CFM), está abaixo dos parâmetros internacionais e representa apenas metade do que gastaram os beneficiários de planos de saúde do Brasil no mesmo período.


As informações levantadas pelo CFM consideraram as despesas apresentadas pelos gestores à Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, por meio de relatórios resumidos de execução orçamentária. Em 2013, as despesas nos três níveis de gestão atingiram a cifra de R$ 220,9 bilhões. O montante agrega todas as despesas na chamada “função saúde”, destinada à cobertura das ações de aperfeiçoamento do sistema público de saúde. Boa parte desse dinheiro é usada também para o pagamento de funcionários, dentre outras despesas de custeio da máquina pública.


Para o presidente em exercício do Conselho Federal de Medicina (CFM), Carlos Vital, os indicadores de saúde e as condições de trabalho para os médicos nos municípios revelam como os valores gastos estão abaixo do ideal. “Como podemos ter uma saúde de qualidade para nossos pacientes e melhor infraestrutura de trabalho para os profissionais do setor com tão poucos recursos? O pior de tudo isso é que, enquanto Estados e Municípios se esforçam para aplicar o mínimo previsto em lei, a União deixa de gastar, por dia, R$ 22 milhões que deveriam ser destinados à saúde pública”, criticou o presidente ao relembrar um estudo do CFM, no qual aponta que, entre 2001 e 2012, o Ministério da Saúde deixou de aplicar quase R$ 94 bilhões de seu orçamento previsto.


Além da má qualidade da gestão dos recursos, que tem impacto direto na assistência da população e na atuação dos profissionais, os representantes dos médicos acreditam que a saúde pública no Brasil não é uma prioridade de governo. “Recentemente, um grupo ligado aos planos de saúde mostrou que cada um dos 50,2 milhõesde beneficiários de planos privados pagou, em média, R$ 179,10 por mês para contar com a cobertura de seu plano em 2013. Isso representa cerca de R$ 2.150,00 por ano – quase o dobro do que os governos pagam pelo direito à saúde pública”, ponderou o diretor de Comunicação do CFM, Desiré Callegari.


Comparação internacional  – As informações do CFM dialogam com dados da Organização Mundial da Saúde – OMS (Estatísticas Sanitárias 2014), que, apesar de diferenças metodológicas, revelou que o Governo brasileiro tem uma participação aquém das suas necessidades e possibilidades no financiamento. Do grupo de países com modelos públicos de atendimento de acesso universal, o Brasil era, em 2011, o que tinha a menor participação do Estado (União, Estados e Municípios) no financiamento da saúde.


Segundo os cálculos da OMS, enquanto no Brasil o gasto público em saúde alcançava US$ 512 por pessoa, na Inglaterra, por exemplo, o investimento público em saúde já era cinco vezes maior: US$ 3.031. Em outros países de sistema universal de saúde, a regra é a mesma. França (US$ 3.813), Alemanha (US$ 3.819), Canadá (US$ 3.982), Espanha (US$ 2.175), Austrália (US$ 4.052) e até a Argentina (US$ 576) aplicam mais que o Brasil.


Ranking dos estados e capitais  – O levantamento do CFM, que acaba de ser lançado, considerou ainda os dados declarados pelos maiores municípios de cada um dos dez estados mais populosos do país. A comparação mostra que, embora alguns estados e municípios tenham aplicações maiores que outros, em geral os valores são insuficientes para melhorar indicadores de saúde em nível local. Neste estudo, as despesas em saúde foram cruzadas com Índices de Desenvolvimento Humano (IDH), oferta de leitos para cada grupo de 800 habitantes, taxas de incidência de tuberculose e dengue, além da cobertura populacional de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Equipes de Saúde da Família (ESF).


É o caso, por exemplo, do Distrito Federal, líder do ranking estadual do gasto em saúde, com R$ 1.042,40 por pessoa ao ano. Apesar disso, o DF apresenta o pior desempenho de cobertura populacional de ACS (19%) e de ESF (20%). Por dia, são gastos R$ 2,90 na saúde da população do Distrito Federal, valor que também não foi suficiente para livrá-lo da pior taxa de leitos por habitantes do país: apenas 0,7 leito para cada 800 habitantes.


Em último lugar no ranking, aparece Alagoas, onde foram gastos apenas R$ 204,89, em 2013, na saúde de cada habitante, o equivalente a R$ 0,57 ao dia. Apesar das taxas de incidência de doenças e demais indicadores de saúde local não estarem entre os piores, Alagoas tem o pior IDH do país, segundo pesquisa divulgada pelo Programa das Nações Unidas (PNUD) no ano passado e que mede o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida oferecida pela população.  Clique aqui para conferir o ranking dos estados .


Entre as capitais, a média do gasto em saúde por pessoa é de R$ 542, 8. Onze cidades figuram abaixo desse valor. Belo Horizonte/MG tem o melhor desempenho relativo, com R$ 933,86 ao ano, seguido pelas cidades de Campo Grande/MS (R$ 919,30) e Teresina/PI (R$ 874,82). Na outra ponta, Rio Branco-AC (R$ 240,53), Boa Vista/RR (R$ 271,19) e Belém/PA (R$ 284,77) aparecem com os piores desempenhos. Em Macapá, capital do Amapá, os gastos em saúde não foram encontrados, nem nos relatórios resumidos de execução orçamentária, nem no portal da transparência da prefeitura, motivo que pelo qual a cidade não foi incluída no levantamento.  Clique aqui para conferir o ranking das capitais .


Fonte: CFM.

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22 julho 2014 08:00 am

Perda de colágeno é a principal causa de flacidez da pele

Em entrevista ao MGTV primeira edição do dia 21 de julho, falei sobre a perda de colágeno como principal causa de flacidez da pele. Clique e confira:


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19 julho 2014 11:16 am

Cuidado com a coceira durante o inverno



Recentemente, fui perguntada:

MINHA PELE ESTÁ COÇANDO MUITO QUANDO SAIO DO BANHO.  ISSO É NORMAL?

Respondi:

No inverno, normalmente, tomamos banhos mais quentes e demorados. Além disso, nem sempre passamos creme hidratante no corpo e, com o tempo mais seco e frio da estação, associado aos hábitos errados do banho quente e prolongado, o ressecamento da pele aumenta muito. Os sintomas desse ressecamento são principalmente a coceira que tende a piorar após o banho. Por isso, usar um hidratante diariamente durante o inverno é muito importante! E, se possível, repetir as aplicações durante o dia pode ajudar a melhorar esses sintomas de coceira e a tratar a pele seca. No entanto, se mesmo tomando esses cuidados, você perceber que a pele continua ressecada, irritada e coçando, procure um dermatologista para investigar a situação.

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Leia também:



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10 julho 2014 09:55 am

Aproveite o inverno para cuidar da pele



Roupas elegantes combinam com uma pele bem tratada. E, na estação mais fria do ano, temos o momento ideal para se investir em tratamentos mais intensos para a pele.





Os resquícios do verão e a pele ressecada pelo próprio frio, que acabam deixando as rugas mais visíveis, precisam de um investimento imediato para quem quer entrar próxima estação com aspecto mais jovem e saudável.


Ao ser avaliado(a) na clínica, programamos e personalizamos o tratamento com o que o paciente precisa. Além dos cremes e protetor solar, podemos usar a tecnologia a favor,  como os peelings, laser luz pulsada, laser fracionado não ablativo (que não machuca), laser fracionado ablativo, laser erbium, tudo para estímulo de colágeno. 


Sculptra para estímulo de colágeno, botox para relaxamento da musculatura e melhora das rugas de expressão, preenchimento para melhora das rugas e vincos, volumização com ácido hialurônico para áreas que perderam volume. 


Ufa! Você ficou até cansado(a) ao ler todas essas possibilidades de tratamento?  Calma! Não se assuste! Nem sempre é preciso realizar todos eles. Como sempre digo, não existe uma receita de bolo. Para cada paciente é necessária uma   indicação diferente e para resultados diferentes e ideais para cada um.

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03 julho 2014 10:46 am

Semestre incrível! Muitas novidades


Olá, queridos leitores! E mais um semestre se passou! Como participei de congressos e administrei cursos demais, na minha opinião, os meses se passaram muito rápido! Foram cinco congressos!!! Então, vamos às novidades!!!

Em abril, fui ao Congresso de Cirurgia Dermatológica e pude constatar que: 

- O Sculptra (ácido poli-l-láctico), um estimulador de colágeno, biocompatível com nosso organismo, então, absorvível, natural, voltou com força total!!! Já o utilizo no consultório, há alguns anos, para estímulo de colágeno no rosto, pescoço e colo. Mas a principal novidade é que agora ele pode ser usado em outras partes do corpo, como região interna de braços e coxas, interior de coxas, abdome, para melhorar aquele "umbiguinho triste" e outras áreas. Como o Sculpra estimula o colágeno, ele melhora a flacidez dessas áreas, como nenhum outro aparelho consegue fazer. E o melhor: os resultados permanecem por até dois anos. As pacientes que já fazem o tratamento corporal estão adorando os resultados. A procura está tão grande que estamos até com fila de espera! 
 
- Novidade em laser!!! Agora temos a novíssima ponteira ACROMA !!! É um laser de Q-swicht que pode fazer diversos tratamentos.  

1- Laser Toning - tratamento consagrado na Ásia para fechamento dos poros da pele e melhora do aspecto em geral e muitas pacientes gostam de fazê-lo antes de uma festa para dar um efeito Cinderela!!! 

2- Tratamento de Melasma , o ACROMA é a mesma tecnologia do laser Spectra e ajuda além do tratamento tópico a eliminação do melasma. Não é a cura, mas é uma arma a mais para clarear a mancha. 

3- Tratamento de cicatrizes escuras - Aquelas cicatrizes que somente os cremes clareadores não deram conta de clarear.

4- Tratamento de olheiras - Acredito que é uma das melhores indicações desse laser, com resultados mais seguros para pacientes de pele morena e negra.

5- Tratamento de eliminação de pigmentos de tatuagens - com risco pequeno de cicatriz.

Estou muito animada com esta ponteira nova e já estamos realizando todos esses tratamentos!!! E o melhor: PODE SER USADO EM TODOS OS TIPOS DE PELE !!!
 

- Última novidade: MMP - Microinfusão de Medicamentos na Pele  

Trata-se de um aparelho que bombardeia ativos em lesões da pele para obter melhor resultado. A melhor notícia é que, com esse tratamento, podemos ter um resultado para leucodermia gotadas (aquelas manchas brancas de sol nos braços) que até então não víamos com nenhuma terapia. Não só essas manchas, mas queloides, cicatrizes de acne, estrias, enfim, uma infinidade de condições dermatológicas!


Todas essas novidades já estão presentes na Clínica Dra Ligia Piccinini 

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30 junho 2014 06:00 pm

Psiquiatra brasileira conta como conseguiu atuar como médica no serviço público na França


A psiquiatra Alessandra Calabria-Hermann divide o tempo entre seu consultório em Nice, a 200 metros de sua casa, e o atendimento de crianças e adolescentes no Centre Hospitalier de Cannes, um serviço público na Riviera Francesa. Paulistana, ela fez Residência em Psiquiatria na Universidade Estadual do Rio de Janeiro e, 20 anos atrás, desembarcou em Paris, com uma bolsa de pesquisa francesa. Entre outras instituições e atividades, integrou a equipe do hospital psiquiátrico do Centre Hospitalier Sainte-Anne, em Paris, e trabalhou cinco anos em Viena, na Áustria.  



Alessandra Calabria-Hermann:  "na França, é preciso fazer provas teóricas e práticas, e trabalhar no serviço público, sob avaliação"

Quando chegou à França, com certificado de graduação e título de especialidade obtidos no Brasil, Alessandra percorreu o caminho reservado a todos os estrangeiros que não fazem parte da Comunidade Europeia. A opção, outra que não refazer todo o curso de Medicina, é seguir o Procedimento de Autorização de Exercício (PAE) destinado a médicos diplomados fora da França. Esse processo de regularização teve início na França a partir de 1995, com a Lei Weil. A partir daí, os médicos “estrangeiros” que estavam no serviço público, passaram a ter os mesmos direitos dos colegas franceses e europeus em exercício.

O primeiro passo do PAE é fazer as provas, que são teóricas, práticas e de domínio da língua. “É um concurso. O número de aprovados para cada especialidade depende do Ministério da Saúde, que monitora as necessidades da saúde pública, em função da demografia médica”, diz Alessandra.

Uma vez aprovado nas provas de conhecimento, o candidato estrangeiro deve trabalhar durante três anos em um serviço público de saúde, período no qual suas práticas profissionais são avaliadas. Cumpridos esses três anos, o candidato apresenta seu currículo exclusivamente francês ou europeu a uma comissão médica da especialidade dentro do Conselho Nacional de Medicina.

Não significa que haja discriminação ou resistência ao trabalho dos “extraeuropeus”, observa Alessandra. “A sociedade francesa nunca colocou em dúvida o trabalho do médico com diploma estrangeiro”, ela diz. “Os colegas sempre reconheceram a igualdade no trabalho. Os chefes de serviço, professores e ONGs de peso, como a Liga dos Direitos do Homem e Médicos sem Fronteiras, engajaram uma batalha diante das autoridades francesas para defender os mesmos direitos para médicos com diploma estrangeiro”, completa.

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29 junho 2014 05:00 pm

Reino Unido impõe provas e concursos aos médicos estrangeiros que desejam trabalhar no país

O cardiologista brasileiro Ricardo Petraco faz Residência no Imperial College de Londres e trabalha nos hospitais St Marys e Hammersmith. Está se especializando em Cardiologia Intervencionista e terminando o doutorado em Fisiologia Coronariana. Seu dia começa às 6h da manhã, quando toma o trem, e sua jornada é dividida entre atividades clínicas e acadêmicas, que envolvem pesquisas em novas técnicas para o diagnóstico da doença coronariana.  




Ricardo Petraco:  "no Reino Unido, além de um visto de trabalho, é preciso fazer várias provas e prestar concursos"

Estabelecer-se como médico estrangeiro – de fora da Europa – no Reino Unido tem duas exigências básicas, explica. De um lado, um visto de trabalho, que pode ser emitido diretamente pelo empregador ou, mais comumente, por vias especiais que demonstrem as qualificações do candidato que trarão benefícios ao país.

De outro lado, é preciso o reconhecimento do diploma pelo Conselho Geral de Medicina do Reino Unido (GMC-UK), que exige o domínio da língua, avalia a credibilidade da universidade de origem e realiza provas em duas etapas, conhecidas como PLAB. Uma delas, teórica, abrange todo o conteúdo do currículo médico. A outra, prática, consiste em inúmeras situações simuladas com pacientes nas quais são testadas a capacidade de comunicação do médico com o paciente e algumas habilidades básicas.

“A prova teórica não é excessivamente difícil, mas necessita de dedicação e estudo”, diz Petraco. “A prova prática reprova em torno da metade dos candidatos na primeira tentativa, mas, com persistência, a maioria consegue passar”, encoraja.

Ele ressalva, no entanto, que a legalização do diploma no Reino Unido não significa a obtenção de cargos de trabalho, muito menos a entrada em postos de treinamento. “Todos os postos são disputados em concurso após o edital oficial”, diz Petraco. “A competição é acirrada, já que é aberta a médicos britânicos, estrangeiros e europeus.”

Além disso, a validação inicial do diploma permite ao médico somente o trabalho supervisionado. A entrada em postos de treinamento (Residência) avançados – como acontece com Petraco – implica a obtenção do diploma de membro do Colégio Real de Médicos do Reino Unido, o MRCP-UK. “As provas teóricas e práticas do MRCP são feitas ao longo de dois a três anos, e são consideravelmente mais difíceis do que o PLAB, pois exigem conhecimento abrangente de Medicina Interna”, diz o médico.

A revalidação do título de especialidade é mais complicada, já que o candidato tem de demonstrar equivalência com o treinamento no Reino Unido – no Brasil, por exemplo, a Residência em Cardiologia é mais curta, logo não há equivalência. “Normalmente, os médicos estrangeiros têm de entrar no programa de treinamento de especialidade aqui na Inglaterra, se quiserem exercê-la, o que pode tomar de oito a 15 anos, e ainda exige, na maioria dos casos, a obtenção de um doutorado clínico ou PhD”, explica Petraco. O caminho para médicos de Família exige Residência de seis anos, no mínimo.

Por conta de tantas exigências, “a maioria dos cardiologistas em treinamento em Londres é britânica ou europeia. Mas meu ambiente de trabalho é multicultural, como Londres, e tenho colegas de várias partes do mundo”, diz. Apesar da correria, ele avalia seu trabalho como “recompensador e pessoalmente gratificante”. “Nunca fecho as portas para voltar ao Brasil no futuro, mas a minha jornada, por enquanto, é aqui”, completa o médico brasileiro.
  
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28 junho 2014 06:00 pm

Trabalhar como médico estrangeiro nos Estados Unidos não é nada fácil


O médico estrangeiro que deseja trabalhar nos Estados Unidos precisa começar tudo de novo. Ou quase tudo. Não importam os títulos e certificados que leva de seu país, nem a experiência que carrega, todo candidato tem de passar por uma bateria de exames e fazer uma nova Residência, que pode consumir de três a cinco anos. “Mesmo que você já tenha feito Residência no Brasil ou em qualquer lugar do mundo”, relata o médico Sady Ribeiro (foto abaixo), especialista em cirurgia para tratamento da dor, em Nova York.  


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De acordo com Sady Ribeiro:  "Nos EUA, o médico estrangeiro precisa, praticamente, começar tudo de novo, não importa os títulos que tenha"

Ribeiro passou pelos exames quando cursava pós-doutorado na Inglaterra, em 1981. Fez residência no Saint Vicent´s Hospital, em Nova York; treinamento por três anos, em Dor, na Universidade do Texas; e por 12 meses em Cefaleia, na Universidade Albert Einstein, em Nova York. Seu primeiro emprego foi no Hospital da Universidade de Houston e dois anos depois foi para a clínica particular. Atualmente, integra uma equipe e opera seus pacientes no Hospital Mount Sinai, em Nova York. Tem no seu cartão de visita uma dezena de títulos por concurso, entre eles o de especialista em Medicina Interna pela Sociedade Americana de Medicina Interna; de Dependência Química, pela Sociedade Americana de Dependência Química; e de Dor, pela Academia Americana da Dor, pela Sociedade Americana de Fisiatria e pelo Instituto Mundial da Dor.

O exame que Ribeiro prestou enquanto estava na Inglaterra, e que é o primeiro passo para trabalhar como médico em território americano, é o United States Medical Licensing Examination (USMLE). É feito todos os anos, no mesmo dia, em quase todos os países do mundo, e patrocinado pela Federation of State Medical Boards (FSMB) e pelo National Board of Medical Examiners (NBME). Trata-se de um exame em três etapas que busca avaliar tanto os conhecimentos e habilidades do candidato, como sua capacidade de aplicar o que sabe na relação com o paciente. Segundo Ribeiro, cerca de 30% dos candidatos são aprovados nesses exames.

“Qualquer brasileiro que fizer uma boa faculdade e estudar, passa”, ele diz. “A prova mostra se você tem um conhecimento compatível com o do médico americano. Se passar, vai procurar um hospital que o aceite na Residência Médica. Nos Estados Unidos, há mais de 300 desses hospitais, mas aí é outra competição, porque as instituições renomadas vão optar pelos médicos formados nos Estados Unidos, a menos que seja um estrangeiro excepcional”, explica. Feita a Residência, o processo “se complica”. “Os EUA oferecem a Residência, mas dificultam sua permanência no país. O estrangeiro, enquanto residente, é visto como mão de obra boa e barata. É assim no mundo todo.”

Terminada a Residência, o médico tem outro desafio. “Vai trabalhar em regiões onde nenhum americano quer trabalhar, cidades do Interior que há anos estão sem médicos, onde não há nada, só uma igreja, e o contrato vai de três a cinco anos, dependendo do Estado. Ou retorna para seu país de origem, aguarda dois anos e volta a candidatar-se, agora para entrar no mercado”, detalha. Ribeiro preferiu a segunda opção até que, em 1988, mudou-se para os Estados Unidos.

No Brasil, antes disso, fez Residência em Reumatologia no Hospital do Servidor Público Estadual, em São Paulo, e mais tarde trabalhou ali por dois anos. Ele cita os vários plantões semanais que cumpria e se lembra de momentos em que foi surpreendido “sem um tostão no bolso”. “Minha filha me convenceu a deixar o Brasil”, afirma.

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27 junho 2014 05:42 pm

Canadá não facilita a estrangeiros a licença para exercício da Medicina no país


O Canadá só concede licença plena – que permite o exercício independente da Medicina – para os cidadãos canadenses ou imigrantes legais. O brasileiro Saulo Castel tem licença plena desde 2008, e foi o primeiro psiquiatra graduado fora do Canadá a obter licenciamento pelo “novo processo” em vigência. Castel fez residência em Psiquiatria pela Faculdade de Medicina da USP, foi médico assistente do HC em São Paulo e pesquisador da Unifesp. Tem pós-doutorado no Departamento de Psiquiatria da Universidade de Toronto e no Centre for Addictions and Mental Health. É diretor da unidade de internação psiquiátrica do Sunnybrook Health Sciences Centre e professor assistente do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Toronto.  




De acordo com Saulo Castel (foto acima):  "no Canadá, todos os médicos, canadenses ou estrangeiros, devem fazer os exames nacionais e Residência lá"

“A licença para exercício da Medicina no Canadá tem regras próprias em cada província”, explica. No caso de Ontário, província onde trabalha e vive, a licença é concedida pelo College of Physicians and Surgeons of Ontario (CPSO).

Os requisitos, atualmente, são os seguintes: diploma de médico obtido em uma faculdade listada no diretório da Organização Mundial de Saúde (OMS) e aprovação nos exames nacionais do Conselho Médico do Canadá. “Todos os médicos, formados no Canadá ou não, devem ser aprovados nesses exames”, diz Castel. Também é necessário título de especialista obtido por meio de exame do Royal College of Physicians and Surgeons of Canadá (RCPSC), ou título de Médico de Família, que se obtém por exame no College of Family Physicians of Canada. “É importante ressaltar – afirma – que para fazer essas provas é preciso ser qualificado, o que, em geral, requer pelo menos Residência ou equivalente no Canadá.” Por último, é necessário pelo menos um ano de pós-graduação no Canadá ou experiência clínica no país.

Segundo Castel, as residências de especialidade são de, no mínimo, cinco anos, e as provas são as mesmas feitas obrigatoriamente pelos médicos graduados no Canadá. Uma vez licenciado, “o mercado de trabalho para o médico no Canadá é favorável”, acrescenta. “Minha relação com os colegas é de igualdade e respeito mútuo”, completa Saulo.

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26 junho 2014 06:34 pm

Itália é mais rigorosa que o Brasil na revalidação dos diplomas de médicos estrangeiros

Itália

No final de 2004, a radiologista paulistana Elisabete Turrini obteve a inscrição na Ordine dei Medici di Bologna, na Itália, órgão equivalente aos Conselhos Regionais de Medicina no Brasil. No ano seguinte, foi contratada no Serviço de Radiodiagnostica Del Nuovo Ospedale Civile S. Agostino-Estense di Modena, região da Emilia Romagna. Todos os dias, ela percorre 28 km de sua casa, em Bazzano (província de Bologna), uma cidade de 6,8 mil habitantes, até o hospital Santo Agostinho, onde trabalha.




Mesmo com dupla cidadania e inúmeros títulos como médica, no Brasil,  Elisabete Turrini (foto acima)  teve que fazer, na Itália, vários exames
  
Para ser autorizada a exercer a Medicina na Itália, e chegar ao posto que ocupa, Elisabete começou a reunir e traduzir os documentos quando ainda morava em São Paulo. Em 2003, na capital italiana, Roma, passou por uma primeira fase de exames e, no ano seguinte, foi aprovada nos testes para a especialidade. 

Elisabete nem precisaria dos exames para provar suas habilidades.  No currículo que levou do Brasil, é médica graduada pela Unesp, tem residência em Radiologia e Diagnóstico por Imagem na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp – 1990) e doutorado em Radiologia Clínica concluído ali mesmo, em 2003. É também radiologista concursada na mesma Unifesp e trabalhava em dois hospitais privados. Filha de italianos, nascida no bairro do Ipiranga, em São Paulo, Elisabete tinha ainda dupla cidadania, já falava a língua e levava atestado de proficiência em italiano. Não faltavam bagagem e experiência para chegar e começar a trabalhar, mas não foi assim. Como todo médico diplomado fora da União Europeia, ela precisou trilhar o caminho da revalidação.

Elisabete decidiu deixar o Brasil depois que se casou com um italiano. “Em 2002, quando decidimos que eu iria me mudar, o Consulado Italiano apresentou uma lista de documentos que começava pelo histórico escolar do ginásio, passando por todos os diplomas e certificados de cursos e trabalhos, com as respectivas cargas horárias – até o atestado do Cremesp de que atuava como médica e que nada constava contra mim”, relata. Traduzidos e reconhecidos, os papéis deveriam ser encaminhados por meio de uma universidade italiana ou do Ministério da Saúde, em Roma. “Em dezembro daquele ano fui pessoalmente ao Ministério da Saúde em Roma e, em maio do ano seguinte, saiu a convocação para as provas”, lembra.

Em junho de 2003, a Gazzetta Ufficiale della Repubblica Italiana – o diário oficial da Itália – publicou o reconhecimento de seu título, habilitando-a a trabalhar como médica no país. “Foram provas orais em três disciplinas, clínica médica, cirurgia e medicina legal”, lembra. Inscrita na Ordine dei Medici, o passo seguinte foi a especialidade. “Apresentei os atestados de Residência em Radiologia pela Unifesp e o título de radiologista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia”, detalha. Desta vez, foram provas escritas, com perguntas dissertativas, e exames práticos.  Em agosto de 2004, a Gazzetta Ufficiale publicou o reconhecimento como medico especialista in radiodiagnostica.

O Hospital Santo Agostinho, onde trabalha, tem 455 leitos e é centro de referência de traumatologia e emergência, que atende toda a região de Módena. “Não fosse a gentileza dos colegas, talvez eu não tivesse ficado”, conta. “Nunca fui discriminada por ser de fora, por ter dúvidas na grafia de uma palavra. Eles me respeitam pelo meu currículo e minha trajetória. Sabem que passei pelas várias etapas e que sou reconhecida pelo Ministério da Saúde e pela Ordem dos Médicos”, relata. “Fiz muitos amigos, sou respeitada, gosto do que faço”, assegura Elisabete.

Fonte: Pequisa realizada p elo jornalista Aureliano Biancarelli, especializado em saúde

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Tags: Programa  Mais  Médicos 

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26 junho 2014 09:10 pm

Revalidação de diplomas médicos é mais rigorosa no exterior


Tentando não falar sobre futebol e Copa do Mundo, hoje vou escrever sobre outro assunto. ;)

Vira e mexe, o programa "Mais Médicos" causa novas polêmicas e discussões na mídia brasileira.

Reportagens recentes (como esta do Jornal Nacional  -  http://g1.globo.com/jornal- nacional/noticia/2014/06/mais- dois-cubanos-abandonam-o- programa-mais-medicos.htm l) ou mais antigas, como a que tem o depoimento do jornalista Jorge Pontual sobre o assunto ( https://www.youtube. com/watch?v=8Qjgouol2aA ) dividem opiniões. 

Na minha opinião...

A verdade é que nenhum país do mundo fecha as portas a médicos estrangeiros. Mesmo nas regiões com altas taxas de profissionais, como na Europa e América do Norte, o médico estrangeiro é bem-vindo. Desde que cumpra um ritual de provas e Residência idêntico, ou até mais rigoroso, ao imposto a formandos do respectivo país. 

Nos Estados Unidos, por exemplo, o candidato precisa refazer a Residência Médica, e trabalhar anos em comunidades afastadas, antes de ganhar o direito de atuar em território norte-americano. 

O Brasil alinhou-se às nações desenvolvidas ao estabelecer, em 2011, o "Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras" ( Revalida ). Instituída pelos ministérios da Saúde e da Educação, a prova não tem interferência de entidades médicas. É elaborada por instituição de referência – o Instituto de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – e realizada uma vez por ano em universidades federais. O exame cumpre as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina e exige dos candidatos aquilo que é ensinado aos estudantes formados aqui.

De acordo com pesquisa feita pelo jornalista Aureliano Biancarelli, especializado em saúde, o  programa "Mais Médicos" desvirtuou esse processo. Enquanto os países desenvolvidos aprimoram os mecanismos de validação, ordenando a entrada e a integração de médicos formados no exterior, o Brasil transforma a acolhida numa porta aberta, sem critério algum.

Em países como Estados Unidos, Canadá, França, Itália e Inglaterra, os médicos estrangeiros são bem-vindos. Mas, em todos eles, os mecanismos que controlam a entrada são mais rigorosos que o Revalida do Brasil. Com o programa "Mais Médicos", que dispensa o exame de revalidação, a porta brasileira, que estava aberta, agora está escancarada. 

Nos próximos posts, vou escrever sobre o que Aureliano revela das regras em cada um dos outros países pesquisados...

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25 junho 2014 08:00 am

25 de junho: Dia Mundial de Combate ao Vitiligo

Está em andamento uma grande iniciativa internacional que envolve países de todo mundo para fazerem do dia 25 de junho, o “Dia Mundial de Combate ao Vitiligo”. Para isso, a VR Foundation (Vitiligo Research Foundation) , organização sem fins lucrativos e diretamente focada nas pesquisas sobre a doença, coordena desde 2012 uma campanha em massa com o objetivo de levantar 500 mil assinaturas a fim de que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheça a doença ainda sem cura e que atinge cerca de 100 milhões de pessoas em todo o planeta.


Até agora já são mais de 484.900 assinaturas oficiais, e o Brasil já colaborou com 16.571 delas. A escolha da data é em memória de um dos artistas mais populares do mundo, Michael Jackson, que sofria de vitiligo desde 1986, até a sua morte ocorrida em 25 de junho de 2009.


Participe dessa importante campanha e assine:   http://25june.org/en  

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19 junho 2014 07:04 pm

Jogadores de futebol devem evitar as doenças contagiosas da pele



Os jogadores de futebol profissionais estão sujeitos a infecções contagiosas de pele. Ter um diagnóstico precoce e iniciar rapidamente o tratamento das dermatoses é muito importante.

Para evitar a transmissão entre os esportistas, o diagnóstico precoce e tratamento das infecções contagiosas bacterianas de pele  é de extrema importância e podem reduzir a propagação das infecções para outros jogadores, especialmente durante  partidas tão importantes como as da Copa do Mundo no Brasil.

Rigorosas medidas de higiene e tratamento precoce da infecção são importantes na prevenção. 

Algumas medidas preventivas podem ajudar:

. Tomar um banho imediatamente antes e após os jogos de futebol podem impedir a transmissão dos germes entre os jogadores. Muitos jogadores de futebol esperam o suor secar antes de tomar um banho.   Isso não é aconselhável, porque suor, sujeira e bactérias não é uma mistura interessante; 

. Usar sempre desinfectante anti-séptico antes, durante e após as partidas;

. Evitar a ingestão de carnes vermelhas e comidas picantes, fritas e aumentar a alimentação com frutas frescas, verde saladas e legumes ajudam e tonificam o sistema do corpo, colaborando na imunização contra as infecções contagiosas da pele.

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15 junho 2014 05:50 pm

Neymar cuida da saúde e da beleza


O jogador Neymar, da Seleção Brasileira, cuida do corpo e segue todas as medidas necessárias para zelar pelo físico com alimentação especial e muita ginástica, além de estar sempre preocupado com a beleza.


O atleta gosta de tratar dos cabelos e exibir penteados novos e inusitados como o revelado neste domingo durante os treinos na Granja Comary. Ele também faz tratamentos contra acne. Para isso, faz sessões a laser para combater o problema de pele.  


Vaidoso, Neymar se submete a tratamentos com seu dermatologista.  Para driblar a acne, ele usa diariamente um filtro solar fator 25 em gel à base de álcool. O craque também foi aconselhado a parar de usar boné, pois o contato dos cabelos com a testa e o abafamento da região pode aumentar a oleosidade e, consequentemente, a acne.


É isso aí, Neymar! Cuidados com a saúde e a estética podem andar juntos. Muito boa sorte nesta Copa!!!

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06 junho 2014 09:11 pm

Como ter cílios mais longos, grossos e escuros


Algumas pacientes reclamam de ter cílios "minguadinhos", poucos e curtos, e de gastar muito tempo do dia fazendo uso de máscaras (para cílios) durante a maquiagem, para obter olhares mais impactantes.

Algumas dizem já ter perdido as contas dos diversos artifícios que já experimentaram para obter cílios maiores.

Para elas, recomendo um ótimo tratamento. 

Trata-se de uma solução de uso tópico a base de bimatoprosta que atua na fase do crescimento dos cílios, tornando-os mais longos, mais grossos e mais escuros.

O medicamento teve sua fórmula desenvolvida a partir de um colírio para glaucoma que apresentava o crescimento dos cílios como efeito colateral. O tratamento tem aprovação do FDA (nos Estados Unidos) e da ANVISA aqui no Brasil para este tipo de tratamento.

A caixa do medicamento vem com um frasco de 5ml + 100 aplicadores (essenciais para a aplicação segura do produto) e deve ser aplicado todos os dias – à noite – na pele rente aos cílios, como se fosse um delineador.

O produto funciona como um tratamento de beleza a prazo e os resultados começam a ser visíveis em quatro semanas, sendo que o efeito máximo ocorre de 12 a 16 semanas, mas caso o tratamento seja interrompido o resultado regride e os cílios voltam a ser como eram antes.

Porém para continuar com cílios poderosos, depois das 16 semanas de tratamento, basta deixar de usar o medicamento diariamente e apenas fazer uma aplicação de manutenção duas ou três vezes por semana. 

Alguns efeitos colaterais podem acontecer, como coceira e vermelhidão. Por isso, o uso do medicamento deve ser prescrito e o tratamento acompanhado por um médico dermatologista.

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27 maio 2014 09:20 am

Entenda como funciona o recurso rejuvenescedor do preenchimento


Atualmente, as pessoas buscam tratamentos de rejuvenescimento facial que tenham bastante naturalidade. Desta forma, em muitas situações não se aplica apenas esticar a pele, como numa cirurgia facial, mas deve-se associar a reposição volumétrica com preenchimento de áreas deprimidas, melhorando o contorno e relevo da face. 



A atrofia da pele e gordura que envolve o rosto, a reabsorçao óssea e a queda dos tecidos são processos que ocorrem no envelhecimento. Tais alterações podem ser tratadas com as técnicas de preenchimento com gordura retirada do próprio indivíduo ou implantes industrializados biocompatíveis. Com o advento da biotecnologia, novos materiais e técnicas foram desenvolvidos para substituir o tecido de preenchimento da pele, possibilitando o retorno do aspecto jovial.  



Os preenchimentos estimulam a formação do colágeno nas regiões tratadas. Eles duram um ano ou mais, dependendo do produto e da região em que foi aplicada. Como o produto é absorvível, ou seja, o resultado vai diminuindo ao longo do tempo, novas aplicações são indicadas para manutenção do tratamento. O intervalo entre cada aplicação varia de caso a caso.


  





O preenchimento é colocado abaixo da área deprimida a ser tratada (ruga, vinco, cicatriz) , reduzindo a deformidade.   


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25 maio 2014 05:44 pm

SBD esclarece sobre uso de protetor solar para beber



 


Em virtude da divulgação feita pela mídia de uma nova forma de proteção solar através da ingestão de um líquido, o Departamento de Fotobiologia da Sociedade Brasileira de Dermatologia, SBD, divulgou seu posicionamento aos associados e a sociedade em geral.


Entenda os fatos:  


 

 1 – Desde 2012,  a empresa Norte Americana Osmosis Skincare divulga um produto denominado  "Harmonized H2O– UV neutralizer", em versões Tan Enhancing e No Tan Enhancing.


2 – Os produtos, segundo informações da página da empresa, são constituídos de água energizada que contém frequências capazes de vibrar com a incidência da radiação solar, absorvendo 97% da radiação UVB e UVA.


3 – Segundo citado na página da empresa, o efeito do produto, se ingerido corretamente, equivaleria a um protetor solar FPS 30 com dióxido de titânio e óxido de zinco na redução do eritema causado pelo sol.


4 – Alguma pessoas, não mais que 1%, poderão não obter os resultados do produto por motivos desconhecidos, ainda segundo informações da empresa.


5 – O modo de uso é a ingestão de 2 ml a cada quatro horas, iniciando a primeira dose uma hora antes da exposição ao sol. Recomenda-se, segundo informa a empresa, proteção alternativa se exposto em demasia ao sol.


6 – O produto foi lançado no Reino Unido recentemente e noticiado pelo jornal Daily Mail, estimulando o surgimento de notícias no Brasil nos últimos dias.


7 – A SBD não identificou, até o presente momento, nenhuma publicação científica sobre o assunto, sendo todas as informações obtidas aquelas que estão publicadas na página da própria empresa.


8 – Não há evidências, em publicações científicas, de que qualquer produto ingerido por via oral possa ser capaz de reduzir a produção de eritema decorrente de UV em 30 vezes, exceto o uso prévio de anti-inflamatórios orais não esteroides ou corticoesteroides, o que evidentemente não deve ser recomendado de forma habitual.


9 – Não há relatos de literatura sobre a ingestão de água energizada com capacidade de vibrar na presença de radiação UV incidente e, dessa forma, absorvê-la em 97%. 


Portanto, a Sociedade Brasileira de Dermatologia conclui seu posicionamento:


1 – A SBD não recomenda, no presente momento, a prescrição e o uso desse produto com a finalidade de proteção solar.


2 – O uso de medidas fotoprotetoras convencionais, como a aplicação regular do fotoprotetor tópico, são as únicas medidas reconhecidas pela SBD e devem continuar a ser recomendadas e estimuladas pelos dermatologistas.



3 – A SBD aguarda publicações científicas sobre os produtos acima citados, sem as quais não os reconhecem como efetivos e recomendáveis.

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23 maio 2014 10:14 pm

Aumenta a expectativa de vida no mundo



De acordo com artigo publicado pela Revista EXAME em abril, a expectativa de vida no mundo aumentou em média seis anos entre 1990 e 2012. 

Com seis anos a mais de expectativa de vida do homem que nasceu em 1990, o homem nascido em 2012 pode viver até os 68 anos e uma mulher até os 73. 

Em qualquer país, as mulheres sempre têm maior expectativa de vida que os homens. Nos países ricos, a diferença é de seis anos e, nos pobres, de três anos.

Depois das japonesas e das espanholas, as mulheres que vivem na Suíça, Cingapura, Itália, França, Austrália, Coreia do Sul, Luxemburgo e Portugal são as que vivem mais. Já os homens da Islândia, Suíça, Austrália, Israel, Cingapura, Nova Zelândia, Itália, Japão, Suécia e Luxemburgo são as que normalmente têm maior tempo de vida.

Ainda de acordo com o artigo, os aumentos mais expressivos de expectativa de vida foram registrados nos países pobres, com uma média de mais nove anos. Na Libéria passou de 42 a 62 anos, na Etiópia de 45 a 64 anos, nas Maldivas de 58 a 77, no Camboja de 54 a 72, em Timor Leste de 50 a 66 e em Ruanda de 48 a 65 anos. 

Uma criança que nasce em 2012 em um país rico pode viver até os 76 anos, ou seja, 16 anos a mais que uma nascida no mesmo ano em um país pobre. A diferença é ainda maior entre as mulheres. Uma menina que nasce em um local pobre tem uma expectativa de vida de 63 anos, enquanto em um país rico pode viver até os 82. 

Segundo o médico Ties Boerma, diretor do serviço de estatísticas de saúde da OMS, “nos países ricos a expectativa de vida maior é explicada porque há menos homens e mulheres que morrem antes dos 60 anos por ataques ou doenças cardíacas”.

De acordo com o relatório apresentado pela OMS, as três primeiras causas de morte prematura são as doenças coronárias, as infecções respiratórias do trato inferior e o acidente vascular cerebral. Também menciona a obesidade infantil como o aumento de risco de doenças prematuras. No outro lado da escala, ainda existem nove países africanos com uma expectativa de vida inferior aos 55 anos tanto entre homens, quanto entre as mulheres.

E o Brasil?

Já com relação ao Brasil, números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em dezembro do ano passado, no Diário Oficial da União, mostram que, em 2012, a expectativa de vida ao nascer no Brasil passou para 74,6 anos.

A taxa apresenta um pequeno aumento em relação a 2011, quando a esperança de vida do brasileiro era de 74,1 anos. Mas, se comparada há dez anos, a expectativa de vida do brasileiro aumentou mais de três anos. Em 2002, era de 71 anos.

De acordo com o IBGE, em 2012 houve um acréscimo de 5 meses e 12 dias em relação ao valor estimado para 2011.

Viver bem

Enfim, é muito bacana saber que estamos vivendo mais. Por isso, é tão importante nos cuidarmos para termos uma qualidade de vida mais saudável e alegre durante a maioridade. Valorize a sua saúde. Consulte regularmente o médico e ocupe-se com uma atividade que realmente gosta de fazer. Cuide-se sempre. Ame-se. Extrapole as expectativas apresentadas em estatísticas. Viva muito mais e melhor!

Abraços,
Ligia


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