
Placar no Mané: Romário 7 x 1 Romarinho
Romarinho fez o terceiro gol do Brasiliense na goleada por 3 x 0 sobre o Brasília, neste sábado, na conquista o octacampeonato candango. O terceiro do título e da história do novo Mané Garrincha.
Mané Garrincha quase sempre sempre deu sorte ao pai do garoto de 19 anos. Durante a carreira, Romário marcou sete gols em exibições no velho Mané Garrincha. Portanto, o filho pode tranquilamente supercar o pai.
A relação do Baixinho com a arena começou em 23 de outubro de 1986. Quando tinha 20 anos, Romário marcou um gol na vitória do Vasco por 3 x 1 sobre o Sobradinho, no Campeonato Brasileiro.
O Baixinho demorou a retornar ao Mané Garrincha, mas quando reapareceu foi em grande estilo. A Seleção Brasileira goleou o Chile por 4 x 0. Dois de Ronaldo e dois de Romário no amistoso internacional.
No ano seguinte, nova exibição de gala na vitória do Flamengo por 4 x 2 sobre o Gama, pela Copa do Brasil de 1998. O Baixinho novamente deixou duas bolas na rede no Mané Garrincha.
No fim do mesmo ano, balançou a rede em um amistoso contra a Seleção de Brasília. O Flamengo venceu o combinado por 1 x 0, gol dele, Romário, no encerramento da temporada rubro-negra.
Em 2005, Romário se exibiu apenas uma vez no Mané Garrincha , no empate por 2 x 2 com o Brasiliense. O suficiente para fazer um gol. No entanto, a partida foi anulada porque a diretoria do clube candango não cumpriu a determinação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva de mandar o jogo no Mané Garrincha com os portões fechados. Placar final: Romário 7* x 1 Romarinho.
Os gols de Romário no velho Mané Garrincha
» (1) 23/10/1986 – Sobradinho 1 x 3 Vasco (Campeonato Brasileiro)
» (2) 02/04/1997 – Brasil 4 x 0 Chile (Amistoso)
» (2) 17/02/1998 – Gama 2 x 4 Flamengo (Copa do Brasil)
» (1) 03/12/1998 – Seleção de Brasília 0 x 1 Flamengo (Amistoso)
» (1) 24/04/2005 – Brasiliense 2 x 2 Gama (Campeonato Brasileiro)
O gol de Romarinho no novo Mané Garrincha
» (1) 18/05/2013 – Brasiliense 3 x 0 Brasília (Campeonato Candango)
Atualização: O post foi corrigido. A versão anterior informava que Romário enfrentou o Gama, no Mané Garrincha, em 2005. Falha minha! Na verdade a partida foi em 2007. Na ocasião, o Baixinho não balançou a rede e poderia ter feito o milésimo gol no DF. As contas continuam certas: 7 gols dele no Mané.
Flamengo campeão carioca de 1999. Em pé, da esquerda para a direita: Clemer, Vágner, Fabão, Jorginho, Athirson e Luiz Alberto. Agachados: Beto, Fábio Baiano, IRANILDO, ROMÁRIO e Leandro Machado.
A final do Campeonato Candango neste sábado, entre Brasiliense e Brasília, na inauguração do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, pode ser especial para um meia veterano: Iranildo, de 36 anos.
Iranildo foi campeão carioca em 1996 e 1999 jogando ao lado de um jogador eleito o melhor do mundo pela Fifa: Romário. Ambos atuaram juntos com a camisa do Flamengo sob a batuta de Joel Santana no primeiro título, e de Carlinhos na segunda conquista.
O tempo passou, Romário pendurou as chuteiras, foi eleito deputado federal e neste sábado pode ver o filho, Romarinho, sair na foto do pôster de campeão do Distrito Federal com quem? O tio Iranildo!
Esperto, o jovem Iranildo, de 23 anos à época, ficou bem na foto ao lado de Romário no pôster do segundo título carioca ao lado do Baixinho, em 1999. Romarinho, aos 19, fará o mesmo hoje?
Independentemente do posicionamento na foto do virtual octacampeonato candango, Iranildo poderá contar aos netinhos um dia: fui campeão ao lado do melhor do mundo e do filho dele.
A Copa Libertadores da América deste ano tem seis candidatos inéditos ao título
Pela primeira vez, desde 1996, as quartas de final do principal torneio de clubes do continente tem apenas dois campeões entre os oito candidatos ao título. Dos times classificados, apenas o Boca Juniors, da Argentina, e o Olimpia, do Paraguai, têm títulos da Libertadores no currículo. Atléico-MG, Fluminense, Newell’s Old Boys, Tijuana, Garcilaso e Independiente Santa Fé buscam o título inédito.
Na edição de 1996, Grêmio e River Plate eram os únicos campeões da Libertadores entre os classificados para as quartas de final. O time argentino conquistou o torneio e frustrou os sonhos de Universidad de Chile, Barcelona, Atlético Júnior, América, San Lorenzo e Corinthians.
A quantidade de países representados na próxima fase não chega a ser novidade. São 6 no total (Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e México), exatamente como em 2011, quando o Santos desbancou colombianos, uruguaios, chilenos, argentinos, paraguaios e mexicanos.
A HISTÓRIA DOS DUELOS DA PRÓXIMA FASE
ATLÉTICO-MG x TIJUANA-MÉX
Jogo de ida:
23/5, às 21h30, no Estádio Callente, em Tijuana
Jogo de volta:
30/5, às 22h, no Estádio Independência, em Belo Horizonte
Títulos em jogo:
Os dois clubes jamais conquistaram a Libertadores
Retrospecto e curiosidades
Os dois times nunca se enfrentaram. Um jogador que pode dar boas dicas sobre o adversário ao técnico Cuca é o volante Rosinei, com passagem pelo América do México.
TIMES-BASE
Atlético-MG (4-2-3-1)
Victor
Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Junior Cesar
Pierre e Leandro Donizete
Diego Tardelli, Ronaldinho Gaúcho e Bernard
Jô
Técnico:
Cuca
Campanha:
7v, 1d, 22gp, 11gc
Artilheiro:
Jô, 6 gols
Tijuana (4-4-2)
Saucedo
Castillo, Gandolfi, Paulo Aguiar e Nuñez
Fernando Arce, Riascos, Pellerano e Fidel Martínez
Moreno e Crespin
Técnico:
Antonio Mohamed
Campanha:
5v, 2e, 1d, 10gp, 5gc
Artilheiro:
Martínez, 3 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
Atlético-MG
BOCA JUNIORS-ARG x NEWELL’S OLD BOYS-ARG
Jogo de ida:
23/5, às 21h30, no Estádio La Bombonera, em Buenos Aires
Jogo de volta:
29/5, às 19h30, no Estádio Colosso do Parque, em Rosário
Títulos em jogo:
6 do Boca Juniors (1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007), nenhum do Newell’s
Retrospecto e curiosidades
Os dois times jamais se enfrentaram em torneios internacionais. O histórico dos confrontos aponta 51 jogos, com 21 triunfos do Boca Juniors, 15 empates e 15 vitórias do Newell’s Old Boys. A curiosidade do mata-mata é o duelo entre o clube do coração de Messi (Newell’s) contra o Boca, do fanático Maradona.
Boca Juniors (4-4-1-1)
Orión
Sosa, Caruzzo, Burdisso e Clemente Rodríguez
Erbes, Somoza, Erviti e Miño
Riquelme
Blandi
Técnico:
Carlos Bianchi
Campanha:
4v, 1e, 3d, 9gp, 8gc
Artilheiro:
Riquelme e Blandi, 2 gols
Newell’s Old Boys (4-3-3)
Guzmán
Cáceres, Vergini, Heinze e Casco
Pérez, Villalba e Maxi Rodríguez
Bernardi, Scocco e Tonso
Técnico:
Gerardo Martino
Campanha:
4v, 4d, 13gp, 12gc
Artilheiros:
Scocco, 5 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
Boca Juniors
INDEPENDIENTE SANTA FÉ-COL x REAL GARCILASO-PER
Jogo de ida:
22/5, no Estádio Inca de La Vega, em Cuzco
Jogo de volta:
28/5, no Estádio El Campín, em Bogotá
Títulos em jogo:
Os dois clubes jamais conquistaram a Libertadores
Retrospecto e curiosidades
O retrospecto aponta dois confrontos neste ano pelo Grupo 6 da Taça Libertadores. Em casa, o Independiente Santa Fé venceu por 2 x 0. No Peru, empate por 1 x 1.
TIMES-BASE
Independiente (3-4-1-2)
Vargas
Valdés, Mendoza e Quiñonez
Anchico, Torres, Bedoya e Arias
Omar Pérez
Medina e Borja
Técnico:
Wilson Gutiérrez
Campanha:
5v, 2e, 1d, 11gp, 6gc
Artilheiro:
Borja Martínez, 4 gols
Real Garcilsaso (4-4-2)
Butrón
Herrera, Guadalupe, Bogado e Santillán
Retamoso, Gamarra, Ramos e Ortíz
Montes e Ferreyra
Técnico:
Freddy Garcia
Campanha:
4v, 1e, 3d, 9gp, 8gc
Artilheiros:
Bogado e Gamarra, 2 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
Independiente Santa Fé
OLIMPIA-PAR x FLUMINENSE
Jogo de ida:
22/5, às 22h, em São Januário, no Rio
Jogo de volta:
29/5, às 22h, no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção
Títulos em jogo:
2 do Olimpia (1979, 1990 e 2002), nenhum do Fluminense
Retrospecto e curiosidades
Confronto inédito. O paraguaio Romerito, um dos maiores ídolos tricolores, defendeu os dois times.
TIMES-BASE
Olimpia (4-4-2)
Martín Silva
Alejandro Silva, Candía, Meza e Baéz
Miranda, Ortíz e Aranda
Guzmán
Ferreyra e Bareiro
Técnico:
Ever Almeida
Campanha:
6v, 2e, 2d, 21gp, 9gc
Artilheiro:
Bareiro, 5 gols
Fluminense (4-2-3-1)
Diego Cavalieri
Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos
Jean e Edinho
Wellington Nem, Deco e Thiago Neves
Fred
Técnico:
Abel Braga
Campanha:
4v, 2e, 2d, 8gp, 7gc
Artilheiro: Fred, 3 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
Fluminense
Se você não conseguiu ingresso para a final do Campeonato Candango, neste sábado, às 16h, na festa de
reinauguração do Estádio Mané Garrincha, o jeito vai ser ficar ao pé do rádio ou com os olhos na telinha.
A tevê Globo anuncia a transmissão da decisão. O canal aberto também mostrou a final em 2001, quando o Gama conquistou o título dentro da casa do Brasiliense, o Estádio Serejão, em Taguatinga.
A narração da partida será de Rembrandt Junior. O comentarista Leovegildo Lins da Gama Júnior, o Júnior, ídolo do Flamengo e lateral-esquerdo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982.
A transmissão também terá um comentarista de arbitragem – Renato Marsiglia – e um convidado especial: o apresentador da revista eletônica dominical Fantástico, Tadeu Schmidt.
A partida entre Santos e Flamengo na primeira rodada do Campeonato Brasileiro, em 26 de maio, às 16h, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, vai valer muito mais do que os três pontos. Os organizadores da partida vão colocar em jogo um troféu simbólico.
A Federação Brasiliense de Futebol e o Governo do Distrito Federal vão encomendar um troféu batizado de Taça da República. A intenção é lançar no clássico a ideia de atrair para a nova arena do Eixo Monumental pelo menos um jogo por ano envolvendo clubes tradicionais do país.
Nos bastidores, a cidade tenta convencer a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a criar uma nova competição inspirada no futebol europeu. No futuro, a Taça da República seria disputada anualmente no Mané Garrincha em um confronto entre os vencedores do Brasileirão e da Copa do Brasil. Se fosse disputado neste ano, por exemplo, o torneio teria como candidatos ao título Fluminense e Palmeiras.
O que seria uma novidade no Brasil, é uma tradição no Velho Continente. Lá, os torneios são batizados de Supercopa da Espanha, da Itália, da Alemanha... Na Inglaterra, é famosa a Community Shield.
O responsável pela confeccão da taça só não pode cometer o atentado à língua portuguesa cometido na final da Taça Mané Garrincha, quando o texto saiu: Campeonato Brasilience. Para evitar um novo vexame, o troféu está sendo feito em São Paulo. Os jogadores também receberão medalhas personalizadas com a imagem do Estádio Nacional de Brasília.
O entra e sai dos presidentes de clubes cariocas não para na capital do país. Depois do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, visitar o governador Agnelo Queiroz na última sexta-feira e informá-lo de que pretende estreitar relações com a cidade para fazer do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha a sua segunda casa, foi a vez de o arquirrival, Vasco, passar pela cidade.
Nesta terça-feira (14), o presidente Roberto Dinamite se encontrou com um amigo, em uma churrascaria do Lago Sul, e manifestou o desejo de trazer para Brasília a partida do Gigante da Colina contra o Atlético-MG, em 5 de junho. O maior empecilho é a proximidade da abertura da Copa das Confederações, 10 dias depois, no Mané Garrincha, entre Brasil e Japão. Portanto, a arena será entregue para a Fifa. As alternativas seriam o Bezerrão, no Gama, e o Serejão, em Taguatinga.
Além de Flamengo e Vasco, o Botafogo também tem interesse de jogar na cidade. A diretoria alvinegra pretende importar o clássico contra o Fluminense para a cidade. Enquanto isso, o presidente da Federação do Estado do Rio, Rubens Lopes, analisa o pedido do Flamengo para mandar a partida contra o Coritiba no Estádio Nacional, em 6 de julho, na primeira rodada depois da Copa das Confederações. Em
entrevista ao blog
, o dirigente disse recentemente que os clubes cariocas estão liberados para mandar jogos onde quiserem enquanto o Rio de Janeiro não tiver o Maracanão e o Engenhão (interditado).
A maior preocupaçao dos clubes cariocas é com a batalha judicial envolvendo a privatização do Maracanã. O grupo de Eike Batista e a Odebrecht venceram a licitação, mas a Justiça anulou o triunfo. Os clubes temem que a novela se arraste e por isso escolheram Brasília como um plano B.
Em 10 de maio de 2010, os dois suspenses na convocação de Dunga para a Copa do Mundo de 2010, na África, eram Ronaldinho Gaúcho, então jogador do Milan, e Adriano, vinculo à época ao Flamengo. Nenhum dos dois foram chamados. Imperador à parte, a maior polêmica era quanto a presença de Ronaldinho e Kaká juntos no elenco de 23 jogadores. O capitão do tetra cansou de argumentar que ambos não poderiam ocupar o mesmo e manteve a convicção até a eliminação nas quartas de final da Copa do Mundo, diante da Holanda, naquela derrota por 2 x 1, em Porto Elizabeth.
Três anos depois, a novela é a mesma. Luiz Felipe Scolari convoca a Seleção Brasileira nesta quarta-feira para outra Copa, a das Confederações, de 15 a 30 de junho. Quem são as incógnitas? Ronaldinho Gaúcho e Kaká. Assim como Dunga, Felipão bate o pé e diz que não há vaga para os dois jogadores acima dos 30 anos entre os convocados. Na minha opinião, ele pagará o preço da contradição e vai chamar, sim, os dois para o evento teste do Mundial de 2014.
Nos últimos dias, fiz vários telefonemas na tentativa de descobrir se Kaká se juntará a Ronaldinho Gaúcho na lista dos 23. Escutei várias versões. Não tenho sexto sentido, mas pelo que ouvi, meu feeling aponta para a presença dos dois na lista de logo mais. Meu argumento é simples: Ronaldinho Gaúcho está comendo a bola no Atlético-MG, mas não na Seleção Brasileira. Kaká não vem arrebentando no Real Madrid, é fato, mas, quando vestiu a camisa verde-amarela nesta segunda era Felipão, não foi melhor nem pior do que Ronaldinho Gaúcho. Na minha modesta opinião, há um empate técnico no desempenho dos dois. Kaká enfrentou a Itália e a Rússia. Ronaldinho Gaúcho se exibiu contra Inglaterra, Bolívia e Chile. Analise as atuações dos dois e você não verá nenhuma diferença.
Kaká e Ronaldinho Gaúcho não são convocados juntos desde 12 de março de 2009, quando Dunga os chamou para a partida contra o Peru, em 1º de abril do mesmo ano, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010. Ambos podem encerrar o jejum hoje por vários motivos. O principal deles é a entressafra. A aposta em Ganso (por enquanto) não sei confirmou. Os maestros poderiam ser ele e Oscar, mas apenas o astro do Chelsea se firmou. Com isso, o meia do São Paulo abriu uma lacuna.
Na minha opinião, Felipão chamará Kaká e Ronaldinho Gaúcho não só para aliviar a tensão sobre os ombros de meninos como Neymar, Lucas e Oscar, mas, principalmente, para observá-los de perto. Nada melhor do que uma sequência de treinos e jogos para fazer um tira-teima. Próximo dos dois, Felipão poderá sentir ao vivo qual dos dois está mais a fim de participar da Copa de 2014. Talvez, chegue à conclusão de que nenhum dos dois merece o Mundial, apenas um, ou os dois.
Repito: não é informação. Tudo não passa de intuição da minha parte. Se Kaká e Ronaldinho Gaúcho pintarem na lista, não vou achar nenhum absurdo. Ambos podem evoluir muito durante a fase de treinos para a Copa das Confederações, só não os vejo jogando juntos como titulares. Aí, sim, teria de ser um ou outro. Como se não bastasse a idade, ambos têm um defeito de fábrica: são muito fracos na marcação, uma das exigências do futebol moderno.
A LISTA DE FELIPÃO
Minhas apostas para o anúncio dos 23 jogadores da Copa das Confederações
» Goleiros
Julio Cesar (Queens Park Rangers-ING)
Jefferson (Botafogo)
Diego Cavalieri (Fluminense)
Correndo por fora:
Diego Alves (Valencia)
» Laterais
Daniel Alves (Barcelona-ESP)
Marcelo (Real Madrid-ESP)
Filipe Luis (Atlético de Madrid-ESP)
Correndo por fora:
Adriano (Barcelona)
» Zagueiros
Thiago Silva (PSG-FRA)
David Luiz (Chelsea-ING)
Réver (Atlético-MG)
Dante (Bayern de Munique-ALE)
Correndo por fora:
Dedé (Cruzeiro), Miranda (Atlético de Madrid-ESP) e Leandro Castán (Roma-ITA)
Volantes
Paulinho (Corinthians)
Ramires (Chelsea-ING)
Fernando (Grêmio)
Jean (Fluminense)
Hernanes (Lazio-ITA)
Correndo por fora:
Luiz Gustavo (Bayern de Munique) e Ralf (Corinthians)
Meias
Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG)
Oscar (Chelsea-ING)
Kaká (Real Madrid-ESP)
Correndo por fora:
Jadson (São Paulo) e Bernard (Atlético-MG)
Atacantes
Lucas (PSG-FRA)
Neymar (Santos)
Fred (Fluminense)
Alexandre Pato (Corinthians)
Hulk (Zenit-RUS)
Correndo por fora: Leandro Damião (Internacional) e Luis Fabiano (São Paulo)
David Moyes: sexton técnico escocês na história do Manchester United. Imagem: www.manutd.com
Dos 61 títulos do Manchester United contabilizados no site oficial do clube inglês, 54 vieram da prancheta de técnicos escoceses. Portanto, a escolha de David William Moyes, de 50 anos, para a sucessão de Alex Ferguson, anunciada no início da tarde desta quinta-feira, consolida a parceria de sucesso. Depois de passar 11 anos no Everton, David Moyes é o sexto escocês a assumir os Diabos Vermelhos. Antes dele, passaram pelo clube John Champann,
Scott Duncan, Matt Busby, Tommy Docherty e o mais vencedor de todos – Sir Alex Ferguson.
Do quinteto, apenas um não deixou uma taça como lembrança na galeria do Manchester United. Curiosamente, quem abriu as portas do clube para a escola escocesa. John Chapmann foi o primeiro técnico de fora da Inglaterra empregado pelos Diabos Vermelhos. No entanto, não conquistou nenhum título no período de 1922 a 1926.
Ex-zagueiro, David Moyes não conseguiu chegar à seleção escocesa. Nos clubes, conquistou o títuo nacional na temporada de 1981/1982 pelo Celtic e outros dois troféus com as camisas do Bristol City e do Preston North End. Treinador desde 1998, exibe apenas um título no currículo: a segunda divisão do Campeonato Escocês à frente do Preston Nort End, em 1999/2000.
Além de apostar na estabilidade – David Moyes ficou 11 anos no Everton –, o Manchester United aposta, principalmente, na atenção do treinador às divisões de base. Esse foi o recado de Sir Bobby Charlton ao comentar a escolha da família Glazer, maior acionista do clube inglês.
OS TÉCNICOS ESCOCESES NA HISTÓRIA DO MANCHESTER UNITED
JOHN CHAPMANN
1922-1926
Nenhum título
221 jogos
86 vitórias
58 empates
77 derrotas
287 gols pró
274 gols contra
SCOTT DUNCAN
1 título
1932-1937
235 jogos
92 vitórias
53 empates
90 derrotas
371 gols pró
362 gols contra
MATT BUSBY
1945-1969 e 1970-1971
13 títulos
1.141 jogos
576 vitórias
266 empates
299 derrotas
2.324 gols pró
1.566 gols contra
TOMMY DOCHERTY
1972-1977
2 títulos
228 jogos
107 vitórias
56 empates
65 derrotas
333 gols pró
252 gols contra
ALEX FERGUSON
1986-2013
38 títulos
1.498 jogos
894 vitórias
337 empates
267 derrotas
2.762 gols pró
1.359 gols contra
Ronni McFall é festejado pelo elenco do Portadown: 27 anos à frente do time. Imagem: Divulgação/uefa.com
Um dia depois do anúncio da aposentadoria de Alex Ferguson, o mundo da bola quer saber quem é o novo Alex Ferguson. Não, a curiosidade não diz respeito ao nome do sucessor. O enigma em questão é outro. Quem é, na Europa, o treinador há mais tempo no cargo depois do fim da era de 27 anos do escocês à frente do Manchester United? A resposta é: Ronaldo Joseph McFall.
Com o fim da era Ferguson, o treinador nascido em 18 de julho de 1945, na Irlanda do Norte, passa a ser o recordista em atividade. O profissional de 67 anos está à frente do Portadown, time da elite do país onde nasceu, desde dezembro de 1986. Ronnie McFall assumiu o cargo um mês depois da primeira assinatura de contrato de Alex Ferguson com o Manchester United, em novembro daquele mesmo ano.
À frente do Portadown, Ronnie McFall conquistou quatro títulos nacionais, o último deles na temporada de 2001/2002. Antes, faturou o Campeonato da Irlanda do Norte em 1989/90, 1990/91 e 1995/96. O comandante também levou o time cidade onde nasceu três vezes ao pódio na Copa da Irlanda do Norte, em 1990/91, 1998/99 e 2004/2005; na Copa Ouro de 1992/1993 e em outras competições.
Respeitado em seu país, o ex-zagueiro Ronnie McFall foi eleito cinco vezes o melhor treinador da Irlanda do Norte, em 1981, 1990, 1991, 1996 e 2002. Como jogador, chegou a disputar quatro vezes a Copa dos Campeões da Europa, atual Champions League. Em uma delas, duelou com a poderosa Juventus, da Itália, que tinha como estrela o então jogador Fabio Capello, na temporada de 1977/78.
No Portadown, Ronnie McFall coleciona 23 títulos. Como recompensa pelos serviços prestados, renovou contrato até o fim da temporada de 2013/2014, quando completará 28 anos no cargo e ultrapassará os 27 de Alex Ferguson. É muito tempo, mas não o suficiente para superar o recorde do francês Guy Roux, comandante do Auxerre por 44 anos. Superar o lendário Alex Ferguson já será um grande feito.
Na atual temporada, o Portadown chegou às semifinais da Copa da Irlanda do Norte, mas foi eliminado por 1 x 0 pelo Glentoran. No Nacional, terminou em sétimo lugar, bem longe da zona de classificação para a Liga Europa e a Liga dos Campeões. O título ficou com o Cliftonville. Se fosse no Brasil, Ronnie McFall teria sido demitido. Paciente, o Portadown ainda será liderado por ele em mais uma temporada.
DAQUI NINGUEM ME TIRA...
Técnicos em atividade há mais tempo no cargo no futebol europeu
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Técnico
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Clube
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País
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No cargo desde...
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Ronnie McFall
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Portadown
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Irlanda do Norte
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1986
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|
Arsene Wenger
|
Arsenal
|
Inglaterra
|
1996
|
|
Yuri Khodykin
|
Dínamo Bender
|
Moldávia
|
1999
|
|
Thomas Schaaf
|
Werder Bremen
|
Alemanha
|
1999
|
|
David Moyes
|
Everton
|
Inglaterra
|
2002
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Pekka Lyyski
|
Mariehamm
|
Finlândia
|
2002
|
|
Nanne Bergstrand
|
Kalmar
|
Suécia
|
2003
|
A 10 dias da reinauguração, o Estádio Nacional de Brasília – Mané Garrincha – tem duas duas visitas ilustres marcadas para esta quarta-feira (8/5).
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol e do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014, José Marian Marin, vai tomar café na arena da capital do país em uma visita agendada para 9h. Será a primeira escala do desgastado dirigente na passagem pelas seis sedes da Copa das Confederações, de 15 a 30 de junho, no Brasil. O cartola também pretende dar uma passadinha, ainda nesta semana, no Maracanã, Mineirão, Castelão, Fonte Nova e Arena Pernambuco.
Mais tarde, entre 12h30 e 13h, é aguardada a presença de um ex-presidente da República no Mané Garrincha. O corintiano Luiz Inácio Lula da Silva almoçará na capital federal e depois deve pintar no gramado, ainda sem traves, redes, bandeirinhas e marcação, para, se possível, simular uma partidinha de futebol com o amigo e governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz.
*Atualização: O mandatário da CBF, José Maria Marin, chegará mais tarde a Brasília nesta quarta-feira e também irá ao Mané Garrincha na hora do almoço com o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Trave do Mané Garrincha sera semenhante a utilizada no Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro do ano passado
Faltam apenas as traves, as redes, as bandeirinhas e a marcação do gramado para o Estádio Nacional de Brasília voltar a ser definitivamente um campo de futebol. É questão de tempo...
O Mané Garrincha ganhará as traves de presente do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014, com as dimensões oficiais exigidas em seus torneios. O poste de alumínio – material predileto da entidade máxima do futebol – está sendo produzido em uma fábrica especializada, em Belo Horizonte. Da capital mineira também virão as redes, as bandeirinhas de escanteio e um brinde: as traves móveis com rodinhas para os treinos de conhecimento do gramado.
Se as traves não forem entregues até 15 de maio, ou seja, três dias antes da reinauguração do Mané Garrincha, com a partida de volta da final do Campeonato do DF, entre Brasília e Brasiliense, a empresa responsável pela plantação do gramado, instalará traves provisórias até a chegada do mimo do COL.
A trave do Mané Garrincha entrará para a história, em 15 de junho, na abertura da Copa das Confederações, como a primeira a receber toda uma parafernália tecnológica a fim de esclarecer se a bola ultrapassou ou não a linha do gol (Gol Line Technology). A gota d'água para a decisão da Fifa foi o erro que prejudicou a Inglaterra nas oitavas de final da Copa de 2010, contra a Alemanha, na África do Sul. Nunca antes na história dos torneios oficiais de seleções principais da Fifa foram utilizados recursos tecnológicos.
Diagnóstico dos convocáveis publicado na edição de sexta-feira do diário Marca
O técnico da Espanha, Vicente del Bosque, vive um dilema às vesperas de divulgar a lista de 23 jogadores para a Copa das Confederações no Brasil, de 15 a 30 de junho.
O melhor treinador do mundo marcou a convocação para o dia 27 deste mês, mas está preocupado com a série de contusões e o cansaço físico dos principais titulares.
Um mapa elaborado pela comissão técnica da Espanha mostra a situação dos convocáveis às vésperas da Copa das Confederações com quatro legendas: lesionado, no limite, reserva no respectivo time e OK.
Dos 11 que iniciaram a final da Euro 2012, contra a Itália, por exemplo, quatro apresentam, hoje, lesões: Arbeloa, Sergio Ramos, Puyol e Busquets. Outros três – Xabi Alonso, David Silva e Xavi – estão no limite
Há problemas físicos e também técnicos. O goleiro Casillas amarga a reserva no Real Madrid. Logo, está sem ritmo de jogo. Fàbregas tem a permanência questionada no Barcelona.
Nas contas de Vicente del Bosque, apenas três jogadores sofrem apenas de cansaço: o zagueiro Piqué, o lateral-esquerdo Jordi Alba e o meia Iniesta.
SITUAÇÃO DOS CONVOCÁVEIS DA FÚRIA
»
Lesionados
Arbeloa, Sergio Ramos, Puyol e Busquets
»
No limite
Xabi Alonso, David Silva e Xavi
» Reserva no clube
Fàbregas, Villa, Albiol e Javi García
» OK
Reina, Valdés, Piqué, Juan Mata, Jordi Alba, Navas, Iniesta, Javi Martínez, Pedro, Negredo, Monreal, Íñigo Martínez, Cazorla, Roberto Soldado e Fernando Torres
David Luiz fez um golaço na vitória do Chelsea (Foto: www.chelseafc.com )
Um dos cartões postais do futebol brasileiro atualmente são os zagueiros. E foram eles que chamaram a atenção na quinta-feira nos principais torneios de clubes da América do Sul e da Europa.
No Velho Mundo, David Luiz voltou a atuar como volante na vitória do Chelsea por 3 x 1 sobre o Basel. Mas não foi só. O beque marcou um golaço em um chute de primeira no ângulo do goleiro Sommer.
David Luiz se consolida cada vez mais como titular da Seleção Brasileira de Luiz Felipe Scolari. Há quem ainda o questione, mas contra as excelentes exibições do zagueiro não há argumentos.
Felipão também gosta do zagueiro Luisão, com quem trabalhou no Cruzeiro. O capitão do Benfica ajudou o time lusitano a derrotar o Fenerbahçe por 3 x 1 e levou os Encarnados à final da Liga Europa.
David Luiz e Luisão foram parceiros na defesa titular do Benfica, mas, em 15 de maio, serão inimigos na bela Amsterdam Arena, palco da decisão da Liga Europa entre Chelsea e Benfica.
Na Libetadores, dois zagueiros chamaram a atenção negativamente. No clássico brasileiro das oitavas de final, o experiente Lúcio agiu infantilmente no lance em que foi expulso na derrota do São Paulo.
O tricolor fazia a melhor partida do ano diante do Atlético-MG até o pentacampeão mundial enfraquecer a equipe de Ney Franco ao ser punido com o cartão vermelho. O Galo virou e venceu: 2 x 1.
No Equador, o vilão da derrota do Fluminense por 2 x 1 para o Emelec foi Leandro Euzébio. Além de marcar um gol contra e dar sustos na torcida, o beque recebeu cartão amarelo barato por reclamação.
No mesmo jogo, um veterano que começou como zagueiro, virou volantee voltou a ser zagueiro neste fim de carreira comeu a bola. Foi digna de aplausos a exibição de Gilberto Silva no Morumbi.
A decisão entre Bayern de Munique e Borussia Dortmund caiu do céu para os técnicos das principais seleções classificadas para a Copa das Confederações, de 15 a 30 de junho, no Brasil.
Se a final de 25 de maio, em Londres, fosse disputada entre Real Madrid e Barcelona, o duelo teria até 28 jogadores espanhóis e quatro brasileiros. Um problemão para Vicente del Bosque e Felipão.
Laterais titulares da Seleção Brasileira, Daniel Alves e Marcelo participariam da decisão, assim como Adriano e Kaká, todos cotados para figurar na lista dos 23 de Felipão, a ser divulgada em 14 de maio.
Com a inédita final alemã, tanto Vicente del Bosque quanto Felipão podem até se dar ao luxo de antecipar os treinos. Além disso, terão nas mãos jogadores um pouco mais descansados.
Dos oito países candidatos ao título da Copa das Confederações, apenas dois terão representantes na final da Champions League: quatro brasileiros e um espanhol.
O versátil zagueiro e volante Javi Martínez defende o Bayern de Munique e tentará premiar o clube alemão com o pentacampeonato europeu antes de se apresentar à Fúria.
Ao lado dele, atuam dois convocáveis de Felipão: o volante Luiz Gustavo e o zagueiro Dante. Rafinha é o outro nome verde-amarelo na lista, mas é uma carta praticamente fora do baralho.
O Borussia Dortmund não conta com nenhum jogador nascido na Itália, Espanha, Uruguai, Taiti, Nigéria, Japão ou México. A exceção é o brasileiro Felipe Santana, que também não teve chance com Felipão.
Convocáveis classificados para a final da Liga dos Campeões
» Bayern de Munique
Javi Martínez (Espanha), Rafinha (Brasil), Dante (Brasil) e Luiz Gustavo (Brasil)
» Borussia Dortmund
Felipe Santana (Z)
Demorou, mas a Alemanha é novamente campeã do principal torneio de clubes do mundo.
Para mim, a explicação para uma decisão alemã e não espanhola, entre Barça e Real, é simples:
Umbilicais, catalães e merengues se estudaram tanto para os seus superclássicos...
...que fecharam os olhos para a revolução alemã protagonizada justamente por quem os atropelou e eliminou.
A final de 25 de maio, entre Bayern e Borussia Dortmund, em Wembley dá o sétimo título a Alemanha.
De quebra, é a quarta decisão nacional da Liga dos Campeões em mais de 50 anos de história.
Em 2000, o Real Madrid desbancou o Valencia na decisão 100% Espanha.
Três anos depois, a Itália viu o Milan superar a arquirrival Juventus na decisão por pênaltis.
A Inglaterra protagonizou a decisão de 2008, quando o Chelsea bateu o Manchester United.
Chegou a vez da Alemanha. O país não faturava o título desde 2001, quando o Bayern virou tetra.
Desde então, os germânicos chegaram três vezes à final e foram vice-campeões.
Em 2002, o Bayer Leverkusen perdeu o título para o Real Madrid. Lembra do golaço de Zidane?
Na edição de 2010, a Internazionale estragou a festa do Bayern de Munique.
Na temporada anterior, o Chelsea desbancou o Bayern de Munique dentro da Allianz Arena.
Em tempos de globalização, os elencos de Bayern e Borussia trazem uma outra curiosidade.
Nenhum jogador dos dois clubes – repito, nenhum – tem no currículo um título de Liga dos Campeões.
Tem mais... Wembley, o maior templo do futebol mundial, recebeu a final cinco vezes...
... Jamais com a presença de um clube alemão em Londres!
Resumindo: vai faltar cerveja na capital inglesa. A final promete demais.
Até lá!
» Os títulos alemães
1974 –
Bayern de Munique
1975 –
Bayern de Munique
1976 –
Bayern de Munique
1983
–
Hamburgo
1997 –
Borussia Dortmund
2001 –
Bayern de Munique
2013 –
Bayern de Munique ou Borussia Dortmund
» As finais domésticas
2000 – Real Madrid-ESP 3 x 0 Valencia-ESP
2003 – Milan-ITA 0 (3) x 0 (2) Juventus-ITA
2008 – Manchester United-ING (6) 1 x 1 (5) Chelsea-ING
» As finais em Wembley
1963 –
Milan 2 x 1 Benfica
1968 –
Manchester United 2 x 0 Benfica
1971 –
Ajax 2 x 0 Panathinaikos
1992 –
Barcelona 1 x 0 Sampdoria
2011 – Barcelona 3 x 1 Manchester United
2012
–
Bayern de Munique x Borussia Dortmund
Em 7 de março de 2012, Messi levou a bola para casa depois de fazer 5 gols no alemão Bayer Leverkusen
A missão do Barcelona de, no mínimo, dar o troco no Bayern nesta quarta-feira, no Camp Nou, dos 4 x 0 da semana passada, na Allianz Arena, seria impossível se, do lado azul-grená, não estivesse um extraterrestre chamado Lionel Messi.
O melhor jogador do mundo tem fama de carrasco dos clubes alemães na Liga dos Campeões da Europa. Em 10 partidas contra clubes germânicos no torneio, o camisa 10 venceu 5, empatou quatro e perdeu 1.
A única derrota foi justamente na semana passada, no massacre bávaro por 4 x 0, na Allianz Arena, numa das poucas vezes em que Messi passou em branco em um duelo contra adversário alemão.
A história de Messi na Liga dos Campeões aponta que a Alemanha é a maior vítima dele na competição. Dos 59 na competição, o argentino marcou 12 em times germânicos. Os ingleses amargaram 8.
No total, Messi entrou em campo 10 vezes contra equipes alemãs. Logo, a média é de 1,2 por partida. No Camp Nou, foram 9 gols em 3 exibições diante de adversários alemães. Média de 3 por jogo!
A exibição inesquecível de Messi contra alemães na Liga dos Campeões foi na temporada de 2011/2012. Messi balançou a rede do Bayer Leverkusen 5 vezes nas quartas de final, em 7 de março de 2012.
A diferença é que, naquele dia, era o Bayer Leverkusen. Hoje, é o Bayern de Munique, com direito a uma vantagem assustadora de 4 x 0 construída na partida de ida. Um desafio para o SuperMessi.
Os 59 gols de Messi na Champions League por país
|
País
|
Gols
|
Casa
|
Fora
|
Campo neutro
|
|
1. Alemanha
|
12
|
9
|
3
|
0
|
|
2. Inglaterra
|
8
|
6
|
0
|
2
|
|
3. Ucrânia
|
5
|
1
|
4
|
0
|
|
4. Itália
|
5
|
4
|
1
|
0
|
|
5. Grécia
|
4
|
3
|
1
|
0
|
|
6. França
|
4
|
2
|
2
|
0
|
|
7. Escócia
|
4
|
1
|
3
|
0
|
|
8. Rússia
|
4
|
2
|
2
|
0
|
|
9. Dinamarca
|
3
|
2
|
1
|
0
|
|
10. Rep. Tcheca
|
3
|
0
|
3
|
0
|
|
11. Suíça
|
2
|
1
|
1
|
0
|
|
12. Espanha
|
2
|
0
|
2
|
0
|
|
13. Bielorrúsia
|
2
|
0
|
2
|
0
|
|
14. Portugal
|
1
|
0
|
1
|
0
|
|
Total
|
59
|
31
|
26
|
2
|
O Borussia Dortmund está de volta à final da Liga dos Campeões da Europa depois de 15 anos.
Campeão em 1997, o clube alemão aguarda o adversário entre Bayern de Munique e Barcelona.
Independentemente do inimigo no próximo 25 de maio, em Wembley, o clube perdeu a chance de fazer história ao perder por 2 x 0 para o Real Madrid no Estádio Santiago Bernabéu.
O clube tinha a chance de faturar o bicampeonato e entrar para o grupo dos vencedores invictos.
Até ontem, o Borussia Dortmund acumulava 7 vitórias e 3 empates, mas perdeu a primeira.
Cinco clubes conseguiram conquistar pelo menos uma vez o troféu de forma invicta.
Na temporada de 1963/1964, a Internazionale deu a volta olímpica com 7 vitórias e 2 empates.
Em 1978/1979, o Nottingham Forest ergueu a taça com 6 vitórias e 2 empates.
Na versão de 1990/1991, o Estrela Vermelha triunfou 5 vezes e empatou 4.
O Olympique de Marselha imitou a campanha do clube iugoslavo em 1992/1993.
O Barcelona conseguiu a proeza na temporada de 2005/2006: 9 vitórias e quatro empates.
Quatro clubes conseguiram o título invicto duas vezes:
Liverpool (1980/1981 e 1983/1984), Milan (1988/1989 e 1993/1994), Ajax (1971/1972 e 1994/1995) e o Manchester United (1998/1999 e 2007/2008).
A campanha (quase) invicta do Borussia Dortmund
» Fase de grupos
Borussia Dortmund 1 x 0 Ajax
Manchester City 1 x 1 Borussia Dortmund
Borussia Dortmund 2 x 1 Real Madrid
Real Madrid 2 x 2 Borussia Dortmund
Ajax 1 x 4 Borussia Dortmund
Borussia Dortmund 1 x 0 Manchester City
» Oitavas de final
Shakhtar Donetsk 2 x 2 Borussia Dortmund
Borussia Dortmund 3 x 0 Shakhtar Donetsk
» Quartas de final
Málaga 0 x 0 Borussia Dortmund
Borussia Dortmund 3 x 2 Málaga
» Semifinal
Borussia Dortmund 4 x 1 Real Madrid
Real Madrid 2 x 0 Borussia Dortmund
Gramado do Mané Garrincha será transportado em 300 rolos em 14 caminhões refrigerados
A madrugada foi de trabalho pesado na fazenda onde o gramado do Estádio Nacional de Brasília foi plantado. Importado da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, a grama do popular Mané Garrincha foi colhida na madrugada desta quinta-feira, cortada, armazenada em 300 rolos de 1,20m por 19m, e distribuída nos 14 caminhões refrigerados que farão o trajeto de 1.600 km entre as cidades de Neópolis, a capital sergipana do frevo, e Brasília. O comboio parte ainda nesta quinta-feira rumo à capital federal. Os primeiros chegam até o fim da tarde de sábado e o plantio começa no domingo.
O plano A era que a primeira carreta deixasse a fazenda durante a madrugada, mas a forte chuva que atingiu Neópolis faria com que as máquinas importadas da Espanha patinassem no momento do corte.
Profissionais do Camp Nou, a badalada arena do Barcelona, acompanharam todo o processo de colheita do gramado.
O primeiro jogo previsto para batizar o tapete é a final do Campeonato Candango, em 18 de maio, entre o Brasília e o campeão do segundo turno — Brasiliense, Ceilândia, Ceilandense e Sobradinho.
A assembleia geral da semana passada da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro, não serviu apenas para aprovar o faturamento de R$ 381,2 milhões em 2012 – superávit de R$ 55,6 milhões. Alguns dos 26 estados representados – Minas Gerais não compareceu – usaram o encontro para reivindicar partidas da Série A do Campeonato Brasileiro nas cidades sedes das Copas das Confederações e do Mundo. Foi o caso de Brasília.
Palco do jogo da primeira rodada, entre Santos e Flamengo, em 26 de maio, o DF tem tudo para receber mais partidas do Nacional. A garantia é do presidente da Federação do Estado do Rio de Janeiro (Ferj). Nos bastidores, a capital do país praticamente transformou um inimigo ferrenho em um importantíssimo aliado para que os clubes cariocas mandem jogos na cidade: o presidente Rubens Lopes ( ler entrevista ao término deste post ).
Quando a CBF decidiu atender o pedido do governador do DF, Agnelo Queiroz, para receber um clube carioca no remodelado Mané Garrincha, Rubens Lopes tentou estragar a festa. O dirigente disse que os times da federação dele só atuariam fora do Rio se não fosse mandantes. Para evitar desgaste, o presidente da CBF, José Maria Marin, e seu fiel escudeiro, Marco Polo Del Nero, manobraram e convenceram o Santos a ser o “dono da casa” na primeira rodada, contra o Flamengo, em 26 de maio.
Na assembleia presidida por Rubens Lopes, Brasília começou a virar o jogo. Diante da interdição do Engenhão e da entrega do Maracanã à Fifa, Rubens Lopes foi convencido pela cúpula da CBF, representada pelo vice-presidente da entidade pela região Centro-Oeste, Weber Magalhães, de que, não só o Mané Garrincha, mas o Bezerrão, no Gama, e o Serejão, em Taguatinga, são alternativas aos clubes cariocas. Flexível, o mandatário carioca amoleceu o coração e vai sinalizar positivamente para que Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco mandem jogos fora da Cidade Maravilhosa. Pelo menos, enquanto o Engenhão estiver fechado e o Maracanã não puder ser usado pelos clubes cariocas.
Divulgada há duas semanas, a tabela detalhada das 10 primeiras rodadas da Série A tem 34 dos 100 jogos sem local definido – a maioria (18), justamente de clubes cariocas. No espaço reservado ao local e ao estádio, aparece apenas: “a definir”.
Rubens Lopes resistia, principalmente, por causa da parte da arrecadação destinada à Federação Carioca. Com a autorização para que Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco possam mandar jogos fora do Rio, o DF tem sinal verde para negociar mais partidas da elite na capital federal. Uma oportunidade nada desprezível.
Bate-bola com...
Rubes Lopes, presidente da Federação do Estado do Rio
MPL – A tabela do Brasileirão tem vários jogos de times cariocas sem local definido e o Rio está sem o Engenhão e o Maracanã. O senhor aceita que os clubes filiados à Ferj joguem em outra cidade?
Rubens Lopes – Enquanto não tivermos um grande estádio a serviço dos quatro grandes clubes do Rio, nós estamos admitindo a possibilidade de liberar os quatro a mandarem seus jogos fora do estado do Rio. Pode ser em Brasília, enfim, onde eles quiserem, mas, para isso, nós temos que estabelecer alguns critérios.
Quais são os seus critérios?
A Federação do Rio e a outra que requisitar o jogo têm de entrar em um acordo principalmente financeiro (arrecadação). Isso requer muita clareza para que ninguém seja prejudicado. Além disso, uma partida envolve aspectos legais, logísticos e operacionais. Alguém tem que assumir a segurança do jogo, por exemplo, as hospedagens, a emissão dos bilhetes, são aspectos muito específicos.
Na última vez que o entrevistei, o senhor praticamente vetou a CBF de colocar o Flamengo como mandante da partida de 26 de maio, em Brasília, na abertura do Brasileirão. A que se deve essa mudança de postura?
Naquele momento, nós não estávamos sem o Engenhão (interditado). Isso pesou bastante. Eu não poderia ser tão radical.
Algum clube já pediu para mandar jogo fora do Rio no Campeonato Brasileiro?
Botafogo e Flamengo, mas ambos não especificaram em qual praça (local da partida).
E os clubes já conhecem a sua decisão?
Não, mas eles serão devidamente comunicados no momento oportuno. Ainda temos tempo até o início do Campeonato Brasileiro.
Quais são as chances, por exemplo, de Brasília receber algum jogo?
Eu diria que muito grandes. O Weber Magalhães, daí de Brasília, tem se empenhado muito nisso. Ele é o vice-presidente da CBF pela região Centro-Oeste e tem um peso grande nisso.
A partir do momento que o Engenhão e o Maracanã forem liberados, o senhor volta a vetar jogos dos cariocas fora do Rio...
Sim, até porque o torcedor não pode ter o direito de ver o clube jogar na cidade violado. Volto a repetir. Isso só está acontecendo porque estamos sem grandes estádios.
MOVIMENTO DOS SEM-TETO
Jogos de times cariocas como mandantes sem local definido na tabela do Brasileirão
25/5 – Fluminense x Atlético-PR
29/5 – Botafogo x Santos e Flamengo x Ponte Preta
1/6 – Botafogo x Cruzeiro
2/6 – Fluminense x Criciúma
5/6 – Flamengo x Náutico e Vasco x Atlético-MG
8/6 – Vasco x Bahia
12/6 – Fluminense x Goiás
6/7 – Flamengo x Coritiba
7/7 – Botafogo x Fluminense
13/7 – Fluminense x Internacional
14/7 – Vasco x Flamengo
20/7 – Botafogo x Náutico
21/7 – Fluminense x Vasco
28/7 – Flamengo x Botafogo
31/7 – Fluminense x Cruzeiro
1/8 – Botafogo x Vitória
Nascido em 22 de abril de 1982, Kaká festeja 31 anos nesta segunda-feira
0
Número de gols de Kaká na cidade em que nasceu, o Distrito Federal, jogando tanto pelo São Paulo quanto pela Seleção Brasileira
1
Título de melhor do mundo tem o meia nascido em 22/4/1982
1
Gol tem Kaká em 768 minutos em campo pela Seleção Brasileira em Copas do Mundo
1
Gol marcou Kaká em 5 exibições pela Seleção Brasileira Sub-20
1
Gol fez Kaka na final do Mundial de Clubes de 2007, na vitoria por 4 x 2 sobre o Boca Juniors
2
Número de filhos de Kaká: Isabella e Luca
2
Número de gols marcados por Kaká na primeira final como profissional, em 2002, no Torneio Rio-SP
2
Número de parentes de Kaká que também são jogadores profissionais: o irmão Digão e o primo Delani
3
Copas do Mundo disputou o craque do Real Madrid: 2002, 2006 e 2010
3
Taças tem Kaká pela Seleção Brasileira: Copa do Mundo (2002) e Copa das Confederações (2005 e 2009)
3
Número de cartões vermelhos ao longo da carreira: um no São Paulo, um na Seleção e um no Real Madrid
3
Recorde de gols em um só jogo. Vítimas: Chievo e Anderlecht, em 2006, e o Reggina, em 2008
3
Número de vezes que Kaká jogou em Brasília: uma pelo São Paulo, contra o Gama, e duas com a Seleção Brasileira
7 anos
Tempo de casamento do craque com a pastora Caroline Celicco
8
Número de camisa predileto do craque no São Paulo e no Real Madrid
8,2 milhões de euros
Preço pago pelo Milan, ao São Paulo, ao comprar o jogador, em agosto de 2003
10
Número de gols de Kaká na Champions League de 2006/2007. Foi artilheiro e campeão europeu pelo Milan
10
Número da camisa de Kaká na Copa do Mundo de 2006
14
Número de títulos de Kaká em 12 anos de carreira: 2 no São Paulo, 6 no Milan, 3 no Real e 3 na Seleção.
14,5 milhões de euros
Salário anual de Kaká, o 13º maior do mundo entre os jogadores de futebol segunda a revista Forbes
18 minutos
Tempo em Kaká esteve em campo na campanha vitoriosa da Seleção Brasileira em 2002
22
Camisa escolhida por Kaká na chegada ao Milan, uma referência ao dia do aniversário: 22/4/1982
23
Número da camisa de Kaká na conquista do pentacampeonato mundial, em 2002
26
Gols tem Kaká até o momento em 106 exibições pelo Real Madrid
28
Gols tem Kaká na Liga dos Campeões da Europa: é o maior artilheiro brasileiro na história do torneio
29
Número de gols com a camisa da Seleção Brasileira principal, em 87 partidas
30
Número de gols de Kaká em 75 exibições pelo São Paulo
65 mihões de euros
Valor pago pelo Real Madrid ao Milan, em 2009, na quarta transação mais cara da história do futebol
95
Número de gols de Kaká em 270 partidas com a camisa do Milan
180
Quantidade de gols marcados desde a estreia como profissional
1.047
Número de pontos de Kaká quando foi eleito o melhor do mundo em 2007. Vice, Messi teve 504
A liga nacional mais gringa do mundo não é disputada na América do Sul, na Europa, na Ásia ou na África do Sul. O torneio campeão de estrangeiros rola na América do Norte, mais especificamente, no Canadá. Dos 106 jogadores inscritos na competição, 78 (73,6%) não nasceram no país.
O Canadá deixa para trás, por exemplo, o Campeonato Inglês. A Premier League tem 494 jogadores matriculados na elite. Do total, 326, ou 66%, nasceram fora da terra da rainha. A França lidera o ranking com 31 inscritos no Inglês, contra 29 da Irlanda, 25 da Espanha, 19 da Escócia e 15 do País de Gales. Em sexto lugar aparece o Brasil, com 13 atletas empregados nos 20 clubes mais importantes da Inglaterra.
FEIRA DOS IMPORTADOS
Saiba quais são as ligas nacionais com mais jogadores estrangeiros entre os inscritos
|
Campeonato...
|
Jogadores inscritos
|
Estrageiros
|
Percentual
|
|
Canadense
|
106
|
78
|
73,6%
|
|
Inglês
|
494
|
326
|
66%
|
|
Cipriota
|
357
|
218
|
61,1%
|
|
Italiano
|
562
|
302
|
53,7%
|
|
Português
|
422
|
224
|
53,1%
|
|
Belga
|
453
|
232
|
51,2%
|
|
Russo
|
422
|
208
|
49,3%
|
|
Alemão
|
525
|
257
|
49%
|
|
Escocês
|
295
|
138
|
46,8%
|
|
Norte-Americano
|
524
|
231
|
44,1%
|
|
Francês
|
535
|
228
|
42,6%
|
|
Suíço
|
264
|
111
|
42%
|
|
Ucraniano
|
395
|
153
|
38,7%
|
|
Espanhol
|
500
|
187
|
37,4%
|
|
Turco
|
518
|
189
|
36,5%
|
|
Holandês
|
522
|
181
|
34,7%
|
|
Húngaro
|
420
|
144
|
34,3%
|
|
Norueguês
|
375
|
122
|
32,5%
|
|
Grego
|
472
|
146
|
30,9%
|
|
Dinamarquês
|
284
|
85
|
29,9%
|
|
Romeno
|
495
|
140
|
28,3%
|
|
Sueco
|
392
|
108
|
27,6%
|
|
Catariano
|
465
|
119
|
25,6%
|
|
Polonês
|
455
|
115
|
25,3%
|
|
Austríaco
|
264
|
59
|
22,3%
|
ATLÉTICO-MG x SÃO PAULO
Jogo de ida:
Morumbi, em São Paulo
Jogo de volta:
Independência, em Belo Horizonte
Títulos em jogo:
3 do São Paulo (1992, 1993 e 2005), Nenhum do Atlético
Retrospecto e curiosidades
São seis duelos na história da Libertadores, jamais no mata-mata. Na fase de grupos de 1972, empate por 2 x 2, no Mineirão, e 0 x 0, no Morumbi. Na edição de 1978, 1 x 1 em Belo Horizonte, e vitória do Galo por 2 x 1, na capital paulista. Na versão atual, triunfo alvinegro por 3 x 2 e tricolor por 2 x 0.
TIMES-BASE
Atlético-MG (4-2-3-1)
Victor
Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Junior Cesar
Pierre e Leandro Donizete
Diego Tardelli, Ronaldinho Gaúcho e Bernard
Jô
Técnico:
Cuca
Campanha:
5v, 1d, 16gp, 9gc
Artilheiros:
Ronaldinho Gaúcho, Diego Tardelli e Jô, 3 gols
São Paulo (4-2-3-1)
Rogério Ceni
Paulo Miranda, Lúcio, Rafael Toloi e Cortez (Thiago Carleto)
Denílson e Wellington
Aloísio, Jadson e Osvaldo
Luis Fabiano
Técnico:
Ney Franco
Campanha:
3v, 1e, 4d, 16gp, 12gc
Artilheiro: Luis Fabiano, 4 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
São Paulo
TIJUANA-MÉX x PALMEIRAS
Jogo de ida:
Pacaembu, em São Paulo
Jogo de volta:
Estádio Callente, em Tijuana
Títulos em jogo:
1 do Palmeiras (1999), Nenhum do Tijuana
Retrospecto e curiosidades
O duelo é inédito. Campeão em 1999, o Palmeiras tenta repetir o feito de 2009, a última vez que o clube foi além das oitavas de final. Estreante, o Tijuana pretende igualar os feitos do Cruz Azul e do Chivas. Ambos levaram o México a dois vice-campeonatos no principal torneio de clubes da América do Sul.
TIMES-BASE
Palmeiras (3-6-1)
Fernando Prass
Maurício Ramos, Henrique e Marcelo Oliveira
Ayrton, Charles, Márcio Araújo, Souza, Wesley e Juninho
Vinícius
Técnico:
Gilson Kleina
Campanha:
3v, 3d, 5gp, 5gc
Artilheiro:
Charles, 2 gols
Tijuana (4-4-2)
Saucedo
Castillo, Gandolfi, Paulo Aguiar e Nuñez
Fernando Arce, Riascos, Pellerano e Fidel Martínez
Moreno e Crespin
Técnico:
Antonio Mohamed
Campanha:
4v, 1e, 1d, 8gp, 4gc
Artilheiro:
Fidel Martínez, 3 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
Tijuana
CORINTHIANS x BOCA JUNIORS-ARG
Jogo de ida:
La Bombonera, em Buenos Aires
Jogo de volta:
Pacaembu, em São Paulo
Títulos em jogo:
1 do Corinthians (2012), 6 do Boca Juniors (1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007)
Retrospecto e curiosidades
Finalistas da edição do ano passado, com empate por 1 x 1 em Buenos Aires, e triunfo alvinegro em São Paulo, por 2 x 0, Corinthians e Boca Juniors voltam a se encontrar nas oitavas de final depois de 21 anos. Em 1991, o Boca venceu em casa, por 3 x 1, e despachou o Timão na capital paulista com 1 x 1.
TIMES-BASE
Corinthians (4-4-2)
Julio Cesar
Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos
Danilo, Ralf, Paulinho e Renato Augusto
Alexandre Pato (Emerson) e Guerrero
Técnico:
Tite
Campanha:
4v, 1e, 1d, 10gp, 2gc
Artilheiro:
Guerrero, 4 gols
Boca Juniors (4-4-2)
Orión
Sosa, Caruzzo, Burdisso e Clemente Rodríguez
Erviti, Ledesma, Somoza e Paredes
Martínez e Blandi
Técnico:
Carlos Bianchi
Campanha:
3v, 3d, 7gp, 7gc
Artilheiro:
Riquelme, Santiago Silva, Pérez, Somoza, Blandi, Fernández e Martínez, 1 gol
Aposta do Blog Drible de Corpo
Corinthians
VÉLEZ SARSFIELD-ARG x NEWELL’S OLD BOYS-ARG
Jogo de ida:
Estádio Colosso do Parque, em Rosário
Jogo de volta:
Estádio Jose Amalfitani, em Buenos Aires
Títulos em jogo:
1 do Vélez Sarsfield (1994), nenhum do Newell’s Old Boys
Retrospecto e curiosidades
Revanche das oitavas de final de 2006, quando o Vélez Sarsfield derrotou o Newell’s Old Boys por 4 x 2 na partida de ida, em Rosário, e administrou um empate por 2 x 2, em Buenos Aires. Independentemente do vencedor, a Argentina já tem um time garantido nas quartas de final.
TIMES-BASE
Vélez Sarsfield (4-3-1-2)
Sosa
Cubero, Sebá, Tobio e Papa
Bella, Gago e Freire
Insua
Pratto e Ferreyra
Técnico:
Ricardo Gareca
Campanha:
4v, 1e, 1d, 10gp, 3gc
Artilheiros:
Insúa e Copete, 2 gols
Newell’s Old Boys (4-3-3)
Guzmán
Cáceres, Vergini, Heinze e Casco
Pérez, Villalba e Maxi Rodríguez
Bernardi, Scocco e Tonso
Técnico:
Gerardo Martino
Campanha:
3v, 3d, 11gp, 10 gc
Artilheiro:
Scocco, 4 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
Vélez Sarsfield
INDEPENDIENTE SANTA FÉ-COL x GRÊMIO
Jogo de ida:
Arena Grêmio, em Porto Alegre
Jogo de volta:
El Campín, em Bogotá
Títulos em jogo:
Nenhum do Independiente, 2 do Grêmio (1983 e 1995)
Retrospecto e curiosidades
Mais um confronto inédito. A boa lembrança para a torcida tricolor gaúcho vem de 1995, quando o time de Felipão derrotou um outro colombiano, o Nacional, em Medellín, e conquistou o bicampeonato continental. Em 2003, o Independiente Medellín desbancou o Grêmio nas quartas de final.
TIMES-BASE
Independiente (3-4-1-2)
Vargas
Valdés, Mendoza e Quiñonez
Anchico, Torres, Bedoya e Arias
Omar Pérez
Medina e Borja
Técnico:
Wilson Gutiérrez
Campanha:
4v, 2e, 9gp, 4gc
Artilheiros:
Borja, 4 gols
Grêmio (4-4-2)
Dida
Pará, Cris, Werley e André Santos
Alex Telles, Fernando, Souza e Zé Roberto
Kléber e Barcos
Técnico:
Vanderlei Luxemburgo
Campanha:
3v, 2e, 3d, 11gp, 7gc
Artilheiros:
Barcos e Zé Roberto, 3 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
Grêmio
NACIONAL-URU x REAL GARCILASO-PER
Jogo de ida:
Estádio Inca de la Vega, em Cusco
Jogo de volta:
Estádio Centenário, em Montevidéu
Títulos em jogo:
3 do Nacional (1971, 1980 e 1988), nenhum do Real Garcilaso
Retrospecto e curiosidades
Nunca antes na história da Libertadores os dois times se encontraram. Estreante no torneio continental, o Real Garcilaso chega às oitavas de final com apenas três anos de vida. O time da cidade de Cusco tem a missão de levar o Peru de volta a uma final depois de 15 anos. O último foi o Sporting Cristal, em 1997.
TIMES-BASE
Nacional (4-3-1-2)
Burian
Núñez, Lembo, Romero e Díaz
Calzada, Sosa e Damonte
Albín
Sánchez e Loco Abreu
Técnico:
Gustavo Díaz
Campanha:
3v, 1e, 2d, 10gp, 6gc
Artilheiro:
Iván Alonso, 3 gols
Real Garcilsaso (4-4-2)
Butrón
Herrera, Guadalupe, Bogado e Santillán
Retamoso, Gamarra, Ramos e Ortíz
Montes e Ferreyra
Técnico:
Freddy Garcia
Campanha:
3v, 1e, 2d, 8gp, 7gc
Artilheiro:
Gamarra, 2 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
Nacional
OLIMPIA-PAR x TIGRE-ARG
Jogo de ida:
Estádio José Delllagiovanna, em Victoria
Jogo de volta:
Estádio Defensores del Chaco, em Assunção
Títulos em jogo:
2 do Olimpia (1979, 1990 e 2002), nenhum do Tigre
Retrospecto e curiosidades
O Tigre é mais um estreante na Libertadores classificado para o mata-mata. Assim como o Real Garcilaso, o time argentino tentará surpreender na primeira aparição em um mata-mata. A missão não é nada fácil: o Olimpia tem na camisa um tricampeonato continental que, no mínimo, impõe respeito.
TIMES-BASE
Olimpia (4-4-2)
Martín Silva
Alejandro Silva, Candía, Meza e Baéz
Miranda, Ortíz e Aranda
Guzmán
Ferreyra e Bareiro
Técnico:
Ever Almeida
Campanha:
5v, 2e, 1d, 18gp, 7gc
Artilheiro:
Bareiro, 4 gols
Tigre (4-4-2)
García
Galmarini, Donatti, Urban e Leone
Echevarría, Ferreira, Botta e Peñalba
Motta
Santander e Maggiolo
Técnico:
Freddy Garcia
Campanha:
5v, 3d, 14gp, 11gc
Artilheiro:
Botla, 4 gols
Aposta do Blog Drible de Corpo
Olimpia
FLUMINENSE x EMELEC-EQU
Jogo de ida:
Estádio George Capwell, em Guayaquil
Jogo de volta:
São Januário, no Rio
Títulos em jogo:
Nenhum
Retrospecto e curiosidades
Os dois times só se enfrentaram uma vez na história. Ainda assim, não foi na Copa Libertadores da América. Em 29 de abril de 1950, ambos empataram por 2 x 2 em um amistoso disputado na cidade equatoriana de Guayaquil. Portanto, um reencontro valendo vaga nas quaras de final depois de 62 anos.
TIMES-BASE
Fluminense (4-2-3-1)
Diego Cavalieri
Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos
Jean e Edinho
Wellington Nem, Deco e Thiago Neves
Fred
Técnico:
Abel Braga
Campanha:
3v, 2e, 1d, 5gp, 5gc
Artilheiro: Fred, 2 gols
Emelec (4-4-2)
Dreer
Francis, Quiñonez, Achilier e Bagui
Mondaini, Wila, Pedro Quiñonez e Giménez
Zeballos e Caicedo
Técnico:
Gustavo Quinteros
Campanha:
3v, 1e, 2d, 5gp, 4gc
Artilheiros:
Gaibor, De Jesús, Nasuti, Angulo Pata, 1 gol
Aposta do Blog Drible de Corpo
Fluminense
Dois clubes tradicionais do futebol mundial estão prestes a amargar o primeiro rebaixamento na centenária história. Na Argentina, o Independiente está com um pé na segunda divisão. Na Grécia, a possível vítima da degola, a uma rodada do fim do Nacional, é o AEK.
Recordista de títulos na Copa Libertadores da América, o Independiente ocupa a zona de rebaixamento no Campeonato Argentino devido à média, que leva em conta a campanha dos clubes nas últimas três temporadas do nacional, ou seja, nos últimos três torneios iniciais e três finais.
No chamado promedio, o Independiente é o primeiro time da zona de rebaixamento, com 1,115, atrás. Os outros dois são o San Martin de San Juan (1,091), responsável por uma goleada por 6 x 1 sobre o Boca Juniors no fim de semana, e o Unión, de Santa Fé (1,015). O primeiro fora é o Quilmes (1,185).
A sorte do Independiente é que faltam 10 rodadas para o encerramento do Torneio Final, o antigo Clausura. Portanto, a fé ainda pode mover montanhas na Argentina. A novidade na briga contra a queda é a contratação do técnico Miguel Angel Brindisi no lugar do demitido Americo Gallego.
Para quem esqueceu, um lembrete: o Independiente tem no currículo 14 títulos argentinos, 7 da Libertadores e 2 Mundiais de Clubes. Além disso, revelou, entre outros, jogadores como Bochini, Pastoriza, Trossero, Bertoni, Burruchaga, Gustavo López, Gabriel Milito e a sensação Kun Aguero.
Na Grécia, a situação do AEK é simplesmente desesperadora. No fim de semana, o clube de 89 anos, dono de 11 títulos nacionais e de 14 Copas da Grécia, perdeu por 1 x 0 para o Panthrakikos, na penúltima rodada, e depende de um milagre no capítulo final para escapar.
Vice-lanterna, o AEK chega à última rodada com 30 pontos, mesmo número de pontos do Panthrakikos. Além de derrotar o Atromitos, o AEK precisa de uma combinação de resultados para driblar o inédito rebaixamento. Além disso, depende de tropeços do Panthrakikos, do OFI Creta e do Aris Tessalônica.
CLUBE DOS JAMAIS REBAIXADOS
» Campeonato Alemão
Hamburgo
» Campeonato Argentino
Independiente e Boca Juniors
» Campeonato Brasileiro
Cruzeiro, Flamengo, Internacional, Santos e São Paulo
» Campeonato Chileno
Colo Colo
» Campeonato Equatoriano
Barcelona de Guayaquil
» Campeonato Escocês
Celtic e Aberdeen
» Campeonato Espanhol
Athletic Bilbao, Barcelona e Real Madrid
» Campeonato Grego
AEK, Olympiakos, Panathinaikos e PAOK Salônica
» Campeonato Holandês
Ajax, Feyenoord, PSV e Ultrecht
» Campeonato Italiano
Internazionale
» Campeonato Português
Benfica, Porto e Sporting
» Campeonato Russo
Dínamo de Moscou
» Campeonato Turco
Besiktas, Fenerbahçe e Galatasaray
» Campeonato Uruguaio
Peñarol e Nacional
A edição de maio da revista inglesa World Soccer traz uma ranking dos melhores campeonatos nacionais do mundo. A publicação elaborou a lista com base em oito quesitos: média de público, valor recebido pelo direito de transmissão, média de gols, diversidade de campeões nos últimos 10 anos, quantidade de técnicos com títulos internacionais (Libertadores, Sul-Americana, Liga dos Campeões, Liga Europa, Mundial de Clubes), número de estádios construídos ou reformados, presença de astros da Copa de 2010 e quantidade de representantes em semifinais de competições continentais em 10 anos.
A partir do ranking nos oito quesitos foram atribuídos pontos de 0 a 10 para cada liga. No fim das contas, o título ficou com a Alemanha. Pouco badalada, mas muito bem administrada, a Bundesliga somou 60 pontos. Vice-campeão, o Campeonato Inglês (Premier League) contabilizou 55. Na sequência, aparecem a Serie A (Itália), com 37 pontos, e La Liga (Espanha), com 37.
O primeiro país de fora da Europa no ranking é o Brasil. Mesmo mal gerenciado, o Brasileirão é o quinto colocado com 36 pontos. Dos oito quesitos analisados, o país ficou fora do TOP 10 selecionado pelo blog em dois: média de público, média de gols e presença de astros da Copa de 2010.
Na média de público (13.004), o Brasileirão ficou em 13º lugar, atrás, por exemplo, das ligas da Escócia, Japão, Argentina, China e Estados Unidos. Na média de gol, é o 15º, com 2,47 por partida. Quanto à quantidade de jogadores presentes na última Copa do Mundo, a Série A aparece em 15º, com 13 nomes.
A seguir, o Blog Drible de Corpo mostra o ranking da melhores ligas nacionais e exibe o resultado em cada um dos oito quesitos escolhidos pela revista World Soccer.
Melhores campeonatos do mundo
|
Campeonato
|
Pontos
|
|
1. Alemanha
|
60
|
|
2. Inglaterra
|
55
|
|
3. Espanha
|
46
|
|
4. Itália
|
37
|
|
5. Brasil
|
36
|
|
6. México
|
30
|
|
7. Estados Unidos
|
28
|
|
8. Holanda
|
26
|
|
9. França
|
22
|
|
10. Argentina
|
20
|
Público
|
Campeonato
|
Média
|
|
1. Alemanha
|
45.116
|
|
2. Inglaterra
|
34.600
|
|
3. Espanha
|
28.796
|
|
4. Itália
|
22.466
|
|
5. México
|
21.500
|
|
6. Holanda
|
19.466
|
|
7. França
|
18.860
|
|
8. Estados Unidos
|
18.801
|
|
9. China
|
18.702
|
|
10. Argentina
|
18.000
|
Direitos de televisão por temporada
|
Campeonato
|
Valor anual em libras esterlinas
|
|
1. Inglaterra
|
2,5 bilhões
|
|
2. Alemanha
|
1,7 bilhões
|
|
3. Espanha
|
1,7 bilhões
|
|
4. Itália
|
1,5 bilhões
|
|
5. França
|
1 bilhão
|
|
6. Brasil
|
650 milhões
|
|
7. Rússia
|
614 milhões
|
|
8. México
|
580 milhões
|
|
9. Turquia
|
515 milhões
|
|
10. Holanda
|
431 milhões
|
Gols
|
Campeonato
|
Média
|
|
1. Holanda
|
3,26
|
|
2. Bélgica
|
2,88
|
|
3. Alemanha
|
2,86
|
|
4. Inglaterra
|
2,81
|
|
5. Japão
|
2,79
|
|
6. Espanha
|
2,76
|
|
7. Austrália
|
2,70
|
|
8. Estados Unidos
|
2,64
|
|
9. Portugal
|
2,64
|
|
10. México
|
2,63
|
Campeões diferentes nos últimos 10 anos
|
Campeonato
|
Vencedores
|
|
1. Argentina
|
11
|
|
2. México
|
10
|
|
3. Japão
|
7
|
|
4. Suécia
|
7
|
|
5. Estados Unidos
|
7
|
|
6. Brasil
|
6
|
|
7. China
|
6
|
|
8. França
|
5
|
|
9. Alemanha
|
5
|
|
10. Inglaterra
|
4
|
Técnicos com títulos internacionais nos últimos 10 anos
|
Campeonato
|
Treinadores
|
|
1. Inglaterra
|
5
|
|
2. Brasil
|
3
|
|
3. Alemanha
|
3
|
|
4. Itália
|
2
|
|
5. Ucrânia
|
2
|
|
6. Espanha
|
2
|
|
7. Argentina
|
1
|
|
8. China
|
1
|
|
9. Equador
|
1
|
|
10. França
|
1
|
Estádios novos ou reformados nos últimos 10 anos
|
Campeonato
|
Arenas
|
|
1. Estados Unidos
|
13
|
|
2. Alemanha
|
9
|
|
3. Brasil
|
8
|
|
4. Portugal
|
7
|
|
5. Suíça
|
7
|
|
6. Holanda
|
6
|
|
7. México
|
6
|
|
8. Polônia
|
6
|
|
9. Rússia
|
6
|
|
10. África do Sul
|
5
|
Presença de jogadores que participaram da Copa do Mundo de 2010
|
Campeonato
|
Convocados |
|
1. Inglaterra
|
76
|
|
2. Itália
|
68
|
|
3. Espanha
|
66
|
|
4. Alemanha
|
59
|
|
5. Turquia
|
30
|
|
6. México
|
26
|
|
7. França
|
24
|
|
8. Estados Unidos
|
21
|
|
9. Japão
|
19
|
|
10. Austrália
|
18
|
Clubes semifinalistas de torneios continentais nos últimos 10 anos
|
Campeonato
|
Times
|
|
1. Inglaterra
|
5
|
|
2. Brasil
|
3
|
|
3. Alemanha
|
3
|
|
4. Itália
|
2
|
|
5. Ucrânia
|
2
|
|
6. Espanha
|
2
|
|
7. Argentina
|
1
|
|
8. China
|
1
|
|
9. Equador
|
1
|
|
10. França
|
1
|
Fonte: Revista World Soccer, maio de 2013
