
Um dia depois da magra estreia da Seleção Brasileira na Copa, eu (já sem esmalte por causa do tal jogo com baixo saldo de gols e por causa daquela bola coreana que entrou) decidi fazer minhas unhas em grande estilo.
Mais do que fazer as unhas, me joguei num spa para os pés e mãos (se alguém por aí exclamou "coisa fina", pode crer que é isso mesmo =). Há meses tinha vontade de conhecer o Luluzinha, local especializado em fazer milagres mesmo em pés e mãos tão destratados pelos sapatos desconfortáveis, pelo frio, pelos jogos da Copa. Então, aquele foi o dia ideal.




Nos últimos dias, não faltou atração cultural diversificada e interessante em Belo Horizonte. Dos momentos altos, dois destaques foram a passagem da peça "Avenida Q" por aqui (merece um post só sobre a peça, e ainda quero escrevê-lo) e a estreia do tão esperado (e bem atrasado em sua chegada à BH), "Alice", de Tim Burton (também merece um post só sobre ele). Mas, como acabo de voltar do show do Simply Red, no Chevrolet Hall, ainda no calor do momento, prefiro falar sobre isso. E mostrar as fotos que fiz para o nosso site. Aqui.
É muito bacana essa onda de shows internacionais passando pela cidade. A Sabrina dos anos 1990, que ainda vive em mim, se divertiu horrores com a performance do Cramberries e do Guns'n'Roses, recentemente. E o que falar, então, do show da turnê de despedida do Simply Red? Nostalgia pura, fiquei feliz da vida cantando, ao lado da minha mãe, a música "Stars", cuja letra aprendi nos idos tempos das aulinhas de inglês, no ICBEU.
Enfim, saí de casa e entrei no melhor dos túneis do tempo. Uma bela despedida para a banda inglesa que, apesar de nunca ter estado no topo da minha lista (onde o Guns esteve), criou músicas incríveis que vão durar bem mais do que os 26 anos da carreira que, agora, está prestes a ser encerrada.
Acho que vou passar a semana inteira cantando: "If you don't know me right nooowww/ you will never never never know me... Uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuhhh" =)