Sábado, 19 de maio de 2012 15:28

Amigos do vôlei

O vôlei, graças ao grande time que o Fiat-Minas formou na década de 1980, deu muitas alegrias ao torcedor mineiro e, recentemente, o atacante Pelé, hoje assistente técnico do Minas Tênis Clube, um dos grandes destaques da equipe, reuniu amigos para  falar daquele tempo maravilhoso.


Crédito:  Arquivo Pessoal/Divulgação

Antônio Melane, Elberto, Hilma, Henrique Bassi e Pelé






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Tags: Encontro  de  ex-craques  do  vôlei  mineiro 

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Segunda-feira, 14 de maio de 2012 20:34

Com o melhor

Não há o que contestar no título invicto do Atlético. Foi o melhor do Campeonato, passando pelo América (duas vitórias e um empate), mais o empate diante do Cruzeiro nos jogos em que foi mais exigido.  Os pontos positivos foram as opções criadas por Cuca, que jamais teve a oportunidade de repetir uma formação e mesmo escalando um time que mais parecia um arranjo do meio campo para frente no jogo final, soube se encontrar e vencer com justiça. Um técnico não consegue ganhar dois títulos, um deles invicto, por acaso. É sinal de competência e trabalho. Claro que tem seus erros, mas a soma dos fatores positivos é muito maior.
Gostei muito do futebol do Guilherme, como sempre destaquei. Encaixou finalmente no time, graças a sua inteligência para jogar. É bom ver jogadores com a sua capacidade em ação. Interessante é que o Atlético tem duas opções táticas ofensivas que podem dar certo: jogar sem um centroavante fixo na área, no caso André, ou apenas usando jogadores  que priorizam a velocidade (a técnica não é lá estas coisas), como fez no segundo tempo nos 3 a 0 de domingo. Com uma ressalva: o América não se encontrou e naquela etapa foi ainda pior.  Os defensores tentaram a marcação e não conseguiram. Mais um ponto favorável a Cuca. O esquema, mesmo que pouco preparado, tem de dar certo.
Ainda sobre o Campeonato, vejo que Givanildo Oliveira soube dar um padrão ao América; Leandro Ferreira, o melhor volante do futebol mineiro, e o goleiro Neneca, como os destaques. No final do ano não poderemos esquecer deles na lista dos melhores.
A decepção foi o Cruzeiro: muito pelo futebol que jogou nas semifinais. Foi todo confuso. Para completar, se Adílson Batista viesse - gosto do seu trabalho - seria excelente pelas turbulências do momento.  Para dar certo, teria de eliminar o que ele fez depois que deixou o clube - amargas experiências - e acreditar em que tudo de bom que fez na Toca. Sou testemunha de que é trabalhador, firme e conhece futebol. Mas está chegando Celso Roth. Sucesso  para ele.
Copa do Brasil
Lamentável a participação de Minas na Copa do Brasil. O Goiás eliminou o América e, em seguida, o Atlético. Já o Cruzeiro caiu diante do Atlético-PR. Como foi mais do que falado, Minas caiu para times de segunda e não tem como fugir de uma realidade: reagimos ou vamos figurar entre os que só conseguem dar sinal de vida uma vez a cada 50 anos.
O único alento, neste momento, é saber que com a volta do nosso futebol para Belo Horizonte, nossos times poderão obter sucesso graças à pressão dos torcedores. Não que tenhamos algo contra Sete Lagoas, mas era estranho sair daqui, em todos os jogos, para jogar lá. Não foi a casa do futebol mineiro.
 É difícil encontrar um time que seja unanimidade, exceto o Santos. Este é o único triste alento para nós. Então que possamos crescer tecnicamente, como é a expectativa das outras equipes tradicionais, para que nossas análises não sejam sobre a luta para fugir do rebaixamento.


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Tags: Atlético  campeão  mineiro  de  2012 

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Domingo, 06 de maio de 2012 18:30

Gostaríamos de muito mais

Claro que os torcedores e os críticos queriam muito mais. Mas não se pode negar que América e Atlético fizeram um bom jogo. O placar de 1 a 1 foi justo. Decisão é assim mesmo: mais aplicação do que técnica. Uma pena é que os times mineiros estão fracos para a proposta principal da temporada: o Campeonato Brasileiro. O América precisa de reforços para a Série B e o Atlético, muito mais, para tentar chegar a uma classificação honrosa, que seria brigar por uma vaga para a Copa Libertadores. Mas tem de trazer como dizem hoje: jogadores pontuais. Nada do nível do que já está lá.

Em um jogo decisivo percebe-se claramente quem tem bola para fazer parte de um time vencedor. Pelo Coelho, o goleiro Neneca. Fez defesas firmes, como sempre e transmitiu segurança para toda a equipe. Do Atlético, o atacante Guilherme. Parte da torcida ainda o contesta, mas é um jogador talentoso, inteligente, com um toque de bola diferenciado. Está acima da média. Os demais foram atletas aplicados. Não se pode comparar os esforçados com quem realmente tem bola.

O mais importante é que valeu como primeiro jogo de uma decisão, dentro do que Minas tem hoje no futebol, e os 90 minutos finais serão empolgantes.

Para completar: os primeiros jogos no Independência não apresentaram problemas de violência envolvendo os torcedores. Que a partir de agora, esta nova casa, possa também ser um local de paz e de alegria.

 

 

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Tags: Decisão  do  Campeonato  Mineiro  de  201 

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