Quinta-feira, 27 de agosto de 2015 12:00 am

Depende

Olho vivo, moçada. O garoto curioso espia pela fechadura da porta o banho da irmã. A mãe vê. Contrariada, castiga-o. Recolhe o celular por três dias. “Por quê?”, pergunta ele choroso. Porque você deve expiar o erro.


É isso. Espiar é observar secretamente. Daí espião, espionar, espionagem. Expiar, pagar erros cometidos. Expiação, expiatório, expiável pertencem à mesma família.


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Quarta-feira, 26 de agosto de 2015 12:00 am

Pode ou não pode?

Eta semaninha generosa! Não faltaram assuntos quentes. Falou-se no impeachment da presidente Dilma Rousseff, na redução da maioridade penal, na enrascada do presidente da Câmara dos Deputados. A Operação Lava-Jato deixa os nervos à flor da pele. Corruptos não têm saída. Mantêm as barbas de molho.


O Supremo Tribunal Federal também participou da festa. Em julgamento, o porte de drogas ilícitas. Eis a questão: a pessoa pode ter maconha, cocaína, crack & cia. entorpecente para uso pessoal? A pergunta incendeia paixões. Alguns respondem sim. Outros, não. E daí?


A palavra descriminação entrou em cartaz. Muitos a confundiram com discriminação. Nada feito. O prefixo des-, que aparece em descriminação, é o mesmo que pinta em desobedecer. Dá ideia de negação. Descriminar é deixar de ser crime. Discriminar joga no time de distinguir, tratar de maneira diferente: A Constituição diz que a discriminação é crime.


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Terça-feira, 25 de agosto de 2015 12:00 am

Que tal um sanduichinho?

Sanduíche também quebra o galho. Não faltam tentações — presunto, queijo, filé, franguinho, berinjela, etc. e tal. Uma delas merece cuidado pra lá de especial. Ao pedir sanduíche de mortadela, deixe letras intrusas de fora. Dizer mortandela? Nãooooooooooooooooo! Dá indigestão. Xô, n!


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Segunda-feira, 24 de agosto de 2015 12:00 am

Delícias


Não gosta de frango? Parta pra outra. Que tal uma pizza jeitosa? Seja qual for o sabor, um ingrediente é obrigatório. Trata-se do queijo que derrete no forno e bajula o paladar. A delícia se chama muçarela — assim mesmo, com ç. Existe também a forma mozarela. Você escolhe.


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Domingo, 23 de agosto de 2015 12:00 am

Criatividade em ação

         Virgem Maria! A inflação explode. Devora nosso rico dinheirinho. O mês ficou longo pro salário que encurtou. A saída? Só há uma: abrir alas para a criatividade. Vale o exemplo da Dolores. "A carne está pela hora da morte", reclamou ela no supermercado. Atento, o vendedor lhe apresentou alternativa: "Compre frango. Está mais barato". Ela agradeceu a sugestão. Em casa, não deixou a peteca cair. Caprichou no tempero e na apresentação. Ao servir a delícia, perguntou ao marido:


— Você pode destrinchar o frango? Ele engoliu em seco. Tossiu levemente. Olhou pros com atenção. Por fim, delicado, fez a correção:


— Não posso destrinchar. Mas posso trinchar.


E pôs mãos à obra. Sem pressa, cortou a carne em pedaços. Arrumou-os na travessa. Depois serviu. Quem ganhou a primeira porção? Ela, claro. A cozinheira nota 10.


A diferença


Trinchar é cortar em pedaços a carne servida à mesa. Destrinchar (ou destrinçar) não tem nada a ver com gulas, fomes e sedes. Quer dizer esmiuçar, particularizar, resolver em detalhes: Depois do debate, o comentarista destrinchou o assunto tim-tim por tim-tim . Quem consegue destrinchar o enredo da Lava-Jato ? Comentaristas tentam, mas não conseguem destrinçar as causas que levaram à montagem do esquema que assaltou a Petrobras. Você consegue?


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Sexta-feira, 21 de agosto de 2015 09:49 am

Noel Rosa ensinou


“Tudo aquilo que malandro pronuncia com voz macia é brasileiro. Já passou de português.”

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Sexta-feira, 21 de agosto de 2015 12:05 am

Leitor pergunta

Ouvi dizer que pequeno detalhe é pleonasmo? Achei estranho. Será? (Marcela Boutros)


Há pleonasmos e pleonasmos. Alguns estão na cara. É o caso de subir pra cima, descer pra baixo, entrar pra dentro, sair pra fora . Outros não parecem, mas são. Um deles: panorama geral . Todo panorama é geral. Basta panorama . Outro: pequeno detalhe . Todo detalhe é pequeno. Basta detalhe . Mais um: planos para o futuro . Todo plano é para o futuro. Basta planos . Outros: elo de ligação, país do mundo, ainda continua, manter a mesma . Elo, país, continua e manter dão o recado no tamanho certo — sem mais nem menos.

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Quinta-feira, 20 de agosto de 2015 06:17 pm

Erramos

“Para esses facínoras, tanto faz como tanto fez se o Brasil lá fora esta maculado”, escrevemos na pág. 14. Faltou o acento, não? Melhor: … tanto faz como tanto fez se o Brasil lá fora está maculado. 

 
 

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Quinta-feira, 20 de agosto de 2015 01:10 pm

Distinga alhos de bugalhos

A ver? Haver? Como não confundir as formas que soam do mesmo jeitinho? Seja esperto. Faça o jogo do troca-troca. Se o a for substituível por que , abra alas para o ver . Caso contrário, o haver pede passagem: Este caso não tem nada a (que) ver com aquele. Minha experiência tem tudo a (que) ver com a de Maria. Vai haver festa por aqui?

 


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Quinta-feira, 20 de agosto de 2015 01:09 pm

Poupe os esses

Familiares têm caras diferentes. Mas conservam alguma coisa que as identifica. É o caso das classes de palavras. Conjunções, por exemplo, não têm plural. Locuções conjuntivas também não. Por isso, não dê a vez a de formas que ou de maneiras que. Por causa do clã, o s fica fora : Não saiu, de forma que economizou dinheiro.


Você sabe identificar uma locução conjuntiva? Se não, guarde esta superdica: ela acaba com a conjunção que .

 


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Quinta-feira, 20 de agosto de 2015 01:07 pm

Agradeça com classe

Seja grato. Agradeça. Mas agradeça com elegância. O verbo pede objeto direto de coisa e indireto de pessoa. Assim: Agradeceu o presente. Agradeceu ao pai. Agradeceu o presente ao pai. Agradeço ao diretor pela promoção.


Na substituição do alguém pelo pronome, é a vez do lhe : Agradeço-lhe pela colaboração. Agradeço-lhe a atenção. Agradeci-lhe os cuidados com as crianças.

 


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Quinta-feira, 20 de agosto de 2015 01:06 pm

Afirme, não ache


Acho que? Eu, particularmente, acho que? Com o tal achar, o enunciado fica fraco, inconvincente. Em vez de “Acho que a inflação vai baixar”, basta “A inflação vai baixar”. Mais: o
particularmente , que costuma acompanhar o verbo molengão, também sobra. (Eu, particularmente, acho que) a inflação vai baixar.

 


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Quinta-feira, 20 de agosto de 2015 01:00 am

Anexe com esmero


Anexo , sozinho, é adjetivo como bonito, feio, rico. Concorda em gênero e número com o substantivo a que se refere: carta anexa, cartas anexas, documenro anexo, documentos anexos, criança bonita, objetos bonitos, imagens feias, foto feia, livros feios.


Em anexo pertence a outra estirpe. É advérbio e, portanto, invariável. Não tem feminino, masculino, singular e plural. Com ele é tudo igual: Encaminho os documentos em anexo. Em anexo, encaminho as cartas.

 


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Quinta-feira, 20 de agosto de 2015 12:00 am

Arnaldo Niskier escreveu


Não só a escrita evoluiu com as novas tecnologias. O leitor também se transformou.”


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Quarta-feira, 19 de agosto de 2015 11:38 am

Erramos

“Xuxa dá início a um outro ciclo da sua carreira como apresentadora”, escrevemos na pág. 5 do Diversão &Arte Valha-nos, Deus. Provocamos espirros e pintinhas vermelhas nas palavras. É que algumas sofrem de alergia. Uma delas: o pronome outro . Ele não suporta o artigo indefinido. E nós não suportamos o possessivo sua . Melhor mandá-los passear. Assim: Xuxa dá início a outro ciclo da carreira como apresentadora.

 

 

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Quarta-feira, 19 de agosto de 2015 08:00 am

Bem na foto 1


Ficar bem na foto? A expressão joga no time do pegar bem e do fazer bonito. Com ela, ninguém paga mico nem deixa a peteca cair. Fica legal no Instagram. Volta e meia, arrasa. A receita é simples — fazer o que deve ser feito. O quê?


Pega bem dar bom-dia ao entrar no elevador. Pega bem pedir licença ou desculpas ao perturbar alguém. Pega bem usar o cinto de segurança. Pega bem respeitar a faixa de pedestres e a velocidade da via. Pega bem, sobretudo, reverenciar a língua. Há jeitos.

 


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Quarta-feira, 19 de agosto de 2015 07:00 am

Bem na foto 2


Respeite os ouvidos


Quem fala quer ser ouvido, entendido e apreciado. Tem, por isso, de pronunciar as palavras como manda o dicionário. Descuidos cobram preço. Roubam vagas, adiam promoções, matam amores. Olho vivo pra não cair nas velhas e teimosas armadilhas.


Dizer récord? Nem pensar. Re cor de rima com con cor de. Referir-se ao Prêmio Nóbel? Valha-nos, Deus. No bel soa como a nel , pai nel e pa pel . E ruim? Ru im joga no time de Serafim e Joaquim. A sílaba tônica é -im (ru-ím). Ru bri ca é paroxítona como fa bri ca, lu bri fica e sa cri fica. Subsídio pertence à equipe de subsolo. Com a duplinha, o z não tem vez. Xô!


Ops! Você é aficionado por  rock ? Se a resposta for positiva ou negativa, guarde isto: aficionado tem só um c.

 


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Quarta-feira, 19 de agosto de 2015 06:00 am

Bem na foto 3


Cuide do alfabeto


Que patota, hein? As 26 letras do abecedário são pra lá de solidárias. Elas se combinam e formam nossas mensagens. Vale, pois, tratá-las com galhardia . O á é a primeirona. Escreve-se assim — com acento. O plural tem duas formas: ás e aa . As companheiras também usufruem da dose dupla: bês, bb; cê, cc; dês, dd; ês, ee; is, ii. E por aí vai.

 


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Quarta-feira, 19 de agosto de 2015 04:00 am

Bem na foto 4


Pingue colírio nos olhos


Azuis, verdes, castanhos ou pretos? Não importa. Qualquer que seja a cor das janelinhas do rosto, o tratamento se mantém. Há que tratá-las com a gentileza da correção. Enrascadas desafiam. Mas a consulta a gramáticas e dicionários iluminam as respostas. Abaixo ou a baixo ? A pronúncia é a mesma. Mas a grafia não.


A baixo se usa em frases como: Olhou-a de alto a baixo. A cortina rasgou-se de alto a baixo. O policial a observou de cima a baixo .


Abaixo é o contrário de acima: A casa veio abaixo. A correnteza levava o barco rio abaixo. A temperatura está abaixo de zero.

 


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Quarta-feira, 19 de agosto de 2015 02:00 am

Bem na foto 5

Economize o artigo


Não bobeie. Expressões construídas com pronome possessivo se usam sem artigo: a meu ver, a meu lado, a seu pedido, a nosso bel-prazer (não: ao meu ver, ao meu lado, ao meu pedido).


Olho vivíssimo,
gente fina . A ponto de, no sentido de prestes a, segue o mesmo princípio: Esteve a ponto de disputar a eleição. Chegou a ponto de morrer. Mas escapou.


Não se precipie. Você quer aquela carninha medianamente assada, que dá água na boca? Peça sem medo de errar um bife… ao ponto.


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Terça-feira, 18 de agosto de 2015 12:00 am

Leitor pergunta


Nos títulos de matéria de jornal, procuramos, sempre que possível, empregar o presente. Podemos proceder assim mesmo que um evento ainda não tenha ocorrido? Ou, nesse caso, só podemos usar o futuro? (Gabriela Lacerda)


O presente, Gabi, é tempo pra lá de versátil. Adapta-se ao presente, ao passado e ao futuro:


Estudo inglês todos os dias. Viajo no fim do ano. Em 1500, Pedro Álvares Cabral sai de Belém e chega a este país que, de tão grande, parece continente.

 

 

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Segunda-feira, 17 de agosto de 2015 06:01 pm

Erramos


“É cada vez mais maior o número de artistas de rua no Distrito Federal”, escrevemos na pág. 19. Que exagero! Basta maior.  Expulsemos o o excesso: É cada vez maior o número de artistas de rua no Distrito Federal.



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Segunda-feira, 17 de agosto de 2015 01:30 pm

Metralhadora contra a língua 1


Pode? Militar aposentado andava com submetralhadora pra cima e pra baixo pelas ruas de Porto Alegre. Circulava armado com a naturalidade de quem respira ou bebe água pra matar a sede. Num descuido do valentão, a polícia o prendeu. E, claro, foi à casa dele pra descobrir o que havia por lá. Ops! O homem tinha armas pra dar, vender e emprestar.


Jornais, rádios, tevês e internet noticiaram o fato. Alguns tropeçaram na língua. Duas vítimas gritaram por socorro. Uma delas: a grafia. A outra: a economia verbal. Uns escreveram sub-metralhadora. O hífen esperneou. Outros, arsenal de armas. Bobearam. Abusaram do espaço e da paciência do leitor. Sabe por quê?


O sub


Sub pede hífen? Não pede? Pra acertar sempre, lembre-se das três regras de ouro no emprego do tracinho depois de prefixos:


1. O h é majestoso. Não se mistura: anti-herói, super-homem, sub-hepático .

2. Letras diferentes se atraem. Com elas é tudo colado: autoescola, microrregião, subsolo.

3. Letras iguais se rejeitam. Fica uma lá e outra cá: micro-ondas, contra-ataque, sub-bloco.


Sem bobeira


Simples assim. Mas o hífen é castigo de Deus. As regras têm exceções. Uma se refere ao prefixo sub . Ele joga no time dos encontros consonantais. Ao se encontrar com o r , ocorre casamento automático. As duas letras passam a se pronunciar juntas. É o caso de a-bra-ço, co-bre e o-bri-ga-ção. Pra separar a duplinha, só há uma saída — convocar o tracinho. Assim: sub-raça, sub-reitor, sub-repasse, sub-região.


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Segunda-feira, 17 de agosto de 2015 01:25 pm

Metralhadora contra a língua 2


Mais do mesmo


Arsenal de armas é senhor pleonasmo. Pertence à equipe do elo de ligação , habitat natural, jantar à noite e panorama geral . Ora bolas! Todo arsenal é de armas, todo elo é de ligação, todo habitat é natural, todo jantar é noturno e todo panorama é geral. Basta arsenal, elo, habitat, jantar e panorama.


A informação fica completa e a língua enxutinha em frases assim: A polícia encontrou um arsenal na casa do sargento. A tia servia de elo que evitava a dispersão da família. Certas espécies não se reproduzem fora do habitat. Não costumo jantar porque minha digestão é lenta. Na exposição, o procurador apresentou um panorama da Operação Lava-Jato.



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Segunda-feira, 17 de agosto de 2015 01:10 pm

Metralhadora contra a língua 3


Por falar em pleonasmo...


“O que é isso, Benedito?”, perguntou Gustavo Capanema, ministro da Educação de Getúlio Vargas ao governador de Minas. Benedito Valadares chegava para audiência no Catete usando óculos escuros. “Conjuntivite nos olhos”, respondeu. Despediram-se. Ao vê-lo, Getúlio lhe fez a mesma pergunta. E Valadares: “Presidente, o médico lá em Minas disse que é conjuntivite nos olhos. Mas o Capanema, que quer ser mais sabido que os médicos, acaba de me dizer que é pleonasmo”.


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Segunda-feira, 17 de agosto de 2015 01:00 pm

Ramón de la Serna ensina


“Catálogo é a lembrança do que a gente esquecerá.”

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Sexta-feira, 14 de agosto de 2015 05:00 pm

Erramos


“O PDT está indo por um caminho totalmente errado. Prefere ficar atrás de uns carguinhos do que oferecer à população um verdadeiro projeto de poder”, escrevemos na pág. 5. Ops! Pisamos a regência. A gente prefere uma coisa a outra (não do que outra). Melhor: O PDT está indo por um caminho totalmente errado. Prefere ficar atrás de uns carguinhos a oferecer à população verdadeiro projeto de poder.



 

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Quinta-feira, 13 de agosto de 2015 03:17 pm

Fale certo


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Quinta-feira, 13 de agosto de 2015 02:22 pm

Bummmmmmmmm!


É baita dor de cabeça para os bancos. Caixas eletrônicos explodem a torto e a direito. Na capital da República, a cada oito dias um vai para os ares. O assunto, claro, entrou na conversa de gregos, troianos e baianos. Numa delas, pintou a dúvida sobre o gênero da dissílaba.


Caixa joga em dois times. Pode ser feminina ou masculina. A caixa é o recipiente em que se guarda algo. É, também, seção de banco, loja ou repartição pública onde se pagam contas ou se recebe dinheiro (a caixa de joias, a caixa do supermercado). O caixa é o homem que trabalha como caixa. Se for mulher, será a caixa: Paulo é o caixa da loja. Maria é a caixa. Caixa eletrônico? É sempre masculino sim, senhores.



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Quinta-feira, 13 de agosto de 2015 12:00 am

A helicóptera



 

Numa manhã, na rua, ouviu-se nos ares um ruído característico. Um passante simplório viu a aeronave voando baixo e exclamou:

Olha lá, uma helicóptera!

Uma senhora, professora de português, não se conteve e corrigiu:

Não é uma helicóptera, é um helicóptero!

Puxa! A senhora tem um olho!



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