<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<!-- generator="taovc" -->
<rss version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
>
<channel>
<category>Blog Dzai</category>
<description>Dicas de português, redação, estilo, vestibular, concursos, leituras</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog da Dad</title>
<image>
<url>http://www.uai.com.br/UAI/imgs/logomarca.png</url>
<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad</link>
<title>Blog da Dad</title>
</image>
<language>pt-br</language>
<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad</link>


		<item>

		<title><![CDATA[Último adeus]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53284</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<font size="2"><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><p>  <img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/3e4e33000b89e51c74687242610ede18.jpg"> <br></p></b></font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pena Banca partiu. Foi se encontrar com Xavantinho. A  saudade era grande. Há 11 anos o parceiro se despediu da Terra. Lá no alto, o  irmão o esperava pra recompor a dupla.&nbsp;<span class="093373012-09022010">Viva!  </span>Os dois estão lá, violão a tiracolo, animando a vida no céu. A imprensa  noticiou: "Os fãs vão dar o último adeus ao cantor". "Último adeus" é  pleonasmo?</font></p> <font size="2"><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <p>   <br></p></b></font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Há despedidas e despedidas. Nas mais curtas, dizemos  tchau, até já, até logo, até logo mais. Nas médias, até à vista. Nas  compridonas, adeus. Durante a vida, podemos dar vários adeuses à mesma pessoa.  Na morte, damos o último. Não é pleonasmo.</font></p>   <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Aulinha em cordel]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53241</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p><font face="Arial" size="2"> <br></font></p><p><font face="Arial" size="2"> <br></font></p><p><font face="Arial" size="2">Paulo José Cunha escreve: "Encontrei esta aulinha por  aqui, durante pesquisa sobre repentistas. O grande poeta paraibano Otacílio  Batista cantava com outro cantador que terminou uma estrofe dizendo: `</font></p><p><font face="Arial" size="2"> <br></font></p><p><font face="Arial" size="2">--­ Entra, Otacílio, pra dentro!</font></p> <p><font face="Arial" size="2"> <br></font></p><p><font face="Arial" size="2">Otacílio não titubeou. De viola em punho, soltou este  improviso:</font></p> <p><font face="Arial" size="2"> <br></font></p><p style="font-style: italic;"><font face="Arial" size="2">Mas desse jeito eu não entro</font></p> <p style="font-style: italic;"><font face="Arial" size="2">Porque alguém ignora</font></p> <p style="font-style: italic;"><font face="Arial" size="2">Que quem manda entrar pra dentro</font></p> <p style="font-style: italic;"><font face="Arial" size="2">Vai mandar sair pra fora</font></p> <p style="font-style: italic;"><font face="Arial" size="2">Depois diz subir pra cima</font></p> <p><font face="Arial" size="2"><span style="font-style: italic;">Ou desça pra baixo agora.</span> " <br></font></p> <p>&nbsp;</p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53185</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>"A questão do enriquecimento de urânio é o eixo da divergência, já que o  urânio levemente enriquecido (entre 3 e 5%) é utilizado como combustível",  escrevemos na pág. 14. Ops! Cadê o símbolo da percentagem? Ele tem de aparecer  em todos os números. É questão de clareza: <i>entre 3% e 5%.</i></font></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Preconceito explícito]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53180</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p> <img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/b563e5beb3cd584e67ef8f32f48b5909.jpg"> <br><font><font><font size="+0"><strong></strong></font></font></font></p><p><font><font><font size="+0"><strong><font size="2">  <br></font></strong></font></font></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>Oba! Há vaga no Superior Tribunal Militar. Quem&nbsp;<span class="484271016-04022010">se </span>sentará na cadeira de ministro? O general  Raimundo Nonato ganhou a indicação. Em sabatina no Senado, pisou a bola: "Os  quartéis não devem aceitar gays", disse sem pestanejar. Na mesma ocasião, o  almirante Álvaro Luiz Pinto seguiu a trilha. Declarou não ter nada contra  homossexual se "ele manter a dignidade". Ops! Eles esqueceram a Constituição.  Nossa Carta proíbe discriminação. </font></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>  <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>Mais: Álvaro Luiz ignorou velha lição da escola primária. Em  tempos idos e vividos, indicativo e subjuntivo estavam na ponta da língua da  meninada. Hoje a história é outra. Ninguém ensina. Ninguém aprende. Uma das  vítimas dos novos tempos são os derivados do verbo ter. Os infelizes sofrem  maus-tratos na grafia e na conjugação. </font></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>  <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>A 3ª pessoa&nbsp;<span class="484271016-04022010">do presente  do</span>&nbsp;indicativo é freguesa dos descuidados (<i>ele contém, eles contêm; ele  retém, eles retêm; ele detém, eles detêm, ele mantém, eles mantêm). </i>Outro  freguês é o futuro do subjuntivo. Ao dizer "se ele manter", o almirante prova  desconhecer o pai do sofisticado tempo. Trata-se da 3ª pessoa do plural do  pretérito perfeito do indicativo sem o am- final: <em>eu tive (mantive), ele  teve (manteve), nós tivemos (mantivemos), eles tiver  (mantiveram).</em></font></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>  <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>Resumo da tragicomédia: tolerância e língua podem andar de mãos  dadas. Cá entre nós — formam bela parceria.</font></font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><font><b> <p>&nbsp;</p></b></font></font>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Quem sou eu?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53179</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><div><font face="Arial" size="2"> <p> <br></p> <p> <br></p><p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Nessa altura da vida já não sei mais quem sou... Vejam só que dilema! </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Na ficha da loja sou </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CLIENTE</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, no restaurante,  </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">FREGUÊS</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, quando alugo uma casa, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">INQUILINO,</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> na  condução, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">PASSAGEIRO</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, nos correios,  </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">REMETENTE</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, no supermercado, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CONSUMIDOR</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">.  <br></span></p><p> <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></p><p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para a Receita Federal, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CONTRIBUINTE,</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> se vendo algo  importado, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CONTRABANDISTA</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">. Se revendo algo, sou  </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">MUAMBEIRO,</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> se o carnê tá com o prazo vencido,  </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">INADIMPLENTE</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, se não pago imposto, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">SONEGADOR</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">.  Para votar, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">ELEITOR,</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> mas em comícios, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">MASSA</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">,  em viagens, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">TURISTA</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, na rua caminhando,  </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">PEDESTRE</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, se sou atropelado, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">ACIDENTADO</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, no  hospital, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">PACIENTE</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">. Nos jornais, viro </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">VÍTIMA</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">,  se compro um livro, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">LEITOR</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, se ouço rádio,</span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  OUVINTE</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">. Para o Ibope, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">ESPECTADOR</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, para apresentador  de televisão, </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">TELESPECTADOR</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, no campo de futebol,  </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">TORCEDOR</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">.&nbsp;</span></p><p> <br></p><p><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se sou rubro-negro,</span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> SOFREDOR</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">.  Agora, já virei </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">GALERA</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> (se trabalho na Anatel, sou  </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">COLABORADOR</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">) e, quando morrer... uns dirão...  </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">FINADO</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, outros... </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">DEFUNTO</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, para outros...  </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">EXTINTO,</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> para o povão... </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">PRESUNTO</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">. Em certos  círculos espiritualistas serei... </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">DESENCARNADO</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">, evangélicos  dirão que fui... </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">ARREBATADO</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">. E o pior de tudo é que para todo  governante sou apenas um </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">IMBECIL</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">. E pensar que um dia já fui  mais </span><strong style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">EU</strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">.</span></p><p> <br></p><p>(Colaboração de Roberto Klotz)<br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p></font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[As mães da Praça de Maio goiana]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53100</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http:///"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/825119e7b0a0f7e0cbc011e4945479d3.jpg"> </P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ops! Luziânia está em pânico. Jovens desaparecem sem deixar rastros. São seis garotos pobres sem passagem pela polícia. O desespero das mães lembra o movimento das mães da Praça de Maio. Enlouquecidas, elas exigiam notícias de filhos e netos presos pela ditadura militar. As mães goianas saíram às ruas da cidade. Não encontraram eco. Vieram a Brasília. Ocuparam a Esplanada dos Ministérios pra sensibilizar as autoridades federais.  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O secretário de Direitos Humanos da Presidência da República sugeriu a ajuda da Polícia Federal. Os fardados de Goiás recusaram. Mas, 34 dias depois do primeiro sumiço, não mostram resultados. Sem linha de investigação, suspeitam de fuga de casa, trabalho escravo, tráfico de órgãos. E fica por isso mesmo. Vale a pergunta: se os desaparecidos fossem filhos de ministro, juiz, governador, o enredo seria esse? Não. Aqui, nem todos são iguais perante a lei. Há os mais iguais. <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Não vale desanimar. Cartazes tomam paredes de ruas e praças de Luziânia. Em todos, sobressai um verbo. É procurar. O trissílabo deu nó no miolo dos redatores. A dúvida: "procura-se jovens desaparecidos" ou "procuram-se jovens desaparecidos"? Trata-se da velha passiva sintética. Jovens desaparecidos é o sujeito. O verbo, velho vassalo, concorda com o suserano. Muitos duvidam. Para sair da confusão, basta recorrer à passiva analítica. Aí, fica claro o mandachuva da oração: Procuram-se jovens desaparecidos (jovens desaparecidos são procurados). Vendem-se ovos (ovos são vendidos). Alugam-se casas na praia (casas na praia são alugadas). Consertam-se carros (carros são consertados).  <BR>&nbsp;</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53101</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"As famílias de Luziânia que vieram a Brasília  pedir ajuda das autoridades terão de seguir sozinhas", escrevemos na capa.  Tropeçamos na regência. Quem pede pede algo <b>a</b> alguém. Melhor: <i>As  famílias de Luziânia que vieram a Brasília pedir ajuda <b>às</b> autoridades  terão de seguir sozinhas.</i></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Como é mesmo?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53090</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<DIV style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><FONT size=2> <P> <BR></P> <P> <BR></P> <P>Que tal entrar no reino dos palavrões? Trata-se dos numerais ordinais. Primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto, décimo são café pequeno. Não provocam insônia em ninguém. O problema reside nas cifras altas. O 999º gol do Romário torturou a cabeça de locutores e repórteres. Eles saíam pela tangente. Falavam em gol 999. Quebram o galho, mas mantêm a curiosidade. Como é mesmo?</P> <P> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold">Duas dicas </P> <P> <BR></P> <P>1ª — Os numerais ordinais variam em gênero e número: <I>primeiro gol, primeiros gols, primeira bola, primeiras bolas.</I></P><I></I> <P> <BR></P> <P>2ª — Quase todos os algarismos se dizem e escrevem em ordinal. Todos eles, também, mandam o hífen pras cucuias: <I>primeiro, oitavo, décimo primeiro, trigésimo quarto, centésimo terceiro, ducentésimo décimo primeiro.</I></P><I></I> <P> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold"> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold">A chave</P> <P> <BR></P> <P>A relação dos ordinais até bilhão? Ei-la: um (primeiro), dois (segundo), três (terceiro), quatro (quarto), cinco (quinto), seis (sexto), sete (sétimo), oito (oitavo), nove (nono), dez (décimo), onze (undécimo ou décimo primeiro), doze (duodécimo ou décimo segundo), vinte (vigésimo), vinte e um (vigésimo primeiro), trinta (trigésimo), quarenta (quadragésimo), cinquenta (quinquagésimo), sessenta (sexagésimo), setenta (septuagésimo), oitenta (octogésimo), noventa (nonagésimo), cem (centésimo), cento e um (centésimo primeiro), duzentos (ducentésimo), trezentos (trecentésimo), quatrocentos (quadringentésimo), quinhentos (quingentésimo), seiscentos (seiscentésimo ou sexcentésimo), setecentos (septingentésimo), oitocentos (octingentésimo), novecentos (nongentésimo), mil (milésimo), dez mil (dez milésimos), 100 mil (cem milésimos), um milhão (milionésimo), um bilhão (bilionésimo).<A name=Save1></A></P> <P> <BR></P> <P>Ufa!</P> <P> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold"> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold">Abracadabra</P> <P> <BR></P> <P>Decifrado o enigma. Romário estava no nongentésimo nonagésimo oitavo gol. Antes de chegar ao milésimo, precisou passar pelo nongentésimo nonagésimo nono gol.&nbsp; </P> <P> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold"> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold">Por falar nisso…</P> <P> <BR></P> <P>"Na natureza nada se cria, nada se perde. Tudo se transforma", disse Lavoisier. A língua, parte da natureza, segue a regra. Falamos em numeral? Valem duas observações. Uma: o primeiro dia do mês se escreve sempre em ordinal (primeiro de janeiro, primeiro de fevereiro, primeiro de abril). A outra: milhão, bilhão, trilhão se comportam como substantivo. Variam em número (um milhão, dois milhões; um bilhão, cinco bilhões; um trilhão, quatro trilhões).</P> <P style="FONT-WEIGHT: bold"> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold"> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold">Olha a armadilha 1</P> <P> <BR></P> <P>Assista a telejornal. Ouça notícias no rádio. Preste atenção ao papo de amigos, inimigos ou nem uma coisa nem outra. A colheita é uma só: baita tropeço no milhão. Por algum motivo que nem os orixás explicam, a moçada diz "duas milhões de crianças", "duas milhões de mulheres", "duas milhões de casas". É um soco no ouvido. Dá otite. Para poupar o pobre ouvinte, vale lembrar que milhão funciona como substantivo. O numeral concorda com ele: <I>dois milhões de crianças, dois milhões de mulheres, dois milhões de casas. </I></P><I></I> <P> <BR></P> <P>Duvida? Tire a prova dos noves. Observe se alguém diz "uma" milhão. Mas espere sentado. Confortavelmente sentado.<I> </I></P><I></I> <P> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold"> <BR></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold">Olha a armadilha 2</P> <P> <BR></P> <P>Dizer aniversário de um ano, aniversário de cinco anos, aniversário de 60 anos? Esquisito, não? A palavra aniversário contém ano. Pertence à família de anual, anuidade, anuário. Ano com ano é desperdício. Melhor: primeiro aniversário, quinto aniversário, sexagésimo aniversário. </P></FONT></FONT></DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Quase igual]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53073</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b>  <br></b></font></p> Na língua existem duas expressões muito parecidas. Mas com significados  diferentes. Ei-las:<font><font face="Utopia" size="2"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> </b><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b>À medida que</b> = à proporção que: <i>À medida que me aprofundo no estudo da  língua,</i> melhoro o <i>desempenho na escola. Minha pronúncia se aperfeiçoa à  medida que exercito o ouvido.</i></p><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> </b><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b>  <br></b></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b>Na medida em que</b> = tendo em vista: <i>Foi desclassificado na medida em  que teve de interromper a corrida antes do final. Chorou na medida em que se viu  preterido pelo irmão.</i></p> <p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></span></p><p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Alguns costumam praticar adultério. Misturam o par de uma com o de outra.  Nasce, então, um monstrinho — à medida em que. Chama-se cruzamento. Cruz-credo!  Xô! Na hora da tentação, lembre-se do 8 ou 80. Uma expressão tem duas vezes a  preposição </span><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">em</b><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> (</span><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">na</b><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> medida </span><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">em</b><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> que). A outra não tem nenhuma  (à medida que).</span></p></font></font>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53054</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Era a maneira que o jornalista encontrou de botar um  ponto final no episódio", escrevemos na pág. 9. Ops! Pisamos a correlação verbal  — imperfeito com imperfeito ou perfeito com perfeito. Assim: Era a maneira que o  jornalista encontrava de botar ponto final no episódio. Foi a maneira que o  jornalista encontrou de botar ponto final no episódio. </font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dicas para concursos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53031</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=b04ad907de7f106655d3eb16af3ab048&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/6883da5d369cc14c155e73741e99da7d_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=b04ad907de7f106655d3eb16af3ab048&image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/6883da5d369cc14c155e73741e99da7d_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Ernesto Silva]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53048</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/f5f810b6dad66af0634d97186238b0d6.jpg"> <br> <br> <br> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>Ernesto Silva foi pro céu. Lá do alto, não abandonará a filha.  Ele chegou ao Planalto Central antes de JK. Aqui, promoveu o concurso para  construção do Plano Piloto. É por isso chamado "o pioneiro do antes". Ao longo  de 55 anos, zelou pela integridade da cidade tombada pela Unesco. Lá do alto,  continuará atento. Cá embaixo, os brasilienses agradecem. Ela diz obrigada. Ele,  obrigado. Elas, obrigadas. Eles, obrigados. Nós, 2,5 milhões de habitantes,  obrigados.</font></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>Por falar em agradecer, olho na regência. Quem agradece agradece  <strong>a</strong> alguém por alguma coisa. O <em>alguém</em> é objeto indireto.  Na troca pelo pronome, o <strong>lhe</strong> pede passagem: <i>Agradeço ao dr.  Ernesto Silva pela defesa de Brasília. Agradeço-lhe pela defesa de Brasília.  Agradeço a Deus por ter mantido o dr. Ernesto Silva entre nós. Agradeço-Lhe por  ter mantido o dr. Ernesto entre nós.</i></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font><i> <br></i> </font></font></p> <p><font><font><font size="+0"><strong></strong>&nbsp;<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/f6db8362014278e3554418d217e22913.jpg"></font></font></font></p> <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Licença, meu poeta?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=53020</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Ah, se eu pudesse! Pisaria a língua todos os dias. Em troca, receberia chuvas de aplausos", suspiram, invejosos, milhões de brasileiros. E explicam: "Drummond, que é Drummond, abusou das liberdades poéticas. Quando a diva do teatro nos abandonou em 1969, o mestre mineiro escreveu: `Cacilda Becker morreram´. O verso comoveu Europa, França e Bahia. Mas dá uma baita trombada na concordância. O poeta errou?"</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>Claro que não. Ele tem licença poética. Privilegiado, pode mandar as regras pras cucuias. A norma, pra ele, é libertação. Nunca camisa-de-força. Entre as tantas possibilidades que a língua oferece nenhuma serve? Pau nelas. Criam-se saídas. Com o simples plural do verbo, Drummond deu o recado. Cacilda é muitas. Não morreu uma atriz. Morreram as multidões de atrizes que viviam dentro dela.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><span style="font-weight: bold;">Alto lá, cara pálida</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>  <br>Qual o limite da licença-poética? O nome da figura diz tudo. Trata-se de concessão ao artista. É privilégio para quem galgou os degraus do conhecimento. Todinhos. E, lá de cima, pode mover-se em qualquer direção. O assunto freqüenta os cursos de comunicação. Alunos de publicidade esperneiam. Negam-se a se submeter ao rigor da norma. "Com ela a gente não chega a lugar nenhum", dizem. Será? Propaganda do Guaraná Antarctica prova que não. Ei-la:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>Procuram-se garrafas antigas de Guaraná Antarctica. Uma comunidade na internet encontrou pistas de que diversas garrafas de Guaraná Antarctica estão escondidas há muito tempo pelo Brasil. Elas contêm pedaços de um mapa que é chave de um grande segredo. Ajude-nos. Oferecemos recompensa. Mais detalhes, procure-nos no site.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><span style="font-weight: bold;">Meus respeitos, língua</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>O texto está nas páginas de jornais e revistas. Vende o produto e homenageia a língua. Tropeçou em cinco dificuldades. Ultrapassou-as. Quer ver?</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><span style="font-weight: bold;">Procuram-se garrafas antigas</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>Que colírio! O autor sabe lidar com a passiva sintética. Garrafas antigas é o sujeito. O verbo, velho vassalo, concorda com o suserano. Muitos duvidam. Para sair da confusão, basta recorrer à passiva analítica. Aí, fica claro o mandachuva da oração: Procuram-se garrafas antigas (garrafas antigas são procuradas). Vendem-se ovos (ovos são vendidos). Alugam-se casas na praia (casas na praia são alugadas). Consertam-se carros (carros são consertados). </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><span style="font-weight: bold;">Internet</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>Quando nasceu, internet era sigla (escrevia-se com a inicial maiúscula). Era a forma preguiçosa de international net. Em bom português: rede internacional de computadores. Com o tempo, entrou no time das mídias. É como jornal, revista, rádio ou tevê. Perdeu o privilégio da inicial maiúscula. Tornou-se a vira-lata internet.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><span style="font-weight: bold;">Há muito tempo</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>Viva! É contagem de tempo passado? O verbo haver pede passagem: Cheguei há pouco. O comércio abriu há duas horas. Os eleitos de outubro assumiram o poder há 100 dias.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Trata-se de futuro? Só a preposição a tem vez: Daqui a pouco chego aí. A dois meses das festas juninas, o Nordeste ensaia as quadrilhas e os casamentos na roça. A que horas você pode sair? Só daqui a meia hora.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><span style="font-weight: bold;">Elas contêm</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>Vítimas da má escola? Há muitas. Uma delas: os derivados do verbo ter. Os infelizes sofrem maus-tratos na grafia e na conjugação. A 3ª pessoa do singular e plural do presente do indicativo é freguesa dos descuidados. Vale a pena ver a forma nota mil: ele contém, eles contêm; ele retém, eles retêm; ele detém, eles detêm. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br> </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O futuro do subjuntivo chora, chora, mas ninguém se comove. É "se ele se deter" pra cá, "se eu me manter pra lá", "se você se conter" pra todos os lados. A turma esqueceu (ou nunca aprendeu) que o pai do futuro do subjuntivo é conhecido. Trata-se da 3ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo sem o am- final: </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">Pretérito perfeito</span>: eu tive, ele teve, nós tivemos, eles tiver(am)</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Futuro do subjuntivo</span>: seu eu detiver, ele detiver, nós detivermos, eles detiverem; se eu mantiver, ele mantiver, nós mantivermos, eles mantiverem; se eu contiver, ele contiver, nós contivermos, eles contiverem.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><span style="font-weight: bold;">Mais detalhes</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>A moçada costuma dizer "maiores detalhes". Cruz-credo. Detalhe não se mede por metro. A gente quer mais detalhes. Quer também mais informações, mais trabalho, mais dinheiro.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Resumo da ópera: texto jornalístico e língua portuguesa podem andar de mãos dadas. Cá entre nós — formam bela parceria.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52955</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		 <a href="http://www.dzai.com.br" target="_blank"><div style="width: 435px; height: 15px; background-image: url(http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_bg.png); background-repeat: repeat-x; cursor: pointer;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_logo.gif" style="float: left; margin-left: 8px;" border="0"><img src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_frase.gif" style="float: right; margin-right: 8px;" border="0"></div></a><object width="435" height="346"><param name="movie" value="http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="flashvars" value="video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/4e610925995e94e5b075e76f06ed9dda.flv&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/4e610925995e94e5b075e76f06ed9dda_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"><embed src="http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/4e610925995e94e5b075e76f06ed9dda.flv&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/4e610925995e94e5b075e76f06ed9dda_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true" width="435" height="346"></object> 
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Casos de polícia]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52937</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><div><font face="Arial" size="2"><font face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/255a29f588e6c55f7edd699de5f56638.jpg"></p> <p>  <br></p><p>  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">DAD SQUARISI // dadsquarisi.df@@dabr.com.br</p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No noticiário da semana três fatos chamam a atenção. Na aparência são  independentes. Mas, observados a fundo, apresentam um denominador comum. Trotes  escolares, risco de epidemia de dengue e aumento da violência no trânsito não  constituem novidade. O assunto ocupa periodicamente as manchetes de jornais,  rádios e tevês. Especialistas falam sobre o tema, editoriais pedem providências,  articulistas gastam o verbo e a paciência na análise do comportamento  irracional. </p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Nada, porém, inibe a conduta desatinada. No início do período letivo, a  barbárie de universitários veteranos contra novatos remete à bestialidade da  Idade Média. Donos de casa que se negam a colaborar na prevenção do avanço do  mosquito da dengue põem em risco a própria saúde e a saúde de brasileiros dos  cinco cantos do país. Motoristas que aliam o álcool à direção assinam a sentença  de morte de adultos e crianças. </p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Vale a questão. Por que a condenação pública não inibe os atrevidinhos de  plantão? Pior: torna-os mais violentos e desdenhosos? A resposta é uma só —  impunidade. Se os estudantes tivessem a certeza de que seriam expulsos da  universidade e parariam na cadeia, reprisariam o degradante espetáculo? É quase  certo que não. Hoje, como nada acontece, humilham, espancam, queimam, submetem o  outro a situação degradante. Não se constrangem de chutar a barriga de grávidas.  Ou de jogar na piscina colega que não sabe nadar. Ou de levar à morte jovens  obrigados a consumir drogas além do limiar de tolerância.</p></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p>  <br></p><p>No país do jeitinho há sempre indulgência para os que violam a lei. É  diferente de nações em que as leis devem ser cumpridas. Em Viena, por exemplo, a  Lei do Silêncio impera a partir das 22h. Se alguém "se esquece" e puxa a  descarga às 22h05, não dá outra. Em 15 minutos, a polícia chega. Caso o mesmo  rigor vigorasse por aqui, o enredo seria outro. Ante as intensivas campanhas de  esclarecimento público, negar-se a tomar medidas para evitar a proliferação do  <i>Aedes aegypti</i> é algo próximo ao crime de desobediência civil. A conduta  deveria ser punida com multa pesada. Motorista que transforma o carro em arma?  Na Inglaterra ele tem um<a name="Save1"></a>a só oportunidade. Safar-se custa  tempo, dinheiro e …cadeia. Limpar a ficha? Jamais. </p></font></font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52948</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Se Deus quisesse me levar, ele não precisaria  do câncer", escrevemos na pág. 5. Ops! Peçamos perdão ao Senhor. Pronome que  substitui Deus ganha divindade. Escreve-se com a inicial maiúscula: <i>Se Deus  quisesse me levar, Ele não precisaria do câncer.</i></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Pernambucano da gema escreve ]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52904</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<b><p><font face="Arial" size="4"> <br></font></p></b> <p><font><font face="Arial"> <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">Ivanildo Guilherme de Albuquerque Silva escreve: "O post <em>`</em>A escolha é sua´ merece esclarecimentos. Ali se  declara que `os pernambucanos exigem o artigo´ quando se referem à cidade do  Recife. Permita-me dizer que os pernambucanos exigem o que é correto. Posso  explicar: nos meados do século 16, os viajantes, os cronistas, as autoridades  chamavam a nossa cidade de <em>`</em>Os arrecifes dos navios´<em>,<u>  </u></em>numa referência à formação rochosa existente nas imediações do porto.  <em>Recife</em> é corruptela de <em>arrecifes.<span class="924505213-02022010">  </span></em>Estes são&nbsp;acidente geográfico, como&nbsp;<i>o rio, a ilha, a baía, o  golfo, a lagoa</i>.&nbsp;<span class="924505213-02022010">N</span>inguém <em>diz  `</em>eu moro em Rio de Janeiro, em Bahia, em Ilha do Governador´<span class="924505213-02022010">. </span>Se a maioria dos brasileiros prefere <em>em  Recife</em>, talvez se deva ao fato de não atentarem para a regra. Espero ter  convencido a todos". </font></font></p> <p><font><font face="Arial"> <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">Ivanildo, é possível que se tenha perdido a memória da  origem do nome da cidade. Os dicionários abonam as duas formas. O Houaiss, na  definição de recifense, diz "natural de Recife". O Aurélio, "natural do Recife".  O falante escolhe.</font></font></p> <p><font>&nbsp;</font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dicas para Concursos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52895</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=61107fb2d2e19dd3e0253abcd1a68fa9&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/b765bea095044caf26da6ee694f309e5_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=61107fb2d2e19dd3e0253abcd1a68fa9&image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/b765bea095044caf26da6ee694f309e5_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52891</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Banco Central regulamenta megasalário", escrevemos  na pág. 12. Ops! Tropeçamos&nbsp;<span class="859033619-02022010">n</span>a pronúncia.  Um s entre duas vogais soa z. Megazalários? Não. Melhor dobrar o s:  megassalário.</font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Perigo no ar (resposta)]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52822</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/161d018d42b5767e661536b19eaefcd8.jpg">   <br>   <br><font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <br>Passageiros leram o anúncio. Levaram baita susto. Passada emoção, tiveram de explicar a razão da tremedeira. O porquê estava no anúncio. Você sabe identificá-lo?   <br>   <br>a. acentuação gráfica   <br>b. crase   <br>c. emprego das maiúsculas   <br>d. pontuação   <br>   <br>Faça a sua aposta. A resposta? É a letra d. Por quê?  <br>  <br></span></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b></b> </font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os visitantes do post apontaram dois acentos. Um deles tem perdão. Trata-se de "vôo". O outro é perdição total. Nem o  Senhor, cujo único vício é perdoar, pode atenuar o delito. Ei-lo: "de Brasília à  Atlanta". </font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> <p>&nbsp;</p> <p>Com perdão</p></b> </font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A reforma ortográfica cassou o chapéu do hiato oo. Os velhos  vôo, perdôo, abençôo ganharam nova cara. Tornaram-se voo, perdoo, abençoo. Mas a  nova regra só será obrigatóri<span class="924505213-02022010">a</span> em 1º de  janeiro de 2013. Até lá, as duas normas convivem sem atritos.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Por que, então, os leitores reagiram? A resposta chama-se  hábito. A imprensa adotou a reforma no primeiro dia de 2010. Os olhos se  acostumaram a ver a nova grafia. Como ortografia é fixação, elas estranharam o  circunflexo. Deu a impressão de coisa velha, ultrapassada. E é. Mas é  correta.</font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> <p>&nbsp;</p> <p>Sem perdão</p></b> </font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ocorre crase antes de nome de cidades? Vou a Atlanta? Vou à  Atlanta? Eta dor de cabeça. No aperto, a gente chuta. O resultado é um só. A Lei  de Murphy, gloriosa, pede passagem. O que pode dar errado dá. O anúncio serve de  prova.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Como safar-se? Há saídas. Uma delas: seguir o conselho dos  políticos. "Para vencer o diabo", dizem eles, "convoque todos os demônios." Um  demoniozinho se chama troca-troca. Construa a frase com o verbo ir. Depois,  substitua o ir pelo indiscreto voltar. Por fim, lembre-se da  quadrinha:</font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><i> <p>  <br></p><p>Se, ao voltar, volto da,</p> <p>crase no a.</p> <p>Se, ao voltar, volto de,</p> <p>crase pra quê?</p></i> </font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">&nbsp;</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O calcanhar de aquiles da crase não reside na regência.  Reside no artigo. Nem sempre sabemos se o nome da cidade pede ou não o  pequenino. O vers<span class="924505213-02022010">o</span> quebra o galho. O  <b>da,</b> casamento da preposição&nbsp;<span class="924505213-02022010"><strong>de</strong> </span>com o artigo, denuncia a  presença do <strong>a.</strong> Vamos ao tira-teima: </font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><i> <p>  <br></p><p>Vou a Atlanta? Vou à Atlanta?</p></i> </font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Volto <b>de</b> Atlanta.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Se, ao voltar, volto de, crase pra quê? Sem artigo, nada de  crase:</font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><i> <p>Vou <strong>a</strong> Atlanta. </p></i><b> </b></font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b>&nbsp;</b></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b>Vai além</b></font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"> </font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O versinho não se restringe a nome de cidades. Aplica-se  também a bairros, estados, países. Fui a Ipanema? Fui à Ipanema? Fui a Paraíba?  Fui à Paraíba? Fui a França? Fui à França? Fui a Portugal? Fui à Portugal?&nbsp;<span class="924505213-02022010">Recorramos</span> ao troca-troca:</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Voltei <b>de</b> Ipanema. Fui <b>a </b>Ipanema.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Voltei <b>da</b> Paraíba. Fui <b>à</b> Paraíba.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Voltei <b>da</b> França. Fui <b>à</b> França.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Voltei <b>de</b> Portugal. Fui <b>a</b>  Portugal.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">&nbsp;</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Resumo da operet<span class="924505213-02022010">a? </span>O anúncio teria merecido nota 10 se estivesse escrito assim: <em>Novo voo (vôo) direto de Brasília a  Atlanta.</em></font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> <p>&nbsp;</p></b></font>  <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52821</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>"Juntando a esse fator a alta incidência de sol, temos ambiente propício para  as algas se proliferarem", escrevemos na pág. 19. Ops! Esquecemos pormenor pra  lá de relevante. Proliferar é verbo solitário. Não aceita, nem a pedido do andar  de cima, a companhia do pronome. Melhor respeitar-lhe a manha: <i>Juntando a  esse fator a alta incidência de sol, temos ambiente propício para as algas  proliferarem</i>.</font></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Estudantes perguntam]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52802</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><div><font face="Arial" size="2"><font face="Arial"> <p> <br></p><p> <br></p><p style="font-weight: bold;">Sempre fico na dúvida com alguns homônimos. Alguma dica para que eu não  esqueça mais quando devo usar sessão, seção e cessão? (Thomás Caixeta)</p><p> <br></p><p>Thomás, a dúvida é sua e de meio mundo. Vamos acabar com ela? Guarde estas  dicas:</p><i> </i><p><i> <br></i></p><p><i>Cessão, seção</i> e <i>sessão</i> jogam no time dos homófonos. Têm a mesma  pronúncia, mas grafia e sentido diferentes. Por isso causam desentendimentos,  dores de cabeça e não poucos vexames. Vamos pôr ponto final na farra?</p> <p> <br></p><p><span style="font-weight: bold;">Cessão</span> é substantivo derivado do verbo ceder. Ambos começam com a mesma  letra: <i>O cartório registra a cessão dos bens. A cessão de direitos é assunto  complicado. O caso trata da cessão de propriedade.</i></p><i></i> <p> <br></p><p><span style="font-weight: bold;">Seção</span> é a parte de um todo. Quer dizer <i>divisão</i>. No supermercado, há a  seção de frutas, a seção de material de limpeza, a seção de bebidas. Na loja, a  seção de roupas infantis, a seção de roupas femininas, a seção de roupas  masculinas. Na farmácia, a seção de cosméticos e a seção de remédios.</p> <p> <br></p><p><span style="font-weight: bold;">Sessão</span> é o todo. Dá nome ao tempo que dura uma reunião, um espetáculo ou um  trabalho: <i>sessão de cinema, sessão do Congresso, sessão de terapia</i>.</p> <p> <br></p><p><span style="font-weight: bold;">Dica</span>: o todo é maior que a parte. Por isso, <i>sessão</i> tem seis letras;  <i>seção</i>, cinco.</p> <p>&nbsp;</p><p>*** <br></p> <p> <br></p><p><span style="font-weight: bold;">Como diferenciar oração sem sujeito e sujeito indeterminado?</span> <span style="font-weight: bold;">(</span>Leandro Lima Valença)</p> <p> <br></p><p>Leandro, se você desvendar o segredo de um, o outro fica fácil, fácil. Tão  fácil quanto tirar chupeta de bebê. Vamos lá?</p> <p> <br></p><p>As orações sem sujeito são construídas com verbos muito especiais. Eles, de  uma forma ou de outra, têm relação com o tempo. Veja:</p> <p> <br></p><p><span style="font-weight: bold;">verbos que indicam fenômenos da naturez</span>a (chover, nevar, relampejar,  amanhecer, anoitecer): <i>Chove muito no verão. No Brasil, raramente neva.  Relampejou ontem à noite? No horário de verão, amanhece tarde em Brasília. Puxa!  Já anoiteceu?</i></p> <p><i> <br></i></p><p><i><span style="font-weight: bold;">verbos ser, fazer e haver</span> <span style="font-weight: bold;">quando indicam contagem de tempo</span></i>: <i>São duas  horas. Faz dois anos que visitei a França. Cheguei há cinco horas.</i></p><i></i> <p> <br></p><p><span style="font-weight: bold;">Verbo haver no sentido de existir ou ocorrer</span>: <i>Há (existem) duas pessoas na  sala. Durante a manifestação, houve (ocorreram) vários confrontos com a  polícia.</i> </p> <p> <br></p><p>Olho vivo, Leandro. Os verbos impessoais podem se tornar pessoais. Basta  ganharem sujeito. Aí, perdem o privilégio. Têm de concordar com o sujeito. Quer  ver? <i>Choveram aplausos depois do discurso</i> (suj. aplausos). <i>Hoje  amanheci cheia de disposição</i> (suj. eu). <i>Paulo fez 20 anos</i> (suj.  Paulo). </p> <p> <br></p><p>O sujeito indeterminado joga em outro time. No caso, alguém pratica a ação.  Mas, por conveniência ou ignorância, ele não é referido. Trata-se de ótimo  recurso pra fofocas. Observe o diálogo travado entre Luís e Maria. </p><i> <p> <br></p><p>Maria diz:</p> <p>-- Luís, falaram mal de você.</p> <p> <br></p><p>-- Quem falou?</p> <p> <br></p><p>-- Ah, falaram.</p></i> <p> <br></p><p>Viu? Maria sabe quem andou manchando a reputação do Luís. Mas contou o  milagre sem citar o santo. Como? Recorreu à 3ª pessoa do plural.</p> <p> <br></p><p>O pronome se também se presta pra indeterminar o sujeito — mas só com verbos  intransitivos ou transitivos indiretos: <i>Come-se bem em Brasília  (intransitivo). Dorme-se mal no calor (intransitivo). Precisa-se de pedreiros  (transitivo indireto). </i></p><i></i> <p> <br></p><p>Os transitivos diretos acompanhados do <i>se</i> formam a voz passiva  sintética. Têm sujeito e precisam concordar com ele<i>: Vende-se esta casa.  Vendem-se todas as casas da rua. Conserta-se carro. Consertam-se carros.  Corrigiu-se o erro. Corrigiram-se os erros. </i></p><i></i> <p>&nbsp;</p><p>*** <br></p><b> <p> <br></p><p>Quando e como posso usar travessões para destacar uma frase  importante?  <br></p></b><p>(Ana Luísa Lopes)</p><i> </i><p> <br></p><p>O travessão (—) é muito versátil. Como Bom Bril, tem mil e uma  utilidades. Entre elas, destaca um termo opaco, escondido. Dá realce ao  sem-graça. No caso, substitui a vírgula ou os dois pontos. Compare: </p><i> <p> <br></p><p>Lula conseguiu, até, a adesão dos adversários.</p> <p>Lula conseguiu — até — a adesão dos adversários.</p></i> <p>&nbsp;</p> <p>Brasília, a capital do Brasil, vai completar 50 anos.</p> <p>Brasília — a capital do Brasil — vai completar 50 anos.</p> <p>&nbsp;</p><i> <p>Eis o grande vencedor: o filme que faturou 300 milhões de dólares. </p> <p>Eis o grande vencedor — o filme que faturou R$ 300 milhões.</p> <p> <br></p><p>O estado de São Paulo, o mais afetado pelas chuvas, precisa de obras de  infraestrutura. </p> <p>O estado de São Paulo — o mais afetado pelas chuvas — precisa de obras de  infraestrutura.</p></i> <p>&nbsp;</p> <p>Usa-se travessão com vírgula? Só num caso. Se o segundo travessão coincidir  com a vírgula: </p><i> <p> <br></p><p>Depois da vitória do governista — com mais de 50% dos votos —, o padrinho  sentiu-se forte como Tarzã.</p></i> <p> <br></p><p>Viu? Sem o travessão, só haveria a vírgula final: </p><i> </i><p><i> <br></i></p><p><i>Depois da vitória do governista com mais de 50% dos votos, o padrinho  sentiu-se forte como Tarzã.</i></p> <p><i> <br></i></p><p><i>Quando saiu de casa — lá pela meia-noite —, deixou a família reunida.</i>  (Quando saiu de casa lá pela meia noite, deixou a família reunida.)</p> <p> <br></p><p>Deu para entender? O casamento da vírgula com o travessão é raro como viúvo  na praça. Não confunda. No caso em que podem aparecer duas vírgulas em vez dos  dois travessões, a vírgula não tem vez:</p><i> <p> <br></p><p>Redigir — na definição do Aurélio — é escrever com ordem e método. (Redigir,  na definição do Aurélio, é escrever com ordem e método.)</p></i> <p> <br></p><p>Use. Mas não abuse. Coloque apenas dois travessões no mesmo parágrafo. Mais  que isso desorienta. Deixa o leitor confuso como cego em tiroteio.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p><a name="Save1"></a></p></font></font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52758</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<A href="http://www.dzai.com.br/" target=_blank> <DIV style="BACKGROUND-IMAGE: url(http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_bg.png); WIDTH: 435px; BACKGROUND-REPEAT: repeat-x; HEIGHT: 15px; CURSOR: pointer"><IMG style="FLOAT: left; MARGIN-LEFT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_logo.gif"><IMG style="FLOAT: right; MARGIN-RIGHT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_frase.gif"></DIV></A> <OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/8a9a3528970897c613b88b96e0a3033d.flv&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/8a9a3528970897c613b88b96e0a3033d_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/8a9a3528970897c613b88b96e0a3033d.flv&image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/8a9a3528970897c613b88b96e0a3033d_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52757</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<a href="http://www.dzai.com.br" target="_blank"><div style="width: 435px; height: 15px; background-image: url(http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_bg.png); background-repeat: repeat-x; cursor: pointer;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_logo.gif" style="float: left; margin-left: 8px;" border="0"><img src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_frase.gif" style="float: right; margin-right: 8px;" border="0"></div></a><object width="435" height="346"><param name="movie" value="http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="flashvars" value="video_id=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/8a9a3528970897c613b88b96e0a3033d.flv&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/8a9a3528970897c613b88b96e0a3033d_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"><embed src="http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="video_id=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/8a9a3528970897c613b88b96e0a3033d.flv&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/8a9a3528970897c613b88b96e0a3033d_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true" width="435" height="346"></object>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Leitor questiona]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52772</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=2>"Estranhei o fato de a senhora ter escrito `Entra, Zilda. Você não precisa pedir licença´, no blog. Sabe a senhora, muito bem, que o correto seria `Entra, Zilda. Tu não precisas pedir licença´. Ou `Entre, Zilda. Você...´. Erros como esse são comuns na mídia. Responsável por uma coluna cujo objetivo principal é esclarecer erros de português, não deveria a senhora abonar tais assaltos a nossa bela e maltratada língua. (</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Manoel Vasconcellos)  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O título foi inspirado no poema "Irene no céu", de Manuel Bandeira. Lembra-se dele? Ei-lo: "Irene preta / Irene boa / Irene sempre de bom humor. / Imagino Irene entrando no céu: / — Licença, meu Branco? / E São Pedro bonachão: / — Entra, Irene / Você não precisa pedir licença. </FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A escolha é sua]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52771</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Lula estava em Recife ou no Recife? Você escolhe. Os pernambucanos exigem o artigo. Diante deles, não bobeie. Diga o Recife. Os demais brasileiros preferem Recife. Mas aceitam o Recife numa boa. <BR>&nbsp; <BR></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A galinha e a raposa -- a desconfiança ]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52723</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Era uma vez… <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Uma galinha descansava num poleiro bem alto. Lá de cima, viu a raposa entrar no galinheiro. A penetra olhou pra lá e pra cá. Estava morta de fome. Queria encontrar uma ave descuidada pra encher a barriga. <BR>Quando viu a dona da casa, vibrou. Pra lá de feliz, disse com voz macia. Parecia uma mãezona: <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>— Minha querida, soube que você está doente. Desça. Quero lhe dar um remedinho. <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>— Estou gripada. Mas não sou boba. Se descer, vou direto pro seu papo. Tire o cavalinho da chuva. Suma daqui. <BR>Decepcionada, a raposa pôs rabinho entre as pernas. Partiu pra outra. <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>* <BR></P></FONT> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>De vez em quando a gente tem de ser esperto, não é? Vale o exemplo do Luiz. Ele era capitão do time da escola. O Paulo era da outra escola. As duas equipes iam disputar o campeonato. Na véspera do jogo, o Paulo foi visitar o Luiz. Queria saber se todos os atletas iriam jogar. Luiz disse que não tinha decidido ainda. <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>* <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Moral da história: Desconfie de inimigo que se finge</FONT> de amigo. </P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52711</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>Edison Rodrigues-Chaves escreveu: " Hoje, 29 de janeiro, na  pág.17,<em> </em>encontrei um erro no lead: `O presidente da Venezuela, Hugo  Chávez, ameaçou ontem dar uma resposta ‘radical’ a quem tentar lhe tirar do  poder´, diz o texto. O correto seria `tentar tirá-lo do poder´. Ou `tentar lhe  tirar o poder´ ". Viu? Trata-se da velha regência. Tira-se alguém de algum  lugar. Ou tira-se alguma coisa de alguém.</font></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Mal-estar]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52660</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<font><b><p><font face="Arial" size="3"> <br></font></p></b> </font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Garganta inflamada, suor frio, dor no peito perseguiram Lula  o dia inteiro. Ele desdenhou os sintomas. Altas horas da noite, não deu pra  segurar. O homem passou…mal? Mau? A resposta está no contrário. O antônimo de  mal é bem; de mau, bom: <i>Lula passou mal</i> (bem). <i>Lula é mau paciente</i>  (bom). <i>Lula é mal-humorado</i> (bem-humorado). <i>Lula sofre de mau humor</i>  (bom humor).</font></p> <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> <p>&nbsp;</p> <p>É assim</p></b> </font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O plural de mal-estar? É mal-estares.</font></p> <font><b> <p>&nbsp;</p> <p><font face="Arial" size="2">Brasileirinha da silva</font></p></b> </font> <p><font><font face="Arial"> <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">Lula passou mal. Diagnóstico: estresse. Viu<span class="446274416-28012010">?</span>&nbsp;<span class="446274416-28012010">A</span>  inglesinha stress ganhou nacionalidade brasileira. E deu filhotes. Entre eles,  estressar e estressado. </font></font></p> <font><b> <p>&nbsp;</p></b></font><font><font face="Arial"> <br></font></font>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dicas para Concursos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52644</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=e69633e5520104b0469c2a287798a840&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/1efcfcd3d156acd2c60209681568c302_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=e69633e5520104b0469c2a287798a840&image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/1efcfcd3d156acd2c60209681568c302_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[António Lobo Antunes escreveu]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52665</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		 <br> <br><font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Há palavras que surgiram para ser cortadas. Se você escreve 10 horas, duas você passa realmente escrevendo. As outras, cortando."</span></font> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52662</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>"Empresária aceita depor à CPI", escrevemos na pág. 41. Ops! A gente depõe em  algum lugar, não a alguém ou a algum órgão. Com a regência nota 10, a frase fica  assim: <i>Empresária aceita depor na CPI.</i></font></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Complexo de Deus]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52635</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/b4817b590d4781aef845afe7798bdc11.jpg">  <br>  <br>&nbsp;<font><b> </b></font> <br><p><font><font face="Arial">Lula acordou cedinho. Caminhada, ginástica, natação? Nem  pensar. De carro, foi à Base Aérea de Brasília. Embarcou. A bordo, comeu, bebeu,  conversou com assessores, definiu a agenda, organizou a cabeça e traçou a linha  dos discursos. Chegou à capital pernambucana. O calor derretia pele e ossos. Ao  longo do dia, participou de mil eventos. Suado, esbanjou acenos e sorrisos.  Abraçou amigos e inimigos. Beijou criançonas e criancinhas. Conhecidos e  desconhecidos exigiam atenção. Puxa-sacos se insinuavam sem cerimônia.  </font></font></p> <p><font><font face="Arial">  <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">Ufa! Que maratona! Depois do jantar com o governador, Sua  Excelência tomaria o rumo da Suíça. Lá, receberia o troféu Estadista do Ano 2009  do Fórum Econômico Mundial. Mas o homem põe e Deus dispõe. "Alto lá", disse o  Senhor. "Onipotência e onipresença são qualidades divinas." E freou o cara.  Tontura, dor no peito, mal-estar e…ops! A pressão nas alturas. Em vez de Davos,  o presidente voou para o hospital. Diagnóstico: hipertensão.</font></font></p><font><b> <p>&nbsp;</p> <p><font face="Arial" size="3"> <br></font></p><p><font face="Arial" size="3">Senhor exagero</font></p></b> </font><p><font><font face="Arial">  <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">O povo diz pressão alta. Os médicos, hipertensão.  <i>Hiper</i> aparece em montões de vocábulos. É o caso de hipermercado,  hipersensível, hiperdinâmico. Em todos, indica exagero, posição superior.  Hipermercado é um mercado desssssssssssssssssste tamanho. Hipersensível,  muiiiiiiiiiiiiiiito delicado. Hiperdinâmico, pra lá de ativo.</font></font></p> <p><font><font face="Arial">  <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">Hiper, apesar do exagero, não goza de privilégios. Joga no  time da maior parte dos prefixos. Pede hífen quando seguido de h (hiper-humano)  ou de duas letras iguais (hiper-relapso). Nos demais casos, é tudo colado —  <i>hiperativo, hiperoperação, hipertexto.</i></font></font></p><font><b> <p>&nbsp;</p> <p><font face="Arial" size="3"> <br></font></p><p><font face="Arial" size="3">Por falar em hiper…</font></p></b> </font><p><font><font face="Arial">  <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">Lembra-se da hipérbole? Trata-se daquela&nbsp;<span class="446274416-28012010">velha </span>figura de linguagem estudada na escola em  tempos idos e vividos. Como o nome denuncia, a danada tem mania de grandeza.  Sempre que aparece, abre alas para o exagero.   <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">  <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">Exemplos? Dummond nos brinda com  um: "Temos riqueza para dar ao mundo inteiro e ainda sobra para quatrocentos e  noventa e nove mundos possíveis". O povo sabido não fica atrás: chora rios de  lágrimas, morre de medo, estoura de rir, ganha montanhas de dinheiro.  </font></font></p><font><b> <p>&nbsp;</p> <p><font face="Arial" size="3"> <br></font></p><p><font face="Arial" size="3">Pra baixo</font></p></b> </font><p><font><font face="Arial">  <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">O contrário de hiper? É hipo. Hipertensão é pressão alta.  Hipotensão, pressão baixa. Hiperativa é a criatura pra lá de ativa. Hipoativo,  devagar quase parando.</font></font></p><font><b> <p>&nbsp;</p></b></font>  <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Duas dúvidas ]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52575</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b> <br></b></font></p>  <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"> </font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"O título é prefixado ou pré-fixado?", pergunta Esdras Magralhães Filho.  <br></font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b><p> <br></p></b> </font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O pré, Esdras, é calo no pé. A regra diz que, quando o  prefixo é tônico, o <i>e</i> soa aberto. Escreve-se com hífen (pré-natal,  pré-escola). Quando soa pre, átono, grafa-se sem o tracinho (predisposição,  prejulgamento). Mas a realidade é outra. A pronúncia nem sempre coincide com a  grafia. Daí a confusão. Pra acertar sempre, a saída é consultar o dicionário. O  pai de todos nós nos tira do aperto. É ele quem diz: prefixado se grafa assim —  juntinho como recém-casado apaixonado. </font></p>   <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span class="177175215-26012010"><font> <br></font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span class="177175215-26012010"><font>***</font></span></font></p>   <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Qual é o coletivo de bandeiras?", quer saberAdahuiton Belloti. <br></font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b><p> <br></p></b> </font> <p><font><font face="Arial"><font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É panóplia. Vale a curiosidade. Diante do Congresso  Nacional, havia 27 mastros nus. Márcio Cotrim propôs vesti-los com as bandeiras  dos 26 estados e do Distrito Federal. O governo aceitou a ideia. Viva! Lá estão  elas. É o Brasil tre</span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">mulando ao vento. </span></font></font></font></p>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Mulher das Arábias]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52614</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/8c564f9c347f45593fea161c020c81e2.jpg">  <br>  <br>  <br><title>Mensagem</title><div><font face="Arial" size="2"><font face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p><a name="Save1"></a><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dad Squarisi // dadsquarisi.df@dabr.com.br</p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O emir do Catar esteve em Brasília na semana passada. Reuniu-se com o  presidente Lula no Planalto. Discreto, teria passado despercebido apesar das  bandeiras catarianas que enfeitavam a Esplanada. Mas não passou. A visita  mereceu imagens e comentários graças à primeira-dama. Xeica Mozah é  excepcionalmente bela. Mas não só. Ela conquistou o respeito internacional com o  papel que desempenha interna e externamente. Está à frente da revolução em curso  no país.</p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Presidente da Qatar Foundation, Mozah cuida da educação, saúde e inclusão  social. A meta é liderar as inovações em educação e pesquisa. Investimentos  maciços tornaram o areal em que se assenta Doha em moderno câmpus. Ali convivem  instituições nacionais e estrangeiras. Universidades americanas transferiram-se  para lá. Levaram junto bibliotecas, professores, centros de pesquisas e  tecnologia de ponta. Os alunos assistem a teleconferências em 3ª dimensão. </p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A paisagem humana usa saias, calças, camisetas, burcas. Há de tudo. Cresce em  progressão geométrica o número de mulheres que estudam e trabalham fora. Os  divórcios também aumentam. É guinada que sintoniza o país com o mundo moderno —  mundo no qual a primeira-dama atua com desenvoltura. Ela está engajada no Fórum  Aliança de Civilizações, cuja 3ª edição será no Rio de Janeiro, em maio. Em  2011, será no Catar. Trata-se de movimento que busca aproximar povos, promover o  diálogo de culturas, lutar contra a intolerância como o islamofobismo, que  cresce no mundo.</p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A figura marcante de Xeica Mozah talvez mude o discurso dos generalistas.  Eles falam na mulher árabe como se fosse uma unidade. Não é. Na nação que abriga  23 países, impera a diversidade. Há donas de casa, comerciantes, bancárias,  banqueiras, pesquisadoras, médicas, advogadas, parlamentares. Há as  conservadoras, que cobrem o corpo e o cabelo. Há as que usam burca. Há as que  vestem minissaias e botas. A rainha da Jordânia, de calça jeans e camiseta,  participa de passeatas públicas. Existe um denominador comum entre elas? Talvez.  No meio de tanta variedade, sobressai uma característica. É a valorização da  família. A xeica Mozah não foge à regra.</p></font></font></div>  <br><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/5505be0c1b6994a456e386463060988b.jpg">  <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52599</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Três exames para salvar as vidas dos  recém-nascidos", escrevemos na capa. Quantas vidas têm as criaturinhas  excepcionais? Só uma. O plural do adjunto indica que falamos de mais de um ser.  Assim: Três exames para salvar a vida dos recém-nascidos.</font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52612</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<A href="http://www.dzai.com.br/" target=_blank> <DIV style="BACKGROUND-IMAGE: url(http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_bg.png); WIDTH: 435px; BACKGROUND-REPEAT: repeat-x; HEIGHT: 15px; CURSOR: pointer"><IMG style="FLOAT: left; MARGIN-LEFT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_logo.gif"><IMG style="FLOAT: right; MARGIN-RIGHT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_frase.gif"></DIV></A> <OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/639b6f02a0379da9dfc71afeef64d32a.flv&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/639b6f02a0379da9dfc71afeef64d32a_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/639b6f02a0379da9dfc71afeef64d32a.flv&image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/639b6f02a0379da9dfc71afeef64d32a_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Delicadezas da campanha]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52573</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<font size="2"><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><p> <br></p></b></font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">É mentirosa pra cá, babaca pra lá, palavrões pra todos os  lados. O que é? O que é? É a campanha presidencial. A corrida de 2010 começou.  Fora de época, é verdade. Mas a partida não deixa dúvida. O vocabulário promete  arrepios em todos os pelos. As palavras acertarão parte sensível do corpo — da  cintura pra baixo.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mentirosa &amp; companhia sugerem uma dica de ortografia. A  polissílaba é adjetivo derivado de substantivo abstrato. <i>Mentira</i> joga no  time de coragem, esperança, sabor, gosto. Eles têm um denominador comum. Sem  vida própria, precisam de uma criatura pra existirem. Você já viu a mentira  pulando por aí? Ou a coragem? A esperança? O sabor? O gosto? Não. Viu pessoas  que praticam a ação de mentir, de sentir o gosto ou de alimentar a esperança.  </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As coitadas precisam de um sujeito que as encarne. Mas não  são bobas. Geram filhos pra lá de úteis. Os terminados em -oso se escrevem com  s: mentira (mentiroso), coragem (corajoso), sabor (saboroso), gosto (gostoso),  charme (charmoso). </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><strong> <br></strong></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><strong> <br></strong></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><strong>Por falar em  campanha…</strong> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Lula tem 80% de aprovação popular. Como tirá-lo do  altar? A oposição se vira. Diz que o governo…ops! Maquia as obras do PAC?  Maqueia? Na dúvida, consultaram a gramática. Lá estava: <i>maquiar se conjuga  como premiar: premio (maquio), premia (maquia), premiamos (maquiamos), premiam  (maquiam)<b>.</b></i></font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"> </font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b>&nbsp;</b></font></p> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Duas equipes]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52574</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b> <br></b></font></p> <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"> </font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Este verão frustrou expectativas. Nada de biquínis, chapéus,  tomara que caia &amp; companhia refrescante. O calor não dá folga. Mas a chuva  despenca sem piedade. O item obrigatório da estação é o guarda-chuva. Palavra  casada, é formada de duas partes. Uma: o verbo guardar. A outra: o substantivo  chuva. No plural, só o nome se flexiona: <i>guarda-chuvas, guarda-notas,  guarda-roupas</i>.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Olho vivo! Há <i>guardas</i> que pertencem a outra estirpe.  Não são verbos, mas substantivos. Aí os dois nomes vão para o plural como  qualquer vira-lata. É o caso de guarda-noturno,  guardas-noturnos.</font></p> <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> </b></font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b>&nbsp;</b></font></p> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dicas para Concursos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52523</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=cde154b35e73d52ff1345a2e87bbfd9e&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/1c44cd2ec72939db73bf2292121bed64_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=cde154b35e73d52ff1345a2e87bbfd9e&image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/1c44cd2ec72939db73bf2292121bed64_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52520</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"O avião desapareceu do radar cinco minutos depois de  decolar, às 24h37", escrevemos na pág. 21. Viva! Conseguimos o que todo  jornalista mais quer — aumentar o dia. Em vez de 24 horas, 24h37. Não é isso?  Então vale lembrar. Ao dizer às 24h, falamos do fim de um dia; à 0h, do começo  de outro. O avião desapareceu do radar à 0h37. </font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Pisadas, sabotagens e acidentes]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52502</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<b><font size="4"> </font></b><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/c98b6c17d1d8485e93dabd6e01e773e6.jpg"> <br></b></font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"> </font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Que coisa! Avião etíope pousou no Aeroporto Internacional de  Beirute. Embarcaram 90 pessoas. Por volta da meia-noite, decolou. Cinco minutos  depois de abandonar o solo da bela capital libanesa, pegou fogo. Não deu outra.  Bummmmm! Explodiu no ar. Jornais noticiaram a tragédia. "Até agora, descartamos  qualquer ato de sabotagem", disse o presidente do país que já se chamou Fenícia.  Sem querer, ele buscou uma palavra árabe que deu muitas voltas até chegar ao  português. </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Sabotagem vem de sabbat. Na língua de Kalil Gibran, a  dissílaba dá nome à madeira perfumada chamada sândalo. Com ela se faziam  tamancos. Em francês, sabot. É aí que a história começa. Os camponeses, sem  dinheiro pra comprar sapato de couro, usavam o de madeira. Com ele, pisavam as  plantas tenras dos grandes proprietários. Daí nasceu sabotar — pisar com o  tamanco. </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A palavra cresceu e apareceu. Ganhou novas acepções.  Designa, sobretudo, ato de destruição intencional de um trabalho ou de uma  máquina. Sabotam-se projetos. Sabotam-se casamentos. Sabotam-se candidaturas.  Sabotam-se acordos. Sabotam-se instalações industriais. Valha-nos, Deus!  </font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> <p>&nbsp;</p> <p> <br></p><p>Por falar em avião…</p></b> </font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Lembre-se. O avião pousa. O manequim posa. </font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> <p>&nbsp;</p></b></font>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Palavras do Dalai Lama]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52492</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<img src="http://"><img style="width: 311px; height: 549px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/d716fa88a8ffbdd8dd51230ba2ccbf23.jpg">  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52443</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<A href="http://www.dzai.com.br/" target=_blank> <DIV style="BACKGROUND-IMAGE: url(http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_bg.png); WIDTH: 435px; BACKGROUND-REPEAT: repeat-x; HEIGHT: 15px; CURSOR: pointer"><IMG style="FLOAT: left; MARGIN-LEFT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_logo.gif"><IMG style="FLOAT: right; MARGIN-RIGHT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_frase.gif"></DIV></A> <OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/fdecc925380ab1504d6b919702d3b95a.flv&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/fdecc925380ab1504d6b919702d3b95a_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/fdecc925380ab1504d6b919702d3b95a.flv&image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/fdecc925380ab1504d6b919702d3b95a_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Idosos ou velhos?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52459</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		  <br>Veja a apresentação clicando<span style="color: rgb(51, 153, 153);"> </span><font style="color: rgb(51, 153, 153);" size="4"><a style="font-weight: bold;" href="http://stat.correioweb.com.br/00CW/idososouvelhos.pps">aqui</a></font>. (Arquivo em formato .pps - 797 Kb).   <br>  <br><span style="font-style: italic;">Colaboração de Lúcia Farias&nbsp;  </span>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52444</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"O que ninguém entende é como se aceita o  oferecimento dessa gestão a um profissional de mal caráter com mais de 30  processos nas costas", escrevemos na pág. 11. Ops! Trocamos as bolas. Mal e mau  se pronunciam do mesmo jeitinho. Mas não se conhecem nem de elevador. Pra  acertar sempre, basta apelar pro troca-troca. Recorra aos opostos. O contrário  de mal é bem; de mau, bom — mau humor, bom humor; mal-humorado, bem-humorado.  Dando a César o que é de César: <i>O que ninguém entende é como se aceita o  oferecimento dessa gestão a um profissional de mau (bom) caráter com mais de 30  processos nas costas.</i></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Reforço em português]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52456</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<style></style><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br> <br></span> <div style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Guido Heleno escreve: "Nesta segunda, nos pontos de ônibus da W-3, deparei  com um anúncio <span style="font-weight: bold;">`</span><strong>Reforço de matemática à domicílio´ </strong>e abaixo o  número do celular do tal `reforcista´.Não seria o caso de ele pegar antes um reforço em  português?"</font></div><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É o caso. A gente dá reforço em sala de aula, em clubes, em hospitais e, claro, em domicílio.&nbsp; </span></font> <br></span>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Duas questões manhosas]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52397</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P> <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Nossa! Que palavrinha difícil! É parachoque ou para-choque? Em pesquisa encontrei as duas formas", escreve Bia.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A reforma ortográfica mirou a família "para". Pensou, pensou e decidiu. Só cassou o hífen de paraquedas e família (paraquedista, paraquedismo). Os demais membros do clã mantêm o tracinho: para-choque, para-lama, para-chispas, para-raios. <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>***</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Canal de TV anuncia programa com o título `O mundo sem ninguém´. Estranhei. Ninguém quer dizer sem pessoa, certo? O melhor não seria `O mundo sem alguém´? Ou ainda: `O mundo com ninguém?´, quer saber Renata Amaral.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O português é língua pra lá de brincalhona. Quer um exemplo? <EM>Pois sim</EM> quer dizer não. E <EM>pois não</EM> quer dizer sim. Nossa linguinha aceita a dupla negação. Por isso a gente diz "não vi nada", "não vi ninguém". Diz com a mesma desenvoltura "mundo sem ninguém". <BR>&nbsp;</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Luxo ao som de cordas e sopros]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52395</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A Escola de Música de Brasília oferece curso de verão todos os anos. É um luxo que veste Chanel com pérolas negras. Profissionais de Europa, França e Bahia desembarcam na capital. Na bagagem, as últimas novidades em criação e execução. Cordas, sopro, percussão, canto, há de tudo pra todos os gostos. Os brasilienses deitam e rolam. Músicos aproveitam pra se aperfeiçoar. Gente comum também lucra. Curte apresentações de primeira qualidade.  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O curso movimenta a cidade há 32 anos. Há 32 anos uma dúvida persiste. Qual o feminino de músico? Há quem diga música. A maioria, porém, prefere musicista. Eis a questão: a polissílaba é preferência ou obrigatoriedade? Palpites pintam a torto e a direito. Sem acordo, alunos, professores, convidados e curiosos discutem. E daí? <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Boa saída: consultar o dicionário. O pai de todos nós ampara sempre. Sabido, esclarece. Músico joga no time de médico, advogado e psicólogo. Quando o profissional usa saia, troca-se o o pelo a: Ela é médica. Ela é advogada. Ela é psicóloga. E, claro, ela é música. <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Existe também o substantivo musicista. Com o mesmo significado de músico e música, musicista vale por dois. Ternos e gravatas, saia e salto alto são recebidos com banda de música e tapete vermelho. Os musicistas e as musicistas estão lá pra fazer a festa. Privilégio? É. E é de graça.&nbsp; <BR>&nbsp; <BR></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Ouvidos gratos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52396</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Sobra tempo nas férias. Com as horas livres, a gente faz montões de coisas. Lê mais. Passeia mais. Vai mais a cinemas. Visita amigos mais vezes. O brasiliense tem uma opção a mais. São os concertos da Escola de Música. Há muitos — variados, diários e gratuitos. Vá lá. Antes, vale lembrar. Concerto com c e conserto com s soam do mesmo jeitinho. Mas um não tem nada a ver com o outro.  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Concerto é harmonia. Daí se dizer concerto da orquestra, concerto das nações, concerto de vozes. Conserto é reparo, correção. A gente conserta o carro pifado, o erro da redação, a barra do vestido. Se você mora na capital da República, conserte o que deve ser consertado (com s), e curta o concerto de hoje. Mas curta o concerto com c. Os ouvidos agradecem. <BR></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O gato e o papagaio — a avaliação]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52344</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http:///"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/16a4faefd7da406801ab55f9241333f6.jpg"> </P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Era uma vez…  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Um homem levou pra casa um papagaio. Chamou-o João Rafinha. O louro era alegre e lindo. Tinha penas de muitas cores — verde, amarelo, azul e vermelho. Não ficou preso na gaiola. Vivia solto, voando pra lá e pra cá, falando sem parar.  <BR>O gato se incomodou com a barulheira. Abriu os olhos preguiçosos e reclamou:  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>-- Louro, eu moro aqui há muitos anos. Meus donos querem que eu fique quieto. Em como, bebo e durmo. Nem faço um miau. Eles gostam.  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O louro respondeu:  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>-- Gato, eu sou papagaio. Estou aqui porque falo. O meu dono me comprou por causa da minha voz. Eu quero ter certeza de que ele me ouve. Fique na sua, que eu fico na minha.  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>*  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Marina e Malu são amigonas. Marina pinta muito bem. Malu escreve muito bem. Uma empresa contratou as duas para fazerem um trabalho. Malu deveria escrever a história e Marina ilustrar as páginas. Sabe o que aconteceu? A história fez o maior sucesso. As ilustrações também.  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>*  <BR></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Moral da história: Cada um é avaliado por coisas diferentes. É bom fazer bem o que faz. </FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52345</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Ofertas de vagas cai 33% em 2009", escrevemos na  pág. 34. Tropeçamos na concordância? Talvez não. Atropelamos a atenção. A frase  é tão simples que só a distração explica o acidente: Ofertas de vagas caem em  2009.</font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Gol contra]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52324</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><div><font face="Arial" size="2"><span class="186471515-22012010">  <br>  <br>VEJA o que li hoje,  no templo da LBV, em letras garrafais e em quatro idiomas, inglês, francês,  espanhol e português, claro:</span></font></div> <div><font face="Arial"><span class="186471515-22012010"></span></font>&nbsp;</div> <div><font face="Arial"><span class="186471515-22012010"><strong>  <br>Quem confia em Jesus, não perde tempo...</strong></span></font></div> <div><font face="Arial" size="2"><span class="186471515-22012010"></span></font>&nbsp;</div> <div><font face="Arial" size="2"><span class="186471515-22012010">  <br>Assim, com a vírgula  separando o sujeito do predicado, será difícil confiar em Jesus...</span></font></div> <div><font face="Arial" size="2"><span class="186471515-22012010"></span></font>&nbsp;</div> <div><font face="Arial" size="2"><span class="186471515-22012010">  <br>beijo</span></font></div> <div><font face="Arial" size="2"><span class="186471515-22012010"></span></font>  <br>Marcelo Abreu   <br></div> <div><font face="Arial" size="2"><span class="186471515-22012010"></span></font>&nbsp;</div> <div><font face="Arial" size="2"><span class="186471515-22012010"></span></font>&nbsp;</div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Três dicas úteis]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52314</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b>Sem conversa</b></font></p><font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p> <br></p><p>Ops! Deu na tevê: "O caramujo africano se prolifera no Lago Norte". Os  moradores do elegante bairro de Brasília tremeram na base. Duas razões  provocaram o estremecimento. Uma delas: o medo. A outra: a pancada na língua. No  sentido de multiplicar-se, reproduzir-se, crescer em número, <i>proliferar</i>  joga no time dos intransitivos. Não aceita, nem a pedido dos deuses do Olimpo,  tornar-se pronominal. Diga de boca cheia: <i>Os ratos proliferam rapidamente. Os  governos querem impedir que as favelas proliferem. O caramujo africano prolifera  no Lago Norte. Valha-nos, Deus!</i></p></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p>&nbsp;</p> <p><strong> <br></strong></p><p><strong>Na manchete</strong></p></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p> <br></p><p>O verbo do noticiário? É chegar. A razão: com o terremoto, ajuda humanitária  não para de chegar…ops! Ao Haiti? No Haiti? Quem chega chega <b>a</b> algum  lugar: <i>Os aviões chegam ao Haiti. Corpos dos militares chegaram à Base Aérea.  Muitos passageiros chegam ao Aeroporto de Guarulhos.</i></p></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p>&nbsp;</p> <p><strong> <br></strong></p><p><strong>É diferente</strong></p></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p> <br></p><p>Atenção, moçada. <i>Herói</i> se escreve com acento. <i>Heroico</i>  dispensa-o. Por quê? A reforma ortográfica cassou o grampinho dos ditongos  abertos <i>ei </i>e <i>oi </i>das paroxítonas. As oxítonas conservam o  acessório. Compare: <i>ideia, assembleia, papéis, coronéis; apoio, tireoide,  lençóis, girassóis</i>.</p></font><font face="TheAntiqua,Times New Roman" size="5"> <p>&nbsp;</p></font></font>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dicas para Concursos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52307</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=6fa1d2139be1c555a7e3f10eb735acb3&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/c9b4d19e1bc3506bcb5bd7825e39bc00_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=6fa1d2139be1c555a7e3f10eb735acb3&image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/c9b4d19e1bc3506bcb5bd7825e39bc00_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52298</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Pesquisa da UnB feita no Mato Grosso mostra  que cidades voltadas para a agricultura registraram aumento de 100% na emissão  de gases", escrevemos na pág. 12. Reparou no modismo? Nome de estados ora pede  artigo, ora dispensa<span class="161110020-21012010">-</span>o. De um lado,  dizemos São Paulo, Alagoas, Goiás, Pernambuco. De outro, a Bahia, o Pará, o  Paraná, o Rio Grande do Sul. Mato Grosso&nbsp;<span class="161110020-21012010">joga  </span>no time dos desacompanhados: <i>Pesquisa da UnB feita <strong>em</strong>  Mato Grosso… </i></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Sem privilégios]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52186</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><B></B></FONT>&nbsp;</P><FONT style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"></FONT> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Os Barretos são família numerosa? Os Barreto são família numerosa? Gostaria de saber como devo escrever nomes de família — singular ou plural?", pergunta a Fátima.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"></SPAN></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Sabia? Nomes próprios não gozam de privilégios. Flexionam-se no plural como os comuns. Lembra-se do clássico de Eça de Queiroz? Chama-se </SPAN><I style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Os Maias. </I><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Logo, os Barretos, os Silvas</SPAN>, os Castros.</FONT></FONT></P> 
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A língua como direito humano]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52227</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><div><font face="Arial" size="2"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p>  <br></p> <p>  <br></p><p>DAD SQUARISI // dadsquarisi@@correioweb.com.br</p> <p>  <br></p><p>Deu na tevê. Uma haitiana gesticula desesperada. Não chora. Talvez tenha  gastado as lágrimas. Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota  de líquido sequer. O soldado tenta entendê-la. Não consegue. Ela não fala  francês, língua oficial do país. Fala dialeto próprio, incomunicável.  Compadecido, o homem se esforça pra interpretar o código estranho. Infere que  ela quer lhe dizer onde estão corpos soterrados. Provavelmente mãe, marido,  filhos dela.</p> <p>  <br></p><p>A cena, tivesse ocorrido antes da divulgação do polêmico decreto brasileiro  sobre direitos humanos, inspiraria a inclusão de outro assunto. Trata-se da  língua. Ela figuraria ao lado da salvaguarda à vida, à educação, à segurança, ao  trabalho. A razão é simples. Se considerarmos direito humano a garantia de vida  digna independentemente de raça, sexo, idade ou religião, a língua não pode  ficar de fora. É com ela que pensamos. É com ela que nos tornamos seres sociais  sofisticados — conquistamos amigos, educamos os filhos, conversamos com Deus.  </p></font><font face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Povos e governantes lhe conhecem o poder. Os árabes só são árabes porque  falam árabe. São 23 países cuja única identidade é o idioma. O generalíssimo  Franco, pra pisar o orgulho catalão, proibiu-os de falar catalão. As escolas  também apagaram o idioma dos currículos. Morto o ditador, o enterrado voltou à  luz. Hoje convive com o espanhol. Os judeus, quando criaram o Estado de Israel,  precisaram de uma língua nacional. Ressuscitaram o hebraico. Nome de ruas,  placas, cardápios, livros, revistas, jornais são escritos como nos tempos idos e  vividos.</p> <p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></span></p><p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Declaração Universal dos Direitos Humanos completou 60 anos. Entre os 30  mandamentos, está a manifestação livre do pensamento. Como chegar lá sem o  domínio da língua? Como pensar sem palavras? Como expressar-se sem elas?  Conclusão: se o homem é animal racional, a língua faz a diferença. Se o homem é  animal social, a língua antecede os demais direitos. </span><a name="Save1"></a></p></font></font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52228</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><h3 style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></h3><h3 style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></h3><h3 style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Se há desrespeito, é porque há omissão dos que competem  cumprí-la", escrevemos na pág. 10. Ops! Tropeçamos na acentuação gráfica.  Oxítonas terminadas em i agradecem<span class="271461220-20012010">,</span> mas  dispenam o grampinho. Valem os exemplos de aqui, ali, subi, desci e, claro,  cumpri-la.</font></h3>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52235</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<A href="http://www.dzai.com.br/" target=_blank> <DIV style="BACKGROUND-IMAGE: url(http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_bg.png); WIDTH: 435px; BACKGROUND-REPEAT: repeat-x; HEIGHT: 15px; CURSOR: pointer"><IMG style="FLOAT: left; MARGIN-LEFT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_logo.gif"><IMG style="FLOAT: right; MARGIN-RIGHT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_frase.gif"></DIV></A> <OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/0e7286974fe26a77b8dea9345b97b403.flv&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/0e7286974fe26a77b8dea9345b97b403_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/0e7286974fe26a77b8dea9345b97b403.flv&image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/0e7286974fe26a77b8dea9345b97b403_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Propriedade vocabular]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52184</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p><font><b><font size="4"><font face="Arial"> <br></font></font></b></font></p><font> </font><p><font><font face="Arial"> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na língua existem os verbos-ônibus. Como os coletivos que  transportam 42 pessoas sentadas e outras tantas de pé, eles se adaptam a  diferentes contextos. Genéricos, denunciam a pobreza vocabular do falante.  V<span class="406265112-19012010">eja</span> o exemplo de fazer. Fazer uma fossa?  Melhor cavar a fossa. Fazer uma estátua? Que tal esculpir a estátua? Fazer  economia na USP? É preferível cursar economia. </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O mesmo vale para usar. A gente usa um sapato, uma blusa, um  par de luvas. Todos entendem. Entendem também "<span class="406265112-19012010">visto a blusa e </span>calço um sapato e um par de  luvas". Reparou? Além da compreensão, a palavra certa no lugar certo dá charme  ao enunciado. Pega bemmmmmmmmmmmmmm. </font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> </b></font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b>&nbsp;</b></font></p> <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b>Piada</b></font></p> <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"> </font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Barão de Itararé brincou: "O português é uma língua muito  difícil. Tanto que calça é uma coisa que se bota, e bota é uma coisa que se  calça".</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Vestir e dormir]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52185</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> <p>&nbsp;</p> <p> <br></p></b> </font> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Vestir e dormir têm um ponto comum. Ambos exibem a mesma  irregularidade na conjugação. Em certas pessoas e tempos, o <b>e</b> vira  <b>i</b> (vestir, visto). O <b>o</b> se transforma em <b>u</b> (dormir, durmo).  A semelhança presta senhora ajuda à ortografia. Na dúvida, a gente pode recorrer  à comparação. Por exemplo: eu durmi ou dormi? A pronúncia varia de acordo com a  região. Não ajuda a sair da enrascada. Então, partamos pro troca-troca. Eu vesti  ou visti? Ninguém vacila. Eu vesti. Logo, eu dormi.</font></p>  <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b> <p>&nbsp;</p></b></font> <br> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dicas para concursos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52167</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=59dd04a3fc897e6b0ed47b288df514d3&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/673e346231b740b25b75ed2ecd67edc6_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=59dd04a3fc897e6b0ed47b288df514d3&image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/673e346231b740b25b75ed2ecd67edc6_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52145</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><div> <p><span class="656505215-19012010"><font face="Arial" size="2"> <br></font></span></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"O autor informa que os dados apontados no artigo  referem-se a estatísticas das fontes citadas", escrevemos na pág. 14. Que coisa!  Esnobamos a força do quê. O pequenino é chamado de ímã — atrai o pronome mesmo a  distância: <em>O autor informa <strong>que</strong> os dados apontados no artigo  <strong>se </strong>referem a estatísticas das fontes  citadas</em>.</font></p></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A moda na passarela]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52127</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p><font><b><font size="5"><font face="Arial"> <img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/c4bf5d7238367f36b0dfb5466eaab9a0.jpg">  <br></font></font></b></font></p><font> </font><p><font><font face="Arial">   <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">A moda está na moda. No Rio Fashion e na São Paulo Fashion  Week, modelos desfilam na passarela. Exibem os últimos lançamentos. Há de tudo.  Saias curtas ou longas, calças largas ou justinhas, bolsas grandes ou pequenas,  sapatos altos ou baixos, cores vibrantes ou sóbrias. Enfim, a criatividade é o  limite. Há, porém, um denominador comum. É a cara das senhoritas que exibem as  criações — todas de poucos amigos. </font></font></p> <p><font><font face="Arial">   <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">Olhar perdido e músculos duros dão a impressão de que as  moças mal podem conter a raiva. De quê? De quem? Palpites não faltam. O mais  ouvido: a fome. Pra manter-se pele e osso, elas só podem comer umas folhinhas de  alface. Por isso são…ops! Macérrimas? Magérrimas? Magríssimas? As três formas  aparecem no dicionário. A primeira é erudita. A segunda, popular. A terceira,  neutra. Macérrimas, magérrimas e magríssimas dão o mesmo recado. As moças são  pra lá de magras.</font></font></p><font><b><font size="4"> </font></b></font><p><font><b><font size="4">&nbsp;</font></b></font></p> <p><font><b><font size="4"><font face="Arial">Comentário</font></font></b></font></p><font> </font><p><font><font face="Arial">   <br></font></font></p><p><font><font face="Arial">Kleber Lima, fotógrafo com olho clínico, assistia ao  desfile. Tinha uma razão especial para estar lá. A sobrinha dele se exibia na  passarela. Ao ver a magreza da garota, não conteve o comentário: "De frente,  parece que está de lado. De lado, sumiu".</font></font></p><p><font><font face="Arial"> <br></font></font></p><font><b><font size="4"> </font></b></font><p><font><b><font size="4">&nbsp;<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/d292b63be0a0902d38017c6f10133616.jpg"></font></b></font></p><font><b>   <br></b></font>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Glamour]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52143</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p><font><b><font size="4"><font face="Arial"><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/3458d59f4a15e77162853a6f0798a017.jpg"> <br></font></font></b></font></p><font> </font><p><font><font face="Arial"> <br></font></font></p><p><font><font face="Arial"><font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Nos desfiles, uma palavra se ouve nos camarins, nas  passarelas, nas arquibancadas. Estilistas, manequins, fotógrafos e comentaristas  a enunciam a torto e a direito. Qual é? Isso mesmo. É glamour. Na origem, a  dissílaba não tinha nada a ver com moda. Ela se referia à gramática. A coisa  nasceu na Escócia. Lá pelo século 17, </span><i style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">grammar</i><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> (gramática) virou  </span><i style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">glamer</i><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> — qualidade de quem falava sem erros, de acordo com a norma culta.  Quem tinha glamer? As pessoas educadas, vestidas com elegância, pra lá de  chiques. O vocábulo andou por diversas línguas. Daí pra significar charme,  encanto pessoal, </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">magnetismo foi um passo.</span></font></font></font></p><font><b><font size="4"> <p>&nbsp;</p></font></b></font>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52114</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><div style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <p><span class="928401820-18012010"><font size="2"> <br></font></span></p> <p><font size="2">"Esse é um momento muito difícil pelo qual estamos  passando", escrevemos na pág. 13. O texto se refere ao tempo presente. É a vez  do este: Este é um momento muito difícil…</font></p></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Entre ou dentre? Eis a questão]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52105</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <br>    <br><font size="2"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Há pragas que pegam. E crescem. São como fogo morro acima e água morro abaixo. Ninguém segura. É o caso da confusão no emprego das preposições entre e dentre. Por alguma razão que nem Deus explica, o dentre virou moda. Desbancou o entre. Resultado: a meninada, de tanto ver a intrometida no lugar da dona da casa, se embaralha. Acha que o errado está certo. Você joga no time dos confusos? Talvez nem saiba, não é? Para responder com certeza, faça o teste. Leia as frases com atenção. A seguir, assinale as que estiverem certinhas da silva. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br>    <br>a. Dentre a multidão, saiu uma criança ferida.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">b. O pássaro começava a surgir dentre o arvoredo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">c. No Egito, existem vários oásis no deserto. Dentre eles, os destaques são para Faium e Kharga.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">d. Dentre os vários candidatos a presidente da República, nenhum me convence.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br><span style="font-weight: bold;">E daí?</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br>    <br>Escolheu as letras a, b? Acertou em cheio. Você não foi na onda do modismo. Preferiu outra opção? Bobeou. Mas nem tudo está perdido. Há tempo. Reaja.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br><span style="font-weight: bold;">A vez do dentre</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br>    <br>Entre ou dentre? Quase sempre entre. Dentre tem uso muito limitado. Quer ver?</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dentre significa “do meio de”. É combinação da preposição de com a preposição entre. Para que ocorra o encontro, uma palavra precisa pedir a preposição de e outra entre. É o caso do verbo sair:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br>    <br><span style="font-style: italic;">O macaco saiu dentre duas árvores.</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">(Quem sai sai de algum lugar. De onde? De entre duas árovres, do meio das árvores).</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br>    <br><span style="font-style: italic;">Dentre a multidão</span> (do meio da) <span style="font-style: italic;">saiu uma criança ferida.</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br><span style="font-weight: bold;">A vez do entre</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br>    <br>Abra o olho. Só nesse caso se usa dentre. Nos demais, é a vez do entre:</span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-style: italic;">No Egito, existem vários oásis no deserto ocidental. Entre eles, os destaques são para Faium, Kharga. </span></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Entre os vários candidatos a presidente da República, nenhum me convence. </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O garoto passeava entre os carros.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br><span style="font-weight: bold;">Teste</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">    <br>    <br></span>Merece nota mil a frase:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">    <br>    <br>a. Dentre os mortos no Haiti, havia militares brasileiros.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">b. Entre os mortos no Haiti, havia militares brasileiros.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">    <br>    <br>Resposta</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>Escolheu a letra b? Oba! Vá em frente.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>    <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Filho de peixe sabe nadar]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52032</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face=Verdana size=2> <P> <BR>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>"Se a comunidade internacional não…" Ops! Intervir ou intervier? A dúvida assaltou o entrevistado. Sangue frio, ele fez o que deve ser feito. Trocou seis por meia dúzia: "Se a comunidade internacional não tomar providências, a tragédia se multiplicará". Ele se safou. Mas a dúvida cresceu. E daí? <BR></P> <P> <BR>Intervir é derivado de vir. Um e outro se conjugam do mesmo jeitinho: eu venho (intervenho), ele vem (intervém), nós vimos (intervimos), eles vêm (intervêm); eu vim (intervim), ele veio (interveio), nós viemos (interviemos), eles vieram (intervieram); eu virei (intervirei), ele virá (intervirá), nós viremos (interviremos), eles virão (intervirão); se eu vier (intervier), ele vier (intervier), nós viermos (interviermos), eles vierem (intervierem). Etc. e tal.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Moral da história: o entrevistado não teria dado nó nos miolos dos ouvintes se tivesse dito: Se a comunidade internacional não intervier, a tragédia se multiplicará. <BR></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Prestar serviço]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52031</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P> <BR><FONT face=Verdana size=2>&nbsp; <BR></FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=2>Entre os brasileiros mortos no Haiti, estavam militares do Exército. Vale a questão: eles serviam o Exército? No Exército? No sentido de prestar serviço militar, o verbo é transitivo indireto. Exige a preposição em: Uns serviam no Exército, outros na Aeronáutica. Havia também os que serviam na Marinha. <BR>&nbsp; <BR></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Manhas da dupla]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=52030</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P> <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>De tanto ouvir a tal "vítima fatal", a gente se engana. Tem a impressão de a duplinha ser pra lá de correta. Olho na cilada. Fatal é o que mata. O terremoto foi fatal. Roubou a vida de 100 mil pessoas. As criaturas que se foram são vítimas. Mas não fatais (porque não matam). Que tal dizer 100 mil mortos?&nbsp; <BR>&nbsp; <BR></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O lobo e o grou -- a ingratidão]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51964</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/0ed883541bdab00b668d96f546106f78.jpg"> <br> <br> <br><font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Era uma vez…</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>O lobo estava morto de fome. Sem ter comida em casa, partiu pra caça. Olha daqui, espia dali, viu um veadozinho distraído. Sabe o que aconteceu? É isso mesmo. A fera pegou o bichinho e começou a comê-lo quase sem mastigar. De repente, ops! Um osso ficou preso na garganta do guloso. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E agora? Ele viu um pássaro de bico compriiiiiiiiiiiiiiiiido passar por perto. Era um grou. O lobo pediu:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>— Por favor, me ajude. Tire o osso com seu bico. Se você me socorrer, eu prometo recompensar você.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>O grou atendeu o pedido:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>— Cadê a recompensa?, perguntou.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>— Recompensa? Agradeça a Deus eu não ter comido você. Suma da minha frente!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>*</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Outro dia, a Marta passou por situação parecida. Célio, o coleguinha dela, disse que tinha esquecido a merenda em casa. Pediu que ela dividisse o pãozinho que tinha levado na mochila. Ela dividiu. Dois dias depois, Marta esqueceu o lanche. Pediu um pedacinho de pão pro Célio. Sabe o que aconteceu? Ele não deu. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>*</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Moral da história: Não espere reconhecimento de ingratos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Olha o contágio]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51965</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/76d5bed16d8d12ba681e61a249c775a6.jpg"> <br> <br> <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Nelson Jobim voltou do Haiti. Caprichou no uniforme. Embora não seja da turma, gosta de se fantasiar de militar. Ao desembarcar na Base Aérea de Brasília, disse: "No momento que o povo sentir fome e sede, poderão haver distúrbios". Ops! Esqueceu-se de pormenor pra lá de importante. O verbo haver no sentido de ocorrer não tem sujeito. Impessoal, só se conjuga na 3ª pessoa do singular.  <br> <br> <br>A impessoalidade é contagiosa. Os auxiliares do haver também se tornam impessoais. Foi aí que Sua Excelência bobeou. Ele disse "poderão haver distúrbios". Tivesse prestado à língua a mesma atenção prestada à roupa, teria dito "poderá haver distúrbios".</span> <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51975</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p><font> <br></font></p><p><font> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Raios ultravioletas", escrevemos na pág. 25. Cochilamos. Ultravioleta é  invariável: <i>radiação ultravioleta, raios ultravioleta.</i></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dicas para concursos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51956</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=d1cd279b5495316a9527e0346f6b48ad&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/e547baab821f1ad62d56dea5002817c1_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=d1cd279b5495316a9527e0346f6b48ad&image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/e547baab821f1ad62d56dea5002817c1_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O caso do sub]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51973</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT size=2><B style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <P> <BR></P></B></FONT><FONT style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif" face="TheAntiqua,Times New Roman" size=2> <P> <BR></P> <P>Militares brasileiros compõem a Força de Paz da ONU no Haiti. Profissionais de várias patentes estão lá. Entre eles, subtenentes. Alguns morreram. Na hora de noticiar o fato, pintou a dúvida. Quando usar hífen com o prefixo sub? Valem duas observações. Uma: sub joga no time dos demais prefixos. Exige hífen quando seguido de <B>h</B> e de letra igual à que ele acaba. No caso, <B>b</B> (sub-história, sub-bloco). A outra: preocupado com a clareza, o sub evita encontro consonantal como o que aparece em a<B>br</B>aço. O tracinho antes do <B>r</B> dá o recado. As duas letras devem ser pronunciadas separadamente (sub-região, sub-regra)<I>.</I> No mais, é tudo colado: <I>subtenente, subalterno, subsolo, subexigência. </I></P></FONT><FONT face="TheAntiqua,Times New Roman"> <P>&nbsp;</P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A livraria mais linda do mundo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51913</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><A href="http://stat.correioweb.com.br/00CW/140110_onde_prazer.pps">Apresentação em formato .pps</A></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51917</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"O projeto conta com a consultoria, gratuita, do  cineasta Fernando Meirelles", escrevemos na pág. 3. A vírgula dá o seguinte  recado: todas as consultorias são gratuitas. Não é verdade. Melhor mandar o  sinalzinho plantar batata no asfalto. Xô!</font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Terremoto, de onde você vem?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51892</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/eecb2340abc04efa867f6ac0218c7578.jpg">  <br>  <br>  <br><b><font face="TheAntiqua,Times New Roman"></font></b><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" face="TheAntiqua,Times New Roman" size="2"> <p>  <br></p><p>Sabia? A terra estremece sempre. Dizem que ocorrem 500 mil tremores no  planeta. Mas só 100 mil são percebidos sem o auxílio de sismógrafos. O do Haiti  foi um. Furioso, o balançar destruiu o país, desabrigou a população e matou 100  mil pessoas.</p> <p>  <br></p><p>  <br></p><p>Terremoto tem duas partes. Uma: terra. A outra: moto. As quatro letras querem  dizer movimento. A palavra completa? Movimento da Terra. O vaivém tem uma razão:  enormes placas rochosas se assentam sob a superfície do planeta. Mexem-se na  busca de acomodação. Às vezes abusam. Japão, México, Chile, Equador, Rússia,  China conhecem a tragédia. Valha-nos, Deus!</p></font><b><font face="TheAntiqua,Times New Roman"> <p>&nbsp;</p></font></b>  <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Verbo da tragédia]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51881</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><h3><font size="3"> <br></font></h3><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="Arial"> <p>Bummmmmmmmmmmmm! Casas caíram. Igrejas despencaram. Hotéis foram ao chão.  Palácios viraram escombros. A catástrofe haitiana trouxe um verbo às manchetes.  Trata-se de ruir. Ele tem uma manha. Só se conjuga nas formas em que aparecem  <b>e</b> e <b>i</b> depois do <b>u</b>: <i>rui, ruímos, ruem, ruía, ruiu, ruirá,  ruiria. </i></p> <p> <br></p><p> <br></p><p>Olho vivo. A 1ª pessoa do singular do presente do indicativo seria eu "ruo".  O <b>u</b>, no caso, é seguido de <b>o</b>. Xô! O presente do subjuntivo nasce  dessa pessoa. Sem mãe, cadê possibilidade de vir ao mundo? Adeus, tempo!  </p><b> <p>&nbsp;</p></b></font>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Entra, Zilda. Você não precisa pedir licença]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51874</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/13b4226e680dd881b263f9c8fab4ba59.jpg"> <br> <br> <br><title>Mensagem</title><div style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <p> <br></p> <p>Zilda Arns chegou ao céu. Não precisou bater à porta. À entrada, Deus a  esperava. Para receber moradora tão especial, o Senhor dispensou intermediários.  São Pedro entendeu. Não era a primeira vez que o Pai dava boas-vindas a  recém-chegados. Gandhi, João Paulo II, Irmã Dulce, Madre Teresa de Calcutá, Dom  Hélder Câmara mereceram o privilégio. Todos estavam lá. Ali estava a mulher que  amara o próximo como amou os filhos e netos.</p> <p> <br></p><p> <br></p><p>Ao vê-la, Deus lembrou-se da Irene, de Manuel Bandeira. Disse de braços  abertos:</p> <p> <br></p><p> <br></p><p>— Entra, Zilda. Você não precisa pedir licença.</p> <p> <br></p><p> <br></p><p>Sorridente, a senhora entrou. Aplausos ecoaram no recinto. Pais, mães e avós  queriam ver a criatura que fizera as vezes de Cristo. Multiplicou pão, remédio,  educação, saúde, solidariedade. Dinheiro nas mãos dela rendia. É que R$ 10, R$  100 ou R$ 1.000 valiam R$ 10, R$ 100 ou R$ 1.000. Os abutres que roubam verba da  merenda escolar, do leito de hospitais, do cobertor noturno ou do assento em  creches ou colégios não tinham lugar ali. Pagavam a conta em outro  lugar.</p></font></div> <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Delicadezas à mão ]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51855</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><div><font size="2" face="Arial"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman"> <p>  <br></p> <p>  <br></p><p>DAD SQUARISI // dadsquarisi.df@diariosassociados.com.br</p> <p>  <br></p><p>  <br></p><p>Boris Casoy não sabia. Mas o áudio estava aberto. Como aconteceu com Rubem  Ricupero, o comentário privado se tornou público. Na reportagem, garis desejaram  feliz ano-novo aos brasileiros. "Dois lixeiros desejando felicidades do alto de  suas vassouras, dois lixeiros, o mais baixo da escala do trabalho", disse ele. A  declaração repercutiu Brasil afora. O <b>Correio </b>ouviu os garis. Em  reportagem publicada no domingo, uma representante da categoria disse se  orgulhar da profissão. Mas reclamou do povo. "Ninguém dá bom-dia", sintetizou.  </p> <p>  <br></p><p>  <br></p><p>Preconceito? É possível. Mas no gesto aparece marca dos dias de hoje — a  falta de gentileza. O que é isso? A palavra tem sinônimos. Alguns a chamam de  doçura. Outros, de civilidade e polidez. Agrado talvez. Ou mimo. Delicadeza  também. Em todos os substantivos sobressai a generosidade, o olhar para o outro.  São gestos capazes de tornar a vida do próximo mais doce. Melhor: estão ao  alcance de ricos ou pobres. </p> <p>  <br></p><p>  <br></p><p>O dia a dia abre-se em oportunidades de gentilezas. No elevador, quem estiver  perto do painel aperta o número do andar do outro. Quem entrar dá bom-dia  sorridente e sem vergonha. Na caminhada, põe focinheira no cachorro. No cinema,  faz silêncio. No trânsito, dá passagem. No trabalho, serve um copo de água para  o colega ou lhe traz um cafezinho. Se o barulho da festa do vizinho incomoda,  não briga nem chama a polícia. Convida-se e usufrui da alegria. </p> <p>  <br></p><p>  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se o outro quer falar, ouve-o com os olhos e os ouvidos. Se vai mandar uma  mensagem pro e-mail do amigo, seleciona-a como se fosse a última chance de se  fazer ouvir. Se o interlocutor não lhe entendeu as palavras, assume a  responsabilidade: "Que pena! Não me fiz entender. Vou explicar melhor". Se o  outro se atrasa, recebe-o com naturalidade. Se necessário, diz: "Eu também  acabei de chegar".  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E, sobretudo, elogia. Segue o exemplo de Emanuel. A mulher  disse-lhe que se sentia velha. Queria fazer uma plástica. Ele a olhou longa e  amorosamente. Depois, respondeu: "Ainda bem que sou professor de história  antiga. A cada dia que passa acho você mais linda".<font size="2">É pouco? É.  Não dá trabalho nem pesa no bolso. Mas faz um bemmmmmm<a name="Save1"></a>.</font></p></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" color="#ff0000" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman"> </font></font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51842</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>"Das propostas contidas no texto, algumas ainda precisam passar pelo aval do  Congresso e só entrarão em vigor se forem transformadas em projetos de lei",  escrevemos na pág. 13. Queimamos etapas, não? Projetos de lei não entram em  vigor. Só leis. </font></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51838</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<A href="http://www.dzai.com.br/" target=_blank> <DIV style="BACKGROUND-IMAGE: url(http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_bg.png); WIDTH: 435px; BACKGROUND-REPEAT: repeat-x; HEIGHT: 15px; CURSOR: pointer"><IMG style="FLOAT: left; MARGIN-LEFT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_logo.gif"><IMG style="FLOAT: right; MARGIN-RIGHT: 8px" border=0 src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/barrrinha_embed_frase.gif"></DIV></A> <OBJECT width=435 height=346><PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf"><PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"><PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"><PARAM NAME="flashvars" VALUE="video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/fa852abac6e2d0d3f22b6f955f32a14e.flv&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/fa852abac6e2d0d3f22b6f955f32a14e_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"> <embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps9.swf' type='application/x-shockwave-flash' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' width='435' height='346' flashvars='video_id=http://video.dzai.com.br/static/user/18/18971/fa852abac6e2d0d3f22b6f955f32a14e.flv&image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18971/fa852abac6e2d0d3f22b6f955f32a14e_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'></embed></OBJECT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Domingos Paschoal Cegalla ensina]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51789</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p><font size="2" face="Verdana"></font>&nbsp;</p> <p><font size="2" face="Verdana"></font>&nbsp;</p> <p><font face="Verdana"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"O idioma dos povos civilizados são sistemas extremamente complexos. O nosso não faz exceção à regra."  <br></font></font></p><font face="Verdana"></font>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Perdoai-lhes, Senhor]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51803</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>&nbsp;</P> <P>A última moda? Engana-se quem pensou em roupas, sapatos ou bolsas que abafam nas passarelas do Rio Fashion. A última moda é antiga como o mundo. Trata-se do verbo perdoar. "Perdoai os nossos pecados", imploram os fiéis ao Senhor. "Perdoem-me por errar na segurança", pediu Barack Obama aos americanos. "Perdoem-me, vítimas do Holocausto", suplicou o papa. "Perdoem as minhas falhas", repetiu José Roberto Arruda.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Para serem atendidos, uns e outros têm de preencher uma condição. Precisam aprender as manhas do verbo perdoar. Uma se refere à grafia. A reforma ortográfica cassou o acento do hiato oo. A primeira pessoa do singular do presente do indicativo ficou mais leve. Escreve-se perdoo como voo e abençoo. A terminação oa nunca usou chapéu. Mas muitos teimam em sobrecarregá-la com o peso. Nada feito. Fique com perdoa, voa, abençoa.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>A segunda manha trata da regência. O verbo é versátil que só. Pode ser:  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>1. transitivo direto (perdoa-se alguma coisa): Deus perdoa os pecados. O pai perdoa a desobediência do filho. O governo perdoa dívidas pequenas.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>2. transitivo indireto (perdoa-se a alguém): Deus perdoa aos homens. O pai perdoa ao filho pela desobediência. A Receita perdoa aos devedores. Eu lhe perdoo.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>3. transitivo direto e indireto (perdoa-se alguma coisa a alguém): O Refaz lhes perdoa as multas. Deus perdoa os pecados aos homens. O chefe não lhe perdoou os pequenos desvios de conduta.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>4. intransitivo (sem o alguém e o alguma coisa): O vingativo nunca perdoa. Mãe perdoa sempre. Perdoa para seres perdoado.  <BR>&nbsp;  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Mil perdões  <BR></STRONG></P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Chico Buarque escreveu <EM>Mil perdões</EM>. Na composição aparece, claro, o verbo perdoar. Conhece? Eis a letra: Te perdoo / Por fazeres mil perguntas / Que em vidas que andam juntas / Ninguém faz / Te perdoo / Por pedires perdão / Por me amares demais / Te perdoo / Te perdoo / Por ligares / Pra todos os lugares / De onde eu vim / Te perdoo / Por ergueres a mão / Por bateres em mim / Te perdoo / Quando anseio pelo instante de sair / E rodar exuberante / E me perder de ti / Te perdoo / Por quereres me ver / Aprendendo a mentir (te mentir, te mentir) / Te perdoo / Por contares minhas horas / Nas minhas demoras por aí / Te perdoo / Te perdoo porque choras / Quando eu choro de rir / Te perdoo / Por te trair.  <BR>&nbsp;  <BR></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dicas para concursos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51799</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		  <object width="435" height="346"><param name="movie" value="http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="flashvars" value="video_id=969aba8c24e6377438076c159b5c0fa0&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/8fd9ac530a0b227556dee6f6110a32ef_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true"><embed src="http://www.dzai.com.br/static/ps10.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="video_id=969aba8c24e6377438076c159b5c0fa0&amp;image=http://www.dzai.com.br/static/user/33/33624/8fd9ac530a0b227556dee6f6110a32ef_preview.jpg&amp;autoLoad=false&amp;autoPlay=true" width="435" height="346"></object>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Onde, Chico?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51779</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<IMG src="http:///"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18971/35c2eea37d19ae471c83c37f00b823c8.jpg">  <BR> <BR> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>De uma coisa ninguém duvida. O <I>aonde</I> é&nbsp;respeitável palavra casada. Resulta do encontro irresistível da preposição <I>a</I> com o pronome <I>onde</I>. Mas a união não se dá sem mais nem menos. Há requisitos.</FONT></FONT></P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Só ocorre com verbos de movimento que exigem a preposição <I>a</I>. O verbo ir, por exemplo. Quem vai vai a algum lugar: <EM>A</EM></FONT><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>onde você vai? </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Vou ao Recife. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Não sei aonde você vai. </FONT></EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3><EM>Gostaria que me dissesse aonde você vai</EM>.</FONT></FONT></P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3><EM>Conduzir</EM> não fica atrás. Preenche as duas condições da união feliz (quem </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>conduz conduz <I>a</I> algum lugar): </FONT><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Aonde a inflação nos conduzirá? </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Ninguém sabe aonde a inflação nos conduzirá.</FONT></EM></FONT></P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Atenção, precipitado. Para merecer o <I>aonde</I>, o verbo tem de preencher as duas </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>condições. Uma só não é suficiente. </FONT></FONT></P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3><I>Assistir</I>, por exemplo, pede a preposição <I>a</I>. Mas não indica movimento. <I>Pular</I> indica movimento. Mas não aceita a preposição <I>a</I>. Com eles &amp; cia., o <I>aonde</I> não tem vez. Não tem vez também nestas frases:</FONT></FONT></P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>— Onde você está?</FONT></FONT></P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>— Gostaria de saber onde você está.</FONT></FONT></P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Estar</FONT></I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3> não indica movimento nem exige a preposição <I>a</I> (quem está está em </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>algum lugar).</FONT></FONT></P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3><EM>Trabalhar</EM> não preenche nenhuma das duas condições. Com ele, só o <EM>onde</EM> tem </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>passagem:&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3><EM>Não me disse onde pretende trabalhar quando concluir o curso.</EM></FONT></FONT></P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3><EM></EM></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2><FONT size=3><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">E a charge do Chico publicada no Globo de hoje? <SPAN style="FONT-STYLE: italic">Vai parar </SPAN>é locução verbal. O verbo principal é que conta. Quem para pra em algum lugar. Sem preencher as condições para o emprego do aonde, só o onde tem vez. Vem, dissílabo: <SPAN style="FONT-STYLE: italic">...mas onde isto vai parar?</SPAN></SPAN></FONT>  <BR></FONT></P> <BR>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Supertropeço]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51770</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<b><p><font size="4"> <br></font></p></b> <p><font><font><font size="2"> <br></font></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>A <i>Superinteressante</i> é, como o nome denuncia, pra lá de  interessante. Assuntos novos aparecem em todas as páginas. O texto, rápido e  moderno, conquista pequenos e grandões. Um deles, atento às artimanhas da  língua, ficou com a&nbsp;<span class="671353614-12012010">pulga atrás da  </span>orelha<span class="671353614-12012010">.</span> Por quê? Ele leu  "superradar". Achou a grafia esquisita. Como não gosta de levar dúvidas pro  travesseiro, mandou postou consulta no blog. "A forma apresentada será exigência da  reforma ortográfica?", pergunt<span class="671353614-12012010">ou</span>  ele.</font></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>Não. O <i>super</i> frequenta a vala comum do emprego do hífen.  São duas as regras que impõem o tracinho. Uma: quando o prefixo for seguido de h  (super-homem, anti-humano, mini-história). A outra: quando duas letras iguais se  encontram. No caso, supe<b>r</b> termina com <b>r</b>. Radar começa com  <b>r</b>. Juntá-las? Nem em pesadelo. O encontro de dois iguais dá choque.  Melhor evitar tragédias: <i>super-radar, super-região,  super-reunião, anti-imperialismo, micro-ônibus, micro-ondas, sub-bloco<span class="671353614-12012010">, contra-ataque</span>.</i></font></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font><i>&nbsp;</i></font></font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><font><b> <p> <br></p><p>Olho vivo</p></b> </font></font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font> <br></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font>Nunca ocorrem dois rr? Claro que sim. Se letras iguais se  rejeitam, letras diferentes se atraem (supermercado, subsolo, microbloco). É aí  que a porca torce o rabo. Às vezes, a pronúncia da palavra exige a dose dupla.  Veja: minirrevista, autorrepressão, antissubversão.</font></font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><font><b> <p>&nbsp;</p></b></font></font>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51774</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Wilson Ximenes escreveu: "Na pág. 23 li a  seguinte frase: `Eu entendo porque o policial atirou´. Não teria que ser <i>por  que</i>, separado?" O leitor tem razão. Sempre que o porquê for substituível por  "a razão pela qual", escreve-se um pedaço lá e outro cá. Assim: <i>Eu entendo  por que o policial atirou.</i></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">&nbsp;</font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Andrey Hepburn deu a dica]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51722</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<font size="2" face="Arial"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b><font size="5"> <br></font></b></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman"> <p> <br></p><p>"Para ter lábios atraentes, diga palavras doces." </p></font></font>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Interpretar texto não é bicho de sete cabeças]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51721</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<title>Mensagem</title><div><font size="2" face="Arial"><b><font size="4" face="TheAntiqua,Times New Roman"> </font></b><p><b><font size="4" face="TheAntiqua,Times New Roman"><a name="Save1"></a></font></b></p><b><font size="4" face="TheAntiqua,Times New Roman"></font></b><font size="4" face="TheAntiqua,Times New Roman"></font><font size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman"> <p>&nbsp;</p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Você entende o que lê? É o que as questões de interpretação de texto de  provas escolares ou concursos querem saber. Só. Convenhamos, não é nada de mais.  Há anos você passa por testes semelhantes. Lembra-se das montanhas de apostilas,  número sem fim de provas, horas de consulta na biblioteca? É tudo teste de  leitura. Você gastou seus ricos olhinhos debruçado sobre eles.</p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Grande ou pequeno, completo ou parcial, informativo ou literário, o texto  transmite um recado. Sua tarefa: entender a mensagem. As questões variam. Podem  cobrar vocabulário ou compreensão. Uma e outra têm um ponto comum: a resposta  está no texto. Como chegar a ela? Só há um caminho: ler, ler, ler. Ler até  entender.</p></font><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"> </font></b><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b><font size="4">&nbsp;</font></b></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b><font size="4">Vocabulário</font></b></p><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"></font></b><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman"> <p>  <br></p><p>As questões de vocabulário cobram o significado das palavras. Quer ver?</p> <p><b>  <br></b></p><p><b>A noite vinha carregada de nuvens, precedida do vento frio do crepúsculo.  </b>(Jorge Amado)</p> <p>  <br></p><p>Jorge Amado diz que:</p> <p>  <br></p><p>a. a noite chegou antes do vento</p> <p>b. a noite e o vento chegaram ao mesmo tempo</p> <p>c. o vento chegou antes da noite. <br></p> <p>d. o vento trazia as nuvens</p></font><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> </b><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b>  <br></b></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b>E daí?</b></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman">  <p>  <br></p><p>Para responder à questão, você precisa saber o significado da palavra  "precedida". Ela pertence à família do verbo <i>preceder</i>, que quer dizer  <i>anteceder, chegar</i> <i>antes</i>. O que o texto diz? Que o vento precedeu a  noite. Opção <b>c</b>.</p> </font><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"> </font></b><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b><font size="4">  <br></font></b></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b><font size="4">Compreensão</font></b></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman"> <p>  <br></p><p>Outras questões vão além do vocabulário. Testam a compreensão da leitura — a  relação de uma palavra com outra ou de uma frase com outra. Veja:</p> <p><b>  <br></b></p><p><b>E como o recém-nascido começasse a chorar, o terceiro visitante fez</b></p> <p><b>vibrarem as cordas do seu violão</b> (Ledo Ivo).</p> <p>&nbsp;</p> <p>Por que o terceiro visitante tocou violão?</p> <p>  <br></p><p>a. o recém-nascido chorou</p> <p>b. o pai do menino não tocava violão</p> <p>c. ficou com pena do menino</p> <p>d. a mãe do menino pediu</p> </font><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> </b><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b>  <br></b></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b>E daí?</b></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman"> <p>  <br></p><p>Marcou a opção <b>a</b>? Acertou. Para chegar a ela, você precisou entender a  primeira oração. O "como", ali, indica causa.</p></font><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> </b><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b>&nbsp;</b></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b>Moral da história</b></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman">  <p>  <br></p><p>As duas questões não são nenhum bicho de sete cabeças. Na prova , concurso ou  vestibular,ocorre o mesmo. Você só precisa ler, ler, ler. Até  entender.</p></font><b style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"> </font></b><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><b><font size="5">&nbsp;</font></b></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="TheAntiqua,Times New Roman">  <br></font></font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51720</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Para 2010, os técnicos preveem a geração de mais  8.285mw de energia nova, incorporada ao parque gerador brasileiro", escrevemos  na pág. 2. Reparou no desperdício de palavras? Melhor: Para 2010, os técnicos  preveem a incorporação de 8.258mw de energia ao parque gerador  brasileiro.</font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A distância? À distância?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51658</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>&nbsp;</P> <P><STRONG>Surgiu uma dúvida acerca da ocorrência da crase na locução "curso a distância". Uns entendem que sim, pois seria locução adverbial feminina; outros entendem que não. Se possível, gostaríamos de contar com sua colaboração.</STRONG> (Carlos H. Caetano)</P> <P>&nbsp;</P> <P> <BR>A distância? À distância? Depende do artigo. Se a distância for determinada, pede o artigo. Aí, haverá o encontro de dois aa. Se não for determinada, o artigo não tem vez. Nem a crase. Compare: <EM>Vi o ator a distância. Vi o ator à distância de 50m.  <BR></EM></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Napoleão Mendes de Almeida ensina]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51657</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Saber escrever a própria língua faz parte dos deveres cívicos. A língua é <BR>a mais viva expressão da nacionalidade." <BR></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Manhas e artimanhas do infinitivo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51608</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>&nbsp; <BR> <BR>O português é uma língua difícil? É. Todas as línguas de cultura são difíceis. O português não foge à regra. Como inglês, francês, espanhol, árabe ou russo, o idioma nosso de todos os dias exige que lhe estudemos as manhas da fonética, morfologia e sintaxe. No mar de regras e exceções, um assunto ganha relevo. Trata-se do infinitivo flexionado. Não há quem não trema nas bases na hora de empregá-lo.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Aquiles Moisés dos Santos, de BH, é um dos quase 200 milhões de brasileiros que estremecem só de pensar no assunto. Outro dia, ele encaminhou&nbsp;esta dúvida: "Deixai vir a mim os pequeninos ou deixai virem a mim os pequeninos. Ambas as frases são corretas. Em `Deixai-os vir a mim´, pode o infinitivo ser flexionado — Deixai-os virem a mim?" <BR>&nbsp; <BR></P> <P><STRONG>Sem igual</STRONG>  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Só o português tem dois infinitivos — o impessoal e o pessoal. O impessoal é o nome do verbo (amar, ver, ir). Usa-se em locuções verbais (vou amar, pode ver, devem ir). No caso, só o auxiliar se flexiona. O pessoal tem sujeito. E, claro, deveria concordar com ele em pessoa e número (para eu pôr, tu pores, ele pôr, nós pormos, eles porem).  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Eis o xis da questão. Nem sempre o infinitivo se flexiona. Quando, então, flexioná-lo? Os gramáticos não se entendem. Dizem que é questão de eufonia e clareza. A frase precisa soar bem e ser clara. Rigorosamente, a flexão só é obrigatória quando o infinitivo tem sujeito próprio, diferente do da oração principal. Assim:  <BR></P> <P>Esta é a única oportunidade de João e Rafael disputarem a medalha. <BR>(O sujeito da primeira oração é esta; da segunda, João e Rafael). Nota 10 para o plural. <BR>&nbsp; <BR></P> <P><STRONG>Recado oculto <BR></STRONG></P> <P>&nbsp;</P> <P>Se o sujeito da oração principal for o mesmo da subordinada, a flexão do infinitivo é facultativa. A ausência da flexão dá o recado. Diz que se trata do mesmo sujeito: <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Fechamos a janela para não sentir frio. (Quem fechou a janela? Nós. Quem não sentirá frio? Nós.)</P> <P> <BR>Telefonaram para marcar consulta. (Quem telefonou? Eles. Quem marcou consulta? Eles.) <BR>&nbsp; <BR></P> <P><STRONG>Clareza <BR></STRONG></P> <P>&nbsp;</P> <P>Às vezes a flexão se impõe não pela correção, mas pela clareza. Observe: <BR></P> <P>Saí mais cedo para irmos ao teatro <BR>Saí mais cedo para ires ao teatro. <BR>Saí mais cedo para irem ao teatro. <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Deu-se conta da manha? Se o infinitivo não estivesse flexionado (para ir ao teatro), a frase estaria correta, mas trairia a verdade. Quem vai ao teatro não sou eu, mas nós, tu, eles). Bem-vinda, flexão! Bem-vinda, clareza!  <BR>&nbsp; <BR></P> <P><STRONG>A dúvida de Aquiles  <BR></STRONG></P> <P>&nbsp;</P> <P>Voltemos à vaca fria. No exemplo dado por Aquiles — Deixai-os vir a mim´, pode o infinitivo ser flexionado — Deixai-os virem a mim?" Não. Na língua como na vida, nem todos são iguais perante as regras. Alguns são mais iguais. É o caso de mandar, fazer, deixar, ver e ouvir. Com eles, a flexão é facultativa. Assim, a gente pode dizer sem medo de errar: Deixai as criancinhas vir (ou virem) a mim. Vi os dois sair (ou saírem) da sala. Ouvi os cães latir (ou latirem). Fiz os alunos estudar (ou estudarem) mais. Pai mandou os filhos chegar (ou chegarem) mais cedo. <BR>&nbsp; <BR></P> <P><STRONG>O caso</STRONG> <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>A exceção tem limite apertado. Se o sujeito for pronome átono, acabou a folga do infinitivo. Ele só pode ficar no singular. É o caso do Aquiles: Deixai-as vir a mim. Vi-os deixar a sala mais cedo. Ouviu-as chegar. Mandei-os sair.&nbsp; <BR>&nbsp; <BR>&nbsp;</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O papagaio e o macaco — a competência]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51622</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <P><FONT size=2> <BR></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2>Era uma vez… <BR></FONT></P> <P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2>Um papagaio pousou no alto da árvore. Feliz, repetia tudo o que ouvia. A pronúncia era tão perfeita que a bicharada pensou que pessoas estivessem falando. O macaco, que também estava no alto da árvore, morreu de inveja do louro. Quis se exibir. Como? <BR></FONT></P> <P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2>Olhou em torno. Viu, lá longe, a camisa de um rapaz que estava nadando no rio. Tentou vesti-la. Não conseguiu. Tentou de novo. Não conseguiu. Na terceira vez, ops! O dono da camisa chegou. Pegou a roupa e prendeu o atrevido. <BR></FONT></P> <P><FONT size=2>* <BR></FONT></P> <P><FONT size=2>Sabia? Outro dia, o Carlos bancou o macaco. Ele joga basquete muito bem. Mas não entende nada de futebol. Quando viu os amigos com a bola no pé, pediu pra entrar na equipe. Entrou. Mas ele só sabia jogar com as mãos. Resultado: sofreu tantas faltas que o time perdeu de goleada.  <BR></FONT></P> <P><FONT size=2>* <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></FONT></P> <P><FONT size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Moral da história: Ninguém</FONT></FONT></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> é competente em tudo. É bom respeitar os limites.</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51566</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"A comissão de sindicância que apura supostas  irregularidades cometidas pelo ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, só tem  ferrabrás", escrevemos na pág. 5. A vírgula dá recado claro. O Senado só tem um  ex-vice-diretor-geral. Falso. Tem mais de um. Xô, vírgula: <i>A comissão de  sindicância que apura supostas irregularidades cometidas pelo ex-diretor-geral  do Senado Agaciel Maia só tem ferrabrás.</i></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Estudantes perguntam]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51526</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2" face="Arial"><b> <p>   <br></p><p>   <br></p><p>Costumo me confundir com <i>mas</i> e <i>mais</i> na hora de escrever. Quando  devo usar cada um? (Lalesca David de Aquino)</p></b>  <p>   <br></p><p>A confusão se explica. As duas palavras soam quase do mesmo jeitinho. Quando  dar a vez a uma ou a outra? Eis a dica:</p><i> <p>  <br></p></i><p style="font-weight: bold;">Mais</p>  <br>É o contrário de <i>menos</i>: <i>Estudo mais (menos) do que ele.  Gostaria de ir mais (menos) ao cinema. Coma mais (menos). <p>  <br></p></i><p style="font-weight: bold;">Mas </p> <br>Quer dizer <i>porém, todavia, contudo: Não estudou, mas passou no  vestibular. Trabalho muito, mas ganho pouco. Leio muito, mas também vejo  televisão.</i><b> <p>&nbsp;</p> <p>*</p><p>  <br></p><p>Em que ocasiões escrevo mal e mau? (Renata Ribeiro, 14 anos)</p></b>  <p>  <br></p><p>Ops! As palavras parecem gêmeas univitelinas. Mas não se conhecem nem de  elevador. Olho vivo!</p><i> <p>  <br></p></i><p style="font-weight: bold;">Mal</p>   <br>Às vezes é advérbio. Outras vezes, substantivo. Um e outro opõem-se a  bem. Na hora do vacilo, pare, respire fundo e faça o troca-troca: <i>A  tuberculose foi o mal (bem) do século 19. O embaixador fala mal (bem) o  português. Não há bem que sempre dure nem mal que nunca se acabe. <p>  <br></p></i><p style="font-weight: bold;">Mau</p>   <br>Joga no time dos adjetivos. É o contrário de <i>bom</i>: <i>O lobo  mau (bom) come criancinhas. Ele vive de mau (bom) humor porque tem mau (bom)  caráter. Paulo é mau funcionário porque não presta atenção ao que faz.  </i><b> <p>  <br></p><p>*</p><p>  <br></p><p>Eu e meus colegas temos problemas com o verbo vir. O certo é pode vir ou pode  vim? (Lucas Vinícius Correa)</p></b>  <p>  <br></p><p>Vir é infinitivo. Usa-se em locuções verbais. Assim: <i>Posso vir amanhã. A  mãe deve vir na companhia dos filhos. Você vai vir na próxima semana?</i> </p> <p>  <br></p><p>E vim? <i>Vim</i> é o pretérito perfeito de vir: <i>eu vim, ele veio, nós  viemos, eles vieram.</i></p><b> <p>&nbsp;</p> <p>*</p><p>  <br></p><p>Minha dúvida é quanto a eu e mim. Como diferenciar <i>para eu</i> e <i>para  mim</i>?</p></b> <p>(Laís Dias)</p> <p>  <br></p><p>"Mim não faz nem acontece", repetia a vovó em tempos idos e vividos. Trocando  em miúdos a sábia advertência, temos: mim não funciona como sujeito. Quem faz e  acontece é o eu:</p><i> <p>  <br></p><p>Este livro é para mim</p></i> (O sujeito é <i>este livro</i>. Mim faz o papel  dele.)<i> <p>  <br></p><p>Este livro é para eu ler</p></i>(Quem lê? Eu, sujeito)  <p>  <br></p><p>Dica: nesse tipo de construção, o eu vem sempre seguido de infinitivo.</p><b> <p>&nbsp;</p> <p>*</p><p>  <br></p><p>Em que circunstâncias uma palavra pode mudar de classe gramatical? Um verbo,  adjetivo ou pronome pode se tornar substantivo? (Guilherme Barbaresco) </p></b>  <p>  <br></p><p>Qualquer palavra pode virar substantivo. Basta antecedê-la de artigo, pronome  ou numeral. Veja: <i>O andar de Giselle é provocante. Este querer me comove. Um  olhar conquista. Dois olhares enlouquecem. A arte busca o belo. O eu é pronome  pessoal.</i></p></font>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=51553</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Itamar…condena a postura do PSDB paulista, que  pretende protelar a definição do nome que representará o partido até março",  escrevemos na pág. 4. Reparou? A colocação dos termos permite leitura ambígua.  Parece que "até março" se refere a "nome". Melhor: <i>Itamar…condena a postura  do PSDB paulista, que pretende protelar <b>até março</b> a definição do nome que  representará o partido.</i></font></p>  
		]]>
		</description>
		</item>

</channel>
</rss>


