Segunda-feira, 14 de julho de 2014 10:00 am

Manoel de Barros confessa


"Uso a palavra para compor meus silêncios."

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Sábado, 12 de julho de 2014 12:00 am

Diquinhas infantis 20


Aladim era um jovem ambicioso. Queria ficar rico e e ter fama. Por isso se negou a seguir a profissão do pai, respeitado alfaiate. A mãe insistia. Ele respondia não, não, não.


Certo dia, Aladim encontrou um mago. Contou pra ele o sonho de ser conhecido e famoso. O feiticeiro gostou do mocinho e o convidou pra ser seu ajudante. Aladim aceitou. Ganhou um anel mágico para protegê-lo.


Primeira missão: entrar numa caverna encantada, cheia de joias e moedas de ouro. Lá deveria encontrar uma lâmpada maravilhosa. Parecia uma lamparina comum, mas dentro morava um gênio que realizava todos os desejos do dono.


Depois de passar por salas repletas de ouro e um pomar com árvores cobertas de pedras preciosas, oba! Aladim viu a lâmpada. Pegou-a. Sem querer, esfregou nela a manga da camisa. Um gênio gigante saltou de dentro numa nuvem de fumaça. Perguntou:


--
O que você quer? Ordene, mestre. Eu obedeço.

Aladim pediu ajuda pra voltar pra casa. Voltou. Depois, pediu um delicioso almoço com a mãe. Conseguiu. O que mais? Era hora dos pedidos que mudariam a vida do garoto ambicioso. Ele vai chegar lá? A resposta está na próxima coluna. Até sábado.

 


Mil e uma noites


Aladim é personagem do livro As mil e uma noites . Lembra-se? Sherazade, pra não morrer, conta histórias pro marido. Ela interrompe a narrativa na parte mais emocionante. Na noite seguinte, continua.

 

Pronúncia


Diga em voz alta devagarinho:

A-la-dim

Jo-a-quim


Viu? A sílaba forte das palavras é a última.


Agora pronuncie do mesmo jeitinho:

ru-im

Por fim, pinte a sílaba fortona com uma cor bem legal.

 

O senhor oso


Siga o modelo:


ambição — ambicio s o

maravilha — maravilho s o

delícia — ———————-

gosto — ————————

fama — ————————-

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Sexta-feira, 11 de julho de 2014 05:00 pm

Erramos


"Quem vai à Feira da Torre de TV ou no pequeno comércio em frente à Catedral acha facilmente esta pequena plantinha", escrevemos na pág. 24. Ops! Pisamos a regência. A gente vai a algum lugar. Melhor: Quem vai à Feira da Torre de TV ou ao pequeno comércio em frente à Catedral acha facilmente esta pequena plantinha.

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Sexta-feira, 11 de julho de 2014 10:00 am

Leitor pergunta


Estou em dúvida de como tratar a concordância de férias no seguinte período: Férias, suas lindonas, vocês chegaram — sejam bem-vindas! ou Férias, sua lindona, seja bem-vinda! (Maurício Ribeiro)

 

Férias é substantivo plural. A concordância não tem saída. Deve respeitar o número:

Férias, suas lindonas, vocês chegaram — sejam bem-vindas!

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Quinta-feira, 10 de julho de 2014 04:35 pm

Erramos


“Com o uso de aquarelas desde o nível básico ao avançado”, escrevemos na pág. 23. Cadê o paralelismo? O de exige a (de segunda a sexta). O desde , até . Assim: Com o uso de aquarelas desde o nível básico até o avançado .

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Quinta-feira, 10 de julho de 2014 02:52 pm

Fale certo

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Quinta-feira, 10 de julho de 2014 12:00 am

Leitor pergunta


O jornal Estado de Minas , no Caderno Cultura , publicou a seguinte manchete: "Inhotim bate recorde de público com a Copa do Mundo, e estrangeiros são maioria entre os visitantes". Estrangeiros são "maioria" ou "maiorias"? O portal do Globo foi em sentido diverso: As mulheres são maiorias entre os consumidores que rodam as lojas de Madureira". E daí? Estou com nó nos miolos.

(Carlos Ferreira)


O singular merece nota 10. O plural não está com nada. Por quê? Fica no singular o substantivo abstrato que, depois de verbo de ligação (ser, estar, tornar-se, virar), caracterize genericamente o sujeito plural: Os jovens são alvo de campanhas publicitárias. Filmes nacionais foram destaque do Festival de Brasília. O sujeito e o predicado são parte da oração. Estrangeiros são maioria entre os visitantes. As mulheres são maioria entre os consumidores.

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Quarta-feira, 09 de julho de 2014 02:43 pm

Erramos


"Um país (e o mundo) atônitos com o fracasso", escrevemos na pág. 7 do Superesportes . Cochilamos. O termo entre parênteses não conta. É como se não existisse. A concordância deve ser feita com país . Assim: Um país (e o mundo) atônito com o fracasso.

 

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Quarta-feira, 09 de julho de 2014 08:00 am

A dona da sorte 4


Na Copa, não há coluna do meio. Sem poder empatar, o time ganha ou perde. A língua, menos rigorosa, privilegia certos verbos. Um deles: ganhar. Ganho ou ganhado? Antes, os auxiliares ter e haver exigiam o particípio regular (ganhado). Ser e estar, o irregular (ganho). Modernamente, a lei do menor esforço fala mais alto. Há preferência pela forma dissílaba em todas as construções. Assim: O Brasil tinha (havia) ganho. A partida foi ganha. A partida estava ganha.
Muitos torcem o nariz pra flexibilidade. Preferem a trissílaba. A língua, outra vez, se mostra generosa. Abre caminho pra preferência. E lhe dá nota 10: O Brasil tinha ganhado. O Brasil havia ganhado.


Mesmo time


Além de ganhar, gastar, pagar e pegar gozam do privilégio da dose dupla. Com ter e haver, aceitam o particípio regular (gastado, pagado, pegado) e o irregular (gasto, pago, pego). Com ser e estar, só a forma pequenina tem vez. Assim: Ele havia (tinha) gastado o dinheiro. Ele tinha (havia) gasto o dinheiro. O dinheiro foi gasto. O dinheiro está gasto. Ele tinha pago (pagado) a conta. A conta é (está) paga. O jogador tinha (havia) pegado a bola. Ele havia (tinha) pego a bola. A bola será (está) pega.

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Quarta-feira, 09 de julho de 2014 12:00 am

A dona da sorte 3


Não se deve ao acaso o nome da patrocinadora de seleções e seleções. Nike é a deusa da vitória na mitologia grega. A bem-amada nasceu no início do mundo. Naquela época, não existiam nem Zeus nem o Olimpo. Só havia os titãs. Ela é filha de um deles — Palas.

Nike não disputava o espaço de Fortuna — responsável pelo triunfo de atletas e guerreiros. Ela só entregava o troféu aos vencedores. Por isso tinha asas. Com elas, ia de um lugar a outro rapidinho. Onde havia um vitorioso, lá estava a bela deusa para lhe entregar a láurea. Era uma palma e uma coroa, símbolos do triunfo. Até hoje, os campeões da Olimpíada põem na cabeça a coroa de folhas. É Nike, invisível, quem lhes dá o prêmio.


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Terça-feira, 08 de julho de 2014 02:00 pm

Erramos


"Isso porque não faltam opções de locais para ir nem programação para agradar aos clientes", escrevemos na pág. 21. Opções de locais? É deperdício. Melhor: Isso porque não faltam locais para ir nem programação para agradar aos clientes.

 

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Terça-feira, 08 de julho de 2014 10:00 am

A dona da sorte 1


     Gigantes da bola se enfrentam. Pra lá de preparados, os dois times têm condições de vencer. Quem vai ganhar? Os torcedores chutam. Apostam num ou noutro. Mas sabem que a decisão está em outras mãos. A dona da sorte e do azar tem vários nomes. Os gregos a chamam de Fortuna. Alguns falam em destino. Outros citam fado. Muitos preferem ventura ou desventura. Seja com que nome for, uma coisa é certa. Fortuna não olha o que faz. É cega.

Que medão! A caprichosa criatura não tem lógica na distribuição dos bens ou dos males. Faz o que lhe vem à cabeça. Sem pensar. Às vezes ela olha para uma equipe. Acha-a simpática. Enche-a de benesses. Sobram bolas na rede. Outras vezes, a deusa acorda de mau humor. Faz tudo dar errado na disputa. Resultado: goleada na certa.



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Terça-feira, 08 de julho de 2014 09:50 am

A dona da sorte 2


O juiz apita. A bola rola. Pés e cabeças a disputam com agilidade, inteligência e garra. O resultado será um entre três. O time pode ganhar, empatar ou perder. Se o placar depende do humor da deusa grega, a boa regência depende de nós. Em caso de dúvida, o dicionário ajuda. A alternativa, então, só pode ser uma — acertar ou acertar.

O time ganha de outro por ou de : O Brasil ganhou da Colômbia por 2 a 1 (ou de 2 a 1).


O time perde para outro por ou de: A Colômbia perdeu para o Brasil por 2 a 1 (ou de 2 a 1).


O time empata com outro por ou de: A Colômbia empata com o Brasil por 2 a 2 (ou de 2 a 2).


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Sexta-feira, 13 de junho de 2014 05:51 pm

Aviso de férias

Dad Squarisi está de férias e retorna em 7 de julho.

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Quarta-feira, 04 de junho de 2014 04:35 pm

Erramos


"Martins confirmou à polícia que esquartejou e tentou ocultar o cadáver do zelador, mas negou que tenha o matado ", escrevemos na pág. 6. Viu? Sem falar na lógica, pois não se mata cadáver, tropeçamos no pronome átono. O leitor Flatônio José da Silva viu e reclamou. Com razão. A conjunção atrai o fracote. Assim: Martins confirmou à polícia que esquartejou e tentou ocultar o cadáver do zelador, mas negou que o tenha matado .

 

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Quarta-feira, 04 de junho de 2014 04:11 pm

Fale certo

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Quarta-feira, 04 de junho de 2014 12:30 pm

Pátria de chuteiras 3


Grafia


O ps! A reforma ortográfica cassou o hífen de palavras compostas. Entre elas, as composições de dois ou mais vocábulos ligados por preposição, conjunção, pronome. Pé-de-moleque, mão-de-obra, tomara-que - caia se escreviam com hífen. Agora estão livres e soltas — pé de moleque, mão de obra, tomara que caia.


As cores entraram na faxina. Antes, cor-de-laranja, cor-de-carne, cor-de-vinho, cor-de-abóbora, cor-de-creme se grafavam desse jeitinho. Agora, mandaram o tracinho plantar batata no asfalto. Ficaram assim: cor de laranja, cor de carne, cor de vinho, cor de abóbora, cor de cr e me .


Superdica: cor-de-rosa manteve o hífen. É a exceção que confirma a regra.

 


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Quarta-feira, 04 de junho de 2014 12:15 pm

Pátria de chuteiras 2


Duplinhas


Com adjetivos compostos, surgem nós nos miolos. Desatá-los é fácil como tirar chupeta de bebê. Se são dois adjetivos, só o segundo se flexiona: bandeira verde-amarela (bandeiras verde-amarelas), uniforme azul-claro (uniformes azul-claros), chuteira verde-rosa (chuteiras verde-rosas).


Truque


A cor é definida por um substantivo? Ops! Cessa tudo o que a musa antiga canta. Entra em cartaz o truque de esconde-esconde. Oculta, como quem não quer nada, fica a expressão cor-de . Ela não aprece. Mas conta: tom pastel, tons pastel (tons da cor de pastel). Vestido laranja, vestidos laranja (vestidos da cor de laranja), gravata vinho, gravatas vinho (gravatas da cor de vinho).

 

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Quarta-feira, 04 de junho de 2014 12:00 pm

Pátria de chuteiras 1


Junho chegou. Com ele, a Copa verde-amarela. A cidade se enfeita com timidez. Bandeiras tremulam aqui e ali. Vitrines exibem as cores nacionais. Crianças vestem a camiseta da Seleção.  U nanimidade ?Só o assunto. É futebol pra lá, futebol pra cá. Ao falar na paixão nacional, uma condição se impõe: acariciar a língua como se acaricia a bola.

 

Mais que cores


Na festa da bola, as cores entram em cartaz. Deixam de ser simplesmente cores. Tornam-se símbolos. Verde e amarelo é Brasil. Vermelho e verde, Portugal. Laranja, Holanda. Azul e amarelo, Colômbia. Branco, Alemanha.


Seres tão importantes exigem tratamento de luxo. É o caso da flexão. Olho ao lidar com ela. Quando a cor é expressa por um adjetivo, a moleza pede passagem: camiseta verde, camisetas verdes; calção azul, calções azuis; chuteira marrom, chuteiras marrons .


Exceção? Há uma. Marinho , mesmo solitário, mantém-se invariável: sapato marinho (sapatos marinho), uniforme marinho (uniformes marinho), calção marinho (calções marinho).

 

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Terça-feira, 03 de junho de 2014 03:00 pm

Erramos


"O mandato de prisão foi expedido por juiz da 2ª Vara", escrevemos na capa. Ops! Uma letra faz a diferença. Mandato é representação (mandato de senador). Mandado é ordem. No caso, o juiz expediu mandado de prisão.

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Terça-feira, 03 de junho de 2014 12:30 pm

Leitor pergunta


Famosa repórter da tevê finalizou uma reportagem sobre moda masculina dizendo que os modelos eram "chiquérrimos". Não seriam chiquíssimos ? (Reynaldo Bicudo)


Cliquérrimo, forma afetada de falar, joga no time de elegantérrimo, lindérrimo. E por aí vai. Chiquíssimo é o superlativo mais comum — lindíssimo, elegantíssimo, sofisticadíssimo.

 
 

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Terça-feira, 03 de junho de 2014 12:10 pm

Elegância


Na prática esportiva, há três resultados possíveis. Um: ganhar. Outro: empatar. O indesejado: perder. Ganhe, perca ou empate, seja elegante. Use a preposição nota mil:


O time ganha de outro por ou de : Na final, o Brasil ganhará da Alemanha por 3 a 0 (ou de 3 a 0).


O time perde para outro por ou de : A Alemanha perderá para o Brasil por 3 a 0 (ou de 3 a 0).


O time empata com outro por ou de : A Alemanha empatará com o Brasil por 3 a 3 (ou de 3 a 3).


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Terça-feira, 03 de junho de 2014 12:00 pm

Na trave


Locutores esportivos têm um denominador comum. Pisam os ditongos. No grupo ei , apagam o i . Em vez de treino, treinar e treinador, dizem treno, trenar, trenador. Em lugar de goleiro, golero. Chuteira vira chutera. Terceiro, tercero. Viu? É a pronúncia do cruz-credo. Resultado: bola na trave.

 


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Terça-feira, 03 de junho de 2014 12:00 am

Sérgio Porto escreveu

 

"No futebol, a cabeça é o terceiro pé."

 

 


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Segunda-feira, 02 de junho de 2014 04:00 pm

Erramos


O Olímpio, velho repórter do CB , dizia que tinha um grande medo — publicar o erramos do erramos. O dia chegou. Está na pág 10 de ontem: "Ao contrário do que foi publicado em quadro na pág. 9 na edição de ontem do Correio , a inflação acumulada no Brasil de 1999 a 2013 foi de 161,62%, não de 384,2%". Reparou? Não se trata de "ao contrário", mas de "diferentemente". Melhor: Diferent e mente do publicado em quadro na pág. 9 na edição de ontem do Correio , a inflação acumulada no Brasil de 1999 a 2013 foi de 161,62%a , não de 384,2%.

 

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Domingo, 01 de junho de 2014 03:00 pm

Praga


As pragas chegam devagarinho. Como quem não quer nada, vão avançando. Ganham espaço no rádio e na TV. E, atrevidas, tomam ares de verdade. Uma delas é o "compro". O particípio do verbo comprar é comprado. Alguém resolveu inovar. Passou a usar o presente como particípio. Criou, então, este horror: eu tinha compro a casa antes da desvalorização do real.


Cruz-credo! Xô! É vez do particípio, não do presente: Eu tinha comprado a casa antes da desvalorização do real.

 


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Domingo, 01 de junho de 2014 12:00 am

Um pra lá, outro pra cá



O Clóvis Viana, do Tocantins, quer saber qual é a da palavra vaga-lume. O acende-apaga se escreve coladinho ou com hífen? Eis a resposta: separado. O plural: vaga-lumes.

 



 


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Sábado, 31 de maio de 2014 12:00 am

Diquinhas infantis 19


Sherazade não parava de contar histórias. As aventuras de Simbdad acabaram. E a agora? Chegou a vez de Ali Babá. Ele era um homem pobre. Ia com três burros todos os dias à floresta pra cortar árvores e vender a madeira na cidade.


Um dia, lá estava ele no trabalho pesado quando ouviu o galope de cavalos que se aproximavam. Rapidinho, escondeu-se atrás de uma árvore. Um bando de homens armados apareceu. Eram 40 ladrões. Carregavam sacos pra lá de pesados. Surpresa! Eles chegaram perto de uma pedra enorme. O chefe deu uma ordem estranha:


--
Abre-te, sésamo.


A pedra se abriu como se fosse uma porta. Atrás havia uma caverna. Os ladrões deixaram o roubo lá dentro e saíram com os sacos vazios.


Ali Babá viu e ouviu tudo. Quando os homens se afastaram, ele repetiu a frase. Entrou. Viu montanhas de joias e barras de ouro. Oba! Encheu três sacos e os levou pra casa. Quando os ladrões descobriram o roubo, foram atrás de Ali Babá. Será que vão pegá-lo? Sherazade vai nos contar na próxima coluna.

 

Sésamo


"Abre-te, sésamo!", dizia o chefe dos ladrões. A porta se abria. Você sabe o que sésamo quer dizer? Escolha a resposta:


  1. animal
  2. planta
  3. pessoa
  4. gênio

 

E daí?


Sésamo é uma planta. Tem uma cápsula carregadinha de sementes pequeninas e amarelas. Nós a conhecemos com outro nome. É gergelim.

 

Em bom português


No Brasil, em vez de "Abre-te, sésamo", poderíamos dizer:


  1. Abre-te, caverna!
  2. Abre-te, gergelim!
  3. Abre-te, esconderijo!
  4. Abre-te, sem,ente!



Resposta:

b. planta.

b. Abre-te, gergelim!

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Sexta-feira, 30 de maio de 2014 06:10 pm

Aos quatro ventos


Carlos Marcelo, de Planaltina, tem um vizinho brigão. O homem bate boca com Deus e o mundo. Fala, Fala. Fala. Ao terminar o discurso, apregoa aos quatro ventos: "Gozo de boa reputação. Ninguém vai maculá-la".


De tanto ouvir o falastrão, uma dúvida pintou na cabeça do paciente  Carlos . Existe boa e má reputação? Ou a palavra só pode ser usada na forma positiva e, assim,  " boa " seria redundância?


Reputação, segundo o Houaiss, é o conceito que alguém ou algo goza num grupo humano. Na língua do povão, é a fama. Daí o dito "quem tem fama dorme na cama". A reputação, como a fama, pode ser boa ou má. O próprio Houaiss dá exemplo: Sua reputação era a pior possível .

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Sexta-feira, 30 de maio de 2014 06:00 pm

Erramos


"Enquanto Dilma estará no reduto eleitoral do principal adversário, o tucano esteve ontem em Aparecida para um encontro com o presidente da CNBB", escrevemos na pág. 5. Reparou no samba do texto doido? Dilma estará amanhã em BH. Aécio esteve ontem em Aparecida. As ações não transcorreram simultaneamente. O enquanto, por isso, não cabe.

 

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