Terça-feira, 09 de dezembro de 2014 05:00 pm

Erramos

"A senhora simplesmente falou que não e foi embora", escrevemos na pág. 5 do Diversão&arte . Ops! Trocamos as bolas. Falar não é verbo declarativo. Dizer, sim. Melhor: A senhora simplesmente disse que não e foi embora.

 

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Terça-feira, 09 de dezembro de 2014 11:30 am

Mário Quintana concluiu


“A mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer.”

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Terça-feira, 09 de dezembro de 2014 11:00 am

Marcelo Abreu comenta

TV ligada num restaurante aqui do Sudoeste. Passa um telejornal local. Repórter (o moço é até experiente — pelo menos está na estrada faz tempo), narra uma perseguição policial. E dispara, ao vivo, imponente à câmera: "Os policiais começaram a agirem".

Então, tá!



Não tá, Marcelo. Locuções verbais adotam a lei do menor esforço. Se um verbo dá o recado, o outro fica no bem-bom. No caso, o auxiliar se flexiona. O principal fica no infinitivo: Os policiais começaram a agir. Os garotos vão chegar juntos.


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Terça-feira, 09 de dezembro de 2014 11:00 am

Leitor pergunta 1

Existe uma música nova do cantor Gustavo Lima que pergunta no título e no refrão: Que mal te fiz eu? Pelo que sei de português, a frase está errada. Ou estou equivocada? (Edilene Gonçalves)


A frase, Edilene, está na ordem inversa. Posta na direta, fica assim: Eu te fiz que mal? Uma e outra estão gramaticalmente corretas. Eu prefiro a forma escolhida pelo Gustava Lima. Soa melhor.


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Terça-feira, 09 de dezembro de 2014 10:00 am

Leitor pergunta 2


Uma placa do Setor Gráfico me chamou a atenção. Nela aparece esta frase: "Atendimento e qualidade são a nossa marca". O correto não seria "são as nossas marcas"? (Andre Heberson)


Trata-se do falso plural. Guarde isto: deixa-se no singular o substantivo abstrato que, depois de verbo de ligação (ser, estar, tornar-se, virar), caracterize genericamente o sujeito plural: Os pobres são o alvo dos políticos. Filmes nacionais são destaque no festival. Os sem-terra tornaram-se exemplo para os sem-teto. O sujeito e o predicado são parte da oração. Atendimento e qualidade são a nossa marca.

 

 

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Segunda-feira, 08 de dezembro de 2014 05:00 pm

Erramos


“A CGU e outros órgãos de controlem abrem a Semana Internacional de Combate à Corrupção”, escrevemos na pág. 5. Viu? Faltou releitura. São órgãos de controle.

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Segunda-feira, 08 de dezembro de 2014 10:00 am

Qual é o seu preço?


Gente, foi um pega pra capar. A sessão se estendeu noite adentro. Durou 18 horas. Na pauta, a maquiagem das contas do Executivo. Dilma gastou mais do que podia. Desrespeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal. Pra fugir da Justiça, o jeito foi dar um jeito — mudar a lei. Simples assim.


Na quarta, o Congresso discutia o projeto. Não faltaram discursos a favor e contra. Parlamentares cochilavam. Bocejavam. Ajeitavam-se na poltrona. A certa altura, quem dormia acordou. Quem sonhava com o recesso caiu na real. Quem fingia atenção abriu os olhos. Voz forte sacudiu o plenário:


— Os senhores que votarem a favor da mudança têm preço. Valem R$ 748 mil.


Ops! Um ex-dorminhoco ouviu. Duvidou dos ouvidos. O colega confirmou a cifra. Indignado, pegou o microfone:


— Como R$ 748 mil? Eu val…


Pintou a dúvida. Valo? Valho? Sem resposta, mudou o discurso. Cabeça erguida, olhar fixo, voz firme, disse:


— Eu não tenho preço.


Safou-se. Mas a dúvida permaneceu. Suas Excelências dividiram-se em dois grupos. Um defendia valo. O outro, valho. E daí? Ex-dorminhoco sugeriu consultar o Google. Não emplacou. Outro, esperto, pegou o celular, acessou o Aurélio e… eureca! A resposta estava lá.


Vale a consulta


Valer joga no time dos irregulares. O bicho pega no presente do indicativo. Mais precisamente: na primeira pessoa do singular: eu valho, ele vale, nós valemos, eles valem.


Verbos têm pai e mãe. Da primeira pessoa do singular do presente do indicativo nasce o presente do subjuntivo — todinho, sem tirar nem pôr: que eu valha, ele valha, nós valhamos, eles valham.


No mais, o dissílabo se contenta com a vala comum. Flexiona-se com o radical do infinitivo — com um l solitário: ele vale, nós valemos, eles valem; eu valia, ele valia, nós valíamos, eles valiam; eu vali, ele valeu, nós valemos, eles valeram; eu valerei, ele valerá, nós valeremos, eles valerão. E por aí vai.

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Sexta-feira, 05 de dezembro de 2014 02:30 pm

Idioma, ato de inclusão social



Giovanni Mastroianni


Jornalista ( giolyram@gmail.com)

 

Apaixonado que sou pela língua portuguesa, recebi de presente apostila intitulada de Curso Português Básico com professor Lenivaldo Gaia. Não conheço o referido mestre, mas passei a ter por ele uma grande admiração, como tinha antes pelos gramáticos Pasquale Cipro Neto e Dad Squarisi. Esta, há muitos anos, mantém coluna sobre Dicas de Português, no Diario de Pernambuco. Dela mantenho arquivados milhares de seus excelentes ensinamentos. Foi por graça do imortal José Paulo Cavalcanti Filho, da Academia Pernambucana de Letras, que tive inserido, no blog de Dad, do Correio Brasiliense, o artigo A língua merece mais cuidado.

Curioso é que o trabalho de Gaia surgiu em forma de gratidão, após haver se submetido a um transplante cirúrgico, diagnosticado que fora ser portador de um câncer de fígado, sendo salvo, todavia, pela capacitada e abnegada equipe do hepatologista Cláudio Lacerda, operado que foi no centro cirúrgico do Hospital Jayme da Fonte, desta cidade.

É aquele famoso nosocômio responsável por centenas de transplantes de fígado e que, através de suas áreas de Recursos Humanos e Marketing, patrocina tal publicação. Esta, se não traz grandes novidades, no que tange à fonologia, ortografia, uso do hífen e, também, a algumas regras especiais da língua portuguesa, serviu para chamar minha atenção às orientações dadas sobre acentuação facultativa, como nas palavras fôrma e forma e dêmos e demos, em que há a faculdade de colocar o acento circunflexo no substantivo forma, no sentido de molde ou peça para medidas, e dêmos, facultativo apenas na primeira pessoa do plural do presente do subjuntivo para diferenciar da primeira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo, no verbo dar, em ambas as palavras.

Da mesma forma que Lenivaldo Gaia pagou sua gratidão com a divulgação de sua apostilha, igualmente dou um testemunho de meu reconhecimento com a inserção deste modesto artigo.

http://imgs.impresso.diariodepernambuco.com.br/imgs/eq.gif

 


 (Artigo publicado no Diário de Pernambuco)

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Sexta-feira, 05 de dezembro de 2014 12:00 pm

Erramos


"Sobre todos os aspectos, a avaliação da petroleira é negativa", escrevemos na pág. 8. Ops! Trocamos a preposição. Melhor corrigir: Sob todos os aspectos, a avaliação da petroleira é negativa.



 

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Sexta-feira, 05 de dezembro de 2014 09:10 am

Recado do relógio


Taquígrafos registravam os discursos. Estavam de olho no relógio. Quando os dois ponteiros chegaram ao número 12, a dúvida tomou conta de gregos, romanos, goianos e baianos. Eram 24h ou era 0h? Parece discussão sobre o sexo dos anjos. Mas não é. O recado muda: 24h é o fim do dia; 0h, o começo.

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Sexta-feira, 05 de dezembro de 2014 09:00 am

A ordem é poupar


"Na hora de gastar", discursou senador de muitas manhas e poucos argumentos, "todos foram unânimes." Ops! O homem tropeçou em pleonasmo deste tamanho, ó. Unânime é relativo a todos. É bom evitar desperdícios. Que tal escolher um ou outro? Assim: Na hora de gastar, fomos unânimes. Todos concordaram com os gastos.

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Sexta-feira, 05 de dezembro de 2014 07:00 am

Olha a hora

 

Atenção, marinheiros de muitas viagens. Nesta alegre Pindorama, fala-se português. Por isso, a abreviatura não suporta dois pontos (2:15), coisa de gringo. Aqui a redução segue regras próprias. É sem-sem-sem — sem plural, sem espaço e sem ponto: 5h, 5h10, 5h10min40 .

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Quinta-feira, 04 de dezembro de 2014 04:00 pm

Erramos


"A Câmara aprovou, terça-feira, projeto que é considerado pelo GDF a salvação para o déficit", escrevemos na pág. 26. Quanto desperdício! Esbanjamos acentos, palavras e voz passiva. Que tal poupar? Assim: A Câmara aprovou, terça-feira, projeto que o GDF considera a salvação para o deficit.

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Quinta-feira, 04 de dezembro de 2014 12:00 pm

Leitor pergunta


Apesar de? Apesar do? Nunca sei. Pode me dar uma luz? (Jane Gouveia)


A locução apesar de dá ideia de concessão. Abre uma brecha na declaração principal, mas não adianta nada. As coisas ficam na mesma. Quer ver?


Apesar de estudar muito, não passou no concurso. 


Viu? Ele estudou (é a concessão). Não conseguiu passar (declaração principal).

*

Na vida do apesar de há um problema. É a fraqueza da carne. A preposição de não resiste aos encantos do artigo. Basta haver um por perto e pronto. Ela  se a miga com ele: Apesar do feriado, o comércio abriu. Estamos todos salvos apesar dos pesares. O Atlético ganhou a partida apesar da bravura do Cruzeiro.


Só num caso eles não se juntam. É quando o artigo faz parte do sujeito. Aí vai um pra lá, outro pra cá. Os dois nem se olham. Por quê? O sujeito tem alergia à preposição: Apesar de o governo (sujeito) negar, corremos risco de enfrentar uma senhora recessão. Apesar de a TV anunciar, o programa não foi ao ar.

*

Reparou na vírgula? Se a oração concessiva (iniciada pelo apesar de ) estiver na frente da outra, a principal, vem separada por vírgula. Caso contrário, não: Apesar de vir de ônibus, chegou cedo ao encontro. Chegou cedo ao encontro apesar de vir de ônibus.

 

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Quinta-feira, 04 de dezembro de 2014 12:00 am

Etc. e tal


Com e ou sem e ? Ops! Depende. Compare:


Comprei laranja, pera, maçã, abacate, uva.  ( A ausência do e significa etc. Comprei outras frutas além das citadas.)


Comprei laranja, pera, maçã, abacate e uva.  ( O e põe ponto final na enumeração. Só comprei as referidas. )


Mais exemplos? Ei-los: Gosto de cinema, teatro e literatura (só aprecio as três diversões). Gosto de cinema, teatro, literatura (aprecio outras, outras e outras).

 

Por falar em …


Etc. tem ponto no final? Tem. Coincide com o ponto no fim da frase? Sem problema. Fique com um só: Comprei sapatos, bolsas, cintos, colares etc. (A vírgula antes do etc. é facultativa.)

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Quarta-feira, 03 de dezembro de 2014 04:00 pm

Erramos


Os dirigentes de empresas têm conhecimento de que suborno estão sendo pagos a autoridades públicas", escrevemos na pág. 9. Viu ? F altou releitura. Sujeito no singular pede verbo no mesmo número. Deste jeitinho: … têm conhecimento de que suborno está sendo pago a autoridades públicas .


 

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Quarta-feira, 03 de dezembro de 2014 02:46 pm

Fale certo

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Quarta-feira, 03 de dezembro de 2014 10:25 am

Falou e disse


"Sabendo interpretar o que lê, o estudante organiza as ideias e produz bom texto. O resto é conversa, falsa teoria." ( Lygia Fagundes Telles)

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Quarta-feira, 03 de dezembro de 2014 10:20 am

Que tal mudar o enredo?


Os parênteses são as grandes vítimas da escola. "Errou e não pode apagar?", perguntam os professores. "Ponha entre parênteses." Os pobres alunos aprendem a lição. E repetem-na ao longo da vida. Resultado: dão informações falsas,  matam promoções, perdem pontos em concurso.  Mas não há bem que sempre dure nem mal que nunca se acabe. Vale mudar o enredo. Ao usar os parênteses, você dá um recado: a palavra, expressão ou oração neles contida é secundária, acessória. Entrou ali de carona. Não faz falta.


Trata-se, em geral, de uma explicação, uma circunstância incidental, uma reflexão, um comentário ou uma observação. Veja: O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) defende a educação com qualidade. A maioria dos estudantes (quem diria!) sai da escola sem a habilidade de le r e escr ever. As últimas eleições (2014) deixaram de fora nomes tradicionais da política — Eduardo Suplicy e Pedro Simon. Recife (ou o Recife) é palco de um dos melhores carnavais do país.


Olho na  pontuação


O ponto vai fora quando a expressão encerrada nos parênteses for um pedaço da oração : Nomes tradicionais da política (Eduardo Suplicy e Pedro Simon) se despedem do Senado . Ameaça o abastecimento de água a morte  criminosa de rios (muitos transformados em lixeiras).


O ponto vai dentro quando os parênteses englobam toda a oração : As jovens do século 21 perseguem os namorados até concretizar o romance. (Vão em cima com tudo sem se importar se ele quer ou não.) As pessoas obsessivas fazem qualquer coisa para obter o que desejam. (Elas não sabem perder.)

 

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Quarta-feira, 03 de dezembro de 2014 10:15 am

João Ubaldo Ribeiro escreveu


"Escrevo para não passar pela vida em brancas nuvens."


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Segunda-feira, 01 de dezembro de 2014 04:00 pm

Erramos


Entre as propostas em discussão, estão a blindagem contra cassação, a criação do Fundo da Dívida Ativa e a lei de uso e ocupação do solo", escrevemos na pág. 20. Viu? Bobeamos no emprego da s maiúsculas. Lei que tem nome ou número ganha pedigree.  Grafa -se com a inicial grandona. Assim: Lei 5.397, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei de Falências, Lei de Responsabilidade Fiscal. E, claro, Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos).



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Domingo, 30 de novembro de 2014 12:10 pm

Dúvidas e dúvidas 1


Quem não tem dúvidas bateu ponto final. Os leitores sabem disso. Sem constrangimento, telefonam, mandam cartas, escrevem e-mails. As consultas são pra lá de bem-vindas. Além de sugerir assunto pro blogue, desatam nós que enrascam os miolos de mineiros, candangos, pernambucanos & cia. curiosa. Quer ver?

 

Mais do mesmo


É sempre errado recorrer a pleonasmo ou há alguma situação em que essa figura de linguagem é bem-vinda? (Fernando César, Porto Alegre)


A palavra pleonasmo vem do grego. Na língua de Platão e Aristóteles, quer dizer superabundância. Em bom português: repetição de uma ideia com palavras diferentes.


Há pleonasmos e pleonasmos. Alguns não dão nenhuma expressividade à frase. Aí, deixam de ser figuras de linguagem e passam a ser vício. É o caso de comer com a boca, subir pra cima, descer pra baixo, entrar pra dentro, sair pra fora, jantar à noite, elo de ligação, ver com os olhos.


Outros acrescentam graça e força à frase. São bem-vindos: Ele sabe pescar peixe, mas não sabe pescar homens. Ver com meus olhos não é o mesmo que ver com os dedos. Esse ouro e prata, posto que naturalmente desce pra baixo, havia de subir para cima.

 

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Domingo, 30 de novembro de 2014 12:05 pm

Dúvidas e dúvidas 2


Sem falar bonito


Já ouvi, até em telejornais, a expressão "adquirir uma dívida". Se a moda pega, pode até aparecer "adquirir" uma doença. Que tal? (Rômulo Alvarenga)


Ops! É questão de propriedade vocabular. Dependendo do contexto, a gente contrai dívidas. Ou faz dívidas. Ou se endivida. Às vezes, negocia dívidas. Ou troca dívidas.

 

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Domingo, 30 de novembro de 2014 12:00 pm

Leon Eliachar definiu


"Humorismo é a arte de fazer cócegas no raciocínio dos outros."

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Sexta-feira, 28 de novembro de 2014 05:40 pm

Um bilhete canceroso

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Sexta-feira, 28 de novembro de 2014 05:00 pm

Erramos


"Irmãos do ministro da Agricultura estão na lista de suspeitos, que envolve políticos, empresários, produtores e até pistoleiros", escrevemos na pág. 2. Vamos combinar? A lista não envolve, mas inclui ou relaciona. Melhor: … lista de suspeitos, que inclui políticos, empresários, produtores e até pistoleiros.

 

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Sexta-feira, 28 de novembro de 2014 03:22 pm

Rir faz bem

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Sexta-feira, 28 de novembro de 2014 08:00 am

Calo nos dois pés


Tenho dúvida em relação ao verbo concluir. É correto afirmar, por exemplo, que o Ministério Público concluiu "pela" ou "por" alguma coisa? (Lilian Haas, BH)


Regência, Lílian, é calo nos dois pés. Na dúvida, é melhor recorrer ao paizão. O dicionário de verbos e regimes, de Francisco Fernandes (o melhor que temos), dá nota 10 para concluir por (pelo, pela), que significa convencer-se de : Gonçalo concluiu pela necessidade de acabar a novela .

 

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Quinta-feira, 27 de novembro de 2014 05:00 pm

Erramos


"…no início da tarde passou a circular a informação de que o atual presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, será ministro da Integração Nacional", escrevemos na pág. 4. O atual sobra, não?

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Quinta-feira, 27 de novembro de 2014 01:30 pm

Sem privilégios


Há concordâncias que dão nó nos miolos. Uma delas é a do particípio quite. Dizemos "nós estamos quite ou nós estamos quites"? (Carlota Nunes, São Luiz)


Quite não goza de privilégios. Joga no time dos adjetivos como feliz, alegre, triste. Flexiona-se como qualquer um deles. Veja: estou feliz, estamos felizes, estou alegre, estamos alegres, estou triste, estamos tristes. Logo, estou quite, estamos quites. Você está quite com suas obrigações? Eu estou. Então estamos quites.


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