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    <category>MyPage - Dzai</category>
    <description>Blog do Festival</description>
    <copyright>UAI - Nenhum outro é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
    <title>MyPage - Blog do Festival</title>
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        <title>MyPage - Blog do Festival</title>
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			<title><![CDATA[Espelhos de Brasília]]></title>
			<author><![CDATA[Blog do Festival Festival]]></author>
			<link>http://www.dzai.com.br/blogdofestival/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=15880</link>
			<description><![CDATA[
			Categoria: Cinema<br /><br />
			<P><FONT size=4><FONT face="Courier New, Courier, mono" color=#ff99ff><STRONG>Os profissionais de cinema de Brasília se encheram de orgulho hoje, na exibição do segundo dia da Mostra Brasília. Casa cheia, aplausos a cada exibição e&nbsp;a sensação de se ver na tela do CIne Brasília.&nbsp;É mesmo uma&nbsp;festa em família, com direito a levar filhos, sobrinhos, netos, vizinhos. Mas nada foi tão especial como a sessão de</STRONG></FONT> <FONT color=#ff6600>WENCESLAU E A ÁRVORE DO GRAMOFONE</FONT><STRONG><FONT color=#ff99ff>, de Adalberto Müller. A atriz Bidô Galvão viu o filho Mário Galvão brilhar na tela. "É a estréia dele como ator", avisou a mãe-coruja&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT></STRONG></FONT></P>
			]]></description>
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			<title><![CDATA[Cine Brasília recebe jovens do CAJE em sessão lotada]]></title>
			<author><![CDATA[Blog do Festival Festival]]></author>
			<link>http://www.dzai.com.br/blogdofestival/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=15848</link>
			<description><![CDATA[
			Categoria: Cinema<br /><br />
				<img src="http://www.dzai.com.br/noticiacrop?a=/27/27547&img=ntc_15848" />
			<P>Esta tarde&nbsp;ficará marcada na vida de alguns espectadores do filme <EM>Pra ficar de boa</EM>, de Núbia Santana. O documentário, que abriu a Mostra Brasília, conta a história de internos do Centro do Atendimento Juvenil Especializado (CAJE). Vinte desses jovens foram autorizados pela Justiça a deixar a unidade hoje, para acompanhar a projeção do longa. Assistiram ao filme em silêncio, mas aplaudiram cada vez que reconheciam um entrevistado.</P>
<P>Além deles, estavam presentes outros adolescentes&nbsp;que participaram do filme. Estão em liberdade, mas conhecem a dura realidade tratada na tela. Um deles, deixou o centro há sete meses. Mora em Rondônia com a mãe e viajou&nbsp;de avião a convite da diretora para acompanhar&nbsp;a sessão. Foi seu primeiro vôo. E a primeira vez que pisava numa sala de cinema. O filme emocionou&nbsp;e foi longamente aplaudido pelo público.</P>
			]]></description>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ironia e intensidade]]></title>
			<author><![CDATA[Blog do Festival Festival]]></author>
			<link>http://www.dzai.com.br/blogdofestival/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=15845</link>
			<description><![CDATA[
			Categoria: Cinema<br /><br />
			<P>Do ensaísta Jean-Claude Bernardet, protagonista do filme mais polêmico do Festival até agora, <EM>Filmefobia</EM>, que provocou vaias após a exibição na noite de quinta-feira:</P>
<P>"A reação foi boa, com silêncio tenso e risos nos momentos adequados, já que é uma obra basicamente irônica. O público pode vaiar. O problema não é ser aplaudido, ou não. Buscamos é a reação com intensidade."</P>
<P>Mais Bernardet:</P>
<P>"Acho empobrecedora a discussão sobre o misto entre documentário e ficção. Nossa pesquisa com o longa foi baseada no fato de todos sermos espetáculos. Existe uma subjetividade no tema: temos que nos libertar dos conceitos de gênero que não ajudam a pensar, eles servem apenas para classificar."</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>Ricardo Daehn</STRONG></P>
<P>&nbsp;</P>
			]]></description>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ney e as crianças]]></title>
			<author><![CDATA[Blog do Festival Festival]]></author>
			<link>http://www.dzai.com.br/blogdofestival/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=15829</link>
			<description><![CDATA[
			Categoria: Cinema<br /><br />
			A sessão do curta <span style="font-style: italic;">Nada consta</span>, de Rafael Saar, com Ney Matogrosso e Nildo Parente, rendeu uma cena inusitada no primeiro dia da Mostra Competitiva 16mm. Quarta-feira, dezenas de crianças do ensino fundamental que ocupavam a Sala Martins Pena do Teatro Nacional para ver a professora em cena em <span style="font-style: italic;">Medo do escuro</span>, tiveram que sair logo após a projeção. É que o filme com Ney Matogrosso, que seria exibido na seqüência, conta uma história de amor homossexual. Para o cantor, o tema não era adequado à meninada. Ele pediu então à produção do festival que acendesse as luzes da sala para que a turma pudesse sair.<br><br><br>Patrícia Klingl<br><br>


			]]></description>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[De olho nas baladas]]></title>
			<author><![CDATA[Blog do Festival Festival]]></author>
			<link>http://www.dzai.com.br/blogdofestival/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=15827</link>
			<description><![CDATA[
			Categoria: Cinema<br /><br />
			Todos, tanto os que freqüentam a praça de alimentação quanto a área externa do Cine Brasília, estão o tempo todo de ouvidos atentos para notícias sobre possíveis festas que costumam ocorrer no Hotel Nacional, onde os convidados da organização do festival se hospedam. Ninguém quer perder essas baladas, nas quais a boca-livre é total. (IRL)<br><br>Hoje à noite tem a tradicional festa da Teresa Rollemberg e os convites já estão sendo disputados a tapa. Para quem quiser fugir do bafômetro, a organização da festa disponibiliza carona amiga a R$ 15, saindo do Cine Brasília, onde o voucher é vendido.<br>A Luz, Câmera, Ação é tão traedicional quanto o Troféu Candango e o aplauso ao roadie que tira o microfone do palco antes das sessões. (CA)<br>


			]]></description>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Muvuca de fora]]></title>
			<author><![CDATA[Blog do Festival Festival]]></author>
			<link>http://www.dzai.com.br/blogdofestival/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=15826</link>
			<description><![CDATA[
			Categoria: Cinema<br /><br />
			Em frente ao Cine Brasília, a muvuca também é intensa, para a alegria de quem se instalou ali com barraquinhas que vendem, principalmente, cerveja, refrigerante e cachorro-quente. É o local preferido dos descolados e boêmios, para os quais o Festival de Cinema é apenas um motivo para encontrar os amigos. São pessoas – geralmente jovens – sem compromisso com filmes exibidos ou discussões que eles venham a gerar. (IRL)


			]]></description>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Na praça de alimentação]]></title>
			<author><![CDATA[Blog do Festival Festival]]></author>
			<link>http://www.dzai.com.br/blogdofestival/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=15825</link>
			<description><![CDATA[
			Categoria: Cinema<br /><br />
			Ponto de encontro dos artistas, diretores, convidados, cinéfilos e do público em geral do 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, a praça de alimentação do Cine Brasília neste ano está mais diversificada em termos de oferta culinária. Ali estão representados desde a sorveteria artesanal Sorbê até os restaurantes Pata Negra, Rayuela, Dom Giuliano e o Café Cabíria. Antes e depois das sessões de exibição dos curtas e longas metragens concorrentes, as mesas da praça ficam lotadas e é grande o consumo. (Irlam Rocha Lima)<br><br>O problema é que os preços são mais salgados que os próprios, e eles não aceitam cartões. Só dinheiro vivo. Um copinho de miojo custa R$ 7, três cervejas, R$ 10 (R$ 3 cada, mais 10%). Haja cash. (Clara Arreguy)<br><br>


			]]></description>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Fobia polêmica]]></title>
			<author><![CDATA[Blog do Festival Festival]]></author>
			<link>http://www.dzai.com.br/blogdofestival/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=15824</link>
			<description><![CDATA[
			Categoria: Cinema<br /><br />
			Desembarcando na 41ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro como o projeto sensação da mostra, o polêmico Filmefobia, de Kiko Goifman, foi recebido com frieza e vaias. Explorando as paranóias humanas, o longa, protagonizado pelo estudioso do cinema Jean-Claude Bernardet, traz um ousado exercício de metalinguagem que discute de forma cerebral os limites entre ficção e realidade, premissa que não agradou nem um pouco ao exigente público, que já havia vaiado antes os curtas Nº 27, de Marcelo Lordello, e Cidade vazia, de Cássio Pereira dos Santos. (Lúcio Flávio)


			]]></description>
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