Domingo, 28 de dezembro de 2014 11:00 am

Vai começar a brincadeira

Por Gláucia Chaves, da Revista do Correio





A cadelinha Maria Lúcia precisou de ajuda profissional para parar de destruir os móveis da casa e ser mais sociável. (foto Zuleika de Souza/CB/DA Press)





Ver um cachorro correr atrás de uma bolinha ou de um frisbee está no imaginário da maioria das pessoas. Ensinar um cão a brincar, contudo, não serve apenas para distrair o pet (ou o dono). De acordo com Lucas von Glehn Duty, adestrador e especialista em comportamento, as brincadeiras têm como objetivo principal gastar a energia do animal. Em segundo lugar, vem a correção de comportamentos inadequados, como a destruição dos móveis. "Acredito que 90% dos problemas comportamentais dos cachorros são decorrentes do ócio", justifica. Um cão sem ter o que fazer acaba se distanciando do "cão original": aquele que vive na natureza e tem atividades ininterruptas, como caçar, procurar abrigo e se esconder da chuva.

Mas por onde começar? Lucas Duty explica que a primeira providência é encarnar o espírito vendedor: o dono precisa despertar a atenção e, principalmente, fazer com que o cachorro queira aquele objeto. "O dono pode fazer com que o animal interaja com o brinquedo e depois reter o objeto, para criar o interesse", ensina. "É preciso criar um valor agregado ao que vai ser passado para o animal." Desde que não represente risco para o bichinho, o tipo de brinquedo não importa muito. Um simples pedaço de pano, por exemplo, pode parecer muito mais atrativo do que um ursinho de pelúcia canino.

Outra coisa que os donos devem ter em mente é que ensinar um cachorro a brincar não significa ter um cão "fazedor de gracinhas". Os truques ensinados durante o adestramento, segundo Lucas Duty, é um aspecto secundário das brincadeiras. O importante mesmo é tirar o cão do ócio, tanto mental quanto físico. "Incentivar um animal a pegar uma bolinha, para a gente, é uma brincadeira. Para ele é um trabalho, uma tarefa." Em resumo: assim como para os humanos, ter o que fazer e no que pensar faz com que o cachorro se desenvolva cada vez mais — e, consequentemente, fique mais feliz.

Analisar o comportamento de cada cão é outro ponto importantíssimo antes de começar a brincadeira. Alguns cachorros gostam de bolinha, outros preferem correr atrás de gravetos e há ainda os que não gostam de brincar. "Cada cachorro tem um perfil e tem que ser respeitado. Não há como pedir de um pinscher o comportamento de um dobermann", compara Duty. Uma brincadeira ensinada da forma errada, segundo o especialista, pode gerar desvios comportamentais. A atividade deve ser sempre prazerosa para o cão. A imposição forçada, sem buscar lapidar o comportamento do animal, é um dos principais problemas na educação do bicho. "As pessoas têm um imediatismo que acabam passando para o animal", complementa. "O cachorro precisa de um certo tempo para aprender."

A adestradora Andrea Melo explica ainda que qualquer brincadeira que estimule o cão a não morder as coisas erradas é uma boa escolha. A dica é deixar claro o que você quer que seu cachorro execute. "Se ele começa a morder a mão do dono, ele deve parar a brincadeira, tirar a mão e mostrar o brinquedo. O cão só ganha atenção quando estiver com o brinquedo na boca", ensina. Isso evita que o animal se transforme em um mordedor, por exemplo. Se o cachorro pula sem parar, uma ideia é dar carinho, petiscos e atenção quando ele estiver com as quatro patas no chão. Pulou, é ignorado. Assim, o dono evita que o pet pule em cada pessoa que se aproximar dele.

Aprender a brincar é positivo especialmente para cachorros que passam muito tempo sozinhos. Quando o dono não estiver por perto, o ideal é investir em estímulos mentais que mantenham o bichinho ocupado pela maior parte do tempo possível. "Brinquedos recheados de petiscos são ótimos para distrair os animais", exemplifica Andrea Melo. Outra dica é esconder petiscos pela casa, dentro de brinquedos ou mesmo de garrafas pet, para que o cachorro os encontre. Além de gastar energia e se manter ocupado mentalmente, ele aprende que ficar sozinho não é o fim do mundo. "Isso evita que o animal desenvolva ansiedade de separação."

A florista Mariana Brito de Oliveira, 25 anos, procurou a ajuda de um especialista em comportamento animal para resolver o problema dos móveis destruídos em casa. A responsável pelo desastre é Maria Lúcia, uma jack russell terrier de 11 meses. A cadela é brincalhona e agitada — e haja brincadeira para gastar tanta energia. "Ela já comeu as cadeiras, o sofá, morde as pessoas e preciso descer três vezes por dia com ela", descreve a dona, que mora em apartamento. Mariana até tentou ensinar alguns truques por conta própria, que aprendeu com vídeos na internet, mas não conseguiu passar mais que dois comandos: "fica" e "senta". "Minha expectativa com as brincadeiras é que ela pare de morder as coisas e se torne mais sociável com as pessoas."

Regras do jogo

Antes de tudo, é preciso encontrar um brinquedo que desperte a atenção do cachorro. Bolinha para os que são de bolinha, graveto para os que são de graveto.

Uma maneira de ensinar o cão a pegar e trazer a bolinha de volta é ter duas idênticas: quando o cão pegar a primeira, comece a brincar com a segunda, para despertar o interesse dele. No momento em que ele pegar a segunda, repita o procedimento com a outra bolinha, até que o animal entenda o que precisa ser feito.

O tempo que se deve esperar para ensinar um comando novo vai depender da resposta do bicho. Alguns conseguem aprender dois comandos simultaneamente, mas outros podem ficar perdidos.

Não há hora certa para começar a ensinar o cão a brincar. Na verdade, quanto antes, melhor. Um filhote educado será um cão adulto educado.

Não são só brinquedos que estimulam a mente do cachorro: ossos em couro também são ótimas formas de gastar energia física e mental, além de trabalhar a musculatura mandibular do animal.

Além dos petiscos industrializados, fígado, carne ou frango (sempre preparados sem sal e sem nenhum tempero) são boas opções para premiar o cachorro durante a brincadeira.

Preste atenção no humor do animal e pare ou troque a brincadeira caso ele pareça entediado. O melhor é parar, caso ele fique estressado, para que o bicho não associe o momento da brincadeira com algo chato.

Fontes: Lucas von Glehn Duty, adestrador e especialista em comportamento canino e Andrea Melo, adestradora

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Sexta-feira, 26 de dezembro de 2014 06:00 pm

Eventos pet neste fim de semana em Brasília















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Sexta-feira, 26 de dezembro de 2014 02:31 pm

Orangotango Sandra se torna simbolo da luta pelos direitos animais

do Estado de Minas,



                                                   foto:Divulgação



Preguiçosa e saboreando frutas, Sandra, a orangotango nascida há 29 anos em um zoológico da Alemanha e residente, há mais de 20, em um zoo de Buenos Aires, olhava, desconcertada, para as câmeras que se voltavam para ela no inicio dessa semana, depois que a justiça argentina lhe deu direitos em defesa de sua liberdade.

Em um caso inédito em nível mundial, a Câmara de Cassação Penal de Buenos Aires decidiu, no fim de semana que, embora a orangotango não seja um ser humano, ela tem sentimentos e, por isso, a ela se pode aplicar um habeas corpus para que possa viver com mais liberdade.

Em dezembro de 2013, um pedido similar tinha sido rechaçado pela justiça de Nova York, quando uma organização de defesa dos animais pediu que quatro chimpanzés em cativeiro fossem considerados “sujeitos não humanos” e com direito à liberdade.

A decisão da corte concentrou a atenção na símia de pelagem avermelhada, de 50 kg e 1,50 metro de altura, quando fica ereta. Saboreando um melão e tirando cuidadosamente as sementes da fruta, Sandra encarou as lentes de várias câmeras de TV.

“É assim que vive há 20 anos, em um espaço grande, tem especialistas que cuidam de sua alimentação, controlam a sua saúde e, em geral, vive em condições muito boas”, explicou à AFP Adrián Sestelo, diretor do laboratório de biotecnologia reprodutiva e chefe de biologia do zoológico de Buenos Aires.

No entanto, a Associação de Funcionários e Defensores dos Direitos dos Animais (AFADA) interpôs uma ação para que fosse libertada.

A AFADA argumentou que Sandra “é uma pessoa não humana, pois mantém laços afetivos, raciocina, sente, se frustra com o confinamento, toma decisões, possui autoconsciência e percepção do tempo, chora as perdas, aprende, se comunica e é capaz de transmitir o que aprendeu”.

Alguns ativistas chegaram, inclusive, a considerar que Sandra estaria deprimida.

 



Origem em cativeiro 

Sandra nasceu em 16 de fevereiro de 1986 no zoológico alemão de Rostock e chegou ao de Buenos Aires em setembro de 1994.

“Quando nasceu, a biologia mundial não reconhecia a existência de duas espécies distintas de orangotangos, uma de Sumatra e a outra da ilha vizinha de Bornéu”, lembrou o biólogo, ao explicar que a símia é produto de um cruzamento assistido no zoológico alemão.

Ela chegou a ter filhotes, algo pouco comum em animais do tipo que foram concebidos e criados em cativeiro. Sua cria foi mandada ao zoológico onde a mãe nasceu.

O animal que agora, legalmente, poderia viver em liberdade, nunca esteve em seu hábitat. Por isso, os especialistas afirmam que, se fosse solta na floresta, não sobreviveria.



Futuro lar: Brasil ou Estados Unidos? 

A sentença do tribunal estabelece um precedente na Argentina sobre como considerar estes animais, impondo que são sujeitos e não objetos que devem gozar de direitos básicos, uma medida cujo alcance é impreciso por enquanto.

Os representantes do governo da cidade de Buenos Aires, que administram o zoológico, não responderam às ligações da AFP para saber a resposta que darão ao tribunal.

O plano para Sandra é levá-la a um santuário natural no Brasil, onde haja condições “iguais ou melhores” do que as do zoo de Buenos Aires ou a outro nos Estados Unidos, onde há locais especializados em orangotangos.


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Terça-feira, 23 de dezembro de 2014 04:52 pm

Você viu essa cadelinha?




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Tags: cão  perdito  yorkshire 

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Segunda-feira, 22 de dezembro de 2014 03:00 pm

No natal, cães adotados serão entregues em seus novos lares por duendes


Foto: Divulgação


Nos Estados Unidos, um abrigo de animais decidiu inovar para alegrar as crianças: os cachorros que forem adotados no Fairfax County Animal Shelter serão entregues por duendes no Natal.

As crianças serão surpreendidas ao receberem um cachorro de presente de Natal diretamente das mãos dos ajudantes do Papai Noel.

O abrigo, que fica na Virginia, vai fazer as entregas nos dias 24 e 25.

Fonte: Cachorro Perdido ANDA


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Domingo, 21 de dezembro de 2014 11:00 am

Primeiros socorros: saiba agir

Da Revista do Correio

Um guia completo para ajudar os donos de pets a
agir nos mais diversos casos de acidente



Sofia passou por um sufoco: depois de uma cirurgia,
a poodle arrancou os pontos e alguns órgãos ficaram expostos
.
Foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press

Acidentes acontecem a qualquer momento. Mas algumas ações de primeiros socorros podem ajudar a salvar o pet e a garantir melhor recuperação. O que fazer para socorrer o pet em situações de emergência? Em primeiro lugar, mantenha a calma. E tranquilize o animal também. O ideal mesmo, porém, é sempre procurar um médico veterinário em todas as situações.

A cadela Sofia, uma poodle de 6 anos, passou por uma cirurgia de castração. Mesmo usando o colar elizabetano (cone de proteção), ela conseguiu mexer no local e abrir os pontos. Com a cirurgia aberta, alguns órgãos da cadela ficaram expostos. A empresária Renata Ribeiro, 36 anos, dona de Sofia, colocou alguns dentro de uma fralda e em uma folha de bananeira. Em seguida, levou-a imediatamente ao médico veterinário. Sobre a situação inusitada, a empresária conta que agiu por impulso. “Minha família é do interior. Para a minha mãe, por exemplo, muitas feridas se resolvem com folha de bananeira. No momento do desespero, só consegui pensar nisso. Aí coloquei algumas partes que estavam para fora dentro de uma fralda e uma folha de bananeira”, conta.

O veterinário Rafael Souza foi o profissional que atendeu Renata e Sofia no dia do episódio. Segundo ele, a empresária agiu certo e errado. “Ela procedeu certo, pois protegeu o local aberto e levou a cadela para o veterinário imediatamente. Porém, não deveria, em hipótese nenhuma, ter usado uma folha de bananeira”, afirma o profissional.

Sofia passou 24 horas internada e teve os pontos novamente costurados. A cadela ficou em observação pelo risco de contaminação do local. Quanto mais tempo os órgãos ficam expostos, maior o risco de infectarem. Renata Ribeiro conta que quer esquecer o episódio. “Não gosto de lembrar aquela cena. Lembro a Sofia completamente ensanguentada e sentindo muita dor. Ela ameaçou até nos morder, quando tentamos pegá-la.”

Em qualquer acidente, a primeira ação do dono deve ser ficar calmo, evitar o pânico e manter o animal tranquilo. “Além da calma, é importante relatar tudo exatamente como aconteceu para o veterinário. Tem que contar a verdade, independentemente do tipo de acidente”, explica o médico veterinário Rafael Borges. Ainda segundo ele, é imprescindível ter um veterinário de confiança para situações de emergência.

Como agir
Na medicina veterinária, é seguido o que é praticado na medicina humana, que é o programa de suporte básico à vida, também chamado de protocolo ABC (Airway, Breathing e Circulation). Em português: ar, boa respiração e circulação. Isso vale para a maioria dos casos de acidente. São os itens que devem ser verificados em primeiro lugar.

Para sua segurança
No momento de ajudar um animal, a segurança do socorrista também é importante. Em primeiro lugar, a boca do bicho deve ser amarrada. Um pano, um laço ou, se possível, uma focinheira pode ser usada. Um pet acidentado pode sentir muita dor e morder. No caso de gatos, atenção com as unhas. Os felinos podem transmitir doenças por meio de dentes e garras — carregam milhões de bactérias nessas partes. O procedimento mais correto é cobrir toda a cabeça do animal com pano. Cuidado, porém, para não sufocar e, se possível, transporte o gato dentro de uma caixa de papelão. Quanto menos o gato olhar, melhor.

Em caso de emergência

Sufocamento/asfixia
É muito comum animais engasgarem com comidas ou objetos. Em primeiro lugar, deve-se saber a origem da asfixia para ter uma noção da gravidade do acidente. Depois, é preciso tentar fazer com que o animal desengasgue. Pode-se colocá-lo de cabeça para baixo e deixá-lo em uma posição mais fácil para respirar. Se ele estiver roxo, tossindo muito e com falta de ar, significa que o sufocamento é mais grave. Leve-o imediatamente ao veterinário.
Não faça: evitar colocar a mão na boca do animal. O bicho pode morder e agravar a situação. Não dê, em hipótese alguma, comida ou água.

Queimaduras
Em casos de queimaduras leves, o dono pode fazer uma compressa de água fria, com uma toalha ou um lenço, para diminuir o quadro de infecção e tentar proteger o local lesionado. Em casos de queimaduras mais graves, leve o animal ao veterinário imediatamente.
Não faça : esfregar o local da queimadura. Pode inflamar e causar mais dor ao animal. Também não coloque nenhum produto caseiro no corpo do pet.

Parada cardíaca
Na maioria dos casos de parada cardíaca, o animal já tem uma predisposição para o problema. Algumas raças e idade avançada, por exemplo, podem ser fatores de risco. Entre os sinais da parada cardíaca, estão perda de fôlego, tontura e animal paralisado. Deve-se ventilar o animal e levá-lo ao veterinário imediatamente. “No caso de paradas cardiorrespiratórias, desde o início, o animal deve receber a massagem cardíaca e o procedimento ABC. Para manter a ventilação (respiração), preferencialmente, faça a respiração boca-focinho, segurando a boca do animal em uma frequência de 12 respirações por minuto”, explica o veterinário Bruno Gonzaga. Ele também explica que o dono pode realizar uma massagem cardíaca em casos mais urgentes. “O tórax deve sofrer uma compressão de 75% no seu tamanho inicial (expandido) em uma frequência que varia de 120 a 160 compressões por minuto, em cães pequenos, 100 por minuto, para cães de porte médio, e 80 a 100 por minuto para cães de porte grande”, explica. Algumas das raças propensas a ataques cardíacos são: poodle, pug, shih-tzu, boxer, yorkshire, bulldog, maltês, lulu-da-pomerânia, springer spaniel, sheepdog.
Não faça : sufocar o animal. Não pode deixar o bicho em ambiente fechado.

Cortes e ferimentos
É preciso estancar o sangue com uma compressa ou um curativo e encaminhar o pet imediatamente ao veterinário. Verifique a frequência cardíaca e a respiratória. Se começar a aumentar, principalmente a respiração, quer dizer que o sangramento pode estar piorando.
Não faça: não colocar remédio caseiro no local machucado ou objetos sujos.

Atropelamento
Se a sua primeira reação seria verificar se o animal sofreu alguma fratura, saiba que esse procedimento não é o correto. De acordo com o médico veterinário Rodrigo Lacerda, deve-se observar três pontos principais: respiração, temperatura e frequência cardíaca. “Devemos examinar se o animal está respirando, se mantém a temperatura normal (não deve estar gelado), está com a mucosa vermelha, o olhar vivo e frequência cardíaca e respiração constantes.” Depois de verificar esses pontos, e, se o animal estiver bem, o socorrista do pet deve procurar fraturas expostas. Mas atenção: não mexa muito no animal. Pode piorar o quadro. Para transportar o bicho até a clínica, é preciso imobilizá-lo. “Podemos pegar um pano firme, ou até mesmo a própria camisa, e levantar o animal. O ideal é pedir ajuda para outra pessoa segurar o outro lado e erguer o animal”, explica o veterinário Rodrigo Lacerda.
Não faça : não mexer nos órgãos, nas patinhas ou levantar o animal de uma vez sem nenhuma proteção.

Comidas e envenenamentos
Alguns alimentos, como, por exemplo, chocolate, são prejudiciais ao pet. “O animal pode ter duas reações: vômito ou diarreia. Se ele tiver diarreia, é porque o chocolate já foi digerido e o animal, intoxicado. Se ele vomitou, dê água e corra para o veterinário”, explica Rodrigo Lacerda. Quanto mais o animal vomitar, melhor. Desse modo, a substância não é completamente absorvida pelo corpo. Procure o médico com urgência.


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Tags: primeiros  socorros  pets 

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Quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 05:31 pm

Eventos pet neste fim de semana em Brasília














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Domingo, 14 de dezembro de 2014 11:00 am

Focinheira: proteção garantida

Da Revista do Correio

A focinheira é um acessório muito usado em clínicas veterinárias, mas pouco
visto nas ruas. Todos os cães de grande porte têm de usá-la se estiverem
em locais públicos



Black, o pit bull terrier do veterinário
Ronaldo Carvalho, já se habituou com a focinheira
Crédito: Zuleika de Souza/CB/D.A Press

As focinheiras garantem a segurança dos cães e, em determinadas circunstâncias, a dos donos. Às vezes, os bichos “antipatizam” com o acessório porque o associam a idas ao veterinário. Com um pouquinho de paciência, tudo se resolve.

Quando estiverem passeando em área pública, animais de grande portes são obrigados a usar a focinheira. É o que diz a Lei Distrital nº 2.095/98, regulamentada pelo Decreto nº 19.998/98. Poucos donos, no entanto, têm conhecimento da norma e, além do mais, não sabem qual é o modelo mais adequado ao pet.

O adestrador Carlos Junior explica que a focinheira, basicamente, evita que o cão morda. No entanto, o dono precisa entender que ela deve ser usada com moderação e removida em alguns momentos. “Apesar de existir alguns modelos que permitem que a mascote beba água sem precisar tirar a focinheira, é recomendável que o dono a remova de tempos em tempos, durante um passeio”, ressalta.

A veterinária Lívia Gobbi Arantes ressalta a importância do uso do acessório durante as consultas. “É uma segurança tanto para a gente quanto para o animal”, explica. Se o animal estiver sem focinheira e tentar morder o veterinário, este pode se assustar e corre o risco de o animal pular da mesa do profissional e se machucar. “Já na rua, eu não vejo necessidade de todos os animais usarem focinheira. Apenas se o cachorro for grande e o dono não tiver controle”, pondera a veterinária. “É importante, porém, que todos os animais, independentemente do tamanho e da raça, usem guias”, completa.

Lívia explica que existem modelos de focinheira de diversos materiais, como plástico, pano e metal. A veterinária escolhe qual usar de acordo com o pet. Segundo ela, alguns reagem bem às de plástico, outros preferem as de pano. Já as de ferro são recomendadas para animais maiores e mais agressivos. O adestrador Carlos Júnior diz que é preciso testar sempre. “Temos que pensar a focinheira como se fosse um sapato, é necessário experimentar a que melhor se encaixa e a que menos incomoda o cão”, enumera. Ele ainda recomenda o uso de materiais sintéticos e que permitam o bicho beber água.

O dono sempre deve apresentar a focinheira ao bicho antes de “vesti-la”. A medida é simples e tranquilizadora. “Ninguém deve ir colocando a focinheira direto no focinho do cachorro sem antes deixá-lo ver e cheirar o material”, reforça a bióloga e adestradora Sofia Bethlem. Ela recomenda, ainda, que o dono dê uma recompensa ao animal assim que ele estiver com a focinheira. O prêmio pode ser um petisco ou um passeio.

Dicas
- Evite focinheiras fechadas, pois reduzem a capacidade de respiração do cachorro, principalmente em passeios ou situações de estresse.
- Compre uma focinheira do tamanho certo para o seu cão: não pode ficar pegando no olho nem apertando o focinho.
- Verifique se a focinheira tem proteção no contato com o pelo do animal, pois alguns materiais podem machucar.
- Certifique-se se a focinheira não ficou solta e se o cão não consegue tirá-la sozinho.

Entenda a lei
A Lei nº 2.095/98 regula a conduta dos donos de pets quando em locais públicos. É essa norma que estabelece a obrigatoriedade do uso de coleiras e guias, e também da remoção de fezes. Além disso, diz o parágrafo segundo do artigo 11: “Quando em trânsito por locais de livre acesso ao público, os cães de grande porte, de raças destinadas a guarda ou ataque deverão usar focinheira.” O parágrafo terceiro complementa: “Equipara-se a exigência do parágrafo anterior os cães de comportamento habitualmente agressivo, mesmo sem raça definida”. Na opinião do veterinário Ronaldo Carvalho, do Batalhão de Policiamento com Cães da Polícia Militar, o fato de a legislação não especificar a raça dos animais que devem usar focinheira pode gerar dúvidas. “A maioria das pessoas acha que seu animal não oferece riscos e, por isso, é relutante em seguir o disposto em legislação”, explica o veterinário e policial. No entanto, se um policial vir um cão de médio ou grande porte sem focinheira em local público, ele abordará o dono pela conduta errada. A multa, nesses casos, varia entre R$ 50 a R$ 450.


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Tags: focinheira    pet    veterinário    cães  de  guarda 

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Quinta-feira, 11 de dezembro de 2014 09:05 pm

Seu cão gosta de nadar? Ou gosta de se esconder?

Irresístivel! É assim o livro Cães Submarinos , de autoria do fotógrafo e ativista em defesa dos animais Seth Casteel, publicado pela editora Intrínseca.

A brincadeira começou quando ele se preparava para fotografar seu cão Buster e o cachorro mergulhou na piscina atrás de uma bolinha.

Seth comprou câmera descartáveis à prova d'água e começou a fazer ensaios com cães. Foram mais de 250 cachorros de raças diversas fotografadas. A compilação de fotos virou um livro divertidíssimo. Tem 144 páginas e custa
R$ 29,90. Também disponível como e-book, por R$ 19,90. Um ótimo presente de Natal para quem ama cães.

Quer uma amostra?



 






Da mesma editora, o livro Ache Momo prop õe uma divertida brincadeira. A ideia é procurar o cão Momo nas fotos de seu dono, Andrew Knnap, fotógrafo e design. O border colie de 6 anos adora se esconder e se tornou um retumbante sucesso no Instagram. Ele e o dono partiram para uma viagem entre os Estados Unidos e o Canadá. O resultado é um livro, que funciona como um jogo de
esconde-esconde. Tem 144 páginas e custa R$ 29,90.


Quer testar?


Este é Momo, com seu dono

Procure-o abaixo





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Tags: natação    fotografia    livro    cães  submarinos  Ache  Momo  Editora  Intrinseca 

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Quinta-feira, 11 de dezembro de 2014 06:45 pm

Feira de adoção: vamos ajudar?



No próximo sábado, entre 10h e 16h, a Sociedade Humanitária Brasileira (SHB) promove mais uma feira de adoção. Será na PETZ, no SIA Trecho 2.

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Tags: evento    feira    pet    adoção    SHB 

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