Quarta-feira, 02 de julho de 2014 08:01 pm

Sábado tem feira de adoção em Brasília

Lindos cães e gatos em busca de uma família!  Nossos protegidos são tratados, vacinados, castrados e microchipados, além de apresentarmos aos adotantes exames que comprovem a boa condição de saúde, incluindo hemograma completo e exame de cinomose ou FIV /FELV


Sábado, dia 05/07/2014
Horário: 10h30min às 16h
Local: Pet Center Marginal - SIA Trecho 2 (ao lado da Cimfel)





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Domingo, 29 de junho de 2014 11:00 am

Tosse canina

Da Revista do Correio

Apesar de, a princípio, não oferecer grandes riscos aos animais, a tosse canina deve ser tratada para evitar que se transforme em pneumonia


Thor ficou gripado e precisou ser medicado// Credito: Zuleika de Souza/CB/D.A Press

Tosse dos canis, tosse canina ou gripe canina. Esses três nomes caracterizam a traqueobronquite infecciosa canina — uma doença muito semelhante ao resfriado humano, que deixa o animal mais frágil nesta época de inverno. Os sintomas são quase os mesmos de uma gripe comum. Mesmo sem risco de matar o animal, é preciso tomar cuidado com a patologia, pois ela pode evoluir e virar uma pneumonia.

Um dos males mais comuns entre os cachorros, a gripe pode atingir animais de todas as raças e idades. Porém, bichos com o sistema imunológico mais fraco, como filhotes e idosos, estão mais suscetíveis. Além disso, o frio e a umidade contribuem para a proliferação dos vírus. Há vários agentes responsáveis por essa infecção, sendo o mais comum o Bordetella bronchiseptica. “O principal agente etiológico é a Bordetella bronchiseptica, mas essa afecção pode estar relacionada a outros agentes ou mais de um agente ao mesmo tempo. A ocorrência é mais alta em locais de grande concentração de animais, como canis, pet shops ou hotéis caninos”, explica a
médica-veterinária Rafaela Garrido.

Para identificar se o animal está contaminado pelo vírus, observe se ele apresenta tosses em variados graus — com ou sem secreção nasal. A hora do passeio com o cãozinho pode servir para identificar alguma indisposição ou incômodo na região da traqueia. Se o cão estiver tossindo, com dificuldade em respirar e incomodado com a guia peitoral, pode ser o indicativo que está com gripe canina.

Thor, um shih-tzu de 3 meses, está com a doença. O cãozinho teve tosse seca por dois dias seguidos e foi levado ao veterinário. O animal ainda está em tratamento à base de antibiótico e antialérgico, mas já apresenta melhoras. “Durante o dia, a tosse melhorou e, à noite, está diminuindo gradativamente”, garante a dona do animal, Renata Rodrigues, 27 anos, servidora pública.

Em casos sem complicações, a doença pode se resolver, mesmo sem tratamento, em alguns dias ou em até três semanas. O desconforto que causa ao animal, porém, justifica os donos procurarem um veterinário. Após o tratamento, baseado em vacinas, antimicrobianos, antitussígenos e nebulizações, o bicho provavelmente ficará saudável em pouco tempo. A alimentação não exige mudanças. Mas, em casos de agravamento da patologia, a dieta será prescrita de acordo com cada caso. Também não existe remédio caseiro. O ideal mesmo é vacinar e seguir as orientações médicas. Apesar de ser um problema “simples de ser resolvido”, veterinários alertam que a gripe pode evoluir e virar uma pneumonia. Nesse caso, o animal estará muito debilitado e corre até risco de morte.

Enquanto o animal estiver doente, mantenha-o em um ambiente limpo e longe de concentração canina. Em caso de canis, deve-se isolar os contaminados dos sadios. O estresse causado devido às más condições do ambiente pode
provocar recaídas do animal.

Os veterinários, porém, alertam: nem toda tosse que aparece no cachorro é tosse canina. Em alguns casos, ela pode ser resultado de um engasgamento, de um problema no coração ou na traqueia. Esse tipo de problema ataca especialmente animais idosos. A tosse dos canis é apresentada por uma tosse seca e variada, muito parecida com a causada por um engasgo. Nesse caso, verifique se o cachorro está engasgado ou realmente doente. Persistindo os sintomas mais graves, faça exames mais profundos no animal para ter certeza do quadro clínico. A tosse canina pode aparecer em qualquer época do ano, mas é principalmente no frio que os cachorros são mais afetados.

Prevenção

Nesta época do ano, evite passeios em horários ou dias muito frios. É importante também não dar banhos frequentes, principalmente em animais idosos. Raças de pelagem curta sentem muito frio. Esses cães devem ter uma casinha ou um abrigo mais aquecido no inverno. Sem esses cuidados, os cães podem ser sérios candidatos a desenvolver doenças respiratórias.

A melhor forma de prevenir é por intermédio de vacinas. “É importante vacinar o cachorro sempre que ele for levado a um canil ou a um hotel para cães. As vacinas mais indicadas são Pneumodog e BronchiGuard”, afirma o veterinário Marco Aurélio. A doença é facilmente transmitida entre os cães. É necessário
vaciná-los contra a gripe canina anualmente.

Principalmente, na época mais fria do ano.A tosse canina pode ser transmitida simplesmente no ar. É importante ressaltar que gatos e humanos não podem ser infectados com o vírus da tosse dos canis.

Sintomas
Tosse constante (impressão que o cachorro está engasgado)
Febre
Coriza
Secreção nos olhos
Falta de apetite
Espirros

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Tags: pet  tosse  gripe  cão 

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Domingo, 22 de junho de 2014 11:00 am

Seu cão na Copa: cuidado com os excessos

Da Revista do Correio

As mascotes têm medo dos fogos de artifício, mas até que gostam da folia em casa

Yuna, cadela de Fabiane Amaral: prontinha para toecer. Foto: Zuleika de Souza

Quem disse que pet não torce para a Seleção? Vestidos, lacinhos, bonés e, principalmente, o uniforme do Brasil estão disponíveis em versão animal. E os donos investem mesmo. Yuna, uma sharpei de 5 anos, já "vestiu a camisa". Adotada há dois anos pela publicitária Fabiane Amaral, 30, a cadelinha desfila de verde e amarelo só em dia de jogo. "É para dar sorte", diz a dona, que fez a opção pelo conforto na hora da compra. "Se eu perceber que ela está incomodada com a roupinha, tiro na mesma hora", garante.

De um modo geral, as roupas precisam ser leves e folgadas. Quanto aos lacinhos no pelo, não devem puxar muito, pois incomodam e o cachorro pode arrancá-los. Durante o inverno, é muito comum roupas de frio para os animais. Mas a quantidade excessiva de tecido pode esquentar demais o pet e impedir a mobilidade.

A veterinária Juliana Marra cita alguns cuidados a serem tomados. "A preocupação com animais de pelagem longa é maior. Roupas muito apertadas podem enrolar o pelo e esquentar demais o bicho. Roupinhas de algodão ou de tecido dry fit são as melhores opções", explica a veterinária. Observar o comportamento do bicho ao provar a roupa também é importante.

Existem acessórios para todos os gostos. Heraldo Gomes, gerente de um petshop, afirma que a procura nesta época é enorme. "Semanas antes de começar o evento, muitas peças foram vendidas. Desde que os jogos começaram, a demanda aumentou mais ainda. Em menos de uma semana, já repomos o estoque quatro vezes." De acordo com o gerente, camisas e bonés são os campeões de venda. Além das tradicionais camisetas Canarinhas, há vestidos, lacinhos e sapatos temáticos. O preço varia de R$ 12 a R$ 50.

Para torcer na companhia dos pets, pense no lugar em que vocês vão assistir aos jogos. Ambientes muito movimentados e com barulho de fogos de artifício e vuvuzelas podem assustá-los. Além disso, cães têm a audição muito sensível. Não descuide do bem-estar do melhor amigo. Caracterizado, ele se sente no clima de Copa do Mundo também. Mas nada de exageros.

Cuidados

Nunca deixe o animal sozinho

Barulhos excessivos assustam e prejudicam a audição do animal

Observe se a roupinha ou o acessório está confortável

Evite dar petiscos inapropriados

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Tags: pet    cão    Copa 

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Domingo, 15 de junho de 2014 11:00 am

As causas da anorexia em pets

Da Revista do Correio

A falta de apetite é um dos principais alertas de que algo está errado

com o animal de estimação


Em dois meses, o bichano de Sílvia perdeu 2 kg
Crédito: Zuleika de Souza/CB/DA Press
 
A recusa de cães e gatos em comer tem muitas explicações. É comum que uma gengivite agressiva provoque o jejum, pois a dor é aguda e os dentes do pet ficam abalados. Da mesma forma, problemas nos rins, gastrite e verminoses comprometem o apetite. Existem ainda aspectos psicológicos do comportamento. “Por exemplo, quando chega um novo cachorro na casa, o animal pode parar de comer para chamar atenção”, afirma a veterinária Noeli Sayuri.

“Quando a Zoe diminui a alimentação, nós a levamos ao veterinário”, relata o estudante Henrique Jun, 21 anos. O diagnóstico da cadela de 4 anos não tardou: insuficiência renal. O tratamento envolvia uma alimentação especial — uma pasta com alta concentração de calorias e proteínas para ser aplicada com uma seringa. Quando necessário, esse tipo de  composto é introduzido por meio de sonda. Apesar dos esforços, Zoe não resistiu e faleceu em fevereiro passado. Os veterinários levantaram duas hipóteses para a fragilidade da mascote. Ela pode ter sido vítima de leptospirose, doença bacteriana que afeta os rins e o fígado. Ou ter nascido com uma má-formação renal.

À princípio, não pareciam preocupantes as alterações alimentares do gato Minou, da bacharel em direito Sílvia Chendes, 38 anos. Porém, em dois meses, o bichano perdeu 2kg. “Agora, estou levando ele todos os dias ao veterinário para tomar soro”, relata a dona. A conclusão do médico não foi animadora: um dos rins do persa de 15 anos deixou de funcionar. “É um problema que não tem volta. Ele vai sempre precisar de medicação”, diz, resignada.

A analista de sistemas Ana Paula de Oliveira, 39 anos, conta que costuma observar o comportamento de Enzo, cachorro da raça lhasa apso. “Ele estava indisposto, não brincava. Depois mal bebia água e não comia nem quando eu dava o alimento na mão”, descreve. Com um exame de sangue, ele foi diagnosticado com uma hemoparasitose, mais conhecida como doença do carrapto, que pode incluir outros sintomas, como vômitos e sangramentos. Ele se recuperou após dez dias de tratamento com antibiótico.

Agora, se a inapetência se instala de repente, podemos estar diante de outro distúrbio: a anorexia. “Ela nunca vem sozinha. É preciso observar o contexto em que ocorre”, alerta a veterinária Noeli Sayuri. É importante saber que a simples redução do apetite não caracteriza anorexia. Ela é um caso severo em que o animal para ou reduz drasticamente a alimentação. “Na simples perda de apetite, o animal continua comendo, mas uma quantidade inferior à recomendada”, destaca a veterinária Márcia Fernandes.

É importante notar que os bichos têm diferentes tolerâncias à falta de alimentação. Cães podem resistir por uma média de até três dias, enquanto a situação dos felinos se agrava bastante após 24 horas. A veterinária Natália Luz aconselha não esperar muito. “Quanto mais rápido a intervenção, melhor.” Com a falta de recursos alimentares, os nutrientes cessam de chegar às células e começa uma reação em cadeia. O sistema imunológico começa a entrar em colapso. Resultado: sem defesas, o pet fica fraco e vulnerável a doenças.

Sobrou ração?
As alterações alimentares também são resultado de situações simples. A pug do estudante Henrique Jun se recusa a comer quando enjoa da ração. “Ela fica emburrada e passa até um dia inteiro sem comer. Ela só come direito quando trocamos a ração”, conta. A solução foi fácil: comprar duas rações diferentes e variar a alimentação entre elas. Em outros casos, o pet parece estar com falta de apetite, mas na verdade ele está apenas se satisfazendo com uma quantidade menor de comida. Veja algumas dicas de como lidar com o problema:

Confira a quantidade diária de calorias
No verso das embalagens de ração, existe uma tabela de quantidades diárias. São parâmetros que levam em conta o peso e a idade do animal para determinar a porção adequada que deve ser consumida no dia a dia. O ideal é pesar em uma balança a porção recomendada pelo fabricante.

Mantenha a calma
Se a quantidade que o animal deixa no comedouro corresponder a 10% do total recomendado, ainda está dentro do normal. Existe uma margem de tolerância. Mas se o bicho deixar mais do que esse percentual no comedouro por mais de três dias, procure ajuda de um veterinário.

Pet gordinho não é sinal de saúde
Ainda há pessoas que acreditam que oferecer bastante comida ao pet o deixará feliz e bem nutrido. No entanto, essa percepção pode ser extremamente prejudicial para o animal e causar obesidade. Hoje, 45% da população canina do Brasil está acima do peso, então, fracionar as refeições do pet e oferecer a quantidade adequada é essencial para garantir bem-estar, saúde e longevidade.

Mudança de alimento
Mudar o tipo de alimento que o pet está consumindo não é o primeiro passo ao perceber que ele está com menos apetite. Antes disso, é preciso levá-lo ao veterinário. Perceba também que, se o pet mudou o alimento, a quantidade diária de comida pode diminuir. Isso ocorre quando a nova opção oferece mais energia, o que garante saciedade com uma quantidade menor de alimento.

Alimentação forçada
Não force a ingestão do alimento, isso pode estressar o animal e causar uma rejeição ainda maior.

(Fonte: veterinária Márcia Fernandes, da Total Alimentos)
 

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Tags: pet    bichos    cães    gatos    alimentação 

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Domingo, 08 de junho de 2014 11:00 am

O namorado ideal para o seu pet

Da Revista do Correio

Escolher o parceiro ideal para o seu pet nem é tão difícil,
mas esse processo deve ser cercado de cuidados

Cruzar seu melhor amigo pode render lindos filhotes, mas é preciso que tudo seja feito de forma planejada e segura. Tanto o processo de acasalamento quanto a gestação são momentos delicados na vida dos cães e gatos, por isso é essencial seguir algumas orientações básicas. Os animais devem estar livre de pulgas, carrapatos e até mesmo de doenças sexualmente transmissíveis.

Antes de achar um parceiro para o seu pet, por exemplo, deve-se observar o tamanho, a idade e o peso do pretendente. O ideal é que os dois sejam do mesmo tamanho. Se não tiverem a mesma altura, é melhor que a fêmea seja maior do que o macho. Isso ajuda na hora do acasalamento. Quando ocorre o inverso, a cópula fica mais difícil e há o risco de o animal nascer muito grande, condição que torna praticamente certa a
 indicação de uma cesariana.

Os quilos na balança também devem ser observados na hora da escolha do parceiro. O macho fica muito tempo em pé e é necessário que não esteja gordinho. Também não pode ter um peso muito superior ao da fêmea, pois pode machucá-la.

Os cuidados com o macho são relativamente pequenos. Machos jovens, com menos de 1 ano de idade, podem não ter a quantidade suficiente de sêmen para engravidar a fêmea, que, muito jovem, não tem a maturidade necessária para cuidar dos filhotes — podem esquecer de amamentar e deixar os filhotes de lado. Já as cadelas com idade avançada podem ter problemas na contração uterina, produzirem pouco leite, além de serem mais suscetíveis à ocorrência de prolapso uterino. Nesta situação, a vagina fica exposta devido à flacidez da musculatura ao redor. Nesse caso, é necessário uma cirurgia para remover o excesso de pele e evitar uma infecção.

Somente as fêmeas entram no cio e o ideal é que comecem a cruzar a partir do segundo cio. O primeiro é quase imperceptível, sem muitos sinais externos. A partir do segundo, as mudanças são aparentes. “Quando ela entra no cio, a vulva começa a ‘inchar’. Depois de alguns dias, começa um corrimento sanguinolento, que dura de cinco a 15 dias”, explica o médico veterinário Persio Montibello. A fêmea só aceita cruzar após o fim do sangramento, quando entra de fato no período fértil, aproximando-se do macho. Esse período dura de cinco a 10 dias e a ovulação ocorre no fim do cio. No 11º dia é que são maiores as chances de engravidar.

Depois que os animais cruzarem, espere um mês para avaliar se a cadela está mesmo prenha. Para o veterinário Gustavo Rovai, durante o período de gravidez, o ideal é dar ração de filhotes para a nova mamãe. “Tem mais proteínas do que ração para adultos. Na amamentação também é importante continuar alimentando a fêmea com esse tipo de comida”, explica o veterinário. Existem também linhas de ração especial
 para o animal durante a gestação.

Quanto menor a raça, mais cedo é o amadurecimento sexual. Em média, o cio chega a partir do décimo mês de vida em animais pequenos, mas pode acontecer até com 7 meses. É importante ressaltar que a fêmea entra no cio durante toda a vida,
de seis em seis meses.

O local do acasalamento também deve ser pensado. Os animais podem cruzar em um parque sem muito movimento, por exemplo, ou, de preferência, na casa da fêmea, onde ela estará mais tranquila e a cruza acontecerá mais facilmente. O local deve estar livre de pulgas, carrapatos e outros parasitas. Devem estar, sobretudo as fêmeas, vacinadas, vermifugadas e plenamente saudáveis.

Apesar de não se “apaixonarem” depois de um acasalamento, pets podem criar um vínculo afetivo por conta da convivência. Se forem animais dóceis podem conviver em harmonia e manter um elo de amizade.



Oswaldo Reis/Esp.CB/D.A Press

Gata solteira

Mulan é uma gata de 9 meses, sem raça definida, à procura de um namorado para relacionamento sério. A felina mora em Águas Claras e é virgem. “Depois do próximo cio, ela será castrada, então essa é a oportunidade de conhecê-la”, afirma a professora Tatiana Amorim, dona de Mulan.
Para namorar com a gata, o companheiro deve ser forte, saudável, carinhoso e bonito (um gato – literalmente). Também é preferível que o animal more perto, assim podem se encontrar quando sentirem saudade. Os interessados em conhecê-la devem mandar e-mail para trgamprim@gmail.com .




Foto: Zuleika de Souza/CB/DA Press

Não quero mais ficar sozinho
O cooker spaniel Snoopy, 6 anos, procura uma companheira da mesma raça para compromisso. Ele é um cachorro levado, gosta de brincar e passear com os donos. A candidata ao coração do pet deve ser alegre e dócil.
 Pode ser de qualquer idade e tamanho.
Flávia Santana, a dona do animal, afirma que os filhotes serão divididos para presentear amigos. “Pessoas que vão amar e cuidar bem. Vamos marcar encontros em casa e parques.” A cadela que quiser namorar com Snoopy pode mandar e-mail para a sua dona, Flávia Santana ( flaviavitoriosa@gmail.com ).

E os gatos?
O acasalamento dos felinos é diferente. Em relação ao tamanho, a maioria dos gatos é proporcional. Só se deve ter cuidado quando o gato é obeso ou muito maior que a fêmea. Nesse caso, o cuidado é o mesmo dispensado aos cachorros. Se o filhote for muito grande, será necessária uma cesariana.
O gatos só devem cruzar por volta dos 2 anos de vida. Geralmente, as fêmeas atraem o macho por meio da marcação de território e só ficam férteis depois do primeiro acasalamento. Os bichanos ficam, em média, 21 dias plenamente férteis e podem estar aptos a reproduzir durante muitos anos. Não muito raro, o animal ainda está amamentando e engravida novamente. Em média, tem entre três e cinco filhotes.
Para colocar dois gatos para acasalar é muito difícil. Geralmente, eles são ariscos uns com os outros. A fêmea, principalmente, pode ter problemas de adaptação com o macho. “As chances de dar errado são muito grandes. Mesmo com felinos que convivem há muito tempo. É muito provável que os gatos briguem e depois façam as pazes”, afirma o médico veterinário Vitor Benigno, especialista em gatos. Melhor deixar que se entendam.

Parentesco e raça
Não é recomendável colocar pais e filhos para cruzar. De modo geral, tal cruzamento, em qualquer espécie, pode trazer problemas genéticos e malformação dos filhotes. A preferência dos donos de só cruzar animais da mesma raça e muito parecidos, para o veterinário Vitor Benigno, só se justifica do ponto de vista comercial. Vender ou manter a raça “pura” é mais lucrativo, mas não existe nenhuma raça que não possa cruzar com outra. Os cuidados a serem observados são peso e altura.

Quem não deve cruzar
Nem todos os animais devem cruzar. Algumas doenças podem ser transmitidas e comprometer a saúde dos bichos. No geral, animais com doenças sexualmente transmissíveis, sarna demodécica, alergias graves, problemas cardíacos, ausência de um testículo, muito agressivos, além de fêmeas com excesso de peso, devem evitar o acasalamento.

Antes do acasalamento
- Leve o pet ao veterinário. A saúde e as vacinas devem estar em dia;
- Verifique a idade dos dois animais;
- Converse com o outro dono sobre o destino dos filhotes;
- Escolha o local do acasalamento. Deve ser longe de movimentação e limpo;
- Não deixe os animais cruzarem à vontade.
- Observe o temperamento do animal.



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Domingo, 01 de junho de 2014 09:39 pm

Catalunha está a um passo de proibir circos com animais

da ANDA

Por Loren Claire B. Canales (da Redação)




foto Arquivo Correio Braziliense



O Parlamento Catalão aprovou, com votos a favor do PSC (Partido dos Socialistas da Catalunha), CiU (Convergência e União), Esquerra (Esquerda Republicana da Catalunha), Iniciativa pela Catalunha e a CUP (Candidatura de Unidade Popular), a tramitação da proibição dos espetáculos de circo com animais. Os votos contra foram dados pelo PP (Partido Popular) e Ciutadans (Cidadãos – Partido da Cidadania). A norma que desde 2010 proíbe as corridas de touros na Catalunha, foi ampliada para incluir a proibição dos circos com animais. Na Catalunha já existiam 99 municípios que impediam a instalação de circos com animais em seu território.

A proposta de lei foi impulsionada pela campanha CLAC (Catalunha Livre de Animais em Circos) da Associação Animalista LIBERA! e da Fundação Franz Weber.

O projeto foi registrado no dia 29 de Outubro como resposta ao compromisso pré-eleitoral adquirido pelo ERC (Esquerda Republicana da Catalunha), ICV ( Iniciativa Catalunha Verdes) e CiU através da assinatura do manifesto da campanha CLAC (21 de Novembro de 2012), na qual os partidos se comprometeram a incorporar um novo ponto na Lei de proteção dos animais da Catalunha que proibiria os circos com animais em todo o território catalão durante esta legislatura. A região espanhola se juntará a países como a Áustria, Bolívia, Grécia, Dinamarca, Finlândia e Suécia, que já proibiram a prática.

A ONG espanhola, Igualdade Animal (Igualdad Animal) diz em seu site: “nos alegramos muito pelo avanço que a proibição dos circos com animais trará para a defesa dos animais. Mais uma vez a Catalunha é pioneira na defesa dos animais! Um parabéns à Associação Animalista LIBERA! Por ter impulsionado esta proposta de lei e pelo trabalho realizado durante todos estes anos para alcançar esta grande vitória para os animais. Também queremos agradecer o trabalho de coletivos e ONGs como a ANDA, AnimaNaturalis, FAADA, Born Free Foundation e todas as pessoas, organizações e coletivos que tornaram possível a realização deste triunfo dos animais.”

Nota da Redação:   No Brasil, os estados de Alagoas, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais têm legislação que proíbe o uso de animais em circo. O Pl 7291/06, de autoria do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que tem como objetivo proibir animais em circos em todo o país, se encontra pronto para pauta no plenário e consta como prioridade. Escreva para o Presidente da Câmara, o Deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e exija a aprovação do projeto com urgência.


fonte:Catraca Livre

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Domingo, 18 de maio de 2014 11:00 am

Os amigos roedores

da Revista do Correio





Jéssica e suas duas queridas, Agnes e Niniel: "Elas sempre fazem coisas engraçadas"
foto Zuleika de Souza/CB/DA Press



Cachorros e gatos são comuns em casa. Mas, que tal um hamster? Esse ratinho tem conquistado cada vez mais as pessoas. Trata-se de um pet simpático e que custa pouco. Há muitos acessórios para diverti-los, mas eles precisam mesmo é de carinho, comida, água e uma gaiola com rodinha. E é bom dizer logo: são animais de vida curta — três anos no máximo.

Na hora da compra, observe bem o aspecto da futura mascote. Verifique a qualidade do pelo, se ele é brilhante e macio, pois isso indica se o amiguinho está bem nutrido. Antes de levar para casa, reflita sobre o temperamento, se prefere um mais dócil. Lembre-se de perguntar ao vendedor sobre a idade e o sexo do hamster. É bastante difícil distinguir entre o macho e a fêmea.

"Os machos possuem a distância entre o orifício genital e o orifício anal mais longa, e, em animais adultos, a bolsa escrotal é evidente", ensina o veterinário Elber Costa. Hamsters acasalam com grande frequência. Portanto, fique atento: o cio da fêmea geralmente ocorre a cada quatro dias, a gestação é de 15 a 18 dias e a ninhada chega a 12 filhotes!

Na gaiola, além de água, alimento e uma rodinha para a mascote se exercitar, coloque serragem e um material para roer. A dentição do hamster cresce por toda a vida, então ele precisa desbastar os dentões com regularidade. Posicione a gaiola em lugar arejado e longe do sol. Os ratinhos são sensíveis ao calor e resistentes ao frio. Além disso, eles são noturnos e onívoros. A ração pode e deve ser variada, com verduras e frutas. Não dê pães, biscoitos e evite alimentos de origem animal.

Jéssica Ferreira, 20 anos, tem duas hamsters fêmeas, Agnes e Niniel. Elas são o xodó da estudante. Cada uma tem sua gaiolinha, para evitar brigas, já que esse tipo de animal é extremamente territorialista (se for um casal, não há esse problema). "Gosto muito delas. Não são tão afetivas quanto um cachorro ou um gato, mas estão ali fazendo coisas engraçadas sempre que estou desanimada. Elas me completam, não sei como seria a casa sem elas", elogia.

Por sempre ter morado em apartamento, a servidora pública Andrianne Barbosa, 26 anos, preferiu não adotar cães. Contudo, sempre amou animais — cogitou, inclusive, estudar veterinária. Já teve periquito australiano, peixinhos e tartarugas. O primeiro contato com mamíferos só veio em 2008, quando uma amiga a presenteou com um hamster.

Adrianne chegou a criar três casais de hamster de uma só vez. E os três tiveram ninhadas mais ou menos ao mesmo tempo. "Houve momentos em que, contando adultos e filhotes, tinha mais de 30 hamsters em casa. Uma fêmea que foi a ‘mãe campeã’ gerou uma ninhada de 11 filhotes!", conta a servidora. Atualmente, ela cria apena Bella, que tem quase 1ano de idade.

Muitas pessoas acreditam que hamsters são agressivos. Porém, essa característica só é demonstrada quando são rudemente manipulados ou estão muito assustados. Ainda assim, eles não mordem — só ameaçam. Uma última recomendação: leve-os ao veterinário pelo menos duas vezes ao ano. O principal exame é o dentário, para avaliar a saúde dos dentes incisivos. São bichos que não passam doenças para os humanos, desde que criados em cativeiro. O máximo que pode ocorrer é algum tipo de alergia ao entrar em contado com a pelagem deles.

Limpeza e higiene

Higienizar a gaiola desses animais é fundamental. Troque a serragem e lave a gaiola (com água e sabão) pelo menos duas vezes por semana. Do contrário, o odor pode ficar muito forte. A água (filtrada) deve ser trocada a cada dois dias.

Muito se discute sobre o banho do animal. Apesar de encontrarmos facilmente em muitos petshops substâncias em pó para higienização — os chamados banhos secos —, veterinários reprovam o uso desses sintéticos. Os bichos podem engolir o produto e passar mal. Confie na natureza: hamsters são "autolimpantes", à semelhança dos felinos.


Considere as vantagens

Hamsters não fazem barulho

Adaptam-se a qualquer tipo de residência

Não necessitam de muita atenção

Ocupam pouco espaço

Têm manutenção relativamente barata

Não transmitem doenças

Não precisam tomar banho

São naturalmente domésticos

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Sábado, 17 de maio de 2014 04:00 pm

Fotos evidenciam a crueldade por trás da indústria de peles de focas do Canadá

da ANDA

Vítimas da Moda


Segundo o site da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), mais de 50 mil focas já foram mortas até agora na temporada de caça comercial canadense deste ano, e ainda não acabou. A Carino Processing Ltd - indústria de processamento de peles de foca do país – pretende comprar mais 10 mil peles, o que significa que milhares de outros animais serão espancados e mortos.




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Sexta-feira, 16 de maio de 2014 02:25 pm

Neste sábado tem festa pet em Brasília









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Domingo, 11 de maio de 2014 11:00 am

Cuidado com a leptospirose

Da Revista do Correio

Embora não seja tão comum o contágio em meio urbano, a leptospirose ainda assusta. Aprenda a proteger o seu pet


Mel teve sorte: escapou da doença, que costuma ser fatal.
Crédito: Zuleika de Souza/CB/DA Press

Causada por uma bactéria (a leptospira) e transmitida pela urina do rato, a leptospirose representa um risco sério à saúde dos cães. Na época de chuvas, o cuidado precisa ser ainda maior. O número de casos da doença aumenta porque a urina do rato é levada pela água, potencializando o perigo de contaminação mesmo na cidade, onde os animais têm, relativamente, pouco contato com roedores.

Prevenir a leptospirose é importante, pois a doença costuma ser fatal. “No tratamento, nós entramos com o antibiótico específico, mas é muito difícil salvar o animal. A lesão no fígado ocorre rapidamente e, na maioria das vezes, o cão não resiste”, afirma a médica veterinária Melanie Rabello. O músico Diogo Saraiva presenciou esse triste roteiro com a morte de sua pastora alemã Luna no ano passado. “Ela ficou fraquinha, não comia, mal conseguia se levantar. Cheguei a interná-la, mas ela morreu dias depois. Foi de repente. Antes disso, ela era muito saudável”, lembra.

Alguns cuidados podem ser tomados. O primeiro deles é a aplicação da vacina, que deve feita uma vez por ano em cães de apartamento — pets criados em meio rural ou em quintal precisam de doses semestrais. “A vacina é encontrada em qualquer consultório veterinário. É importante não deixar a comida do cachorro exposta quando ele não estiver comendo e manter o quintal limpo e livre de ratos”, orienta a médica veterinária Christine Martins. Além disso, durante os passeios com o melhor amigo,
evite áreas alagadas.

O servidor público Cláudio Cavalcante desconfia que Mel, uma dogue de Bordeaux, tenha contraído leptospirose porque a ração dela ficava exposta. “Moro em chácara, pode ter vindo um rato e urinado em cima da comida”, especula. Com um destino mais feliz, Mel conseguiu superar a doença. “Ela ficou quase um mês internada, mas voltou 100%. Mel chegou bebezinha aqui e é o xodó da casa — foi só alegria”, conta. Hoje, o servidor investe em ratoeiras e outros artifícios para proteger a mascote.
Como identificar se o cão já está contaminado? “São vários os sinais clínicos: palidez das mucosas e cor amarelada do couro (decorrentes das lesões no fígado), fraqueza, febre e vômito”, esclarece a veterinária Melanie Rabello. “Os casos vêm diminuindo no Distrito Federal, mas ainda é uma doença preocupante, principalmente na área rural”, completa Christine Martins.

Risco para os donos
Além de atacar os cães, a bactéria pode infectar seres humanos. A principal forma de transmissão é pelo contato com a urina do rato em poças de água ou lama. Todavia, a urina de qualquer animal infectado apresenta perigo. Por isso, os cães doentes precisam sair do convívio com o dono até se recuperarem. No Brasil, ainda não existe uma versão da vacina para humanos.  Felizmente, a doença é menos agressiva em gente, desde que o diagnóstico seja precoce. De acordo com a Secretaria de Saúde, o DF registrou 26 casos da doença em 2013 — quatro deles evoluíram para óbito.

Como se livrar dos ratos
- Mantenha os alimentos armazenados em vasilhames tampados e à prova de roedores.
- Deixe o lixo em sacos plásticos e longe do chão. O ideal é apenas colocá-lo para ser coletado pouco antes de o caminhão passar.
-  Lave os vasilhames de alimento do animal todos os dias antes de anoitecer.
- Mantenha terrenos baldios limpos.
- Não jogue lixo à beira de córregos.
- Mantenha a grama baixa para que não sirva de abrigo.
- Feche buracos em telhas, paredes e rodapés para evitar a entrada dos parasitas.
- Manter as caixas d’água, os ralos e os vasos sanitários fechados com tampas pesadas.

Leptospirose: fique de olho
- O que é?
É uma doença causada por uma bactéria chamada leptospira encontrada na urina de ratos.
- Como ocorre a transmissão?
A principal forma é por meio da urina do rato, que pode estar misturada na água suja, principalmente, a de chuva.
- Como é o tratamento?
Tanto no homem como nos cães, é feito com antibiótico e hidratação.

- Você sabia?
Os gatos são naturalmente imunes à doença.

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