Segunda-feira, 01 de setembro de 2014 03:17 pm

Estrelas à procura de um lar: adote hoje!





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Domingo, 31 de agosto de 2014 03:54 pm

O que fazer em casos de envenenamento

Da Revista do Correio

Os casos de intoxicação acidental ou criminosa de animais são muito frequentes. Se o seu bicho for vítima dessa maldade, procure o veterinário imediatamente


A gata Ângela foi a única a sobreviver a um envenenamento que matou cinco felinos

Os sintomas são devastadores e aparecem com rapidez. Convulsões, hemorragias, tremores musculares e vômitos são fortes indícios de um quadro de envenenamento. Dependendo da quantidade e do tipo de substância, bastam 30 minutos para a saúde do animal se deteriorar dramaticamente. “É uma luta contra o tempo”, afirma o veterinário Juliano Veiga. Curiosos, os pets são capazes de encontrar e ingerir pesticidas e outros produtos químicos mal guardados. Muitas vezes, porém, eles são vítimas da maldade humana.

“Já perdi as contas de quantos animais perdi dessa maneira”, lamenta Wilma dos Reis, 33 anos. Ela e a família costumam adotar animais e, atualmente, têm duas cadelas e três gatos. Há dois meses, eles sofreram a perda de cinco felinos — todos envenenados. Entre as vítimas, estava a gata mais velha, Polaca, de 10 anos. A bacharel em direito conta que os animais estavam salivando e miando muito. “Decidimos usar uma receita recomendada na internet”, relata. Diluíram com água um comprimido de carvão vegetal, que tem propriedade de se unir a toxinas e eliminá-las com as fezes. Contudo, o composto conseguiu ajudar na recuperação apenas da gata Angela, 3 anos. Os demais não resistiram.

Existem várias crendices e sugestões populares sobre o assunto, como oferecer leite, água oxigenada e até remédios para cólica menstrual. Mas adiar o atendimento tentando soluções alternativas não é recomendado por especialistas. “Na internet, existem muitas informações que atrapalham. O leite, por exemplo, não ajuda. Ele é capaz de diminuir a acidez no estômago, mas não vai combater os sintomas”, alerta o veterinário Rafael Alves. As chances de sobrevivência aumentam quando os animais são levados diretamente aos profissionais, que vão tomar as atitudes mais efetivas para cada caso, como lavagem gástrica, reposição de vitaminas e uso de antitóxicos específicos.

Ainda assim, as chances de recuperação são reduzidas. “O que geralmente ocorre é a ingestão de veneno de rato, sendo o chumbinho o mais comum”, aponta Juliano Veiga. A substância inibe o funcionamento da vitamina K, importante na coagulação sanguínea. Ela não é nem sequer considerada um bom raticida devido à elevada toxidade, capaz de matar rapidamente. O rato morre próximo ao veneno, o que funciona como um aviso aos demais para não consumir a “isca”. “É um produto que já foi abolido, mas muita gente continua usando, e lojas agropecuárias vendem por baixo dos panos”, aponta. O veterinário também ressalta o perigo de pessoas serem contaminadas, com sintomas igualmente devastadores.

Veiga ressalta outra característica interessante nesses casos. Eles são mais comuns no período de chuvas, porque as águas eventualmente espalham o veneno colocado em pontos específicos e facilitam o acesso a ele por alvos não planejados. A geografia é outro fator mencionado por veterinários. “É comum em lugares mais carentes porque os animais costumam ter maior acesso à rua. Nessas situações, há pessoas que realmente colocam o veneno, às vezes, com a intenção de deixar a casa mais vulnerável para assaltá-la depois”, relata o veterinário Rafael Alves.

"Na internet, existem muitas informações que atrapalham. O leite, por exemplo, não ajuda. Ele é capaz de diminuir a acidez no estômago, mas não vai combater os sintomas”
Rafael Alves, veterinário

Vizinhança sob suspeita

Desavenças com os vizinhos são uma motivação recorrente. Uma estudante, que preferiu não se identificar, conta que a vizinha costumava reclamar da sujeira deixada por animais no quintal da casa dela. Pouco tempo depois, dois gatos apareceram mortos no lugar. A vítima seguinte foi a gata da estudante. “Ela pareceu muito abatida, salivando muito — não conseguiu sobreviver”, descreve. A família da jovem ameaçou denunciar a situação. Desde então, os casos cessaram.

Seguir em frente com as acusações não é uma atitude usual, fazendo com que as estatísticas oficiais se distanciem da realidade. Em 2013, a Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Pública (Dema) registrou apenas duas denúncias, três ocorrências e três termos circunstanciados. Tudo indica que os números vão continuar semelhantes em 2014 (até o começo de agosto, havia apenas três denúncias, duas ocorrências e dois termos circunstanciados).

A estudante Dayane Souza, 21 anos, teve a cadela de 8 meses envenenada e preferiu não registrar o ocorrido. “Não tinha como provar e também seria ruim porque suspeitávamos de conhecidos da família”, revela. O delegado adjunto da Dema, Richard Valeriano, avalia que o contexto “é difícil porque é um crime cometido na surdina e, muitas vezes, as pessoas têm apenas desconfianças, faltando elementos indicativos”. Para evitar a situação, ele aconselha não deixar os animais soltos fora de casa e instalar telas de proteção para evitar fugas.

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Tags: Revista  do  Correio    pets 

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Sexta-feira, 29 de agosto de 2014 12:03 pm

Sábado tem feira de adoção



Amanhã, 30/08, das 10:30 às 16:00, tem feira de adoção do Projeto São Francisco.
Local: Pet Center Marginal - SIA Trecho 2 (em frente a Cimfel) - Brasília/DF.

Vamos ajudar?

Você também pode ajudar doando ração para filhotes, fraldas geriátricas tamanho M e tapetes higiênicos; areia para gastos e produtos de limpeza.

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Domingo, 24 de agosto de 2014 11:00 am

Escolha seu peludinho e adote.

Hoje é o dia de escolher um peludinho para adotar.
Todos esses cães e gatos precisam de um lar acolhedor.
Escolha o seu e depois nos conte a experiência de ter optado pela adoção.




Lola e Beth - Fale com a Rosana: (61) 8173.9399




Duque e Luna - Fale com a Sandra: (61) 9914.2463




Bidu - Fale com a Izabela: (61) 9219.5191 e 8144.5515





Romeu e Tupã - Fale com a Regiane: (61) 3625.5720




Princesa Sofia - Fale com a Cris (61) 8106.6949




Luan, Zeus, Ametista, Zulu e Zuca - Fale com a Terezinha: (61) 9148.4575





Valentina, Valentin, Cacau, Pedrita, Preciosa, Bambam e Chiquinha -
Fale com a Lucimar: (61) 9107.6989



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Terça-feira, 19 de agosto de 2014 05:17 pm

Feira de adoção neste sábado em Brasília







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Segunda-feira, 18 de agosto de 2014 07:10 pm

Cães perdidos. Você viu Tuca e Moa?


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Tags: cães  perdidos 

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Segunda-feira, 18 de agosto de 2014 06:06 pm

Video - Homem salva filhote da barriga de cervo fêmea atropelada

Da ANDA

Cervos são atropelados por carros com frequência nos Estados Unidos, mas desta vez aconteceu algo muito incomum. Bill Schulte estava dirigindo quando viu outro carro atropelando um animal à sua frente. O motorista fugiu, porém Schulte parou para tentar ajudar, quando percebeu que era tarde para salvá-la, ele notou algo. Ela estava prenhe, e ele pode ver o bebê chutando a sua barriga. A mãe estava morta, mas havia ainda uma chance de salvar a vida do filhote. E o que Schulte fez em seguida foi verdadeiramente incrível. Ele usou um cortador de caixa para abrir a barriga da mãe e então puxou devagar o bebê cervo, primeiro o pescoço. Então correu com o recém nascido por 48 km até uma unidade de resgate de animais. Esse filhote nunca teria conhecido a vida se não fosse pela rapidez de pensamento e ação de Schulte. As informações são do One Green Planet.




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Sexta-feira, 15 de agosto de 2014 06:28 pm

Duas feiras de adoção neste domingo em Brasília











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Segunda-feira, 11 de agosto de 2014 03:17 pm

Pepê precisa de uma cadeira de rodas. Vamos ajudar?





Em outubro do ano passado, foi colocado no portão da cuidadora independente de animais em situação de risco Nercy Stela um cachorrinho vira lata, tipo fox paulistinha. Magrinho, fedorento e sem forças, foi levado imediatamente ao veterinário e precisou ficar meses internado. Com a saúde melhor, foi submetido à cirurgia de amputação da perna, teve um pedaço do pintinho cortado e recebeu o diagnóstico que a espinha havia sido lesionada de forma irremediável, mas que ele iria sobreviver.

Mais alguns meses de recuperação e Pepê foi recebido pelo grupo. Infelizmente, havia engordado muito durante o seu período de tratamento, antes e depois da cirurgia e isso torna sua vida atual quase sedentária, e aí ele engorda mais.

Agora, Pepê precisa de uma cadeira de rodas para que possa usufruir da vida da melhor forma possível, já que ele lutou tanto e tão bravamente por ela.

Vamos ajudar?
Contato: Nercy (3542 7748, 8455 5564 e 8228 2461)
Nercy STELA LIMA

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Domingo, 03 de agosto de 2014 11:00 am

Cães superpais

No Dia dos Pais, não podemos esquecer os grandes reprodutores de Brasília.
A Revista conheceu alguns animais que têm filhotes espalhados
pelo Brasil e pelo exterior



Dez anos e 100 filhotes: Dante coleciona títulos,
inclusive de grande reprodutor
Crédito: Zuleika de Souza/CB/D.A Press

Dante é um buldogue inglês, tem 10 anos e é um dos grandes reprodutores da capital. Já teve mais de 100 filhotes, que estão espalhados no Brasil e no exterior, sempre com o recurso da inseminação artificial. “Temos campeões brasileiros, argentinos, uruguaios e até na Alemanha que são descendentes de Dante. Este ano, a melhor fêmea do Brasil é uma filha do Dante”, orgulha-se o analista administrativo Pedro Lóes, proprietário do cachorro, que ainda está “na ativa”, tem saúde muito boa e, inclusive, foi pai no mês passado.

Pedro sempre sonhou em ter um buldogue. “Comprei o Dante em 2004. Juntei o dinheiro por meses e, durante esse período, estudei muito sobre a raça. Sou um apaixonado pelos buldogues.” O interesse pela criação desses animais veio pelo convívio com criadores e a presença em exposições caninas. Hoje, diretor de canil, Pedro conta que Dante foi o primeiro exemplar de sua criação a receber o título “Campeão e Top Reprodutor Dante (CH. Red Bulldogs Dante Empire)”. “A partir dele, nasceram inúmeros campeões nacionais e internacionais, que vêm colaborando para o crescimento do nível e da qualidade dos buldogues no Brasil”, completa Lóes.

Para quem quer um animal com pureza garantida e pedigree, é essencial buscar criadores de qualidade, que atestem que as características físicas e psíquicas específicas daquela raça estão preservadas. Para isso, o criador direciona os acasalamentos. De acordo com Lia Pereira, presidente do Club do Canicultor e Felinicultor Brasileiro (CCFB), um criador de qualidade deve cuidar primeiramente do animal. “Deve se preocupar em primeiro lugar com o bem-estar de seus cães. É importante sempre alimentá-los com uma ração superpremium e ter um veterinário responsável pelo canil”, explica Lia. Outra preocupação é conhecer o histórico do criador e sua idoneidade.

Alexandre Torres também é proprietário de canil e afirma que fazer exames de saúde e de parentesco é essencial no processo de escolha de parceiros. “Primeiramente, devemos pedir um exame do pedigree dos pretendentes para verificação do grau de parentesco (se houver), exames clínicos e específicos para que seja afastada a possibilidade de contaminação por doenças infecto-contagiosas”, completa. Além disso, o advogado destaca o pedido de exames e laudos negativos para doenças degenerativas próprias de determinadas raças.

Direitos do macho
Os direitos da fêmea e do macho quanto ao destino dos filhotes são acordados entre os donos dos cachorros. Geralmente, a partilha dos cães é negociada de duas formas: ou o dono do macho é o primeiro a escolher o filhote — no caso de uma ninhada com mais de quatro, ele escolhe dois — ou recebe um valor em dinheiro — no geral, equivalente ao valor de um filhote da raça.
Cães de companhia geralmente são mais baratos. No caso de cachorros para exposição, reprodução ou corrida, os preços são mais elevados. O cachorro deve ter garantias do pedigree. É importante não deixar de fazer um contrato entre os proprietários dos animais.

Inseminação

1. Quando recorrer
Cães com dificuldades respiratórias, como buldogues ou pugs, costumam recorrer à inseminação artificial, embora qualquer raça seja apta ao procedimento. “Por causa da anatomia do animal, o buldogue tem dificuldade respiratória. A inseminação artificial é necessária principalmente por causa do macho. Existem, sim, casos que conseguem fazer uma cruza natural, mas é raro”, explica o médico-veterinário Rodrigo Carvalho Freitas.
Quando a fêmea não aceita o macho ou quando os animais moram em cidades diferentes, esse procedimento também é muito usado.

2. Como é a técnica
Não produz dor nem desconforto na fêmea. Uma pipeta fina e flexível é usada para introduzir o sêmen na vagina dela. Também não é necessário sedar nenhum dos bichos.
Para melhor resultado, é necessário que o veterinário verifique o dia em que a fêmea estará fértil. A forma mais segura de descobrir é verificando o nível de progesterona no animal por meio de exames laboratoriais. A chance de a cadela engravidar é grande, desde que esteja com a saúde em dia e nenhum problema uterino. O procedimento deve ser feito apenas por um médico veterinário responsável e com experiência.



Apolo tem 2 anos e já é o quarto da geração de yorkshire no canil. O cão teve 28 filhotinhos, todos por cruza natural. Para cruzar Apolo, a dona toma os maiores cuidados. “Só deixo ele cruzar no canil após verificar o pedigree e os exames das cadelas. Além disso, só pode ser cachorro micro”, explica Vanessa Rossi. Sobre os descendentes do yorkshire, a proprietária garante que tem contato e acompanha todos os passos dos filhotes, por meio de fotos e mensagens.



Frank é um whippet de 5 anos. Apesar de ser brasileiro, esse animal é descendente de importantes linhagens norte-americanas. O dono foi buscá-lo em São Paulo. “Como criador, sempre quis um exemplar que fosse referência como ‘banco genético’. É o que todos procuramos e, após muitos telefonemas, há cerca de cinco anos, embarquei rumo a São Paulo para trazê-lo”, conta Alexandre Torres, advogado e dono de Frank. Atualmente Frank tem cerca de 50 filhotes espalhados pelo Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil. Segundo Torres, todos os filhotes foram fruto de monta natural. Nunca foi necessário recorrer à inseminação artificial.

As raças mais queridas

Algumas raças são mais procuradas em Brasília. Segundo o criador Kleber Felizola, cachorros de pequeno porte e de companhia, como os buldogues, são os mais queridos da capital. “Porque se adequam a pequenos espaços e são mais sociáveis”, explica o criador. Ele alerta que é preciso observar a qualidade dos canis e dos cães e não apenas a quantidade de animais que um criador tem à disposição. Seguem algumas raças bastante procuradas em Brasília:

Shih-tzu
Labrador
Poodle
Dachshund
Yorkshire terrier
Lhasa apso
Maltês
Golden retriever
Retriever do labrador
   

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