Quinta-feira, 20 de março de 2014 12:15 pm

Ajude a divulgar o filme Almas Caninas

O Filme Brasileiro “Almas Caninas” , do diretor Ricardo Bruini (também diretor de “Consumo: qual o limite?” e “Ciclus” comercializados em DVD e exibidos na TV aberta e fechada), pretende conscientizar as pessoas sobre guarda responsável e o abandono de animais. Conta a história de Nick e Nikita, dois filhotes abandonados em 2010, que serviram de inspiração para o roteiro do filme.

Com cerca de 80 minutos de duração, o filme aborda os benefícios da autêntica amizade entre homem e cão, ao passo que questiona o que o homem lhe dá em troca. O filme está à venda nas Livrarias Cultura ou pelo seu site: http:// www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=42203425

SITE OFICIAL: www.almascaninasOfilme.com.br
Página no facebook: WWW.FACEBOOK.COM/almascaninasOfilme

Veja o trailer e se emocione:


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Tags: filme  adoção  Almas  Caninas 

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Domingo, 16 de março de 2014 11:00 am

Dormir na mesma cama do dono faz mal?

Dormir na companhia dos pets é mais problemático do ponto de vista do comportamento do animal do que de higiene. Eles podem ficar mimados


Priscila Jortez se rendeu aos apelos de Kinzé: “Ele tem certeza que é gente”
Foto: Janine Moraes/CB/DA Press

O companheirismo é tanto que eles podem ser encontrados juntos até na hora de dormir. Se, antigamente, o lugar de cães e gatos era fora de casa, hoje é cada vez mais comum que donos e bichos de estimação dividam a mesma cama. De acordo com uma pesquisa de 2010 da Comissão de Animais de Companhia do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal, os cachorros que dormem dentro de casa são maioria, 55% -  23% passam a noite dentro do quarto dos donos.

Na casa da confeiteira Érika Alves, 34 anos, a liberdade dos animais de estimação é quase total. Na cama que ela divide com  o companheiro, há espaço ainda para cinco gatos e dois cachorros. “Às vezes, dormimos todos juntos. Em outros dias, eles se revezam”, conta Érika. A vira-lata Pepita é a única que tem lugar garantido e passa todas as noites na cama. “Ela só dorme abraçada com o meu marido. Ele é asmático, mas faz questão da companhia. Gosta tanto quanto eu”, revela.


Érika e o marido, Arthur, dividem a cama com os pets: cinco gatos e dois cães
Foto: Janine Moraes/CB/DA Press

O hábito não é necessariamente prejudicial. “Desde que seja um animal limpo e saudável, não tem problema”, garante a veterinária Eliana de Farias, mas o dono deve estar atento a alguns cuidados. É preciso dar banho com frequência, fazer a escovação diária do pelo e, depois de o cachorro passear na rua, passar uma toalha na patinha”, orienta. Ela destaca ainda que é importante levar o pet ao veterinário para um checape antes de deixá-lo subir na cama.

Além disso, é preciso aspirar a casa e trocar os lençóis pelo menos uma vez por semana. Se os cuidados não forem observados, o proprietário do animal pode ficar exposto a doenças. “As principais são a giardíase, a sarna sarcótica e as infecções fúngicas”, explica a veterinária. Segundo Eliana, normalmente é alvo quem está com a imunidade baixa. O mesmo vale para idosos e crianças.


Victor e o jack russel Clark: "Eu falo para ele descer, mas ele quer dormir comigo"
Foto: Janine Moraes/CB/DA Press

O fotógrafo e técnico de TI Victor Mendonça, 21 anos, separou um cantinho do quarto para seu cão, Clark. Apesar disso, o jack russel teima em subir na cama do dono na hora de dormir. O hábito começou quando o cão ainda era filhote. “É o primeiro cachorro que é meu”, diz, justificando os mimos. “Eu falo para ele descer, mas ele quer dormir comigo”, conta Victor.

O yorkshire Kinzé também é um tanto indisciplinado nesse quesito. O xodó da servidora pública Priscila Jortez ignora o cantinho reservado a ele para escalar a cama da dona. “Ele tem certeza que é gente”, brinca Priscila. Ela diz que não acha a companhia ruim, apesar de Kinzé se mexer e encostar nela.

Pode ser difícil resistir, mas dar espaço demais aos os animais de estimação tem consequências comportamentais nem sempre positivas. “Estudos mostram que gestos de codependência podem fazer com que o animal fique mais dominante e possessivo”, afirma o especialistas em comportamento animal Renato Buani. Porém, ele acredita que o ato de dividir a cama com o pet não é determinante para o quadro.

Segundo Buani, as pessoas colocam o animal como membro da família e veem a cama como o único lugar digno para o pet dormir. “É uma tendência do homem humanizar tudo, mas é preciso tomar cuidado para não confundir os prazeres dos animais com os nossos, pois eles são diferentes.”

Agora, para quem é alérgico aos pelos dos animais, o melhor é mantê-los fora do quarto mesmo. E, de preferência, fora de casa também, afirma a médica Marta Guidacci, coordenadora de Alergia e Imunologia da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. “Esse contato pode desencadear uma crise de asma ou se manifestar como rinite ou conjuntivite alérgicas”, detalha a especialista.

Cuidados para um sono despreocupado
- Conheça o animal. Verifique se ele está livre de doenças.
- Limpe diariamente as patinhas deles com um pano úmido e seque bem. Se o pet aceitar, levá-lo para passear com sapatinhos apropriados.
- A mascote precisa de banho periódico. Também é recomendável fazer a vermifugação a cada três meses.
- A escovação dos pelos de cães e gatos deve ser feita todos os dias.

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Tags: pet  cama  hábito  comportamento  animal 

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Quinta-feira, 13 de março de 2014 05:45 pm

Feira de adoção: vamos ajudar?



A Sociedade Humanitária de Brasília (SHB) estará com seus peludinhos no sábado, dia 15/3, na Pet Center Marginal, no SIA trecho 2, das 10h às 16h.

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Tags: solidariedade    adoção    SHB    pet 

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Domingo, 09 de março de 2014 11:00 am

Companheiros de longa data

da Revista do Correio



A longevidade dos cães é um fenômeno em ascensão. Trata-se de uma combinação de carinho, cuidados veterinários e amor




Elaine Andrade, dona de Nina: a poodle está com 16 anos e ainda é muito serelepede

foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press




Você já deve ter conhecido algum cão que tenha mais de 14 anos de vida. Hoje, eles não são mais tão raros. A longevidade canina está ligada a cuidados diversos por parte dos donos, sobretudo acompanhamento veterinário. Alimentação criteriosa também desempenha um papel de destaque — não à toa, a indústria de alimentos pet investe fortemente em pesquisa.

Um desses estudos, realizado em países europeus, constatou que os cachorros estão cada vez mais idosos — ao passo que a natalidade está em franco declínio. A metodologia foi replicada no Brasil, onde foram ouvidos 4 mil donos de cães, e as conclusões foram semelhantes. Um dos dados já era bem conhecido: o porte menor favorece a longevidade. A diferença é que eles sobrepuseram porte à variável raça (veja o quadro), gerando um panorama mais preciso.

O levantamento ainda descreve duas fases do envelhecimento canino. A primeira diz respeito à primeira metade da expectativa de vida do pet. A segunda aborda o último terço da vida. Na primeira etapa, o envelhecimento é a nível celular. A produção de radicais livres é combatida pela ação dos antioxidantes, como as vitaminas A, C e E, que são produzidas pelo organismo. Alguns sinais são: branqueamento dos pelos, possível ganho de peso e sensibilidade dentária (por formação de tártaros).

Na segunda fase do envelhecimento, as características mais evidentes são: redução do vigor, diminuição do olfato e do paladar, mudança de comportamento, doenças cardíacas e renais, esclerose do cristalino do olho e maior susceptibilidade a doenças infecciosas em razão do declínio do sistema imunológico. "O envelhecimento não é doença e, sim, uma evolução física que deixa o animal vulnerável. É um processo progressivo, silencioso e acontece externa e internamente", define Cíntia Fuscaldi, veterinária da equipe da Royal Canin.

Nina é um exemplo que cuidados aumentam a expectativa de vida. A poodle de 16 anos e meio sempre foi forte e saudável. A "mãe" de Nina, como se autodenomina Elaine Andrade, confirma: "Ela é muito forte, passou por muita coisa, mas ainda corre e mantém as atividades normais". No ano passado, porém, a cadelinha deu um susto na dona, que havia viajado por 15 dias. "Quando voltei, minha filha estava mal. Levei ao veterinário e ele disse que não conseguiria resolver a situação dela."

Iconsolável, Elaine procurou outras opiniões e, finalmente, encontrou um profissional que identificou e tratou os problemas da poodle: edema pulmonar, disfunção da válvula mitral, sopro no coração, além de estreitamento de traqueia. Foram meses de tratamento, mas Nina está aí — firme e forte —, só que, agora, toma medicação três vezes ao dia.

Fator de envelhecimento

Os radicais livres são produzidos pelas células durante a respiração para converter os nutrientes dos alimentos absorvidos em energia. Eles podem danificar células sadias do corpo. O organismo, porém, possui enzimas protetoras capazes de reparar 99% dos danos causados pela oxidação. Notórias fontes de radicais livres são: poluição ambiental, resíduos de pesticidas, conservantes, hormônios e gordura saturada.

Você sabia?

Alguns nutrientes que contribuem para o envelhecimento saudável de seres humanos têm se mostrado eficientes em cães. Os polifenóis do chá verde e da uva, o licopeno (rico em tomates) e a combinação das vitaminas C e E com luteína (presente na cenoura, na laranja e no milho) e taurina são ótimos exemplos. "Esses são nutrientes que se comportam de maneira muito similar nos organismos humanos e caninos", afirma a veterinária Cíntia Fuscaldi.

Checape geriátrico veterinário


Ele ainda é pouco usual, embora importante. São feitos os seguintes exames: odontológico, oftálmico, auricular, inspeção da pele, auscultação cardíaca e pulmonar, hemograma e análise da urina. As vacinas também são reforçadas. O ideal é realizar essa avaliação assim que o animal apresentar os primeiros sinais de envelhecimento e repeti-la periodicamente.


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Sexta-feira, 07 de março de 2014 12:24 pm

Três feiras de adoção neste sábado em Brasília





















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Quinta-feira, 06 de março de 2014 07:03 pm

Sábado é dia de adotar um peludinho em Brasília







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Quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014 05:00 pm

Gato com duas patas vira exemplo de superação

da ANDA




reprodução Facebook



Um gato de duas patas virou hit no Facebook. A história do bichano, que se chama Mercury, comoveu os internautas e mostrou que o felino é um exemplo de superação.

Segundo informações da página do gato na rede social, Mercury foi encontrado com quatro dias de vida já sem os dois membros. Seus tutores acreditam que um cortador de grama tenha amputado as patas da frente do animal.

Mesmo com a ausência das patinhas, Mercury age como qualquer outro gato: brinca, pula e acredita ser “o rei do mundo”, de acordo com nota divulgada pelos tutores.

O bichano faz acompanhamento com um veterinário regularmente. As últimas radiografias, tiradas entre dezembro de fevereiro deste ano, mostraram que não há problemas com sua coluna ou quadril devido a movimentos diferentes.

No entanto, Mercury ainda não é um candidato a usar patinhas mecânicas. Assim que completar noves meses de vida, o bichano vai passar por uma nova avaliação para verificar a possibilidade de usar próteses.

“É provável que tenha algo especial a ser projetado para ele. Porém, no momento, não temos uma ótima opção, por isso ele precisa continuar a trabalhar os movimentos, e nós vamos encorajá-lo a fazer o máximo possível por conta própria”, escreveu os tutores do gato no Facebook.

Fonte: Notícias Bol

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Quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014 05:00 pm

Cachorro cuida de gata abandonada como se fosse sua filha

da ANDA




Foto: Divulgação


Ichimi é uma gatinha dócil, que carrega uma história muito emocionante. Rejeitada pela própria mãe, ela foi resgatada por uma família, que a encontrou perdida e sozinha.




Foto: Divulgação




Foto: Divulgação


Em sua nova casa, Ichimi precisaria dividir espaço com outros animais domésticos e foi aceita de imediato por todos. Mas quando Ponzu, um Golden Retriever, viu a gatinha, logo se apaixonou e passou a cuidar dela como se fosse sua filha.

A relação de amor entre os dois é explícita e a família sempre que possível tenta registrar esses momentos.



 
Fonte: Frigideira
 

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Domingo, 23 de fevereiro de 2014 11:00 am

Cães albinos: cuidados necessários

Da Revista do Correio

O albinismo também pode ser encontrado em cães e gatos. Com alguns
cuidados básicos, como não os expor ao sol, esses animais têm uma vida normal



O pequenês Bob é albino. Dócil e tranquilo, ele é o xodó da casa onde mora.
Foto: Zuleika de Souza/CB/DA Press


Pelos claros, focinho rosado e olhos azuis. As características do pequenês Bob encantaram a servidora pública Solange Pavie, de 50 anos, quando o viu pela primeira vez no pet shop. “Foi amor à primeira vista”, lembra a dona do cão de 2 anos. Ela ainda não sabia, até então, que se tratava de um animal albino, mas foi alertada antes de deixar a loja com o cão. Ela procurava um cachorro de temperamento tranquilo, e foram justamente a calma e a docilidade de Bob que chamaram a atenção de Solange.

Além de ser encontrado no homem, o albinismo atinge animais, incluindo cães e gatos, e pode dar a eles uma beleza especial. Nos bichos, assim como nos humanos, as ocorrências são raras. Segundo a veterinária Talita Borges, é comum que haja confusão por parte dos donos de animais com pelagem branca e o falso diagnóstico — fato que ocorre com mais frequência em gatos. “Não é uma doença muito comum nos animais, e a incidência é maior em gatos do que em cães”, afirma.

A causa do albinismo é sempre a mesma. Uma anomalia genética faz com que o indivíduo produza melanina de maneira insuficiente. A intensidade varia: a ausência de pigmentação pode ser completa ou parcial, quando a despigmentação acontece em apenas algumas partes do corpo.

Ainda de acordo com Talita, o diagnóstico em animais é controverso, uma vez que nem sempre o mapeamento genético, que dá o diagnóstico definitivo, tem a característica do albinismo. “Além da pele e da pelagem brancas, os cães albinos tipicamente geralmente têm olhos azuis”, explica a veterinária.

Como é de se imaginar, os cães e gatos albinos exigem alguns cuidados especiais. Assim como as pessoas, esses animais não podem ficar muito expostos à luz solar para evitar complicações. Por isso, é importante levar o pet para passear em horários de menos sol. “Os raios ultravioletas podem causar vários problemas de pele, como a queimadura e o câncer de pele”, exemplifica Talita Borges. “Fora dos horários com muito sol, esses animais podem passear, tendo sempre o cuidado de usar roupinhas e protetor solar.”

Atenta às necessidades do pequenês Bob, que faz visitas ao veterinário periodicamente, Solange Pavie garante que não é trabalho nenhum tê-lo em casa. “Ele é muito dócil e brinca com os meus filhos.” Ela apenas lamenta que o cão não tenha muito interesse de interagir com outros animais. Porém, não é possível culpar o albinismo pelo comportamento do cachorro, segundo a veterinária Talita Borges. “A condição dele não afeta o temperamento. Os animais albinos são como os outros, a única diferença é a cor da pele e que esses animais podem ter preferência por locais com pouca luminosidade, pois sentem desconforto ocular com a exposição à luz.”

Cuidado redobrado

Sol — É preciso levar os animais para passear quando o sol está mais fraco e também protegê-los com roupinhas e bloqueadores solares. Esses produtos podem ser encontrados em pet shops ou manipulados de acordo com a necessidade de cada animal, sempre sob orientação de um veterinário.

Gatos — Os donos de gatos albinos não podem permitir que o animal tenha vida livre para que ele não passe o dia no sol. A exposição pode causar lesões dermatológicas, que ocorrem principalmente nas regiões do corpo do animal em que não há pelo. Por isso, os problemas de pele mais comuns, como o câncer, costumam ocorrem nas pontas da orelha e do nariz dos animais, principalmente nos gatos.

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Tags: albinismo    pets    saúde  animal    albinos 

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Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014 11:00 am

Feira de adoção: vamos ajudar?

No próximo fim de semana, ocorre a 1º Feira de Adoção de animais do Alameda Shopping, com apoio da Royal Canin e do Augusto Abrigo. Mais uma oportunidade para dar um lar aos bichinhos. Programe-se:

Sábado e domingo, 22 e 23 de fevereiro, das 12h às 17h, no Alameda Shopping
(CSB 02 lotes 01 a 04 – Taguatinga)
 
Para adotar um filhote, além de apresentar CPF, RG e comprovante de residência, o interessado deverá passar por uma entrevista com os cuidadores de animais do Augusto Abrigo.

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