
Carolina Braga
2) Por que desde o início os problemas na pré-produção foram apresentados como motivos para o adiamento?
3) Por que iniciaram uma seleção dos espetáculos locais sendo que desde janeiro já se tinha ideia de que não teria como realizar o evento por programação internacional insuficiente?
O que roda no som do carro de um maestro? Bem, se for o veículo de Fábio Mechetti, ouvirá notícias nos alto-falantes. “Não escuto muita música. Nem em casa e nem no carro”, revela no Cultura Geral deste sábado. E acrescenta: se faz um jantar em casa, Tom Jobim sai na frente de qualquer compositor clássico. Regente titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Fábio Mechetti comenta a programação 2010 de concertos, programação que inclui nomes como Nelson Freire. Também no Cultura Geral, bate-papo com representantes de duas gerações do humor brasileiro: Grace Gianoukas, do Terça Insana e Rafinha Bastos, repórter do CQC. BLOCO 01
Agora que o Oscar já passou a tendência é baixar poeira de Avatar para levantar a de Alice. A obra de Lewis Carroll ganhou adaptação cinematográfica 3D dirigida por Tim Burton, que entre outras coisas fez a Noiva Cádaver e a Fantástica Fábrica de Chocolates.
Ele é doidão e numa entrevista publicada essa semana pela Folha confessou ter seguido os próprios instintos, sem medos, para ser fiel ao legado e ao espírito dos personagens e não à história em si. Ahh e quanto a trama, nas palavras de Tim Burton, é esdruxula.
O filme custou 240 milhões de dólares e só no primeiro final de semana em cartaz por lá arrecadou 116 milhões. Aqui no Brasil Alice no país das maravilhas estréia dia 23 de abril e pode preparar ... vai ser aquela mesma coisa de Avatar, vai ter que comprar ingresso para cinema com dias e dias de antecedência.
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Eu quero escrever algo sobre o Oscar, mas qualquer tentativa vai fracassar se minha tentativa objetivar ineditismo. Todos os comentários já foram feitos, as críticas. Ingenuidade pensar originalidade diante da cerimônia do Oscar nos dias de hoje. Ok, mas então vamos lá com os meus singelos comentários sobre a cerimônia e os atuais donos das estatuetas.
Dicotomias, diferenças e diversidades são palavras chave para definir Litoral e Interior, o novo álbum de Sérgio Santos. No Cultura Geral deste sábado ele conta como foi a elaboração do conceito do disco e, ainda, todos os riscos nele envolvidos. “Minha escolha sempre passa pelo que eu tenho a dizer”. Arranjos sofisticados, repertório que mescla faixas instrumentais e canções são características que fazem de Litoral e Interior um trabalho voltado para um público especializado. Desafio dobrado para quem mata leões no competitivo e vasto mercado da música atual. “Este ouvinte não está a disposição em um programa de TV que alcança milhões de pessoas. Então o meu trabalho é muito maior para descobrir onde este público está”, conclui. BLOCO 01