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<category>Blog Dzai</category>
<description>Conteúdo de marketing e publicidade</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog do Cefas</title>
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<title>Blog do Cefas</title>
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<language>pt-br</language>
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		<title><![CDATA[Resgatar a imagem do Congresso. Trabalho de Hércules ]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=41758</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>O Congresso vive uma de suas piores crises, se não a pior. </FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>Senado e os “atos secretos”.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>A Câmara dos Deputados, pouco se lixando para a sociedade e para o cidadão comum, protegendo descaradamente Edmar Moreira, o “deputado do castelo”, e se recusa a cassar seu mandato.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>Refazer a imagem do parlamento brasileiro não será fácil, se é que há interesse de algum congressista em que isso seja feito.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>Mas a sociedade deve se mobilizar, como nas “diretas já”, como no impeachment do Collor, na moralização do Congresso, que está na contramão da imagem que o Brasil desfruta hoje no cenário internacional. Um país confiável, estável política e economicamente, em condições de receber aporte externo, euros, dólares, marcos, iens, libras e outras moedas de investidores dos mais diversos países.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>Ir às ruas em defesa da “soberania do cidadão”, não apenas de nossos direitos, mas de nossa própria honra, como brasileiros.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>E, se essa utopia, esse sonho conseguir ser realizado, Senado e Câmara dos Deputados com pessoas dignas e compromissadas com o pensamento e ética dos brasileiros, surge outra árdua tarefa. Resgatar a imagem da política brasileira no exterior, do nosso Poder Legislativo.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>Uma tarefa que deverá envolver um mutirão de agências, um time com os melhores criativos da publicidade brasileira.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>Um desafio e tanto. Resgatar imagem, e todo profissional de marketing sabe disso, é mil vezes mais difícil do que construir. Como fidelizar é mais difícil que conquistar cliente. Como reconstruir uma casa velha; muito menos trabalhoso edificar uma nova, a partir dos alicerces.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>Mas chega de viajar... Vamos primeiro torcer para que um dia, e que não seja muito distante, possamos nos orgulhar de nosso Congresso. Como temos orgulho de nossa bandeira, de nosso hino, de nosso País.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>Até segunda,</FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>@Cefasalves.</FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p>&nbsp;</o:p></P>
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		<title><![CDATA[Ainda diploma: Prêmio ESSO vai acabar? Quem vai escrever o Blog do Lula? ]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=41403</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Sem chororô, diploma de jornalista foi mesmo pras cucuias. Mas não custa falar de alguns vácuos que ficaram.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Como, por exemplo, o tradicional Prêmio Esso de Jornalismo. As inscrições para a 54ª edição da premiação foram abertas agora em junho e jornalistas que tiverem reportagens publicadas na imprensa ou veiculadas em emissoras de televisão, entre setembro de 2008 e agosto deste ano, podem concorrer.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Mas e se um um chef de cozinha – exemplo dado sem nenhum demérito para a profissão por Gilmar Mendes, do STF – ficar interessado em escrever uma reportagem. Poderá concorrer ao Prêmio Esso de Jornalismo? Pela atual legislação, sim. Afinal, não se exige o diploma no ato da inscrição das matérias.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Será que o Prêmio Esso vai acabar, indo para a mesma cova do diploma?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>O próprio Supremo Tribunal Federal está com concurso aberto para o preenchimento de diversas vagas, inclusive jornalistas. Agora, qualquer um que tenha curso superior pode concorrer.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>O presidente Lula também deu seu pitaco, grande bicão que é. Através das Agência Brasil, afirmou que não existem mais informações privilegiadas. “A informação já não é mais uma coisa seletiva, em que os detentores da informação podem dar golpe de Estado. A informação não é uma coisa privilegiada. O jornal da noite já está velho diante da internet”, disse, completando: “A humanidade vive um momento revolucionário. A imprensa já não tem mais o poder que tinha alguns anos atrás”. <BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Coincidência: Lula revelou isso durante evento onde foi apresentado o formato do seu blog, o Blog do Presidente, que estréia agora <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em julho. Segundo">em julho. Segundo</st1:PersonName> o Planalto, o objetivo é facilitar a comunicação do presidente com o público jovem, ligado na web. <BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Detalhe 1: será atualizado por uma equipe de cinco profissionais,e terá por conteúdo sobre atos e decisões do governo, em linguagem informal.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Detalhe 2: jornalistas vão ser os blogueiros, os ghost-writers do presidente? Ou os “aspones” do Planalto e adjacências vão escrever pelo chefe?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Ficam estas perguntas, estes vácuos.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>E até quinta.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Abraços, <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>@cefasalves.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
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		<title><![CDATA[Tatá, Machado de Assis e os vermes ]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=41196</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><FONT size=2><IMG height=333 src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/f7648d70d398726cdc9c584372cb05b6.jpg" width=279></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT size=2>“Dedico este livro ao primeiro verme que devorar meu cadáver”. Foi como Machado de Assis fez a dedicatória de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, já iniciando a obra esbanjando humor e irreverência, ateu que era.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas não dedico este blog aos vermes que comerão meu cadáver – nem sei se vermes lêem blogs. Livro, segundo Machado, devem ler. Ou liam no século XIX, época em que leitura era prazer e diversão, sem a concorrência do rádio, TV, computadores e internet – só para ficar nestes...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Prefiro não dedicar, pois seria muita presunção desse blogueiro, mas ocupar o precioso tempo dos meus leitores falando sobre um amigo que perdi há poucos dias. Luiz Otávio Madureira Horta, o Tatá.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Amigo de redação, de bate-papo nos corredores do Estado de Minas (eu no Diário da Tarde e ele na editoria Internacional do EM). Amigo das biritas, dos cinzeiros do Bar do Chico ou Lanchonete Nacional, áureos tempos dos “rapazes alegres da rua Goiás”, como o Minhoca, então diretor e dono do Jornal de Minas, gostava de rotular os repórteres da concorrência. Tempos bons, do jornalismo romântico, da ideologia, do compromisso não só com a verdade, mas com a sociedade, com os desfavorecidos, que hoje ganharam um nome mais chique – só isso -, os “excluídos”.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Hoje sou um excluído, por decisão própria. Não bebo, não fumo e nem sou mais “rapaz alegre da rua Goiás”. Embora não tenha aberto mão da alegria, a idade chegou e a rua Goiás já não é mais a sede do Estado de Minas, hoje na av. Getúlio Vargas. Sexo? Sem a impetuosidade e empolgação de antes, embora muitos contemporâneos insistam em dizer que continuam a mil. Mas ninguém pode desafiar a idade e a lei da gravidade. Sobretudo quando juntas e somadas, uma “sinergia do mal”...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Tatá morreu semana passada, coincidentemente, acho até que no mesmo dia em que o STF do Gilmar Mendes acabou com o diploma de jornalista.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É, mas quem conhece o Tatá sabe que ele não morreu por causa disso. Para não usar o jargão popular brasileiro, opto pelo americanismo: deveria estar indignado, mas pouco se lixando pela crônica de uma morte anunciada. “E no Brasil tem justiça?”, diria, rindo e dando umas tragadas. “Só bobo poderia acreditar que o STF iria contrariar a Folha”, acrescentaria, coçando o olho por baixo dos grossos óculos.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Decidi escrever sobre o Tatá porque hoje cedo, voltando do EM, a pé, cismei de entrar em um sebo na Afonso Pena. Tem sebo na Afonso Pena, sim. Fica entre a av. Brasil e a rua Pernambuco.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Entrei, sou sebófilo assumido, e fiquei viajando pelas prateleiras. Vi um livro do Bial, mas não me seduziu. Acho o Bial um chato, mala. Está no lugar certo, BBB.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E aí vi outro livro e peguei em milésimos de segundo: “Reportagens Imaginárias. Devaneios sobre o Jornal e o Poder”. Autor? Luiz Otávio Madureira Hortas. Escrito em 2003, prefácio de Sebastião Martins, o Tião Martins. Produção independente, como independente era o próprio Tatá.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Livro novinho, nem parecia de sebo. Tinha sido dedicado a um casal que não deve ter lido a obra. Esses que vão a noites de autógrafos para fazer média com o autor ou aparecer nas colunas sociais.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas o Tatá deve estar pouco se lixando para esse descaso pós-mortem. E nem se lixando também para os vermes que estão devorando seu cadáver.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Preço do livro - que comecei a ler e terá cadeira cativa garantida na estante de meu escritório -: 9 reais.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ainda bem que amizade não se mede pelo vil metal...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até segunda,</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>@Cefasalves</FONT></P>
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		<title><![CDATA[Bola pra frente. Bom jornalista não pode temer concorrência desleal...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=40582</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É, agora não adianta chorar sobre o leite derramado. Nós, jornalistas, temos agora de enfrentar a realidade: qualquer pessoa pode escrever em jornais ou trabalhar em programas jornalísticos do rádio e TV.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Como bem definiu Jânio de Freitas, na Folha de S. Paulo de domingo, na plena lucidez de seus 73 anos, o STF, ao acabar com a obrigatoriedade do diploma, optou pela demagogia para justificar sua decisão: seria resquício da ditadura, que instituiu em 1969 o diploma para afastar das redações intelectuais da esquerda. Agora, como era comum na ditadura, também criou seu casuísmo: a concorrência desleal na profissão de jornalismo.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O combativo Jânio, na plena lucidez de seus 73 anos, foi na ferida: <SPAN style="COLOR: black">"Nem que fosse capaz de tanto, a ditadura precisaria adotá-lo (o diploma). Sua regra era mais simples: a censura e, se mais conveniente, a prisão”. Ou seja, o STF foi demagógico sem precisar desse artifício, já que decisão judicial cumpre-se, e acabou. C</SPAN>omo era comum na ditadura, o Supremo também criou seu casuísmo: a concorrência desleal na profissão de jornalismo.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=2>A Federação Nacional dos Jornalistas, a Fenaj, está liderando manifestações em todo o País de desagravo à decisão do Judiciário. Mas é apenas demonstração de revolta e sem qualquer chance de reversão, infelizmente. O leite está derramado, repito.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Os mais prejudicados? Os recém-formados, os formandos (estão gastando uma grana nas faculdades particulares para ingressarem na profissão) e as próprias instituições de ensino, que já estão prevendo uma debandada de alunos-clientes: “Pra quê diploma, se qualquer um pode ser jornalista agora?” – devem estar se perguntando os acadêmicos.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas acho que vale a pena fazer Jornalismo, se é realmente um desejo irrefreável, uma vocação, um DNA no sangue. Ora, qualquer um pode aprender a tocar trombone e se apresentar no Carnegie Hall em NY, mas a maioria dos grandes trombonistas não é autodidata. Fizeram curso superior, pós ou até doutorado (ou equivalente) em Música.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Outro detalhe que pode servir de incentivo: será que outros profissionais – advogados, médicos, filósofos ou nutricionistas (Gilmar Mendes não comparou jornalistas a chefs de cozinha?) topariam entrar para um jornal para ganhar um salário inicial (quando conseguem a vaga) de 800 reais? Ora, um flanelinha ganha mais que isso, lavando carros.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Então, ficou mesmo a vocação, o espírito investigativo, a vontade de ser repórter e ir galgando postos no jornal, rádio ou TV. E também nas assessorias de imprensa, que hoje dão mais emprego que os veículos.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E aprimoramento é agora palavra de ordem. Não existe mais jornalista “genérico”, o sabe-tudo, que tanto pode atuar na editoria de Economia quanto no Caderno de Cultura de um jornal. Há muito tempo defendo que jornalista deveria, a partir do quinto período, optar por uma área do jornalismo. Como engenheiro civil, mecânico ou de minas. Médicos pediatras, ginecologistas ou do trabalho. Advogado criminalista, trabalhista ou de meio ambiente.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Se o estudante escolher, de início, uma área de atuação e aprofundar-se nela, será um expert em política, economia, agropecuária, esportes, cultura, gastronomia ou turismo. E será fera em sua área, imbatível para os “simples mortais”, que podem saber muito de cultura, política, economia ou futebol, mas não distinguem um editorial de uma retranca, uma chamada de primeira página de uma frase de apoio, um lead de um intertítulo, segunda edição de suíte. E, ainda, não é qualquer um que tem DNAs de estilo, ética, ousadia e presença de espírito para se impor em entrevistas coletivas ou se misturar com a multidão para obter informações precisas, testemunhais.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Em jornalismo, conteúdo é fundamental. Mas para se ser um bom jornalista não basta apenas ter conteúdo, ser bem informado, saber escrever. Escrever bem, dominar a gramática, estar atualizado, é obrigação de todo e qualquer profissional.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ser jornalista é ter faro de repórter, antecipar-se aos fatos, dominar de olhos fechados os processos de dedução e indução. Escrever porque gosta e não apenas por gostar de escrever, que pode ser apenas uma vontade ocasional, como aquela fissura de tomar uma Coca-Cola porque viu alguém tomando...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até quinta, </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>@cefasalves.</FONT></P>
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		<title><![CDATA[Taxista já se prepara para a Copa de 2014. Quem sabe faz a hora...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=38728</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Ele tem 23 anos, fala fluentemente o inglês, e agora quer aprimorar o espanhol até a Copa de 2014.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Não estou falando de um MBA em Marketing, de um diretor de planejamento de uma agência de publicidade, e muito menos de algum gerente do Copacabana Palace. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É o taxista Rodrigo Cordeiro, que através de um programa do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) voltado para a Copa do Mundo de 2014, onde BH será uma das cidades-sedes, já está se preparando para ganhar mais dinheiro e atrair para seu táxi turistas de todos os países que falam ou entendem o inglês e o espanhol. Ele fez esta revelação no jornal “Estado de Minas” de domingo, em uma reportagem sobre as ações do SENAC voltadas para o outro Mundial.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ora, se o taxista já está pensando cinco anos à frente – como faz um engenheiro projetista da Fiat, GM, Volks, Ford etc -,<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>por que as agências de publicidade não agem da mesma forma, já preparando campanhas visando a posicionar e trabalhar a marca de clientes que, direta ou indiretamente, estejam no bojo da Copa de 2014?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Esse holofote, que já ilumina BH como palco dos jogos do Mundial, pode também ter sua luz direcionada para empresas não apenas do segmento esportivo, mas de outros setores que vão usufruir com a chegada dos turistas. Afinal, eles não vêm ao Brasil, a BH, apenas para assistir às partidas, mas para também conhecer as atrações culturais, artísticas e gastronômicas do país e de Minas.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Que o exemplo do taxista Rodrigo Cordeiro, que já está aperfeiçoando seu espanhol, seja entendido e assimilado pelas agências, sobretudo os diretores de planejamento, para se anteciparem à concorrência de seus clientes. Sinalizando desde já para os turistas de 2014 – e que virão aqui nos próximos anos – os diferenciais de Minas, suas potencialidades, seu barroco, nosso pão de queijo, tutu à mineira, estâncias hidrominerais, nosso jeito mineiro de ser, enfim.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Quem sabe faz a hora, não espera acontecer, já diziam nossos garotos dos anos 70.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até quinta. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>@cefasalves</FONT></P>
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		<title><![CDATA[Cruzeiro adere ao “media training” e ensina jogadores a lidar com a imprensa]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=38062</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Em março, mais precisamente 10 de março, fiz uma postagem com o título “Ronaldo, Perrela e a falta que faz o MKT esportivo”.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Comentava, na ocasião, a briga entre o Ronaldo Fenômeno e o Perrela, que ficou indignado pelo jogador, <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em pleno Faust&#65507;o">em pleno Faustão</st1:PersonName>, ter dito que quando começou no Cruzeiro, ainda juvenil, havia passado fome. Perrela ficou revoltadíssimo e rebateu, dizendo outra bobagem: Ronaldo era mal agradecido, e nunca havia passado fome no clube, tanto que foi do Cruzeiro que ele chegou à Seleção, e não seria convocado se estivesse desnutrido.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Critiquei o Ronaldo por dizer uma inverdade, mesmo se estivesse brincando com o Fausto Silva; e critiquei o Perrela, por ter descido o nível. Poderia simplesmente dizer que o Cruzeiro se orgulhava de ter projetado o Ronaldo, e se ele não sentia o mesmo, pelo menos fome nunca havia passado na Toca.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Minha conclusão naquele blog, comentando o episódio: se os clubes brasileiros, ou mesmo os atletas famosos, contratassem consultores de marketing para trabalhar sua imagem, não ficariam desgastados. Seriam preparados previamente antes de dar uma entrevista ou participar de um programa de rádio ou TV, evitando dizer bobagens. Afinal, a marca do jogador e do clube estão em jogo.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Agora, no final da semana passada, uma grata surpresa (que recebeu elogios também do Tostão, em sua coluna). O Cruzeiro, além de uma série de iniciativas em prol do jogador de base – inclusive quanto ao prosseguimento dos estudos -, contratou um profissional de comunicação para ensinar os jogadores a dar entrevistas, a lidar com a imprensa. Substituir chavões como “a vitória é do grupo”, “seguimos o que o professor mandou” e “essa maravilhosa torcida merece” por entrevistas/depoimentos de mais conteúdo. Deixando o coração falar livremente, e sem ofender a este ou aquele, principalmente o clube onde joga ou já atuou.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Excelente a iniciativa do Cruzeiro. Só faço outra sugestão: que o comunicólogo, o profissional de marketing que o Cruzeiro contratou, faça o mesmo trabalho junto ao alto clero – o próprio Perrela, técnico, diretores de futebol, preparadores físicos etc.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Uma trabalho de Hércules tentar fazer o alto escalão, cartolas como Zezé Perrela e Alexandre Kalil, técnicos tipo Leão e Luxemburgo, pensarem antes em sua imagem antes de deixar seus egos dispararem bobagens no rádio ou na TV. A deixarem o ego superlativo, o narcisismo ou a falta de educação mesmo, no banco. Banco de reservas, antes que pensem outra coisa. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Quanto aos atletas, é difícil, mas não impossível, catequizar, orientar, ensinar ídolos a preservar seus nomes, que são suas marcas. É osso, repito, trabalhar craques de renome como o próprio Ronaldo gordo, o Edmundo, o cruzeirense Kleber ou aquele mexicano que cuspiu no adversário, no auge da gripe suína. Ou atores como o pornô Alexandre Frota, a viciada Amy Winehouse, ou o Belo, que tem sua marca mais ligada às drogas do que ao pagode.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas é aí que entram a experiência e a bagagem desses profissionais de marketing, como imagino ser o contratado pelo Cruzeiro. Espera-se que ele seja expert em “media trainning” – ferramenta de marketing que visa a orientar e treinar empresários e personalidades a lidar com a mídia. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E que o exemplo da Toca seja seguido por outros clubes e personalidades.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Um bom resto de dia e até quarta, porque quinta é feriado.. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>OBS: agora estou também no twitter: @cefasalves...</FONT></P>
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		<title><![CDATA[BH vai sediar a Copa 2014. É pegar carona e divulgar a cidade...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=37601</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>  <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Dada a largada. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Com a oficialização, domingo passado, que Belo Horizonte é uma das sedes dos jogos da Copa do Mundo de 2014, abre-se um novo nicho de oportunidades no mercado publicitário mineiro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Não só as ações de comunicação desenvolvidas pela Prefeitura e do governo estadual, que serão orientadas por suas agências a capitalizar esse mega evento, pegando carona no Mundial de 2014 e divulgar não apenas as obras de infra-estrutura realizadas na capital e no Estado (estrutura foi uma das mais rígidas exigências), como outras potencialidades de BH e de Minas, como lazer, turismo, cultura e palco para realização de grandes negócios.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Cabe agora aos profissionais de planejamento e marketing dos dois executivos – municipal e estadual – dar vazão à sua criatividade e experiência, oferecendo a esses clientes vips soluções de comunicação, estratégias de como trabalhar o tema “BH e Minas sediam a Copa <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="2014”" w:st="on">2014”</st1:metricconverter> posicionando e consolidando a imagem da capital mineira e de nosso Estado no cenário nacional e, por que não, internacional.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Centenas de milhares de turistas estarão no Brasil em 2014 por conta do Mundial. E a grande maioria só deve saber que aqui é a terra do Pelé, do Lula (que teve sua logomarca internacional criada por Obama: “O cara”) e do Carnaval .<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Nada devem saber de Minas (talvez alguns conheçam a Vale), e muito menos de Belo Horizonte.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Mãos à obra, então. Pegar carona na Copa 2014 e divulgar, para os públicos interno e externo, BH e Minas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>A PBH já deu o passo inicial: promoveu um grande evento domingo, na Pampulha, para comemorar a decisão da FIFA, e foi criada inclusive logomarca voltada para o fato. Fica em aberto se a logo vai ser utilizada até 2014, ou se outra peça será desenvolvida pela atual gestão ou pelo sucessor de Márcio Lacerda (se não for ele mesmo), que toma posse em janeiro de 2013.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;<IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/e664965b4209234a2f54c744afba5eee.jpg"></FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Aliás, outro motivador para governos e agências são as eleições. Em 2010 para presidente e governadores, e 2012 prefeitos e vereadores.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
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		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Conar proíbe campanha do Ronaldo tomando Brahma. E quem dedurou foi a Nova Schin]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=37431</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <IMG style="WIDTH: 273px; HEIGHT: 234px" height=234 src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/8150b7e219245a49cf0e05d8a51a326f.jpg" width=225></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Deu galho mesmo a idéia da Brahma de colocar naquele comercial o Ronaldo Fenômeno com um copo na mão, oferecendo a cerveja aos telespectadores.<B><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></B></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>O Conar - Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária - optou pela suspensão do filme. A Ambev, dona da Brahma, se antecipando para evitar que a marca se queimasse ainda mais, encomendou um outro comercial, onde Ronaldo aparece sem o copo nas mãos. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Mas o jeitinho brasileiro também não colou e o Conar advertiu o grupo cervejeiro, que agora tira de vez a campanha do ar. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>De acordo com o órgão, o argumento é de que o comercial envolve o apelo que o Ronaldo tem em relação aos jovens.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Detalhe: foi a Nova Schin quem acionou o Conar, denunciando a campanha estrelada pelo gordo e pedindo a suspensão do filme, criado pela África.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até que para a Ambev e Brahma não foi tão ruim assim. Ronaldo está no estaleiro, parou de fazer gols. Ou seja, voltou à normalidade, deixou de ser fenômeno e a campanha já não fazia mesmo sentido.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>É, gente, concorrência não é só para fazer benchmarking. Além de espionar, também dedura. Ah, e será que alguma fábrica da Nova Schin fica próximo a uma favela? Ali, dedurar é crime...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
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		<title><![CDATA[Prefeituras e concorrências. Pelo fim das maracutaias]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=37265</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Milhares de prefeituras em Minas fazendo licitações para a escolha de agências.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Até aí, tudo muito bem, tudo muito bom, como diriam Jorge Benjor e Wilson Simonal, cuja história e imagem estão sendo resgatadas.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, só que os órgãos representativos das agências mineiras – Sinapro, Abap/MG e AMP – devem ficar atentos quanto aos editais de concorrência. Feitos com malandragem, geralmente o prefeito já tem uma empresa “do peito”, o jornal da cidade ou a emissora local, para “trabalhar” sua comunicação. Cartas marcadas.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E é aí que entrariam as citadas entidades, avaliando os editais dentro do que prevê a legislação atual (embora esteja bastante defasada e obsoleta), para tentar coibir abusos.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E exigir um perfil, um minicurrículo dos julgadores da concorrência, do júri. Ou será que o prefeito, seu vice ou o cunhado empossado secretário de Comunicação sabe o que são um VT, jingle, teaser, banner, house-organ ? Já ouviram falar de branding e marketing viral? Da importância das redes sociais na comunicação governamental – orkut, twitter, facebook etc -, utilizados maciçamente por Barack Obama, e agora também por Lula e por José Serra? Um júri formado por profissionais da área de comunicação é imprescindível.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Todo cuidado é pouco. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Vamos lutar por concorrências honestas e limpas. Isso é lutar pela boa utilização e gestão do dinheiro público, dos impostos pagos pelos contribuintes. Abaixo a maracutaia dos grotões... </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até segunda...</FONT> </P>
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		<title><![CDATA[Marca Adidas nocauteada pelo neonazismo]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=37067</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><?xml:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" /><v:shapetype id=_x0000_t75 stroked="f" filled="f" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" o:preferrelative="t" o:spt="75" coordsize="21600,21600">&nbsp; <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Times New Roman">O assunto do blog de hoje vai ser outro: o estrago que a marca Adidas sofreu sexta-feira, em mais uma edição do Adidas House Party, festa que a grife de material esportivo – talvez sua marca só perca para a Nike – promove para públicos restritos e elitizados, tendo na organização figuras de renome no meio artístico.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Times New Roman">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman">Sexta-feira, o Adidas House Party foi realizado no Rio, em uma casa escolhida pela produtora Slash/Slash. Só que o escritor João Paulo Cuenca, que tem uma coluna e blog no “O Globo” e um blog no portal O Globo denunciou fatos incomuns da festa, onde havia duas peças alusivas ao nazismo, com o emblema da suástica; os azulejos da piscina decorados com a suástica; e, para completar, um quadro que decorava uma das salas da casa exibia um oficial do exército nazista ostentando uma medalha com a suástica.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Times New Roman">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman">A notícia sobre o escândalo, com as imagens indo parar no You Tube, virou “manchete” de todas as redes sociais – sobretudo no orkut, facebook e twitter. O espanto era geral: a Adidas, uma empresa alemã, ligada ao neonazismo, fazendo propaganda do nazismo?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Times New Roman">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman">Pior: os DJs Gustavo MM e Xande, da equipe de <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>organizadores da festa, são judeus, não sabiam de nada, ficaram indignados e se sentiram ofendidos. Suas famílias sofreram os horrores do nazismo, e vieram fugidos para o Brasil por causa do Holocausto. <BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman">E a legislação brasileira é severa com atitudes e comportamentos anti-semitas, como o neonazismo. Coincidentemente, na semana passada houve no Rio Grande do Sul apreensão pela polícia de mais de 300 peças alusivas a Adolf Hitler. Pela Lei 7716 da Constituição Brasileira é proibido fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica. A pena é de reclusão de dois a cinco anos.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Times New Roman">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman">Um golpe terrível na marca Adidas, cujos diretores preferiram não dar entrevistas ou comentar muito a questão. Optaram por uma nota lacônica nos jornais. Veja abaixo:</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Times New Roman">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Times New Roman">&nbsp;<IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/2897357ae45c11c2bffadf659e62b906.jpg"></FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Times New Roman">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman">Até quinta...</FONT></P><v:stroke joinstyle="miter"></v:stroke><v:formulas><v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"></v:f><v:f eqn="sum @0 1 0"></v:f><v:f eqn="sum 0 0 @1"></v:f><v:f eqn="prod @2 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @0 0 1"></v:f><v:f eqn="prod @6 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="sum @8 21600 0"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @10 21600 0"></v:f></v:formulas><v:path o:connecttype="rect" gradientshapeok="t" o:extrusionok="f"></v:path><o:lock aspectratio="t" v:ext="edit"></o:lock></v:shapetype></SPAN>
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		<title><![CDATA[Marketing ou maluquice? México quer aproveitar gripe para atrair turistas ]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=36929</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT size=2>Há uns dez dias, um zagueiro mexicano do Chivas cuspiu e tossiu no adversário, como uma forma covarde de agressão. Estaria contaminando-o com a gripe suína (que por sinal nada tem a ver com o porco, coitado). Agressão covarde, estúpida e de extremo mau-gosto. Coisa de espírito de porco, desculpem o trocadilho.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Agora, mais uma estupidez. A Prefeitura da Cidade do México procura transformar as medidas de higiene que está adotando contra a epidemia da gripe suína em um novo estímulo ao turismo local. Tenta recuperar a imagem da cidade, que teve a ocupação hoteleira reduzida a 12%, contra uma média de 65% em tempos normais.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O secretário de Turismo da capital mexicana, Alejandro Rojas, ao invés de apenas e simplesmente dizer que a epidemia está sendo combatida, não havendo mais riscos para os turistas – se isso for realmente verdade -, em entrevista a uma agência de notícias assegurou que a cidade "é hoje mais limpa que antes, tem muito mais condições de higiene".</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ou seja, quer fazer do limão, limonada. O combate à gripe suína teria sido tão eficaz que os agentes químicos utilizados na esterilização e desinfecção da cidade tiveram o dom de, como uma varinha de condão, acabar com toda a sujeira e mau-cheiro que tanto caracterizam a capital mexicana.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Marketing ou maluquice? Sei lá. O que sei é que os turistas não engolem essa. Não vão beber dessa limonada.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É, marketing, como na verdade todo e qualquer tipo de conhecimento e sabedoria, não se aprende por osmose. Kotler, Al Ries e outras feras do MKT americano, tão próximos do México, não conseguiram com que seus ensinamentos passassem pela fronteira. A cultura mercadológica deve ter sido barrada pelos guardas mexicanos que atuam na fronteira.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Fazer o quê? “Rir é o melhor remédio”, já diz aquela página de humor do da Seleções Readers Digest...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até segunda...</FONT></P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Ronaldo vira zagueiro e defende fazer comercial de cerveja]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=36748</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>A velha polêmica de volta: uma personalidade - seja um cantor de rock, um famoso jogador de futebol, ou um escritor que ganhou Nobel de Literatura – pode fazer campanhas de cervejas ou cigarros, para ficar só nestes dois produtos?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>A polêmica surgiu há décadas, desde quando se descobriu que Pelé, sempre assediado pelas agências de publicidade, recusou e ainda recusa-se terminantemente a divulgar produtos considerados nocivos à saúde. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E retorna mais uma vez, agora, com o Ronaldo Fenômeno, depois de entregue às feras (e também travecos), gordo e tido como morto para o futebol, estar dando a volta por cima e fazendo seus gols pelo Corinthians. E além de gols, aceitar ser garoto-propaganda da Brahma.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O Ministério Público Federal paulista (regional <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em S&#65507;o Jos&#65513;" w:st="on">em São José</st1:PersonName> dos Campos) ajuizou ação civil pública pedindo condenação da Ambev (que fabrica a cerveja) e da África (criou a campanha). O MP alega que o comercial estrelado por Ronaldo fere as regras do Conar e desrespeita o princípio da responsabilidade social, “por induzir os mais jovens a consumir bebida alcoólica”. No filme, o jogador oferece um copo da “gelada”...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ronaldo, sabatinado semana passada por vários jornalistas especializados em esportes (inclusive o Juca Kfouri) em uma mesa-redonda num canal de TV a cabo, não concordou com as acusações. E fez duas observações, que colocaram ainda mais lenha na fogueira:</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- “Eu não posso só pensar em agradar às crianças. E criança não bebe cerveja, gente. Sou contratado pela Brahma há 15 anos e sempre tivemos o maior cuidado”.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- “Essa última campanha era pra mostrar que sou guerreiro, me identificar com o brasileiro, que sofre o dia todo e quer chegar em casa e tomar sua cervejinha. Mas não dá pra agradar a todo mundo. A Copa do Mundo é patrocinada pela Budweiser. A Copa dos Campeões, pela Heineken. Imagina o futebol sem grandes patrocinadores, sem a cerveja após os jogos...”.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E agora, quem tem razão? Ronaldo ou o Ministério Público Federal, que quer punir a Ambev e a África?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Passo a palavra para vocês, Até quinta...</FONT></P>
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		<title><![CDATA[Fidelizar é preciso. Conta insaciada vai embora...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=36525</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Um amigo publicitário, dono de agência, com anos de praia, me fez este desabafo. Passo para o blog, sem contar o nome do santo – o que vale é o fato e não quem fez a denúncia:<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Depois de alguns meses de diminuição de ritmo de trabalho, parece que os veículos e fornecedores de BH ainda não acordaram que o mercado voltou a funcionar. Prazos que não são cumpridos, material do cliente que some ou estraga, contatos publicitários que acham que eles são o cliente, material produzido abaixo da qualidade... E não estamos falando de qualquer empresa, não. São as maiores TVs e gráficas do mercado mineiro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Devem estar muito ricos e não precisando de dinheiro. Nunca vimos um período de tanta displicência quanto este. E quem sofre é o cliente, que acaba culpando a publicidade como um todo. Será que é um problema de profissionalismo ou de profissionais?”<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Passo a bola para os veículos e fornecedores. E também para as agências – sua equipe não estaria cometendo o mesmo erro? É uma denúncia isolada, ou outras empresas também estão sentindo o mesmo e ainda não tiveram oportunidade de denunciar esse antiprofissionalismo? Será que, em plena crise, alguns veículos e fornecedores (e as agências, por que não?)<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>estão se sentindo os reis da cocada preta, imbatíveis e insubstituíveis, podendo se dar ao luxo de deixar clientes insatisfeitos – mais que isso, revoltados?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Outro dia eu disse, neste espaço, que a função de atendimento deve ser revista, inclusive subdividida em duas: prospecção e atendimento. O primeiro traz o cliente, enfatizando os diferenciais da empresa e deixando-o encantado pelo potencial da nova parceria. Já o atendimento mergulharia no negócio do cliente, numa interação contínua, priorizando o pós-venda. Ele continua encantado com a agência? A fidelização está em níveis satisfatórios?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O momento atual exige ações rigorosas na fidelização do cliente. Encantá-lo, continuar no processo de sedução, mostrando a eficiência e agilidade da agência, veículos ou fornecedor. Perder conta já é horrível. E na atual conjuntura, deixar o concorrente levar um cliente é caótico. Não há auto-estima que resista! <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Anúncio de 1958 ensina como se fabrica uma crise]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=36406</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Postei dia desses uma mensagem condenando <SPAN style="COLOR: black">o sensacionalismo da mídia, que estava supervalorizando a crise, com matérias nos jornais, TV e rádio dando amplo destaque a demissões em empresas dos “setores de risco”, principalmente os ligados à exportação – como as mineradoras e agropecuária.<o:p></o:p></SPAN></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>E comentei que os veículos estavam afastando os anunciantes com essa ênfase no agouro, superestimando a crise, que na verdade afetou pequena parte da economia do País. A inflação aumentou? Há desemprego em massa? Qual o percentual de empresas que entraram em concordata ou fecharam as portas, em decorrência da crise? Ora, então que crise é esta? E sugeri que os jornais reservassem um espaço no caderno de Economia para as empresas que estão em franco desenvolvimento, abrindo novas unidades e contratando mais funcionários. Que as TVs documentassem e divulgassem as empresas que passaram incólumes pela crise, e continuam avançando, contratando, ampliando seus negócios.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Continuando sensacionalistas, destacando os efeitos da crise em alguns setores, e ignorando a saúde das demais empresas, os veículos estavam matando a galinha dos ovos de ouro – amedrontando os anunciantes tradicionais e, principalmente, os potenciais.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Mas acordaram a tempo – e não foi este humilde blog o responsável pela mudança – e agora as páginas de economia dos jornais, e as reportagens dos telejornais, já não dão destaque a demissões aqui e acolá. Mesmo porque elas deixaram de ocorrer, outra prova de que eram pontuais, setoriais, embora tenha respingado em outros segmentos, inclusive a publicidade.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Bem, a galinha dos ovos de ouro não foi morta, ainda bem. Mas ainda está machucada.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P><FONT size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><SPAN style="COLOR: black">E como mais uma contribuição, reproduzo uma fábula. Na verdade, o t</SPAN><EM><SPAN style="FONT-STYLE: normal; mso-bidi-font-style: italic">exto um anúncio da Quaker State Metals Co., publicado em 24 de janeiro de 1958 nos Estados Unidos, e divulgado pela agência Elice, de São Paulo, em novembro de 1990, quando o Brasil vivia mais uma das milhares de crise que o afligem desde 1.500. Somos PHD <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em crise. Bem">em crise. Bem</st1:PersonName>, mas vamos ao anúncio:</SPAN></EM><I style="mso-bidi-font-style: normal"><o:p></o:p></I></FONT></P></SPAN></FONT> <H1 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT face=Arial size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></H1> <H1 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><EM><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond; mso-bidi-font-family: Arial"><FONT size=2>“Um homem vivia na beira da estrada e vendia</FONT></SPAN></EM></H1> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><EM><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>cachorros-quentes. Não tinha rádio e,</FONT></SPAN></EM></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>por deficiência de vista, não podia ler jornais,</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>mas, em compensação, vendia bons cachorros-quentes.</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>Colocou um cartaz na beira da estrada, anunciando a</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>mercadoria, e ficou por ali, gritando quando alguém passava:</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>– Olha o cachorro-quente especial!!</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>E as pessoas compravam. Com isso, aumentou os pedidos</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>de pães e salsichas, e acabou construindo uma boa mercadoria. Então,</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>mandou buscar o filho, que estudava na Universidade,</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>para ajudá-lo a tocar o negócio, e alguma coisa aconteceu. O filho</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>veio e disse: – Papai, o senhor não tem ouvido rádio? Não tem</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>lido jornais? Há uma crise muito séria, e a situação internacional</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>é perigosíssima! Diante disso, o pai pensou: – Meu filho estudou</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>na Universidade! Ouve rádio e lê jornais, portanto, deve saber</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>o que está dizendo! E então reduziu os pedidos de pães e salsichas,</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>tirou o cartaz da beira da estrada, e não ficou por ali,</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>apregoando os seus cachorros-quentes. As vendas caíram</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>do dia para a noite, e ele disse ao filho, convencido:</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><I><SPAN style="FONT-SIZE: 17pt; FONT-FAMILY: Garamond"><FONT size=2>– Você tinha razão, meu filho, a crise é muito séria!”</FONT></SPAN></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
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		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[A nova lei das motos. Você acredita em Papai Noel? E política sem corrupção?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=36241</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P><FONT size=2>Lanço um desafio aos publicitários, aos feras da criação. Quem conseguir, emplacar peça em Cannes e trazer um leão de ouro para o Brasil será fichinha.</FONT></P> <P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É sobre aquele projeto de lei que está tramitando no Congresso, proibindo os motociclistas de usar a “faixa das motos”, os corredores entre os carros, e proibindo também os zigues-zagues. Terão de manter uma distância lateral de no mínimo <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="1,5 metro" w:st="on">1,5 metro</st1:metricconverter> dos outros veículos, ou seja, nada de “costura” no trânsito.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Pois bem, caso o projeto se transforme em lei, e entre em vigor, desafio os diretores de criação a desenvolver um comercial, anúncio ou um simples cartazete, convencendo a população – nem digo os motoqueiros – de que a medida é viável, exeqüível. Que pode e deve ser aplicada e seguida.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Esclareço de cara: não tenho moto, não sei dirigir moto, e nem distinguir uma Honda de uma Yamaha, sem me debruçar antes sobre o guidon. Não sou também nem favor nem contra os garotos e garotas de capacete. Mesmo porque tenho um filho que é motoqueiro. Dirige uma tal de Twister. Que me lembra o tuíste, um ritmo que predominou entre a moçada de minha geração. Os tais “anos dourados”, que teve como pano de fundo os horrores da ditadura, o animalesco das torturas. Melhor seria “anos vermelhos”...</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, mas chega de maionese. Desafio uma dupla de criação a provar que a nova lei – caso seja aprovada – pode ser aplicada nas ruas de São Paulo, Rio e Belo Horizonte, só para ficar nessas três capitais. Moto obedecendo faixa de carro, sem ultrapassar pela lateral, sem usar as calçadas, muito menos subir no canteiro central e fazer o retorno, como a meninada faz sem qualquer drama de consciência.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Tudo bem, lei em vigor, se o motoqueiro usar o espaço lateral entre os carros leva um tiro nas costas. É, sabem o resultado? Ninguém chegará ao serviço, colégio ou mesmo ao aconchego de sua jovem esposa, ao término do expediente. O trânsito não vai andar. Uma fila hilariante: vinte motos e um carro, trinta motos e dois ônibus, e 87 motos e um carro da BHTrans, tendo atrás, coladas, duas motos da BHTrans doidinhas para ultrapassar e chegar a um acidente onde as vítimas já morreram, porque a ambulância do SAMU não pôde chegar ao hospital mais próximo.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É, depois dizem que no Brasil lei foi feita para não ser cumprida. Também, com o nível de nossos legisladores, inversamente proporcional aos altíssimos salários que recebem (no contra-cheque e por fora)....</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E aí, alguém topa o desafio, criar uma campanha educativa de trânsito sobre as novas regras para os motoqueiros?</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Em tempo: alguém leu antes de vocês e me esclareceu. Motoqueiro é quem tem a moto como ferramenta de trabalho, transporta objetos - os motoboys. Motociclista é quem a utiliza como veículo de locomoção, para ir trabalhar, por exemplo.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2>Bem, se esta postagem não agradou a galera, pelo menos aprendi mais uma coisa...</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até segunda...</FONT></P>
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		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Hackers continuam usando marcas famosas para roubar seus clientes. E as empresas não reagem...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=36037</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></B></P><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E os hackers continuam atacando, impunes. Ninguém os combate. Pior: as empresas, cujos clientes são vítimas dos hackers, não movem uma palha, como por exemplo divulgar na mídia campanhas orientando a população sobre como os hackers agem, e as últimas estratégias, as inovações utilizadas por esses marginais da web.<o:p></o:p></FONT></SPAN>  <P></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Já comentei sobre o assunto aqui no blog, inclusive quando tiveram a cara-de-pau de me enviarem uma “solicitação” do Bradesco, para que eu confirmasse minhas senhas, já que o banco queria atualizá-las. Na ocasião, liguei, fui à agência, troquei todas as senhas, e uma atendente confirmou o que a gente já sabia: “Ora, todo dia vem gente aqui com essa mesma reclamação. Ainda bem que o senhor não passou as senhas”. Ou seja, sabem da existência do dragão, mas não orientam sobre como matá-lo, ou pelo menos como se esconder do bicho.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Depois do episódio do Bradesco, vieram outros emails-isca dos hackers, como “Intimação da Polícia Federal”, “Audiência na Justiça”, e até reserva de passagem na Gol, para Porto Seguro, com desconto já no cartão de crédito, pedindo para abrir o anexo e fazer a “confirmação”. Tudo, para entrar no computador do internauta e roubar todas as informações ali armazenadas.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ontem vieram duas rajadas: “Telegrama on-line dos Correios para você”. O texto: “TELEGRAMA. Número do telegrama: 02984756224 – IDENT: INF88475626BR. Você acabou de receber um telegrama on-line dos Correios. O “Novo Telegrama” está cheio de novidades, mas uma coisa não mudou: quem recebe, lê. Para ler seu telegrama clique aqui ou na imagem abaixo”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Você clicou? Nem eu...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Segunda rajada. Título: <I style="mso-bidi-font-style: normal">Depósito <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Conta. Segmento">em Conta. <SPAN style="FONT-STYLE: normal">Segmento</SPAN></st1:PersonName></I>:<I style="mso-bidi-font-style: normal"> Higiene e limpeza e cosméticos. </I>O texto: “Segue em anexo o comprovante de depósito <st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Conta Corrente. Pedimos">em Conta Corrente. Pedimos</st1:PersonName> que os dados e valores sejam confirmados através do comprovante em anexo para que, em caso de divergência, o problema&nbsp; seja corrigido e reenviado novamente.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Atenciosamente,  <BR>Maria Celia Piva  <BR>Assessoria Financeira<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Unilever S/A (Unilever.com.br)  <BR>Av. Juscelino Kubitschek, 1309 - São Paulo - Brasil  <BR>T: 55.11-3323-1545/1520<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><A href="mailto:depositos@unilever.com.br"><FONT color=#000000 size=2>depositos@unilever.com.br</FONT></A><FONT size=2>.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Você “confirmou” os dados? Nem eu...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A Mônica Bergamo, em sua coluna de terça da semana passada, também denuncia, na nota <I style="mso-bidi-font-style: normal">Avião de papel</I>”, a ação dos hackers: “Depois da Gol, a Ocean Air virou tema de golpe na internet. Um e-mail informa sobre compra de passagem de ponte aérea com cartão de crédito, e um link – com o programa que rouba os dados do usuário – para o comprovante de pagamento. A falsificação é tão grosseira”, diz a colunista da Folha de S. Paulo, “que nos dados da reserva, a chegada do vôo está marcada para quatro dias antes da data de partida”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>É, coitado do consumidor. Nem Bradesco, Correios, Poder Judiciário, Gol ou Ocean Air, para ficar só nessas, vão à mídia denunciar que suas marcas – patrimônio valiosíssimo – estão sendo usadas pelos hackers. No caso dos bancos, preferem assumir o prejuízo quando as contas foram “saqueadas” e reembolsar o cliente do prejuízo. Isso, para não irem para as páginas policiais ou de direito do consumidor dos jornais.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Se Maomé não vai à montanha, a montanha deve ir a Maomé. Minha sugestão: se as empresas não denunciam e orientam o cliente sobre a ação dos hackers, é hora de mudar de fornecedor. Trocar de banco, de empresa aérea e até dos produtos da citada indústria de sabonetes e cosméticos. Correios e Judiciário, estatais, não há como, infelizmente.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
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		<title><![CDATA[Deixou de anunciar, com medo da crise? A fila anda. E seu concorrente pode estar lá na frente...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=35695</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></P><FONT size=2>A crise está indo embora - pelo menos é o que dizem os indicadores econômicos, além do próprio Lula. Mas não sabemos ainda quando retornaremos aos bons tempos até metade do segundo semestre de 2008, época de vacas gordas, com o Brasil, Estados Unidos e o Mundo a todo vapor.</FONT>  <P></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas uma coisa é certa e inexorável: quem não foi diretamente atingido pela crise - como os segmentos de exportação, siderurgia, construção civil etc -<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>e deixou de investir em comunicação, na marca de sua empresa, esperando comodamente “dias melhores”, vai dar com os burros n’água, como diriam Machado de Assis e seus contemporâneos.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O motivo é simples: se minha empresa não foi atingida, meus concorrentes também não foram. Por que, então, trancar a sete chaves minha verba publicitária e sair da mídia? Isso é ininteligível, mesmo para quem está no primeiro período de curso de Marketing. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ora, a fila anda, e não é só namorado ou namorada que pode perder seu parceiro, entrando outro no lugar. Se minha empresa deixa de ter visibilidade, sai da vitrine. E meu concorrente entra, divulgando seus produtos e serviços, “criando” diferenciais, numa demonstração de força e garra que conquista o público. Enquanto isso, eu espero, pacientemente, a crise ir embora, para só então divulgar minha empresa e seus produtos, consolidando a marca.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Se sua empresa não tem novidades, inovações para mostrar ao público, faça campanha institucional. Divulgue na mídia, martele a mente do consumidor – a memória do ser humano é fraca – sobre a tradição, qualidade e credibilidade que sua empresa desfruta no mercado.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É o institucional, é o investimento na marca. A pessoa não compra produto ou serviço, mas sonhos. Ele quer um apartamento da construtora X, ele quer dar à sua namorada, esposa ou amante – ou vice-versa – um carro da marca Y. Ele quer mudar de plano de saúde, e procura um nome, uma marca conhecida, para escolher seu novo suporte médico-hospitalar.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Sugiro que o empresário que ainda está “na miúda” saia da sombra, deixe a toca, retorne à mídia. Quando sair da toca, verá que seus concorrentes, apostando inclusive na sua hesitação diante da crise, estão a mil por hora.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Verá que a fila andou, e que é preciso investir mais, muito mais, para recuperar seu share... </FONT></P>
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		<title><![CDATA[Qual a real função de um atendimento? Conquistar ou fidelizar o cliente?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=35433</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>No feriado de 21 de abril, batendo papo com alguns amigos publicitários, depois de falar sobre mulheres, futebol e meter o pau em alguns políticos e na própria política brasileira, não deu outra: quebramos a ficha e falamos de serviço, de trabalho, de mercado.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E alguém perguntou: se em crise fica mais difícil conquistar clientes, como preservar os que já estão na carteira? </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Uma pergunta que, evidente, remete a uma máxima do marketing de que é mais fácil conquistar um cliente, do que mantê-lo. Ou seja, fidelizar é a palavra mágica...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Aí alguém falou algo, outro acrescentou, um terceiro colocou mais pimenta, e o resultado foi altamente democrático: as agências devem investir pesado no atendimento. E mais: deixar o profissional de atendimento focado, obcecado pela fidelização, pela manutenção do cliente na carteira da agência. E deixar a conquista de novos parceiros, para um profissional especializado em prospecção.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O organograma da agência seria modificado. Uma equipe prospectaria, traria para a empresa novos clientes, e uma outra equipe, formada por “personal trainers” de MKT, adotaria esses parceiros novatos, fazendo um trabalho quase que psicanalítico com eles. É um pós-venda contínuo, personalizado e vip. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Não sei se há pesquisas a respeito, mas lanço a pergunta: por que um cliente deixa a agência? Falta de verba, insatisfação com a qualidade da criação, ou atendimento precário?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Sou mais pela última assertiva. Embora, lógico, temos de convir que nenhum empresário inteligente trabalharia com uma agência sem ter mais grana para comunicação, ou se a qualidade dos serviços estivesse em franco declínio, sem gerar resultados.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas um cliente bem atendido, um cliente fidelizado, dificilmente deixa a agência. Nem mesmo se algum mau caráter lhe oferece atrativos antiéticos como redução nas comissões, serviços de assessoria/consultoria 0800 e daí por diante. “Nada é de graça nesse mundo”, diria o empresário inteligente. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Assim, voltando à vaca fria, torna-se necessário que as agências revejam, repensem a função de atendimento. Um craque em vender automóvel em concessionárias teria a mesma performance se fosse um barbeiro, mecânico ou frentista de posto de gasolina?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O vendedor, vende. O bom atendimento fideliza. Torna-se “o cara”, diante do cliente. Por isso, embora antiético, é muito comum profissionais de atendimento levarem consigo clientes para uma outra agência que o contratou, ou para a uma empresa que ele decidiu criar.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, fica aí a sugestão. Vou levar pancada, tô sabendo. “Pô, esse cara propõe que eu, depois de suar para conquistar um cliente, passe o filé para outro atender?”.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É, em nome da fidelização, palavra de ordem em épocas de crise, vem á tona aquele velho chavão, utilizado tanto pelos torturadores quanto pelos guerrilheiros, nos anos 60 e 70: “Os fins justificam os meios”.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E até segunda...</FONT></P>
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		<title><![CDATA[O joio, o trigo e a crise. Como matar as galinhas dos ovos de ouro...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=35100</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P><FONT size=2>Cristo contou em determinada ocasião uma parábola interessante - e muito atual- aos seus discípulos. Está no livro São Mateus capítulo 13, versículos <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="24 a" w:st="on">24 a</st1:metricconverter> 30:.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Vejam a preciosidade: " O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo; mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio. Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio? Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio? Não! replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo. Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: Ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas trigo, recolhei-o no meu celeiro."</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Reporto-me à Bíblia para, como jornalista, fazer uma dura crítica a alguns veículos de comunicação, que insistem em dizer que a crise se agrava, os EUA ainda no fundo do poço, empresas demitem funcionários, o crédito está escasso, deduzindo até que não há luz no fim do túnel...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Apelam para o sensacionalismo, matérias de impacto mas descontextualizadas, apenas para vender mais exemplares de jornal ou obter alguns milésimos a mais de audiência nos telejornais. Só que esses veículos – jornais e emissoras de TV – estão, com isso, matando a galinha dos ovos de ouro. Ora, analisa o anunciante, se a crise está no auge, para quê vou investir em campanhas publicitárias? Melhor guardar o dinheiro para momento mais propício – se ele vier algum dia...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E aí vem a parábola do trigo e do joio. Por que não recolher o joio, separá-lo, queimá-lo, e investir forte no trigo? E o que é o trigo, adaptando a parábola para o momento atual de nossa economia? O trigo são as empresas sólidas – milhares - que continuam operando normalmente, não demitiram funcionários, e até mesmo ampliaram sua produção, contratando mais mão-de-obra. Empresas que ignoraram os queixumes de crise, espantaram as carpideiras e continuaram investindo no trabalho, na garra e competência de suas equipes.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Deixaram a crise para os realmente atingidos, os segmentos voltados para a exportação, como siderurgia e pequena parcela da agropecuária.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O momento, então, seria desses veículos investirem no trigo. Divulgarem o avanço, o crescimento das empresas não afetadas pela crise. E deixar, “queimar o joio”, colocar em plano secundário os efeitos que ainda recaem sobre os segmentos atingidos pela crise. Que não são os pilares de nossa economia, que hoje tem por suporte as milhões de médias e pequenas empresas, e a economia informal.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Que tal os jornais reservarem um espaço no caderno de Economia para as empresas que estão em franco desenvolvimento, abrindo novas unidades e contratando mais funcionários? Por que as TVs não documentam e divulgam empresas que passaram incólumes pela crise, e continuam avançando, sobretudo nesse vácuo surgido pelo receio da concorrência em continuar investindo, inclusive em publicidade?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Quem já se antecipou a isso foi a Abap – Associação Brasileira das Agências de Publicidade – que com o apoio da área comercial de alguns veículos, lançou a campanha “O Brasil anda!”. Foram criados formatos de anúncios para as agências divulgarem seus clientes usando títulos como “Na crise eu... contrato!”, “Na crise eu... invisto”, “Na crise eu ....inovo”, e outros conceitos. Ou seja, a maioria das empresas, exceto as afetadas diretamente pela crise, continua a pleno vapor.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas muitos veículos continuam usando de sensacionalismo, apelando para títulos catastróficos, matérias caóticas na TV, para vender mais jornais ou atrair audiência.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Uma pena. Estão valorizando o joio e queimando o trigo...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Até segunda...<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN></FONT></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Publicidade, governo e a terceira idade]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=34599</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt"><FONT size=2>Meu amigo Havenilton – codinome Carlão - me faz um pedido: comentar o envelhecimento da população brasileira e seu impacto social.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, à primeira vista não é um tema diretamente ligado ao foco do blog, que é publicidade e outras ações de marketing. Mas que o tema é instigante, não resta dúvida. Vamos tentar enfrentar a onça.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Inicialmente, um questionamento: por que o governo federal, em suas campanhas publicitárias, historicamente tem deixado o cidadão e a cidadã da terceira idade de fora, à margem do processo? Educação, saúde, segurança e outros ingredientes de campanhas publicitárias do Palácio do Planalto e órgãos da administração indireta são abordados genericamente, como se um medicamento para um recém-nascido fosse o mesmo, e na mesma dosagem, do usado por um brasileiro acima dos 70 anos.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas voltando ao tema central, que é o envelhecimento da população brasileira e o impacto social advindo disso, temos de reconhecer que a terceira idade vem ganhando a cada dia mais “associados”. Isso, devido à maior longevidade, advinda por melhores condições de vida conquistadas pela população nas últimas décadas. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas não vemos uma preocupação real do governo para com esse contingente de brasileiros. Há uma política de segurança, núcleos policiais direcionado para os “velhinhos”? Que nada, são assaltados tão logo saem do portão de sua casa. Existem hospitais, ou mesmo clínicas, voltados exclusivamente para a terceira idade? Ora, os médicos geriatras são pouquíssimos, vergonhosamente insuficientes para atender a esses pacientes. Há uma política de prevenção de saúde, antecipar-se às doenças para se evitar a ida aos hospitais? Não, claro que não. E os remédios distribuídos nos postos de saúde? Outra tragédia. Se a pessoa tem mais de 50 anos o medicamento costuma ser ainda mais caro, mesmo sendo genérico (aliás, tem genérico custando mais que os originais, os de marca. Mas isso é assunto para um outro blog).</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, se o Lula quer eleger seu sucessor, a Dilma, deverá ter a mesma preocupação e questionamento do Havenilton: o impacto social gerado pelo envelhecimento da população brasileira. No chamado primeiro mundo, existe uma política, ações efetivas, para esse enorme agrupamento populacional.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Assim, tudo se iniciaria com ações de impacto em prol dos cinquentões, sessentões, setentões etc, executadas em várias frentes. Para, então, se detonarem campanhas publicitárias e ações de marketing orientando, ensinando a terceira idade a entender que ela está na “melhor idade”, e curtir esse grande momento de sua existência, conquistado com muita luta e suor.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Aí, sim, as agências de publicidade teriam material, insumos para a criação das campanhas publicitárias. Sem cair na propaganda enganosa ou, pior, desprovida de caráter, como aquelas que estimulavam os aposentados e pensionistas a tomar empréstimos consignados, ficando reféns das instituições bancárias. Hoje, milhões deles estão endividados e arrependidos. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Quanto ao governo, navalha na carne. Acabar de vez com essa aberração de aumentar o salário mínimo em 15% e reajustar aposentadorias e pensões em pouco mais de 5%. O cara trabalha a vida toda, 35 anos de contribuição pesada, esperando pendurar as chuteiras com uma aposentadoria digna, e quando veste o pijama vê seu contracheque a cada dia roído pelos ratos da economia governamental. No primeiro ano de aposentado recebe R$ 1.000, por exemplo, e daí a cinco anos ou menos, vê depositada em sua conta uma ninharia, a metade ou menos que isso.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, leitores desse humilde blog. Se não falei de publicidade hoje, a culpa é do Havenilton. Do Carlão. E minha também. Talvez, inconscientemente, chegando aos 57 anos em outubro próximo, já antevi meu pijama e o que me reserva num futuro bem próximo. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É, escrevi em causa própria, sou também culpado por ter fugido ao foco do blog. Me perdoem... Coisa de velho...</FONT></P>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Supermercados: a briga das marcas nas gôndolas]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=34322</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P><FONT size=2>Você coloca a bermuda, tênis ou uma havaiana, e vai para o supermercado numa manhã de sábado fazer a feira para a próxima semana. Tarefa ingrata – pelo menos para mim, principalmente pelos reflexos no bolso – mas necessária. É como o casamento, complicado mas sem ele é pior (ainda na minha humilde opinião. Respeito os solteirões que não abrem mão de sua privacidade, de deixar a toalha molhada no chão e ninguém reclamar).</FONT></P> <P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Pois bem, você vai para o supermercado, visita prateleira por prateleira, esbarra nas gôndolas, é quase atropelado por um outro carrinho, desculpas de ambas as partes...</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Aí vem aquela dúvida: qual margarina está sendo a melhor, é a mais cotada? E o arroz? Continua aquele “Tio não sei o quê, ou “Super alguma coisa”? O óleo de cozinha, escolher por marca famosa, ou qualquer uma serve? Café, não há dúvida. É o que a esposa pôs na lista. Ou a empregada indicou. Não arrisco levar outra...</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, mas a&nbsp;Abras (Associação Brasileira de Supermercados) acaba de divulgar a 10ª edição da pesquisa “Líderes de Vendas”, que aponta quais foram as marcas mais vendidas nos supermercados brasileiros em 2008. Se você quiser levar produtos premium, paga mais. Marca famosa é como a Nike, você compra mais o status do que o produto, que pode até ser franqueado.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, mas chega de enrolação e vamos ao listão da Abras.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Algumas marcas permanecem como as mais vendidas nos supermercados nos últimos dez anos. São os casos de Nescau, Nestlé (Achocolatado em pó); 51 Pirassununga, Cia. Muller (Aguardente); Três Corações, Santa Clara (Capuccino); Skol, Ambev (Cerveja); Veja, Reckitt Benckiser (Concentrado de Limpeza); Mellitta, Melitta (Filtro de papel); Qualy, Sadia (Margarina); Sadia, Sadia (Presunto); Tang, Kraft Foods (Suco em pó); e Sazon, Ajinomoto (Tempero Industrializado).</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas houve algumas mudanças. Na <I style="mso-bidi-font-style: normal">c</I><EM><SPAN style="FONT-STYLE: normal; mso-bidi-font-style: italic">ategoria “Chocolate Bombom”, d</SPAN></EM>epois de quatro anos sem alteração, a lista da categoria tem Especialidades Nestlé como nova líder.<EM><SPAN style="FONT-STYLE: normal; mso-bidi-font-style: italic"> Categoria Salgadinho Congelado</SPAN>:</EM> Perdigão sai da segunda para a primeira colocação.<EM> </EM><EM><SPAN style="FONT-STYLE: normal; mso-bidi-font-style: italic">Creme para o corpo</SPAN>:</EM> a Nívea, após dois anos na segunda colocação, recupera a liderança.<EM> </EM><EM><SPAN style="FONT-STYLE: normal; mso-bidi-font-style: italic">Fralda descartável</SPAN>:</EM> o pacote econômico Turma da Mônica, da Kimberly Clark, alcança a liderança.<EM><SPAN style="FONT-STYLE: normal; mso-bidi-font-style: italic"> Lenço de papel</SPAN>:</EM> Scottys, da Kimberly Clark, ressurge entre as cinco primeiras; Kiss reassume a vice-liderança. <EM><SPAN style="FONT-STYLE: normal; mso-bidi-font-style: italic">Rejuvenescedor</SPAN>:</EM> Biocolor, da Hypermarcas, que não estava entre as cinco no ano passado, destaca-se em primeiro lugar. <EM><SPAN style="FONT-STYLE: normal; mso-bidi-font-style: italic">Desinfetante</SPAN>:</EM> Pinho-Sol, da Colgate, é o novo líder de vendas da categoria.</FONT></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Agora, esqueceram-se de falar sobre as “marcas próprias”. Produtos que o próprio hipermercado adquire do produtor, e coloca seu rótulo ou etiqueta. E o Carrefour é um dos pioneiros. Sobretudo na linha de alimentos light e diet. Até pneus Carrefour você já encontra.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas os franceses são mesmo atrevidos. Não é que o Carrefour Pampulha, que ocupa todo um prédio em frente ao Mineirão e UFMG, criou a Drogaria Carrefour? Detalhe: defronte, exatamente em frente, a uma Drogaria Araújo, que seria uma parceira e locatária do espaço físico.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Durmam com um barulho desses...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2></FONT></o:p>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, boas compras no sábado, e até segunda...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Rita Lee sugeriu uma “Casa dos Políticos”. Ótima idéia!]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=34146</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2>A idéia foi da cantora e ativista Rita Lee, no Programa Amaury Jr. Não assisti ao programa, mas uma leitora do blog viu e me encaminhou a dica.</FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2>Com sua genialidade – seria uma grande diretora de criação, se fosse publicitária, mas a música perderia esse monumento da MPB – Rita Lee reclamou da inutilidade e panaquice de programas tipo Big Brother, “Casa dos Artistas”, etc, e ofereceu uma sugestão mais útil à sociedade para esses modelos de programas: <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2>“Colocar todos os candidatos à Presidência da República trancados em uma casa, debatendo e discutindo seus respectivos programas de governo. Sem marqueteiros, sem assessores, sem máscaras e sem discursos ensaiados”, diz o e-mail que recebi.</FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2> <SPAN style="mso-bidi-font-weight: bold">Toda semana o público votaria e eliminaria um.</SPAN> <BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2>No final do programa, o vencedor ganharia o cargo público máximo do país.</FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2> <SPAN style="mso-bidi-font-weight: bold">Além de acabar com o enfadonho e repetitivo horário político, a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos.</SPAN>  <BR><SPAN style="mso-bidi-font-weight: bold">Assim, quem financiaria essa casa seria o repasse de parte do valor dos telefonemas que a casa receberia e ninguém mais precisará corromper empreiteiras ou empresas de lixo sob a alegação de cobrir o 'fundo de campanha'. <o:p></o:p></SPAN></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2>A “Casa do BBB” seria a “Casa dos Políticos”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2>Considero a idéia interessante. Principalmente porque todo mundo está acostumado a ver os políticos de terno e gravata, repetindo frases ensinadas por seus marqueteiros, fazendo lobbies com este ou aquele veículo, para ganhar mais visibilidade.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2>Na “Casa dos Políticos” você veria, por exemplo, com relação às eleições de 2010, os candidatos Dilma Rouseff, Aécio Neves, Ciro Gomes e José Serra, por exemplo, de bermuda ou shorts, cabelos desgrenhados (menos o Serra, lógico), rostos sem maquiagem, olhos vermelhos e aí por diante...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2>E falando uns com os outros sem olhar para as câmeras dos estúdios. Na “Casa dos Políticos”, como no BBB, ninguém sabe onde estão as câmeras, pois estão em todo lugar.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><FONT size=2>Imaginem um candidato à Presidência na intimidade? Falando palavrões, dizendo de quem gosta mais e de quem gosta menos. Da bebida de que mais gosta. De suas preferências sexuais, por exemplo. Falando sobre o povo (o general Figueiredo já não disse que preferia o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo?).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-weight: bold"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Taí, uma boa idéia esta da Rita Lee. Detalhe: os candidatos não precisariam ficar várias semanas confinados na “Casa dos Políticos”. Em menos de 24 horas mostrariam as garras. A gente saberia o melhor – desculpem, o menos pior...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Um abraço e até quinta!<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[MKT da CEF “estatiza” o jogo-do-bicho: Quina todo dia!]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=33951</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O assunto de hoje são jogos de azar. Do jogo-do-bicho às loterias da Caixa Econômica Federal. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Uma estratégia de marketing pode ser idealizada para implementação a curto, médio ou longo prazos. Mas o governo – através da CEF – decidiu fazer tudo de uma vez só, sem etapas: acabar com o jogo-do-bicho, ou<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>reduzi-lo a uma insignificância, tanto a curto, como a médio e longo prazos. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Estratégia maluca, em termos mercadológicos? Nem tanto, e os resultados estão aí, visíveis. O jogo-do-bicho é quase que coisa do passado, hobby da terceira idade, como o são também a Loteria Federal e Loteria Mineira. Taí uma pergunta: você sabe o que é gasparino? <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>É aquela tirinha, uma das 20 que compõem o bilhete inteiro da Mineira ou Federal.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Outra curiosidade, tipo cultura inútil. Sabem como nasceu o jogo-do-bicho? Foi no Rio, em julho de 1892. O carioca Barão de Drummond, que tinha um Jardim Zoológico <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Vila Isabel">em Vila Isabel</st1:PersonName> (naquela época os zôos não eram do governo), e enfrentava dificuldades para alimentar seus bichinhos. O que fez então? Idealizou um jogo diário- que consistia em se tirar a sorte entre os 25 animais de cativeiro. As pessoas compravam uma ou mais ilustrações com a cara de um dos 25 bichos. No dia seguinte, 7 da manhã em ponto, o Barão tirava de uma caixa de madeira uma figura, e quem tinha apostado naquele animal – um ou mais felizardos – ficava com parte da arrecadação, já que o restante era para alimentar o zoológico particular.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, o jogo-do-bicho caiu no gosto popular e até os anos 70, 80, tinha virado um vício. Todo mundo fazia sua fezinha, procurando ganhar uns trocados na dezena, ou acertar uma milhar na cabeça (primeiro prêmio). As principais referências eram – e ainda são – as loterias federal e estaduais, mas os empresários do jogo, os bicheiros, também faziam e fazem seus sorteios ao longo do dia, padronizados a nível nacional. “Vale o escrito”, frase constante no recibo do apostador. E não tem calote. Se o vendedor não paga, o bicheiro tem dois “acertos”: um com o apostador-freguês e outro, doloroso, com o vendedor metido a esperto.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E isso predomina até hoje, mas o jogo-do-bicho perdeu sem encanto, charme, e, principalmente, clientes. Até alguns anos atrás todo quarteirão tinha duas, três portinholas, onde se fazia uma “fezinha”. O jogo, que o governo tornou ilegal na primeira metade do século passado, é aquela história de “eu finjo que trabalho, a empresa finge que me paga”. A polícia finge que fiscaliza (suborno? Ora, isso é assunto para outro blog...),<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>bicheiro e apostadores fingem que jogam escondido.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, mas vamos à vaca fria: vendo os altos rendimentos dos bicheiros, agora barões de verdade, na década de 70, o governo federal lançou a Loteria Esportiva. O passo inicial. Nos 13 jogos escolhidos para o próximo final de semana, o apostador colocava vitória de um, do outro, ou empate. Ganhavam aqueles que faziam 13 pontos, acertando todos os resultados, com prêmio de consolação para 12 acertos.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Foi a primeira ação, dentro da estratégia de marketing do governo de fazer do limão, limonada: combater o jogo-do-bicho, se possível acabar com ele, e faturando alto com isso. Puro Lavoisier: no mundo nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. O dinheiro, então, iria para os cofres federais.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E vieram a Loteca (atual Loteria Esportiva), Quina, Sena (atual Mega Sena), Dupla Sena, Loto Fácil e Loto Mania, Loto Gol e Instantânea . E ainda as jurássicas Loteria Federal e estaduais (aqui, a Loteria Mineira).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Agora, uma pá de cal no jogo-do-bicho. Como o governo não conseguiu acabar totalmente com essa tradição, e como os sorteios do bicho ocorrem diariamente, e várias vezes ao dia, o que fez a CEF? A partir de abril, Quina de segunda a sábado. Até fevereiro, os sorteios eram apenas nos sábados e quintas; agora em março, avançou - também na terça. Agora, “corre” durante toda a semana.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Pancadaço no jogo-do-bicho. Guerra de guerrilha. Ocupação de espaço? Invasão de área, como ocorre no tráfico?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E para quem se interessar, o mercado de trabalho ganha um novo nicho: consultoria de marketing para os bicheiros...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Hitler, maracutaias e a ética na publicidade]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=33766</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Você defenderia Hitler, caso ele não tivesse se suicidado?”, perguntou o professor de Ética, para seus alunos do primeiro período de Direito. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Um foi taxativo: “Professor, não existe réu sem defensor. A Constituição determina que todos têm direito a defesa. Eu defenderia Hitler”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O colega ao lado foi mais coração que razão: “Não defenderia, professor. Que escolhessem outro. O que Hitler fez vai totalmente contra meus princípios, os ensinamentos que meus avós e pais me transmitiram”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Este intróito é para falar sobre ética em publicidade, assunto por demais debatido e comentado, mas nunca (felizmente) esgotado. Vejam o banner abaixo:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;<IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/eb8bda84a45217a418a041a3c1b04825.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center></FONT></o:p></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Um curso de ensino fundamental e pré-vestibular - e tirei o nome da instituição para não dizerem que estou fazendo publicidade – colocou esta peça no hall de entrada do colégio. E põe o dedo na ferida: “Transparência e ética publicitária na divulgação dos aprovados no vestibular da UFMG <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2009”">2009”</st1:metricconverter>.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E sabem por que a instituição, quebrando sua ficha do sindicato do corporativismo, colocou esse banner? Disputa de mercado. E mergulhando na ferida: se a população já desconfiava, existe realmente – e o banner é uma prova disso – instituição que “compra” alunos que obtiveram as melhores colocações em vestibulares tradicionais como UFMG, PUC e CEFET, por exemplo.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Imagine um estudante de Rondônia que pega o avião e vem fazer vestibular para Medicina na UFMG. Passa em primeiro lugar. Vem alguém e propõe: “Quer um Siena zero aparecer nas Tvs e jornais dizendo estudou em nosso pré-vestibular? O cara topa na hora: assina um documento (para garantia da instituição), pega as chaves do carro, e vai para a agência de publicidade fazer as gravações.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Você, meu caro leitor internauta, seja estudante ou profissional, dono de agência, funcionário ou frila, aceitaria desenvolver essa campanha, mesmo sabendo da maracutaia?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A palavra está franca...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
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		<title><![CDATA[Marqueteiros do Corinthians querem transformar Ronaldo em Gisele Bündchen]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=33598</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Gisele Bündchen"></st1:PersonName><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></B></P><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></B> <P></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" /><v:shapetype id=_x0000_t75 stroked="f" filled="f" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" o:preferrelative="t" o:spt="75" coordsize="21600,21600"><v:stroke joinstyle="miter"></v:stroke><v:formulas><v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"></v:f><v:f eqn="sum @0 1 0"></v:f><v:f eqn="sum 0 0 @1"></v:f><v:f eqn="prod @2 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @0 0 1"></v:f><v:f eqn="prod @6 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="sum @8 21600 0"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @10 21600 0"></v:f></v:formulas><v:path o:connecttype="rect" gradientshapeok="t" o:extrusionok="f"></v:path><o:lock aspectratio="t" v:ext="edit"></o:lock></v:shapetype><o:p></o:p></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/8015c5dc567347caa9beb407696e499b.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O marketing esportivo – ou ausência dele, viu Raphael (Rafa, meu filho, está fazendo Administração querendo especializar-se em MKT de esportes)? – de volta às páginas dos jornais.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Com honrosas exceções, é um setor realmente carente de <I style="mso-bidi-font-style: normal">inteliigentzia. </I>E não é que um “gênio” do Corinthians, após os dois gols feitos pelo Fenômeno, sugeriu e o time decidiu cobrar participação maior nos jogos do time no campo do adversário. Motivo: Ronaldo estará em campo, atraindo mais torcedores e aumentando a renda.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ora, bolas (essa expressão é mais antiga que subir em árvore). Cobrar pela presença do Ronaldo em campo? Ele já não ganha para isso?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Imaginem o Santos, o fenomenal Santos de Pelé, Gilmar, Pepe e outros feras da década de 60/70, cobrando a mais por cada partida que o “Rei” entrasse em gramados adversários? O Cruzeiro cobrando cachê – não passa disso, um cachê – pela presença de Tostão, Dirceu Lopes &amp; Cia. O Atlético faturando mais na bilheteria do rival só porque outro rei, o Reinaldo, iria jogar. O Flamengo idem, com Zico e outras estrelas...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Gente, o Corinthians, se quer faturar mais com o Ronaldo, não deve exigir do Mirassol Futebol Clube, da minúscula cidade paulista de mesmo nome, que dê o pouco que já tem em caixa para o timão do Parque São Jorge. Se o “timão” está endividado, não tem grana, é por má gestão, corrupção dos cartolas, e uma humilde equipe do interior não pode ser penalizada por isso.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Que o Corinthians exija então da Nike que aumente o valor de seu patrocínio. Afinal, se Ronaldo está gerando mais público, a marca do patrocinador também ganha mais visibilidade. Que o clube cobre – se eles têm coragem para isso – da Globo mais grana pelas transmissões, já que com o Ronaldo a audiência também deve estar subindo.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ora, na verdade, para ser franco, o “timão” está transformando o Ronaldo <st1:PersonName w:st="on" ProductID="em uma Gisele Bündchen.">em uma Gisele Bündchen.</st1:PersonName> Quer cobrar mais cada vez que ele desfile pelos campos do interior paulista. De jogador, a modelo, maneco. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E logo o Ronaldo, que ainda está na memória do povo mais pelo seu envolvimento com travecos do Rio do que pelos gols que já marcou pelo Cruzeiro, Seleção Brasileira, PSV, Barcelona, Inter, Milan e agora pelo Corinthians.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ronaldo desfilando, Corinthians faturando. Um prato cheio para a palmeirense Mancha Verde, a são-paulina Independente, ou a massa santista. Imaginem o que eles vão gritar nas arquibancadas...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É. Marketing é uma palavra incompreendida, execrada, vilipendiada, exatamente por gênios como esses do Corinthians. Eles ganham nomes de marqueteiros, faturam com isso, enquanto os verdadeiros profissionais de marketing, com pós e MBA, totalmente low-profile e pouco ligando para exibicionismos, emprestam seu talento para multinacionais do Brasil e do mundo.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até segunda...</FONT></P>
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		<title><![CDATA[Marketing político: “Os homens dos presidentes” já estão na estrada...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=33385</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 18pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Os principais jornais do País tiveram suas manchetes, ou entre as matérias </FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>principais, o início da corrida presidencial. A Folha de S. Paulo, citando seu instituto de Pesquisas DataFolha, publicou domingo inclusive os índices de preferência da população sobre os três principais pré-candidatos ao Planalto que já colocaram a cabeça fora d´água: José Serra, Aécio Neves e a toda-poderosa ministra de Lula Dilma Rouseff. Serra está à frente, com 36%, Aécio tem 12% e Dilma 7%.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Só que a Folha cometeu um erro grave: a pesquisa foi realizada no final de novembro – entre os dias 25 e 28 -, portanto quase quatro meses atrás. Muito tempo, em política, embora um microgrão de areia em relação a outras “acontecências”, como diria Guimarães Rosa.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas como estamos falando em política, vamos relevar esse anacronismo da Folha e trabalhar com esses dados, já envelhecidos pelo tonel do tempo, sob uma outra ótica: a de que os “homens dos presidentes” já estão nas ruas há bastante tempo. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P><FONT size=3><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Aliás, para quem ainda não viu, sugiro um mergulho no túnel do tempo e assistam “Todos os Homens do Presidente”, um clássico vencedor de quatro Oscars, estrelado por Dustin Hoffman e Robert Redford, que conta a historia do Watergate, um escândalo na década de 70 durante o mandato do presidente Richard Nixon, que logo após ser desmascarado – ordenou a invasão do rival Partido Democrata - ao cargo para não ser derrubado via impeachment. O roteiro do filme foi criado através do livro escrito pelos dois jornalistas do Washington Post Bob Woodward e Carl Bernstein, interpretado por Dustin e Redford.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"></SPAN></FONT><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, mas voltemos à vaca fria: os “homens dos presidentes” de que estamos falando são os marqueteiros que desde o ano passado já estão trabalhando as candidaturas Serra, Aécio (com ou sem PSDB) e Dilma.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O marketing político do trio entrou em <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="2009 a" w:st="on">2009 a</st1:metricconverter> pleno vapor, com estratégias ousadas, mas pisando em ovos para não deixar brocha paras os adversários.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Aécio deu a primeira estocada, um golpe de mestre – convidou o próprio Serra para eles percorrerem o País mostrando à população o PSDB e suas obras. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Serra, lógico, esquivou-se, sem usar “sim” ou “não”. Não quer subir em palanque armado pelo mineiro. Se seu nome é mais conhecido que o de Aécio a nível nacional, sua rejeição também o é. Serra lembra FHC, que estrategicamente quase aparece, figura apagada e que tira voto de qualquer candidato tucano a vereador...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Dilma, por motivos óbvios, não se apresenta como candidata, mas discursa como tal. É a preferida de Lula, tem a máquina do governo a seu favor, e também, no segmento feminino, o diferencial de poder ser a primeira mulher a eleger-se presidente no Brasil.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Uma curiosidade: os três são economistas. Outra curiosidade: Aécio e Dilma são de Belo Horizonte. Pelo menos é o que diz a reportagem da Folha de domingo...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, mas o importante, deixando os “entretantos” e indo para os “finalmentes”, como falava o imortal Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo) de “O Bem Amado”, é que os feras de marketing de Serra, Aécio e Dilma estão de mangas arregaçadas. Duda, Nizan, ou mineiros como Paulo Vasconcelos e Cacá Moreno?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Não se sabe. Marqueteiro – e a palavra finalmente deixou de ser pejorativa – não aparece. Quem tem de aparecer é o cliente, beabá do marketing político. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Os dados estão lançados, e as estratégias sendo feitas e refeitas. Dizem que política é como as nuvens no céu. A cada momento o cenário é diferente.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Vamos então começar a olhar para o céu, e também para as páginas dos jornais, telejornais, notícias de rádio, e até mesmo a “Voz do Brasil”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Começou a guerra...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
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		<title><![CDATA[Ronaldo, Perrela e a falta que faz um assessor de MKT.]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=33074</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">O assunto da semana para mim, mais que o gol do Ronaldo pelo Corinthians, que ganhou as páginas dos jornais de todo o mundo, foi a briga entre o jogador e Zezé Perrela, presidente do Cruzeiro. Mal assessorados – ou talvez nem pensassem em pedir auxílio a um assessor de marketing -, falaram pelos cotovelos, enodoaram suas respectivas imagens, que mereciam e merecem ser preservadas. Imagem é marca.</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Tudo começou domingo à noite, no Faustão, que por sinal começou sua milionária carreira como repórter de campo (cuidado, colegas jornalistas. Exceção excepcionalíssima...). Pois bem, como parte do gol histórico que reabilitou o jogador, já quase pendurando as chuteiras, o apresentador em determinado momento perguntou a ele por que está hoje gordo, e mostrou uma foto do então Ronaldinho ainda no Cruzeiro, 17 anos de idade. Magérrimo. </P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Ronaldo, mal orientado pelo clube ou por seu empresário, não economizou palavras e disse que naquela época “estava passando fome”. Perrela não gostou e reagiu:“O Cruzeiro tem nutricionistas”, acrescentando que a alimentação é balanceada, não estava anêmico, tanto que o jogador foi para a Seleção Brasileira. Se estivesse desnutrido, não iria, disse Perrela, chamando indiretametne o jogador de mal agradecido e ingrato.</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Ontem, Ronaldo voltou à carga. Rebateu Perrela, e disse que se o cartola se sentiu ofendido, mais ofendidos deveriam ter ficado seus pais, que o deixaram passar fome em plena adolescência, quando chegou magérrimo ao Cruzeiro.</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Ronaldo foi infeliz e novamente mal orientado – se houve alguma orientação, o que deveria&nbsp;ocorrer - pelo clube e/ou pelo seu empresário. Não custava nada, embora carioca que é, dar uma de mineiro, pedir desculpas ao Perrela caso ele tivesse se sentido ofendido.&nbsp;Não custava dizer que deve muito de sua carreira ao Cruzeiro, que o projetou no Brasil e no mundo. Tudo bem, as pazes estariam feitas. Principalmente com a torcida, que deve estar uma fera com o Fenômeno. Não é de admirar se no Brasileirão, durante um Cruzeiro e Corinthians, a Máfia Azul gritar “Ronaldo, Traíra”. Ou coisa pior...</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Quando ao Zezé Perrela, para fazer média com a torcida, “comprou o boi” e falou bobagem, dizendo que Ronaldo, desde que saiu de Minas, nunca citou o Cruzeiro em suas entrevistas à imprensa. Só falava em seu sonho de jogar, encerrar a carreira no Flamengo. Zezé deveria ter dado um tapa de luvas: reconhecer a contribuição que o jogador deu ao clube na época, a honra de tê-lo como ex-jogador e até hoje ídolo da massa celeste, para, nas entrelinhas, dizer então que o Cruzeiro é um clube-empresa, bem estruturado, e que &nbsp;ninguém até então, inclusive os funcionários mais humildes, já reclamado de terem passado fome no clube. E Perrela torcer para seu pleno retorno ao futebol.</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Isso seria agir com classe, finesse, dar o recado de forma diplomática. Perrela, embora tenha ficado vários anos no Congresso, como deputado federal, não aprendeu nada de política. Foi politicamente incorreto, como se diz&nbsp;.</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Fui criado no bairro Santa Terezinha e moro na região até hoje (Ouro Preto). Quem anda pelo “Santeba”, como o bairro é chamado carinhosamente pelos moradores, fica sabendo de muitos “causos” do Ronaldo Fenômeno, de quando juvenil e júnior. Após os treinos, saía do alojamento e circulava livremente pela praça princpal, pela igreja católica, e dizem que até hoje os traillers têm – como relíquia – “penduras” feitos pelo então Ronaldinho, garoto franzino que ganhava pouco nas divisões de base e não tinha grana todo dia para um sanduba e um refri.</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Bem, pra encerrar, uma boa assessoria de marketing faltaram ao jogador e ao Perrela. Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém...</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">OBS: Dedico a postagem de hoje ao meu filho Raphael, 21 anos, goleiro de campo e salão, piolho de Mineirão, e que está fazendo Administração já determinado: especializar-se <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Marketing Esportivo.">em Marketing Esportivo.</st1:PersonName> </P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">É, ele deve estar coberto de razão. O mercado anda em falta de bons profissionais na área...</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><BR style="PAGE-BREAK-BEFORE: always" clear=all></SPAN> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Quem é louco, afinal? Com a palavra, Rubem Alves]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=32829</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Gente, não é preguiça não. Me enviaram e não me contentei só <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em ler. Vou" w:st="on">em ler. Vou</st1:PersonName> repassar para os leitores artigo do escritor mineiro Rubem Alves, de Boa Esperança, que com seus 76 anos de cultura, discernimento e vanguardismo intelectual, nos premia com um belíssimo texto sobre saúde mental. E coloca em discussão: quem é louco, afinal? Os certinhos e sempre programados/ajustados, como celular e computador, ou os que deixam sua rebeldia e despojamento à solta, desde que não incomodem quem está ao lado?<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Leiam Rubem Alves e observem <st1:PersonName ProductID="em volta. Voc&#65514;s" w:st="on">em volta. Vocês</st1:PersonName> vão ver o mundo de outra forma...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Vamos ao artigo:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Fui convidado a fazer uma preleção sobre saúde mental. Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicanalista, deveria ser um especialista no assunto. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E eu também pensei. Tanto que aceitei. &nbsp;Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia. Eu me explico. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, dentro do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma.&nbsp;&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Nietzsche, Fernando Pessoa, Van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maiakovski. E logo me assustei.&nbsp;&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. Van Gogh matou-se. &nbsp;Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia. &nbsp;Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica. Maiakovski suicidou-se. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Essas eram pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos. Mas será que tinham saúde mental? Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, previsíveis, sempre iguais, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado; nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela, bastar fazer o que fez a Shirley Valentine (<I>se ainda não viu, veja o filme</I>) ou ter um amor proibido ou, mais perigoso que tudo isso, a coragem de pensar o que nunca pensou. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Pensar é uma coisa muito perigosa... &nbsp;Não, saúde mental elas não tinham. &nbsp;Eram lúcidas demais para isso. &nbsp;Elas sabiam que o mundo é controlado pelos loucos e idosos de gravata. Sendo donos do poder, os loucos passam a ser os protótipos da saúde mental. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Claro que nenhum dos nomes que citei sobreviveria aos testes psicológicos a que teria de se submeter se fosse pedir emprego numa empresa. &nbsp;Por outro lado, nunca ouvi falar de político que tivesse estresse ou depressão. &nbsp;Andam sempre fortes em passarelas pelas ruas da cidade, distribuindo sorrisos e certezas. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;</FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Sinto que meus pensamentos podem parecer pensamentos de louco e por isso apresso-me aos devidos esclarecimentos. Nós somos muito parecidos com computadores. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O funcionamento dos computadores, como todos sabem, requer a interação de duas partes. Uma delas chama-se hardware, literalmente "equipamento duro", e a outra se denomina software, "equipamento macio". <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O hardware é constituído por todas as coisas sólidas com que o aparelho é feito. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O software é constituído por entidades "espirituais" - símbolos que formam os programas e são gravados nos disquetes. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Nós também temos um hardware e um software. &nbsp;O hardware são os nervos do cérebro, os neurônios, tudo aquilo que compõe o sistema nervoso. &nbsp;O software é constituído por uma série de programas que ficam gravados na memória. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Do mesmo jeito, como nos computadores, o que fica na memória são símbolos, entidades levíssimas, dir-se-ia&nbsp;mesmo "espirituais", e o programa mais importante é a linguagem. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Um computador pode enlouquecer por defeitos no hardware ou por defeitos no software. Nós também. &nbsp;Quando o nosso hardware fica louco faz-se necessário chamar psiquiatras e neurologistas, que virão com suas poções químicas e bisturis consertar o que se estragou. Quando o problema está no software, entretanto, poções e bisturis não funcionam. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Não se conserta um programa com chave de fenda. &nbsp;Porque o software é feito de símbolos, somente símbolos podem entrar dentro dele. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;</FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Assim, para se lidar com o software há que se fazer uso dos símbolos. &nbsp;Por isso, quem trata das perturbações do software humano nunca se vale de recursos físicos para tal. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Suas ferramentas são palavras, e eles podem ser poetas, humoristas, palhaços, escritores, gurus, amigos e até mesmo psicanalistas. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Acontece, entretanto, que esse computador que é o corpo humano tem uma peculiaridade que o diferencia dos outros: o seu hardware, o corpo, é sensível às coisas que seu software produz. &nbsp;Pois não é isso que acontece conosco? &nbsp;Ouvimos uma música e choramos. Lemos os poemas eróticos de Drummond e o corpo fica excitado. Imagine um aparelho de som. Imagine que o toca-discos e os acessórios (o hardware) tenham a capacidade de ouvir a música que ele toca e se comover. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Imagine mais, que a beleza é tão grande que o hardware não a comporta e se arrebenta de emoção! &nbsp;&nbsp;Pois foi isso que aconteceu com aquelas pessoas que citei no princípio: a música que saía de seu software era tão bonita que seu hardware não suportou. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Dados esses pressupostos teóricos, estamos agora em condições de oferecer uma receita que garantirá, àqueles que a seguirem à risca, saúde mental até o fim dos seus dias. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Opte por um software modesto. &nbsp;Evite as coisas belas e comoventes. &nbsp;A beleza é perigosa para o hardware. &nbsp;Cuidado com a música. &nbsp;Brahms e Mahler são especialmente contra-indicados. &nbsp;Já o rock pode ser tomado à vontade.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Quanto às leituras, evite aquelas que fazem pensar. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Há uma vasta literatura especializada em impedir o pensamento. Se há livros do doutor Lair Ribeiro, por que se arriscar a ler Saramago? Os jornais têm o mesmo efeito. Devem ser lidos diariamente. &nbsp;Como eles publicam diariamente sempre a mesma coisa com nomes e caras diferentes, fica garantido que o nosso software pensará sempre coisas iguais. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E, aos domingos, não se esqueça do Silvio Santos e do Gugu Liberato.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Seguindo essa receita você terá uma vida tranqüila, embora banal. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas como você cultivou a insensibilidade, você não perceberá o quão banal ela é. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E, em vez de ter o fim que tiveram as pessoas que mencionei, você se aposentará para, só então, realizar os seus sonhos. Infelizmente, entretanto, quando chegar tal momento, você já terá se esquecido<SPAN style="COLOR: #003366"> </SPAN><SPAN style="COLOR: black">de como eles eram."</SPAN></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><SPAN style="COLOR: black"></SPAN></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><SPAN style="COLOR: black">Sensacional... E até segunda...</SPAN></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p></o:p></SPAN></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Que tal um Procon para a propaganda política enganosa?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=32425</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Por que não existe um código de regulamentação publicitária, e até mesmo aplicadas sanções sobre propaganda enganosa, quando o anunciante é o governo? E todos eles: municipais, estaduais e federal? Isso sem contar as promessas de campanhas não cumpridas...”<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>É uma pergunta, em tom de dica para a coluna, me enviada por um leitor que preferiu não se identificar. “Eu sou jornalista, e jornalista não é notícia, o fato sim”, justificou o internauta, coberto de razão.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, concordo – e acredito que todos vocês – concordam em número, gênero e grau com a observação do meu amigo.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O Procon pune propagandas enganosas, obrigando indústrias ou lojas a devolver o dinheiro gasto em uma mercadoria que ficava devendo ao que foi divulgado, ou trocar o produto por um fiel ao constante nos anúncios ou comerciais de TV.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária – Conar – tira do ar campanhas enganosas, que não condizem com a ética da propaganda. E ninguém discute, ninguém chia.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Agora, quanto às campanhas políticas, qual o órgão que pune promessas não cumpridas? “Prometo acabar com a corrupção”, “Em meu governo não haverá mais analfabetos”, “O funcionalismo público terá o aumento que merece, e nunca haverá atraso nos salários”, “Nossa cidade se tornará a mais desenvolvida de Minas”, “Eleito, acabarei com as filas nos postos de saúde”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Estas e outras mil promessas, caso se tratassem de publicidade mercadológica, se fossem mercadorias e produtos, com anúncios, comerciais de TV, spots nos rádios, em caso de descumprimento haveria punição severa pela Justiça.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Em janeiro foram eleitos – ou reeleitos - prefeitos em 853 municípios mineiros. No Brasil, dezenas de milhares.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Que tal, principalmente nas capitais e outras metrópoles brasileiras, dar uma olhada no material de campanha, nos debates de TV, outdoors, panfletos etc, e ver se as promessas estão sendo cumpridas?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ou então revisitar as campanhas eleitorais de 2004, fazer uma pesquisa sobre o que apregoaram os prefeitos que entregaram o cargo em primeiro de janeiro deste ano, e ver se cumpriram o que prometeram?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Será que os prefeitos têm de prestar contas apenas ao Tribunal de Contas do Estado, que apura se eles não roubaram dos cofres públicos?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E as promessas não cumpridas? E os milhares ou milhões de votos, como ocorre nas principais capitais brasileiras, dados a um candidato por suas promessas de campanha? Quem pune o empulhador, o mentiroso, o autor de propaganda política enganosa?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>É indispensável a criação de um órgão, no estilo dos Procons, que investigue e puna a propaganda política enganosa. “Prometeu, não cumpriu, o pau comeu” – taí um bom slogan...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Talvez então o brasileiro, o coitado do eleitor, seja estimulado a ir às urnas. Incentivado a recolher e guardar cada santinho com as promessas dos candidatos, para depois cobrar na justiça, pedindo cadeia para os mentirosos, pilantras.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Seria a volta do cipó, como dizia aquela música, aquele hino dos anos 70...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Daniel Filho está desencantado com a TV. E nós também...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=31948</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O leitor – e meu amigo - Carlos Haveniton me dá uma sugestão: por que não falar sobre a responsabilidade das TVs, sobretudo as abertas, sobre a formação cultural do povo brasileiro?<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Topo a parada. Havenilton, li semana passada, se não me engano na Folha de S. Paulo, uma longa entrevista do cineasta Daniel Filho, um dos pioneiros e responsáveis diretos pela consolidação da Rede Globo líder no País e uma das melhores do País e do mundo.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Pois bem, o Daniel Filho acaba de lançar o filme “Se eu fosse você <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2”">2”</st1:metricconverter>, já campeão de bilheteria, batendo “Tropa de Elite”. Mas ele falou bastante sobre televisão.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E curioso, concordei com quase tudo que ele disse: Daniel mal vê televisão, muito menos novelas e BBB. Os telejornais são uma mesmice. E ataca inclusive uma cria sua, o “Fantástico”, que segundo ele fugiu à sua função original, perdendo a credibilidade e, mais do que isso, perdendo audiência para programas pentelhos, de segunda linha.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ora, se Daniel Filho, um dos maiores profissionais de comunicação da TV brasileira, já não assiste a telinha, é porque falta alguma coisa. Aliás, muita coisa. E isso tem a ver com a formação cultural do povo brasileiro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A TV mostra imagens da violência entre torcidas – em BH, um garoto atleticano de 20 anos assassinado a tiros por torcedor/motoqueiro cruzeirense. <st1:PersonName w:st="on" ProductID="Em São Paulo">Em São Paulo</st1:PersonName>, mais de 40 feridos em confronto entre torcedores do São Paulo e do Coríntians.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas não mostra o cerne da questão, a origem do problema. Seria falta de policiamento? Não, não há como colocar destacamentos da PM em cada quarteirão, e <st1:PersonName w:st="on" ProductID="Em São Paulo">em São Paulo</st1:PersonName> são milhares de quarteirões. Dizer que tem droga no meio? Muito simplista. Gangues ligadas ao tráfico matam por disputa de espaço ou por acertos que não deram certo. Não tem nada a ver com cores de clubes.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A televisão, Havenilton, como concessão pública, é uma outorga do povo brasileiro. Tem de trabalhar a serviço da população, antecipando-se aos fatos, imiscuindo na mente das crianças conceitos de convivência, de comportamento, de moral e ética. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Nossos jovens, com honrosas exceções, sabem o que é altruísmo? Desprendimento? Solidariedade? Humildade? Comportamento? Tolerância? Compromisso com família e amigos?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ora, isso é obrigação dos pais e das escolas, não da TV. Só que o jovem passa mais tempo, e põe tempo nisso, diante da telinha do que em conversa com pais e professores.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E ensinar o que é tolerância, dignidade, solidariedade, desprendimento e espírito esportivo dão audiência, trazem lucros para as emissoras? Não. Filmar e mostrar torcedores se agredindo, matando uns aos outros, dá audiência, atrai patrocínios.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Deve ser por isso que o Daniel Filho é um incrédulo, um profissional desencantado com os rumos que TV brasileira tomou. Um Datena dá mais ibope que um Telecurso de Segundo Grau. Porque trabalharam – os responsáveis pelo conteúdo da TV – para isso. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Concordo com o grande Joãozinho Trinta, quando ele diz que povo gosta é de luxo, e rico de pobreza. Mas não concordo com a TV brasileira, de que povo gosta de violência, sensacionalismo, casais pagos para brigar, trocar tapas, em programas como o da Luciana Jimenez. Filhos e mães (só pra inglês ver, ficaram se conhecendo nos corredores da emissora) trocando palavrões, insultos. Namorado (de mentira) dizendo que levou chifre, mas não se importa caso ela volte.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>É isso que a TV aberta – e pode chegar também à TV paga – mostra diariamente.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Pra que falar de moral e ética? Se assaltaram e fizeram reféns William Bonner e a Fátima Bernardes, na casa dos dois apresentadores, a culpa é da sociedade. É a violência urbana...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Goebbels diria o mesmo, já que os fins justificam os meios. O dele era idolatrar Hitler. O da TV faturar milhões.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E o povo que se dane. Nossa juventude que se pontinhos, pontinhos, pontinhos....<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P><FONT size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Pra concluir, você, que é pai, mãe, tio ou amigo de um garotinho ou garotinha, faça como o Daniel Filho. Deixe a TV de lado e procure passar para a garotada alguns princípios que norteiam, caracterizam uma pessoa de futuro. Explique aos baixinhos, por exemplo, coisas como:<B style="mso-bidi-font-weight: normal"><o:p></o:p></B></FONT></P></SPAN></FONT> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Não ao egoísmo<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Altruísmo<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Ética<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Desprendimento<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Dignidade<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Não à inveja<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Solidariedade<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Humildade<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Compartilhamento<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Compromisso com negócios efetivados, reuniões marcadas, visitas agendadas etc<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Compromisso com família e amigos – nunca esquecê-los ou deixá-los em segundo plano<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Honestidade<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Tolerância<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>- Companheirismo <o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Pelo menos, se você ainda não plantou uma árvore ou escreveu um livro, fez coisa melhor. Tentou dar uma pequena contribuição para melhorar o mundo, mesmo que para nossos bisnetos ou tetranetos (também conhecidos como tataranetos).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Excesso de exposição não ocorre só na publicidade. Assessores de imprensa também cometem esse crime...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=31514</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Se depender dos jornalistas – sobretudo os que trabalham em redação de jornais, rádio, TV ou web – o deputado federal tucano Nárcio Rodrigues não será reeleito.</FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E não está em discussão se é um bom parlamentar, se apresentou projetos de real interesse para a comunidade, se realmente faz jus ao salário que recebe no Congresso.</FONT></SPAN></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O motivo é “excesso de exposição”, em publicidade, e “esse cara é um mala, vai gostar de aparecer!”, no jargão jornalístico. E por quê? Assessoria de imprensa incompetente. Enche a caixa de e-mails dos jornalistas – a minha e a de muitos outros que consultei – de informativos sobre a Câmara, Senado etc, noticiário político que não tem nada a ver com a área de atuação do jornalista em questão.</FONT></SPAN></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Interessaria a mim, por exemplo, jornalista especializado em noticiário ligado a publicidade e marketing, que “o promotor do meio ambiente quer mais rigor em Uberaba?”, ou “Minc anuncia plano nacional para manejo florestal, “FSM vai cobrar das Nações Unidas ações para conter aquecimento global”, e Stédile cobra mais atitude de presidentes e diz que “Amazônia corre perigo?” .</FONT></SPAN></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A assessoria de imprensa do deputado Nárcio Rodrigues me enviou essas notícias, via e-mail, em uma só postagem. E diariamente venho recebendo esses “spams” paraguaios. Pôxa, qualquer assessor de imprensa sabe que, antes de enviar um release a um jornalista de determinado órgão, deve saber se o conteúdo é de<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>interesse, encaixa-se no perfil da editoria em que o profissional atua. Do contrário, o tiro sai pela culatra. O cliente, no caso o citado deputado tucano, provoca exposição em excesso, é tido como um “mala”, e se um dia apresentar um projeto acabando com o excesso de impostos que detona os brasileiros, esse projeto, importantíssimo, não será lido pelos jornalistas. Acostumados a receber lixo diariamente, e automaticamente encaminhar todos os e-mails do parlamentar para a lixeira, não vão se preocupar em ler o conteúdo da nova postagem, essa sim interessante.</FONT></SPAN></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Foi por excesso de exposição que o Carlos Moreno </FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>já não divulga os produtos Bombril, o baixinho deixou de estrelar as campanhas da Kaiser, e aquele gordo barbudo do ex-Bamerindus há anos não é visto nos comerciais. As agências percebem a vida útil do personagem, e não insistem em incomodar o telespectador quando o assunto já está esgotado.</FONT></SPAN></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O desabafo de hoje, que me desculpem os colegas jornalistas, não tem nada de aético. Ao contrário, pretende ser didático. É para alertar assessores de imprensa e seus clientes sobre como lidar com as redações. Informações em excesso, e sem público-alvo definido, resultam em tiro pela culatra.</FONT></SPAN></P> <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>No linguajar político, tira voto...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Casas Bahia, Araújo e Oi sacam primeiro, no combate à crise]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=31330</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Crise deixando o céu nublado e sombrio, mercado em polvorosa, ações de comunicação e marketing implementadas pelas empresas, para se anteciparem aos efeitos tangíveis e intangíveis da turbulência. Agora é como nos antigos filmes de faroeste: quem sacar por último morre. A memória pede, e a gente concorda: pena os faroestes terem caído em desuso pelos jovens, que hoje preferem rajadas de metralhadoras; se possível ao lado de carros a mil por hora, no estilo “Velozes e Furiosos”.</FONT></P><o:p></o:p></SPAN></FONT> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, no estilo “sacou, levou”, a Oi deu um cruzado no queixo dos adversários: o cliente pode sair da operadora a hora que quiser, sem ter de pagar multa, como ocorre com as demais operadoras. Aliás, a Oi é pioneira nessa estratégia de adivinhar e ir ao encontro dos interesses da clientela. Foi a primeira a acabar com o bloqueio: os aparelhos que comercializa recebem chips de qualquer operadora. Uma ação fantástica de marketing, complementada agora com o fim da multa.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Outras duas grandes jogadas, assinadas pela Casas Bahia e Drogaria Araújo: as duas entraram de sola no e-commerce, vendendo produtos on-line. Você adquire um refrigerador ou DVD, medicamento ou uma simples bengala pelo computador, através do cartão de débito e crédito.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Os hackers também não ficam para trás. No início da semana, como comentei na última postagem, tentaram entrar em minha conta bancária, solicitando que eu preenchesse uma tabela com códigos de senhas. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ontem, outra tentativa: um e-mail com layout exatamente igual ao da Gol me parabenizava por ter comprado passagem para Porto Seguro, dizia que a viagem estava confirmada, e no final, um amistoso e honestíssimo “Clique aqui se você desistiu e quer ser reembolsado”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Um internauta incauto, ou temeroso de já terem entrado em sua conta-corrente ou poupança, clicaria pedindo reembolso. Aí a coisa se finalizava: todos seus dados já estariam em posse dos hackers.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Aliás, o fato merece um adendo, tipo cultura inútil. Por que os vírus, os trojans, os cavalos-de-troia, ganharam esse apelido? Na conquista da cidade de </FONT><A title=Tróia href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%B3ia"><SPAN style="COLOR: windowtext; TEXT-DECORATION: none; text-underline: none"><FONT size=2>Troia</FONT></SPAN></A><FONT size=2> pela </FONT><A title=Grécia href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia"><SPAN style="COLOR: windowtext; TEXT-DECORATION: none; text-underline: none"><FONT size=2>Grécia</FONT></SPAN></A><FONT size=2>, um grande cavalo de madeira foi deixado junto às muralhas de Troia. Construído de madeira e oco no seu interior, o cavalo abrigava alguns soldados gregos dentro da sua barriga. Deixado à porta da cidade pelos gregos, os troianos acreditaram que ele seria um presente como sinal de rendição do exército inimigo. Levaram o enorme quadrúpede de pau para dentro das muralhas, e perderam a guerra...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E até segunda, se os trojans deixarem...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P>&nbsp;</P>
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		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Bancos, hackers e uma garotinha vendendo balas]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=31149</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A postagem de hoje foi inspirada em uma sugestão que me foi enviada pelo internauta Alexandre Siqueira: <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Cefas, gostaria que você fizesse comentários sobre três posturas que os bancos vêm utilizando para captar novos clientes em suas publicidades. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Eles usam e abusam do sentimentalismo, do humor e do meio ambiente. Você não acha fora do lugar este tipo de mensagem, para capitalistas selvagens como os bancos? Afinal de contas quando se trata de usurpar do nosso dinheiro, nada tem de emocionante, de engraçado e muito menos de parceria com a natureza, nesta relação cidadão x banco. Qual é o seu ponto de vista?”<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Concordo plenamente com as palavras do Alexandre Siqueira. Os jornais divulgaram neste final de semana que a diferença entre a taxa de juros que os bancos pagam ao governo, e a que cobram do cliente no cheque especial, é dez vezes superior à cobrada por bancos de outros países. Ou seja, é usurpação, espoliação mesmo.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Então, tentam maquiar essa exploração com campanhas enfatizando ações de proteção ao meio ambiente, sustentabilidade, e até uma pseudointeração e identificação com a comunidade.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Que tal lutar pelos direitos do próprio cliente? Fazer campanhas orientando a população, que entende pouco ou quase nada de economia, sobre como evitar mergulhar no cheque especial, fazer empréstimos a longos prazos, fazer compras via cartão de crédito desbragadamente?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ora, fazer isso é lutar contra o patrimônio. É fazer com que a galinha dos ovos de ouro bote menos. Mas as agências de publicidade devem insistir, sugerir e se posicionar a favor de campanhas que realmente auxiliem o cliente, no seu dia a dia.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Um exemplo pessoal. Sexta-feira, ao abrir o site do Bradesco, apareceu uma janela, matematicamente similar aos padrões de design do banco, me solicitando que a instituição queria confirmar os dados de meu cartão-chave, e que eu preenchesse os quadradinhos com os códigos numéricos. Ou seja, um passaporte para entrarem em minha conta e se apossarem dela.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>De imediato liguei para o 0800 do banco, relatei o ocorrido, cancelaram todos meus códigos e senhas e hoje fui à agência fazer o recadastramento.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ok, correto, fui atrás. Mas e o correntista humilde, aposentados, pensionistas, trabalhadores rurais? Não cairia nesse engodo, fornecendo suas senhas para os hackers?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Assim, estão corretas as indagações/acusações do Alexandre Siqueira: por que o banco não divulga, através de campanhas nacionais envolvendo todas as mídias, assuntos de interesse do consumidor? Por que não orientar o cliente, nas campanhas, sobre como os hackers agem, e como evitar que o bolso sofra com as ações desses ladrões da web?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Na agência, recadastrando minhas senhas e códigos, a moça do atendimento não escondeu : o banco sabe que os hackers continuam atacando com força. “Só hoje, duas senhoras já estiveram aqui!”, disse.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Enquanto isso, como frisou o leitor no início deste blog, os bancos, para captar novos clientes, vêm utilizando anúncios nos jornais e comerciais de TV que abusam “do sentimentalismo, do humor e do meio ambiente”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Orientar o cliente, zelar pelo seu patrimônio? Para quê?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Foi seguindo essa filosofia, foi com essa ótica mercantilista ao extremo, que os grandes grupos financeiros americanos levaram ao caos a economia dos Estados Unidos, com graves reflexos no resto do mundo.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E termino a postagem com uma ação de marketing do povão.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Num sinal de trânsito, uma garotinha – e a PBH continua deixando elas serem exploradas por adultos - veio oferecendo um pacote de balas, com este bilhete: “Bom dia. Boa tarde. Boa noite. Estou aqui vendendo minhas balas pelo preço de R$ 1,00. Se todas as pessoas do mundo dessem as mãos, não sobrariam mãos para roubar e matar”. Como ilustração, uma mão apertando a outra...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
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		<title><![CDATA[Celebridade já não pode dizer que usa tal medicamento. É o fim da picaretagem...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=30716</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P align=justify><FONT face="Times New Roman" size=4><FONT size=2>Entram em vigor dentro de alguns meses as novas regras da Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária -, proibindo, entre outras coisas, celebridades dizer que usam esse ou aquele remédio ou medicamento. E qual a diferença entre "remédio" e "medicamento"? - vão me perguntar.Vou ao Aurélio: "Remédio: qualquer agente que cure, alivie ou evite doença"; "Medicamento: "substância ou preparado que se utiliza como remédio". Trocando em miúdos: um chá de erva cidreira é um remédio. Não é um medicamento, pois não é a substância que foi utilizada, mas a própria planta. Medicamento é um antibiótico, por exemplo.</FONT></FONT></P> <P align=justify><FONT face="Times New Roman" size=4><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=justify><FONT size=2>Bem, deixando o dicionário de lado, vamos ao que interessa: além de proibir artistas famosos - atores/atrizes, cantores, jogadores de futebol etc - de "recomendar" medicamentos presumidamente para emagrecer, para aliviar hemorróidas inflamadas, ou mesmo para uma simples gripe, essas personalidades famosas induzem a população, que os têm como modelo, a embarcar em canoas furadas. Como a dos empréstimos consignados, para os aposentados, onde os bancos e financeiras usaram e abusaram dos velhinhos, a partir de campanhas estreladas por cinquentões, sessentões e setentões da Globo. Todos milionários.</FONT></P> <P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=justify><FONT size=2>As novas regras da Anvisa - e as agências devem ficar antenadas - contêm também uma série de restrições abrangendo inclusive distribuição de brindes aos médicos, feitas por laboratórios. Aquela coisa: você indica meu medicamento, nós te presenteamos. Ora, isso não passa de corrupção, suborno ou outro delito que um um advogado pode esclarecer melhor que este escriba.</FONT></P> <P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=justify><FONT size=2>Um brinde muito utilizado são as viagens pagas por laboratórios a paraísos no Brasil ou exterior. Assim, se você já trombou com um médico em Caldas Novas, Trancoso ou festa do Círio de Nazaré em Belém, sua viagem foi custeada pelo seu próprio bolso, mas a dele pode ter sido bancada por um laboratório. E como? Ao invés de escrever na receita o nome do princípio ativo do medicamento, colocou o nome fantasia, a marca comercializada pelo laboratório. E as amostras grátis? Outra embromação, já que dois ou quatro comprimidos não são o bastante para curar o paciente. Ele tomava essa pequena dosagem, os sintomas desapareceriam, ele interrompia o tratamento, e a doença voltava, ainda mais violenta. Amostra grátis, agora, só se for a cartela completa.</FONT></P> <P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=justify><FONT size=2>Tudo isso também, felizmente, acabou, entrando em vigor oficialmente em maio.</FONT></P> <P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=justify><FONT size=2>Espera-se agora, do governo federal, do Ministério da Saúde, uma campanha publicitária veiculada maciçamente, inclusive na web, apresentando aos brasileiros a nova regulamentação e pedindo que eles denunciem, caso o médico insista em enfiar, goela abaixo, a receita de tal medicamento. Ou dedure o ator que aparece falando que toma este ou aquele remédio para emagrecer, parar de fumar ou outra maracutaia.</FONT></P> <P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=justify><FONT size=2>Quanto às agências, é bom ficarem de olho. Ator famoso não pode estrelar campanhas divulgando medicamentos. Pode aparecer no comercial, mas dizer que usa, não. Mas surgiu um pepino: como definir quem é celebridade e quem não é. Muitos pé-rapados dizem ser famosos, agem como tal, enquanto que a maioria dos "imortais" prefere, por vários motivos, entre eles o fisco, ficar na muda. Na penumbra. Mais mineiros que nós, mineiros.</FONT></P> <P align=justify>&nbsp;</P> <P><FONT size=2>Bem, mas por hoje é só. Até quinta...</FONT> </P></FONT>
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		<title><![CDATA[Atenção, agências e anunciantes. O mercado informa: toda crise é didática...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=30538</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A crise chegou, está aí. Afetou muito a propaganda mineira? Não mais do que se previa, e nem menos do que se esperava. Pelo menos até agora.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Estou sendo pessedista, sofista, sem entrar realmente no mérito da questão?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Acredito que não. E dou alguns motivos para defender meu posicionamento. Citando Paulo Vasconcelos do Rosário,&nbsp; publicitário e consultor de marketing institucional, a crise na publicidade mineira surgiu antes, muitos anos antes, da crise global que veio no final de 2008, <I style="mso-bidi-font-style: normal">startada</I> pela quebradeira no sistema hipotecário americano. Paulo Vasconcelos frisa que só o fato de nossas agências não terem clientes nacionais, e nossos clientes nacionais e internacionais (como a Fiat) serem atendidos em outros estados, já era um sintoma grave de crise.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas vamos aos fatos, e “dedico” a postagem de hoje a agências e anunciantes.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Se o anunciante leva sua conta para fora, é porque desconhece o potencial, a criatividade e os diferenciais da propaganda mineira. E só o fato de nossos criativos trabalharem a partir de hábitos e costumes regionais já é um grande diferencial.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Por que então as agências, isoladamente ou através de suas entidades de classe – Sinapro/MG, Abap/MG e Associação Mineira de Propaganda-, não fazem investidas de guerrilha, chutando as portas das empresas e mostrando seu portfólio? Por que não instituir eventos, fóruns de discussão, realizados periodicamente e metodicamente, mostrando ao anunciante o que é publicidade, comunicação e marketing (muitos acham até hoje que marketing é picaretagem)? Enfatizando, a partir de pesquisas, os resultados que uma campanha publicitária e outras ações de comunicação trazem de imediato, a curto prazo, para a empresa? Explicar, didaticamente, o que é criação, planejamento, pesquisas, o mídia e sua importância no custo-benefício, a marca como patrimônio e seu contínuo reposicionamento?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Agora, uma rajada nos anunciantes. Por que entregar uma conta para agências de outros estados, que não conhecem os hábitos e costumes mineiros, a linguagem do consumidor mineiro, a matreirice escorregadia e perspicaz dos moradores das Gerais, que Guimarães Rosa tão bem retratou em suas obras?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ou, como ainda ocorre em grandes empresas – e se me perguntarem, digo em off, enumero umas vinte que utilizam isso -, por que deixar que o sobrinho, o afilhado, ou o irmão da amante, recém-formado em um dos inúmeros cursos de Publicidade que abundam por aí, assuma a comunicação, veiculando campanhas (???) pífias, grotescas, e ainda recebendo tapinhas nas costas (“Meu garoto!!!”)?.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Crise é momento de oportunidade. Crise é didática, como me disse outro dia o experiente e calejado Édison Zenóbio.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E é nas crises que aprendemos a não brincar <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em serviço. Seja" w:st="on">em serviço. Seja</st1:PersonName> agência de publicidade ou anunciante. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Afinal, está em jogo uma coisa intangível, virtual, mas elementar, imprescindível, que trabalha com erro zero, tolerância zero: a sobrevivência no mercado.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E termino deixando com vocês um anúncio, um belo exemplo da chamada “mídia alternativa”. Outro dia disse que o povão também faz propaganda enganosa. Mas faz também coisas legais, sacadas geniais. Esse aí espalhou por toda Belo Horizonte cartazes escritos a mão, vendendo restaurantes. E ele não deixa por menos: faturamento de 4 mil reais por mês. Por que, então, vender o negócio? Ele não quer nem saber. Todo dia sai de casa um inteligente e um otário...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até segunda...</FONT> </SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p>&nbsp;&nbsp;</o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/21cb120cd9e3642148715e2275b1fd46.jpg"></o:p></SPAN></P>
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		<title><![CDATA[Crise, oportunidades e propaganda enganosa]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=30363</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Depois de um recesso, pendurando a bermuda e o boné e voltando ao social, o blog está de volta das férias.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E a crise, e as especulações sobre ela, continuam como assunto do dia.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O certo é que a propaganda mineira não pode ficar parada, à espera de uma medida governamental, de uma assinatura do Lula em prol das agências e do mercado como um todo. Essa ajuda foi dada ao setor de automóveis e construção, através da redução do IPI ou da liberação de crédito ao segmento imobiliário. Mas a propaganda, como sempre, ficou de fora.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Hora então de colocar a mão na massa e agir. E como? Sugiro duas frentes. Uma, no próprio Estado, com as agências investindo pesado na área de prospecção – até mesmo na formação e aprimoramento de profissionais para o setor -, apresentando sua criatividade e, principalmente, seus diferenciais, para outros públicos.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E penetrar em outras regiões. Será que uma agência de Uberlândia, Uberaba ou Sul mineiro, poderia “atacar” o interior paulista, tão próximo e quem sabe desprovido de um trabalho diferenciado, sobretudo se voltado para a agricultura (soja, café e etc) ou pecuária?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E uma empresa de propaganda de Montes Claros, quase Polígono da Seca, não teria linguagem, hábitos e costumes como ferramentas para disputar, com competência, empresas do Nordeste brasileiro? E as agências de Itaúna e Divinópolis, que sabem de cor e salteado a linguagem do vestuário, não poderiam oferecer seu khow-how e portfólio para outras freguesias?</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E as agências de BH? Por que não entrar no circuito São Paulo/Rio e de outras capitais, outras grandes metrópoles, participar de todas as concorrências públicas e da iniciativa privada, centrando fogo nos clientes cujo perfil se identifica com os trabalhoos já realizados pela agência mineira? </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2>Dizer que os clientes estão escassos, que todo mundo está encurtando as rédeas, é muito fácil.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2>Prefiro martelar o velho jargão “crise é oportunidade”. Momento de fazer ioga, relaxar, rever posturas e posicionamentos, e levantar-se com carga total. Como o pugilista que leva um cruzado no queixo, mas não se abate; pelo contrário, sabe que o adversário também é vulnerável, basta descobrir suas fraquezas...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2>São dicas, sugestões de um jornalista palpiteiro. Mas fica registrado.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E termino o blog com um exemplo de propaganda enganosa. Não de grandes conglomerados financeiros, indústrias pesadas ou hiper redes varejistas. Não é só megasempresas que fazem publicidade mentirosa de produtos ou serviços. Vejam a foto abaixo, tendo como cenário a Igreja São José: um cartaz promete a cura do alcoolismo através de um remédio, garantindo resultado de 100%. Erro zero.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/914549bc9c23cbbda76ee1bf0eef8391.jpg"></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O médico, cientista, ministro ou secretário de Saúde, no Brasil ou em qualquer parte do mundo, que conseguir essa façanha, será imortalizado. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Contra o alcoolismo, tabagismo e outras drogas, só mesmo muita força de vontade, e na maioria dos casos acompanhada de tratamento medico e/ou psicológico. O resto é conversa fiada...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Em resumo, pobre também faz propaganda enganosa.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Até quinta...</FONT></P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Idéia genial fecha 2008. Campanhas antigas recriadas para clientes de hoje e VT’s de produtos modernos para consumidores do século passado]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=28642</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></B></P><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Uma idéia realmente vanguardista: inversão de papéis e de&nbsp;épocas no áudio publicitário. Criação de peças publicitárias de produtos atuais – como celular, pen drives, TV de plasma ou carros com<I style="mso-bidi-font-style: normal"> </I>handsfree bluetooth - para um público das décadas de <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="30 a">30 a</st1:metricconverter> 60. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E o contrário: desenvolver campanhas de produtos das primeiras décadas do século passado – como creme dental Eucalol, comprimidos Cafiaspirina, cobertores Parahyba, vinho reconstituinte Silva Araújo, e cigarros Veado – para os consumidores de agora.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É a Kundum, especializada em produções de áudio, que lançou o Desafio Kundum. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>A iniciativa propõe que <SPAN style="mso-fareast-language: EN-US">os redatores e diretores de criação convidados pela&nbsp;produtora criem propagandas vendendo produtos de ontem para o público de hoje. Já os estudantes de publicidade confeccionam peças direcionadas ao público das décadas de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="30 a">30 a</st1:metricconverter> 60, porém tendo como ponto central produtos e empresas da atualidade. O evento foi idealizado para comemorar os quatro anos da produtora. </SPAN></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Helder Lima, um dos donos da Kundum, explica que as agências das marcas escolhidas para a elaboração das peças pelos estudantes definirão os melhores trabalhos, que serão gravados pela produtora. Os redatores vão acompanhar todo o processo de produção. As empresas atuais que vão ganhar spots e jingles com textos e roupagem das décadas de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="30 a">30 a</st1:metricconverter> 60 são a Tim, Ricardo Eletro, Vernon Concessionária Peugeot, Big Shopping, Conselho Regional de Educação Física e Rede Motéis BH. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Eis os produtos das décadas de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="30 a">30 a</st1:metricconverter> 60 que ganham textos para os dias atuais:</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><SPAN style="mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-language: EN-US"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>- Sabonetes </SPAN>Lifebuoy, VT criado por G.Martins, veiculado nos anos 40 e 50 .Ganha jingles e spots atuais por Maurilo Andréas da Domínio Público.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Creme Dental Eucalol - criada por G.Martins – anos 40-50 – tem jingles e spots atuais por Araceli Mesquita da 2004 Comunicação.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>-&nbsp;Creme para cabelos Glostora - criada por G.Martins – anos 40-50 – jingles e spots atuais por Gustavo Passos da New 360º.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>-&nbsp;Creme Rugol - criada por Gilberto Martins – anos 40-50 – jingles e spots atuais por Márcia Lima da Solution.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Lonaflex - criada por Chico Oliveira da Pauta – 1962 – jingles e spots atuais por Luiz Oliveira da Sigla Comunicação.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Calça Rancheiro – criação não identificada – 1954 – jingles e spots atuais por Robson Santos da New 360º.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>-&nbsp;Pílulas do Dr. Ross - criada por W. Galvão – 1945 – tem jingles e spots atuais por Aniel de Jesus da Lápis Raro.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Ceras Dominó - criada por Passarinho da Pauta – 1961 – jingles e spots atuais por Augusto Coelho da MPM Propaganda.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Alka Seltzer - criada por Sivam – 1952 – jingles e spots atuais por Flávia Rennó, da Tom Comunicação.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Cobertores Parahyba - criada por Erlon Cheves da Magisom – 1959 – jingles e spots atuais por André Maia da Pro Brasil Propaganda.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>-&nbsp;Pílulas de Lussen – criação não identificada – anos 40-50 – jingles e spots atuais por Edmundo Bravo, da Asa Comunicação.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Alivene – criação não identificada – anos 40-50 – jingles e spots atuais por Ricardo Mellilo, da Ilha Comunicação.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Cafiaspirina – criação não identificada – anos 40-50 – jingles e spots atuais por Wagner Lanna, da On Idéias Interativas.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- Cigarros Veado - criação não identificada – anos 40-50 – ganhará jingles e spots atuais por Jorge Netto, da Orgânica Comunicação.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- Creme de Barbear Willians - criação não identificada – anos 50-60 – jingles e spots atuais por Paulo Alvim e Lucas Queiroz da Tom Comunicação.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Comprimidos Entero Viofórmio - criação não identificada – 1961 – jingles e spots atuais por Bárbara Rossi da Agência Totum.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>-&nbsp;Sheltox Inseticida - criação não identificada – anos 50-60 – jingles e spots atuais por Dan Zecchinelli, da Filadélfia Comunicação.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;- Vinho Reconstituinte Silva Araújo - criação não identificada – anos 40-50 – jingles e spots atuais por Luciana Moretzsohn.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;E Apringosol - criação não identificada – anos 40-50 – ganhará jingles e spots atuais por Flávio Chubes, da Lápis Raro.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Os comerciais gravados até agora já podem ser vistos no site </FONT><A title="This external link will open in a new window" href="http://www.kundum.com.br/" target=_new><SPAN style="COLOR: windowtext"><FONT size=2>www.kundum.com.br</FONT></SPAN></A><FONT size=2>. Confiram.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>(Na foto abaixo, o diretor de criação Jorge Netto, da agência Orgânica, que está recriando o comercial dos Cigarros Veado, ladeado por Simone Faquineli e <SPAN style="COLOR: black">Helder Lima, da Kundum)</SPAN></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><SPAN style="COLOR: black"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/c98d2472d9cf6779cc3f0de44f707f35.jpg"></SPAN></P>
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		<title><![CDATA[GM fez lobby para obter dinheiro do governo e pede desculpas]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=27630</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN></B><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2></FONT></o:p></P></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>"Às vezes quebramos a confiança de vocês ao deixar nossa qualidade cair abaixo dos padrões do setor, e nossos designs se tornaram sem brilho". <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Esse pedido de desculpas não partiu de uma fábrica de queijos do Serro, nem de um alambique da região de Salinas. E muito menos de um dos lojistas do Shopping Oi.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O <I style="mso-bidi-font-style: normal">mea-culpa</I> é da General Motors, feito através de um comunicado dirigido à população. A GM, uma das maiores empresas automobilísticas do mundo, admite no anúncio ter "decepcionado" e às vezes até "traído" os consumidores americanos. Motivo: o lobby que montou para garantir recursos do governo, indispensável à sua sobrevivência, depois de mortalmente ferida com a crise que se abateu sobre aquele país. <BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A agência de notícias Reuters explica que a carta aberta, sem assinatura e publicada no conceituado<SPAN style="COLOR: black"><A href="https://home.autonews.com/clickshare/authenticateUserSubscription.do?CSProduct=autonews&amp;CSAuthReq=1:273338449167061:AID|IDAID=20081208/ANA02/312089881|ID=:64E443A98F9724551E5C160324112FBB&amp;AID=20081208/ANA02/312089881&amp;title=&amp;ID=&amp;CSTargetURL=http://www.autonews.com/apps/pbcs.dll/exec?name=MHCPayPerArticleResponse&amp;nocache=1&amp;AssignSessionID=273338449167061&amp;AID=20081208/ANA02/312089881" target=_blank><B><SPAN style="COLOR: black; TEXT-DECORATION: none; text-underline: none"> "Automotive News</SPAN></B></A>"</SPAN>, representa uma nova atitude da empresa em relação ao público. Em novembro, ao justificar o pedido de ajuda ao governo, disse que a crise de crédito prejudicou sua atividade de uma maneira imprevisível para seus executivos. <BR> <BR>O texto revela ainda que, embora a GM <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>continue líder de vendas nos EUA, a indústria reconhece ter desapontado os consumidores. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O anúncio vai mais além: se a GM falir, a recessão dos Estados Unidos pode se aprofundar e há riscos de "milhões de empregos" serem perdidos, acrescentando que fará a reestruturação da indústria anunciando a intenção de começar a pagar a dívida com os contribuintes em 2011. Ou seja, não foi o governo, mas o cidadão americano, que emprestou dinheiro para a fábrica não quebrar.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Uma pergunta que não quer se calar: o governo brasileiro, desde o advento da República, empresa dinheiro para empresas, a juros até mesmo abaixo da inflação. Para políticos, então... E cito a falência da Minascaixa, a tradicional Caixa Econômica de Minas Gerais, como exemplo de corrupção. Dinheiro do povo – a Minascaixa era um banco estatal – indo parar no bolso de políticos, a título de “empréstimo”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Repito o <I style="mso-bidi-font-style: normal">mea-culpa</I> da GM: "Às vezes quebramos a confiança de vocês ao deixar nossa qualidade cair abaixo dos padrões do setor, e nossos designs se tornaram sem brilho". <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Alguma empresa brasileira teria coragem de tomar essa atitude?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E termino o blog com uma imagem enviada por uma amiga, Regina Meirelles, um outdoor artesanal que dá <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>um chega-pra-lá no fantasma da crise, abominando os profetas da desgraça. Valeu, Arnaldo José da Silva. E não são só as TV’s. Alguns jornais também!<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E até quinta...</FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/1811becede6816bbfc2beb96c5cde3ae.jpg"></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Governo federal lança campanha estimulando o brasileiro a espantar o fantasma da crise e ir às compras]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=26881</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O governo federal lança nos próximos dias – deve começar dia 10 - uma megacampanha publicitária com um objetivo de alta importância: manter o mercado interno acelerado. A economia interna é, realmente, o principal ponto de sustentação do crescimento econômico diante do cenário internacional de “tsunami financeiro”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Anúncios nos principais jornais do País, comerciais em rede nacional, spots e anúncios na internet farão parte da campanha, que desenvolverá o conceito “O mundo aprendeu a respeitar o Brasil, e o Brasil confia nos brasileiros”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Através das peças, o governo quer fazer a população acreditar na estabilidade de nossa economia diante da crise internacional, e não parar de consumir. Principalmente agora, às vésperas do Natal, quando as lojas estão abarrotadas de mercadorias.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>De maneira didática, anúncios e filmes na TV demonstrarão como a economia é dinâmica, e se houver queda no consumo, haverá reflexos imediatos na indústria, com demissões, que por sua vez gerarão dispensas também no comércio, serviços etc, no chamado efeito-dominó.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O ministro da Secom, Franklin Martins frisa, no entanto, que o objetivo maior não é estimular um consumo desenfreado, mas transmitir mensagem de confiança aos brasileiros. Mostrar que, com o mercado interno aquecido, os efeitos da turbulência serão menores aqui que em outros países emergentes.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Detalhe: nem o presidente Lula nem seus ministros participarão da campanha, para deixar a mensagem o mais informal possível, e apartidária.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Vamos torcer para que as peças publicitárias tenham o retorno esperado, e a população vá às compras, sem se contaminar pelo pessimismo dos apóstolos da desgraça.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[A crise afeta a publicidade? Nunca. Deixar de anunciar é suicídio, é abrir espaço para os concorrentes]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=26562</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Tem hora para falarmos, e hora para ouvir os outros. “Somos donos dos ouvidos e escravos da língua”, já alerta um antigo ditado. E há também momentos de escrever, e momentos de ler o que os outros escrevem. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>E crio – podem me chamar de preguiçoso – um novo momento: reproduzir o que os outros escrevem.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Com vocês, o editorial do jornalista Armando Ferrrentini, diretor da revista <I style="mso-bidi-font-style: normal">Propaganda &amp; Marketing</I>, do último dia 24. Assunto: É hora realmente de o empresário reduzir investimentos e deixar de anunciar?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Com a palavra Ferrentini:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>“A roda da fortuna da atividade publicitária gira mais devagar diante da crise financeira que atingiu todos os mercados e pouco tem a ver, lamentavelmente, com uma simples marolinha.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>O pior dessa gigantesca onda do mal é o medo que causa. Se a crise ficasse limitada às suas origens, seria menos danosa e mais previsível. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Mas como tantas outras que a antecederam no último século, costuma levar grande preocupação aos integrantes da economia mundial, gerando receio e paralisação.<BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Aí começa verdadeiramente a crise.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>No mercado publicitário brasileiro, já se fala em primeiro semestre difícil para 2009, com os anunciantes postergando suas decisões de verbas e iniciativas, sempre para a próxima semana.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>A postura lembra um pouco o aviso de “fiado só amanhã” de bares e restaurantes das grandes metrópoles brasileiras, cuja permanência torna insolúvel a promessa.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>O que deve ser feito para evitar o mal maior é agir rotineiramente sempre que possível, evitando a síndrome do pânico.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Ao invés do seu negócio ser mais um a cortar funcionários e diminuir a compra de matéria-prima, indague-se se de fato você precisa reduzir os seus investimentos.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Pode ser que você esteja apenas entrando na onda e contribuindo inconscientemente para o agravamento da situação.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Evitar o pior pode significar, nestes tempos de incertezas, antecipar o pior.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Pense nisso antes de dar razão aos profetas do caos”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>***<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Passo a palavra a outro expert, Franciscoi Gracioso, conselheiro da Escola Superior de Propaganda e Marketing. Em artigo na mesma edição da <I style="mso-bidi-font-style: normal">Propaganda &amp; Marketing</I> ele recorre a Otávio de Barros, economista chefe do Bradesco. O executivo apresenta algumas conclusões de seus estudos que acalmam muitos profetas do apocalipse, que estão prevendo dias negros para o Brasil em 2009. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Parte do texto de Gracioso:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>“Contrariando os que já falam em recessão econômica, Barros diz que o Brasil, como outros grandes emergentes, continuará a crescer em 2009, embora a uma taxa menor – cerca de 3% contra os 5% deste ano.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>O consumo das famílias, que é o dado principal para se prever as vendas, crescerá a uma taxa de 4,6% contra os 6% deste ano. Significa dizer que haverá mais dinheiro disponível para a aquisição de bens e serviços de todos os tipos, principalmente aqueles que tiveram maior valor emocional, no cenário de temor estimulado pela mídia.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>A verdade é que este País mudou radicalmente nos últimos anos, mas muitos anunciantes, que já estão cortando as verbas para 2009, ainda não se deram conta disso. Somente nos últimos seis anos foram abertas no Brasil cerca de 43 milhões de novas contas bancárias, integrando no mercado de consumo as famílias que pela primeira vez passaram a ter uma renda regular, graças principalmente à formalização e crescimento do mercado de trabalho. Contra os mais de dois milhões de novos empregos criados este ano, haverá cerca de um milhão em 2009. É menos, mas não deixa de ser estimulante, quando se sabe que a europa está perdendo 10.000 empregos por dia.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Não tenho menor dúvida de que o mercado de consumo continuará crescendo em 2009, e os anunciantes que se encolherem estarão simplesmente abrindo espaço para seus concorrentes”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>O escriba deste blog concorda em gênero, número e grau.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 14pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>E até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Quando clientes famosos insistem em não trabalhar sua imagem. Pelo contrário...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=26261</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Volta e meia este blog está falando de marca ou imagem de clientes, pessoas jurídicas ou físicas. E alguns episódios recentes nos fazem retornar ao assunto, agora sob a ótica de um profissional de marketing, ou agência com expertise em famosos – cantores, atores, jogadores etc.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O mote de hoje está no título: quando os clientes não ajudam o profissional de marketing a trabalhar e aprimorar cada vez mais sua imagem junto ao público. Ou quando fazem justamente o contrário: se expõem, caem ou provocam enrascadas, virando destaques nas colunas de fofocas, tanto na mídia impressa quanto a eletrônica.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Alguns exemplos: Fábio Assunção internado por ter mergulhado na cocaína. Teria até sofrido desmaios e quedas durante a gravação da global “Negócio da China”, até que finalmente foi hospitalizado.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Dado Dolabella, o Antônio da novela “Chamas da Vida” (Record), cerca de um mês atrás agrediu a então namorada Luana Piovani dentro da boate carioca 00. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Na semana passada, na mesma 00, outro ator famoso, Marcello Novaes, estava com amigo e eles se desentenderam com outros dois freqüentadores. A pancadaria comeu solta e Novaes teve que fazer cirurgia plástica – levou um baita soco na testa.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Luana Piovani, dois episódios. Antes de se separar de Dolabella, teria agredido uma produtora da Globo, que teria deixado de incluir, no diversificado kit de seu camarim, comida light. Semana passada, em companhia de seu empresário, Felipe Simão, com quem tem saído ultimamente, envolveu-se em nova confusão: o moço teria espancado o modelo Philipe Castro, ex de Luana. E pra variar, dentro de uma boate. O empresário nega tudo, não é bobo. Mas a marca Luana Piovani sofreu mais uma avaria...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Como trabalhar a imagem de clientes famosos que se recusam a ajudar seu consultor, seu personal de marketing pessoal?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E encerro com imagens que pesquei na web da inglesa Amy Winehouse, uma das maiores intérpretes que já vi nos meus 56 verões. Álcool e droga, muita droga, transformaram a carreira de Amy, que explodiu ainda adolescente. Hoje, com 25 anos e muitas passagens pela polícia e hospitais, está um caco, um lixo humano. Britney Spears estava no mesmo caminho, mas parece que está se recuperando. Tomara.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Gente, estamos falando de pessoas, mas isso também se aplica, e muito, a empresas. Quantos empresários, ou seus assessores de MKT, recusaram mudanças, atualizações na imagem e marca, apesar de orientados nesse sentido pelas agências? E quantas empresas não afundaram, fecharam as portas, por não investir na imagem/marca?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Abaixo, as imagens de Amy. E até quinta...</FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;<IMG height=375 src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/bb75a402815f4546d2fac924493dc8ec.jpg" width=187></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/3c3587cc4c1e8e5678872e3ad700caa9.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/b0de33f56fd5908662f5bc35294f7108.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/38b846ca5fd7b2d5d05a71c83c7f7cd8.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/3f111b26116b31a0fe53b9010ce5dc5a.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/12c9faf96b391121da0b96eda79483f9.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/ef034077ac1eff3182d7979779d4e67a.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/352fec62628438dc7e51ede84da29b03.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/1e0b44edf07d4f60abb2e7dc3e1fed4f.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/075cc13c87c397ee2fd11eff78ecc754.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/a04a9491158c6c124cf163d0c16314d3.jpg"></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><IMG height=375 src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/965a2dd6cebeac1fe38864430fd55445.jpg" width=443></P>
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		<title><![CDATA[Publicidade não pode se queixar de 2008. Veículos faturaram bem e agências idem]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=25875</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></B>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Estamos a um mês e dez dias do encerramento do ano, e nada como um balanço do que ocorreu na publicidade em 2008, em termos de faturamento.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Foi um ano muito bom, isso não há dúvida. Só as nuvens de crise que sobrevoam o país, vindas dos Estados Unidos, é que podem deixar os pessimistas incomodados. Mas as agências com competência, garra e instinto de antecipação aos fatos não têm porque se preocupar.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas vamos ao balanço do ano, tendo como base levantamento do projeto Inter-Meios, relatório de investimentos em mídia, da editora Meio &amp; Mensagem.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O levantamento revela que o mercado, como um todo, teve um aumento de receita de 15,8%, e o grande destaque foi a mídia impressa, com os jornais registrando um crescimento de 15,55% até setembro. Ou seja, o volume de anúncios aumentou no mesmo nível, já que jornal sobrevive primordialmente e substancialmente da publicidade, e não apenas da venda em bancas ou assinaturas. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Em segundo lugar veio a TV aberta, que teve seu bolo publicitário apontando um crescimento de 14,2% até setembro, em relação aos primeiros nove meses de 2007.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A mídia internet brilhou este ano: um aumento de faturamento de 47,2% até setembro. Perde para jornais e TV pelo volume financeiro, já que os dois primeiros veículos têm tabelas de preço infinitamente superiores ao de anúncios na web.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A TV a cabo cresceu 3,6%, aquém do esperado, já que a televisão “fechada” teve - e está tendo um aumento - um aumento contínuo de assinantes, atingindo inclusive as chamadas “classes baixas”, C e D. Os “gatos” existentes nas favelas de BH, Rio e de todo o Brasil que o digam...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O outdoor, mesmo enfrentando a “Lei Cidade Limpa” <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em São Paulo">em São Paulo</st1:PersonName>, maior anunciante do país, e também combatido em Minas e outros estados, conseguiu crescer: faturou 5,8% a mais até setembro, em relação aos primeiros nove meses de 2007.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E quem levou a pior? O levantamento da M&amp;M não esconde: mídias guias/listas (a receita caiu 10,3%), mídia móvel (recuou 17,6%) e painéis (desceram 9,9%).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas quem ganhou mesmo foram os responsáveis diretos pelo mercado da publicidade e propaganda – as agências e seus profissionais. Trabalharam corretamente, com criatividade e agilidade, aproveitando com oportunismo a conjuntura econômica favorável e otimizando resultados para seus clientes.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Clientes estes que, certamente, vão continuar investindo em 2009, sem medo de crise.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Aliás, a crise é uma bíblia lida por dois públicos opostos: os pessimistas, que encontram nela motivo para não perseverar, e os otimistas, que jogam todas suas fichas no trabalho, para se distanciar cada vez mais da concorrência indecisa.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E concluo a postagem de hoje com uma imagem que me enviaram: um morador de rua conversando, na maior intimidade, com a estátua de Carlos Drummond de Andrade, em pleno calçadão de Copacabana. E o título parece ser coisa de publicitário – uma ironia fantástica às já cansativas campanhas das operadoras de fixo e móvel.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2><SPAN><STRONG><FONT face=Verdana color=#008080 size=4>AGORA VOCÊ FALA QUANTO TEMPO</FONT></STRONG></SPAN></FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2><SPAN><STRONG><FONT face=Verdana color=#008080 size=4>QUISER E NÃO PAGA NADA!</FONT></STRONG></SPAN><FONT size=3> </FONT> <BR><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/e77030d7fbf7488128dd017c5d81a8b4.jpg"></FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2></FONT></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[A remuneração por fee vem aumentando a cada dia. Seria realmente hoje a melhor forma de pagamento para uma agência?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=25665</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>No Brasil, a remuneração por fee já é maioria nos contratos entre os grandes anunciantes e as agências de publicidade.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A remuneração por fee já é maioria nos contratos entre os grandes anunciantes e as agências de publicidade. É o que revela pesquisa realizada no Brasil pelo grupo espanhol Consultores.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O levantamento ouviu 350 executivos de empresas anunciantes, responsáveis por administrar uma verba em média de R$ 33,5 milhões. As entrevistas foram concedidas entre abril e agosto, a maior parte delas <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em S&#65507;o Paulo" w:st="on">em São Paulo</st1:PersonName> (77%) e no Rio de Janeiro (10%).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O avanço da modalidade de fees foi verificado em relação ao levantamento de 2006, que contou com as informações de 278 profissionais de marketing. Desde então, o número de clientes que recorreu ao sistema subiu de 45% para 64,6%. Quase metade deles (47%) admitiu que pratica o fee mensal.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Apesar disso, o pagamento por comissão de veiculação continua sendo uma prática dos contratos de publicidade, só que em uma variação menor (de 47,6% para 47,2%). O modelo híbrido é utilizado por 16% dos anunciantes que têm acordos mistos com as agências. Segundo Cesar Vacchiano, presidente do Grupo Consultores, em todo mundo há o avanço dos pagamentos de fee e a retração dos pagamentos de comissão.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Detalhe: a pesquisa investigou a forma de avaliação da performance do relacionamento entre agências e anunciantes para se chegar aos valores componentes da remuneração variável. Entre os 16,4% dos anunciantes que trabalham com essa modalidade, mais da metade (58,95%) define as quantias a serem pagas às agências a partir de uma avaliação do cumprimento dos objetivos traçados anteriormente pelas duas partes.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Já 38,4% relacionam a remuneração variável diretamente aos resultados alcançados pela empresa naquele período, método considerado por Vacchiano prejudicial para as agências.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Nos Estados Unidos, a remuneração variável está evoluindo bastante: era de 17% em 1988, saltou para 30% em 1997 e atingiu 50% este ano. Esse índice só é superado pelo do Reino Unido, onde o sistema é usado em 56% dos relacionamentos dos anunciantes com suas agências de publicidade. Com índices acima do brasileiro ainda estão Alemanha (22%), China (20%), França (19%) e Espanha (18%). Abaixo, somente o Japão (8%).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas fica a pergunta: é melhor e mais seguro receber fee, ou pelo valor real da criação de campanhas e outras ações de comunicação?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN></FONT><o:p></o:p></SPAN></P>
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		<title><![CDATA[Escocês usou papagaio para vender sua casa. Uma aula de marketing...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=25424</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Meus caros, observem bem o texto abaixo, matéria publicada esta semana nos principais jornais do Brasil e do mundo. O filho de um escocês encontrou uma estratégia sensacional para o pai vender sua casa: usou um papagaio, bicho exótico e raro na Europa, como isca.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>É uma estratégia singela, simplista, feita por uma pessoa aparentemente ingênua, mas que ganhou as páginas dos jornais e os telejornais do mundo todo. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Um&nbsp;grande case de marketing. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Vejam a matéria:</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>“O dono de um papagaio na Escócia está vendendo o que pode ser o bichinho de estimação mais caro do mundo. Chev, um papagaio de penas multicoloridas e que vive com o seu dono, Jim Gallagher, de 54 anos, em Airdrie, no centro-sul do país, vai passar para as mãos de quem oferecer mais de 179 mil libras esterlinas (o equivalente a cerca de US$ 284 mil).  <BR>Mas o comprador também vai levar de brinde a casa de três dormitórios de Jim. Ele teve a idéia de vender a ave com a casa para conseguir dinheiro para emigrar para a França ou a Espanha.  <BR>Jim Gallagher disse à BBC: <I style="mso-bidi-font-style: normal">Eu acho que estou oferecendo uma barganha muito boa.<o:p></o:p></I></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>O encanador autônomo disse que decidiu vender tudo e ir embora com a filha, Karen, de 27 anos, depois da morte de seu filho, Mark, de 31 anos, em conseqüência de um ataque de asma.  <BR><I style="mso-bidi-font-style: normal">O meu filho era o meu melhor amigo, nós faziamos tudo juntos. A casa me lembra dele. Tem tantas lembranças boas, mas é hora de ir para a frente</I>, disse Jim.  <BR> <BR><I style="mso-bidi-font-style: normal">A idéia de vender o papagaio e dar o imóvel para quem o comprar foi de Mark,</I> contou: <I style="mso-bidi-font-style: normal">Nós estávamos em Sevilha para a final da Copa da Uefa há uns anos e quando nós tentamos comprar os ingressos na internet as pessoas estavam vendendo um cachecol (com o símbolo do time) com a entrada para o jogo de brinde. Mark achou que a novidade poderia funcionar com Chev</I>.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>E Jim disse que já apareceram interessados. <I style="mso-bidi-font-style: normal">Uma mulher telefonou dizendo que gostaria de comprar o papagaio mas que não estava interessada na casa</I>, afirmou. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E acrescenta: <I style="mso-bidi-font-style: normal">Mas ela vivia em um apartamento e Chev precisa de espaço para voar.<o:p></o:p></I></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></I></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN></I>O encanador escocês reconhece que pode ter saudades do papagaio e faz questão de que cuidem bem dele, mas ele está convicto de suas prioridades: <I style="mso-bidi-font-style: normal">Se alguém fizer uma oferta pela casa mas não quiser a ave, eu não vou dizer não. Eu já tenho uma ou duas pessoas de reserva para cuidar dele assim que a casa for vendida, </I>afirmou.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Deve ter vendido, lógico.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>E até segunda...</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Crise não afeta agências. Elas estão é admitindo, reforçando seus quadros]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=25228</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>No Meio &amp; Mensagem do início deste mês, uma notícia boa para o mercado. Apesar da crise que se abateu sobre o mundo – começando pelos Estados Unidos, de onde se originou -, o mercado publicitário brasileiro está reagindo bem, muito bem.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><SPAN>Tanto assim que levantamento pelo M&amp;M, ouvindo mais de 25 agências de Minas, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná, revela que 200 profissionais foram contratados por essas empresas nos meses de julho, agosto e setembro. Só a Fischer América reforçou seus quadros com 15 novos funcionários. E a Fala!, do grupo Total, garantiu que deve contratar entre 20 e 25 pessoas até o início de 2009.<o:p></o:p></SPAN></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Regina Augusto, diretora-editorial da publicação, definiu bem a questão: “A contratação de cerca de 200 profissionais pelas agências de publicidade, em um momento em que a crise global empurra para baixo as bolsas de valores em todo o mundo, mostra que, por mais que existam os alarmistas de plantão, a vida continua”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Concordo plenamente com Regina Augusto. Crise econômica não se reflete, diretamente, com a precisão de um lança-míssil, sobre a publicidade. E as agências inteligentes estão atentas a isso. Para quê, por causa de informações genéricas e fragmentadas, demitir funcionários, perder talentos que podem ir para o concorrente?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A hora é de calma e tranqüilidade. Não se constrói um corpo funcional criativo, ágil e identificado com as demandas e necessidades dos clientes, de uma hora para outra. Como também não se pode desfazer de talentos, só porque um pessimista diz que a propaganda já está sendo afetada pela crise.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Aliás, as agências, e vamos falar de Minas, têm também muitos motivos para reforçar seus quadros, sem pensar <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em crises. Desde">em crises. Desde</st1:PersonName> que me entendo por gente, as manchetes dos jornais impressos e telejornais brasileiros <U>foram tiveram</U> a palavra crise como carro-chefe.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E vamos aos fatos positivos: Minas elegeu 853 prefeitos recentemente. Grande parte deles já estão pensando em fazer licitação para contratar uma agência que entenda seu pensamento, que assimile sua filosofia administrativa, para trabalhar a comunicação de seu governo. O segmento imobiliário, que foi o gerador da crise americana, em Minas vai muito bem. Condomínios luxuosos, prédios de luxo, estão sendo lançados ou inaugurados toda semana. O segmento de automóveis, que como outras áreas receberam subsídios do governo federal, retomaram a performance de vendas do primeiro semestre. E empresas mineiras que estavam fora do Estado, com suas contas entregues a agências de lá, retornam a Minas, como é o caso da Móveis Itatiaia, que desde agosto passou a ser atendida pela Jbis.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O momento, então, é de otimismo. Trabalho e otimismo. E deixem os “alarmistas de plantão” falar o que quiserem. Porque recebem para isso. Imprensa não sobrevive só de reportagens positivas. Estar tudo bem, “tudo certo”, como já dizia Roberto Carlos, é obrigação. Notícia é o que vai contra a corrente, contra o bom andamento das coisas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E encerro o blog de hoje com alguns provérbios populares sobre pessimismo e otimismo, vencedores e perdedores:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O vencedor: “Pode ser difícil, mas é possível. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O perdedor: “É possível, mas é tão difícil...”<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Vencedor: “Enxerga resposta para cada problema”. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Perdedor: “Enxerga problema em cada pergunta”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E para os que ainda estão em dúvida, receosos ou temerosos sobre crises, a “Prece da Serenidade”, que abre e encerra as reuniões dos alcoólicos anônimos no Brasil e em todo o mundo. Uma lição de vida: <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar; coragem para modificar aquelas que podemos; e sabedoria para distinguir uma das outras”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Obama já inspira outdoor. Hamilton também deve virar garoto-propaganda. Dois negros vitoriosos detonando o racismo]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=24970</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Quem divulgou foi o site Adnews:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>“Uma propaganda às avessas. A agência Grey, de Nova York, produziu um outdoor que mostra os candidatos à presidência dos EUA com cor de pele e características diferenciadas: Barack Obama aparece branco, enquanto John McCain, negro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>A idéia é transmitir uma mensagem para que o racismo não influencie na votação dos milhões de americanos que vão às urnas nesta terça-feira.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Com o slogan <I style="mso-bidi-font-style: normal">Deixe as questões serem a questão</I>, a peça foi veiculada em vários pontos da cidade de NY.”<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Vejam o outdoor:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" /><v:shapetype id=_x0000_t75 coordsize="21600,21600" o:spt="75" o:preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"><v:stroke joinstyle="miter"></v:stroke><v:formulas><v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"></v:f><v:f eqn="sum @0 1 0"></v:f><v:f eqn="sum 0 0 @1"></v:f><v:f eqn="prod @2 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @0 0 1"></v:f><v:f eqn="prod @6 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="sum @8 21600 0"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @10 21600 0"></v:f></v:formulas><v:path o:extrusionok="f" gradientshapeok="t" o:connecttype="rect"></v:path><o:lock v:ext="edit" aspectratio="t"></o:lock></v:shapetype><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/542e85fc8ae967ba45d3757a0db976c0.jpg">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Adaptando, chupando a idéia da Gray de NY, não seria o caso de as agências&nbsp;mineiras ir até seus clientes e sugerir campanhas, tendo como inspiração não apenas a vitória de Obama, mas também a conquista, domingo passado, do tão cobiçado troféu da Fórmula-1?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Motes não faltam: pela primeira vez um negro assume a presidência do país tido como o mais importante do mundo; e também pela primeira vez um negro conquista a F-1, outro território “branco”, feudo ariano.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Barack Obama e Lewis Hamilton, garotos-propaganda em potencial.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT size=2>Deixo a idéia para as agências, e abro espaço para os comentários dos leitores do blog.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Mensalão: Duda quer desbloqueio de seus bens. “Tem base?”]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=24697</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Prometi a mim mesmo que não falaria mais de Duda Mendonça. Pelo menos para criticá-lo, como vinha fazendo.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas parece que o Duda, como bom baiano, deve ser espiritualista, mago ou bruxo, porque leu meus pensamentos e estou de novo cutucando o publicitário baiano.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E o assunto é antigo: com os bens bloqueados após seu envolvimento no mensalão – está sendo processado por evasão de divisas e lavagem de dinheiro – o marqueteiro, através de seus advogados, requerem ao Supremo Tribunal Federal o desbloqueio de seus bens e de sua sócia, Zilmar Fernandes da Silveira. Segundo os advogados, em matéria publicada na Folha de S. Paulo de sábado, o congelamento dos bens está causando “asfixia” das empresas do publicitário.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Refrescando a memória: durante as apurações (houve mesmo?) do mensalão, em 2005, Duda admitiu ter recebido em contas abertas por ele no exterior a bagatela de R$ 10,5 milhões, como forma de pagamento por campanhas feitas por ele para campanhas petistas em 2002. Em sua defesa, Duda alega que assumiu a sonegação fiscal, e que já pagou mais de R$ 5 milhões,<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>daí ter direito ao desbloqueio.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Na mesma reportagem, Duda chama o brasileiro de bobo e imbecil. Diz que “orientado por Marcos Valério, apontado como um dos articuladores do esquema do mensalão”, abriu “uma empresa de offshore nas Bahamas, para receber dívidas do PT”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Minha gente, como é que Duda Mendonça, um dos maiores marqueteiros políticos do Brasil e da América do Sul, receberia – e cumpriria – orientação de Marcos Valério, um simples lobista nos bastidores de Brasília? Ao contrário, ele é que ganha para dar orientações. É um consultor, orientador de marketing. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Abriu conta nas Bahamas porque lá seria mais seguro, ninguém descobriria. Só que o deputado petebista Roberto Jefferson, um dos acusados de receber propina com o mensalão, abriu o bico e espalhou farinha (para não usar outro termo) pra todo lado, atingindo Duda e um monte de políticos e empresas, inclusive as mineiras SMPB e DNA.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Duda merece desbloqueio de seus bens? Lógico que não. Pelo menos até que pague tudo o que deve à União, a nós contribuintes, que são os R$ 10,5 milhões.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E só para encerrar, o marqueteiro voltou à ativa. A própria Folha revela que ele trabalhou nas campanhas para as prefeituras de Fortaleza, Belém, São Luís e Belo Horizonte. Em todas, seus clientes foram eleitos. Em BH,&nbsp;Duda não teve participação de destaque. Deu alguns pitacos, e ficou só nisso. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Lacerda venceu Quintão com o acesso àquele vídeo de Ipatinga, onde Quintão, defendendo a candidatura do pai à prefeitura local, berra várias vezes: “Vamos ganhar e vamos chutar a bunda deles”. A resposta da equipe de Lacerda: “É isso que você quer para BH?” O peemedebista tentou justificar: “Estava brincando, brincando de política e de futebol”.E o time de Lacerda reproduziu a fala de Quintão e jogou a pá de cal: “Com política não se brinca!”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Outra grande contribuição veio do humorista Tom Cavalcante, casado com uma mineira, e que colocou no YouTube um vídeo onde imita os trejeitos e afetação de Leonardo Quintão, dando sua opinião. “Eu também amo BH”, e frisando que a cidade precisava de um bom prefeito. No caso, Lacerda.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Bem, por hoje é só. Até quinta.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>OBS: eu ia dedicar este blog ao meu netinho (ou netinha), que está em início de gestação, primeiro(a) herdeiro(a) de minha filha Cássia e do meu genro Renato. Mas voltei atrás. Falei hoje de Duda Mendonça, Marcos Valério, Roberto Jefferson e outros dragões da corrupção. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Dedico não. Pode trazer maus fluidos para o querido anjinho ou anjinha, hoje no bico da cegonha, e que em breve estará me dando toneladas de risos, alegria e orgulho de vovô coruja. Fica para outra oportunidade.</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Marketing político: cenas pitorescas destas eleições]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=24459</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>"É casado? Tem filhos?" "Para decidir certo é preciso conhecer bem.” Cena da propaganda eleitoral para a prefeitura de São Paulo, com a candidata petista Marta Suplicy questionando a vida pessoal de Gilberto Kassab, do DEM, que acabou vencendo a eleição. Marta estaria, nas entrelinhas, dando a entender que o adversário era gay (como se isso fosse um empecilho para quem se habilita a administrar uma cidade).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O curioso é que no Rio, uma cidade muito, mas muito mais liberal, Fernando Gabeira, que foi para o segundo turno e perdeu para Eduardo Paes, é um gay assumido. E nem por isso sua opção sexual foi utilizada pelo adversário durante a campanha.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Quando Lula perdeu a eleição presidencial para Fernando Collor, nos anos 90, o petista estava bem á frente no segundo turno. Mas bastou os marqueteiros de Collor mostrarem a mãe de Lurian, filha de Lula fora do casamento, dizendo que ele não teria assumido a paternidade, para Luíz Inácio perder a eleição. Mais tarde ficou comprovado que Lula e Lurian tinham uma boa convivência, eram amigos, e ela chegou a apoiar publicamente a candidatura do pai. Mas aí já era tarde.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P><FONT size=2><?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="Em Montes Claros" w:st="on"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'"><FONT size=2>Em Montes Claros, nas eleições municipais deste ano, um candidato a prefeito mandou recolher de madrugada, nas bancas, todos os exemplares de um jornal que trazia reportagem onde o adversário mostrava seu perfil ao público, fazendo também acusações ao outro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><o:p></o:p></SPAN></SPAN></st1:PersonName></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Em Ibirité, na região metropolitana de Belo Horizonte, panfletos apócrifos eram atirados nas ruas em plena madrugada, onde um candidato fazia acusações pesadas ao adversário, sem comprová-las. O outro reagiu colocando sua equipe, também de madrugada, para recolher os panfletos. O apócrifo perdeu a eleição. Continua no anonimato – inclusive o político...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Tudo isso para mostrar aos estudantes – e mesmo profissionais recém-formados – de Publicidade e Propaganda que marketing político é uma ferramenta de comunicação de alta eficiência, mas que exige, como todas as demais ferramentas, ética. Muita ética.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E transparência total. Inclusive nas pesquisas. Até hoje, transcorrida uma semana das eleições de segundo turno em BH, o Ibope não conseguiu explicar como, um dia antes de o eleitor ir às urnas, dava empate técnico entre Lacerda e Quintão, e no dia seguinte o primeiro derrotou o outro com quase 20% de diferença.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Coisas da política. E um recado final para os estudantes: publicitário deve estar antenado, ligado em política, economia, esportes e até nas colunas sociais. Tudo é munição que, bem utilizada, vira uma grande campanha. Ou elege um bom candidato.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Ibope perdeu mais que Quintão nas eleições de BH]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=24261</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Volta e meia este blog fala sobre marcas. O motivo é simples: é o maior patrimônio de uma empresa ou personalidade – que em termos mercadológicos tem seu nome como uma marca. Não é à toa que atores, jogadores, músicos e escritores processam quem usam seus nomes ou trabalhos sem autorização. Afinal, além do valor pecuniário, se o produto plagiado for uma porcaria, que sai prejudicado é o autor e sua marca.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, tudo isso para dizer que, nas eleições de BH, quem perdeu realmente, em termos de imagem e credibilidade junto ao público, sobretudo o segmento de comunicação – formador de opinião – não foi Leonardo Quintão, mas o Ibope.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Quintão retorna à Câmara dos Deputados e, como ele já declarou mesmo antes da divulgação dos resultados oficiais pelo TRE, vai apoiar Márcio Lacerda em benefício do desenvolvimento de BH. Se fará isso realmente, ou se foi de boca para fora, é outra coisa. Não é assunto para a “linha editorial” deste blog. Se Quintão apoiar realmente, vamos dar um “jóia” pra ele.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Quanto ao Ibope, o pioneiro e mais famoso instituto de pesquisas do País deu uma vacilada que põe em risco sua credibilidade. Sábado à noite, em seu telejornal, a Rede Globo divulgou duas pesquisas, ambas encomendadas pela emissora. A primeira, feita pelo DataFolha, dava 59% para Márcio Lacerda, e 41% para Quintão. A segunda pesquisa, feita pelo Ibope, dava empate técnico – 51% para Lacerda e 49% para Quintão.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Só que no domingo à noite os resultados das urnas foram extremamente fiéis à pesquisa DataFolha – 59,12% para Lacerda, contra 40,88% para Quintão.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É inadmissível, mesmo em núcleos de pesquisas criados experimentalmente dentro das faculdades de Publicidade, Economia ou Administração, uma discrepância tão grande entre duas pesquisas. A divergência é enorme, já que a diferença do candidato de Aécio e Pimentel sobre o peemedebista (apoiado pelos petistas e outros partidos de esquerda descontentes com a aliança) foi enorme, beirando os 20%.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É, se eu fosse dono de agência, já estaria nos calcanhares do Ibope, sugerindo uma campanha publicitária “jóia”, para tentar limpar a imagem do tradicional instituto de pesquisas, referência no Brasil e no exterior.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até quinta...</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Plágio na publicidade. Uma discussão antiga, mas sempre atual]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=23928</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O francês Antoine Lavoisier, considerado o pai da Química, foi quem deduziu, a partir de seus experimentos, a célebre lei da conservação da matéria: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A partir de sua observação, com o passar do tempo o conceito foi evoluindo, e hoje se fala “Na TV nada se cria, tudo se copia”, “Na arte nada se cria, tudo se copia" ou até "Na vida nada se cria, tudo se copia."..<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Não podemos de forma alguma dizer que “na publicidade nada se cria, tudo se copia”. Uma terrível injustiça. Pode ocorrer, mas não é praxe, foge da normalidade. É uma discussão antiga, mas sempre atual.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E para comprovar isso, reproduzo denúncia de plágio feita pelo diretor de criação da Novos Conceitos, Fabrício Felix, ao presidente do Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais, Juliano Sales (sócio da Casablanca). <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Vamos à acusação: a Novos Conceitos foi quem criou a campanha do vestibular de 2008 da Universidade Federal de Ouro Preto. Para 2009, através de pregão eletrônico, a UFOP escolheu a agência Traço Leal para desenvolver as peças. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Eis o e-mail enviado por Fabrício Felix para o Sinapro, anexando as duas peças, a do ano passado e a deste ano:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Parece brincadeira: A agência TL - Traço Leal (leal só no nome), faturou a campanha UFOP via Pregão (modalidade não recomendada pelo SINAPRO/MG) e ainda "chupou" a nossa última campanha ("modalidade" não recomendada pela ética). São caras-de-pau mesmo, hein? Devem estar lá, tomando umas e rindo da gente...” <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Resposta de Juliano Sales ao publicitário:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Prezado Fabrício. O Sinapro-MG continua atuando firmemente para que os pregões para contratação de agência não prosperem. No caso da UFOP, conforme já mencionei a você, eles praticaram irregularidades no processo e por isso procuramos a via judicial. Além da ilegalidade de ignorar nossa impugnação, realizaram o pregão à revelia da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, prática condenável, uma vez que trata-se de uma entidade "federal".<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Especificamente em relação à campanha "criada" pela TL, sua agência poderá acionar o Conar (Conselho de Auto Regulamentação Publicitária). Creio que isso pode ser feito até mesmo através do site do referido órgão.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Esteja certo que o Sinapro-MG sempre atuará em defesa de nosso mercado.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Atenciosamente, Juliano Sales.”<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>&nbsp;Abaixo, as duas peças. Primeiro, a da Novos Conceitos, e abaixo a da Traço Leal.&nbsp;</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/ee46a2d0ba74f2d4153537c9d570cdc3.jpg"></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>Campanha da Novos Conceitos.</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//20/20106/5c52b1ae8ce511e6bfc3656637e5cbbc.jpg"></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>Campanha da Traço Leal.</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>Comparem e dêem suas opiniões.<o:p></o:p></FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Até o Hino Nacional sofre desse mal: exposição em excesso]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=23741</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Uma das primeiras coisas que o estudante de Publicidade e Propaganda aprende, sobretudo na disciplina Mídia, é sobre os males do excesso de exposição na mídia de uma campanha ou outra ação de marketing qualquer.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>É por isso que o ator Carlos Moreno, que durante anos divulga a Bombril, usando um jeitão de filhinho mimado para se identificar com as donas de casa, saiu de cena. Ficou na telinha quase uma década, foi para o banco por algum tempo, voltou no ano passado divulgando um novo produto, e agora está de novo no estaleiro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Acho que o garoto-Bombril não deve voltar mais a campo. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O mesmo ocorreu com o Baixinho da Kaiser. Ficou anos e anos, cercado por belas garotas de biquíni, fazendo comerciais para a cerveja. Foi afastado repentinamente, e só retornou no início do ano, em uma campanha em que todo mundo queria se parecer com ele, virando clones, para também ser paparicado pelas meninas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A campanha acabou e o baixinho não apareceu mais.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Tanto o garoto-Bombril quanto o Baixinho da Kaiser saíram da raia para que a lã de aço e a cerveja não sofressem pelo excesso de exposição, que ao cansar, entediar o público, transfere para produto e marca essa antipatia.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Pois bem, toda essa lenga-lenga é porque domingo, ao ir para a poltrona assistir Palmeiras e São Paulo, vi os dois times perfilados, ouvindo (e eles sabem cantar?) o Hino Nacional Brasileiro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Pôxa, era uma partida normal, normalíssima. Convencionalíssima. Nem decisão do Brasileiro era. E o Hino Nacional sendo tocado, com toda pompa. Seria o mesmo Figueirense e Ipatinga, antes de entrarem em campo, se perfilassem para ganhar mais inspiração através do Hino Nacional.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Renato, meu genro, me deu uma informação: “A Federação Paulista de Futebol é que instituiu isso”. Pô, que toquem então o hino do Estado de São Paulo. Nós, mineiros, como também os pernambucanos, acreanos, gaúchos, matogrossenses etc, amamos o Hino Nacional Brasileiro. Mas nem por isso desejamos que em qualquer evento ele seja tocado, como simples adereço, objeto de decoração.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Será que os franceses concordariam, deixariam a Marselhesa ser tocada antes de uma partida entre o Lyon e Paris Saint-Germain, por exemplo?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Hoje, no Brasil, por falta de legislação específica para esse setor, o Hino Nacional Brasileiro pode ser tocado até na posse do novo presidente do Sindicato dos Guardadores de Carros do Mineirão, ou Associação dos Amaciadores de Chuteira dos Clubes da Ilha de Marajó.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Hino Nacional é para megaeventos. Decisão do Brasileirão, Copa do Mundo, medalha de ouro nas Olimpíadas, posse do presidente da República ou do presidente do Congresso Nacional.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Tocar, indiscriminadamente, o nosso hino em eventos firulas é um mal à nação. O coração do brasileiro não deve ser convocado, obrigado a se emocionar, só porque fulano ou beltrano decidiu que o Hino deveria ser tocado antes de uma partida de várzea.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Está havendo uma exposição em excesso do nosso Hino. Um erro de marketing que pode acabar com a marca mais importante, com o maior patrimônio do brasileiro, que é o nosso patriotismo.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Prisão de Marcos Valério é um desagravo para a publicidade mineira]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=23349</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<FONT size=4>
<P align=justify><FONT size=2>"Marcos Valério foi preso em Belo Horizonte, depois de ser flagrado pela Polícia Federal em uma recaída em sua atividade de lobista... Segundo a PF, Valério arquitetou a abertura de um inquérito policial para tentar desqualificar dois fiscais responsáveis pela autuação da cervejaria (a Petrópolis, que fabrica as marcas Itaipava e Crystal) e assim evitar o pagamento de multa".</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT size=2>Trecho de matéria publicada na "Época" desta semana, que trouxe o título "Pegaram ele. Marcos Valério vai para a cadeia. Não por causa do mensalão. Ele é acusado de corromper policiais".</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT size=2>Esta e outras reportagens, divulgadas em detalhes na mídia impressa e eletrônica em todo o País, deixando o lado policialesco de lado, merece comemoração pelo mercado. Não pela prisão de Valério, mas por ficar claro, para todos os brasileiros, que ele não é e nunca foi publicitário.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P><FONT size=2>
<P>Na época do mensalão, era sempre citado como o "publicitário Marcos Valério", que participou de um forte esquema de bandidagem, que lhe "rendeu processos por lavagem de dinheiro, corrupção ativa, formação de quadrilha, evasão de divisas e&nbsp;peculato (desvio de dinheiro) e a ameaça de uma pena de detenção de até 1.184 anos, caso seja condenado por todos esses crimes pelo Supremo Tribunal Federal", conforme destaca a "Época" desta semana.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT size=2>Valério não ficou um minuto atrás das grades, mas as agências SMPB e DNA, acusadas de envolvimento com o mensalão, pagaram caro: fecharam as portas, perdendo toda a carteira de clientes e demitindo centenas de publicitários. Estes, sim, publicitários de verdade. </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT size=2>Marcos Valério de Souza, lobista travestido de publicitário, foi denominado como tal durante todo o mensalão. Mas ele não passa, como veio demonstrar agora sua prisão, na última sexta-feira, em Belo Horizonte, em sua mansão no bairro Castelo, de um lobista no sentido podre da palavra. Sim, porque nos Estados Unidos e outros países desenvolvidos lobista é um profissional como qualquer um outro, que tem por missão defender seus patrões - os múltiplos segmentos da economias americana - junto ao Legislativo e poderes executivos daquele País. Mas uma pessoa acusada de corromper policiais e de livrar uma fábrica de cervejas de impostos gigantescos não pode nem mesmo ser considerada lobista, na acepção americana do termo. Isso tem outro nome. E lugar: cadeia. Detalhe: seu sócio em BH Rogério Tolentino, igualmente preso pela Operação Avalanche, também não é publicitário e nunca esteve na DNA ou SMPB.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT size=2>A prisão de Valério, agora, vem como um desagravo.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT size=2>No período feudal, na Inglaterra, Estados Unidos e outros países, como não havia jornais nem rádio ou TV, os comunicados ao público eram feitos por um oficial a cavalo, que abria um rolo de papel e lia uma mensagem do rei aos súditos que começava assim: "Saibam todos: a partir desta data etc etc etc". Eram os editais. Isso ocorreu também no Brasil, durante o período colonial, sobretudo em cidades históricas e ricas em ouro e pedras preciosas como Ouro Preto, Diamantina, Sabará.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT size=2>Aproveito, me inspiro nos editais da Idade Média, para contribuir no desagravo da publicidade mineira. Meu édito:</FONT></P>
<P align=justify>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT size=2>"SAIBAM TODOS: MARCOS VALÉRIO NÃO É E NUNCA FOI PUBLICITÁRIO".</FONT></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Atores cinquentões estrelaram campanhas levando os velhinhos a pegar empréstimos consignados. Veio a crise, os juros subiram. E agora?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=23069</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A crise financeira dos Estados Unidos não afetou apenas Bush e seu candidato republicano McCain. Não prejudicou apenas os investidores da bolsa em todo o mundo. E nem jogou farinha no ventilador da economia brasileira, como um todo, que vinha de vento em popa.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Tem um segmento que foi bastante afetado: os aposentados. Estimulado por campanhas publicitárias estreladas por artistas famosos da televisão – e Lima Duarte foi um dos principais garotos-propaganda dessas campanhas – parte considerável dos brasileiros da terceira idade estão hoje mergulhados até o pescoço nos empréstimos consignados.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Isso porque o aposentado, conforme afirmam as próprias instituições financeiras, não pega um empréstimo, quita e volta ao seu dia-a-dia. No meio do financiamento, com sua aposentadoria espremida pelos descontos das parcelas, ele refinancia a dívida. Faz um novo empréstimo.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas agora, com a crise americana, que se tornou mundial, os juros subiram consideravelmente: a taxa média cobrada pelos bancos para empréstimos aos aposentados já subiu de 1,5% para até 2,9% ao mês. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mais uma pancada: os prazos, outro atrativo do empréstimo com desconto em folha, foram encurtados para cinco anos. Antes, era possível esticar as prestações em até 84 meses, ou sete anos.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Detalhe: a combinação das duas medidas – juros maiores e prazos mais curtos - provocou um aumento de 35% no valor das prestações para os novos empréstimos aos aposentados. “Uma medida sozinha já seria suficiente para espantar o cliente. As duas juntas, ninguém sabe no que vai dar. Neste momento, nenhum tomador vai querer trocar a dívida por outra mais cara; “só se ele for bobo”, declarou um executivo bancário, em reportagem publicada no “Estado de Minas”. <BR><BR>O jornal dá um exemplo claro : um aposentado que em março pegou R$ 1 mil de empréstimo, com juros a 2,20%, está pagando a dívida em módicas prestações de R$ 26,21, divididas em 84 vezes, prazo até então autorizado pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag). Agora, se ele quiser pegar os mesmos R$ 1 mil, terá de se sujeitar a pagar uma parcela mais alta, de R$ 35,36, com menos tempo para quitar, 60 meses. No final dos cálculos, a dívida sairá com um aumento de 35%. O mesmo cálculo pode ser aplicado se o aposentado quiser refinanciar seu empréstimo, para aliviar um pouco seu já combalido bolso.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Em suma: será que esses garotos-propaganda cinquentões, sessentões, que usaram sua imagem, sua fama na TV para embolsar cachês dos bancos, estrelando as campanhas publicitárias, não estão com remorsos? <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Será que esse “bico” publicitário vai continuar sendo praticado por esses atores ricos e famosos, e os velhinhos que se danem, que se atolem ainda mais nos empréstimos consignados?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ética, como democracia, é uma das expressões mais usadas no Brasil. E também das menos praticadas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Esta postagem de hoje endereço, principalmente, aos nossos estudantes de Publicidade e Propaganda. Não criem, não sugiram campanhas que possam redundar em crises, em tormentos para a população, como esta que atinge hoje os aposentados brasileiros. Quanto aos garotos-propaganda sessentões... bem, eles não são do nosso ramo. Que fiquem em paz com sua consciência. Se puderem. Se tiverem.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Novos prefeitos, novas licitações em 2009. Agora, é lutar pela lisura nas concorrências]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=22886</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></B></P><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p></o:p></SPAN>
<P></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Encerradas as eleições em quase todo o Estado. Só algumas cidades com mais de 200 mil eleitores terão segundo turno. E nem em todas elas. Em&nbsp;Betim, por exemplo,&nbsp; a briga foi resolvida no primeiro round.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Tudo bem, a partir do dia 26 teremos confirmados todos os novos prefeitos eleitos – alguns reeleitos. E cada um terá de colocar em prática sua filosofia de trabalho (muitos não têm e nem sabem o que é isso) e, para implementar suas idéias, vão contratar agências de publicidade.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Eis aí o ponto “G”. É hora de todo o mercado, desde o mais humilde estagiário ao CEO das empresas de propaganda, unirem suas forças, através das entidades de classe, em busca de moralização nas concorrências públicas nos executivos municipais.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>As agências que têm foco também, no marketing político sabem do que estou falando. Prefeituras abrem concorrência até mesmo através de pregão eletrônico. E, no “presencial”, alguém cobre a proposta, num leilão inverso do tradicional.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Isso quando, nos municípios de maior porte, caixa forte, os editais são elaborados de maneira a beneficiar determinada empresa, geralmente ligada umbilicalmente ao prefeito: pertence ao filho do, sobrinho ou mesmo ao irmão da amante. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Então, é publicado o edital, agências sérias se debruçam, apresentam propostas técnicas criativas, de qualidade. Mas “sobram”. Ficam de fora, porque não “atenderam aos requisitos”. E quem ganhou foi a empresa protegida, talvez uma agência de fundo de quintal, que vai dividir a verba com o próprio prefeito.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Como corrigir essas distorções, esse crime, falando rasgado? Seria, reforçado o que dissemos anteriormente, o Sindicato das Agências de Minas Gerais – o Estado possui quase 900 municípios – promover um amplo debate sobre lisura nas licitações públicas (e aproveitando o ensejo, também as da iniciativa privada).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Do contrário, vai continuar a desonestidade. Ou, pior, aumentar, já que impunidade estimula a criminalidade.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E uma das primeiras providências é exigir das empresas que abrem licitação ou concorrência que remunerem as agências habilitadas na licitação. Paguem, independentemente se a agência saiu vencedora ou não, pelo esforço despendido, pelas centenas de horas trabalhadas pela sua equipe, na elaboração da proposta técnica.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Se o momento é de mudanças, palavra utilizada em todos os discursos dos candidatos, inclusive os que queriam a reeleição, por que não promover uma mudança radical na comunicação da prefeitura? Por que não introduzir e praticar ética, honestidade e transparência total nas concorrências para a escolha das agências de publicidade?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Um abraço e até quinta...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Vem aí nova campanha sobre a “lei seca”, agora mostrando os resultados. Mas falta algo: e os motoristas que dirigem movidos a pó e outras drogas?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=22622</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<FONT size=4>
<P align=justify><FONT size=2>Uma de minhas primeiras postagens, ainda novato e neófito na área, apanhando das manhas e artimanhas da "globosfera", foi sobre a "lei seca", quando o governo federal decidiu fazer guerra de guerrilha a quem dirige embriagado, ou com dosagem elevada (acima de 0,2% de álcool), constatado pelo bafômetro. </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Minha principal crítica era de que o governo não havia deflagrado uma campanha alertando a população de que não apenas a cerveja, o uísque, a cachaça, vodca etc continham o etanol, mas também produtos singelos e ingênuos, como o Cepacol (odorizador bucal), biotônico Fontoura e até aquelas deliciosas balas com recheio de licor. Ou seja, quem saísse de uma festa e tivesse chupado umas dez balinhas, cairia na blitz. Ou seja, o governo deveria informar melhor a população sobre o que contém álcool, e como distinguir os gatos das lebres.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Recebi, naquele dia, 30 de junho deste ano, diversas mensagens-comentários. Vou reproduzir algumas delas, preservando o nome dos "missivistass gatos das lebres. noveria informartando a populaagens-comewntvada (acima der 0,2":</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>- "Cocaína não precisa de bafômetro !!! Êta país sem comunicação. Uns pagam pelos outros, adeus happy - hour !!"</FONT></P><B>
<P align=justify><FONT size=2>- "O</FONT></B><FONT size=2> governo esqueceu de falar para o seu público, que quem usa cocaína tá liberado do bafômetro !! Mas coloca a vida dos outros em grande risco, ao contrário de quem bebe umas cervejinhas depois do trabalho e vai embora para a casa (deu para entender?). País sem educação, e cultura é assim, um evangélico faz uma lei ou emenda e um "presidente" sanciona !!"</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>- "Tomara que essa medida não seja mais uma "farra" promovida pelo Sr. Lula! Tomara que continue assim e que, "bebuns" políticos, autoridades e etc que sejam flagrados bêbados sejam punidos de verdade!"</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>- "O Brasil e seu recorde mundial de leis. Essa será mais uma para fazer parte das muitas que não serão cumpridas. Se não houvesse impunidade nos crimes de trânsito, se tivéssemos um sistema penal eficiente e, principalmente, se não fossemos coniventes com a cultura do "você sabe com quem está falando?", esse tipo de lei não seria necessária. Até quando o Brasil vai querer mudar comportamento através de lei, esquecendo-se da educação? O custo político das políticas a longo prazo são mais elevados que o bem-estar do povo. Parabéns mais uma vez para os fantásticos legisladores brasileiros."</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>- "Estou cansado da incoerência do brasileiro que reclama dos acidentes mas quer dirigir bêbado. Reclama da corrupção, mas quer "levar o seu". Sua crítica é pertinente, porque cobra o papel da propaganda . E olha que, ao contrário de mim, que abandonei o álcool há 18 anos, você que toma sua cervejinha de leve. Não está legislando em causa própria. O Brasil precisa urgentemente da imposição da lei e esta veio em boa hora. E você tem toda razão: cabe ao governo informar. Gol de placa! E quando precisar de um abstêmio para motorista, me chama pra farra, hehe! Abração!"</FONT></P></FONT>
<P align=justify><FONT size=2>Bem, tudo isso para dizer que o governo federal lança, nos próximos dias, uma campanha publicitária. Mas não para dizer o que contém álcool, e o que não contém. É para dar um balanço no número de acidentes de trânsito com vítimas fatais, desde a edição das medida, em junho. E faturar eleitoralmente, claro, com a redução de mortes após a vigência da "lei seca".</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Mas endosso a principal crítica dos internautas leitores deste blog: como fica o cara que varou a noite e madrugada cheirando todas, pega o carro, 220 por hora, invade a contramão, bate e mata uma família inteira?</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Tem como criar "cheirômetro" ou outro artefato para quem usa crack, cocaína, ecstasy, LSD e outras drogas pesadas? Ou só os motoristas bêbados - e não estou fazendo apologia deles - continuarão como os únicos criminosos em acidentes trânsito?</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Não caberia uma ação pesada do governo, acompanhada de uma forte campanha publicitária, para punir os motoristas cheiradores?</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Só em Brasília, de onde saem as leis, haveria a necessidade de se construirem diversos presídios para acomodar esses "novos" presidiários...</FONT></P>
<P><FONT size=2>Um abraço e até segunda...</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Alguns locutores e atores vendem remédios e até a alma. Mas esses incentivadores da automedicação estão na mira do governo]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=22429</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>De repente, em pleno debate, tipo mesa-redonda, sobre esportes na TV, ou no intervalo de um jornalismo no rádio, você é surpreendido, fuzilado, com uma mensagem comercial altamente nociva: “Está com problemas na próstata? Ora, é fácil. Tome Prostatec (ou outro nome alusivo à doença) que sua vida vai melhorar”. “Hemorróidas? Fique livre desse mal em três dias. É só tomar Hemorrodil”. “Dor de cabeça ou enxaqueca? A solução é Dorxaqueca. É a última invenção da medicina para esses males...”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>São locutores - os próprios apresentadores dos programas- , ou atores com avental e até medidor de pressão nos ouvidos vendendo medicamentos na mídia. Estimulam a automedicação, levando incautos, a maioria classes C e D, que não têm planos de saúde, a ir à farmácia da esquina e adquirir o medicamento sugerido.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>As famílias, o cidadão semi-analfabeto e sem o necessário discernimento, confiam e acreditam piamente em pessoas que aparecem na telinha ou dão falsos depoimentos nos rádios. Eles são formadores de opinião, têm credibilidade junto ao seu público, e se aproveitam disso para, a troco de qualquer cachê que lhes ofereçam, para dizer que usa o tal medicamento, e que ele é tiro-e-queda, como se dizia décadas atrás.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Se uma pessoa tomar medicação para cuidar da próstata, já diagnosticada pelo médico como necessitando de tratamento, e acreditar no locutor ou ator e deixar as águas correrem, não demora a doença se agrava, vira câncer, e a morte é quase certa.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas o governo finalmente vai acabar com esse crime, bastante praticado hoje na mídia. E começando pelos remédios. A Associação Nacional de Vigilância Sanitária anuncia que agora em outubro virão normas severas contra anunciantes – os laboratórios – e também os demais elos da corrente – locutores, veículos e as próprias agências. Pôxa, você deixaria um parente ou amigo tomar algumas cartelas de comprimidos para curar de enfisema? Ele tem é de procurar um médico especialista com urgência, parar de fumar imediatamente, e rezar para que a doença ainda possa ser contida, estacione.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Locutores e atores (principalmente aqueles que gostam também de tomar dinheiro dos velhinhos, recebendo cachês para incentivá-los a tomar empréstimos consignados) vão perder sua boquinha, ou se adaptar às novas regras da Anvisa..</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>E são duras: </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt; TEXT-INDENT: -18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt"><FONT size=2><SPAN style="mso-list: Ignore">a)<SPAN style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN></SPAN>O apresentador ou locutor terá de mencionar a possibilidade de riscos e efeitos colaterais do medicamento.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt; TEXT-INDENT: -18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt"><FONT size=2><SPAN style="mso-list: Ignore">b)<SPAN style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN></SPAN>O apresentador ou locutor terá de falar frases de advertência específicas sobre os princípios ativos mais usados <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em medicamentos. Por" w:st="on">em medicamentos. Por</st1:PersonName> exemplo: “Se você tem problemas cardíacos, não tome Viagra. Pode levar à morte”. Ou casos mais leves, remédios que contenham cânfora: “Não use em crianças menores de dois anos”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt; TEXT-INDENT: -18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt"><FONT size=2><SPAN style="mso-list: Ignore">c)<SPAN style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN></SPAN>E um recado para as agências: nos anúncios impressos para revistas e jornais (e também na web) a frase de advertência não poderá ter tamanho inferior a 20% do maior corpo de letra usado no anúncio. (Isso me lembrou outra coisa, de cunho doméstico: em meu bairro existe uma associação comunitária, presidida por um antigo morador e candidato em toda eleição que aparece. No muro da entidade, em letras minúsculas: “Associação Comunitária do Bairro Ouro Preto”. E em letras garrafais - PRESIDENTE MOACIR SIDÔ. Precisa falar que ele é candidato, mais uma vez, a vereador)?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, voltando à vaca fria, à frieza dos picaretas dos remédios, termino a postagem de hoje dizendo que a nova resolução da Anvisa sai até final de outubro, publicada no Diário Oficial da União. E que as empresas – agências e veículos – terão 180 dias para se adaptarem às novas regras.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E mais: o Ministério da Saúde está lançando uma campanha publicitária para conscientizar a população sobre os riscos da automedicação. . Serão distribuídas cartilhas, cartazes e no rádio o principal locutor – este sim, pessoa séria – será o médico Dráuzio Varela.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt"><FONT size=2>Até quinta...</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Duda cria uma franquia tupiniquim: marketing político]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=22237</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Deu na Folha de S. Paulo de quarta-feira, na coluna sobre política nacional. Depois do título “Fui”, vem o texto, curto mas incisivo: “Duda Mendonça deixou definitivamente Antonio Imbassahy <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Salvador. Em">em Salvador. Em</st1:PersonName> declínio, o tucano vinha desgostoso com o marqueteiro, que pilota várias campanhas ao mesmo tempo, e à distância”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Trocando em miúdos: um profissional de marketing político ou governamental pode muito bem, como fazem agências de publicidade, atender a clientes diferenciados, desde que não concorrentes entre si, sem que a qualidade e os resultados propostos e esperados corram risco.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Só que Duda Mendonça fez um contrato com o PSDB baiano para trabalhar a campanha de Imbassahy à Prefeitura de Salvador. E o que o cliente desejava de um profissional com a fama e carisma de Duda? Pelo menos sua presença física.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas Duda sumiu do comitê, deve ter entregue o comando da campanha para um auxiliar, e, como bom baiano, ficar descansando na rede em seu iate vip. Ou trabalhando, na surdina, uma candidatura mais palatável, já que o candidato baiano vem despencando nas pesquisas, hoje lideradas por ACM Neto, do Democratas, que tem 27% dos votos. Imbassahy, segundo as últimas pesquisas, vem caindo a cada semana, e já está praticamente em empate técnico com os candidatos do PMDB e do PT (isso, antes de Lula dar um pitaco em favor de seu correligionário, o que deve ocorrer e levantar a candidatura do petista Valter Pinheiro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Duda simplesmente decidiu abrir franquias. E a Prefeitura de Salvador é uma das cobaias do marqueteiro baiano, com o publicitário assumindo o compromisso de pelo menos acompanhar e monitorar o processo, exigência de qualquer franquia que se preze. Não cumpriu, e foi dispensado.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: black"><FONT color=#000000 size=2>Uma prova concreta da existência da franquia Duda Mendonça Marketing Político está no blog do publicitário: </FONT><A href="http://www.blogdoduda.com/"><SPAN style="COLOR: black"><FONT color=#000000 size=2>www.blogdoduda.com</FONT></SPAN></A><FONT size=2><FONT color=#000000>.br. E óleo de peroba na mão, minha gente. Ele é cara de pau mesmo: “<SPAN class=style91><STRONG>Desculpe galera, mas estou sendo consultor de um montão de campanhas por esse Brasil afora e não sobra tempo pra fazer o Blog. Depois... Quem sabe? Obrigado. Duda”. </STRONG></SPAN><SPAN class=style91><SPAN style="FONT-WEIGHT: normal; mso-bidi-font-weight: bold">E aproveita para fazer comercial de um outro produto de seu show-room:</SPAN><STRONG><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>“</STRONG></SPAN><STRONG>Acesse o meu livro aqui”. </STRONG>E aparecem capa e links dos capítulos do livro “Duda Mendonça – Casos &amp; Coisas”, da Editora Globo.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas voltando ao caso Imbassahy, a propaganda mineira também foi vítima de Duda Mendonça. No episódio do mensalão, onde a SMPB e DNA naufragaram, faliram, desativando as agências e demitindo centenas de funcionários, a Duda Mendonça, mergulhada até o fundo naquele lamaçal, continuou atendendo ao governo. Se não me engano, trabalhando a conta da Petrobras, verba fantástica...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Não que as mineiras SMPB e DNA tenham sido injustiçadas naquele episódio, naquela campanha que teve como garoto-propaganda low-profile o lobista Marcos Valério. As agências tiveram culpa, sim. Receberam<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>castigo por isso, por terem participado, em menor ou maior grau, do escândalo que começou com um alto executivo dos Correios recebendo e embolsando propina, dinheiro vivo, e que teve seu auge com Roberto Jéferson, líder nacional do PTB, dando depoimento-bomba, espalhando merda (não encontrei outra palavra) pra todo lado.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O tsunami passou, mas as seqüelas ficaram. Com a extinção da SMPB, Cristiano Paz, que dirigia a agência, fundou em <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2005 a">2005 a</st1:metricconverter> Filadélfia. Com apenas três anos, a nova agência tem hoje 41 funcionários, que fazem comunicação de 30 clientes. Detalhe: nenhuma conta pública, só empresas da iniciativa privada.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Xico Castilho, ex-dono da DNA, juntamente com a também ex-sócia Margareth Queiroz (viúva do genial Daniel de Freitas), fundou a Bárbara. A agência vem crescendo, atende contas importantes, e só a humildade e estilo low-profile impedem o mercado de saber mais detalhes da empresa.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Pois bem, enquanto os mineiros do mensalão pagaram alto pelo envolvimento no episódio, Duda Mendonça não sofreu respingos. Prefere ser chamado de consultor, já que marqueteiro virou pejorativo. E continua faturando, principalmente com suas franquias.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Este blog mesmo está contribuindo para o caixa do Duda, divulgando seu “Casos &amp; Coisas” – algum curioso deve ir a uma livraria e adquirir o livro, porque ler no computador é osso, gíria do novo século.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>É, também vou dar uma espiada, mas pela web. É bom conhecer o pensamento de quem a gente tem restrições, ou até mesmo ojeriza. Já li Golbery do Couto e Silva, Armando Falcão, e até o da Zélia Cardoso – “Zélia, uma Paixão”, escrito por Fernando Sabino.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ler Duda Mendonça não vai doer tanto...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Anunciante trocou leões de Cannes por resultados imediatos. E o resultado está aí: os berros do varejo substituindo a criatividade]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=22061</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></B></P><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Está difícil assistir televisão no Brasil. Esta frase não é minha. Só escrevi, mas<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>é comentário geral em todo o País, nos vários segmentos e extratos da sociedadade. Sim, porque as classes C, D e E também têm televisão <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em casa. E" w:st="on">em casa. E</st1:PersonName> mais do que isso, têm também poder crítico.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Novelas ruins, futebol vinculado, subserviente e escravo do “após a novela” da Globo; estádios vazios, rendas baixas, porque o povão não tem como sair do trabalho e ir para o Mineirão, Maracanã, Serra Dourada ou Beiras-Rio para ver um jogo que começa às 10 da noite. Só chegaria em casa duas da manhã, e levando bronca da mulher, receosa de que a parada teria sido outra. E o nível técnico do Brasileirão, então, nem merece comentários.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Horário político, telejornais repetitivos – há quanto tempo não se vê um furo de reportagem na televisão -. Faustão e Gugu, e humorísticos como “Zorra Total” e “A Praça é Nossa” que deveriam estar no purgatório há anos. Nem a chamada vanguarda - Casseta &amp; Planeta; Toma lá, dá cá; A Grande Família e outros neófitos não estão dignos de algum louvor. O Jô Soares, a cada dia pior, entrevistando atores globais para tentar alavancar audiência<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, toda essa introdução para dizer que se o pobre coitado do brasileiro<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>não tem boas opções de lazer e entretenimento na televisão, quem está também em baixa é a publicidade. O telespectador está privado até dessa alternativa, e vai ao banheiro tanto durante novelas e jogos quanto nos comerciais.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Está faltando criatividade, nos últimos anos. Cadê as belas campanhas como a tartaruga da Brahma, o garoto Bombril Carlos Moreno, os fantásticos comerciais das indústria automobilística? Onde estão os filmes, potentes armas na guerra de guerrilha dos bancos?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Por incrível que pareça, um dos bons comerciais que merecem ser assistidos são os do Tribunal Superior Eleitoral, fugindo do lugar-comum e alertando o eleitor, nestas vésperas de eleições para prefeitos e vereadores, de que seu voto significa quatro anos de possíveis mudanças, ou continuísmo da podridão na política.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A mesmice está predominando. O varejo e seus berros que o digam. . Garotos-propaganda viraram leiloeiros.</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E o anunciante é um dos principais culpados. Lembram-se daquele famoso argumento “cliente quer é resultado, quer é vender, não está preocupado com leões em Cannes”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E as conseqüências estão aí. Campanhas de baixo custo – pressão dos clientes – e mensagens objetivas, diretas, é o que está predominando. Cadê o charme e humor daquelas peças que fizeram simples mortais, jovens publicitários ainda nas faldas, virarem monumentos como Nizan Guanaes, e Washington Olivetto, para ficar só nestes dois baianos?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Potências abrindo mão de campanhas criativas, que exigem investimentos, diretores de criação e arte bem-pagos, cenas externas. Para investir na mesmice dos resultados imediatos. Exemplo? C&amp;A, Americanas, Ponto Frio, Casas Bahia, ou a mineira Ricardo Eletro; gigantes tipo Volks, Fiat, GM, Ford, Honda; líderes de mercado como as construtoras/empreendedoras Odebrecht, a mineira Andrade Gutierrez. Marcas famosa e de tradição: Maizena, Itambé, leite Ninho, arroz Prato Fino, pó Royal. Griffes como a Calvin Klein, Siberian, Fórum, Contém 1g. E as campanhas das contas públicas – União, estados e municípios também não podem se vangloriar. É meditar, fazer uma autocrítica com humildade e perceber isso <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Campanhas criativas, meus caros anunciantes, não são feitas para ganhar leões de ouro <st1:PersonName ProductID="em Cannes. Campanhas" w:st="on">em Cannes. Campanhas</st1:PersonName> top, que encantam o hoje desencantado teleslectador, ouvinte ou leitor de jornais e revistas, exigem investimentos, sim.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas o retorno virá, se vem. Não só em vendas – visão curta do empresariado deste novo século -, mas no posicionamento e consolidação de sua marca, da apresentação e reconhecimento do valor de seu produto ou serviço pela população. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O primeiro sutiã da Valisére, tintas é Coral, Varig-Varig-Varig. Ou este blog não é nenhuma Brastemp.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Recall, minha gente.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até quinta... <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Coca-Cola, a marca mais valiosa do mundo. E quanto vale a marca de sua empresa hoje, no mercado?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=21696</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Na próxima sexta-feira a consultoria de marcas Interbrand anuncia o resultado da oitava edição do Ranking Interbrand das Marcas Globais Mais Valiosas. O levantamento é feito em parceria com a “Business Week”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E agora em 2008, qual é a marca mais valiosa? A mesma de <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="2007, a">2007, a</st1:metricconverter> poderosíssima Coca-Cola. Sua marca está cotada em US$ 65,3 bilhão. A vice-líder é a Microsoft, US$ 58,7 bi, e em terceiro outra potência, a IBM, que se fosse vender sua marca embolsaria US$ 57 bilhões de dólares.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E o Brasil, quais as marcas mais valiosas? Só sexta-feira é que teremos acesso ao resultado da Interbrand, com mais detalhes, e aí entraria a cotação das marcas nacionais. De cara, podemos adiantar que a Petrobras e a Vale estão bem ranqueadas, por serem nossas principais multinacionais.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas vamos deixar de lado valor de marcas, para falar sobre marcas que perdem valor, despencam ou oscilam na “bolsa de valor de marcas”, por diversos fatores. Imagine quanto valia a marca Centro Ótico dez anos atrás? Hoje, nivelada e competindo com outras dezenas de outras empresas do segmento que entraram no mercado, a marca Centro Ótico registra perdas monumentais, e de reversibilidade muito difícil.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Outros exemplos de empresas que deixaram seu maior patrimônio, a marca, desvalorizar, e mais que isso, perder espaço na memória da população: são a Elmo no segmento de calçados, e as massas Orion, do já falecido dirigente cruzeirense Felício Brandi. Para os mais antigos, podemos relembrar a Perfumaria Lourdes, na av. Afonso Pena com rua São Paulo, a Guanabara (vestuário), Pep´s (loja de departamentos), e a própria Rolla, também do segmento de vestuário, e que era top de mercado nos anos 80 e 90. Hoje, misturou-se às demais. A bem da verdade, nem sei mais se existe... Ah, e para onde foi a marca Café Pérola?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O Café Palhares, hoje mais restaurante popular que cafeteria ou barzinho, está comemorando 70 anos. Seu principal produto, um prato-feito chamado caol, antigamente significando cachaça, arroz, ovo e lingüiça, continua bastante procurado. Local pequeno mas aconchegante. Mas já não é o Palhares dos anos 50 e 60, quando os boêmios da cidade, depois de sair em plena madrugada do Montanhês e outras danceterias da época, iam lá matar a fome devorando um caol.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>O Palhares é exemplo de marca que conseguiu sobreviver, impôs seus diferenciais e competências, atingindo sete décadas de existência. Mas é um exemplo raro. Como também a Cantina do Lucas, no Maletta, redutos dos intelectuais nos tempos da revolução. Hoje, perdeu também sua imponência e status. Um bom restaurante, mas sem o glamour do passado.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Teço esses comentários sobre marcas porque, nas últimas décadas, centenas de empresas estão investindo forte em comunicação e pesquisas, dando ênfase ao branding, vêm conquistando a cada dia mais espaço. Se posicionando de forma correta, sem excesso de exposição, junto ao público. E desenvolvendo, além da propaganda convencional, também o no-mídia. Desenvolvem principalmente ações centradas, focadas no público-alvo, interagindo com ele, mergulhando no subconsciente do consumidor.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Daí a importância de uma empresa, ao escolher sua agência de publicidade, não exija nem se contente apenas com apresentações priorizando a objetividade, resultados imediatos em vendas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>De nada adianta você aprovar uma campanha que vai duplicar suas vendas em um período, sem que a estratégia de planejamento de comunicação não contemple também ações de posicionamento, de consolidação contínua da marca junto ao consumidor.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Marca é dinheiro, é patrimônio. A Nike não fabrica um par de tênis. Sua estratégia é o fortalecimento e divulgação contínuos da marca, para que a rede de franqueados, no mundo inteiro, possa vender o produto com a credibilidade e status que a Nike confere ao seu calçado.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>Marca é mente, e para o consumidor, uma boa marca não mente...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até quinta...</FONT></P>
<P></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O celular é uma arma bastante usada pelos bandidos. E mata. Mas as operadoras preferem ignorar. Campanhas para quê?Orientar o consumidor não dá lucro.]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=21536</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>“Pai, pai (choro)....Me ajuda, pai....Vou morrer, pai (choro). Tô morrendo de medo (choro prolongado”.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>E eu: “É você, Beth?”. Em seguida o choro era substituído por uma voz ríspida, durona e objetiva: “Ô cara, sua filha ta com a gente. Seqüestro, tá ligado? A Elizabeth tá no porta-malas, tamos rodando com ela. Olha, cara, o preço é 10 mil, e agora...”</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Quase morri de susto. Minha filha havia acabado de sair do escritório, para ir à C&amp;A, e de lá para casa. O bandido continuou: ”Onde você está, véio? Arruma o dinheiro e a gente marca o local. Coisa urgente, cara. É pra agora, pô”. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- “Não tenho esse dinheiro”, comecei a negociar, deixando já o escritório e andando pelo centro. “Assim de repente, não tem jeito, me dá um tempo. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- “Tempo porcaria nenhuma. Ó, agora são trinta, trinta mil, véio”. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Assustado, tremendo, tentei manter o sangue frio: “Só se procurar um agiota, dá um tempo, me liga daqui a pouco”. “Não desliga não, desliga não e vai no agiota, a gente vai se falando”. Percebi um leve sotaque carioca.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- “É <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Nova Lima">em Nova Lima</st1:PersonName>”, chutei, num jogo de truco que poderia ser mortal.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- “Corre lá e busca”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- “Mas são duas horas até lá”, respondi, já convicto de que ele e sua turma não são de Minas. Mas poderiam estar aqui em BH...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>- Olha, cara, resolve isso de uma vez, senão a gente dá um tiro na cara dela e te manda a cabeça. Outra coisa, não inventa não. Não liga pra ninguém. E se o celular dela tocar, é tiro...”. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Desobedeci e liguei, do meu celular reserva. O celular da Beth estava fora de área, desligado. O pavor então tomou conta de mim. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Aí ele vacilou; “Olha, cara, vá a uma farmácia aí perto e compra cartão, que o meu está acabando. Quanto você tem aí na carteira?”</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Pensei rápido, os dados estavam lançados. Apostei que era armação de bandidos, da turma de Bangu, desliguei meus dois celulares e comecei a ligar pra Deus e todo mundo procurando por minha filha.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>A mãe, assustada, respondeu ela que ela não havia chegado. Começou a chorar. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O namorado da Beth me ligou, por outro motivo, e ficou sabendo. “Fuça o centro, veja todo o trajeto dela, C&amp;A inclusive”, sugeriu. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas eu já havia feito isso, nesses quase 20 minutos de conversa com o bandido. Tenso, ultranervoso, quase chorando, continuei andando pelo centro tentando ver Beth aparecer a qualquer momento, vindo me abraçar e dizendo que eu havia sido vítima de um trote.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Pensei positivo, tentei ser lógico: “Não há como impedir, se for verdade. Deve ser mesmo os tais achaques á distância, da bandidagem carioca”. Era controlar os nervos e torcer...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Daí a pouco, o alívio. A mãe da Elizabeth liga, havia acabado de chegar <st1:PersonName w:st="on" ProductID="em casa. Acabou">em casa. Acabou</st1:PersonName> o drama.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É, o drama acabou, mas minha revolta continua. A minha e a de milhares de pessoas que são vítimas dessa tentativa de assalto à distância, bandido querendo colocar 10, 20 ou cem mil reais de crédito em seus celulares.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Nossa revolta é contra o governo, que deixa celular entrar na cela. Bandido corrompendo do carcereiro ao diretor do presídio. O bandido virando homem forte da área de segurança. Como aquele político bandido do Rio, Álvaro Lins, preso recentemente. Ex-chefe da Polícia Civil fluminense, mas na verdade chefe de quadrilha, traficante, bandidão mesmo.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Minha revolta é também contra as operadoras, que deixam bandidos usarem celular de número oculto, aparecendo aqueles terríveis “não identificado” na telinha.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Operadoras que ganham uma fortuna com um serviço onde praticamente inexiste matéria-prima, pois a recepção é aérea, via satélite. Só custos operacionais. Mas o preço das ligações, pré ou pós-pagas, é altíssimo, nas nuvens.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Por que, ao invés de verbas maciças em campanhas publicitárias na guerra à concorrência, não investir na orientação ao seu cliente? Campanhas educativas, alertando o “celulauta” sobre como se precaver contra as artimanhas dos bandidos de Bangu e outras penitenciárias?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Como evitar clonagens de números, muito comuns, principalmente em rodoviárias e aeroportos?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Por que não orientar o consumidor sobre a melhor utilização, em custo/benefício, dos aparelhos celulares?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Onde está a responsabilidade social das operadoras, onde está sua preocupação para com a saúde de seu cliente? Outro dia uma senhora já de idade avançada - se não me engano em Goiás -, sofreu um infarto após ser vítima dessa estratégia da bandidagem, e da qual também fui vítima na última terça-feira.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Sobra também para as agências de publicidade. Por que não sugerir campanhas educativas aos seus clientes-operadoras? Por que só criar comerciais e anúncios destacando tecnologia de ponta, preços acessíveis, promoções para dia das mães, dos namorados, dos<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>pais e Natal?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Publicidade é só otimização de resultados? Vender mais que a concorrência? Ser líder?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O cliente pode alcançar também a liderança através de campanhas de cunho humanitário e social. Como lutar pela preservação da saúde e da própria vida de um cidadão que, como o celular é coisa relativamente nova, ainda não sabe tratar-se de uma arma perigosíssima nas mãos dos criminosos.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Responsabilidade social. Disciplina que todo aluno do primeiro período da faculdade de Publicidade já sabe de cor e salteado, mas na prática não pode implementar. O cliente não deixa.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Porque responsabilidade social não rima com capitalismo selvagem...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Até segunda ( se eu não for seqüestrado até lá...)</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Não leiam o blog hoje. Me faltou inspiração, baixou a síndrome da segunda-feira...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=21335</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Hoje estou sem inspiração. Acordei sem inspiração, cheguei à minha mesa de trabalho sem idéia do que vou postar no blog de hoje.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Me sinto – o correto é sinto-me, mas e daí? Bem, me sinto como um diretor de criação que chega à agência e já recebe a primeira rajada de tiros do planejamento, do mídia ou mesmo da secretária, representando instância superior: “Olha, aquela campanha do cliente Z tem que ir ao ar amanhã cedo. E a aprovação daqui a pouco, depois do almoço”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Só que o nosso diretor de criação, no início de uma segunda-feira como hoje, pode estar de ressaca etílica, ou ressaca moral, que é pior, muito pior que a outra. Ou deve ter discutido com a mulher no domingo, bateu o carro na garagem ao sair, levou uma multa injusta (“o sinal ainda estava amarelo!”), ou puto mesmo por outras razões – e o salário encabeça a lista.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Ou aquele diretor de arte que estava já de malas prontas para se transferir para outra agência, tudo arrumado, grana alta em jogo, ninguém sabendo. Nem mesmo seu travesseiro, quanto mais a cara-metade. Só que no domingo à noite seu amigo do peito ligou: “Cara, bichou. Arrumaram outro. Não, não é salário não. Foi indicado pelo<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Nizan...”. Como ter cabeça, ter inspiração para tocar o barco, continuar aquela campanha de lançamento imobiliário, campanha da qual já estava se despedindo mentalmente?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Estou sem inspiração como o Dunga, domingo, antes do jogo contra o Chile, ainda ressaqueado com as críticas do presidente Lula, cobrando garra e dizendo que os argentinos buscam a bola, dão mais combate. Hoje o Dunga é só sorrisos: “Luís Fabiano é o maior craque do planeta, o futebol brasileiro é imbatível”, diria, comemorando, mas já pensando na Bolívia, quarta-feira.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas voltando ao blog de hoje, tento, mas não vem a inspiração. E não venham com essa de que uma boa campanha é feita com 90% de transpiração e 10% de inspiração, que não cola. Vai acabar eu encharcando o teclado, dá um curto no computador e eu ficando mais puto ainda.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Se o Nelson Rodrigues ou o Carlos Drummond de Andrade tivessem sido sepultados aqui em BH, eu iria rezar, prece de agnóstico, no túmulo deles, e quem sabe, por osmose parapsicológica ou mesmo pena dos dois bambas da escrita para com este escriba, surgiria algum insight...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Tento pensar buscar inspiração na Gisele Bündchen e suas campanhas publicitárias. Para quais produtos, nem sei mais. E algum brasileiro consegue fazer ligação entre Gisele e sandálias, desodorantes ou mesmo um banco? Gisele é Gisele, e é ela que fica na mente. É, podem me chamar de machista, porco chauvinista, tarado, mal amado, carente e por aí afora. Blogueiro sem inspiração não pode reclamar, tem de ir para o paredão, sem dó.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Marketing político. Taí, pode dar caldo para o blog de hoje. Eleições, campanha muito legal do TSE alertando a população sobre a importância de se votar bem. É, mas já disseram isso, não é novidade. O diretor de criação deve ter bolado essa campanha numa sexta-feira, depois de receber uma ligação de uma morenaça – pra não ficar só na Gisele – e já se preparando para as mil e uma noites. E também, mesmo que hoje fosse sexta-feira e eu tivesse animadaço, celular com dois ou três números aguardando ansiosamente minha ligação, mulher viajando, grana no bolso etc, também não daria. Iria faltar insumo, matéria-prima para escrever. Só se fosse falar do “Belisquete”, “Catatau”, “Nando Cabeleireiro”, “João do Samu” e outros codinomes grotescos de candidatos a vereador em BH.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas é coisa já antiga, toda eleição tem matéria nos jornais sobre isso. É igual “O que vai funcionar no feriado”, ou “Dicas para colocar seu carro legal para viajar nas férias”. Mesmices.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>E para não cair na mesmice, fico por aqui.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>Até quinta. (E até lá, implorar, suplicar: “Oh, inspiração, abra as asas sobre mim”)</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Profissão de publicitário não é regulamentada. E quem ganha com isso são os “gênios” de fundo de quintal]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=21172</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></B></P><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O publicitário André Cruz é o co-autor do blog de hoje. Ele mandou e-mail alertando sobre a seguinte questão: “Cefas, já que estamos nos preocupando e enaltecendo tanto o mercado publicitário, com jobs cada vez mais criativos e criteriosos, por que não abordarmos o assunto "Regulamentação da profissão" (que não foi abordado no congresso de São Paulo)?”<o:p></o:p></FONT></SPAN>
<P></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E fuzila: “Será que teremos que esperar que o pior aconteça, ou seja, os ícones da publicidade brasileira tenham que sumir para que isso aconteça?”<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Concordo plenamente com a posição/reivindicação do André. Mesmo porque, como jornalista, defendo também que só jornalistas, com o devido diploma, exerçam a profissão. Há uma corrente a favor de que qualquer pessoa pode ser contratada por um veículo e ser repórter de jornal, de rádio, de TV ou de site jornalístico.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Claro que há pessoas competentes que não têm diploma, e podem ser bons publicitários ou jornalistas. Mas essa exceção não pode determinar a regra. Publicidade e jornalismo são atividades específicas, que exigem preparação específica e, por sua importância social, preparação de alto nível. Se o texto do jornalista for ruim, o jornal perde leitores. Se a campanha desenvolvida pelo publicitário for precária, quem perde é o cliente, e sobra para a agência, que por sua vez perderá o cliente.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Agora, falando especificamente sobre propaganda, é imprescindível o reconhecimento da profissão. E com o devido diploma universitário.<BR>Li outro dia o seguinte comentário de um jornalista, no site da Federação Nacional da classe, a Fenaj: “O que teria acontecido aos advogados se os rábulas se insurgissem e não permitissem a regulamentação dos profissionais habilitados para atuar na Justiça? E onde estariam os dentistas, se os protéticos estivessem no lugar deles? <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E os professores, para que diploma, se ensinar é um dom?” <BR></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Outro comentário no mesmo site, que pode ser adaptado à realidade publicidade: “Ser poeta, pintor, escritor, dispensam a formalidade acadêmica. Jornalista, não. Precisa de técnica, aprendizado específico, formação universitária voltada para a área. Não precisa? Então precisamos ser coerentes - fechar as faculdades de jornalismo, sindicatos, associações, já que a categoria é dispensável”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Então, gente, passou da hora de se lutar pela regulamentação da profissão de publicitário. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ou, como ressalta André Cruz, vamos esperar que os feras, os ícones, desapareçam, virem empresários do shopping Oi ou motoristas de táxi, porque o neto do dono da agência, ou o sobrinho de um político ligado ao prefeito ou governador fuçaram e aprenderam Corel e Photoshop? Que geniozinhos, queridinhos do papai ou mamãe ricos, criem agências de fundo de quintal? Sem terem passado pela faculdade, sem terem urrado para pagar a mensalidade de julho ou dezembro, para renovar a matrícula do semestre seguinte?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Sindicato das agências, Associação Mineira de Propaganda e regional mineira da Associação Brasileira de Publicidade, a Abap/MG, estão discutindo e já formatando um encontro mineiro da propaganda. E todos nós, inclusive o André, esperamos que a regulamentação da profissão tenha prioridade total nesse evento.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Até segunda...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Novos talentos na publicidade. Como encontrá-los?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=20941</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>No último final de semana foi realizado <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em São Paulo" w:st="on">em São Paulo</st1:PersonName> o Fest´Up, considerado o maior encontro acadêmico do País, no segmento de comunicação.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>No evento, que está completando vinte anos, foram discutidos, além de assuntos rotineiros – como mercado de trabalho, ética, aprimoramento etc – outros temas de alta relevância, como as propostas voltadas para o ensino da propaganda nas faculdades, objeto de debate no IV Congresso Brasileiro de Publicidade, realizado recentemente <st1:PersonName ProductID="em São Paulo." w:st="on">em São Paulo.</st1:PersonName></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Minas deveria seguir também o exemplo paulista e realizar periodicamente – de dois em dois anos, por que não? – um simpósio reunindo e envolvendo os estudantes de Publicidade de nosso Estado.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Isso, porque enquanto as faculdades de Publicidade e Propaganda se multiplicam a cada dia, como coelhos e ratos, alunos e agências ficam mais perdidos do que nunca. O estudante, por não ter contato com as agências, com o mercado, inseguro a respeito de seu próprio futuro. E as agências, com honrosas exceções, não têm por filosofia manter um contato estreito e contínuo com as faculdades, interagindo com os universitários. Interação que tanto pode ser fazer palestras para os alunos, nas salas de aula, ou receber grupos de estudantes na agência, mostrando como é, na prática, a criação de uma campanha publicitária e outras ações de comunicação.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Outro assunto que também merece análise profunda é o nível e competência dos alunos que saem das mil e uma Faculdades de Publicidade existentes no Estado. Como selecionar estagiários ou trainees, dentre os milhares de recém-formados que todo semestre recebem seus canudos? Como mensurar, avaliar, os melhores, para imediato ou futuro aproveitamento pela empresa?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Vai uma sugestão: através das entidades de classe do setor – Sindicato, Associação Mineira de Propagandas e Associação Brasileira das Agências de Publicidade, capítulo Minas Gerais – criar-se um núcleo de recrutamento, de onde surgiria um banco de talentos. Isso, ainda na fase acadêmica.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>E como descobrir talentos? O Fest´Up de São Paulo promove festivais, realizados paralelamente ao encontro, onde os alunos mostram seu potencial e seus diferenciais, concorrendo com outros milhares de candidatos.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Sindicato, AMP e ABAP poderiam, unidos, promover um encontro acadêmico, tendo como pano de fundo um Festival Universitário de Publicidade. E patrocínios não faltariam para um evento dessa envergadura, já que trata-se de um público seleto, inteligente e formador de opinião. Operadoras, bancos e as próprias instituições de ensino são alguns exemplos de patrocinadores <st1:PersonName ProductID="em potencial. E" w:st="on">em potencial. E</st1:PersonName> a mídia, os veículos, como eventos desse teor são genuinamente fatos jornalísticos, não se furtariam a apóia-los, divulgá-los tanto em reportagens quanto em publicidade propriamente dita – anúncios, comerciais, spots e outdoors.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O que não pode continuar existindo é esse distanciamento entre o mercado de trabalho e a matéria-prima – os universitários. Porque se continuar do jeito que está, o aluno sem poder mostrar suas qualidades, e a agência sem saber como garimpar talentos, Minas continuará celeiro de craques da propaganda, que vão brilhar em outros mercados, onde há realmente interatividade e respeito para com o meio acadêmico.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Voltando aos festivais, eles também vão sinalizar quais são as melhores faculdades de Publicidade de Minas, quem realmente ensina propaganda ao aluno, e quem vende diplomas a cada quatro anos, no conhecido estilo pagou-passou.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Só para refrescar a memória, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque e outras feras de nossa MPB só chegaram ao grande público, só foram descobertos por causa daqueles festivais dos anos 60 e 70. O exemplo é antigo? Mas a fórmula continua moderna. Basta arregaçar as mangas. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT size=2>Um abraço e até quinta...</FONT></SPAN>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Por que só bonitinhos e gostosas estrelam comerciais?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=20713</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<B><FONT size=5>
<P align=justify></B></FONT><FONT size=4><FONT size=2>Sou da época em que não existiam âncoras no telejornalismo. Os âncoras, aqueles jornalistas que apresentam e comentam, com conhecimento de causa, as notícias, só existiam nos anos 70 e 80 nos Estados Unidos e Europa.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Aqui, a Globo, dentro do que mais tarde se chamaria "padrão global", até o início dos anos 2.000 investia forte em </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>apresentadores boas-pinta, cara de classe média. E brancos – isso era prioridade total.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Os precursores e pioneiros desse "padrão global" foram Cid Moreira e Sérgio Chapelain, este "aluno" bem-comportado do primeiro. Nas novelas, idem. Só garotos e ninfetas. A exceção ficava por conta do Milton Gonçalves, que impôs seu talento..</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Com o passar dos tempos, a Globo, pressionada pelos telespectadores – buscando audiência mesmo! – foi obrigada a reformular seus conceitos e hoje a telinha da emissora mostra, tanto no telejornalismo quanto nas novelas, talentos que estão ali não porque sejam bonitinhos ou arianos, mas por pura competência. A beleza e o preconceito de cor deram lugar, por causa do Ibope, a uma mudança na TV Globo.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>É, mas na propaganda isso não ocorreu. Nossas agências continuam contratanto bonitinhos e gostosas para estrelar os comerciais. E invariamente, só brancos, arianos, como se o Brasil fosse uma cidadezinha da Alemanha ou Espanha. Isso, falando de atores e atrizes desconhecidos, tirando os famosos da raia, a maioria da Globo. Porque, se são "feios" ou negros, estes estão ali por causa de sua imagem, seu conceito junto ao público. </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Querem exemplos do "padrão publicitário brasileiro"? Você já viu garoto-propaganda negro fazer comercial de creme dental, no papel de dentista indicando determinada marca? E os filmes da Natura, Boticário, Água de Cheiro etc, tem gente feia – dentro do conceito de beleza vigente – esvoaçando suas madeixas? Tem negras exibindoerlosave de beleza vigente -ondo detetrminsempre brancos, arianos, como se o Brasil fossew seus cabelos encarapinhados? Você já viu nisseis - e como tem no Brasil - fazendo comercial que não esteja ligado a produtos ou serviços japoneses? E índios, aparecem na mídia divulgando algum produto?</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Essa mesmice está cansando o telespectador. Ele, que há muito tempo passou a rejeitar os Cids Moreiras e Chapelains, se for feita uma pesquisa, quer alguém como ele, falando para ele, na linguagem dele.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Escolas de teatro, com gente feita e bonita, existem em todo o País. E o critério não deve ser beleza, mas compatibilidade do ator com o produto, com a expectativa e exigência do consumidor. E por que não colocar o cidadão comum, o pedreiro, ascensorista, balconista ou motorista de metrô nos comerciais, divulgando máquina de lavar ou plano de saúde, com espontaneidade, mesmo que com errros de português?</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Em nome da sinceridade, abaixo a hipocrisia. </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Chega também de atores ricos e famosos, geralmente da Globo, só por serem da terceira idade, estimular, convencer o pobre do aposentado a se endividar nos bancos, tomando empréstimos. Será que Lima Duarte e Hebe Camargo, só para ficar nesses exemplos, realmente tomaram empréstimos consignados? E realmente são clientes dos bancos e financeiras que pagam seus milionários cachês?</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Bem, mas isso é outra aberração à qual voltaremos outro dia...</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Pesquisas recentes mostram a ascensão do poder aquisitivo das classes C e D. E os shoppigs populares, como o Oi e o Tupinambás, de Belo Horizonte, atestam isso. O pobre não é bobo, e merece respeito. Merece ser atendido, em seus desejos e expectativas. É um novo e especial cliente. Paga à vista. Tem Tv a cabo, celular e vai à praia. E é brasileiro, como nós.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Dignidade já, diria o Leão Lobo. Criatividade já, antenem-se já, digo eu!.</FONT></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Quanto vale a marca Brasil, depois de Pequim?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=20483</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Vários jornalistas, sobretudo nas mesas-redondas da TV e nas páginas esportivas dos jornais, já desancaram o Comitê Olímpico Brasileiro pelo fiasco nas Olimpíadas.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas este escriba também vai dar uma traulitada na diretoria do COB, extensiva a outros cartolas do meio esportivo <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em geral. Principalmente" w:st="on">em geral. Principalmente</st1:PersonName> o futebol, onde Ricardo Teixeira, Eurico Miranda e outros inimigos da honestidade e da ética, que ganham medalhas de ouro todo dia, ouro real, quilate 21, e que vão direto para os cofres dos bancos. Lembram-se – já comentei neste blog – quando o Eurico Miranda levou para casa a renda de um jogo noturno do Vasco, e disse que o dinheiro foi roubado por ladrões quando ele entrava na garagem?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, mas o blog não é de assuntos policiais, mas de publicidade e marketing.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O Brasil não perdeu apenas conceito e credibilidade esportiva ao final das Olimpíadas de Pequim. O prejuízo foi maior.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Quanto vale uma marca hoje? No marketing hodierno - gostaram? - <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>com o branding e outras importantes ferramentas mercadológicas ressaltando que o maior patrimônio de uma empresa é sua marca, QUANTO VALE A MARCA BRASIL?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Quanto vale a marca Coca-Cola? Bilhões de dólares, o mesmo ocorrendo com uma General Motors, Nike e Ballantines, para ficar só nestas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas não há como se mensurar&nbsp;o valor da marca Brasil. Talvez nem mesmo feras do setor como Jaime Troiano - que há doze anos atua na área de gestão mercadológica e institucional de marcas de diversas grandes empresas – ou o mineiro da gema Levi Carneiro (hoje também na Troiano), possam nos informar quanto vale o nome Brasil. Esse Brasil que desde 1.500 está na boca de muita gente, conhecido, elogiado ou criticado, mas sempre Brasil.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Hoje, a Petrobras (será que acabaram com o acento para remeter ainda mais a “Brasil”) é um cartão de visitas do país lá fora. Como o foi Ayrton Senna, como ainda o é Pelé. E como são cartões de visita as meninas do vôlei, a heroína dos <st1:metricconverter ProductID="7,04 centímetros" w:st="on">7,04 centímetros</st1:metricconverter> do salto em distância, e também o Cielo das piscinas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas a marca Brasil saiu desvalorizada após as competições. Querem um exemplo, para ficar só nele? Cuba faturou duas medalhas de ouro – o Brasil teve três -, mas no cômputo geral&nbsp; os cubanos retornaram à tão criticada ilha com 24 medalhas, NOVE A MAIS QUE OS BRASILEIROS...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Olhem o tamanho de Cuba, sua população, sua pobre economia. Mas em educação, saúde e desportos sempre foram craques. Ouro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>De sã consciência, se você fosse investidor, hoje, segunda-feira, suas ações da firma Brasil Esportes estariam valendo mais, ou você estaria amargando prejuízo?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ainda bem que o Brasil não é uma SA. E&nbsp;a Brasil Esportes, que fique bem claro, não está em baixa por culpa de nossos atletas. Eles, sem recursos, sem apoio, brilharam, choraram. Enquanto as elites do COB, CBF e outras siglas mordômicas tomavam uísque importado.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mudando de raia, imaginem então o preço das ações de um Brasil Política SA. Esses papéis não teriam serventia nem nos banheiros do Mercado Central ou da rodoviária.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>As eleições estão chegando, abertas as apostas. Em 6 de outubro, um dia após as eleições para prefeito e vereadores, após a divulgação dos resultados, você venderia ou compraria mais ações Brasil Política SA?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Ainda há tempo para pensar. A marca Brasil não pode ficar eternamente em baixa. Pensar e escolher um bom candidato.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Se você souber de um, me indique. Mas mande antes o perfil dos dois. O seu e o dele...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Marcos Valério de volta?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=19603</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<FONT size=4><FONT size=2><FONT size=2>
<P align=justify>Este mundo é pequeno, e o mundo da publicidade – leia-se propaganda, comunicação, marketing e entorno – é mais pequeno ainda. Mais pequeno??? Envelhecer é ruim, mas que bom crescer, emancipar-se, ganhar a tão sonhada e ansiada liberdade de não ter mais a professora ou a tiazona enchendo a paciência, dizendo que não existe "mais grande" ou "mais pequeno", mas maior ou menor...</P></FONT></FONT>
<P align=justify><FONT size=2>Mas vamos em frente, antes que o angu esfrie. Este mundo é pequeno porque um dia desses recebi telefonema de um amigão, cracaço da publicidade, criativo de mão cheia, dando uma dica pro cronista globosférico: "Cefas, o Marcos Valério está de volta. Vai mexer com mídia táxi".</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>E mais não falou, nem mais lhe foi perguntado. Dica de fonte é assim. Só uma pitada. O cardápio é você quem desenvolve.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Pois é, então o ex-carequinha (ele agora deixou o cabelo crescer. Onde há fios, evidente...) estaria de volta ao mercado? E para atuar no segmento de táxis? É que foi aprovada pela Câmara Municipal de BH lei permitindo a publicidade em táxis – no vidro traseiro, friso das portas dianteiras e encosto do banco dos passageiros. A verba arrecadada pelos anúncios é utilizada pelos taxistas para pagar o sistema de posicionamento global, mais conhecido como GPS (em inglês, "global position system"). </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>E como funciona o GPS? Quando o cliente solicita uma corrida, através de uma cooperativa, por exemplo, o taxista mais próximo é localizado, e o sistema encaminha o passageiro até o veículo, e vice-versa. Também é possível ver o carro num mapa de ruas, atualizado em tempo real. </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>O maior benefício, no entanto, é quanto à segurança do taxista. Em caso de assalto, ele aciona um dispositivo que informa o problema à central de monitoramento do sistema. O veículo é rastreado por satélite, o que permite à polícia saber sua localização. E da central, montada na sede do sindicato da categoria, é possível interromper o funcionamento do táxi, dificultando a fuga do criminoso.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Hoje, são mais de 6.500 mil táxis circulando na capital, Contagem, Ibirité e Ribeirão das Neves. </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Quem é responsável pela instalação do GPS nos táxis da Grande BH é a Três-S, empresa paulista que detinha esse know-how.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Mas olha o angu esfriando de novo... A notícia em off para a coluna de que o Marcos Valério está retornando ao mercado, se confirmada, vai gerar mil especulações. Estaria ele realmente interessado em criar agência para os anúncios na traseira, frisos e bancos dos táxis? Verba pequena, muito pouca areia para um caminhão – invertendo o famoso dito popular.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Ou seriam os GPSs seu alvo?</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Uma incógnita. Aliás, o Marcos Valério é uma incógnita total. Sempre atuou nas penumbras, na sombra. Já há vinte anos, como jornalista especializado em propaganda e marketing, venho mantendo contato estreito com as agências de publicidade mineiras. Antes do mensalão, tive incontáveis vezes na DNA e SMPB, entrevistando diretores ou profissionais de criação das duas agências, posteriormente envolvidas no tristemente famoso escândalo. Nunca vi o Marcos Valério nas duas empresas. Seu habitat era Brasília, pantanal dos lobistas.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Fui criado no bairro Santa Terezinha, moro no bairro Ouro Preto há mais de 15 anos. E o Marcos Valério reside próximo, em uma mansão no bairro Castelo. Casarão definido por Renilda de Souza, esposa do lobista, em seu depoimento à CPI do Mensalão, em 26 de julho de 2007, como "uma moradia simples, de classe média". </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Nunca vi o senhor Marcos Valério na minha região. Nem nos supermercados, nem abastecendo carro nos postos, ou fazendo uma fezinha nas casas lotéricas.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Ele não é visto, não aparece lugar algum. Só mesmo instalando um GPS no Marcos Valério para tentar descobrir onde ele está. </FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Quanto às suas intenções e projetos, o mistério continua.</FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2>Mídia táxi, pura e simplesmente, não acredito. Ele tem bala na agulha pra mais...</FONT></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Marcas pessoais, um mercado ainda virgem...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=19351</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“O mercado está ruim... Clientes bons, só quem tem mesmo são as agências paulistas e cariocas.”<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>É reclamação geral, desde que me entendo como gente – leia-se enfronhado no meio publicitário. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A bem da verdade, publicitário nenhum, empresário algum, de qualquer segmento, fala que as coisas estão boas pro seu lado. É igual acertador da mega aparecer nos jornais. Será chamado de lindo e gostoso, e receber dos amigos e parentes pedido de ajuda, de dinheiro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Empresário falar que está ganhando alguma grana só atrai inveja e “facadas” de todo lado, daí esse jeito mineiro da classe. Jeito mineiro coisa nenhuma, pois existe no Brasil todo e no mundo inteiro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Pois bem, citando o coelhinho da Alice, vamos em frente que o temo urge (e ruge...).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Agora, se para os pessimistas o mercado está ruim, vamos falar de alternativas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E uma dica que a coluna sugere é agências trabalharem o marketing pessoal de personalidades (e desculpem o pleonasmo, no presente caso obrigatório).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E de que forma? Conscientizar o jogador de futebol famoso – e rico -, convencer a modelo gatona, ou o cantor CD de ouro, de que seu nome é uma marca que deve ser trabalhada e, mais do que isso, preservada.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Exemplos? Quanto vale hoje a marca Naomi Campbell, depois de suas mil e uma aprontações? Não sei se foi a Anna Marina, do jornal Estado de Minas, que disse outro dia que a Naomi nem está mais tendo hotel no Rio para ficar. “Estamos lotados”, dizem, para ficarem livres dos escândalos da moça que gosta adora nas assessoras. E que, segundo os próprios hotéis, não paga a conta, achando que seu nome já é merchandising de sobra e ainda teria troco...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E o Ronaldo Fenômeno, depois da noitada com os travecos? Edmundo e Alexandre Pires (boates, batidas etílicas e de carros, e mortes)?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Querem exemplos mais recentes? Um fresquinho: o do flamenguista e ex-atleticano Marcinho, que depois de um jogo no Mineirão deixou os colegas para participar, orientado pelo goleiro Bruno, que viveu e conhece bem a região, de uma orgia com prostitutas na Pampulha. Só que o Marcinho pediu pra uma não usar camisinha. E ela se negou, ele insistiu – segundo a moça, foi agredida – e virou caso de polícia. A marca “Marcinho” não sofreu prejuízos junto ao seu público-alvo – os clubes e empresários do futebol?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>E o Ziza, que leva porrada de todo lado, o Galo ganhando ou não? Quanto vale seu nome/marca hoje no mercado?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>O próprio Lula, que ganhou o codinome de bebum e pinguço... No caso do presidente, acho até que isso dá voto... sua imagem sempre está em alta nas pesquisas. Será que povão gosta de votar mesmo é em<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>em quem come e bebe como o povão?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, finalizando, tem muito marketing pessoal a ser trabalhado. Perder imagem, ter seu nome manchado, abrindo manchetes dos jornais, é prejuízo. E a imagem de uma personalidade não termina quando ele sai de cena, pendura as chuteiras, no caso de jogadores. Pelé ganhou mais dinheiro usando sua marca pós-gramados do que quando estava em campo.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Assessor de imprensa, toda personalidade tem. Mas consultoria de marketing, orientação sobre o valor de uma marca, que é um patrimônio, é missão de quem entende do assunto. Que são agências e publicitários feras em MKT e branding.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Por que não trabalhar esses nichos? <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Uma modelo, um jogador, um artista, ou até mesmo, por que não, um publicitário famoso (lembram-se de como ficaram a imagem de Duda Mendonça e Marcos Valério após o mensalão?) podem ser excelentes clientes.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>São contas, fees, que podem dar mais grana que muitas grandes empresas que existem.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Quem discordar, que atire a primeira pedra...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Cefas Alves Meira – cefas@uai.com.br<o:p></o:p></FONT></SPAN></I></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Volante e álcool. Cadê as campanhas educativas?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=18839</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<FONT size=2>O&nbsp;governo federal vem comemorando, baseado em reportagens na mídia impressa e eletrônica, a queda no índice de acidentes em decorrência da Lei Seca. </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman"></FONT><FONT size=2></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman"></FONT></FONT>&nbsp;
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman">Tudo bem, foi realmente uma grande medida. Merece aplausos de todos os brasileiros, sobretudo aquelas famílias que tiveram um de seus membros mortos ou com deficiências físicas e/ou mentais, vítimas de acidentes onde um dos motoristas, ou os dois, estavam alcoolizados.</FONT> </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman"></FONT><FONT size=2></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman">Mas os jornais, o rádio e a TV divulgam com ênfase o sucesso da Lei Seca, enfatizando nas entrelinhas o acerto do governo, mas não tocam num ponto crucial: o brasileiro, hoje, está confuso e intranqüilo, principalmente nos fins de semana e feriados.</FONT> </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman"></FONT><FONT size=2></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman"></FONT></FONT>&nbsp;
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman">Como ir à casa da mamãe comer uma macarronada ou uma galinhada, tomando apenas um refrigerante, ou cerveja sem álcool? Aliás, cuidado com algumas cervejas ditas sem álcool, pois a Kronenbier, primeira a entrar no segmento, pioneiríssima, contém álcool. Se não me engano, 0,5%. Uma latinha já ultrapassa os 0,2% toleráveis, que passam batido na leitura do bafômetro.</FONT> </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman"></FONT><FONT size=2></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman">Em outras palavras, o brasileiro, de modo geral, tem entre seus prazeres o vício da bebida. Fator cultural presente também em outros países como os EUA, a terra do uísque, o México e sua tequila, e a Rússia de Yeltsin e seus porres de vodca, para não falar nos vinhos degustados/encharcados pelos espanhóis, italianos, franceses etc. O brasileiro médio toma pinga e cerveja, não necessariamente nesta ordem.</FONT> </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman"></FONT><FONT size=2></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman"></FONT></FONT>&nbsp;
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman">Pois bem, o fim de semana virou assunto de sessão de psicanálise. Como visitar parentes e amigos sem tomar umas? Como fazer um churrasco em casa sem abastecer a geladeira? Colocar só refrigerantes?</FONT> </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman"></FONT><FONT size=2></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman">Aí surgem as idéias dos “transbebuns”, vans ou táxis varando a madrugada carregando passageiros que beberam todas, ou apenas duas garrafas de cerveja mas têm medo de dirigir e ser pego em uma blitz. Pô, cadeia por causa de dois copos de cerveja é o fim da picada. Aliás, a bandidagem já está de olho nos transbebuns. Pô, se assaltar táxi antes da Lei Seca já era fichinha, agora, interditar uma rua e arrochar veículos transportando motoristas e passageiros indefesos, e um deles tonto, é mamão com açúcar...</FONT> </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman"></FONT><FONT size=2></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman"></FONT></FONT>&nbsp;
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face="Times New Roman">Está faltando tempero nessa feijoada. E o principal ingrediente são campanhas maciças, como as que surgiram quando do aparecimento da Aids. Alertando a população sobre o que beber, como beber, e o percentual de álcool presente nos vários tipos de bebida; orientar famílias ou grupos de amigos para um deles ser a bola da vez – não vai beber nada e ficar por conta do volante. É o que já ocorre nos Estados Unidos e alguns países europeus.</FONT> </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman"></FONT><FONT size=2></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman" size=2></FONT>&nbsp;
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman" size=2>Mas o governo não está preocupado com a intranqüilidade e psicose coletiva que se abateram sobre a população. </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman" size=2>Estamos em ano eleitoral. Para quê campanhas educativas e orientadoras? Isso não dá voto. </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman" size=2>Melhor mostrar outdoors com candidatos a prefeitos ou a vereadores ao lado do Lula. </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman" size=2>O próprio Lula que toma suas pinguinhas, pega seus pileques, e não tem porque se preocupar. </FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman" size=2>É só vigiar o motorista presidencial pra ele não beber...</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Eleições no interior. Cadê o gancho, meu Deus?]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=18572</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>“Gancho” é uma expressão, um jargão jornalístico, para se definir o porquê de uma matéria. Gancho é a justificativa para uma reportagem&nbsp;ser feita, encaixando-se e agregando valor a um contexto jornalístico de maior envergadura...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Bem, queria falar de eleições hoje, e vamos ao gancho que encontrei. </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Neste final de semana, viajando pelo interior e “passando de passagem” – tem hora que o pleonasmo é insubstituível – por dezenas de cidadezinhas, e algumas de porte também, como Governador Valadares e Teófilo Otoni, fiquei matutando. Se eu fosse publicitário, expert em marketing político, como faria para eleger meu cliente/candidato, dentro das atuais regras eleitorais?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Não encontrei resposta. Aliás, se encontrasse, teria acertado na mega, pois como teria marqueteiro me procurando, para me ter como seu Aladim da lâmpada resolve-tudo...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Em BH e outras grandes metrópoles começam dentro de alguns dias a propaganda eleitoral no rádio e na telinha. A criação, monitoramento e produção desses programas já é alguma coisa. Um sanduíche de salame com Coca-cola que seja, diante das mirabolantes verbas direcionadas para as campanhas eleitorais, e permitidas até alguns anos atrás.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Mas as coisas mudaram, as normas são outras. Estamos na Lei Seca das Eleições. Sem showmícios, nada de brindes, bonés, camisetas ou chaveiros. Neca de matérias pagas em jornais – a principal ferramenta até pouco tempo, em cidades do interior, perdendo só para a compra de votos.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Por preguiça de escrever, e também porque quero ouvir a opinião de alguém especialista no assunto, paro de escrever e passo a bola pra vocês, profissionais de marketing. Como eleger um prefeito hoje, em grandes cidades ou grotões?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>Essas opiniões e conselhos, através da expertise dos homens de markerting<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>das Gerais que atenderem a este humilde e preguiçoso pedido, servirão, em muito, também para os leitores deste blog que estão cursando Publicidade e/ou Marketing. Os futuros feras de amanhã.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT size=2>A bola agora é com vocês. Parodiando Milton, Brant e todo o Clube da Esquina, estou na escuta: “Eu leitor de mim...”<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Futebol. Nossos maomés são incompetentes e corruptos...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=18382</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Marketing esportivo. Fala-se muito, de uns tempos para cá, em clubes que estão virando – ou tentando – virar empresas, alardeando administrações voltadas para resultados, contas em dia, salários dos jogadores e funcionários idem, sem dívidas tributárias, nomes limpos na praça, sobretudo junto aos bancos.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Falácia, pura falácia. Praticamente todos os clubes brasileiros estão falidos. Aqui em Minas, o Cruzeiro, embora também tenha dívidas – segundo um conselheiro amigo meu, em torno de R$ 70 milhões -, talvez possa ser exemplo de clube-empresa. Principalmente após a entrada dos Perrela.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Sabem comprar jogador a preços baixo e vender a peso de ouro. São bons comerciantes...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>No Rio, todo mundo na pindaíba, principalmente o Flamengo, líder do Brasileirão mas na lanterna em termos de SPCs e Serasas do futebol. Como também o Botafogo, Fluminense, Vasco etc, também completamente endividados. Aliás, sobre o Vascão, quem não se lembra daquele episódio do Eurico Miranda, que saiu de São Januário com toda a renda do jogo na pasta, e depois disse que foi assaltado ao chegar em casa? </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="Em São Paulo" w:st="on">Em São Paulo</st1:PersonName>, o mesmo quadro. A única e honrosa exceção é o próprio São Paulo; tem algumas dívidas, mas não está no negativo. Aliás, toda grande empresa deve, tem credores. Faz parte da estratégia administrativo-financeira dever a alguém e, em contrapartida, investir esse dinheiro em outro negócio mais rentável, com os dividendos superando com folga os juros da dívida.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Pois bem, voltemos á falácia dos cartolas e seus clubes-empresas. Não existem de fato e um dos principais motivos é a corrupção. Vem em primeiro lugar, é o maior empecilho.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Quem, de sã consciência, largaria sua profissão para se dedicar, “por amor”, à administração de seu clube, virando diretor ou mesmo presidente?. Poucos, pouquíssimos. Se a Guaicurus e Paquequer - para quem viveu os anos dourados das zonas boêmias de BH -, ainda existissem, as meninas de lá explicariam, na lata, o que é “por amor”...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Passaram pelo Atlético banqueiros como o Nélio Brant e o Ricardo Guimarães. Como também já apoiaram o Galo políticos como Newton Cardoso, e agora o Ziza Valadares, que já foi vereador e deputado. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O Newtão, todo mundo conhece. Não dá murro em ponta de faca. Investiu no Galo como investe na política. E não perde nunca, em se tratando de dinheiro. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O Ziza tá aí. Não posso dizer nada. Até onde sei é honesto e até já chorou diante das câmeras, falando sobre as dívidas do Atlético. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas o Ziza é político. E, é conhecimento geral, a maioria dos políticos gasta em sua campanha eleitoral mil vezes mais do que irá receber nos contracheques futuros de seus quatro anos de mandato. É a chamada indústria do lobby parlamentar. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Se o Ziza está no comando do Galo “por amor”, cabe aos atleticanos julgarem. Eu, cruzeirense de carteirinha, me safo dessa missão. E ontem, quarta-feira, depois da goleada de <st1:metricconverter ProductID="4 a" w:st="on">4 a</st1:metricconverter> 0 para o Botafogo, aí então é que não me intrometo mesmo. E mesmo porque o Zezé Perrela também virou político, depois de assumir o Cruzeiro...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Bem, todo esse lenga-lenga de hoje tem como inspiração matéria do último Meio &amp; Mensagem, intitulada “Empresa Futebol Clube - Anunciantes investem na criação de times profissionais”, onde pude chegar a uma conclusão: se Maomé não vai à<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>montanha, a montanha vai a Maomé. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>A reportagem, assinada pelo jornalista Fernando Murad, revela que grandes empresas estão deixando simplesmente de investir no marketing esportivo, patrocinando camisas, calções e meias, para entrarem realmente <st1:PersonName ProductID="em campo. Estão" w:st="on">em campo. Estão</st1:PersonName> criando seus próprios clubes e times, pegando o touro à unha. Quem estreou foi o Grupo Pão de Açúcar/Sendas (em BH, dono dos Supermercados Extra), que lançou o Pão de Açúcar Futebol Clube (PEC) e o Sendas Esporte Clube.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Agora, a multinacional Red Bull, energético número um da rapaziada brasileira, cria seu próprio clube, ao invés de colocar logomarcas nas camisas dos outros. O Red Bull Brasil, nome do time, em breve estará na telinha, disputando a segunda ou quem sabe até a primeira divisão. E o grupo, por incrível que pareça, tem tradição no negócio futebol. Na Áustria eles criaram o Red Bull Salzburg, e nos Estados Unidos o Red Bull New York.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>É a montanha, as empresas, indo a Maomé. Não para fazer orações ou pedidos, mas para faturar mesmo. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Porque nossos maomés do futebol são, em sua grande e maciça maioria, corruptos e mal administradores. Dois defeitos em um só, porque existe tanto corrupto e bom administrador, como administrador bom, mas corrupto. É aquele “ele rouba, mas faz”...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Viva a Red Bull, palmas para o Pão de Açúcar, os verdadeiros – e espertos – maomés.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Publicidade versus governo]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=18162</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></B></P></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Promessa é dívida. Na última postagem, como eu ainda não tinha muitas informações sobre como transcorreu o IV Encontro Brasileiro de Publicidade, realizado de segunda a quarta da semana passada <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em São Paulo">em São Paulo</st1:PersonName>, fiquei de mais tarde falar sobre o assunto.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Vamos lá. Na verdade, o mercado esperava mais de um encontro que não se realizava há trinta anos, envolvendo todos os segmentos da propaganda – agências, fornecedores, veículos e mesmo anunciantes. Censura à veiculação de campanhas de determinados produtos foi o tema central dos debates. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>Mas tudo bem, em linhas gerais o congresso valeu a pena. E vamos nos ater a ele.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">A carta aprovada no último dia de debates resumiu o tema predominante durante todo o simpósio, e não assumido previamente na grade da programação do evento: a briga das empresas de publicidade contra o governo, no tocante à restrição ou proibição total de campanhas divulgando bebidas alcoólicas, cigarros e também produtos que sejam fatores de risco para doenças como hipertensão, diabetes e doenças coronarianas.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">E o alvo direto era o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que está inclusive propondo consulta pública, para ver se a população concorda com restrição a alimentos com quantidades consideradas elevadas de açúcar, gorduras e sódio.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Ou seja: os publicitários, na carta final de encerramento do encontro, questionavam, já rejeitando, se a censura estava de volta, agora na área da criação e veiculação de campanhas. Um trecho do documento é explícito nesse sentido: “”A publicidade não causa obesidade, alcoolismo ou acidentes de trânsito. É ela que viabiliza, do ponto de vista financeiro, a liberdade de imprensa e a difusão da cultura e do entretenimento para toda a população”.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Essa discussão, essa polêmica, vai continuar. A guerra não acabou. O governo vê na restrição da divulgação de determinados produtos não apenas uma forma de proteger a saúde da população, mas também de garantir o apoio, em votos, nas futuras eleições. Política e voto não xipófagos, inseparáveis. E toda ação tem, em menor ou maior dimensão, expectativa de ganhos político-eleitorais.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">As agências de publicidade argumentam que já existe o Conar – Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária – para atuar como um órgão regulador em questões envolvendo a propaganda.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">E para defender esse ponto de vista, ao mesmo tempo combatendo as investidas do governo nessa área, foi criado no congresso a Frente Parlamentar de Comunicação Social. Dalton Pastore, que presidiu o evento, anunciou que já fazem parte dessa frente 198 deputados federais e 38 senadores, oriundos de 17 partidos políticos. Todos oposicionistas, evidentemente.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Mas parodiando Lula e o próprio PT, “a luta continua” . Dos dois lados.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">E que a propaganda brasileira faça um novo encontro nacional, para discutir temas envolvendo outros assuntos, de interesse para todo o mercado, como licitações, aperfeiçoamento profissional, ética, interatividade com o meio acadêmico etc. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Um encontro que não se realizava há trinta anos não podia se resumir a discutir e abrir uma briga entre agências e governo...</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Enquanto o angu esfria...]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=17949</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoBodyText2 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></P><o:p><FONT size=5><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Como terminou ontem em São Paulo, o IV Congresso Brasileiro de Publicidade - há 30 anos o mercado não promovia um encontro nacional de propaganda -, o assunto do blog desta quinta deveria ser o simpósio e seus reflexos na publicidade brasileira e, sobretudo, na das Gerais.<o:p></o:p></FONT></SPAN>
<P></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Mas agora, debruçado no teclado elaborando o texto de hoje, ainda não tenho informações precisas sobre como transcorreu o encontro. Em que as milhares de agências brasileiras, os milhões de profissionais de uma forma ou outra ligados à propaganda, foram beneficiados - se é que foram -<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>com o ciclo de debates.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Assim sendo, assumindo minha desinformação sobre o congresso, pecado mortal em jornalismo, passo a abordar outros assuntos. Puro pessedismo, admito (e lanço o desafio aos meus poucos e parcos leitores: vocês sabem o que é<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>pessedismo?)<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Prefiro falar de um evento a que fui ontem à noite, a colação de grau de um de meus filhos em Publicidade, pela Faculdade Metropolitana. Instituição onde tenho, por sinal, dois grandes amigos - além do meu filho, até antes de se formar -: os professores Cadmo Cezar Coelho Bittencourt (fera em planejamento) e Patrícia Avellar (uma das maiores mídias do País, e presidente do Grupo de Midia de Minas Gerais).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Pois bem, quanto ao evento em si, tudo muito bem, tudo muito bom. Diploma nas mãos, recém-formado com as noites livres para namorar - ou trabalhar, se encontrar logo “colocação”, como se dizia antigamente... E os pais orgulhosos, felizes, tranqüilos. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Mas vamos ao que interessa, se é que haja algo neste blog que interesse ao globosférico internáutico do Blog do Cefas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Bem, mas vamos deixar de lado a Metropolitana e os seus recém-formados, para falar de maneira global. Estão também recebendo diplomas neste mês de julho centenas de novos publicitários, formados de quatro anos chegando ao mercado não só pela Metropolitana – acaba de ser adquirida pelo grupo COC – mas pela UFMG, PUC, Newton Paiva, UNI-BH, Fumec e muitas outras.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>E é este “muitas outras” o cerne da questão. Como esses novos publicitários estão chegando ao mercado? Qual o grau de conteúdo, de qualificação, potencialidade mesmo, desses novos profissionais?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Todo dia tem decretos e portarias do governo eliminando ou restringindo, cortando na carne mesmo, campanhas publicitárias sobre determinados produtos, serviços ou temas. Como cerveja – já tem projeto acabando com as mulheres peladas nos comerciais -, cigarros, guloseimas voltadas para o público infantil. E a própria propaganda criada, dirigida à criançada, está no paredão, devendo ser fuzilada a qualquer momento pelo Congresso. Está atualmente na Comissão de Defesa do Consumidor, da Câmara dos Deputados, englobando também publicidade tendo como público-alvo os adolescentes.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Bem, vamos dar outra ré e voltar ao cerne da questão: será que esses novos publicitários estão em condições de enfrentar esses novos, e gigantescos, desafios? Como está o nível técnico e cultural, hoje, de um recém-formado em Publicidade? Sabem escrever, são bons redatores? Têm visão, alcance e poder de síntese para, no caso dos diretores de arte, criarem peças tangíveis ou on-line que superem esses obstáculos, assinando campanhas de impactantes, mesmo engessados por regras draconianas?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>A advocacia tem, na OAB, uma metodologia para mensurar, avaliar o grau de competência de um advogado, recém-formado ou não. Se provar que é bom, recebe o passaporte para advogar. Se não, concursos públicos, vira professor e outras alternativas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Como está o publicitário deste novo século? Perguntar ao meu filho não vale. Pode ser bom de fato, ou pode me engalobar, me engambelar, jurassicamente falando. E como pai coruja, vou acreditar.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT size=2>Passo a palavra a vocês, donos de agências (e como têm reclamado da falta de bons redatores) ou profissionais com calo e bagagem para dar opiniões abalizadas, mesmo tendo também filhos recém-formados em Publicidade e Propaganda.</FONT> <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText2 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"></FONT></o:p>&nbsp;</P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Conquistando o mercado nacional: a melhor defesa é o ataque]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=17700</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O Ponto Frio acaba de abrir concorrência. É atendido há cinco anos pela DM9DDB. O grupo de lojas, evidente, quer reformular sua comunicação, revitalizar sua propaganda e ações de marketing, incomodado principalmente pelo estágio atual do segmento, onde a venda de eletrodomésticos disputa, com as áreas automobilística e a de imóveis, entre outras, o primeiro lugar no ranking nacional de nível de comercialização.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;No caso específico do Ponto Frio, a rede enfrenta uma concorrência agressiva, onde os adversários não abrem mão da ousadia em preços e condições de pagamento. Caso das Casas Bahia e da mineira Ricardo Eletro. Esta, vem incomodando os grupos de eletros desde seu surgimento, apostando pesado na publicidade e em estratégias hiperirreverentes, como os torras que Ricardo Nunes faz periodicamente.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas voltando à vaca fria – gente, há quanto tempo eu não escrevia, lia ou ouvia essa expressão -, a verba das licitação do Ponto não é nada desprezível. Cerca de R$ 200 milhões, e ao que parece até agora já manifestaram intenção de participar, além da própria DM9DDB – que quer correr atrás não do prejuízo, mas do lucro -, também a Fala (nacional) e a Matos Grey.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Nenhuma de Minas, pelo menos por enquanto.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Não seria o caso de algumas das principais agências mineiras especializadas em varejo unirem suas forças e fazer um pool, entrando na concorrência? Argumentos não faltam: o Ponto Frio tem centenas de lojas em BH, região metropolitana e interior. Tem a concorrente Ricardo Eletro no gás total. No caso da rede de eletrodomésticos, ela não olharia agora, com mais acuidade, a força e o talento da propaganda mineira, quando o pool se formatar e entrar na licitação?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O mesmo deveria ocorrer em outras concorrências nacionais, de outros segmentos. União das agências mineiras com expertise em automóveis, bancos, imóveis, energia, saneamento etc, passando a disputar pau a pau com o eixo São Paulo/Rio grandes clientes das respectivas áreas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Simplesmente inverter a correnteza, fazer as águas do rio subirem a serra.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Porque, hoje, clientes nacionais de grande porte estão chegando a Minas trazendo a tiracolo sua agência nacional, fazendo parcerias com agências locais, que geralmente ficam nem mesmo com sobras, mas com farelos do bolo publicitário. Um exemplo recente – e já não estou já falando em fatias ou farelos, não sei dos detalhes financeiros da parceria - é a Camargo Corrêa, atendida pela Lew, Lara, que fez acordo local com a Lápis Raro.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Mas Minas pode ir á luta. E, como no futebol, a melhor defesa é o ataque. Enfrentar o mercado nacional, com cara e coragem.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>O choque de gestão, implementado pelo governo Aécio, está aí, exemplo adaptado até pelo governo federal. O Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, não é uma cópia do choque de gestão?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Não seria o caso de as agências que atendem ao governo mineiro, a partir dessa performance e imagem do choque de gestão, unirem suas forças e partir para a disputa de contas de governos de outros estados? Ou mesmo secretarias, bancos estaduais, autarquias etc etc?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Taí. Um bom tema para ser discutido, mesmo que nos corredores e nas horas do lanche, pelos publicitários mineiros que estão participando do IV Congresso Brasileiro de Publicidade, <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>em andamento esta semana <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em São Paulo." w:st="on">em São Paulo.</st1:PersonName></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>Um abraço e até quinta...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p><o:p>&nbsp;</o:p></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Eleições e a propaganda. A hora e a vez da criatividade]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=17525</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Até pouco tempo atrás, qualquer cara cismava que entendia de comunicação, sobretudo de marketing político e/ou governamental, e ficava riscando na folhinha de seu criado mudo os dias que faltavam para a próxima eleição. Sim, no Brasil quase todo ano tem eleição. São os biênios eleitorais.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Pois bem, esses marqueteiros – e tinham orgulho em dizer “mexo com marketing, marketing político” – um ano antes da próxima eleição já se articulavam (não, articular é coisa séria, eles apenas faziam conchaves e quadrilhas – para ganhar dinheiro de forma espúria.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Acabaram-se os showmícios (muitos caríssimos), camisetas, bonés, e aquele pé de botina, com o segundo pé entregue após a vitória do candidato.... Tudo em nome do marketing político, que não tem nada a ver com essas maracutaias – como diz o Lula.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">As campanhas políticas já estão nas ruas, e as normas são duríssimas. Se até 2006 ainda eram permitidos bonés e camisetas – só no segundo turno das eleições paga presidente e governador -, agora neca. Nada de promoções, brindes. Ah, detalhe interessante: brinde comercializado pode, desde que não tenha nome e número do candidato. Ou seja, o eleitor, que já é penalizado por ser obrigado a ir às urnas – o voto deveria ser facultativo – ainda cairia na besteira de comprar uma camiseta, boné, caneta ou chaveiro com o nome do partido .... É muita burrice desse nosso Judiciário.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">!</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Agora, ao que interessa. As agências realmente dignas de ter em seu portfólio o serviço Marketing Político, têm competência para isso, vão ter trabalho, já estão tendo trabalho.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">As ações convencionais, permitidas pela legislação, são mínimas. A lei é draconiana. Além dos proibidos showmícios – mesmo que o artista assine documento dizendo que é voluntário, não está cobrando nada -, são ilegais. Como também propaganda em rádio, TV, internet (só no site do candidato) e outdoor. Anúncio em jornal e revista pode, mas com restrições: até um oitavo de página para jornal standard ou um quarto de página para revistas ou jornais tablóides. Assim mesmo, peças assinadas por partidos políticos ou coligações.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Liberadas, mesmo, a distribuição de impressos em vias públicas (coitadas dos garis), propagandas em cartazes móveis. Aliás, o Leopoldo Bessone era mestre em colocar placas em carroças, que circulavam livremente pelo centro de BH e alguns bairros-redutos. Também permitidas propaganda em faixas, placas, cartazes e pinturas em bens particulares, como os muros por<SPAN style="DISPLAY: none; mso-hide: all"> e </SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>exemplo, nunca superior a quatro metros quadrados. Pode também carro de som, para torturas de nossos pobres ouvidos.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">É, mas agora é que a competência virá à tona, por parte das agências realmente eficientes nesse setor. Alternativas, criatividade, conteúdo. E honestidade e seriedade nas mensagens.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">É o fim da era do poder econômico – esperamos – que elegeu tantos oportunistas como o Sérgio Naya, cujos prédios desabaram matando pessoas e projetos familiares e profissionais. Ou aqueles latifundiários assassinos da Amazônia, que chegavam ao ponto de cortar com motosserra as pernas dos adversários políticos ou rivais de qualquer natureza.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">É ir à luta. O marketing político não acabou. É como se cada agência estivesse trabalhando para um Getúlio Vargas, um JK ou Carlos Lacerda, épocas onde não havia a tecnologia de hoje, nem as facilidades das inúmeras formas de comunicação, muitas delas agora proibidas. Tinha voto comprado? Tinha... Como tinha o voto-marmita, onde analfabetos iam com o nome do candidato no bolso ou dentro do chapéu.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Criatividade é a palavra de ordem. E criatividade surge em momentos de crise.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">E o Pasquim,para os leitores cinquentões, é uma grande prova disso...</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Discutindo o mercado. Principalmente o nosso]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=17316</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/20/20106"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT size=2><SPAN style="mso-tab-count: 2">&nbsp;</SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Começa na próxima semana – de <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="14 a" w:st="on">14 a</st1:metricconverter> 16, segunda e terça – o “IV Congresso Brasileiro de Publicidade. Criando o futuro”. Um encontro histórico, já o último encontro nacional da categoria foi em 1978, ainda em plena ditadura</FONT>.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Bem, mas vamos ao que interessa. Esse congresso que começa dia 14 vai discutir, entre outras, questões, “Responsabilidade Social da Comunicação”, “Liberdade de Expressão Comercial”, “Eficácia no Planejamento de Compra de Mídia”, “A Educação, a Profissão e o Mercado”, “A Criatividade Brasileira”, “Carga Tributária e Rentabilidade das Agências, Fornecedores e Veículos”, “Novas Mídias”, “Marketing de Relacionamento” e alguns outros.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Só que entre esses “alguns outros” <I style="mso-bidi-font-style: normal">A Realidade dos Mercados Regionais. </I>E Minas é um deles, dos principais...<I style="mso-bidi-font-style: normal"><o:p></o:p></I></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Antes de falar sobre o mercado mineiro, vamos falar sobre a importância do encontro nacional que começa dia 14. As agências mineiras, os empresários da comunicação – fornecedores, veículos, anunciantes – ligados direta ou indiretamente ao tema devem ir a São Paulo e marcar sua presença, colocar suas idéias em discussão, apresentar propostas visando a defesa dos interesses da propaganda brasileira, que a cada dia sofre reveses, seja do governo ou das próprias nuances do mercado de comunicação.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Agora, o mercado mineiro. Se há trinta anos não se faz um encontro nacional de publicidade, há quanto tempo Minas não promove um simpósio, um work-shop que seja, para discutir, lavar roupa suja mesmo, das mazelas que atacam e proliferam como ratos no nosso mercado?<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Um dos pontos nevrálgicos são licitações viciadas – públicas e da iniciativa particular - , e que contam com a conivência das agências de alguma forma beneficiadas por essa prática.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>São atitudes rebeldes e descaradas no quesito preço, onde a qualidade e criatividade são deixadas em último plano, só para a agência colocar na mídia e em seu portfólio que atende um cliente de peso, de renome. Só que não diz que está pagando por isso, que seus funcionários estão sendo mal-remunerados, porque o cliente é “fantasma”, é fachada, e só procura a agência eventualmente, a custos previamente combinados.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>E o que dizer da falta de mobilização da categoria? Ninguém sai em defesa de ninguém. Pelo contrário, na maioria das vezes torce contras.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Na Febraban, apesar das renhidas lutas das instituições bancárias por mais espaço e clientes, por market-share, os bancos estão unidos. Unidos intrinsecamente, ao ponto de encararem o governo quando há alguma ameaça contra seus interesses, usarem e pagarem regiamente lobistas para fazer sua defesa em qualquer instância dos poderes Legislativo, Executivo e até mesmo o Judiciário.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>O mesmo ocorre na indústria automobilística, que vive um momento mágico, com megavendas superando megavendas. GM, Volks, Fiat, Ford, ou as novatas japonesas, resumem suas disputas e querelas apenas às campanhas publicitárias e corpo a corpo nos pátios das revendedoras. No restante, completa coesão e mobilização em defesa de seus interesses comuns.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>É isso que falta na propaganda nacional e mineira. Menos egocentrismo e mais otimização de resultados. Menos luta por prêmios nacionais ou regionais e mais discussão sobre como está o momento atual de nossa publicidade. Como está, a cada dia, sendo invadida por agências do Rio e São Paulo, atraídas de um lado pelo atual crescimento econômico do Estado, e por outro pela desmobilização das nossas agências.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Novas lideranças estão surgindo no cenário da propaganda mineira. Gente nova, idéias novas, sinergia substituindo à secular cultura do ego. Isso, já percebo tanto em lideranças formais – alguns diretores de entidades de classe – como em líderes natos, saídos recentemente das faculdades, que já têm sua própria empresa, mas que não coadunam com o <I style="mso-bidi-font-style: normal">modus operandi </I>vigente desde os anos.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>E essa rapaziada merece confiança. Ao lado dos mais antigos, os veteranos, que defendem esses mesmos princípios, mas não tinham como praticá-los, por falta de mobilização.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Que venha então<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>um Encontro Mineiro da Publicidade. Vamos debater, vamos lavar roupa suja, primeira regra e paradigma para o crescimento e desenvolvimento. Se não houver críticas e questionamentos, não há evolução.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT size=2>Um abraço a todos e até a próxima quinta – ah, este blog é editado às segundas e quintas-feiras...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Cachaça, volante e informações de calças curtas]]></title>
		    <author><![CDATA[Cefas  Alves Meira]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/cefas/blog/blogdocefas?tv_pos_id=16978</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">O governo federal e seus muiiiiiiito bem-pagos homens de marketing estão indo cada vez mais na contramão da história – como se isso fosse erro, e não uma estratégia ultrapopulista.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Vamos às partes – como diria<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>“Jack, o estripador”.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Essa nova legislação sobre dirigir alcoolizado deveria, primordialmente , ser precedida de uma megacampanha, não só esclarecendo ou alertando a população sobre o risco de pegar no volante estando bêbado, que o motorista chumbado é um assassino frio e premeditado, mas abordando também outros detalhes.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Sim, porque todos - bêbados assumidos, alcoólicos anônimos, e até os geralmente mentirosíssimos “só bebo socialmente” - sabem de cor e salteado o perigo da dupla álcool-volante. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">A campanha, que deve vir por aí, não deveria girar apenas em torno disso.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Mas sim, o que é álcool, em todas suas nuances e detalhes. Cerveja? Claro, Pinga, uísque, vodca? Sem comentários. Uma simples taça de champanha ou chope? </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Também.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">A campanha deveria preencher uma grave lacuna, falar de uma coisa que os médicos e farmacólogos conhecem de cor e salteado (está naa profissão deles): o “álcool embutido”. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Ele está presente no bombom recheado, no secular Biotônico Fontoura, e até o Cepacol. Aquele odorizador bucal que muitos chegam em casa e vão direto ao banheiro procurá-lo, usando o ingênuo produto para tirar o bafo e tentar enganar a esposa. Só que na cama ela sempre percebe quando o cara bebe...</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">É, o governo está divulgando na mídia, em detalhes, toda a rigidez da nova legislação, mas sem explicar os tipos de álcoois. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Lembram-se do Romário? Usou um remédio para tingir seu cabelo - já há muito tempo encanecido-, e foi acusado de jogar dopado.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Gente, fazer licitação, escolher “coincidentemente” só aquelas agências que trabalharam na campanha eleitoral – ou indicadas pelos patrocinadores - , só pode dar nisso. Informação de calças curtas. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Que pode jogar por terra toda a legislação contra beber e dirigir – decisão que defendo integralmente – apenas porque o motorista comum não foi informado de que Cepacol, Biotônico Fontoura e outros produtos farmacêuticos também contêm álcool.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">E se alguém for à Justiça, alegando essa omissão?</P>
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