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<category>Blog Dzai</category>
<description>assuntos sobre o esporte em geral</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog do Cruz</title>
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<title>Blog do Cruz</title>
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		<title><![CDATA[O drible do ministro]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=43338</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><font style="font-weight: bold;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font size="5"><span style="font-weight: bold;">&nbsp; A</span></font> convite do ex-craque Raí, do São Paulo Futebol Clube, participei há poucos meses de uma reunião na capital paulista. Raí lidera o movimento Atletas pela Cidadania, de apoio às boas causas sociais, reunindo expoentes do esporte olímpico e paraolímpico: Magic Paula, Lars Grael, Gustavo Borges, Ana Moser, Joaquim Cruz, Fernando Meligeni, Rosane dos Santos, Gustavo Borges, Clodoaldo da Silva, Branca, Rogério Ceni e tantos outros.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Minha participação foi para apresentar algumas análises sobre o que temos e como são usados os recursos públicos para o esporte. Lá pelas tantas, entrou na pauta a questão do momento, os gastos do governo com a realização dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Era recente o primeiro relatório dos auditores do Tribunal de Contas da União (TCU), com indícios de irregularidades - superfaturamentos, principalmente.  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com base no que os auditores escreveram, manifestei aos atletas minha esperança de que teríamos um relatório final surpreendente e exemplar, assinado pelo então ministro do TCU, Marcos Vilaça, há pouco aposentado.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Até então apenas ouvindo, Cláudio Weber Abramo manifestou-se. Diretor da ONG Transparência Brasil, ele discordou de meu entusiasmo e sentenciou, para a decepção de todos: <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-style: italic;">&nbsp; </span><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">“Não se iludam. Isso não dará em nada”, afirmou.</span><br style="font-weight: bold; font-style: italic;"> <br>&nbsp; <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Voltei aos argumentos otimistas e lembrei de um rápido encontro que tive com Marcos Vilaça, em seu gabinete. Na ocasião, ele recebia a visita do ministro do Esporte, Orlando Silva. Mais três ou quatro funcionários do TCU - imagino que fossem os auditores que trabalhavam no processo do Pan - estavam numa ampla sala.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Antes da primeira pergunta e adiantando que não tinha muito tempo para atender repórter, Vilaça foi direto em sua mensagem. Em resumo, disse o seguinte:  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">“Estou explicando ao ministro Orlando que não é possível driblar a lei. Sei que estamos próximos da realização do Pan-americano e promover licitações agora pode provocar mais atrasos nas obras. Mas não tem desculpas, pois não podemos concordar com qualquer proposta em contrário”. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ficou claro que Orlando Silva foi ao TCU pedir para “driblar a lei”, isto é, contratar obras e serviços sem licitação, uma afronta, uma agressão, uma fraude para quem conhece um mínimo sobre administração pública.  <br>E insisti aos Atletas pela Cidadania que não deveríamos temer, pois o TCU seria, como é seu dever, rigorosíssimo, indiciando os fraudadores. Ricardo Vidal, que em Brasília dirige o Instituto Joaquim Cruz, estava nesse encontro de São Paulo e testemunhou a sentença de Cláudio Abramo:  <br> <br> <br>&nbsp;<span style="font-weight: bold; font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Não se iludam. Conheço essa gente. Essa manifestação do ministro foi uma encenação”. </span><br style="font-weight: bold; font-style: italic;"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Passa o tempo e sai, enfim, o terceiro relatório sobre os gastos nos Jogos Rio 2007. E o que se constatou? Que, lamentavelmente, Cláudio Abramo tinha razão.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É preciso dizer que os técnicos, os auditores do TCU foram rigorosos. O levantamento que fizeram não deixa dúvidas sobre os deslizes cometidos com o dinheiro público, no Pan. Mas o ministro, em ato decisivo que antecedeu sua aposentadoria, foi complacente, omisso e parceiro do ato ilegal e imoral. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pior: consagrou que sua declaração à imprensa, naquela reunião com Orlando Silva foi, de fato, encenação. No melhor estilo do drible da vaca, Marcos Vinicius Vilaça encenou o jogo da mentira e driblou a lei, como foi lhe propor o senhor ministro do Esporte. Por tabela, colocou na cara do gol da salvação e da impunidade o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Pan-americanos, Carlos Arthur Nuzman.  <br> <br> <br>Profissionalmente, confesso, tomei o drible da ingenuidade. Acreditei na autoridade, competência e firmeza de uma autoridade do TCU, Marcos Vilaça. Não honrou esses princípios.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vilaça, que chefiou a delegação da Seleção Brasileira num jogo contra a Argentina, é amigo íntimo de Ricardo Teixeira, o que dispensa comentários para traçar um perfil mais fiel sobre o ministro aposentado.  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; <br> <br></font>
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		<title><![CDATA[Depoimento de Poliana]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=43129</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<FONT style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif" size=4> <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <BR> <BR></FONT><FONT style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif" size=4>&nbsp; &nbsp; </FONT><FONT style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif" size=5>P</FONT><FONT size=5><FONT style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif" size=4>oliana Okimoto, que recentemente ganhou a medalha de bronze no Mundial de Maratona Aquática, respondeu às minhas indagações sobre o seu orçamento de atleta. Acompanhe o&nbsp;depoimento:  <BR> <BR> <BR></FONT></FONT><FONT style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif" size=4><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18755/ba86115a5c1df9bc93868275c87fb26d.jpg">  <BR>&nbsp; </FONT><FONT size=5><FONT style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif" size=4> <BR> <BR> <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<SPAN style="FONT-STYLE: italic">&nbsp; "O Pinheiros foi o grande incentivador da minha carreira. Eles acreditaram em meu potencial, mesmo antes de dar algum resultado internacional. Quando passei das piscinas para as maratonas, houve muita dúvida se eu iria me adaptar ou não. Porém, o clube me apoiou muito na nova decisão, acreditando no meu trabalho."</SPAN><BR style="FONT-STYLE: italic"><BR style="FONT-STYLE: italic"><BR style="FONT-STYLE: italic"><SPAN style="FONT-STYLE: italic">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Além do Pinheiros, nadei em outros clubes, e desde 14 anos me mantenho entre as melhores nadadoras de fundo do Brasil. Desde então, tive incentivo, com ajuda de custo e bolsa de estudos, para continuar a treinar tranquila."</SPAN><BR style="FONT-STYLE: italic"><BR style="FONT-STYLE: italic"><BR style="FONT-STYLE: italic"><SPAN style="FONT-STYLE: italic">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "A CBDA sempre pagou minhas viajens com a Seleção Brasileira (minha primeira Seleção, foi em 1997). Porém, não recebia ajuda de custo. Após minhas duas medalhas de prata no Campeonato Mundial de maratonas aquáticas, em Nápoles (2006), comecei a receber ajuda financeira deles". </SPAN></FONT></FONT><FONT style="FONT-WEIGHT: bold" size=5> <BR> <BR> <BR><FONT size=6>Análise </FONT> <BR> <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT><FONT size=5> <FONT style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif" size=4>Com essa declaração ficam claras: a importância do Clube Pinheiros na formação de Poliana e a comprovação de que o dinheiro que a CBDA recebe do patrocinador (Correios) e da Lei Agnelo Piva não chegava ao atleta. Pode até estar chegando, agora, depois da bronca do medalhista de ouro, Césa Cielo, logo após os Jogos de Pequim.  <BR> <BR> <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E a CBDA, é oportuno lembrar, tem patrocínio dos Correios desde 1991 e é contemplada com cerca de R$ 2 milhões anuais da Lei Agnelo Piva (via COB), desde julho de 2001.  <BR> <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portanto, não é exagero pedir que as confederações apresentem não só as suas prestações de contas, mas seus planejamentos de gastos com verbas públicas, justamente para se saber quanto está sendo destinado aos atletas de ponta. Afinal, eles são a razão de ser do esporte. Sem eles, não haveria necessidade de patrocínios de estatais e outras verbas públicas.  <BR> <BR>&nbsp;&nbsp;  <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com essa manifestação de Poliana, fica fortalecida&nbsp; a bronca dos clubes sociais formadores, com o COB, ao pedirem participação na Lei Agnelo Piva. Sobre isso, trataremos no decorrer da semana que se inicia.<BR style="FONT-STYLE: italic"> <BR> <BR> <BR> <BR>&nbsp; </FONT></FONT> <BR>
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		<title><![CDATA[JOGOS PAN-AMERICANOS]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=43069</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<p>&nbsp;</p><p> <br></p> <p><font size="5" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Tribunal aprova a farra</strong></font></p><p><font size="5" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong> <br></strong></font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><em>Mesmo com irregularidade constatada, TCU isenta autoridades do&nbsp;Jogos Pan-Americanos em gastos de R$ 21,5 milhões, aplicados nas solenidades de&nbsp;abertura e encerramento do evento</em></font></p> <p><em><font size="4" face="Verdana"></font></em>&nbsp;</p> <p><em></em><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>José Cruz</strong></font></p> <p><strong><font size="4" face="Verdana"></font></strong>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong><font size="6">D</font></strong>ois anos depois de ter sido realizado, revela-se o mais recente escândalo financeiro dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, conforme auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). </font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No terceiro processo que julgou a exorbitância dos gastos naquele evento — cerca de R$ 4 bilhões —, auditores do TCU identificaram que as cerimônias de abertura e enceramento da&nbsp;competição esportiva, ao custo de R$ 21,5 milhões aos cofres públicos, não teve licitação de preços. </font></p> <p><font size="4" face="Verdana"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apesar dessa flagrante irregularidade, plenamente identificada pelos auditores do processo, o então ministro relator, Marcos Vinicios Vilaça (aposentado no último dia 30), isentou os acusados de qualquer culpa. Entre eles estão o presidente do Comitê Organizador do Pan, Carlos Arthur Nuzman, e Ricardo Leyser Gonçalves, do Ministério do Esporte. A ordem de Vilaça foi arquivar o processo.</font></p> <p><font size="4" face="Verdana"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao fugir da exigência legal, o Comitê Organizador do Pan e Parapan-americanos fez duas contratações. Inicialmente, chamou o senhor Scott Givens como consultor. Ele é da Five Currents, empresa dos Estados Unidos, especializada em grandes eventos, entre eles os Jogos de Inverno de Salt Lake City (EUA), em 2002, as Olimpíadas de Atlanta, em 1996, e comemorações dos 50 anos da Disneilândia. </font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Só por essa consultoria, o governo do Estado do Rio de Janeiro pagou R$ 883.350. </font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em seguida, o Comitê Organizador do Pan contratou a brasileira WA Tranze Eventos, Promoções e Publicidade Ltda para executar o projeto das cerimônias do Pan. A abertura, inclusive, ganhou destaque internacional devido a uma vaia do público ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua chegada ao estádio do Maracanã.</font></p> <p><font size="4" face="Verdana"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp; O mais estranho nesse processo que o TCU arquivou é que o presidente do Comitê Organizador do Pan e Parapan, Carlos Arthur Nuzman, justificou que fugiu da concorrência para contratar serviços por se tratar de uma "emergência". </font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A explicação, contudo, contrasta com o anúncio do Rio de Janeiro para receber o Pan, feito em 2002, isto é, cinco anos antes.</font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sobre esse argumento, que está no Acórdão 1250/2009, o ministro relator do processo, Marcos Vilaça, reforça as datas extremas: </font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;<em>&nbsp; "A necessidade de realização das cerimônias e mesmo sua data já eram conhecidas pela administração pública em 2002, quase cinco anos antes do evento, quando foi assinado o Acordo de Obrigações e Responsabilidades com a Organização Desportiva Pan-americana (Odepa)". </em></font></p> <p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></b>&nbsp;</p> <p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Jogo de empurra</font></b></p><b></b> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>A</strong> análise que consta no relatório não deixa dúvida de que houve séria irregularidade. A demora para realizar a tal licitação de preços deveu-se à indecisão dos governos municipal e estadual do Rio de Janeiro, bem como o Governo Federal, que se lançaram em um jogo de empurra para decidir quem pagaria a conta.</font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na emergência, e apenas a seis meses da abertura do Pan, sobrou para a União desembolsar os R$ 21,5 milhões. </font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em decorrência, o Comitê Organizador formou um Núcleo de Criação e Gerência das Cerimônias dos Jogos (NCGJ). Mas a iniciativa da equipe liderada por Nuzman não foi bem-sucedida, com afirma o próprio relatório de Marcos Vilaça, quando ressaltou <em>"a inexperiência gerencial do Comitê Organizador do Pan, que, mesmo após dispor da verba federal, demorou demasiadamente em adotar medidas à celebração do convênio</em> (com a WA Tranze Eventos)"</font><b></b></p><b> </b><p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</b></p><b> </b><p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Superfaturamento </font><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">identificado duas vezes</font></b></p><b></b> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O primeiro processo do TCU já concluído, em maio, com indícios de irregularidades nos gastos dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro refere-se ao contrato de R$ 22,4 milhões, entre o Ministério do Esporte e a empresa Fast Engenharia, para a construção de estruturas temporárias na Vila do Pan. </font></p> <p><font size="4" face="Verdana"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O TCU exigiu que Luiz Custódio Orro Freitas, da Fast, e Ricardo Leyser Gonçalves, do Ministério do Esporte, envolvidos na execução do contrato, apresentassem defesa à denúncia de superfaturamento ou devolvessem R$ 2,7 milhões ao Tesouro Nacional. A defesa já foi apresentada.</font></p> <p><font size="4" face="Verdana"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O segundo processo do TCU, em junho, identificou superfaturamento de R$ 2,7 milhões no serviço de hotelaria da Vila Pan-Americana. Nesse documento, mais uma vez Ricardo Leyser Gonçalves, representante do Ministério do Esporte no Comitê Organizador do Pan, é citado como um dos responsáveis pelo ato, ao lado da empresa Consórcio Interamericano. </font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p><b> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O perdão oficial</font></p> <p><font size="4" face="Verdana"></font>&nbsp;</p></b> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois que os envolvidos neste processo apresentaram suas jutificativas, o ministro Marcos Vilaça sentenciou:</font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp; "<em>Pelo exposto julgo que as razões de justificativas apresentadas por Ricardo Leyser Gonçalves, do Ministério do Esporte, devem ser acolhidas, afastando-se sua responsabilidade em relação aos atos praticados. Quanto aos gestores do Comitê Organizador, senhores Carlos Arthur Nuzma, André Gustavo Richer e Leonardo Gryner, mesmo reconhecendo que suas condutas foram irregulares, acredito que suas razões de justificativas também possam ser acolhidas, em caráter excepcional, em face do conjunto de circunstâncias atenuantes mencionado anteriormente</em> (no pr</font><a name="Save1"></a><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ocesso)". </font></p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p> <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p>
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		<title><![CDATA[ O dinheiro do esporte]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=43020</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><span style="font-weight: bold;">&nbsp;</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O título deste artigo não é novidade. Nem o assunto que tratarei. Até os personagens se repetem. Mas é justamente por isso que volto ao assunto. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ainda é recente a polêmica envolvendo a ginasta Jade&nbsp; Barbosa e a falta de dinheiro para tratamento médico. Mais: falta de um salário para que pudesse ter uma garantia mínima como atleta profissional.O esporte de hoje, com mais recursos públicos do que privados, precisa, sim, remunerar os seus destaques olímpicos. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Agora, vem a história da judoca Ketleyn Quadros, bronze nos Jogos de Pequim, que caiu no rendimento técnico porque não se dedicou aos treinos, como deveria. E isso ocorreu porque Ketleyn dedicava boa parte do tempo à busca de patrocínios. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Atleta do Minas Tênis, de Belo Horizonte, a judoca deve ter um salário. Mas não é o suficiente, quer mais. E está certa. Sua carreira é de prazo limitado, precisa garantir o seu futuro enquanto estiver no auge.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Paralelamente, da Itália o presidente da Confederação de Desportos Aquáticos, Coaracy Nunes, revela que premiará os atletas que forem ao pódio no Mundial. Algo que a Confederação de Atletismo faz há bom tempo. Mais: paga bom salário aos atletas de ponta, para que tenham tranquilidade nos treinos e competições e não precisem se expor à busca de dinheiro extra. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enfim, essa é a realidade do esporte. As loterias repassam 2% do que recebem aos comitês Olímpico e Paraolímpico. Só o COB recebeu R$ 92 milhões, em 2008. As estatais financiam o esporte com generosos recursos, mas os atletas mais expressivos reclamam e esperneiam.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mais do que nunca, está na hora de serem abertas essas prestações de contas do dinheiro público. Tanto as estatais, como o Tribunal de Contas da União, devem exibir os relatórios dos gastos com esses recursos, para se saber, exatamente, em que o dinheiro está sendo gasto e porque, na maioria dos casos, não chega à ponta, isto é, ao atleta.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O próprio presidente Coaracy Nunes revela, hoje, que além das loterias e Correios (patrocinador desde 1991), a CBDA recebe também de outras fontes, entre elas a Rede Globo. Logo, o esporte olímpico não é mais o "pobrezinho" de outros tempos, em que os cartolas mendigavam verbas na Esplanada dos Ministérios. Justamente por isso, por serem subsidiados principalmente por verbas públicas, devem, têm a obrigação de exibir onde o dinheiro é consumido. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sobre isso, o próprio Ministério do Esporte deveria se manifestar, ao invés de ficar encolhido, como se não fosse de sua competência fiscalizar o uso do dinheiro público. Justamente porque não fez isso, no Pan-americano do Rio de Janeiro, é que seus funcionários são obrigados, agora, a devolver quase R$ 3 milhões aos cofres do governo. Por enquanto. <br> <br></font> <br>
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		<title><![CDATA[Exploração abusada]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=43019</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">A</font>o final do Campeonato Brasileiro de Tênis juvenil, semana passada, em Brasília, a organização entregou aos campeões bonés de divulgação do programa “Bolsa Atleta”, para serem usados na premiação. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Essa é uma atitude estranha, intrometida, até, que sugere exploração indevida de imagem dos campeões, por parte do Ministério do Esporte. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Seguidamente, atletas em geral solicitam que, quando se citar seus nomes em reportagens, seja feita referência à bolsa que recebem. O pedido vem em tom de apelo constrangido, como se houvesse coação do órgão gestor do programa, na tentativa de vincular o sucesso do atleta ao benefício que recebe.  <br> <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em nível distrital, também a Secretaria de Esportes tem o mesmo comportamento. Até o secretário, Aguinaldo de Jesus, já foi à televisão para insistir sobre a necessidade de recadastramento dos bolsistas, na própria secretaria.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ora, quem cadastra os atletas é a federação de cada modalidade. Isso está na lei que criou a Bolsa Atleta distrital (nº 2.402/1999). É o órgão responsável para selecionar e avalizar quem tem direito a tal benefício.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, com essa exigência de recadastramento, a Secretaria de Esportes do Distrito Federal aproxima o atleta da administração da secretaria, sugerindo interesse político de possíveis candidatos do órgão em futuras eleições.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como se sabe, o próprio secretário Aguinaldo de Jesus é deputado distrital, e, principalmente por isso, não pode usar a máquina pública para se relacionar com atletas, em favor de seus interesses partidários.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O mesmo ocorre em nível federal. O pagamento da Bolsa Atleta não é nenhum benefício do ministro do Esporte, Orlando Silva. Também não é favor liberar os pagamentos mensais devidos. Trata-se, isso sim, de cumprir uma lei federal, sem necessidade de agradecimentos ou contra-partida de quem quer que seja. Ou seja, os atletas não têm qualquer obrigação de agradar este ou aquele governo pelo recebimento da bolsa. Fizeram por merecer. Treinaram, viajaram, competiram, enfim. Nada mais justo. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portanto, é preciso acabar com esse abuso de políticos se beneficiarem do sucesso alheio para projetarem seus desejos pessoais ou partidários. Que façam o mesmo que os atletas, madruguem e trabalhem.  <br> <br> <br><font size="5"><span style="font-weight: bold;">Previsões assustadoras <br> <br></span></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É impressionante o Índice de Homicídios na Adolescência (IHA) divulgado terça-feira pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos: mais de 33,5 mil jovens, de 12 a 18 anos, morrerão por homicídio, até 2012.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não fosse por questões afetiva de perdas humanas, essas mortes de brasileiros são um prejuízo espetacular ao patrimônio humano nacional. Convivemos com risco de mortalidade por assassinato entre jovens, antes mesmo de completarem 19 anos.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pode parecer estranho tratarmos desse assunto num espaço de esportes. Mas esses números revelam que os projetos sociais do governo — entre eles o do Ministério do Esporte — não estão alcançando seus objetivos. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A propósito, é oportuno analisar os discursos de nossas autoridades, que usam os projetos esportivos, como o Segundo Tempo, por exemplo, como “instrumento de inserção e recuperação social”, batendo e rebatendo o antigo e desgastado chavão.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No entanto, oito anos depois da implantação de várias iniciativas governamentais, os índices agora divulgados exibem o fracasso e previsão assustadora.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Falta, insistimos, política integrada de educação, saúde e esportes. O que temos são projetos frágeis de políticos e partidos, sem durabilidade ou sequência. O resultado é essa previsão triste que agora é divulgada. <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[ A primeira medalha]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=42834</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><span style="font-weight: bold;">  <br>Está no blog Alberto Murray Olímpico  <br>  <br></span>  <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" size="4"><font size="6">"</font>Poliana ganhou a primeira medalha do Brasil aqui na Itália, no Campeonato Mundial de Desportos Aquáticos.  <br>  <br>  <br>E daí? E daí que todos os méritos são dessa excelente Atleta que, na Olimpíada, já havia mostrado seu grande potencial.  <br>  <br>  <br>Poliana é produto de um trabalho planificado, de longo prazo, que massificou a modalidade para dela se tirar a qualidade?  <br>  <br>  <br>Não. Poliana é Poliana. Uma Atleta excepcional, produto de si mesma e do pequeno grupo que a acompanha, médicos, fisioterapeutas e técnicos.  <br>  <br>  <br>Que a cartolagem do Brasil não tenha a cara de pau de dizer que Polyana é produto da melhora da estrutura da natação brasileira. Não é. A natação brasileira continua rigorosamente no mesmo nível em que sempre esteve ao longo dos vários anos, a despeito do dinheiro público da Lei Piva.  <br>  <br>   <br>São valores esporádicos aqui e ali que, independentemente da existência do cartolas, nadariam da mesma forma.  <br>  <br>  <br>Que a cartolagem brasileira não tenha o despautério de faturar em cima da Poliana, assim como tentaram fazer com Cesar Cielo. E que foram imediatamente desmarcarados pelos pais do campeão e recordista olímpico na televisão, nos jornais e nas rádios.  <br>  <br>  <br>Que a cartolagem brasileira tenha plena consciência que, enquanto a piscina Maria Lenk servir apenas para ser fotografada e enfeitar os dossies mirabolantes do Comitê Olímpico Brasileiro, a natação do País vai continuar vivendo de gênios que aparecem de tempos em tempos.  <br>  <br>  <br>Ter uma piscina daquelas e não abrí-la ao povo do Rio de Janeiro é um crime lesa esporte. É o legado zero do Pan Americano Rio 2007, cujas contas, hoje, recheiam os escaninhos do Tribunal de Contas da União ("TCU").  <br>  <br>  <br>Utilizem o Ibirapuera como exemplo, aonde a construção do Parque Aquático está lá para o povo, desde a década de quarenta.  <br>  <br>  <br>Viva o feito de Poliana. E ainda, espero, devem vir mais umas três medalhas por aí. Medalhas dos Atletas. E não da cartolagem.<font size="6">"</font></font>  
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		<title><![CDATA[Indignação de corredor]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=42763</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<DIV style="WORD-WRAP: break-word; webkit-nbsp-mode: space; webkit-line-break: after-white-space"><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"><STRONG> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=6></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"></STRONG></SPAN></FONT><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=6><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"><FONT size=5><STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A</FONT></STRONG></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4> mensagem abaixo, com denúncia gravíssima, será investigada.&nbsp;</FONT></SPAN></FONT></P> <P msonormal="Msonormal"><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=6><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><FONT size=4><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN></FONT><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px">Há bom tempo temos nos manifestado sobre as corridas de rua na cidade, que cresceram assustadoramente, tornando-se, muitas, uma forma de ganhar dinheiro fácil.</SPAN></FONT></FONT></P></DIV> <DIV style="WORD-WRAP: break-word; webkit-nbsp-mode: space; webkit-line-break: after-white-space"><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"><STRONG></STRONG></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV> <DIV style="WORD-WRAP: break-word; webkit-nbsp-mode: space; webkit-line-break: after-white-space"><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"><STRONG></STRONG></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV> <DIV style="WORD-WRAP: break-word; webkit-nbsp-mode: space; webkit-line-break: after-white-space"><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV> <DIV style="WORD-WRAP: break-word; webkit-nbsp-mode: space; webkit-line-break: after-white-space"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT class=Apple-style-span><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"></SPAN></FONT></FONT><FONT class=Apple-style-span><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"><EM><FONT face=Verdana size=4><FONT size=6><STRONG>"</STRONG></FONT>Senhor Governador</FONT></EM></SPAN></FONT></DIV> <DIV style="WORD-WRAP: break-word; webkit-nbsp-mode: space; webkit-line-break: after-white-space"><FONT class=Apple-style-span face=Verdana size=4><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"><EM></EM></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV> <DIV style="WORD-WRAP: break-word; webkit-nbsp-mode: space; webkit-line-break: after-white-space"><FONT class=Apple-style-span><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"><EM><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Senhor Secretário de Esportes</FONT></EM> </SPAN></FONT></DIV> <DIV style="WORD-WRAP: break-word; webkit-nbsp-mode: space; webkit-line-break: after-white-space"><FONT class=Apple-style-span><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px"> <BR>&nbsp;</DIV><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT></EM></SPAN></FONT> <DIV style="WORD-WRAP: break-word; webkit-nbsp-mode: space; webkit-line-break: after-white-space"> <DIV><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-SIZE: 12px; LINE-HEIGHT: 16px; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; webkit-border-horizontal-spacing: 1px; webkit-border-vertical-spacing: 1px"> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Brasília vem se tornando um lugar diferenciado em corridas de ruas. Por aqui, tudo ajuda: as vias largas, diversos percursos, o clima (seja dia ou noite) e a quantidade de corridas. Segundo dados da FADF serão pelo menos 55 corridas reconhecidas neste ano, muitas contando com mais de 4.000 participantes.</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=4></FONT><FONT class=Apple-style-span><?XML:NAMESPACE PREFIX = O /><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>A corrida de rua se tornou um grande negócio no Distrito Federal, principalmente, pelo preço alto da maioria das inscrições (em média R$ 40,00). Se considerarmos que as pessoas que praticam o esporte se inscrevem em pelo menos duas corridas por mês, temos que anualmente gastamos (média per capita) algo em torno de R$ 2.200,00.</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=4></FONT><FONT class=Apple-style-span><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Outro dado interessante é que se consideramos um público médio de 2.000 participantes por corrida, temos que elas rendem, em média, R$ 80.000,00, apenas com inscrições (não podemos esquecer que a maior parte da grana vem de patrocínios).</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=4></FONT><FONT class=Apple-style-span><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Isto significa que formamos um público que merece respeito por parte de quem está ganhando rios de dinheiro com esse negócio.</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=4></FONT><FONT class=Apple-style-span><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Eu, sendo muito sincero, nunca achei muitos motivos para reclamar das empresas que organizam corridas no DF. Os aborrecimentos são aqueles de praxe e que já foram mencionados: problemas com os kits, falhas na estrutura de apoio, sinalização deficiente etc.</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=4></FONT><FONT class=Apple-style-span><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>No entanto, o que aconteceu sábado passado (18/07) na corrida 10 Knight, não foi apenas desorganização. Os organizadores foram, na verdade, DESONESTO</FONT></EM><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>S.</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span size=4><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>ROUBARAM pelo menos 1 KM DE PROVA! Pagamos para correr 10 Km e nos deram apenas 9 KM e em péssimas condições: ruas estreitas, escuras e com sinalização de prova errada. Não sei se vocês perceberam, mas sequer existia o sensor de chip na largada! Isso é um absurdo.</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=4></FONT><FONT class=Apple-style-span><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4><FONT class=Apple-style-span>Estou indignado! Investi muito nesta corrida, que pensei ser séria, &nbsp;j</FONT><FONT class=Apple-style-span>á que constava do calendário oficial da FADF e era apoiada pelo GDF (trazia uma mensagem do secretário de Esportes no folder promocional)</FONT><FONT class=Apple-style-span>. Muito mais do que a inscrição. Deixei de participar de outras provas e treinei para atingir uma meta na corrida de ontem. Criei toda uma expectativa sobre meu desempenho nos 10 km e me frustrei por que me ROUBARAM 1 Km de prova.</FONT></FONT></FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4><FONT class=Apple-style-span><O:P></O:P></FONT></FONT></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><EM>É necessário que autoridades públicas do DF tomem uma MEDIDA URGENTE no sentido de COIBIR PRÁTICAS DESTA NATUREZA. O GDF e a FADF, como divulgadores do evento TEM O DEVER SE PRONUNCIAR OFICIALMENTE SOBRE O CASO, sob pena de serem apontados, posteriormente, como cúmplices DESTE GOLPE PERPETRADO CONTRA MILHARES DE BRASILIENSES.</EM></FONT></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=4></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-FAMILY: Arial, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Por outro lado, &nbsp;gostaria de propor a todos que foram lesados ontem que façam uma reclamação formal no PROCON ou na Curadoria do Consumidor contra os organizadores da corrida 10 Knight. Não se trata de ter qualquer ganho financeiro, mas de nos preservar que essa prática possa se repetir.</FONT></EM></SPAN></P> <P msonormal="Msonormal"><SPAN class=Apple-style-span style="FONT-FAMILY: Arial, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM><FONT face=Verdana size=4></FONT></EM></SPAN>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Se isso voltar a acontecer, nossas corridas vão ficar sem credibilidade, as pessoas vão deixar de se inscrever e as empresas e patrocinadores sérios não se envolverão mais com o esporte. Será o fim de tudo de bom que as corridas de rua estão trazendo para Brasília e seus cidadãos.</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=4></FONT><FONT class=Apple-style-span><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Assim, é nosso DEVER tomar as atitudes necessárias para evitar que as empresas que agem desonestamente possam sair impunes.</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=4></FONT><FONT class=Apple-style-span><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Desculpem pelo tamanho do e-mail, mas ele é do tamanho da minha indignação!</FONT></EM></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT class=Apple-style-span><O:P></O:P></FONT></EM>&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><EM>Jeconias Rosendo da Silva Júnior</EM></FONT></P> <P msonormal="Msonormal">&nbsp;</P> <P msonormal="Msonormal"><FONT class=Apple-style-span face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><EM>Cidadão<FONT size=6>"</FONT></EM></FONT></P> <P msonormal="Msonormal"><EM><FONT size=5><STRONG></STRONG></FONT></EM>&nbsp;</P></SPAN></DIV></DIV>
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		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Mais uma tapiocada]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=42707</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt">Nossos colegas do Correio Braziliense,</SPAN></FONT></B></STRONG></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt">Izabelle Torres e Ugo Braga, nos premiam com mais esta preciosidade. </SPAN></FONT></B></STRONG></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN></FONT></B></STRONG>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN></FONT></B></STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Secretária Nacional de Esporte, indicada pelo PT, recebe quase R$ 10 mil mensais e passa três dias por semana longe do escritório na Esplanada dos Ministérios</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT></B></STRONG>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN></FONT></B></STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma indicação do PT, mordomia e pouca presença no trabalho. Essas características são conhecidas nos corredores do Ministério do Esporte, onde não são raras as críticas à ausência constante da titular da <SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Secretaria Nacional de Desenvolvimento de Esporte e Lazer, Rejane Penna</SPAN>. Estudante de mestrado em Piracicaba, interior paulista, a secretária passa cerca de três dias por semana viajando e despacha em Brasília dois dias: geralmente às segundas e sextas-feiras, de acordo com servidores do órgão.</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para aprimorar o currículo acadêmico na Universidade Metodista de Piracicaba, a secretária recebe do ministério cerca de R$ 10 mil mensais. Se fosse receber uma bolsa de estudo como aluna de mestrado, a remuneração de Rejane não passaria de R$ 1.200. Com a ajuda dos cofres públicos e com uma agenda diária “por telefone”, como relataram funcionários, a secretária divide o cargo de confiança no ministério com a rotina de estudante. “Ela sempre participa das decisões, mas durante a semana a maior parte das discussões se dá por telefone mesmo”, relata um subordinado da secretária.</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apesar da ausência no ministério, Rejane é presença frequente em eventos e debates, principalmente acompanhando o ministro Orlando Silva. Ela também integra o Conselho Nacional de Esporte.</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT></B></STRONG>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt">Políticas </SPAN></FONT></B></STRONG></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN></FONT></B></STRONG>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN></FONT></B></STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A relação da secretária com os partidos que a apoiam vem de longa data. Em 2004, ela foi candidata a vereadora no Rio Grande do Sul pelo PT, mas não se elegeu. Um ano antes, já frequentava reuniões do Conselho Nacional de Esporte como representante dos secretários de Esporte do país, função que ocupou em Porto Alegre. Em 2006, mais próxima ao PCdoB, Rejane Penna colaborou com a campanha do ex-ministro do Esporte Agnelo Queiroz.</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois de várias tentativas de falar com a secretária, a reportagem encaminhou os questionamentos (veja ao lado) sobre a ausência da servidora para a assessoria do ministro Orlando Silva. Por e-mail, os funcionários informaram que o ministro garante não ter conhecimento da pouca frequência da secretária e que, ao nomeá-la, não sabia do mestrado. O curso de Rejane teve início em 2009.</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT></B></STRONG>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt">Respostas, só por e-mail</SPAN></FONT></B></STRONG></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN></FONT></B></STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A reportagem do Correio tentou localizar a secretária do ministério durante quatro dias. Primeiramente, foi informada que Rejane Penna somente poderia ser encontrada por telefone. A reportagem aceitou a conversa e adiantou o assunto. Dois dias depois, a história mudou e a secretária de Rejane informou que ela estava de férias e não poderia mais ser contatada. O Correio então encaminhou por escrito dois e-mails para a assessoria do ministério. Confira abaixo o diálogo nos dois e-mails:</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT></B></STRONG>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT></B></STRONG>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt">E-mail 1: </SPAN></FONT></B></STRONG></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN></FONT></B></STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Temos a informação de que a secretária Rejane Penna passa três dias da semana cursando mestrado em Piracicaba e realiza uma “agenda telefônica” no ministério. Como ela é indicação do PT e ligada ao ministro, gostaria de saber se há licença formal para secretários se ausentarem por três dias na semana de Brasília. De acordo com nossa apuração, ela vai terça e volta sexta de Piracicaba.</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">·&nbsp; Resposta: Não</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT></B></STRONG>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt">E-mail 2: </SPAN></FONT></B></STRONG></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN></FONT></B></STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Então, há uma liberação informal para que ela se ausente tantos dias assim de Brasília?</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">·&nbsp; Resposta: Não.</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Como servidora pública, a Rejane Penna não deveria dar expediente normalmente em vez de “despachar por telefone”, como afirmam funcionários do órgão?</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">·&nbsp; Resposta: Todos os servidores devem dar expediente.</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Quando o ministro nomeou a secretária sabia que ela não poderia comparecer ao trabalho diariamente?</SPAN></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">. Resposta: Nao.</SPAN></FONT></P> <P class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"></SPAN></FONT>&nbsp;</P><!-- fim do corpo da mensagem -->
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		<title><![CDATA[A marolinha e o tsunami]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=42580</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">A</font> reportagem que publicamos, há uma semana, sobre o desvio de R$ 633 mil do projeto Segundo Tempo, pela ONG Novo Horizonte, é apenas a ponta o iceberg de um escândalo maior. Ou, como diria o presidente Lula da Silva, é uma “marolinha” anunciando que o tsunami vem aí.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao governo, porém, nada disso assusta, mas para os desportistas de um país candidato à sede olímpica é uma vergonha espetacular ver o seu principal órgão gestor do dinheiro público — o Ministério do Esporte — agindo com fragilidade administrativa impressionante.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nesse órgão, dirigido pelo ministro Orlando Silva, notícias como esta e tantas outras que publicamos são classificadas como “negativas”, assunto de comentário passado. Ou seja, para os analistas ministeriais a culpa é da imprensa… <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;  <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">Negativo</span>, porém, é o ministério estar incapacitado tecnicamente para administrar o dinheiro que distribui sem critério nem fiscalização adequadas.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">Negativo</span> é ter um quadro de assessores de ocasião, políticos do PC do B disfarçados de funcionários públicos, que denigrem a imagem de um órgão que deveria ser orgulho da comunidade esportiva. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">Negativo</span> é ter um Conselho Nacional de Esportes que apenas dá o aval às ações ministeriais, sem questionar a impotência do governo na implantação de uma política de esportes efetiva, fixando prioridades para o uso do dinheiro, que é um bem público.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">Negativo</span> é gerenciar um programa como o Segundo Tempo, de inegável apelo político para campanhas eleitorais, ignorando o desenvolvimento técnico dos jovens atendidos. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">Negativo </span>é se tornar parceiro de entidades de fachada, que usam cadastro falso para se beneficiarem de dinheiro público do Segundo Tempo de forma fraudulenta. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">Negativo </span>é aceitar notas fiscais frias em prestações de contas do Segundo Tempo, para justificar despesas que não houve, caracterizando-se o desvio do dinheiro. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">Negativo</span>, enfim, é fechar os olhos às denúncias e cobranças do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público às dezenas de irregularidades que se somam, atingindo a atual gestão e a anterior do Ministério do Esporte.  <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sobre tudo isso, é oportuno lembrar a farra de quatro instituições do Distrito Federal fizeram, entre 2005 e 2007, quando receberam R$ 4,7 milhões do Ministério do Esporte para aplicarem em projetos do segundo tempo. Uma investigação oficial em curso desnudará essa fraude, oportunamente.  <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E por que tratamos desse assunto insistentemente?  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porque, sete anos depois de ter sido criado, o Ministério do Esporte perdeu a credibilidade e se tornou sinônimo da irregularidade pública. Ao tratarmos das denúncias de falcatruas no Segundo Tempo, não falamos de caso exclusivo, mas o ministério responde por outras dezenas de irregularidades e suspeitas de fraudes em contratos dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007.  <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E o que diz o governo sobre tudo isso? Do Ministério do Esporte recebemos respostas evasivas, dizendo que “já sabia sobre as denúncias” e até “tinha se antecipado às decisões de suspender convênios”, etc.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diz mais o governo.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em sua coluna semanal “O presidente responde”, Lula da Silva ignora as denúncias ao responder à professora universitária, Natália Miranda, de Natal. Ela indagou como o governo evitará sangria de dinheiro público nas obras para a Copa do Mundo de 2014, a exemplo da que ocorreu nas obras para os Jogos Pan-americanos de 2007 — gastos R$ 4 bilhões”? <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A resposta presidencial:  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Não houve sangria do dinheiro público. Os investimentos no Pan superaram o previsto porque o planejamento inicial, que não foi da responsabilidade do nosso governo, não previu itens necessários para a execução do evento, como, por exemplo, segurança pública e a capacidade de 45 mil lugares do estádio João Havelange, projetado para apenas 10 mil pessoas. O governo federal teve que arcar com compromissos do estado e do município, o que não acontecerá com a Copa de 2014. Vamos fazer um planejamento detalhado das obras e depois reunir representantes dos estados e dos municípios sedes para definir responsabilidades, dando transparência ao processo. O Ministério do Esporte vai monitorar as obras para que tudo esteja pronto antes de 2014.” <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem, mesmo, Presidente, vai monitorar? <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[Os fenômenos isolados do esporte]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=42146</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><font style="font-weight: bold;" size="5"></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">E</font>x-atleta, que entre 1992 e 1997 presidiu a Federação Paulista Universitária de Esportes, Cláudio Damore analisa, em seu blog, “o país que vive de fenômenos isolados no esporte”. Diz ele:  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Tivemos a tenista Maria Ester Bueno, e esperamos mais de três décadas para a chegada de Guga, que, infelizmente, não deixou herdeiros. Tivemos Éder Jofre, e aguardamos quase o mesmo tempo para termos Popó, que também não deixou seguidores para manter a popularidade do boxe.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Argumentando sua tese, o autor passa à analise de dois esportes básicos, atletismo e natação. “Por que demoramos 24 anos, desde Joaquim Cruz, ouro em 1984 (800m), até vermos Maurren Maggi (salto em distância) se destacar, no ano passado? Por que César Cielo foi o primeiro nadador nacional a ser campeão olímpico em mais de 70 anos de participação do Brasil nessa competição?” <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp; Segundo Cláudio, a população brasileira dobrou em pouco mais de 30 anos. E a quantidade de medalhas que cabiam em uma mão, agora não cabem em duas — são 90 em 20 olimpíadas. “Mas não é por esta matemática que podemos dizer que estamos a caminho de nos consolidarmos como potência olímpica.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vivemos ainda de fenômenos esportivos, como éramos naquela época! Se estudarmos nossa participação olímpica de três décadas para cá veremos que o único esporte individual que ´furou` esta tradição foi o taekwondo, com a também fenômeno Natália Falavigna” — bronze nas Olimpíadas de Pequim.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Faz sentido, pois “naquela época” as confederações não tinham o dinheiro que hoje sustentam os atletas profissionais. Não havia lei de incentivo nem bolsa para os atletas. E os patrocinadores estatais, como o Banco do Brasil, o mais antigo, não eram fartos como hoje.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por conta dessa escassez de dinheiro, “naquela época” nossos atletas não participavam de treinamentos no exterior, e ir a um evento internacional era viagem para pouquíssimos. Também sob esses aspectos nossa evolução olímpica ainda é pífia.  <br> <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="5">Timemania <br> <br></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Confederação Brasileira de Clubes (CBC), que tem nos cofres públicos boa parte de seu orçamento, recebeu, até maio último, R$ 1,6 milhão do governo federal. O dinheiro veio da Timemania, a partir de 2008, que repassa 1% do que arrecada para a CBC. No entanto, que projetos esportivos são amparados por essa instituição no contexto olímpico nacional? <br> <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="5">Boa notícia <br> <br></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ricardo Vidal, que dirige o Instituto Joaquim Cruz, em Brasília, visitou o projeto Rede de Atletismo, em Bragança Paulista (SP). E revela que, pela primeira vez no Brasil, o alto rendimento é desenvolvido com o mesmo incentivo ao trabalho de base, onde se formam novos atletas, e com forte apelo educacional.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com pouco mais de um ano de existência, o projeto é patrocionado pela empresa Rede, responsável pela distribuição de 30% da energia no país.  <br> <br>&nbsp; <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com esse perfil, as atletas da nova equipe já têm resultados a comemorar, pois conquistaram o último Troféu Brasil de Atletismo, caso inédito em 10 anos, quando a competição foi dominada pela BM&amp; F, que este ano ganhou só no masculino.  <br>Loterias <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="5"> <br>Dinheiro das loterias <br> <br></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados apresentará emenda ao projeto de lei que altera a Lei Pelé, aumentando de 2% para 2,5% o percentual das loterias federais destinado aos comitês Olímpico e Paraolímpico.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, a proposta será votada só em agosto, depois do recesso, com a promessa de os parlamentares negociarem junto ao governo e Caixa Econômica Federal a aprovação da proposta. Com isso, será possível atender aos projetos do Conselho Nacional de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos (Confao).  <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[Caso de polícia]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=41937</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="4"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">L</font>endo o noticiário do Tribunal de Contas da União (TCU) têm-se a impressão de que aquele órgão trabalha com dedicação exclusiva aos assuntos do Ministério do Esporte. Impressiona o volume de processos que são relatados nessa corte, envolvendo a pasta do ministro Orlando Silva. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; São fatos gravíssimos que sugerem questionar sobre a competência técnica do pessoal que ocupa cargos de confiança do gabinete ministerial. Como a maioria desses funcionários temporários é de origem política, não é difícil explicar a incompetência para conduzir os negócios do órgão.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por exemplo:  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Acórdão 3.450/2009 do TCU trata do convênio do Ministério do Esporte e o Instituto de Tecnologia Aplicada à Educação Novo Horizonte, cujo processo foi originado pelo delegado da Polícia Civil do Distrito Federal, Giancarlos Zuliani Junior.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assunto: “possível não aquisição de materiais no valor de R$ 397.500,00, objeto de notas fiscais inidôneas, que teriam sido utilizadas para suportar despesas atinentes ao Convênio 039/2006 (Siafi 559451)”. O dinheiro se destinaria à implantação de 30 núcleos do Segundo Tempo em Brasília. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em resumo:  <br>&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o Ministério do Esporte repassou R$ 397.500,00 ao tal Instituto, que teria apresentado notas fiscais frias para justificar despesas que não teve. E de onde vieram tais notas fiscais: das empresas JG Comércio de Alimentos Preparados e Serviços Gerais e Infinita Comércio e Serviços de Móveis Ltda.&nbsp;  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, um laudo de exame contábil do Instituto de Criminalística da Polícia Civil do DF constatou que tais empresas não contabilizaram esse negócio com o Instituto Novo Horizonte.Ou seja, forneceram notas sem prestar serviços. Tudo no "faz de conta"... <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pior:  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; As notas fiscais de venda emitidas pela Infinita dizem respeito ao fornecimento de “kit de lanches”, mas a atividade econômica principal dessa empresa, conforme apurado pelas polícia, é o comércio atacadista de móveis e artigos de colchoaria, totalmente estranho ao objeto dos referidos documentos fiscais.  <br> <br><br style="font-weight: bold;"><font size="5"><span style="font-weight: bold;">Quem é? <br> <br></span></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pesquisando sobre as empresas envolvidas, encontramos a seguinte notícia na página da Procuradoria Reginal Federal da 1ª Região, publicada no dia 31 de março último: <br><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “A Procuradoria Regional Federal da 1ª Região obteve o deferimento de liminar em Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa ajuizada em desfavor do </span><span style="text-decoration: underline; font-weight: bold; font-style: italic;">Instituto de Tecnologia Aplicada à Educação Novo Horizonte</span><span style="font-style: italic;"> e de Antônio Carlos de Souza Medeiros.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme divulgado no dia 23/03, a PRF1, representando o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE, ingressou com duas Ações Civis Públicas por Ato de Improbidade Administrativa contra o Instituto de Tecnologia Aplicada a Educação Novo Horizonte e a Associação Positiva de Brasília e seus respectivos gestores, Antônio Carlos de Souza Medeiros e Gláucia Oliveira Abreu, pelo fato de as referidas empresas não terem prestado contas dos recursos transferidos pelo Fundo.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Procuradoria demonstrou que a não prestação de contas dos valores recebidos caracteriza ato de improbidade dos réus, nas modalidades enriquecimento ilícito, lesão ao erário e violação dos princípios da Administração Pública, e pediu liminarmente a indisponibilidade dos bens dos réus até o montante dos repasses efetuados pelo FNDE, a fim de garantir bens suficientes para ressarcir o dano aos cofres públicos.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Acolhendo os fundamentos apresentados pelo Procurador Federal Milton Carvalho Gomes, o juízo federal da 3ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal deferiu a liminar e determinou a indisponibilidade dos bens dos réus, no valor de R$ 104.767,68, montante do repasse efetuado pelo FNDE.”  <br> <br> <br></span><font size="5"><span style="font-weight: bold;">Mais <br><br style="font-weight: bold;"></span></font> <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;Em outra pesquisa, o Instituto de Defesa do Consumidor — Procoun-DF — lista os principais fornecedores que não cumpriram o Código de Defesa do Consumidor. E quem comparece lá, com sete processos?&nbsp; O Instituto de Tecnologia aplicada à Educação Novo Horizonte... <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quando se critica que o programa Segundo Tempo é ilusório, é porque o Tribunal de Contas da União já identificou fragilidade na sua execução.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Além disso, falta responsabilidade nas autoridades do Ministério do Esporte em escolher os seus parceiros, como se prova nesse caso acima narrado, provocando um espetacular desperdício de dinheiro público, somando-se a dezenas de outros, de várias origens.  <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[Tempo quente]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=41796</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; As auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) no Ministério do Esporte continuam.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na quinta-feira, dois auditores chegaram por lá para novas investigações em contas suspeitas. E isso, sabe-se bem, é o que não falta. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como diz "o Cara": </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;"N</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>unca, antes, na história deste país..."&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;se constatou tantas irregularidades, tanto jogo de influências, tanto dinheiro desperdiçado, tantas aplicações suspeitas&nbsp;na área do esporte como o do atual governo. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[As culturas formal e real]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=41759</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<STRONG><FONT face=Arial size=2>&nbsp;</FONT></STRONG> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>N</FONT></STRONG>os últimos dois anos, dedicamos bom espaço desta coluna para comentar sobre os legados dos jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro: o formal, que estava na proposta de candidatura, e o real, isto é, o que de fato ficou.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ficaram, por exemplo, o discurso de nossas autoridades, civis e públicas, a insegurança dos cariocas, modernos ginásios fechados por falta de competições, contas públicas que não fecham, superfaturamento comprovados - R$ 2,9 bilhões, até agora -, dúvidas sobre o destino de equipamentos esportivos, e serviços pagos mas que não foram executados.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na prática, o Brasil é capaz, por suas entidades afins, de realizar qualquer grande evento. Há dúvidas sobre isso? Falta-nos, porém, a tal cultura esportiva, aquela que se forma na infância, na educação escolar e que inclui a atividade física na rotina dos jovens. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa ausência, gravíssima, evolui nos estágios seguintes até constatarmos que os ginásios estão fechados por falta de calendários atrativos. E se não atraem é porque não há competidores do mesmo nível, para eventos emocionantes e periódicos: atletismo, natação, judô, ciclismo, tênis de mesa, saltos ornamentais, tênis, esgrima etc. E onde estão os tais competidores? Estão aí, mas em número limitadíssimo, apesar do potencial de 33 milhões de crianças e jovens em idade escolar.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Observem: recentemente, a imprensa nacional noticiou que "a grande campeã" dos 100 metros rasos do Troféu Brasil de Atletismo, foi Lucimar Moura, com 11s28. Aos 35 anos, Lucimar é nossa eterna melhor fundista. Resultado dessa matemática: o tempo da corredora no Troféu Brasil (11s28) a colocaria, sim, numa final de campeonato mundial, mas de atletas juvenis, porque, como adulta, Lucimar não aparece entre as 40 do ranking internacional. Onde está a renovação? Será que com a entrada em campo do Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos (Confao), esse problema será solucionado?</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vamos para a promoção de eventos. Em 2007, a Confederação Brasileira de Desportos para Cegos (CBDC), promoveu em São Paulo o Campeonato Mundial de 2007. É a principal competição da categoria, depois das Paraolimpíadas. E o que se viu: autoridades que não honraram os compromissos - por escrito. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, apesar do sucesso nas disputas, as contas do Mundial foram um fracasso. Hoje, a direção da CBDC faz apelo dramático para tentar pagar a dívida de R$ 2,5 milhões. É vergonhoso para um país que tem o Rio de Janeiro como candidato à sede olímpica e paraolímpica de 2016. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Afinal, que estrutura esportiva é essa que dispomos? Porque tanta fragilidade e omissão? Porque os ministros do Esporte, de ontem e de hoje, fazem discursos motivadores e depois destinam miseráveis reais de "ajuda"? </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E o que dizer dos governos estaduais e municipal de São Paulo, que também apoiaram previamente o Mundial de Desportos para Cegos e não compareceram no caixa, como o combinado? E o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), que, além de ter em sua cúpula de gestão a própria CBDC, é um dos interessados em eventos internacionais desse tipo no país? Em resumo, é a tal falta de "cultura esportiva", que sucumbe à cultura política, aquela do discurso de ocasião e promessas sem compromissos. Nesse caso, a cultura é formal e real. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[A Copa de 2014 no Legislativo]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=41555</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Arial size=2>&nbsp;<FONT size=6><STRONG>&nbsp;<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></STRONG></FONT></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><FONT size=6><STRONG>&nbsp;A</STRONG></FONT> bola da Copa de 2014 começa a rolar nesta terça-feira, dia 30 de junho, na Câmara dos Deputados. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Às 14h30, no plenário 13, a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara realiza a primeira audiência pública sobre os gastos do governo federal na organização do Mundial do Brasil.&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>A audiência é conjunta com as comissões de Desenvolvimento Urbano e Turismo e Desporto. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O debate sobre as necessidades e carências das&nbsp;cidades-sedes&nbsp;será&nbsp;com o presidente do Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco), José Roberto Bernasconi, e o diretor-executivo da Confederação Nacional de Transportes(CNT), Bruno Batista. <FONT size=2>(Informação transmitid pelo jornalista Wilson Teixeira, que assessora o deputado Silvio Torres (PSDB-SP)&nbsp;&nbsp;</FONT></FONT></P>
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		<title><![CDATA[Gesto elogiável]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=41353</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P>&nbsp;&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; <FONT size=5><STRONG>C</STRONG></FONT>ontinuando o debate&nbsp;&nbsp; sobre o projeto de lei, no Senado, que propõe passar ao futebol amador 20% do que o governo federal vier a investir na organização da Copa do Mundo de 2014, o senador Cristovam Buarque, autor da proposta, também escreveu. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; Num gesto elogiável, o representante de Brasília no Senado Federal quer conhecer mais sobre os dados publicados na coluna Jogo Aberto, de quinta-feira. E nos convidou, inclusive, para ir ao seu gabinete e trocar idéias, a fim de ajudar a aprimorar a sua proposta.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa manifestação do senador, num momento em que o Legislativo convive com uma série de denúncias de irregularidades, nos anima na certeza de que nem tudo está perdido. Principalmente porque, no gesto desse parlamentar, fica valorizada a importância da imprensa no indispensável diálogo com os representantes públicos.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;</FONT></P> <P>&nbsp;&nbsp; </P>
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		<title><![CDATA[Debate com o Senador Cristovam Buarque]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=41352</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;Da leitora Mery Lucy Souza recebemos o email que publicamos abaixo</FONT>:</P> <P>&nbsp;</P> <P><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6>"</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><FONT size=6>R</FONT>eferenciando&nbsp; sua&nbsp;&nbsp; coluna Jogo Aberto do dia&nbsp; 25/06/09, te&nbsp; cumprimento pela&nbsp; sensatez&nbsp; da análise, pois é&nbsp; realmente surpreendente&nbsp; que o&nbsp; senador Cristovasm esteja&nbsp; sendo ludibriado...</FONT></EM></P> <P><FONT face=Verdana size=4><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se&nbsp; ele&nbsp; quer&nbsp; de&nbsp; fato&nbsp; ajudar escolas e&nbsp; comunidades mais&nbsp; carentes, posso indicar várias,&nbsp; começando pela Escola Rural Carlos Motta Ramos, no&nbsp; Lago Oeste, onde o&nbsp; diretor morreu, assassinado, sonhando transformá-la em&nbsp; exemplo&nbsp; de&nbsp; educação com&nbsp; inclusão social da maioria&nbsp; dos&nbsp; moradores daquela região pobre do Distrito Federal.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4> <BR><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por&nbsp; aquelas paragens,&nbsp; as&nbsp; crianças que&nbsp; gostam de uma&nbsp; bolinha de futebol&nbsp; enfrentam&nbsp; é&nbsp; o poeirão de um&nbsp; campo da Associação&nbsp; de Produtores Rurarais, ASPROESTE,&nbsp; onde passam&nbsp; parte&nbsp; do&nbsp; dia em&nbsp; nome da escola&nbsp; tempo integral.</EM></FONT></P> <P><EM></EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</P> <P> <BR><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como&nbsp; parceira&nbsp; daquela&nbsp; Escola em&nbsp; trabalhos&nbsp; de Educação Ambiental implantamos&nbsp;um projeto de "ecoatletismo". Mas, para desenvolvê-lo&nbsp;andamos&nbsp; como&nbsp; pedintes, inclusive para &nbsp;improvissar uma pista com&nbsp; marcação&nbsp; de&nbsp; cal,que&nbsp; desaparece a cada&nbsp; ventania. Isso&nbsp;, sem&nbsp; falar&nbsp;&nbsp;na falta de&nbsp; monitoria,&nbsp; uniformes e mínimos equipamentos para a preparação&nbsp; fisica.</EM></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por isso&nbsp; tudo é&nbsp; triste e&nbsp; revoltante&nbsp; ver&nbsp; logo o&nbsp; senador&nbsp; Cristovam querendo passar&nbsp; bilhões para&nbsp; grupos que&nbsp; já&nbsp; dão&nbsp; braçadas&nbsp; em&nbsp; dinheiro.</EM></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P> <BR><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Está aí a oportunidade para ser apresentado um&nbsp;projeto&nbsp; de&nbsp; lei que repassasse recursos para&nbsp;programas sociais&nbsp;de &nbsp; "comprovada competência e objetivos educacionais". Com&nbsp; certeza, isso&nbsp;abriria horizontes&nbsp; para muitas crianças&nbsp; e jovens e,&nbsp; sem&nbsp; dúvida, o senador continuaria&nbsp; a merecer respeito&nbsp;&nbsp; de muitos educadores e, quem&nbsp; sabe, de futuros&nbsp; atletas".</EM> <BR> <BR></P></FONT>
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		<title><![CDATA[Projeto eleitoreiro]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=41195</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br></font><font style="font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">&nbsp;&nbsp; <font size="5"><span style="font-weight: bold;">A</span></font>lém de eleitores e promessas, obras e futebol atraem os políticos. Dependendo da época, um assunto tem prioridade sobre o outro. Mas se puder juntar os dois, a festa fica mais alegre. De olho nesse público - torcedor e eleitor - crescem os projetos de leis, como o que tramita no Senado Federal, criando o “Fundo Copa Amador para o apoio ao futebol não profissional no país”.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Trata-se de uma preciosidade, para os que, em tese, serão beneficiados. Ou algo inacreditável, para quem acompanha o esporte diariamente. O tal projeto determina que 20% do que a União aplicar na realização da Copa do Mundo de 2014 sejam destinados ao futebol amador. Não há números confiáveis nesse sentido, pois nem o próprio Palácio do Planalto tem a noção do que investirá nesse projeto. Mas fala-se em algo de R$ 100 bilhões - a maior parte aplicados em obras de infraestrutura.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ou seja, se o projeto for aprovado, o governo se tornará financiador de clubes amadores com algo em torno de espetaculares R$ 20 bilhões. Para que se tenha uma ideia, esse valor é 10 vezes mais do que o futebol profissional movimenta no país, anualmente, aí, incluídas as transações milionárias de jogadores para o exterior. Estamos, enfim, perto de uma revolução fenomenal, com os clubes regredindo ao amadorismo para serem, então, subvencionados pelo governo federal. <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; … <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A proposta é mal elaborada e tem argumentação frágil, inconsistente. Poucas vezes se viu, na área do esporte, algo com objetivo tão eleitoreiro como esse. Nem o polêmico e truculento ex-presidente do Vasco da Gama, Eurico Miranda, também ex-deputado, conseguiu produzir peça com tal agressão aos cofres públicos. No entanto, o tal projeto de lei para o futebol amador foi apresentado por um senador que tem um perfil e discurso justamente contrários a essa prática, o representante do Distrito Federal, Cristovam Buarque (PDT).  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para piorar, o relator desse projeto, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), argumenta com informações que não refletem a realidade. Por exemplo, “o esporte amador jamais recebeu apoio e incentivo …” É de uma desinformação espetacular.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Repetindo o presidente Lula, “nunca antes na história deste país” o esporte teve tanto dinheiro público. O esporte no Brasil, senhores parlamentares, é fruto da iniciativa privada, mas estatizado na sua gestão financeira, a partir dos milhões repassados pelas loterias. A mais recente aberração nesse sentido é a Lei de Incentivo ao Esporte, que atende, inclusive, o futebol amador, que o senador Cristovam Buarque agora quer destinar bilhões de reais.  <br>&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; ... <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diz ainda o senador Eduardo Azeredo: “Nossas escolas são carentes de espaço, de material e de profissionais preparados para oferecer aos alunos práticas esportivas que lhes permitam desenvolver não apenas seu potencial física, como aprimorar sua formação humana e social.” <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Oposicionista, o senador acerta nessa informação e não perde a oportunidade de criticar o governo federal por sua incapacidade de resolver esse que é um dos maiores problemas da educação no país, a falta de atividade física regular nas escolas públicas. Porém, em vez de levar a plenário propostas para debater essa grave questão, que se arrasta desde o governo passado, apoia uma proposta ilusória, pois o dinheiro não chegará aos campos de várzea. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao contrário, será o profissionalismo, mais uma vez, que se beneficiará desse dinheiro. Disfarçados de amadores, lá estarão os cartolas, eternos pedintes do dinheiro público, criando times de arrabaldes, para terem acesso ao dinheiro fácil. E será com esse recurso que formarão atletas para vendê-los ao exterior, como já ocorre vergonhosamente, aqui mesmo em Brasília, com garotos de até 14 anos deixando a família para tentar realizar um sonho duvidoso em outros países. <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; … <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Suspenda esse projeto, senador Cristovam Buarque. Faça uma consulta ao Siafi e veja quanto o esporte&nbsp; - futebol, inclusive -&nbsp; recebe dos cofres públicos. O senhor se surpreenderá com os valores ali registrados nos últimos anos. E, se avançar nessa consulta, observará o desperdício que ocorre em nosso país com as fartas verbas para o setor. Reverta a sua proposta, e terá, com certeza, um maior número de eleitores ao seu lado, bem superior aos que espera ganhar com essa gentileza que projeta fazer com o dinheiro público.  <br> <br></font>
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		<title><![CDATA[Vôo cego]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=40558</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		 <br> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><font size="5"><span style="font-weight: bold;"></span></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-weight: bold;" size="5"> O </font>Brasil esportivo continua vivendo de euforias. Quem fala em construção de estádios para a Copa de 2014? Licitação, parceria público privada, algo parecido? Que iniciativa foi tomada, efetivamente, para tirar do papel os maravilhosos projetos? <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Pior: só em agosto o governo federal saberá quanto será necessário investir nas obras de infraestrutura para a realização da Copa no Brasil. Notícia de fonte segura. Faz sentido, porque até o ministro das Cidades silenciou sobre o assunto. <br> <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; Ou seja, em matéria de necessidades de $$$$ (do distinto público, claro, para o evento), o presidente Lula da Silva embarcou em um vôo cego, quando, eufórico, matou a bola no peito e comprometeu o governo com a realização do Mundial. </font> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Memória: o anúncio da Fifa de que o Brasil sediará a Copa de 2014 foi feita em outubro de 2007. Quase dois anos. Continuamos nos discursos... <br> </font>
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		<title><![CDATA[Pistas da ilusão]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=40503</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><font size="5"><span style="font-weight: bold;"></span></font> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">J</font>oão Sena, do Clube de Atletismo de Sobradinho, está angustiado. Um mês depois de concluída a obra de recapeamente da pista de atletismo, a nova área ainda não foi liberada para a garotada. Em decorrência, os treinos dos atletas — muitos na elite nacional — se realiza na rua, disputando espaço no movimentado trânsito. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pista de atletismo em Brasília é uma história espetacular, que começou em 1991, quando o então governador, Joaquim Roriz, prometeu ao campeão olímpico, Joaquim Cruz, construir um espaço para a formação de talentos.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois, foram mais três encontros entre os dois, com apelos de Cruz e promessas de Roriz. Como estava lidando com políticos, Joaquim, o Cruz, ficou decepcionado e não procurou mais o xará, Roriz.&nbsp; E a pista ainda não saiu… <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[ Atletismo concentrado]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=40501</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">P</font>rofessor de educação física da rede pública do Distrito Federal, o carioca Fernando Franco pesquisa como ninguém sobre o atletismo nacional e estrangeiro. Sua mais recente produção é com base no Troféu Brasil de Atletismo, encerrado há dois fins de semana, no Rio de Janeiro.   <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O resultado desse evento mostrou como a elite da modalidade está concentradíssima em apenas duas equipes, ambas de São Paulo, a BM &amp; F e a novata Rede Atletismo. Em resumo: a campeã masculina foi a BM&amp;F, com 388 pontos, seguida da Rede, com 318. Os pontos dos 27 clubes seguintes chegam a apenas 311 pontos.   <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mais: no total, a Confederação Brasileira de atletismo distribuiu 168 medalhas. Dessas, a BM&amp;F e a Rede ficaram com 123, ou seja, 73,21% dos troféus. Algo como se no restante do país não tivéssemos competidores.  <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Além disso, pergunta o professor Fernando Franco: “Quantos técnicos existem na Rede e na BM&amp;F para treinar esse potencial de atletas?”  <br>  <br>  <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; Em decorrência dessas disparidades, o professor Franco tem outro questionamento oportuno: “Essas duas equipes fornecem o maior número de atletas das representações&nbsp; de nossas equipes em eventos internacionais, mas sem traduzir em sucesso essas participações”.   <br>  <br>  <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; De fato, afora as provas de saltos em que Jadel Gregório, Maurren Maggi e Fabiana Murrer são os expoentes, o outro destaque é Marilson Gomes, nos 10.000m. É uma miséria para um país do tamanho do nosso.  <br></font>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;  <br>&nbsp;
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		<title><![CDATA[Política, esporte e verdades]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=39055</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br><font size="5"><span style="font-weight: bold;"></span></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">A </font>crise institucional envolvendo o Senado Federal não é um fato isolado em nossa rotina política. A falta de credibilidade do Legislativo é, por extensão, a mesma que encontramos em cada corredor da Esplanada dos Ministérios, lotada de cargos loteados entre burocratas e partidários de ocasião. Tudo isso é, em resumo, a debatida crise da falta de ética, a ponto de iludir e tentar transformar o discurso da mentira em verdade.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Atualizando essa teoria, citamos o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para quem o Rio de Janeiro é a cidade mais segura do mundo onde se pode realizar uma olimpíada. Candidata a sede dos Jogos de 2016, a Cidade Maravilhosa está sob fogo cruzado da bandidagem, a ponto de deixar crianças até uma semana sem poderem ir à sala de aula.  <br> <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com esse perfil da política, não se deve estranhar que o Ministério do Esporte, em particular, esteja mergulhado, também, em dezenas de denúncias de irregularidades e suspeitas de corrupção, como demonstram processos e mais processos do Tribunal de Contas da União. São constatações que abrangem projetos de curto prazo - como o Pan-Americano de 2007 - e os de longa duração, como o Segundo Tempo, de execução frágil e resultados duvidosos, cujos números, mais uma vez, se sobrepõem à verdade. O discurso oficial defende levar verbas aos excluídos, às comunidades pobres, preferencialmente. Não é isso, sabe-se bem. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, essa já longa falta de credibilidade das autoridades do Ministério do Esporte integra um contexto maior, tornando-se apenas mais um fato na constância de escândalos que nos atingem, como o espetacular superfaturamento do Pan-2007.  <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sobre tudo isso é oportuno voltar a citar o francês Jacques Généreux, autor de O horror político - editora Bertrand Brasil -, no qual analisa o momento mundial. Professor do Instituto de Estudos Políticos de Paris, diz ele: “Nossa crise não é da economia, mas, sobretudo, da vontade política, da coragem política, do debate político, da informação política, do compromisso político, da luta política - uma crise da democracia”.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E demonstra como as ações governamentais têm objetivo maior - mas escondido nas ações - do que os divulgados pelas assessorias do governo. “Se ainda existe algum interesse pelos `excluídos´, pelos `pobres´, em suma, pelos `inúteis´, é pelo fato de ainda serem eleitores.”  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Eis, então, a verdade. É nesse contexto que se integra a candidatura do ministro do Esporte, Orlando Silva, que tentará se eleger deputado federal por São Paulo. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Evasão</span> <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">Q</font>uando festejou a conquista de medalhas por brasilienses no Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007, o secretário de Esportes do Distrito Federal, Aguinaldo de Jesus, prometeu repatriar os atletas da cidade vinculados a clubes nos estados. Já havia feito o mesmo discurso na frente de Marilson Gomes dos Santos, quando ele ganhou, pela primeira vez, a Maratona de Nova York, em 2006. Três anos depois, estamos na mesma, nenhuma iniciativa nesse sentido e, pior, a evasão de talentos cresce assustadoramente, inclusive para o exterior.  <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Parabéns <br><br style="font-weight: bold;"></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Atleta brasileiro mais premiado em olimpíadas - cinco medalhas, sendo duas de ouro -, Torben Grael acrescenta ao seu valiosíssimo currículo a espetacular vitória, por antecipação, da Regata Volta ao Mundo. No comando do barco sueco Ericsson 4, Torben consagra-se, de vez, como um dos maiores nomes do esporte mundial contemporâneo. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Modalidade disputada no isolamento dos mares, a vela brasileira torna-se referência mundial pela ousadia e técnica de seus velejadores, pois no Ericsson 4 estavam, além de Torben, João Signorini, o Joca, Horácio Carabelli, Marcelo Ferreira, André Fonseca, Kiko Pelicano e Alan Adler, além de cinco estrangeiros.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A essa geração de campeões incluímos dois expoentes desse esporte, Lars Grael, com duas medalhas olímpicas, e Robert Scheidt, bicampeão olímpico e oito vezes campeão mundial da classe laser. A vela, enfim, alia esse desempenho ao extenso litoral brasileiro e à fartura de nossas águas interiores, propícias para formar talentos que deem seguimento a esse time vitorioso. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Lançamento</span><br style="font-weight: bold;"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Será na terça-feira, na Livraria Cultura, em São Paulo, o lançamento de mais um livro do jornalista Juca Kfouri: Por que não desisto - futebol, dinheiro e política. Com prefácio de Tostão - que considera o livro “indispensável” -, o autor analisa os mais atuais temas do esporte nacional, incluindo a realização da Copa do Mundo de 2014, e faz uma indagação oportuníssima: o que motiva o país a se interessar, com tanta dedicação, a sediar os Jogos Olímpicos?  <br> <br> <br>&nbsp;</font>
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		<title><![CDATA[Ameaça à liberdade de expressão]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=38946</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;        <font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ainda não se sabe a origem do processo, mas estão tentanto intimidar o advogado paulista Alberto Murray Neto, um dos mais combativos críticos sobre o sistema olímpico brasileiro. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, no Rio de Janeiro, abriu processo para investigar sobre o blog "<span style="font-weight: bold;">www.albertomurray.wordpress.com</span>", também sem se saber o motivo de tal iniciativa. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; O blog em questão, caracteriza-se por conter informações e opiniões contrárias à candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos Olímpicos de 2016, o que é plenamente normal. Mais: divulga com precisão dados oficiais do Tribunal de Contas de União e Minsitério Público Federal sobre os desmandos praticados com o dinheiro público durante o Pan-2007, que consumiu espetaculares R$ 3,7 bilhões, para um orçamento original de R$ 400 milhões. É o maior escândalo esportivo-financeiro que se tem notícia e que o TCU está demonstrando em detalhes como isso ocorreu. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Independentemente dos motivos que levaram a delegacia carioca a investigar esse blog, observa-se, de início, uma ameaça à liberdade de expressão, que deve ser combatida com repulsa total.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O blog em questão é público, como todos, não se escondendo atrás de nomes fictícios; tem simpatizantes e colaboradores, é aberto, enfim. Além disso, tornou-se uma espécie de tribuna nacional, que repercute opiniões e pensamentos dos que buscam moralizar o uso do dinheiro público destinado ao esporte, já que o Ministério do Esporte omite-se oficialmente nessa missão que deveria liderar. <br>&nbsp; <br></span></font>
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		<title><![CDATA[O Rio do medo]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=38534</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br><font style="font-weight: bold;" size="6">&nbsp;&nbsp; O</font> legado da segurança na cidade do Rio de Janeiro, que o governo federal e o Comitê Olímpico Brasileiro tanto se orgulhavam de divulgar, antes dos Jogos Pan-Americanos de 2007, continua fazendo vítimas.Sete mortos no balanço de um só dia, entre eles dois policiais.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; Na última madrugada, traficantes rivais disputavam o domínio de pontos de vendas de drogas. Tiroteio para mais de quatro horas. Chega a polícia e a artilharia cresce. A insegurança dos moradores das redondezas dos morros dominados por traficantes é total. Pior: as crianças não podem nem sequer ir à escola. É o tráfico bem instalado impondo terror e sufocando a liberdade e a cultura, à bala.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pode parecer estranho um blog de esportes tratar de crônica policial. Mas é nessa cidade, que tanto nos orgulhamos de ser o mais importante cartão postal paisagístico do país - patrimônio da humanidade, inclusive -&nbsp; que se pretende realizar as Olimpíadas de 2016. A crítica é porque não se acredita mais nos discursos políticos e, assim, não se terá, tão cedo, segurança no Rio, mesmo crescendo investimentos para a compra de equipamentos e veículos de combate. <br> <br> <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; O que temos pela frente é um absurdo de extremos espetaculares: o governo apoiando uma proposta para 2016, que exige investimentos planejados na educação, cultura e formação esportiva (e não temos isso), enquanto a geração que deveria ser agente desses benefícios fica em casa, fugindo do tiroteio, ajoelhada, escondida, com medo diante do poder maior do crime organizado.</font>  <br>
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		<title><![CDATA[ Silêncio ministerial]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=38532</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O site do Minsitério do Esporte continua sem uma só referência à decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que, na quarta-feira, determinou a devolução de R$ 2,7 milhões aos cofres públicos.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Junto com empresários que administraram o consórsio da Vila Pan-Americana, no Rio de Janeiro, Ricardo Leyser Gonçaves é quem terá que restituir o dinheiro, depois de ter sido identificado superfaturamento em vários contratos. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ricardo Layser Gonçalves não é pouca coisa no ministério. Além de ter sido o representante do governo no Comitê Organizador dos Jogos Pan-Americanos de 2007, ele é o Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento, ou seja, homem da extrema confiança do ministro Orlando Silva. <br> <br>&nbsp;&nbsp;  <br></font>
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		<title><![CDATA[Positivo, negativo ou neutro?]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=38472</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br>&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">N</font>estes tempos de internet, as informações invadem as redações com velocidade espantosa. Nem todas são confiáveis. Mas uma que me chegou às mãos, de fonte segura, trata da análise diária que a assessoria do ministro do Esporte, Orlando Silva, faz das notícias publicadas nos jornais. Esporte na mídia é o nome do boletim que resume as principais matérias sobre o setor, veiculadas na imprensa e em sites específicos.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A exemplo do que ocorre em outras áreas do governo, esse material é para economizar o tempo das autoridades, poupando-as da leitura de volumosos jornais. Esporte na mídia, no caso, apresenta, ao fim de cada notícia, uma avaliação se a mesma é “positiva, negativa ou neutra”.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O boletim que me foi enviado é o de quinta-feira passada, que transcreve quase todo o teor desta coluna, de minha autoria. Orgulhoso por estar no boletim ministerial, logo fiquei frustrado ao ler que os dois analistas responsáveis pelo boletim classificaram minhas informações como “negativa”. Naquela ocasião, escrevi sobre o excesso de órgãos na gestão do esporte, sobre a falta de diálogo e a omissão do Ministério do Esporte na liderança dos principais assuntos de sua área. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enfim, é apenas um boletim, teórico e burocrático. E a ação ministerial sobre assuntos que silencia continua na mesma, negativa.  <br> <br> <br><font size="5"><span style="font-weight: bold;">Confao <br><br style="font-weight: bold;"></span></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="5">O</font> presidente do Conselho Nacional de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos (Confao), Sérgio Bruno Coelho, apresenta farto material demonstrando a importância dos clubes no contexto esportivo. Com base nos números, essas entidades buscam participar do rateio dos recursos das loterias federais, atualmente administrados pelos comitês Olímpico e Paraolímpico. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os principais clubes - Sogipa e União (RS), Corinthians e Pinheiros (SP), Minas Tênis (MG), Flamengo, Fluminense e Vasco (RJ) - têm um potencial pouco divulgado: 9.129 atletas federados e 25.343 alunos em formação.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em nível olímpico, a situação é a seguinte: dos 277 atletas da delegação brasileira nos Jogos de Pequim, 213 (77%) foram formados ou eram mantidos, à época, por clubes nacionais. E dos 75 brasileiros medalhistas naquele evento oriental, 28 (37%) estavam vinculados a clubes brasileiros, e 35 competidores (47%) - a maioria, portanto - pertenciam a agremiações estrangeiras, nas modalidades de handebol, vôlei, basquete, futebol e hipismo. <br> <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; “Denota-se a necessidade de uma política de esporte definida e consolidada, que evite essa evasão de atletas brasileiros para clubes do exterior”, diz o presidente do Confao.  <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O detalhado balanço justifica-se, mesmo porque Sérgio Bruno Coelho é, também, presidente do Minas Tênis Clube, instituição que, dos Jogos de Helsinque-1952 aos de Pequim-2008, participou com 45 competidores e cinco técnicos. No contexto das informações, fica evidente, como já escrevemos, a necessidade de contar com os times no programa de formação de atletas olímpicos.&nbsp;&nbsp;  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, a ausência dos clubes do rateio dos recursos das loterias demonstra como ainda estamos perdidos no diálogo - ou na falta dele - entre as instituições que formam o Sistema Nacional de Esportes.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Desde que as loterias federais começaram a repassar os recursos ao esporte (Lei nº 10.264/2001), o COB dialoga exclusivamente com as confederações, que formam sua estrutura. E não desceu nessa hierarquia, por exemplo, até às federações, também alijadas do sistema de recebimento de verbas, e muito menos até os clubes. O tempo passou. Lá se vão oito anos de vigência dessa lei, e os clubes decidiram gritar. Com números efetivos nas mãos, faz sentido.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ocorre que alterar os percentuais de repasse unicamente das loterias federais significa ignorar as outras fontes - e são várias. Como o financiamento do esporte olímpico é quase que exclusivamente responsabilidade da União, está na hora de o governo federal reavaliar o que existe de fontes, promovendo a redistribuição dos recursos para que cheguem, efetivamente, à base, isto é, às instituições que trabalham com a formação de atletas.  <br> <br> <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="5">Aposta</font> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Autoridade do futebol profissional com livre trânsito na cúpula da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aposta que o Brasil de 2014 não terá as 12 sedes hoje contempladas para receberem os jogos. Duas, no mínimo, ficarão pelo caminho. <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="5">Respeito</font> <br> <br>Marizete Moreira, do Clube de Atletismo de Sobradinho (Caso), ganhou a Maratona de São Paulo. Não foi uma vitória aleatória, mas de superação física e técnica. Na prova internacional, superou quenianas e etíopes, inclusive. Com mais esse resultado, Marizete ganha espaço na mídia e se torna referência entre as corredoras de rua do país. Por isso, merece respeito, principalmente, dos patrocinadores de ocasião que, disfarçados de investidores, revelam-se predadores do esporte ao explorar atletas com cachês miseráveis</font>.  <br> <br> <br> <br> <br> <br>  
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		<title><![CDATA[Festa com dinheiro público]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=38320</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ricardo Leyser Gonçalves, do Ministério do Esporte, terá que devolver R$ 2,7 milhões aos cofres da União. Esse é o resultado do superfaturamento em instalações de ar condicionado, montagem de cadeiras, camas, instalações de persianas e fornecimento de colchões, entre outros serviços, na Vila Pan-Americana, que recebeu cinco mil atletas no megaevento, durante duas semanas.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">A</font> cobrança dessa gastança foi feita ontem quando o Tribunal de Contas da União aprovou o primeiro processo que confirma o superfaturamento nas despesas dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro.  <br> <br>&nbsp;Além de Ricardo Leyser Gonçalves, também responderão pela devolução do dinheiro, o presidente da comissão de licitação, Luiz Custódio Orro de Freitas, José Pedro Varlotta e José Mardovan Carvalho Pontes, da comissão de licitação, e o Consórcio Interamericano, representado por sua empresa líder, JZ Engenharia e comércio Ltda, com sede em São Paulo.  <br> <br></font>
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		<title><![CDATA[Exemplo negativo]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=38195</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Tribunal de Contas da União aprovou, com ressalvas, as contas do governo Lula referentes a 2008. Como de costume, fez recomendações. Por exemplo, que o Executivo tenha um plano de ação para tortalecer os sistemas de planejamento, avaliação, monitoramento e controle da administração pública, para evitar gastos excessivos. <br> <br>&nbsp; &nbsp;  <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; E que gastos excessivos os ministros do TCU usaram para exemplificar? os realizados nos Jogos Pan-Americanos. Vejam o que as autoridades escreveram: <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold; font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Nos Jogos Pan-americanos, por exemplo, o gasto da União foi 18 vezes maior que o previsto"...</span></font> <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> Essa realidade do Pan é tão grave - gravíssima, até - que o TCU conseguiu analisar as contas de 34 ministérios do governo Lula, de 2008, em cinco meses, mas não conseguiu fechar, até hoje, as contas dos Jogos Pan-americanos 2007. Dois anos de trabalho sem um parecer final. São centenas de processos que tiram o fôlego dos auditores do TCU e o sono das autoridades do Ministério do Esporte, principalmente, envolvidos com denúncias de irregularidades sem fim.</font><br style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold; font-style: italic;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold; font-style: italic;" lang="PT"><font size="3"><span style="background: yellow none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"></span></font></span> <br>
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		<title><![CDATA[Câmara quer diagnóstico sobre o Mundial de 2014]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=38180</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><font style="font-weight: bold;" size="5"></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-weight: bold;" size="5"> A </font>euforia entre os torcedores para recebermos a Copa de 2014 no Brasil continua, mas onde o governo federal já atuou para tirar do papel os projetos que nos garantiram o evento? Qual o diagnóstico das obras, nas 12 cidades-sedes? Quanto será investido pelo governo federal? Quem fala sobre isso, a Casa Civil, o Ministério do Esporte, do Planajemento, das Cidades? <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para tentar evitar os desmandos ocorridos com o dinheiro público durante o Pan-2007, a Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados aprovou 14 requerimentos convocando audiências públicas com ministros,&nbsp; governadores e prefeitos das cidades que receberão os jogos, além de representantes de segmentos organizados da sociedade civil e do Comitê Organizador Local do Mundial de futebol.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Também foi aprovado requerimento solicitando à Casa Civil da presidência da República e aos ministérios do Planejamento e do Esporte informações sobre o programa orçamentário da Copa 2014, detalhando os investimentos a serem feitos pelo governo federal na organização do evento. <br>&nbsp; <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O presidente da Comissão de Fiscalização e Controle, deputado Sílvio Torres, disse que é imprescindível realizar um amplo diagnóstico para garantir o controle das despesas com recursos públicos. “É fundamental evitar a repetição do que ocorreu com os Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro, cujos custos, incialmente&nbsp; orçados em&nbsp; R$ 400 milhões, foram superiores a R$ 4 bilhões, sem que as contas relativas às despesas efetuadas pelo governo federal tenham sido, até hoje, aprovadas pelo TCU”, disse o deputado.  <br> <br>&nbsp;</font>
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		<title><![CDATA[Fartura institucional]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=37580</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="5"><span style="font-weight: bold;">J</span></font>á sugeri neste espaço sobre a necessidade de o Ministério do Esporte promover uma reavaliação geral sobre a distribuição e gestão do dinheiro público no esporte. Algo que, sabe-se bem, ficará na sugestão, pois falta a esse órgão do governo federal a competência técnica para tanto. Isso porque, nos principais cargos do ministério estão militantes políticos de ocasião, sem conhecimento do assunto que dirigem. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, deve-se considerar que o momento não é oportuno para tanto, pois o ministro Orlando Silva (PC do B) lançou-se pré-candidato a deputado federal, por São Paulo - mesmo sendo ele natural da Bahia. Assim, tratar de uma reforma no sistema de financiamento do esporte nacional, agora, levaria o debate para o enfoque político, o que é arriscado. <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas é oportuno que se mostre como o Brasil é um país riquíssimo em representatividade esportiva. Tais instituições - listadas abaixo - atuam sem diálogo ou intercâmbios, o que revela a falta de liderança Ministério do Esporte nesse sentido. Observem a fartura que existe, legalmente: <br> <br> <br><span style="color: rgb(51, 204, 255); font-style: italic; font-weight: bold;">No Executivo&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br style="color: rgb(51, 204, 255);"> <br>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ministério do Esporte <br>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conselho Nacional de Esporte <br>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fórum de Gestores e Secretários do Esporte <br>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conferência Nacional do Esporte (duas edições realizadas em seis anos) <br>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Comissão Nacional de Atletas (temporariamente desativada) <br> <br><span style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="color: rgb(51, 204, 255);">No Legislativo</span> <br> <br></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1. Comissão de Turismo e Esporte (Câmara Deputados) <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2. Comissão de Educação, Cultura e Esporte (Senado) <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; 3. Frente Parlamentar do Esporte <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(51, 204, 255);">c) Sistema Nacional do Esporte</span><br style="color: rgb(51, 204, 255);"> <br>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Comitê Olímpico Brasileiro <br>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Comitê Paraolímpico Brasileiro <br>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Confederações esportivas <br>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Confederação de Desporto Universitário <br>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Confederação de Desporto Escolar <br>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Federações esportivas <br>7.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ligas esportivas <br>8.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Clubes e associações <br> <br><span style="color: rgb(51, 204, 255); font-style: italic; font-weight: bold;">d) Entidades individuais</span> <br> <br>1. Confederação Brasileira de Clubes <br>2. Conselho Superior Interclubes <br>3. Conselho de Clubes Formadores de Atletas <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diante disso, seria oportuno, então, um estudo para reduzir à metade as instituições do esporte. Quem sabe aí esteja o problema: é muita entidade, pouco diálogo e falta de decisões.  <br> <br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Aposentadoria  <br> <br></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em 30 de junho, Marcos Vinícios Vilaça se aposentará do cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Já é grande a expectativa para se saber quem será o ministro sorteado que substituirá Vilaça, para concluir o relatório de fiscalização dos gastos públicos - R$ 4 bilhões - no Pan 2007, no Rio de Janeiro.  <br><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Combate ao doping <br><br style="font-weight: bold;"></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Projeto de lei que torna em crime hediondo a venda e consumo ilegais ou o tráfico de esteróides anabolizantes será votado hoje na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. O relator do projeto (nº 124/2005), senador Romeu Tuma, é favorável à tramitação do proposta, que punirá os infratores com penas de até dois anos de prisão e pagamento de multa. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alexandre Pagnani, presidente da Confederação de Culturismo e Musculação e da Associação Brasileira de Combate ao Doping, adverte que ainda existem profissionais que ensinam sobre o uso de esteróides anabolizantes para seus alunos. Algo como traficantes orientando crianças a usar drogas.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os esteróides anabolizantes aumentam os músculos e ajudam a melhorar o desempenho físico de modalidades que exigem muita força. Em compensação, provocam efeitos devastadores no organismo humano, como infertilidade, calvície e aumento da próstata, nos homens. Já nas mulheres, crescimento de pelos faciais, voz grossa e ausência de ciclo menstrual, principalmente.  <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br></font>
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		<title><![CDATA[Justiça anula ato contra atletas do futsal]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=37485</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">A</font> Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) foi derrotada em suas pretensões de tirar de quadra os jogadores que reclamavam direitos na justiça trabalhista.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Decisão da juíza do Trabalho, Naiana Carapeba Nery de Oliveira, do Ministério Público do Trabalho, em Brasília, anulou ato da CBFS que cancelava a inscrição dos atletase, que fossem parte em ações judiciais contra seus empregadores.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na resolução (nº 6/2009) que assinou, o presidente da CBFS, Aécio Vasconcelos, argumentou que a confederação não registra contrato de trabalho profissional, pois promove apenas competições oficiais e não profissionais de futsal.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na prática, os clubes que participam dos principais eventos da CBFS substituem o registro de trabalho na carteira profissional dos atletas por pagamentos de uso do “direito de imagem”.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “É exatamente para não deixar impune uma situação como essa, em que a CBFS pensa tudo poder, ignorando princípios e direitos constituicionais fundamentais, impõe-se sua condenação em indenização por danos morais coletivos”, sentenciou a procuradora do trabalho, Ana Cristina Ribeiro, ao instruir a ação civil pública (nº 893/2009).  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A juiza do trabalho, Naiana de Oliveira, por sua vez, considerou que a resolução da CBFS “viola o direito de ação e o exercício da prática profissional de futsal”. E assegurou a todos os atletas condições de jogo em qualquer competição. No mesmo ato, a juíza tornou sem efeito todos os cancelamentos de inscrições ocorridos, fixando a pena de R$ 10 mil por violação que vier a ocorrer. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É interessante a forma ditatorial com que os cartolas agem contra jogadores profissionais. Pagam salários disfarçados de "direito de imagem", burlam a lei não assinando a carteira profissional, transgridem leis maiores, como a Constituição Federal e se escondem por trás de um amadorismo disfarçado.  <br> <br>&nbsp;&nbsp; O pior que a CBFS é financiada com verbas públicas, pois tem um rico patrocínio do Banco do Brasil e dos Correios.  <br> <br> <br></font>
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		<title><![CDATA[Copa do Mundo 2014]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=37428</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><font size="5"><span style="font-weight: bold;"></span></font></font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font size="6"><span style="font-weight: bold;">  <br></span></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><font size="6"><span style="font-weight: bold;">&nbsp;&nbsp; O</span></font> Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva  (Sinaenco) dispõe um excelente site para acompanhar os preparativos à Copa do Mundo de 2014. Confira: <a href="http://www.copa2014.org.br/">www.copa2014.org.br  <br></a></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O espaço, que será apresentado oficialmente amanhã, em São Paulo, contém informações sobre todos os setores que envolvem a preparação do país, como infraestrutura esportiva, urbana e regional  das 12 cidades.</font></p> <br>
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		<title><![CDATA[Inquérito civil]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=37393</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		   <br>   <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">&nbsp; &nbsp;&nbsp;<font style="font-weight: bold;" size="5"> O</font> anúncio sobre a sede olímpica dos Jogos 2016 será em outubro, mas o Comitê Olímpico Brasileiro já tem muito com o que se preocupar, mas na área judicial.    <br>  <br>   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma decisão do procurador da República Federal no Distrito Federal, Paulo Roberto Galvão de Carvalho, transformou em inquérito civil a denúncia do advogado paulista, Alberto Murray Neto, de que foram gastos R$ 44,1 milhões só na candidatura desse evento.    <br>  <br>   <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; Na prática, os valores vão bem além, pois o custo da candidatura foi de R$ 80 milhões, sendo que o Ministério do Esporte pagou, até agora, a metade, isto é, R$ 44,1 milhões.    <br>Essa despesa ocorre num momento de extremo desgaste para o esporte olímpico nacional, que não consegue, através de sua entidades filiadas, as confederações, nem sequer ocupar com eventos atrativos os caríssimos espaços esportivos construídos para o Pan-2007. Estão praticamente esquecidos, abandonados. Mas já se fala em construir mais...    <br>   <br>   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para que se tenha uma idéia do que a candidatura para outro evento sonhador, os R$ 80 milhões representam praticamente o que o COB recebeu das loterias federais, em 2008 (R$ 92 milhões), para aplicar na formação e preparação de atletas.   <br>   <br>   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A decisão do procurador Paulo Roberto Galvão de Carvalho consta da Portaria n. 117/2009, da Procuradoria da República no Distrito Federal.  Em um de seus argumentos, ele aponta:  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "... tendo em vista que o Tribunal de Contas da União, no Acórdão 2101-38/08-Plenário, apontou uma série de irregularidades na utilização de recursos públicos para o financiamento dos Jogos Pan-Americanos de 2007, realizados no Rio de Janeiro, tornando-se necessário o acompanhamento dos gastos para evitar a repetição dos mesmos problemas, resolve instaurar INQUÉRITO CIVIL, mediante conversão do Procedimento nº 1.16.000.003459/2008-13...<br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; &nbsp; &nbsp;</span></font>    <br>
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		<title><![CDATA[Chance para redefinir o uso das verbas públicas ]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=37250</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><font size="5"><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">O</font> ministro do Esporte, Orlando Silva, anuncia que conversará com o bicampeão mundial em exercícios no solo, Diego Hypólito, sobre a falta de patrocínio para os ginastas. Vinculado ao Flamengo, Diego e seus colegas estão desde agosto sem receber um tostão. Já o anunciado apoio da Prefeitura de Niterói aos ginastas olímpicos até agora não entrou no bolso dos atletas.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se o ministro cumprir o mesmo ritual com outros competidores de ponta, faltará espaço na agenda dele para atender a todos que vivem drama semelhante. A brasiliense Mariana Ohata, por exemplo, com três olimpíadas no currículo, está na iminência de deixar o esporte por falta de dinheiro. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa realidade ocorre no país onde há verba das loterias (R$ 110 milhões em 2008) financiando os olímpicos e paraolímpicos, R$ 30 milhões anuais para o Bolsa-Atleta, R$ 300 milhões da Lei de Incentivo ao Esporte nesta temporada, patrocínio de seis poderosas estatais — Banco do Brasil, Caixa, Petrobras, Correios, Infraero e Eletrobras —, enfim. Sem falar no orçamento do Ministério do Esporte, voltado mais para ações sociais de ocasião. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma das ações mais recentes foi a liberação de R$ 1,6 milhão para construir uma “Praça da Juventude” em Botucatu, no interior de São Paulo, estado pelo qual o ministro Orlando Silva quer sair candidato a deputado federal em 2010.  <br>&nbsp; <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="6"><span style="font-weight: bold;"></span></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diante dessa realidade de contrastes impressionantes — que coloca o atleta a reboque de projetos bilionários, como o do Rio de Janeiro de sediar as Olimpíadas de 2016 — , Milton Ohata, pai da triatleta Mariana Ohata, não tem dúvidas: é preciso uma atualização geral nos critérios para o uso do dinheiro público do esporte, além de modernizar os estatutos de federações e confederações. E, claro, gestão eficiente e transparente das verbas. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Experiente na área de marketing esportivo, com aprendizado enriquecido ao longo da carreira da filha que assessorou, Milton se convenceu de que é preciso fortalecer a estrutura clubística para tirar das costas dos atletas o pesadelo da falta de patrocínio. Para tanto, os clubes precisam de dinheiro, e é isso que o Congresso Nacional começa a discutir.&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na sessão de ontem da Comissão de Turismo e Desporto, o deputado paulista Silvio Torres (PSDB) solicitou vistas a um projeto de lei que altera os repasses das loterias federais aos comitês Olímpico e Paraolímpico. Na prática, os clubes formadores de atletas, como Sogipa (RS), Pinheiros (SP), Minas Tênis (MG), também receberão recursos das loterias federais, que de 2001 até agora se esgotam nos cofres das confederações. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, o deputado mineiro Gilmar Machado (PT) questiona sobre a necessidade de os clubes também investirem no desporto escolar e universitário, a exemplo do que já fazem os comitês Olímpico e Paraolímpico, cumprindo legislação específica.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O debate é oportuníssimo. É a ocasião de se vasculhar a legislação sobre o dinheiro público aplicado no esporte, a fim de redefinir as destinações para um melhor aproveitamento dos recursos, pelos atletas, prioritariamente. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Afinal, realizar os jogos Escolares e os Universitários é competência do COB ou do governo federal, como em anos passados? E que papel têm nesse processo as confederações específicas do desporto escolar e universitário? Essa discussão, entre outras, precisa ser ressuscitada agora para que não se fique apenas no atendimento de exigências de um ou outro segmento do esporte.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enfim, é hora de redefinir critérios e exigir compromissos de todos os que integram o sistema nacional de esporte. A palavra está com os políticos, principalmente os deputados Silvio Torres e Gilmar Machado, dois dos parlamentares mais atentos às questões esportivas. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(255, 0, 0);">Apaixonados pelo Bangu</span><br style="color: rgb(255, 0, 0);"> <br></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">S</font>erá no sábado o 4º Encontro da Nação Banguense, reunião que os torcedores do Distrito Federal promovem periodicamente para manter viva a paixão pelo simpático clube carioca. Os interessados em participar da confraternização devem ligar para Eugênio, pelo telefone 9994-5711. <br> <br><span style="font-weight: bold;">Museu</span> <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;"> <font size="5">O</font></span> presidente da Federação Brasiliense de Futebol, Fábio Simão, informa que o projeto do Estádio Nacional de Brasília prevê espaço para o Museu Mané Garrincha. Numa privilegiada área será perpetuada a homenagem da capital da República a um dos maiores e inesquecíveis craques do futebol mundial.  <br> <br> <br> <br> <br> <br>&nbsp;</font>
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		<title><![CDATA[O mapa do impacto]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=37142</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		 <br> <br>&nbsp;<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">&nbsp; Na última apresentação que fez ao Comitê Olímpico Internacional sobre a candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos de 2016, os dirigentes nacionais apresentaram um mapa de "muito impacto", com definiu o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman. <br> <br></font> <br>&nbsp;&nbsp;<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> Nesse mapa mundi, aparecem em destaque todas as cidades que já&nbsp; sediaram uma olímpiada, tanto as européias como asiátias norte-americanas e o México, na América Central. O tal impacto se observa com o vazio na América do Sul. <br>&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ou seja, um dos recursos que o COB usa para sensibilizar os eleitores do COI é mostrar que a América aqui de baixo&nbsp; nunca recebeu os jogos.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O recurso é bom, sem dúvida, mas entre o apelo e a nossa realidade esportiva há uma distância enorme. Estamos preocupados com projetos milionários, estádios caríssimos e mostrar que o Brasil - o Rio, em particular - é capaz de também promover uma grande festa.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No outro extremos, esquecemo-nos que falta o principal: diálogo entre as várias autoridades do esporte. Falta mais: liderança do Ministério do Esporte, por exemplo; falta ministro do Esporte, principalmente, envolvido com o setor e não um político de ocasião; falta um projeto de governo para bem aplicar os valiosos recursos públicos, hoje boa parte se perdendo no caminho da corrupção.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas, se o tal mapa for eficiente e decisivo, a ponto de o Rio sair vencedor, ficará claro que as autoridades do COI votam mais influenciadas por impactantes recuros gráficos do que com base na realidade de um país&nbsp; sem rumo no esporte olímpico, no de base, em geral.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apenas umexemplo sobre isso, é o desperdício de espaços, construídos para o Pan-Americano, há dois anos fechados, ociosos. Um só governo, federal, estadual ou municipal, por seus órgãos específicos da educação ou esporte, foi capaz de elaborar uma proposta para ocupar tão valiosos espaços. Inacreditável como a realidade é atropelada sem dó. <br></font>
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		<title><![CDATA[  Lucro Pan-Americano]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36980</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com uma movimentação total de R$ 10 bilhões, os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, geraram um lucro de 58% sobre o total gasto pelo governo federal (R$ 4,3 bilhões). A informação, da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe), está no site <span style="font-style: italic;">www.maquinadoesporte.com.br.</span> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A avaliação da Fipe foi feita sobre os números de 42 setores da economia, e mostra que o setor que mais ganhou com o Pan foi o da construção civil, que movimentou cerca de 13,8% do valor em questão. A administração pública (13,4%), o comércio (6,6%) e o aluguel de imóveis (5,8%) vem logo na sequência do ranking.  <br> <br>&nbsp;  <br></font>  
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		<title><![CDATA[Ainda falta um trabalho integrado]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36970</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</font><font style="font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">&nbsp; </font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="4"><font size="5">O</font></font><font style="font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> </font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, e o diretor, Carlos Alberto Osório, deram um show na exposição de quarta-feira, na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, apresentando números do planejamento financeiro para que o Rio de Janeiro se torne sede olímpica em 2016. O projeto custou R$ 80 milhões, R$ 47 milhões dos quais já pagos pelo Governo federal. O anúncio sobre a cidade sede às Olimpíadas de 2016 será feito no dia 2 de outubro, e o Rio de Janeiro concorre com Madri, Tóquio e Chicago. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No entanto, a maior autoridade do olimpismo nacional foi evasiva sobre a preparação da equipe para o evento de 2016.&nbsp; À pergunta do deputado Silvio Torres (PSDB-SP), sobre a preparação de atletas, Nuzman disse que a partir da escolha da sede o COB se voltará para o assunto. Até agora, a prioridade era o relatório da candidatura, de uma complexidade e detalhismos impressionantes. Então, como esse anúncio da sede será só em outubro, estaremos praticamente no final de 2009, e um ano inteiro ficou perdido. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os atletas brasileiros que estarão nas Olimpíadas de 2016 têm, hoje, em torno de 14, 15, 16 anos. O que fazem atualmente? Em que centro de treinamento (temos isso?) se encontram? Se os olímpicos passam dificuldades com a falta de patrocinadores, como denunciou Silvio Torres, o que dizer da nova geração, os juvenis? &nbsp; <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mais: qual a ação efetiva do Ministério do Esporte nesse sentido? Ao contrário, nossas autoridades do governo federal continuam sem rumo, aprovando projetos para uso de recursos da Lei de Incentivo ao Esporte cuja aplicação do dinheiro em nada contribui para a evolução do setor, como corridas de automóvel (R$ 15 milhões) e torneios de golfe (R$ 5 milhões).  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se somarmos os valores — R$ 80 milhões da candidatura olímpica, mais 20 milhões para golfe e automobilismo) — gastos este ano, teremos, no mínimo, R$ 100 milhões aplicados no esporte cujo retorno não é garantido.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E se esse dinheiro fosse aplicado na formação de talentos? Quantos atletas seriam atendidos, principalmente nas categorias de base? No mínimo, teríamos um grupo de jovens com educação e caráter íntegros, que poderiam servir de exemplos a novas gerações.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ou seja, no sistema nacional do esporte somos craques planejamento de eventos e liberação de recursos, mas ainda frágeis, muito frágeis, no trato com os nossos talentos.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados precisa se voltar para esses assuntos. É hora de parar com os elogios e ser mais rígida, com as autoridades do governo, principalmente, sobre a disponibilidade dos recursos para o esporte e a forma como esse dinheiro está sendo jogado pela janela. Atualmente, esse papel é exclusivo do deputado Silvio Torres, é preciso reconhecer. Mas, mesmo levantando questões sempre pertinentes, ele acaba se tornando impotente diante da força das bancadas de apoio ao governo. A Comissão precisa agir logo e de forma integrada.  <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Dinheiro das loterias</span> <br> <br>&nbsp;&nbsp; Na mesma audiência de quarta-feira, Nuzman confirmou que solicitou ao presidente da Câmara, Michel Temer, para adiar a votação dessa proposta, pois há outra que aumenta para 2,5% o repasse das loterias federais para os comitês Olímpico e Paraolímpico.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Atualmente, esse repasse é de 2% e com o acréscimo de 0,5% os clubes formadores de atletas teriam o dinheiro que reivindicam (em torno de R$ 30 milhões anuais), sem alterar o planejamento do COB.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa mudança depende, ainda, de acertos com a Caixa Econômica e, se aprovada na Câmara, deverá ir ao Senado, onde ainda não se conhece a disposição dos senadores sobre esse assunto.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Assim, uma votação que tudo indicava ser tranqüila, vai agora sofrer algum atraso. Aí está mais uma amostra de que o esporte brasileiro precisa ser repensado, é urgente a necessidade de se dar ao país uma política de esporte” – declarou Silvio Torres. <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[É muito dinheiro]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36935</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><font style="font-weight: bold;" size="5"></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O presidente do Flamengo, Márcio Braga, acompanhou por meia hora a exposição que o presidente do Comitê Olímpico, Carlos Nuzman, fez na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, na quarta-feira. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Falando sobre a candidatura do Rio às Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016, Nuzman apresentou números bilionários de investimentos, caso a cidade vença a disputa contra Tóquio, Chicago e Madri. Só a candidatura do Rio está orçada em R$ 80 milhões. Já o </font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">projeto de obras infraestrutura da cidade, por exemplo, consumirá R$ 23 bilhões dos cofres públicos.</font> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lá pelas tantas, Márcio Braga levantou-se e foi embora: "É muito dinheiro, não sei conviver com isso", disse ele, irônico.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Márcio é um dos líderes que tenta abocanhar, com os clubes formadores de atletas, 30% do que o COB recebe das loterias federais, para investir projetos olímpicos. Sem isso, fechará os departamentos de basquete, remo, ginástica...  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O dirigente rubro negro não nega que esse dinheiro será a tábua de salvação para o time manter equipes nos esportes olímpicos, pois o time da Gávea, devedora do ISS, não recebe certidão negativa e, assim, fica sem poder captar recursos públicos.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Não é só o Flamengo, Vasco, Fluminense também não têm essa certidão. O Botafogo conseguiu porque tem dois registros, sendo um o Botafogo S/A, que está legal".  <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br></font>
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		<title><![CDATA[Dinheiro, poder e diálogo]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36908</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp; </span></font><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="6">E</font>m Brasília, para expor sobre a candidatura do Rio de Janeiro às Olimpíadas de 2016, quarta-feira, na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, reabriu o diálogo sobre um assunto que se mantido em silêncio representaria a redução da receita da entidade dirigida por ele, assim como a do Comitê Paraolímpico(CPB). <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois de um encontro com o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, Nuzman conseguiu adiar a votação de mudanças na Lei Pelé (Nº 9.615/98). Pronto para entrar na ordem do dia, o projeto muda os critérios de distribuição dos recursos das loterias federais ao esporte. É um dinheiro expressivo, que em 2008 rendeu ao COB e ao CPB algo em torno de R$ 110 milhões (2% das arrecadações das loterias federais, que chegaram a espetaculares R$ 5,5 bilhões). </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<span style="font-weight: bold;"> &nbsp; &nbsp; ...</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;Pelo projeto que está para ser votado, os clubes sociais formadores de atletas entrariam no rateio desse dinheiro, recebendo 30% da parte do COB (em torno de R$ 28,5 milhões, com base na arrecadação de 2008). A proposta, relatada pelo deputado José Rocha (PR/BA), é resultado da pressão dos clubes formadores, que alegam não ter acesso aos recursos administrados pelo COB e pelo CPB. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para superar o impasse, isto é, não reduzir as receitas dos comitês Olímpico e Paraolímpico e, ao mesmo tempo, incluir os clubes sociais na divisão do bolo, a solução será aumentar os repasses das loterias dos atuais 2% para 2,5%, conforme admite o deputado Deley (PSC/RJ), em proposta que agrada a Carlos Nuzman.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; A diferença desse aumento (0,5%) seria a parte dos clubes formadores, compensando a proposta anterior, sem reduzir a receita do COB e do CPB. No diálogo legislativo, essa é a solução que se encaminha, mas para consolidar a proposta falta combinar com a Caixa Econômica, administradora das loterias.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<span style="font-weight: bold;"> ....</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A situação chegou a esse ponto por falta de diálogo. Convidado a debater o projeto de lei, Nuzman alegou que estava envolvido com a preparação dos volumosos planos da candidatura do Rio às Olimpíadas de 2016. Com o silêncio, a proposta dos clubes avançou e, agora, corre o dirigente para tentar evitar o prejuízo iminente. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse é apenas um capítulo de uma novela que envolve dinheiro, poder e omissão. Sobre o dinheiro e o poder — político, inclusive — já nos referimos, e a omissão é, inicialmente, do Ministério do Esporte, que não trata da gestão dos recursos públicos de forma integrada, mas dá prioridade às relações eleitoreiras. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com a nova realidade do rateio dos recursos das loterias, quem fiscalizará a aplicação dos clubes? O Ministério do Esporte, que, sem pessoal capacitado, não consegue fiscalizar a Bolsa-Atleta e o projeto Segundo Tempo? Nesse aspecto, a proposta é um risco, demonstrando que o sistema nacional de esporte precisa, urgentemente, ser repensado num todo e não em parcelas, como é feito agora. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<span style="font-weight: bold;"> &nbsp; ...</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Além disso, os próprios clubes formadores não têm do que reclamar. Minas Tênis, de Belo Horizonte, Sogipa, de Porto Alegre, e Pinheiros, de São Paulo, só para citar os principais que trabalham com atletas olímpicos, já aprovaram projetos volumosos para captar recursos da Lei de Incentivos. Ou seja, as instituições estruturadas sabem onde buscar recursos para atender aos seus atletas. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; A realidade nos mostra, também, que os fundadores do Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos (Confao) mantêm apenas 16 das 41 modalidades olímpicas, deixando de fora algumas de importância na nossa cultura esportiva, como triatlo, hipismo, vela, vôlei de praia etc. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Seria oportuno que o Congresso Nacional incentivasse a discussão sobre o nosso sistema nacional de esportes. É preciso estruturar, por exemplo, as relações de nossas instituições com o atleta. Depois de chegarem ao evento máximo do esporte, muitos ficam à deriva do clube, da federação ou da confederação respectiva.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, é difícil explicar como se discute o rateio de tanto dinheiro das loterias, dos investidores estatais, da Lei de Incentivo etc, enquanto atletas olímpicos choramingam a falta de patrocínios e, por isso, comprometem seus projetos e calendários anuais de treinos e competições.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Acabou a homenagem</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="5"><span style="font-weight: bold;">O</span></font> Estádio Mané Garrincha está com os dias contados. Vem aí a avançada arena multiuso, já nos padrões que a cinquentenária Brasília exige. O velho Mané Garrincha ficará na saudade, como ficou o personagem das pernas tortas, do raciocínio rápido e inteligência incomum com a bola nos pés; saudades do Mané, humilde, irônico e craque.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Acabou, pois o velho Mané Garrincha terá nome pomposo, Estádio Nacional de Brasília, anuncia a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Os tempos modernos sepultarão, em arquitetura futurista, o reconhecimento histórico de quem fez a alegria do torcedor. A homenagem pública a Mané tinha prazo de vencimento. Mas, mesmo moderno, o novo estádio de Brasília ficará distante do melhor da história do nosso futebol. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>
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		<title><![CDATA[Diálogo do retrocesso]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36813</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">E</font>m pleno Século 21, o Brasil político-esportivo-educacional ainda convive com o conflito de idéias sobre um tema histórico que se renova a cada governo: a prática da educação física na idade escolar. Pior: as autoridades maiores que deveriam expor os seus pensamentos e propostas para esse interminável debate, omitem-se, ausentam-se da plateia. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O mais recente seminário para discutir sobre esse assunto foi há uma semana, na Câmara dos Deputados, iniciativa da Comissão de Turismo e Esporte, reunindo cerca de 500 pessoas de todo o país. Porém, os principais debatedores, os ministros da Educação, Fernando Haddad, e do Esporte, Orlando Silva, não compareceram, a exemplo do que ocorrera no Senado Federal.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sem novidades, os representantes ministeriais repetiram discursos de ocasião, mas com rumos opostos, que demonstram o total desencontro do governo federal nessa matéria. De um lado, o Ministério da Educação sem saber explorar a prática da educação física como instrumento da formação intelectual e de caráter dos jovens sugere “debater”; de outro, o Ministério do Esporte, aplicando o projeto Segundo Tempo, mas sem qualquer perfil pedagógico e de forte apelo eleitoral-partidário.  <br>Assim, sem novidades, o documento final do seminário é repetitivo sob o ponto de vista do que já se discutiu há anos… <br> <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; Foi da própria Câmara dos Deputados, por exemplo, a iniciativa da 1ª Conferência Nacional de Educação, Cultura e Desporto, realizada em 2001. Há oito anos, portanto, ouvia-se os mesmos argumentos de hoje. É o diálogo do retrocesso.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enquanto isso, o Comitê Olímpico Brasileiro — totalmente alheio a essa realidade pedagógico-educacional — é o organizador e gestor do dinheiro público destinado aos Jogos Escolares, o que demonstra como o governo federal está perdido nesse assunto. Porque, na prática, o tema não evolui devido à divergência de pensamentos filosóficos e ideológicos no mesmo núcleo governamental.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Há os que rejeitam a prática de educação física, pois isso sugere formação de atletas, o que não deve, de fato, ocorrer na escola; outros, defendem essa atividade apenas como forma lúdica.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas faltam, principalmente, o espaço físico para as aulas, a carga horária específica, a preparação e remuneração adequada dos professores e a definição de como essas atividades poderão, de fato, agir na formação integral dos jovens.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O assunto, enfim, precisa ser tratado longe das paixões partidárias ou ideológicas, mas sob o aspecto educacional-científico que requer.  <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[Vale a pena conferir]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36662</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" size="4">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Anunciado na última terça-feira com festa como o novo parceiro do Brazlândia e com a promessa de construir aqui um gigantesco complexo de treinamento, o Real Brasil chegou a Brasília fazendo barulho. A esperança de um clube-empresa, que venha para investir nas categorias de base, revelar novos talentos e fazer da cidade uma referência no mundo do futebol pode ir por água abaixo. Basta uma conversa rápida com alguém do Paraná sobre o time e o dono/presidente, Aurélio Almeida". <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> Acima, o primeiro parágrafo da excelente reportagem publicada no site Clube do Esporte DF,assinada pelos jornalistas Thalita Kalix e Felipe Linhare<span style="font-style: italic;">s. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Thalita, ex-estagiária aqui na Editoria de Esportes do Correio Braziliense, formou-se há dois meses, e confirma, já no exercício da profissão, o mesmo entusiasmo demonstrado durante o tempo em que trabalhamos juntos.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com fôlego, ela e Felipe inauguram com um excelente assunto o mais novo site sobre o esporte do Distrito Federal, dando bom espaço ao que se chama de reportagem investigativa. Parabéns. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Leia a integra das duas reportagens no seguinte endereço: <span style="font-style: italic;">www.clubedoesportedf.com.br <br></span></font>
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		<title><![CDATA[Bolsa Atleta sob análise legislativa]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36656</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="6"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Longe das denúncias de falcatruas que dominam a pauta do poder Legislativo, um grupo de funcionários desenvolve um excelente trabalho no Senado Federal, merecendo registro. É da Consultoria Legislativa, por exemplo, uma das mais recentes pesquisas da coleção “Textos para discussão”, abordando a Bolsa-Atleta, gerenciada pelo Ministério do Esporte. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A pesquisa — coisa rara em esporte de rendimento — é do jornalista Alexandre Sidnei Guimarães, que teve persistência nesse trabalho. Persistência porque, lá pelas tantas, o autor desabafa, reforçando a intenção de seu estudo, que é o de aprimorar esse benefício do governo:  <br>“Apesar de solicitada a confirmação de dados duvidosos ou pedido o envio de informações adicionais, contatando o correio eletrônico ou por telefone indicados na página do Programa Bolsa Atleta, do Ministério do Esporte, nunca se obteve respostas claras, mas tão-somente questionamentos do porquê dos pedidos”.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ou seja, o Ministério do Esporte se esquece que — como diz o autor — “os gatos públicos devem ser transparentes e ter ampla publicidade”. Ao contrário, age individualista e soberano, alheio às obrigações do Executivo num regime democrático. <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Algumas conclusões da pesquisa indicam que faltam informações importantíssimas, como os critérios utilizados para a distribuição das bolsas por categorias (estudantil, nacional, internacional e olímpica) ou por modalidades a cada ano. O mais grave, porém, é o Ministério do Esporte não acompanhar o rendimento dos beneficiados. Afinal, a Bolsa Atleta (Lei nº 10.891/2004), está alcançando os seus objetivos ou o dinheiro investido não contribui para a formação do atleta?  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa é a questão: não basta o governo abrir os cofres e se orgulhar de manter um projeto como esse, se não tiver acompanhamento sistemático para saber se, de fato, há o que festejar. Em números, os benefícios a competidores olímpicos, não-olímpicos e paraolímpicos, são os seguintes:  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; _____________________________________ <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; ANO&nbsp;&nbsp;&nbsp; BENEFICIADOS&nbsp;&nbsp;&nbsp; VARIAÇÃO (%) <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; _____________________________________ <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2005&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;975&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;—  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2006&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;854&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;-12,41 <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2007&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2.171&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; 154,22 <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2008&nbsp;&nbsp;&nbsp; 3.313&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;52,60 <br>____________________________________ <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Detalhando essas informações, o autor concluiu que dentre as categorias da bolsa, a Estudantil foi a única que não evoluiu em 2008, beneficiando apenas 167 atletas, contra 286 no ano anterior.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme a pesquisa, o atletismo foi a modalidade que teve o maior número de contemplados, entre 2005 e 2008: 418 competidores olímpicos e paraolímpicos. Será que desse potencial formaremos uma equipe altamente competitiva até 2012, isto é, dois ciclos olímpicos depois de liberada a primeira bolsa?&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sabe-se que não há um trabalho integrado do Ministério do Esporte com as confederações ou governos estaduais, para evitar duplicidades de beneficiados em projetos comuns. Constata-se, também, a falta de prioridades para a aplicação da verba do Bolsa Atleta. Por exemplo, por que piloto de automobilismo, lutador de caratê kyokushinkaikan (é isso mesmo!) ou caratê kyokushin e até pescadores são beneficiados com verba tão difícil de conseguir, diante da carência de recursos públicos? E o rúgbi, de prática inexpressiva no país, com 140 bolsistas, enquanto o basquete contempla apenas 22 jogadores? <br> <br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Concentração <br><br style="font-weight: bold;"></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Entre outras conclusões da pesquisa, ficou claro que um terço das unidades da Federação (9,3 estados) concentram 87% dos benefício s da Bolsa Atleta. E, estendendo-se a 13 (menos da metade dos estados nacionais) as unidades atendidas (menos da metade), a centralização bate em 94%. <br> <br>&nbsp; <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao final, Alexandre Sidnei Guimarães conclui que, “apesar do aumento de mais de 200% dos investimentos, entre 2005 e 2008 — de R$ 13,1 milhões para R$ 40,2 milhões — , não há política precisa de distribuição pelas diversas categorias da Bolsa Atleta”.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enfim, o trabalho é sério e deve ser atualizado, espera-se, com o apoio do Ministério do Esporte. Principalmente porque não se trata de crítica gratuita ao Bolsa Atleta, mas de uma análise preliminar com sugestões para o aprimoramento do mesmo, como destaca o autor.  <br> <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-style: italic;">A pesquisa completa pode ser obtida no seguinte endereço: www.senado.gov.br/conleg/textos_discussao.htm</span></font></font><font style="font-weight: bold;" size="3"><br style="font-style: italic;"></font> <br> <br>] <br> <br> <br>&nbsp; <br> <br> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Explicações de Carlinhos]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36290</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="4">  <br>  <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">&nbsp;&nbsp;<font style="font-weight: bold;" size="5">&nbsp;&nbsp; O</font> repórter Carlos Guilherme Ferreira, do jornal Zero Hora, da capital gaúcha, entrevistou o novo presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Carlos Nunes, o Carlinhos. Tomo a liberdade de transcrever os principais trechos e, mais abaixo, comentar:  <br>  <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><strong>ZH - Como o senhor avalia sua gestão na Federação Gaúcha de Basquete?  <br>  <br>Nunes –</strong> Para mim, sempre vou dizer que foi boa.  <br>  <br>  <br><strong>ZH – Existe um processo de R$ 428 mil movido pelo Estado contra a FGB. Se refere a quê?  <br>  <br>Nunes –</strong> Isso aí é um processo que já está na fase final. Foi uma... é juro sobre juro de uma (interrompe)... Para dizer a verdade eu não lembro do que é. Mas era do tempo da administração do Britto (governo Antônio Britto, entre 1995-1998), e eles fizeram uma competição. A prestação de contas não foi devidamente... Houve um ou dois itens que foram glosados (suprimidos). Só isso. Mas já foi regularizado.  <br>  <br>  <br><strong>ZH – Foi regularizado, então?  <br>&nbsp;  <br>Nunes –</strong> Está sendo.  <br>  <br>  <br><strong>ZH – Há recursos para pagar?  <br>  <br>Nunes  –</strong> Nós não vamos pagar. Vamos fazer a prestação de contas pendente. Daria o total.  <br>  <br>  <br><strong>ZH – A CBB tem contrato de R$ 44 milhões com a Eletrobrás. O contrato vai até quando?  <br>  <br>Nunes –</strong> Termina em 2012.  <br>  <br> <strong> <br>ZH – Quanto resta para ser investido, e como será?  <br>  <br>Nunes –</strong> Bom, isso não posso dizer porque nem vi o contrato. Só posso tomar posse na CBB quando houver o registro da ata que nos elegeu. Aí, sim, vou ver os contratos.  <br>  <br> <br>Z<strong>H – Mas houve posse hoje (ontem) pela manhã.  <br>  <br>Nunes –</strong> Essa posse era mais simbólica. Na verdade, temos de esperar o registro da ata. Como os presidentes estavam aqui, fizemos a posse para evitar maiores custos.  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>  <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enfim, é assim que se explica o presidente da Confederação Brasileira de Basquete. <span style="font-weight: bold;">  <br>  <br></span>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um parceria com o governo do Estado do Rio Grande do Sul, entre 1995 e 1998,&nbsp; foi realizada na gestão de Carlos Nunes. Por falta de prestação de contas clara, correta, a dívida passa de R$ 400 mil. E, o agora presidente da CBB, diz que a dívida não será paga, porque fará a prestação de contas correta.   <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inacreditável! 11 anos depois ainda vai apresentar prestação de contas correta???   <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em outro ponto da entrevista Carlos Nunes diz que não sabe quanto resta de dinheiro vindo do patrocínio da Eletrobras ao basquete brasileiro.   <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas ele não era o assessor direto do ex-presidente, Grego? E não sabe o que se passava nos bastidores da entidade que ajudou a dirigir e, agora, é presidente? </font>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A entrevista está na edição de ZH de ontem, quinta-feira, 7 de maio. Quem desejar ler o documento, na íntegra, acesse o seguinte endereço:  <br></font>    <br>  <p class="MsoNormal"><font size="5"><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: rgb(31, 73, 125);" lang="EN-US"><a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;source=a2499660.xml&amp;template=3898.dwt&amp;edition=12255&amp;section=1010"><span lang="PT-BR">http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;source=a2499660.xml&amp;template=3898.dwt&amp;edition=12255&amp;section=1010</span></a></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="4">  <br></font><font size="4"><span style="font-size: 11pt; color: rgb(31, 73, 125);" lang="EN-US"><a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;source=a2499660.xml&amp;template=3898.dwt&amp;edition=12255&amp;section=1010"><span lang="PT-BR"></span></a></span></font></p><p class="MsoNormal">  <br></p><p class="MsoNormal">  <br><font size="5"><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: rgb(31, 73, 125);" lang="EN-US"><a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;source=a2499660.xml&amp;template=3898.dwt&amp;edition=12255&amp;section=1010"><span lang="PT-BR"></span></a></span></font><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: rgb(31, 73, 125);"> <o:p></o:p></span></p>  <p class="MsoNormal"><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: rgb(31, 73, 125);"><o:p>&nbsp;</o:p></span></p>  <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">  <br>  <br>&nbsp;  <br></font><span style="font-weight: bold;"></span><div class="conteudo" id="fonte"><div class="publicidade anexo">script type="text/javascript"&gt;<!-- OAS_AD('Middle'); //--><a href="http://anuncio.clicrbs.com.br/RealMedia/ads/click_lx.ads/zh/impressa/materia/1010/362071050/Middle/default/empty.gif/61633139303731323438336164333230" target="_top"><img src="http://anuncio.clicrbs.com.br/RealMedia/ads/Creatives/default/empty.gif" alt="" style="border: 0px none ;" border="0" width="2" height="2"></a></div><p>  <br><strong></strong></p></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Cofre abarrotado]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36224</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><font style="font-weight: bold;" size="6"></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">N</font>ada como uma bela concorrência e um valorizado esporte para exibir marcas. Depois que a Bozzano decidiu reservar espaço nas camisas do Corinthians — com Ronaldo liderando a divulgação de novo produto —, a Gillete contra-ataca: patrocinará a Seleção Brasileira. O anúncio será feito hoje, em São Paulo, quando se conhecerá o valor do investimento. Porém, pelo tamanho do anúncio dessa empresa na página da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na internet, vem bom dinheiro por aí, para se somar ao que já é pago por Nike, Vivo, Antarctica e Banco Itaú. <br>&nbsp; <br>  <br> <font style="font-weight: bold;" size="5">Balanço <br> <br></font>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">S</font>obre o dinheiro que recebe de patrocínios, graças à força da Seleção Brasileira, a direção da CBF até que tentou esconder valores, divulgando seu balanço de 2008 num jornal de pequena circulação, no Rio de Janeiro. Em vão. Os números já estão nas mãos de analistas e especialistas.  <br> Depois de enfrentar um prejuízo de cerca de R$ 20 milhões, em 2006, o lucro da entidade chegou a R$ 10 milhões, em 2007, e R$ 32 milhões no ano passado. Só de patrocínios foram arrecadados R$ 104 milhões em 2008. Mas, onde é aplicado o dinheiro do lucro?  <br> </font> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br><font style="font-weight: bold;" size="5">Triangulação da arbitragem  <br> <br></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="5">N</font>a falta de uma política específica para desenvolver o setor, a Secretaria de Esporte do Distrito Federal “ajudará” as federações, ligas, clubes e promotores de eventos pagando a arbitragem de seis mil eventos, nos próximos 12 meses. A previsão é de 500 competições por mês, média de 17 por dia. Valor da despesa: R$ 1,75 milhão. Futebol, futsal, vôlei, corridas de rua, natação, tênis, handebol, ciclismo e basquete são as modalidades contempladas.  <br> <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Autoridades da Secretaria de Esporte alegam que os custos da arbitragem são a principal reivindicação dos presidentes das federações. Mas por que o valor dessa despesa não é incluído na inscrição de cada atleta? Com isso, os R$ 1,75 milhão poderiam ser destinados a investimentos mais significativos, como o desenvolvimento técnico dos novos talentos.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sobre isso é oportuno lembrar que projetos governamentais já foram encerrados por falta de dinheiro. Há quatro anos, tínhamos o Geração Campeã, da Secretaria de Educação, desenvolvido pelo Centro Interescolar de Educação Física (Cief). Os melhores atletas da rede pública ali aprimoravam seus potenciais no atletismo, no vôlei, no handebol e na natação.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, no momento em que as equipes conquistavam seus primeiros títulos nacionais, o governo da época cortou a verba, e o Geração Campeã acabou. O choro dos atletas foi inevitável. Criou-se a expectativa e, em seguida, frustrou-se talentos.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Agora, com certeza, um trabalho integrado entre as secretarias de Educação e de Esporte — afinal, são órgãos do mesmo governo — daria destino mais adequado aos R$ 1,75 milhão que se gastará com arbitragem em tempos de crise na economia pública, principalmente.  <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;<font size="5"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Muito estranho <br> <br></span></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O estranho nessa opção da Secrertaria de Esporte para gastar dinheiro é a forma como os valores das arbitragens serão pagos. Sem poder trabalhar com as federações esportivas, a maioria com problemas com o fisco — ainda dos tempos dos bingos —, a Secretaria de Esporte optou por um “pregão eletrônico”, em que a vencedora foi a empresa MV Eventos Artísticos Ltda.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na prática, para se pagar árbitros de Brasília, o GDF repassará dinheiro para a MV Eventos,  <br>que o entregará aos profissionais do apito e, claro, cobrará um percentual por esse exaustivo trabalho.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Surpreendentemente, a MV Eventos Artísticos Ltda tem sede em Guarará, no interior mineiro, cidade de apenas quatro mil habitantes, entre os municípios de Bicas e Pequeri. Com essa população, a&nbsp; experiência da MV Eventos deve ter sido decisiva para vencer o pregão.  <br> <br> <br>&nbsp;</font>
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		<title><![CDATA[ Ulbra fecha as portas ao esporte profissional]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36222</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		 <br><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><font><font><font size="3" face="Times New Roman">&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <font style="font-weight: bold;" size="6"> <br></font></font></font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><font><font><font size="3" face="Times New Roman"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><font style="font-weight: bold;" size="6">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; U</font>m dos mais tradicionais educandários que investia em equipes esportivas para divulgar a sua marca, a Ulbra (Universidade Luterana do Brasil), coloca um ponto final nessa atividade. Inicialmente, afastando suas equipes das&nbsp; respectivas federações esportivas, o que impedirá de participar de eventos oficiais.  <br></font></font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><font><font><font size="3" face="Times New Roman"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br></font></font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> <br></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> <br></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font><font size="3" face="Times New Roman"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois de ter até time de futebol na primeira divisão do Campeonato Gaúcho, carros de corrida no Campeonato de Stock Car&nbsp; e de ter construído uma das melhores pistas de atletismo do país, com área coberta, inclusive, na Grande Porto Alegre, o "Comitê Gestor de Crise" da Ulbra, informou que está acabando com toda a estrutura profissional, permanecendo apenas os projetos sociais&nbsp; das escolinhas.  <br></font></font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font><font size="3" face="Times New Roman"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br></font></font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font><font size="3" face="Times New Roman"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Num comunicado, a direção informou que a estrutura física continuará à disposição de quem desejar praticar esporte, mas sem o apoio financeiro da Ulbra.  <br></font></font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font><font size="3" face="Times New Roman"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As modalidades atingidas foram:</font></font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font><font size="3" face="Times New Roman"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br></font></font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font><font size="3" face="Times New Roman"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="4"><span style="font-weight: bold;">Futebol</span></font></font></font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;"> Futsal</span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><o:p><font><font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;"> Basquete</span></font></font></o:p></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><o:p><font><font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;">&nbsp; Tênis</span></font></font></o:p></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><o:p><font><font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </font></font></o:p></font><font size="4"><font><span style="font-weight: bold;">Ginástica de trampolim</span><o:p></o:p></font></font>  </p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;"> Levantamento de peso</span></font></font></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><font></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><font> </font></font></p>   <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><o:p><font><font><font size="4">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">Vôle</span>i -</font> a equipe fará parceria com a Cidade de São Caetano do Sul (SP), com a seguinte ressalva:</font></font></o:p><font>&nbsp;&nbsp; <o:p></o:p></font></font></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font>&nbsp;<o:p></o:p></font></font></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font>&nbsp;&nbsp; "Os contratos dos atletas de vôlei foram assinados na gestão anterior e o clube, através de  receitas de patrocinadores, vai honrar esse compromisso até o final do contrato,  que vence em maio de 2010, visto que existe multa rescisória, caso do  cancelamento imediato".<o:p></o:p></font></font></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font> <br><o:p></o:p></font></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;"><font size="4">Taekwondo</font>:</span> o clube honrará com o contrato  da atleta olímpica Débora Nunes até julho de <st1:metricconverter productid="2009. A" w:st="on">2009.&nbsp;</st1:metricconverter></font></font></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p>   <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="5"><font></font></font> <br></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><o:p><font><font>&nbsp;</font></font></o:p></font></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><font>&nbsp;<o:p></o:p></font></font></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 177pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><font><font><font size="3" face="Times New Roman"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"></font> <br></font></font></font></p>  
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		<title><![CDATA[Eleições democráticas na Confederação de Remo]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36185</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		 <br><font style="font-weight: bold;" size="5"></font> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">D</font>epois de uma reeleição atrapalhada, em março, quando até simulou doença para fugir de um oficial de justiça, que tinha decisão&nbsp; para suspender o pleito, o presidente da Confederação Brasileira de Remo, Rodney Bernardes, perdeu, enfim, o cargo. Isso ocorreu da forma mais humilhante possível, através de uma intervenção, determinada pela 17ª Câmara Civil, do Rio de Janeiro. <br>  <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O interventor é Mauro Ney Palmeiro, que, agora, vai preparar nova eleição, de acordo com normas democráticas, em que Wilson Reeberg concorre pela oposição.  <br>  <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rodney era um dos mais antigos dirigentes no poder de confederações, ocupando o cargo desde 1991, isto é, há 18 anos. A liderança de longevidade em cargos dessas entidades continua com Roberto Gesta de Melo, que dirige a Confederação de Atletismo há 22 anos.  <br>  <br> </font> <br>
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		<title><![CDATA[ANÁLISE DA NOTÍCIA]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36117</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-weight: bold;" size="5"></font> <br><font style="font-weight: bold;" size="6">Falta de credibilidade <br> <br></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><font size="6"><span style="font-weight: bold;"> A</span></font> mudança de comando na Confederação Brasileira de Basquete (CBB) é fato raro no cotidiano do esporte nacional. Por aqui, os cartolas se perpetuam por até duas décadas ou mais. Porém, a saída de Gerasime Bozikis, o Grego, para a entrada de Carlos Boaventura Corrêa Nunes, representa muito pouco em termos institucionais.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O gaúcho Carlinhos, como é conhecido o dirigente eleito, não é novidade nos bastidores do basquete. Sem ter sido atleta, firmou-se como “cartola profissional”, termo por ele mesmo usado, quando do lançamento de sua candidatura, em Brasília.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Carlinhos estava há 11 anos como assessor direto de Grego. Nesse tempo, nunca se ouviu dele uma só manifestação de indignação ou protesto pelos desmandos praticados pelo cartola que sai. Ao contrário, foi cúmplice silencioso pelos retrocessos de nosso basquete e na gestão do esporte. <br> <br> <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; Parceiro íntimo de Grego, Carlinhos acompanhou a tragédia de ver a Seleção Brasileira da modalidade ficar fora das últimas três olimpíadas, ou seja, 12 anos de desastres consecutivos.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fora da CBB, Carlinhos preside a Federação Gaúcha de Basquete há 15 anos… Chegou ao cargo depois de ter sido demitido da direção de basquete do centenário clube Sogipa.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como cartola, enfrentou pouca oposição, e soube usar a máquina para se perpetuar no cargo. De tal forma, que em janeiro deste ano, conseguiu, em assembléia, adiar para junho a eleição de renovação da diretoria na fedração.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ou seja, caso fosse derrotado no pleito para a CBB, Carlinhos já tinha planos para continuar no cargo, em Porto Alegre. O pior nessa situação é que muitos clubes do interior do Rio Grande do Sul passaram procurações para votarem na tal assembléia de janeiro. E, surpreendentemente, outorgaram procurações a árbitros de basquete filiados à própria federação.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com que isenção esses profissionais atuariam, depois, em jogos dos clubes dos quais foram procuradores? Pois é esse o perfil de quem, agora, se apresenta como o salvador do basquete brasileiro.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Modalidade dinâmica e mundialmente atrativa, o basquete brasileiro está em crise há muitos anos. E não foi por falta de dinheiro, quer do patrocinador (Eletrobrás), como recursos das loterias federais. Carlinhos anuncia mudanças para tirar a modalidade do caos. Para tanto, terá o apoio da Brunoro Sports, de José Carlos Brunoro, reconhecido profissional do marketing esportivo.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conhecendo bem o mercado, Brunoro poderá ter sucesso vendendo o produto “basquete”. Porém, o problema é ter competições regionais fortes e atrativas, capazes de detectar talentos e produzir seleções competitivas, como ocorre no vôlei. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A ex-rainha Hortência deverá cuidar da categoria feminina. Mas ela também é empresária do setor profissional e a questão maior é o desamparo por que passam as categorias menores, como as juvenis. Aí é que está o maior problema, a exemplo de várias outras modalidades.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse, enfim, é o maior desafio, e só um tratamento global, a partir da base, poderá fazer com que o basquete recupere a credibilidade.  <br> <br></font> <br>
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		<title><![CDATA[COI visita o Rio em feriadão oportuno]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=36006</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><font style="font-weight: bold;" size="6"></font> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="7">A</font> comissão do Comitê Olímpico Internacional (COI) que inspeciona a cidade do Rio de Janeiro, candidata aos Jogos de 2016, enfrentou engarrafamento no trânsito, logo na chegada, entre o aeroporto e o hotel. Nada demais, pois nos próximos dias essa imagem se apagará nos deslocamentos da comitiva, graças ao feriadão de 1º de Maio. Ficará a ilusão de que a rotina carioca é tranquila.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nas visitas aos locais das competições, os enviados do COI também terão visão ilusória, pois apesar dos monumentos disponíveis, como o Parque Aquático Maria Lenk, o espaço está praticamente abandonado. Ali não se realizou um só grande evento de natação nos últimos dois anos. O mesmo ocorre com a pista de atletismo do estádio João Havelange. Os legados estão fechados, inativos. <br> <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa realidade nos mostra que não somos, ainda, um país olímpico como querem impor. Somos, isso sim, o país das construções bilionárias e superfaturadas, como constatou o Tribunal de Contas da União, por ocasião dos Jogos Pan-Americanos. Intimamente viculado às decisões esportivas, estão os políticos, com seus discursos de ocasião, mas sem contribuírem para que se encontre soluções efetivas a problemas mais sérios, como as incertezas de nossos atletas e o futuro de suas carreiras. <br> <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os judocas da Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, são exemplos recentes nesse sentido. Há duas semanas, eles receberam um brusco ultimato, por conta da crise econômica. “O patrocínio acabou”.  <br>Acabou, inclusive, a frequência à faculdade que cursavam, cujo valor integrava o pacote da bolsa de estudos. Ou seja, em plena visita olímpica internacional, uma das mais tradicionais equipes de judô do país abandona a maioria de seus atletas.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem faz essa revelação é a brasiliense Laisa Santana, que, com outras cinco judocas, lutava pela Gama Filho, onde também estudava educação física. “Perdemos o espaço para lutar e o semestre da faculdade. Acabou, choramos muito. Somos novas e, hoje, o presente é o esporte, mas amanhã? Por isso estávamos estudando, para garantir o futuro. Esse é o país que quer sediar uma olimpíada? Mas se não garantem nem os seus atletas em formação, o que se pode esperar”? <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O drama dos atletas da Gama Filho é um replay do que ocorreu com o Vasco da Gama. Nos Jogos Pan-Americanos de 1999, o então presidente, Eurico Miranda, contratou 60% dos atletas da delegação brasileira. Depois, encerrado o período de exibições na TV, foram todos despedidos. Dez anos depois o drama se repete. Continuamos sem instituições — clubes — fortes, sobram investidores de ocasião. Nossas autoridades políticas e do esporte fecham os olhos a essa realidade. As construções bilionárias são prioridade, em detrimento da formação de atletas.  <br> <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="6">Pobres moços</font>… <br>&nbsp; <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">A</span> propósito da visita internacional que o Rio recebe, se observa que muitos dos 13 integrantes da comitiva do COI são jovens, entre eles e ex-nadador russo, Alexander Popov (ouro em 1992 e 1996).  <br>Olhando a foto desses personagens que têm a incumbência de verificar se temos condições de ganhar a sede olímpica, e a realidade sobre nosso esporte, lembro-me da bela composição de Lupicínio Rodrigues:  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Esses moços, pobres moços, <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ah, se soubessem o que eu sei…” <br> <br> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="6">Sacada política <br> <br></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Elegante e bonita, a ex-ponta da Seleção Brasileira e atual comentarista de vôlei da TV Globo, Leila Gomes de Barros, é a mais recente atração do PDT. Aos 38 anos, depois de uma carreira esportiva vitoriosa — duas medalhas de bronze olímpicas, em Atnetas-1996 e Sydney-2000 —, ela está perto de se filiar a esse partido e ter o seu nome indicado para uma cadeira na Câmara dos Deputados ou Câmara Legislativa.  <br>O assunto, tratado inicialmente em reunião do PDT, já foi levado a Leila, que aceitou conversar sobre&nbsp; o tema. Há três anos, ela e sua ex-companheira de quadra Ricarda Negrão dirigem o bem-seucedido projeto Amigos do Vôlei, no Sesi de Taguatinga, cidade onde as duas iniciaram suas carreiras.&nbsp;  <br> <br> <br><font size="6"><span style="font-weight: bold;">Crise ética <br> <br></span></font> <br>&nbsp;&nbsp; Em 2003, o então ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, teve suas despesas aos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo pagas pelo Comitê Olímpico Brasileiro, mesmo recebendo diárias do próprio ministério. Mais tarde, constrangido com a repercussão negativa desse fato, Agnelo disse que devolveu a grana das diárias aos cofres do ministério que dirigia. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Agora, cinco anos daquele episódio, nova denúncia: o ex-deputado Agnelo Queiroz continua usando passagens aéreas pagas pela Câmara dos Deputados, de onde saiu em 2006. A reportagem. publicada no Correio Braziliense, de nosso colega, Edson Luiz, é mais um capítulo do vergonhoso momento de falta de identidade moral que se abate sobre os políticos e o parlamento brasileiro. A indignação popular é imediata. Por ocasião da Corrida do Carteiro, alguns atletas exibiram as seguintes faixas: <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;“Varig, Tam Gol. Viaje na conta da Agência Congresso” <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;“Excelências do STF, data vênia, que barraco!” <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[A crise, o pânico, o lucro e a incerteza]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=35493</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De repente, o pânico entrou em quadra. Tradicionais patrocinadoras do esporte — Medley, Brasil Telecom, Bradesco Finasa e Ulbra — retiram-se do vôlei, e a crise do desemprego atinge pelo menos 50 consagrados atletas. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A repercussão sobre o fechamento do vôlei da Associação Desportiva Classista Finasa foi mais estrondosa, possivelmente pelo fato de a equipe ter quatro jogadoras de ouro olímpico — Paula Pequeno, Thaísa, Sassá e Carol Albuquerque.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ora, se o vôlei brasileiro, que tem 278 campeões mundiais na quadra e na areia, do juvenil ao adulto, no masculino e no feminino, enfrenta os desdobramentos da economia, o seu mais recente adversário, o que dizer de modalidades de menor visibilidade e sem pódios tão grandiosos? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; … <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fui à página do Bradesco — que tem na Finasa uma de suas empresas — e constatei que o lucro do banco em 2008 foi de R$ 7,6 bilhões. Também no ano passado, os investimentos desse grupo no esporte somaram em torno de R$ 20 milhões.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ou seja, trata-se de um valor expressivo para o vôlei, mas insignificante se comparado com o tamanho do lucro anual do banco. Sob esse enfoque — lucro x investimento —, é difícil entender que o Finasa se retire do vôlei profissional. <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, o esporte como negócio está num mercado de competições, tanto no jogo esportivo quanto no financeiro, em que cada empresa — e não clube — aplica seus recursos onde bem entende. Assim, pode ser que, vice-campeão nos últimos quatro anos, o time de Osasco perdeu o patrocínio mais pela falta do título maior do que pela crise econômica, que ainda não se abateu sobre o lucro do patrocinador. <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; … <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diante disso, é oportuno questionar se é o ideal o modelo atual da Superliga de vôlei, da qual o Finasa participava, assim como outros 11 times. Dirigida sob as normas do profissionalismo e como um negócio rentável — “esporte provoca emoções e emoções vendem”, dizem os especialistas em marketing —, a Confederação Brasileira de Vôlei privilegiou a força financeira em detrimento da capacidade técnica das equipes que participam da Superliga. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Há exemplos, para não se ficar só na teoria. Em duas ocasiões, o time masculino da faculdade Upis, do Distrito Federal, dirigido por Flávio Thiessen, conquistou em quadra o direito de subir à Superliga. Porém, não tinha como bancar os custos operacionais do torneio, promovido por uma confederação empresarialmente vitoriosa.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fica claro que o perfil econômico dos candidatos à Superliga se sobrepõe à qualidade técnica das equipes, comprometendo o nível da competição. <br>Ou seja, desde que o vôlei se tornou profissional, coincidentemente com a falência dos clubes sociais, passamos a viver a era dos competidores de empresas — Banespa, Rexona, Finasa, Cimed, Santander, Vivo etc —, que se sustentam em quadra enquanto os negócios do mercado forem rentáveis. Em resumo: o compromisso maior é com a economia empresarial e não com a modalidade patrocinada, e muito menos com o atleta.&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br><span style="font-weight: bold;">Do atletismo ao judô</span><br style="font-weight: bold;"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No país de cultura futebolística por excelência, os esportes olímpicos são os primeiros a sofrer os efeitos da crise econômica. <br>&nbsp; <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quando venceu a 3ª Maratona Brasília de Revezamento, na terça-feira, o técnico do Cruzeiro, Alexandre Minardi, estava mais preocupado com o futuro de sua equipe do que com a conquista do bicampeonato da prova.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A se confirmar a previsão da direção do clube mineiro, de encerrar as atividades do departamento de atletismo, Minardi fechará uma história de 25 anos à frente do Cruzeiro. Pior: mais de 20 atletas ficarão sem espaço para treinar e sem camisa de clube para vestir. <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No Rio de Janeiro, a brasilense Laisa Santana, de 21 anos, e mais uma dezena de atletas estão na rua. Com um inesperado comunicado, eles perderam o patrocínio da Universidade Gama Filho, que mantinha uma equipe de judô. Motivo: a crise da economia mundial. Além do espaço no tatame, perderam a matrícula na faculdade de educação física. São os mais novos órfãos esportivo-culturais da Cidade Maravilhosa. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Silêncio</span><br style="font-weight: bold;"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Toda essa triste realidade estarrece. Enquanto o caos se instala com fracassos individuais ou coletivos, o Brasil discursa ufanista, lá fora, vendendo a imagem de que temos, sim, condições de sediar uma olimpíada em 2016.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Construímos a imagem ilusória de um potencial em que o maior patrimônio, o atleta, está sem rumo. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A essa campanha olímpica se associa o Ministério do Esporte, que gerencia a Lei de Incentivos, por exemplo. Com muito dinheiro e sem metas, aprova projetos para o São Paulo Futebol Clube (R$ 17 milhões), para a Confederação Brasileira de Golfe (R$ 5 milhões), para Emerson Fittipaldi (R$ 15 milhões) promover uma corrida de automóveis.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Que explicação há para esse contraste de realidades, em que há fartura de dinheiro de um lado, em detrimento de aplicações de outro? Temos um ministério que age sem norma técnica e, por isso, escreve por linhas tortas um triste capítulo da história de nosso esporte olímpico. <br> <br> <br></font>
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		<title><![CDATA[Comissão de atletas limita os debates]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=35093</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font size="4"><font style="font-weight: bold;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">O</font> Comitê Olímpico Brasileiro (COB) instalou a sua Comissão de Atletas, alegando que não havia tempo para eleger os 19 integrantes. Assim, a direção do COB escolheu os nomes e, no embalo, colocou Bernard Rajzman na presidência.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Há uma verdade nesse fato: sem essa iniciativa do Comitê Olímpico, não seriam os atletas que a fariam. É histórica a omissão, em tese, de nossos competidores — os olímpicos, inclusive, no debate sobre os temas de interesse direto do próprio grupo. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mesmo assim, vejo essa formação com reservas, pois a discussão que virá será exclusiva dos que integram a comissão, e não de forma abrangente, com consultas aos colegas das várias modalidades, pois a história se repete, como conto a seguir. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Memória <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; É muito difícil encontrar algum registro de que os atletas tenham se reunido por iniciativa própria para tratar de seus problemas comuns e apresentarem propostas de solução. Falta liderança, antes de tudo. Em segundo lugar, cada um está preocupado com treinos, viagens, adversários e, claro, em preservar o patrocinador (quando tem). <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As raríssimas reuniões de atletas em Brasília foram para pressionar o Congresso Nacional a votar a Lei de Incentivo, por exemplo, no fim de 2007. Ou no início de 2008, quando o ministro Orlando Silva queria ter a força dos atletas para que o orçamento do Ministério do Esporte passasse de R$ 1 bilhão.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nas duas ocasiões, a maioria dos presentes nem sabia muito bem o que fazia em Brasília, em manifestações espontâneas que demonstravam o tamanho da omissão.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mas foi no governo de Fernando Henrique Cardoso que se criou uma comissão nacional de atletas, motivada pela proposta preliminar da Lei de Incentivo ao Esporte, hoje já em vigência. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Naquela ocasião, o velejador Lars Grael foi o primeiro atleta a presidir o grupo e, em várias ocasiões, alertou para a necessidade de uma ação independente, isto é, desatrelada do poder central. Certa vez, usou a expressão “chapa branca”, pois viagens, alimentação e hospedagem para as reuniões em Brasília eram pagas pelo Ministério do Esporte. Com essa generosidade oficial, era difícil alguém se manifestar contra, pois havia o constrangimento de se opor às propostas do governo. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Até hoje, o perfil dessa comissão consta da página oficial do Ministério do Esporte, na internet. Mas sem informação relevante, porque, com o tempo, ela se tornou inativa.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp; &nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E aí está o fato comum. Hoje, assim como ontem, a Comissão de Atletas é, de fato, chapa branca. Enquanto for financiada pelo Comitê Olímpico, seus integrantes não terão autonomia nem liberdade para discutir, sem limites, os assuntos que mais afligem seus colegas, Brasil afora. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lendo com atenção o regulamento da comissão, observa-se que as limitações são expressas. Inicialmente, porque a comissão é “jurisdicionada ao COB”, isto é, tem tutela superior. Depois, porque Carlos Arthur Nuzman é o presidente de honra do grupo que acaba de formar. Quem ousará divergir dessa autoridade? <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Há que se considerar, ainda, que a indicação de Bernard Rajzman para presidir a comissão já sugere uma espécie de “intervenção branca” do COB. Bernard , ex-atleta premiadíssimo no vôlei, é amigo íntimo de Nuzman e funcionário do Comitê Olímpico. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portanto, a Comissão de Atletas surge mais como instrumento de apoio aos atos do COB do que para levantar questões polêmicas, como a falta de dinheiro nas categorias de base e a ausência de investimentos das estatais nos atletas juvenis. Mais: a comissão é formada justamente no ano em que a comissão do COI visitará o Rio de Janeiro, candidato a sede olímpica. Com isso, planta-se a idéia de que “estamos unidos” para receber os Jogos de 2016. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Prioridade? <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em 17 de junho de 2004, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na abertura da 1ª Conferência Nacional do Esporte, afirmando que o setor era prioridade de governo: “Todos aqui sabem o quanto o esporte fortalece a autoestima, estimula a solidariedade, cultiva o respeito ao próximo, incentiva a tolerância, o sentido de equipe, a disciplina, a capacidade de liderança e, sobretudo, contribui para que tenhamos uma vida saudável”. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em 2006 tivemos a 2ª Conferência, mas as resoluções continuam só no papel. A terceira edição dessa reunião nacional, que seria em 2008, foi adiada para este ano e será novamente adiada porque o governo não tem dinheiro para pagar passagem e hospedagem dos participantes. O orçamento foi cortado em 86%. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como diz o senador paranaense Flávio Arns (PT), presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal: “Com um corte desses no orçamento, é porque o esporte não é prioritário…”</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  
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		<title><![CDATA[Rumos do esporte no Legislativo]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=34745</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"><span style="font-weight: bold;"> <br>Coluna Jogo Aberto,  <br>publicada na edição de 9 de abril  <br>do Correio Braziliense</span></font> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">F</font>icou para o encerramento o melhor da audiência pública de quarta-feira, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, quando o ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, pediu apoio aos parlamentares para tentar reverter o corte de 86% no orçamento deste ano. A verba original, de R$ 1,3 bilhão, ficou reduzida a R$ 194 milhões. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao informar que a comissão que preside solicitará ao governo federal, via ministérios da Fazenda e do Planejamento, a liberação do orçamento dos projetos sociais do Ministério do Esporte, o senador Flávio Arns (PT-PR) fez mais dois comunicados importantíssimos: <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;"> 1</span>. Uma reunião com representantes do Tribunal de Contas da União (TCU) formalizou trabalho integrado da comissão para intensificar a fiscalização do orçamento dos ministérios dessas três áreas. Há instrumentos disponíveis para tanto — extraorçamentários, inclusive, como a Lei de Incentivo ao Esporte —, os quais serão usados para evitar que o dinheiro seja desperdiçado em aplicações sem retorno ao desenvolvimento dos setores. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;">&nbsp;&nbsp; 2</span>. A Comissão de Educação, Cultura e Esporte elabora projeto de lei para limitar os mandatos dos dirigentes de entidades do Sistema Nacional do Esporte (federações, confederações e comitês Olímpico e Paraolímpico). Flávio Arns acredita que a rotatividade dos presidentes é uma prática democrática e evitaria o domínio, por longos anos, de uma só pessoa ou grupos à frente de determinada entidade, como ocorre atualmente. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um projeto desse tipo é polêmico, pois pode representar a interferência do Estado na atividade das instituições civis. Porém, o senador lembra que há alternativas para tanto, como limitar a liberação de verbas públicas às instituições que insistirem em não renovar os quadros diretivos.  <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">O corte dos horrores</span> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">O</span> corte no orçamento do Ministério do Esporte para 2009 é menos assustador do que os elevados 86% anunciados. Na prática, a degola financeira foi de 57%, considerando-se a proposta original do ministério, que era de R$ 341,2 milhões. <br>Porém, o orçamento final chegou a incríveis R$ 1,3 bilhão, graças a um recurso comum a todos os órgãos do Executivo: as emendas orçamentárias.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, o inchaço se deve à inclusão de R$ 1,03 bilhão das propostas dos próprios parlamentares para projetos de pequenas obras — quadras esportivas, por exemplo — em suas regiões de influência política.  <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Flerte e namoro <br> <br> <br></span>&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;">&nbsp; O</span> senador Cristovan Buarque (PDT-DF) estranhou que a palavra “escola” tenha aparecido apenas uma vez na exposição do ministro Silva Júnior, ontem, no Senado. A citação apareceu justamente quando o ministro se referiu às quadras esportivas. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Curioso, Cristovam quis saber se o “namoro com o Ministério da Educação”, iniciado em 2003 para desenvolver o esporte escolar — quando o senador ainda era ministro —, chegou a “casamento”. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Eu diria que as negociações ainda não passam de um flerte”, respondeu o ministro. <br>Ou seja, sem diálogo. Esporte e educação ainda fazem caminho isolado no Brasil candidato a sede olímpica. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Dúvidas <br> <br></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;"> B</span>rasília ainda não foi confirmada como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, o que deve ocorrer em 20 de maio, mas o deputado distrital Reguffe (PDT) está atento às despesas públicas e quer ver tudo muito claro. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;"> E</span>le repassou as dúvidas, oficialmente, ao secretário de Esporte, Aguinaldo de Jesus, que deve explicar, por exemplo, por que o Fórum Soccerex, no mês passado, custou R$ 3 milhões. E porque a fatura foi paga, sem licitação, à empresa Eggz Marketing Ltda., detentora dos direitos do evento. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O deputado também pediu a relação detalhada de todos os serviços prestados pela Eggz em relação ao fórum, no qual se debateu sobre a Copa do Mundo no Brasil, em 2014. <br> <br></font> <br>
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		<title><![CDATA[TCU enquadra Ministério do Esporte]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=34559</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		 <div style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="gmail_quote"> <p><font size="5"><strong></strong><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, é o maior desperdício governamental. A pretexto de oferecer atividade física para a garotada, transformou-se num emaranhado de irregularidades com aplicações suspeitas, conforme revela relatório do TCU. Confira a reportagem publicada na edição de sábado do Correio Braziliense.  <br></span></font></font></p><p><font size="5"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"> <br></span></font></font></p><span style="font-weight: bold;"></span> <p style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"><font size="3">Izabelle Torres - Correio Braziliense .</font></p> <p><font size="5"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">D</span>epois  de passar pelo menos três anos analisando a aplicação de recursos pelo  Ministério do Esporte por meio do programa Segundo Tempo, o Tribunal de Contas  da União (TCU) publicou na última quarta-feira uma decisão com teor que deveria  parecer óbvio para qualquer gestor do dinheiro público. O tribunal determinou  que a pasta adote como rotina a avaliação técnica das propostas e analise a  capacidade operacional e jurídica das entidades cujos projetos vão receber ajuda  financeira. A recomendação da Corte é resultado do cenário encontrado durante as  auditorias realizadas desde 2006, quando foram constatadas irregularidades que  vão desde a adoção de critérios subjetivos para escolher as instituições  beneficiadas, até o repasse de recursos a entidades sem condições para executar  o programa.</font></p><p><font size="5"> <br></font></p> <p><font size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp; De acordo com o relatório, as falhas na gestão do Segundo Tempo evidenciam a  insuficiência de análises técnicas por parte do ministério, que em alguns casos  sequer verificou se a estrutura física das instituições era condizente com o  número de crianças que o projeto prometia atender. A conta do descaso mais uma  vez sobrou para os cofres públicos. “As irregularidades ocorridas no Programa  Segundo Tempo são mais um exemplo de como os recursos federais executados por  meio de convênios, ou instrumentos similares, não são devidamente controlados  pelos vários órgãos da administração pública”, diz o texto do acórdão aprovado  pelos ministros.</font></p><p><font size="5"> <br></font></p> <p><font size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De acordo com a decisão do TCU, a Secretaria Nacional de Esporte Educacional  do ministério terá de adotar manuais ou rotinas de procedimentos para realização  de avaliações rigorosas das propostas apresentadas pelas entidades. Terão de  aprovar projetos que apresentem consistência dos planos de trabalho,  adequabilidade dos custos e avaliar a capacidade administrativa, operacional,  jurídica e financeira das entidades que serão beneficiadas.</font></p><p><font size="5"> <br></font></p> <p style="font-weight: bold;"><font size="5">Irregularidades</font></p><p style="font-weight: bold;"><font size="5"> <br></font></p><p><font size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No mês passado, o TCU publicou outro acórdão referente à  aplicação dos recursos do Segundo Tempo. Nele, afirmou que em pelo menos três  dos convênios celebrados entre 2005 e 2006 o ministério colocou dinheiro público  nas mãos de entidades que não tinham condições de cumprir os objetivos  estabelecidos pelo programa.</font></p><p><font size="5"> <br></font></p> <p><font size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estão na lista do tribunal a Rumo Certo, que recebeu mais de R$ 5,4 milhões e  não concluiu o projeto; a Movimento Resgate e Ação, que embolsou R$ 2,9 milhões  e não cumpriu os termos do convênio, e a ONG Viva Rio, que apesar de ter  recebido R$ 6,1 milhões cumpriu apenas parte do que previa a proposta  apresentada inicialmente ao órgão.</font></p><p><font size="5"> <br></font></p><p><font size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A entidade discorda das conclusões do  tribunal e diz que está tentando provar na Justiça que realizou o trabalho  prometido.</font></p><p><font size="5"> <br></font></p> <p><font size="5">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sobre as acusações do TCU, a assessoria do Ministério do Esporte informa, por  meio de e-mail, que a pasta “sempre pautou sua atuação seguindo as disposições  legais e normativas vigentes para a formalização e acompanhamento da execução do  Programa Segundo Tempo, desde sua criação em 2003”.</font></p></div><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br></font>  
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		<title><![CDATA[ELEIÇÕES 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=34531</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="chapeu" size="5"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br>Reportagem publicada na edição deste domingo no Correio Braziliense mostra que o ministro Orlando Silva usa a pasta que dirige para se promover como candidato <br> <br> <br> <br></font>      <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="titulo" size="5"><font size="6">Com ajuda da agenda oficia</font>l</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br> <br> <br></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="sutia" size="5"><font style="font-weight: bold;" size="6">L</font>evantamento do Correio mostra que integrantes do governo Lula priorizam suas bases políticas na hora de lançar obras e programas. Projeção do cargo impulsiona articulações para garantir candidaturas nos estados</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br> <br></font>   <hr style="height: 5px; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="hr2">    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="assinatura" size="3"> <br>Izabelle Torres e Ricardo Britto</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="3"> <br></font>    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="complassinatura" size="3">Da equipe do Correio</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="3"></font><table style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" width="120"><tbody>  <tr><td class="imagem"><font size="3"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090405/fotos/PRI-0504-0310.jpg" border="1"></font></td></tr>  <tr><td><font size="3"> <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda" size="3">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="texto" size="5"><font size="3"> <br></font> <br> <br>Ainda falta pouco mais <br>&nbsp;de um ano para que os <br>&nbsp;partidos definam seus candidatos aos governos estaduais, mas os ministros com projetos eleitorais não querem perder tempo nem desperdiçar a força dos cargos. Orlando Silva (Esporte), Tarso Genro (Justiça) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) são exemplos de ministros que deram um jeito de combinar as agendas oficiais com os planos de campanha. Uma análise da agenda deles neste início de ano mostra que a maior parte dos roteiros teve como destino suas bases eleitorais.  <br> <br>  <br>Em campanha por uma vaga na Câmara dos Deputados, o ministro Orlando Silva tem intensificado suas idas a municípios paulistas, para participar dos mais variados eventos. De acordo com a agenda divulgada pela pasta que dirige, das 16 visitas às unidades da federação realizadas por ele este ano, 11 tiveram São Paulo como destino. Entre os eventos que contaram com a presença dele estão a posse dos secretários municipais de Embu das Artes, o lançamento de uma pista de atletismo em Campinas e de um projeto chamado Visitando o Estádio, lançado pela secretaria municipal de Mogi Guaçu. <br>&nbsp; <br>  <br>O ministro Tarso Genro tem aproveitado a presença de aliados à frente de prefeituras do Rio Grande do Sul para transformar lançamentos de programas e reuniões técnicas da pasta da Justiça em verdadeiros eventos eleitorais. Sonhando em conseguir o apoio do PT para a disputa do governo do seu estado sem precisar se submeter a prévias, Genro tem se empenhado em tornar-se presença constante em alguns dos municípios e elaborado programas específicos da pasta que dirige para beneficiar os gaúchos. Prova disso foi a iniciativa de atender aos pecuaristas do estado no que se refere ao combate de roubo de gado. No mês passado, Genro incluiu o combate ao problema entre as metas do Plano Nacional de Segurança. A ideia agradou os pecuaristas. A assessoria do ministério afirma que em breve o mesmo projeto chegará a Foz do Iguaçu e diz que ele não tem conotação eleitoral.  <br> <br>  <br>O destino preferido de Tarso Genro é a cidade de Canoas, cujo prefeito Jairo Jorge (PT) foi seu principal auxiliar quando ocupou o Ministério da Educação, em 2004, e é seu amigo pessoal. Com uma recepção calorosa garantida, o ministro foi quatro vezes ao município somente este ano. Uma delas apenas para falar sobre segurança para 500 guardas municipais. Segundo a agenda oficial divulgada na página da internet do ministério, o petista participou de sete eventos fora de Brasília este ano. Cinco deles em cidades do Rio Grande do Sul. </font>  
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		<title><![CDATA[Candidatos por tabela]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=34317</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><font size="6"><span style="font-weight: bold;"></span></font><font size="4"><br style="font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3">Coluna Jogo Aberto, publicada hoje no CB</font><span style="font-weight: bold;"> <br> <br> <br> <br></span></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">P</font>residente da Federação Gaúcha de Basquete, Carlos Nunes, quer suceder a Grego Bozikis, na Confederação Brasileira da modalidade. A eleição, ainda sem dia certo, deverá ser em maio.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tentei entrevistar Carlos Nunes. Em vão. Depois de 20 dias de espera e duas mensagens sem resposta, concluo que o candidato não tem o hábito de conviver com as indagações da imprensa.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em recente visita que fez a Brasília, conversei rapidamente com Carlinhos, como é conhecido esse gaúcho de 65 anos. Na medida em que fazia as perguntas para esclarecer alguns assuntos, observei que um assessor alertava que “estava na hora de outro compromissso”.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O recado era evidente, eu estava saindo do script que tenta colocar Carlinhos no lado bom contra o lado mau do basquete brasileiro. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, para não atrasá-lo, agradeci e combinamos que eu enviaria as perguntas por email. Até agora, 20 dias depois, nenhuma resposta. É estranho que um candidato de oposição silencie, mas se entende.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; Afinal, Carlinhos tem escola: ele é assessor direto de Grego, há 12 anos, justamente de quem quer agora se divorciar para fazer carreira solo. Paralelamente, Carlinhos preside a Federação Gaúcha de Basquete há 15 anos. E, sem nunca ter entrado em quadra como jogador, ele se define como “um cartola profissional”. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É com esse perfil que o candidato se opõe a Grego. Pior: em assembléia geral ordinária, na Federação Gaúcha de Basquete, em dezembro, Carlinhos conseguiu, por 19 votos contra dois, prorrogar o seu mandato até junho.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A manobra é clara, pois se perder a eleição para a CBB, ele poderá se manter à frente da Federação Gaúcha, ou seja, continuará “cartola profissional”…  <br> <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas há um dado assustador nessa história toda. Na&nbsp; assembléia do basquete gaúcho, que adiou a eleição da nova diretoria de janeiro para junho, 10 votos foram dados por árbitros de basquete, que receberam procuração para votar.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não é muito estranha tamanha intimidade de clubes com os árbitros, para beneficiar um dirigente superior? E, em competições oficiais, que imparcialidade terão esses árbitros, quando em quadra estiver um clube que representaram em assembléia da federação? <br> <br> <br>&nbsp; <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em resumo, esse é o perfil de quem se opõe à Confederação Brasileira de Basquete, dela participando diretamente por mais de uma década. Então, que fique claro: Carlinhos joga do mesmo lado do cartola maior, Grego, ao qual critica apenas para chegar ao poder com discurso de oposição.  <br> <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="6">Gritaria olímpica <br> <br></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">H</font>á uma nova terminologia no dicionário do esporte brasileiro: Confao, que quer dizer Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos, surgido em fevereiro. Objetivo: entrar no rateio do dinheiro das loterias federais, administrado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que no ano passado rendeu R$ 92 milhões.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não há dúvidas de que boa parte desses recursos devem chegar aos clubes que trabalham com atletas de nível olímpico. Mas isso não ocorre e as categorias de base, os juvenis, vivem na penúria financeira.  <br> <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa é uma discussão antiga que a direção do COB nunca desejou enfrentar, alegando que sua relação é direta com as confederações, respeitando a hierarquia institucional. E como as confederações — que dão sustentação ao COB — não atendem aos pleitos das federações estaduais, suas subordinadas e que trabalham com a base, os investimentos das loterias se concentram na cúpula, nos atletas prontos para eventos internacionais. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O problema maior é a forma como esse assunto é encaminhado, com o Confao, atropelando — esse é o termo — o Sistema Nacional do Desporto, bem definido no artigo 13 da Lei Pelé (nº 9.615/98).  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Comentando sobre esse artigo, o advogado Álvaro Melo Filho alertava, há 10 anos, que “o Sistema Nacional do Esporte — comitês Olímpico e Paraolímpico, confederações, federações, ligas e clubes — tem tudo para crescer de modo global e integrado, sem ser um novelo de muitas pontas, cada um puxando para o seu lado”.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma década depois desse comentário, vê-se exatamente o contrário: falta de diálogo entre as instituições que integram o sistema de esporte, as confederações buscando se abastecer com mais e mais recursos financeiros, federações e clubes totalmente ignorados e, em decorrência, uma nova ponta do novelo se formando e sendo puxada pelo Confao que, na prática, está fora do Sistema Nacional do Esporte. &nbsp; <br>&nbsp;&nbsp; &nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O estranho nessa gritaria geral é a posição do ministro do Esporte, Orlando Silva, apoiando a forma como o Confao encaminha o pedido.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Seria prudente que o ministro agisse como mediador, e colocasse ordem no debate, a fim de evitar desgastes de acusações que em nada contribui para o fortalecimento do esporte. Que apontasse alternativas para a obtenção de recursos, como a Lei de Incentivo, e, principalmente, alertasse aos dirigentes sobre a necessidade de conversar com as federações. Afinal, são a elas que os clubes estão filiados. E as federações, por sua vez, que negociassem com as respectivas confederações para aprovarem seus projetos.  <br> <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E nesse debate todo, onde estão os atletas? Por que não se manifestam, já que serão diretamente os beneficiados? <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[Segurem os remos, o presidente sumiu]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=34101</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-weight: bold;" size="5"> <br>&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</font><font size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> É impressionante, trágico e, lamentavelmente, até engraçado os malabarismos que um presidente de confederação faz para se manter no poder.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O caso mais recente ocorreu em Manaus, cidade para onde o presidente da Confederação Brasileira de Remo, Rodney Bernardes de Araújo, levou a eleição para renovar a diretoria que ele ocupa por longos 18 anos... <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em Manaus, Rodney se escondeu, sumiu para não ser localizado por oficiais de justiça que tinha citação proibindo a realização do pleito, devido várias ilegalidades apontadas pela oposição, liderada por Wilson Reeberg. <br> <br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Manobras impressionantes</span> <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ralf Gutschwager, presidente da Federação de Remo do Rio Grande do Sul fez um relato impressionante das manobras da atual direção. Até uma hospitalização foi inventada para despistar os oficiais de justiça. Depois, veio a informação de que Rodney havia torcido o pé... Em outro momento, que estava na casa de amigos. Ora, se esse senhor não tivesse culpa em cartório, porque tantas manobras para fugir da legalidade? <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "É claro que se tratava de uma farsa, uma mentira, pois nem o nome do hospital,nem o motivo da internação eram sabidos", relata Ralf, em depoimento indignado. Toda essa encenação era ostensivamente acompanhada por seguranças, que tentavam intimidar a oposição. Inacreditável como o esporte olímpico no Brasil, candidato à sede dos Jogos de 2016, é comandado. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Este momento vivido em Manaus foi, sem dúvida alguma, o mais vergonhoso que presenciei em minha vida dentro do esporte do remo desde 1976, primeira vez em que peguei em um remo", encerra Ralf Gutschwager. <br> <br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Contas suspeitas <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Conforme a prestação de contas do presidente fujão, Rodney Bernardes de Araújo, altos salários são pagos na Confederação Brasileira de Remo.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Até o filho do presidente, Rodney Júnior, aparece recebendo R$ 7.800,00, conforme balanço de julho de 2008, num evidente caso de nepotismo.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pior: "O senhor Julio Noronha (já desligado da CBR), mais de R$ 10.000,00 e o Sr. Thomas, funcionário com salário de R$ 4.000,00", relata Ralf Gutschwager. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Será que o Comitê Olímpico Brasileiro, que repassa recursos das loterias para a CBR, se detém na análise desses balanços? Em caso positivo, compactua com tais irresponsabilidades? <br> <br> <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br>&nbsp;&nbsp;  <br></span></font>  
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		<title><![CDATA[ Vasco e a Lei de Incentivo]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=34085</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="texto2" size="5"> <span style="font-weight: bold;"></span> <br><font style="font-weight: bold;" size="6">&nbsp;&nbsp;&nbsp; O</font> presidente do Vasco,&nbsp; Roberto Dinamite, reuniu-se recentemente com o ministro do Esporte, Orlando Silva, tratando sobre projetos que o clube carioca pretende voltar a desenvolver, tanto&nbsp; para a formaçã de atletas como em áreas com problemas sociais. <br> <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para tanto, deverão ser usados recursos da Lei de Incentivo ao Esporte, do Ministério do Esporte, inicialmente nas seguintes modalidades de alto rendimento: <br> <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; 1. - Remo <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; 2. - Natação <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; 3. - Saltos ornamentais <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; 4. - Polo aquático <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 5. - Nado sincronizado <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 6. - Esportes terrestres <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Já os projetos sociais atenderão a uma comuniade de cerca de 270 mil crianças, envolvendo os bairros do&nbsp;Caju até Vigário Geral. <br> <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; </font>  
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		<title><![CDATA[  Pisada na bola II]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33978</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		   <br>   <br>&nbsp;<font size="5"><span style="font-weight: bold;"></span>&nbsp;&nbsp; <font size="6">O</font> presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá vetar a&nbsp; proposta do Ministério do Esporte, de reduzir de 14 para 12 anos a idade de formação de atletas, conforme consta do projeto de lei n.5186/2005, relatado pelo deputado baiano José Rocha.    <br>   <br>   <br>&nbsp;&nbsp; A sugestão para vetar essa agressão aos direitos da criança veio da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que ontem provocou uma reunião com representantes da Casa Civil e dos ministérios do Trabalho, Planejamento, Esporte e Relações Exteriores. Na ocasião, foi alertado que o Brasil é signatário de convenção que fixa em 14 anos a idade para esse tipo de atividade no esporte e não poderia, agora, defeder proposta contrária.   <br>   <br>&nbsp;&nbsp; No desejo de atender aos interesses da cartolagem do futebol, o Ministério do Esporte colocou o governo federal em situação constrangedora diante da comunidade internacional, que combate a exploração do trabalho infantil.    <br></font>
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		<title><![CDATA[O Brasil esportivo ainda amador]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33956</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
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		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><font size="6"><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span></font> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Brasil, via Rio de Janeiro, candidato aos Jogos Olímpicos de 2016 ainda é amador nas relações do Estado com as entidades esportivas, a ponto de se iludir com promessas de legados dos megaeventos. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É amador, principalmente, no trato com os atletas, patrimônio sem o qual nada se realiza em termos de competição.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É amador na gestão dos fartos recursos públicos, mas sem prioridades ou metas, e com destinações suspeitas do próprio Ministério do Esporte. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas é&nbsp; profissional no egoísmo dos dirigentes apegados aos cargos por até 25 anos, num continuísmo que envergonha gerações, frustradas por promessas que não se concretizam. <br> <br> <br><font size="6"><span style="font-weight: bold;"><font size="5">Os fatos</font> <br> <br></span></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">E</font>m 2007, o governo federal investiu R$ 562 milhões em ações de segurança, no Rio de Janeiro.  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Foram comprados: 500 carros, 8.253 rádios comunicadores, 1.356 armas — fuzis, carabinas e pistolas — 120 mil munições e um centro de monitoramento e controle por câmeras.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa era a contribuição dos Jogos Pan-Americanos para dar mais segurança à população carioca. Seria o legado que o evento esportivo deixaria ao Rio de Janeiro. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; “O estado terá mais capacidade de inteligência nas investigações. Será possível antever ações dos criminosos”, discursou, à época, o secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa. <br> <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<font style="font-weight: bold;" size="7"> &nbsp; &nbsp; &nbsp; … <br> <br></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na segunda-feira, Copacabana, ex-bairro nobre carioca, viveu o pior dia dos últimos anos. Num confronto entre polícia e bandidos, as escolas e o comércio fecharam as portas. Oito prédios foram atingidos por balas, carros perfurados, grades de portas e janelas com marcas do tiroteio, granadas, pânico, a população em fuga.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Antes, a polícia subia o morro para prender os bandidos. Agora, donos da situação, os bandidos vêm ao asfalto, e o carioca não sabe onde está o tal legado... <br> <br> <br><font size="6"><span style="font-weight: bold;"><font size="5">Insegurança dos atletas</font> <br> <br></span></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No Brasil de candidatura olímpica milionária patrocinada pelo governo, a ginasta Jade Barbosa promove rifa de camisas autografadas para fazer uma cirurgia de mão.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ela enfrenta algo como acidente no trabalho que, agora, é ignorado pelos dirigentes que, na vitória, festejavam os seus feitos. <br> <br>&nbsp; <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na mesma linha para sobreviver no esporte, a tenista número um do país, Vivian Segnini, também faz rifas, mas para disputar torneios internacionais e tentar evoluir no ranking mundial. <br> <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; E a Confederação Brasileira de Tênis, agora com patrocínio dos Correios, não tem plano de apoio aos seus destaques para ajudar o Brasil a evoluir nesse cenário? <br> <br> <br>&nbsp; &nbsp; Que país esportivo é esse, de confederações abastadas, que ignora os seus atletas necessitados? Como motivar a nova geração diante de tristes exemplos de desamparos, como esses? <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Segurança eleitoreira <br> <br></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na falta de ações do governo para dar ao atleta segurança em suas carreiras, sobram recursos e discursos oficiais para projetos de lazer que em nada contribuem para o crescimento esportivo.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Que grande evento terá promovido a Associação dos Mutuários e Moradores do Conjunto Santa Etelvina, de São Paulo, que recebeu R$ 7 milhões do Ministério do Esporte?  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por que outros R$ 2 milhões foram para a Confederação Nacional das Associações de Moradores?  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; E o que a Associação dos Municípios da Região 11 do Paraná fez com os R$ 348 mil que ganhou do Ministério do Esporte? <br> <br>&nbsp; <br>&nbsp;&nbsp; Nessa festiva distribuição de dinheiro público, não sobrou nada para a Confederação Brasileira de Ginástica poder financiar a cirurgia de Jade Barbosa?  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enfim, na moderna administração pública, não há espaço para se debater sobre a segurança dos principais talentos? <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Pisada na bola <br> <br></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Foi um escorregão histórico. O projeto de lei 5186/2005, encaminhado ao Congresso Nacional pelo governo federal, via Ministério do Esporte, propõe que crianças a partir de 12 anos já sejam considerados “atletas em formação”.&nbsp; Esse é o sonho da cartolagem para, mais adiante, poder ganhar mais na venda de um garoto que se tornar profissional. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O governo brasileiro ignorou convenções que assinou junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT), que fixa em 14 anos a idade para qualquer atividade infantil nesse sentido.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se essa exdrúxula proposta do governo vier a ser aprovada, será um risco enorme, pois os demais segmentos produtivos poderão invocar o mesmo direito, instalando-se de vez — e institucionalizando-se — a exploração do trabalho infantil.</font> <br> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Ação imediata]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33853</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		 <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><font style="font-weight: bold;" size="6">P</font>ressionado pelos clubes sociais formadores de atletas, que querem entrar no rateio do dinheiro das loterias federais, o Comitê Olímpico Brasileiro age rapidamente junto ao Congresso Nacional. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um CD com a prestação de contas dos recursos da Lei Agnelo Piva, referente a 2008, era distribuído ontem na Câmara e no Senado. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Há quem diga que o COB contratou, inclusive, uma assessoria de relações públicas para tratar diretamente com as excelências, e tentar sufocar a pretensão clubísitica de alterar a legislação das loterias. <br> <br></font>  
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		<title><![CDATA[Subcomissão do Esporte]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33850</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><font size="6"><span style="font-weight: bold;"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A</span></font>ssim que baixar a poeira no Senado Federal, cuja cúpula decide o que fazer com centenas de diretores que não tinham o que fazer, a Comissão de Educação, Cultura e Esporte tratará de um assunto há muito esperado por atletas, técnicos e profissionais de educação física, principalmente. <br>  <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp; Trata-se da criação de uma subcomissão de Esporte, para os assuntos do setor em nivel legislativo. A idéia surgiu depois da série de depoimentos, no ano passado, sobre o desempenho dos ateltas olímpicos. Em algumas sessões tivemos, inclusive, surpresa de alguns senadores que nem sequer sabiam sobre a legislação destinando recursos das loterias federais para os comitês Olímpico e Paraolímpico.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois de criada, a Subcomissão do Esporte poderá lançar um ciclo de palestras, para dinamizar os debates mais atuais, como a questão da falta de seguro para atletas olímpicos, por exemplo.&nbsp;</font>  
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		<title><![CDATA[Inacreditável]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33633</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><font size="6"><span style="font-weight: bold;"></span></font>&nbsp;   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">A </font>ginasta Jade Barbosa faz campanha de arrecadação de dinheiro vendendo camisetas autografadas. É assim que ela espera pagar a cirurgia para corrigir uma lesão no punho direito.   <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18755/ef02a50d050ef340a10918760f5139b7.jpg">  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;<font style="font-weight: bold;" size="6">&nbsp; É </font>difícil entender como o governo financia a milionária candidatura olímpica do Rio de Janeiro, sem se importar em propor um plano para amparar o principal patrimônio do esporte: o atleta.  <br>  <br>  <br>  <br><font size="6"><span style="font-weight: bold;">Realidade do </span><br style="font-weight: bold;"></font><span style="font-weight: bold;"><font size="6">país do futebol</font>  <br>  <br></span>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-weight: bold;" size="6">&nbsp; T</font>erminou o Fórum Soccerex Brasília 2009, evento sobre o mercado do futebol mundial que se renova anualmente e inclui uma feira esportiva. Durante dois dias, reuniu mais de 500 participantes de 40 países.  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-weight: bold;" size="6"> A</font> Soccerex conta com representantes de todos os segmentos do mercado do futebol, abrindo oportunidades de negócios e intercâmbio de valiosas informações, passadas por especialistas de várias áreas desse negócio bilionário.  <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">Q</font>uem acompanhou encontro pôde observar como o Brasil está atrasado na exploração de marcas famosas, no uso do espaço dos principais estádios — que são exclusivos para o futebol — e no potencial dos torcedores, consumidores em potencial para fortalecer as finanças.   <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">N</font>o painel de encerramento, quarta-feira, especialistas em marketing contaram como as marcas do Barcelona, da Espanha, e da Internazionale, da Itália, tornaram-se mundialmente conhecidas e famosas.   <br>  <br> &nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">U</font>m dia antes, no mesmo ambiente de debates desse nível, nossos dirigentes do Clube dos 13 discutiam se torcedor deve ter cadastro para comprar ingresso e se isso é assunto para o governo federal se intrometer.  <br>  <br>  <br><font size="6"><span style="font-weight: bold;">Apressado  <br> </span></font> <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">D</font>epois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva levantou a possibilidade de a Caixa Econômica Federal usar as casas lotéricas para a venda de ingressos de futebol, já tem gente de olho na grana que vai entrar.  <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">E</font>ssa proposta nem sequer foi debatida. E só depois de consolidada é que irá ao Congresso Nacional para votação. Mas o deputado baiano José Rocha (PR) quer saber se a Caixa poderá “antecipar” para os clubes o dinheiro dos ingressos que forem vendidos, no sistema que ainda não existe.  <br>  <br><font size="4"> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;" size="2">Deputado José Rocha</font></font> <img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18755/4e44e0a0d1236cf77991fa468da57f2b.jpg">  <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-weight: bold;" size="6">&nbsp; É</font> inacreditável como o futebol fica, cada vez mais, dependente do governo. Não bastasse a Timemania, que paga o calote clubístico para com os cofres públicos, e a Lei de Incentivo ao Esporte, financiadora da formação de jogadores que, mais tarde, serão negociados no exterior, agora querem receber antecipado o que nem se sabe quanto será…  <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">E</font>nquanto ocorre esse paternalismo oficial, os cartolas se acomodam e não buscam alternativas para novas receitas. Bem na contramão do que os especialistas europeus mostraram na Soccerex, onde a presença de dirigentes brasileiros no segundo e último dia do evento, ontem, foi raridade.  <br> <font size="6"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Grosseria  <br>  <br></span></font> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">E</font>xpoente do futebol português na década de 1960, o moçambicano Eusébio da Silva Ferreira, marcou 727 gols em 715 jogos em sua carreira. Foram 15 anos como atacante do Benfica.   <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18755/7584a3deeef8f7ab919ba31081bb73d3.jpg">  <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">S</font>impático e atendendo a todos com atenção e simplicidade, Eusébio é, ao lado do brasileiro Carlos Alberto Torres, o ex-jogador que acompanha as reuniões da Soccerex por vários países.  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="6">Q</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">uarta-feira</font>, ele voltou a manifestar a satisfação de estar no Brasil, e pela primeira vez em Brasília. Com tanta delicadeza do visitante, o secretário de Esporte, Aguinaldo de Jesus, poderia ter sido mais elegante e cortês, evitando lembrar que a Seleção de Portuguesa foi goleada por 6 x 2, na reinauguração do Bezerrão, no Gama.   <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">A</font> informação, dita em tom de superioridade, não foi à altura da cidade anfitriã.  <br> <br>  <br><font style="font-weight: bold;" size="6">Fidelidade gaúcha  <br>  <br></font> &nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">Q</font>uase um ano depois de ter sido inaugurado, o Museu do Futebol, em São Paulo, registra um dado curiosíssimo: o torcedor gaúcho é o que mais visita o mais novo centro de cultura esportiva nacional vestindo a camisa de seu clube. E os colorados são maioria. Muito mais que os próprios clubes paulistas. Palavra do diretor Evando Hawila, que acompanhou a Soccerex, em Brasília.  <br> <br> &nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">“O</font>s gaúchos são os que mais se orgulham de exibir o uniforme de seus clubes. Tivemos uma visita em que uma família inteira vestia a camisa do Internacional: pai, mulher e dois filhos”, diz Hawila. Conforme os registros do museu, os gaúchos são, também, os que mais contribuem com pequenas correções de nomes de jogadores, datas de jogos etc. Um torcedor pediu que constasse no perfil do Internacional: “O colorado é campeão de tudo…”  <br>  <br>  <br></font>
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		<title><![CDATA[Investigação]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33403</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font size="5"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="chapeu" size="5"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="titulo" size="5">Benefício sem controle</font><font size="5"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="sutia" size="5">Investigada pela Polícia Civil e Ministério Público, Federação Paulista de Hipismo foi autorizada pelo Ministério do Esporte a captar doações entre empresas. No ano passado, a entidade angariou R$ 4,8 milhões</font><font size="5"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>   <hr style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; height: 5px;" class="hr2">    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="assinatura" size="4"> <br>Izabelle Torres</font><font style="font-weight: bold;" size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="complassinatura" size="4">Da equipe do Correio</font><font style="font-weight: bold;" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> </span></font>   <table style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" width="120"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td> <br></td></tr>  <tr><td class="imagem"><font size="5"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090316/fotos/pri-1603-0301.jpg" border="1"></font></td></tr>  <tr><td><font class="legenda" size="5"><font size="4">Orlando Silva</font> </font></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda" size="5">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="texto" size="5"> <br> <br> <br><font size="6"><span style="font-weight: bold;">A</span></font>lvo de questionamentos por conta dos critérios usados para aprovar projetos referentes à lei que concede deduções fiscais a empresas que financiam entidades desportivas, o Ministério do Esporte também peca pela falta de controle de procedimentos judiciais que envolvem as instituições favorecidas pela Lei de Incentivo ao Esporte. <br> <br>&nbsp; &nbsp; É o que sugere o inquérito aberto em 2008 contra a Federação Paulista de Hipismo, que investiga se a entidade fraudou dados contábeis para sonegar impostos. Apesar de ser alvo de investigação pela Polícia Civil de São Paulo e pelo Ministério Público do estado, a federação recebeu o aval da pasta para receber cerca de R$ 4,8 milhões no ano passado e está autorizada a captar outros R$ 2,7 milhões este ano.  <br> <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O processo judicial está em fase de investigação, mas, mesmo assim, a entidade já conseguiu de 10 empresas privadas doações para “o fortalecimento do hipismo”. Em troca, o governo concedeu descontos no Imposto de Renda aos doadores.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tão impressionante quanto a constatação de que o ministério sequer analisa o histórico das instituições que serão beneficiadas com doações é a falta de argumentos apresentados pela assessoria da pasta a fim de justificar a ausência de fiscalização.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apesar de informar que a Lei de Incentivo ao Esporte exige a apresentação de certidões negativas fiscais, a assessoria não explica por que não sabia da existência de um inquérito aberto contra a Federação Paulista de Hipismo. Tampouco sabe dizer o motivo de os órgãos que compõem a pasta não investigarem o histórico e a conduta das entidades que pleiteiam o aval para receber doações.  <br> <br>  <br><b>Denúncia e defesa <br></b>&nbsp; <br>O inquérito que tramita no 96º Distrito Policial de São Paulo investiga supostas irregularidades na Federação Paulista de Hipismo e é resultado das denúncias apresentadas por Eduardo Costa Travassos, ex-sócio do Clube de Campo de São Paulo. Segundo Travassos, a antiga diretoria da entidade realizou uma gestão fraudulenta e sonegou impostos.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do inquérito consta o depoimento da ex-contadora da federação Amélia Tokie Kiuti, no qual ela afirma que havia um acordo entre dirigentes e filiados para que não fossem recolhidos valores referentes ao Imposto de Renda dos prestadores de serviço.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; O ministério não parece preocupado com o teor da denúncia. No sábado passado, o ministro Orlando Silva participou de uma solenidade na federação, onde foi homenageado pelos serviços prestados ao hipismo.  <br> <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Federação Paulista nega as acusações de Travassos. De acordo com o assessor da entidade Cleinaldo Simões, o inquérito foi aberto porque depois de ser expulso do clube o autor da denúncia se tornou inimigo do ex-dirigente da entidade Luiz Roberto Giugni, hoje presidente da Confederação Brasileira de Hipismo. Por conta das divergências entre os dois, Giugni abriu processo contra Travassos por difamação e conduta caluniosa.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em janeiro, a 22ª Vara Criminal da Comarca de São Paulo condenou o denunciante pelos dois crimes e concedeu uma liminar que impede o desafeto de Giugni de divulgar acusações.  <br> <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic; font-weight: bold;" class="chapeu" size="6">análise  da notícia</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br> <br></font>    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="titulo" size="4">Falta de rigor e transparência</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br> <br></font>   <!-- <br><font class="sutia"></font> <br> -->  <!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> -->  <!-- <font class="complassinatura"></font> <br> -->  <!--  -->   <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="texto" size="4">O caso da Federação Paulista de Hipismo é um exemplo da falta de rigor do Ministério do Esporte com os critérios usados para beneficiar entidades à custa de incentivos fiscais.  <br> <br> <br>Independentemente de quem tem razão na briga entre Eduardo Travassos e Luiz Roberto Giugni, o fato é que a pasta que deveria investigar a conduta das instituições pouco caso faz das suspeitas em torno delas. Pior do que isso: a comissão escolhida pelo ministro Orlando Silva para analisar os projetos sequer sabia do inquérito aberto contra a federação.  <br>  <br> <br>Como era de se esperar, nem mesmo o princípio de presunção de inocência foi ressaltado pela assessoria da pasta, que sempre dá respostas vagas e incompletas, em vez de explicar por que o ministério aprova projetos sem investigar o histórico das instituições.  <br> <br> <br>Mesmo que a pasta recorresse ao texto constitucional que resguarda a condição de inocência até o fim dos processos, ainda teríamos uma situação dramática. Isso porque, se a aprovação dos projetos e as doações das empresas precederem o fim das investigações, os recursos doados serão usados antes de se saber se há ou não culpados à frente dessas entidades.  <br> <br>  <br>Essa é só mais uma demonstração de que o lobby que ronda a pasta do Esporte tem sido mais influente do que a preocupação em zelar pelo interesse público. Uma conduta pouco admirável em tempos de crise econômica e perspectivas pessimistas de arrecadação.(<span style="font-weight: bold;">IT</span>) </font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4"> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="texto" size="4"> <br>  <br>&nbsp;&nbsp; </font><font size="5"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>
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		<title><![CDATA[Discurso e realidade]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33396</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="6"></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">N</font>a tentativa de renovar a diretoria da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), 14 federações lançam o gaúcho Carlos Boaventura Correa Nunes à sucessão de Gerasime Grego.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A novidade nessa candidatura é que ela vem apoiada por um dos principais empresários do marketing esportivo brasileiro, José Carlos Brunoro, que sabe tratar um produto vendável, como o basquete, de forma profissional. E para manter esse esporte em destaque saberá orientar como cuidar das categorias de base. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Surpreende, porém, que Carlos Nunes, que defende apenas uma reeleição ("como o Presidente da República", afirmou), esteja há 14 anos à frente da Federação Gaúcha de Basquete...  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nesse tempo, 11 anos ele dedicou-se à assessorar a presidência da CBB. Ops! 11 anos ao lado de Grego? E, agora, afasta-se da situação para se lançar pela oposição? Do esporte para a política, é algo assim como o PMDB, governo e oposição ao mesmo tempo. <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não é porque Grego seja um mau dirigente que devemos apostar na primeira alternativa que surge para substituí-lo. O passado de Carlos Nunes mostra-nos esse vício do continuismo, que leva cartolas a se perpetuarem no poder por até 21 anos. Quando fez campanha em Brasilia na eleição à CBB, Grego fazia o mesmo discurso da renovação. Deu no que deu.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Voltarei a esse assunto, pois há outra candidatura em andamento.  <br> <br> <br> <br></font>
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		<title><![CDATA[Falta de elegância]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33333</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="6"><span style="font-weight: bold;"></span></font>  <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="6"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"></span></font>&nbsp; <br>   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; <span style="font-weight: bold;">R</span>evista Carta Capital da semana passada publica excelente reportagem sobre a preparação política-econômica-institucional da Copa do Mundo de 2014.   <br>   <br>   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lá pelas tantas, o autor explica</span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> que a estrutura do Comitê Organizador do Mundial no Brasil foi concebida em um formato jurídico que veta a interferência do governo federal.   <br>   <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;    <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; "Constituída&nbsp; como associação civil sem fins econômicos, conforme o estatuto, dá plenos poderes a seu diretor-presidente, Ricardo Texieira, alijando o poder público de qualquer decisão", diz a reportagem.    <br>   <br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">A explicação   <br></span>   <br>&nbsp;   <br>&nbsp; &nbsp;&nbsp; Em encontro social em Brasília com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o editor de Esportes do Correio Braziliense, Paulo Rossi, indagou sobre essa estrutura. Afinal, porque deixar o governo federal de fora, já que a Copa 2014 será em nosso país?&nbsp; A resposta de Teixeira: "Porque não trabalharemos com dinheiro público".    <br>   <br>   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em tese, é isso mesmo, mas de quem é o aval maior para que se conquistasse a sede do Mundial? do governo federal, claro, com a assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da&nbsp; Silva. Não é o governo federal, também, que isentará de taxas e impostos dezenas de operações da Fifa, para aqui instalar o seu comitê central?   <br>   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portanto, se o governo federal não entra com dinheiro, como ocorreu no Pan-2007, abre mão de arrecadações aos cofres públicos, no mínimo isso. E oferece a garantia de que tudo estará pronto para o evento.  <br> <br>     <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por isso, seria elegante que a CBF reservasse um espaço para "presidente de honra", por exemplo na estrutura de seu comitê central. Nessa situação, estaria o presidente da República atual e, futuramente, o que estiver no comando da nação durante o Mundial de 2014.    <br> <br>   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Além de um gesto de elegância e reconhecimento, a CBF mostraria que o evento que aqui se realizará está sendo preparado com a indispensável parceria do governo federal.&nbsp;    <br>   <br>&nbsp;   <br>   <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;    <br></span></font>
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		<title><![CDATA[DINHEIRO PÚBLICO]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33321</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="titulo" size="5"> <br>Contratos irregulares na pasta do Esporte</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br> <br></font>    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="sutia" size="5"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">A</span>uditoria no Programa Segundo Tempo revela que pelo menos três entidades que receberam verbas do ministério não tinham condições para honrar os convênios. TCU multa envolvidos e investiga supostas fraudes</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br></font>   <hr style="height: 5px; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="hr2">    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="assinatura" size="5"> <br>Izabelle Torres </font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br></font>    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="complassinatura" size="5">Da equipe do Correio</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> </font>   <table style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" width="120"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito" size="5"> <br></font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><font size="5"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090314/fotos/pri-1403-0301.jpg" border="1"></font></td></tr>  <tr><td><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="2">Ministro Orlando Silva</font> <br></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td> <br></td></tr></tbody></table>    <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="texto" size="5"> <br> <br> <br>Submerso em uma onda de suspeitas de má aplicação  <br>dos recursos e de irregularidades nos  <br>convênios com  <br>instituições sem fins lucrativos,  <br>o Programa Segundo Tempo, carro-chefe do Ministério do Esporte, está na mira do Tribunal de Contas da União (TCU).  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ontem, o órgão concluiu que em pelo menos três dos convênios celebrados entre 2005 e 2006, o ministério colocou dinheiro público nas mãos de entidades que não tinham condições técnicas, físicas e financeiras de cumprir os objetivos estabelecidos pelo programa. Duas dessas instituições, coincidentemente, têm em seus quadros de coordenação pessoas ligadas ao PCdoB: partido que comanda a pasta do Esporte.  <br> <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segundo o relatório do ministro André de Carvalho, dois convênios firmados com a instituição Rumo Certo — da qual um dos monitores, Paulo Vieira, integra o PCdoB — apresentaram irregularidades. Com um custo de mais de R$ 5,4 milhões, a instituição recebeu o aval — e o dinheiro — do ministério, mesmo não demonstrando capacidade de cumprir as diretrizes operacionais do programa e tampouco uma estrutura física para atender às mais de 3 mil crianças, como prometia um dos termos do acordo. Apesar das irregularidades e do processo de investigação aberto pelo TCU há dois anos, o ministério liberou para a instituição mais de R$ 1,7 milhão somente no ano passado.  <br> <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na lista de convênios com irregularidades consta um firmado com a ONG Viva Rio. O Ministério do Esporte repassou R$ 6,1 milhões para a entidade, que conseguiu executar menos da metade do que previa a proposta, por falta de estrutura técnica e operacional. Segundo o relatório do TCU, os funcionários do governo federal que autorizaram o convênio o fizeram sem analisar as condições da instituição para cumprir as metas. A incapacidade não seria difícil de ser notada, visto que o maior projeto já realizado pela Viva Rio anteriormente alcançava apenas 10% do total de beneficiários previstos no acordo. Como quase tudo na gestão desses recursos parece ter uma forte influência política, com a Viva Rio não é diferente. O gestor do convênio, Ribamar Pereira, é ligado a pessoas do PCdoB e faz parte dos quadros do PT.  <br> <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A terceira entidade citada no relatório do TCU publicado ontem é a Movimento Resgate e Ação. De acordo com o ministro André de Carvalho, o Convênio 254/2006, no valor de R$ 2,9 milhões, foi assinado sem levar em consideração a falta de estrutura para que a instituição cumprisse o que foi acordado.&nbsp;&nbsp;  <br> <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O TCU ainda investiga se houve desvio dos recursos repassados por meio do Segundo Tempo. Um novo relatório deve ser divulgado no final do mês.  <br>  <br> <br><b>Multa <br> <br></b>&nbsp; <br>A falta de critérios adotada pelo ministério rendeu punição aos gestores dos convênios investigados. Seis servidores terão de pagar multa de R$ 2 mil cada um por terem cometido atos antieconômicos que resultaram em danos ao erário. Foram responsabilizados: Rafael Aguiar, Francisco Monteiro, Gianna Lepre, João Ghizoni e Julio Cesar Soares. Todos terão de pagar a multa no prazo de 15 dias contados de ontem. Os servidores ainda podem apresentar recursos.  <br> <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Ministério do Esporte não quis explicar as irregularidades apontadas pelo TCU. Por e-mail, a assessoria de imprensa disse que o órgão estava impedido de se pronunciar, visto que o acórdão do tribunal não mostrou as razões expostas pelo ministro-relator. Minutos depois, enviou outra resposta afirmando apenas que as eventuais irregularidades apontadas no relatório de fiscalização do TCU foram objeto de manifestação oficial do ministério no processo. </font> <br>
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		<title><![CDATA[Irresponsabilidade]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33320</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		  <br><br style="font-weight: bold;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><span style="font-weight: bold;"></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="6">O</font> ambiente no Ministério do Esporte piorou desde quinta-feira, quando o Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou o relatório mostrando irregularidades no uso do dinheiro do programa Segundo Tempo.  <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A situação ficou tão ruim que até a criação da Secretaria Nacional de Futebol, que seria um dos atos na solenidade de sexta-feira, no Palácio do Planalto, foi adiada.  <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme reportagem publicada hoje no Correio Braziliense, da repórter Izabelle Torres (veja, acima), alguns convênios do Segundo Tempo foram firmados com instituições que não tinham a mínima condição de executar os projetos. Mesmo assim, o dinheiro saiu à vontade.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em resumo, é assim que funciona o "maior projeto social esportivo do mundo", como costuma dizer Orlando Silva. Na hora de divulgar as estatísticas, menciona que mais de um milhão de crianças são atendidas. Agora, o TCU constata que essa estatística é irreal.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A irresponsabilidade com o dinheiro público tem deixado envergonhados muitos funcionários de carreira do Ministério do Esporte, que garantem nunca terem visto nada igual na gestão do dinheiro público, naquele órgão.  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   <br></font>
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		<title><![CDATA[Absurdo]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33318</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br> <br><font size="6"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">&nbsp; <font size="6"><span style="font-weight: bold;">A</span></font>companho várias manifestações, Brasil afora, sobre a proposta do Governo, via ministérios do Esporte e Justiça, para obrigar ao torcedor ter carterinha do futebol. <br>  <br> &nbsp; Ninguém alertou às intelgiências do governo que a carteira de identidade é a maior credencial do brasileiro? Por que&nbsp; criar mais gastos? quem vai ganhar com isso? que partido político se beneficiará dessa aberração? <br>  <br> &nbsp;&nbsp;&nbsp; Vejam o que diz o </font></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5">procurador geral da OAB do Rio de Janeiro, Ronaldo Cramer, que considera essa medida uma agressão aos direitos constitucionais do cidadão: <br> </font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <br> &nbsp;&nbsp; <font style="font-style: italic;" size="7">"</font><span style="font-style: italic;">O projeto me parece estranho, para não dizer absurdo. É aquele tipo de caso em que a maioria paga por uma minoria. Caso a proposta passe, o que não acredito, a OAB vai cogitar tomar alguma atitude<font style="font-weight: bold;" size="5">". <br>  <br> </font></span></font> <br>
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		<title><![CDATA[O prolongado apego à cadeira presidencial]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=33192</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font size="5"><font size="6"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">O</font> presidente da Confederação Brasileira de Remo (CBR), Rodney Bernardes de Araújo, tem, no mínimo, dois orgulhos na vida: é cartola há 18 anos e dono de um “curriculum cheio de glórias”.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Há mais de quatro décadas ligado a esse esporte, inicialmente como atleta, mais tarde árbitro e, depois, dirigente, Rodney é um desportista incansável. Aos 72 anos, se candidatou ao quinto mandato na eleição do próximo dia 21. E, como autoridade maior, usa todos os artifícios para barrar a oposição, liderada por Wilson Reeberg, do Rio de Janeiro. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma das manobras foi tirar a eleição do Rio de Janeiro, sede da CBR, e levá-la para Manaus. Dificulta a participação dos eleitores e aumenta os gastos de uma modalidade reconhecidamente carente de verbas. Pior: num legítimo desrespeito ao princípio da livre participação, o atual presidente nega-se a entregar à oposição as normas para registro de chapas, assim como esconde o estatuto da entidade. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nada de novo, como se vê, mas com a agravante de que, no remo, vale o “princípio da família que reza unida”. Nos Jogos Olímpicos de Pequim, por exemplo, Rodney Bernardes de Araújo designou o filho, Rodney Júnior, como chefe da delegação da equipe brasileira. Algo como se fora da família ninguém mais tivesse competência para tratar dos assuntos do remo neste imenso país. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Há poucos dias, a Justiça determinou que Rodney Araújo apresentasse, antes da eleição de 21 de março, o balanço anual da entidade que dirige, bens patrimoniais, folha de pagamento etc.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O opositor, Wilson Reeberg, também um veterano nas atividades do remo, apresenta proposta democrática, sem exigência judicial: um debate entre os candidatos, até agora ignorado pela situação. As teses de Reeberg sobre a necessidade de mudar os rumos da modalidade estão no site www.remolivre.com <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Triste tradição <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">R</span>odney não está sozinho nessa luta para manter a tradição de a cartolagem se perpetuar no poder. No ranking dos “imexíveis”, o presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Roberto Gesta de Melo, lidera a permanência no poder com 21 anos de mandato. Agora, também o presidente da Confederação Brasileira de Karatê (CBK), Edgar Ferraz de Oliveira, luta para tentar se manter no comando presidencial.  <br> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Há 16 anos à frente da CBK, Edgar quer o quinto mandato, mas perdeu o primeiro round: a eleição realizada em 17 de fevereiro, no Ceará, estava recheada de irregularidades, e a oposição, com o brasiliense Célio René Vieira à frente, conseguiu impugnar o pleito. A Justiça marcará nova data, exigindo que a eleição seja realizada na sede da CBK, em São Paulo, como manda o estatuto da entidade, e garantido à oposição o direito de registrar sua chapa e expor sua proposta.  <br> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nessa luta, a oposição tem fortes aliados: atletas, técnicos e dirigentes que não votam, mas querem mudanças. O site <span style="font-style: italic;">www.novosrumosdokarate.com.br</span> é prova disso.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Segurança já  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De olho nas exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará, amanhã, projeto de lei que tornarão mais duras as penas para os arruaceiros em estádios de futebol. Atitudes violentas, por exemplo, serão consideradas crimes previstos no Código Penal.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, que hoje à noite estará em Brasília, deve participar da cerimônia de amanhã.</span> <br> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sobre segurança no esporte é oportuna a leitura do livro Comentários ao Estatuto do Torcedor, do advogado gaúcho e colorado, Luiz Augusto Beck da Silva. A vantagem dessa publicação é que o autor traduziu a linguagem acadêmica de cada um dos artigos, tornando fácil a compreensão para o leigo, ajudando na interpretação de seus direitos e deveres. Os pedidos para a aquisição da publicação podem ser dirigidos a <span style="font-style: italic;">flivros@terra.com.br.</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  
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		<title><![CDATA[Contas para pensar]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=32849</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><FONT size=6><STRONG></STRONG></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><FONT size=6><STRONG>&nbsp;&nbsp; <FONT color=#000000>A</FONT></STRONG></FONT> prestação de contas do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) sobre a verba da Lei Agnelo Piva&nbsp;de 2008 deixa a sensação de que somos um país rico em recursos para o esporte. E somos. A questão é: para onde vai o dinheiro? &nbsp;</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana><FONT size=5>&nbsp;&nbsp; <FONT size=+0><FONT size=6><STRONG>P</STRONG></FONT><FONT size=5>ois basta ler com atenção a notícia oficial do COB sobre o tal relatório.&nbsp;O&nbsp;dinheiro que deveria ir para a preparação de atletas acaba se desviando para fins burocráticos inacreditáveis. </FONT></FONT></FONT></FONT></P> <P><FONT face=Verdana><FONT size=5><FONT size=+0></FONT></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana><FONT size=5><FONT size=+0>&nbsp;&nbsp; </FONT></FONT></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=5><STRONG>E</STRONG>m resumo: em 2008 o COB recebeu R$ 91,9 milhões das loterias federais. Esperava receber apenas R$ 60 milhões. Ou seja, ganhou apenas R$ 31 milhões a mais... E aplicou&nbsp;pouco mais de&nbsp;um terço (R$ 34,1 milhhões) no esporte de rendimento. </FONT></FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>I</FONT></STRONG>nacreditáveis R$ 9,5 milhões&nbsp;foram para "despesas administrativas". </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <EM>Em Brasília, a Federação de Atletismo, dirigida por Carmem de Oliveira, desenvolveria um espetacular programa de revelação de talentos com apenas R$ 100 mil anuais</EM>... </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>O</STRONG></FONT>u seja, o COB não tem outras fontes capazes de pagar as despesas de sua rotina administrativa? A se confirmar essa informação, fica claro que&nbsp;o esporte olímpico nacional sobrevive às custas dos cofres públicos. Mas o Estado, via Ministério do Esporte, não está nem aí para o destino que é dado à grana que libera.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>V</STRONG></FONT>iagens internacionais e "visitas precursoras" consumiram espetaculares R$16,1 milhões. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <EM>É bom lembrar que dezenas de atletas que foram aos Jogos de Pequim estão sem salário, sem patrocínios, sem perspectivas...</EM></FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=5><STRONG>Estranho</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Verdana size=5></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana color=#000000 size=5>&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>S</STRONG></FONT>em citar valores, o COB gastou, também, com o Prêmio Brasil Olímpico, tradicional festa que realiza ao final de cada ano, para homenagear os destaques da temporada.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp; </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp; É estranha essa informação, pois em dezembro o Ministério do Esporte repassou R$ 1,8 milhão para o COB justamente para financiar a festa dos melhores. O Ministério do Esporte silencia sobre isso?</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=5><STRONG>Previsão pessimista</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=5></FONT></STRONG><STRONG><FONT face=Verdana size=5></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5><STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT size=6> </FONT><FONT size=6>O</FONT></STRONG> COB trabalha sistematicamente com "estimativas conservadoras" referentes aos repasses da Lei Agnelo Piva (n.10.264/2001) do ano seguinte.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp; Para 2009, o COB estima receber R$ 79 milhões dessa fonte. Isto é, quase R$ 13 milhões a menos do que recebeu este ano. Nos últimos oito anos os repasses foram sempre crescentes.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Isso porque,&nbsp;a Caixa Econômica - que administra as loterias federais - trabalha, sempre com previsão otimista, em torno de um crescimento de 10 a 15% anuais.&nbsp;Ou seja,&nbsp;um crescimento na receita do Comitê Olímpico, que insiste, anualmente, em estimativas pessimistas. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=5><STRONG>Paraolímpicos</STRONG></FONT></P> <P><FONT face=Verdana color=#000000 size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana color=#000000 size=5>&nbsp;&nbsp; Seria oportuno que o Comitê Paraolímico Brasileiro (CPB), que tem sede em Brasília,&nbsp;também fizesse a sua prestação de contas às claras, e não restrita apenas ao Tribunal de Contas da União.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana color=#000000 size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana color=#000000 size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT><FONT face=Verdana size=5></FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Em clima de euforia, CPI da verba olímpica é sepultada]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=32802</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><span style="font-weight: bold;"></span> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">F</font>ormado em agronomia, acostumado às rotinas do campo e com passagem pelo futebol profissional, onde atuou como goleiro, o gaúcho Afonso Hamm assumiu ontem a Comissão de Turismo e Esporte da Câmara dos Deputados. A cinco anos da Copa do Mundo no Brasil, essa é uma das comissões mais disputadas pelos parlamentares, devido ao trabalho que espera realizar no comitê organizador. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Filiado ao Partido Progressista (PP) — cujas raízes estão na antiga Arena, mais tarde PDS — Afonso Hamm assumiu com discurso conciliador e avisando que não quer saber de comissão de inquérito para investigar o uso da verba pública destinada aos comitês Olímpico e Paraolímpico.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Roupa suja se lava em casa. Não há necessidade de se expor esses problemas. Precisamos, isso sim, vender uma imagem positiva do Brasil, que será a vitrine do mundo com a Copa do Mundo. CPI, agora, é inoportuna”, disse o deputado Hamm, que nos anos 1980 atuou como goleiro do Grêmio Esportivo Brasil, de Pelotas, à época dirigido pelo técnico Luiz Felipe Scolari, o Felipão.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Além do deputado Afonso Hamm, outros colegas não querem nem ouvir falar em CPI. Fica claro, na conversa com vários parlamentares, que a Câmara dos Deputados não está interessada na proposta do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), que já tem requerimento pronto para uma comissão de inquérito que investigaria o rumo do dinheiro público aplicado no esporte olímpico.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas, mesmo que a proposta fosse viável, há deputados que acreditam no rolo compressor do governo. Com maioria formada por sua base aliada, não haveria dificuldades em o Palácio do Planalto derrotar o pedido para instalar a CPI.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resta uma esperança, porém: o deputado Silvio Torres (PSDB-SP) foi eleito presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, que poderá pedir explicações aos comitês Olímpico e Paraolímpico sobre as dúvidas no uso das verbas públicas.  <br> <br><br style="font-weight: bold;"><font size="6"><span style="font-weight: bold;">No Senado <br> <br></span></font> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Já no Senado Federal, o presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte é o paranaense Flávio Arns, ex-dirigente de clubes paraolímpicos e de forte atuação nos assuntos do esporte naquela casa.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Flávio Arns ainda não se manifestou sobre o pedido de CPI de seu colega Álvaro Dias. Mas, como integrante do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é possível que seja obrigado a obedecer as ordens do Palácio do Planalto para não mexer com esse assunto.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Afinal, uma CPI sobre verbas para o esporte, agora, não seria nada positivo para a imagem do governo e do país, que busca ser sede olímpica com a candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos de 2016.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, quem circula pelo Congresso Nacional sente que não há clima entre os parlamentares para investigações que envolvam questões do esporte nacional.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O ambiente está mais para “festivo”, com a proximidade da revelação das 12 cidades-sedes do Mundial de 2014, que ocorrerá no próximo dia 20. Essa é a data oficial para o início da organização do grande evento. A partir de então, o governo federal anunciará as obras do PAC de acordo com as necessidades de cada cidade-sede.  <br> <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="6">Em silêncio <br> <br></font> <br>O risco da criação de uma CPI para investigar verba pública aplicada no esporte envolveria, com certeza, as loterias federais. É daí que vem volume expressivo de dinheiro para os esportes olímpico e paraolímpico, assim como para o futebol, via Loteca. E isso ocorreria num péssimo momento, pois como se soube ontem, por fonte próxima do governo, o Palácio do Planalto trabalha num projeto para restituir as atividades de bingos no país. Não só bingos, mas os demais jogos de azar, como as máquinas caça-níqueis. A atividade incentivaria o turismo no país e esse é um sonho antigo de deputados e senadores, do Nordeste, principalmente.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, garante que não há qualquer projeto nesse sentido.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem sabe, pois ainda é recente o escândalo dos bingos, surgido em 2004, que provocou uma espetacular crise no governo Lula, após denúncias de que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, estava extorquindo empresários com a finalidade de arrecadar fundos para o PT.  <br> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="6">BBicicleta </font> <br> <br>Uma nova modalidade esportiva poderá entrar este ano no rol dos patrocínios do Banco do Brasil: o ciclismo. A proposta está em análise na diretoria de marketing do BB, que já apoia o vôlei, vôlei de praia, futsal e o iatista Robert Scheidt. Em ano de crise econômica, o Banco do Brasil anuncia que não aumentará a sua verba de patrocínio ao esporte, continuando com os R$ 60 milhões de 2008. </font> <br> <br>  
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		<title><![CDATA[Investigação profunda]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=32645</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		  <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp; <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><font style="font-weight: bold;" size="6">N</font>a sexta-feira, conversei com o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) sobre o projeto de lei de sua autoria, para que verbas da Lei Agnelo Piva sejam distribuídas, também, aos clubes sociais.   <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ontem, conversei com o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), sobre o seu pedido de instalação de uma comissão de inquérito para averiguar o uso do dinheiro público em projetos olímpicos, gerenciados pelo COB. Essa proposta vai ao encontro de outra, com o mesmo objetivo, do senador Álvaro Dias. Assim, se apensadas, tais propostas poderão provocar a desejada Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI).   <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ainda na agenda legislativa, amanhã a Comissão de Turismo e Esporte da Câmara elegerá o seu presidente.&nbsp;   <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp; Nesse calendário, cujas metas maiores, como a CPMI, começaram a ser discutida no ano passado, o que precisa ficar claro é que essa comissão de inquérito seja abrangente.   <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ontem, escrevi neste espaço que o Comitê Paraolímpico Brasileiro também fosse investigado. Essa é a expressão: investigar. Que não nos iludamos com os relatórios do Tribunal de Contas da União, pois esses, se têm nível técnico apurado, nem sempre recebem voto à altura em plenário, porque o TCU, sabe-se bem, é um órgão político.   <br>  <br><font size="6"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Em resumo  <br><br style="font-weight: bold;"></span></font>  <br>&nbsp;&nbsp; Não adianta o deputado Otávio Leite querer tratar,agora, de um assunto que está intimamente ligado a outro.   <br>  <br>&nbsp;&nbsp; Que os clubes sociais precisam de recursos, não há dúvidas, mas há outras fontes que podem se socorrer, como a Lei de Incentivo ao Esporte. Isso para cessar, temporariamente, os retalhos na legislação, para que a força parlamentar concentre sua atençao nas investigações sobre os gastos olímpicos, paraolímpicos e, sugiro, ministeriais e das estatais que investem no esporte.  <br>  <br>  <br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><font size="6">Nova proposta</font>  <br></span>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;   <br>&nbsp;&nbsp; O orçamento do Ministério do Esporte merece atenção especial dos especialistas em contas públicas. Os repasses sociais que ali ocorrem anualmente chegam, muitas vezes, a instituições de companheiros de partidos de vários municípios, como já se denunciou. É verba pública que sugere campanha eleitoral a longo prazo. Por isso, precisa ser investigado.   <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porque o Ministério do Esporte repassou dinheiro para a UNE? Que serviços essa histórica instituição nacional presta ao esporte? que competição promove? que atleta financia? O assunto é antigo, vem do tempo do ministro Agnelo Queiroz e até a Controladoria Geral da União já se interessou pelo assunto, há algum tempo.  <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp; Por que o Ministério do Esporte libera recursos para a corrida gay, em São Paulo? que contribuição essa disparada festiva e colorida de apenas 5km trouxe ao esporte? é oportuno lembrar que São Paulo será o estado que o ministro Orlando Silva deverá sair candidato a deputado federal, dizem seus correligionários mais próximos. Isso justifica tamanha generosidade para com grupos de perfil tão distante do esporte?  <br>  <br>  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enfim, a verba pública a serviço do esporte precisa ser passada a limpo. É preciso identificar todas as fontes e conferir o seu destino, se estão, de fato, atingindo objetivos. Como diz o presidente Lula, "nunca antes na história deste país, se teve tanto dinheiro, de variadíssimas fontes para o esporte". E os resultados?  <br>  <br>  <br></font>  <br>
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		<title><![CDATA[E a CPI, vem ou não vem?]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=32584</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"> <font style="font-weight: bold;" size="6">E</font>nfim, já estamos em março, e o país começa a funcionar. Ou seja, o Congresso Nacional terá sessões normais, e isso significa algo para o esporte, também. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por exemplo, serão eleitos os presidentes das comissões temáticas. Na Câmara, a presidência da Comissão de Turismo e Esporte ficará com o PP. No Senado, os assuntos do esporte deverão ganhar espaço específico na Comissão de Educação e Cultura, com a eleição de um presidente, inclusive.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; A grande expectativa, porém, é se o presidente do Senado, José Sarney, lerá o requerimento que pede a abertura de uma CPI para investigar os gastos do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), como pedem dezenas de senadores. <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; Seria oportuno que nesse pedido também fossem incluídas investigações no Comitê Paraolímpico Brasileiro. Trata-se de um orgão que tem todo o seu orçamento com base em dinheiro público (loterias federais e patrocínio da Caixa Econômica). E os anos do ex-presidente, Vital Severino Neto - que se manteve no cargo graças a uma liminar -, foram tumultuadíssimos, com várias denúncias de irregularidades na gestão do dinheiro. <br> <br>&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br> <br> <br> </font>
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		<title><![CDATA[Divórcio cultural de uma biblioteca histórica]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=32412</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font size="5"><font style="font-weight: bold;" size="6"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">U</font>ma das mais espetaculares bibliotecas sobre educação física e esportes está deixando Brasília. Seu novo endereço será em Vitória, na Universidade Federal do Espírito Santo, que enriquece o seu acervo com cerca de cinco mil exemplares, entre livros — alguns raríssimos —, revistas, coleções de jornais e relatórios de jogos olímpicos. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp; <font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="6">A</font>os 79 anos de idade, o colecionador dessas preciosidades, professor Mário Cantarino, não tinha quem desse continuidade ao trabalho que começou há mais de quatro décadas. O valor histórico desse conteúdo é enorme, mas o afetivo é inestimável. “Se pensar por aí (o apego às obras), começo a chorar”, diz Cantarino. “Cada livro tem uma história, uma origem, um significado, uma importância e uma informação que muitas vezes é decisiva para um determinado trabalho.” </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">D</font>urante muitos anos, a biblioteca de Mário Cantarino foi referência para alunos, professores e pesquisadores Brasil afora. Com 62 anos dedicados ao atletismo, esse mestre conhece muito sobre a história do esporte no país. Fez parte dela, inclusive, como professor universitário e doutor em educação física, com formação na Alemanha. <br> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="6"><span style="font-weight: bold;">A</span></font>gora, Cantarino homologa o divórcio desse casamento cultural por irrisórios R$ 42 mil. Foi esse valor que nenhuma instituição do Distrito Federal — nem sequer o Ministério do Esporte, Biblioteca Nacional ou Universidade de Brasília — se dispôs a pagar por uma coletânea sem igual.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">L</font>ançada no mercado nacional, quando foi arrematada pela Universidade do Espírito Santo, a biblioteca teria valor infinitamente maior se o Brasil tivesse cultura esportiva. Essa é a questão: falta-nos a cultura para darmos valor e preservarmos a memória do esporte. Por isso, a biblioteca de Mário Cantarino foi arrematada por montante tão inexpressivo. Se bem avaliado, o valor do conteúdo dessa coleção seria algo espetacular.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="6"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Voto polêmico <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="6"><span style="font-weight: bold;">O</span></font> médico José Carlos Oliveira de Morais foi, com Celso Lima, um dos responsáveis pela implantação do tênis em cadeira de rodas no país, em 1985. Paraplégico há 36 anos, José Carlos já representou o Brasil em nove campeonatos mundiais e uma paraolimpíada.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">N</span>os tempos de escola, fui contemporâneo desse hoje professor da faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. E, como jornalista, fixei em José Carlos referência de desportista exemplar. Por isso, transcrevo os principais pontos de uma longa mensagem que me enviou, em tom de desabafo indignado. Confiram: <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">“</font><span style="font-style: italic;">A partir de 2005, o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) começou a repassar à Confederação Brasileira de Tênis (CBT), como entidade filiada, em torno de 2,5% de suas verbas.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; No triênio 2006-2007-2008, o valor bruto correspondente a esse percentual variou entre R$ 330 mil e R$ 370 mil, em números redondos. Pasmem! Desse valor, entre 40% e 50% ficam na CBT como&nbsp; verba de administração. Não custa lembrar que a CBT recebe também verba do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), cujo valor ignoro.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></span></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Semana passada, houve eleição para o Comitê Paraolímpico. Como a CBT só tem direito a voto nessa eleição pela existência do Departamento de Tênis em Cadeira de Rodas é razoável supor que enviasse para a assembléia do CPB o diretor desse departamento para representá-la.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; É difícil crer que a CBT exerceria esse direito sem a opinião do diretor de nosso departamento. Obviamente não seria imaginável. Mas, isso tudo aconteceu.  <br> <br> <br>&nbsp;&nbsp; O sr. Jorge Lacerda da Rosa, presidente da CBT, que em dois anos de mandato nunca se dignou a assistir a um torneio do circuito, jamais promoveu uma atividade que nos integrasse, razão maior de nossa permanência na CBT, escolheu como delegado o sr. Jesus Thomaz Tajra Filho, o seu vice-presidente. Agora me digam, que passado tem o sr. Jesus para participar de uma entidade que representa o esporte adaptado? Com que direito o sr. Jorge Lacerda o escalou para nos representar? Deveria ter escolhido Judas, pelo menos teria sido mais coerente. </span> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; A atitude administrativa do sr. Jorge Lacerda da Rosa veio simplesmente aflorar o desrespeito que esse cidadão tem para com seus pares.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nossa história ainda é muito curta para continuarmos atrelados a uma estrutura pouco transparente. A herança de más administrações não nos pertence. Às favas com a integração. Precisamos encontrar uma saída para continuar o nosso sonho</span><font size="6">”</font>.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br> <br> <br> <br> <br>  
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		<title><![CDATA[Notícia triste]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=32264</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="7"><span style="font-weight: bold;">E</span></font>m pleno domingo de carnaval, uma notícia triste para o esporte, em geral, e o atletismo, em particular.     <br>    <br>    <br>&nbsp;&nbsp; <font style="font-weight: bold;" size="6">M</font>orreu o marchador Rafael dos Anjos Fontenelle Duarte, de 25 anos. Ele foi encontrado morto hoje, por volta das 10h, na piscina do condomínio em que morava com a tia, no Setor Sudoeste, na capital da República.     <br>    <br>&nbsp;&nbsp;<span style="font-weight: bold;">&nbsp; </span></span></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-style: italic;"> CBAtletismo/2009</span></font></span></font>    <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18755/912798b41a1a47f4d376c8f70c62c026.jpg"></span></font>    <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-style: italic;"></span></font>    <br>    <br></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">C</span>arioca, há muitos anos morando em Brasília, Rafael vivia um excelente momento de sua vida profissional: estava praticamente curado de uma leucemia e, há uma semana, sagrou-se vice-campeão da etapa de 50km da Copa Brasil Caixa de Marcha, em Timbó, interior de Santa Catarina. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">S</span>egundo a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), com esse resultado Rafael classificou-se para a Copa Pan-Americana, em El Salvador, dias 28 e 29 de abril. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">E</span>specialista nos 20 km, em Timbó Rafael&nbsp; competiu pela primeira vez na prova mais longa da marcha olímpica. Na ocasião, estreou pela equipe da BM&amp;FBovespa, depois de defender vários anos o Clube de Atletismo de Sobradinho (Caso) no Distrito Federal. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">N</span>ascido em 11 de outubro de 1983, Rafael ganhou destaque em 2002, quando foi o quarto colocado nos 10km, no Mundial Juvenil da Jamaica. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-weight: bold;">P</span>ouco depois, a descoberta de uma leucemia o afastou por três temporadas das competições. Voltou às pistas em 2005, quando ganhou bronze no Troféu Brasil Caixa de Atletismo, em São Paulo, numa prova cercada de emoção e muito festejada por seus amigos e técnico, Valtinho Pereira.     <br><font size="4"><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">josecruz.df@diariosassociados.com.br</span></font>   <br>    <br></font>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Sob nova direção]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=32127</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<B><FONT face="Utopia,Times New Roman" size=2> <P>&nbsp;</P></B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>C</STRONG></FONT>om a experiência de vários anos na secretaria geral do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew George Willian Parsons é o novo presidente da entidade, ao fim de dois mandatos de Vital Severino Neto, a partir de 2000. A eleição ocorreu em silêncio, sem divulgação na imprensa. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O desempenho brasileiro nos Jogos Paraolímpicos de Pequim — nono lugar, com 47 medalhas — e a agora pacífica transição de cargo, com a oposição totalmente sufocada, transmitem a sensação de que no mundo paradesportivo tudo está uma beleza. Não é bem assim. Mas a eleição de Andrew é a garantia de que Vital Neto não terá suas contas investigadas, como é o desejo da oposição. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O dinheiro para os paraolímpicos vem da patrocinadora oficial, a Caixa Econômica Federal, e de repasses das loterias (Lei Agnelo Piva). Porém, como ocorrem com os olímpicos, os recursos não chegam à base, à iniciação. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em outubro de 2005, uma auditoria dirigida por João Batista — um dos fundadores do CPB — identificou casos sérios de irregularidades no uso do dinheiro público. Por exemplo, o pagamento de R$ 17 mil de comissão a uma empresa que apenas intermediou a confecção de pins, ao custo de R$ 35 mil. Ou seja, comissão de 50% …</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lá pelas tantas, o relatório de João Batista conclui: "Há indícios relevantes de favorecimento a determinadas empresas que se associam umas às outras para ganhar contratos milionários com o CPB". Depois desse relatório, a oposição perdeu espaço no comitê e mais nada se soube sobre os bastidores dessa entidade.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essas acusações, que envolvem muito dinheiro público, acabam sufocadas pela campanha brasileira nos Jogos Olímpicos de Pequim. De lá, a equipe nacional retornou em 2008 com seu melhor desempenho. </FONT><A name=Save1></A></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, na ponta do lápis, a contabilidade de Pequim é outra, pois das 47 medalhas obtidas em solo oriental, 32 (68%) estão concentradas no feito de 10 atletas. E, dessas, 13 ficaram com apenas dois competidores da natação, Daniel Dias, com espetaculares oito conquistas, e André Brasil, com cinco.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa excessiva concentração de troféus em poucos atletas, numa delegação de 188 competidores, mostra que o paraolimpismo ainda carece de renovação. E isso ocorre, assim como nos olímpicos, porque não há políticas específicas para o setor, nem do CPB e muito menos do governo.</FONT> </P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=6><STRONG>Preciosidade</STRONG></FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Recebo do professor Fernando Franco, do Centro de Estudos de Atletismo, uma publicação preciosa: <I>Uma nova política para o desporto brasileiro — Esporte, questão de Estado</I>. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Entre a curiosidade de ler o documento e a satisfação de, enfim, termos uma política para o setor, uma decepção imediata: a tal proposta é de 1985, está perto de completar bodas de prata… </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O documento, produzido durante a gestão do então ministro da Educação, Marco Maciel, hoje senador da República, foi obra de uma comissão multidisciplinar da qual participou o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na apresentação, os autores alertam que o trabalho aponta "alternativas viáveis que buscam reverter o quadro crítico e o desempenho medíocre do desporto nacional". Hoje, com fartura de recursos, a realidade não mudou. Continuamos sem política de esporte que integre ações governamentais da União, estados e municípios, e o quadro crítico do desporto de rendimento se agrava ano a ano.</FONT> </P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT size=6><STRONG>Coincidência</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT size=6></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos 236 projetos aprovados pelo Ministério do Esporte para captar recursos da Lei de Incentivo, 104 (44%) são de instituições paulistas. É para esse estado que o ministro do Esporte, Orlando Silva, tem ido com frequência, como ontem, quando inaugurou um centro Viva Vôlei, na capital. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Coincidência ou não, é por São Paulo que Orlando Silva sairá candidato a deputado federal, em 2010, como garantem seus correligionários do PCdoB.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P><B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>Nada a festejar</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P></B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Timemania, que seria a "redenção das dívidas fiscais dos clubes", completou um ano, ontem, revelando-se um fracasso. Dos R$ 500 milhões anuais previstos pela Caixa Econômica, foram arrecadados apenas R$ 117 milhões. O torcedor não embarcou na proposta de cobrir o calote de cartolas.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na prática, essa foi a quinta proposta do governo, em mais de uma década, para tentar receber a dívida, que já passa de R$ 1,5 bilhão, dos clubes para com o fisco. E diante do desinteresse do apostador, o governo prepara mudanças na Timemania. Fará outras, com certeza, até se convencer de que a dívida é impagável, porque os cartolas são mais fortes do que a estrutura de governo para rever o que lhe foi sonegado. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P></FONT><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=2> <P></P></FONT>
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		<title><![CDATA[Remendo imediatista]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=31848</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=6><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>N</STRONG></FONT>a quinta-feira,&nbsp;o ministro do Esporte, Orlando Silva, acatou pedido dos presidentes de clubes para terem acesso aos recursos da Lei Agnelo Piva. Com essa iniciativa ministerial, fica claro que estamos às vésperas de um remendo na regulamentação da tal lei. E remendos imediatistas vindos de um ministério é sinônimo de relaxamento. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa medida é&nbsp;o pior que poderia ser feito. Servirá apenas&nbsp;de cala a boca dos reclamantes. Em vez de convocar o Conselho Nacional de Esporte, discutir o tema, colher sugestões e apresentar propostas concretas para o uso da verba pública, o ministro Orlando Silva foi&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>pelo caminho mais curto. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim agindo, Orlando Silva deixa claro que está ignorando a autonomia do COB, órgão que gerencia os recursos da Lei Agnelo Piva. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sou crítico, há muito, &nbsp;da forma como o presidente Carlos Arthur Nuzman administra esses recursos, concentrando-os na elite. Mas não é com canetada unilateral e imediatista que se resolverá o problema. Os clubes têm&nbsp;outras fontes de recursos, que Minas Tênis, Sogipa e Pinheiros já conseguiram, fartamente, sabe-se disso. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Agora, com essa decisão ministerial observa-se, também,&nbsp;que não há diálogo entre o Ministério e o COB, o que é muito ruim para o esporte. É péssimo. O conflito das instituições é o que menos se pode desejar, mas é o Ministério do Esporte que está à frente dessa triste realidade. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp; Inexplicavelmente,&nbsp;o Brasil esportivo&nbsp;continua sem um plano, no mínimo,&nbsp;para o setor, sem metas, sem prioridades. Sobram autoridades, mas faltam medidas efetivas e eficazes, como se ninguém fosse capaz de dar um rumo a essa vergonha pública. &nbsp;&nbsp;</FONT></P>
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		<title><![CDATA[Investigações]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=31712</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<P>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><FONT size=6><STRONG>A</STRONG></FONT>s denúnicas de supostas irregularidades nas contratações de consultorias e outros serviços para a candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos Olímpicos de 2016&nbsp;serão investigadas pelo Tribunal de Contas da União e Ministério Público Federal. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>E</STRONG>sses dois órgãos acolheram ao pedido do advogado paulista, Alberto Murray Neto, membro da assembléia do Comitê Olímpico Brasileiro e da Corte Arbitral do Esporte, que tem sede na Suíça.</FONT></P>
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		<title><![CDATA[O choro e a fartura]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=31708</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<B><FONT face=Utopia size=2> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P></B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><STRONG><FONT size=7>&nbsp;&nbsp; A</FONT></STRONG> choradeira é geral: falta dinheiro para o esporte. E os cartolas brigam, de olho no que cada um arrecada. A situação se agravou tanto que até criaram um tal de Confao: Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos. Objetivo: entrar no rateio do dinheiro das loterias federais, que nos últimos sete anos já rendeu R$ 500 milhões ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB). </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>P</FONT></STRONG>orém, dos quatro clubes sociais — os outros cinco são de futebol — que criaram o Confao, três já encheram os bolsos em outra fonte, na Lei de Incentivo Fiscal. E não é pouca coisa: Minas Tênis Clube (R$ 29 milhões), Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo (R$ 11 milhões), e Sogipa, de Porto Alegre (R$ 800 mil).</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>D</FONT></STRONG>o outro lado do muro das lamentações, o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, alega que a verba das loterias (Lei Agnelo/Piva) cobre apenas um terço de suas necessidades. E, aproveitando a abundância dos recursos governamentais, conseguiu outros R$ 52 milhões, da Lei de Incentivo ao Esporte, para o financiamento de projetos de competidores olímpicos.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>N</FONT></STRONG>essa fartura, o governo se torna provedor sem fim, mas não apresenta um só projeto de prioridades e metas para aplicar tanto dinheiro público. Os contratos são de mão única: só desembolso. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P><B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>Correndo por fora </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P></B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>C</FONT></STRONG>om tantas facilidades, uma outra instituição correu por fora com voracidade maior. Foi a Confederação Brasileira de Clubes, de São Paulo, cujo presidente, Arialdo Boscolo, trabalhou em silêncio e conseguiu uma espetacular brecha na Timemania. Está lá, no artigo segundo da lei que criou a loteria para acudir os clubes em dívida com o governo, que um terço do que for arrecadado da Timemania vai para "projetos aprovados pela Confederação Brasileira de Clubes". E quantos projetos já foram aprovados? Não se sabe, pois o cartola não responde aos pedidos de entrevista.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>N</FONT></STRONG>ão satisfeita, a Confederação Brasileira de Clubes desenvolve parcerias com o Ministério do Esporte, de tal forma que nos últimos quatro anos foi beneficiada com R$ 1,8 milhão. Os dados, oficiais, são da ONG Contas abertas.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>N</FONT></STRONG>o entanto, que atleta essa confederação formou? Que evento com atletas promoveu? Que delegação de competidores financiou para um campeonato no exterior? Qual é o clube a ela filiado que recebeu parte desses recursos? E por que Flamengo, Minas Tênis, Sogipa etc, que reclamam faltar dinheiro para formar atletas, não batem à porta dessa entidade?</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P><B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>Tudo em casa</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P></B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>E</FONT></STRONG>m 2008, a ONG Bola pra frente, de Jaguariúna (SP), foi a terceira instituição privada sem fins lucrativos que mais recebeu recursos do Ministério do Esporte: espetaculares R$ 8,5 milhões. Tanto dinheiro até passaria despercebido, não fosse por um detalhe: a Bola pra frente é dirigida pela ex-jogadora de basquete Karina Valéria Rodrigues, vereadora de Jaguariúna pelo PCdoB, mesmo partido do ministro do Esporte, Orlando Silva.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>O</STRONG></FONT>u seja, o ministro injetou recursos na ONG da candidata de seu partido, que conseguiu se eleger com apenas 642 votos, num eleitorado de 28 mil pessoas. Para confirmar a doação, em abril de 2008 o ministro Orlando Silva foi a Jaguariúna, onde fez uma festa com políticos da região e, claro, com a candidata Karina.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P><B></B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>C</STRONG></FONT>omo se vê, há fartura de fontes — loterias federais, Bolsa Atleta, Lei de Incentivo ao Esporte, estatais (Banco do Brasil, Caixa, Correios, Petrobras, Infraero e Eletrobrás) — e de pedintes. Porque isso é o que são, pedintes, enquanto não tivermos definida uma política de esportes. Todos falam, reclamam e choram. No fim das contas, todos recebem, mas ninguém se entende, porque no meio da gritaria querem mais.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P><B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>Exemplo oportuno</FONT></P></B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>F</STRONG></FONT>requentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva descarta o terceiro mandato. "A renovação de dirigentes é saudável para a democracia, ensina, do alto de sua sabedoria política. Seria muito bom que os cartolas que se perpetuam no poder das confederações esportivas aprendessem essa didática lição, vinda de quem nem sequer teve escola superior. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>P</STRONG></FONT>ara não ficar no esquecimento: em 2000, o presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes, declarou que em pouco tempo passaria o seu cargo para o vitorioso nadador Gustavo Borges. "Ele (Gustavo) está preparado para ser presidente da confederação", disse o dirigente. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>L</FONT></STRONG>á se vão nove anos daquela declaração, e Coaracy se mantém no cargo. E, depois de 20 anos no poder, já anuncia que concorrerá a mais um mandato na CBDA. A democracia do esp</FONT><A name=Save1></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>orte não é a mesma defendida por Lula. </FONT></P></FONT>
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		<title><![CDATA[Reportagem reveladora]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=31473</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
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		<P><FONT size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=4>&nbsp;<STRONG>&nbsp;&nbsp;<FONT size=6>&nbsp; </FONT></STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=6><STRONG>A</STRONG></FONT> reportagem "Brasil Olímpico", da ESPN Brasil, no sábado à noite, revela o lado triste do esporte. E confirma o que temos escrito exaustivamente: não faltam recursos para o esporte, falta gestão. E acabou, de uma vez por todas com a história de que eventos como o Pan-Americano realizado no Rio de Janeiro deixam legados para a cidade. Ficaram dívidas, dúvidas e indignação da população, como mostrou a reportagem. </FONT></FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; Foi um trabalho de&nbsp;de fôlego&nbsp;que contou, quem sabe pela primeira vez na história da imprensa esportiva brasileira, com desabafos de atletas consagrados, como o nadador César Ciello. Aos poucos - e com coragem - vai acabando o medo de atleta enfrentar cartola. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; É preciso, urgentemente, que o governo federal, maior financiador do esporte de rendimento, comece a opinar, também, na destinação dos recursos. Não o opinar pelo opinar, mas que isso ocorra com base em definição de metas e prioridades, o que historicamente nos falta. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp; </FONT></P>
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		<title><![CDATA[O negócio é gritar]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=31240</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=6></FONT>&nbsp;</P></B> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG><FONT size=7>&nbsp; A</FONT></STRONG> criação do Conselho de Clubes Formadores de Atletas, hoje, em São Paulo, é mais uma instituição que se agrupará à desordenada estrutura do esporte brasileiro.&nbsp;</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>A</STRONG> falta de uma política para o setor e a tímida gerência do Ministério do Esporte contribuem para essas manifestações em separado. São atos que&nbsp;tumultuam o já complicado setor e não&nbsp;contribuem para encontrar soluções efetivas ao uso dos fartos recursos públicos. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>H</STRONG>á bom tempo &nbsp;dinheiro federal sustenta exclusivamente a elite do esporte. Mas a verba esgota-se nas confederações esportivas e nem sequer chegam às federações estaduais</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp; P</STRONG>or isso, o<STRONG>&nbsp;</STRONG>pleito dos presidentes de clubes é legítimo, mas&nbsp;conduzido na forma de&nbsp;confronto é&nbsp;péssimo para um país que tem pretensões olímpicas.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG>N</STRONG>a segunda-feira, vésperas da reunião de São Paulo que culminou com a criação do Conselho, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, agitou a bandeira branca da paz, um&nbsp;tímido convite para o diálogo. Alertou, inclusive, que "esporte não briga com o esporte", uma tremenda bobagem que foi ignorada, claro. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>N</STRONG>a prática, os dirigentes dos clubes querem dinheiro da Lei Agnelo Piva (nº 10.261/2001) — 2% do que as loterias federais arrecadam são repassados aos comitês Olímpico e Paraolímpico — e fazem o pedido no grito, no confronto, oito anos depois de vigência da tal lei. Acordaram tarde...</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>D</STRONG>e outro lado, o COB, atingido por dezenas de denúncias de irregularidades nas contas dos Jogos Pan-Americanos, agravado pela fartura de dinheiro — R$ 100 milhões do orçamento federal — para uma arriscada candidatura às Olimpíadas de 2016, vê a sua imagem se desgastar publicamente. As pressões, diárias, são agora de uma oposição bem definida. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>P</STRONG>residente do Flamengo, time de fortíssimo apelo de marketing, ex-deputado federal com trânsito no Congresso Nacional, e apoio de dirigentes de históricos clubes — Pinheiros, Sogipa, Minas Tênis etc — Márcio Braga sabe que o momento é&nbsp;para gritar. E fará isso no Congresso Nacional que terá, com certeza, que rever a Lei Agnelo Piva (nº 10.261/2001), que há oito anos é uma das fontes de sustentação do esporte. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><STRONG>F</STRONG>ora a gritaria e lobi, o Conselho de Clubes Formadores de Atletas não terá mais nada a fazer. O risco maior é que qualquer mudança que venha a ocorrer na legislação será mais por pressão de grupos antagônicos do que por projetos e prioridades fixados nacionalmente. As emendas&nbsp;serão piores que a propostas. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>E</STRONG> tudo isso ocorre porque o Ministério do Esporte é omisso em suas principais funções ao não definir uma política setorial. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>H</STRONG>á muito, as fontes de recursos públicos são tantos e tão fartos que o esporte no Brasil pode ser definido como estatizado. Mas sem a mínima interferência da União na fixação de metas, objetivos ou prioridades. A generosa doação não tem qualquer exigência de retorno. </FONT></P>
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		<title><![CDATA["Um museu de grandes novidades"]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=31163</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT><FONT size=6><STRONG> </STRONG></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><FONT size=6><STRONG>E</STRONG></FONT>m entrevista a uma emissora carioca, ontem, a ginasta olímpica, Jade Barbosa, voltou a criticar a falta de profissionalismo nas relações entre atletas, clubes, dirigentes e técnicos. A entrevista, em tom de desabafo, retrata a realidade que não pode ser ignorada. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;<STRONG> 1.</STRONG> - Jade&nbsp;tem contrato com o Flamengo, mas em 2008 o clube nunca honrou o compromisso financeiro com a ginasta;</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp; <STRONG>2.</STRONG> - Com séria lesão na&nbsp;mão,&nbsp;a gravidade do mal foi escondida de Jade, para que ela não ficasse fora dos Jogos de Pequim. Ou seja, competiu iludida, no sacrifício.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp; <STRONG>3.</STRONG> -&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>Finalmente: a&nbsp;Confederação Brasileira de Ginástica e o Comitê Olímpico Brasileiro não se manifestaram para apoiar a atleta em suas necessidades para se recuperar. A aproximação&nbsp;ocorre só no momento em que há pódios e glórias, quando o atleta é usado para exaltar&nbsp;a gestão dos cartolas.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Por tudo isso, é oportuno&nbsp;publicar o que escrevei em setembro do ano passado, na coluna Jogo Aberto, aqui no Correio Braziliense.&nbsp;O texto continua atual. </FONT><FONT face=Verdana size=5>Confiram:</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5><STRONG><EM>"Eu vejo o futuro repetir o passado"</EM></STRONG></FONT></P> <P><STRONG><EM><FONT face=Verdana size=5></FONT></EM></STRONG>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5><FONT face=Utopia size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>L</STRONG></FONT>ogo após as Olimpíadas de Pequim, a principal ginasta do país, Jade Barbosa, revelou o seu desentendimento com a Confederação Brasileira de Ginasta (CBG). Seu pai e empresário, César, denunciou dificuldades para encontrar patrocínios. Além disso, recusou os R$ 350 mensais que a confederação ofereceu a Jade. A diretoria da confederação contestou os números, mas não ofereceu informações diferentes. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5>&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>S</STRONG></FONT>em entrar no mérito dos valores, a discussão é maior. Primeiro, porque revela a desordem de uma das mais prestigiadas entidades do esporte nacional, a Confederação de Ginástica, que deixa a sua principal atleta exposta a uma situação dessas, em plena disputa da medalha olímpica. Segundo, porque o esporte olímpico brasileiro não é mais uma atividade miserável, como até o início desta década. Debater salários de R$ 350 para uma atleta de pódio mundial é ridículo e vergonhoso.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>H</STRONG></FONT>á muito beneficiado por milionários recursos públicos e de estatais, é difícil entender – e aceitar – que as confederações esportivas ainda tenham relações tão mesquinhas e suspeitas com seus atletas. Há poucos dias, a primeira mulher a ganhar medalha olímpica para o Brasil, a judoca Ketley Quadros, disse que sobrevive com salário de R$ 1.500,00. Patrocínio? Nem pensar.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>O</FONT></STRONG> atirador Rodrigo Bastos, medalha de prata no Pan-Americano do Rio de Janeiro, também revelou que, desestimulado, não competiu para tentar vaga em Pequim. E isso ocorreu, segundo ele, porque o patrocínio acordado em 2007 com o apoio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) não evoluiu.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>P</FONT></STRONG>elo mesmo caminho – falta de patrocínio – esvaiu-se o paranaense Diogo Silva, do taekwondo, ouro no Pan de 2007. À época do valorizado pódio, exibidas à luz de poderosos holofotes, a cartolagem não poupava promessas. E só às vésperas de outra competição grandiosa, como as olimpíadas, surgiu a realidade, já sem a euforia de antes, mas com tristeza de quem viu seus projetos de atletas frustrados. Ousar a se opor e denunciar o autoritarismo que domina na cúpula do esporte é coisa raríssima entre nossos atletas.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>N</FONT></STRONG>o outro extremo dessa relação está o patrocinador. Depois do sucesso da parceria do Banco do Brasil com o vôlei, as demais estatais – Correios, Caixa, Eletrobras, Infraero e Petrobras – entraram em campo e destinam boa parte de seus recursos publicitários para investir em confederações cujos atletas têm resultados e oferecem bom retorno de mídia. Só no ano passado, essas seis estatais aplicaram cerca de R$ 300 milhões.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>A</STRONG></FONT>lém disso, as loterias federais têm sido as grandes financiadoras do esporte, repassando aos comitês Olímpico e Paraolímpico verbas que são redistribuídas às confederações. Em </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>2007, só o COB recebeu R$ 84 milhões (foram R$ 93 milhões, em 2008), dinheiro que permite planejamento de investimentos nos atletas com folga. Por isso, surpreende que a Confederação Brasileira de Ginástica ofereça a miserável quantia de R$ 350 à sua mais valorizada ginasta. Qual o critério usado para tal avaliação? </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG>U</STRONG></FONT>m dos critérios que é público para um atleta receber recursos de sua confederação é exibir resultados. O dinheiro é proporcional ao nível do pódio conquistado. Mas, se por um motivo ou outro – como contusão, por exemplo – um determinado atleta ficar for a de uma competição, a desgraça é iminente, pois o valor de sua bolsa é reduzido imediatamente. É um erro esse comportamento, pois justamente quando mais precisa de recursos para se recuperar o atleta perde a sua mesada. </FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>E</FONT></STRONG>sses fatos, somados a tantos outros que temos conhecimento, mostram como o atleta brasileiro, em particular, ainda é escravo de um sistema dirigido por uma elite que se tornou dona do poder. E, amparada por legislação que lhe interessa, ali permanece insubstituível. São cartolas que agem soberanos, como se apenas eles fossem capazes de atuar corretamente. Como se fossem os únicos com boas intenções, com idéias, enfim.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=5><STRONG>O mais forte e o mais frágil</STRONG></FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>N</FONT></STRONG>a pirâmide do esporte, a base de sustentação desse bilionário sistema, mundo afora, é formada pelo atleta. É ele o ser único, indispensável e insubstituível que movimenta toda a máquina, treinando ou competindo. É a sua imagem vitoriosa que interessa ao sistema de marketing, outro poder, de olho firme no desempenho de seu patrocinado.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>D</FONT></STRONG>e que adiantariam recursos financeiros sem competidores? Seria ridículo ter recursos, eventos e cartolas se faltasse quem transformasse as competições em produtos vendáveis e rentáveis. O atleta, enfim, é o ente mais forte nessa cadeia. Mas se revela o mais frágil nas relações com o poder. E nem sequer ele faz força para ali interferir ou tentar fazer chegar a sua opinião. O atleta teme confrontar a elite dirigente. E essa omissão interessa ao sistema de perpetuação dos poderosos. Isso é histórico em vários setores deste país. Tão histórico que está em "O tempo não pára", do indignado poeta-político Cazuza:</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><EM>"Eu vejo o futuro repetir o passado. Eu vejo um museu de grandes novidades..."</EM></FONT></P></FONT></FONT> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><EM></EM></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Caros leitores]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22960</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN class=txttexto1><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face=Tahoma color=#333333>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN class=txttexto1><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT color=#333333><FONT face=Tahoma>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=5><STRONG>P</STRONG></FONT>or determinação médica, me afastarei temporariamente do trabalho.&nbsp;</FONT></FONT></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN class=txttexto1><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT color=#333333><FONT face=Tahoma>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><FONT color=#333333><FONT face=Tahoma><SPAN class=txttexto1><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Será um&nbsp;tempo suficiente para renovar as baterias. Antes dessa rápida saída, deixo a notícia abaixo, que captei no site</SPAN></SPAN><SPAN class=txttexto1><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"> www.maquinadoesporte.com.br</SPAN></I></SPAN><SPAN class=txttexto1><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p></o:p></SPAN></SPAN></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN class=txttexto1><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT face=Tahoma color=#333333>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN class=txttexto1><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: red"><FONT face=Tahoma>Futebol e eleição<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN class=txttexto1><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT face=Tahoma color=#333333>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN class=txttexto1><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT color=#333333><FONT face=Tahoma><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Com mais de dez mil votos, o atacante Túlio Maravilha (PMDB), artilheiro da Série B do Campeonato Brasileiro pelo Vila Nova, foi eleito para vereador, <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Goiânia. O">em Goiânia. O</st1:PersonName> feito, no entanto, é das raras exceções entre os atletas e representantes do esporte que tentaram a sorte nas eleições municipais de 2008. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><BR><BR><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><st1:PersonName w:st="on" ProductID="Em São Paulo"><SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt">Em São Paulo</SPAN></SPAN></st1:PersonName><SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt">, dos oito candidatos da bancada esportiva, apenas o ex-judoca Aurélio Miguel (PR) e Marco Aurélio Cunha (DEM), diretor de futebol do São Paulo, conseguiram uma cadeira na Câmara paulista com, respectivamente, 50.804 e 30.421 votos. <o:p></o:p></SPAN></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><BR><BR><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt">Os ex-jogadores do Corinthians Dinei (PDT), Wladimir (PCdoB), Ataliba (PTN) e Baltazar (PSOL), além de Maurício Cafu (PR), irmão do lateral campeão do mundo em 1994 e 2002, e de Ademir da Guia, ídolo do Palmeiras, "fracassaram" no pleito. <o:p></o:p></SPAN></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><BR><BR><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt">No Rio, com 21.140 votos, os cariocas reelegeram a ex-nadadora do Flamengo Patrícia Amorim (PSDB) para a função de vereadora. <o:p></o:p></SPAN></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><BR><BR><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt">Jairzinho Furacão (PCdoB), ex-Flamengo e tricampeão na Copa do México (1970); Maurício, ex-Botafogo; Pinheiro, segurança do Flamengo, e Geraldo Bernardes, ex-técnico da seleção brasileira de judô não se elegeram. </SPAN></SPAN><BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><st1:PersonName w:st="on" ProductID="Em Belo Horizonte">Em<SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt"> Belo Horizonte</SPAN></SPAN></st1:PersonName><SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt">, Reinaldo, ídolo do Atlético Mineiro, ficou com 6.445 votos e não foi reeleito. Em contrapartida, o repórter esportivo da rádio Itatiaia, João Vitor Xavier, recebeu 6.504 votos e ficou com a cadeira. </SPAN></SPAN><BR><BR><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>Em<SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt"> Recife, Mauro Shampoo (ex-Íbis), Ozir Ramos (presidente do Íbis) e o árbitro Wilson de Souza de Mendonça, <SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp; </SPAN>não conseguiram uma vaga na Câmara. </SPAN></SPAN><BR><BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>Já em <SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt">Belém, o ex-jogador Vandick Lima, que jogou pelo Flamengo há 20 anos, foi eleito com 9.835 votos. Beijoca do Bahia, conseguiu uma vaga na Câmara de Salvador (3.278 votos). Natal, por sua vez, terá o ex-pugilista Adenúbio Melo - eleito com 5.791 votos - como seu representante. <o:p></o:p></SPAN></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><BR><BR><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><st1:PersonName w:st="on" ProductID="Em Porto Alegre"><SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt">Em Porto Alegre</SPAN></SPAN></st1:PersonName><SPAN class=txttexto1><SPAN style="mso-ansi-font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-size: 14.0pt">, o ídolo eleito foi Tarciso Flecha Negra, campeão mundial com o Grêmio, em 1983. O ex-jogador recebeu 6.323 votos.</SPAN></SPAN><o:p></o:p></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O ranking da perpetuação]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22784</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><STRONG>&nbsp;&nbsp;</STRONG></FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT size=5><STRONG>D</STRONG></FONT>epois de longa pesquisa (ainda bem que existe o Google), muitos minutos&nbsp;de telefonemas para&nbsp;colegas de todo o Brasil, dezenas de emails trocados e outro tanto de sites esportivos visitados, conclui&nbsp;o ranking dos dirigentes que&nbsp;se mantêm no cargo por mais tempo. </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; O trabalho foi realizado a propósito de mais uma recondução de Carlos Arthur Nuzman à presidência do Comitê Olímpico Brasileiro.</FONT></SPAN></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Conclusão: os cartolas são intocáveis. Eles ocupam as cadeiras do poder por até 21 anos&nbsp; - cinco ciclos olímpicos. A maioria, mesmo sem mostrar resultados, não abre espaço para que novas mentalidades possam tentar mudar o rumo da mesmice. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>Pior: o esporte, citado em teoria como forte instrumento de formação educacional, se torna, com as longas reeleições, exemplo de como não se praticar a saudável democracia. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT color=#ff0000><STRONG>Os donos do poder</STRONG></FONT></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT color=#ff0000><STRONG><o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Roberto Gesta de Melo<o:p></o:p></FONT></FONT></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Confederação de Atletismo</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>1ª eleição: 1987</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt"></FONT><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>21 ANOS</FONT></SPAN></I></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1"></SPAN></FONT></FONT></I><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><U></U></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><U></U></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>Yong Min Kim<o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Confederação de Taekwondo</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>1ª eleição: 1987</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;</SPAN>21 ANOS </FONT></FONT></I></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><EM><FONT face=Verdana size=4></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 35.4pt 70.8pt 106.2pt 133.5pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 35.4pt 70.8pt 106.2pt 133.5pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</STRONG></SPAN><STRONG>Coaracy Nunes<SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Natação</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1988</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>20 ANOS </FONT></FONT></I></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><o:p></o:p></FONT></FONT></I>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><STRONG>João Tomasini<o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Canoagem</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1989</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal">19 ANOS </I></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><o:p></o:p></I></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></I></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</STRONG></SPAN><STRONG>Ricardo Teixeira<o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Futebol</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1989</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal">19 ANOS </I></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><o:p></o:p></I></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</STRONG></SPAN><STRONG>Jorge Otsuka<o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Beisebol</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1990</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>18 ANOS </FONT></FONT></I></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><o:p></o:p></FONT></FONT></I>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></I></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG>&nbsp;</STRONG></SPAN><STRONG>Vicélia Florenzano<o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Ginástica</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1991</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><EM>17 ANOS </EM></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</STRONG></SPAN><STRONG>Rodney Araújo<o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Remo</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1991</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal">17 ANOS </I></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><o:p></o:p></I></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><STRONG>Arthur Ribeiro<o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>Confederação de Esgrima</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>1ª eleição: 1992</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>16 ANOS <o:p></o:p></FONT></FONT></I></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><STRONG>Manoel Luiz Oliveira<o:p></o:p></STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>Confederação de Handebol</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1992</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<EM>&nbsp;&nbsp;</EM></SPAN><EM>16&nbsp;ANOS</EM></FONT></FONT><SPAN style="mso-tab-count: 1"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="mso-tab-count: 1"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG>&nbsp;</STRONG></SPAN><STRONG>Alaor Azevedo</STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Tênis de Mesa</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1997</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><EM>11&nbsp;ANOS</EM></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</STRONG></SPAN><STRONG>Ary Graça Filho</STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Vôlei</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1997</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><EM>11 ANOS</EM></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><EM><FONT face=Verdana size=4></FONT></EM><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG>&nbsp;&nbsp;</STRONG></SPAN></FONT></FONT><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>Gerasime Bozikis</STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Basquete</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1997</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><EM>11 ANOS&nbsp; </EM></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><EM><FONT face=Verdana size=4></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><EM><FONT face=Verdana size=4></FONT></EM><EM><FONT face=Verdana size=4></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Verdana size=4><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </EM><STRONG>Carlos Alberto Fróes</STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>Confederação de Triatlo</EM></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>1ª eleição: 1999</EM></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN>9 ANOS</EM></FONT></FONT></P></FONT>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Os presidentes das demais confederações estão cumprindo mandatos que alcançam, até agora, oito anos de poder, no máximo.</FONT> </P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A democracia dos espertos]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22733</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<FONT size=6><STRONG>E</STRONG></FONT>m silêncio, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro,Carlos Arthur Nuzman foi aclamado na quinta-feira&nbsp;para mais quatro anos à frente da entidade.&nbsp;No cargo desde 1995, ele vai para o quarto mandato consecutivo.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; Mas por que&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>uma assembléia é&nbsp;realizada sem divulgação? Se ainda houvesse uma ameaça&nbsp;de oposição...&nbsp;Mas não. Nenhuma. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; Nuzman é homem forte do olimpismo porque tem a caneta na mão. É com ela que são aprovados ou não os projetos das confederações para uso de recursos públicos. Só esse poder já é o suficiente para intimidar qualquer oposição. Há medo de represálias, revelou um dirigente, conforme a imprensa paulista. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; Nuzman repete a prática de nossas entidades esportivas, que consagraram as perpetuações dos dirigentes. Há casos, como o da Confederação de Atletismo, em que o presidente, Roberto Gesta de Melo, está há 20 anos no poder. Coaracy Nunes, da Natação, preside a confederação há 18 anos. E por aí vai.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; As raríssimas mudanças de cartolas&nbsp;foram mais por crises financeiras do que pela prática do voto democrático em chapa concorrente. É o caso de Joaquim Mamede, do Judô, e Nelson Nastás, do Tênis, que saíram acusados de várias irregularidades financeiras. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>Inacreditável</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#000000 size=4>&nbsp;&nbsp; Porém, o mais inacreditável nesse processo que reelegeu Carlos Nuzman foi a manifestação do presidente da CBF, Ricardo Teixeira. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; Um dos 10 homens mais poderosos do Brasil na atualidade&nbsp;&nbsp; - ele decidirá os locais&nbsp;da 12 ou 14 sub-sedes da Copa de 2014 -&nbsp;&nbsp;&nbsp; criticou a apressada&nbsp;convocação do COB para a assembléia de quinta-feira e não reconheceu a eleição.&nbsp;</FONT><FONT face=Verdana size=4>Logo ele, Ricardo Teixeira, no poder&nbsp;desde 1989? </FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É bom lembar que ao ser reeleito em 2007, Ricardo Teixeira deveria permanecer no comando da CBF até 2012. Mas, numa manobra típica de cartola esperto, conseguiu que a assembléia garantisse sua permanência no cargo até 2015. Ele alegou que a Copa do Mundo não poderia sofrer continuidade em sua gestão. Que bela desculpa!!!</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ou seja, fraudou-se escancaradamente o estatuto da CBF, com a plena concordância da assembléia e, pior, na presença do ministro do Esporte, Orlando Silva, que compareceu à reunião.&nbsp;Foi um ato de ilegalidade oficializada pelo Poder central da República. Que tal? </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>Enquanto isso...</STRONG></FONT></P>
<P><STRONG><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>&nbsp;</STRONG><FONT color=#000000> Observem&nbsp;o que diz o parágrafo nove do Art. 14 da Constituição&nbsp; - sobre direitos políticos: </FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT color=#000000>“Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação, a fim de proteger a <EM>probidade administrativa, a moralidade para exercício de mandato, considerada a vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade </EM></FONT><EM>das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta."&nbsp; </EM>(os grifos são do blog)</FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp; Diante das dezenas de irregularidades&nbsp;que duas Comissões de Inquérito (Câmara e Senado)&nbsp; apuraram,</FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18755/dc1ca26a3b16478dff987948ccce55b8.jpg"></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;o Senhor Ricardo Teixeira tem probridade administrativa e moralidade para exercer o mandato? E, no mínimo, questionar a lisura de uma eleição? </FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp; No entanto, a Constituição fixou normas para os políticos&nbsp;que ocupam cargos nos poderes da República,&nbsp;e não os esportivos. Lamentavelmente.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT color=#ff0000><STRONG>Crise</STRONG></FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT color=#000000>&nbsp;&nbsp; As críticas de Ricardo Teixeira a Carlos Arthur Nuzman agravam as relações entre as duas entidades máximas do nosso esporte, CBF e COB. </FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp; O desentendimento entre os dois é antigo e ganhou novo capítulo nos Jogos de Pequim. No evento, a CBF foi pressionada pelo COB para retirar o escudo das camisas das seleções masculina e feminina. Segundo Nuzman, o uso da camisa oficial prejudicaria a campanha do Rio para sediar as Olimpíadas de 2016.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse conflito de cartolas não é exclusivo do Brasil. Fifa e Comitê Olímpico Internacional também debatem, há muito sobre a permanência do futebol em olimpíadas. O principal problema é a que a Fifa não admite aumentar a idade dos jogadores (sub 23) sob pena de criar uma outra Copa do Mundo, o que tornaria esse evento praticamente bianual. </P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp; O assunto ainda renderá, aqui e no exterior. Mas, no Brasil, estamos diante de um caso raro: a briga de poderosos cartolas. </P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </P>
<P>&nbsp;</P>
<P></FONT></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Festejar o quê?]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22727</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P align=center><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=6><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P align=center><STRONG><FONT face=Verdana size=6></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18755/4bd74460bd8d1b6cfbfa4bff5a420dcc.jpg"></P>
<P align=center>&nbsp;</P>
<P align=left><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><FONT size=5><STRONG>&nbsp;&nbsp; A</STRONG></FONT> Constituição Federal completa 20 anos. E seu artigo 217, (do Desporto) é uma bela lembrança ficcional. Diz assim:</FONT></P>
<P align=left><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P align=left><FONT size=4><FONT face=Verdana>&nbsp;&nbsp;<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> "A</FONT></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">rt. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais, como direito de cada um, observados:</FONT></FONT></P>
<P align=left><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<DIV id=art>
<P><A name=217I></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4><STRONG>I -</STRONG> a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;</FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4><STRONG>II -</STRONG> a destinação de recursos públicos para a promoção prioritária do desporto educacional e, em casos específicos, para a do desporto de alto rendimento; ..."</FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><STRONG>Analisando:</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4><STRONG>I -</STRONG> A autonomia institucional das entidades desportivas está garantida, graças a Deus.&nbsp;Mas a autonomia financeira não foi alcançada em duas décadas.&nbsp;Confederações, federações e clubes continuam extremamente dependentes dos cofres públicos. </FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><STRONG>II -</STRONG> a destinação de recursos públicos, prioritariamente, para o desporto educacional&nbsp;não ocorre.&nbsp;Nesse e em tantos outros artigos a Constituição não é respeitada. Sob esse aspecto, o aniversário da lei máxima é uma triste lembrança. &nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P></DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Gestões obscuras]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22717</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp;<FONT face=Verdana size=4>&nbsp;<FONT size=5><STRONG>F</STRONG></FONT>onte de cultura e pesquisa, a&nbsp;estrutura acadêmcia-universitária&nbsp;deve ser&nbsp;referência&nbsp;para que o futebol brasileiro se destaque, também, pela administração clubística. Há uma boa dose de entusiasmo nisso, mas&nbsp;não podemos fugir do assunto.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp; Uma dessas contribuições vem, por exemplo, da UnB, que encerra hoje a sua </FONT><FONT face=Verdana size=4><EM>1ª Jornada&nbsp;Brasiliense sobre Gestão de Clubes de Futebol</EM>. Em três dias, dirigentes locais foram à Faculdade de Educação Física expor e debater sobre o tema, junto a professores universitários. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Afinal, é na academia que se estruturam as modernas teses da administração, do marketing, da economia, do planejamento, enfim.&nbsp;Esses e tantos outros recursos do esporte profissional não podem mais ser ignorados pela entidades que dirigem o futebol, a partir dos clubes, claro.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P><FONT face=Verdana size=4>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; Nesse aspecto, os europeus são mestres, a partir do momento em que começaram a tratar o futebol&nbsp;como&nbsp;espetáculo de emoções&nbsp;e,por isso,&nbsp;de expressivo valor econômico. </FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;</FONT></FONT></FONT><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>&nbsp;&nbsp;Enquanto isso...</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#000000 size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Mesmo sem ter participado da Jornada de Gestão do Futebol, o repórter Roberto Naves dá oportuna contribuição ao assunto, na coluna Bate-pronto, edição de hoje do Correio Braziliense. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Naves comenta sobre a "conturbada eleição" no Gama, que tem em Wagner Marques o comandante de fato.&nbsp;"Uma votação tão secreta que ninguém fala sobre o assunto e nem o site oficial do clube divulga uma linha sequer sobre a data".</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse não é um caso isolado em nosso futebol. Mas o Gama tem algumas características que precisam ser esclarecidas. Afinal, que tipo de sociedade é esse clube de futebol? De&nbsp;</FONT><FONT face=Verdana size=4>quem é o&nbsp;</FONT><FONT face=Verdana size=4>seu patrimônio?&nbsp;da própria instituição ou de Wagner Marques?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na Jornada de Getão do Futebol, Wagner Marques declarou que o Centro de Treinamento do Gama é um investimento seu, em área própria.Ou seja, não pertence ao clube.&nbsp;O próprio estádio que será reinaugurado em outubro pertence ao GDF, que se&nbsp;encarregará de sua administração. Então, em termos de patrimônio físico o que tem a Sociedade Esportiva do Gama?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; Resta saber&nbsp; - e esse é o ponto difícil -&nbsp; a quem pertencem os jogadores que vestem a camisa do Gama na Série B do Brasileirão: ao Gama ou ao empresário Wagner Marques? Quem sabe,&nbsp;seja essa a carta de valor que Wagner tem escondida para se manter à frente do clube: é o dono do principal patrimônio, os jogadores. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp; &nbsp;São assuntos, enfim, que passam pela gestão do futebol. No caso de Brasília, ainda de forma muito obscura, tanto no Gama quanto no Brasiliense. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Desculpas do cartola]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22589</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=5><STRONG>C</STRONG></FONT>omeçou hoje e termina na sexta-feira, com ótima frequência,&nbsp;a 1ª Jornada Brasiliense sobre Gestão de Clubes de Futebol. A iniciativa é do professor Paulo Henrique Azevedo, da Universidade de Brasília. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp; &nbsp;&nbsp; Nas apresentações de ontem, dois dirigentes exibiram as histórias e evoluções de seus times e respectivas dificuldades para desenvolver o esporte na cidade: Márcio Heuser, do CFZ, e Wagner Marques, superintendente do Gama.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não há como fugir a esse debate, pois o que mais se carece no Brasil, como um todo, e em Brasília, em particular, é de gestão esportiva. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mesmo&nbsp;pentacampeão mundial, "o país do futebol" é amador na administração esportiva e na gestão desse milionário negócio, intimamente vinculado à alma nacional. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A apresentação de Wagner Marques foi nessa linha: amadorismo. Mas tão amador&nbsp;que o cartola continua culpando o Correio Braziliense pelo fracasso de seu time. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>Realidade</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;"Chorar" é próprio dos dirigentes. Por mais que recebam, sem dar retorno, reclamam que nada tem. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ontem mesmo, Wagner admitiu que ainda não se candidatou aos recursos da Lei de Incentivo ao Esporte porque depende de certidões negativas, que o fisco (Receita Federal, INSS ou FGTS) não libera. Há muito tempo enfrenta esse problema.&nbsp;Culpa da imprensa?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mais: este ano, segundo o mesmo cartola, o Gama não recebeu um só centavo do patrocinador, o Banco de Brasília. Motivo: faltam as tais certidões negativas. Portanto, a gestão do Gama é isso. De negativa em negativa não consegue chegar às verbas que precisa. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como não quer se penitenciar pela má administração que realiza (contratação de jogadores e técnicos), </FONT><FONT face=Verdana size=4>é mais fácil culpar jornalistas. Nesse aspecto, Wagner não evoluiu como gestor. Pior: em nada contribuiu para engrandecer o oportuno evento da Faculdade de Educação Física da UnB.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#cc0000 size=4><STRONG>Não perca</STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp;<FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp; A 1ª Jornada</FONT><FONT face=Verdana> Brasiliense sobre Gestão de Clubes de Futebol continua hoje, às 14h, no auditório da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília. </FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Mais transparência, senhores]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22549</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>S</STRONG>abe-se, agora, que o Comitê Organizador do Pan-2007 prestou contas das verbas recebidas. Nada mais do que a sua obrigação, mas até agora ninguém&nbsp;havia falado sobre isso. &nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; Porque o silêncio? Porque não não fazer&nbsp;isso de forma aberta, exibindo à imprensa a tal prestação de contas, já que se tratava de dinheiro público? </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Porque esconder essa informação e só agora divulgá-la, de forma limitadíssima,&nbsp;depois de ser torpedeado pelas dezenas de irregularidades constatadas pelo Tribunal de Contas da União?</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; Tentei conseguir cópia do tal&nbsp;relatório do COB. Em vão.&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, fica a&nbsp;certeza:&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;falta transparência às contas&nbsp;olímpicas. Tais prestações de contas de dinheiro público não podem ficar restritas a&nbsp;fechadíssimos ciclos, como o&nbsp;Ministério do Esporte,&nbsp;o único que foi responsabilizado pelas irregularidades nas contas do Pan.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Desculpem o atraso]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22546</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;O Comitê Olímpico Brasileiro divulgou, na sexta-feira, a seguinte nota: </FONT></P>
<P><STRONG><FONT face=Verdana size=5></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN><FONT size=5><STRONG>D</STRONG></FONT>iante de notícias publicadas nos últimos dias na imprensa, o Comitê Organizador Rio 2007 (CO-RIO) vem a público esclarecer:</SPAN></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN></SPAN><?XML:NAMESPACE PREFIX = O /><O:P></O:P></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN>1 - O CO-RIO prestou conta de todos os recursos públicos que recebeu para a organização dos Jogos Pan-americanos Rio 2007. O mesmo acontece com o Comitê Olímpico Brasileiro em relação aos recursos públicos que recebe.&nbsp;&nbsp; </SPAN></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN></SPAN><O:P></O:P></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN>&nbsp;</SPAN><SPAN>2 - Sobre os 31 dardos e 90 varas citados nas matérias, o material já foi entregue à Confederação Brasileira de Atletismo para o fomento das provas de arremesso de dardo e de salto com vara. </SPAN></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN></SPAN><O:P></O:P></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN>&nbsp;</SPAN><SPAN>3 - </SPAN><SPAN>Competições como os Jogos Olímpicos e os Jogos Pan-americanos exigem que os atletas e oficiais estejam concentrados em um mesmo local, no caso a Vila Olímpica e a Vila Pan-americana. As Vilas precisam de capacidade para hospedar simultaneamente milhares de pessoas e contar com serviços&nbsp;específicos&nbsp;de segurança, alimentação e até transporte para os participantes dos Jogos. Por isso,&nbsp;um hotel não pode fazer o papel de uma Vila Pan-americana nem Vila Olímpica. Daí&nbsp;a comparação do custo da diária da Vila com um hotel ser indevida, pois comparam realidades, tipos e níveis de serviço totalmente distintos.</SPAN></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN></SPAN><O:P></O:P></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN>4 - É importante lembrar ainda que&nbsp;a Vila Pan-americana do Rio 2007 funcionou num condomínio de edifícios, cujos apartamentos foram vendidos pela construtora ao público e o pagamento do&nbsp;financiamento contraído pelos compradores será revertido aos cofres da Caixa Econômica Federal, que&nbsp;financiou a obra. Adicionalmente é importante ressalvar que parte dos investimentos governamentais relativos à Vila Pan-americana foi direcionada para obras de infra-estrutura em vias públicas e para a construção de uma unidade de tratamento de rio. </SPAN></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN></SPAN><O:P></O:P></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN>5 -&nbsp;Em competições como os Jogos Olímpicos e os Jogos Pan-americanos,&nbsp;o Comitê Organizador precisa oferecer aos atletas e oficiais&nbsp;uma alimentação especial,&nbsp;variada, balanceada e disponível 24 horas,&nbsp;contemplando café da manhã, almoço, lanche e jantar. Essa operação&nbsp;demanda a montagem de uma grande estrutura temporária dentro da Vila, com capacidade de fornecimento industrial das refeições, observando-se todas as necessidades específicas dos Jogos.&nbsp; Daí não ser possível comparar os custos diários de alimentação de atletas e oficiais com outras situações fora do ambiente da Vila Pan-americana. </SPAN></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN></SPAN><O:P></O:P></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN>6 – O CO-RIO aproveita a oportunidade para ratificar o sucesso de organização dos Jogos Pan e Parapan-americanos Rio 2007, fato este ressaltado por todas as entidades internacionais ligadas ao evento.&nbsp;O RIO 2007 e a sua organização seguiram&nbsp;as melhores práticas internacionais de grandes eventos multiesportivos, tendo sido considerado publicamente pela comunidade esportiva internacional como os “melhores Jogos da história”.</SPAN></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN></SPAN><O:P></O:P></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN>7 – É importante ressaltar que para o planejamento dos Jogos, o CO-RIO contou com&nbsp; a consultoria de especialistas internacionais na organização de Jogos Olímpicos. Durante os cinco anos de preparação do Rio 2007, o trabalho do CO-RIO foi acompanhado de perto pelas entidades internacionais donas do evento, que realizaram diversas visitas de inspeção ao Rio de Janeiro. Todo o trabalho do CO-RIO foi integralmente aprovado e hoje é considerado modelo para a organização deste tipo de evento, o que foi ratificado pelo Comitê Olímpico Internacional com a escolha do Rio de Janeiro como cidade candidata aos Jogos Olímpicos de 2016. </SPAN></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN></SPAN><O:P></O:P></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN>8 – Por fim, o CO-RIO reitera a importância do trabalho do Tribunal de Contas da União, que acompanhou o processo de organização dos Jogos desde o início. E ratifica que segue à disposição, como sempre, para prestar quaisquer informações adicionais que se façam necessárias.</SPAN><O:P></O:P></FONT></FONT></P>
<P><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN>&nbsp;</SPAN><O:P></O:P></FONT></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Irregularidades e superfaturamentos]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22331</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Retomo o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), sobre os gastos públicos por ocasião do Pan-Americano de 2007. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um dos vários contratos obscuros com a participação do Ministério do Esporte é sobre as obras do Complexo Esportivo de Deodoro, local das provas de hipismo, tiro com arco, tiro esportivo, hóquei sobre grama e pentatlo moderno. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diz o relatório do TCU, em sua ágina 3:</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Na representação relativa às obras, formuladas pela equipe de fiscalização deste Tribunal, encontram-se dissecados <U>vários indícios de irregularidades".</U></FONT></P>
<P><U><FONT face=Verdana size=4></FONT></U>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT><FONT face=Verdana size=4>- Subcontratação irregular</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Excesso de alterações contratuais</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Deficiência na fiscalização do contrato</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Atos de gestão antieconômicos</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Indicios de superfaturamento</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4><U></U></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; E a obra que, inicialmente estava orçada em R$ 76,8 milhões, saltou para R$ 119,8 milhões, depois de&nbsp;quatro contratos aditivos com a empresa construtora. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Os indícios de irregularidades verificados no âmbido desse contrato administrativo estão sendo tratados na representação TC-025.802/2007-6", escreveram os auditores do tribunal. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; Ou seja, o Pan terminou, mas o baile das contas continua. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;</FONT><FONT face=Verdana size=4></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O preço da vergonha]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22292</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P align=justify><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><STRONG>&nbsp;</STRONG></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P align=justify><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<STRONG><FONT size=5> O</FONT></STRONG> judoca José Mário Tranquillini está indignado, revoltado, quer sair batendo e arrebentando os criminosos escondidos em carros de luxo. Acostumado a usar o esporte como recurso de&nbsp;educação infantil, ele sabe muito bem do que se trata. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; A sua indignação é a mesma de todos os brasilienses que acompanham, envergonhados, a&nbsp;série de&nbsp;tristes reportagens de nossos&nbsp;colegas Erika Klingl (texto)&nbsp;e&nbsp;Iano Andrade (fotos), no Correio Braziliense. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; Desde segunda-feira, essa dupla de repórteres&nbsp; escancara nas páginas do Correio&nbsp;a triste realidade de nossa infância pobre e abandonada, que é submetida a&nbsp;uma sistemática e degradante exploração sexual. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ali, nas portas do Poder da República, a poucos metros dos gabinetes das autoridades que discutem e discursam com arrogância sobre os rumos do dinheiro público, crianças se prostituem por miseráveis três reais.&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; De um lado, um criminoso e repugnante crime;&nbsp;d</FONT><FONT face=Verdana size=4>o&nbsp;outro, esse é o </FONT><FONT face=Verdana size=4>preço do prazer pago a inocentes, explorados por adultos criminosos. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não há forma mais cruel de exibir a miséria humana. Não há forma mais evidente de expor o fracasso do Estado em suas políticas de educação infantil.&nbsp;A desmoralização é total.&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essas reportagens colocam os governos Federal e Distrital&nbsp;de joelhos, derrotados pela burocracia de suas ineficientes políticas setoriais, nocauteados e impotentes diante da&nbsp;triste&nbsp;realidade que agride a todos nós.&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[É de arrepiar II...]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22221</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=5>O</FONT></STRONG> relatório do ministro Marcos Vilaça sobre os gastos públicos no Pan-2007 é longo. Tem 116 páginas.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Documento altamente técnico, leio, com atenção redobrada para poder transmitir&nbsp;detalhes do que foi essa aventura que o Comitê Olímpico Brasileiro (COB)&nbsp;impôs aos cofres municipais, estaduais e federais. A tal festa&nbsp;pra lá de R$ 3 bilhões...</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>"Nunca antes na história..."</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na primeira leitura,rápida, superficial, constatei que os desmandos foram&nbsp;tantos, as irregularidades tão esdrúxulas, o descaso para com o dinheiro público tão evidente que demonstram uma enorme fraude com dinheiro do contribuinte.&nbsp;Quem sabe, se bem investigado, chegaremos ao mais gigantesco ato de imoralidade&nbsp;financeira na história do esporte nacional.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sem exageros, bem que o presidente Lula poderia usar trechos do arrepiante relatório para seus orgulhosos&nbsp;discursos de rotina: </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;<EM><STRONG>&nbsp; "Nunca antes na história do esporte deste país se esbajou tanto com tanta irresponsabilidade..." </STRONG></EM></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4><EM><STRONG></STRONG></EM></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>Sugestão</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse relatório do TCU não pode ficar restrito às notícias de jornais e críticas de jornalistas.&nbsp;</FONT><FONT face=Verdana size=4>O Ministério Público&nbsp;e até a Polícia Federal&nbsp; - é caso de polícia, sim -&nbsp; precisam&nbsp;&nbsp;agir sobre o que nos relatam os auditores do Tribunal de Contas da União. Porque há elementos para investigar, cobrar e impor responsabilidades, além das já atribuídas ao Ministério do Esporte.&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resumidamente, o que tivemos foi uma ação em </FONT><FONT face=Verdana size=4>três tempos, com o&nbsp;Comitê Olímpico vendendo&nbsp;u</FONT><FONT face=Verdana size=4>m produto e os cofres públicos pagando a&nbsp;conta. Em decorrência:</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4><STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1. -</STRONG> <STRONG>o relatório</STRONG> do TCU é resultado de uma rigorosíssima auditoria de experientes técnicos, que identificaram dezenas de irregularidades, repletas de provas;</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG>2. -&nbsp;o voto</STRONG> do relator, ministro Marcos Vilaça,&nbsp;que decidiu culpar apenas um ente do processo, o Ministério do Esporte. Supreendentemente, o ministro, sabe-se lá por que motivos, não&nbsp;dá no Comitê Organizador do Pan 2007 um único puxão de orelhas. Logo esse órgão, que era o gestor maior da aventura pan-americana.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; <STRONG>3. -</STRONG> finalmente, o ministro exige que o Ministério do Esporte apresente a prestação de contas. Claro que o ministério já deveria ter feito isso. Afinal, foi desse órgão que saíram os convênios assinados, também, com o Comitê Organizador do Pan, com a Prefeitura do Rio e Governo Estadual. Mas as outras partes, o tal Comitê Organizador e demais governos não respondem solidariamente pela barbaridades praticadas?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT><FONT face=Verdana size=4>Para um relatório&nbsp;aguardado por mais de um ano,&nbsp;tivemos um documento com decisão tão&nbsp;</FONT><FONT face=Verdana size=4>frustrante, tão monumental quanto&nbsp;os desmandos praticados no bilionário evento carioca. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4><STRONG>PS:</STRONG> o relatório completo do ministro Marcos Vilaça está em:</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4><A href="http://www.correiobraziliense.com.br/"><EM>www.correiobraziliense.com.br</EM></A><EM> </EM></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[É de arrepiar...]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22206</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Calibri; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Calibri; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Informação que consta do relatório do TCU:</FONT></SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Calibri; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Calibri; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; "Conforme minucioso levantamento efetuado pelas Unidades Técnicas do Tribunal de Contas da União, os Jogos Pan e Parapan-americanos custaram cerca de <STRONG>3,3 bilhões de reais </STRONG>aos cofres públicos das esferas de governo envolvidas.&nbsp;</FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Calibri; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Trata-se, porém, de uma estimativa. O valor exato não pôde ser conhecido, pois o Governo ainda tem informações a prestar."</FONT></SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Calibri; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Calibri; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; É inacreditável! Mais de um ano depois da realização do Pan e Parapan o governo ainda não sabe quanto gastou... Portanto, não é exagero dizer que o dinheiro saía à vontade, isto é, sem controle. </FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Relatório frustrante]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22198</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=5><STRONG>O </STRONG></FONT>relatório dos gastos públicos no Pan 2007, apresentado pelo ministro&nbsp;Marcos Vilaça, &nbsp;hoje, no Tribunal de Contas&nbsp;&nbsp; da União,&nbsp;é um excelente documento de frustrantes resultados. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp; O relatório demonstra como os auditores do tribunal foram profissionais ao levantar dados minuciosos, demonstrando a irresponsabilidade da realização do Pan-2007.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; Mas, se o lado técnico é exemplar, o voto do relator, Marcos Vinicios Vilaça, é eminenetemente político e, por isso, frustrante. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Tão&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>frustrante quanto a gestão das contas financeiras&nbsp; desse&nbsp; evento, que se mostrou fracassado sob o ponto de vista da administração pública.&nbsp;</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao final, o ministro Vilaça isenta o Comitê Organizador do Pan 2007, que era o órgão gestor do orçamento, e atribui a responsabilidade&nbsp;apenas no Ministério do Esporte, pelas&nbsp;dezenas de&nbsp;graves irregularidades constatadas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Por um lado faz sentido. Afinal, o ministério tinha representantes no referido comitê, mas, como tal, negligenciou no uso do bem público. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>Ordens</STRONG></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém,&nbsp;a ordem do Palácio do Planalto era de que não faltasse dinheiro para acabar as obras do Pan, projetadas com amadorismo impressionante. E o dinheiro saía, dia e noite, com facilidades e destinos spantosos. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>Incentivador</STRONG></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao&nbsp;fazer esse julgamento, isentando de culpa o órgão gestor, o ministro Vilaça torna-se incentivador da irregularidade. Com seu voto,&nbsp;abre espaço para que, em&nbsp; eventos futuros os gestores&nbsp;civis sejam igualmente irresponsáveis, pois&nbsp;apostarão&nbsp;que o órgão repassador do dinheiro será, ao fim,&nbsp;responsabilizado pelas ilegalidades que vierem a cometer.&nbsp;</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#ff0000 size=4><STRONG>Inacreditável</STRONG></FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="28. A">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segundo o relatório de Marcos Vilaça, </st1:metricconverter></FONT></FONT><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">cada atleta ou membro de delegação esportiva que ficou hospedado na Vila Pan-americana custou ao Poder Público <STRONG>R$ 1.137,00 por dia. </STRONG></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "</FONT><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="31. A">A</st1:metricconverter> quantia é muito superior ao cobrado por bons hotéis do Rio, incluindo-se nos serviços pensão completa, e revela o despropósito desse gasto", diz o relatórito. </FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp; </FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT color=#ff0000><STRONG>Tem mais:</STRONG></FONT></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><STRONG><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O valor médio pago pelo Comitê Organizador do Pan&nbsp;ao Hotéis Othon, Windsor Barra e Hotel Royalty Barra, para hospedar os membros dos comitês olímpicos dos países participantes, com pensão completa, foi de <STRONG>R$ 600,00</STRONG> a <STRONG>diária.</STRONG> Ou seja, a metade do que custou cada atleta na Vila Pan-Americana.</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Espetacular esse&nbsp;planejamento do Comitê Organizador, cujo presidente foi&nbsp;Carlos Arthur Nuzmam. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>Supreendente</STRONG></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><STRONG><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em visita aos depósitos do COB os auditores do Tribunal de Contas verificaram que 31 dardos, 90 varas de salto em altura e material de proteção para o taekwondo, todos importados, não foram usados durante o Pan. Motivo: chegaram depois de encerrados os jogos...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>Leia mais</STRONG></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><STRONG><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><STRONG><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana color=#000000 size=4>&nbsp;&nbsp; Reportagem completa sobre o Relatório Vilaça estará na edição de amanhã do <EM>Correio Braziliense, </EM>assinada por Luiz Roberto Magalhães.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana color=#000000 size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Verdana><FONT color=#000000 size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000000>&nbsp;</FONT></FONT></o:p></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Haja dinheiro]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22143</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT size=6><STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; Estou curioso para conhecer o relatório do ministro Marcos Vilaça, sobre os gastos públicos nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. O documento, como já informei, está na pauta da sessão de amanhã do Tribunal de Contas da União.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp; Abaixo, alguns processos que tenho interesse em ler as justificativas apresentadas pelos organizadores do PAN,&nbsp;para as&nbsp;bilionárias despesas. Por exemplo:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=6><STRONG><FONT size=5>1</FONT>.</STRONG></FONT> - os shows pirotécnicos nas solenidades de abertura e encerramento do Pan. O foguetório queimou&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><FONT color=#ff0000><STRONG>R$1.291.004,63 </STRONG></FONT>do orçamento federal.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;<FONT size=5><STRONG>&nbsp; 2. -</STRONG></FONT> Para confeccionar medalhas comemorativas do Pan e do Parapan o Ministério do Esporte pagou R$ <FONT color=#ff0000><STRONG>1.989.343,81 </STRONG></FONT>à Casa da Moeda.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;<FONT size=5><STRONG>&nbsp; 3.</STRONG></FONT> - Consultoria especializada em megaeventos esportivos para atender ao ao protocolo internacional do Pan 2007. Custo desse luxo: <FONT color=#ff0000><STRONG>R$ 1.425.088,00</STRONG></FONT></FONT></P>
<P><STRONG><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4></FONT></STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><FONT size=5><STRONG>&nbsp; 4. -</STRONG></FONT> Locação de equipamentos para tradução simultânea durante o Pan e Parapan:<FONT color=#ff0000><STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;R$ 1.901.000,00</STRONG></FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#000000 size=4>&nbsp;&nbsp; <FONT size=5><STRONG>5. -</STRONG></FONT> Contratação de serviços para a criação e design da identidade visual das publicações oficiais do Pan e Parapan:</FONT><FONT face=Verdana color=#000000 size=4><FONT color=#ff0000><STRONG>&nbsp;&nbsp;&nbsp; R$ 786.711,62</STRONG></FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; <FONT size=5><STRONG>6. - </STRONG></FONT>Seviços de concessionárias públicas de água, coleta de esgoto, gás natural e eneregia elétrica nas áreas de competições do Pan e Parapan: <FONT color=#ff0000><STRONG>R$ 4.847.646,21</STRONG></FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; <FONT size=5><STRONG>7. -</STRONG></FONT> Aquisição de produtos e serviços destinados à promoção, operacionalização de equiipamentos e instalações essenciais&nbsp;na montagem de elementos cenográficos do Pan e Parapan: <FONT color=#ff0000><STRONG>R$ 7.046.615,60</STRONG></FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;<FONT size=5><STRONG> 8. -</STRONG></FONT> Construção do Parque Aquático: <FONT color=#ff0000><STRONG>R$21.615.628,00</STRONG></FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;<FONT size=5><STRONG> 9.</STRONG></FONT> - Hospedagem em hotel "para atender ao Senhor Ministro do Esporte (Orlando Silva), durante o Pan-Americano: <FONT color=#ff0000><STRONG>R$&nbsp;13.060,74</STRONG></FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp; <STRONG>10. -</STRONG> Decoração interna, segurança, saneamento e desmontagem de instalações temporárias (overlay) em áreas de competições do Pan: <FONT color=#ff0000><STRONG>R$ 14. 994.494,34</STRONG></FONT></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A L E L U I A]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22124</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT color=#ff0000></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT color=#ff0000><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;<FONT color=#333333><STRONG><FONT size=6> <FONT color=#000000>A</FONT></FONT></STRONG></FONT><FONT color=#000000> pauta da reunião de amanhã do Tribunal de Contas da União (TCU) prevê que o ministro Marcos Vilaça apresentará o seu relatório final sobre os gastos nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. </FONT></FONT></FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000000 size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000000 size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porém, dependendo do volume de assuntos a serem tratados na sessão, que é pública e começará às 14h30, o documento de Vilaça poderá ser adiado para a próxima reunião.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000000 size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT color=#000000><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O relatório final, muito aguardado depois que os gastos com o Pan chegaram perto de R$ 4 bilhões&nbsp; - sendo a maior parte desse dinheiro&nbsp;dos cofres do Governo Federal -&nbsp; foi concluído já com as justificativas do Ministério do Esporte, às dezenas de irregularidades constatadas em vários processos. </FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enfim, saberemos, à luz da administração e das finanças públicas, se o Brasil soube usar os recursos disponíveis, se houve esbanjamento e, principalmente, superfaturamento.&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Como&nbsp;já foi divulgado,&nbsp;os relatórios preliminares do próprio ministro Vilaça indicavam dezenas de irregularidades nesse sentido. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Houve casos em que o Comitê Organizador do Pan pagou por equipamentos que não foram fornecidos, assim como&nbsp;por serviços que não foram prestados.</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Nota triste]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22089</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P class=MsoNormal align=right><SPAN>&nbsp;</SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Morreu nesta&nbsp;manhã, aos 70 anos, no Hospital Samaritano, no Rio, Ingrid Schmidt Grael, mãe de&nbsp;</FONT></FONT></SPAN><SPAN><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Axel, Torben e Lars. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal><SPAN><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Velejadora, tenista, amante e incentivadora do esporte, Ingrid foi uma das grandes responsáveis pelo sucesso de seus filhos, no esporte e na vida. </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal><SPAN><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sobre ela, assim se manifestou o jornalista Murillo Novaes, um dos principais especialista em assuntos da vela no país:</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN><?XML:NAMESPACE PREFIX = O /><O:P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></O:P></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Matriarca da família que mais títulos deu à vela brasileira, ela ria da comparação que este manza fazia, dizendo que, se fosse um país, ela estaria em 74º lugar no ranking de medalhas do Comitê Olímpico Internacional (à frente de países como Uruguai, Colômbia, Israel e Arábia Saudita, p.ex.). </EM></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN><FONT size=4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sempre bela - foi miss Rio de Janeiro, em 1955 -, bem humorada e ativa, Ingrid lutava contra um câncer havia algum tempo. Por sorte, hoje, seus&nbsp;três filhos estavam ao seu lado e ela pôde se despedir de todos que mais amava."<O:P></O:P></EM></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal><SPAN><O:P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;</FONT></O:P></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Memória]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=22088</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp;<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp; <FONT size=5><STRONG>P</STRONG></FONT>ara que não fiquem no esquecimento, aí vão alguns temas que já dominaram o noticiário. E não se falou mais nisso:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><FONT color=#ff0000><STRONG><FONT size=5>1. - </FONT>Copa de 2014</STRONG></FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Após a festa da indicação do Brasil como sede do Mundial de 2014 veio a fase das reformas dos estádios. Depois, o silêncio.&nbsp;Agora, especialistas da área de construção civil alertam que estamos atrasados. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Recuperamos o&nbsp;exemplo dos atrasos nas obras do Pan-2007, para mostrar que, no Brasil, esse recurso tem lá as suas vantagens. Para os espertos, claro. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quanto mais atrasarem as obras de novos estádios ou reforma dos que já existem, melhor, porque, com certeza, será usado o argumento de que a iniciativa privada não compareceu.&nbsp;Com&nbsp; isso,&nbsp;o governo federal, que é o principal avalista da Copa do Mundo, será forçado a&nbsp;abrir os cofres para a construção civil. Esse jogo do "atraso" é antigo por aqui, enquanto a iniciativa privada fica do lado de fora.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4><STRONG><FONT color=#ff0000><FONT size=5>2.</FONT> Mané Garrincha</FONT></STRONG></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#000000 size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em Brasília, o governo do Distrito Federal trouxe especialistas da multinacional IMG, que construiu o novo estádio de Wembley, na Inglaterra. Aqui, pesquisaram o mercado para apresentar proposta de interesse para administrar a nova arena que a própria IMG construiria.&nbsp;Isso tudo ocorreu no final do ano passado.</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O interesse da tal empresa seria anunciado em&nbsp;março.&nbsp;Estamos em setembro, e,&nbsp;até agora, não se falou mais no assunto. Com certeza está sendo tratado nos bastidores, mas é mais um&nbsp;caso que se&nbsp;enquadra no atraso das obras já alertado por especialistas.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4><STRONG>3. -&nbsp;Desaparecidos</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Romário parou de jogar&nbsp;e não se falou mais no Baixinho. Marilson Gomes&nbsp;ganhou a Maratona de Nova York, em 2006, e há dois anos deve outro resultado expressivo. Esperança na maratona olímpica, nem concluiu a prova...</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#ff0000 size=4><STRONG>4. - Prestação de contas </STRONG></FONT></P>
<P><STRONG><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#000000 size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Será que o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre os bilionários gastos nas obras do Pan-2007 sairá este ano? Não se pode esquecer que o estouro no polêmico orçamento, nunca divulgado, ultrapassou os 400%...</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas, enquanto o TCU não abre as suas contas, por que o Ministério do Esporte e o próprio Comitê Organizador do Pan não apresentam os seus dados para dar satisfação ao contribuinte, que foi quem pagou essa conta suspeita? </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT><STRONG><FONT face=Verdana color=#ff0000 size=4></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Madrugada na vela]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=21973</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=5><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=5><STRONG>U</STRONG></FONT>m mês depois do encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim, a Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM) já se programa para as Olimpíadas de Londres, em 2012. É um caso tão raro - inédito, quem sabe - que merece ser comentado. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A reunião,&nbsp;com técnicos, dirigentes e atletas, termina hoje,&nbsp;definindo prioridades, metas e o calendário de competições, para que a vela continue sendo o esporte nacional mais premiado com pódios olímpicos (16 medalhas).</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;Não há como esconder: ess</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>a reunião tem a marca registrada do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que&nbsp;valoriza planejamentos para alcançar metas.&nbsp;A fórmula, correta, não é seguida pela maioria das entidades esportivas. &nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#3366ff size=4><STRONG>Intervenção</STRONG></FONT></P>
<P><STRONG><FONT face=Verdana color=#3366ff size=4></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Como se sabe, o COB&nbsp;administra a CBVM, a pedido da diretoria anterior, desde janeiro de 2007. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>O objetivo dessa intervenção é tentar regularizar&nbsp;problemas fiscais que provocaram dívida da CBVM de&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>cerca de R$ 20 milhões, junto à Receita Federal.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;A dívida, resultado de uma frustrada parceria&nbsp;com um bingo, fez mais uma vítima, dentre as milhares de instituições esportivas que embarcaram nesse barco furado, que, ainda bem, acabou.</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana color=#3333ff size=4><STRONG>Reforço</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Durante&nbsp;a reunião do Rio, foi anunciado que&nbsp;a CBVM receberá R$ 4,5 milhões da Lei de Incentivo ao Esporte, específico para a preparação de equipes de competições. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O dinheiro da&nbsp;Lei de Incentivo ao Esporte está aí (são R$ 300 milhões anuais) para ser usado e, claro, o COB sabe aproveitar muito bem as ocasiões. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por isso, a notícia ganha destaque, pois com esse reforço&nbsp;de R$ 4,5 milhões o COB deverá economizar suas aplicações na vela,&nbsp;com recusos da Lei Agnelo Piva. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A matemática não é difícil de entender: parte da renda da Lei Agnelo Piva (cerca de R$ 80 milhões anuais)&nbsp;é rateada entre 28 confederações. Como Vela e Motor já tem a sua parte (da Lei de Incentivo ao Esporte), com certeza não poderá se candidatar a novos recursos. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; Resta saber se nessa equação sobrará mais dinheiro&nbsp;para dividir entre as demais confederações.&nbsp;A propósito, quem controla os critérios usados para esses rateios?~</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Mundo paraolímpico]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=21866</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=6><STRONG>&nbsp;</STRONG></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com a experiência de quem conhece muito bem&nbsp;o assunto, o jornalista Sérgio Augusto Siqueira faz oportunas análises sobre o momento de euforia que inunda o mundo paraolímpico. O comentário está em seu blog:&nbsp; </FONT><A href="http://www.sanatoriodanoticia.blogspot.com/"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><EM><STRONG>www.sanatoriodanoticia.blogspot.com/</STRONG></EM></FONT></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><EM><STRONG>&nbsp;</STRONG></EM></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em determinado comentário, que transcrevemos, abaixo, o&nbsp;jornalista trata&nbsp;sobre o surgimento de estrelas e suas repentinas decadências,&nbsp;como ocorreu com o nadador Clodoado Silva,&nbsp; sete medalhas nos Jogos de Atenas, em 2004. Com isso, Sérgio Siqueira&nbsp;revela que&nbsp;o fantástico&nbsp;e emocionante mundo paraolímico é, também, injusto e&nbsp;cruel. Confira:</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT color=#ff0000><STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=5><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">NOVOS POSEYDONS</SPAN><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN><BR></FONT></FONT></STRONG></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"><STRONG>&nbsp;&nbsp;</STRONG></SPAN></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><FONT size=6>D</FONT></STRONG>o início de 2002 a meados de 2005 integrei a assessoria de Imprensa do CPB - Comitê Paraolímpico Brasileiro. Ali eu tive lições magníficas de vida. Dentre tantas, aprendi a admirar a figura firme, decidida, sempre gentil e bem articulada de Clodoaldo Silva. </SPAN></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18755/0f478c7d966ad9738a6c9501f1c1e53c.jpg"></SPAN></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nesse período ele se transformou no predador de recordes, no tubarão paraolímpico que abocanhava todas as medalhas de ouro das provas da Classe<EM> S4</EM>. De sua melancólica participação nos Jogos de Pequim, em razão da mudança de categoria - lastimo profundamente que aqueles que antes o endeusavam, o tenham deixado à margem do mar da China, com o ar de quem nadou, nadou e morreu na praia. </SPAN></FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN>
<P><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Clodoaldo - que desde Atenas já tinha sinais de que mexeriam na sua classificação atlética - não se preparou durante os últimos quatro anos para ser um vencedor na Classe <EM>S5</EM>, uma seleção de nadadores com dificuldades motoras muito menores do que as dos seus adversários anteriores. Pela cabeça dos outros, pensou o tempo todo em continuar na <EM>S4 </EM>demolindo recordes, engolindo átimos de segundos, no seu cômodo e seguro lugar de dar o bote nas piscinas do mundo inteiro.</SPAN></P><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN>
<P><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Seus assessores - à margem do CPB - se dedicaram a lhe dar respaldo de patrocínios, a preencher sua agenda de eventos, a transformá-lo num dirigente de instituições afins, num presidente de fundações e institutos não-governamentais; se empenharam com enorme afinco, a encaminhar a trajetória do atleta Clodoaldo para uma promissora carreira de dirigente paraolímpico.</SPAN> <SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">O nadador passou a ser também presidente de associações de classe.</SPAN></P><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN>
<P><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao CPB cabe uma única, mas enorme parcela de culpa nesse episódio que, na véspera da abertura oficial da Paraolimpíada em Pequim, promoveu sua maior estrela à triste condição de mero coadjuvante no palco do maior espetáculo paradesportivo da Terra. </SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN>&nbsp;</P>
<P><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pesa sobre os ombros do CPB o pecado de ter deixado escapar de seu convívio e de sua orientação profissional e humana justamente aquele que, em 2004 em Atenas, se transformou no maior ídolo da história do Brasil Paraolímpico.</SPAN></P><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN>
<P><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lamento mais ainda: ter deparado com a figura de um deus em abandono; um deus sozinho; distanciado das justas e merecidas celebrações dos vencedores de hoje. A triste cena conduz à dúvida inevitável: <EM>- Quem vai cuidar da cabeça de Clodoaldo agora?</EM> Do corpo, aqueles que descuidaram de sua condição técnica por tanto tempo, certamente agora tentarão recuperar o tempo e o espaço que perderam. Se é que aprenderam a lição.</SPAN></P><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN>
<P><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana"></SPAN><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: verdana">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se os Jogos na China foram realmente didáticos, o próprio CPB vai ter que fazer a lição de casa e reparar as falhas que lhe tocam nesse latifúndio particular de medalhas: trazer Clodoaldo Silva de volta para o seu aconchego. E mais do que isso: impedir que os novos deuses paraolímpicos de Pequim deixem o abrigo do seu teto e caiam no canto das sereias que habitam as profundezas desse mar de novos Poseydons que cometem assessorias e consultorias de um desalmado e destrutivo <EM>marketing</EM> esportivo.</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"> Um herói da vida não pode ser vencido por deuses de ocasião.</SPAN>&nbsp;</P></FONT>
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		<title><![CDATA[O escândalo continua]]></title>
		    <author><![CDATA[José Souza]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/espo/blog/blogdocruz?tv_pos_id=21847</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18755"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>&nbsp;<FONT size=5><STRONG>D</STRONG></FONT>epois do São Paulo Futebol Clube, que garantiu R$ 17 milhões, e do Atlético Mineiro, outros R$ 11 milhões, agora é a vez do Santos captar R$ 4,1 milhões da Lei de Incentivo ao Esporte. </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A grana será aplicada em "esporte de rendimento", conforme o processo 3.575/2007-48, disfarçado no projeto "Meninos da Vila". </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ou seja, o Santos, </FONT></SPAN><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>usará o dinheiro para financiar&nbsp;a sua escolinha, formar jogadores e colocá-los no rentável mercado do futebol. Tudo pelo "social"...</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse é mais um escandaloso caso de dinheiro público financiando atividade profissional de fins lucrativos. </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diante disso, o melhor negócio no Brasil atualmente é abrir um clube de futebol, disfarçado de escolinha, para pegar dinheiro no abarrotado cofre do governo. </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4><STRONG>Enquanto isso...</STRONG></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp; ... que iniciativa tomou o ministro do Esporte, Orlando Silva, depois da vexatória campanha do Brasil nos Jogos Olímpicos, para tentar reverter o quadro no evento de Londres, em 2012?</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Houve alguma reunião com o Comitê Olímpico, para decidir sobre o melhor aproveitamento dos recursos públicos, aplicados de forma suspeita, como ficou evidente&nbsp; depois da fracassada campanha de Pequim?</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp;&nbsp;&nbsp; E com o Ministério da Educação, algum encontro para tratrar sobre o desporto escolar?&nbsp; Ou a&nbsp; tal política de esporte" continuará sendo apenas recurso de discursos de ocasião?</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4>&nbsp; </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face=Verdana size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
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