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<category>Blog Dzai</category>
<description>Guias de Pesca: consultores, organizadores e guias de pesca esportiva</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Guias de Pesca</title>
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<title>Guias de Pesca</title>
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		<title><![CDATA[RIO SAMBURÁ: O RETORNO E A QUEDA DE UM MITO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=40616</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/31d84305521f4f439e8b0ea23ae1326e.jpg"></FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Há tempos temos notícias de dourados gigantes apanhados no rio Samburá, afluente do São Francisco que fica a aproximadamente 280 km de Belo Horizonte, entre os municípios de São Roque de Minas e Bambuí. Estive por lá o ano passado para conhecer o local, e trabalhando muito com iscas artificiais não vi nem sinal do Salminus Franciscanus (Dourado), apenas do seu primo menor o Salminus Hilarii (Tabarana). O rio é de água palha e muito rápido, com várias cachoeiras, muito empedrado, estreito e de relativa dificuldade de navegação, mas de uma beleza imensurável. Corre entre paredões, parecendo estar dentro de um canyon dentre a nossa Serra da Canastra.</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Desta vez fomos mais bem preparados, com outras iscas alem das artificiais e munidos de novas informações, principalmente as que me foram dadas pelo amigo Beto, pescador profissional que mora às margens do velho Chiquinho (como eu gosto de chamá-lo) a quinze minutos da boca do Samburá.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Sem rodeios, nosso amigo Beto disse que dourados naquela região são tão fáceis de serem apanhados como de se ganhar um prêmio da Mega Sena: alguém acaba sendo premiado mas nunca se sabe quem, quando e como, portanto o prêmio pode ficar acumulado por muito tempo. </FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Também nos disse que a melhor época pra se tentar a captura dos mesmos é em setembro, o que confirma em parte uma tese que tenho sobre a piracema dos Salminus (Franciscanos, Hilarii e Brasiliensis), pois acredito que ela se antecipe às dos outros por pelo menos um mês, com seus primeiros exemplares subindo com dois meses de antecedência, tendo como referencia a legislação, que institui a piracema no início de novembro.</FONT></P> <P align=center><FONT face=Arial size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/a311bef18dc90f9e1abcb4b5dda8e1db.jpg"></FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Portanto, pescar dourados a partir de setembro naquele lugar seria um crime contra a reprodução dos tão sonhados gigantes do Samburá, abatidos inescrupulosamente apenas para se afirmar numa falsa sensação de virilidade que rola entre os pescadores, de se ser o melhor pelo tamanho do peixe que se pega.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Assim lhes conto o resultado do dinheiro gasto em sarapós e minhocas: foi um divertido acampamento de pesca, no qual saíram muitos mandis (acho divertido pega-los e também come-los), tabaranas, um bagre e os sem vergonhas dos ladrões de iscas piaus, piaparas e timburés.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Deixo uma dica de viagem ao Rio Samburá: ao invés de uma caixa com grandes anzóis e grandes chumbadas mais sarapós e minhocas, economize espaço, dinheiro e os próprios animais, e leve uma boa máquina fotográfica e se possível uma filmadora para documentar algumas das mais belas paisagens que você verá em um rio brasileiro.</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/9a85999491b97bba19f0a30532f32673.jpg"></P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>(Texto e fotos de autoria do <A href="http://www.vazangler.blogspot.com/" target=blank>Arthur Vaz</A>)</FONT>  <BR></P></FONT> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;<IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> </FONT></P> <P>&nbsp;</P></FONT>
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		<title><![CDATA[Lembranças das primeiras pescarias]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=39072</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/7f69fc5f1c08706f372afa662e5871d0.jpg"></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Como acontece com todos os bons momentos de nossas vidas, as lembranças de nossas primeiras pescarias também ficam gravadas para sempre.&nbsp; Na maioria das vezes, esses episódios não são documentados. Entretanto,&nbsp;as lembranças nos acompanham à medida em que avançamos na prática do nosso esporte,&nbsp; pois são experiências e emoções marcantes do nosso tempo de garotos e adolescentes.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Eu vim de uma família de agricultores, e embora meu pai tenha escolhido a profissão de dentista, suas raízes lhe deram o gosto pelas pescarias, que eu e meus cinco irmãos herdamos dele. Nascidos na cidade de Pains, no oeste de Minas,&nbsp; fomos criados em Formiga, onde meu pai foi exercer sua profissão. Entretanto, nossas férias escolares inteiras eram aproveitadas nas fazendas dos tios, na nossa cidade de origem, onde nos juntávamos aos primos, todos vindos de famílias numerosas, e saíamos atrás dos primeiros peixes, nos açudes e ribeirões.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Como era a primeira tralha de pesca?&nbsp; As varas eram muito fáceis de obter, nas moitas de bambu das fazendas (mais tarde substituídas pelas varas de cana da índia,&nbsp; que descobrimos serem melhores).&nbsp; No nosso caso, as primeiras linhas de pescar eram de um barbante bem fino, usado para embrulhos, que conseguíamos na farmácia de meu avô.&nbsp; Como nosso primeiro objetivo era fisgar os lambaris e piaus três pintas,&nbsp; tínhamos de usar anzóis bem pequenos, e imaginem a nossa dificuldade em fazer passar esse barbante no olho dos anzóis “olho de mosquito”, como eram chamados.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os anzóis eram comprados por nós nos armazéns da cidade, com algum troco que ganhávamos dos parentes. Comprávamos uns dez anzóis cada um, que eram cuidadosamente enrolados em papel de embrulho e guardados.&nbsp; E as chumbadas? Minhas lembranças dizem que eram improvisadas com o lacre de chumbo que era comum nas garrafas de vinho daquela época,&nbsp; enrolado e amassado contra a “linha de pesca”.&nbsp; Para transportar as iscas (minhocas&nbsp; puladeiras ou de coleira, como eram chamadas), fazíamos dois furos com um prego em uma dessas latas pequenas de extrato de tomate, prendendo ali um pedaço de arame para servir de alça.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>E olhe que com todo esse improviso a gente pegava os nossos peixinhos! Eram lambaris de rabo vermelho e amarelo,&nbsp; piaus&nbsp; de três pintas, bagrinhos e piaus listrados, que chamávamos de “peixe canivete”.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Mais tarde, descobrimos as primeiras linhas de nylon (que eram vendidas a metro nos armazéns) e aprimoramos o nosso equipamento:&nbsp; passamos a usar varas de cana da índia de uns dois metros e meio de comprimento, onde amarrávamos o nylon, fazendo antes um “cabresto”, para o caso da vara se quebrar na ponta. O comprimento da linha era quase igual ao da vara, e a chumbada (oliva) já era comprada na loja, ficando retida pelo nó da linha a cerca de um palmo do anzol.&nbsp; Começamos a usar os primeiros empates de aço, do tipo de enroscar, e aumentamos o tamanho dos anzóis, pois de vez em quanto uma trairinha era&nbsp; atraída pelo pedaço de minhoca.&nbsp; Toda essa miudeza era guardada numa capanga, ou sacola de pano que levávamos a tiracolo, onde também iam uns pedaços de rapadura, ou duas ou três laranjas.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Me lembro da primeira vez que fomos autorizados a ir pescar sozinhos no ribeirão dos Patos, na fazenda do Lambari. Minhas tias eram cuidadosas conosco e se preocupavam com os riscos eventuais de quedas, ou de toparmos com uma cobra ou com marimbondos, por isso ir pescar lá sem o acompanhamento de um adulto era um atestado de confiança.&nbsp; Nos poços do ribeirão dos Patos tive uma das primeiras e maiores glórias de garoto pescador:&nbsp; formar uma fieira com quatorze mandis verdadeiros, como chamávamos, todos com cerca de um palmo e meio, capturados em uma manhã.&nbsp; (Rapidamente aprendemos a evitar os ferrões dos mandis, e também a quebrá-los com as mãos). Ali fisguei também meus primeiros piaus (piaparas) e muitos lambaris de rabo vermelho, que ultrapassavam os quinze centímetros.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>À medida que a gente crescia, surgia nosso interesse por outros peixes, como as grandes traíras dos açudes, que eram fisgadas com varões mais pesados e linhas e anzóis de tamanho adequado, devidamente encastoados. A técnica era se aproximar com cuidado dos pontos de pesca, com o anzol iscado com um lambari, e bater a isca na água, para atrair as traíras.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Lembro-me da primeira pescaria “maior” de que&nbsp; participei, levado por meu pai. Foi no rio São Miguel, que é afluente do São Francisco, em local próximo da pequena represa de Calciolândia.&nbsp; Aquela pescaria foi o auge para os meus nove anos, pois passamos a noite na beira do rio,&nbsp; “acampados” debaixo de uma lona de caminhão. Não me lembro de ter pescado nada de extraordinário dessa vez, mas as lembranças, as imagens, os sons, os cheiros do mato, a beleza dos peixes,&nbsp; tanto dessa como de tantas outras pescarias, ficarão&nbsp; para sempre.  <BR></FONT></P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/a39aba5d21c11079ed9ba006c1a3356a.jpg"></P></FONT> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;<IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> </FONT></P> <P>&nbsp;</P></FONT>
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		<title><![CDATA[SALTO DO  THAIMAÇU: PESCANDO NO SÃO BENEDITO E NO TELES PIRES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=37267</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Fomos à Pousada Salto do Thaimaçu, no final de abril.&nbsp; Para os que não sabem, a Pousada agora oferece a oportunidade de se pescar em duas regiões de pesca, em um só pacote.&nbsp; Pescamos no rio São Benedito (onde se encontra a Pousada) e no seu afluente rio Azul,&nbsp; e numa segunda etapa, pescamos no rio Teles Pires, na região chamada de Sete Quedas, onde a Pousada tem um posto avançado.</FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Encontramos o São Benedito ainda cheio, situação anormal para a época. A visão do rio, da porta dos chalés da Pousada, é um espetáculo permanente, com o movimento e o barulho das corredeiras criando um&nbsp; cenário inesquecível. As acomodações e os serviços da Pousada continuam impecáveis,&nbsp; e a comida é nota dez. </FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Começamos a pescaria no rio Azul,&nbsp; usando iscas artificiais (colheres Johnson e iscas de meia água), porém com o rio mais cheio a água estava literalmente “no mato” e os peixes estavam sumidos.&nbsp; Mesmo assim, pegamos algumas matrinxãs, uma delas com cerca de quatro quilos (vejam a galeria de fotos) e um pacu curupetê, que atacou a colher. No segundo dia,&nbsp; pescamos no São Benedito com isca viva (tuviras) e pedaços de peixes, e embora as piranhas estivessem roubando as iscas, começamos a pegar alguns jaús, pequenos no tamanho porém valentes. Um dos companheiros pegou um trairão dos seus dez quilos, e foram fisgadas também algumas cachorras de bom tamanho.</FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Conforme nosso grupo combinou, no terceiro dia fomos pescar no posto avançado do Teles Pires, saindo da Pousada às seis da manhã, em caminhonetes cabine dupla e tripla, e chegando lá por volta das oito horas.&nbsp; Esse posto avançado é bastante pitoresco, todo construído em madeira, mas oferecendo conforto, com ventiladores, e também lá a comida estava ótima. Os barcos já estavam prontos, e em pouco tempo saímos para o Teles Pires.&nbsp; O rio naquela região é muito bonito, com a floresta emoldurando uma correnteza mais forte em alguns trechos, que requer habilidade dos piloteiros.&nbsp; Em meia hora de navegação rio acima, alcançamos o pé da primeira das corredeiras e saltos que dão a aquela região o nome de Sete Quedas. </FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Apesar do Teles Pires estar também em nível acima do normal, a pescaria foi realmente produtiva. Registramos a captura de vários jaús e de uma pirarara acima dos 25 quilos, e de um belo caparari,&nbsp; que também atingiu os 25 quilos, fora outros peixes menores, como cacharas, jundiás, cachorras, e até um armao&nbsp; (serrudo) de 11 quilos! Os peixes estavam pegando na tuvira, nos anzóis iscados com pedaços de peixes ou com peixes inteiros, e também no minhocuçu. </FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Depois de dois dias pescando no Teles Pires, na manhã do quinto dia estávamos de volta à Pousada, pescando nesse último dia novamente no São Benedito. O rio continuava com a água alta, porém a pescaria melhorou, com bons resultados com peixes de couro. Dois dos companheiros foram orientados pelo seu piloteiro e fizeram uma pescaria especial: arremessando do barranco, na ponta inferior do gramado bem em frente à Pousada, por volta das seis e meia da noite, eles se beneficiaram da cheia do rio e pegaram dois jaús de porte num poço formado no canto da corredeira, e ainda perderam um terceiro, que não conseguiram segurar e que “enlocou”. Na véspera, os piloteiros haviam saído para pegar iscas, e toparam com um cardume de tucunarés no rio, que atacaram os filés de peixe usados como isca,&nbsp; tendo como resultado dois belos exemplares que foram trazidos para reforçar a cozinha.</FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A pescaria na Pousada Salto do Thaimaçu reúne, numa só viagem de pesca, duas pescarias espetaculares em pesqueiros distintos,&nbsp; ótimas acomodações e ótimo serviço, tratamento cordial dos empregados e piloteiros competentes. Oferece também oportunidades incomuns de contato com a natureza, seja pelas matas da região, a beleza dos rios, e até mesmo pelos animais selvagens que circulam soltos na Pousada, como os mutuns e os patos selvagens, sem falar na anta Fofão, uma órfã criada solta desde pequena e que quase toda tarde vem comer sobras de verduras e legumes na porta da cozinha da Pousada. Essa é uma viagem de pesca que traz lembranças para sempre.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Confira as fotos:</FONT></P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/get_imagem_fake_galeria?fot_id=43187"></P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/5495cd1148726c24227b73b2026a445e.jpg">&nbsp;<FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG><A href="http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/foto/galeria?fot_id=43187" target=blank>Confira a galeria completa&nbsp;de fotos&nbsp;da viagem clicando aqui</A></STRONG></FONT></P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;<IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P></FONT>
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		<title><![CDATA[PEQUENA  HISTÓRIA  DOS  ANZÓIS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=36670</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<TABLE> <TBODY> <TR> <TD bgColor=#f0f0f0> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A história dos anzóis de pesca é quase tão antiga quanto a história do próprio homem. É impossível atribuir a alguém&nbsp; a invenção do anzol, uma vez que os primeiros anzóis foram manufaturados pelo homem pré-histórico usando os mais diversos materiais:&nbsp; ossos, chifres, madeira, conchas.&nbsp; Enfim, para aumentar suas chances de sobrevivência, nossos antepassados utilizaram sua habilidade adaptando e modificando o que encontravam na natureza. Mais ou menos em 4.000 A.C. é que surgiram os anzóis de cobre e posteriormente os de bronze, com o formato parecido com nossos anzóis modernos. Entretanto, nas últimas décadas os anzóis tiveram uma verdadeira revolução na sua fabricação: desde o material empregado até o seu formato, evoluíram de forma radical.</FONT></P></TD> <TD width="3%">&nbsp;</TD> <TD> <CENTER><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/f1f8f5e9f9f0d8ad9b6b6d710f4aa3a1.jpg"></CENTER> <BR><FONT face=arial size=-2>Anzol encontrado em Jortveit em Eide, no condado de Aust-Agder, na Noruega. Calcula-se que tenha 4.000 anos.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/546759c2c765fa2afb91bf531d83f16d.jpg"></TD> <TD width="3%">&nbsp;</TD> <TD> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Hoje, os anzóis utilizados na pesca esportiva são fruto da mais moderna tecnologia. Os chamados anzóis em forma de J,&nbsp; ou “J hooks” são certamente os anzóis mais usados&nbsp; e conhecidos pelos pescadores. Eles pouco mudaram em sua forma original. </FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Outra curiosidade a respeito dos anzóis é que não existe um padrão em relação ao tamanho: ele pode variar de acordo com o fabricante.&nbsp; Vale registrar que o padrão adotado pelo famoso fabricante Mustad é amplamente utilizado como referência, mas para aferirmos sua numeração é importante observarmos sua curvatura, e não o tamanho de sua haste, portanto anzóis de formatos (e tamanhos) diferentes podem ter a mesma numeração. Vamos tentar falar de maneira simples dos anzóis mais utilizados na pesca esportiva de água doce, e também dos anzóis adaptados a esta modalidade.</FONT>  <P></P> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/c92583fc37bc5f55273a6dc2143c8598.jpg"></TD> <TD> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Começaremos com os tradicionais anzóis em forma de J.&nbsp; O anzol 92247 da Mustad (e suas cópias) é provavelmente o anzol mais usado na pesca esportiva. Seu formato clássico, com farpas na haste, permite uma melhor fixação da isca, aumentando assim a eficiência da fisgada, e sua variedade de tamanhos&nbsp; possibilita que seja usado desde a pesca ultra leve até a extra pesada. Enfim, este versátil anzol pesca de lambaris a piraíbas com total eficiência.</FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Outro anzol na forma de J é o famoso bengala, ou modelo “Carlisle”. Ele tem a haste mais longa e é mais fino, permitindo fisgadas mais eficientes, embora sua resistência seja menor. Outra vantagem deste modelo é que o tamanho de sua haste (longa) permite ser atado diretamente na linha, o que é importante para a pesca de determinadas espécies, eliminando assim o uso de empates de aço.</FONT>  <P></P> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os anzóis em forma de J de haste curta, na minha opinião, foram os que mais evoluíram. Eles tinham uma aplicação quase limitada à pesca de peixes redondos ( pacus, tambaquis, etc), mas com a ampliação de sua curvatura sua eficiência na captura de peixes de boca dura transformou-os nos preferidos dos pescadores de jumping jigs, para outras espécies de água doce, ampliando assim sua aplicação. Entretanto, a grande novidade no universo dos anzóis certamente são os anzóis desenvolvidos pelos pescadores de água salgada: os anzóis circulares ou “circle hooks” e suas derivações. </FONT></P></TD> <TD width="3%">&nbsp;</TD> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/5076c15581c8943a3646f5a7f994cd55.jpg">  <TD></TD></TR></TBODY></TABLE> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/161fcf15d2689e397d8c2289a7dedd59.jpg"></TD> <TD width="3%">&nbsp;</TD> <TD> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Esses anzóis foram desenvolvidos pelos pescadores de atum e têm como característica o fato de não serem engolidos pelo peixe. Sua forma circular e a ponta voltada para dentro fazem com que o anzol deslize pela boca do peixe, cravando normalmente na junção das mandíbulas ou “canivete”, como é popularmente conhecido. Provou sua eficiência na pesca dos grandes peixes de couro e hoje é amplamente usado na pesca esportiva, e naa prática do “pesque e solte” é o mais indicado.&nbsp; Outra vantagem deste anzol é que não há necessidade de fisgar,&nbsp; basta manter a pressão na vara e ele se crava sozinho.</FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os anzóis&nbsp; “wide gap”&nbsp; ou robaleiros foram desenvolvidos&nbsp; para a pesca de robalos usando como isca camarão. Eles são mais finos e seu formato permite que a isca permaneça viva por mais tempo, ficando assim mais atrativa. Estes anzóis estão sendo usados com muito sucesso na pesca de tucunarés e corvinas de água doce.</FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Tanto os anzóis tipo J como os anzóis circulares têm muitas variações. É preciso experimentar e definir quais nos atendem em nossas necessidades. É bom lembrarmos que ao fazer novas tentativas com modelos diferentes daqueles convencionais, estamos abrindo novas possibilidades para nosso sucesso na pesca esportiva.</FONT></P> <P align=center> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><FONT size=1>Texto de autoria do Ailton Salgado</FONT> </FONT></P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;<IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> </FONT></P> <P align=center> <BR></P></FONT></TD></TR></TBODY></TABLE>
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		<title><![CDATA[Transportando as varas de pesca]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=34720</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<TABLE bgColor=white> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nossas viagens de pesca hoje nos levam aos mais variados destinos, desde lagos de pesque-e-solte perto de nossas cidades, até as pousadas de pesca em plena selva, só alcançadas por avião ou por veículos com tração&nbsp; 4 x 4. Para enfrentar os trancos que esses deslocamentos provocam em nossos equipamentos e&nbsp; proteger nosso investimento em tralha, chegando aos destinos com tudo funcionando corretamente, temos que&nbsp; acondicionar carretilhas, molinetes e varas de pesca de forma a lhes dar a máxima proteção.&nbsp;</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <BR>Devemos dar especial atenção a nossas varas de pesca,&nbsp; pois elas são relativamente frágeis,&nbsp; principalmente as de carbono ou grafite, seja pela sua própria estrutura (blank), como também com relação às ponteiras e aos passadores. Viagens a destinos distantes e isolados, em pescarias de cinco ou mais dias, requerem que levemos varas de dimensões variadas, de leves a pesadas, para as diversas situações de pesca. Assim,&nbsp; é comum que levemos conosco cinco ou mais varas, que devem ser acondicionadas com segurança para o transporte.</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</P> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/2b2e93f09118c4a65d3585a16247bac4.jpg"></TD> <TD width="3%">&nbsp;</TD> <TD> <P><FONT size=2>A forma mais segura de transportarmos as varas é dentro de tubos de PVC, que podemos montar com facilidade com os tubos encontrados em casas de material de construção,&nbsp; ou comprá-los nas lojas de pesca, prontos e revestidos de tecido, com alça para facilitar o transporte. Há inclusive alguns tubos, como os da marca Plano, que têm dimensão regulável, podendo acomodar varas de até sete pés (2,20 m). Entretanto, os produtos de PVC revestido são bem mais baratos, e este é um investimento que compensa pela proteção que oferece. Os tubos mais usados são os de dois metros, com diâmetros de 75 mm ou 100 mm.</FONT></P> <P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P></TD></TR></TBODY></TABLE> <BR>&nbsp;  <BR> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><FONT size=2>Devemos obter dois pedaços de espuma de poliuretano mais densa,&nbsp; cortados em círculo de diâmetro ligeiramente maior que o diâmetro de tubo, e de cerca de quatro centímetros de espessura, para serem colocados no fundo e na tampa do tubo, com o objetivo de proteger as ponteiras das varas.&nbsp; As varas devem ser colocadas nos tubos previamente presas entre si, de modo que entrem todas de uma vez e não fiquem soltas, chacoalhando dentro do tubo. Para isso, podemos usar outros pedaços de poliuretano, presos com fita crepe nas duas extremidades e no meio do molho de varas,&nbsp; ou aquele plástico de bolhas para embalagem, enrolado e fixado com fita nesses locais.</FONT></TD> <TD width="3%">&nbsp;</TD> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/c65a95265f1daaa62afc309dc402a6db.jpg"></TD></TR></TBODY></TABLE> <P> <BR>Com a aplicação dessa proteção, as varas entrarão de forma&nbsp; mais justa no tubo. O procedimento de prender as varas entre si facilita também a colocação de mais varas no tubo,&nbsp; por exemplo, se vamos transportar seis varas, poderemos prendê-las sendo três em um sentido, e as outras três em sentido contrário. Isso ajuda também na proteção das ponteiras, pois podemos fazer a amarração deixando os cabos ligeiramente projetados em relação às mesmas.</P> <P> <BR>Com as varas bem protegidas, vamos nos dedicar à pescaria, que é realmente a melhor parte de tudo isso...  <BR></P></FONT> <P align=center> <BR>&nbsp;<IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> </FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
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		<title><![CDATA[Meus filhos gostam de pescar]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=34066</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		 <BR> <CENTER><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/2090fb22dcb1cb5b001b615dd2a4fa77.jpg"></CENTER> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Eu&nbsp; me considero um homem de sorte. Tenho três filhos homens, todos já adultos, que me alegram com sua convivência, cada um com sua personalidade própria. Meus filhos são pessoas comuns, mas têm o que se poderia esperar de homens de verdade:&nbsp; caráter, honestidade, bom coração.  <BR>&nbsp;  <BR></P> <P> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD> <P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/48c60e84956615f69ef99f9c9c29a16d.jpg"></P></TD> <TD width="2%">&nbsp;</TD> <TD><FONT size=2>Com minhas raízes interioranas, tive inúmeras oportunidades de levar meus filhos para pescar,&nbsp; inicialmente nos açudes e ribeirões da minha terra, nos mesmos locais onde eu também comecei.&nbsp; Hoje vejo que o contato com a natureza lhes ensinou a gostar de mato, de espaços abertos e, principalmente, de pescar. Foram também formando por si próprios uma consciência ecológica, aprendendo a respeitar essa mesma natureza que lhes trazia alegrias.&nbsp; O brilho dos lambaris prateados de rabo vermelho se refletia em seus olhos de garotos, na medida do sucesso das&nbsp; nossas primeiras pescarias.  <BR>&nbsp;  <BR>Depois, pelo menos uma vez por ano íamos pescar no São Francisco, perto de Januária, já então embarcados e usando molinetes ou carretilhas. Essa nova fase coincidiu com sua adolescência, e hoje eu fico orgulhoso de eles quererem a minha companhia nessas viagens de pesca, numa idade em que poderiam muito bem optar por outros interesses próprios da juventude</FONT>. </TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT size=2>Hoje, meus filhos&nbsp; são donos de suas vidas. Dois deles já estão casados, e todos têm seu trabalho:&nbsp; professor,&nbsp; administrador, jornalista.&nbsp; Seus novos compromissos e a luta do dia a dia limitam seu tempo,&nbsp; e as oportunidades de pescar ficam assim limitadas aos seus&nbsp; períodos regulares de férias. Já andaram comigo pelo rio Araguaia e pelo Pantanal, um de cada vez, vivendo experiências que só aumentaram seu gosto pelas pescarias.  <BR>&nbsp;  <BR>Hoje, também tenho certeza:&nbsp; a convivência e a camaradagem que nossas viagens de pesca nos permitiram ter,&nbsp; certamente contribuíram para formar o seu caráter, além de consolidar nossa amizade de pai e filhos.</FONT> </P> <P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2>Abraços,</FONT></P> <P><FONT size=2>Vitor José de Paula</FONT>  <BR></P> <P></P></TD> <TD width="2%">&nbsp;</TD> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/c938462306bb257483c3e2a8fb306225.jpg">&nbsp;</TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P align=center> <BR>&nbsp;<IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> </FONT></P> <P>&nbsp;</P></FONT>
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		<title><![CDATA[AMAZÔNIA:  EXPEDIÇÃO AO RIO BRANCO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=33178</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Partimos de Manaus no Barco Hotel “Kalua”,&nbsp; subindo o lendário rio Negro. Nosso destino desta vez seria o rio Itapará, afluente da margem direita do rio Branco. Para chegarmos até o rio Itapará teríamos aproximadamente 28 horas de navegação, subindo o rio Negro e passando pelo arquipélago fluvial de Anavilhanas, o qual pela sua beleza já compensa a viagem.  <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Uma vez atingida a desembocadura do rio Branco, seriam necessárias algumas horas de navegação até a boca do Itapará, o reduto dos grandes tucunarés, um dos nossos alvos da viagem.&nbsp; A bordo do barco hotel, doze excelentes companheiros de viagem, alguns de BH e outros vindos da cidade mineira de Curvelo, todos “armados” de variada tralha de pesca e de muita esperança de medir forças com os gigantes amazônicos.  <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na verdade, essa viagem começou com uma pequena complicação: logo antes do embarque um dos geradores do barco hotel apresentou defeito, o que obrigou a adiar por algumas horas a partida, causando alguma ansiedade nos companheiros, mas o problema foi devidamente sanado e o pessoal viajou com tranqüilidade, que foi uma constante durante toda a pescaria.  <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/cms/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=3&amp;Itemid=5" target=blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/51caeb89877ff1ba8d6a8947b0e29557.jpg" border=0></A></FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Durante a viagem, tivemos a oportunidade de praticar diversas modalidades de pesca esportiva:&nbsp; fly e&nbsp; iscas artificiais para tucunarés, aruanãs, traíras, jacundás,&nbsp; e tralha reforçada para os bagrões amazônicos, com destaque para as pirararas, que fizeram a alegria dos apreciadores da força bruta.&nbsp; Entre os tucunas, o maior exemplar pesou pouco mais de 6 quilos, já os peixes de couro tiveram seus pesos estimados, uma vez que nossas balanças eram limitadas a um máximo de 12 quilos.&nbsp;</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/cms/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=3&amp;Itemid=5" target=blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/2c9b93587bdf8b77d67c60d9547959ee.jpg" border=0></A></P> <P> <BR></FONT><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na pescaria, dois fatos chamaram nossa atenção: o primeiro foi o nível das águas, que permaneceu alto devido às constantes chuvas, ao contrário do que se esperava para esta época do ano (final de fevereiro). Historicamente, o melhor período para a pesca de tucunaré naquela região é de outubro a março, mas na situação vivida a pesca do tucunaré é mais complicada, pois o peixe se abriga na mata alagada, dificultando sua localização e os arremessos. Outro fato foi o “loteamento” dos rios de Roraima por comunidades, pousadas e operadores internacionais, não permitindo a pesca nos seus “domínios”. Comprovamos este fato quando tentamos pescar em alguns lagos e fomos informados pelo “proprietário” de que estavam alugados para determinados operadores. O mais estranho é que essa prática é de conhecimento dos órgãos governamentais.&nbsp; Eta Brasil grande e desconhecido...  <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/cms/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=3&amp;Itemid=5" target=blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/9a49d67e3c403a94f69db71bb3badba4.jpg" border=0></A></FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Deixando de lado essas anormalidades, a viagem foi uma dessas experiências&nbsp; que fazem bem ao corpo, à alma e&nbsp; ao coração de todos os pescadores. O barco hotel “Kalua” é um empreendimento recente, que tem como um dos sócios o Ian Sulocki,&nbsp; grande amigo e parceiro,&nbsp; profundo conhecedor da região. O barco foi recentemente reformado, é muito confortável e tem capacidade para até 16 pescadores. Os barcos de pesca foram desenvolvidos para oferecer conforto durante a pescaria, com motores de 30 hp e motores elétricos. Os piloteiros são orientados para levar os pescadores a uma pescaria variada, não se concentrando somente na pesca de tucunarés. A tripulação é capacitada e muito simpática, com destaque para a chef de cozinha Neli, capaz de transformar comida em arte com suas delícias, que fazem a alegria de todos a bordo.</FONT>&nbsp; </P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/008759f2ba2cc2fad739415f8c913566.jpg"></P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/5495cd1148726c24227b73b2026a445e.jpg">&nbsp;<FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/cms/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=3&amp;Itemid=5" target=blank>Confira a galeria de fotos completa clicando aqui</A></STRONG></FONT></P> <P align=center> <BR>&nbsp;<IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> </FONT></P>
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		<title><![CDATA[Aggeo Lucio G. Ribeiro, pescador e empresário]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=32406</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/a1c2fc609e22cf1a33586a5b71bdedad.jpg"></FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Setenta anos e uma saúde de ferro. Assim é o Aggeo, empresário do mercado imobiliário e um pescador esportivo do primeiro time.&nbsp; Aliás, como ele mesmo afirma com bom humor,&nbsp; hoje é mais pescador do que empresário. O Aggeo, nascido em Belo Horizonte, começou a pescar ainda garoto na fazenda do seu pai, onde é hoje o bairro Buritis, nas nascentes que formam o ribeirão Arrudas.&nbsp; Já moço, pescou muito nos rios das Velhas e São Francisco, bem antes da construção da represa de Três Marias. Nessa época, pescava acampado ou em barcos cabinados.</FONT></P> <BR> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/1b2cb361cc54ad3db57a8e4e0c1b4b4f.jpg"></TD> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No início dos anos setenta, construiu uma casa em Guarapari - ES, e começou a pescar no mar, uma experiência nova e que vem lhe trazendo até hoje muitas emoções e belos troféus. Ele acaba de regressar de uma pescaria marítima na costa da Guatemala – América Central (veja na primeira foto o belo sailfish&nbsp; - peixe vela -&nbsp; que ele pescou com o molinete que aparece na foto acima).</FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A experiência do Aggeo é vasta:&nbsp; em pescarias de água doce ele já pescou no Brasil inteiro, inclusive com expedições a rios como o Teles Pires e Juruena,&nbsp; datando de mais de&nbsp; trinta anos atrás, quando nem se pensava em pousadas naquela região. Ele cita como grandes adversários peixes de rios como as piraíbas e pirararas, e os dourados como os que fisgou em Esteros de Iberá – Argentina. Já pescou também trutas e salmões na Argentina e no Chile, e tarpons na Costa Rica.</FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Hoje, o Aggeo tem uma casa em Santa Cruz Cabrália, na Bahia, litoral internacionalmente famoso como região geradora de grandes troféus na pesca de mar aberto. Sua coleção de peixes capturados no mar também é completa, se considerarmos os peixes que ocorrem na costa brasileira, e também no oceano Pacífico, na América Central..&nbsp; Embora já tenha capturado um marlim de 236 quilos e outro de 198 quilos, no banco “Royal Charlotte”, no litoral baiano,&nbsp; ele cita com orgulho uma cavala “wahoo” de 25 quilos e um marlim branco como peixes que lhe trazem grandes lembranças. Mas ele não se limita a aquela região:&nbsp; recentemente esteve pescando em São Caetano de Odivelas, a pouco mais de cem quilômetros de Belém,&nbsp; onde descobriu um ponto de pesca farto em tarpons, ou camarupins, peixes que ele considera extremamente combativos, e dos quais já capturou um de 40 quilos.</FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O Aggeo é essencialmente um pescador esportivo, ou seja, liberta os peixes que fisga, embora goste de saborear um peixe bem preparado. Ele é uma pessoa simpática e bem humorada, sempre pronto a dar informações e a repartir sua experiência e conhecimentos de pesca esportiva.</FONT></P></TD> <TD><IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/aggeo1.jpg"></TD></TR></TBODY></TABLE> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/1649cf6948d1c4b7ba16d8133de16032.jpg"></P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG><A href="http://pescariasaggeo.blogspot.com/" target=blank><U>Clique aqui para conhecer o Blog do Aggeo</U></A></STRONG></FONT></P> <P> <BR>&nbsp;<IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> <STRONG>.</STRONG></FONT></P>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Iscas artificiais sem segredos (última parte)]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=31909</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<TABLE bgColor=white> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Continuamos aqui a descrição dos tipos de iscas artificiais existentes:</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Iscas de Meia-Água:</STRONG></FONT></P> <P> <BR> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/5f3b705c102445b52629d024d2e5dbbf.jpg"></TD> <TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Essas iscas são plugs em formato de pequenos peixes, que se diferenciam por possuirem uma pequena barbela na parte inferior da cabeça, cuja função é fazer com que executem um movimento de natação quando puxadas pelo equipamento.&nbsp; Podem ser flutuantes, afundando quando tracionadas,&nbsp; ou&nbsp; podem ter flutuação neutra (suspending) afundando muito lentamente e permanecendo em determinada profundidade quando puxadas.&nbsp; </FONT></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/946bb9ccce9b11d416ecc09222ce0375.jpg"></TD> <TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Outras iscas dessa espécie afundam, como as chamadas “sinking” ou&nbsp; “count down”, e seu uso se faz contando em intervalos de um segundo até atingirem a profundidade desejada, quando então são tracionadas (cada segundo permite que afundem cerca de 30 centímetros).&nbsp; As iscas de meia-água são usadas em situações de pesca de sub-superfície até profundidades de 1,5&nbsp; metro.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Podemos incluir como iscas de meia água as chamadas “rattling”, iscas que ao invés de terem a barbela, têm a testa chanfrada,&nbsp; e&nbsp; cujo pitão é localizado nas costas. Estas iscas são muito versáteis, podendo ser trabalhadas em diferentes profundidades, dependendo da velocidade de recolhimento.&nbsp; Sua ação imita um peixinho nadando freneticamente. </FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As iscas de meia água são das mais fáceis de serem usadas, pois em sua maioria respondem ao recolhimento contínuo da linha, executando os movimentos de natação que atraem os peixes predadores.  <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Iscas&nbsp; de&nbsp; Fundo:</STRONG></FONT></P> <P> <BR> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/68b52ea957b6f3f69245403ef7d359ea.jpg"></TD> <TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>São plugs semelhantes às iscas de meia-água, porém têm barbelas mais longas que fazem com que essas iscas trabalhem a profundidades maiores, podendo chegar a até 4 ou 5 metros.&nbsp;&nbsp; Podem ser pescadas de arremesso com recolhimento constante, e também&nbsp; são muito usadas na pesca de corrico.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Colheres,&nbsp;&nbsp;Spinners&nbsp; e&nbsp; Jigs</STRONG></FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Colocamos essas iscas&nbsp; em uma só categoria porque, embora sejam diferentes, têm uma característica em comum:&nbsp; são iscas metálicas,&nbsp; ou em sua maior parte feitas de metal, e todas afundam. </FONT></P> <P> <BR> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/4227e03ea113169b676e154dcc90196b.jpg"></TD> <TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As <STRONG>colheres</STRONG> têm esse nome porque quase todas têm um formato côncavo, e quando tracionadas executam um movimento oscilante que é um forte atrativo para os peixes predadores.&nbsp; São usadas num movimento de recolhimento contínuo. Algumas colheres têm um dispositivo anti-enrosco, que facilita seu uso no meio de pauleiras e vegetação aquática.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <BR> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/fbe8229bc71d815041152faa5361afdc.jpg"></TD> <TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os&nbsp; <STRONG>spinners </STRONG>são iscas formadas por um pequeno corpo metálico atravessado por um arame de aço rígido, tendo numa extremidade a garatéia ou anzol,&nbsp; e na parte superior uma folha metálica que gira quando a isca é puxada, causando reflexos e turbulência na água.&nbsp; Alguns spinners têm cerdas ou filamentos presos à garatéia, aumentando a atratividade da isca.&nbsp; São utilizadas num movimento contínuo de recolhimento.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <BR> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/6a05b6293ffb6b045d183818b23fd818.jpg"></TD> <TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os&nbsp;<STRONG> jigs</STRONG>&nbsp; têm uma cabeça ou corpo de metal presa ao anzol, o qual tem a haste dobrada próximo ao olho, de forma que quando a isca é recolhida, a tendência do anzol é ficar com a ponta virada para cima, evitando os enroscos.&nbsp; Têm também uma “saia” de penas ou de fios sintéticos, cujo movimento é a atração que provoca os ataques dos peixes.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Companheiros, faltou falar sobre outras iscas artificiais, como as famosas moscas usadas no “fly fishing” ,&nbsp; que demandam uma técnica especial e exclusiva. Faltou também&nbsp; falar sobre as iscas&nbsp; “soft”,&nbsp; as&nbsp; “swiming baits”, os “jumping jigs” e as minhocas e criaturas de plástico, mas essas serão motivos para outras escritas...  <BR></FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> <STRONG>.</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P></TD></TR></TBODY></TABLE>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Iscas artificiais sem segredos (primeira parte)]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=31543</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Uma grande parte da comunidade de pescadores ainda não utiliza as iscas artificiais como instrumentos de pesca. Alguns pescam tradicionalmente com iscas naturais, na pesca de fundo ou de rodada. Outros praticam o corrico, usando colheres para esse fim. Muitos têm interesse em assimilar as técnicas para praticar essa forma de pesca, mas lhes têm faltado oportunidades, e mesmo alguém que já domine a técnica e os equipamentos, para ajudá-los nesse início.</FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A pesca com iscas artificiais, também chamada de pesca de arremesso,&nbsp; é uma forma de pescar que dá ao praticante emoções jamais experimentadas, como ataques sensacionais dos peixes e belas batalhas. Dá também a satisfação de dominar um equipamento a ponto de convencer os predadores de que aquele pedaço de plástico (ou de madeira, ou de metal) é alimento,&nbsp; e levá-los a atacar as iscas. É grande a lista de peixes que são capturados com iscas artificiais:&nbsp; Tucunarés, Dourados, Matrinxãs, Traíras, Aruanãs, Cachorras, Bicudas, Piraputangas, Trairões, Piracanjubas, Corvinas, e vários outros, e mesmo os peixes de couro, em determinadas situações.</FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Pretendemos aqui descrever os tipos de iscas artificiais usadas na pesca de água doce, como forma de dar aos iniciantes&nbsp; noções de como elas funcionam e como os peixes&nbsp; são atraídos por elas.  <BR>&nbsp;  <BR>&nbsp;  <BR><STRONG>Iscas de Superfície:</STRONG></FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Essas iscas são chamadas assim porque seu “trabalho” para atrair os peixes ocorre na superfície ou logo abaixo da superfície da água (sub-superfície).&nbsp; Essas iscas flutuam, e são utilizadas com recolhimento em velocidade média, com movimentos de ponta de vara&nbsp; e, em alguns casos, com recolhimento em velocidade variada, conforme a situação de pesca. </FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Vejamos alguns tipos:</STRONG></FONT></P> <P>&nbsp;</P> <TABLE bgColor=white> <TBODY> <TR> <TD> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/846a2065541881924868541ef71f7688.jpg"></FONT></P></TD> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;-&nbsp; <STRONG>Popper:</STRONG>&nbsp;&nbsp; Estas iscas usualmente têm uma boca côncava&nbsp; que produz&nbsp; ruídos e a formação de bolhas na&nbsp; superfície, como se pequenos peixes ou animais como sapos estivessem se alimentando na superfície ou se debatendo em fuga.&nbsp;&nbsp;&nbsp; São trabalhadas com pequenos toques de ponta de vara enquanto recolhidas.</FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE> <TABLE bgColor=white> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;-&nbsp;<STRONG> Zara:</STRONG>&nbsp; Iscas de superfície no formato de um charuto curto, que executam um nado em zigue-zague, muito atraente para os predadores.&nbsp; São utilizadas em recolhimento contínuo, com pequenos toques de ponta de vara.</FONT></P></TD> <TD> <P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/6bd038e8a8e4f8a2f52338beb1369438.jpg"></P></TD></TR></TBODY></TABLE> <TABLE bgColor=white> <TBODY> <TR> <TD> <P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/e857a953aad01962ad2555335069588a.jpg"></P></TD> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;-&nbsp; <STRONG>Hélice:</STRONG>&nbsp; Iscas de superfície que têm como característica a existência de uma ou duas hélices, presas na parte traseira ou nas duas extremidades da isca.&nbsp; Essas hélices provocam ruídos e turbulência na superfície, que atraem os predadores. Devem ser recolhidas com&nbsp; movimento contínuo, variando a velocidde, ou com pequenos toques de ponta de vara.</FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE> <TABLE bgColor=white> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;- <STRONG>Stick:</STRONG> Estas iscas de superfície têm como particularidade um pequeno peso na sua extremidade, que faz com que a isca flutue na posição vertical e com a cabeça fora dágua,&nbsp; como um pequeno peixe com dificuldade para respirar. Trabalhadas com pequenos toques de vara, afundam e em seguida voltam à superfície.</FONT></P></TD> <TD> <P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/6869ad0d0305c958a949f07eb1a60379.jpg"></P></TD></TR></TBODY></TABLE> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No próximo fim de semana, confira a segunda e última parte deste artigo.</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> <STRONG>.</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Pescaria inesquecível]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=31009</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<FONT face=Arial size=2> <P><EM>Esta é a agradável narrativa de uma pescaria de dourado do nosso amigo <STRONG>Antonio Luiz Noronha</STRONG>, ocorrida nos anos sessenta....</EM></P> <P><EM>Abraços,</EM></P> <P><EM>Vitor e Ailton.</EM></P> <P>&nbsp;</P> <HR>  <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/0e7544733c9ad2aa136c9c140b5506fb.jpg"></P> <P>&nbsp;</P> <P>Lembro-me que era um sábado, fins de abril de 1962. Por volta de dez e meia da manhã, sem vento, a água do Rio Verde estava limpa. Eu estava pescando de rodada com meu irmão João, na corredeira da margem esquerda abaixo da estação da Flora. Canoinha de madeira de cedro, pequena e leve. Quando seca, pesava pouco mais de 300 quilos, toda cavernada, banco havia só para o piloteiro.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Usávamos varas de cana da índia com seis metros de comprimento feitas em casa, cortadas na lua certa, bem trabalhadas, com encastôo de corda de tucum de um metro em cada ponta. Linhas de aço mustad, de três metros mais ou menos. Anzóis mustad /8 iscados com dois bons lambaris de rabo vermelho pegos na barra do rio Palmela, na&nbsp; divisa entre os municípios de Três Corações e Varginha.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Eu ia sentado no banco do piloto, e meu irmão sentado no fundo da canoa reclamando, pois nunca gostou de pescar de rodada. Achava chato. Bom mesmo para ele era apoitar numa sombra, jogar a linha de fundo ou armar a vara de pescar e ficar pitando, esperando o que viesse.&nbsp;&nbsp; </P> <P> <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <BR>Estava com o cabo da minha vara no vão das pernas, apoiada pela mão esquerda, pois a mão direita segurava o remo puxando devagar, reduzindo a velocidade da canoa na passagem pela corredeira. Mantendo, assim, a linha de aço bem esticada, no lado esquerdo da canoa.&nbsp;&nbsp; </P> <P>&nbsp;</P> <P>O João pitando um cigarrinho Petit Oval roubado do meu avô. E eu que já tinha algum dinheiro meu, pitava um Mistura Fina, cigarrinho do qual sempre gostei... E o Joãozinho reclamando: “<EM>que coisa mais chata, tá um calor danado! Olha que sombrinha boa debaixo daquela árvore! Vamos dar uma paradinha, esta tal de rodada dá trabalho demais</EM>”, dizia ele sentado no fundo da canoa, olhando para mim com a vara embaixo do braço esquerdo e pescando do lado direito, pois era canhoto. </P> <P>&nbsp;</P> <P>De fato, pescar de rodada com canoa a remo dá trabalho. Descendo o rio tudo bem, você rema devagar para trás, só para reduzir um pouco a velocidade da canoa em relação à correnteza do rio. Mas, quando passava o ”ponto” da rodada, o jeito era virar a canoa, buscar a margem e meter o remo rio acima (o que em lugar de correnteza não é fácil) até chegar ao lugar de recomeçar a rodada. Já tinha feito isso umas cinco vezes, e já estava meio cansado. Era uma rodada boa, comprida, mas isto significava também um bom tempo remando forte para voltar ao começo e voltar a pescar.&nbsp;&nbsp; </P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/023f451a9f283b2bb0e82b3f483d0a1c.jpg"></P> <P>&nbsp;</P> <P>E o João falando, e eu fingindo que não ouvia, pois quem estava fazendo força no remo o tempo todo era eu sozinho. De repente, a ponta da minha vara deu uma curvada violenta, o cabo da vara subiu com força e me deu uma pancada nos bagos! O João berrando "<EM>SEGURA QUE É GRANDE</EM>!", e eu sem saber se largava o remo e punha a mão nas partes que estavam doendo ou se segurava o cabo da vara.&nbsp;&nbsp; Firmei o cabo da vara e o dourado pulou bonito, pertinho, umas três ou quatro vezes. Pois o bicho era grande e o dourado grande pula pouco. Aí, neste momento, só me lembrava das lições do meu pai e do meu avô:&nbsp; "<EM>mantenha a vara para cima, não dê ponta de vara, deixe a vara brigar com o peixe, não puxe</EM>". </P> <P>&nbsp;</P> <P>O João sempre contava que o bicho prancheou logo. Mas, eu não me lembro direito, só me lembro do Dourado no fundo da canoa, e eu sentado no banco com as partes ainda doloridas.&nbsp; Aquele foi o maior dourado que já peguei na minha vida: 12 quilos sem a barrigada, pesados na balança da estação da estrada de ferro da RMV em Flora.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Até antes de falecer, meu irmão quando queria me amolar me imitava, lembrando aquele momento que eu não soubre o&nbsp;que fazer com o remo, a vara de pescar e os bagos&nbsp; doendo.&nbsp;&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>De fato, aquela foi&nbsp;uma pescaria que não vou esquecer nunca. Valeu a pena a dor? Toda pescaria vale a pena, mas as que fiz com meu irmão, meu pai ou meu avô&nbsp; são para mim inesquecíveis. Até nos momentos ruins, como quando pescando curimbatá, numa enchente do rio Machado, afluente do Sapucaí, perto da cidade de Fama... meu pai tarrafeou um mourão de cerca grande, que estava com os fios de arame farpado enrolados em volta, e eu tive que mergulhar um bocado até conseguir cortar a corda da boca para recuperar os chumbos. E ainda era mês de julho...&nbsp;&nbsp;&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>(Texto do parceiro e amigo Antonio Luiz Noronha)</FONT></P></FONT> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> <STRONG>.</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Inverno na Bacia Amazônica - A hora dos peixe de couro]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=30729</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=left><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Temos o prazer de divulgar matéria de nosso companheiro <STRONG>Pablo Castro</STRONG>, grande pescador do Pará, que descreve com detalhes a pesca esportiva feita no rio Xingu em tempo de cheia.&nbsp;&nbsp; Bem-vindo, Pablo, precisamos de parceiros como você, com espírito esportivo e consciência ecológica!</EM></FONT></P> <P align=left><EM><FONT face=Arial size=2>Abraços,</FONT></EM></P> <P align=left><EM><FONT face=Arial size=2>Vitor e Ailton.</FONT></EM></P> <P align=left>&nbsp;</P> <HR>  <P align=left><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/841bd0d7377fb665ad4f4138dce31ae0.jpg"></FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Para a maioria dos pescadores, o período de novembro a maio significa uma péssima pescaria. Na maioria das vezes, ela nem acontece, pois chove muito, os rios estão cheios e a possibilidade de se fisgar um belo tucunaré, bicuda ou Trairões fica muito remota. Esses que são uns dos mais apreciados peixes esportivos do Brasil e abundantes em nossa região. Agora, se a intenção for enfrentar as chuvas e as dificuldades, você pode se deparar com os grandes peixes de couro, como os Cacharas, Barbados, Pirararas e Jaús. Nesse período, antes da desova (piracema), os peixes se reúnem, formando os grandes cardumes e comem de tudo que veem pela frente, com o objetivo de acumularem energia para a cópula, quando&nbsp;não se alimentam. Por isso, antes de programar sua pescaria de inverno, é necessário procurar os órgãos responsáveis da região a fim de obter maiores informações sobre os períodos de piracema.&nbsp;Dessa forma, você respeita o período da piracema e contribui com a reprodução das espécies.</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Munido com essas informações, você terá grandes possibilidades de fazer uma excelente pescaria considerando que, na época das cheias, os grandes peixes de couro enfrentam dificuldades para caçarem e se tornam preza fácil. Apesar da grande quantidade de alimentos nos rios (como plantas, frutos, e dos pequenos peixes). Com isso, os pontos mais interessantes para a captura dessas belas espécies (Pirararas, Cacharas e bico de pato)&nbsp; devem ser&nbsp; os pontos mais próximos das margens dos rios. Principalmente onde possa ter um barranco. Ou próximo a alguns afluentes ou boca de igarapés. Para os Barbados, Jaús, Pirararas e outras espécies, dependendo de cada região, são mais encontrados no leito dos rios, próxima a pedreiras ou nos remansos onde há grande concentração de alimentos.&nbsp;Mas,&nbsp;nada é regra clara. Numa pescaria, nada é previsível. Tudo pode acontecer. </FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/f1aad2e35bb31556ef91ae430b62debd.jpg"></P> <P>&nbsp;</P> <P>A região&nbsp;de São Felix do Xingu fica&nbsp;a 370 km de Redenção, pegando a PA 279 em Xinguara no sentido a São Felix, cidade a margem do rio de onde se pode seguir várias opções de rotas de pesca.&nbsp;Proporciona uma grande pescaria, rio de beleza extraordinária com suas cachoeiras imponentes e diversas praias ao longo do rio. Oferece uma satisfação muito grande pois, além da inúmera variedade de peixes, ainda possui ótimos lugares para os acampamentos.&nbsp;Ainda&nbsp;&nbsp;não dispõe de pousadas especializadas para atender esse setor turístico. Mas, mesmo assim, pode-se desfrutar de belas paisagens e curtir a pescaria como um todo. Bons amigos, belo rio, paisagens incríveis e ainda os belos peixes. Sem deixar de lembrar do belo por do sol, momento no qual&nbsp;temos&nbsp;que nos render às belezas naturais e saber que cada um de nós somos responsáveis&nbsp;por uma pequena parte dessa maravilha. E nos conscientizarmos da responsabilidade de combatermos os atos criminosos contra ao meio ambiente. Só através da consciência ecológica, teremos a&nbsp;possibilidade de continuar desfrutando desse esporte que tanto amamos. É preciso combater os atos de desrespeito com a natureza.</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Sabermos que devemos ensinar aos nossos filhos o que aprendemos com nossos pais.&nbsp;E&nbsp;é tão satisfatório&nbsp;transmitir esses conhecimentos a eles&nbsp;em um barco no rio. Ou em um barranco, numa praia... não importa o local, é muito prazeroso! Mesmo&nbsp;com a satisfação de podermos ensiná-los as técnicas de pesca, os macetes que aprendemos ao longo da vida, o fundamental é permitir&nbsp;a convivência em grupo. Sempre&nbsp;respeitando ao próximo e&nbsp;à natureza. Saber conhecer nossos limites e responsabilidades. Um bom pescador esta além daquele que pega grande quantidade de peixes. Um bom pescador é companheiro, amigo, simples. É aquele que está a seu lado para defendê-lo e ajudá-lo se for necessário. Um bom pescador é aquele que sabe dar valor&nbsp;às coisas mais simples da vida, tirando de cada momento da pescaria grandes felicidades e conhecimento. </FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Arsenal reforçado</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P> <BR></P> <P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/3b738beed002853096f579ce3c6f22c5.jpg"></FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Um dos pontos mais importantes e menos lembrados em uma pescaria são os equipamentos necessários. Isso se deve à falta de conhecimento, comodismo, ou aos valores dos bons equipamentos&nbsp;muitas vezes&nbsp;muito salgados, etc. Vale lembrar que, na hora H, na hora de tirar o belo exemplar, não basta conhecimento ou&nbsp; técnica. Também é importante ter um equipamento confiável para a queda de braço com&nbsp;o peixe. Existem diversas opções no mercado de pesca. Levando em consideração a constante mudança nesses equipamentos, começando pelos anzóis a cada dia mais finos e resistentes. As linhas, seguindo o mesmo padrão, e a especialização a cada modalidade. Podemos citar alguns desses equipamentos para esta modalidade especificamente.</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Equipamento&nbsp; para&nbsp; peixes de couro na região do Xingú</STRONG> </FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A carretilha de grande capacidade de linha, como as ow 750 da mariner, calcutta 700 da shimano etc, pois com a violência das corridas, eles podem tomar bastante linha principalmente os Pirararas e as grandes cacharas. O freio deve estar arrochado e a resistência fica por conta da linha multifilamento com grosso líder para resistir a abrasão junto às pedras.</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A vara super-resistente deve ter cabo duplo e longo com finalidade de apoio nas duas mãos e no cinto porta-vara, ou mesmo embaixo do braço. </FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <BR>Vara - 6'6" (2m) para linha acima de 50 libras | Linha - Multifilamento de 60 a 80 lb com líder monofilamento de 1 a 1,6mm. Para os peixes lisos, use 0,8mm monofilamento ,| Anzóis - De 7/0 a 10/0 com chumbadas de 30 a 500gr (peixes lisos)</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Usar linhas de preferência as monofilamento no caso de rios de corredeiras, pois as multifilamento causam vibração, o que diminui a produtividade. As diferenças estão na escolha das iscas.&nbsp; Nos peixes de couro, as escolhas recaem nas naturais (pedaços de peixes, iscas vivas e minhocas)&nbsp; e chumbadas pesadas para mantê-las no fundo. </FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Considerando um equipamento especifico para os&nbsp; e barbados boca larga e outros de menor porte,&nbsp; podemos usar uma vara de 15 a 30 Lb de cabo duplo, ação rápida e 6´6´´ de comprimento, as carretilhas ou moniletes devem compor pelo menos 100mts de linha 30 Lb (0,40mm) e que devem ser resistentes à brasão e de menor elasticidade possível</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Para a pesca em geral,&nbsp; é recomendável usar uma tralha média-pesada. Ela é formada por varas de 20 a 40 Lb de cabo duplo, ação rápida e 6´6´´ ou 7´0´´ de comprimento, com carretilhas ou molinetes abastecidas com 100 a 120 m de linha 50 Lb (0,50 ou 0,55 mm) resistente a abrasão e de baixa elasticidade, já numa opção mais pesada para pesca bem especifica dos grandes bagres, podemos usar carretilhas ou moniletes com capacidade de 100 a 120 metros de linha 100Lb (0,80 a 0,90mm) com baixa elasticidade e resistência a abrasão e varas de 50 a 80 Lb de cabo duplo , munido com esse equipamento o sucesso estará garantido em sua pescaria, vale lembrar que quanto maior for o equipamento mais cansativo será para o pescador pois espaço e peso numa pescaria que pode durar horas e horas faz a diferença, portanto&nbsp; é&nbsp; importante saber previamente&nbsp; qual a característica da pesca na região em determinada época do ano , para que você possa balancear da melhor forma possível seu material , trazendo com isso conforto, segurança e satisfação na pescaria.&nbsp; </FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Estrutura de pesca</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <BR>Chegando em São Felix, pode-se contratar barcos caso sua opção seja explorar áreas mais distantes. São barcos confiáveis&nbsp;que permitem explorar as áreas mais distantes da cidade. São barcos com capacidade entre 3 e 15 T&nbsp;com experientes guias, garantindo uma viagem segura e confiável. E proporcionando uma bela pescaria nesse período onde poucos se arriscam.</FONT></P> <P> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>É importante se informar com os órgãos responsáveis sobre os limites destinadas&nbsp;à pesca. Pois existem&nbsp; as reservas indígenas onde é proibida a pesca.&nbsp;&nbsp;</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/8d55f74bdd8ac0e96fcd9ce463211077.jpg"></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1><STRONG>Autor do texto: Pablo de Castro, parceiro e amigo do site Guias de Pesca.</STRONG></FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> <STRONG>.</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Monofilamento X Multifilamento. Qual é melhor?]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=30267</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<TABLE> <TBODY> <TR> <TD> <P align=left><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A linha de monofilamento (nylon) foi inventada por ocasião da 2ª Guerra Mundial, e ao longo desse anos evoluiu muito e se mostra como a preferida da grande maioria dos pescadores, por seu baixo custo, opções de diâmetro e resistência, e suas várias aplicações.</FONT></P> <P align=left><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Entretanto, surgiu na década passada uma nova opção de linha de pesca, que é a linha de multifilamento. Essa linha relativamente nova é fabricada com fibras sintéticas muito finas (chamadas Dyneema ou Spectra), que são trançadas ou “fundidas”, sendo que algumas recebem tratamento de superfície para reduzir sua aspereza.</FONT></P></TD> <TD width="3%">&nbsp;</TD> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/899d342383f4b7ed3536b8b9a112ef44.jpg"></TD></TR></TBODY></TABLE> <P align=left><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <TABLE> <TBODY> <TR> <TD><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/6978b92597f06d2d19a7dc2e1bd86920.jpg"></TD> <TD width="3%">&nbsp;</TD> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As linhas de multifilamento trouxeram como características próprias a sua enorme resistência (são pelo menos duas vezes e meia mais resistentes que os monofilamentos de mesmo diâmetro),&nbsp; sua elasticidade que é quase nula (melhor sensibilidade e resposta imediata nas fisgadas),&nbsp; a virtual inexistência de memória (estão sempre livres, sem efeito de mola),&nbsp; e sua durabilidade, que é muito maior em uso normal.</FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Essas “superlinhas”, como são também chamadas, foram desenvolvidas inicialmente para a pesca no mar, a grandes profundidades, onde o movimento do peixe na outra extremidade pode ser sentido com facilidade e a fisgada tem efeito imediato. São ótimas também para a pesca de corrico,&nbsp; pois por serem muito mais finas oferecem menor resistência à água, permitindo que a isca alcance e se mantenha&nbsp; na profundidade desejada.&nbsp; As multi são também efetivas na pesca de peixes de boca dura, como dourados e cachorras, onde a fisgada tem de ser mais firme. </FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Acontece que as linhas de multifilamento têm também seus senões, que devem ser avaliados pelos pescadores antes de se decidirem em adotá-las. Vejamos:</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;- <STRONG>Preço:</STRONG> as linhas de multifilamento são ainda muito caras, se comparadas com as de monofilamento, diríamos em média três vezes mais caras.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;- As linhas de multifilamento têm a tendência de se “enterrar” em si próprias no carretel, provocando as famosas cabeleiras (isso pode ser evitado se a linha for enrolada cuidadosamente e bem apertada, repetindo-se ocasionalmente essa operação)</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;- O uso da linha multifilamento requer regulagem diferente no freio da carretilha (ou molinete), usando-se menos frenagem, para compensar a falta de elasticidade e a pronta resposta&nbsp; que essa linha tem na fisgada.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;- Linhas de multifilamento são usualmente ásperas em sua superfície, e danosas tanto para as varas que não sejam apropriadas ao seu uso (passadores revestidos de titânio) como também, sendo bem mais finas, são perigosas e cortantes se manuseadas sem proteção, em caso de enroscos, etc.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;- As linhas de multifilamento são opacas e portanto visíveis na água, e usualmente requerem um líder de monofilamento ou de fluorcarbono, para maior dissimulação da isca.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;- Embora as linhas de multifilamento sejam muito resistentes e duráveis em uso normal, se mostram frágeis quando entram em atrito com estruturas, como quinas de pedras. Se a linha “ralar” numa dessas quinas, começam a romper os microfilamentos, até a completa ruptura da linha. Esse é outro motivo para serem usadas com um líder de fluorcarbono ou de monofilamento mais grosso.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>- Registramos ainda que as linhas multifilamento são mais difíceis em relação aos nós, seja para amarrar equipamentos terminais (anzóis, iscas, giradores), como para emendar duas linhas diferentes, requerendo nós especiais e mais trabalhados. Os nós têm de ser bem feitos e testados, pois essas linhas tendem a “escorregar” quando os nós não são apropriados.&nbsp;&nbsp; Elas são também difíceis de cortar, requerendo tesouras serrilhadas ou canivetes bem afiados.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Foi natural que os fabricantes das linhas de monofilamento reagissem à concorrência das novas linhas, lançando no mercado novos produtos, melhorando a qualidade e resistência das linhas, tanto em relação à ruptura como quanto à abrasão. Foram também melhoradas a maciez, a resistência aos nós e a redução da “memória” das mono, com o surgimento das linhas chamadas de copolímeros. Essas linhas são basicamente um miolo mais duro e resistente, revestido de uma resina que torna a linha mais macia e de baixa memória.&nbsp; Surgiram também linhas que receberam um tratamento de superfície com flúor&nbsp; (“fluor coated”), o que melhorou também o atrito da linha nos passadores e a distância de arremesso.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Linhas de monofilamento ou de multifilamento?&nbsp; O pescador deverá escolher o que for melhor para sua pescaria. </FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><STRONG>Visite o site </STRONG><A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank><STRONG>Guias de Pesca</STRONG></A> e participe da enquete sobre este assunto<STRONG>.</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[NÓS  &  OS  NÓS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=29388</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<TABLE> <TBODY> <TR> <TD bgColor=white> <P align=left><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Todo pescador tem que saber fazer nós. Às vezes, os nós são os grandes responsáveis por nossos sucessos ou insucessos na pescaria, pois o nó é o elo mais fraco no “cabo de guerra” entre o pescador e o peixe.&nbsp; Por isso, alguns cuidados são fundamentais ao fazermos qualquer tipo de nó, como os seguintes:</FONT></P> <P align=left><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>. Não economize linha ao fazer o nó; </FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2>. Lubrifique sempre o nó (com saliva ou água); </FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2>. Aparência também é importante:&nbsp; se não parecer bem feito, refaça o nó;</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2>. Use um cortador de unhas, tipo Trim, para aparar os nós.&nbsp;</FONT></P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>&nbsp;&nbsp;</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Existem hoje dezenas de nós, e para descrevê-los seriam necessárias muitas páginas, fotos e diagramas, mas nossa intenção aqui é simplificar, concentrando-nos em uns poucos nós, eficientes e práticos. </FONT><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>São nós que atendem a quase todas as nossas necessidades, sem grandes complicações. Nesta apresentação, dividiremos os nós em dois grupos:&nbsp; </FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a) <STRONG>Nós de União</STRONG>: usados para unir duas linhas que podem ser de monofilamento,&nbsp; multifilamento,&nbsp; fluorocarbono,&nbsp; ou aço flexível encapado </FONT></P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>b) <STRONG>Nós terminais</STRONG>: usados para amarrar a linha de pesca a algum acessório, que pode ser: giradores, snaps, anzóis, bóias, etc. </P> <P></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>NÓS DE UNIÃO:</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>1º)&nbsp; <STRONG>Nó Albright</STRONG>:&nbsp; usado quando se quer prender um líder de linha mais grossa à linha principal, mais fina,&nbsp; e pode ser: monofilamento x&nbsp; monofilamento mais grosso, mono x&nbsp; fluorocarbono,&nbsp; mono&nbsp; x&nbsp; multifilamento, ou mono&nbsp; x&nbsp; aço encapado.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/47cf40ad7c7d675003426374301de875.jpg"></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>2º)&nbsp;&nbsp; <STRONG>Nó de Sangue</STRONG>: usado quando vamos unir linhas de diâmetros iguais ou com até 50% de de diferença de diâmetro.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/b7c69a4a2cf6070365ab1b0d67aacf92.jpg"></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>3º)&nbsp; <STRONG>Nó&nbsp; multi-mono</STRONG>:&nbsp; usado quando se quer unir monofilamento ou fluorocarbono à linha de multifilamento. É baseado no nó Albright,&nbsp; com modificação que visa&nbsp; sobrepor&nbsp; o multifilamento e deixá-lo mais apertado no fluorocarbono.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/0dc7ab41acc65f0ae158d48d866f854d.jpg"></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>NÓS TERMINAIS</STRONG></FONT></P> <P><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>1º)&nbsp; <STRONG>Nó Único:</STRONG>&nbsp; usado para amarrar anzóis, snaps, giradores, bóias, enfim pode ser usado em quase todas as situações, inclusive para amarrar as linhas aos carretéis de molinetes e carretilhas.&nbsp; Não é recomendado para linhas multifilamento.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/8a8ff852c0205a756b73aa77dbe86578.jpg"></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>2º)&nbsp; <STRONG>Nó Palomar:</STRONG>&nbsp; usado para prender anzóis, giradores, snaps,&nbsp; este nó é especialmente indicado para fazer nós terminais quando usamos linhas multifilamento, pois é muito simples e de alta resistência.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/03fd1300b29c7c303864fc81912e1ad1.jpg"></P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>&nbsp;</P> <P>Acredito que o pescador que dominar&nbsp; a execução dos cinco nós acima estará muito bem servido, em qualquer das suas necessidades.</P> <P></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (Texto de autoria do&nbsp;&nbsp; Ailton&nbsp; Salgado)</FONT>&nbsp;</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><B>Visite o site <A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank>Guias de Pesca</A>.</B></FONT></P> <P> <BR>&nbsp;</P></TD></TR></TBODY></TABLE>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Minhocuçu, a isca milagrosa]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=27125</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/468e54ecb652818ec5c2169d66226dc2.jpg"></P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=justify>Todos nós que temos raízes interioranas vivemos nossas primeiras experiências como pescadores de uma forma bastante simples e mesmo assim repleta de emoções e alegrias.&nbsp; Eu tive a sorte de ter crescido numa cidade do interior de Minas, e tendo parentes fazendeiros, com meus nove a dez anos comecei&nbsp; a experimentar a satisfação de pescar&nbsp; lambaris, bagres, mandis e piaus com varinhas de bambu ou cana-da-índia, linhas de algodão (e depois, de náilon), chumbadas improvisadas, anzóis comprados a granel em armazéns e...&nbsp; minhocas.</P> <P align=justify>&nbsp;</P> <P align=justify>As minhocas que nós usávamos eram de dois tipos:&nbsp; umas minhocas moles, de cor clara e lentas, de pouco movimento;&nbsp; e as famosas minhocas de argola, ou puladeiras, que são maiores e muito espertas,&nbsp; e eram as preferidas dos peixes. A gente mesmo arrancava as minhocas, na horta da fazenda, e improvisava um “minhoqueiro” com uma latinha de extrato de tomate e uma alça de arame. Essas minhocas de primeiras pescarias tinham no máximo um palmo de comprimento.</P> <P align=justify> <BR>Quando me mudei para Belo Horizonte vi pela primeira vez, à venda numa loja de pesca, o famoso minhocuçu. Não podia então imaginar que essa espécie de minhoca viria a ampliar e multiplicar minhas aventuras de pesca,&nbsp; o que me levaria a concordar com os que dizem que, quando se fala em isca natural, o minhocuçu é a isca universal. Predileto dos grandes bagres, como o jaú e os surubins, essa minhoca gigante (atinge até um metro de comprimento) praticamente serve para a pesca de todos os peixes esportivos de água doce do Brasil.&nbsp; Já pesquei com minhocuçu e vi pescarem, entre outros, os seguintes peixes:&nbsp;&nbsp; dourado, pacu, traíra, jaú, pintado, cachara, pirarara, piau, piapara, piauçu, pirapitinga, tambaqui, matrinxã,&nbsp; mandi, palmito, bico de pato, jurupoca, corvina, tabarana, barbado, cuiu-cuiu,&nbsp; armau,&nbsp; serrudo,&nbsp; e tantos outros que mostram a eficiência dessa isca.</P> <P align=justify> <BR>O minhocuçu tem para o pescador esportivo as seguintes vantagens:&nbsp; seu diâmetro, de cerca de um e meio a dois centímetros, é bastante para disfarçar o anzol e eventualmente cobrir o empate de aço;&nbsp; é uma isca natural de textura firme que, bem cuidada, sobrevive facilmente ao período de duração da pescaria;&nbsp; e, principalmente, essa minhoca tem um atrativo natural incomum para os peixes, o que explica o seu uso quase universal, embora sua ocorrência se limite a uma região de Minas Gerais.</P> <P align=justify> <BR>Pesquisas sobre esse anelídeo gigante (mais complicado é o nome científico: Rhinodrilus alatus) confirmam que sua existência se limita à região de cerrado compreendida por um triângulo formado pelo rio São Francisco e seu afluente das Velhas, cuja base ao sul está nos municípios de Prudente de Morais, Sete Lagoas, Inhaúma, Maravilhas, Papagaio e Pompéu, indo até Lassance, quase no vértice do triângulo. Entretanto, as maiores áreas de ocorrência estão nos municípios de Sete Lagoas e Paraopeba, onde se concentram também os extratores e comerciantes.</P> <P align=justify> <BR>A exploração (e comércio) do minhocuçu é uma ocupação que hoje é a única atividade para milhares de pessoas, fonte de sustento para outras tantas famílias. Entretanto, essa atividade tem gerado conflitos entre extratores e proprietários de terras, em função de invasões de propriedades, revolvimento dos solos, e uso do fogo para limpar os locais de extração.&nbsp;&nbsp; Além desses problemas,&nbsp; a legislação atual, tanto federal como estadual, considera crime a extração, comércio e transporte de espécies da fauna silvestre,&nbsp; e o minhocuçu chegou a ser considerado como espécie ameaçada de extinção, estando atualmente classificado na categoria “em perigo”.</P> <P align=justify> <BR>Soubemos que está em desenvolvimento um “Projeto Minhocuçu”, que objetiva o uso sustentável dessa minhoca gigante,&nbsp; através de um processo de manejo adaptativo, que vincula a pesquisa científica à ação efetiva junto aos diversos envolvidos. Estamos torcendo para que se encontre o “caminho do meio”, de modo a proteger esse animal e ainda manter a disponibilidade dessa isca tão apreciada pelos peixes e, também, pelos pescadores.  <BR></P></FONT> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Abraços,</FONT></P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Vitor de Paula.</FONT></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><B>Visite o site <A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank>Guias de Pesca</A>.</B></FONT></P> <P> <BR>&nbsp;</P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Se eu tivesse apenas uma isca...]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=25916</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<TABLE> <TBODY> <TR> <TD vAlign=top><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/d75eae8171d5acecb4e17933db5ce1b6.jpg"></TD> <TD width="3%">&nbsp;</TD> <TD> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>... ela seria sem dúvida uma colher Johnson “Silver Minnow”.&nbsp; Esta isca é para mim um verdadeiro talismã,&nbsp; não imagino minha caixa de iscas sem algumas colheres Johnson. As minhas preferidas&nbsp; são as de ¼ de onça&nbsp; (7 gramas) e de ½ onça (14 gramas), nas cores prateada e dourada.&nbsp; Com elas, já capturei várias espécies de peixes, como tucunarés,&nbsp; dourados, apaiaris, traíras, jacundás, trairões, matrinxãs, bicudas, e até espécies mais difíceis de serem capturadas com iscas artificiais, como pintados e corvinas. </FONT></P> <P>&nbsp;</P></TD></TR></TBODY></TABLE> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Acredito que as colheres Johnson estão entre as iscas mais versáteis que conheço. Elas podem ser trabalhadas desde o fundo até a sub-superfície, bastando para isso variar a velocidade do recolhimento.&nbsp; Seu dispositivo de anti-enrosco nos dá segurança para arremessos nos lugares mais complicados, onde nunca arriscaríamos uma isca de meia-água.&nbsp; Em minha opinião, ela tem um trabalho muito atraente com seu movimento oscilante, principalmente em dias com muita luz, realçando o seu brilho. Quando o peixe não quer atacar, costumo fazer um recolhimento em velocidade média, com toques de ponta de vara, fazendo então pequenas paradas, e reiniciando o recolhimento. Esse trabalho tem se mostrado muito eficiente, quase sempre provocando o ataque dos predadores.</FONT></P></FONT> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Por ser provida de um anzol, ao invés de garatéia, sua fisgada é extremamente eficiente, principalmente para peixes saltadores, como as bicudas e matrinxãs. Comparada com outras iscas, ela não tem o glamour das iscas de superfície, que nos encantam quando os peixes as atacam, mas sem dúvida ela&nbsp; é funcional, e em muitas pescarias tem sido a salvação dos pescadores, pela sua versatilidade e eficiência. Portanto, se você não tem em sua caixa as colheres Johnson, sugerimos que adquira já. Se você quiser outras opções com a mesma ação, as da marca Rapala “Minnow Spoon” e as da Aicás&nbsp; e da Lori, esta última fabricada no Brasil, funcionam bem. Entretanto, na minha opinião particular a Johnson é imbatível.&nbsp; Experimente portanto as várias opções e eleja a sua. E não saia para pescar sem ela, pois ela&nbsp; pode ser a salvação da sua pescaria.</FONT> </P> <P>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">(Texto de autoria do Ailton Salgado)<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P> <P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.guiasdepesca.com.br/pesca.gif"> <FONT face=Arial size=2><B>Visite o site <A href="http://www.guiasdepesca.com.br/" target=blank>Guias de Pesca</A>.</B></FONT></P> <P> <BR>&nbsp;</P>
		]]>
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		<title><![CDATA[O "vírus"]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=25186</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/9f92c2c6bf4db4bfe5490d6db9a08d63.jpg"></FONT></P>
<P align=center><FONT face=Arial size=1><EM>Crédito foto: reprodução/internet <A href="http://www.wfn.tv/blog/JP/index.php?id=25" target=blank>www.wfn.tv/blog/JP/index.php?id=25</A></EM></FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Alguns de nós,&nbsp; seres humanos,&nbsp; já nascemos pescadores, não importa o sexo. Homens e mulheres já nascem com o gene da pesca&nbsp; em seus corpos, não importa se nascem&nbsp; em cidade grande ou pequena,&nbsp; na fazenda ou na praia. Quem nasce com esse gene acaba se transformando num inveterado praticante da pesca. Pode ser que o indivíduo tenha esse instinto adormecido e que um dia ele se manifeste, pode ser que o instinto de pescador fique evidente logo nos primeiros anos de vida e o leve a pescar desde a mais tenra idade.</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Mas&nbsp; a pior mutação desse “gene da pesca” é a que transforma pescadores comuns em pescadores com iscas artificiais.&nbsp; Uma vez contraído esse mal incurável, o indivíduo será pescador com iscas artificiais para o resto de sua vida. Ele passará horas seguidas&nbsp; visitando lojas de pesca, a Internet, e consultando catálogos de venda pelo correio, e ao longo de sua vida vai acumular, para desespero da esposa,&nbsp; dúzias e dúzias de iscas artificiais, e uma coleção de varas, carretilhas, molinetes, além da parafernália de linhas, acessórios, tubos, sacolas, etc. </FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Esse mutante não resiste a novos lançamentos, é só ver anúncio de uma novidade, seja isca, molinete, carretilha, vara, enfim qualquer item ligado à pesca esportiva,e ele se transforma: o olhar fica distante e sonhador, as mãos às vezes transpiram e ele começa a se imaginar de posse daquele novo objeto de desejo, pescando seja lá onde for e não importa qual o peixe: ele quer é ir pescar.</FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Existem casos extremos, em que a intervenção da esposa se faz necessária, porém é preciso ter certa cautela. Sabemos de um caso em que a esposa de um amigo, certa feita, tentou intimidá-lo dizendo e repetindo que ele estava&nbsp; gastando demais com coisas supérfluas, fato evidente pela sua farta e variada tralha de pesca. Como isso não surtiu efeito, ela resolveu pelo menos dar uma arrumação no seu “quarto de pesca”, onde ele cuidadosamente guardava sua tralha.&nbsp; Limpou a poeira, organizou e guardou iscas e linhas,&nbsp; varas, enfim, arrumou e limpou tudo. Quando o marido chegou e deu com aquela “arrumação”, teve um choque tal que o levou a perder a fala, e quase foi preciso chamar uma ambulância para trazer o homem de volta ao normal..&nbsp; Passado o susto, ele só voltou a falar com a mulher depois que ela jurou que jamais poria de novo os pés no seu “reduto sagrado”...</FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Portanto, companheiro, se você se enquadra nesses sintomas, não se desespere. Este é um mal mais comum do que você imagina, e para o qual não existe vacina nem cura, a não ser um certo alívio chamado “ir pescar”.&nbsp; Conclusão:&nbsp; pesque sempre e viva mais...</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Pescando no rio Xingu, com conforto]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=24684</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Pescar com conforto no Brasil é mais fácil do que parece. Algumas pousadas de pesca (lodges) espalhadas por este país afora são sinônimos de excelência em termos de conforto e bons serviços, e invariavelmente estão localizadas em áreas de preservação permanente, onde só é permitido o abate de peixes para consumo local.&nbsp; Ali, então, encontraremos o paraíso dos pescadores esportivos.</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Foi assim,&nbsp; como se estivéssemos retornando ao paraíso, que voltamos a Altamira, cidade situada às margens do famoso rio Xingu, no estado do Pará.&nbsp; Mais especificamente falando,&nbsp; voltamos&nbsp; à nossa velha conhecida POUSADA RIO XINGU. Construída no início desta década,&nbsp; essa Pousada foi projetada para aliar conforto e bons serviços&nbsp; à piscosidade da região, devido à sua localização (encontra-se entre duas cachoeiras que são de difícil transposição, deixando esse trecho quase que exclusivo para seus hóspedes).&nbsp; Suas acomodações foram planejadas para que os hóspedes tivessem o máximo de espaço e conforto: são apartamentos espaçosos, bem decorados, e com todo o conforto que se pode desejar, com ar condicionado, frigobar, telefone, etc.</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><BR>O serviço de pesca é completo, e os barcos são longos, de 8,40 metros, apropriados para navegação em águas rápidas, com motores de 25 hp e motores elétricos, rádio comunicadores,&nbsp; caixas térmicas, cadeiras giratórias,&nbsp;&nbsp; e pilotados por guias dedicados e conhecedores da região.</FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A pousada tem como um de seus principais atrativos sua excelente cozinha, oferecendo três refeições diárias, além de deliciosos petiscos para tira-gosto,&nbsp; contando ainda com atencioso serviço de copa e bar, com a famosa caipirinha sempre oferecida antes das refeições.&nbsp;&nbsp; Está também a disposição dos hóspedes o serviço de lavanderia.</FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/dab2db5c0cbb6f1f9ea86e15f3fc659b.jpg"></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Pescar no Xingu é sempre muito prazeroso.&nbsp; A variedade de peixes, aliada à bela paisagem dessa região, faz&nbsp; o pescador se esquecer dos problemas cotidianos para se emocionar com as brigas com os peixes, e contemplar a natureza.&nbsp;&nbsp; A pescaria ali é definida basicamente em dois períodos:&nbsp;&nbsp; De março a junho, quando as águas estão altas e predominam os grandes peixes de couro,&nbsp; e de julho a novembro, quando ocorre a vazante, diminuindo as ações dos peixes de couro e dando lugar aos esportivos Tucunarés,&nbsp; Bicudas, Pacus, Cachorras e Matrinxãs.</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Estivemos desta vez na Pousada no mês de outubro,&nbsp; e encontramos o rio baixo, com águas extremamente limpas, ideais para a pesca dos grandes tucunarés,&nbsp; que entretanto estavam muito manhosos, preferindo atacar iscas de fundo (colheres, jigs) e iscas naturais vivas e mesmo mortas.&nbsp; Creio que essa condição se deveu à transparência das águas, fazendo com que os peixes se abrigassem em águas mais profundas. Isso não impediu que os companheiros se divertissem bastante com exemplares médios, entre 2 e 4 kg.&nbsp; Já os peixes de couro estavam tímidos, tanto que a maior captura foi de um belo barbado, de aproximados&nbsp; 12 kg.&nbsp; Algumas bicudas e cachorras de bom tamanho completaram a festa dos pescadores.</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/671de0fa340e7800af9968477f95e943.jpg"></P>
<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>Na foto: parte do grupo que pescou em outubro, o Ailton e funcionários da Pousada.</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Quando os companheiros se vão]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=24227</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/53abbf93dc3b1b36ed60a299be21d23e.jpg"></FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A pesca esportiva é uma atividade que nos dá oportunidades de conhecer pessoas, fazer novas amizades e fortalecer amizades antigas, como resultado do clima de camaradagem e igualdade que só uma pescaria proporciona. Por isso, quando companheiros de aventura se vão pela estrada da eternidade, sentimos e lamentamos suas ausências.</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Estou escrevendo aqui para lembrar um amigo e companheiro constante no passado, meu concunhado Haroldo Vaz de Melo (foto), cuja lembrança me veio ao rever minha coleção de fotos de pescarias, onde ele aparece com freqüência. Fizemos muitas pescarias juntos, principalmente na barra do Guaicuí (rio São Francisco com rio das Velhas), onde tínhamos um barco e acampávamos junto das ruínas da igreja histórica.</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Bons tempos, bons peixes e também boa comida... O Haroldo, além de gostar de pescar e de torcer pelo Atlético, era também um cozinheiro de mão cheia.&nbsp; Transformava a comida simples de barranco em pratos pra ninguém botar defeito. E eu, ignorante de cozinha porém apreciador de boa comida, só saía ganhando dessa situação.</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Lembro-me que certo dia combinamos subir cedo o São Francisco até um pesqueiro conhecido. Sabíamos que lá perto, algumas árvores se debruçavam sobre o rio, e poderíamos aproveitar a sombra para fazer o almoço.&nbsp; Eu fiquei encarregado de por a tralha de cozinha no barco, mas me distraí e deixei no acompamento o fogareiro, só descobrindo isso na hora de preparar o almoço.</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Com o barco encostado no pé do barranco, o Haroldo avaliou a “situação”, verificando que panela, frigideira e ingredientes estavam no barco. Meteu a mão em sua famosa sacola de tralha e tirou de lá um espeto de churrasco e um facão,&nbsp; e me pediu emprestado o meu bicheiro, que tinha cabo de metal.&nbsp;&nbsp; Com o facão, abriu um corte horizontal&nbsp; no barranco íngreme, enterrando de um lado o espeto e do outro o bicheiro,&nbsp; montando assim uma trempe improvisada.&nbsp; Depois, sem muito esforço, juntou gravetos e galhos secos disponíveis ali mesmo no barranco, e usando uma bola de papel higiênico, acendeu o seu “fogão”. </FONT></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Eu até que me ofereci para fazer alguma coisa, mas ele me disse para aproveitar a sombra e pescar umas matrinxãs.&nbsp; Assim, enquanto eu me divertia com o equipamento leve, o velho companheiro mais uma vez brilhou como cozinheiro, transformando aquele improviso numa comida deliciosa.</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O Haroldo Vaz de Melo já se foi,&nbsp; e a barra do Guaicuí&nbsp; não tem mais tantos peixes, mas as lembranças são boas, estão bem vivas e me permitem fazer a ele esta homenagem e enviar um cumprimento aos companheiros que já partiram. Que todos estejam pescando nos rios do céu.</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Entendendo melhor os equipamentos de pesca]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=23265</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/f758a970ab8b77b3ee52b2c7207b7eed.jpg"></FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A grande maioria dos equipamentos de pesca vendidos no Brasil é de origem estrangeira,&nbsp; e suas especificações e detalhes vêm expressos em medidas fora do sistema métrico.&nbsp; As informações aqui colocadas serão úteis na escolha desses equipamentos, como varas, carretilhas e linhas de pesca.</FONT><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<HR>
</FONT>
<P></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>&nbsp;Varas de Pesca</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<TABLE>
<TBODY>
<TR>
<TD>
<P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/487d7708ccbf613cb68d7b3f41845aea.jpg"></P></TD>
<TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As varas apresentam medidas de comprimento em Pés e Polegadas</FONT> 
<P></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Um Pé =&nbsp; 30.48&nbsp; cm&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Uma Polegada&nbsp; =&nbsp;&nbsp; 2,54&nbsp; cm</FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><BR><STRONG>Exemplo:</STRONG> Uma vara de&nbsp; 6’2” (seis pés e duas polegadas) tem aproximadamente 1,88&nbsp; m de comprimento.</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Apresentam também indicação da resistência das linhas a serem usadas nas mesmas, em Libras/peso.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Uma&nbsp; Libra (lb&nbsp; ou&nbsp; pound)&nbsp;&nbsp; =&nbsp; 453 gramas</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><BR><STRONG>Exemplo:</STRONG>&nbsp; 12 to 20&nbsp; lb&nbsp; line&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; =&nbsp;&nbsp; usar linhas monofilamento de&nbsp; 5,4&nbsp; Kg&nbsp; a&nbsp; 9,0&nbsp; Kg</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Apresentam ainda a indicação do intervalo de pesos das iscas artificiais que devem ser usadas com as mesmas,&nbsp;&nbsp; em&nbsp; Onças&nbsp; (oz)</FONT></P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>Uma onça&nbsp;&nbsp; =&nbsp;&nbsp; 28,3&nbsp; gramas</P>
<P><BR><STRONG>Exemplo:</STRONG>&nbsp;&nbsp; ¼&nbsp; to ¾ Oz&nbsp; Lures&nbsp;&nbsp; =&nbsp;&nbsp; Iscas de 7 gramas a 21 gramas</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<HR>
</FONT>
<P></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Molinetes e Carretilhas</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<TABLE>
<TBODY>
<TR>
<TD>
<P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/57be64e96d19562f9f923c48a4233a7b.jpg"> </P></TD>
<TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As caixas dos Molinetes e Carretilhas (e os carretéis dos Molinetes) trazem indicada a capacidade de Linha dos mesmos,&nbsp; em Jardas e Libras.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT>
<P></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Uma jarda&nbsp;&nbsp; (yd)&nbsp;&nbsp; =&nbsp;&nbsp; 91 cm</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><BR><STRONG>Exemplo:</STRONG>&nbsp;&nbsp; 160&nbsp; yd&nbsp; 12 lb Mono&nbsp;&nbsp; =&nbsp;&nbsp; 145 metros de Monofilamento resistência de 5,4 Kg</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<HR>
</FONT>
<P></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;<STRONG>Linhas de Pesca</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<TABLE>
<TBODY>
<TR>
<TD>
<P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/7d617c57a617af92a349ddb0ffac8f57.jpg"> </P></TD>
<TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As linhas importadas têm&nbsp; usualmente seu comprimento e resistência expressos em Jardas (yd) e em Libras (lb&nbsp; ou&nbsp; pound).</FONT> 
<P></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><BR><STRONG>Exemplo:</STRONG> Carretel com&nbsp; “275&nbsp; yd&nbsp; 12 pound&nbsp; mono”&nbsp; =&nbsp; 250 metros de linha Monofilamento com resistência de 5,5 Kg</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<HR>
</FONT>
<P></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Iscas Artificiais</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<TABLE>
<TBODY>
<TR>
<TD>
<P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/8985dc75c5251edbeea17f15905d115e.jpg"></P></TD>
<TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As iscas importadas têm&nbsp; seu peso indicado nas embalagens, em Onças&nbsp; ou frações de Onças.</FONT> 
<P></P></TD></TR></TBODY></TABLE><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>Uma Onça&nbsp; (oz)&nbsp;&nbsp; =&nbsp;&nbsp; 28,3 gramas</P>
<P><BR><STRONG>Exemplo:</STRONG>&nbsp;&nbsp; ½&nbsp; Oz&nbsp;&nbsp;&nbsp; =&nbsp;&nbsp; 14 gramas</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>--------------------------------------------------------------------------------</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Boa pescaria para todos!</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Os oito mandamentos do pesque-e-solte]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=22982</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/cf1d6d7d98b0043dc1c0596c777ede80.jpg"></FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Procuramos sintetizar aqui os procedimentos para o correto embarque, manuseio e liberação dos peixes capturados, de modo a evitar ou minimizar danos físicos aos mesmos:</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<UL>
<LI><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>. Solte o peixe tão rápido quanto possível (regra da maior&nbsp; importância)</FONT></LI>
<LI><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>. Evite tocar no peixe. Se isso for necessário, procure molhar as mãos antes de manusear o peixe.</FONT></LI>
<LI><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>. Jamais coloque os dedos nas guelras do peixe.</FONT></LI>
<LI><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>. Não aperte o peixe e não o deixe cair;&nbsp; use o alicate de contenção.</FONT></LI>
<LI><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>. Mantenha o peixe em sua posição normal&nbsp; (horizontal).</FONT></LI>
<LI><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>. Retire o anzol com cuidado e o mais rápido possível.</FONT></LI>
<LI><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>. Se o anzol penetrar muito, corte o empate e solte o peixe.</FONT></LI>
<LI><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>. Movimente o peixe dentro d´água para reanimá-lo e solte-o em água calma.</FONT></LI></UL>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os procedimentos acima, se seguidos com rigor, certamente manterão alta a taxa de sobrevivência dos peixes capturados e devolvidos à água.</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Em plena Amazônia, em um Barco Hotel]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=22625</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/631d395782a53cdcdcf27f10c4c06246.jpg"></FONT></P>
<P align=center><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=left><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Pescar na Amazônia em um Barco Hotel é o mesmo que uma viagem à “ilha da fantasia” para a maioria dos pescadores.&nbsp; Esses barcos são estruturados para atender, com conforto e bons serviços, aos mais variados estilos de pesca.&nbsp;&nbsp; De “flaizeiros”,&nbsp; “pinchadores”,&nbsp; até a turma da pesca “barra pesada”, todos encontrarão seu espaço, e foi assim em recente viagem no Barco Hotel “Karen Julyana”, com uma turma simpática e bem heterogênea. </FONT></P>
<P align=left><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Partimos de Nova Olinda, às margens do rio Madeira, para alcançarmos o rio Sucunduri, famoso pela quantidade de tucunarés e&nbsp; outros peixes. Para alcançarmos os bons pontos de pesca existentes na Amazônia, é recomendável passarmos primeiro por Manaus. Quem nunca visitou a capital do Amazonas não deve perder a oportunidade de conhecer seus encantos turísticos, tais como o Teatro Amazonas, o encontro das águas dos rios Negro e Solimões,&nbsp; o Hotel Tropical e muitos outros. </FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>De Manaus,&nbsp; vamos pegar os vôos para as regiões de pesca,&nbsp; que variam de acordo com as cheias. Normalmente, pesca-se no sul do Amazonas, (rio Madeira e afluentes) ou no rio Uatumã até setembro.&nbsp;&nbsp; De outubro a março a região escolhida é quase sempre a do rio Negro e afluentes.</FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Durante nossa permanência a bordo do “Karen Julyana” tivemos a oportunidade de conhecer e pescar nos rios Sucunduri, Acari e nos lagos da região, de grande beleza e com pouca pressão de pesca.&nbsp; Entretanto, uma frente fria provocou algumas chuvas e a conseqüente queda de temperatura, reduzindo também as ações dos peixes. Nessas condições,&nbsp; os arremessos precisos,&nbsp; as iscas certas e bem trabalhadas,&nbsp; fazem a diferença.&nbsp; Engana-se quem pensa que o tucunaré ataca qualquer isca. Como todo predador, ele será atraído pela isca quando ela atingir a sua “janela de captura”, isto é,&nbsp; ele atacará a isca se ela passar próxima à estrutura onde ele está abrigado.&nbsp; A isca deve se parecer ao máximo com suas presas naturais, e se movimentar como se estivesse ferida, com dificuldades para nadar,&nbsp; ou representar uma ameaça ao seu território ou seus filhotes.&nbsp; Portanto, recomenda-se ao pescador procurar informar-se sobre as condições de pesca na região escolhida, os tipos de iscas mais produtivas, e fazer treinamento de arremessos, porque na maioria das vezes é necessário arremessar bem no meio das pauleiras para capturar bons exemplares.</FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/8230d715c28da1a8e9e6a0dbee1891b0.jpg"></P>
<P align=center>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Mas a pescaria na Amazônia não é feita só de tucunas:&nbsp; os bagrões também andaram na ponta da linha dos companheiros da expedição ao rio Sucunduri. Muitas ações e alguns bons exemplares (jaús, pirararas, jundiás, barbados) deixaram lembranças e muitas fotos para comprovar o tamanho dos brutos devolvidos ao rio.&nbsp; Entretanto, sempre fica alguma dúvida sobre o tamanho dos peixes, e eu explico:&nbsp; é que depois de algumas cervejas no bar do Barco Hotel,&nbsp; o tamanho dos troféus costuma aumentar, e aí só as fotos para acabar com as “polêmicas”. </FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Eu diria que o que marcou a viagem foi a ótima atenção e o profissionalismo da tripulação, a convivência super agradável com os excelentes companheiros em plena floresta amazônica, os exemplos de amizade e solidariedade demonstrados por todos durante a viagem,&nbsp; e a certeza de que voltaremos em breve.</FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/81e265f03c23e42ac622356e468b8fd9.jpg"></P>
<P align=center><FONT size=2><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>Em pé: Coiote,&nbsp; Serjão,&nbsp; Lucílio,&nbsp; Emerson,&nbsp; Marcelo,&nbsp; Everardo,&nbsp; Alfredo,&nbsp; Parreiras,&nbsp; Elion,&nbsp; Jader.&nbsp;&nbsp;</FONT></FONT><FONT size=2><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>Agachados:&nbsp; Triginelli,&nbsp; Rodrigo,&nbsp; Caio,&nbsp; Caverna&nbsp; e&nbsp; José Lúcio.</FONT></FONT></P>
<P align=center><FONT size=2><BR>&nbsp;</P></FONT>
<P align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>(Texto de Ailton Salgado)</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[CARRETILHAS DE ARREMESSO - (BAITCAST REELS): OS PROBLEMAS COM AS “CABELEIRAS”]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=21634</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/7629aa2e2090fbaba91b63bab6ce0498.jpg"></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Todos nós pescadores que praticamos a pesca com iscas artificiais já tivemos, sem exceção, problemas com a formação das famosas “cabeleiras” durante o arremesso. É verdade que esse problema tem muito a ver com a correta regulagem da carretilha, seguida da necessidade de treinamento prévio nos arremessos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Entretanto, um outro fator importante no sucesso do uso de carretilhas, e ao qual nem sempre damos a devida atenção, principalmente quando se trata de pescadores novatos, é a qualidade da carretilha e da vara usadas na pescaria.<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Com as facilidades proporcionadas pela tecnologia atual, há um maior número de fabricantes colocando grande variedade de produtos no mercado, principalmente carretilhas baratas, em modelos variados com corpo de grafite, e tendo como atrativo um maior número de rolamentos. Com isso, até mesmo os grandes fabricantes, como Daiwa e Shimano, são levados a lançar linhas de produtos de preço mais acessível, abrindo mão da qualidade para competir também nesse segmento. <o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Uma carretilha de qualidade começa pela sua estrutura (esqueleto).<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>É sabido que carretilhas com corpo de grafite sofrem um certo grau de flexão quando submetidas à força da briga com um peixe. Essa situação repetida leva as engrenagens a desalinhar e com o tempo prejudica o desempenho e o funcionamento da carretilha, surgindo então os problemas de arremesso e os defeitos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Se você vai investir numa carretilha para iscas artificiais, prefira carretilhas de boas marcas, com corpo de metal (alumínio, liga, etc).<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>É preferível pagar um pouco mais e fazer uma compra definitiva.<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Outro mito que acompanha as carretilhas de arremesso é o do número de rolamentos que a carretilha deve ter.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Outro dia tive minha atenção voltada para uma carretilha recém lançada no mercado, cuja publicidade afirmava que a mesma tinha 13 (treze) rolamentos. Fui examinar a carretilha e descobri que só na manivela ela tem quatro rolamentos instalados!<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Isso em nada ajuda no funcionamento e desempenho do mecanismo da carretilha, principalmente se a qualidade dos rolamentos deixa a desejar.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Eu tenho uma pequena carretilha Abu, redonda, de modelo mais antigo e já descontinuado, que apesar de ter apenas três rolamentos, funciona muito bem.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Outro exemplo: a famosa carretilha Shimano Curado, de desempenho notável, tem apenas cinco rolamentos...<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>Onde está a diferença?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Na engenharia do produto e na qualidade dos componentes, inclusive rolamentos, utilizados nas carretilhas.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Para ter certeza de que você está comprando qualidade, procure as boas marcas e esteja disposto a pagar um pouco mais caro. Você não vai se arrepender.<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A correta escolha da vara que vai fazer conjunto com a carretilha de arremesso é também importante para o sucesso nos arremessos e para a não ocorrência das “cabeleiras”.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Pescadores novatos ou de pouca experiência devem pedir a ajuda do vendedor da loja de pesca, ou de um companheiro experiente, para escolher a vara que faça o conjunto equilibrado com a carretilha, permitindo bons arremessos, sem cabeleiras, e tendo assim sucesso na pescaria. Há boas varas de carretilha no mercado, a preços bastante atraentes. <o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Finalmente, compre linhas de pesca de boa qualidade e de bitolas compatíveis com a carretilha e a vara de pesca utilizadas. Aqui também não haverá dificuldades, pois temos ótimas linhas produzidas pelos fabricantes nacionais, a preços atraentes.<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Boa pescaria!!!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Abraços!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Vitor de Paula!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A “GUERRA” DOS MOSQUITOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=20598</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>
<TABLE>
<TBODY>
<TR>
<TD><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/7e00632c3ee405e5b9c151a4286ca350.jpg"></o:p></FONT></FONT></SPAN> 
<P></P></TD>
<TD width="5%">&nbsp;</TD>
<TD>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Há poucos dias tivemos a sugestão de um colega pescador para escrever alguma coisa sobre essa praga que regularmente atormenta os companheiros nas pescarias, e que atende pelos mais variados nomes<B style="mso-bidi-font-weight: normal">:</B> pernilongo, mutuca, pium, pórvinha, muriçoca, borrachudo e outros (às vezes acompanhados de um palavrão). Em alguns lugares, esses bichos chegam a ser educados, e atacam alternadamente<B style="mso-bidi-font-weight: normal">:</B> os pernilongos pela manhã e à tardinha, e os piuns ou pólvoras durante o dia <B style="mso-bidi-font-weight: normal">...</B></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal"></B></FONT></FONT>&nbsp;</P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Então eu me lembrei da primeira receita que conheci e que data de quando era garoto lá no interior, nas pescarias de ribeirão: quando a gente se acomodava no barranco de um pesqueiro predileto, os mais velhos amontoavam bosta de boi seca e botavam fogo, bem ao lado. E ainda acendiam os pitos de palha, feitos com fumo de corda de qualidade variável, tudo isso com o objetivo de espantar os mosquitos, que estavam sempre presentes. Como se vê, a participação desses oportunistas indesejáveis está definitivamente ligada às pescarias em rios, represas e lagoas. </FONT></P><o:p></o:p></FONT></FONT></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O que fazer para se livrar dos mosquitos?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Alguns afortunados que vão pescar na Amazônia em rios de água escura, como o Negro e outros, não são incomodados pois a água daqueles rios, por suas características, não permite a reprodução desses insetos. Lá se pode até dormir no relento, mas no restante do Brasil é preciso se proteger, usando os recursos disponíveis. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Pescadores mais sensíveis se cobrem com luvas, véus e mosquiteiros, e utilizam os repelentes disponíveis no mercado.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Aqui não há nenhuma intenção publicitária, mas pessoalmente acho que o produto que tem atuado melhor e por mais tempo como proteção é o da marca Autan, clássico, com aplicação por aerossol.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Saia para o rio com o repelente já aplicado e evite que o produto atinja suas mãos, lavando sempre com sabão neutro após a aplicação, para o repelente não atingir as iscas. Se o ataque dos mosquitos estiver cerrado, renove a aplicação em intervalos de duas a três horas. É bom levar na bagagem um produto anti-alérgico, hoje existente também na forma de cremes, para aliviar a coceira resultante das picadas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Já apareceram à venda diversas versões de aparelhos movidos a bateria, que emitem sinais ultrassônicos, e que serviriam para manter os mosquitos à distância. O simples fato de que eles não são campeões de vendas mostra que é duvidosa a sua eficácia no combate aos mosquitos.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O ataque da mosquitada ocorre com mais intensidade no início da manhã ao nascer do sol, e no fim da tarde até escurecer.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Em certos lugares, como no Pantanal, iniciar a pescaria um pouco mais tarde e terminá-la por volta das cinco horas vai dar um certo alívio aos pescadores. Quando você estiver pescando embarcado, sempre que possível escolha pesqueiros longe da vegetação das margens, pois os mosquitos buscam abrigo ali, e evitam sair no espaço aberto por causa do vento.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na verdade, não existe um remédio definitivo para nos livrarmos dos mosquitos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Outro dia, numa roda de médicos pescadores, surgiu o assunto e um deles indicou aos demais um santo remédio para o problema, que é aplicar no corpo óleo de amêndoas.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Fiquei curioso e perguntei se esse óleo teria algum componente que repele os insetos, e ele disse que na verdade o óleo servia para grudar as asas dos mosquitos na pele tão logo eles pousavam, impedindo assim sua ação. Mas acrescentou que só funciona com os piuns...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Abraços!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Vitor de Paula!</FONT></P></FONT></FONT></SPAN>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA["PESCANDO CONFORME A MÚSICA"]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=19971</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p> 
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/4323cf17dc134e821c24c146cfcce55b.jpg"></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Depois de um bom tempo distantes, voltamos finalmente ao rio Araguaia, ou Berocan, como ele é chamado pelos índios Carajás. Desta vez, nosso destino é a Pousada Asa Branca, que está localizada no encontro do rio Cristalino com o Araguaia. Para chegar à Pousada, partindo de Belo Horizonte, seguimos pela BR-040 até Brasília. Depois, fomos em direção a Padre Bernardes, Uruaçu, Porangatu, e finalmente chegamos a São Miguel do Araguaia, onde um guia da Pousada nos aguardava. Mais <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="90 km" w:st="on">90 km</st1:metricconverter> de estrada de terra em razoável estado de conservação, e chegamos ao porto de Fio Velasco, onde nos esperavam as “voadeiras” da Pousada Asa Branca.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Partimos do porto de Fio Velasco ao entardecer, descendo o rio Araguaia por aproximadamente duas horas, e só a visão proporcionada por esse percurso já paga a viagem. São praias de areia branquíssima, biguás, jaburus, marrecos, colhereiros, jacarés e um por do sol de tirar o fôlego. Chegamos à Pousada e encontramos o conforto esperado: apartamentos com ar condicionado, comida caseira simples e de excelente qualidade, bons piloteiros.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Enfim, o que precisamos para aquela famosa semana de sonhos que há tempos vínhamos planejando.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Após uma boa noite de sono, um bom café da manhã, tralha arrumada, foi só entrar no barco e partir em busca dos peixes. Alguns companheiros foram para o Araguaia tentar pirararas, palmitos, douradas, cacharas, e porque não um filhote?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Os outros subiram o Cristalino atrás de tucunarés, matrinxãs, traíras, aruanãs.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>De volta à Pousada, no encontro para a famosa cerveja antes do almoço, é hora de troca de informações e de saber dos primeiros resultados. No Araguaia, comentários de muita piranha roubando as iscas, algumas ações de pirararas, mas poucos resultados com os outros peixes tão fartos nesse rio.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Problemas?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Não.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>O Cristalino e os lagos estavam cheios de tucunarés, traíras e aruanãs.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Era só trocar a tralha pesada pelo prazer de pescar com material médio a leve, e divertir-se nas lagoas do Cristalino.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Entretanto, o que é fácil para alguns pescadores, é um problema para outros. Muitos companheiros não se preparam para enfrentar condições adversas <st1:PersonName ProductID="em pescarias.  A" w:st="on">em pescarias.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>A</st1:PersonName> natureza e os peixes não são guiados pelos desejos dos pescadores, e sim por condições as quais nem sempre compreendemos, tais como: temperatura, pressão atmosférica, mudança no Ph da água, vento e outros fatores naturais.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>O que temos a fazer é pesquisar sempre quais são as opções de pesca na região para onde iremos, e nos prepararmos para elas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Amigo, tenha sempre um plano B. Se você é daqueles que gostam da pesca pesada, não despreze a possibilidade de divertir-se com iscas artificiais ou naturais. Monte e leve um conjunto para arremesso, pratique antes das pescarias, informe-se sobre quais são as iscas artificiais mais eficientes para a região, e quais são lá as opções de pesca além da sua modalidade preferida.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Se você é fã da pesca com iscas artificiais, não esqueça sua tralha pesada.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Algumas vezes os tucunas, traíras, matrinxãs e outras espécies procuradas pelos pinchadores podem não estar dispostos a colaborar, e cá entre nós, um peixe de couro alentado puxando a fricção da carretilha não faz mal nenhum ao coração...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Companheiros pescadores, divirtam-se sempre.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>A vida é curta e as pescarias, infelizmente, também.<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="mso-tab-count: 4">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><SPAN style="mso-tab-count: 2">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>(Texto de autoria do Ailton Salgado)</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2>Abraços!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2>Vitor de Paula!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A PRIMEIRA TRALHA DE PESCA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=18554</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></o:p></SPAN></B></P></P>

<table><tr><td>
<IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/ff79488b6db66c97b9a848dec450a304.jpg"></td><td width=3%>&nbsp;</td><td>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Todo pescador iniciante, quando decide comprar seu primeiro equipamento, material ou tralha de pesca, quase sempre enfrenta dificuldades, seja pelo desconhecimento ou pela quantidade de opções oferecidas no comércio especializado. Na primeira compra, recorremos a um amigo, parente ou vendedor conhecido, para nos auxiliar.As dúvidas porém começam antes mesmo de escolhermos o material de pesca, pois primeiro temos de definir sobre que tipo de pescaria desejamos praticar, onde vamos pescar, com que iscas, quais são os prováveis peixes desses locais, qual a freqüência de nossas pescarias. Estas perguntas é que vão orientar nossas escolhas.</FONT></P></td></tr></table>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><FONT size=2><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Pesca de Categoria Leve</FONT></FONT></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><FONT size=2><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><o:p></o:p></FONT></FONT></B>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A pesca leve pode ser realizada basicamente com três tipos de equipamentos: Molinete, Carretilha ou Spincast.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Ao escolher um desses equipamentos, estaremos voltados para o seu peso reduzido. Construídos com chassi de grafite, são projetados para o uso com linhas finas, e para arremessar iscas leves. Devemos evitar forçá-los exageradamente. Se a opção for por molinetes, estes devem ter pelo menos três rolamentos. Se optarmos por carretilhas, um número maior de rolamentos nos dará mais conforto no uso, além de reduzir o desgaste e melhorar os lançamentos.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><FONT size=2><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Pesca de Categoria Média</FONT></FONT></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><FONT size=2><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><o:p></o:p></FONT></FONT></B>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nesta categoria molinetes e carretilhas são os mais utilizados e podem ser considerados como os “coringas” da pesca, sendo usados em quase todas as situações. É muito comum capturarmos peixes maiores do que esperávamos com equipamentos médios, situações que vão exigir muita habilidade e paciência do pescador. Para essa categoria, devemos sempre que possível optar por equipamentos que tenham chassi (esqueleto) metálico e sejam dotados de rolamentos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Se a opção for por molinetes, eles devem ter pelo menos três rolamentos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Para carretilhas, um número maior de rolamentos poderá ajudar na distância dos arremessos, lembrando que durante o lançamento apenas três ou quatro rolamentos estarão atuando, e nesse caso mais vale a qualidade dos componentes do que a sua quantidade.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Pesca de Categoria Pesada</FONT></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nesta opção devemos priorizar sempre a resistência dos equipamentos. Excetuando os modelos usados na pesca vertical, a quantidade de rolamentos não é fundamental nesta categoria de equipamentos, uma vez que não fazemos um grande número de arremessos e recolhimentos. A precisão na fresagem (fabricação) das engrenagens e a qualidade dos rolamentos são os itens a serem observados. Se optarmos por molinetes eles devem ser de chassi metálico (rígido) e ter no mínimo três rolamentos, e preferencialmente terem o controle da fricção (freio) na parte frontal do carretel.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Nas carretilhas, três rolamentos são suficientes para garantir boa distância nos arremessos e conforto nos recolhimentos. Em ambos os casos, os equipamentos devem ter a trava com o anti-reverso contínuo.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As Varas</FONT></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><FONT face=Arial size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Uma vez escolhido o Molinete, Carretilha ou Spincast, devemos formar um conjunto balanceado, escolhendo uma vara compatível com aquele equipamento. É preciso levar em conta a classe da linha e o peso que a vara deverá arremessar. O tipo de ação da vara e o seu tamanho influenciarão diretamente na distância e na precisão dos arremessos. Para fazermos essa escolha novamente devemos nos lembrar das nossas intenções de pesca, escolhendo baseados nos locais onde iremos pescar, nas espécies de peixes visadas e no tipo de pescaria: embarcado ou desembarcado, com iscas artificiais ou naturais.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Esses fatores é que determinarão como vamos escolher nossas varas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>É bom lembrar que dificilmente um só conjunto de pesca atenderá todas as nossas necessidades.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Com o tempo formaremos nossa opinião sobre o que mais nos agrada e qual será o nosso estilo de pesca, e com certeza outras aquisições serão feitas. O importante é que façamos a compra conscientes de nossas necessidades, pois mesmo os mais renomados fabricantes de equipamentos para pesca têm em sua linha de produtos equipamentos de categorias e qualidades diferentes. Existem produtos de categoria inferior, os intermediários e os top de linha, com características, qualidade e preços diferenciados.Na verdade, não existe milagre. É impossível produzir usando equipamentos modernos, matéria prima de primeira qualidade e mão de obra altamente especializada, e vender por preços muito baixos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Desconfie!<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Compre bem, pesque bem, e divirta-se sempre.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=right><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1><STRONG>(Texto de autoria do meu sócio Ailton Salgado)</STRONG></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=right><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=left><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=left><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face=Arial></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=left><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Vitor de Paula!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=left><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face=Arial></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=left><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face=Arial></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[GUAPORÉ = RIO AO LADO DA MATA ALAGADA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=17564</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/927272e3848ca962fa5dc0adffe07504.jpg"></o:p></FONT></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Esta é a tradução para o português da palavra indígena “guaporé”, e foi exatamente assim que encontramos esse maravilhoso rio, em recente viagem à região de Cabixi – Rondônia, onde passamos alguns dias desfrutando da famosa piscosidade desse rio. O Guaporé funciona como um divisor natural entre as bacias do Prata e do Amazonas.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Nascendo na Chapada dos Parecis – MT, o Guaporé corta os estados de Mato Grosso e Rondônia, fazendo a fronteira natural do Brasil com a Bolívia. Do lado de lá está o Parque Nacional Noel Kempf, reserva ecológica boliviana que muito contribui para que o Guaporé seja um grande berçário para várias espécies de peixes.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nós nos hospedamos na Pousada Entre Rios, que está localizada no município de Cabixi, distante <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="2.550 Km" w:st="on">2.550 Km</st1:metricconverter> de Belo Horizonte, passando por Cuiabá, Cáceres e Vilhena. De Cabixi até a Pousada são <st1:metricconverter ProductID="40 Km" w:st="on">40 Km</st1:metricconverter> de estrada de terra em boas condições. A Pousada tem chalés de madeira, com ar condicionado, restaurante amplo com ventilador de teto, e comida caseira simples e de excelente qualidade. Para a pescaria, possui barcos, motores, piloteiros, iscas, combustível, enfim tudo o que precisamos para explorar os rios Guaporé, Cabixi e Piolho, que são facilmente alcançados a partir da Pousada. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Durante a nossa pescaria tivemos oportunidades de brigar com diversas espécies esportivas, desde simpáticos piaus flamengo, passando por tucunarés, traíras, corvinas, apapás, cachorras, matrinxãs, barbados, até pequenas e briguentas pirararas. Contudo, os cacharas foram a grande surpresa das pescarias: eles surpreenderam pela quantidade, pela valentia e pela maneira como são pescados. Como as praias nas quais normalmente são encontrados ainda não estavam visíveis (era início do mês de Junho), procurávamos colocar nossas iscas bem próximo aos camalotes ou “taropes”, como são chamados na região, deixando que a correnteza levasse para baixo da vegetação anzóis 10/0 iscados com pedaços de piaus ou tuviras. Era só esperar um pouco e aguardar as pancadas, torcendo para que os cacharas não encontrassem algum enrosco.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Para a pesca dos cacharas utilizamos varas de <st1:metricconverter ProductID="20 a" w:st="on">20 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter ProductID="40 libras" w:st="on">40 libras</st1:metricconverter>, de ação média, e molinetes ou carretilhas com capacidade de <st1:metricconverter ProductID="100 metros" w:st="on">100 metros</st1:metricconverter> de linha <st1:metricconverter ProductID="0,60 mm" w:st="on">0,60 mm</st1:metricconverter>, anzóis 10/0 encastoados em aço flexível. Para os tucunarés usamos varas de <st1:metricconverter ProductID="17 a" w:st="on">17 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter ProductID="20 libras" w:st="on">20 libras</st1:metricconverter>, de ação média rápida, linha <st1:metricconverter ProductID="0,35 mm" w:st="on">0,35 mm</st1:metricconverter>, iscas de superfície e de meia água de <st1:metricconverter ProductID="7 a" w:st="on">7 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter ProductID="11 cm" w:st="on">11 cm</st1:metricconverter>. Pequenas colheres e spinners também se mostraram eficientes. Para quem gosta de pescar piaus, deve-se levar um conjunto leve. Os piaus são ótimas iscas para os cacharas, mas sua pesca é tão divertida que às vezes é difícil parar de pescá-los para sair à captura de outras espécies.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quanto aos capararis e tambaquis, duas das espécies mais desejadas pelos pescadores e ainda presentes nas águas do Guaporé, ainda não foi desta vez. As águas estavam turvas, altas e não se motravam propícias para esses peixes.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Pretendo voltar com as águas mais baixas, e com um pouco de sorte, quem sabe?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Pescaria é assim, é preciso acreditar muito e pescar sempre.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">(Texto de autoria do meu parceiro Ailton Salgado)</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços!!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Vitor de Paula!!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PÉROLAS DA PESCA ESPORTIVA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=17263</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/e6e05a2695bf61717406b7bd0c04b0bc.jpg"></o:p></FONT></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Você já teve a oportunidade de se assentar numa roda de pescadores, e escutar o lero-lero das conversas regadas a cerveja e outras bebidinhas?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Quando se está planejando uma próxima pescaria, então, a prosa vai longe, e os causos vão se sucedendo... São reuniões bem humoradas, onde a troca de informações sobre o próximo destino de pesca e sobre os equipamentos se mistura com lembranças de viagens anteriores e situações vividas pelos presentes, com muita brincadeira e gozação...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Eu tenho aquele caso da pescaria do Baroni, meu antigo patrão em tempos de banco, que eu levei para uma pescaria light no ribeirão dos Patos, na minha terrinha (Pains). O Baroni era então diretor de banco, e sempre foi uma pessoa muito simpática e comunicativa, que agradou em cheio aos meus parentes lá do interior, por isso era tratado por todos a pão-de-ló. A pescaria de um dia virou um acontecimento, com churrasco na beira do córrego que joga água no ribeirão, muito gole e muito papo furado. O Baroni curtiu tudo: o papo, a bebida, o churrasco, mas na hora de ir pra beira do rio pescar, juntou-se ao meu tio ChicoVergílio e se esticou numa lona aberta na sombra das árvores, dormindo um sono dos justos. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Aí eu tive folga bastante para dar umas anzoladas, mas para não perder o patrão de vista, atravessei a ponte sobre o ribeirão e fui lançar o anzol do outro lado, de onde tinha visão do “acampamento” e podia ficar de olho no chefe. A tarde passou e quando já estava escurecendo (hora de ir embora), o Baroni acorda, vai até o corguinho, lava o rosto, sai caminhando pelo pasto como quem não quer nada, até chegar na ponte sobre o ribeirão, e se debruça. <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>Daí a um minuto, me localiza no barranco a uns trinta metros à frente, e abrindo um sorriso me grita: “Companheiro, se eu soubesse que pescaria era tão bom assim, já tinha vindo mais vezes...” Isso sem pegar um minuto sequer na vara de pescar...</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>E tem aquela piada do caipira que vem chegando junto ao pescador no barranco, puxa conversa, daí a pouco já aceita um gole, e vai ficando. Depois de mais de três horas ali na contemplação, o pescador não agüenta e pergunta: “Olha, tem uma outra vara ali. Você não quer experimentar e pescar um pouco?” E responde o caipira: “Quero não, sô. Num tenho paciência...”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Por isso é que o meu parceiro e amigo Salgadinho sempre diz: “Gente, até pescaria ruim é boa, uai...”</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Um grande pescador esportivo americano, Ben Secrest, descreve essa sensação: <B style="mso-bidi-font-weight: normal">“</B>É difícil de explicar. É como se você tivesse nove anos novamente e fosse véspera de seu aniversário! Você não consegue dormir, não consegue se concentrar, tudo o que você pensa é que espécie de surpresas lhe esperam. É excitamento, ansiedade e curiosidade, tudo junto. É assim que eu me sinto na véspera de uma pescaria<B style="mso-bidi-font-weight: normal">”</B>.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Tem também aquela frase, que de vez em quando sai na roda de pescadores: <B style="mso-bidi-font-weight: normal">“</B>Vamos pescar, gente, vamos aproveitar e pescar, porque depois que morrermos vamos passar muito tempo mortos!<B style="mso-bidi-font-weight: normal">”<o:p></o:p></B></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Aí vem outro e acrescenta: <B style="mso-bidi-font-weight: normal">“</B>Você nasce sem pedir e morre sem querer. Então, aproveite o intervalo e vai pescar!<B style="mso-bidi-font-weight: normal">”<o:p></o:p></B></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Tudo isso é brincadeira, é amizade, é companheirismo. Por isso, eu gosto de repetir sempre que posso: PESCAR É VIVER.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Abraços!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Vitor de Paula!</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A PESCA ESPORTIVA NA ARGENTINA - RIO PARANÁ - (ITA IBATÉ - PROVÍNCIA DE CORRIENTES)]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=16748</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/48ae8176f492cb88ae75f4d1ee8c1ab8.jpg">&nbsp;</o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ita Ibaté fica na margem esquerda do rio Paraná, na província de Corrientes - Argentina.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Para chegar lá, vamos de avião até Foz do Iguaçu – PR, e de lá seguimos por terra em direção ao sul, em ônibus fretado, percorrendo <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="420 Km">420 Km</st1:metricconverter>. São boas as estradas, todo o trecho tem asfalto. A cidade é mais uma vila, lembrando o nosso interior, com gente simples. A atividade local é agricultura, principalmente de arroz, e o turismo de pesca. Além da pousada que utilizamos, há várias outras no local.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Toda aquela região (Ita Ibaté, Ituzaingó, Paso de <st1:PersonName w:st="on" ProductID="la P&#65505;tria">la Pátria</st1:PersonName>) é famosa pelos grandes peixes que proporciona, principalmente Dourados e Surubins. Lá se pesca também o Jaú, a Piapara, o Pacu, a Piracanjuba e outros peixes esportivos, mas a atenção de todos lá está mais voltada para os grandes troféus, na forma de Dourados e Surubins realmente enormes. O rio Paraná, enorme e com algumas ilhas, faz fronteira entre a Argentina e o Paraguai. <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>Na nossa pescaria, que durou cinco dias, os maiores peixes pescados pelo grupo foram um Dourado de mais de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="16 Kg">16 Kg</st1:metricconverter> e um Surubim cujo peso foi calculado para mais de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="30 Kg">30 Kg</st1:metricconverter>. (Estivemos lá de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="24 a">24 a</st1:metricconverter> 29 de fevereiro de 2008).</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Lá se pesca principalmente de <U>corrico</U>, usando-se iscas de barbela grandes, que trabalham em maior profundidade (<st1:metricconverter w:st="on" ProductID="6 a">6 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="8 metros">8 metros</st1:metricconverter>), em trechos do rio onde há canais profundos, sendo as iscas arrastadas pelas lanchas em baixa velocidade. O equipamento é<B style="mso-bidi-font-weight: normal">:</B> carretilhas de porte médio a grande (ou molinetes) que comportem pelo menos <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="150 metros">150 metros</st1:metricconverter> de linha multifilamento de espessura <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,26 a">0,26 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,28 mm">0,28 mm</st1:metricconverter>, ou monofilamento <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,35 a">0,35 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,40 mm">0,40 mm</st1:metricconverter>, com um líder de l,5 metro de aço trançado de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="40 libras">40 libras</st1:metricconverter> de resistência, ou líder de fluorocarbono de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,60 mm">0,60 mm</st1:metricconverter> de espessura, do mesmo tamanho, com girador e snap. Dessa forma se pesca o Dourado e o Surubim, mas pode se pegar também o Jaú e outros peixes. O melhor equipamento para essa técnica de pescaria parece ser uma carretilha do tamanho de uma Abu 6500 ou Abu 7000, com grande capacidade de linha e com manivela (manopla) grande, mais confortável para trabalhar o peixe e recuperar a grande quantidade de linha liberada (as iscas ficam a uma distância de cerca de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="70 a">70 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="80 metros">80 metros</st1:metricconverter> do barco). Outra recomendação que foi confirmada na pescaria é o uso de linhas multifilamento, que são muito mais finas para a mesma resistência, e que não têm nenhuma elasticidade, permitindo às iscas descer mais fundo e com respostas rápidas nas fisgadas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Outra forma de pescar é de <U>rodada</U>, utilizando-se o mesmo equipamento, porém substituindo a isca artificial por anzóis tamanhos 6/0 a 9/0, iscados com tuviras, e com uma chumbada de cerca de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="40 g">40 g</st1:metricconverter>, para manter a isca próxima ao fundo. Lá se pesca também <U>poitado</U>, tanto para os grandes peixes como também para a pesca da Piapara, mudando apenas os equipamentos conforme o peixe. Durante a pesca da Piapara, costuma se pegar também o Pacu e a Piracanjuba. Finalmente, pode ser feita a <U>pesca de arremesso</U> com iscas artificiais menores (iscas de meia água de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="7 a">7 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="12 cm">12 cm</st1:metricconverter>, colheres, spinners) e com equipamento médio<B style="mso-bidi-font-weight: normal">:</B> varas de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="10 a">10 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="20 libras">20 libras</st1:metricconverter> e carretilhas ou molinetes com linhas monofilamento de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,30 a">0,30 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,35 milímetros">0,35 milímetros</st1:metricconverter>. Dessa forma se pode pegar Dourados, Piracanjubas e Pacus.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A pescaria foi feita em lanchas de fibra de vidro de seis metros, muito espaçosas, com bancos estofados, quatro suportes na popa para as varas, e movidas por motores de popa de quatro tempos, de 115 hp, bastante silenciosos, percorrendo rapidamente as distâncias até os pesqueiros. <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>A lancha tem caixa térmica para as bebidas, depósito para as varas, e até mesmo capas de chuva para o caso de necessidade. O piloteiro leva também na lancha uma coleção das iscas utilizadas na pesca de corrico, que são de fabricação argentina, principalmente da marca Alfers. Essas iscas são emprestadas aos pescadores sem custo adicional, e só serão pagas se forem perdidas durante a pesca.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Aqui registramos o bom serviço prestado pelos piloteiros, que são atenciosos e entendem bem o português. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os piloteiros se mostraram sempre interessados em que todos pegassem seus peixes, preparando e regulando os equipamentos, fazendo os líderes de fluorocarbono, e se esforçando para recuperar as iscas que se enroscaram. A lancha permite a pesca de três pescadores, embora o ideal é que estejam pescando dois. É obrigatória a devolução do dourado com vida ao rio, mas fizemos isso com todos os peixes capturados. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><st1:PersonName w:st="on" ProductID="Em Ita Ibat&#65513;">Em Ita Ibaté</st1:PersonName> há uma pequena loja que vende equipamentos de pesca, inclusive as iscas do tipo utilizado na pesca de corrico. (Descobrimos lá que essa loja vende iscas usadas, em bom estado, pela metade do preço das novas).</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Essa foi uma experiência emocionante no país vizinho, com novas paisagens e belos troféus conquistados.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">Abraços!</SPAN></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">Vitor de Paula!</SPAN></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN></FONT></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[ALGUNS DOS MELHORES MOMENTOS NA TERRA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=16078</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/da06443fe5709998bf9a216b488bdf71.jpg"></FONT></FONT></SPAN></P>
<P align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=1></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=1></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>Reproduzo aqui texto do meu amigo e sócio Ailton Salgado, que foi publicado na revista “Catch and Release” da Mustad, nº 09, de Janeiro / 2001. Vocês verão que pescadores “profissionais” também pisam em falso de vez em quando....<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>As pescarias fazem parte do meu dia-a-dia.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>Trabalho há seis anos como guia de pesca e na organização de viagens para grupos de pescadores esportivos. Inesperadamente, num dia pouco produtivo, recebi uma ligação que marcou minha vida como pescador. Do outro lado da linha, com um leve sotaque gaúcho, identificou-se uma funcionária da Mustad do Brasil.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Fui comunicado que havia sido sorteado, entre tantos consumidores,<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>na promoção “Expedição à Amazônia”.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Na verdade, fiquei sabendo que iria realizar um dos meus maiores sonhos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Passaram-se dias de expectativa até que, partindo de Belo Horizonte com destino a Cuiabá, encontrei os demais companheiros de jornada. De lá, seguimos para Alta Floresta e, finalmente, no meio da tarde do dia 13 de outubro, chegamos à Pousada Salto do Thaimaçu. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A ansiedade de todos era grande diante da beleza da paisagem e da famosa piscosidade do rio São Benedito.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>No dia seguinte, pela manhã, já com a tralha de pesca montada, saímos em busca dos peixes. Nos primeiros dias pescamos somente com iscas artificiais. O rio São Benedito nos premiou com grandes tucunarés, trairões, cachorras e matrinxãs. Já no terceiro dia fomos pescar os grandes jaús nas corredeiras. Não sou muito adepto dessa modalidade de pesca, por isso fui com o piloteiro fisgar alguns pacus borracha. Utilizei como iscas as algas que crescem junto às pedras. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Entre uma “briga” e outra com esses peixes, fui caminhando lentamente dentro da água rasa até encontrar um tronco submerso. Subindo nele, fazia lances na água rápida que corria paralela.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Acabei fisgando um lindo pacu, solto após breve luta. <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>Ao descer do tronco para mudar de pesqueiro, levei um grande susto: pisei em um peixe elétrico (poraquê). No entanto, como estava usando sapatos com a sola de borracha, apenas me desequilibrei e não sofri maiores conseqüências.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>As grandes emoções, porém, estavam reservadas para o último dia de pescaria, no rio Cururu. Saímos de madrugada da pousada e a viagem durou em torno de uma hora e meia. Partimos para boas brigas com os grandes trairões. Entre um pincho e outro, passei por uma árvore submersa.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Ao tentar colocar a isca perto das estruturas, me desequilibrei e fui “batizado” nas refrescantes águas do Cururu.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Minutos depois, refeito do susto, dei falta da vara e carretilha que estava usando. Percebi que no momento da queda havia perdido ambas no fundo do rio.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>O piloteiro, para minha surpresa (e sem nenhum arranhão) conseguiu recuperar o equipamento.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Fiquei tão feliz que acabei pescando vários trairões (dois seguramente com mais de <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="10 Kg" w:st="on">10 Kg</st1:metricconverter>), além de fisgar um belo cachara usando uma isca Rapala “Husky”.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Hoje, recordando todas as aventuras que vivi durante a expedição, lembro-me de uma famosa frase (eu não sei quem é o autor) que pode ser usada por todos nós, pescadores: “Os melhores momentos da terra estão na água”...</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Abraços!</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Vitor de Paula!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[MOLINETES x CARRETILHAS: RIVAIS OU COMPANHEIROS?]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=15626</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/2ae780bdb858d732ef618ba569fe3e5c.jpg">&nbsp;</o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Acredita-se que os molinetes tiveram a sua origem na França por volta de 1870, e as carretilhas surgiram na Inglaterra no século Dezessete. Mas para nós pescadores, o importante é que tanto os molinetes quanto as carretilhas, desde a sua invenção, desenvolveram-se e evoluíram de uma forma impressionante. Hoje o pescador tem à sua disposição equipamentos fabricados com a mais alta tecnologia, desde os modelos “micro”, destinados à pesca ultra leve, passando por carretilhas elétricas usadas na pesca vertical no mar, molinetes e carretilhas construídos em titânio ou em ligas de aços especiais, até as grandes carretilhas para pesca oceânica, todos facilmente encontrados em lojas de pesca e na internet. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Era comum pescadores radicalizarem suas opiniões, dizendo só usar carretilhas (principalmente para pesca pesada), por acreditarem ser o molinete frágil e não confiável, e pescadores adeptos da pesca com iscas artificiais usarem somente molinetes, pela dificuldade de arremessar iscas mais leves com as carretilhas, evitando assim as terríveis “cabeleiras”.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Hoje em dia, posso dizer que tecnicamente os molinetes com chassi rígido (titânio, aço inox ou alumínio), com fricção dianteira, e trava com anti-reverso contínuo, são tão resistentes e confiáveis quanto as melhores carretilhas.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Em contrapartida, as carretilhas de perfil baixo, dotadas de freio centrífugo ou magnético, tornaram-se as preferidas na pesca com iscas artificiais, pela precisão que proporcionam nos arremessos e pela comodidade e leveza. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O molinete arremessa com facilidade iscas mais leves. Quando a pescaria é realizada em locais onde as distâncias para os arremessos são muito curtas, como em pequenos rios ou córregos, esse equipamento leva vantagem.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Outro ponto positivo do molinete é que no momento em que a isca cai na água, a linha pára de sair, evitando a “cabeleira”. A carretilha serve para arremessos mais longos e precisos. A linha não torce com facilidade e sofre menor atrito nos passadores.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Carretilha ou molinete, qual é o melhor equipamento? Este debate persiste por anos, porém ambos têm suas vantagens e desvantagens. Cabe ao pescador saber tirar proveito do melhor que cada um pode oferecer. Portanto, quando você for pescar, não se intimide: leve os dois equipamentos, use-os da melhor forma e divirta-se!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Este texto é do meu grande amigo Ailton Salgado.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Abraços!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Vitor de Paula!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=1></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[FALE DE SEUS SENTIMENTOS, SE ALIMENTE CORRETAMENTE, TOME DECISÕES, VÁ PESCAR...]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=15214</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/7380486df58deb01cda27111506a16cf.jpg"></o:p></B></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><o:p></o:p></B></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><o:p></o:p></B></FONT></FONT>&nbsp;</P></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Recebi por e-mail o seguinte texto, de autoria do Dr. Dráuzio Varella.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Achei muito verdadeiro e estou reproduzindo aqui, acrescentando o último parágrafo (creio que o Dr. Dráuzio irá concordar comigo)<B style="mso-bidi-font-weight: normal">:</B></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal">Se você não quiser adoecer: </B>“Tome decisões”. A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagens e valores para ganhar outros.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas da pele.</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal">Se você não quiser adoecer: </B>“Busque soluções”. Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal">Se você não quiser adoecer: </B>“Não viva de aparências”. Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão de que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho, etc., está acumulando toneladas de peso... é uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz, e seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal">Se você não quiser adoecer: </B>“Aceite-se”. A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal">Se você não quiser adoecer: </B>“Confie”. Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Não cria ligações profundas, não sabe fazer amizades verdadeiras.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.</FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal">Se você não quiser adoecer:</B> “Não viva sempre triste”. O bom humor, a risada, a alegria, o lazer, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. Alegria é saúde e terapia. </FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal">Se você não quiser adoecer: </B>“<SPAN style="BACKGROUND: yellow; mso-highlight: yellow">VÁ PESCAR</SPAN>”. Pescar é viver. É enfrentar saudáveis desafios, é fazer amizades, é conhecer novos lugares e abrir novos horizontes. É conviver com a natureza, é ser companheiro.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Por isso, é que o Ministério da Saúde adverte: ‘PESCAR FAZ MUITO BEM À SAUDE’...</FONT></FONT><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Abraços!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Vitor de Paula!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[JATUARANAS NO RIO ROOSEVELT]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=14672</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/2299ecb04d5ae364a9562a37c3ce2055.jpg"></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nas nossas andanças de pesca esportiva pelo Brasil, já tivemos oportunidades de pescar peixes de força bruta, como as pirararas e os jaús, e capturar outros que nos pareceram bastante exóticos, como as bicudas e os aruanãs, cada um deles com suas peculiaridades na hora das brigas. Temos o maior respeito pelos dourados, e também pelos tucunarés, ambos campeões de atrevimento e bravura, e por isso adversários nobres na prática do nosso esporte. Isso sem falar em tantas outras espécies que enriquecem a fauna aquática do nosso país.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Entretanto, fazemos questão de abrir um espaço para prestar uma homenagem à maior das matrinxãs que povoam nossos rios, todas elas velozes e briguentas. Estou falando das jatuaranas, peixes da família <I style="mso-bidi-font-style: normal">brycon </I>que habitam alguns rios amazônicos e que chegam a atingir um metro de comprimento e oito quilos de peso. Tive a oportunidade de encontrá-las em uma pescaria no rio Roosevelt, e esses encontros são para ficar para sempre na memória. Lá existem também as matrinxãs amazônicas, por sinal até mais abundantes que as jatuaranas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A pescaria ocorreu no início do mês de agosto, e nos hospedamos na Pousada Rio Roosevelt, na divisa dos estados do Amazonas e Rondônia. No terceiro dia de pesca, fomos pescar no trecho do rio que fica abaixo da cachoeira, pois eu já tinha pedido ao piloteiro que fôssemos procurar as jatuaranas, peixes que eu não tinha pescado até então.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O piloteiro Sansão me explicou a técnica para pescá-las: iria descer o rio com o barco controlado no remo, com o motor desligado e a uns quinze metros da margem, e eu deveria fazer os arremessos de modo que a isca caísse o mais perto possível da margem, se possível debaixo da vegetação debruçada sobre o rio. Nos trechos pescados, a profundidade naqueles pontos onde estaria o peixe às vezes não passava de um metro, e o piloteiro me avisou para estar preparado, pois se a jatuarana estivesse ali, o ataque ocorreria em seguida à batida da isca na água.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Eu fui equipado com uma carretilha Curado e uma vara Pinnacle de <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="20 libras">20 libras</st1:metricconverter>, e linha monofilamento de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,33 mm">0,33 mm</st1:metricconverter>. Usei iscas de meia água, de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="7,5 cm">7,5 cm</st1:metricconverter>, cor cabeça vermelha e corpo branco, e colheres Johnson de 1/2 onça, com um pequeno líder de aço flexível. Confesso que a colher Johnson se mostrou mais fácil de arremessar da forma indicada, pois tem a proteção anti-enrosco que foi muito útil. Ambas as iscas se mostraram produtivas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Eu não estava completamente preparado para o que viria a acontecer. No terceiro arremesso, tão logo a isca tocou na água, a jatuarana atacou e imediatamente disparou, primeiro nadando paralela ao barranco, e logo em seguida buscando águas mais profundas no meio do rio, tudo isso numa velocidade e força inacreditáveis para um peixe daquele tamanho. Sua busca por liberdade a fazia saltar e mudar de direção rapidamente, nadando inclusive em direção ao barco e me fazendo reagir com rapidez para evitar atrito da linha contra o casco ou embaraço na rabeta do motor.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nessa manhã memorável, fisguei cinco jatuaranas, cada uma oferecendo um combate singular, e das quais consegui embarcar quatro para serem admiradas e para as fotos. Todas foram libertadas e a maior pesou uns quatro quilos e meio, mas não se enganem: o combate e a esportividade oferecidos por esses peixes valem seu peso em ouro.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Espero ter um dia a oportunidade de voltar ao rio Roosevelt e pescar novamente esses peixes magníficos, numa das regiões de selva mais bonitas que já vi no Brasil.</FONT> </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Abraços!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Vitor de Paula!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PESCANDO NUM BARCO-HOTEL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=14165</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18695/06e410aff84eb1f05c6ffdb054e33689.jpg"></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN></B>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Podemos atualmente fazer viagens de pesca esportiva em Barcos-Hotéis em diversas regiões do Brasil: no Pantanal (sul e norte), no Amazonas (regiões de Barcelos, Rio Negro), no rio Guaporé, e mesmo no rio Araguaia (porto de Luiz Alves). Essas viagens têm características próprias, e também algumas vantagens, como veremos a seguir.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">O que distingue a pescaria a partir de um Barco-Hotel, em relação às Pousadas na região onde o mesmo atua, é que o Barco-Hotel permite cobrir um território de pesca muito maior, pois o Barco-Hotel chega a se deslocar até <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="300 Km" w:st="on">300 Km</st1:metricconverter> do seu porto de origem, ampliando portanto o leque de pesqueiros e as oportunidades para os pescadores encontrarem os pontos onde os peixes estão se alimentando.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">A vantagem da mobilidade do Barco-Hotel pode ser exemplificada numa situação de decoada no rio Paraguai, que esteja ocorrendo no rio acima de Corumbá. Com a decoada os peixes não se alimentam e muitos morrem.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Partindo de Corumbá, o Barco-Hotel nesse caso pode descer o rio, fugindo do problema e dando aos pescadores a chance de alcançar pesqueiros não atingidos por aquele fenômeno. Ou pode subir o rio, ultrapassando a região afetada e permitindo também assim a pescaria.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">O Barco-Hotel dá aos participantes da viagem outra vantagem: a privacidade para a convivência de grupos formados por amigos ou famílias, pois a lotação desses barcos em média está entre 12 e 24 passageiros, permitindo sua contratação para turmas que já pescam juntas há muitos anos. Esses Barcos têm equipe completa para prestar bons serviços, desde o comandante até o garçom, incluindo-se os piloteiros experientes, normalmente nativos da região. Desnecessário dizer que os Barcos-Hotéis&nbsp; de pesca e turismo são embarcações seguras, fiscalizadas pela Marinha e vistoriadas anualmente.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Outro lado interessante do Barco-Hotel é que os pacotes oferecidos usualmente são completos desde o embarque, isto é, incluem o transporte, hospedagem com pensão completa (com muito boa cozinha), bebidas sem limite (cerveja, refrigerantes e água), serviço de barco, motor e piloteiro, a gasolina dos barcos, as iscas naturais da região. Isso deixa bem definido o custo da pescaria, a partir do embarque no Barco-Hotel.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Por falar em custo, há desde verdadeiros Iates de luxo, até Barcos-Hotéis mais simples, que mesmo assim oferecem conforto, com ar condicionado nos camarotes e no restaurante e sala de lazer.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Finalmente, um aspecto que não pode ser esquecido nessas viagens é a oportunidade de se ver as belas paisagens que o deslocamento do Barco-Hotel vai revelando, seja no Pantanal, na Amazônia ou em outros rios do Brasil. Esses Barcos têm um deck aberto em sua cobertura, de onde se pode apreciar a natureza, aves e animais, e curtir fins de tarde ensolarados de rara beleza.</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Abraços!</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Vitor de Paula!</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PESCARIA DE UM DIA É “BÃO TAMBÉM”!]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=13831</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=left><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/b601dc0a1e5fd9e13c7c1e026c63130d.jpg"></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; FONT-FAMILY: Arial"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Oito da manhã de um sábado, mês de Junho. No sítio do mano Getúlio, em Pains, eu acabava de me levantar. Estava frio, saí para o sol no terreiro com uma caneca de café. O sossego foi interrompido com a chegada do Aécio, do Maurinho e do Itamir, lembrando que na véspera tinham nos convidado para ir pescar no rio São Francisco, perto de Doresópolis.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Não teve jeito de escapar: apesar de não ter levado material, e de não estar muito motivado a ir (tinha acabado de chegar de uma pescaria no rio Kuluene), fui incluído na pescaria, pois ninguém resiste aos argumentos do “chefe” Aécio.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Embarcamos e pegamos a estrada para Piumhi e perto daquela cidade, fomos em direção a Doresópolis (antiga Perobas, que era nome bem mais bonito). Chegando na vila de Lagoa dos Martins, paramos para tomar uma e apanhar um companheiro que seria o cozinheiro, o Nilo. Pouco depois da Lagoa dos Martins, saímos da estrada principal, em direção ao rancho na beira do rio. Não demorou muito e começamos a descer uma estradinha daquelas, difícil de subir de volta em tempo de chuva.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Ainda pouco animado com a pescaria, eu não estava preparado para o que viria a encontrar: a beleza do cenário. Para quem já pescou em muitos pontos do São Francisco, de Lagoa da Prata até Manga, não poderia imaginar que ali houvesse um lugar tão bonito. O rio, relativamente estreito, está cercado por paredões quase verticais de pedra calcária, alguns com uns <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="300 metros" w:st="on">300 metros</st1:metricconverter> de altura, dando a impressão de um canyon. O trabalho da água ao longo dos séculos escavou figuras e verdadeiros salões na rocha. Um desses paredões, rio abaixo, cria uma curva no rio que corre inteirinho debaixo do teto rochoso que se projeta. É preciso estar lá para dar valor à beleza do lugar.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Começamos a pescar por volta das dez e meia da manhã, e a água estava bastante fria. Insistimos até uma hora da tarde, e paramos na volta num acampamento de pescadores para um papo, uma pinga e um pedaço de carne. A barraca era de lona plástica, e fiquei imaginando o frio que aquele pessoal devia estar passando ali à noite. O resultado de nossa primeira saída foram três mandis amarelos, os “verdadeiros”, como lá são chamados, que serviriam para um ensopado mais tarde.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Itamir estava nos esperando com o almoço pronto. A galinha caipira com arroz feita pelo Nilo estava nota dez, e a cerveja estava no ponto. Às quatro da tarde, o compadre Maurinho, verdadeiro “piolho de rio”, me chamou para subir o rio e tentar uns pontos acima do rancho.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Paramos num dos paredões onde a água chegava rápida. Amarramos o barco numa ponta de pedra e jogamos os anzóis paralelo ao paredão. Gostei do pesqueiro, mas o barco estava fazendo barulho, esbarrando contra a pedra.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Não demorou cinco minutos e o Maurinho fisgou um bicho que dobrou sua varinha piauzeira. O peixe estava deixando meu compadre em dificuldades, pois não cedia linha e pedia mais, e a força da água ajudando. Ficou naquela peleja, uma linha 0,30 já bem surrada, um molinete pequeno que há muito não via limpeza, a vara ameaçando soltar os passadores, e o peixe dando tudo que tinha. Não tínhamos puçá e a varinha toda hora bebia água. Finalmente, o piau crescido veio à superfície a uns quatro metros do barco.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>O Maurinho tentou embarcá-lo segurando pelo rabo, mas o piau velhaco fugia ao ver seu vulto. Só se entregou depois de várias tentativas, e pesava com certeza pra mais de dois quilos. A volta para o rancho ocorreu com a noite já chegando, mas o sorriso do Maurinho quase dava para alumiar o caminho<B style="mso-bidi-font-weight: normal">...</B></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal"></B></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Abraços!</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Vitor de Paula!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><STRONG><FONT size=2></FONT></STRONG></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[POR QUE O PESCADOR PERDE PEIXES?      (Segunda Parte)]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=13369</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/89b645f4fd82f996361f30dc0f9fb9d6.jpg"></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>Continuando o assunto do post anterior...</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Varas: É preciso verificar regularmente o estado dos passadores e da ponteira de suas varas de pesca. O atrito, desgaste e enfraquecimento da linha certamente ocorrerão se qualquer uma dessas partes apresentar sulcos, ferrugem, trincas ou rachaduras. O primeiro passador (que é também o maior) e a ponteira são os pontos mais sujeitos a apresentar problemas. Essas partes são muito baratas para serem consertadas; a melhor solução é providenciar sua troca.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Como regra básica no manuseio de varas de pesca (e também para carretilhas e molinetes), nunca coloque suas varas deitadas no fundo do barco, no chão, ou no barranco do pesqueiro. Um descuido pode custar o fim de uma pescaria, fora o prejuízo.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Ao embalar suas varas para viagem em tubos tipo PVC, não force a capacidade do tubo empurrando mais varas para dentro dele. Isso pode provocar o amassamento ou quebra dos passadores e ponteiras e o desprendimento de seus anéis internos, o que você só vai perceber na chegada ao seu destino. Proteja as pontas das varas com pedaços de espuma de poliuretano. Varas de grafite, então, são ainda mais sensíveis a pisadas e a pancadas laterais. Todo cuidado se justifica.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Carretilhas e Molinetes: As carretilhas apresentam menos chances de causar problemas que nos levem a perder peixes, quando têm boa manutenção e uso correto. Seu ponto de atrito com a linha se resume ao distribuidor à frente do carretel. É preciso verificar se o distribuidor está limpo e se não apresenta nenhum defeito que possa causar estragos na linha de pesca.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Já os molinetes têm dois pontos de atrito que precisam ser checados para ver se não apresentam problemas: o braço do pick-up, que atrita com a linha a cada fechamento do molinete, e a própria roldana do pick-up, onde a linha desliza no recolhimento. Essas partes precisam de atenção regularmente, e deverão ser trocadas se necessário. Não se esqueça também de que a areia e a sujeira são grandes inimigos do seu molinete ou carretilha (outro motivo para não deixá-los no chão ou no fundo do barco). A manutenção (limpeza e lubrificação) de carretilhas e molinetes deve ser feita regularmente, conforme a carga de uso que recebem.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Se você não tem tempo ou habilidade para isso, leve-os a um técnico quando for necessário.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Anzóis e Material de Ponta: A qualidade dos equipamentos e materiais de pesca tem se aprimorado muito nos últimos tempos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Ainda assim, certos detalhes e cuidados como os relatados acima se fazem necessários para o nosso sucesso.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Isso é válido também para os anzóis, principalmente os de maior tamanho, cujas pontas frequentemente precisam de uma afiação melhor que a que vem de fábrica (existem à venda instrumentos de amolar para esse fim). Imagine você numa luta com um dourado de uns dez quilos, e na hora de embarcar o bicho, ele vai embora porque o anzol não fisgou corretamente.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Junto com os anzóis (compre os de melhor qualidade), veja se os leaders, giradores, grampos e presilhas estão em bom estado e corretamente fechados na hora do uso. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">É melhor se prevenir, para ter sucesso. E boa pescaria!<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><SPAN style="mso-spacerun: yes">Abraços!</SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><SPAN style="mso-spacerun: yes">Vitor de Paula!&nbsp;</SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN></SPAN></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[POR QUE O PESCADOR PERDE PEIXES?      (Primeira Parte)]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=13134</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/9803aabe2d6050736444ea3e7f86d05d.jpg"></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Já deve ter acontecido mais de uma vez com você, companheiro pescador, aquela frustração de perder um belo peixe quando tudo parecia estar certo: o equipamento era apropriado para aquela pescaria, a regulagem da carretilha ou do molinete estava correta, você estava fazendo bem a sua parte, etc, e de repente, o “seu” peixe vai embora...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Essas perdas podem ser evitadas, gastando-se algum tempo antes da pescaria com procedimentos simples de verificação do equipamento (vara, carretilha, linha e material de ponta). Inspecionar seu equipamento com alguma freqüência lhe dará mais segurança na hora de pescar, além de fazer parte do ritual de satisfação que nos proporciona o nosso esporte.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>Vejamos o que deve ser feito:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Linhas: As linhas de pesca (monofilamento ou multifilamento) estão cada vez melhores e mais resistentes. Entretanto, na luta com o peixe, basta o atrito com alguma galhada submersa, ponta de pedra no leito do rio, ou ainda na borda do barco, para enfraquecer e por em risco uma linha e a pescaria.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Por isso, a cada dia de pesca, ou em caso de dúvida sobre o que ocorre com o equipamento, verifique o estado da linha, principalmente nos primeiros dois metros (isso pode ser feito visualmente e pelo tato). Notando qualquer aspereza ou irregularidade, corte fora esses dois metros, ou o que achar necessário, fazendo nova amarração do material de ponta.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>(Linhas de multifilamento requerem um leader da mesma resistência, ou maior, usando monofilamento ou fluorocarbono, ou um empate de aço flexível).<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Use nós de qualidade para amarrar a linha no material de ponta (como o nó Berkley), ou para emendar com o leader ou arranque (como o nó Albright). Não se impressione com os nomes; estes nós são simples de fazer. Testes dos fabricantes mostram que o uso de um nó comum ou nó cego pode enfraquecer a linha naquele ponto em até 50%. Não há dificuldade em fazer um nó um pouco mais elaborado. É só praticar.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN>Alguns pescadores costumam comprar e estocar mais linha do que vão gastar nos próximos sete ou oito anos. Isso não é bom, porque as linhas sofrem ressecamento, perdem a flexibilidade e se enfraquecem. Compre a linha para o seu equipamento na expectativa do quanto você vai usá-lo nos próximos dois anos, e vá repondo o seu estoque.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Outro detalhe: quando a chumbada usada corre solta na linha, a cada arremesso ela é parada pelo nó que prende a linha ao material de ponta. E quando se faz pescaria de fundo com esse tipo de chumbada, ela também é frequentemente pressionada contra o nó, enfraquecendo a linha naquele ponto. Um modo de evitar esse desgaste é usar um pequeno pedaço de capa de fio elétrico (meio centímetro), cujo furo permita passar a linha usada. Esse pedaço de material plástico servirá de “amortecedor” para os impactos do chumbo contra o nó da linha. Outro recurso é colocar uma missanga na linha, entre a chumbada e o nó.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Continua no próximo post...<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços!!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><o:p></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A NOBREZA NO ESPORTE DA PESCA: PESCAR E SOLTAR]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=12728</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/d1b63936294316f69c7a2617c115a7aa.jpg"></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Reproduzo aqui o texto de autoria do meu sócio e companheiro de pesca AILTON SALGADO, escrito e publicado originalmente pela Revista da O.Mustad &amp; Son-Brasil, com o título: “O ESPORTE E O PESQUE-E-SOLTE”.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Atualmente, tornam-se cada vez mais modernos os equipamentos de pesca. Com a globalização, o mercado brasileiro teve acesso a um grande leque de materiais, o que possibilitou ao pescador adotar um comportamento mais esportivo na prática de seu lazer.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">É possível dispor hoje do que há de mais moderno no setor, para uso com iscas artificiais ou naturais (as chamadas iscas vivas). As linhas de pesca estão cada vez mais finas e resistentes, as varas cada vez mais leves, as carretilhas e molinetes incorporam a mais alta tecnologia. Além disso, os anzóis são feitos com aços especiais, afiados quimicamente.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Hoje em dia é comum ouvir o pescador se gabar de ter capturado peixes grandes com materiais leves. Para que isso realmente aconteça, é preciso que ele se utilize de grande habilidade, bom equipamento e disponha de muito tempo para retirar o peixe da água. Mas, se a intenção é o pesque-e-solte, é necessário rever o conceito da esportividade, em prol da preservação.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">A partir desta prática, os cuidados com o manuseio do peixe, o uso de anzóis e garatéias sem farpa (e, mais recentemente, o uso de anzóis biodegradáveis), juntamente com a redução do “stress” causado por brigas exageradamente longas, são aliados importantes que nos ajudam a devolver o peixe às águas com grandes chances de sobrevivência.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Companheiro pescador, seja esportivo sem exagerar. Devolva para a água com vida quem te deu prazer.</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços!</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Rio Xingu: A pescaria dos seus sonhos]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=12209</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/5ed15d2a17c0d8c400b030e565153376.jpg"></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Acredito que a melhor maneira de se descrever um destino de pesca é contando as emoções das pescarias que foram vividas nele, e quanto a isso a pesca esportiva na Pousada Rio Xingu não fica nada a dever aos mais famosos destinos de pesca do Brasil. Vocês podem conferir isso nesta foto onde o meu sócio e companheiro, Ailton Salgado, o popular Salgadinho, está com um belo Tucunaré.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">O vôo partiu de manhã de Belo Horizonte, passando por Brasília e Belém, e seguiu para Altamira, cidade localizada à margem do rio Xingu, quase no centro do mapa do Estado do Pará, chegando lá às 19h10.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>No aeroporto de Altamira, uma Van da pousada me aguardava, para uma viagem de duas horas e meia, boa parte em estradas de terra bem conservadas. Chegando à pousada, me surpreendi com a estrutura do lugar, no alto de uma elevação, com a ótima qualidade das acomodações, uma piscina voltada para o rio, e o serviço atencioso que oferece. (A pousada tem televisão por satélite e comunicação telefônica).</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Antes das seis da manhã do dia seguinte já estava de pé e da varanda da pousada tive a primeira visão do rio Xingu, de singular beleza. A pousada está localizada na chamada “volta grande do Xingu”, onde o rio corre dividido em diversos braços, com corredeiras e cachoeiras que impedem a navegação de porte e a pesca comercial. Ali, o Governo do Estado do Pará criou, em conjunto com o IBAMA, um sítio pesqueiro – área de preservação ambiental permanente – onde somente a pesca esportiva é permitida, ou seja, a pousada está localizada numa área ambientalmente protegida, onde só se pratica o “pesque e solte”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">A pousada utiliza barcos de alumínio de <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="8,40 metros">8,40 metros</st1:metricconverter>, para três pescadores, além do piloteiro, que somente conduz o barco e opera o motor elétrico (o piloteiro não pesca). Decidi ir primeiro ao encontro dos tucunarés, e durante a navegação observei que grande parte das margens é rochosa. A água do rio é cristalina, e as margens de pedras vão se alternando com praias de areia branca e barrancos com a vegetação da floresta.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>O rio forma inúmeras baías de águas calmas, com profundidade média de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1,5 a">1,5 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2 metros">2 metros</st1:metricconverter>, locais excelentes para encontrar os tucunarés.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Minha surpresa foi verificar que lá se pega tucunarés também na água corrente do rio, e às vezes em locais próximos a corredeiras. Numa situação dessas, um tucunaré praticamente dobra a força e a valentia, ajudado pela correnteza. O grupo pegou inúmeros tucunarés, com pesos variando de um a cinco quilos, e diversas cachorras e bicudas, de uma valentia incomum.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>Os companheiros podem ir preparados para muita ação, muito peixe e bons tamanhos!<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Meu maior tucunaré foi de cerca de quatro quilos, mas são freqüentes as capturas de peixes de cinco a seis quilos.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">A pescaria durou cinco dias. Fomos alternando a pesca de peixes de fundo, com iscas naturais (é bom levar minhocuçu), e a pesca com artificiais, visando os tucunarés, as bicudas, cachorras, tendo ainda ataques de piranhas bem crescidas e brigadoras. As cachorras pegavam tanto nas iscas de superfície como nas de meia água, e lá existem exemplares de mais de dez quilos!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">A pesca dos peixes de couro é feita com o barco poitado ou amarrado às pedras da margem, em poções que frequentemente alcançam mais de trinta metros de profundidade.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>As iscas são piranhas inteiras ou pedaços, piaus flamengo, ou minhocuçu.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>São pescados com freqüência as pirararas, que costumam atingir mais de 20 quilos, as piraíbas, os jaús, com registros de peixes de mais de 60 quilos, barbados muito grandes, piramutabas, e outros peixes, como corvinas de seis quilos, pacus e diversos tipos de piranhas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">A pousada Rio Xingu reúne em um só local uma paisagem fantástica, que inclui trilhas ecológicas, e uma variedade e quantidade de peixes que fazem o sonho de qualquer pescador. Não se pode perder os banhos de rio em suas águas cristalinas, em locais rasos e de praias, e até mesmo comparecer a uma confraternização, promovida pela Pousada, com peixe assado e churrasco, em local previamente preparado, à sombra das árvores.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><STRONG><img src="http://banners.estaminas.com.br/zope/superesportes/ico_foto.gif" border=0> <A href="http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/foto/galeria?fot_id=12800" target=blank>Confira a galeria de fotos</A></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></o:p></P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">A pousada pode ser visualizada pelo site: </FONT><A href="http://www.pousadarioxingu.com.br/"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" color=#800080>www.pousadarioxingu.com.br</FONT></A>
<P></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Vitor de Paula!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Times New Roman" size=3></FONT></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[As cachorras do Kuluene]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=12034</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/bfc411e62f9ed28f9adc22c8eb21bb73.jpg"></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Rio Kuluene, no coração de Mato Grosso. Todo pescador que andou por ali trouxe de volta emoções para não esquecer nunca mais!<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>A natureza está quase intocada, em torno de um rio que não tem tamanho para a variedade e a quantidade de peixes que abriga.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O rio é muito bonito. A paisagem se sucede em praias, poços, águas rápidas, pedreiras, barrancos, e algumas estruturas (galhadas) na água. O deslocamento do barco traz novidades aos olhos dos pescadores: uma anta atravessando, ariranhas, muitas aves, quatis nos barrancos, macacos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Parei numa praia para esticar as pernas, quando o piloteiro perguntou se queria ver um ninho de tracajá. Com minha curiosidade despertada, caminhou alguns passos e cavou na areia com as mãos, revelando uma ninhada de duas dúzias de ovos, redondos como bolas de tênis-de-mesa, que foram novamente cobertos e deixados em sossego. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>De manhã, quando saí para pescar, a neblina se levantava do rio em formas estranhas que ainda não tínhamos visto, pois formava colunas arredondadas da largura de um prato. O piloteiro, brincando, dizia serem os espíritos dos índios que um dia foram os donos de todo aquele sertão.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O parque nacional do Xingu é a maior reserva indígena do Brasil e abriga em seu território, além de um vasto trecho do rio Xingu, diversos afluentes onde a pesca é de subsistência e exclusiva dos índios. Essa região protegida pela existência do parque deve contribuir muito para a abundância dos peixes que vivem rio acima no Kuluene.<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>As espécies de peixes que lá encontramos deixam qualquer pescador feliz, mas uma agradável surpresa veio dos nossos encontros com as grandes cachorras daquele rio.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Grandes, realmente: peixes que chegam a atingir dez quilos de autêntica selvageria, justificando sua natureza de predadores.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>Meus amigos, uma cachorra “criada” agarrada num anzol é pura emoção. É melhor ir preparado para os seus saltos com brilhos de prata, para as arrancadas tomando linha do seu equipamento, e para as linhas quebradas pela força que esses peixes têm, com seus corpos achatados de escamas miúdas e grandes presas.<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Não haverá dificuldades para encontrar esse adversário valente no Kuluene: a cachorra está presente nos pontos do rio onde a água mais rápida passa ao lado de um remanso. Melhor ainda se tiver uma galhada na água.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Com um pouco mais de sorte, vamos topar com verdadeiros “canís”, e ali a cachorra larga virá disputar as iscas com a cachorra-facão, mais estreita porém tão valente quanto sua prima.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Usando isca viva (no caso tuviras, que são altamente produtivas), iscas artificiais de superfície e de meia água, colheres do tipo Johnson, e até mesmo pedaços de peixe, vamos ter inúmeras oportunidades de enfrentar essa predadora corajosa.<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O equipamento usado nessas batalhas nos leva a recomendar: varas de ação média a média-pesada, com pontas mais firmes, equipadas com molinetes ou carretilhas de porte médio, que comportem pelo menos cem metros de linha <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,35 a">0,35 a</st1:metricconverter> 0,45; anzóis 6/0 encastoados em <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="20 cm">20 cm</st1:metricconverter> de fio de aço, chumbada pequena e girador e, quando usarmos iscas artificiais, trocamos por um líder de aço encapado com resistência de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="20 a">20 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="30 libras">30 libras</st1:metricconverter>. Eu garanto aos que me lêem: com equipamento esportivo, bem equilibrado e que dê uma chance aos peixes, vamos viver muitas emoções nos “canis” do rio Kuluene.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Abraços!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Vitor de Paula!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dicas para quando você for pescar embarcado]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=11664</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Olá pessoal!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Todos sabemos que a pescaria é uma ótima&nbsp;oportunidade para relaxar, contemplar a natureza, passear com a família, viver emoções ao pegar um peixe grande, entre outras coisas. Mas para que a diversão seja tranqüila e sem contratempos, algumas recomendações são importantes: </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">
<TABLE>
<TBODY>
<TR>
<TD><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/10eaf94f9d577fc79051216b543aa579.jpg"></TD>
<TD><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>• O colete salva-vidas é um equipamento indispensável. Verifique se o barco está equipado com o mesmo.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Durante a navegação, o uso do colete salva-vidas é obrigatório.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Pessoas que não sabem nadar, pescadores novatos ou que não estejam em boas condições físicas devem usar o salva-vidas todo o tempo. Se o calor está forte, é preferível molhar o corpo e continuar com o colete salva-vidas. Evite também ficar de pé no barco sem necessidade.</FONT></TD></TR></TBODY></TABLE></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>• Não se esqueça de levar para o barco o protetor solar e o repelente de mosquitos. Embarque para a pescaria com o protetor solar já aplicado.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>• Cuidado com o excesso de sol. Não vá pescar apenas de bermuda ou short. Leve as calças para usar nas horas mais quentes do dia. Uma insolação ou queimadura de sol pode estragar sua pescaria. Indispensável também o uso de boné ou chapéu para proteger rosto e cabeça. Pessoas mais sensíveis devem usar camisas de manga comprida. Um agasalho é útil também, para navegar cedo pela manhã, no retorno no fim da tarde e para proteção contra eventual pancada de chuva.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>• O uso de óculos de sol é recomendado.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Os óculos protegem os olhos de três maneiras = na pescaria: contra a intensidade da luz solar; = durante a navegação, protegendo do vento, areia e insetos; = e quando a pescaria é feita com iscas artificiais, devido ao risco representado pelas garatéias, quando as iscas escapam do controle do pescador.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>• Verifique se a caixa de bebidas está no barco e se foi abastecida conforme sua solicitação. Lembre-se de incluir água (mantenha-se hidratado) e uma bebida para o piloteiro. Se vocês vão passar o dia todo no rio, peça o lanche para esse fim.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>• Não esqueça a tralha, as varas e as iscas! Tendo algum problema com o material de pesca, fale com o piloteiro. Ele está ali para ajudá-lo.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>• Se você toma medicamentos de uso constante e vai viajar para locais distantes e de difícil acesso, não se esqueça de levar uma quantidade mais que suficiente para o período total da viagem. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Abraços!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Vitor de Paula</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Os piloteiros e a pescaria]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=11516</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/eb5cd63fb7bbaa653f165ba3bc8412c1.jpg"></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Quando pescamos baseados num hotel, pousada ou barco-hotel, o barco de pesca é usualmente ocupado por dois pescadores e um piloto, ou piloteiro, como é chamado por esse Brasil afora.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Os piloteiros em geral são profissionais da própria região, muitas vezes nascidos nas barrancas do rio e carregando nas veias sangue caboclo e índio.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Eles são experientes e treinados para fazer o seu trabalho, que consiste em levar os pescadores aos pontos de pesca mais promissores, ou aos locais onde se pratica determinado tipo de pesca, ou onde se sabe que um cardume está se alimentando.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Os bons piloteiros têm orgulho de que os pescadores de seu barco consigam os melhores resultados, e chegam a competir entre si, gozando os azares enfrentados pelos companheiros de trabalho. Cada piloteiro é responsável pela segurança e bem estar dos pescadores de seu barco, ajudando-os nos problemas surgidos com enroscos ou com o uso de seus equipamentos. O piloteiro cuida também de retirar o peixe do anzol e de iscá-lo novamente, procedimentos em que é hábil e rápido. (Se você pretende devolver o peixe ao rio, avise antes ao piloteiro). Peixes abaixo da medida legal serão sempre devolvidos ao rio.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Todo piloteiro certamente gosta de pescar, mas alguns não levam equipamento próprio.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>É decisão do pescador emprestar ou não equipamento ao piloteiro, porém os peixes que ele venha a pescar pertencem aos pescadores daquele barco. É também responsabilidade do piloteiro abastecer o barco com iscas e combustível, e limpar e guardar os peixes de cada pescador. Cabe ainda ao piloteiro abastecer a caixa térmica com bebidas, sob a orientação do pescador. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Os barcos utilizados para a pesca são geralmente de <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter ProductID="5 a" w:st="on">5 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter ProductID="6 metros" w:st="on">6 metros</st1:metricconverter>, e os pescadores dispõem de assentos com encostos e de coletes salva-vidas fornecidos pelo hotel ou barco-hotel. É indispensável ressaltar a importância do uso do colete salva-vidas, pois os barcos se deslocam com bastante velocidade entre o hotel e os pesqueiros, e algumas formas de se pescar, como a rodada, são feitas com o barco <st1:PersonName ProductID="em movimento.  Pessoas" w:st="on">em movimento.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Pessoas</st1:PersonName> que não sabem nadar ou que não estão com bom condicionamento físico devem usar o colete salva-vidas todo o tempo. Desnecessário dizer que os piloteiros são cuidadosos, mas sempre é bom ter uma dose de cautela. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Se os ocupantes do barco resolverem passar o dia inteiro no rio, além da “quentinha” que é fornecida pelo hotel, os piloteiros são habilidosos em preparar no barranco, em lugar apropriado e com sombra, filés de peixe e de boi na chapa, levando os utensílios e ingredientes para esse fim. Basta combinar de véspera com o hotel e o piloteiro.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>O peixe naturalmente é o capturado naquela manhã, e a comida, apesar de simples, costuma ser excelente...<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O serviço do piloteiro está incluído no custo dos pacotes de pesca, e a gorjeta é portanto uma decisão dos pescadores e resultado da satisfação de cada um.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Lembre-se: o piloteiro é uma pessoa simples, um ser humano e portanto, sujeito a falhas. Trate-o com respeito e, se for necessário, explique sobre aquilo que não está agradando ou que você gostaria que ele fizesse, e na sua simplicidade ele se esforçará em atendê-lo bem.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Lembre-se também que, em qualquer situação de pesca, há dias de sorte e dias de azar, não importa os esforços dos piloteiros. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Boa sorte a todos na pescaria.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Abraços!<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Vitor de Paula!</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O equipamento ideal para a pesca no Pantanal]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=11374</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/226586dfff5b27085bbe1c0afa619450.jpg"></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>A simplificação e a redução do volume e peso de uma tralha de pesca&nbsp;são sempre motivo de atenção para os pescadores esportivos, sejam veteranos ou novatos. Quando se trata de pescarias a longa distância, como as do Pantanal, incluindo transporte aéreo, a viagem merece um pouco de planejamento e uma escolha sensata da tralha. Observando e pondo em prática o que aprendi, cheguei a uma relação básica, com ajuda do meu parceiro Ailton Salgado,&nbsp;de quais equipamentos levar para uma pescaria naquela região, válida para outros lugares distantes.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Minha sugestão, amigos leitores, abrange a pesca dos peixes esportivos mais conhecidos do Pantanal, com exceção do <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Jaú</B>.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Esse peixe, o maior da região, é um adversário de força bruta e requer equipamento pesado e especial.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Meu objetivo é definir um equipamento que permita pescar a maior variedade de espécies, mudando apenas o material de ponta (chumbada, girador, grampo, empate e anzol).<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Sem desprezar outros peixes esportivos da região, como a Piraputanga, minha atenção se concentrou na experiência e observação, na pesca dos seguintes peixes, em ordem alfabética: <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Barbado, Cachara, Cachorra, Dourado, Pacu, Piauçu, Pintado</B> (peixes de couro e de escamas, diferentes no comportamento e na reação quando fisgados, porém todos habitando o mesmo paraíso aquático chamado Pantanal).<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Com as informações reunidas, passo a vocês o seguinte equipamento normalmente usado para cada peixe:<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Barbado: Vara de ação média, para linha <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,35 a">0,35 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,50 mm">0,50 mm</st1:metricconverter>, anzol 4/0 a 7/0.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Cachara: Vara média/pesada, linha <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,40 a">0,40 a</st1:metricconverter> 0,60, anzol 5/0 a 8/0<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Cachorra: Vara de ação média, linha <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,30 a">0,30 a</st1:metricconverter> 0,45, anzol 4/0 a 6/0<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Dourado: Vara média/pesada, linha <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,35 a">0,35 a</st1:metricconverter> 0,50, anzol 4/0 a 6/0<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Pacu: Vara média/pesada, linha <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,35 a">0,35 a</st1:metricconverter> 0,50, anzol 3/0 a 6/0<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Piauçu: Vara de ação média, linha <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,30 a">0,30 a</st1:metricconverter> 0,40, anzol 2/0 a 5/0<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Pintado: Vara média/pesada, linha <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,40 a">0,40 a</st1:metricconverter> 0,70, anzol 5/0 a 8/0<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Assim, pude chegar a uma tralha menor para uma viagem àquela região, com duração média de cinco dias de pesca, e que nos tem servido muito bem. No meu caso, só pesco com uma vara de cada vez, não colocando varas na espera ou no “secretário”. A sugestão para levar no mínimo três varas e respectivos molinetes ou carretilhas é por segurança quanto à quebra ou defeito no equipamento e, eventualmente, para emprestar ao piloteiro.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><U><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Minha sugestão aos companheiros é a seguinte</SPAN></U></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">:<o:p></o:p></SPAN></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>- Levar três varas de pesca, tamanhos variando entre <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1,80 m">1,80 m</st1:metricconverter> a <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2,10 m">2,10 m</st1:metricconverter>, sendo uma de ação média e duas de ação média-pesada.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>- Três carretilhas (ou molinetes) de tamanho médio, que comportem pelo menos <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="100 metros">100 metros</st1:metricconverter> de linha <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,35 a">0,35 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,60 mm">0,60 mm</st1:metricconverter>, já enchidos com as linhas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>- Dois rolos de linha reserva, com diâmetros entre 0,35 e <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="0,60 mm">0,60 mm</st1:metricconverter>. Acredito que a qualidade da linha escolhida tem uma importante participação para se formar um equipamento padrão<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>satisfatório<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>(veja abaixo).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>- 60 chumbadas oliva, com pesos variados, incluindo 30 e <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="60 g">60 g</st1:metricconverter>.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>- Giradores (distorcedores) com resistência aproximada de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="12 Kg">12 Kg</st1:metricconverter>. (Nº 3 ou 4).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>- Grampos (presilhas) de tamanho proporcional aos giradores.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>- 60 anzóis encastoados em aço (dez tam. 2/0, vinte 5/0, vinte 6/0 e dez 7/0).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Algumas iscas artificiais de meia água, incluindo colheres.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Leaders de aço encapado, com resistência de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="20 a">20 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="30 libras">30 libras</st1:metricconverter> (<st1:metricconverter w:st="on" ProductID="10 a">10 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="15 Kg">15 Kg</st1:metricconverter>), para uso com as iscas artificiais.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>- Levar alicate de contenção, e outro alicate de bico longo, para remover os anzóis.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Uma tralha dessas tem sido suficiente para ótimas pescarias no Pantanal, com a vantagem de ser compacta. É verdade que certas situações de pesca ficam um pouco prejudicadas, como por exemplo: é mais esportivo pescar piraputangas com material mais leve do que o indicado. Entretanto, também esses peixes foram capturados com a tralha acima, e para isso contribuiu muito a <B style="mso-bidi-font-weight: normal">linha</B> utilizada (deve ser de melhor qualidade, e que seja ao mesmo tempo resistente e muito flexível, permitindo bons arremessos, e que tenha baixa memória, não formando o efeito de “mola”).<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Os <B style="mso-bidi-font-weight: normal">anzóis</B> deverão estar encastoados em fio de aço (flexível ou rígido) com cerca de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="20 a">20 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="30 cm">30 cm</st1:metricconverter> de comprimento. Assim, além da proteção contra as piranhas, quando usarmos o minhocuçu como isca, a “bengala” poderá ser feita cobrindo o anzol e o empate. As varas deverão ser protegidas para a viagem, em tubos apropriados.</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Se o companheiro de pesca decidir por uma <B style="mso-bidi-font-weight: normal">pescaria de Jaús</B>, terá ainda que levar um conjunto de equipamento pesado (vara de ação pesada (<st1:metricconverter w:st="on" ProductID="60 a">60 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="80 libras">80 libras</st1:metricconverter>), com molinete ou carretilha correspondente, com capacidade para pelo menos <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="100 metros">100 metros</st1:metricconverter> de linha 0,80, chumbadas variando de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="100 a">100 a</st1:metricconverter> <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="300 gramas">300 gramas</st1:metricconverter>, giradores e grampos adequados, e anzóis encastoados de tamanho 7/0 a 10/0).<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Ficarei satisfeito se minhas experiências e conclusões ajudarem os companheiros a formarem sua própria tralha. Mandem mensagens com sugestões e contando sobre suas tralhas e pescarias.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Um abraço!<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><FONT size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Vitor de Paula<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Rio Roosevelt]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=11295</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><A href="http://200.170.172.1/guiasdepesca/foto/galeria?fot_id=12154" target=blank><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/74e58f7df5be3e25cb4a2ef43a200881.jpg" border=0></a></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center>&nbsp;</P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Hoje, vou contar a vocês sobre uma das opções de pescaria no Amazonas. Lá fiquei hospedado na Pousada Rio<B style="mso-bidi-font-weight: normal"> </B>Roosevelt (<A href="http://200.170.172.1/guiasdepesca/foto/galeria?fot_id=12154" target=blank><STRONG>confira fotos</STRONG></A>). Situada próximo ao encontro dos rios Roosevelt e Madeirinha, ao pé da cachoeira Santa Rita, no sul do Estado do Amazonas e bem próximo das divisas com Rondônia e Mato Grosso, essa pousada convive em harmonia com uma região totalmente inexplorada pelo homem e cercada de floresta virgem. Imagine<B style="mso-bidi-font-weight: normal"> </B>uma região preservada, dentro de uma reserva de <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="3.600.000 ha">3.600.000 ha</st1:metricconverter> totalmente desabitada (sem fazendas, estradas, desmatamentos), e que oferece ao pescador esportivo grande abundância e diversidade de peixes.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A Pousada tem capacidade máxima de 18 pescadores e hospeda seus clientes em seis chalés de madeira com ar condicionado, frigobar e banho completo. Em frente à pousada há uma praia natural com iluminação, além de um mirante para observação de pássaros. Existe a oportunidade de caminhadas pela mata, em trilhas ecológicas, e a observação de pássaros e animais. Devido a sua remota localização, a pousada somente é acessível por avião. Tem pista de pouso compactada em cascalho, com <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1.000 metros">1.000 metros</st1:metricconverter>. O traslado aéreo para a pousada, partindo de Porto Velho, dura 1 hora e 15 minutos.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A pescaria é feita em barcos de seis metros, para dois pescadores, com motores de 25 HP e com o serviço de guias nativos e especializados na região. O que também faz da região uma atração especial para os pescadores esportivos é a variedade de espécies de peixes que encontrarão, em brigas que serão sempre lembradas. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Lá se pesca os peixes de couro na forma tradicional, com isca de peixes ou de pedaços de peixes, ou com o minhocuçu, que deve ser levado. O detalhe é que lá se encontram com facilidade espécies como o caparari (até l,30 m e <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="35 kg">35 kg</st1:metricconverter>), o mais valente da família dos surubins e exclusivo da bacia amazônica<B style="mso-bidi-font-weight: normal">;</B> a piraíba (até <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2 m">2 m</st1:metricconverter> / <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="250 kg">250 kg</st1:metricconverter>), o rei dos peixes do Brasil, com sua força incomum<B style="mso-bidi-font-weight: normal">;</B> jaús (<st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1,50 m">1,50 m</st1:metricconverter> / <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="90 kg">90 kg</st1:metricconverter>) e pirararas (<st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1,40 m">1,40 m</st1:metricconverter> / <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="50 kg">50 kg</st1:metricconverter>) realmente “criados”, além de outros membros da família, como o cachara, e o jundiá, menor porém famoso por sua força e briga. Embora se pegue peixes o ano inteiro, os peixes de couro são pescados principalmente na época da cheia, com as águas altas. Período melhor para piraíba, caparari e pirarara<B style="mso-bidi-font-weight: normal">:</B> Janeiro até Abril - Melhor para Jaú<B style="mso-bidi-font-weight: normal">:</B> de Janeiro até Julho.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Quanto aos peixes de escamas, temos também espécies exclusivas da região, como a jatuarana (até <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="90 cm">90 cm</st1:metricconverter> / <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="8 kg">8 kg</st1:metricconverter>), que é o maior membro da família das matrinxãs, famosa pela força e valentia com que enfrenta o pescador<B style="mso-bidi-font-weight: normal">;</B> a pirapitinga (caranha) (<st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1 m">1 m</st1:metricconverter> / <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="20 kg">20 kg</st1:metricconverter>), a maior da família dos pacus, e reconhecida por seu tamanho e sua força<B style="mso-bidi-font-weight: normal">; </B>os tucunarés (até <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1,00 m">1,00 m</st1:metricconverter> / <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="12 kg">12 kg</st1:metricconverter>), cachorras (até <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1,20 m">1,20 m</st1:metricconverter> / <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="14 kg">14 kg</st1:metricconverter>) e bicudas (até <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="1 m">1 m</st1:metricconverter> / <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="6 kg">6 kg</st1:metricconverter>), oferecendo inúmeras oportunidades para a pesca com iscas artificiais e muitas emoções<B style="mso-bidi-font-weight: normal">,</B> além de várias outras espécies.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Dependendo da época do ano, poderemos ter pescarias típicas, como a pesca dos pacus na rodada (pega-se também pirapitingas e jatuaranas dessa forma), usando frutas da região, como o araçá, e varejões de bambu com linha 0,60 fornecidos pela pousada. A época melhor para se pescar os peixes de escama vai de Junho até Setembro/Outubro, quando se consegue pegar jatuaranas, tucunarés, bicudas, e pirapetingas, entre outros.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O equipamento a ser usado deve incluir conjuntos de porte <U>médio-pesado</U> e <U>pesado</U>, pois o tamanho e a força de alguns peixes exige equipamento reforçado. Sugiro levar duas varas e respectivas carretilhas ou molinetes de cada categoria, para o caso de defeitos ou quebra no equipamento. A pousada tem à venda chumbadas em diversos tamanhos.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A região é boa de pesca o ano inteiro, ou seja, os peixes mencionados são pescados em qualquer mês do ano, com exceção do Tucunaré, cuja ocorrência vai <U>de Junho até Dezembro</U>, tornando esse período a temporada de todas as espécies. Lembramos que a Pousada opera no sistema de pesque-e-solte, e todos os peixes deverão ser devolvidos vivos ao rio.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Não deixem de ver o site da Pousada </FONT><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><A href="http://www.pousadarioroosevelt.com.br/" target=blank>www.pousadarioroosevelt.com.br</A></FONT></SPAN></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face=Arial></FONT></SPAN></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"><FONT face=Arial></FONT></SPAN></SPAN>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Olá, pessoal !]]></title>
		    <author><![CDATA[Vitor de Paula]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/guiasdepesca/blog/guiasdepesca?tv_pos_id=11248</link>
		<!--<pubDate>Sábado, 04 de julho de 2009</pubDate>-->
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		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18695"/>
		<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18695/7b3bf01d316779e4da0f43c91d7dff30.jpg"></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Neste blog, vamos falar de tudo relacionado à pesca esportiva. Ao lado de meu sócio Ailton Salgado, prestamos consultoria e serviço de guia de pesca em água doce, <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>preparando e acompanhando grandes e pequenos grupos&nbsp;em viagens para todo o Brasil. Prestamos assistência na escolha e aquisição de equipamentos, e fazemos manutenção e conserto em varas, molinetes e carretilhas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Aqui, você vai encontrar dicas, detalhes sobre equipamentos, locais para viagens de pesca, além de causos e muitos peixes pescados por esse Brasil.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Um abraço a todos.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Vitor de Paula.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Times New Roman" size=3>&nbsp;</FONT></o:p></P></FONT></SPAN>
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