Terça-feira, 31 de março de 2015 03:40 pm

A volta do "mata-mata"

        Imagine 24 clubes disputando 23 jogos em pontos corridos em busca do troféu de Campeão Brasileiro da Série A... Qual a novidade?

               Outros 12 jogos seriam disputados num... "mata-mata".

               Esta é a proposta que o presidente da Federação Baiana de Futebol, Ednaldo Fernandes, enviou a CBF com um argumento "poderoso": o de que não pode um clube nordestino (o Sport, por exemplo) viajar 80 mil quilômetros para disputar a competição deste ano.

               O nome já não é bom por natureza... "Mata-Mata"! Faz lembrar a ação absurda dos vândalos infiltrados em torcidas organizadas, que roubam, agridem, traficam droga e até... matam-matam.

               Um campeonato por pontos corridos premia a competência e a regularidade. O que é disputado por semifinais e finais atraem audiência. Adivinhem qual seria o preferido da emissora que detém os direitos de transmissão do Brasileiro?

               Outros clubes, como o Grêmio, também querem a volta do "mata-mata". O motivo pode ser as recentes e consecutivas conquistas do Cruzeiro e a performance do Atlético. Talvez não aceitam que a "hegemonia" do futebol brasileiro tenha mudado de estado.

               Ou você acha que "mata-mata" é mesmo melhor que pontos corridos?

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Terça-feira, 31 de março de 2015 03:28 pm

A Hora e a Vez dos Técnicos Mineiros (II)

          O Cruzeiro do Vôlei vai à quinta final consecutiva da Superliga Masculina. O Cruzeiro do futebol a partir de maio disputa o quinto título nacional.

          Eles têm em o nome "Marcelo".

          O encontro dos treinadores na Arena JK demonstra o quanto têm de competentes e "fair play". Quando terminou o "baile" celeste sobre o Minas TC (que mesmo sem investimento chegou com brio à semifinal), os dois se abraçaram e trocaram as seguintes frases:

          Marcelo Oliveira: "Você é uma referência maravilhosa pra mim"

          Marcelo Mendes: "Você também!"

          Por trás da elegância de dois inovadores técncos, a certeza: a direção mineira aprendeu a valorizar a "prata da casa", no caso de Oliveira. E descobrir e manter o argentino, Mendes, que brilhou primeiro no Montes Claros.

          São modalidades distintas, mas o Oliveira, que jogou um pouco de Vôlei na juventude, tem no momento a dura missão de remontar a equipe que perdeu várias peças. O Mendes, tem uma base forte do título do ano passado e, agora, espera o adversário na final de jogo único, no Mineirinho, dia 12 de abril.

         Marcelo - originalmente nome romano, surgiu do latim "Marcellus", diminutivo de Márcio, nome originado do latim "Marcius ou Martius" - significa "guerreiro", "marcial"...

         Os dois treinadores têm em comum a grande chance de conquistar mais títulos nacionais.   

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