Cruzeiro começou sonhando com Henrique, do Palmeiras. Passou por Arouca e Cícero, do Santos. Disseram em São Paulo que poderia ser para "abater na dívida do Peixe com a Raposa, relativa à compra de Montillo".
Sondaram também Jucilei, atualmente no Anzhi, mas o empréstimo não rolou...
Agora, aguarda o distrato de Souza com o Verdão para trazê-lo. Aparentemente, a custo zero. Lembrem-se que, recentemente, o Cruzeiro cedeu Marcelo Oliveira e Charles em troca de Luan.
Há, hoje, uma grande relação de, digamos... camaradagem entre os dirigentes. Na falta de rios de dinheiro para os negócios, valem a troca e o "fio do bidoge".
O que, então, teria acontecido com o interesse em Henrique (que é desmentido veementemente pelo diretor de futebol, Alexandre Mattos)?
Aguardem!
Souza está rescindindo contrato com o Palmeiras e com as malas prontas para a Toca da Raposa. Mattos não confirma a apresentação dele para amanhã.
(o presidente Gilvan Tavares disse que traria um volante esta semana...)
Por outro lado, as especulações - nascidas ou reforçadas em São Paulo - de que o Atlético faria uma troca de Guilherme por Montillo - oficialmente não passam de... estranhos boatos.
Cuca declara que gosta de Guilherme, de quem boa parte da torcida não gosta, e o empresário dele gosta tanto que quase azedou o caldo com o diretor de futebol, Eduardo Maluf.
Guilherme, por enquanto, não sai. Depois da Libertadres, no entanto, o Atlético deve perder Bernard - "perder"? por uns 20 milhões de Euros, quem sabe, não é bem perder, né?
Marcos Rocha é outro que sofreu sondagens do futebol europeu. Parte dos direitos econômicos do jogador foi negociado há alguns dias com um grupo de investidores. Valores, obviamente, não revelados.
Atlético campeão mineiro de 2013. Merecido! Embora o Cruzeiro tivesse realizado melhor campanha (até a decisão) e vencido o segundo jogo da final, por 2 x 1.
Mas, com aqueles 3 a 0 (com show no primeiro jogo) era imensa a vantagem do time do Cuca, que foi envolvido no primeiro tempo e levou dois gols de pênaltis, bem cobrados por Dagoberto. Melhor na segunda etapa, o alvinegro diminuiu com R10. E festejou o 42º título estadual.
Três pênaltis, gol invalidado por impedimento, brigas, muita emoção. O segundo clássico foi muito melhor que o primeiro e com esses ingredientes tracidionais de uma decisão entre Galo e Raposa.
Por outro lado, é claro que há reclamações contra a arbitragem "estrangeira" do Vuaden. E as mesmas lamentáveis cenas de agressões entre torcedores - veja tudo no Alterosa Esporte desta segunda-feira, a partir de 12h10.