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<category>Blog Dzai</category>
<description>Blog do jornalista Marcelo Bechler sobre os principais acontecimentos do futebol mineiro, brasileiro e internacional.</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog de Marcelo Bechler</title>
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<title>Blog de Marcelo Bechler</title>
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<language>pt-br</language>
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		<title><![CDATA[Segundo homem mais o quê, Kalil?]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=85600</link>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 04:58:56 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Alexandre Kalil foi à Rádio Itatiaia nesta segunda-feira dizer que não há crise dentro do Atlético. Claro que não há. Ou não deveria haver. São quatro jogos sem vitórias, mas dentro de campo Dorival Jr. pode corrigir os problemas e disputar o campeonato brasileiro bem. O Flamengo não era favorito ao título em 2009 e nem o Fluminense em 2010. O Atlético não é candidato hoje, mas nada o impede de crescer e brigar. <br> <br>A entrevista poderia acabar aí. O torcedor saberia que o presidente confia no trabalho e os resultados diriam se a diretoria estava correta ou não na avaliação. Infelizmente não acabou. <br> <br>Kalil disse que “O presidente do Atlético é o segundo homem mais importante de Minas Gerais” e que “gosta de saber que manda no clube”. Um torcedor disse que o dirigente &nbsp;&nbsp; &nbsp;falava demais e ganhava de menos e foi chamado de bobo alegre. Imagino se o garoto da base se achou um bobo alegre quando seu patrão disse que a contratar ‘muxiba’, ele prefere buscar na base. Curioso como Renan Ribeiro saiu da base para substituir Aranha, Carini, Marcelo e Fábio Costa. Todos contratados por Kalil. Oito meses depois de virar titular, é considerado um dos cinco melhores goleiros do Brasil pelo presidente. <br> <br>Alexandre afirmou que não precisava falar de seus erros porque isso os torcedores já faziam. Em vez disso, apontou falhas da diretoria do Santos e alertou que o clube paulista “não tem nada” dos direitos econômicos dos campeões da América, diferentemente do que acontece no alvinegro de Minas – o Santos detém 40% de Paulo Henrique Ganso, 55% de Neymar e 70% de Arouca, os três mais valorizados do elenco. Por outro lado, o Atlético fez um acordo com Ricardo Guimarães, para pagar a dívida que tem com o ex-presidente, e 15% da receita líquida de todo jogador negociado vai para o diretor do BMG. <br> <br>Não penso que Kalil seja mau presidente, pelo contrário. Melhorou a Cidade do Galo e criou ótima estrutura de trabalho. Mudou o patamar de contratações. Ano passado, Cruzeiro e Atlético procuravam um zagueiro. A Raposa anunciou Edcarlos e o Galo, Réver.  <br> <br>A meta do presidente é “entregar um Atlético melhor do que encontrou”. Isso não é difícil e já foi feito. E não foi pelo segundo homem mais importante de Minas Gerais. Foi feito pelo presidente do Atlético, Alexandre Kalil.</font>  </div>
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		<title><![CDATA[Não é fácil a vida de técnico em Minas Gerais]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=85560</link>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 00:39:51 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" class="entry"><p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Não é fácil a  vida de técnico em Minas Gerais. No momento da chegada, o treinador  recebe um rótulo e, independentemente do que aconteça, vai carregá-lo  até a sua saída. O rótulo é a simplificação de um ser humano complexo,  com trabalho nem sempre tão simples. Mas rotular é mais fácil, exige  menos observação e é certamente mais engraçado.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Adilson Batista fez dois anos e  meio de bom trabalho no Cruzeiro, chegando duas vezes entre os quatro  melhores do campeonato brasileiro e com um vice-campeonato da  Libertadores, mas sempre foi retranqueiro e “pardal”. Cuca aos poucos  mudou o estilo da equipe. Teve a segunda melhor defesa no Brasileiro e  foi vice-campeão, depois teve a melhor campanha da história da primeira  fase da Libertadores. Ganhou o estadual. Nem assim a fama de pé frio e  “vice” o abandonaram.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Celso Roth encontrou um Atlético  destroçado em 2009 e o fez brigar para ser campeão brasileiro até as  últimas rodadas. Quase salvou o time que havia sofrido 3 a 0 para o  Vitória na Copa do Brasil. Mas Roth era o técnico dos volantes e um  pobre derrotado do futebol. Luxemburgo chegou e com ele o status de  manager. Fez o que quis no Atlético. Apenas quando as rodadas na zona de  rebaixamento se repetiam, um outro rótulo, mais recente, veio à tona:  Vanderlei é um ultrapassado do futebol. Daqui a pouco irão lembrar dos  desentendimentos entre Guilherme e Roni quando Dorival Jr. era o  treinador do Cruzeiro. Daí será um pulo para a lembrança da briga com  Neymar. Seria Dorival um técnico sem comando?</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Joel Santana chegou e perdeu o  sobrenome. Só é chamado por Papai Joel. Pouco importa se o trabalho será  bom ou ruim. Papai Joel é supersticioso, boleiro e amigo da prancheta.  Será muito fácil avaliar seu desempenho. Se for bem, é porque fala a  linguagem que o jogador entende e gosta. Se fracassar, Joel tem métodos  antiquados e não serve para o futebol moderno.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Outros virão. Vão ganhar, perder e  empatar. Acima de tudo: vão trabalhar. Vamos fazer o mesmo ou tentar um  atalho e rotular de uma vez, só esperando a confirmação do que já  sabíamos há muito tempo?</span></font></p> </div>  
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		<title><![CDATA[Cuca precisava cair e o Cruzeiro precisa de Joel]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=85210</link>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 16:26:02 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" class="entry"><p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Reagir faz  parte do futebol. O Cruzeiro caiu na Libertadores e não venceu nas cinco  primeiras rodadas do Brasileiro. A vitória sobre o Atlético na decisão  do estadual garantiu o título, mas não convenceu. Cuca é bom técnico,  mudou a forma de jogar que o Cruzeiro de Adilson Batista tinha. Não  venceu o campeonato brasileiro por detalhe e conseguiu uma campanha  muito acima de todas as expectativas na primeira fase da Libertadores.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O trabalho não era ruim, mas  faltou reação. Não é o tipo de situação que ocorreu com o Fluminense em  2009, quando Cuca pegou um barco afundando sem ter culpa e conseguiu a  quase impossível salvação. É a situação que acompanha o treinador quase  sempre por onde passa. No Flamengo, também em 2009, venceu o estadual e  começou mal o brasileiro. O time cambaleou até a 14ª rodada quando  Andrade assumiu.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Joel Santana pode mudar o ânimo  dos jogadores. Dizer que o novo técnico faz os jogadores se sentirem  melhor é discurso ensaiado, mas pode não ser só discurso. O time se  mostra inseguro, sem força para matar o adversário que seja. O Cruzeiro  perdeu suas convicções quando o Once Caldas marcou o segundo gol.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A equipe não é tão boa quanto se  imaginava durante a Libertadores. Não é tão frágil como nas rodadas  iniciais do Brasileiro. O mais próximo da realidade é o que acontecia no  ano passado, vencendo a maioria dos adversários pela diferença de um  gol e contando com Montillo e Fábio.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Joel pode ser importante como Cuca foi. Para isso é preciso reagir.</span></font></p> </div>  
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		<title><![CDATA[Dorival mexe bem porque escala mal]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=85199</link>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 14:18:47 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Dorival Jr. mexeu bem e o time melhorou contra o Atlético Goianiense no 2º tempo. O mesmo aconteceu contra Bahia e São Paulo. Quando a substituição é sempre boa é sinal de time mal escalado. Toró, como armador pela direita, e Mancini, no ataque, rendem pouco. Gilberto, titular no último jogo, ocupou o espaço que naturalmente seria de Serginho, com Dudu Cearense fazendo bem o papel de segundo volante – como já havia realizado nas outras partidas e voltou a ir bem no empate de domingo.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Giovanni Augusto foi o único titular no meio-campo nas cinco rodadas, até por conta das lesões de Filipe Soutto e Richarlsyon. Vem caindo de rendimento enquanto Daniel Carvalho entra bem. Assim como o time que terminou o campeonato mineiro não parecia pronto, o que venceu nas duas primeiras rodadas do brasileiro também não estava.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Dorival tem o direito da dúvida e o dever da observação. O Atlético pode mais do que tem mostrado.</span></font>  </div>
		]]>
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		<title><![CDATA[Mau planejamento do Santos para ser campeão e a torcida contra a natureza]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=84674</link>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 15:39:13 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Santos viaja a Montevidéu na  terça pela manhã. Ou tenta viajar. Essa era a ideia antes do vulcão  chileno Puyehue começar a expelir cinzas, essa era a programação depois  do fenômeno e seguiu com a melhora que houve na situação entre  sexta-feira e domingo. Hoje, segunda-feira, vôos para o Uruguai e a  Argentina estão sendo cancelados. A delegação santista embarca na terça  pela manhã.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O representante do Brasil na  CONMEBOL, Ildo Nejar, garantiu, na sexta-feira, que o jogo está mantido  para as 21h50 de quarta-feira dia 15. Ildo deu a declaração à tarde,  quando os aeroportos ainda estavam fechados e falou: “O Santos precisa  se programar caso os vôos não retornem”. Muricy Ramalho não escalou,  contra o Cruzeiro, nenhum jogador que começará a partida contra o  Peñarol. Os titulares poderiam ter ido no sábado para o Uruguai e ter  evitado torcer contra a natureza. </span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Em maio, o vulcão islandês  Grimsvotn fechou o espaço aéreo em vários países da Europa na semana da  final da Liga dos Campeões. O que fez o Barcelona? Antecipou a ida a  Londres e chegou à cidade quatro dias antes de enfrentar o Manchester  United. Vale lembrar que em 2010, o mesmo Barcelona viajou 800 km de  ônibus até Milão para enfrentar a Inter, por conta de outro vulcão.  Perdeu por 3 a 1 para um time tecnicamente inferior e não conseguiu  reverter a vantagem em casa. A distância entre Barcelona e Londres é de  1.500 km e São Paulo está a 1.100 km de Montevidéu.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Santos poderia ter usado o exemplo do campeão europeu para vencer na América. Escolheu correr o risco.</span></font></p>  
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		<title><![CDATA[A gangorra e o América]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=84290</link>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:55:32 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Palmeiras, Botafogo, Atlético-MG e Grêmio. Desde que o campeonato brasileiro começou a ser disputado por pontos corridos, foram os únicos rebaixados que não caíram novamente em no máximo três anos. O Corinthians está no terceiro ano pós-série B. Vasco, Atlético-GO e Ceará no segundo. A gangorra de sobe e desce do futebol brasileiro não é tão gangorra assim e a lógica é, a não ser no caso dos grandes, quem chega da série B, durar pouco tempo na elite até cair de novo. <br> <br>A lógica é também não voltar. Foram 26 acessos desde que Botafogo e Palmeiras subiram em 2003, com 25 clubes diferentes – apenas o Coritiba, em 2007 e 2010 conseguiu sucesso duas vezes na série B. A luta de quem sobe é para não cair de novo, ou até para durar o máximo possível na primeira divisão. <br> <br>O recém-promovido não passa a ter o mesmo poder financeiro de quem já está na Série A há mais tempo. A diferença da receita adquirida com patrocínios e cotas de televisão pode ser diminuída com o tempo, mas só criatividade e trabalho consistente podem prolongar a permanência na primeira divisão. <br> <br>O América tem a base da série B, que é a mesma da terceira divisão, conquistada há dois anos. Incorporou a ela nomes que pouco acrescentaram aos clubes que deixaram recentemente. Thiago Carleto, Rodriguinho, Kempes, Ânderson, Camilo, etc. Pouca criatividade, pouca consistência. <br> <br>O diretor vai poder justificar um eventual fracasso com um discurso pronto de que não errou por omissão. Contratar em quantidade não é se mostrar ativo, talvez só reflita o desespero. O histórico de rebaixamentos coloca o América no grupo de candidatos à queda. A forma de pensar futebol da diretoria, principalmente.</font>  </div>
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		<title><![CDATA[Re-estruturação do futebol e a final da Libertadores por um dirigente uruguaio]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=84185</link>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 15:45:13 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Depois de 40 anos, o Uruguai voltou a ser semifinalista de uma Copa  do Mundo e Diego Fórlan foi escolhido o jogador do mundial. Depois de 23  anos, uma equipe do país chega à final da Libertadores e nos dois  últimos Sul-Americanos sub-20 disputados, terminou à frente da  Argentina. O futebol renasce no Uruguai e tem o trabalho de Oscar  Tabárez a frente da seleção como base para os resultados recentes. Quem  garante é Revétria, ex-jogador do Cruzeiro e que trabalha na empresa que  detém os direitos de exploração sobre a seleção e o campeonato local. O  ex-atacante é visto como um cartola do bem no país e falou sobre o  momento do país nesta entrevista.</span></font> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><strong>O que se passa com o futebol uruguaio neste momento?</strong> <br> Começou-se a fazer um trabalho profissional, sobretudo na base. Há mais  estrutura e melhor forma de trabalhar a parte técnica e tática dos  jovens.</font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><strong>Prova disso é ter ficado a frente da Argentina nos Sul-Americanos sub-20?</strong> <br> Sim. E Tabárez está à frente disso tudo. Vemos hoje o Cavani despontar  na Europa, isso começou lá atrás quando ele tinha 17, 18 anos. O  trabalho foi mantido e estamos colhendo os frutos.</font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><strong>Qual é a importância do Tabárez hoje?</strong> <br> Ele é muito estudioso. Foi jogador também e sabe passar o que aprendeu. Tem formação acadêmica como professor, isso ajuda muito.</font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><strong>Como está a saúde financeira dos clubes uruguaios?</strong> <br> Não mudou muito, mas melhorou. Especialmente no caso dos clubes grandes  como Nacional e Peñarol. Hoje se paga salários em dia, o que já é muito  bom. Mas para nós, é melhor que o bom jogador vá cedo para a Europa e  pegue outro ritmo para jogar na seleção. Somente Brasil e Argentina  podem equiparar os salários europeus. <br><strong>No Brasil nós lamentamos quando perdemos um jogador para a Europa. Você está comemorando, é isso?</strong></font> <font size="2"> <br> Exatamente. O jogador que vai jogar na seleção tem outro ritmo. Lá podem  oferecer mais do que podemos fazer aqui. O atleta se desenvolve.  Perdemos para a Alemanha no final de semana por 2 a 1, mas no 2º tempo  eles jogaram só dentro da área. Hoje jogamos diferente.</font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><strong>Quanto à final da Libertadores? Como o Peñarol pode parar Neymar?</strong> <br> A questão é exatamente essa. Hoje o jogo é Peñarol x Neymar. Quanto  ganha o Neymar? 350 mil dólares? É o que ganha todo o time do Peñarol,  mais o técnico. É um dos melhores do mundo hoje. Ainda tem Ganso que  está machucado e estamos acendendo velas para que não volte, além do  Elano que é experiente. É um time fantástico.</font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><strong>E quem você destaca nesse time do Peñarol? Martinuccio?</strong> <br> Martinuccio está bem, Oliveira é um goleador nato e Estoyanoff que entra  sempre e é muito rápido, mas a luta é a base do time. Diego Aguirre é  um técnico muito motivador. Não se esperava que o time passaria pelo  campeão da Libertadores, o campeão chileno e o Vélez que será campeão da  Argentina (é líder do Clausura, restando três rodadas para o fim). Eles  tomaram gosto pela vitória. Quando se vence, vence e vence, você gosta e  se acostuma a ganhar.</font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><strong>Santos ou Peñarol, quem leva?</strong> <br> Torço para o meu país, mas o Brasil é uma potência. Seria como o Maracanã de 50 para nós.</font></p>  
		]]>
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		<title><![CDATA[Susto pode ajudar Santos na final da Libertadores]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=84061</link>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 04:01:57 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Procure o post do jogo entre Santos e  Cerro Portenho na semana passada. Parecia claro, a mim pelo menos, que  Neymar criaria um gol para o time brasileiro. Fosse com uma finalização,  uma assistência ou até falta sofrida. Isso era fácil de imaginar. A  novidade foram os três gols sofridos – a primeira vez em 16 jogos sob o  comando de Muricy Ramalho. Foi a segunda vez que a equipe marcou três  gols depois da chegada de Muricy (a outra, vitória por 3 a 1 sobre o  Paulista, com o time reserva). O desempenho ruim da defesa no Paraguai  serve de lição, mas é exceção ao time que havia sofrido seis gols em 15  partidas com o treinador. Se quiser aprender com os erros, a equipe vai  administrar jogos sem abdicar da partida. Mais um ótimo jogo de Neymar  não é exceção. É regra. Contra Peñarol ou Vélez, o Santos chega como  favorito à decisão.</span></font>  </div>
		]]>
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		<title><![CDATA[Melhor momento e costume à pressão dão favoritismo ao Vasco]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=84076</link>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 04:00:44 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Coritiba chegou à decisão com o  respaldo da temporada consistente, apesar do momento ruim. O Vasco tinha  ao seu lado a empolgação pelo o que superou em 2011. O equilíbrio da  final foi visto no campo, em São Januário. É fato que mais uma vez o  Vasco não jogou bem dentro de casa. Assim foi contra ABC, Náutico,  Atlético-PR e Avaí – a exceção da partida contra o Náutico, em todas o  time sofreu gol. Fora do Rio de Janeiro, foi bem e isso anima os  vascaínos.</span></font></p> <p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Por outro lado, a queda de  rendimento do Coritiba é evidente. Até a goleada por 6 a 0 sobre o  Palmeiras foram 29 jogos com 27 vitórias e dois empates. 81 gols  marcados. Depois, uma vitória, um empate e quatro derrotas. Dois gols  marcados em seis partidas. </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O  desempenho até o 6 a 0 era surreal, mas a queda logo na sequência pode  mostrar que o Coxa não estava pronto para ser a “mira” dos adversários.  Contra o Ceará, sofreu pouquíssimos sustos, mas não convenceu porque se  esperava mais de quem passou por cima do Palmeiras.</span></font></p> <p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Para vencer a Copa do Brasil, o  Coritiba não precisa ser brilhante como já foi em 2011, mas está  pressionado como nunca esteve. O Vasco já comeu o pão que o diabo  amassou na temporada e chega à finalíssima com a vantagem construída no  primeiro jogo. O time de Ricardo Gomes se assusta pouco, porque já viu  de tudo.</span></font></p> <p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O equilíbrio persiste e é  irresponsável afirmar que o Vasco está com a mão na taça. Mas, além de  estar mais acostumado à pressão, tem seu jogo encaixado. O Coritiba vive  uma situação nova e precisa re-encontrar o futebol.</span></font></p>  
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Antecipação da janela tira o poder de barganha dos clubes]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=83992</link>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 00:51:42 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A janela para transferências  internacionais será antecipada e o futebol brasileiro tende a perder com  isso. Espera-se que os clubes possam inscrever jogadores entre 15 de  junho e 15 de julho. Neste momento, Corinthians, Grêmio e Botafogo  ganham os reforços de Alex, Mirales, Gilberto Silva e Renato por dez  rodadas a mais do que se o estipulado previamente fosse cumprido. São  três clubes e quatro atletas beneficiados. O número deve ser maior até  15 de julho, mas a tendência é que todos saiam perdendo.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> A temporada europeia acabou de  ser encerrada e os clubes mal começaram as avaliações de elenco para  2011/12. Negociar com um atleta, mesmo que esteja encostado em uma  equipe da Europa hoje, é muito mais difícil do que no final de julho ou  início de agosto, quando já se terão definidos os jogadores que serão  utilizados na temporada.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> É o caso de Henrique, que  interessa ao Palmeiras ou Keirrison, nos planos de Atlético-MG e Bahia.  Os dois jogadores pertencem ao Barcelona. Henrique estava emprestado ao  Racing Santander e ainda não sabe se será incorporado ao time de Pep  Guardiola. Caso não tenha espaço na Catalunha, o Barça tentará  re-emprestá-lo a algum clube europeu. Em seguida, o Palmeiras. Como  convencer os espanhois? Com dinheiro. Muito mais do que seria gasto em  agosto. Nada impediria o Palmeiras de fixar uma proposta e esperar o  fracasso de outros negócios, podendo subir a oferta eventualmente. Hoje,  o Palmeiras não tem o benefício da espera e precisa subir a pedida. O  caso de Keirrison é idêntico.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Fora isto, em agosto abre-se  também a janela na Europa. Um jogador que for contratado na Itália,  Inglaterra ou Alemanha, tira espaço de outro e cria a oportunidade de um  negócio de ocasião. Se o Shakhtar Donetsky contrata um centroavante em  20 de julho, encosta Luiz Adriano ou Marcelo Moreno, por exemplo. Os  brasileiros que precisarem de um jogador para a posição, terão de chupar  dedo e esperar até janeiro.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Se a prematura abertura da janela  vai de fato ser ruim para os clubes no Brasil, será impossível cravar.  Certo é que se perderá o poder de barganhar bons negócios.</span></font></p>  
		]]>
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		<item>
		<title><![CDATA[As injustas comparações com Barcelona e Messi]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=83898</link>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 16:52:38 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O encantamento com Messi e o Barcelona são naturais diante do que se passa a frente dos nossos olhos. Ligue a TV, ouça o rádio, abra o jornal, converse com seus amigos. É inevitável querer fazer parte de um momento histórico e comparar os maiores de sempre com os imensos do momento. É justo colocar o time catalão atual no mesmo patamar do Santos e do Real Madrid dos anos 60 e do Ajax dos anos 70? Messi está acima de Maradona, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Zidane, Garrincha, Cruijff e tantos outros e pode ser equiparado a Pelé? <br> <br>Nesse momento toda comparação definitiva é injusta. Se Barcelona e Messi serão os melhores da história, só a história vai poder contar e ela ainda está sendo escrita. Embora caminhem juntos, equipe e jogador podem ocupar lugares diferentes. <br> <br>Por mais magnífico que seja, se não for ainda mais vencedor, o Barcelona terá espaço limitado entre os maiores. O que é definitivo é o legado. O time joga diferente do que já foi mostrado. Com Guardiola no comando, em todas as partidas teve mais posse de bola que o adversário. Não é qualquer um que vai tocar a bola como fazem os catalães, mas a maneira de pensar o jogo pode servir de ensinamento. Assim como o Ajax e depois a Holanda ajudaram a mudar a forma de ver o futebol, o mesmo pode acontecer com o Barça. <br> <br>O caso de Messi é diferente. Há a crueldade de não ter brilhado em uma Copa do Mundo. Quando Maradona venceu o mundial em 1986, tinha um time tecnicamente inferior aos que Messi integrou em 2006 e 2010, mas a seleção de Carlos Billardo era muito mais organizada e competitiva. Sem uma carreira definitiva, Messi pode ser mais do que é hoje ou pode estacionar, como fez Ronaldinho Gaúcho pós Liga dos Campeões em 2006. <br> <br>O que me parece justo hoje é pensar que, nas últimas três temporadas, não fez menos do que os melhores fizeram em ótimos momentos de suas carreiras. Messi não é Pelé, porque Pelé jogou em altíssimo nível por quase 15 anos. O argentino faz isso a três temporadas, não deve conseguir por mais 12. Não será Pelé na sua totalidade. Porque nos últimos anos, quem viu o Rei afirma que Messi não fica devendo.</font>  </div>
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		<title><![CDATA[É difícil ganhar do Palmeiras]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=83857</link>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 07:40:47 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Esqueça o hiato ocorrido contra o  Coritiba e veja o histórico dos clássicos no estadual: derrota por 1 a 0  e empate por 1 a 1 com o Corinthians, 1 a 1 contra o São Paulo e  vitória de 1 a 0 sobre o Santos. O Cruzeiro jogou melhor na Arena do  Jacaré. No primeiro tempo, bola na trave de Wallyson e defesaça de  Marcos em chute de Gilberto. Depois do intervalo e do gol bisonho  perdido por Anselmo Ramon, Luan abriu o placar em contra-ataque. O  próprio Anselmo empatou o jogo e criou mais duas boas chances. Não fosse  a grande atuação de Marcos, a jogada patética do atacante e, sobretudo,  o grande jogo de Thiago Heleno, o Cruzeiro seria o vencedor.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O time de Cuca tem um ponto em  dois jogos, o de Scolari quatro. Enquanto o Cruzeiro começa o campeonato  ainda em câmera lenta, o Palmeiras segue seu curso natural: tem  dificuldades de ganhar, da mesma forma que cria problemas para quem quer  vencê-lo.</span></font></p>  
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A história que o Barcelona escreve]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=83832</link>
		<pubDate>Sat, 28 May 2011 21:42:53 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois da disparidade que o Barcelona mostrou frente a um dos times mais organizados e conscientes da modernidade, a vontade de quem gosta de futebol é dizer que é um dos melhores da história do esporte. Os três títulos europeus nos últimos cinco anos dão a pista, mas isso fica a cargo da história. O controle absoluto sobre o Manchester, a forma acuada com que o Real Madrid se portou na semifinal, e os jogos comuns e espetaculares das últimas temporadas, mostram que o Barça não é só vencedor. É diferente. Aí sim: um dos mais diferentes da história.</font> <br> <br><font size="2">Vencedor, o Real Madrid, campeão em 98, 2000 e 2002 também era. O Bayern de Munique do meio dos anos 70 também e muitos outros idem. O time de Guardiola inova com posse de bola superior ao adversário em todos os 175 jogos que o treinador dirigiu a equipe. Toca, envolve, induz. Foi o que o Real tentou evitar nas semifinais e o Manchester, em míseros 10 minutos em Wembley.</font> <br> <br><font size="2">Deixar Xavi, Iniesta e Messi pensarem é brindar o futebol, mas também perder o jogo. A medida em que o time espanhol adiantava suas linhas, os ingleses assistiam. A final foi absolutamente confortável para o Barcelona. Apenas os minutos iniciais e o gol de Rooney, proveniente de um lateral mal cobrado e uma tabela com Giggs, mostraram que havia um adversário de altíssimo nível do outro lado. No mais, uma vitória do espetáculo.</font> <br> <br><font size="2">O antipático ao Barcelona é o valente que não se rende a história que vem sendo contada, dia após dia, para o mundo ver. O Santos de Pelé, o Real Madrid de Puskas e Di Stéfano, o Ajax de Cruijff foram ótimos, certamente. Mas os privilegiados que viram esses times, tinham de ir ao estádio ou conseguir escassas transmissões de televisão. O Barça é para todos, como nunca antes se viu. Qualquer um pode ver um gigante como o Manchester parecer um time frágil e assustado.</font> <br> <br><font size="2">Você está diante da história. Se é a melhor ou não que já foi contada, ainda é impossível dizer. Mas é uma das mais bonitas já vistas no planeta.</font>  </div>
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		<title><![CDATA[Vai começar o Brasileirão e com ele o “entrega-entrega”?]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=83297</link>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 19:25:09 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" class="entry"><p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A Rádio Globo  fez, internamente, um bolão com a classificação final do campeonato  brasileiro. Em praticamente todas as apostas, Santos e Internacional  figuram entre os quatro primeiros. A globo.com fez o mesmo, com seus  especialistas pelo Brasil. O resultado foi idêntico. As duas equipes são  candidatas ao título. </span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Logo na primeira rodada, Santos e  Inter se enfrentarão na Vila Belmiro. Muricy Ramalho adiantou que vai  poupar os titulares, pensando na semifinal da Libertadores da América.  Fosse em novembro, com um dos times fora da disputa e envolvido em outra  competição? Entrega? Intenção de prejudicar os rivais? Mala preta? Qual  é a diferença da pontuação da 1ª para a 38ª rodada? Nenhuma.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Por que o Palmeiras foi condenado  pelo senso comum em 2010 quando pensava em ser campeão da Sul-Americana?  Vale lembrar que, eliminado pelo Goiás no meio de semana, Scolari  escalou força máxima contra o Fluminense, concorrente do Corinthians,  dias depois. Na última rodada, diante do Cruzeiro, folga para os  titulares – que retornariam aos treinos um mês depois.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Santos teve, nos últimos três  meses, apenas uma semana “cheia” para descanso e treino. Se chegar à  final da Libertadores, terá apenas mais uma. Duas semanas em quatro  meses. Muricy está certo em descansar o seu time, pensando em ser  campeão da Libertadores, o que não acontece a 48 anos. Corre o risco de  perder um confronto direto, jogando em casa, mas sabe que pode se  recuperar no Brasileiro.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O exemplo de Santos x  Internacional serve para lembrar que o Palmeiras de 2010 não merecia ser  crucificado. Serve principalmente para mostrar que, mesmo com os  clássicos na última rodada do Brasileiro, alguém pode estar pensando  mais nos próprios interesses do que na rivalidade local.</span></font></p> </div>  
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		<title><![CDATA[Entenda um pouco mais o Lille, provável campeão francês]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=83193</link>
		<pubDate>Wed, 18 May 2011 11:24:47 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" class="entry"><p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Nos últimos 10  anos, o Lille havia terminado a Ligue 1 entre os três primeiros em  apenas três oportunidades: terceiro lugar em 2001 e 2006 e um  vice-campeonato, em 2005. O último título nacional havia sido  conquistado na temporada 1955-56, com a Copa da França. O último  campeonato, em 1953-54. Em 2010-11, ninguém é melhor que a equipe do  norte do país.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Com três pontos de vantagem e um  jogo a menos que o Marselha, vice-líder, a equipe pode ser virtualmente  campeã se vencer o Sochaux, na quarta-feira. Com o melhor ataque e  melhor defesa da competição, é bem provável que o título venha no  sábado, contra o PSG. O brasileiro Túlio de Melo, que passou pela base  do Atlético-MG e está na sexta temporada no futebol francês, acredita  que a base mantida e o bom poder de observação e contratação dos  dirigentes são responsáveis pela guinada do clube.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Gervinho, atacante marfinense de  22 anos, titular na Copa do Mundo tem 14 gols na temporada.&nbsp; A grande  atração do time treinado por Rudi Garcia, no entanto, é Eden Hazard.  Belga de 20 anos, muito habilidoso e inteligente, já foi comparado a  Zidane na França. Fez 7 gols no campeonato francês e é o ponto de  desequilíbrio da equipe. Túlio de Melo, que se machucou no início da  temporada, marcou três gols na campanha do francês.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Sem dinheiro para grandes negócios, investe na contratação de jovens e na valorização  do elenco. Mesmo assim, ficará pronto, no meio de 2012, o novo estádio.  Um dos mais modernos da Europa. O Lille vai bem no mercado interno. Na  Europa League, caiu com um empate por 2 a 2 e uma derrota por 3 a 1 para  o PSV.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Pode crescer, mas voar alto como fez o Lyon, ainda é impossível.</span></font></p> </div>
		]]>
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		<title><![CDATA[Atlético erra e Cruzeiro não perdoa]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=83083</link>
		<pubDate>Mon, 16 May 2011 01:06:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Atlético que venceu o Cruzeiro na semana passada podia ser campeão. O que jogou boa parte da finalíssima, dificilmente resistiria a força do ataque celeste. O Cruzeiro, melhor time durante toda a temporada, fez o seu melhor clássico no ano e venceu com justiça.   <br>   <br>No primeiro tempo, jogo lento. O Atlético tirava a velocidade do rival, como fez nas duas outras partidas na temporada, mas dessa vez, abdicava do ataque. O Cruzeiro tinha dificuldades na hora de definir. Sem um centroavante, cruzar bolas na área só consagrava os zagueiros do adversário. Depois do intervalo, com Richarlyson e Leleu nos lugares de Mancini e Renan Oliveira, Dorival tentava fortalecer o meio-campo e dar mais velocidade ao ataque. Era preciso ter o antídoto para a pressão, mas o Cruzeiro começou melhor. Perdeu boas oportunidades com Gil e Roger. As chances se foram, o Atlético cresceu.   <br>   <br>O Cruzeiro saía e demorava a voltar, o contra-ataque alvinegro começou a aparecer e Magno Alves perdeu a bola do jogo. Fábio, excelente no cara-a-cara, salvou. Dois minutos depois, Wallyson ganhou de Patric e marcou. No momento em que o Atlético era melhor no jogo, o golpe foi fatal. Nos contragolpes, com campo para jogar e espaço para colocar velocidade, como goleou várias vezes na temporada, o time de Cuca criou e fez o segundo com Gilberto – o melhor da decisão.   <br>   <br>Dorival montou o mesmo time da última partida, mas que jogou de forma diferente. O Atlético esperou demais, saiu de menos e teve, a rigor, uma grande chance. Pagou por isso. Evoluiu com a entrada de jovens como Giovanni e Filipe Soutto e pode encorpar com Guilherme e Dudu Cearense. É impossível saber se os garotos manterão o pique no campeonato brasileiro e o Atlético é, hoje, uma incógnita.   <br>   <br>O Cruzeiro das goleadas mostrava muitas virtudes, mas não estava imune às críticas. É uma equipe experiente e que entra forte no campeonato brasileiro. O título, com a dificuldade imposta pelo rival, evidencia que é mortal. Cabe ao adversário aproveitar a brecha que tiver. Time bom se mata, ou ele mata você. O Atlético de Magno Alves sofreu isso na pele.</font>  </div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Banco não é humilhação pelo o que Rivaldo jogou no São Paulo]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=83044</link>
		<pubDate>Fri, 13 May 2011 14:02:43 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Desde que Rivaldo chegou ao São Paulo fez um gol em 12 jogos disputados. Até mesmo na estreia, contra o fraco Linense, é de se analisar com calma a atuação do camisa 10. No meio-campo, foi lento e entregue a marcação. Mais perto do gol, passou por Bruno Quadros e definiu o lance. Foi melhor. Fora isso, nas outras 11 partidas, Rivaldo deixou o time lento e participou pouco dos jogos. <br> <br>História não garante ninguém em campo e não há humilhação em um jogador de 39 anos ficar no banco e ser preterido em um jogo de alta velocidade. No segundo tempo, com o recuo do Avaí, faltava inteligência ao São Paulo. Alguém para pensar o jogo, girar a bola. Rivaldo? Talvez. Era o momento de se ter em campo alguém com o estilo do ex-melhor do mundo, mas não critico Carpegiani por não confiar no jogador. <br> <br>O problema em ter Rivaldo como seu camisa 10 é que Rivaldo será o seu camisa 10. Quem contrata, não pensa no plano B. Tem uma grife, um currículo vitorioso e talvez seria humilhação demais ter outro jogador com as mesmas características no elenco. <br> <br>Carpegiani pode sair e não será injustamente. O São Paulo tem elenco para formar um time com muito mais alternativas do que esperar uma grande jogada de Lucas ou Dagoberto. Em relação a Rivaldo, poderia entrar ou não na partida. Mudar ou não o jogo. É impossível saber. Mas é a revolta do jogador é mais próxima do absurdo do que o banco de reservas.</font>  </div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Pior que o calendário brasileiro é a falta de interesse em mudá-lo]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=82817</link>
		<pubDate>Mon, 09 May 2011 18:39:08 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A contusão de Paulo Henrique Ganso e o cansaço do time do Santos na fase final do Campeonato Paulista e nos mata-matas da Libertadores, reabriram a discussão: o péssimo planejamento do calendário brasileiro. Existem várias fórmulas para deixar a temporada no Brasil ao mesmo tempo atraente e rentável aos clubes. <br> <br>Diminuir a participação dos grandes nos estaduais, esticar a Libertadores durante todo o ano (claro, aí passa pela Conmebol), e permitir que aqueles que disputam a Libertadores, joguem também a Copa do Brasil - que poderia terminar em dezembro, é uma alternativa simples e parece eficaz. Se fizermos uma consulta aos torcedores, outras tantas boas ideias vão aparecer. O problema é a falta de vontade em mudar o quadro. <br> <br>Os clubes jogam muitas vezes porque precisam preencher a grade da TV. A televisão é a principal fonte de receita da maioria dos clubes e quanto mais se joga, mais se é televisionado. Logo, mais se ganha. A relação é essa. Não há interesse em reformular o calendário. Você certamente já viu um presidente de clube lamentando a sequência de jogos, mas nunca o viu reclamando desse calendário e cobrando mudanças. <br> <br>Do dia 26 de fevereiro, quando empatou com o São Bernardo, até 08 de maio, quando empatou com o Corinthians, o Santos jogou 19 vezes. Apenas uma vez a equipe não jogou em meio de semana. Caso chegue à final da Libertadores, terá mais uma semana para “descansar” até o dia 22 de junho. Entre 26 de fevereiro e 22 de junho, são quatro meses jogando de três em três dias em média – a exceção de duas semanas. <br> <br>É justo pensar que o clube é vítima, mas também agente do processo. É errado e injusto restringir a discussão e jogar a culpa no tamanho do continente. Não é obra do acaso o time ter que viajar até o México depois à Colômbia. É do jogo. Libertadores da América com times da América disputando. É ser leviano afirmar que na Europa é igual. <br> <br>Um clube da Inglaterra, onde se disputa duas copas nacionais, faz 38 jogos pelo campeonato. Se chegar à decisão da Liga dos Campeões mais 13.Sete jogos para ser campeão da Copa da Liga e oito na Copa da Inglaterra (desde que não haja necessidade de jogos desempate). 66 partidas na temporada. Isso na teoria. O Manchester United, virtual campeão inglês e finalista da Liga dos Campeões, fará 59 jogos. O Barcelona, seu adversário, 62. <br> <br>No Brasil, caso um clube chegue à final do Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Sul-Americana, além das 38 rodadas do Brasileiro, jogará entre 83 e 85 vezes em 2011. Caso dispute a Libertadores e chegue à decisão, serão 75 partidas. <br> <br>Além de tudo, na Europa os jogos são distribuídos durante a temporada. Não é preciso se sacrificar no início ou no final do ano, como se faz aqui. O segundo semestre do Santos, apenas com o campeonato brasileiro, será tranquilo. <br> <br>O calendário é obviamente mal montado, mas não precisa ser mal entendido. Os clubes não estão reclamando e vão continuar assim. Para eles quanto mais, melhor. Pobre Ganso... <br> <br></font></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A justa vitória do Atlético e o fim da distância para o Cruzeiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=82770</link>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 20:43:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A distância acabou. Durante a primeira fase, o Cruzeiro jogou melhor futebol que o Atlético, mas a partir do 2º tempo contra o América, quando passou a jogar fechado e sair em contra-ataque, o alvinegro mostrou crescimento. A ausência de Thiago Ribeiro e a queda na Libertadores, contribuíam para o equilíbrio na decisão.  <br>  <br>O gol de Mancini, logo aos quatro minutos, dava ao Atlético o benefício de esperar o Cruzeiro e sair em velocidade. E assim acontecia. O time de Cuca só conseguiu chegar com velocidade quando Montillo escapou pelo meio e lançou Wallyson que empatou. Era difícil para o Cruzeiro assustar o rival. Filipe Soutto e Serginho bloqueavam o meio-campo, Giovanni ia bem pela direita e Mancini, melhor em campo, ganhava todas de Pablo pela esquerda. O Atlético era um time pronto para jogar nas costas dos laterais do adversário e assim foi feito. Em ótima jogada de Giovanni, pelo meio, Patric recebeu sozinho no setor de Éverton e marcou o segundo.  <br>  <br>O segundo tempo se passou em câmera lenta. Ponto para Dorival. Tirou a velocidade do adversário, mas saiu para jogar pouco e, tivesse forçado um pouco mais, poderia ter definido o confronto.  <br>  <br>O time vai forte para ser campeão mineiro, com seis jogadores da base, ocupando bem os espaços e com poder de definição no contra-ataque. A marca de Dorival Jr. vai sendo ampliada: cinco clássicos em Minas Gerais e cinco vitórias. Cabe agora a Cuca, em uma semana, re-equilibrar as forças. Se existe uma distância entre as equipes, ela é favorável ao Atlético.  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">Sobre Paulo César de Oliveira:</span>  <br><span style="font-style: italic;">A meu ver, não houve pênalti em Henrique e nem em Ortigoza no primeiro tempo.&nbsp; Houve de Victorino, que não consegue tirar o pé da jogada e evitar o toque em Neto Berola, no segundo.  <br> <br><span style="font-weight: bold;">Atualização: revi os lances na manhã de segunda-feira. </span><a style="font-weight: bold;" href="http://200.233.221.221/tvcruzeiro/www/home/">A TV Cruzeiro mostra, por outro ângulo, o lance entre Réver e Ortigoza</a><span style="font-weight: bold;">. Pênalti. Com relação ao lance envolvendo Henrique e Serginho, sigo com a mesma opinião.</span><br style="font-style: italic;"></span><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">A expulsão de Montillo é exagerada, embora valha a avaliação. O meia não dá o carrinho por trás, para pegar Giovanni. Tenta bloquear a bola com o pé direito e a perna esquerda, que desliza, atinge o pé do atleticano. Fabrício entrou nervoso e poderia ser expulso, assim como Neto Berola que, amarelado, deu um tapa no volante cruzeirense, após ser atingido pelo braço do adversário. Os dois poderiam ser expulsos, mas aí valia tentar administrar e levar o jogo.</span></font>  </div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O Coritiba assusta]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=82712</link>
		<pubDate>Fri, 06 May 2011 03:48:59 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O Brasil conheceu o Coritiba de 2011 da forma mais assustadora possível. Com a goleada por 6 a 0 sobre o Palmeiras, o Coxa chegou à 24ª vitória seguida e 29 jogos sem perder. O time de Marcelo Oliveira joga com a bola no chão e em velocidade, com Davi pela esquerda, Rafinha pela direita e, contra o Palmeiras, Anderson Aquino centralizado num 4-2-3-1 que tem Bill à frente. O treinador monta times para jogar futebol. Pensa em marcar, anular, desarmar, mas pensa também em como suas equipes vão tratar a bola. O Coxa trata muito bem.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">É isso, mas não é só isso. A intensa movimentação desnorteou a ex-melhor defesa do futebol brasileiro em 2011. No segundo gol, Bill abre pela esquerda e Davi aparece como centroavante. O Coritiba se procura e se encontra em campo. Mesmo sem Marcos Aurélio, titular na posição de Anderson Aquino.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O gol de Emerson, o sexto na temporada, o contra-ataque em altíssima velocidade no gol de Davi, a chegada em bloco que culminou na finalização de Geraldo e a facilidade de penetração de Anderson Aquino são filmes já vistos pela torcida. O gol de Léo Gago foi o primeiro do volante e o pênalti convertido por Bill, uma raridade. São 82 gols na temporada e apenas três de pênalti.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Havia a dúvida sobre a força da marca de vitórias seguidas. Eram 23 e apenas dois times de primeira divisão no caminho: os Atléticos do Paraná e de Goiás. O detalhe é que todos os anos o Coritiba enfrenta os mesmos adversários no início da temporada. A série nunca existiu até o que se presencia atualmente. </span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Por outro lado, o Palmeiras tinha 14 gols sofridos em 27 jogos em 2011. No estadual, 10 em 21 partidas. O campeonato paulista é fraco e omite defeitos? Pode ser. Mas o time de Scolari sofreu um gol do São Paulo de Lucas e Dagoberto, dois do Corinthians em dois jogos e nenhum do Santos de Neymar e Ganso. </span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O bom desempenho do Palestra não era ilusório. O ritmo surreal do Coritiba e o desânimo palmeirense no final do jogo, com dois gols nos acréscimos, resultaram nos 6 a 0. O bom trabalho do Coxa vem do ano passado com Ney Franco e tem continuidade com Marcelo Oliveira. Todos sabiam que algo acontecia no Paraná. Agora, muitos temem o Inferno Verde que se faz em Curitiba.</span></font>  </div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Cruzeiro vencia mostrando como poderia perder. E perdeu]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=82656</link>
		<pubDate>Thu, 05 May 2011 02:49:41 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Cruzeiro travou. O time que melhor mostrou futebol no Brasil em 2011, dependia quase sempre da velocidade para jogar. Foi assim nas goleadas sobre Estudiantes e Tolima. Contra o Guarani do Paraguai, que atuou fechado, contou com gols de rebotes de escanteios, para golear só depois dos 40 minutos do segundo tempo. Nos 22 jogos na temporada, em apenas três esteve atrás no placar – na derrota para o Atlético e nas vitórias sobre América e Guarani. <br> <br>Sem Wallyson e Thiago Ribeiro, com Farías e Ortigoza na frente, a equipe tropeçava nos próprios erros e oferecia espaço para o contra-ataque. Sem os velocistas, os laterais Gilberto e Pablo subiam para dar volume ao ataque. Deixavam espaços generosos. <br> <br>O Once Caldas chegava e a alternativa era fazer faltas. Roger, na terceira vez que chegou atrasado, foi expulso. Antes disso, duas grandes defesas de Fábio e uma bola na trave. Os espaços eram idênticos no segundo tempo, mesmo com a expulsão de Carbonero, principal articulador colombiano. Por quê? Porque assim é o Cruzeiro de Cuca. Mesmo nas vitórias, o suficiente nunca era o bastante. Mesmo quando deu show e goleou, tinha problemas com o desarme no meio-campo, que subia demais, e a defesa exposta. <br> <br>O gol de Amaya aos 21 não fez o time brasileiro se proteger e, em mais cinco minutos, Moreno fez o segundo. O gol mal anulado de Gilberto era de dificílima marcação. <br> <br>O Cruzeiro foi o melhor time da Libertadores até as oitavas-de-final e jogou muito bem até o fatídico confronto com o Once Caldas. O bom futebol não dava à equipe o status de invencível, muito menos de Barcelona das Américas (como disseram Ronaldo Fenômeno e Diego Agirre, técnico do Peñarol). O Cruzeiro tinha falhas e elas foram apontadas aqui, neste mesmo espaço.  <br> <br>O time jogava bem e vencia, mas mostrava como poderia perder. E perdeu. Surpreende pelo adversário que foi e depois da vantagem conquistada. A forma da eliminação não.</font>  </div>
		]]>
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		<title><![CDATA[Santos de Neymar e Ganso, mas que também se defende]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=82593</link>
		<pubDate>Wed, 04 May 2011 04:04:05 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O Santos é de Muricy Ramalho. O rótulo, em qualquer segmento, é ruim e reducionista. Muricy não precisa ser visto como um treinador retranqueiro, mas indiscutivelmente monta boas defesas. Dos últimos seis campeonatos brasileiros, em cinco os times de Muricy foram os que menos sofreram gols. No Santos, são oito partidas e apenas dois gols sofridos. Contra o América, com Ganso e Neymar em campo, mas sem Elano, a equipe apostou na defesa. Claudio Reinoso, técnico do América, jogou na terça, pensando no campeonato mexicano na quinta-feira – o time enfrente o Morella nas quartas-de-final da competição. Poupou Reyna e tirou Montenegro e Sánchez durante o jogo.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">No primeiro tempo, o time mexicano só chegava através do jogo aéreo. Mosquera chegou a acertar a trave. Os brasileiros não conseguiam sair do seu campo e os principais talentos não tinham a bola nos pés para jogar. No segundo, depois da entrada de Reyna, o América passou a acertar também com a bola no chão. Apareceu Rafael. Cinco grandes defesas em chutes de fora da área e uma cabeçada a cara a cara.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">As mudanças de Muricy deixaram o time preso atrás. O que era tendência se escancarou: a intenção é se defender bem, muito bem, e deixar a individualidade de seus ótimos jogadores definir a partida na frente. Com Neymar e Ganso apagados, a tendência é que o time crie pouco e a melhor oportunidade foi uma falta na trave de Paulo Henrique. O empate era o bastante e o 0 a 0 bastou.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Ao América, a frase desbotada pelo uso continua atual: “jogamos como nunca, perdemos como sempre”. O Santos avança, com sua defesa que funciona bem sob o comando do novo treinador e com o ataque que individualmente tem jogadores que ninguém possui na América.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Para vencer o provável confronto com o Cruzeiro vai precisar da defesa e do ataque, mas principalmente, terá que funcionar mais como time.</span></font>  </div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[América precisa acreditar menos e trabalhar mais]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=82520</link>
		<pubDate>Tue, 03 May 2011 16:46:57 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ainda na Série C, em 2009, o América começou a “acreditar”. A frase Ãcredita, América" do jornalista Bruno Azevedo serviu como bordão para os torcedores e se tornou ícone dos acessos para a segunda e primeira divisão do campeonato brasileiro. A frase é boa e a fé necessária. Ela só precisa estar acompanhada.  <br> <br>O Fluminense precisou ser o “time de guerreiros” para se salvar de um evidente rebaixamento em 2009 e se classificar de forma heroica para as oitavas-de-final da Libertadores recentemente. Mais time e menos guerreiro, foi campeão brasileiro em 2010. O Santos, de Muricy Ramalho, venceu seis dos sete jogos que disputou, sofrendo dois gols. O Santos do DNA ofensivo sofreu 13 gols nas sete partidas anteriores a chegada do técnico. O rótulo pode atrapalhar mais do que ajudar. <br> <br>O termômetro do campeonato mineiro mostrou um desempenho razoável, como é o time. Venceu o Atlético na primeira fase e perdeu para o Cruzeiro. Na semifinal, duas derrotas para o Atlético – a segunda, com um jogador a mais.  <br> <br>A equipe depende demais de Fábio Jr., aos 33 anos, em um campeonato desgastante de 38 rodadas. A pouca movimentação de Irênio e Camilo, as recorrentes suspensões de Dudu (com 13 amarelos e três vermelhos na série B de 2010) e a lentidão dos zagueiros é de preocupar. De virtudes, além do entrosamento, Marcos Rocha é bom no apoio pela direita, Leandro Ferreira faz bem a saída de bola, além de chegar bem ao ataque e Fábio Jr. sabe fazer gols. É pouco. <br> <br>Dos contratados, espera-se pouco. Neneca pode ser bom reserva, mas Thiago Carleto, Anderson e Amaral não passam de bons currículos. Anderson, com passagens por grandes clubes, foi muito mal no Santo André, rebaixado no campeonato paulista. A impressão que passa é que o América foi atrás de grifes, sem observar o momento vivido pelas contratações. <br> <br>O acreditar faz parte. Mais do que isso deve haver trabalho benfeito. Olhar para o América hoje, é olhar com preocupação. <br> <br></font></div>  
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		<title><![CDATA[A óbvia decisão mineira e os caminhos diferentes]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=82461</link>
		<pubDate>Mon, 02 May 2011 00:04:42 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">A decisão entre Atlético e Cruzeiro é óbvia. Em 75 dos 96 estaduais disputados, o título ficou com um dos dois. Os caminhos que levaram os clubes à decisão são diferentes. O Cruzeiro chega depois de seguidas goleadas. 42 gols marcados em 13 partidas. Na semifinal contra o América de Teófilo Otoni, 13 x 2 no placar agregado. O Atlético mudou demais, continua mudando e ainda sofrerá novas alterações depois do estadual. O time da estreia, contra o Funorte, tem Renan Ribeiro, Réver, Serginho e Renan Oliveira como titulares. Sete mudanças foram feitas.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Enquanto o time de Cuca está consolidado, é a equipe da movimentação, da velocidade e da produção ofensiva, o Atlético voltou a jogar bem no segundo tempo do primeiro jogo contra o América. Dorival fez o time se fechar mais e proporcionar o erro do adversário. Na segunda partida, com um homem a menos e perdendo por 1 a 0, venceu no contragolpe. Sem Renan Oliveira e Mancini, será menos técnico, mas terá mais velocidade para contra-atacar – tudo o que precisa no momento.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Cuca tem mais alternativas. Pode deixar o time criativo com Roger, Gilberto e Montillo, ou colocar Éverton e ganhar em velocidade. Ter a presença da área de Farias ou a movimentação de Ortigoza. </span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Vale a lembrança que Dorival Jr. venceu os quatro clássicos que disputou em Minas Gerais e, à exceção do 4 a 3 de 2007 (o jogo do lance entre Kerlon e Coelho), em nenhum deles era favorito, mas o Cruzeiro aparece como evidente favorito por tudo que foi mostrado em 2011. A melhora apontada pelo Atlético e a dedicação exclusiva ao estadual (o Cruzeiro pode ter um jogo contra o Santos, na Vila Belmiro, ou uma viagem ao México, antes da finalíssima) diminuem a diferença técnica do momento.</span></font>  </div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Atlético é mais rápido, mas ainda precisa marcar mais]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=82164</link>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 03:33:13 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Dorival Jr. encontra problemas para montar o Atlético desde o início do ano. A intenção era fazer o time se movimentar muito e atacar o adversário em alta velocidade. Com as perdas de Diego Tardelli, Obina, Jóbson e Diego Souza – além da opção por dispensar Ricardinho e Zé Luís – o time perdeu a cara. Nos dois últimos jogos, o primeiro esboço do que o treinador imaginou ainda em 2010.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O Atlético jogou contra o América de Teófilo Otoni e a semifinal contra o América da capital no 4-2-3-1. Magno Alves no primeiro jogo e Ricardo Bueno, no segundo, isolado na frente. Mancini, pela esquerda, Renan Oliveira, centralizado, e Giovanni, na direita. Como volantes, Serginho e Filipe Soutto. O time ganhou em saída rápida pelos lados. </span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Na semana passada, seis, dos sete gols, saíram pelo lado esquerdo. No clássico da semifinal, Ricardo Bueno ia mal na frente, e Neto Berola melhorou a movimentação, abrindo espaços na defesa adversária.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O América saiu na frente com Gabriel Santos e jogava melhor. Bloqueava bem o meio com Dudu e Leandro Ferreira e saia em velocidade. Irênio e Luciano tinham espaço para criar e o jogo era bom para o Coelho no primeiro tempo. Até o passe de Neto Berola para o gol de Patric. </span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">No segundo tempo, o time alvinegro esperou o rival e saiu nos contra-ataques. Se defendendo mais, desarmou mais também e teve o adversário menos preparado para evitar as investidas. Um gol de escanteio e outro com o time americano exposto, deram ao Atlético a vantagem de poder perder por dois gols de diferença e avançar à final.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">A melhora nos dois jogos ainda é tímida, não dá credencial de favorito em uma provável decisão com o Cruzeiro, mas já é maior do que se viu em qualquer momento de 2011.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div>  
		]]>
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		<item>
		<title><![CDATA[Once Caldas dá espaço demais para quem vai enfrentar o Cruzeiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=82015</link>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 13:25:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Once Caldas é o pior segundo colocado da Libertadores. Não só na classificação, mas dentro de campo também. É melhor para o Cruzeiro enfrentar os colombianos do que ter de pegar de cara Vélez, Grêmio, Jaguares, Peñarol ou o próprio Estudiantes. Campeão da Libertadores em 2004, passando por Santos, São Paulo e Boca Jrs., com um time muito defensivo (com 10 gols sofridos, sendo quatro no mata-mata), a equipe de 2010 tem por característica o ataque. <br> <br>A equipe chega com muita gente ao ataque. No campeonato colombiano, fez 23 gols em 12 jogos. Sete jogadores diferentes balançaram as redes. Rentería e Daryo Moreno marcaram 5 vezes cada. O ex-atacante de Inter e Atlético tem ainda quatro gols na Libertadores. Embora faça curva descendente na carreira, tem nove gols em oito partidas na temporada. <br> <br>O uruguaio Mirabajes se aproxima dos atacantes e se falta criatividade ao time, sobra disposição. Em muitos momentos, a linha do meio-campo avança toda, deixando a defesa exposta – como no empate com o Libertad, fora de casa. O Once Caldas vencia até os 47 minutos do segundo tempo e tentava marcar o terceiro. Sofreu gol em contra-ataque em jogo definido.  <br> <br>Não venceu em casa na Libertadores. Empatou com Libertad e San Luís e perdeu por 3 a 0 para a Universidad San Martín. Fora, empatou com o Libertad e o San Luís e a única vitória foi sobre a Univ. San Martín, na última rodada. O motivo de atenção para o time de Cuca fica pelos dois empates contra o Libertad, que só pontuou menos que o Cruzeiro na primeira fase. <br> <br>O Grupo 1, nivelado por baixo, permitiu que o Once Caldas se classificasse com uma derrota. Se ganha pouco, perde pouco também. A tendência é que se proteja mais no mata-mata, mas também vai sair para jogar e oferecer generosos espaços. O Cruzeiro é favorito para chegar às quartas-de-final.</font>  </div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Discriminação é imbecilidade e discussão sobre Michael é rasa]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=81739</link>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 21:48:26 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O assunto de homofobia, preconceito racial ou de qualquer gênero, é tratado por mim como uma idiotice. Quem se acha superior a outra pessoa porque tem uma cor diferente, uma etnia distinta ou porque a orientação sexual segue padrões determinados, é um imbecil. Sem meias palavras. Todo ato discriminatória é passível de punição e o fato de penas brandas a clubes e atletas gera a reincidência. Sanções mais severas não diminuiriam o sentimento retrógrado, mas ajudariam a cessar as ações que causam constrangimento aos atingidos. Quem é racista é um imbecil. Ponto.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Michael não é pior jogador de vôlei ou ser humano por ser homossexual. Eto’o não é menos inteligente do que os europeus porque é negro e nenhum muçulmano é terrorista pela religião que professa. A discussão criada nas semifinais da Superliga Masculina de Vôlei, envolvendo Cruzeiro e Vôlei Futuro, é rasa. A torcida do Cruzeiro, a meu ver, provocou.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Homofobia é crime de discriminação. Cabe a polícia, identificar e prender. À justiça, julgar até onde os gritos foram discriminatórios ou provocativos.&nbsp; Raúl Plasman, na década de 70 e 80, era Wanderléia. Richarlyson é xingado pelos mesmos nomes que Michael foi. Pura provocação. Michael só se declarou homossexual após o jogo. Até então era mais um Raúl, Richarlyson, Margarida ou outras figuras alvos dos rivais. Quem já disputou um torneio, escolar que seja, já foi provocado pelos rivais dentro de quadra ou do campo.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O xis da questão deve ser o debate sobre manifestações preconceituosas. O Vôlei Futuro fala em “desestabilização” de seu jogador. Mantém a discussão no âmbito esportivo, onde o máximo que pode acontecer, é levar vantagem em alguma circunstância. O tema poderia ser mais sério, fosse discutido com mais seriedade.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold; font-style: italic;" size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Abaixo, a nota do Vôlei Futuro sobre o tema.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-style: italic;" size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Da multa variável de R$ 100,00 a R$ 1000.000,00 o STJD decide pela aplicação de R$ 50.000,00 ao clube Sada Cruzeiro cabendo recurso para redução ou até mesmo absolvição. Quem foi punido? Os ofensores?&nbsp; Os torcedores? Os que praticaram os atos discriminatórios? A equipe que se beneficiou da desestabilização do jogador do Vôlei Futuro? Enfim, alguém que fosse sofrer em função do envolvimento do mesmo com aquela equipe? Não, o único sofrimento e punição proporcionada por essa decisão é no setor financeiro, na frieza dos números de um caixa. Com essa decisão quem sofre mesmo é o Vôlei Futuro e seus atletas que terão que voltar naquele mesmo lugar, com aquelas mesmas pessoas, com a organização exercida pelo mesmo clube, tudo dentro do mesmo quadro de constrangimento e pressão com uma única diferença agora: a legitimidade de todo esse cenário. Agora senhores preparem suas pencas de banana, ensaiem seus gritos de “macaco”, “preto”, “manco” e “bicha” e tantos outros, afinal agora é uma questão de custo x benefício, se isso serve para desestabilizar o outro time e ganhar o jogo através dessas estratégias, R$ 50.000,00 é uma pechincha para chegar a uma final. É isso mesmo, agora tem preço, paguem e discriminem, paguem e atinjam os seus objetivos, é apenas uma questão de dinheiro.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font style="font-style: italic;" size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O STJD teve a oportunidade de impedir a realização da partida do dia 15 de abril em Contagem (MG) e não o fez. A responsabilidade de tudo que acontecer, antes, durante e depois da partida será de responsabilidade deles, já que foram eles que legitimaram a partida neste local.</span></font>  </div>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Mata-mata pode ser ingrato com o Cruzeiro, mas é pior para o adversário]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=81689</link>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 11:42:40 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Estudiantes tinha apenas cinco titulares contra o Cruzeiro, e o time de Cuca se aproveitou disso para golear. Sem Montillo, a equipe mostrou versatilidade. Leandro Guerreiro protegia Gil e Victorino, Marquinhos Paraná funcionava como zagueiro pela esquerda, Gilberto tinha liberdade para jogar e Henrique se aproximava dos meias. Pablo, que normalmente defende mais, teve liberdade para jogar. <br> <br>Com dois velocistas na frente, o Cruzeiro apostava no contra-ataque e fez 1 a 0 em arrancada de Wallyson e passe para Thiago Ribeiro – sétimo jogo seguido do atacante marcando gols. O Estudiantes oferecia poucos riscos, mas a equipe brasileira apostava na bola longa e ficava pouco com a bola. Quando trocou passes, chegou ao segundo gol, com Wallyson, aproveitando falha da defesa. Com o jogo administrado, Gilberto ainda marcou em contragolpe. <br> <br>O Cruzeiro é o melhor time da Libertadores e não só pela pontuação. Há pontos a serem corrigidos, mas as virtudes são muito maiores que as falhas. Logo no primeiro mata-mata, o clube pode cruzar com Fluminense, América do México ou Vélez. <br> <br>A última vez que o melhor primeiro colocado terminou como campeão foi em 1996, com o River Plate. A campanha não garante nada, mas aponta o caminho. É impossível dizer quem vence uma competição que tem quatro fases sendo decididas em dois jogos, mas quem joga bem tem mais chances de ir longe.  <br> <br>Mais do que fazer mais pontos que os concorrentes, o Cruzeiro fez primeira fase com futebol muito melhor que os adversários. É, em abril, o melhor time da América e o favorito. Em junho a história pode ser diferente, mas enfrentar o Cruzeiro, hoje, é ruim para qualquer um.</font>  </div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Ganso é menos vítima do que se pensa no imbróglio que o envolve]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=81549</link>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 13:55:52 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Segundo  o Lance!, Paulo Henrique Ganso pode jogar no Corinthians. Uma  estratégia evitaria que o DIS, grupo que detém 45% dos direitos do  jogador, tenha a necessidade do pagamento da multa de 50 milhões de  euros (para o mercado internacional). Para Ganso se transferir a outro  clube do Brasil, a multa é de 54 milhões de reais. Aí entra o  Corinthians.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A  briga que tem Santos e Sonda há meses ganha um novo personagem. No meio  disso tudo, o jogador. Depois de sete meses afastado pela terceira  cirurgia nos joelhos (duas por rompimento ligamentar e uma artroscopia),  Ganso voltou a jogar há um mês. Paulo Henrique parece o maior  coadjuvante da história e não é. É dono, ou deveria ser, da própria  vontade.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Em  todas as reuniões entre empresários dele e diretores do Santos, Ganso só  participou de uma. O discurso é de quem ama e quer ficar no clube.  Depois do jogo contra o Americana, falou sobre a abordagem do diretor  Fernando Silva, no quarto da concentração, antes do jogo contra o Colo  Colo. Fernando teria tentado forçar Ganso a assinar o novo contrato. O  jogador confirmou o episódio, mas disse que não estava chateado de  maneira nenhuma com o ocorrido.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Ganso é  passivo. Assinou o contrato que lhe garante o salário atual. Gostaria  de receber como um jogador de seu patamar, Neymar por exemplo. O Santos  ofereceu – via contratos e ações de marketing, como no caso do atacante.  O novo acordo não foi assinado porque o DIS quer redução na multa  rescisória e o clube não cede. Se a vontade do jogador prevalecesse, o  contrato estaria selado e não haveria mais discussão.</span></font></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A  questão é a falta de vontade própria do personagem principal de todo  imbróglio. Santos, DIS, e agora, aparentemente, Corinthians e Ronaldo se  estrangulam para contar com um ótimo jogador que, em frases soltas e  discursos evasivos, mostra que não sabe o que quer.</span></font></p>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Shakhtar e a tentativa de encarar o Barcelona]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=81127</link>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 23:42:57 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O Shakhtar é um time ofensivo e o confronto com o Barcelona parecia muito interessante. É raríssimo ver alguém encarar o time catalão de frente. Logo no primeiro lance, Busquets teve de fazer um desarme dentro da grande área. No segundo, gol de Iniesta. Atrás no marcador, os ucranianos atacavam, encurtavam os espaços e perdiam chances com Luiz Adriano e William. O Barcelona matava o jogo com Daniel Alves no primeiro tempo, após lançamento impressionante de Iniesta, e depois com Piqué no segundo.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Mesmo sem conseguir diminuir a posse de bola do Barcelona, que ficou 64% do tempo com a bola no pé, o Shakhtar tentou ser agressivo. Marcou, enquanto conseguiu, a saída de bola dos zagueiros e de Dani Alves. O time de Guardiola errou, ofereceu o contragolpe, mas nunca mudou seu jogo, uma modalidade diferente de futebol. Aos poucos, colocou o rival nas cordas e o nocauteou.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Mesmo sem gol de Messi ou Villa, e com o adversário mostrando uma postura diferente, o Barça fez 5 a 1. Nos últimos anos, quem conseguiu endurecer jogo para o Barcelona foi o Chelsea, em 2009, e a Internazionale, em 2010, com times exclusivamente defensivos. O Shakhtar apostou no ataque, perdeu suas chances e terminou goleado. A prioridade não deve ser tentar fazer dois ou três gols jogando no Camp Nou, mas evitar os cinco.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Na linguagem simples, o Barcelona mostra que se ficar o bicho pega, se correr o bicho come. O Real Madrid vai enfrentar o rival quatro vezes em um espaço de 20 dias – contando a evidente semifinal da Liga dos Campeões. Se José Mourinho, que se diz o melhor do mundo, não conseguir parar o Barça, não irá restar dúvidas: o bicho não é desse planeta.</span></font>  </div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Atlético tenta corrigir o curso. Qual curso?]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=80990</link>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 02:44:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em 2010, o Atlético passou o ano falando em projeto. O trabalho de Celso Roth, que pegou um time destroçado em maio e o fez brigar pelo título até as rodadas finais do Brasileiro, foi desfeito. Alexandre Kalil deu a Vanderlei Luxemburgo tudo que foi pedido. A ideia com Dorival Jr. é formar um time competitivo - como o histórico do treinador mostra que é possível fazer.  <br>  <br>O time que Dorival pensava há três meses, não existe mais. Obina, Diego Tardelli, Diego Souza, Jobson e agora Ricardinho e Zé Luís estão fora. Dois seis, Obina e Tardelli foram os únicos que deram algum tipo de retorno, técnico ou financeiro.  <br>  <br>A boa vontade de Kalil de montar um time vencedor esbarra na ausência de um perfil traçado na hora de contratar. O clube tenta montar um time campeão por ano. Se o título não vem, a ideia é trocar. Foram mais de 20 contratações em 2010, já foram 13 esse ano. O jornalista Victor Martins, do Portal IG, atentou: 40% dos jogadores contratados na gestão de Alexandre Kalil não estão mais no clube. O Atlético compra, vende, se desfaz aposta em grifes e desconhecidos. Nada diferente da maioria, a não ser pela velocidade que as coisas acontecem. A velocidade que os resultados precisam aparecer.  <br>  <br>As dispensas de Ricardinho e Zé Luís são acompanhadas do discurso de correção de curso. A questão é saber qual é o curso. Quem está certo ou errado, se os jogadores eram culpados ou não, é só mais um capítulo de uma equipe que não se forma nunca.  <br>  <br>Apesar da saúde financeira anunciada, o dinheiro sozinho não traz felicidade. Disputar títulos, brigar nas posições de cima todos os anos, demanda muito mais do que pagar caro por um bom currículo, seja de técnico ou jogador. Falta consistência para se manter um trabalho.  <br>  <br>A última vez que o Atlético terminou um campeonato brasileiro e começou o seguinte com o mesmo técnico foi há 19 anos, de 1991 para 1992 com Jair Pereira.  <br>  <br>A tendência é que Dorival esteja no clube em maio, quando começa a competição nacional. Mas o trabalho já foi comprometido. Mais uma vez, o ano não começa em janeiro. Enquanto os concorrentes pensam em ajustes, o Atlético precisa montar um time.  <br>  <br></font></div>  
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		<title><![CDATA[Wellington Paulista, sem espaço no Cruzeiro, deve ser emprestado ao Palmeiras]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=80862</link>
		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 18:43:20 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Palmeiras pode contratar Wellington Paulista. A negociação ainda acontece “em ritmo não tão acelerado”, mas podem ser concluídas ainda na segunda-feira. A diretoria do Palmeiras espera passar o clássico contra o Santos para se dedicar ao assunto.&nbsp; Enquanto isso, o atacante foi cortado da relação do Cruzeiro que enfrenta o Guarani, amanhã em Sete Lagoas.  <br> <br>O Cruzeiro detém 25% dos direitos de Wellington e, no início do ano, queria 1 milhão de euros por sua parte em um negócio do jogador, que acabou não se confirmando, com o futebol do Oriente Médio. O Palmeiras pisa no freio quando o assunto é abrir os cofres para contratações. Com muitos atacantes no elenco mineiro, Wellington se vê sem espaço, apesar da confiança de Cuca em seu futebol. <br> <br>A questão financeira é o entrave no momento. O mais provável é que Wellington seja emprestado. Jogando no time de Scolari, o jogador pode se valorizar e render o que Zezé Perrella espera ganhar com uma negociação em definitivo. <br> <br></font></div>  
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Para o Atlético, se defender melhor é o mais prudente]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=80753</link>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 12:02:20 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Tanto no Santos quanto no Cruzeiro, Dorival Jr. montou times ofensivos. O mesmo não aconteceu no Vasco ou no Coritiba. É injusto então, dizer que o treinador só monta times a partir do ataque. Mas é sua preferência e intenção no Atlético. A derrota por 2 a 1 para o Grêmio Prudente, pior time do campeonato paulista, mostra como o processo precisa ser repensado – e acelerado, sob risco de perder, precocemente, as competições que disputa no 1º semestre.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O time imaginado em janeiro não chegou a existir. Diego Souza, Tardelli, Obina e Jóbson deixaram o clube. Contra o Prudente, Dorival tinha Magno Alves, Neto Berola e Ricardo Bueno como opções para o ataque. Se o setor ofensivo carece de peças, a melhor estratégia é pensar primeiramente em se defender melhor. Em todos os 11 jogos da temporada, o Atlético sofreu gol. São 17 no total.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O Prudente fez dois gols e poderia ter marcado pelo menos mais dois no primeiro tempo. Os laterais do Atlético não acrescentam no apoio e são vulneráveis. Réver, melhor zagueiro do elenco, vive péssima fase e voltou a falhar bisonhamente. O primeiro gol do time paulista sai de escanteio e Eraldo precisa se abaixar dentro da pequena área para marcar. No segundo, Raí teve um latifúndio de espaço para cruzar para Juan, nas costas de Leandro.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Proteger melhor a defesa esconde a deficiência dos laterais e dá mais segurança a Rever. Para atacar com o que tem em mãos, o Atlético precisará se expor. Nesse momento, o melhor ataque parece ser a defesa.</span></font>  </div>
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		<title><![CDATA[Para o Cruzeiro de Cuca, o suficiente não é o bastante]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=80662</link>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 04:46:15 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" class="entry"> 				<p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Depois do empate entre  Estudiantes e Tolima, o Cruzeiro precisava de uma vitória simples contra  o Guarani para se garantir na liderança do grupo 7. Claro, uma goleada  de 7 gols de diferença a favor do Estudiantes na última rodada poderia  mudar o quadro, mas em termos práticos, o gol de Thiago Ribeiro após  ótimo passe de Montillo seria suficiente. O segundo, marcado por  Ortigoza, obriga os argentinos a fazerem oito.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Para o Cruzeiro, o suficiente não  tem existido – especialmente na Libertadores. Tocar de lado, esperar o  tempo passar, administrar o resultado são termos desconhecidos para o  time de Cuca. O Cruzeiro é agressivo e rápido com Roger, Montillo,  Wallyson e Thiago Ribeiro se movimentando intensamente e confundindo a  marcação adversária. Ataca muito e até se expõe sem necessidade em  alguns momentos. Diante do Guarani, poderia ter goleado novamente, não fosse a dificuldade de conclusão. <br></span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Cruzeiro que enfrentou o Guarani  é o time considerado titular, faltando apenas a volta de Fabrício.  Pablo, Victorino, Montillo e Wallyson chegaram depois que Cuca assumiu o  comando. Roger não era titular com Adilson Batista. São cinco mudanças  no time que disputou a Libertadores no ano passado e na base vice-campeã  de 2009.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Cuca aproveitou um esqueleto bem montado, mas cada dia mais muda a cara da equipe.</span></font></p>  								 			</div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[América de Teófilo Otoni é quem faz a diferença no Mineiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=80541</link>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 21:39:42 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O América é vice-líder do campeonato mineiro. A frase não teria força nenhuma, se não se tratasse do América de Teófilo Otoni. Com nove jogos disputados, um a mais do que América e Atlético, a equipe só perdeu uma vez: para o Cruzeiro, que atuou com time completo, com um gol contra aos 48 minutos do segundo tempo – o América teve um gol a favor mal anulado.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Em 2010, o América disputou o campeonato mineiro pela primeira vez. Brigou para não ser rebaixado e ficou marcado pelo “jogo da chuva”. Partida contra o Atlético, que precisou ser interrompida, devido às más condições do campo. Para 2011, o clube investiu 500 mil reais em sistema de drenagem e novo gramado. A média de público no Nassri Mattar é a quarta melhor do campeonato, com mais de 4.500 torcedores por partida. Apenas contra o Funorte, o estádio não teve todos os 5 mil ingressos vendidos.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Dentro de campo, a dupla de ataque Jonathas Obina e Rogélio marcou 15 gols. Oito para Obina, atacante pretendido por clubes de série A. O goleiro Fábio Noronha, revelado pelo Flamengo, é destaque defensivo ao lado de Luiz Henrique – melhor zagueiro do estadual até aqui. A equipe tem o segundo melhor ataque e a segunda melhor defesa do torneio.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O América de Teófilo Otoni é exemplo para os concorrentes do interior. Organização e boa vontade trazem frutos. Na monotonia dos estaduais, é bom ver algo diferente. </span></font> <br>  </div>
		]]>
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		<item>
		<title><![CDATA[Adriano é do Corinthians. E de que vale a palavra de Andrés Sanches?]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=80361</link>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 17:02:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" class="entry"> 				<p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Andrés Sanches, presidente do  Corinthians, quarta-feira: “Nunca conversei com o Adriano. O Corinthians  não tem interesse na contratação desse jogador”. Dois dias depois:  Corinthians acerta com o Imperador. A negociação com um jogador como  Adriano não dura um dia. O presidente do clube mentiu. Foi mal educado e  arrogante na entrevista antes do jogo contra o Oeste com todos os  repórteres que se aproximaram, praticamente culpando os profissionais  pelo bom trabalho de apuração.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Alguém vai dizer que isso é normal  no meio do futebol, uma estratégia para não atrapalhar as negociações. É  quase uma licença poética. Um dos melhores dirigentes do futebol  brasileiro, Eduardo Maluf, hoje no Atlético-MG, sempre me deu a mesma  resposta quando questionado sobre um ou outro jogador que pode ser  contratado ou vendido: “Não falo nem que sim, nem que não”. Maluf  prefere se dar ao direito de não mentir, de ser íntegro.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Respeito a postura de Maluf em se  resguardar. Se ele não fala para não mentir, quando afirma algo, é de se  acreditar. Até onde sei, o diretor é sério e acredito no que diz. E de  Andrés Sanches? Como acreditar em qualquer coisa que ele fale depois da  veemente negativa na quarta-feira?</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O futebol é um meio melindroso. O  jogo, por acaso, acontece até dentro de campo. É bom conviver com  pessoas sinceras. Existem dirigentes e técnicos nos quais acredito , porque, a mim, nunca faltaram com a verdade. Quando havia a  possibilidade de mentir, preferiram não falar.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O leitor pode pesar as  considerações futuras do presidente do Corinthians. Quem mente com a  facilidade que o fez dois dias antes de Adriano ser anunciado, não  merece o meu crédito.</span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><em><strong>Sobre Adriano:</strong>  eu não contrataria, pelo histórico que o acompanha, mas não  posso cravar que será um fracasso. Adriano não briga com companheiros ou  derruba o treinador. É um solitário. Abandonou a Inter de Milão com o  pretexto de se aposentar. Jurou amor ao Flamengo e foi para a Roma menos  de um ano depois. De novo na Itália, faltou a treinos, atrasou em dias  as re-apresentações.</em></span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><em>As duas últimas vezes que  jogou bem, foi no futebol brasileiro. Pelo São Paulo, com 17gols em  2007, e no Flamengo, artilheiro do campeonato brasileiro de 2009, ao  lado de Diego Tardelli.</em></span></font></p> <p><font size="2"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><em>Se Adriano vai bem dentro de  campo, é incerto. Os problemas fora dele são mais previsíveis. Eu não  contrataria, mas que pode dar certo, isso pode.</em></span></font></p>  								 			</div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A vocação dos estaduais para derrubar técnicos]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=80158</link>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 17:40:43 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Dos 20 clubes que irão disputar a Série A do campeonato brasileiro a partir de maio, oito já trocaram de treinador em 2011. Fluminense, Botafogo, Vasco, Santos, Atlético-PR, Figueirense, Avaí e Bahia já não têm o mesmo comandante do início do ano. As trocas podem não acontecer só pela campanha nos estaduais, mas os torneios têm grande influência.</font> <br> <br><font style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">No Rio de Janeiro, apenas o Flamengo, campeão da Taça Guanabara, manteve seu técnico. Muricy Ramalho deixou o Fluminense porque viu seu trabalho enfraquecido, devido às precárias condições de trabalho. Fizesse boa campanha em 2011, poderia acreditar por mais um tempo no Tricolor. Adilson Batista saiu do Santos depois de um empate contra o São Bernardo. A única derrota veio no campeonato paulista, no clássico contra o Corinthians.</font> <br> <br><font style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">O Coritiba, vencedor do 1º turno paranaense, mantém Marcelo Oliveira. O rival Atlético, 3º colocado, demitiu Sérgio Soares. Marcio Goiano, há um ano no comando do Figueirense, com direito a acesso à primeira divisão do Brasileiro, não resistiu à derrota para o Criciúma na decisão do primeiro turno e foi demitido. O Avaí, que não chegou à final, dispensou Wagner Benazzi. Rogério Lourenço dirigiu o Bahia por cinco partidas. Não resistiu à derrota no Ba-Vi.</font> <br> <br><font style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Os estaduais com fases decisivas em momento intermediário da competição podem ser mais atrativos ao público, mas causam mais estragos também. Na importância relativa dos campeonatos, a grande vantagem de ganhar é não perder.</font></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Sem entraves ou justificativa, Independência tem novo atraso para ser concluído]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=80022</link>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 16:00:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Em  9 de dezembro, você pôde ler aqui a palavra oficial do Estado, quando  Fernando Teixeira, então diretor de obras do DEOP (Departamento de Obras  Públicas) de Minas Gerais, falou sobre as obras no estádio  Independência. A promessa, no final do ano, era de que “apenas um  dilúvio” atrasaria as obras para além de junho. Três meses depois, e o  estádio deve ser entregue em dezembro. Fernando Teixeira ainda chegou a  afirmar: “Hoje eu não tenho um entrave. Eu tenho os projetos prontos, as  empresas estão fabricando os pré-moldados, as fundações praticamente  prontas.”</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  deputado estadual Alencar da Silveira Jr. propôs uma comissão  permanente na câmara para fiscalizar o andamento das obras no Mineirão e  no Independência. A comissão não foi instalada e a fiscalização ocorre  dentro da comissão de esportes.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Em  contato por telefone com Alencar da Silveira Jr., o deputado confirma  que entre dezembro e março não aconteceu nenhum fato novo que justifique  o atraso de seis meses. A assessoria de comunicação do DEOP tem o mesmo  discurso. Hoje, Fernando Teixeira não responde mais pelas obras. Carlos  Melles, o responsável pelo assunto, foi procurado na sexta e na  segunda-feira, mas não foi encontrado para explicar o porquê de Belo  Horizonte seguir sem estádio.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Belo  Horizonte chegou a ficar 26 dias sem chuva em janeiro, um dos períodos  que o índice pluviométrico é mais elevado no ano. Não aconteceu nenhum  dilúvio que explique seis meses de obras atrasadas.&nbsp;</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Enquanto, o governo não se manifesta, ouça o que era prometido por Fernando Teixeira em dezembro.</font>  <br> <br></div>    <embed src="http://www.4shared.com/embed/546025733/839d6931" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="320" height="100">
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A defesa fraca do Atlético e as prioridades do time]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=80000</link>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 01:02:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Atlético não esteve bem diante do Villa Nova. A dificuldade de criar no  primeiro tempo e os espaços cedidos ao adversário mostram as  dificuldades do time de Dorival Júnior. Nos nove jogos da temporada, o  alvinegro sofreu gols. Também marcou em todas as partidas. Dada a  fragilidade dos adversários do campeonato mineiro, e do IAPE na Copa do  Brasil, o desempenho defensivo é muito ruim.</font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Dorival  monta o time a partir do ataque, mas joga contra equipes que pensam  primeiro em não o deixar jogar. Sem a bola, o Atlético marca mal. Sempre  atrasado, faz muitas faltas, desarma pouco e dificilmente tem o  contragolpe a seu favor. O grande jogo da temporada foi contra o  Cruzeiro – atuando fechado, esperando para sair em velocidade quando  retomava a bola.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Villa Nova saiu na frente com Palermo, aproveitando espaço deixado por  Jackson pela direita. No segundo tempo, Dorival Jr. deixou o time mais  ofensivo com Berola e Jóbson abertos e Ricardo Bueno centralizado. Assim  saiu o gol de empate, de Ricardo Bueno. Mancini entrou na vaga de Eron,  deslocando Richarlyson para a lateral e dando mais força ofensiva ao  setor esquerdo de ataque. O crescimento do Atlético no jogo passa pela  entrada de Mancini, mas também pelo recuo excessivo do Villa que,  cansado, não conseguia contra-atacar. O gol da vitória só saiu aos 47  minutos, em jogada de Magno Alves.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  jogo ruim não é exceção. Dorival mudou seis peças em relação ao último  jogo, quatro por opção. Fica claro como o treinador procura o melhor  time e o rendimento ainda é insatisfatório. <span>&nbsp;</span>Nesse momento, marcar melhor deve ser a prioridade.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><b><i>Em  tempo: Guilherme é boa contratação. Muito técnico e inteligente é lento  também, mas nunca travou o Cruzeiro na época de Dorival Jr. ou Adilson  Batista. A característica é diferente da de Diego Tardelli e o Atlético  pode mudar, mas continuará com um bom jogador vestindo a camisa 9.</i></b></font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Adilson Batista é o nome mais próximo do Flu. Caio Jr. é opção ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=79932</link>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 18:51:54 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Abel Braga poderia ser o nome para o Fluminense, mas hoje não é. A demora para a chegada do preferido faz Peter Siemsen e Celso Barros mudarem os planos. Adilson Batista e Caio Jr. estão na pauta – após as recusas de Luís Felipe Scolari, Cuca e Levir Culpi.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2> <BR></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Adilson Batista foi procurado por empresários e diretores e é o nome é o mais forte no momento. Adilson queria de sair do país, mas pode repensar a decisão. A situação política do clube, com forte interferência do patrocinador, e as condições de trabalho nas Laranjeiras, podem pesar contra o acerto.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2> <BR></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A outra opção é Caio Jr. que se desligou do Al Gharafa e volta do Qatar na terça-feira. Já houve um contato com o treinador que chega ao Brasil na terça-feira. Caio levou o Paraná Clube a Libertadores, terminando o Brasileiro de 2006 em 5º lugar. No Palmeiras e no Flamengo, nos anos seguintes, falhou nas rodadas finais contra Atlético-MG e Goiás, respectivamente, e ficou apenas com a vaga na Sul-Americana.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2> <BR></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Neste momento é mais correto dizer que a decisão depende de Adilson. Caso não haja acerto, Caio Jr passa a ser a única opção. Seja quem for o contratado, será pressionado. Em junho, o contrato de Abel Braga se encerra e, mais uma vez, tudo pode mudar nas Laranjeiras.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2> <BR></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Levir Culpi: sem futebol na J-League, por conta dos acontecimentos no Japão, Levir deverá estar no Brasil nas próximas semanas. O Cerezo Osaka só volta a jogar no dia 3 de maio, pela Liga dos Campeões da Ásia. Levir deu sua palavra aos japoneses que honraria o contrato. No Brasil, pode ser convencido pelos familiares a permanecer no país. Poderia voltar a ser pauta tanto no Fluminense quanto no Santos, mas, por hora, a opção está descartada nos dois clubes que o procuraram.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Preocupação de Cuca faz bem ao Cruzeiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=79783</link>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 04:58:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Ninguém goleia três vezes na Libertadores à toa. O Cruzeiro fez 5 a 0 no campeão argentino, 4 a 0 no campeão paraguaio e 6 a 1 no time que eliminou o Corinthians há um mês e meio. Cuca deixou o jogo contra o Tolima falando das chances criadas pelos colombianos. Para vencer o torneio mais importante do Continente, é preciso ser perfeccionista.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Individualmente, o time funciona bem. Roger não é o jogador centralizador que já foi, Wallyson vai bem pela ponta e em diagonal para finalizar, Henrique e Marquinhos Paraná dão qualidade à saída de bola, Montillo brilha se lhe derem espaço. Thiago Ribeiro é ótima opção.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O Cruzeiro joga no 4-2-3-1 com Roger, Montillo e Walysson como meias e Wellington Paulista isolado. A dificuldade de criação contra o Guarani e no primeiro tempo contra o Tolima passa por Wellington que não retém a bola na frente. Quando os adversários se lançam a frente, como o Estudiantes, o Tolima, no segundo tempo, ou o Guarani, apenas no final do jogo, o Cruzeiro sobe em bloco e altíssima velocidade. O jogo franco contra o time de Cuca, na Arena do Jacaré, é sinônimo de goleada celeste.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Roger e Wallyson acompanham o lateral adversário e, quando o Cruzeiro é atacado, é fácil perceber a presença dos dois no campo de defesa. Mas a recomposição é lenta. As chances cedidas aparecem no momento em que o time está exposto. No momento em que o Cruzeiro não consegue segurar a bola no ataque e é desarmado. Foi assim que o Tolima chegou. Foi assim que o time mineiro foi derrotado uma única vez na temporada.</span></font><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O Cruzeiro aparece como favorito para ganhar a Libertadores, mas o time tem pontos a melhorar. Para o cruzeirense, melhor do que a euforia das goleadas é a preocupação de Cuca.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Inter faz história graças ao ótimo futebol de Eto'o]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=79694</link>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 23:36:29 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  Internazionale fez história. Pela primeira vez, na Liga dos Campeões,  uma equipe que perde o primeiro jogo, em casa, consegue reverter o  placar como vistante. O nome da partida poderia ser Robeen, que saiu da  ponta direita para jogar bem pelo meio no 1º tempo, mas participou pouco  no segundo. Poderia, negativamente, ser um brasileiro: Júlio César, que  rebateu o chute (mais um) de Robben no primeiro gol. Thiago Motta, que  cortou mal e deixou a bola para Thomas Muller ou Breno não achou Eto’o  em campo e perdeu a bola do jogo aos 42 minutos do segundo tempo. O nome  da partida poderia ser até mesmo Pandev – autor do gol salvador. </font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Mas ninguém jogou mais do que Samuel Eto’o.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">São  31 gols em 40 jogos na temporada. Além do primeiro gol, o camaronês  ainda rolou para Sneijder fazer o segundo e ganhou de Breno e o restante  da defesa antes de rolar para Pandev definir a vitória.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Leonardo  demorou a perceber a movimentação diferente de Robeen e mudar a  marcação. Pela ponta direita, o holandês era bem marcado por Chivu e  Thiago Motta. Quando centralizava, tinha espaço até que um dos volantes  se aproximasse e foi assim que o Bayern foi muito superior no primeiro  tempo e poderia ter matado o jogo. Depois do intervalo, Leonardo mudou.  Colocou Philippe Coutinho, que dá mais movimentação do que Stankovic, e  abriu espaço para Sneijder fugir da marcação forte de Luís Gustavo.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  Inter campeã de tudo na última temporada tinha José Mourinho no banco e  dificilmente errava. A equipe de Leonardo é mais suscetível a erros,  mas nela Eto’o brilha. Ano passado, o camisa 9 era coadjuvante no time  que tinha Diego Milito como seu principal jogador.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  boa temporada de Eto'o não coloca a Inter como favorita ao  bi-campeonato. Mas já foi o bastante para fazer história na Liga dos  Campeões.</font></div>  
		]]>
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		<item>
		<title><![CDATA[São Paulo é o melhor time paulista do início de 2011]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=79532</link>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 03:23:15 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pela segunda rodada seguida, os quatro grandes de São Paulo empatam na  liderança do campeonato estadual. O desempenho depois de 13 rodadas é  igual, o futebol dentro de campo não. O São Paulo, ainda sem Luís  Fabiano, tem o melhor futebol do estado, em 2011.</font> <br> <br><font size="2"> Enquanto o Palmeiras vence o São Bernardo usando o esquema 4-6-0 no  segundo tempo, o Santos depende do brilho de Neymar e, na última  partida, Ganso para vencer o Botafogo, o Corinthians tem problemas de  reposição às peças importantes, o São Paulo se mostra a frente. Venceu o  Santo André com facilidade e outra grande atuação de Lucas.</font> <br> <br><font size="2"> Carpegiani mudou a forma da equipe jogar. Não há mais necessidade de  chuveirinho e jogo de pouca criatividade no meio-campo. Há velocidade,  toques curtos, bola no chão e muitas alternativas. A mudança já existia  desde o início do ano, mas o bom futebol veio quando Lucas voltou da  seleção sub-20.</font> <br> <br><font size="2"> O ataque ideal tem Lucas, Dagoberto e Fernandinho. William José é boa  alternativa para a ausência de algum deles. Com a chegada de Luís  Fabiano, um dos titulares servirá como opção. Jean faz boa temporada,  Juan cresce sem tantas responsabilidades defensivas. Com três zagueiros,  a defesa voltou a sofrer poucos gols.</font> <br> <br><font size="2"> As derrotas para Ponte Preta, Santos e Botafogo aconteceram ainda na  fase lenta do início da temporada e sem Lucas. O empate com o Palmeiras  veio depois da expulsão de Alex Silva e de mudanças equivocadas de  Carpegiani.</font> <br> <br><font size="2"> No momento, o São Paulo é o melhor e a tendência é melhorar com Luís  Fabiano. Em 13 rodadas, o Santos já esteve a frente, o Corinthians  também. Ao Palmeiras não coube o brilho, mas a proteção à defesa para se  manter entre os líderes até aqui. Cada um teve o seu momento e o do São  Paulo foi o mais intenso de todos. Mudar, e ser mais leve, fez bem ao  Tricolor.</font>       </div>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Ninguém é melhor que o Barcelona]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=79217</link>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 15:39:38 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  Arsenal não chutou ao gol. A frase fala por ela mesma. O que  impressiona na classificação do Barça é a frase que abre o texto: o  Arsenal não finalizou nenhuma vez, mesmo que a bola fosse parar na  arquibancada. O vice-líder do campeonato inglês (tecnicamente, o mais  forte do mundo), com três pontos e um jogo a menos do que o líder  Manchester, não conseguiu jogar. </span></font></div><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: justify;"> <br> </div></span></font><div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Eu,  você, o mundo, está tão acostumado a ver o time de Guardiola dar  espetáculo, que a tendência é não achar o gol de Messi como algo fora do  comum e o domínio contra algo corriqueiro. Não é corriqueiro.</span></div><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: justify;"> <br> </div></span></font><div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Contra  quem quer que seja, o Barcelona joga como quer. Do outro lado, estará  alguém que vai precisar mudar toda sua forma de jogo para evitar o que é  praticamente inevitável. No ano passado foi desclassificado graças a  uma elogiável (cheio de ressalvas por quem gosta de se divertir com  futebol bem jogado) retranca da Inter de José Mourinho. </span></div><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: justify;"> <br> </div></span></font><div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  Barcelona pode não vencer a Liga dos Campeões e não terminar o ano como  campeão do mundo. Pode. Mas não vai deixar de ser o melhor do planeta  por esse mero detalhe.</span></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Levir Culpi deve ser o novo técnico do Santos]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=79004</link>
		<pubDate>Sat, 05 Mar 2011 01:40:16 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Santos tentou a contratação de Ney Franco. Ligou para Abel Braga,  tentando falar com Paulo Autuori, tamanha a urgência de acertar com um  treinador. Levir Culpi, técnico do Cerezo Osaka, é o nome da vez. O  diretor de futebol, Pedro Luiz, já fez uma proposta para contar com  Levir até dezembro de 2011. </font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  treinador, que deixou o Brasil em 2007, depende do pagamento da multa  rescisória, algo em torno de um milhão de dólares, para se desligar do  Cerezo.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Levir  Culpi já falou, em algumas oportunidades, que trabalhar no Japão é  melhor do que no Brasil. Os salários são bons, a Liga é organizada, o  país tem bom nível cultural e...pasmem: os clubes japoneses cumprem os  contratos com seus treinadores.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  histórico do Santos em demitir Dorival  Jr., por não querer escalar  Neymar no clássico contra o Corinthians, e dispensar Adilson Batista,  depois de uma única derrota, pode pesar contra o acordo. </font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  acerto com o Santos deve sair, mas Levir só terá uma garantia:  precisará de resultados rápidos para garantir o clube vivo na  Libertadores. E também para manter seu emprego.</font></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Cruzeiro competitivo, mas com ajustes a fazer]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=78908</link>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 17:05:31 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Contra  o Tolima, o Cruzeiro seria testado. Depois de tomar a iniciativa nas  duas primeiras rodadas, a equipe brasileira seria atacada. Com os  volantes bem recuados e poucas subidas dos laterais, a ideia era jogar  com bola longa para Wellington Paulista e Wallyson. Com a marcação  encaixada, o problema era fazer a bola parar no ataque.</font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  medida em que a bola batia e voltava, o Tolima tentava forçar, mas não  conseguia. A jogada perigosa dos colombianos era com Santoya no setor de  Diego Renan. No segundo tempo, com a proposta mais clara de  contra-ataque, com Thiago Ribeiro e Dudu no jogo, mas sem posse de bola  no meio-campo, Diego Renan tinha mais problemas. Foram pelo menos quatro  jogadas, até o pênalti muito bem defendido por Fábio.<span>&nbsp; </span>A mudança de Diego por Leandro Guerreiro poderia ter acontecido antes e a melhor proteção ao setor também.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  dificuldade do Cruzeiro em agredir e criar jogadas e a velocidade do  Tolima mostram que o Corinthians não foi eliminado por uma equipe  qualquer. Mais uma vez, o time mineiro se mostrou competitivo. Sem  brilho, foi consistente e não jogou pior do que o adversário. Faltam  ajustes. Alguém que segure a bola na frente e um lado esquerdo menos  fragilizado são as necessidades do momento. Com sete pontos em três  jogos, o Cruzeiro tem tranqüilidade para resolver seus problemas.</font></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A diferença entre o momento do Santos e do Corinthians]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=78627</link>
		<pubDate>Sun, 27 Feb 2011 16:48:54 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Há duas semanas, o Santos vencia o Noroeste as vésperas de estrear na  Libertadores e o Corinthians empatava com o Paulista, um dia depois de  Roberto Carlos deixar o clube e um dia antes da aposentadoria de  Ronaldo. Em 15 dias, o cenário é outro. Liédson joga bem, dá mobilidade  ao ataque corinthiano. Do outro lado, Adilson Batista é pressionado,  Neymar não voltou bem da seleção e Arouca se machucou novamente.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Mais do que pensar que futebol é uma montanha russa, é preciso olhar bem  o momento que viviam e agora passam os alvinegros de São Paulo. O  início da temporada bom do Santos, mesmo sem Neymar, mostrava que  Adilson Batista tinha alternativas. Quem brilhava era Elano, ótimo  coadjuvante, mas que nunca foi o pensador criativo dos times que jogou.  Neymar e Arouca estão mal fisicamente, Ganso e Charles ainda não podem  entrar em campo e o time das primeiras rodadas passa por mudanças,  enquanto os outros vem se consolidando.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> O empate com o São Bernardo, e a terceira partida seguida sem vitória,  evidencia o momento de desequilíbrio, mas não justifica a pressão ao  trabalho de Adilson Batista. O que é bem possível é cobrar vitória  diante de um adversário que briga para não cair. O treinador ainda não  pode contar com o time ideal. O brilho que os torcedores cobram do  Santos, e que foi visto em 2009, passa pelo retorno de Ganso. Ainda  assim será diferente. Sem Wesley, Robinho e André, é mais fácil esperar  um time competitivo, e de qualidade, do que “o Barcelona do Brasil” como  se chegou a dizer.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Os dias do Corinthians são diferentes. Depois da saída de Elias, e sem  alguém com as mesmas características no elenco, o time precisava mudar.  Com Ronaldo estático em campo era difícil exigir outra movimentação da  equipe. Liédson abre espaços e permite ao meio-campo jogar com a bola  longa que o Fenômeno não alcançaria. O Corinthians que venceu cinco  jogos e empatou um depois da queda da Libertadores (e da saída de  Ronaldo) se ajuda mais dentro do campo.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> A mudança não aconteceu em duas semanas, por acaso do futebol. Se deu  porque Liédson dá velocidade e tira a previsibilidade que tinha o time. A  defesa lenta do Prudente precisou de 30 minutos para perceber que o  Corinthians mudou. Tarde demais. Com 3 a 0 no marcador, o time da  capital já havia vencido o jogo. Liédson tem 7 gols em 5 partidas pelo  clube. Ronaldo precisou de 10 partidas para chegar aos sete gols. Com  menos estrelas e mais suor, o Corinthians pode ser mais perigoso do que  em 2010.</span></font></div>      
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Desequilíbrio do Atlético leva o IAPE à Sete Lagoas]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=78406</link>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 03:31:29 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Para  vencer, basta fazer mais gols do que se sofre ou sofrer menos gols do  que se marca? A diferença da obviedade das respostas está na  mentalidade. Dorival Jr. acredita no ataque, no poder de fazer quatro  gols mesmo que venha a sofrer três. Foi assim no Santos que perdeu para o  próprio Atlético por 3 a 2, no Mineirão, e 4 a 3 para o Grêmio, no  Olímpico, mas reverteu os placares em casa. Na final do paulista, venceu  e perdeu por 3  a 2 e terminou com o título.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Dorival  Jr. tem peças para montar o Atlético rápido e ofensivo. Vale lembrar  que Coritiba e Vasco, comandados por Dorival, não possuíam esse estilo  de jogo. Contra o IAPE, o time mineiro, em muitos momentos, não  conseguiu ser veloz. Esbarrava na dispersão de Renan Oliveira ou na  pouca produtividade dos volantes. Apenas Ricardinho fazia o time jogar. <span>&nbsp;</span>Inteligente  para perceber a movimentação dos atacantes, foi decisivo em passes para  gols de Renan Oliveira e Diego Tardelli. Ricardo Bueno fez o terceiro.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  defesa, ainda desajustada, sofreu com bola na trave e algumas jogadas  de Vanvan. Vale ressaltar a trapalhada do árbitro Andrey da Silva e  Silva que não marcou falta no primeiro gol dos maranhenses. No segundo,  ou apitou impedimento (que não houve), ou posso cravar que estou surdo  ao contrário. Mas o time da casa ainda teve outras chances.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">São  nove gols sofridos em cinco partidas na temporada. O único adversário  expressivo foi o Cruzeiro. O torcedor pode ponderar que o time marcou  17. A média é alta e a proporção dos números deixa claro o  desequilíbrio.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Atlético está mais próximo do time que ganha por 4 a 3 do que por 1 a  0. Para ser tão forte quanto o torcedor espera, Dorival precisa acertar a  defesa. Ofensivamente, o time tem peças para fazer quatro. Lá atrás,  tem condições de não sofrer tanto. Por não ser competitivo o bastante,  vai precisar passar pelo IAPE novamente.</font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Para golear de novo, Cruzeiro teve de ser diferente ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=78342</link>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 01:11:31 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Foi  mais uma goleada. Nove gols em duas partidas. As atuações foram  diferentes. Embora o Cruzeiro tenha tido méritos contra o Guarani, a  grande partida aconteceu diante do Estudiantes. </font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Diante  dos paraguaios, o Cruzeiro teve mais dificuldade para achar os espaços e  cedeu campo para o contragolpe. Foram quatro faltas duras no 1º tempo,  mostra de como o time de Cuca chegava atrasado. Montillo não era  acionado e a bola longa para área não chegava a Wellington Paulista,  ilhado entre os zagueiros. O gol sai de Wallyson, após rebote em  escanteio. </font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">No  segundo tempo, o jogo mudou. A equipe brasileira teve posse de bola e  não correu riscos, mas teve dificuldade de agredir. Com grande passe de  Montillo, Wallyson marcou o quinto gol dele em seis jogos na temporada.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Para  jogar no 4-2-3-1, com Roger, Montillo e Wallyson atrás do centroavante,  vale a pena abrir mão da movimentação de Wellington e utilizar uma peça  fixa, que faça melhor o pivô para a chegada da linha de armadores.  Mesmo com 2 a 0 no placar, o Guarani seguia fechado, mas o Cruzeiro  conseguia jogar mais próximo da área, sempre utilizando Farias – autor  do terceiro gol. </font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Quem  fecha a goleada é Thiago Ribeiro, batendo de fora da área, pela  esquerda. É assim que Thiago prefere jogar, abrindo espaço pelo meio  para poder finalizar. Assim rende mais e pode fazer mais gols. Os  centroavantes do Cruzeiro são pouco eficazes, Thiago Ribeiro pode ser  mais útil batendo de fora do que cruzando para o meio da área.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Com  circunstâncias diferentes, outra goleada. Se não foi contundente como a  primeira, mostrou outro repertório. Ainda precisando de ajustes, o  Cruzeiro continua mostrando que é forte.</font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[No São Paulo, a bola ainda entra por acaso]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=78313</link>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 21:18:11 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Primeiro  foi Lucas, agora é Casemiro. O São Paulo é só mais um exemplo do  futebol brasileiro no qual os jogadores vão à imprensa, pressionam as  diretorias e, em um momento ou outro, conseguem o aumento de salário que  consideram justo. Na última vez que falou, Juvenal Juvêncio usou a  frase “a bola não entra por acaso” para justificar sua competência em  gerir o clube.</font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  frase dá nome ao livro de Ferran Soriano, ex-diretor do Barcelona, que  explica passo a passo como se montar um contrato de trabalho baseado em  objetivos, metas, resultados e, aí sim, valorização. O jogador com  determinado número de jogos na temporada pode receber aumento. O mesmo  pode acontecer dependendo de convocações para a seleção de seu país ou  outros critérios adotados pelo clube. Metas coletivas como títulos,  classificação para torneios continentais, etc. também podem resultar em  valorização financeira.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Lucas  e Casemiro não iriam reclamar na imprensa, caso tudo estivesse acordado  em um papel assinado por eles e pelo São Paulo. O jogador saberia  exatamente o que precisaria fazer para conseguir o que considera justo.  Juvenal citou o diretor do Barcelona para justificar a sua competência.  Ou pulou alguns capítulos do livro ou no São Paulo a bola ainda entra  por acaso, sim.</font></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O porquê de o Flamengo ser, sim, o campeão brasileiro de 1987 ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=78197</link>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 16:04:37 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Quem  não é torcedor do Flamengo, crava que o Sport é o campeão brasileiro de  1987. Pode ser, também. É preciso voltar na história e lembrar o que se  passava naquele ano. A CBF reconhecidamente não tinha condições de  organizar um campeonato, superinflado, por ela própria. </font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Os  grandes clubes queriam, e precisavam, jogar o campeonato nacional.  Formaram então o clube dos 13 com os quatro grandes do Rio de Janeiro,  quatro grandes de São Paulo, dois de Minas Gerais, dois do Rio Grande do  Sul e o Bahia. A Confederação Brasileira de Futebol CONCORDOU que a  nova entidade organizasse a Copa União, com a presença também do  Coritiba, Santa Cruz e Goiás (campeões estaduais em 1986) – que seria o  campeonato brasileiro do ano.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Os  critérios para se definir quem jogaria a Copa União são discutíveis. O  Guarani, vice-campeão de 1986 ficou de fora. O Botafogo, 28º, foi  incluído. Com o módulo verde em andamento com os grandes e o amarelo com  os menores, e com pressão destes sobre a CBF, buscou-se um acordo.  Acordo que atende pelo nome do cruzamento dos dois melhores de cada  módulo.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  reunião que legitimou o “sim” dos integrantes do Clube dos 13 em  relação ao novo regulamento tinha Eurico Miranda como representante dos  grandes. Eurico era o dirigente do Vasco – beneficiado pela mudança do  regulamento em 1986, que deixou o Vasco em 24º lugar, o que o garantiria  em um campeonato que não aconteceu em 1987.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Eurico  assinou com a CBF, embora não fosse o desejo dos demais clubes. Tanto  que a negativa em disputar o mata-mata final vem durante a disputa do  campeonato. O Flamengo é o campeão brasileiro de 1987. A história mostra  o que seria a Copa União em sua gênesis. O que aconteceu durante a  competição pode justificar o fato do Sport ser, também, o campeão. Mas  não tira do Flamengo o mérito da conquista.</font></div>  
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Soberba de Juvenal é o retrato do que se tornou a política no São Paulo]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=77977</link>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 17:42:38 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">“No  São Paulo não existe oposição”. A frase arrogante de Juvenal Juvêncio  caiu por terra no momento em que a oposição conseguiu a liminar  impedindo que o conselho do clube votasse a mudança do estatuto que  possibilitaria o terceiro mandato do presidente. As eleições do São  Paulo acontecem em abril e apenas uma assembléia geral com dois terços  dos seis mil sócios pode decidir pela alteração estatutária.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Teoricamente,  Juvenal tem tempo hábil para reunir os associados do clube e votar o  novo regimento do clube. Teoricamente... Em dois meses, segundo a  oposição, é praticamente impossível que o quorum seja alcançado e é  difícil, ainda, que os sócios apóiem um novo mandato. </font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  liminar conseguida somente no momento em que os conselheiros iriam se  reunir foi estratégica por parte dos que não querem a 2ª re-eleição de  Juvenal Juvêncio, exatamente para tirar do presidente tempo para reação.  A intenção da oposição não é colocar alguém no poder, até porque esse  nome hoje não existe. Aurélio Miguel, candidato no último pleito, não  tem interesse em concorrer em 2011. O desejo dos opositores é conseguir  fazer parte do corpo de uma diretoria mais democrática e menos soberba.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Juvenal  foi um bom presidente para o São Paulo, conseguiu títulos importantes e  seguidos enquanto esteve no comando. Conseguiu também afastar  Corinthians, Palmeiras e Santos do Morumbi, perdendo dinheiro com a  falta de tato político. Conseguiu ainda perder o direito de sediar a  Copa do Mundo, com um estádio em ótimas condições, para um projeto do  Corinthians, &nbsp;que ainda não saiu do papel.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Pode-se  discutir como o Morumbi perdeu a disputa e como Andrés Sanchez costurou  o bom relacionamento com a CBF. O que não se pode admitir é a  indisponibilidade de Juvenal para negociar e ser político a favor do  clube. Pensar que a oposição não existe é o retrato do que foi Juvenal  Juvêncio na presidência do São Paulo. Foi e provavelmente não será nos  próximos três anos. Exatamente porque a oposição existe sim.</font></div>  
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		<item>
		<title><![CDATA[Goleada do Cruzeiro é aula não só para o Estudiantes]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=77886</link>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 13:47:22 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  gol de Wallyson com um minuto de jogo pode até ter mudado o panorama da  partida. Mas o Estudiantes teria como fazer um jogo equilibrado mesmo  atrás do marcador. O esquema montado por Berizzo, ofensivo e  desprotegido, bem à la Bielsa, era o ideal para o jogo do Cruzeiro  rápido armado por Cuca. </font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Roger  pela esquerda, Wallyson pela direita e Montillo centralizado em uma  linha de meias atrás de Wellington Paulista ditavam o ritmo veloz que a  defesa adversária não estava pronta para conter. Na saída rápida, os  três pegavam o trio de zagueiros do Estudiantes de frente, e  desprotegido. Verón não jogou, porque não tinha com quem jogar. A saída  de bola era dificultada pelos jogadores de frente do Cruzeiro e o jogo  não chegava até Benitez, no setor de Gilberto, queria o problema  defensivo brasileiro.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Com  Montillo mais perto do gol, Roger armando bem pela esquerda e os  volantes destruindo as jogadas e distribuindo o jogo com velocidade, a  goleada saiu de forma natural na medida em que o Estudiantes tentava  sair para tentar o gol. A pior derrota do Estudiantes na hisória de  competições internacionais não se deu por acaso. O Cruzeiro deu uma aula  do que fazer com quem não se preocupa com ele.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  time de Cuca é técnico e precisa ser anulado antes que se pense em  jogar. O Estudiantes partiu, sem responsabilidade, para o jogo franco.  Sem perdão. O cruzeirense não se sente vingado. Não trocaria a final de  2009 pelos 5 a 0 ou por 10 a 0 que fosse. Mas quem ficou desconfiado  após a derrota no clássico, se anima com a estreia e o aviso que a  equipe mandou para toda a América: para enfrentar o Cruzeiro é bom tomar  muitos cuidados.</font></div>  
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		<item>
		<title><![CDATA[Arsenal mostra que pode vencer o Barcelona, mas terá de se superar no Camp Nou ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=77858</link>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 22:21:15 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Arsenal e Barcelona é o confronto mais técnico das oitavas-de-final da Liga dos Campeões. Esperava-se um jogo franco em Londres. Esperado e confirmado. Enquanto o Barcelona fazia bem o que se propunha a impor, com 69% de posse de bola ao final do primeiro tempo, o time londrino, mesmo em casa, saia no contragolpe e era sempre perigoso. O Arsenal mostrou que o Barcelona não é invencível ou infalível e que é possível enfrentar a equipe de Pep Guardiola também com futebol.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Se o Barcelona lamenta o gol perdido por Messi, cara-a-cara com Szcz&#281;sny, o Arsenal teve boa oportunidade com Van Persie. A saída da equipe inglesa, nas costas de Dani Alves, já era percebida no primeiro tempo. O gol de Villa, depois de excelente jogada e assistência de Messi não mudou o panorama da partida. Os dois conseguiam jogar, embora só o Barça tivesse a bola.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>As mudanças de Arsene Wenger no segundo tempo, trocando o lado em que a jogada deveria acontecer, fez o Arsenal crescer. Arshavin dá mais qualidade do que Walcott, mas não faz o time perder a velocidade. O empate, com Van Persie, vem em jogada no setor de Dani Alves e a virada, via Arshavin, tem finalização mais uma vez pela direita da defesa – embora a jogada tenha sido criada pelo outro lado, com Nasri, presente o jogo inteiro.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Não se podia esperar outra coisa das duas equipes. O jogo não seria vencido pelo que errasse menos, mas pela equipe que tivesse mais virtudes na fria noite londrina. O Barcelona não conseguiu criar como sempre, não teve o volume ofensivo de costume, nem o Messi inspirado como em praticamente todas as partidas. Mesmo assim, quase conseguiu vencer uma grande equipe e que se superou. No jogo de volta, na Catalunha, o Arsenal precisará de ainda mais cuidados e terá de ser ainda mais letal quando tiver a chance de contra-atacar. Os Gunners precisarão ser precisos, letais. Acertar o tiro certeiro para matar o ainda favorito Barcelona.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Santos dá sono e ainda não pode comemorar empate]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=77750</link>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 03:25:02 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Santos que entrou em campo contra o Deportivo Táchira era o mais  próximo do ideal que se considera titular em 2011. Adilson Batista  apostou em Danilo como volante pela direita e Elano solto para jogar com  Diogo e Neymar. Os venezuelanos só tinham o lançamento do  lateral-esquerdo Yegües e a tentativa de chegada pelo meio de Hernandez.</font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Com  Neymar apagado e Elano sem se encontrar a frente do losango formado no  meio, o time não tinha criação. Chegou apenas com Danilo que finalizou  na trave após contragolpe pela direita e depois com Diogo – em gol mal  anulado por impedimento. Fora isso, uma cabeçada de Durval nos  acréscimos do 2º tempo. Só. Três lances perigosos em 90 minutos. O  Táchira foi ainda mais tímido. Uma finalização rente a trave, apenas.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Quando  o meia Parra entrou no time venezuelano e o Táchira ganhou o  meio-campo, Adilson tinha duas alternativas: ou colocava Adriano,  resolvia o problema de marcação e continuava sem ninguém para criar; ou  apostava em Maikon Leite e tentava ganhar o jogo no contragolpe. A  substituição foi conservadora, o Táchira perdeu a posse de bola que  tinha e o jogo voltou para o marasmo que se encontrava.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  empate só será um bom resultado caso Colo Colo e Cerro Portenho também  tropecem na Venezuela. O futebol venezuelano não é tão ingênuo como já  foi um dia. Em 2009, o Grêmio eliminou o Caracas nas quartas-de-final  apenas pelo critério de gol marcado como visitante, após dois empates.  Ano passado, o Cruzeiro empatou com o Deportivo Itália na fase de  grupos. </font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Por  mais que haja esforço e organização do lado do Táchira, o Santos tinha  condições de dar uma vitória e também menos sono ao seu torcedor.</font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Ronaldo é o maior fenômeno que já vi. E o que fica é a gratidão]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=77597</link>
		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 23:09:28 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">É preciso separar o que foi Ronaldo para uma geração do que termina a  carreira de forma melancólica. O Fenômeno é, muito possivelmente, o  melhor jogador dos últimos 20 anos do futebol mundial. Só não foi mais  por conta das lesões e, já em linha descendente, da falta de preocupação  com o peso.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Messi, que encanta a todos hoje, conseguiu, aos 23 anos, o segundo  prêmio de melhor do mundo. Ronaldo já tinha a marca aos 21. E mais. Já  tinha lesões, como as que quase encerraram, prematuramente, sua  carreira. Mesmo depois de duas cirurgias no joelho, Ronaldo se recuperou  e ganhou uma Copa do Mundo – sendo artilheiro com oito gols. Melhor  marca desde Gerd Muller que fez 10, em 1970. Mas Ronaldo foi além.  Marcou quinze vezes e é o maior goleador de todos os mundiais.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Fica a pergunta de onde o Fenômeno poderia chegar não fossem os  problemas de lesões. Mas também elas serviram para Ronaldo ser maior.  Durante toda a carreira foi exemplo de superação, de vencer obstáculos e  passar por desconfiança quando ninguém mais acreditava.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> O final da carreira, o sobrepeso, a lentidão e a dificuldade de jogar  seguidamente mostra apenas o quanto é difícil parar. Aceitar que chegou a  hora deu a Ronaldo uma imagem que ele não merecia. Imagem que eu não  vou levar. O “Gordo” acabará no momento em que o jogador virar  ex-jogador. As críticas, de minha parte, acabarão no mesmo momento. O  Ronaldo que eu vou me recordar é o Fenômeno de dribles impossíveis,  arrancadas impressionantes e excelente finalização.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> É o Ronaldo, que toda vez que eu vir, vou fazer questão de estender a  mão e agradecer por ter feito, por inúmeras vezes, o futebol ter sido  mais futebol.</span></font>      </div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Sempre esperando os erros, Dorival mantem 100% em clássicos mineiros]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=77517</link>
		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 00:11:25 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Dorival  Jr. começa a escrever história no futebol mineiro. Disputou quatro  clássicos e venceu todos. A coincidência dos placares é incrível: três  4x3 e um 4x2. O novo capítulo teve a velha fórmula. Em clássicos,  Dorival espera, mas não deixa de ser rápido. </font></div><div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  intenção era clara em Sete Lagoas. Diego Tardelli, Magno Alves,  Serginho e Jackson deveriam fazer o jogo fluir em velocidade. Ricardinho  ditaria o ritmo. Ao Cruzeiro, restava atacar. Com menos força pela  direita, depois da saída de Jonathan para o Santos. Com o jogo ruim de  Thiago Ribeiro, a equipe de Cuca volta a depender de Montillo. </font></div><div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Quando  teve espaço, o argentino foi fatal dando o passe para o primeiro gol.  Mas Montillo era bem marcado por Zé Luís, o Cruzeiro ficava acéfalo,  avançava com mais peças e o desarme era facilitado. A bola do Atlético  era veloz e ficava pouco no meio-campo.</font></div><div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  ótima partida de Renan Ribeiro, especialmente no 1º tempo, mas salvando  a bola do jogo na cabeçada de Wellington Paulista, é ofuscada pela  atuação de Diego Tardelli. Nos oito clássicos que havia disputado, o  atacante havia marcado 3 gols. Justamente o que anotou no sábado.  Tardelli tem qualidade técnica, mas tem também velocidade. Foi no time  rápido de 2009 que marcou 42 gols em 56 jogos.</font></div><div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">É  tão óbvio quanto verdadeiro: ganha quem erra menos. Dorival esperou o  erro e o Cruzeiro ofereceu. De novo, por pouco e com muita emoção, a  tática do treinador dá resultado.</font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Se mantiver média, Fábio pode se tornar o jogador que mais vezes defendeu o Cruzeiro na história]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=77164</link>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 22:03:12 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Fábio  chegou ao Cruzeiro em 2005 depois de uma passagem sem jogos pelo clube  em 2000. Foi contratado para substituir Gomes, o único a se firmar desde  que Dida deixara o clube. Ídolo da torcida e eleito o melhor goleiro do  último campeonato brasileiro, Fábio acaba te ter seu contrato renovado  até 2016. Em seis anos, o goleiro entrou em campo 366 vezes (mais três  jogos, contando 2011 e chega-se ao número atual de 369 partidas). A  média do goleiro é disputar 60 jogos por temporada.</span></font></div><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br></font> <div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Contra  o Villa Nova, Fábio quebrou uma marca: ultrapassou Geraldo II e só está  atrás de Raúl como o goleiro que mais vezes defendeu o clube. O camisa 1  da conquista da Libertadores de 1976 jogou 557 vezes pelo Cruzeiro.</span></font></div><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br></font> <div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Depois  de Geraldo II, Fábio tem Tostão, maior ídolo da história do clube e que  disputou 383 jogos pela frente. Zé Carlos, que jogou no Cruzeiro entre  1965 e 1977 tem 632 jogos e é, na história, quem mais atuou pelo clube.</span></font></div><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br></font> <div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Se  Fábio mantiver a média de jogos por temporada o fim do contrato,  chegará a 669 partidas. Ídolo da torcida, o goleiro não está prestes a  fazer história. Ainda não está. Falta metade do caminho, mas um caminho  que não é, absolutamente, impossível de ser percorrido.</span></font></div><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br></font> <div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>Confira abaixo a lista dos 20 jogadores que mais defenderam o Cruzeiro.</strong></span></font></div><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br></font> <div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>1 - Zé Carlos - 632 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>2 - Dirceu Lopes - 609 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>3 - Piazza - 567 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>4 - Raul – 557 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>5 - Eduardo Amorim - 556 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>6 - Vanderlei – 538 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>7 - Joãozinho - 485 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>8 - Palhinha - 457 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>9 - Ademir – 442 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>10 - Ricardinho – 441 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>11 - Adelino - 430 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>12 - Vavá – 428 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>13 - Darci – 427 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>14 - Nelinho - 411 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>15 - Pedro Paulo - 405 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>16 - Nonato - 393 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>17 - Douglas – 391 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>18 - Tostão - 383 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>19 - Fábio - 369 jogos</em></span></font></div><div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><em>20 - Geraldo II – 368 jogos</em></span></font></div>  
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		<title><![CDATA[As respostas que Dorival e Cuca procuram podem vir na semana que vem]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=76993</link>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 00:48:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Atlético começa a temporada precisando correr atrás. O início de 2011  ainda lembra 2010. Terminou a temporada correndo atrás de pontos para  não ser rebaixado. A briga agora é pelo campeonato mineiro e foi assim  na partida com o Funorte e novamente contra o Tupi O Cruzeiro também  repete o ano anterior. Consistente, correndo poucos riscos e com  dificuldades de fazer gols. Contra a Caldense, o primeiro gol saiu no  meio do segundo tempo. Contra o Villa Nova, na segunda rodada, o único  gol foi aos 40.</font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Mais  do que derrotar os frágeis adversários do interior, Dorival Jr. corre  atrás de respostas. Cuca procura certezas. O técnico atleticano escala o  time valorizando a questão física no início da temporada. As mudanças  durante os jogos deixam o time mais ofensivo, mais rápido e melhor.  Magno Alves e Wesley no primeiro jogo, Neto Berola no segundo.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Cuca  tem um time pronto, com ajustes a serem feitos. O treinador precisa  experimentar o time que é, há anos, competitivo. Há a necessidade de  fazer mais gols, de ter mais poder de fogo.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Se  por enquanto, o mineiro serve para a dupla se preparar para  compromissos mais importantes, no final de semana que vem servirá para  mais. O clássico poderá tirar um pouco da tranquilidade de Dorival Jr.  ou Cuca para seguir o trabalho. Se os atrativos são poucos no torneio, o  clássico é um oásis de qualidade e competitividade. </font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Melhores respostas sobre o que esperar de Atlético e Cruzeiro na temporada, o torcedor terá na semana que vem.</font></div>  
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		<title><![CDATA[Clássico expõe defeitos do Palmeiras, mas não esconde falhas do Corinthians]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=76989</link>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 22:19:41 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Qualquer  que seja o clássico, há a mística: “quem está pior, vence”. Corinthians  x Palmeiras não é diferente. O alvinegro, vice-campeão brasileiro em  2002, não venceu o Palmeiras, rebaixado. Em 2000, o Palestra, com time  inferior, eliminou o campeão mundial e brasileiro na Taça Libertadores. A  história em 2011 trazia o líder do estadual, de cinco vitórias  seguidas, diante de um time arrasado com a desclassificação na  pré-Libertadores.</font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  vitória por do Corinthians por 1 a 0 sai de tabela de Alessandro com  Morais pela direita. Esquerda da defesa do Palmeiras. Setor de Rivaldo e  calcanhar de Aquiles da equipe de Scolari. No primeiro tempo, Jucilei  perdeu cara-a-cara com Marcos, pelo mesmo lado.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Ainda  carece o Palmeiras de melhor marcação pela esquerda e de criação que  fuja de apenas bolas longas para Kléber ou subidas esporádicas de  Cicinho. Mesmo assim, o time de Scolari foi melhor. Júlio César salvou o  Corinthians em pelo menos quatro chances claras e ainda contou com  erros incríveis de Maurício Ramos e Max Santos.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  derrota expôs os problemas do Palmeiras, mas não escondeu as falhas do  Corinthians. O time não tem, desde a saída de Elias, criatividade e  diálogo entre meio-campo e ataque. A defesa é lenta, mesmo com a saída  de William – falhas bem aproveitadas pelo Tolima, na eliminação da  competição continental.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Corinthians sai do clássico fortalecido por ter dado uma satisfação ao  torcedor após a queda de quarta-feira. O Palmeiras perde a chance de se  distanciar na liderança, mas, principalmente, de afundar o rival em uma  crise ainda maior.</font></div>  
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		<title><![CDATA[Neuer para Borussia, mas Dortmund deve ser o campeão]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=76919</link>
		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 14:48:47 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Borussia  Dortmund x Shalke 04é o principal clássico da Alemanha. A rivalidade  histórica esteve em prova na 21ª rodada da Bundesliga. O Borussia, líder  absoluto e com 25 pontos acima do rival, era candidato a massacrar e  golear o adversário. O que se viu foi um massacre, mas sem gols. Culpa  do goleiro Neuer, titular da Alemanha na última Copa do Mundo e que fez  pelo menos seis defesas espetaculares frente a frente com os atacantes.</font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">No  primeiro tempo o polonês Kuba e o paraguaio Lucas Barrios tiveram as  melhores oportunidades, sempre por dentro da confusa defesa da equipe de  Gelsenkirchen. No segundo, o Borussia seguia jogando e o Shalke apenas  evitando gols. O Shalke, no meio da tabela, conta com as grifes de  Jefferson Farfán, Raúl e Huntelaar. Mesmo assim, não existia poder  ofensivo e Felipe Santana, ex-zagueiro do Figueirense e titular pela  primeira vez na temporada, teve a vida facilitada.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Borussia é formado por jovens e de muita velocidade, mas não conta mais  com o japonês Kagawa, lesionado durante a Copa da Ásia, e desfalque até  o final da temporada. Um time ofensivo e insinuante e que, em campo,  não era encontrado pelos marcadores do rival. O Borussia chegou a  acertar duas bolas na trave com Lucas Barrios. Mario Gotze também parou  em Neuer.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Em  partida que teve um time jogando e outro feliz em atrapalhar o  principal candidato ao título, Neuer foi o melhor em campo. O goleiro da  seleção é um só. Líder com 11 pontos de vantagem (no início da rodada)  para o segundo colocado, o Borussia mostra que vai ser difícil parar a  equipe amarela e preta até o final da competição.</font></div>  
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		<title><![CDATA[Rivaldo brilha e mostra onde pode, e consegue, jogar]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=76840</link>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 00:17:36 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">É injusto comparar Ronaldinho, aos 30 anos e que jogou 44 vezes pelo  Milan na última temporada (40 como titular), com Rivaldo aos 38. Mas a  estreia do são-paulino foi melhor que a do rubronegro. Rivaldo deu um  chapéu desconcertante em Alessandro Cambalhota, fez gol, tocou por entre  as pernas do seu marcador. Mas há de se pensar no Rivaldo como ótimo  jogador que sempre foi, e como peça útil que espera-se que ele seja.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> No primeiro tempo, Carpegiani armou o time em um 4-2-3-1, com Rivaldo  armando por dentro e se aproximando de Dagoberto no ataque. O time foi  lento e só Ilsinho e Jean iam bem pela direita. Na volta do intervalo,  Marlos entrou na vaga de Ilsinho, o time passou a jogar no 4-4-2 com  Rivaldo como centroavante. O gol de empate, marcado pelo camisa 10,  nasceu justamente com passe de Dagoberto. Dentro da área, sobrou  qualidade para tirar Bruno Quadros do lance. Foi como atacante o melhor  posicionamento de Rivaldo na partida.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Depois do gol de Marlos, o da virada, Carpegiani mudou a forma do time  jogar. Colocou Luís Eduardo, passou a jogar com três zagueiros, com  Rodrigo Soutto a frente da zaga. Depois, uma linha com Jean pela direita  e Fernandinho pela esquerda. Marlos e Rivaldo por dentro. Jogando  recuado, não conseguiu armar o contra-ataque e nem manter a posse de  bola no meio. Foi ainda, obviamente, presa fácil quando precisava  combater o adversário.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Mostrou qualidade em todos os setores, mas o São Paulo vai enfrentar  equipes mais qualificadas que o Linense, 14º lugar no campeonato  paulista. Recuado, foi mal. Como armador, deixou o time lento e foi  anulado. Com o retorno de Lucas na seleção, Rivaldo perde espaço no  meio-campo. A solução para Carpegiani é escalá-lo mais próximo ao gol,  onde mostrou que pode ser útil.</span></font><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font style="font-style: italic;" size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> O jogo teve ainda outro personagem: Rogério Ceni marcou mais um gol de  falta. Atualizando as contas, são 97 na carreira. Rogério disse que  pretende jogar mais duas temporadas. Para ser o 10º maior goleador da  história do clube, terá que ultrapassar os 121 de Raí.</span></font>      </div>
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		<title><![CDATA[Eliminação histórica do Corinthians não chega a surpreender]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=76776</link>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 04:14:35 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Tolima jogou mais do que se esperava ou o Corinthians decepcionou como o  primeiro brasileiro a cair na pré-Libertadores? O Tolima é organizado,  tem Castillo, Bolivar e Murillo com bom toque de bola no meio e Medina,  lúcido, na frente. As virtudes colombianas não vão muito além disso. Os  problemas do Corinthians são maiores do que o campo ruim, em Ibagué, vão  mais longe do que o problema físico do ausente Roberto Carlos e o  desempenho ruim de Ronaldo.</font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  jogo no Pacaembu já anunciava os problemas. Antes, os empates contra  Noroeste e Bragantino davam a senha dos problemas na criação das  jogadas. Mais atrás ainda, o Corinthians de Tite não venceu Guarani,  Flamengo, Vitória e Goiás, fora de casa, no último campeonato brasileiro  – embora também não tenha perdido. Foram quatro empates. O desastre  histórico na competição internacional poderia não acontecer, apesar de  todos os erros, mas os problemas eram claros.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Contra  o Tolima, a ideia era fortalecer o meio-campo, com Paulinho na vaga de  Bruno César, e apostar em Jorge Henrique e Dentinho para contra-atacar –  abria-se mão, assim, da armação das jogadas que poderia acontecer com  Danilo. Ronaldo deveria como pivô. A bola não chegava redonda, ao  redondo Ronaldo, que era facilmente anulado. Enquanto isso, Bolivar  armava o jogo como queria, evitando os volantes adversários e apostando  na bola longa.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  primeiro gol do jogo, de Santoya, saiu depois de um jogo e meio da  mesma jogada. Passe entre os zagueiros, com a defesa em linha, para  alguém em diagonal. O gol, apesar do melhor momento do Corinthians na  partida, esteve longe de ser acidental. Se fosse acontecer, seria  daquela maneira. A expulsão patética de Ramirez e o gol de Medina foram  consequências do destempero de um bando de loucos, que se viu time em  poucos momentos de 2011. </font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  eliminação não é o fim do mundo. É o fim de um planejamento tardio,  como a contratação de Liédson apenas para a fase de grupos. É a prova  cabal: não reconhecer os erros e inventar desculpas é tão grave que  perder para o Tolima não chega a ser surpreendente.</font></div>  
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A importância relativa do campeonato mineiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=76459</link>
		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 14:47:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  Cruzeiro estreia no campeonato estadual diante da Caldense, em Sete  Lagoas. O Atlético vai a Montes Claros enfrentar o Funorte. O América  empatou com o Uberaba, em Varginha. O campeonato mineiro tem maior  importância para o Coelho que precisa testar a equipe para a série A do  Brasileiro. Para Atlético e Cruzeiro, ganhar não passa de obrigação,  perder gera pressão para o restante da temporada.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  campeonato mineiro, assim como tantos outros, carece de qualidade  técnica. Convido você, caro leitor, a me recordar de um jogador destaque  no interior de Minas Gerais e que depois se mostrou importante em um  grande clube. Exclua o Ipatinga de 2005, filial do Cruzeiro, e jogadores  como Serginho, que era da base do Atlético e foi emprestado ao Villa  Nova em 2008 para ganhar experiência. Difícil buscar um único nome? Pois  é.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  público, que faz a chamada “festa do interior”, também não comparece. A  média de público na primeira fase do torneio em 2010 não passou dos 4  mil torcedores por partida. Apenas financeiramente, para os clubes  grandes, o torneio é relevante. Se não há interesse do torcedor, se  tecnicamente não traz grandes benefícios, qual a vantagem de se gastar  cinco meses do calendário disputando a competição?</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Como  se não bastasse, os campos de jogo precisam de muita boa vontade para  serem chamados de estádio. O Villa Nova tem 102 anos de história, mas  ainda não construiu uma Arena com condições mínimas para acomodar  torcedores e jogadores. O mesmo pode ser dito dos estádios em  Divinópolis, Montes Claros, Governador Valadares... O Villa, Guarani,  Funorte e Democrata tem direito a disputar a competição, mas tem o dever  de oferecer um estádio em condições pelo menos aceitáveis.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  lado positivo é que o campeonato mineiro tem apenas 15 jogos. Menos do  que no Rio de Janeiro, menos do que em São Paulo, bem menos do que no  Rio Grande do Sul. O Cruzeiro terá tempo suficiente para se preparar  para a Libertadores, o Atlético para se remontar com Dorival Jr. O  América precisa do campeonato mineiro. Muito. Não ficar entre os três  primeiros, terminar com desempenho muito inferior ao de Atlético e  Cruzeiro, é motivo de preocupação, pensando no retorno ao campeonato  brasileiro. <br> <br><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Nota: a intenção do post não é dar um "murro" na cara do campeonato e dizer: não presta, que acabe com ele. É atentar para a necessidade de melhora. Seja dos clubes do interior, dos estádios patéticos, da falta de senso (da CBF) em levar os estaduais até o meio de maio, quando se poderia dar maior atenção à Copa do Brasil e esticar o campeonato brasileiro. Ambas as competições durando toda a temporada</span>. <br></span></font></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Dorival quer o Atlético rápido e, por enquanto, no 4-4-2]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=76341</link>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 18:49:24 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Atlético de 2011 será ofensivo e rápido. Essa é a ideia do técnico  Dorival Júnior. Em conversa por telefone nesta sexta-feira, o treinador  falou sobre a velocidade que pretende dar a equipe e o funcionamento de  peças no início da temporada. A ideia do 4-2-3-1, utilizada por Dorival  no Santos, está, por hora, descartada. </font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  time de 2010 jogava com Robinho pela direita, Neymar do outro lado,  Ganso centralizado e André a frente dos três. Na contenção, Arouca e  Wesley que aproveitavam os espaços abertos pelos homens de frente e se  projetavam no ataque. O Atlético poderia ter Serginho e Richarlyson na  marcação, Neto Berola por um lado, Jóbson do outro, Renan Oliveira,  Diego Souza, Mancini e Ricardinho por uma vaga no meio, e Tardelli na  frente.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Para  o treinador, a formação com Renan Oliveira e Ricardinho a frente dos  volantes é a ideal no momento. Diego Souza e Mancini, com mais cartaz  que os escolhidos, ainda precisam de melhor condicionamento para jogar. A  questão física também põe Rafael Cruz como titular no momento – até  pela ausência de Patric em alguns treinamentos, devido ao falecimento de  familiares.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Dorival  percebe bem o melhor posicionamento de Diego Tardelli, mais próximo ao  gol, mas não como centroavante. Foi assim, com Éder Luís ao seu lado,  que o jogador marcou 42 gols em 56 jogos em 2009. Com Muriqui, no  primeiro semestre do ano passado, Tardelli funcionou melhor do que com  Obina, na segunda parte da temporada. Ao lado de Jóbson, o atacante pode  ser goleador, mas também participar da criação das jogadas e deixar de  ser referência para os zagueiros. Mancini poderá jogar mais adiantado,  dependendo das circunstâncias.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Vale  lembrar que o Santos de Dorival estreou no campeonato paulista com  Felipe, George Lucas, Bruno Rodrigo, Bruno Aguiar e Pará; Roberto Brum,  Rodrigo Mancha, Wesley e Ganso; Neymar e André. Mudaram as peças e a  forma de jogar. O mesmo pode acontecer no Atlético, mas na estreia do  mineiro a equipe será a mesma que começou o amistoso contra o River do  Uruguai.</font></div>  
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		<item>
		<title><![CDATA[Elano é um utilitário de luxo no futebol brasileiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=76216</link>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 01:28:35 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">O carro conversível é mais bonito que o utilitário. O esportivo é mais rápido que o utilitário. Mas se você procura boa relação custo-benefício, um automóvel que não te deixe na mão e sirva em qualquer situação, o utilitário é a escolha mais sensata. Elano passa bem, compõe o setor defensivo, lança com qualidade. É o principal utilitário do futebol brasileiro. Tem opcionais que os outros não têm. Qualidade para decidir um lance, como fez no 3º gol do Santos.</SPAN> <BR> <BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar da grande partida de Elano, o time de Adilson ainda tem problemas. Administrou cedo demais a vantagem no primeiro tempo e sofreu a virada. Conseguiu reverter o resultado no início do segundo tempo e, quando perdeu Elano machucado, deixou o jogo mais uma vez moroso.</SPAN></P> <P><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">Quando a equipe perde a intensidade, o Peixe ainda não tem segurança para segurar o resultado. Contra o Prudente, sofreu dois gols no final do jogo. Diante do São Caetano, sempre que o time se acomodou, o Azulão se deu bem – especialmente no setor esquerdo da defesa.</SPAN></P> <P><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">Com Ganso, Neymar e Arouca, o time ganhará em intensidade. Maikon Leite, mais uma vez, foi bem no primeiro tempo e sumiu no segundo. Róbson se limita a tocar de lado. No setor defensivo, Charles pode proteger a defesa melhor do que Adriano. O Santos tende a melhorar. Os rápidos, insinuantes, brilhantes, estão por chegar. Enquanto isso, o utilitário Elano está valorizadíssimo no mercado.</SPAN></P>
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		<title><![CDATA[Flamengo é o campeão, mas principalmene, o grande vencedor da Copa São Paulo]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=76150</link>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 15:03:04 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-size: 10pt;">Depois  de 21 anos, o Flamengo é campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior  novamente. Mesmo que houvesse perdido a decisão para o Bahia, o clube  carioca sairia como principal vencedor do torneio. É chover no molhado  dizer que o intuito da competição na base é colocar em ação peças que  possam chegar aos profissionais. O Flamengo foi, em toda a competição,  quem mostrou ter mais nomes a serem observados por seu treinador  principal. Cézar, Adrian, Thomas, Lucas, Rafinha e Negueba, se  trabalhados, podem ser úteis à equipe profissional.</span></font></div><div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-size: 10pt;">Ser  campeão e ser vencedor da competição nem sempre querem dizer a mesma  coisa. Em 2002, Portuguesa e Cruzeiro decidiram a Copinha. A Lusa jogou a  final com Daniel, Jackson, Júnior, Fernandão e Júlio César; Bruno,  Lelo, Danilo e Iotte (Gomes); Alex Afonso (Luís Henrique) e Kesley  (Rafinha). O técnico era Edu Marangon. Dos 14 jogadores utilizados,  nenhum obteve destaque entre os profissionais. O Cruzeiro, de Ney  Franco, teve Gomes, Cleiton, Emerson, Irineu e Marcos Túlio (Paraguaio);  Mancuso (Alemão), Jardel, Wendell e Walter Minhoca; Diego (Eraldo) e  Kanu. Gomes e Wendell foram campeões brasileiros em 2003 pelo clube. O  goleiro é titular do Tottenham e Wendell um dos principais nomes do  Bordeaux. </span></font></div><div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-size: 10pt;">No  ano seguinte o Santo André foi campeão, mas o Palmeiras revelou Wagner  Love. Em 2009, o Corinthians de Boquita foi campeão sobre o Atlético  Paranaense de Manoel. O São Paulo de Henrique e Oscar, ambos na seleção  sub-20, caiu nas semifinais. Quem foi o vencedor? Neymar nunca venceu  uma Copa São Paulo. Nem Ganso, Kaká, Robinho, Diego ou Ronaldinho  Gaúcho.</span></font></div><div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-size: 10pt;">A  redução na idade limite, de 20 para 18 anos, gera uma situação  problemática para clubes e jogadores. A competição tem grande  visibilidade e acompanhamento do torcedor, pela ausência de torneios  profissionais no período em que é disputada. Logo, o garoto que se  destaca é visto por todos e pressionado a ir já para o time de cima.  Pior: precisa mostrar logo entre os profissionais o mesmo desempenho que  tinha na base.</span></font></div><div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-size: 10pt;">O  Flamengo tem seis bons nomes a serem observados por Vanderlei  Luxemburgo. Mesmo Luxemburgo que preferia Fábio Costa e não percebeu  Renan Ribeiro, debaixo de seus olhos, no Atlético. A base do Flamengo  pode ser útil no time de Ronaldinho Gaúcho, mas não conta, hoje, com um  jogador pronto para vestir a camisa rubronegra. É hora de trabalhar,  Vanderlei.</span></font></div>  
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		<title><![CDATA[Com Tirone, Palmeiras terá paz política, mas o futebol ainda preocupa]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=75840</link>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 14:51:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  fato do pleito para presidente do Palmeiras ter três candidatos, sendo  dois da situação, mostra a divisão existente dentre os conselheiros do  clube. A desunião é grande ao ponto de Osório Furlan, candidato a vice  de Salvador Hugo Palaia, dizer que negociaria Valdivia com o Fluminense  caso a chapa saísse perdedora. Venceu a oposição de Arnaldo Tirone e  Roberto Frizzo. A escolha parece a melhor do ponto-de-vista político.  Tirone parece ter mais habilidade para lidar com a confusão política  instalada dentro do clube. Um pouco de paz faz bem ao Palmeiras nesse  momento. Para gerir o futebol, Paulo Nobre parecia ter ideias mais  concretas.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">No  ano passado, o Palmeiras foi 11º colocado no Campeonato Paulista, 10º  no Brasileiro, foi eliminado da Copa do Brasil pelo Atlético-GO (16º no  campeonato nacional), e caiu na Sul-Americana para o rebaixado Goiás. O  clube não contratou um reforço convincente, mas mesmo assim Tirone se  disse otimista em relação ao desempenho do time – em entrevista à Rádio  Globo antes das eleições.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Diante  da afirmação, ainda o questionei: “Esse time vai brigar pelo o quê em  2011?”. O novo presidente disse que com mais dois ou três reforços, o  Palmeiras será candidato ao título em todos os campeonatos que disputar.  A não ser que o perfil das contratações mude, é difícil ser tão  otimista quanto Tirone.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  futebol deve ser a base de formação de um círculo virtuoso dentro de um  clube. Um bom time resulta na valorização de seus jogadores, no aumento  da arrecadação com venda de ingressos e produtos do clube, com maior  exposição na mídia e, consequentemente, melhores contratos de  patrocínio. Vale o exemplo do Santos, que montou um bom time e, além das  propostas por suas principais estrelas, recebe boas ofertas pelos  coadjuvantes como Wesley e Zé Eduardo.</span><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Tirone  fala em investir nas categorias de base e não se desfazer dos  principais jogadores – Kléber e Valdívia. A ideia é boa, mas o modelo  não é original. Vai depender de uma boa safra de jovens – o que não  aparece no clube há algum tempo. Ainda que a projeção não seja  exatamente otimista, há um lado positivo: com um presidente definido, o  ano finalmente começa para o Palmeiras.</span></font></div>
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		<title><![CDATA[Leandro Guerreiro pode mudar o Cruzeiro, mas não resolve a principal carência da equipe]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=75740</link>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 15:32:43 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Dos  contratados pelo Cruzeiro na temporada, um nome chama a atenção.  Leandro Guerreiro saiu do Criciúma para o Botafogo por indicação de  Cuca. Deixa o Rio de Janeiro também a pedido do treinador. Leandro  deixou de ser um bom volante para se tornar um bom zagueiro. E é assim  que deve jogar no Cruzeiro.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Contra  o Corinthians, no final do campeonato brasileiro, Cuca voltou a acenar  com a formação que utilizou no próprio Botafogo, ainda em 2007, com um  falso lateral-esquerdo e praticamente três zagueiros. Na época, Luciano  Almeida guardava posição pela esquerda e pouco subia. Jorge Henrique,  teoricamente atacante, fazia o papel de ala.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">No  jogo do fatídico lance entre Gil e Ronaldo, o Cruzeiro foi superior ao  Corinthians. Marquinhos Paraná jogou pela esquerda da defesa e Gilberto,  como meia, bloqueava Alessandro e armava o jogo com Montillo.  Taticamente, a partida do Cruzeiro foi praticamente perfeita. Com tempo  para trabalhar durante a pré-temporada, pode ser assim que Cuca vai  mudar a estrutura de Adilson Batista com três volantes alternando  funções no meio.</font></div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Na  35ª rodada, o Fluminense empatou com o Goiás no Engenhão. Foi a última  chance do Cruzeiro ultrapassar o time carioca. Pelo jogo que fez contra o  Corinthians, o destino do campeonato poderia ter sido diferente. Há a  lembrança do pênalti controverso sim, mas também do mau desempenho de  Thiago Ribeiro e Wellington Paulista na partida. Taticamente o Cruzeiro  pode evoluir com Leandro Guerreiro, mas o problema crônico do segundo  semestre de 2010, a falta de um definidor, ainda precisa ser solucionado  no clube.</font></div>  
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		<item>
		<title><![CDATA[Retrospecto aumenta o favoritismo do Brasil no pré-olímpico]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=75550</link>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 00:15:09 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Para ir a um torneio sub-23 é preciso se classificar em uma competição sub-20. A confusão entre Olimpíadas e pré-olimpíco se dá pela impossibilidade de adequar mais uma competição ao calendário, desfalcando equipes locais e da Europa. No Sul-Americano sub-20, o retrospecto do Brasil é altamente favorável.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Foram disputadas 25 edições e em 10 o Brasil venceu. Além disso, foi vice em mais sete edições. Em 17 dos 25 torneios, a seleção teria conseguido sair classificada para as Olimpíadas. Dos últimos quinze sub-20 disputados, apenas em um (1999), o Brasil não terminou entre os dois primeiros.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">O retrospecto positivo é mostra da renovação que acontece melhor no país do que nos vizinhos. O time de Ney Franco é mais talentoso do que o da última edição. Tem a base do São Paulo com Bruno Uvini, Casemiro, Lucas e Henrique – além de Oscar, formado no Tricolor, mas que defende o Internacional. Do Santos tem Neymar, jogador mais promissor do futebol brasileiro desde o surgimento de Alexandre Pato, e laterais ofensivos e velozes como Alex Sandro e Danilo.</SPAN> </FONT> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"></SPAN>&nbsp;</DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O time é ofensivo, técnico, altamente veloz e o retrospecto é favorável. A seleção brasileira não poderia ser mais favorita a estar em Londres no ano que vem.</FONT></SPAN></DIV></DIV> <DIV style="CLEAR: both"></DIV></DIV>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O Palmeiras do "parece mas não é"]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=75388</link>
		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 03:15:16 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Palmeiras tem o goleiro Bruno, que não é aquele ex-Flamengo. Tem  Cicinho que não é aquele, Rivaldo que não é aquele, Tinga que não é  aquele, Dinei idem e Michael Jackson (ainda bem) também não é aquele. A  equipe de Luís Felipe Scolari é o time do parece, mas não é.</font></div><div>  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Em  2010,  a ideia era sofrer faltas para Marcos Assunção resolver. A  temporada começa com o time tentando jogar, mas sem conseguir. Pela  direita, Tinga e Márcio Araújo dialogam bem. Lincoln, lento e estático  em campo, é o segundo atacante, ao lado de Kléber. Mas tem qualidade  quando a bola chega... o problema é ela chegar. Pela esquerda, Rivaldo  tem imensas dificuldades na marcação. A ponto de Marcos Assunção ter que  guardar posição e não passar do meio-campo para protegê-lo. Assunção é  lento e Luan precisa recuar para ajudá-lo.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Foi  em cima de Rivaldo o gol do XV de Piracicaba em amistoso no meio da  semana. No mesmo setor, da mesma maneira, a jogada mais perigosa do  empate por 0 a 0 com o Botafogo de Ribeirão Preto, na estreia do  paulista. O zagueiro Danilo chegou a admitir: “Enquanto Gabriel Silva  não voltar da seleção, teremos problemas”.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  principal mudança do ano passado para 2011 é o trabalho que Luís Felipe  Scolari poderá desenvolver. Em 2010, chegando no meio da temporada,  Felipão não teve tempo de corrigir problemas na equipe. Agora, mesmo com  um grupo limitado, o trabalho começa do zero. </font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Mas  o início da temporada traz erros: no segundo tempo da estreia do  paulista, Tinga passou a jogar centralizado e o time perdeu a única  lucidez que tinha, pela direita do campo. Mesmo precisando fazer gol,  Rivaldo só deu espaço a mais um jogador de ataque aos 43 minutos do  segundo tempo – e mesmo assim, Luan recuou para ser lateral. Na prática o  time não ficou mais ofensivo.</font></div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="text-align: justify;">  </div><div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Na esteira do parece, mas não é, o Palmeiras de 2011 parece um time, mas ainda não é.</font></div>    <font size="2"><span class="post-author vcard"> </span></font>  
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Ronaldinho ainda pode ser decisivo e faz bem ao futebol brasileiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=74310</link>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 13:18:30 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Ronaldinho  Gaúcho pode jogar por Flamengo, Grêmio ou Palmeiras. Enquanto Assis  leiloa, as torcidas se perguntam: que Ronaldinho volta ao Brasil? O duas  vezes melhor do mundo do Barcelona ou o do Milan? O Ronaldinho do  Milan, é a resposta. Certa vez, as vésperas de um Barcelona x Chelsea, o  ex-capitão inglês John Terry disse: “A melhor forma de parar  Ronaldinho? A patadas”. Hoje, não é mais.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Esqueça  o camisa 10 de arrancadas fulminantes, força e explosão. Não foi assim  que o jogador atuou nos quatro últimos anos. Ronaldinho ainda tem  técnica, visão de jogo, passe diferenciado e se tiver espaço, muito  provavelmente definirá o lance com precisão raramente vista no Brasil.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  jogador foi a referência do Milan na última temporada. Jogou 44 vezes  (40 como titular) e marcou 15 gols, sendo vice-artilheiro do clube  rossonero no campeonato italiano. Só havia jogado mais vezes em 2005/06,  ano em que comandou o Barcelona na conquista do campeonato espanhol e  da Liga dos Campeões. No time de Massimo Allegri, Gaúcho perdeu espaço.  Participou de 16 dos 32 jogos e foi titular em apenas um terço da  temporada – só fez um gol, contra o Auxerre. O declínio técnico vem  ocorrendo ano após ano, mas a fase ruim (talvez a pior da carreira) é  recente.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Nos  dois últimos anos, Robinho, Fred, Ronaldo e Adriano retornaram ao  futebol brasileiro. Todos, quando jogaram, foram bem. Fred e Ronaldo,  apesar dos problemas físicos, são úteis a seus clubes quando conseguem  ter uma mínima sequência de jogo. Robinho foi coadjuvante (como lhe é  característico) de um ótimo time, mas sua importância é inegável.  Adriano jogou bem em 2009, sua melhor temporada desde 2005, quando os  problemas pessoais começaram a falar mais alto que o futebol.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Ronaldinho  não se machuca como Fred e Ronaldo, não é inconstante como Adriano e é  mais jogador do que Robinho. Não seja ingênuo: será o Gaúcho das  baladas. Como assim foi em Paris, Barcelona e Milão – e ainda assim  jogou em alto nível. Ronaldinho Gaúcho será útil onde jogar. Mais do que  isso: fará bem ao futebol brasileiro. Está cada vez mais difícil dizer  que nosso futebol “está nivelado por baixo”.</font></div>  
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		</item>
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		<title><![CDATA[Postura agressiva garante ao Atlético sucesso em negociações e Dorival terá teste de fogo na carreira ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=74101</link>
		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 19:18:16 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Dos clubes que vão disputar a série A em 2011, só o Bahia contratou mais que o Atlético até o dia 30 de dezembro. Foram seis nomes divulgados e um goleiro já está acertado (o nome é Giovanni que disputou o campeonato brasileiro pelo Grêmio Prudente, mas pertence ao Marília), esperando apenas que o contrato se encerre para que seja feito o anuncio oficial – o Bahia já tem nove contratados.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Enquanto isso, Corinthians, Palmeiras e São Paulo ainda não tem novidades e o Cruzeiro só acertou com Naldo, promessa da Ponte Preta. Para o diretor de futebol Eduardo Maluf, a disparidade de contratações do Atlético em relação a outros clubes grandes é estratégica.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Ainda durante o campeonato brasileiro, Dorival Júnior passou à diretoria uma lista com nomes e posições carentes no elenco. Maluf foi atrás dos jogadores e tratou de contrata-los antes que outros clubes pudessem fazer propostas. Foi assim com Richarlyson, pretendido pelo Fluminense, mas que viu no Atlético mais “vontade” nas negociações.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O perfil agressivo nas negociações foi também destacado por Jorge Machado, representante do Spartak Moscou, em relação às negociações com Rafael Carioca. A agilidade do Atlético deixa os jogadores mais próximos do clube. Caso do próprio Rafael.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Em entrevista para as rádios Globo e CBN, Maluf destacou a satisfação de Dorival Jr. Todos os contratados foram indicados pelo técnico. Como já foi dito aqui, Dorival é, desde 2007, o técnico do objetivo cumprido. Foi assim no Cruzeiro, Coritiba, Vasco e Santos.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Alexandre Kalil pediu as conquistas da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro. Para isso, dá ao técnico o que ele pede. Dorival Jr. terá em 2011 a equipe que espera. Sempre cumprindo o que lhe é pedido, terá também a prova de fogo em sua carreira.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[CBF vai unificar títulos. Você vai gritar "é campeão"? ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=72961</link>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 01:14:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2>De acordo com a TV Globo, em algum momento deste mês, o torcedor do Santos e do Palmeiras acordará octacampeão brasileiro. O tricolor carioca será tri. Torcedores de Cruzeiro, Botafogo e Bahia se verão com duas conquistas do campeonato brasileiro. Santos, Palmeiras, Botafogo, Fluminense, Cruzeiro e Bahia são os legítimos campeões nacionais entre 1959 e 1970, nem por isso precisam ser chamados de campeões do campeonato brasileiro.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial,Helvetica,sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2>O reconhecimento e a unificação dos títulos da Taça Brasil e do Roberto Gomes Pedrosa diminui a importância do que aconteceu antes de 1971, apesar de ter objetivo distinto. O que vale é o campeonato brasileiro, só com esse nome. A conquista anterior fica em segundo plano. Caso confirmada a unificação, teremos a aberração de dois campeões brasileiros entre 1967 e 1970 – com direito a bicampeonato palmeirense, campeão da Taça Brasil e do Robertão em 1967.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial,Helvetica,sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2>Para o Santos conquistar os cinco títulos da Taça Brasil, entre 1961 e 1965, teve que jogar 24 vezes.&nbsp;Pouco mais&nbsp;de um turno da conquista de 2004, quando o campeonato brasileiro teve 46 rodadas. Imagine que no mesmo dia que a CBF bater o carimbo, a diretoria anuncie a venda de Neymar e Ganso. Você, torcedor santista, vai soltar algum rojão por ter acordado com mais seis estrelas no peito? Ou estará preocupado de perder os principais jogadores às vésperas de uma Libertadores?</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial,Helvetica,sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2>Os clubes, ao meu ver, não se tornam maiores com o novo rankeamento que se formará no futebol. O Palmeiras será gigante com quatro ou oito brasileiros. Será maior se conquistar mais seis.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial,Helvetica,sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2>Não é um documento que vai fazer clubes grandes serem gigantes. Não é o reconhecimento que fará, você torcedor, passar a noite sem dormir de tanta alegria, ir trabalhar de ressaca na manhã seguinte, ou vai fazer o seu amigo rival se encolher na cadeira. Título deve ser comemorado. Santistas, palmeirenses, tricolores cariocas e baianos, cruzeirenses e botafoguenses já fizeram isso. Fizeram com toda justiça. A não ser que vençam dentro de campo, não irão fazer de novo.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="CLEAR: both"><FONT size=2></FONT></DIV></DIV>
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		<item>
		<title><![CDATA[Diretor do DEOP garante que "apenas um dilúvio" atrasa obras do Independência para além de junho]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=72629</link>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 20:44:37 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Junho  de 2011. Essa é a nova data para a reinauguração do estádio  Independência, em Belo Horizonte. Segundo o diretor de obras do DEOP  (Departamento Estadual de Obras Públicas), Fernando Teixeira, só “um  dilúvio que cair pode atrapalhar. Mas a princípio, hoje não vemos muita  coisa capaz de mudar a data”, garante.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Os  principais entraves para o início das obras foram a demora para a  liberação dos 50 milhões de reais do governo federal para a Caixa  Econômica e problemas ambientais que poderiam ocorrer com o projeto de  construção. Mudanças no sistema de iluminação e a decisão por cobrir  todo o estádio também geraram atraso e maiores custos. O diretor do  DEOP, no entanto, não acredita que o fato de o recurso federal ser  insuficiente para a conclusão do Independência afetará na data  estipulada.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Em  julho, publicou-se aqui, a palavra do então diretor-geral do DEOP, João  Fleury (hoje secretário de obras públicas do Estado). Fleury garantia o  estádio pronto para receber jogos em janeiro de 2011. Fernando Teixeira  assegura o novo Independência para junho. “Antes, tínhamos fases  preliminares e muitas coisas poderiam acontecer. Hoje eu não vejo um  entrave. As fundações estão praticamente prontas e os pré-moldados  (peças que se encaixam, como um Lego, dando corpo ao estádio) também.  Hoje, temos um cronograma de obras”.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Em Belo Horizonte, chove muito nos meses de dezembro e janeiro, mas dilúvio eu nunca vi.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"><i><b>Em  tempo: O Atlético foi quem mais sentiu a ausência do Mineirão. Teve  renda de 2,7 milhões no campeonato brasileiro, contra 10,5 da última  temporada. Dentro de campo, foram sete vitórias, um empate e sete  derrotas jogando em Sete Lagoas ou Ipatinga. Aproveitamento de 48%,  contra 50% no Mineirão. O Cruzeiro, que mandou os principais jogos em  Uberlândia, dividindo espaço no estádio com torcedores de Fluminense,  Corinthians, Flamengo e São Paulo, arrecadou 6,5 milhões – contra 7,1 da  última temporada. O vice-campeão brasileiro venceu 10, empatou 3 e  perdeu duas vezes, como mandante sem Mineirão. 73% de aproveitamento. Em  Belo Horizonte, jogou três vezes e fez 5 pontos: 55%.</b></i></font></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O "verde da esperança" e os pecados do Cruzeiro ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=72333</link>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 10:04:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Fluminense liderou o campeonato em 23 das 38 rodadas. Terminou com a melhor defesa e o quarto melhor ataque. Teve o melhor jogador do torneio, o único atleta de linha a disputar as 38 rodadas. Teve ainda Muricy Ramalho. Campeão em quatro dos últimos cinco Brasileirões – e que poderia ter vencido ainda em 2005, não fosse pelos jogos anulados ou a falha grotesca de Marcio Rezende de Freitas, no lance entre Tinga e Fábio Costa. Muricy Ramalho ainda não é o principal vencedor do campeonato brasileiro. Ainda.</FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Não há como pensar que não foi justa a conquista tricolor. O título do Fluminense traz a referência ao hino do clube “Vence o Fluminense, com o verde da esperança”. Na última rodada do campeonato de 2009, Cuca salvou a equipe do rebaixamento depois de 99% de chance de queda. 364 dias depois, o gol de Emerson premiou o melhor time da competição. O Fluminense se preparou para ser campeão. Demitiu Cuca e contratou Muricy Ramalho, depois do campeonato estadual. </FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Cruzeiro teve dois pecados. O primeiro foi, ao assumir a liderança, acreditar que 69 pontos seria o suficiente para ser campeão. Foi o que se ouviu de Caçapa, no vídeo da TV Cruzeiro, após a vitória sobre o Fluminense. A equipe não trabalhou com margem de erro, não imaginou que a conta poderia ser outra.</FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O segundo é ter se preparado para chegar à Libertadores. Foi o que disse Cuca depois da vitória sobre o Vasco. Foi o que afirmou Roger, ainda em campo, após o vice-campeonato. O clube mineiro entrou tarde demais na disputa. Precisou a chegada de Montillo para a Raposa acreditar na conquista.</FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Em um campeonato de 114 pontos em disputa e que o campeão tem 2 pontos a mais que o vice, o detalhe definiu o título. Não dar ao campeonato&nbsp;a devida importância desde a primeira rodada pode ter sido mero detalhe. Por isso, hoje quem ri é o Tricolor.</FONT></DIV>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A Copa do Mundo será no Qatar. Em que mundo você vive?]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=72131</link>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 18:31:29 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Não  é preciso que o Qatar seja eleito sede da Copa do Mundo para pensar que  o futebol é o único critério que determina onde será o mundial. Copa do  Mundo é muito mais do que bola no pé, gols, dribles e rivalidade.  Aliás, é até isso. O evento envolve política, politicagem, cultura e é  claro, muito dinheiro.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  Rússia tem tradição no futebol, é um país imenso que se recupera de  anos de isolamento no regime comunista. A Rússia pode tanto quanto os  Estados Unidos, Japão, Coréia ou África do Sul. A pergunta é: o que o  Qatar faz na Copa do Mundo? Ou, o que a Copa do Mundo vai fazer no  Qatar?</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Esqueça  o fator futebol – mesmo que estejamos falando do maior torneio do  planeta. O país nunca disputou sequer uma partida de Copa do Mundo. O  Kuwait já. República do Congo também. Assim como Trinidad &amp; Tobago,  Haiti e Indonésia. Dinheiro não falta ao país do Oriente Médio. Talento,  sim.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">“Ocidentalizado”  pelo mercado, o Qatar pode oferecer uma Copa do Mundo híbrida no que se  refere aos costumes e tradição de um povo que não se interessa pelo  esporte a tal ponto. É difícil pensar em outro motivo, que não os rios  de dinheiro, para que o Qatar sedie um mundial.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Futebol  é negócio e isso não é de hoje. A escolha da FIFA só torna isso claro e  evidente para quem não queira entender desta maneira. Vivemos o tempo  em que a cada rodada do campeonato brasileiro fala-se menos de futebol e  mais de mala branca, supostas entregadas, erros de arbitragem, esquemas  pró A ou B. Tempo que o Qatar se torna o centro do futebol mundial. </font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Eu,  por pura preferência, vivo no tempo do Barcelona de Messi, Xavi e  Iniesta. No clube que acredita ser mais que um clube. É uma opção somente. Sou  mais feliz assim.</font></div>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A história da mala branca e o feitiço que virou contra o feiticeiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=72117</link>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 12:25:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O caso já havia sido contado por Celso Unzete no Loucos por Futebol da ESPN Brasil. Como não consegui lembrar da história em detalhes, PVC me ajudou por telefone. Na última rodada, três clubes disputavam o acesso à primeira divisão do futebol paulista em 1971. O SAAD liderava com cinco pontos, o Rio Preto tinha quatro, assim como o Marília, mas levava vantagem nos critérios de desempate. Catanduvense e Garça ainda faziam parte da competição.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Palestra Itália recebeu a última rodada. O Marília enfrentaria o SAAD na preliminar. No jogo de fundo, Rio Preto x Catanduvense. Os dirigentes do Rio Preto pagaram a mala branca para o Marília tirar ponto do SAAD. Deu certo: vitória por 1 a 0, gol de Ivo. No vestiário, após o jogo, os jogadores repartiam o dinheiro quando o técnico Alfredinho passou recolhendo as notas, jogador por jogador. O valor seria utilizado pelo clube como....mala branca.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Marília repassou o dinheiro para o Catanduvense vencer o Rio Preto. A negociação foi feita já no túnel que leva ao campo. Deu certo novamente: Catanduvense 1 a 0, gol de Paulo Sérgio. A classificação final teve: Marília 6 pontos, SAAD 5, Catanduvense 5, Rio Preto 4 e Garça 1.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A mala do Rio Preto se transformou, em um intervalo de duas horas, na mala contra o Rio Preto. O feitiço virou contra o feiticeiro.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>É algo parecido com o que pode acontecer na última rodada do campeonato brasileiro. O Corinthians oferece a mala ao Guarani, para tirar ponto do Fluminense. Assim, o Cruzeiro, terceiro colocado, só precisa se preocupar com uma mala – a do Goiás, para evitar vitória do Corinthians no Serra Dourada.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O resultado de toda combinação é improvável. Assim como era o do Marília em 1971, quando já existia, sim, a mala branca.</FONT></SPAN></DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Barcelona: mais que um clube, mais que um time]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=71960</link>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 15:41:53 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Esperava-se  um grande jogo no Camp Nou. O que foi escrito, neste mesmo blog na  última semana, sobre a qualidade do Real Madrid não se apaga. José  Mourinho transformou o Real em um time de verdade, mas que obviamente,  mostrou ainda não estar no nível da equipe rival. O clube da capital  brigará por títulos na temporada, apesar do chocolate da Catalunha.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Em  campo, o Barcelona de sempre. Quando o adversário o espera dentro da  própria área, roda a bola até entrar. O Real Madrid subiu a linha  defensiva, encurtou o campo e obrigou o time de Guardiola a jogar longo,  em profundidade. A senha para Xavi, Iniesta e Messi acabarem com o jogo  em enfiadas perfeitas para quem vinha entre os zagueiros.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Taticamente  o Barça foi perfeito. Tecnicamente também. Ninguém faz 5 a 0 em um time  como o Real Madrid sem ser absolutamente fora do tom. Poderia ter sido  mais, os catalães tiraram o pé do acelerador e os madrilistas não  tiraram o pé das divididas – muitas vezes, desleais. O Barcelona fez o  adversário apelar para os pontapés.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  time azul-grená faz muito mais do que isso. Faz você, leitor,  desanimado com o final do campeonato brasileiro e a chatice do  “entrega-não-entrega”, sorrir. É impossível não gostar de ver os  comandados de Guardiola jogar. Faz renascer, em cada um, o gosto pelo  futebol bonito, plástico, bem jogado e ainda competitivo.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Por  razões políticas, sociais e culturais, o Barcelona se auto-intitula  “mais que um clube”. Pela simplicidade que atropela o principal rival, o  Barcelona é mais que um time.</font></div>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O América é importante para o futebol brasileiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=71787</link>
		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 21:36:30 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Sport traria mais torcedores à Série A do que Portuguesa ou América. O time pernambucano teve média de público mais do que 10 vezes superior ao mineiro, durante a série B. Isso não tira do América sua importância ao futebol brasileiro.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"></SPAN> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O América revelou Tostão e Éder Aleixo. Dois dos maiores jogadores da história do futebol mineiro, por Cruzeiro e Atlético, respectivamente. O clube, por vocação e necessidade, forma jogadores durante toda sua história. Fez assim com Palhinha e Euller, campeões do mundo com o São Paulo. Com Gilberto Silva, capitão do Arsenal, campeão do mundo com a seleção brasileira e o mineiro que mais vezes vestiu a camisa da seleção.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"></SPAN> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Mesmo fora da primeira divisão do futebol nacional desde 2001, a renovação não parava. O América revelou Fred dois anos antes da Copa do Mundo de 2006. Vagner, camisa 10 do Cruzeiro por 4 anos veio do América. Danilo precisou de seis meses como titular no Coelho para se tornar mais um “Menino da Vila”. Falta ao clube criar para ele. Formar e segurar o jogador. Assim será forte. Será competitivo. Terá, de novo, muitos torcedores nos estádios.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"></SPAN> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Sport pode ter mais torcida, o América tem a sua história também. O América também é importante para o futebol brasileiro. E muito. Terá sim que repensar seu time para 2011. A equipe da segunda divisão era a base da terceira, vencida em 2009. Flávio, Preto, Micão, Dudu, Leandro Ferreira, Irênio e Rodrigo. Titulares nos dois acessos. Nem todos, bons o suficiente para a elite do futebol.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"></SPAN> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Pensar 2011 é preciso. Reconhecer a importância do clube também. Não é exagero dizer: tu és glória do esporte nacional.</FONT></SPAN></DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Média de pontos, como na Argentina, motivaria todos os clubes no final do Brasileiro]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=71784</link>
		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 18:55:44 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O campeonato argentino está na 16ª rodada. Faltam três para terminar o torneio Apertura. Acesse o Blog do Futebol Argentino. Lá não se fala em mala branca, “entregadinha”, motivação ou W.O. Não é que Renato Zanata Arnos e Wagner Bordin sejam desinformados. É porque na Argentina não há esse assunto.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O sistema de rebaixamento e classificação para a Libertadores é feito através da média dos três últimos anos – Clausura e Apertura. O campeão e o vice vão diretamente para a principal competição do continente. As outras três vagas são definidas através da soma de pontos das três temporadas, divididas pelo número de jogos. Hoje o River Plate briga para não cair. Tivesse que vencer&nbsp;o Estudiantes e, hipoteticamente ajudar o Boca Jrs. a ser campeão, os Milhionários suariam sangue pela vitória.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Imagine o Palmeiras abrindo mão do campeonato brasileiro restando cinco rodadas para terminar a competição. Hoje, pouco importa para o time de Luís Felipe Scolari ser o 5º, 10º ou 13º colocado. No ano que vem, houvesse o sistema de média, caso terminasse em 5º lugar, a campanha ruim em 2010 faria a diferença. O mesmo O Grêmio tem um ponto de vantagem para Atlético-PR e Botafogo. Tivesse vencido na última rodada do ano passado, teria um diferencial para brigar por uma vaga na Libertadores. Se fosse importante derrotar o Flamengo em 2009, o Tricolor não haveria tirado os titulares do jogo. Exemplos não faltam.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Se não há má vontade de “beneficiar” um rival, também não há motivação para quem não tem mais o que fazer nas rodadas finais. Colocar os clássicos regionais nas últimas rodadas também ajudaria a motivar quem já pensa no ano seguinte.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Com o campeonato em disputa sendo importante também para definir o futuro, restando uma semana para encerrar o campeonato, evitaríamos discutir tudo, menos futebol.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O melhor Gre-nal em muito tempo será no Camp Nou]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=71780</link>
		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 14:44:56 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Juventude foi campeão gaúcho em 1998. Quebrou a hegemonia de  Internacional e Grêmio que vinha desde 1954 quando o Renner venceu a  competição. Dos 90 campeonatos gaúchos já disputados, apenas 15 não  foram vencidos pela dupla Gre-nal. Na Espanha, Real Madrid e Barcelona  ganharam 16 dos últimos 20 títulos. A maior sequência de vitórias da  dupla aconteceu entre 1985 e 1995. 11 anos com seis títulos para  madrilistas e cinco para catalães.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Os  dois maiores clubes do país concentram a maior quantidade de títulos,  possuem mais dinheiro e melhores jogadores. Mas ano após ano a diferença  se acentua. A temporada do Real Madrid em 2009/10 foi sensacional. A  melhor de sua história. Foram 96 pontos, aproveitamento de 84% e 102  gols marcados (igualando ao do Barça em 96/97 como o melhor de todos os  tempos). Nos últimos 20 jogos, uma derrota, um empate e 18 vitórias.  Incrível! Incrível e... vice-campeão. Com três pontos a mais, apenas uma  derrota na competição e Messi marcando 34 vezes em 35 jogos, o Barça  levantou a taça.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  continuar como está, o Espanhol confirmará a ideia de “campeonato  gaúcho com grife”. Muita grife, muita disputa, mas apenas entre duas  equipes.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  Real Madrid de José Mourinho ainda não perdeu na temporada. São 19  jogos, 15 vitórias e quatro empates. O Barça venceu 16, empatou três e  só caiu duas vezes: diante do forte (inevitável trocadilho, perdão)  Hércules e para o Sevilla na SuperCopa - vencida pelos catalães, com  goleada no Camp Nou. O momento de ambos é brilhante e os credenciam como  favoritos a tudo que forem disputar.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  jogo na segunda-feira terá o time de Guardiola com a bola nos pés,  procurando espaços que Mourinho tratará de não ceder. Terá Cristiano  Ronaldo nas costas de Dani Alves, Ozil organizando o jogo e Di Maria  como elemento surpresa. Será um grande jogo, com o Camp Nou  absolutamente lotado.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Fosse no Brasil, diríamos estar vivendo a expectativa de um dos maiores Gre-nais de todos os tempos. </font></div>  
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Real Madrid é um time. Desta vez, também no campo]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=71450</link>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 17:12:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Cristiano  Ronaldo, Ozil, Di Maria, Higuaín. No papel um timaço que ainda terá a  volta de Kaká e conta com Xabi Alonso e Khedira. Mas, também no papel, o  Real Madrid já teve Figo, Ronaldo e Zidane (melhores do mundo em 2001,  2002 e 2003, respectivamente), além de Beckham, Raúl, Roberto Carlos. A  diferença é que o time de José Mourinho saiu do papel.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">A  goleada de 4 a 0 sobre o Ajax, com nova exibição acima da média de  Cristiano Ronaldo (19 jogos e 19 gols na temporada), é só mais um  capítulo do que vem jogando o time de madrilenho. Hoje o Real Madrid se  defende bem, desarma, sabe jogar sem a bola. Na frente, se movimenta,  troca passes e não fica simplesmente esperando um lance de outro mundo,  vindo de algum galáctico. São 44 gols marcados e oito (!) sofridos em 19  partidas. São 15 vitórias e quatro empates até então.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">  <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Contra  os holandeses, em Amsterdã, o Real não correu riscos e ainda deu  espetáculo, como o passe de calcanhar de Ozil no gol de Benzema. Jogou  em altíssima velocidade e poderia ter feito muito mais do que 4 a 0 –  mesmo sem Higuaín e com Di Maria poupado. O mesmo pode-se dizer da  vitória sobre o Milan, no Santiago Bernabéu.   <br>  <br>A cada dia que passa, a  cada adversário impetuosamente batido, José Mourinho prova o que faz de  melhor: transforma bons nomes em ótimos times. Não é cedo para dizer que  o Real é favorito a tudo que disputa na temporada. Só que desta vez,  não só pelo potencial que a escalação impressa mostra, mas também pelo  que se enxerga dentro de campo.</font></div>  
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		<title><![CDATA[Dorival cumpre mais um objetivo e Atlético pode pensar em 2011 ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=71284</link>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 13:36:31 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Dorival Jr. foi contratado para tirar o Atlético do rebaixamento. A missão era muito clara e a melhora do time também é. O treinador tateou, encontrou a melhor formação no segundo tempo da partida contra o Corinthians, testou mais e definiu a forma de jogar no clássico contra o Cruzeiro. </FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Um volante a frente da zaga, outro para proteger a fragilidade do lateral-direito da equipe, dois meias que trocam de posição e abrem espaço nos lados do campo e dois atacantes. O Atlético pressiona seus adversários, dificulta a saída de bola e joga com a bola no pé. A equipe ainda tem o sistema defensivo vulnerável e evitar que o adversário tenha a bola, é a melhor maneira de se proteger. Dorival tem em mãos o mesmo grupo que possuía Vanderlei Luxemburgo – a exceção de Renan Oliveira, que Vanderlei não quis. A simples troca de treinador e a evolução da equipe mostram que o trabalho anterior era mal feito, e as perspectivas para 2011 serão melhores.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Desde 2007, quando ingressou em um grande clube, Júnior cumpre o que lhe é pedido. Levou o Cruzeiro para a Libertadores daquele ano. Em 2008, no Coritiba, foi campeão paranaense e terminou o brasileiro a frente do rival Atlético. Ano passado, subiu com o Vasco e foi campeão da série B. Na temporada atual, justificou o investimento do Santos em Robinho no primeiro semestre vencendo a Copa do Brasil e o campeonato paulista.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O treinador faz o que lhe é pedido. Em 2010, Kalil não queria ver o Atlético ser rebaixado. Não verá. Planejar 2011 com Dorival Jr. no comando é o primeiro passo para ter seu objetivo cumprido.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
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		<item>
		<title><![CDATA[Ronaldo iguala recorde pelo Corinthians e time para sem o camisa 9 ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=71305</link>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 13:33:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Desde a volta de Ronaldo, contra o Guarani, o Corinthians tinha quatro vitórias e dois empates. O atacante havia marcado quatro gols nas seis partidas. Enquanto o Fenômeno estava em campo, o Corinthians derrotava o Vitória. Ele saiu e os rubronegros “venceram” por 1 a 0.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Até então, tudo ia bem para o Corinthians em Salvador. Danilo, na vaga de Bruno César, ocupava a faixa esquerda do campo, mas também jogava pelo meio. Assim também fazia Jorge Henrique. Ronaldo tinha espaço para girar e ficar de frente para a marcação. Receosa, a zaga do Vitória dava campo ao camisa 9, esperando que ele tentasse o drible. Ronaldo preferia o passe e colocou primeiro Jorge Henrique e depois Danilo cara-a-cara com Viáfara para deixar o Corinthians na frente.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Com Roberto Carlos, mais uma vez, implacável na marcação pela esquerda, cabia ao time da casa investir pelo outro lado. Foi assim que Carlos Eugênio Símon acertou ao marcar o pênalti depois que Ralf tocou a mão na bola. Com a igualdade e o time corinthiano cansado, o segundo tempo foi de Júlio César que salvou a equipe três vezes frente a frente com o ataque adversário.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Corinthians parou depois que Ronaldo saiu. Não tinha referência, embora Iarley tentasse fazer a mesma função. Só no final do jogo, com o Vitória exposto, o time voltou a criar. Foi a segunda vez que Ronaldo jogou sete partidas seguidas com a camisa alvinegra. Antes, havia atuado entre a 31ª e 37ª rodada – quando se lesionou contra o Flamengo, em Campinas.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Faltando duas rodadas, o Corinthians centenário torce pelo imponderável para salvar o ano. O Fluminense enfrenta Palmeiras (f) e Guarani (c) e é favorito ao título. O alvinegro terá de torcer contra e fazer sua parte. Ronaldo, provavelmente, só poderá ajudar secando o rival carioca.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG><EM>Obs: a maior sequência de Ronaldo, após a grave lesão em 2001, foi pelo Milan, entre fevereiro e abril de 2007 quando disputou 13 partidas seguidas pelo campeonato italiano, entre a 22ª e a 34ª rodada, e marcou 7 gols. Não foram todos os jogos que fez o Milan no período. Ronaldo não disputou as partidas da Liga dos Campeões pelo clube italiano, porque já havia atuado pelo Real Madrid.</EM></STRONG></FONT></SPAN></DIV></DIV>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Mauro Silva explica, passo a passo, como funciona a mala branca]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=71239</link>
		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 21:01:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">A discussão, no Enquanto a Bola Não Rola da Rádio Globo,&nbsp;nem era a mala branca. Falava-se sobre o suposto acordo entre jogadores do Vila Nova-GO e Náutico, na penúltima rodada da série B. Mauro Silva, ex-jogador do Deportivo La Coruña e campeão do mundo com a seleção brasileira em 1994, disse já ter recebido até três malas em uma única partida e que a situação é absolutamente normal.</SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">O jogador explicou passo a passo como funciona o processo de incentivo financeiro para vencer jogos. Combina-se entre os jogadores do clube interessado no resultado e o do clube que irá entrar em campo. O valor é entregue em dinheiro e repartido entre todos os jogadores.</SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">Mauro Silva falou ainda que nunca viu o esquema para que se perca uma partida ou falta de emprego para prejudicar um rival.</SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">Ouça o que disse o ex-meio-campista.</SPAN>  <BR> <BR></DIV></DIV><A href="http://www.4shared.com/audio/rtGLuE9E/Mauro_Silva.html" target=_blank>Mauro Silva.wav</A>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[América e Sport jogam pelo ano e contra os próprios problemas]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=71079</link>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 13:45:25 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>América e Sport lutam para voltar à série A. A equipe mineira 10 anos depois do rebaixamento em 2001, os pernambucanos um ano após a queda. A média de público do rubronegro (17.831) é 12 vezes maior do que a do Coelho (1.418). Em campo, amanhã em Sete Lagoas, dois times com virtudes, mas que lutaram durante toda a competição contra seus problemas.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O América tem dificuldades de agredir o adversário. É ótimo no contragolpe e carece de outra opção ofensiva. Sem Luciano e Irênio, caberá aos alas criar as jogadas. Marcos Rocha e Rodrigo dão opção da chegada em diagonal, tabelando com Fábio Jr, ou ainda jogando bem abertos e criando espaço para quem vem de trás – especialmente Leandro Ferreira. A defesa é firme, porém lenta. Quando o América precisa do resultado e se expõe, fica vulnerável no contragolpe.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O time de Geninho concentra sua força no meio-campo. Daniel Paulista e Germano marcam bem e tem razoável saída de bola. Quando funcionam, Marcelinho Paraíba tem espaço para jogar. Magrão, em grande forma, e Ciro, que além de marcar gols tem boa movimentação, são decisivos na equipe. O Sport tem laterais fracos. Renato e Dadá pela direita não se firmaram. O interminável Dutra é seguro e discreto pela esquerda. Igor é lento, Tobi, volante improvisado, é o melhor zagueiro da equipe. </FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Sem André Leone, Dutra, Ciro e Romerito o time pernambucano chega mais fragilizado que o América para a partida decisiva. Pesa contra o América, o péssimo desempenho nos confrontos diretos. Contra Coritiba, Bahia, Figueirense, Sport e Portuguesa, fez 8 dos 27 pontos possíveis – 30% de aproveitamento. O Sport fez 13, em 24 pontos.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Mesmo que vença seus dois jogos, o Sport ainda precisa torcer por um tropeço do América diante da Ponte Preta na última rodada. Com vantagem nos critérios de desempate, o clube mineiro pode garantir o acesso até com um empate, caso a Portuguesa perca para o Ipatinga, em São Paulo.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O jogo que vale um ano para América e Sport será vencido por quem melhor conseguir superar o adversário, evidente. Mas principalmente pela equipe que derrotar também os seus próprios problemas.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Brasil trava no primeiro teste e Argentina quebra tabu de cinco anos ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=70886</link>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 19:44:11 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Foi para a Argentina, a primeira derrota de Mano Menezes a frente da seleção. O gol de Messi quebra um jejum de cinco jogos e também cinco anos sem vitória argentina sobre o time brasileiro. A última, por 3 a 1 em junho de 2005, no Monumental de Nuñez pelas Eliminatórias da Copa da Alemanha. </FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Brasil começou o jogo com a iniciativa. Daniel Alves em velocidade pela direita e André Santos pela esquerda. Ambos, sempre em diagonal. Sem centroavante, cabia à seleção jogar com a bola no chão e foi o que tentou fazer. Ronaldinho Gaúcho, centralizado, participava pouco, mas distribuía bem o jogo. O antídoto argentino era com Messi e Pastore, nas costas de Elias e Ramires. Batista tentava fazer a equipe funcionar com passes curtos, como Barcelona. Para Messi, ser o Messi da Espanha. Para isso, no entanto, faltava marcar pressão, ter laterais bem-avançados e encurralar o adversário. Sem nada disso, a pressão começava, mas morria a frente da área.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>No segundo tempo o Brasil apertou a saída de bola, marcou a frente e foi bem. Pastore e Messi recebiam a bola já quebrada e não rendiam. Lavezzi, aberto no setor de André Santos, era a principal alternativa e evidenciou o problema de marcação pelo lado esquerdo da defesa brasileira. A seleção roubava a bola no campo de ataque, mas com Mascherano não dando espaços a Ronaldinho, não havia criação.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O jogo era administrado até Douglas perder a bola do jogo no meio do campo. Fatal para Messi marcar pela primeira vez, na seleção principal, contra o Brasil. Em renovação tanto Brasil quanto Argentina tinham o principal teste pós-Copa. Mano Menezes mudou mais sua equipe, em relação a que disputou o mundial. Na Argentina, os jovens já haviam sido inseridos para a disputa na África do Sul. Higuaín, Di Maria, Romero estiveram na Copa. O Brasil demora mais para se armar com Neymar, David Luís, Lucas e Elias.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Em um jogo de tantas semelhanças, fez a diferença o talento de um jogador decisivo que hoje o Brasil não tem.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="CLEAR: both"><FONT size=2></FONT></DIV></DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Não há "apito amigo", mas Corinthians foi o mais beneficiado na disputa pelo título ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=70711</link>
		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 23:16:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A polêmica acerca do lance de Gil sobre Ronaldo e o pênalti marcado por Sandro Meira Ricci reabriu a discussão sobre o suposto “apito amigo” a favor do Corinthians. Quero acreditar que não há. Zezé Perrella pode me fazer pensar diferente. Depois de falar em esquema, bandidagem, compra de árbitro, etc. O presidente do Cruzeiro tem em mãos a possibilidade de moralizar o futebol brasileiro. Com 17 anos como dirigente, já viu tudo. Se viu que fal. Se não falar é porque não há nenhum esquema e podemos entender que os erros são frutos do despreparo da arbitragem e nada mais.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Parto do ponto que Zezé não falará nada. Acredito, então, na má qualificação dos árbitros. Sem esquema, mas com erros que beneficiaram o Corinthians. Foram, ao meu entender, nove jogos em que o time paulista foi beneficiado, contra quatro em que o trio de arbitragem errou e lhe prejudicou. O Fluminense foi beneficiado em dois jogos e prejudicado em outros dois. O Cruzeiro teve cinco jogos em que a arbitragem lhe favoreceu e em outros seis foi prejudicado.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A conta não é matemática. É subjetiva. Você leitor, pode ou não concordar, sem problemas. O que está aqui é apenas opinião.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Confira os jogos em que os três postulantes ao título contaram com interferência da arbitragem. Em negrito, os jogos em que houve <STRONG>erro a favor</STRONG>.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"> <BR></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">Corinhtians:</SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"> <BR></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- 2x1 Atlético-PR (1ª rodada) – Marcelo de Lima Henrique marcou pênalti inexistente em Souza e Ronaldo marcou o gol da vitória, aos 38 minutos do 2º tempo.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- 1x0 Fluminense (3ª rodada) – o auxiliar Marcelo Bertanha Barison marcou impedimento em Fred que sofreu pênalti de Felipe. O jogo estava 1 a 0 para o Corinthians.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- 1x1 Palmeiras (12ª rodada) – Jorge Henrique, em impedimento, abriu o placar. Ednilson Corona validou o lance.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- Avaí 3x2 (14ª rodada) – Péricles Bassols não marcou pênalti em Jorge Henrique quando o jogo estava 2 a 1 para o Avaí.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- Cruzeiro 1x0 (16ª rodada) – Sandro Meira Ricci marcou pênalti de Everton que toca, involuntariamente, o braço na bola. Fábio defende.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- 2x1 Vitória (17ª rodada) – Célio Amorim não marcou pênalti sobre Henrique quando o jogo estava 0 a 0.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><EM><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- Atlético-PR 1x1 (20ª rodada) – Jailson Macedo Freitas marcou pênalti irregular para as duas equipes.</FONT></EM></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- Santos 2x3 (24ª rodada) – Carlos Berckenbrock não marcou impedimento de Danilo no gol de Paulo André. O terceiro.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- 1x1 Botafogo (26ª rodada) – Alessandro Rocha Mattos invalidou gol legal de Herrera quando o jogo estava 1 a 1.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- Vasco 2x0 (18ª rodada) – Roberto Braatz não marcou impedimento no 1º gol vascaíno.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- Guarani 0x0 (30ª rodada) – Ednilson Corona anulou gol legal de Ronaldo, assinalando impedimento.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>- 1x0 Cruzeiro (35ª rodada) – Alessandro Rocha Mattos marcou dois impedimentos inexistentes no primeiro tempo. Sandro Meira Ricci marcou pênalti inexistente de Gil sobre Ronaldo.</FONT></STRONG></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"> <BR></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">Fluminense:</SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"> <BR></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>- Ceará 1x0 (1ª rodada) – Paulo César de Oliveira marcou pênalti inexistente, expulso Cássio e ainda mandou voltar a cobrança.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>- Corinthians 1x0 (3ª rodada) – o auxiliar Marcelo Bertanha Barison marcou impedimento em Fred que sofreu pênalti de Felipe. O jogo estava 1 a 0 para o Corinthians.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT size=1>- Atlético-PR 2x2 (31ª rodada) – Wilson Luís Seneme não deu pênalti em Guerrón quando o jogo estava 2x1.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT size=1>- 2x0 Grêmio(32ª rodada) – Héber Roberto Lopes não marcou pênalti em Jonas. O Fluminense vencia por 1 a 0.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"> <BR></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif">Cruzeiro:</SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"> <BR></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT size=1>- Internacional 1x2 (1ª rodada) – Wilson Luís Seneme marcou pênalti, inexistente, para o Cruzeiro quando a partida estava 0 a 0. Vicente Romano Neto assinalou dois impedimentos prejudicando ataques perigosos do Inter.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>- 2x2 Avaí (2ª rodada) – José Antônio Chaves marcou impedimento, anulando gol de Henrique quando o jogo estava 2 a 2.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT size=1>- Guarani 2x2 (3ª rodada) – Júlio César Rodrigues dos Santos assinalou impedimento do atacante Roger, aos 42’ do segundo tempo, anulando o 3º gol do Guarani.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>- 2x2 Grêmio (11ª rodada) – primeiro gol do Grêmio sai de falta lateral que deveria ser um arremesso lateral e Marcelo de Lima Henrique deixou seguir.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT size=1>- 1x0 Internacional (20ª rodada) – Nielson Nogueira Dias deixou de marcar pênalti de Gil em Leandro Damião quando o Cruzeiro vencia por 1 a 0.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT size=1>- 2x0 Ceará (24ª rodada) – Cleriston Clay Barreto apontou impedimento, inexistente, de Marcelo Nicácio aos 42’ do segundo tempo, quando o Cruzeiro vencia por 1 a 0.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>- Santos 4x1 (25ª rodada) – Ricardo de Almeida deu impedimento que não foi de Farias, anulando o gol de Farías. O jogo estava 0 a 0.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>- Grêmio 2x1 (30ª rodada) – Fabrício Vilarinho da Silva marcou impedimento invalidando o gol de Wellington Paulista. O jogo estava 1 a 1.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT size=1>- 3x4 Atlético-MG (31ª rodada) – Sandro Meira Ricci deu pênalti de Werley sobre Edcarlos após agarra-agarra na grande área.</FONT></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>- 0x2 São Paulo (33ª rodada) – Nielson Nogueira Dias marcou pênalti inexistente sobre Ricardo Oliveira. O São Paulo vencia por 1 a 0.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><FONT size=1>- Corinthians 1x0 (35ª rodada) – Alessandro Rocha Mattos marcou dois impedimentos inexistentes no primeiro tempo. Sandro Meira Ricci marcou pênalti inexistente de Gil sobre Ronaldo.</FONT></STRONG></SPAN></DIV>
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		<item>
		<title><![CDATA[ Houve erro, mas também teve jogo no Pacaembu ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=70669</link>
		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 03:57:40 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Houve jogo no Pacaembu. E foi um grande jogo. A arbitragem de Sandro Meira Ricci foi ruim. Errou a marcação de impedimentos contra o Cruzeiro, não deu falta clara sobre Thiago Ribeiro a um passo da grande área e marcou um pênalti inexistente sobre Ronaldo aos 40 minutos do segundo tempo. Há o choque de Gil e Ronaldo. Choque não é sinal de pênalti.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Ao jogo:</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O time de Cuca marcava individualmente. Gil em Dentinho, Léo em Ronaldo, Jonathan em Jucilei, Fabrício em Elias, Henrique pegava Bruno César e Gilberto vigiava Alessandro. Thiago acompanharia Roberto Carlos que não atacou, assim como Ralf que tinha a atenção de Montillo. Assim o Cruzeiro bloqueou o Corinthians. Desarmava bem e tinha a bola para contra-atacar como Tite menos queria: com a defesa, muito lenta, exposta. Montillo abria pelos lados do campo e abria espaço para Fabrício e Jonathan chegarem em velocidade.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Duas finalizações para cada lado no primeiro tempo. Quatro corintianas e duas cruzeirenses no segundo. O Cruzeiro foi melhor. Teve duas chances cara-a-cara. Júlio César não cometeu pênalti em Thiago Ribeiro e salvou o chute de Wellington Paulista. O time mineiro crescia à medida que o Corinthians tentava sair mais. Faltava acertar o tempo para fugir da linha de impedimento. Fabrício parou Elias e ainda saiu para jogar. Lançou, finalizou, arrancou em velocidade. Melhor em campo.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Cruzeiro foi melhor que o Corinthians. A ter um vencedor, em uma partida tão equilibrada, ele deveria ser azul. Fez a diferença os erros da arbitragem. O Corinthians briga para ser campeão e isso não se dá pelo erro de Sandro Meira Ricci. São 63 pontos conquistados.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG><EM><FONT size=2>Ao final do jogo, o presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, e o técnico Cuca, sugeriram “armação” pró-Corinthians. O presidente, mais exaltado, chegou a falar em bandidagem de Sérgio Côrrea e “operação” do arbitro.. Zezé é dirigente do clube há 17 anos. Já viu de tudo no futebol. Se ele sabe de algum esquema, se sabe que há operação e bandidagem que fale. Que ajude o futebol brasileiro. Suposições de dúvidas e sugestões de falta de honestidade todos já viram. O campeonato brasileiro de 2010 pode servir para esclarecer as coisas. Se Zezé souber, que fale.</FONT></EM></STRONG></SPAN></DIV> <DIV style="CLEAR: both"><FONT size=2></FONT></DIV></DIV>
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		<title><![CDATA[Cruzeiro e Corinthians mantêm as bases, mas o jogo será outro um ano depois]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=70611</link>
		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 01:21:56 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: justify;"><font size="2"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Corinthians  e Cruzeiro se enfrentaram pela 31ª rodada do campeonato brasileiro de  2009, no dia 25 de outubro. O jogo no Pacaembu foi vencido pelo Cruzeiro  por 1 a 0 – gol de Gilberto aos 40 minutos do primeiro tempo. Dos 22  jogadores que começaram a partida naquela tarde de domingo, 15 estarão  em campo amanhã. O Corinthians repetirá sete jogadores, o Cruzeiro oito.  A base das equipes é a mesma, o jogo é outro.</span> <br> <br><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Do time de Mano  Menezes, Tite escala Alessandro, Chicão, Willian, Jucilei, Elias,  Dentinho e Ronaldo. Júlio César assumiu o posto de Felipe, Ralf, Roberto  Carlos e Bruno César foram contratados na temporada. A exceção do  goleiro, as outras três peças chegaram para suprir as saídas de André  Santos, Christian e Douglas.</span></font>  <font size="2"> <br> <br><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Do outro lado,  Cuca conta com Fábio, Jonathan, Gil, Fabrício, Henrique, Marquinhos  Paraná, Gilberto e Thiago Ribeiro. Em 2009, Caçapa, Diego Renan e  Guerrón foram os outros titulares. Wellington Paulista, que joga no  amanhã, estava lesionado no ano passado.&nbsp; Hoje, Caçapa é quem não pode  atuar por lesão e Diego Renan era titular até a última rodada. Não fosse  pelos desencontros, a única mudança poderia ser a entrada de Montillo  no time – além da troca de treinador.</span></font>  <font size="2"> <br> <br><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Os nomes são  praticamente os mesmos, mas as coincidências do confronto acabam por aí.  O Corinthians foi o 12º melhor mandante do último campeonato, com 32  pontos ganhos em casa. Hoje, já tem 41. O time paulista, mais  interessado pela disputa, usa bem o fator campo. Adianta as peças do  meio-campo e pressiona o adversário na defesa. Tem intensa movimentação  de Elias, Jucilei e Bruno César, que confundem a marcação. O time de  2009 era mais estático. Jorge Henrique aberto pela esquerda, Dentinho  pela direita, Elias e Edu se aproximando.</span></font>  <font size="2"> <br> <br><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O time de Cuca  tem a mesma estrutura que tinha o de Adilson. Ano passado, o Cruzeiro  teve o melhor desempenho fora de casa do campeonato - o que se repete na  temporada atual. A mudança é na forma de conseguir os resultados.  Adilson Batista primava pela posse de bola. Jogasse onde fosse, a equipe  mineira rodava a bola, tinha paciência para definir as jogadas. O  Cruzeiro atual é mais agudo. Se protege melhor, com praticamente só  Fabrício saindo, entre os volantes. A saída passa mais pela bola longa e  a jogada tem, quase sempre, a participação de Montillo.</span></font>  <font size="2"> <br> <br><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">No ano passado,  quem deu as cartas foi o Cruzeiro. Anulou um Corinthians sem ideias, e  para isso não deixou o time alvinegro ter a bola. No jogo de sábado, os  paulistas terão a bola, mas encontrarão um adversário que sabe se fechar  e tentará ser letal no contragolpe. É jogo de vida ou morte. Uma  decisão para chegar a decisão de quem disputa o título com o Fluminense  nas últimas três rodadas.</span></font>  </div>  
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		</item>
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		<title><![CDATA[Palmeiras sem criatividade, mas a quatro jogos da Libertadores ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=70527</link>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 15:40:57 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A classificação do Palmeiras, contra os reservas do Atlético pode ser vista por dois ângulos. O primeiro pelas dificuldades que teve para passar pelos reservas de Dorival Jr. O segundo pela proximidade da Libertadores e a possibilidade de salvar o ano. O time de Luís Felipe Scolari carece de criatividade e não se priva de riscos na defesa. Já na partida em Sete Lagoas, o Atlético criou dificuldades. No Pacaembu, o time mineiro jogava melhor até o gol de Marcos Assunção.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A equipe tem dois jogadores de qualidade para decidir jogos: Kléber e Valdivia. Com mais uma contusão do chileno (de novo no primeiro lance que participou), o time depende de lançar a bola para Kléber e esperar que algo aconteça. Se bem marcado, a chance passa a ser a bola parada com Marcos Assunção. Foi assim, na cobrança de escanteio, que saiu na frente. </FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Antes disso, o Atlético chegava com a bola longa de Mendéz e a velocidade dos atacantes. Tivesse Tardelli em campo, talvez não tivesse perdido as chances que teve Ricardo Bueno e o jogo seria outro. Apenas com reservas, os mineiros bloqueavam bem e tinham muita movimentação na frente. Sem entrosamento, o Atlético pecava na saída de bola e foram assim as principais chances do Palmeiras na partida.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A pouca produção do time é motivo para Scolari se preocupar. Depois de tatear e chegar a escalar seis volantes em campo, Felipão parece disposto a deixar a equipe protegida e apostar na qualidade dos homens de frente para vencer as partidas. O ângulo otimista é que restam quatro partidas para chegar à Libertadores. O Palmeiras pode ter ainda um 2010 melhor que o do rival Corinthians, por exemplo. Se vencer a Sul-Americana e o alvinegro for vice-campeão brasileiro, os dois disputarão a Libertadores em 2011 e o Palestra fecha a temporada com um título internacional.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Para isso, a bola parada de Assunção e a qualidade de Kléber poderão ser o suficiente. Não é possível mais contar com Valdivia. Mas é bem possível contar quatro jogos.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
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		<title><![CDATA[Ney Franco pagou a conta que não era dele e ainda reformou a casa]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=70473</link>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 18:24:15 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Ney  Franco disse que pagou sua dívida. O acesso de volta para a série A,  passa pelo treinador. A queda teve a presença de Ney, mas não culpa. O  treinador assumiu o Coritiba na 18ª rodada com 16 pontos.  O  aproveitamento era de 29%. Mesmo com o rebaixamento, fez 29 pontos em 20  partidas, 48% dos pontos conquistados.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">Ney  conseguiu montar um time de baixo custo e boa produção. Enrico,  Leonardo, Rafinha, Léo Gago. Foram apenas 12 derrotas no ano. Estadual  conquistado no primeiro semestre e acesso à Série A garantido com três  rodadas de antecedência.</font></div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2"> <br></font> </div><div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"><font size="2">O  treinador não tinha nenhuma dívida. Mesmo se tivesse, teria pago com  juros e correção. Como Ney Franco vai coordenar as seleções de base e  dirigir a equipe sub-20, a partir de dezembro, o Coxa terá de procurar  outro treinador. Ney Franco pagou a conta que não era dele e aidna deixa  fez ótimas reformas na casa para o próximo locatário.</font></div>  
		]]>
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		<item>
		<title><![CDATA[Cruzeiro consistente, como o que cresceu no campeonato ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=70256</link>
		<pubDate>Sun, 07 Nov 2010 21:51:37 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Lembra do Cruzeiro que era consistente e vencia por 1 a 0 a maioria do seus jogos? Esse time voltou. Com três zagueiros e Montillo avançado ao lado Thiago Ribeiro, o time de Cuca tinha bom toque de bola no meio-campo, mas pecava na hora de definir o lance. O time mineiro construía jogo pela direita e cruzava na área buscando Diego Renan (!?). O gol da vitória, creditado a Thiago Ribeiro, sai em cruzamento despretensioso que Jonas empurra para o fundo do gol.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>No setor defensivo, o time era consistente. Fábio precisou fazer duas boas defesas, uma bola acertou a trave, mas o Vitória só chegou na bola parada de Ramon. O Cruzeiro pôde ainda matar o jogo no segundo tempo, com o contragolpe bem tramado. Montillo e Thiago Ribeiro voltaram a jogar bem e se entendiam na saída pela direita. Gilberto entrava em diagonal para finalizar com perigo.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Cuca mudou o Cruzeiro para enfrentar o Vitória. O treinador entendia que precisava de um fato novo e escalou três zagueiros – o que não fazia desde a última rodada do primeiro turno, contra o Palmeiras. Para a próxima rodada, contra o Corinthians, o treinador ganha Fabrício e poderá ter novamente Wellington Paulista.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O jogo da próxima semana terá frente a frente o segundo melhor ataque (58) contra a segunda melhor defesa (34) – o texto foi escrito antes da partida entre Fluminense, que sofreu 33 gols, e Vasco. O mandante que mais pontuou (41 pontos) contra o visitante mais eficaz do campeonato (28 pontos). O Cruzeiro que venceu os jogos mais difíceis foi o time do 1x0. Foi assim contra Corinthians, Fluminense e Internacional. Consistente, sem dar grandes chances ao adversário e aproveitando as poucas chances que criou.</FONT></SPAN></DIV><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2> <BR></FONT></DIV></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A vitória cruzeirense em Salvador garante ao jogo do Pacaembu status de final de campeonato. Final que pode ter um terceiro interessado. O Brasileirão está fervendo.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
		]]>
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		<title><![CDATA[Empate entre passado e presente de Dorival Jr.]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=70252</link>
		<pubDate>Sun, 07 Nov 2010 15:19:13 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P align=justify><FONT size=2 face="Arial, Helvetica, sans-serif">Marcelo Martelotte optou por um Santos mais precavido contra o Atlético, em Sete Lagoas. Adriano Bispo e Possebon davam mais consistência, mas menos mobilidade ao time paulista. O Atlético, mais uma vez com dois meias e dois homens na frente, tentava prensar o Peixe no seu campo e se preocupava com Neymar no contragolpe. Com muita chuva e dois apagões, a partida teve ainda alta velocidade. Marca deixada por Dorival Jr. no Santos e, por vezes, já notada no Galo.</FONT></P> <P align=justify><FONT size=2 face="Arial, Helvetica, sans-serif">A marcação atleticana começou errada. Zé Luís tentou cobrir Rafael Cruz, abriu espaço para Neymar. Rever recuou e o atacante abriu o placar. Quando Serginho passou a marcar o camisa 11 santista, o Atlético cresceu. O volante atleticano foi o melhor em campo (ao próprio do lado Neymar). Evitou o contragolpe do Peixe e ainda conseguia puxar os contragolpes. Foi dele o passe para Diego Tardelli empatar o jogo.</FONT></P> <P align=justify><FONT size=2 face="Arial, Helvetica, sans-serif">Faltava ao time mineiro ter maior participação de Diego Souza e Renan Oliveira. Rodava a bola à frente da área, mas com os meias tocando para o lado e para trás, não havia como criar. Os dois fizeram a jogada do segundo gol, marcado por Obina. O antídoto de Martelotte era fazer o Santos voltar a ser o time ofensivo de outros jogos. Para isso tinha Alan Patrick e Marcel em campo. O time passou a ser mais veloz, mais ofensivo e chegou ao empate com a falha de Renan Ribeiro. 39º gol de Neymar na temporada, um a menos do que Jonas – artilheiro do Brasil.</FONT></P> <P align=justify><FONT size=2 face="Arial, Helvetica, sans-serif">Empate justo, para duas equipes com pinceladas de Dorival Jr. O Santos ainda se parece com a equipe montada pelo treinador e o Atlético demonstra o mesmo em alguns momentos. Ao clube paulista, com ou sem o empate, depois de sábado vem o domingo. Para o Atlético, perder pontos, mesmo sem jogar mal, é perigoso. Se o empate foi bom ou não, só em dezembro para ter certeza.</FONT></P>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Derrota não é trágica, mas tira do Cruzeiro o direito de errar]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=70061</link>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 03:57:37 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O São Paulo com Fernandão, Lucas, Dagoberto e Ricardo Oliveira e o Cruzeiro com Gilberto, Montillo, Thiago Ribeiro e Robert prometiam fazer um jogo aberto. Paulo César Carpegiani não entendeu assim. Fechou o seu time com Carlinhos Paraíba e Rodrigo Souto à frente da defesa, uma linha com Lucas pela direita, Dagoberto por dentro e Fernandão pela esquerda. Ricardo Oliveira isolado.. O erro do time paulista foi deixar Fernandão na marcação de Jonathan. O cruzeirense levava a melhor e, com Dagoberto centralizado, Henrique o vigiava e o contragolpe não saia.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Pela direita, o Cruzeiro chegava com Jonathan, mais Thiago Ribeiro e Montillo. A tentativa era a de chegar à linha de fundo e cruzar para Robert. Jogada que consagrou os zagueiros do Tricolor. No primeiro tempo, Dagoberto quase abriu o placar quando trocou de posição com Fernandão e apareceu nas costas de Jonathan para encobrir Fábio e Edcarlos salvar sobre a linha. No início da etapa final, Fernandão recua para armar no círculo central. A senha para Lucas e Dagoberto entrarem em diagonal e Lucas abrir o placar.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Cuca não podia deixar seu time mais ofensivo, senão daria o contragolpe para o São Paulo. Tentou soltar mais Diego Renan, Jonathan virou ponta e Fabrício tentou ser meia. Não deu certo. Em jogada de Ricardo Oliveira, Léo coloca o braço no peito do atacante, fora da área. Choque não é sinal de falta. O lance foi normal e foi fora da área. Não foi por isso que o Cruzeiro perdeu. O São Paulo era soberano em campo e apenas o acaso de um lance fortuito poderia mudar o resultado. Rogério Ceni marcou seu sexto gol em Fábio, sua maior vítima. Sexto gol no Cruzeiro, o Palmeiras é quem mais levou gols do goleiro: sete.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O São Paulo de Carpegiani, como foi dito neste espaço após a vitória sobre o Atlético-PR, é melhor. Venceu cinco dos seis jogos que fez sob o comando do torcedor. Mais rápido, mais envolvente e mais solto.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Segue o tabu: nas últimas 13 partidas entre as equipes pelo campeonato brasileiro, oito vitórias paulistas e cinco empates. Com três derrotas nas últimas quatro rodadas, o Cruzeiro precisa de 13 pontos nos últimos 15 para chegar aos 70 pontos - que Cuca acredita ser o suficiente para ser campeão. Um ponto atrás do Fluminense, a derrota não é uma tragédia, mas passa a oportunidade de ser líder a cinco rodadas do fim.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
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		<item>
		<title><![CDATA[América ainda é favorito à vaga, mas precisa aprender a atacar]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=69964</link>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 12:28:05 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Contra o Paraná Clube, o América chegou a quarta derrota nas seis últimas rodadas, permitindo que o Sport tirasse cinco pontos de diferença e esteja, hoje, a um ponto do quarto colocado. A queda de produção preocupa para as cinco rodadas finais, quando a equipe mineira terá de enfrentar Guaratinguetá e depois uma sequência difícil com Bahia, São Caetano, Sport e Ponte Preta – com dois jogos no interior paulista.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Os dois confrontos mais complicados do time de Mauro Fernandes serão disputados na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. O que pode ser bom para o América, desde que passe a ser uma equipe que saiba atacar. Desde o ano passado, no time montado por Givanildo de Oliveira, com três zagueiros para a disputa da série B, o Coelho é forte na defesa e rápido no contragolpe. Em muitos jogos como mandante teve problemas para fazer o primeiro gol e conseguiu deslanchar depois do adversário ter de se abrir mais.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Foi assim contra equipes frágeis como América-RN e Santo André. Quando encontrou adversários mais fortes, teve problemas. No primeiro turno, perdeu para Náutico e Ponte Preta – que na época brigavam na parte de cima da tabela. No segundo, empatou com Coritiba e perdeu da Portuguesa. Bahia e Sport, adversários que vai receber em Minas, são, respectivamente, primeiro e quarto melhor visitante da Série B.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O América ainda é favorito para ficar com uma vaga na primeira divisão. Tem um ponto de frente e levará vantagem em um possível empate em número de pontos com o Sport, graças ao número de vitórias. Apesar das dificuldades em Sete Lagoas, decidirá em casa o confronto direto. O Coelho tem problemas para resolver. Para chegar à Série A, terá que continuar bem nos contra-ataques, mas também vai precisar aprender a atacar.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
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		<title><![CDATA[Cruzeiro faz sua parte e espera erro do Fluminense para dar o bote ]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=69788</link>
		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 23:27:38 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV class="post-body entry-content"> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O jogo em Presidente Prudente podia pintar como fácil para o Cruzeiro. O time da casa, lanterna e com 10 desfalques, carecia de qualquer qualidade, mas as sete derrotas em 15 jogos no Prudentão foram por um gol de diferença. E mais: Corinthians (2x2) e Fluminense (1x1) perderam pontos no interior paulista. Em campo, o time de Cuca foi soberano. Não que tenha sido brilhante, mas não deu chance ao adversário.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Com Gilberto entre os titulares, Thiago Ribeiro jogou mais centralizado, ao lado de Robert, e sumiu do jogo. Montillo foi discreto pela direita e coube a Gilberto, do outro lado, organizar o time mineiro. Depois do belo gol de Léo, batendo de longe, o Prudente tentou sair liberando João Victor pela direita e com Adriano Pimenta se aproximando dos atacantes. Sobrava espaço para o contra-ataque que nascia sempre com Gilberto. Assim foi o segundo gol. Passe espetacular do camisa 7 para Robert escorar.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>No segundo tempo, o Cruzeiro aproveitou a vantagem, não assustou e segurou o lanterna. O time parecia se poupar para o jogo de quarta-feira contra o São Paulo. Para vencer o Tricolor, vai precisar jogar mais. Repetir as partidas que fez em Uberlândia quando venceu Corinthians, Flamengo, Internacional e Fluminense antes de perder para o Atlético.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Se a próxima rodada é complicada para os mineiros, para os cariocas é ainda mais: o Fluminense vai ao Beira-Rio enfrentar o Internacional. Hora boa para o bote.</FONT></SPAN></DIV></DIV>
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		<title><![CDATA[São Paulo mostra crescimento, mas qual é o alvo?]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=69708</link>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 10:23:11 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Sem Fernandinho e Lucas, Paulo César Carpegiani abriu mão da velocidade e apostou na posse de bola, com Casemiro e Fernandão. Deu certo. Fernandão se aproximava de Dagoberto, jogando por dentro, e Ricardo Oliveira – melhor do jogo na Arena Barueri. Foi do centroavante o primeiro gol aos 12 minutos.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Atlético Paranaense era uma equipe bem diferente da que Carpegiani treinou. Isso por conta dos desfalques de Sérgio Soares. Branquinho, Rodolpho, Paulo Baier, Élder Granja e Maikon Leite. O Furacão perdeu sua espinha dorsal e a solução foi escalar uma equipe com marcação forte, a fim de forçar o erro do adversário e sair com a velocidade de Guerrón e Bruno Mineiro. Também deu certo. O equatoriano aproveitou falha de Casemiro e empatou a partida.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Carpegiani percebeu a armadilha. Só com movimentação, venceria o bloqueio rubro-negro no meio. Por isso promoveu Marlos no segundo tempo na vaga de Casemiro. Carlinhos Paraíba voltava para ajudar na saída de bola. Após o gol de Miranda, o Tricolor foi quem armou o bote. Marlos pela direita, Dagoberto pela esquerda (os dois sempre em diagonal), Fernandão distribuindo e Ricardo Oliveira na frente. Nos contragolpes, o São Paulo poderia ter definido o jogo, mas falhou. Permitiu ao Atlético ter a bola. Não deu ao Furacão o que fazer com ela.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O Atlético venceu uma nas últimas seis rodadas e parece perder fôlego no final da competição. Já o São Paulo de Carpegiani já é mais rápido, tem participação coletiva de peças como Dagoberto e Marlos, mas uma defesa ainda exposta. Os atacantes precisam ajudar mais do que o primeiro combate. A mira de ambos é o Botafogo, um ponto acima. Dependendo do resultado final da Sul-Americana, o alvo pode ser o terceiro colocado – hoje o Cruzeiro, com sete pontos a mais.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>As duas equipes precisam fazer sua parte até dezembro, mas contar também com os estrangeiros da competição continental. Um ponto é possível para ambos. Sete é demais.</FONT></SPAN></DIV>
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		<title><![CDATA[Dorival Jr. vê bons reservas, Scolari não quer ver problemas]]></title>
			<author><![CDATA[Marcelo Bechler]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/marcelobm/blog/marcelobm?tv_pos_id=69628</link>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 02:55:28 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Luís Felipe Scolari não viu Valdívia machucado logo com um minuto de jogo. Achou que os 18 minutos que o chileno esteve em campo foram bons – e se no próximo jogo forem 10 minutos, “melhor ainda”, disse o técnico.. Claro que Scolari não pensa assim. Valdívia estava visivelmente lesionado durante o aquecimento, 30 minutos antes da bola rolar. Felipão não viu.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Não viu também que Dorival Júnior escalou o time reserva, mas com Diego Macedo bem aberto, levando Luan para o lado do campo, com Neto Berola e Ricardo Bueno também abertos, entrando em diagonal, com Daniel Carvalho aproveitando o espaço deixando no meio. No primeiro tempo, depois de Renan Ribeiro salvar finalização cara-a-cara com Kléber, o time paulista viram, mas não alcançaram, os mineiros. Mendéz marcava bem, fazia a bola girar com velocidade e lançava o time melhor ainda. Deu a aceleração que Dorival Jr. tanto trabalha em suas equipes.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quando Neto Berola deixou o campo, com ele se foi a velocidade do Atlético. Com Gabriel Silva recuado, Luan e Márcio Araújo mais a frente, o Palmeiras foi quem mandou no jogo. Kléber abriu o placar e poderia ter feito o segundo, caso Marcelo de Lima Henrique confirmasse o pênalti de Jairo Campos em Lincoln. Pênalti marcado, mas depois anulado, ou cancelado, ou desmarcado (me falta o termo, dada a raridade do lance) pelo auxiliar Erich Bandeira, assinalando corretamente impedimento. Bandeira, no entanto, não ergueu seu sobrenome no momento em que Lincoln recebeu a bola. Chamou o árbitro muito depois da penalidade. Aproveito para convidar, você leitor, a lembrar de outro caso de pênalti marcado e desmarcado, na sequência.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O empate atleticano sai em pênalti “à brasileira” sobre Obina. Jogada parecida com a de Werley sobre Edcarlos, no clássico mineiro do domingo. Há o braço, há o contato, não há falta. Revolta palmeirense e empate justo no final do jogo.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Resultado bom para o Atlético que mostra o crescimento de jogadores até então deixados de lado, como Édson Mendéz. Empate ruim para o Palmeiras. Além de perder a chance contra os reservas do adversário, pode ter perdido também seu principal articulador.</FONT></SPAN></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></FONT></DIV> <DIV style="TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Scolari não vê assim. Vê perseguição dos jornalistas. O técnico campeão do mundo ainda não chegou ao Palmeiras. O que brada e atira para todos os lados, sim. Da mesma forma que Felipão não viu Valdívia machucado, não consigo ver, além do futebol mediano, tantos motivos para irritação do treinador.</FONT></DIV>
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