Sexta-feira, 10 de abril de 2015 16:43

Recalls da Jaguar e Land Rover, e Volkswagen

A Jaguar e Land Rover Brasil Importação e Comércio de Veículos Ltda. protocolou a ampliação da campanha de chamamento para verificação, reposicionamento ou, se necessário, substituição da mangueira de vácuo do sistema de freio dos veículos Range Rover Vogue e Range Rover Sport, fabricados entre agosto de 2012 a fevereiro de 2015.

De acordo com a Land Rover, a ampliação do recall, iniciado em 26 de março deste ano, abrange 51 veículos colocados no mercado de consumo, com numeração de chassi, não seqüencial, compreendida entre o intervalo SALGA2EFXDA104430 a SALGA2F9EA127862, para os modelos Range Rover Vogue; e SALWA2EFXEA304382 a SALWA2VF5FA616286, para os veículos Range Rover Sport.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que o fornecedor repare ou troque o produto defeituoso a qualquer momento e de forma gratuita. Se houver dificuldade, a recomendação é procurar um dos órgãos de proteção e defesa do consumidor.

Quanto aos riscos à saúde e à segurança, a empresa destacou a “possibilidade da mangueira de vácuo do sistema de freio estar posicionada incorretamente”. Diante disso, “caso a mangueira de vácuo do sistema de freio esteja posicionada incorretamente, a mesma poderá sofrer atrito com a polia e a correia auxiliar do motor e se desgastar. Tal desgaste poderá causar a perda da assistência de vácuo e afetar a eficiência do sistema de freio, podendo deixar o pedal de freio mais duro e aumentando a distância de frenagem, o que aumentará de maneira significativa o risco de acidente, com possibilidade de danos físicos e/ou materiais aos ocupantes e/ou terceiros, inclusive com risco de morte”. Mais informações podem ser obtidas por meio do telefone 0800 012 2733 ou pelo site www.landrover.com.br .

Outra montadora alerta o consumidor para a segunda fase do recall do Jetta 2.0l Total Flex. A Volkswagen do Brasil Indústria de Veículos Automotores Ltda. deu início à segunda etapa da campanha de chamamento para realizar a inspeção dos braços do eixo traseiro e instalação de um componente adicional na região interna dos braços do eixo dos veículos Jetta 2.0l Total Flex, ano/modelo 2011, 2012 e 2013, fabricados entre junho de 2010 e julho de 2013.

De acordo com a Volkswagen, o recall abrange os 31.894 veículos colocados no mercado de consumo e anteriormente convocados, com numeração de chassi, não sequencial, compreendida entre os intervalos BM001374 a DM097942.

O CDC determina que o fornecedor repare ou troque o produto defeituoso a qualquer momento e de forma gratuita. Se houver dificuldade, a recomendação é procurar um dos órgãos de proteção e defesa do consumidor.

Quanto aos riscos à saúde e à segurança envolvidos, a Volkswagen declarou que “veículos que sofreram colisão traseira ou lateral-traseira, severa o suficiente para causar deformação em um ou ambos os braços do eixo traseiro, podem ter a durabilidade do componente reduzida”, de modo que “se este dano não for detectado e reparado, a utilização contínua do veículo nesta condição poderá, em casos específicos, ocasionar, sem prévio alerta, a ruptura súbita do braço do eixo traseiro e a perda de controle do veículo, com risco de acidente e danos materiais e físicos aos ocupantes e a terceiros”. Mais informações por meio do telefone 0800 019 8866 ou pelo site www.vw.com.br .

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Terça-feira, 07 de abril de 2015 20:28

Indício de venda casada em concessionária da Hyundai

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Procon-MG, abriu investigações preliminares para apurar indícios de venda casada de veículos e de serviço de emplacamento supostamente praticado pela concessionária da Hyundai CAOA do Brasil Ltda., em Belo Horizonte, bem como de possível falta de peças de reposição por parte da montadora de veículos CAOA Montadora de Veículos S.A., mais conhecida pela marca Hyundai.

O Procon-MG ressalta a possibilidade de consumidores de veículos da Hyundai que tenham sido lesados pelas práticas reclamarem no portal do MPMG. Segundo o órgão, as informações encaminhadas poderão subsidiar as investigações e a tomada de providências.

Além disso, o Procon-MG determinou à CAOA Montadora de Veículos que encaminhe, no prazo de 30 dias, cópias da ordem de serviço e da nota fiscal dos consertos relativos às reclamações encaminhadas realizados em suas concessionárias.

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Terça-feira, 31 de março de 2015 07:00

Planos de saúde na liderança das queixas de 2014

Os planos de saúde mantêm a liderança de reclamações pelo terceiro ano consecutivo, de acordo com levantamento de atendimentos do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), realizado em 2014, seguido pelo segmento de serviços financeiros e pelo setor de telecomunicações, na terceira posição. Cama a atenção que os três setores que lideram o ranking são regulados por órgãos federais.

No total, foram registradas 11.161 demandas, das quais 4.688 referem-se a dúvidas sobre os processos judiciais, sobretudo os de planos econômicos. Os números indicam que as queixas sobre planos de saúde seguem campeãs de insatisfação, apesar da porcentagem ter caído em relação a 2013, de 26,66% para 19,83%. Reajustes abusivos e negativa de cobertura continuam entre os aborrecimentos mais frequentes. O segmento de serviços financeiros, responsável por 15,33% dos registros, manteve-se como o segundo assunto mais demandado ao Idec, assim como nos últimos dois anos - 2012 e 2013.

Em 2014, as dúvidas e queixas sobre telefonia móvel e fixa, TV por assinatura e banda larga assumiram a terceira posição do ranking de atendimentos do Idec, com 13,71% dos atendimentos. A quarta posição agora é ocupada pelo tema produtos, com 12,72% das demandas - em 2013, figurava na terceira colocação. Nessa categoria estão eletroeletrônicos, alimentos e medicamentos, por exemplo.

Juntos, os quatro assuntos representam 61,59% dos atendimentos feitos pelo Idec em 2014. Outro detalhe que chama a atenção é o fato de que os três setores que lideram o ranking são regulados por órgãos federais: a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Banco Central e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), respectivamente. “Para o Idec, é sinal de que a atuação das agências não tem sido eficiente para coibir abusos contra o consumidor. Continuaremos empenhados em cobrar regras melhores e mais fiscalização das agências, a fim de proteger os consumidores", garante Elici Bueno, coordenadora executiva do Instituto.

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Segunda-feira, 30 de março de 2015 15:33

Taxa extra cobrada em partos é ilegal

O Ministério Público Federal (MPF) expediu recomendação na última semana alertando as operadoras de planos de saúde a suspenderem a cobrança de honorários médicos dos beneficiários, quando solicitado que determinado profissional fique disponível para a realização de parto, normal ou cesárea – a chamada taxa de disponibilidade. A cobrança extra já é proibida pela Lei Federal 9.656/98,que regulamenta o setor da saúde suplementar no Brasil e determina que planos e seguros privados de assistência à saúde têm de cobrir integralmente as despesas com honorários que ocorram durante a internação, incluindo obstetrícia. Contudo, a maioria dos planos de saúde no Brasil paga taxas de disponibilidade de poucas horas aos médicos, o que abre precedente para a cobrança extra dos profissionais praticada no Brasil.

Mariane Guimarães de Mello Oliveira, procuradora da República em Goiás, que participa do Grupo de Trabalho de Planos de Saúde da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão (Consumidor e Ordem Econômica) do MPF junto a outros quatro procuradores – cada um representando uma região do país –, explica que a recomendação foi feita pelo grupo à Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abremge), à Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), à Confederação Nacional das Cooperativas Médicas (Unimed) e à União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas). As quatro organizações terão de notificar os prestadores de serviços médicos sobre a ilegalidade da cobrança.

A procuradora avalia que a maioria das brasileiras prefere que o médico que as acompanhou durante o pré-natal também esteja disponível para realizar o parto. “Existe uma questão cultural de que a brasileira só confia naquele que a acompanhou durante toda a gestação para o momento do parto. Assim, elas acabam estabelecendo uma relação de confiança com os médicos e querem que eles estejam disponíveis a qualquer momento para realizar o parto normal. Diante dessa insegurança da mulher em confiar na possível equipe médica de plantão oferecida pelo plano de saúde que ela já paga, muitas acabam arcando com a taxa extra, que costuma chegar a R$ 5 mil. Muitos médicos já avisam na primeira consulta do pré-natal que o valor é esse e que ele pode ser parcelado em nove meses. As mulheres acabam acuadas na situação e pagam pelo fato de não confiar no sistema de saúde ou mesmo por medo de correr o risco de não encontrar plantonistas e equipes qualificadas no momento do parto. O grande problema da cobrança ilegal da taxa de disponibilidade é a vulnerabilidade das gestantes, que muitas vezes não têm coragem de denunciar o médico de confiança e sentem-se coagidas a pagar”, explica.

Mariane de Mello defende inclusive que é legítimo que os médicos recebam essa taxa de disponibilidade. “O profissional deve ser bem remunerado, já que ficará à disposição da gestante aos sábados, domingos, feriados, inclusive durante a madrugada. Contudo, a cobrança ao beneficiário é totalmente proibida. Cabe aos planos de saúde pagarem uma taxa compatível com o compromisso do médico, que estará pronto para atender a paciente a qualquer momento. Afinal, a consumidora já arca com o valor do plano de saúde com a cobertura hospitalar obstetrícia.” A procuradora esclarece ainda que o que precisa mudar e funcionar no sistema de saúde privado, principalmente, é uma escala de plantão de qualidade. “Assim, a gestante passa a confiar no plantonista, já que nenhum médico é obrigado a atender aos domingos e feriados fora de seus plantões. O plano e o hospital têm que garantir bons plantonistas, equipe multidisciplinar de apoio e de laboratório”, defende.

Vulneráveis 

De acordo com a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci, a polêmica que envolve a cobrança da taxa de disponibilidade extra ao beneficiário do plano de saúde fere dois princípios estabelecidos pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), o da vulnerabilidade do consumidor e da presunção da boa-fé. “Além disso, como existe uma relação contratual entre o consumidor e o plano de saúde, ela não pode ser limitadora, nem abrir espaço para o descumprimento das cláusulas do contrato. A gestante, que paga pelo convênio com a cobertura obstetrícia integral tem direito a todos os procedimentos, sem nenhum gasto além do previsto em contrato. Se a consumidora já paga pelo plano, ela não deve desembolsar mais nada”, destaca. Maria Inês Dolci entende que as operadoras de saúde devem começar a repensar a venda das modalidades dos planos, considerando principalmente que a gestante cria um vínculo de confiança com seu médico, que já conhece o histórico da paciente e deve ser melhor remunerado para despender de maior tempo e atender aquela cliente específica quando for preciso. “Os planos devem resolver a questão sem dar brechas para que o consumidor saia prejudicado”, reforça.

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Segunda-feira, 02 de fevereiro de 2015 17:35

Dicas para economizar na conta de luz

Em tempos de reservatórios vazios e pouca chuva, o consumidor deve ficar atento, pois se não economizar, a conta certamente virá mais cara. É o que dita o novo sistema adotado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para estabelecer o custo da energia para os consumidores a cada mês. Desde janeiro de 2015, o valor cobrado na conta de luz depende da cor da chamada “bandeira tarifária”, em que o custo varia de acordo com as condições de geração energética do país.

O sistema implantado pela Aneel define três cores: verde, para a qual a tarifa não sofre reajuste; amarela, na qual é cobrado R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos; e vermelha, cujo acréscimo é de R$ 3,00 para cada 100 kWh. No mês de fevereiro/15 a cor da bandeira é vermelha. A divulgação da cor para cada mês é feita no final do mês anterior. Esse calendário está disponível no site da Aneel .

Apesar de significar aumento na conta de luz, o sistema de bandeiras tarifárias permite que o consumidor saiba com antecedência se o preço a pagar será mais caro ou não. Assim, para evitar surpresas desagradáveis no final do mês, ele deve ficar atento e evitar o desperdício de energia. Quaisquer dúvidas referentes ao sistema de bandeiras tarifárias devem ser encaminhadas à concessionária de energia elétrica ou à Aneel, pelo telefone 167.

O Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) dá algumas dicas para o consumo consciente em casa:

- Prefira as lâmpadas fluorescentes. Elas costumam durar mais que a incandescentes e são bam mais econômicas.
- Evite deixar lâmpadas acesas em cômodos onde não haja ninguém.
- Chuveiro e ferro elétrico são grandes gastadores. Tome banhos mais rápidos e acumule bastante roupa lavada para passar tudo de uma só vez.
- Aparelhos em modo stand-by, apesar de desligados, gastam energia para manter aquela luzinha acesa. Se não os utilizar por muito tempo, desligue-os da tomada.
- Paredes e teto com cores claras refletem melhor a luz e demandam lâmpadas menos potentes. Durante o dia, deixe as cortinas e persianas abertas para aproveitar ao máximo a luz solar.
- Retire o carregador de celulares da tomada quando não o estiver usando.
-  Nunca use a parte de trás da geladeira para secar roupas. A borracha de vedação da porta deve estar em bom estado. Além disso, não coloque alimentos quentes na geladeira, pois isso vai fazer com que ela funcione mais tempo para resfriá-los.
- Ao comprar eletrodomésticos, observe o selo Procel, que indica quais modelos consomem menos energia.
- Se for viajar, retire todos os equipamentos de suas tomadas, exceto a geladeira, caso decida manter nela produtos perecíveis.

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Quinta-feira, 11 de dezembro de 2014 16:13

Planeje os gastos de fim de ano

O professor de economia da Estácio, Alessandro Patto, dá dicas ao consumidor de como planejar os gastos de fim de ano, época em que muitas famílias acabam estourando o orçamento, especialmente neste momento delicado da economia brasileira. Confira as orientações de como gastar o dinheiro de forma inteligente e começar 2015 sem dívidas:

1. Some todas as receitas (salário, 13º, férias, bônus) e diminua de todas as despesas fixas. O valor dos presentes não pode ser maior do que essa sobra;

2. Dê presentes que cabem no seu orçamento;

3.
Em casos de presentes mais caros, poupe para comprar à vista, negocie descontos e fuja dos parcelamentos;

4. Se não puder pagar à vista, certifique-se de que as parcelas cabem no seu orçamento;

5. Antes de comprar, reflita se realmente o produto é necessário ou apenas uma compra de impulso;

6. Lembre-se que janeiro é um mês de despesas altas (IPVA, IPTU, material escolar), por isso, reserve parte do 13º para esses custos;

7. Se for viajar e não tiver planejado a viagem, opte por destinos mais baratos, já que os preços dos pacotes são mais caros na alta temporada;

8. Financiar as compras de fim de ano é um forte indício de que você está exagerando, portanto cuidado para você não encerrar o ano velho e começar o ano novo cheio de dívidas.

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Sexta-feira, 28 de novembro de 2014 15:25

Aproveite a Black Friday sem prejudicar o bolso

Por Marina Rigueira

Os descontos podem ser tentadores, mas comprar por impulso pode levar o brasileiro ao superendividamento. Confira as dez dicas da Serasa Experian para ajudar o consumidor a aproveitar a Black Friday sem prejudicar o bolso e ser vítima de fraudes:

1) Antes de ir às compras nesta Black Friday, veja o quanto pode gastar. Faça um levantamento das dívidas fixas e as contas já assumidas ou previstas que possui;

2) Planeje as compras. Reflita se está realmente precisando daquele produto. Discuta a necessidade da compra com a família.

3) Faça uma lista dos itens que pretende comprar. Essa é uma das regras básicas para evitar gastar por impulso. Com o papel nas mãos, o consumidor só vai atrás dos produtos que realmente estão na lista, sem cair em tentação;

4) Cuidado com descontos milagrosos. Pesquise preços, para saber se está mesmo fazendo um bom negócio ao comprar o produto no período da Black Friday;

5) Evite cair em golpes. Se for comprar um produto para receber posteriormente, verifique se a loja física ou virtual escolhida possui uma situação financeira estável, para não ser surpreendido com o recebimento de uma mercadoria inferior no lugar da que foi comprada ou, pior, ficar sem o produto para sempre. Entre os dias 28 e 30 de novembro, o consumidor de todo o país poderá fazer uma consulta gratuita para saber a situação financeira de qualquer empresa do Brasil antes de fechar um negócio. Com a pesquisa , é possível saber sobre a existência legal da empresa e se ela não está à beira da falência. O serviço é gratuito apenas durante os três dias da Black Friday.

6) Pesquise o mesmo produto em lugares diferentes, pois os preços podem variar muito. Algumas lojas podem ter estoques antigos e oferecer um valor mais baixo;

7) Fique atento aos preços dos produtos importados. Com a alta do dólar, eles podem ter ficado bem mais caros;

8)
Cuidado com longos parcelamentos para não comprometer ainda mais a renda. O fim do ano está próximo e, neste período, os gastos aumentam ainda mais;

9) Lembre-se da proximidade com o Natal, além dos gastos de início de ano, como IPVA, IPTU, material e matrícula escolar, despesas com viagens etc.;

10) Cuidado ao usar o cartão de crédito. Ele dá a falsa sensação de que não está gastando. Verifique na fatura o valor total das compras antigas antes de fazer uma nova dívida com ele. Além disso, o pagamento integral da fatura é a melhor maneira de usar esse meio de consumo. Evite utilizar o pagamento rotativo.

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Terça-feira, 25 de novembro de 2014 07:00

Campanha de recuperação de crédito em BH vai até sexta

Por Marina Rigueira

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) realiza até sexta-feira a 6ª edição da campanha de recuperção de crédito para auxiliar os consumidores inadimplentes a renegociar as dívidas neste fim de ano. São esperados 40 mil pessoas nos cinco dias do evento e a expectativa é que 22 mil quitem as dívidas.

Segundo a entidade, os descontos podem chegar a 45% sobre o valor corrigido para pagamento a vista. O parcelamento da dívida também pode ser feito em até três vezes com descontos de até 35% sobre o valor corrigido (entrada e duas parcelas).

Caixa Econômica Federal, Banco Mercantil, Calçados Itapuã, Dacasa Financeira, Cartões Avista, Avon, Recovery, Universidade Fumec, Elmo Calçados e Unimed são algumas das empresas que vão participar da campanha com estande.

A ação será realizada na sede da CDL/BH, Avenida João Pinheiro, 495, Bairro Funcionários, das 8h às 18h. Para mais informações, os consumidores podem ligar para (31) 3249-1555.

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Segunda-feira, 24 de novembro de 2014 14:19

Alerta contra golpe

Por Paula Takahashi

Procons de Minas Gerais estão alertando os consumidores sobre o chamado “golpe do provedor de internet”. Segundo o órgão de defesa do consumidor, o golpe funciona da seguinte forma: o consumidor liga para uma determinada operadora de telefonia para contratar o serviço de acesso fixo à internet.

Feita a contratação, dias ou horas após terminar a conversa com o atendente, o consumidor começa a receber insistentes e, por vezes, confusas ligações telefônicas de empresas de mídia on-line (também chamadas de provedores de internet ou portais de conteúdo, entre outras denominações), que oferecem seus “planos de acesso”, afirmando serem esses necessários para instalação da internet.

Alguns consumidores, pensando serem complementares tais serviços, acabam por fechar o contrato. Outros, cientes de que esses planos são completamente dispensáveis para o acesso à internet, recusam a contratação. Nesses casos, entretanto, o assédio das empresas continua, chegando a abordagens constrangedoras, quando são comuns afirmações como “se não contratar um de nossos planos, sua internet jamais funcionará.”

O problema estaria relacionado às empresas Oi/Telemar, operadora de telefonia que oferece o serviço de acesso fixo a internet denominado Velox; o UOL - Universo On Line e Terra Networks, portais de notícias/conteúdo e serviços.

Segundo o Fórum dos Procons Mineiros, essas empresas ferem o artigo 39, inciso IV, do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal 8.078/90), que proíbe que fornecedores prevaleçam da ignorância do consumidor, tendo em vista seu conhecimento, para impingir-lhe seus produtos ou serviços.

Além disso, ao utilizar de falácias para conseguir realizar uma venda, o representante das empresas praticam o crime previsto no artigo 66 da mesma norma, que estabelece a pena de detenção de três meses para quem faz afirmação falsa ou enganosa, ou omite informação relevante sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, segurança, desempenho, durabilidade, preço ou garantia de produtos ou serviços.

Diversos órgãos, em todo o país já investigam o golpe, como o Procon Paraná e o Ministério Público Federal. Em Minas Gerais, o Procon Estadual e dezenas de Procons municipais estão à frente das investigações.

Orientação 

Os Procons municipais de Minas Gerais alertam os consumidores para que fiquem atentos às abordagem de representantes de mídia on-line e neguem qualquer tipo de serviços oferecidos da forma que foi descrito.

Em relação aos consumidores que contrataram com empresas de mídia on-line acreditando que tal serviço seria indispensável para acessar a internet, recomenda-se que façam contato com a empresa e solicitem o cancelamento do contrato. Caso a solicitação não seja atendida, o recomendável é que o consumidor reclame no Procon municipal de sua localidade ou, na ausência desse, no Juizado Especial de sua comarca.

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Quarta-feira, 19 de novembro de 2014 20:42

ANS divulga raio X das operadoras de planos de saúde

Por Marina Rigueira

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou hoje o resultado do programa de Qualificação das Operadoras 2014 – ano base 2013, no qual consta a ‘nota’ de todas as 1,2 mil empresas de planos de saúde do país. A ANS divulgou ainda pela primeira vez o painel de Dados Integrados da Qualidade Setorial, que é um raio X do setor. A divulgação facilita a escolha do consumidor sobre o plano que irá contratar ou possibilitar que ele cobre pelos serviços já contratados.

O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) é conhecido como a ‘nota’ das operadoras. O resultado do IDSS demonstra que, de maneira geral, o setor vem mantendo o mesmo comportamento nos últimos três anos desta avaliação, que considera os dados disponíveis nos sistemas da ANS para análise em quatro dimensões. São elas: Atenção à Saúde (que tem o maior peso, com 40% do valor de avaliação); Econômico-Financeira (20%); Estrutura e Operação (20%); e Satisfação dos Beneficiários (20%).

“Esse conjunto de informações que estamos divulgando hoje faz parte dos compromissos institucionais que a ANS tem com o acesso à informação, a transparência e o estímulo à qualificação e à concorrência entre as operadoras. O consumidor nunca deve comprar um plano de saúde por impulso. Ele deve refletir, procurar seus direitos e se informar sobre aquilo que está contratando para que ele possa fazer melhores escolhas”, destacou o diretor-presidente da ANS, André Longo.

O IDSS é importante parâmetro para os 51 milhões de consumidores de planos de assistência médica e os 21 milhões com planos exclusivamente odontológicos avaliarem sua operadora. É divulgado por operadora, de acordo com o porte e o segmento da empresa, e varia de zero a um. É composto pela média obtida em cada uma das quatro dimensões citadas.

“O Índice de Desempenho das operadoras e o painel de Dados Integrados da Qualidade Setorial são instrumentos que fornecem ao consumidor o acesso a informações qualificadas, que dão a ele a oportunidade de escolher um plano, avaliar esse plano ou optar por outro que seja o mais adequado e com melhores características de acordo com o que ele precisa”, completou a diretora de Desenvolvimento Setorial da Agência, Martha Oliveira.

No portal da ANS , o consumidor pode fazer a pesquisa referente a uma operadora específica ou verificar a lista com os resultados de todas as operadoras avaliadas e comparar os seus desempenhos.

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