Quinta-feira, 11 de dezembro de 2014 16:13

Planeje os gastos de fim de ano

O professor de economia da Estácio, Alessandro Patto, dá dicas ao consumidor de como planejar os gastos de fim de ano, época em que muitas famílias acabam estourando o orçamento, especialmente neste momento delicado da economia brasileira. Confira as orientações de como gastar o dinheiro de forma inteligente e começar 2015 sem dívidas:

1. Some todas as receitas (salário, 13º, férias, bônus) e diminua de todas as despesas fixas. O valor dos presentes não pode ser maior do que essa sobra;

2. Dê presentes que cabem no seu orçamento;

3.
Em casos de presentes mais caros, poupe para comprar à vista, negocie descontos e fuja dos parcelamentos;

4. Se não puder pagar à vista, certifique-se de que as parcelas cabem no seu orçamento;

5. Antes de comprar, reflita se realmente o produto é necessário ou apenas uma compra de impulso;

6. Lembre-se que janeiro é um mês de despesas altas (IPVA, IPTU, material escolar), por isso, reserve parte do 13º para esses custos;

7. Se for viajar e não tiver planejado a viagem, opte por destinos mais baratos, já que os preços dos pacotes são mais caros na alta temporada;

8. Financiar as compras de fim de ano é um forte indício de que você está exagerando, portanto cuidado para você não encerrar o ano velho e começar o ano novo cheio de dívidas.

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Sexta-feira, 28 de novembro de 2014 15:25

Aproveite a Black Friday sem prejudicar o bolso

Por Marina Rigueira

Os descontos podem ser tentadores, mas comprar por impulso pode levar o brasileiro ao superendividamento. Confira as dez dicas da Serasa Experian para ajudar o consumidor a aproveitar a Black Friday sem prejudicar o bolso e ser vítima de fraudes:

1) Antes de ir às compras nesta Black Friday, veja o quanto pode gastar. Faça um levantamento das dívidas fixas e as contas já assumidas ou previstas que possui;

2) Planeje as compras. Reflita se está realmente precisando daquele produto. Discuta a necessidade da compra com a família.

3) Faça uma lista dos itens que pretende comprar. Essa é uma das regras básicas para evitar gastar por impulso. Com o papel nas mãos, o consumidor só vai atrás dos produtos que realmente estão na lista, sem cair em tentação;

4) Cuidado com descontos milagrosos. Pesquise preços, para saber se está mesmo fazendo um bom negócio ao comprar o produto no período da Black Friday;

5) Evite cair em golpes. Se for comprar um produto para receber posteriormente, verifique se a loja física ou virtual escolhida possui uma situação financeira estável, para não ser surpreendido com o recebimento de uma mercadoria inferior no lugar da que foi comprada ou, pior, ficar sem o produto para sempre. Entre os dias 28 e 30 de novembro, o consumidor de todo o país poderá fazer uma consulta gratuita para saber a situação financeira de qualquer empresa do Brasil antes de fechar um negócio. Com a pesquisa , é possível saber sobre a existência legal da empresa e se ela não está à beira da falência. O serviço é gratuito apenas durante os três dias da Black Friday.

6) Pesquise o mesmo produto em lugares diferentes, pois os preços podem variar muito. Algumas lojas podem ter estoques antigos e oferecer um valor mais baixo;

7) Fique atento aos preços dos produtos importados. Com a alta do dólar, eles podem ter ficado bem mais caros;

8)
Cuidado com longos parcelamentos para não comprometer ainda mais a renda. O fim do ano está próximo e, neste período, os gastos aumentam ainda mais;

9) Lembre-se da proximidade com o Natal, além dos gastos de início de ano, como IPVA, IPTU, material e matrícula escolar, despesas com viagens etc.;

10) Cuidado ao usar o cartão de crédito. Ele dá a falsa sensação de que não está gastando. Verifique na fatura o valor total das compras antigas antes de fazer uma nova dívida com ele. Além disso, o pagamento integral da fatura é a melhor maneira de usar esse meio de consumo. Evite utilizar o pagamento rotativo.

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Terça-feira, 25 de novembro de 2014 07:00

Campanha de recuperação de crédito em BH vai até sexta

Por Marina Rigueira

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) realiza até sexta-feira a 6ª edição da campanha de recuperção de crédito para auxiliar os consumidores inadimplentes a renegociar as dívidas neste fim de ano. São esperados 40 mil pessoas nos cinco dias do evento e a expectativa é que 22 mil quitem as dívidas.

Segundo a entidade, os descontos podem chegar a 45% sobre o valor corrigido para pagamento a vista. O parcelamento da dívida também pode ser feito em até três vezes com descontos de até 35% sobre o valor corrigido (entrada e duas parcelas).

Caixa Econômica Federal, Banco Mercantil, Calçados Itapuã, Dacasa Financeira, Cartões Avista, Avon, Recovery, Universidade Fumec, Elmo Calçados e Unimed são algumas das empresas que vão participar da campanha com estande.

A ação será realizada na sede da CDL/BH, Avenida João Pinheiro, 495, Bairro Funcionários, das 8h às 18h. Para mais informações, os consumidores podem ligar para (31) 3249-1555.

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Segunda-feira, 24 de novembro de 2014 14:19

Alerta contra golpe

Por Paula Takahashi

Procons de Minas Gerais estão alertando os consumidores sobre o chamado “golpe do provedor de internet”. Segundo o órgão de defesa do consumidor, o golpe funciona da seguinte forma: o consumidor liga para uma determinada operadora de telefonia para contratar o serviço de acesso fixo à internet.

Feita a contratação, dias ou horas após terminar a conversa com o atendente, o consumidor começa a receber insistentes e, por vezes, confusas ligações telefônicas de empresas de mídia on-line (também chamadas de provedores de internet ou portais de conteúdo, entre outras denominações), que oferecem seus “planos de acesso”, afirmando serem esses necessários para instalação da internet.

Alguns consumidores, pensando serem complementares tais serviços, acabam por fechar o contrato. Outros, cientes de que esses planos são completamente dispensáveis para o acesso à internet, recusam a contratação. Nesses casos, entretanto, o assédio das empresas continua, chegando a abordagens constrangedoras, quando são comuns afirmações como “se não contratar um de nossos planos, sua internet jamais funcionará.”

O problema estaria relacionado às empresas Oi/Telemar, operadora de telefonia que oferece o serviço de acesso fixo a internet denominado Velox; o UOL - Universo On Line e Terra Networks, portais de notícias/conteúdo e serviços.

Segundo o Fórum dos Procons Mineiros, essas empresas ferem o artigo 39, inciso IV, do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal 8.078/90), que proíbe que fornecedores prevaleçam da ignorância do consumidor, tendo em vista seu conhecimento, para impingir-lhe seus produtos ou serviços.

Além disso, ao utilizar de falácias para conseguir realizar uma venda, o representante das empresas praticam o crime previsto no artigo 66 da mesma norma, que estabelece a pena de detenção de três meses para quem faz afirmação falsa ou enganosa, ou omite informação relevante sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, segurança, desempenho, durabilidade, preço ou garantia de produtos ou serviços.

Diversos órgãos, em todo o país já investigam o golpe, como o Procon Paraná e o Ministério Público Federal. Em Minas Gerais, o Procon Estadual e dezenas de Procons municipais estão à frente das investigações.

Orientação 

Os Procons municipais de Minas Gerais alertam os consumidores para que fiquem atentos às abordagem de representantes de mídia on-line e neguem qualquer tipo de serviços oferecidos da forma que foi descrito.

Em relação aos consumidores que contrataram com empresas de mídia on-line acreditando que tal serviço seria indispensável para acessar a internet, recomenda-se que façam contato com a empresa e solicitem o cancelamento do contrato. Caso a solicitação não seja atendida, o recomendável é que o consumidor reclame no Procon municipal de sua localidade ou, na ausência desse, no Juizado Especial de sua comarca.

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Quarta-feira, 19 de novembro de 2014 20:42

ANS divulga raio X das operadoras de planos de saúde

Por Marina Rigueira

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou hoje o resultado do programa de Qualificação das Operadoras 2014 – ano base 2013, no qual consta a ‘nota’ de todas as 1,2 mil empresas de planos de saúde do país. A ANS divulgou ainda pela primeira vez o painel de Dados Integrados da Qualidade Setorial, que é um raio X do setor. A divulgação facilita a escolha do consumidor sobre o plano que irá contratar ou possibilitar que ele cobre pelos serviços já contratados.

O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) é conhecido como a ‘nota’ das operadoras. O resultado do IDSS demonstra que, de maneira geral, o setor vem mantendo o mesmo comportamento nos últimos três anos desta avaliação, que considera os dados disponíveis nos sistemas da ANS para análise em quatro dimensões. São elas: Atenção à Saúde (que tem o maior peso, com 40% do valor de avaliação); Econômico-Financeira (20%); Estrutura e Operação (20%); e Satisfação dos Beneficiários (20%).

“Esse conjunto de informações que estamos divulgando hoje faz parte dos compromissos institucionais que a ANS tem com o acesso à informação, a transparência e o estímulo à qualificação e à concorrência entre as operadoras. O consumidor nunca deve comprar um plano de saúde por impulso. Ele deve refletir, procurar seus direitos e se informar sobre aquilo que está contratando para que ele possa fazer melhores escolhas”, destacou o diretor-presidente da ANS, André Longo.

O IDSS é importante parâmetro para os 51 milhões de consumidores de planos de assistência médica e os 21 milhões com planos exclusivamente odontológicos avaliarem sua operadora. É divulgado por operadora, de acordo com o porte e o segmento da empresa, e varia de zero a um. É composto pela média obtida em cada uma das quatro dimensões citadas.

“O Índice de Desempenho das operadoras e o painel de Dados Integrados da Qualidade Setorial são instrumentos que fornecem ao consumidor o acesso a informações qualificadas, que dão a ele a oportunidade de escolher um plano, avaliar esse plano ou optar por outro que seja o mais adequado e com melhores características de acordo com o que ele precisa”, completou a diretora de Desenvolvimento Setorial da Agência, Martha Oliveira.

No portal da ANS , o consumidor pode fazer a pesquisa referente a uma operadora específica ou verificar a lista com os resultados de todas as operadoras avaliadas e comparar os seus desempenhos.

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Tags: ANS  raio  X  operadoras  planos  saúde 

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Terça-feira, 18 de novembro de 2014 15:52

Garrafão de água vencido deve ser trocado gratuitamente

Por Marina Rigueira

Uma ação de fiscalização educativa realizada pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em 39 estabelecimentos de Belo Horizonte que revendem água mineral em garrafões plásticos encontrou 83 irregularidades. A mais grave para o consumidor, detectada em 24 casos, é a recusa em trocar gratuitamente o vasilhame vencido. A fiscalização foi feita na primeira quinzena de novembro/14 em oito regiões da capital.

De acordo com as portarias 387/08 e 358/09 do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), os garrafões plásticos têm validade de três anos. Já o Departamento Nacional de Defesa e Proteção do Consumidor (DPCD) emitiu, em 2010, a Nota Técnica 61, na qual entende que o custo da troca dos vasilhames vencidos é dos fornecedores, que “não podem nem devem transferir aos consumidores os riscos de sua atividade”.

Esse também é o entendimento do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que em nota técnica conjunta (nº 3/2010) com os Procons Municipais do Estado concluíram que o consumidor, ao adquirir a água mineral, não está contratando a compra do garrafão plástico. A nota lembra a reutilização dos vasilhames pelos fornecedores, “não se podendo imputar ao consumidor o ônus de arcar com os custos do garrafão que será reempregado por seguidas vezes posteriormente em benefício do comerciante”.

Ainda de acordo com os órgãos de defesa do consumidor, a lógica da troca do vasilhame de água mineral, vencido ou não, deve ser a mesma já empregada nos casos do botijão de gás e garrafas de bebida, “ou seja, jé feita naturalmente pelos integrantes da cadeia produtiva, sem qualquer ônus do consumidor”.

Os pesquisadores do Procon Assembleia detectaram outros problemas na fiscalização realizada: em 25 estabelecimentos o preço do produto não estava visível; em 20 não foram encontradas placas com os telefones dos órgãos de defesa do consumidor; 13 não disponibilizavam um exemplar do Código de Defesa do Consumidor (CDC); e um pratica preços diferentes para formas diferentes de pagamento.

Os fornecedores flagrados em situação irregular serão notificados e receberão prazo de 30 dias para se adequarem. O Procon Assembleia vai voltar aos estabelecimentos fiscalizados e, caso as infrações não tenham sido sanadas, o órgão encaminhará o caso ao Ministério Público, a quem cabe tomar providências no sentido de punir as empresas que descumprem a legislação vigente.

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Sexta-feira, 14 de novembro de 2014 19:54

Feirão Limpa Nome é adiado

Por Marina Rigueira

Consumidores de todo o Brasil terão mais tempo para renegociar as dívidas pela internet. Mais de 1,7 milhão de pessoas já renegociaram dívidas com descontos e condições especiais no Feirão Limpa Nome, da Serasa Experian, que teve prazo prorrogado por mais uma semana. A pedido dos consumidores e credores, a versão pela internet continua disponível para todo o país até a próxima sexta-feira, dia 21, às 23h59.

As empresas participantes são: Banco do Brasil, Bahamas Card, Cetelem, Banco da Amazônia, Banco Industrial do Brasil, Banco Itaucard, Banco Mercantil do Brasil, Banco Pan, Carrefour Soluções Financeiras, Credsystem, Deva Veículos, EDP Bandeirante Energia, EDP Escelsa, Eletrobrás Distribuição Acre, Eletrobrás Distribuição Manaus, Eletrobrás Distribuição Roraima, Financeira Itaú CBD S/A, , Hipercard ADM Cartões Crédito, HSBC, Intelig, Itaú, Itaú Unibanco Financeira S/A, Itaucred, Leader Card, Losango, Luizacred S/A, Manaus Ambiental, OI móvel, OI S.A, Omni Financeira, Portocred, Recovery, Santander, Santander Financiamentos, Supermercado Bahamas, Net Serviços de Comunicação S/A, Claro S/A, , TIM celular e Vivo.

Para participar do Feirão Limpa Nome Online da Serasa, basta entrar no link: www.serasaconsumidor.com.br/limpa-nome-online e preencher um cadastro. Depois isso, o consumidor será levado a uma página onde são listadas todas as empresas do Limpa Nome Online com as quais ele possui alguma dívida pendente e que constam na base de dados da Serasa.

Ao escolher e clicar no nome da empresa, surgirá uma página apresentando as dívidas que o consumidor possui em aberto e os canais de atendimento disponíveis (telefones, e-mail, chat). A partir daí, o consumidor pode entrar em contato diretamente com as empresas para negociar possíveis descontos na dívida, com condições de pagamento diferenciadas – em alguns casos, é possível até mesmo que o boleto já esteja disponível, a partir de uma proposta feita pela própria empresa. Todas as propostas são apresentadas pelas empresas credoras de forma individualizada. (Algumas empresas disponibilizam canais de atendimento com horários específicos de funcionamento).

Antes de renegociar as dívidas, o consumidor deve se preparar, colocando na ponta do lápis todas as despesas fixas e as contas já assumidas ou previstas. Assim, é possível saber quanto deve sobrar para pagar a nova dívida que será negociada com a empresa (ou mais, se for o caso), escolhendo quais as condições e formas de pagamento melhor se encaixam no orçamento. “Na hora da negociação, o consumidor deve ouvir a proposta e se não estiver de acordo, é importante fazer uma contraproposta, até que ambos cheguem a uma alternativa realista. O importante é que depois de renegociada, a dívida caiba no bolso do cidadão”, diz o superintendente do SerasaConsumidor, Júlio Leandro.

O site do serviço é desenvolvido em ambiente protegido, que garante a segurança e a proteção de todos os dados do consumidor. Assim, quem não tiver internet em casa poderá usar qualquer computador para negociar suas pendências.

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Tags: Feirão  Limpa  Nome  Serasa  prazo  prorrogado   

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Quinta-feira, 13 de novembro de 2014 19:45

Regulação da publicidade de alimentos não saudáveis

Por Marina Rigueira

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou a publicação “Publicidade de alimentos não saudáveis: os entraves e as perspectivas de regulação no Brasil”, que representa a segunda publicação da Cadernos Idec - Série Alimentos. Esta publicação faz parte de um projeto cujo objetivo é avaliar a eficácia de políticas públicas e da regulação de alimentos no Brasil, incluindo as abordagens compulsórias e voluntárias sobre a rotulagem, a publicidade e a reformulação de produtos alimentícios, a fim de prevenir e controlar as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) relacionadas à alimentação não saudável.

Atualmente, no mundo todo, este tem sido um tema bastante discutido por pesquisadores, médicos, especialistas e sociedade, pois a indústria do fast-food e dos produtos alimentícios ultraprocessados utiliza largamente das mais diversas formas de comunicação mercadológica para encorajar o consumo de seus produtos. Devido ao aumento expressivo da obesidade e de outras DCNTs, muitos especialistas têm sugerido que a propaganda e a publicidade desses alimentos contribuem para que as pessoas tenham cada vez mais dificuldade para escolher alimentos saudáveis, em especial as crianças.
 
Diante deste cenário, a Organização Mundial de Saúde, a Organização Pan-Americana de Saúde e diversas organizações de defesa do consumidor e da saúde, como a Consumers International e a Federação Mundial de Obesidade, têm recomendado que os governos adotem regulação específica para o marketing de alimentos não saudáveis. No Brasil, a legislação ainda carece de tratamento detalhado em relação ao tema.
 
A publicação está dividida em duas partes: a Parte I trata de um estudo sobre o processo decisório para a regulação da publicidade de alimentos não saudáveis desencadeado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que culminou com a publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) no 24 em 2010; a Parte II apresenta um estudo sobre as propostas legislativas para regulação do marketing de alimentos não saudáveis, ou seja, com quantidades elevadas de açúcar, gordura saturada, gordura trans, sódio, e bebidas de baixo teor de nutrientes.
 
A publicação está disponível para download gratuitamente , em português e inglês.

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Terça-feira, 11 de novembro de 2014 11:37

Mais direitos na telefonia

Por Paula Takahashi

Já entrou em vigor mais duas novas regras previstas no Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC). A primeira delas é a disponibilização obrigatória de informações para os interessados na comparação de preços e planos das operadas e a segunda é a ampliação, de dois para três anos, do prazo mínimo para a guarda e o fornecimento das demandas feitas pelos consumidores às prestadoras. Entenda cada uma delas:

Informações para comparação de preços

Essa medida pretende fomentar a criação de mecanismos de comparação de preços e ofertas entre as prestadoras. Atualmente, o consumidor encontra dificuldades para escolher entre as diversas ofertas disponíveis porque a cobrança dos serviços de telecomunicações tem muitas variáveis. Uma ligação de voz, por exemplo, tem preços diferentes se for local ou de longa distância, ou se o número chamado for da mesma operadora ou de outra empresa.
As operadoras de telecomunicações serão obrigadas a disponibilizar para download, de forma gratuita e padronizada, informações sobre os preços e ofertas que elas praticam. Tais informações poderão ser utilizadas por terceiros para a criação de mecanismos de comparação de preços e ofertas que propiciem ao consumidor escolher entre as mais variadas opções disponíveis no mercado.

Histórico de demandas

Todas as reclamações, pedidos e solicitações efetuados às prestadoras de telecomunicações devem ser guardadas pelas empresas e fornecidos ao consumidor, sem ônus, por um período mínimo de três anos. Além disso, o histórico das demandas referentes aos últimos seis meses deverá estar disponível para consulta no site da prestadora.
O histórico deve apresentar, no mínimo, o protocolo, a data e hora do registro e da conclusão do atendimento, assim como a classificação, síntese e encaminhamento da demanda dado pela prestadora e deverá estar disponível no site da empresa, ou ser enviado por meio eletrônico ou correspondência.

Para saber mais sobre as mudanças, acesse AQUI a cartilha sobre o regulamento.

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Tags: telefonia    Anatel 

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Segunda-feira, 10 de novembro de 2014 15:53

Decolar.com e TAM são as mais reclamadas

Por Marina Rigueira

O Procon Estadual de São Paulo (Procon-SP) elaborou um ranking de reclamações de consumidores em relação as agências de viagem e companhias aéreas. A Decolar.com e a TAM Linhas Aéreas ocuparam respectivamente as primeiras posições.

Entre as agências de viagem, a Decolar.com é responsável por cerca de 37,3% das reclamações e resolve 76% dos casos. A CVC ocupa a segunda posição, com aproximadamente 22,3% das demandas, mas não resolve 48%, o segundo pior índice, atrás apenas da empresa Booking.com, que deixa de solucionar 58% das reclamações registradas no Procon-SP.
 
No ranking das companhias aéreas, TAM e VRG (Gol), a segunda mais reclamada, respondem por 71% dos casos. O índice de solução mais baixo, 61%, é da Azul, que ocupa o quarto lugar.
 
Em ambos os rankings, os principais problemas encontrados, 74% dos casos, referem-se a problemas com cobrança, serviço ou contrato. O Procon-SP considera ideal um índice de solução acima de 95%, o que representa um maior comprometimento das empresas com seus clientes.

 

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