
Noite de festa
A estrela da noite

Diego Tardelli, que levou dois troféus para casa, Craque do ano e atacante, preferiu o preto total. Na verdade, a escolha foi feita por sua esposa, Linda Vanessa.
Apresentadores

A bela Mônica Veloso apresentou o evento ao lado de Leopoldo Siqueira, vestida de Mabel Magalhães e jóias Talento.

Leopoldo Siqueira, impecável.
Premiados e convidados

Fábio, melhor goleiro, vestiu Hugo Boss e Valentino! A responsável pela produção foi a esposa Sandra, que usou Art Blue.

Werley, zagueiro premiado, usou Via Veneto, ao lado de Renata Oliveira.

Wellington Paulista, de Via Veneto, Camila do Nascimento, de Pimenta Rosa, e Isabele.

Leonardo Silva, que também levou o troféu de melhor zaguerio, estava de Hugo Boss, acompanhado por Daniela.

Diego Renan, agraciado com dois troféus, Revelação de 2009 e lateral esquerdo, usou Zak.

Cláudio Caçapa

A Zak também vestiu o premiado volante Marquinhos Paraná.

Gilberto e Ramirez foram eleitos os melhores meias. Gilberto não dispensou o jeans.

O judoca Luciano Corrêa, troféu de Destaque Especial, também fez a linha menos formal.

Benny Cohen escolheu a Klus para vesti-lo.
O post do dia 30 de dezembro de 2009 mostrou as tendências do inverno internacional, segundo a Vogue espanhola, e esperava para ver o que seria confirmado na mesma estação brasileira.
Resultado: se você gostou do que viu lá fora, vai encontrar por aqui também. Em alguns casos, a tendência apareceu em um número enorme de desfiles, como a cor preta e o couro. Mesmo quando não foi usado o couro animal, a estética apareceu em emborrachados, vinil e outros materiais.
A estampa de bicho é que quase não foi vista.
Couro e semelhantes
A cara do inverno 2010

Forum Tufi Duek

Cori

Ellus

Neon

Jefferson Kulig

Espaço Fashion
Preto, Preto, Preto
A estrela da maioria dos desfiles

Animale

Isabela Capeto
Peles em detalhes
Normalmente, sintéticas

Giulia Borges

TNG

FH
Ombros

André Lima

Filhas de Gaia

Patachou
Drapeados

Victor Dzenk

Andrea Marques
Flúor
Menos comum

Triton

Triton

Mara Mac

Maria Bonita Extra
Fotos: Charles Naseh
Botas muito altas
Não apareceram nos desfiles, mas foram sucesso na Couromoda, maior feira de acessórios da temporada no Brasil.

Werner

Dumond

Flexus

Capodarte
Final da história, você consegue achar no mercado boas peças, antenadas com o que acontece no mundo.
Engana-se quem acredita que o sonho de todo estilista é ter centenas ou milhares de pontos de venda espalhados pelo mundo. A princípio, pode até ser. Mas logo,logo, ele descobre que o preço para vencer no mercado é muito alto. Se não rezar a cartilha das tendências, nada feito. No final, o que todo estilista quer, é ser livre.



A nova coleção para o inverno 2010, apresentada no São Paulo Fashion Week, é inspirada na coreógrafa alemã Pina Bausch (1940/2009). Ronaldo está acostumado a surpreender a plateia nos desfiles. E mesmo os que não gostam das roupas dele, querem assistir a seus espetáculos.

Federico Fellini disse, em uma entrevista, que queria de agradar o suficiente para continuar fazendo filmes. Quando ouvi esta frase, nunca mais me esqueci. Nas profissões que envolvem criação, o dilema sempre aparece. Pessoalmente, prefiro o time do Fellini!


A maioria dos estilistas passou a infância desenhando roupas. Se na sua casa já tem um estilista mirim, é hora de dar uma forcinha.

Indumentária de 1750
O museu britânico Victoria and Albert (V&A) oferece, no site direcionado às crianças Museum of Childhood , várias brincadeiras. Uma delas, diz respeito à história da moda. São disponibilizados quatro arquivos, cada um apresenta uma indumentária de uma época diferente.
Os desenhos vêm separados, e no programa Microsoft Word. Você pode montar da forma como quiser e imprimir.
A partir de uma estrutura, fica mais fácil para a criança soltar a imaginação.
Divirtam-se!
http://www.vam.ac.uk/moc/kids/things_to_make/colouring_sheet/index.html
A fama de acessório brega não tirou a pochete das ruas, principalmente entre as camadas populares. Mas os afortunados também não abandonaram totalmente o acessório famoso nos anos
As últimas temporadas de moda apresentaram novas versões do acessório.

Foto: Márcio Madeira
Marc Jacobs - Verão 2010
A praticidade de se carregar objetos na cintura fez com que esse comportamento viesse desde os tempos primitivos. Vários povos antigos usavam sacos amarrados e pendurados à cintura.

"Master at the Eyelets" -1500/1510
No século XII, aconteceu em Florença o que muitos historiadores acreditam ser o nascimento da moda. Ali estava também uma versão da pochete. Veja a descrição do cronista florentino Giovanni Villani (1280-1348):
"Nesses tempos as gentes começaram a mudar de hábitos e roupas desmesuaradamente. (...) Começaram a usar roupas apertadas à moda catalã, colares e bolsinhas na cintura e na cabeça, a vestir chapéus sobre o capuz. (...) Agora se mudou de convicção, usam chapéus na cabeça pela autoridade, têm barba à maneira dos eremitas, bolsa ao modo dos peregrinos. (...) " Apud G.Mafai, Storia della Moda
Eram comuns, no século XVI, bolsas quadradas ou retangulares penduradas ao cinto, tanto para homens quanto mulheres.

Pieter Bruegel, o Velho- A Parábola dos Cegos (1564)

Lorenzo Lotto (1480-1556) "Susanna e i vecchioni"
A mulheres do século XVII carregavam abaixo da parte superior da saia os chamados “pockets”. Eram bolsos separados, amarrados à cintura. Mais tarde, esses bolsos passaram para a frente, e por isso, ficaram mais elaborados.

François Boucher, La Toilette, 1742 / Bolsos do século XVIII

Gravura de Martin Engelbrecht, século XVIII
As chatelâines (palavra francesa) surgiram no século XVII. Eram correntes compridas, geralmente de prata, usadas em torno da cintura para carregar relógios e sinetes. Ressurgiram na década de 1830, e levavam cada vez mais objetos práticos.

Chatelâines - Século XIX
A palavra francesa pochette significa uma bolsa usada desde 1880, desenvolvida a partir de um bolso. É um pedaço retangular de tecido ou couro, preso a uma corrente ou cordão, fechando quando puxado, formando um franzido.
Que venham novas leituras, sem preconceito.

Vogue Espanha
O mês de janeiro estará recheado de desfiles e apresentações das coleções brasileiras para o inverno 2010. Fashion Rio, São Paulo Fashion Week e Couromoda são as principais vitrines. Esta última traz os lançamentos das grandes marcas de acessórios do país.
O MODIFICANDO convida você para analisar o que foi tendência no inverno que acontece no exterior e sua relação com as propostas das marcas nacionais para o próximo inverno. Até que ponto a estética internacional influencia a moda brasileira e será mesmo possível perceber uma identidade na moda nacional?
A Vogue espanhola de agosto trouxe oito tendências fortes para o inverno europeu. Já podemos perceber alguma semelhança com o que está sendo usado no verão brasileiro, já que várias marcas nacionais já haviam agregado um pouco das novidades do inverno europeu nas suas coleções de verão.
Ombros inspirados nos anos 80.

Vogue Espanha
Bota acima do joelho

Vogue Espanha
Estampa animal

Vogue Espanha
Cores flúor nas roupas e acessórios.

Vogue Espanha
O preto.

Vogue Espanha
Roupas em couro e detalhes em pelo.

Vogue Espanha
Metalizados e drapeados.

Uma das tendências para os acessórios do próximo inverno é o couro azul. Várias marcas brasileiras já começaram a lançar os modelos azuis ainda no verão. O que é mais surpreendente na moda de hoje é o tanto que está globalizada.

Revista Glamour / Espanha

Revista Elle - Brasil / Francesca Giobbi para Isla Castilla
Entre os dez itens “necessários” no site da revista Vogue de Taiwan, está uma bota azul da marca Loewe. Ao mesmo tempo, o site da revista americana Marie Claire também apresenta a tendência. Na Europa e na América Latina, todos trazem as mesmas propostas.

Vogue / Taiwan - Loewe

Marie Claire - USA - Yves Klein Blue
Interessante mesmo, foi o que achei no site italiano Lei Web. Lá está um sapato da marca Alberto Guardiani. Enquanto isso, no site da revista americana New York Fashion, entre as dicas de compras, aparece um calçado da rede mundial Topshop. Mas que coincidência, são tão parecidos!

Site Lei Web - Alberto Guardiani

Site New York Fashion - Topshop
Mas o que assusta na globalização da moda não é a cópia
No livro Confidencial, Constanza Pascolato dá a dica: “Invista numa camisa branca”. Ela cita o estilista Yohji Yamamoto. Segundo ele, uma simples camisa de algodão pode ser tão bonita quanto um esplêndido e aristocrático glamour da alta-costura francesa.

Akris Punto, BCBG Max Azria e Alexander McQueen - Saks Fifth Avenue
Constanza acrescenta que se essa camisa for branca, a beleza será irrefutável. Ela prefere a camisa básica, sem detalhes. “Impecavelmente bem cuidada, ela poderá atravessar longas jornadas sem ameaça de errar”, diz a consultora de moda.
A edição espanhola da revista Glamour de outubro traz um editorial que confirma o valor da peça no guarda-roupa feminino.

Revista Glamour - Espanha
É bom lembrar que trata-se de um investimento em qualidade. Camisa mal feita, com colarinho despencando, tecido de má qualidade, não vale a pena. É melhor ter uma peça boa, durável, que pode ser usada em qualquer lugar, do que várias ruins, no fundo do armário.
A bolsa da atriz Amy Adams tem grande semelhança com a gravura de 1799, do livro The Handbag – An Illustrated History. O modelo hexagonal de bolsa de mão foi comum nos séculos XVIII e XIX.

Amy Adams, 2008

1799
Não é mera coincidência, o passado sempre volta à tona quando se trata de moda. Veja também a bolsa da cantora Eve. Este modelo foi muito popular na primeira década do Século XX.

Eve

Bolsa do princípio do Século XX
No filme Sex and The City, de 2008, em um dos looks mais importantes de Carrie Bradshaw, havia uma bolsa pequena, "I love Paris" , nas mãos da personagem.

Filme Sex and The City
As bolsas pequenas também apareceram nos desfiles internacionais para o Verão 2010.

Foto: Gianni Pucci
Chanel - Verão 2010

Foto: Gianni Pucci
Chanel - Verão 2010

Foto Monica Feudi
Celine - Verão 2010
É hora de procurar aquela bolsinha no fundo do armário da tia do interior. Peça para ela emprestado, mas não se esqueça de devolver a relíquia.
Os sites e blogs que mostram a indumentária das pessoas nas ruas estão pipocando por todo o mundo. Os olhares de estilistas, editores e dos consumidores de moda estão voltados para os estilosos desconhecidos.

Aoki Shoichi
Um dos pioneiros em fotografar a moda vinda das ruas foi o japonês Aoki Shoichi. Depois de fotografar o estilo dos "modernos" em Londres nos anos 80, o fotógrafo criou a revista Street, em 1985, que mostrava a arte livre das ruas da capital inglesa. Nos anos 90, Aoki começou a registrar as mudanças que se passavam na área de Harajuku, em Tóquio, onde, aos domingos, a principal via ficava fechada. Hokoten, o “Paraíso dos Pedestres”, como era chamada, tornou-se um laboratório e incubadora de novas tendências relacionadas à música e à moda.

Livro Fruits
Em entrevista ao site Japanese Streets, Aoki recorda: “Você tinha um pequeno grupo de criadores de tendências, talvez, 10 ou 20 pessoas. Quando eles surgiam com algo novo, logo alguns os imitavam. Mas esses imitadores não eram tão legais quanto os originais, então, os originais não queriam ser confundidos com os imitadores. Para se diferenciar dos outros eles criavam coisas ainda mais novas. Era uma escalada. Eles continuavam tentando escapar dos imitadores criando o “decora” (estilo que mistura muitos acessórios decorativos e cores fortes.). Eles pensaram que ninguém copiaria algo tão louco quanto isso.” Para registrar essa explosão criativa de moda, Aoki lançou uma nova revista, Fruits, focada nas tendências de Harajuku.

Livro Fresh Fruits
Nos primeiros cinco anos da revista, Aoki fazia as fotos sozinho, andando pelas ruas de Tóquio dia após dia. E ele não apenas fotografava, como também pretendia desvendar suas almas. Cada foto contém informações sobre cada uma das pessoas, lugares favoritos, lojas, marcas favoritas, o que eles querem comprar e com o que eles querem trabalhar no futuro, etc. “Você começa a entender um pouco mais sobre a personalidade daquela pessoa”, explica Aoki.
Posteriormente, o fotógrafo lançou os livros Fruits e Fresh Fruits, sucesso mundial em vendas e referência para quem se interessa por moda.






Fotos Aoki Shoichi
O blog MODIFICANDO vai seguir os passos de Aoki, como tantos outros blogs, mas com um diferencial importante: vamos mostrar as ruas da Savassi, a Hokoten mineira. O quadro vai se chamar Enquanto isso, na Savassi...
Dê sua opinião, você se inspira na construção da moda pelas pessoas que estão andando pelas ruas?