
xistem algumas verdades na carreira de Max Cavalera desde que o saiu do Sepultura em dezembro de 1996. Uma é que sua carreira "solo" parece não se desvincular nunca do Sepultura: seus set-lists sempre contam com músicas da banda mineira (o que é compreensível e mais que normal), vez ou outra ainda fala de uma (im)provável reunião com a formação clássica do Sepultura (opção rechaçada veementemente pelo baixista Paulo Jr. em entrevista ao Mondo Metal), além da eterna crítica de muitos sobre seus álbuns que seriam meras repetições de seu último trabalho no Sepultura, Roots. Outra é de que o Soulfly é gerido com mãos de ferro por um frontman (e sua mulher, a empresária da banda Gloria Cavalera) que dita as regras, demite e contrata músicos, compõe as músicas e dá todo o direcionamento que o grupo deve ter. A terceira verdade é que o Brasil parece definitivamente banido das turnês da banda: nos quase 13 anos de grupo, Max e cia já fizeram aproximadamente 800 shows nos 5 cantos do planeta, mas vieram apenas duas vezes ao país. A última, 10 anos atrás, para uma única apresentação no Abril Pró Rock, em Recife. A quarta verdade é que, religiosamente, de dois em dois anos a banda entra em estúdio e lança um novo álbum.
o céu ao inferno e depois ao céu de novo. Assim pode ser mal resumida a carreira do Metallica. O grupo teve um início explosivo, com discos clássicos do thrash metal, conheceu o mainstream com o multiplatinado Black album, afundou em termos criativos e de popularidade até atingir o fundo do poço com St. Anger e, como um monstro de filme de terror que se recusa a morrer, voltou a ganhar o respeito e a admiração de fãs que antes diziam só gostar de Metallica antigo com Death magnetic.
rincadeiras e descontração: este foi o clima dos bastidores dos shows do Metallica no último final de semana em São Paulo. Recepcionados pelos brasileiros do Sepultura, que abriram os dois shows, os integrantes do Metallica voltaram para casa com um peso extra na bagagem. Isso por conta dos muitos presentes que a banda brasileira deu aos norte-americanos.
zzy Osbourne deverá chegar ainda este ano às telas de cinema. Isso por conta do documentário "Wreckage of My Past - The Story of Ozzy Osbourne" (Destroços do meu Passado - A história de Ozzy Osbourne), produzido pelo filho Jack Osbourne que pretende mostrar um Ozzy diferente daquele do reality show "The Osbournes", da MTV. "Eu estou tentando pintar um retrato realista do meu pai. Acho que "Os Osbournes", manchou a percepção da opinião pública em relação ao meu pai e o tratou como um sujeito senil e engraçado. Sim, meu pai pode ser aquele cara, mas não é. Meu pai não é um idiota. Ele é nada menos que um gênio, na minha opinião. Ele tem enormes falhas, e estamos tentando demonstrar isso no filme", defende Jack.
o Speed Metal desta semana Andreas e seu hail em show em Nova York, os noruegueses do Immortal recusando indicação à premiação, fãs do Guns´n´Roses barrados no show da banda, os 20 anos do álbum Rust in Peace, do Megadeth e uma luz no fim do túnel para os fãs que querem a volta do System of a Down. Vamos lá!
m sua última parada antes de chegar ao Brasil para 3 shows em Porto Alegre e São Paulo, o Metallica lotou o Club Hípico em Santiago, no Chile, com um público de 54 mil pessoas que assistiram também a banda local Criminal abrir a apresentação.
ma notícia triste para os fãs da música pesada: os alemães do Scorpions anunciaram neste domingo, através de seu site oficial, que a banda vai encerrar as atividades depois de impressionantes 45 anos de carreira.
gravadora Death Toll Records responsável pela turnê brasileira das bandas Master e After Death comunicou nesta quinta-feira o trágico acidente em que se envolveram membros do After Death, banda de abertura da turnê nacional. O guitarrista Leon Villalba e o baixista Timothy Kennely faleceram vítimas de um acidente na Praia de Atalaia, em Aracaju, uma das mais perigosas do Brasil. Os músicos se afogaram por volta das 14h, nas proximidades do Oceanário da cidade, local inapropriado para o banho de mar segundo o Corpo de Bombeiros. Até o momento o corpo do baixista Timothy Kennely ainda não foi encontrado. As buscas seguem nesta sexta-feira com reforço de um avião do Corpo de Bombeiros que deverá percorrer toda a margem da praia.
s últimas semanas foram de grande desencontro de informações para os fãs da música pesada em Belo Horizonte. Os norte-americanos da banda Master não iam tocar na cidade, conforme notícia dada neste site no dia 3 de dezembro. A turnê, então com 22 shows no país, excluía a capital mineira. Na primeira semana do ano, no entanto, a cidade passou a figurar na turnê, mas no mesmo dia teve seu show cancelado por falta de casas disponíveis, segundo a assessoria de imprensa da turnê nacional. Belo Horizonte receberia o show no dia 15 de fevereiro, data que acabou ficando com a cidade de Uberlândia. O metal mineiro se fez representar no show de Vila Velha, no Espírito Santo, quando as bandas Expurgo e Pathologic Noise se apresentaram na abertura do show do último dia 16.