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Tecnologia

Walkman completa 30 anos

Player da Sony revolucionou a forma como pessoas ouviam música em 1º de julho de 1979

 

Há 30 anos, a Sony lançou seu player portátil de fitas cassete, batizado de Walkman, iniciando uma revolução na indústria de eletrônicos ao mudar a forma como as pessoas ouvem músicas.

 

Até o Walkman ser lançado, em 1º de julho de 1979, as pessoas só conseguiam ouvir música em um aparelho grande e pesado. O player da Sony ofereceu uma opção portátil e com um clipe para prender o aparelho ao cinto, bolso ou roupa do usuário.

 

O primeiro Walkman, o modelo TPS-L2, custava 200 dólares e teve recepção entusiasmada dos amantes da música. Em 1980, o jornal The Wall Street Journal chamou o aparelho de “um dos maiores símbolos de status” e enfatizou que havia fila de espera de um mês para sua compra.

 

Entre os recursos inovadores do TPS-L2, estavam entradas duplas para fones de ouvido, controle independente de volume para canais e um botão que diminuía o volume do som para permitir que o usuário conversasse com alguém sem parar a música. O modelo não foi chamado oficialmente de Walkman.

 

O modelo seguinte, o TCM-100, era voltado a pessoas que precisavam gravar áudio, como jornalistas.

 

O Walkman WM-2, lançado em 1981, tinha um design muito mais moderno que o TPS-L2, além de ser vendido em diferentes cores.

 

Em 1983, a Sony lançou o WM-20, que tinha o mesmo tamanho do case de uma fita cassete. No ano seguinte, a linha Walkman ganhou mais um modelo, o D-50, primeiro player musical da Sony que rodava CDs.

 

Nos anos 80 e 90, a Sony praticamente reinou no mundo do áudio pessoal, vendendo centenas de milhões de Walkmans. Seu modelo era o padrão para a comparação de rivais. As coisas começaram a mudar com a chegada da música digital.

 

O primeiro Walkman a aceitar arquivos digitais foi o NW-MS7, lançado no Japão em 2000 e no resto do mundo em 2001. O produto usava o formato de armazenamento em tecnologia flash MemoryStick, com o formato de arquivos ATRAC e a proteção contra cópias MagicGate. A fórmula se provou desastrosa.

 

Repentinamente, empresas que nunca tinham feito um player de áudio digital juntaram alguns chips com botões e uma tela e lançaram seu próprio produto.

 

Além disso, usuários começaram a baixar músicas da internet ou copiar CDs no formato MP3. Em contrapartida, a Sony pedia que os usuários convertessem seus arquivos para o formato ATRAC.

 

A Apple entrou no mercado em 2001 com o iPod, primeiro passo que mudaria o jogo e colocaria a fabricante no posto de marca mais fashion quando se fala em áudio portátil.

 

 

Acompanhe a evolução do Walkman

 

Portátil na cintura

Até o Walkman ser lançado, em 1º de julho de 1979, as pessoas só conseguiam ouvir música em um aparelho grande e pesado. O player da Sony ofereceu uma opção portátil e com um clipe para prender o aparelho ao cinto, bolso ou roupa do usuário.

 

 

 

 

Player e gravador

O primeiro Walkman, o modelo TPS-L2, custava 200 dólares e teve recepção entusiasmada dos amantes da música. O modelo seguinte, o TCM-100, era voltado a pessoas que precisavam gravar áudio, como jornalistas.

 

 

 

 

 

 

Tocador de CDs

Em 1983, a Sony lançou o WM-20, que tinha o mesmo tamanho do case de uma fita cassete. No ano seguinte, a linha Walkman ganhou mais um modelo, o D-50, primeiro player musical da Sony que rodava CDs.

 

 

 

 

 

Fórmula desastrosa

O primeiro Walkman a aceitar arquivos digitais foi o NW-MS7, lançado no Japão em 2000 e no resto do mundo em 2001. O produto usava o formato de armazenamento em tecnologia flash MemoryStick, com o formato de arquivos ATRAC e a proteção contra cópias MagicGate. A fórmula se provou desastrosa.

 

 

 

 

Fonte: Por IDG News Service/Japão

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  • Data: 02/07/2009 00:28
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  • Tags: Walkman  30  anos 


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