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<category>Blog Dzai</category>
<description>Economia e Finanças</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog do Vicente</title>
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<title>Blog do Vicente</title>
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<language>pt-br</language>
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		<item>

		<title><![CDATA[OI CANCELA CONTRATOS DE CLIENTES DA BRASIL TELECOM E AUMENTA PREÇOS DOS SERVIÇOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41797</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Clientes antigos da Brasil Telecom estão sendo surpreendidos com o rompimento unilateral de contratos pela OI, que arrematou o controle da empresa. Os contratos cancelados estão sendo substituídos por outros com serviços bem mais caros. Para se ter uma idéia, o BrTurbo, de internet por banda larga, passou de R$ 80 para R$ 179 ao mês -- um aumento de 123,75%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Muitos já reclamaram à Anatel, mas nada de efetivo foi feito até agora em favor dos consumidores.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 14h28min</font></p>
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		<title><![CDATA[DIRETOR DA MARFRIG PAGARÁ R$ 200 MIL PARA SE LIVRAR DE PROCESSO NA CVM]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41794</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Acusado de sonegar informações ao mercado por não ter publicado fato relevante, mesmo tendo revelado os dados da empresa em reunião da Apimec, associação que reúne analistas financeiros, Ricardo Florence dos Santos, diretor de Relações com os Investidores da Marfrig Frigoríficos, fez um acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para se livrar de um processo. Ele pagará R$ 200 mil à autarquia para que o processo administrativo sancionador RJ 2008/9181 seja arquivado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Esse tipo de acordo se transformou em um importante instrumento para a CVM, tanto para agilizar as decisões quanto para punir com multas pesadas os que cometem irregularidades no mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h45min</font></p>
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		<title><![CDATA[RECUPERAÇÃO E CONTRASTES DA INDÚSTRIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41736</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Vale a pena dar uma lida nas observações feitas pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) sobre o comportamento da produção industrial no país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">"Em geral, o desempenho da produção industrial brasileira no mês de maio foi muito parecido com o observado em abril. Esse é um resultado que pode ser considerado positivo, pois significa que o setor mantém uma trajetória de melhora. Trata-se de um processo ainda lento diante do “tombo” que a indústria sofreu na passagem de 2008 para 2009 devido à crise internacional.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Com dados já livres de efeitos sazonais, a produção física aumentou 1,3% em maio em relação ao mês imediatamente anterior – em abril, a variação foi de 1,2. Assim como no quarto mês do ano, todas as categorias de uso também apresentaram taxas de variação positivas em maio. A produção de bens de consumo duráveis cresceu 3,8%, a de bens de consumo semi e não duráveis, 1,3%; a de bens intermediários, 1,2%; e a produção do setor de bens de capital aumentou 0,7% – todas as variações em maio com relação a abril, na série com ajuste sazonal.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Cabe destacar que, com esse quinto mês consecutivo de variação positiva, a indústria cresceu 7,8% no acumulado do ano até maio com relação a dezembro de 2008. Além disso, o comportamento da produção em maio confirma que a indústria reage positivamente de forma mais generalizada. Dos vinte e sete ramos da atividade industrial pesquisados pelo IBGE, em vinte houve aumento da produção em maio frente a abril.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Ou seja, há sinais mais consistentes de que os ajustes na indústria foram realizados, o que poderá abrir caminho para uma recuperação mais forte no segundo semestre deste ano.No entanto, há nuanças que também merecem ser destacadas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Se, por um lado, a produção do setor de bens de consumo duráveis aumentou 3,8% em maio (devido, em grande parte, ao desempenho de veículos e aparelhos de comunicação), o que é bastante positivo, no setor de bens de capital, por outro lado, houve um arrefecimento da evolução da produção: após fortes quedas, comemorou-se o crescimento de 2,3% em abril, o qual, como observado acima, ficou em somente 0,7% em maio.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">No setor de semi e não duráveis também há contrastes importantes. De modo geral, a melhora é expressiva em boa parte de seus segmentos: bebidas (2,2%), vestuário e acessórios (3,4%), calçados (1,2%) e produtos farmacêuticos (9,7%), entre outros. O contraste maior fica por conta do segmento de alimentos, cuja produção, de março até maio, está praticamente parada. Vale lembrar que o desempenho do segmento de alimentos, dada sua difusão por todo o País, é fundamental para os resultados gerais da indústria brasileira."</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 16h44min</font></p>
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		<title><![CDATA[INDÚSTRIA MANTÉM FÔLEGO PELO QUINTO MÊS SEGUIDO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41701</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O IBGE mostrou, na manhã desta quinta-feira, que a produção industrial está, gradualmente, recuperando o fôlego, depois da forte contração registrada no fim de 2008. Em maio, pelo quinto mês consecutivo, a produção aumentou: 1,3% em relação a abril, resultado superior à média de 0,8% de consenso do mercado. Frente a maio de 2008, a indústria encolheu 11,3%, o sétimo mês seguido de queda nessa comparação (o consenso de mercado era de redução de 12%).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com esses números, pode-se concluir que a indústria está, aos poucos, saindo do fundo do poço para o qual foi empurrada pela crise mundial e, certamente, ajudará a dar um incremento adicional no Produto Interno Bruto (PIB). Sobretudo, a partir do segundo semestre, quando a economia sentirá com maior força o impacto da redução da taxa básica de juros (Selic) promovida pelo Banco Central (de 13,75% para 9,25%).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação do economista Flávio Serrano, do Banco BES Investimento, não há qualquer risco de essa recuperação da indústria pressionar o uso da capacidade instalada. Muito menos de haver pressões inflacionárias que possam empurrar o IPCA para um nível superior ao centro da meta perseguida pelo BC, de 4,5%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h05min</font></p>
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		<title><![CDATA[NÃO EXPLICAÇÃO DA META DE INFLAÇÃO IRRITA ATÉ INTEGRANTES DA FAZENDA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41679</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A decisão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de não explicar os motivos que levaram o governo a fixar a meta de inflação de 2011 em 4,5% provocou irritação até entre seus assessores. Um dos mais indignados é o secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa. "Bobagem, pura bobagem o Mantega não ter explicado a meta", tem dito ele.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h45min</font></p>
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		<title><![CDATA["O BRASIL É UM DOS ÚNICOS PAÍSES DO MUNDO QUE TRIBUTAM A INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA", DIZ MEIRELLES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41678</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, admitiu hoje, em almoço com um grupo de deputados federais, que o governo terá de mexer na estrutura de impostos incidentes sobre as operações de crédito para baratear o custo do dinheiro no Brasil. Segundo ele, a pesada carga de tributos é um dos principais motivos de o spread bancário — diferença entre o que é pago aos investidores e o que é cobrado dos devedores — ser tão elevado. Nas contas do BC, juntos, os impostos representam um terço da composição do spread. “O Brasil é um dos únicos países do mundo que tributam a intermediação financeira. Isso realmente provoca distorções no custo do crédito”, disse Meirelles, conforme relato de parlamentares presentes no encontro. A redução de impostos sobre o crédito está sendo avaliada há meses pelo Ministério da Fazenda. Mas, até agora, nada avançou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles também informou, segundo o deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR), que o BC concluiu uma audiência pública sobre a indústria de cartões de crédito. Foram apresentadas 57 sugestões, as quais o banco avaliará. A promessa é de que o fim de setembro o BC divulgue um relatório sobre o tema, pois há uma pressão enorme para que, finalmente, os cartões de crédito, que cobram taxas de juros abusivas, sejam regulamentados. Outra promessa do presidente do BC foi a de ampliar a regulamentação dos mercados futuros, mais precisamente as operações de derivativos, obrigando todas as empresas a informarem em seus balanços o totalidade dessas transações. Durante a crise, o BC foi surpreendido por operações próximas de R$ 60 bilhões, que quase levaram grandes companhias à falência.</font></p><p> <br></p> <br><p style="font-style: italic;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Brasília, 19h32min</font></p>
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		<title><![CDATA[COM META MAIOR EM 2011, GOVERNO ESTIMULA AUMENTO DA INFLAÇÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41672</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O economista Flávio Serrano, do Banco BES Investimento, acredita que o governo cometeu um grande erro ao fixar a meta de inflação para 2011 em 4,5%. "Com essa indicação, os agentes econômicos, que vêm projetando inflação de 4% para os próximos anos, vão convergir para um número maior", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A seu ver, com a credibilidade que o Banco Central conquistou nos últimos anos, nenhum agente econômico se arriscaria muito a apostar em uma inflação muito acima do centro da meta. Ou seja, perdeu-se mais uma grande oportunidade para se mudar o patamar de inflação do país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h50min</font></p>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[FOI MANTEGA QUEM PROIBIU AS EXPLICAÇÕES SOBRE A META DE INFLAÇÃO DE 2011]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41664</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A inaceitável postura do Ministério da Fazenda, de se limitar à justificar a definição da meta de inflação de 2011 por meio de nota, foi determinação do ministro Guido Mantega. Como presidente do Conselho Monetário Nacional (CMN), ele tem a prerrogativa de definir quem dará as explicações sobre as medidas tomadas pelo órgão.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Ele simplemente disse que era desnecessário uma pessoa de peso do governo explicar as razões que levaram à meta de 4,5%. Incumbiu um servidor de terceiro escalão, Cléber Oliveira, secretário-ajunto do Tesouro Nacional, para fazer o anúncio da meta e mais nada.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mantega realmente está se achando acima do bem e do mal.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h30min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[PSDB VAI INCLUIR GANHOS DO REAL NA CAMPANHA DE SERRA À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41660</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os caciques do PSDB fecharam acordo para que todas as conquistas do Plano Real, que está completando 15 anos hoje, sejam disseminadas durante à campanha do José Serra à Presidência da República em 2010. Os dirigentes do partido concluíram, com base em pesquisas, que a maior parte dos brasileiros não associa mais o controle da inflação e os ganhos da estabilidade ao governo de Fernando Henrique Cardoso. Muitos eleitores, sobretudo os de baixa renda, dizem que a situação só melhorou de verdade depois que Lula assumiu o poder em 2003.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Esses mesmos caciques, por sua vez, acertaram que o candidato do PSDB à sucessão de Lula será mesmo o governador de São Paulo. Oficialmente, a candidatura só será anunciada em março do ano que vem. Mas já foi acertada que o partido usará as prévias que serão feitas em vários estados do país nos próximos meses para definir o candidato do partido como campanha disfarçada. Uma resposta à forte exposição da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, na mídia, por conta das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">É importante deixar claro que toda essa estratégia conta com total apoio de Aécio Neves, governador de Minas Gerais, que deu todo o apoio à candidatura de Serra.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h03min</font></p> 
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		<title><![CDATA[15 ANOS DEPOIS, O REAL PEDE UMA NOVA AGENDA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41651</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Plano Real está completando 15 anos hoje e não há dúvidas que muitos são os motivos de comemoração. Sobretudo no que se refere ao controle da inflação, uma conquista enraizada no país, da qual a sociedade não abre mais mão. Nesses anos de estabilidade, assisti a uma profunda transformação do país. Mesmo nos lugares mais distantes dos grandes centros urbanos, é possível perceber o quanto o Brasil mudou para melhor. A estabilidade também permitiu a consolidação das instituições democráticas, um feito se levarmos em conta que, na América Latina, bem perto de nós, ainda há suspiros de ditaduras, comandadas pela esquerda e pela direita.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas está claro que, a partir de agora, o Real precisa de uma nova agenda. Não há mais como o Brasil fechar os olhos para as reformas que foram abandonadas ao longo dos anos. São elas que farão o país mudar de vez de patamar. Não podemos mais ficar alternando períodos de crescimento econômico moderado com taxas medíocres porque os juros tiveram que subir para conter pressões inflacionários, devido aos gargalos nos portos, nas ferrovias, nos aeroportos, na mão de obra, na educação. É preciso que tenhamos governantes dispostos a promover a reforma fiscal, a atualização da lei trabalhista, reduzir a burocracia, dar maior garantia regulatória ao capital privado que gera emprego e renda.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Da mesmo forma que hoje não abre mão do controle da inflação, a sociedade deve cobrar dos governos que façam a sua parte. Não dá mais para convivermos com promessas não cumpridas dos governantes de plantão, que preferem ostentar altos índices de popularidade a promover mudanças que quebram paradigmas, enfrentam o corporativismo e interesses menores de grupos que sempre se beneficiaram do atraso. Tomara que os próximos 15 anos sejam de uma nova revolução no Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 07h01min</font></p> 
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[VEJA A NOTA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA SOBRE A META DE INFLAÇÃO DE 2011]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41612</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<p> <br></p><p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">"Nos últimos anos a  economia mundial experimentou grande instabilidade nos preços de insumos  básicos, especialmente dos alimentos e do petróleo, que registraram altas  recordes em 2008. A situação mudou rapidamente ao final do ano passado, quando o  </font><font size="2">agravamento da crise financeira internacional gerou uma grave restrição de  crédito, seguida de uma queda rápida e substancial no nível de atividade  mundial.&nbsp; Atualmente a economia mundial enfrenta a maior crise financeira desde  o período da Grande Depressão, nos anos 30 do século  passado.</font><o:p></o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Não obstante o  expressivo aumento dos preços internacionais de insumos básicos e do alto nível  de atividade econômica nos três </font><font size="2">primeiros trimestres do ano passado, a meta de  inflação estabelecida pelo CMN foi cumprida em 2008. </font><o:p></o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Um dos principais  motivos para o sucesso do regime de metas de inflação em lidar com os choques  econômicos no ano passado foi a</font> <font size="2">definição, pelo CMN, em junho de 2006, de uma  meta de inflação compatível com a realidade nacional e capaz de absorver  flutuações não antecipadas na economia mundial.</font><o:p></o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Uma das principais  vantagens do sistema de metas de inflação é a sua flexibilidade para acomodar  situações extraordinárias. Metas restritivas e ambiciosas podem se revelar  prejudiciais à </font><font size="2">administração da política monetária, como ocorreu entre 2001 e  2003, quando a inflação ficou acima do teto estabelecido pelo CMN com dois anos  de antecedência.</font><o:p></o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">A experiência  brasileira nos últimos 10 anos recomenda a manutenção de uma postura pragmática  na determinação da meta de inflação para 2011. No momento atual, a crise  econômica implica forte retração da atividade econômica global em 2009, e as</font>  <font size="2">expectativas para a inflação mundial são de acomodação, sem a evidência de  pressões altistas no futuro próximo. Ainda assim, a boa prática da administração  monetária recomenda prudência em relação à possibilidade de ocorrência de novos  choques internacionais. </font><o:p></o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p> <p class="MsoNormal" style="vertical-align: baseline; text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Com base nessas  considerações, o CMN decidiu pela manutenção do patamar atual de inflação, de  4,5% ao ano, com intervalo de tolerância de 2,0 pontos percentuais para cima e  para baixo, para </font><font size="2">o ano de 2011. Essa decisão tem por objetivo manter a  credibilidade e flexibilidade da política monetária e proporcionar,  simultaneamente, o controle da inflação nos próximos anos."</font><o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 20h57min</span></font></p>
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		<title><![CDATA[DESCOMPROMISSO COM A META DE INFLAÇÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41607</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Foi vergonhoso o anúncio da meta de inflação de 2011 definida nesta terça-feira pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Nem o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (que entrou e saiu da reunião na sede do Ministério da Fazenda pela garagem), nem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tiveram a coragem de enfrentar as perguntas dos jornalistas sobre o porquê de se ter mantido a meta em 4,5%, apesar de todos os indicadores apontarem espaço para um número menor.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A despeito de toda a credibilidade que tentam imputar ao sistema de metas, os dois preferiram não confirmar o que todo mundo sabe: que a meta de 4,5% foi definida pelo presidente Lula para, na cabeça dele, evitar que o BC seja obrigado a aumentar os juros em 2010, o que prejudicaria a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão presidencial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Sem argumentos contrários a essa tese difundida dentro do governo, Meirelles e Mantega preferiram escalar um funcionário do terceiro escalão, Cléber Oliveira, secretário-adjunto do Tesouro Nacional, para anunciar a decisão do CMN. Uma posição muito cômoda.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O único integrante do CMN a encarar alguns jornalistas que cercavam a saída do Ministério da Fazenda foi o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que limitou-se a confirmar a meta para 2011.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Enfim, foi um comportamento lastimável da trinca que comanda a política econômica do país. Comportamento, ressalte-se, digno de uma república das bananas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h50min</font></p>
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		<title><![CDATA[FATOR E SLW REVISAM PROJEÇÃO PARA O PIB]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41577</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na esteira da revisão feita pelo Banco Central nas projeções para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, o Banco Fator e a SLW Asset Management também mudaram suas estimativas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Para o Fator, em vez de cair 0,5%, o PIB encolherá 0,1%. Já a SLW mudou sua previsão de queda de 0,5% para alta de 0,2%. A asset também aumentou a projeção para a inflação, de 3,9% para 4,3%, em função das recentes altas do indicador.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 14h41min</font></p>
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		<title><![CDATA["META MENOR DE INFLAÇÃO TEM DE VIR ACOMPANHADA DE DESINDEXAÇÃO DA ECONOMIA"]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41571</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Craque nas previsões de inflação, o economista-chefe da SLW Asset Management, Carlos Thadeu Filho, diz que de nada adiantará o governo reduzir a meta de inflação a ser perseguida em 2011, de 4,5% para 4%, como quer o mercado, se esse movimento não vier acompanhado de um amplo processo de desindexação da economia.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para ele, o Banco Central deveria realizar um amplo estudo sobre o tema e explicitar o porquê da necessidade de se reduzir a meta e o que é preciso fazer. A indexação da economia, que ainda persiste mesmo depois de todas as mudanças promovidas pelo Plano Real, está enraizada oficialmente nos contratos de energia elétrica, de aluguel e de telefonia e até da caderneta de poupança. Mas há a indexação informal, que atualiza o salário mínimo, as aposentadorias, as mensalidades escolares.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Essa indexação resulta no que os economistas classificam como inércia, ou inflação passada, que acaba contaminando a inflação futura. Tudo isso impede que os índices de preços caiam mais rápido no Brasil. "O debate precisa ir muito além da redução da meta de inflação", afirma Thadeu Filho, que não vê nenhum problema no fato de o governo chamar as empresas para renegociar contratos. "O importante é que tudo seja negociado, que não haja quebra de contrato", complementa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Dado esse contexto, o economista da SLW acredita que o melhor a ser feito é estender o prazo de vigência da meta de inflação, hoje de um ano. "Poderíamos fixar um prazo de 10 anos, por exemplo, para que a inflação chegue a 3,5%", sugere.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h44min</font></p>
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		<title><![CDATA[PARA NEWTON ROSA, META MENOR DE INFLAÇÃO DERRUBARIA JUROS E NÃO O CONTRÁRIO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41566</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No meio da tarde desta terça-feira (dia 30), o Conselho Monetário Nacional (CMN) definirá a meta de inflação a ser perseguida pelo Banco Central em 2011. Tudo indica que o CMN optará por manter a meta em 4,5%, a mesma em vigor neste ano e em 2010. O argumento do presidente Lula para que não se reduza o objetivo inflacionário é o de que o BC seria obrigado a elevar os juros no próximo ano, quando a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disputará a sucessão presidencial. E juros mais altos seriam uma arma importante nas mãos da oposição.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na opinião do economista-chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa, esse argumento é equivocado. "Na verdade, uma meta menor faz com que as expectativas de inflação futura caiam, graças à credibilidade do BC", diz. "Além disso, todas as estimativas apontam para inflação abaixo de 4% até o início de 2011, o que justificaria uma meta menor do que 4,5%", acrescenta. Para ele, mesmo que o governo não quisesse uma meta de 4%, como prega o mercado, poderia pelo menos fixar o objetivo em 4,25%, o que funcionaria como um indicador importante de redução da inflação no país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A meta de inflação do Brasil, de 4,5%, é uma das maiores do mundo. Está muito distante da média de 3,6% da registrada entre os países de economia emergente.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h58min</font></p> 
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		<title><![CDATA[ING DECIDE MANTER DEPARTAMENTO DE ECONOMIA NO BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41554</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Felizmente, o Banco ING caiu na real e recuou na decisão de fechar seu departamento econômico no Brasil, comandado por Zeina Latif. Por enquanto, fica tudo como está. O ING está começando a acreditar que o Brasil será um dos primeiros países a sair da crise. E, com isso, poderá reativar o departamento de tesouraria, desativado nos últimos meses, devido à retração do fluxo de capitais para o país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h49min</font></p>
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		<title><![CDATA[PESSOAS FÍSICAS JÁ APLICARAM R$ 2,1 BILHÕES NA BOVESPA NESTE MÊS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41412</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar do forte sobe-e-desce dos preços das ações neste mês de junho, as pessoas físicas têm ampliado de forma substancial as suas aplicações na Bolsa de Valores de São Paulo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Dados preparados para o <span style="font-weight: bold;">blog</span> pela Elite Corretora mostram que, até o dia 24, o saldo líquido (descontadas as vendas) desse grupo de investidores está positivo em R$ 2,150 bilhões. Trata-se de uma virada e tanto, pois, até maio, os resgates das pessoas físicas eram enormes, superando os R$ 4,5 bilhões. É por isso, que, no computo geral, o grupo ainda apresente saldo negativo de R$ 2,327 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>Ao contrário dos meses anteriores, os investidores estrangeiros estão resgatando posições superiores às novas aplicações em junho. O saldo de suas contas no mês, também até o dia 24, está negativo em R$ 2,650 bilhões. No ano, porém, as aplicações estão positivas em R$ 8,549 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h03min</font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[CAIXA, ITAÚ, CR2 E DEUTSCHE BANK: OS MELHORES E MAIORES CONGLOMERADOS FINANCEIROS DO PAÍS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41407</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A Caixa Econômica Federal venceu em duas categorias do prêmio "Melhores e Maiores Conglomerados Financeiros do País" da revista <span style="font-style: italic;">Conjuntura Econômica</span>, editada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A Caixa se destacou nos quesitos "o melhor entre os grandes" e como "banco público". O Itaú venceu como "banco de varejo", o CR2 como o "melhor entre pequenos e médios" e o Deutsche, como o "melhor entre os especialistas estrangeiros".</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 15h45min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[DUAS PÉSSIMAS NOTÍCIAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41394</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A segunda-feira começou com duas péssimas notícias para a economia. A primeira foi dada pelo Banco Central: o superávit primário, economia que o setor público faz para o pagamento de juros da dívida, desabou 87% em maio quando comparado ao resultado do mesmo mês de 2008. Ou seja, o saldo encolheu para R$ 1,119 bilhão ante os R$ 8,525 bilhões de maio do ano passado. O tombo foi tão grande que o superávit acumulado em 12 meses ficou em 2,28% do Produto Interno Bruto (PIB), já abaixo da meta de 2,5% prometida pelo governo para todo o ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A área econômica do governo federal justifica que o recuo do superávit primário é reflexo da crise mundial, já que o setor público foi obrigado a abrir mão de receitas com impostos para estimular a produção e o consumo. Foi o caso, por exemplo, do IPI sobre automóveis, cuja redução foi prorrogada por mais três meses, até o final de setembro. O que assusta, porém, é a possibilidade de, em 2010, o superávit ser reduzido a zero para que o governo mantenha a gastança em prol da candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão do presidente Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A outra notícia ruim está estampada na edição desta segunda-feira da <span style="font-style: italic;">Folha de São Paulo</span>. Os repórteres <span style="font-weight: bold;">Kennedy Alencar e Valdo Cruz</span> informam que Lula já bateu o martelo para que a meta de inflação a ser perguida pelo Banco Central em 2011 fique nos mesmo 4,5% deste ano e de 2010 (o dado oficial sairá amanhã, terça-feira). Havia uma grande expectativa de que a meta fosse reduzida para 4%, como forma de sinalizar aos investidores que o Brasil está avançando no sentido de ficar mais parecido com as economias desenvolvidas, onde as metas de inflação giram entre 2% e 3% ao ano. Quanto mais baixa for a meta de inflação, menor pode ser a taxa básica de juros (Selic), pois os formadores de preços pensam duas vezes antes de reajustar suas tabelas temendo uma ação mais dura do Banco Central na política monetária.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mais uma vez, o motivo alegado para se manter uma meta de inflação tão elevada para os padrões mundiais foi a candidatura de Dilma Rousseff. Na avaliação de Lula, se a meta diminuir, o BC será obrigado a aumentar os juros em 2010, dando munição à oposição. Mas todos as projeções do BC mostram que, nos próximos dois anos, a inflação se manterá muito comportada, provavelmente abaixo de 4%. Então, ao manter a meta de 2011 em 4,5%, o governo mostra que está mais preocupado em se manter no poder do que propiciar benefícios extras à população, especialmente à parcela mais pobre, a que mais sofre com a inflação pois não tem como recorrer ao sistema financeiro para se proteger.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h05min</font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES, A ÉTICA E A CONVENIÊNCIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41357</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><font size="2"><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"></o:smarttagtype></font></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if !mso]><object  classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></object> <style> st1\:*{behavior:url(#ieooui) } </style> <![endif]--><style> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]-->  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Nos últimos dias, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, escalou seus asseclas para disseminar, na imprensa, o que todo mundo já sabe: que ele será candidato a um cargo político na eleição de 2010. O que me espantou, no entanto, foi o fato de Meirelles admitir que poderá permanecer no cargo até março do ano que vem, conforme já acertou com o presidente Lula, mesmo filiado ao PP ou a outro partido.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">O meu espanto vem da facilidade com que Meirelles transformou ética <st1:personname productid="em conveni&#65514;ncia. Quando" w:st="on">em  conveniência. Quando</st1:personname> assumiu o comando do BC no início de 2003, ele disse que havia se desfiliado do PSDB, legenda pela qual se elegeu deputado federal por Goiás, pois não era aceitável um presidente de BC vinculado a um partido político. Disse mais: que o melhor a ser feito era desvincular o banco de qualquer ação política, como forma de garantir sua autonomia para decisões puramente técnicas.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Meirelles manteve esse discurso por um bom tempo. E fez questão de repeti-lo como um mantra sempre que questionado a respeito de uma possível candidatura ao governo goiano. Essa posição vinha sempre acompanhada da ressalva de que, se algum dia, se por acaso, ele decidisse ser candidato, deixaria o BC tão logo se filiasse a algum partido, pois não se sentiria confortável em conciliar o técnico com o político.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Com a proximidade do fim do governo Lula e a vontade de retornar à vida pública – desejo que sempre o embalou e o motivou a trocar os Estados Unidos pelo Brasil –, pode-se constatar, agora, que o presidente do BC sempre foi, mesmo, partidário da conveniência de seus interesses. De repente, para ele, não é mais antiético permanecer presidente do BC mesmo que se filie a um partido em setembro, prazo final dado pela Justiça eleitoral para os que querem ser submetidos às urnas em 2010.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Não se pode esquecer que parte da credibilidade do BC se construiu em cima do discurso de Meirelles de não politização do banco. Mas, com a nova “visão”, ele coloca sob suspeição essa credibilidade.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><b style=""> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><b style="">Sem comparação<o:p></o:p></b></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">A conveniência de Meirelles é tamanha que ele, inclusive, já orientou os seus asseclas a lançarem exemplos para assegurar que o fato de o BC brasileiro ter um presidente com filiação partidária nada tem nada de errado. Citam Gustavo Franco, que assumiu o comando do BC em 1997, mesmo tendo carteirinha do PSDB havia nove anos. Ora, nunca se soube das pretensões políticas de Franco. Nunca se soube que ele almejava ser governador do Rio de Janeiro ou, quem sabe, candidato ao Senado. Franco deixou o BC no início de 1999 e foi cuidar de sua vida no mercado financeiro.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Os asseclas citam ainda o mitológico Alan Greenspan, que, por quase duas décadas, presidiu o Federal Reserve (Fed), o BC americano, apesar de sua filiação ao Partido Republicano. Pelo que registra a história, Greesnpan nunca teve pretensões políticas. Muito menos se fala que ele cuidava dos assuntos do Fed de segunda à sexta-feira e, aos fins de semana, ia para o seu estado de origem fazer política. Ou mesmo que abrisse espaço na sua agenda, nos dias de semana, para receber deputados e senadores de sua base eleitoral.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">No BC brasileiro, mesmo com o discurso ético de Meirelles, mesmo com toda a preocupação que ele demonstrava em não politizar a instituição, todo mundo sabe que ele interrompia a agenda técnica para receber políticos de Goiás. E muitas foram as vezes que Meirelles mudou compromissos para ir a sua base eleitoral participar de eventos inexpressivos, seja em dias de semana, seja nos fins de semana, para manter acesas as chances de vir a se candidatar a um cargo no estado de nascimento.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Por sinal, além de ostentar o recorde de ser o presidente mais longevo do BC – que será alcançado em setembro próximo –, Meirelles já pode dizer que foi o primeiro comandante do banco que negociou seu futuro político sem ter aberto mão do cargo.</font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><b style=""><o:p>&nbsp;</o:p></b></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><b style="">Contra adversários<o:p></o:p></b></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">A conveniência de Meirelles vai além. Para ele, sair do BC em setembro próximo não será um bom negócio quando se olha para os indicadores econômicos. Como a própria instituição prevê, o desemprego ainda subirá pelo menos até julho, quando baterá em 9,8%. A retomada da atividade só vai se evidenciar no fim do ano, com a população sentido os efeitos lá para março ou abril.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Ou seja, será muito mais fácil encampar como bandeira diante dos adversários que o “seu BC” conseguiu tirar o Brasil da crise com rapidez, com os juros mais baixos da história e com crescimento acima de 4% ao ano, do que ter de rebater as acusações de que pulou fora do barco porque não conseguiu tirar o país da recessão na qual está mergulhada agora. Em março do ano que vem, acredita Meirelles, todos os ventos estarão soprando a seu favor.</font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><b style=""><o:p>&nbsp;</o:p></b></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><b style="">Lição do mestre<o:p></o:p></b></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Avaliando Meirelles, pode-se dizer que ele aprendeu muito bem a lição com o presidente Lula, de agir conforme lhe convém. Quando candidato, Lula sempre pregou a ética, agora, como presidente da República, diz que a quadrilha montada no Senado, com o consentimento do presidente da Casa, José Sarney, é “um fato menor”. O mesmo Lula assegura que aqueles que desmataram a Amazônia não são “bandidos”.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Se o chefe-maior não tem nenhum compromisso com o que pregou no passado, porque o presidente do BC, cujas ambições políticas são desmesuradas, há de manter o seu discurso vazio com as eleições tão à vista?</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoNormal"><font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></span></font></p><p class="MsoNormal"><font style="font-style: italic;" size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Brasília, 00h01min</span></font> <br></p>
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		<title><![CDATA[METAS DE INFLAÇÃO E PRODUÇÃO INDUSTRIAL, OS TEMAS DA SEMANA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41363</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os economistas Jankiel Santos e Flávio Serrano, do Banco BES Investimento, ressaltam que a semana começará animada. Logo na terça-feira (dia 30), o Conselho Monetário Nacional (CMN) definirá a meta de inflação para o ano de 2011. Para eles, o ideal seria que o governo reduzisse o indicador a ser perseguido pelo Banco Central, mas a tendência é de o CMN repetir os 4,5% fixados para este ano e para 2010.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os dois economistas ressaltam que o próprio BC traçou um quadro bastante favorável para os índices de preços pelos próximos 24 meses por meio do relatório trimestral de inflação divulgado na última sexta-feira (dia 26). "Ou seja, ainda que já esteja em curso um processo de retomada econômica, a manutenção da taxa básica de juros (Selic) e da taxa de câmbio nos níveis atuais resultaria em convergência da inflação para algo próximo a 4,0% em meados de 2011. Isto é, provavelmente não seria necessário nenhum esforço monetário adicional para se obter uma inflação abaixo dos 4,5%", afirmam os dois. "Esperamos que, da mesma forma que o BC aproveitou a chance apresentada para reduzir drasticamente a taxa básica de juros, o CMN aproveite a oportunidade que lhe é apresentada para definir um patamar mais baixo de inflação para a economia brasileira", frisam.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quanto à divulgação do desempenho do setor industrial em maio deste ano, na quinta-feira (dia 2 de julho), eles não escondem a apreensão do mercado. "Estimamos que a indústria brasileira tenha se mantido em trajetória de recuperação e registrado um crescimento de 1,5% frente a abril, já descontados os fatores sazonais", destacam os economistas do BES Investimento. "Na comparação com maio de 2008, a expectativa é de que tenha havido nova retração (-11,0%), embora em menor intensidade do que a queda interanual registrada na leitura anterior (-14,8%)", complementam. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Caso essas projeções sejam confirmadas, Santos e Serrano afirmam que o desempenho médio da produção industrial do segundo trimestre de 2009 já terá acumulado expansão superior a 3,0% frente ao primeiro trimestre, confirmando a trajetória de retomada da economia – inclusive no setor mais atingido pelos efeitos das turbulências internacionais. "Reconhecemos, contudo, que o ritmo ainda é bastante gradual, o que afasta a possibilidade de o Banco Central tomar esta trajetória de recuperação como um fator de risco iminente para o quadro inflacionário", emendam.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 23h15min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[IMPERDÍVEL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41360</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A excelente jornalista <span style="font-weight: bold;">Fernanda Paraguassu</span> aproveitou a mudança para Buenos Aires e a experiência de mãe para criar um blog no qual relata histórias dos baixinhos da terra de Gardel. São histórias sensacionais, mescladas com informações muito pertinentes para pais de todas as horas e idades. Não deixe de ler.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O blog de Fernanda tem o sugestivo nome de <span style="font-weight: bold;">Buenos Aires para Niños</span>. O endereço é <a style="background-color: rgb(255, 204, 153);" href="http://www.buenosairesparaninos.blogspot.com/">http://www.buenosairesparaninos.blogspot.com/</a>.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 22h51min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41322</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 112px; height: 152px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">CRÔNICA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">DOMINGOS NA PRAÇA</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><font size="2"><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"></o:smarttagtype></font></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if !mso]><object  classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></object> <style> st1\:*{behavior:url(#ieooui) } </style> <![endif]--><style> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 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text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" align="right"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 11pt;"><font size="2">e depois acelerando o carro com a consciência aliviada?”</font><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p class="MsoBodyText" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" align="right"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 11pt;"><font size="2">(Luiz Alfaya – diretor da ONG Rukha)</font><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p class="MsoBodyText" style="text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b style=""><o:p>&nbsp;</o:p></b></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"><font size="2"> <br></font></p>    <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"><font size="2">Sinto-me uma antropóloga em trabalho de campo. Uma observadora isenta, porém atenta, captando as nuances daquele pequeno microcosmo sem intervir em suas peculiaridades, mas aprendendo com elas. O que, sinceramente, não sei. Entretanto sinto que eles me dão algo sem nem se darem conta, sem nem acreditar que possam ofertar algo a alguém, uma vez que são eles que pedem, rastejam e se expõem ao frio, ao sol e a rua para ganhar a vida.<o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p>    <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"><font size="2"><o:p></o:p>Eles são o grupo de mendigos que adotaram as imediações da Igrejinha de Fátima para passar seus dias <st1:personname productid="em família. Um" w:st="on">em família. Um</st1:personname> eterno piquenique de migalhas. Acompanho esse grupo familiar, me parece que são dois núcleos, durante as minhas caminhadas de fim-de-semana, mas aposto que eles estejam aportados ali nos dias úteis também.<o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p>    <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"><font size="2"><o:p></o:p>Em uma das mulheres, vi a barriga crescer... crescer... crescer até estourar na forma de um bebê. “<span style="" lang="PT">É mais uma boca dentro do barraco, mais um quilo de farinha do mesmo saco, para alimentar o novo João Ninguém. A cidade cresce junto com neném”. É impossível não recordar a pungente canção de Paulinho Moska e Lenine, mas na verdade eu passo é ouvindo rock pesado no <i style="">Ipod</i> que não me deixa escutar as conversas deles. Sou toda imagens.<o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p></span></font></p>    <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p>Agora aquela mãe fuma. Deve ter fumado quando grávida. Fuma e amamenta, alimentando sua mais nova encrenca com fumaça e anemia. Outras crianças, meninos, todos machinhos, correm <st1:personname productid="em volta. Eles" w:st="on">em volta. Eles</st1:personname> são da outra fêmea, uma gorda que pariu quatro ou cinco. Não deve ter 40 anos, mas a aparência é de avó. O mais novinho, buxo protuberante, nariz escorrendo, cutuca um buraco na calçada com um graveto. A <i style="">National Geographic</i> adora mostrar estas cenas de chimpanzés fazendo uso de ferramentas. Como são inteligentes os nossos primos de primeiro grau!<o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p></span></font></p>    <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p>E o irmão dele prova que assim como são as pessoas são as criaturas, nem que sejam breves estes momentos. Com tampinhas de garrafa PET ele fez um jogo de damas. Pacientemente, risca o tabuleiro no banco do espaço público. Com um pedaço de pedra desenha os quadradinhos. Depois espalha as peças.<o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoBodyText"> <br><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p></span></font></p>        <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p>Já o captei sozinho, em pose de “O Pensador”, escolhendo o próximo movimento. Já o flagrei jogando com outro garoto, provavelmente o irmão logo abaixo dele na escadinha de Zé Ninguéns. E numa outra incursão antropológica, vi os dois concentrados nas tampinhas coloridas, vigiados por um terceiro, que, sentado em caixote de carregar frutas, assistia à e-mo-cio-nan-te partida.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p> Essas cenas são instigantes, pois atestam o óbvio: que eles são apenas meninos. Meninos que poderiam ser e não vão ser. Meninos que têm inteligência, curiosidade e potencial como os filhos dos apartamentos da Asa Sul. Eles não são estatísticas, não são entulhos, não são problemas sociais. São meninos que deveriam estar na escola. Quem será que ensinou aquele guri a jogar damas? Como pode ele ter interesse por um jogo intelectual vivendo exposto na vitrine da miséria?<o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="" lang="PT"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt;" lang="PT"><font size="2">Hoje pela manhã assistia a um documentário sobre Brigitte Bardot e ela dizia em sua estonteante – ainda – beleza senil: “O mais infeliz e sozinho homem do mundo não é tão miserável quanto um</font> <font size="2">animal, porque o homem não vai parar num abatedouro”. Simplista Brigitte... Do Brasil, ela deve guardar na memória apenas o branco da areia de Búzios.</font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span>.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 06h30min</font></p>
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		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A PSICOLOGIA E O DINHEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41316</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 111px; height: 138px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/76f9b4e29b8519623d3bf6b125518180.jpg" align="left"><font size="1">ARTIGO</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARACI SANT'ANNA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><a href="http://www.maracisantana.blogspot.com"><span style="background-color: rgb(255, 204, 153);">maracisantana.blogspot.com</span></a></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">SEE YOU LATER, MICHAEL</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><font size="2"><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"></o:smarttagtype></font></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if !mso]><object  classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></object> <style> st1\:*{behavior:url(#ieooui) } </style> <![endif]--><style> <!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Calibri; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]-->  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;">A notícia da morte de Michael Jackson, na tarde da última quinta-feira, surpreendeu o mundo. Todos queriam saber se ela era verdadeira, o que havia acontecido. A movimentação na internet foi tanta que travou o Google e o Twitter. E, com a triste confirmação, as manifestações não pararam mais. Pessoas comuns e famosas comentam e choram a perda do ídolo. O Rei do Pop parte nos deixando boquiabertos, como sempre. Fica para trás uma vivência marcada pelo sucesso e pelos escândalos, que o levaram da riqueza à ruína financeira.</span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;">Fala-se em parada cardíaca provocada pelo excesso de trabalho e pelo abuso de medicamentos. Não sabemos ao certo a causa da morte. Mas sabemos a importância que Michael teve para a indústria do show business. Sabemos que foi um dos maiores fenômenos musicais de todos os tempos, um prodígio, um artista completo, que compunha, cantava e dançava como poucos, um talento inquestionável que deixa saudade, especialmente em quem, como eu, cresceu acompanhando sua carreira, desde os tempos do Jackson Five.</span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;">Ousado, polêmico, irreverente, esquisito, genial, ele ganhou e perdeu verdadeiras fortunas ao longo de meio século de vida. Movimentou e continua movimentando somas incríveis. </span><span style="font-size: 12pt;">Off the wall </span><span style="font-size: 12pt;">bateu quatro vezes o topo da Billboard; Thriller, que custou US$ 750 mil, ultrapassou a marca de 109 milhões de cópias vendidas; We are the world, que ele compôs em parceria com Lionel Richie, arrecadou milhões para crianças carentes da África. Os números na vida de Michael Jackson são surpreendentes. Seus shows batiam recordes de público. Ele teve cinco álbuns entre os mais vendidos e ganhou 25 Grammys. Os shows da turnê que encerraria sua carreira deveriam ser assistidos por cerca de 1 milhão de pessoas e lhe renderiam mais de US$ 200 milhões.</span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;">Michael era descrito como bom, educado, gentil. Não fumava, não bebia, não usava drogas ilícitas e não comia carne. Mesmo assim, a vida dele foi definida, por um de seus ex-assessores, como uma jornada autodestrutiva. Seu estilo </span><span style="font-size: 12pt;">extravagante; as sucessivas cirurgias plásticas que, em lugar de lhe trazerem o rosto dos sonhos, transformaram sua aparência em um pesadelo; os casamentos inexplicáveis, primeiro com a filha de Elvis Presley, depois com uma enfermeira desconhecida que lhe deu dois filhos; a contratação de uma mãe de aluguel para o nascimento do terceiro filho; e os acordos em processos judiciais por acusação de pedofilia abalaram ainda mais sua estrutura emocional e a financeira, levando-o ao isolamento social e o obrigando a vender o rancho Neverland, assim como parte dos direitos autorais sobre as músicas dos Beatles. Segundo publicado por jornais de todo o mundo, ele deixa dívidas que totalizam cerca de US$ 400 milhões.</span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>    <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;">Mas quem foi de fato Michael Jackson? Um homem negro que desejava parecer uma mulher branca? Um garoto que, tal qual Peter Pan, vivia na Terra do Nunca e se recusava a crescer? Algoz ou vítima? Criminoso ou doente? Alguém capaz de, deliberada e conscientemente, trair a inocência de uma criança? Ou uma das muitas pessoas que não conseguiram superar nem as próprias dificuldades nem as decorrentes de uma infância de violência e abuso, que tentava desesperadamente preencher um vazio que mais e mais aumentava?</span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"> <br></span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"> <br></span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;">Talvez jamais saibamos a verdade. Mas a biografia de Michael aponta para uma família grande e pobre em que o pai trabalhava como operário e tentava uma carreira musical que nunca foi pra frente. Obcecado, Joe Jackson passou a investir nos filhos, que se mostravam talentosos. Abusivo e violento, buscando fortuna e sucesso, roubou-lhes a infância, submetendo-os a ensaios exaustivos, controlando, exigindo e castigando-os severamente quando as coisas não saíam da forma como ele queria – um verdadeiro calvário. Só Deus sabe o que acontecia entre aquelas quatro paredes.</span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;">É importantíssimo que os pais incentivem os filhos, que os ensinem a serem persistentes e disciplinados. Além do mais, dinheiro costuma cair muito bem, especialmente para um casal que vive na maior dureza, com nove crianças, como era o caso dos Jacksons. Mas fico pensando em como teria sido a vida de Michael se o pai tivesse visto nele, acima de tudo, um filho, que deveria ser acolhido com amor. Ou se a mãe tivesse tido a coragem de defendê-lo, de protegê-lo, mesmo do pai. Será que aquele garoto não teria se tornado um adulto emocionalmente maduro e equilibrado, capaz de se aceitar como era, em condições de encarar e resolver os problemas do mundo real, que não precisasse se esconder atrás de máscaras cirúrgicas? Será que ele não estaria vivo e com saúde suficiente para criar os próprios filhos?</span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-style: italic;">Noutro dia, li que ninguém deveria ter filhos por necessidade, para aliviar a solidão, dar sentido à vida tentando reproduzir a si mesmo em uma cópia, ou buscar a imortalidade lançando um germe seu no futuro. Sábias ponderações. Porque os filhos não vêm ao mundo para atender as nossas expectativas. Aliás, devemos sempre esperar deles sonhos próprios e mais elevados que os nossos. Acho que o ideal é que nós comecemos ensinando a eles e que, o quanto antes, eles já estejam nos ensinando. Esse pode ser um bom indicativo de que cumprimos nossa missão. Como dito por Gribran, </span><st1:personname style="font-style: italic;" productid="em O Profeta" w:st="on">em O  Profeta</st1:personname><span style="font-style: italic;">, nossos filhos não são nossos filhos, são os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. </span><b style=""><span style="font-style: italic;">Valeu, Michael! </span> <br></b></span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><b style=""><o:p></o:p></b></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><b><span style="font-size: 12pt;">Muita gente tem encontrado dificuldade para comentar os textos deste blog. Sugiro que, em lugar de acessá-lo diretamente, tente por etapas – entre em www.correiobraziliense.com.br; clique em blogs; aí, sim, clique em Blog do Vicente.</span></b><span style="font-size: 12pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Psicóloga</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 12h39min</font></p>
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		<title><![CDATA[NEM PAC NEM MINHA CASA, MINHA VIDA SALVARÃO CONSTRUÇÃO CIVIL NESTE ANO, ALERTA BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41284</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Banco Central reviu suas projeções de crescimento para a construção civil neste ano. Em vez de expansão de 2,7%, prevê, agora, retração de 0,5% para o setor. Segundo o BC, nem mesmo as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nem o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida serão suficientes para reverter a queda.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Para o banco, a retração de 9,8% registrada pela construção civil nos primeiros três meses do ano foi mortal.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h40min</font></p>
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		<title><![CDATA[PARA MARISTELLA ANSANELLI, BC TRAÇA QUADRO BENIGNO PARA A INFLAÇÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41282</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<p> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Uma das especialistas que mais têm acertado projeções de indicadores econômicos, a economista-chefe do Banco Fibra, Maristella Ansanelli, diz que o relatório trimestral de inflação divulgado na manhã desta sexta-feira pelo Banco Central não</font><font class="EC_texto" size="2"> trouxe grandes novidades. Mas reforçou o cenário favorável no campo inflacionário.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="EC_texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="EC_texto" size="2">"As novas projeções de inflação do BC seguem bem abaixo da meta nos dois cenários analisados (referência e de mercado) tanto para 2009 quanto para 2010, mesmo em um contexto de recuperação da atividade econômica acima do estimado pelo mercado", afirma. Maristella ressalta que, em linhas gerais, o BC trabalha com um cenário de continuidade da contração global em 2009 (com recuperação em 2010) e recuperação gradual da atividade econômica doméstica, dentro de um cenário ainda benigno para a inflação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="EC_texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="EC_texto" size="2">O BC chama a atenção, no entanto, para os riscos dos efeitos cumulativos e defasados da distensão monetária sobre a evolução da demanda doméstica em um contexto de gradual retomada da utilização dos fatores de produção, repetindo o tom cauteloso da última ata do Copom", acrescenta.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="EC_texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="EC_texto" size="2">Em relação às projeções de inflação, ressalta a economista do Fibra, o relatório de inflação mostrou ligeira piora nas projeções para 2009 (4,1% no cenário de referência e 4,2% no cenário de mercado) e ligeira melhora nas projeções para 2010 (3,9% no cenário de referência e 4,2% no cenário de mercado). Para o PIB de 2009, o BC reduziu sua expectativa de crescimento de 1,2% para 0,8%, mas manteve sua projeção ainda no campo positivo e muito acima do esperado pelo mercado (consenso em queda de 0,5%).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="EC_texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="EC_texto" size="2">"Em nossa avaliação, a manutenção do cenário benigno para a inflação, mesmo com uma expectativa de crescimento muito acima do consenso de mercado, abre espaço para novas reduções de juros e reduz as chances de altas em um horizonte de médio prazo", destaca Maristella. Por isso, ela aposta em um corte de mais 0,50 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic) em julho, com grandes chances de nova redução em setembro. "Ao contrário do precificado pelo mercado, não esperamos altas da Selic em 2010", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2">Brasília, 17h18min</font></p>
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		<title><![CDATA[SUPERÁVIT PRIMÁRIO ZERO EM 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41278</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A informação é do colunista Luiz Carlos Azedo, do <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span>. Trata-se de uma das notícias mais relevantes do dia. Veja o que ele diz:</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Acabou o tripé do “mais do mesmo” da política econômica: meta de inflação, câmbio flutuante e superávit fiscal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou ao ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que garanta os recursos necessários aos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principalmente em infraestrutura. E não abre mão dos recursos destinados aos programas Minha Casa, Minha Vida e Bolsa Família. A ordem é trabalhar com a meta de superávit fiscal zero na nova Lei de Diretrizes Orçamentárias, que o Congresso precisa aprovar antes de entrar em recesso, em julho. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font class="texto" size="2"><center>***</center> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">O governo já havia reduzido a meta de superávit fiscal de 3,8% do Orçamento da União de 2009 para 2,51%, por causa da crise econômica. Agora, com a queda da arrecadação, essa previsão não será alcançada. E a meta de 3,3% projetada para 2010 e 2011 virou puro delírio. Lula não está nem um pouco preocupado com isso. Mira os índices de atividade industrial e o nível de emprego para a retomada do crescimento. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font class="texto" size="2"><center>***</center> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Parece a vitória da Fazenda na queda de braços com o Banco Central. Seria, se o presidente do banco, Henrique Meirelles, estivesse brigando contra isso. Não é o caso. Ele continua de olho na inflação, mas encampou a verdadeira meta do governo: a eleição de Dilma Rousseff (PT) em 2010.</font>                  </p><!--   <br>  --><!--  <br> --><!--  --><!--  <br> --><!--  --><!--  <br> --><!--  --><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h31min</font></p>
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		<title><![CDATA[O HUMOR DE MÁRIO MESQUITA, DIRETOR DO BC, JÁ FOI MELHOR]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41253</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O diretor de Política Econômica do Banco Central, Mário Mesquita, deve estar sob intensa pressão. Só isso explica a falta de humor que ele demonstra nas coletivas à imprensa para explicar o relatório de inflação.Mesquita parece esquecer que ocupa um cargo público, função na qual esse tipo de entrevista é uma prestação de contas à sociedade dos atos dele e de seus colegas. Ele age como se se sentisse agredido diante dos questionamentos dos repórteres por mais detalhes dos dados impressos no relatório. Agora, deu para reclamar até quando dizem que não entenderam suas explicações.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h23min</font></p> 
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		<title><![CDATA[RELATÓRIO DE INFLAÇÃO: CONSUMO DO GOVERNO CRESCERÁ 2,8%, QUASE O DOBRO DO DAS FAMÍLIAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41244</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nas contas do Banco Central, o governo será fundamental para garantir o crescimento de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. O aumento do consumo do governo será de 2,8% ante 1,5% do consumo das famílias.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h00min</font></p>
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		<title><![CDATA[RELATÓRIO DE INFLAÇÃO: RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA MUNDIAL SÓ SE CONSOLIDARÁ EM 2010 ]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41243</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Reforçando os alertas feitos pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o relatório trimestral de inflação da instituição, divulgado na manhã desta sexta-feira, alerta para o risco de haver uma nova desaceleração da economia mundial, ainda abalada pelo estouro da bolha imobiliária americana. Na visão do BC, o cenário mais provável é o de que a recuperação da economia global só se consolide ao longo de 2010.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h48min</font></p>
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		<title><![CDATA[RELATÓRIO DE INFLAÇÃO: BC PREVÊ, AGORA, CRESCIMENTO DE 0,8% EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41242</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Banco Central reduziu em 0,4 ponto percentual a sua estimativa de inflação para este ano, de 1,2% para 0,8%. O número surpreendeu, pois, na melhor das hipóteses, os analistas acreditavam que a projeção da instituição ficaria em 0,5%. Dentro do próprio BC, técnicos diziam que o mais realista seria uma previsão entre 0,3% e 0,5%, mas tal visão não prevaleceu. O BC insiste em passar uma visão mais positiva para o futuro da economia. A direção do banco alega que sempre tem acertado mais do que o mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O BC sustenta sua estimativa para o PIB na aposta de recuperação da economia já no segundo trimestre do ano, puxada pelo consumo das famílias, pela continuidade da expansão da massa salarial, pela melhora nas condições de crédito, e, claro, pela presença mais forte do governo. Também há uma esperança de retomada dos investimentos ao longo dos próximos três trimestres. Nada muito diferente do que os economistas vêm dizendo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h27min</font></p>
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		<title><![CDATA[BANCOS PÚBLICOS AMPLIAM PARTICIPAÇÃO NO MERCADO DE CRÉDITO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41192</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Seguindo à risca a determinação do presidente Lula, os bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, principalmente) estão marcando presença cada vez maior no mercado de crédito.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Pelas contas do chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, entre maio de 2008 e maio deste ano, essas instituições ampliaram sua participação no mercado de 35% para 38%. Já os bancos privados nacionais reduziram a participação de 44% para 42% e as instituições estrangeiras, de 21% para 20%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A participação maior dos bancos públicos no mercado ficou evidente a partir de setembro do ano passado, quando houve uma contração do crédito devido ao estouro da crise mundial e ao aumento da aversão ao risco. De lá para cá, o volume de empréstimos e financiamentos dessas instituições aumentou 20,7%, enquanto o saldo das operações do bancos privados nacionais cresceu 3,66% e o dos bancos estrangeiros avançou 2,48%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No acumulado deste ano, as liberações de crédito pelos bancos públicos tiveram incremento de 6,9%. Já os negócios dos bancos privados nacionais aumentaram 1,20% e os das instiutições estrangeiras encolheram 1,90%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h43min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[JUROS CONTINUAM EM QUEDA EM JUNHO E CRÉDITO ÀS PESSOAS FÍSICAS, CRESCENDO ]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41190</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Dados relativos aos primeiros 15 dias de junho (10 dias úteis) mostram que os bancos continuaram reduzindo as taxas de juros. Para as pessoas físicas, as taxa médias baixaram mais 0,8 ponto percentual, para 46,7% ao ano. Entre as empresas, os juros caíram para 27,7% anuais. A taxa média total recuou 0,7 ponto percentual, para 37,1% ao ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Parte desse recuou foi possível graças à continuidade da redução do spread, a diferença entre o que os bancos pagam os investidores e o quanto cobram nos empréstimos. Para as pessoas físicas, o spread caiu 0,6 ponto percentual em relação a maio, para 36,8 pontos. Entre as empresas, também houve recuo de 0,6 ponto, para 18,3 pontos percentuais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Esses números, segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, refletem o repasse da queda da taxa básica de juros (Selic) aos tomadores de crédito e a melhora nas condições do mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com esse ambiente mais favorável, as pessoas físicas mantêm firme a disposição para fazer empréstimos e financiamentos. Tanto que o saldo de crédito cresceu 2,4% na primeira quinzena deste mês. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h30min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[PARA ALTAMIR LOPES, INADIMPLÊNCIA VAI CAIR COM A VOLTA DO CRÉDITO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41189</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, acredita que o pior para a inadimplência entre as pessoas físicas já passou. Segundo ele, o índice atual de calote, de 8,6%, reflete o momento mais agudo da crise mundial, no fiml do ano passado, quando as linhas mais baratas de crédito desapareceram do mercado. Restou, então, às famílias ficarem penduradas no cheque especial. Como os juros do especial são altíssimos, a renda&nbsp; de muitas pessoas ficou muito comprometida, só restando a inadimplência.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Agora, acredita o economista do BC, com as linhas mais baratas, como o crédito consignado, voltando ao mercado, a tendência é de as famílias recorrerem a esses empréstimos para sair do cheque especial e botar as finanças em dias. "Vamos ver a regularização do mercado ao longo dos próximos meses", afirmou Altamir.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O mesmo, porém, não se pode dizer em relação às empresas. Para que o crédito volte com maior força, é preciso que as linhas internacionais sejam reabertas, o que está ocorrendo de forma muito gradual. Assim, é possível que a inadimplência continue aumentando nos próximos meses, até que todas as linhas de crédito se normalizem. O índice de calote entre as pessoas jurídicas bateu em 3,2%, o mais elevado desde maio de 2001. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h16min</font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[JUROS DO CHEQUE ESPECIAL SOBEM, APESAR DE TODAS AS OUTRAS TAXAS TEREM CAÍDO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41184</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os bancos reduziram, em maio, as taxas de juros de quase todas as linhas de crédito aos consumidores. A exceção foi o cheque especial, no qual, em média, os brasileiros ficam pendurados 22 dias por mês. A taxa média do especial bateu 167,8% ao ano, ficando 1,5 ponto percentual acima da registrada em abril (166,3% anuais). Os bancos estão se aproveitando da necessidade dos clientes de usar o limite do especial como complemento da renda para ampliar seus ganhos. Com essa alta, os juros do cheque especial interromperam uma sequência de quatro meses de baixa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nos empréstimos pessoais, porém, houve recuo nos juros. A taxa média caiu, entre abril e maio, de 48,8% para 46,6% ao ano. Nos financiamentos de veículos, as taxas recuaram de 29,9% para 29,2%. Nos crediários para a compra de eletrodomésticos e de eletrônicos, houve baixa de 60,4% para 55,8% ao ano. Foi a linha de financiamento que registrou a maior queda no mês passado: 4,6 pontos percentuais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h01min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[CRÉDITO PARA AS PESSOAS FÍSICAS CRESCEU 2,4% EM MAIO. MAS CALOTE DISPAROU]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41182</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		   <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mais confiantes e com o desemprego sob controle, as famílias brasileiras continuaram se endividando. Dados do Banco Central divulgados nesta manhã mostram que a dívida total das pessoas físicas cresceu 2,4%, somando R$ 426,5 bilhões, quase R$ 10 bilhões a mais do que em abril.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Essa disposição em tomar empréstimos foi estimulada pela queda dos juros. Na média, a taxa cobrada dos consumidores caiu de 48,8% para 47,3% ao ano. Desde o início do ano, os juros às pessoas físicas baixaram 10,6 pontos percentuais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas um alerta: mais pessoas estão tendo dificuldades para honrar suas dívidas em dia. A taxa de calote passou de 8,4% para 8,6% entre abril e maio, o maior patamar da série do Banco Central, iniciada em julho de 1994. Em setembro do ano passado, quando estourou a crise mundial, a inadimplência estava em 7,3%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Também as empresas estão com dificuldades para quitar as dívidas. A taxa de inadimplência entre as companhias chegou a 3,2%, o índice mais elevado desde maio de 2001, quando bateu 4,2%. Na média geral, incluindo as pessoas físicas e as empresas, a inadimplência bateu 5,5%, taxa sem precedentes desde setembro de 2000, quando estava em 5,7%. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h44min, atualizado às 12h05min <br></font></p> 
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[DESEMPREGO ESTÁVEL E CONFIANÇA DOS CONSUMIDORES EM ALTA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=41176</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Dia de boas notícias para o governo: apesar de todo o alarde feito pelos economistas de que haveria uma explosão do desemprego no Brasil por causa da crise mundial, o IBGE mostrou, na manhã desta quinta-feira, que a taxa se manteve estável em maio, em 8,8%, um importante suporte para a manutenção do consumo das famílias, que vem evitando uma queda mais forte do Produto Interno Bruto (PIB).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Essa, por sinal, é uma das explicações para a melhora da confiança dos consumidores, que atingiu seu maior nível desde setembro do ano passado, quando a crise mundial estourou. O índice (ICC) calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) subiu 4,1% entre maio e junho, cravando 106,4 pontos. Em setembro, o ICC marcava 109,2 pontos. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ou seja, como já não se vê mais ameaçado pelo desemprego, o consumidor começa a ver o presente e o futuro com mais confiança, abrindo os cofres e assumindo dívidas. É nesse ponto que o governo deposita a maior parte de sua aposta de que o PIB deste ano ainda conseguirá fechar o ano com crescimento, mesmo que ligeiramente acima de zero.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 10h29min</font></p>
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		<item>

		<title><![CDATA[TUDO EM FAMÍLIA: A COINVALORES E A SADIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40966</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em resposta à nota abaixo da assessoria de imprensa da Coinvalores, dois técnicos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informaram ao <span style="font-weight: bold;">blog</span> que a corretora teve, sim, envolvimento com o uso de informação privilegiada referente à proposta de compra da Perdigão pela Sadia, feita em 2006.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Um dos clientes da Coinvalores, Osório Henrique Furlan, irmão do ex-ministro do Desenvolvimento Luiz Fernando Furlan, está sendo investigado por tal crime. O mesmo processo inclui Flávio Fontana Mincaroni, acionista da Sadia, e Christiane Assis, então gerente de relações com os investidores da empresa à época da oferta hostil feita pela Sadia.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A CVM já constatou que Romano Anselmo Fontana Filho e Luiz Gonzaga Murat, respectivamente, conselheiro e ex-diretor Financeiro da Sadia, e Alexandre Ponzio de Azevedo, do banco ABN Amro, fizeram uso da mesma informação privilegiada para lucrar com ações da Perdigão.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h32min&nbsp;</font></p> 
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		<title><![CDATA[UMA INFLEXÃO NA INDÚSTRIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40965</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Vale a pena dar uma lida na avaliação feita pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) sobre os resultados das contas externas de maio.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font><font style="font-style: italic;" size="2">De acordo com os dados divulgados hoje (quarta-feira, dia 24) pelo Banco Central (BC), no acumulado de janeiro a maio de 2009, a indústria foi o setor que absorveu a maior parcela dos ingressos brutos de Investimento Estrangeiro Direto (IED): US$ 5,844 bilhões de um total de US$ 10,721 bilhões. A indústria também foi o único setor que registrou alta (de 6,5%) nessa modalidade na comparação com o mesmo período de 2008 e, assim, aumentou sua participação no total de IED, de 40% no acumulado de janeiro a maio de 2008 para 54,4% no mesmo período de 2009. Todavia, ao longo do período analisado, o eixo de atratividade da indústria sofreu alterações.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-style: italic;" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Enquanto nos meses anteriores as indústrias automobilística e metalúrgica lideravam a atração de IED e asseguravam o excepcional desempenho do setor industrial brasileiro como pólo de atração de investimentos estrangeiros, em maio, ambos os segmentos atraíram relativamente pequeno volume de recursos. Isso, certamente, denota o fim precoce de um ciclo de inversões de que esses segmentos vinham promovendo e que, com certa defasagem, foi interrompido pela crise.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Por outro lado, o setor de produtos químicos despontou como o principal receptor dos investimentos diretos em participação no capital, respondendo por 68% do total direcionado para a indústria. A dúvida é se a trajetória favorável do IED nesse setor é sustentável. Se ela não tiver continuidade, o IED na indústria deve cair ao longo do segundo semestre do corrente ano e, assim, não repetir o desempenho positivo observado de janeiro a maio. Essa é uma hipótese que não pode ser descartada, dada a gravidade da crise internacional.</font><font size="2"> O fluxo líquido total de IED (e não apenas o seu ingresso na modalidade de aporte de capital) em maio também foi muito favorável: ingressaram US$ 2,483 bilhões, recorde para esse mês da série histórica do BC.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Outro resultado das contas externas brasileiras no mês de maio que chama atenção diz respeito aos investimentos estrangeiros de portfólio, que atingiram US$ 3,746 bilhões, superando o fluxo líquido de IED (em 50,9%) pela primeira vez desde julho de 2008. Esse desempenho garantiu um superávit de US$ 5,351 bilhões na conta financeira, que foi mais do que suficiente para financiar o déficit de US$ 1,738 bilhão na conta corrente. Com isso, o balanço de pagamentos foi superavitário em US$ 3,745 bilhões, o quarto superávit mensal consecutivo e o melhor resultado do ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 19h16min</font></p>
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		<title><![CDATA[EMPRESAS BRASILEIRAS REDUZEM INVESTIMENTOS NO EXTERIOR]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40947</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com o mercado internacional retraído e sem perspectiva de retomada do crescimento mundial a médio prazo, as empresas brasileiras estão se desfazendo de investimentos no exterior e trazendo o dinheiro de volta para o Brasil. Em maio, especificamente, houve um retorno de US$ 1, 456 bilhão. Neste mês, até o dia 24, voltaram mais US$ 748 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mantido esse movimento, muito provavelmente, essa conta (classificada pelos analistas de IBD) ficará positiva. Até maio, ainda se registrava envio de US$ 944 milhões para o exterior. No ano passado, as empresas brasileiras aplicaram US$ 20,4 bilhões em projetos fora do país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A pergunta que se está fazendo no BC é se esse movimento de retorno pode significar o fim do processo de internacionalização das empresas brasileiras. Eu, particularmente, acredito que ainda é cedo para dizer isso.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h34min</font></p>
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		<title><![CDATA[COINVALORES NEGA INTERESSE NA CONCÓRDIA CORRETORA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40941</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A assessoria de imprensa da Corretora Coinvalores garantiu ao <span style="font-weight: bold;">blog</span> que não há nenhum interesse da instituição na compra da Concórdia Holding Financeira, que controla o banco e a corretora Concórdia, pertencente à Sadia. A Coinvalores alega que mantém uma boa relação com o pessoal da Concórdia, mas nada que resulte em casamento. Na verdade, trata-se mais de uma relação familiar. Um dos donos da Coinvalores, Fernando Silva Telles, é cunhado de Luiz Fernando Furlan, líder de uma das famílias controladoras da Sadia.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quanto à afirmação do <span style="font-weight: bold;">blog</span> de que a Coinvalores está sendo investigada pela CVM por uso de informação privilegiada, a assessoria da corretora afirma que esse caso já está superado. Em 2006, nos três dias que antecederam a oferta hostil de compra da Perdigão feita pela Sadia, a Coinvalores arrematou cerca de 42% das ações da Perdigão negociadas no mercado. Segundo a Coinvalores, já foi provado para a CVM que a instituição só executou ordens de compra de seus clientes. O processo, inclusive, já teria sido encerrado na CVM, com os resultados da investigação tendo sido repassados ao Ministério Público.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 15h33min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PIB, CARRY-OVER E AJUSTE SAZONAL: COMO TER CRESCIMENTO EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40931</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">FERNANDO MONTERO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;">As quedas sucessivas do Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre de 2008 (-3,7%) e no primeiro trimestre de 2009 (-0,8%) deixaram a economia num patamar 2,5% inferior à média do ano anterior. Nós, economistas, chamamos essa distância de arrasto estatístico (ou, mais frequentemente, de “<i>carry-over”</i>) e a usamos para informar como o perfil do crescimento passado influencia o crescimento futuro.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;"> <br></span></font></p>    <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;">A forma mais fácil de entender esse efeito é reparando que, se nos próximos três trimestres, o PIB permanecer estacionado no patamar do primeiro trimestre (2,5% abaixo da média de 2008), o ano de 2009 cairá esses mesmos 2,5% ante o ano passado. Portanto, a economia precisa crescer bastante nos próximos trimestres apenas para recuperar essa queda experimentada no fim de 2008 e no início de 2009.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;"> <br></span></font></p>    <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;">Essa discussão é especialmente relevante ao discutir as condições de um crescimento em 2009 -- um ano que começa fraco e que, ao mesmo tempo, enfrenta uma base de comparação forte na maior parte de 2008. Entretanto, não é tudo. O ponto a destacar é que exercícios de “carry-over” com recuperação linear da atividade podem exagerar a dificuldade real de um PIB positivo em 2009.</span><b><span style="color: black;"></span></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"> <br><b><span style="color: black;"></span></b></font></p>    <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><b><span style="color: black;"></span></b><span style="color: black;">As projeções de PIB apoiados nesses exercícios de “carry-over” dependem sobremaneira do ajuste sazonal das séries e da suposição de movimentos contínuos e gradativos nos agregados. Nesta ótica de “carry-over”, pesa contra um PIB positivo em 2009 o forte arrasto negativo de 2,5% acumulados até o primeiro trimestre. A partir desse arrasto, o crescimento na margem nos próximos três trimestres deveria ser mesmo um recorde para compensar o efeito da base deprimida sobre a média anual. Dito isto, há ressalvas a fazer antes que se deva levantar uma barreira intransponível para uma economia ligeiramente positiva em 2009.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;">A economia encontra-se em recuperação. Isso é tão certo quanto irrelevante diante o tamanho das quedas: a questão agora é sua intensidade. Embora seja difícil prever como continuará sendo a velocidade dessa recuperação que sai de um “choque” negativo da demanda em um quadro de fundamentos razoavelmente sustentados, a presença de um expressivo ciclo de estoques anteciparia algum salto, isto é, uma eventual correção para cima na atividade.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;"> <br></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;">É provável, contudo, que a visibilidade da retomada, numa economia que enfrenta um colapso da confiança real, reforce o componente retroalimentador da recuperação. Num tipo de cenário com este, com quedas de dois dígitos na indústria&nbsp;e aumentos em varejo, projeções de recuperação linear da produção do tipo +1% por muitos meses, sobre bases de comparação tão baixas, interessam pouco: aqui o que se espera&nbsp;é&nbsp;“saltos” de um mês para outro.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"> <br><span style="color: black;"></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;"></span><span style="color: black;">Tem outro elemento na análise que pode ajudar. Ao ajustar sazonalmente nossas projeções de PIB para os próximos trimestres (-1,0% no segundo trimestre de 2008 sobre o mesmo período de 2008); -0,5% na comparação do terceiro trimetre; e +3,4% na comparação do quarto trimestre) vemos que o modelo de ajuste empregado pelo IBGE revisa a queda inicial de 0,8% do primeiro trimestre para uma alta de 0,2% na margem (ver a área circundada no gráfico abaixo).</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><span style="color: black;"> Assim&nbsp; além de possivelmente reverter, por um fio, a recessão técnica decretada, a revisão na série ajustada melhoraria decididamente o “carry-over” do primeiro trimestre. Na simulação abaixo, que dá um ano levemente positivo, a economia cresceria na margem 0,2% no primeiro trimestre de 2009 frente aos últimos três meses de 2008; aumentaria 1,4% na comparação do segundo com o primeiro trimestre de 2009, teria expansão de outro 1,4% no terceiro trimestre ante o segundo de 2009 e subiria 0,9 no no quarto em relação ao terceiro trimestre do ano. Isso não parece tão difícil quanto o exercício inicial de carry-over leva a pensar.&nbsp;</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><img style="width: 462px; height: 375px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/5f44b4e3268104f5006cf2cc27724caa.jpg"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="EC_MsoNormal"><font size="2"><b><i><span style="color: black;">Uma explicação de “carry-over”:</span></i></b><i><span style="color: black;">&nbsp;&nbsp; O crescimento anual do PIB resulta da variação da soma de bens e serviços produzidos num ano contra a soma de bens e serviços produzidos no ano anterior. Se um ano começa forte e despenca no último trimestre, haverá acumulado muita produção - que só caiu no fim do ano - deixando, porém, a economia em patamar bem mais baixo no início do ano seguinte. Mesmo que a economia se recupere ao longo daquele segundo ano, a base de partida mais baixa pode significar uma produção anual menor em relação ao acumulado do ano anterior, daí termos uma queda de PIB num ano que recuperou atividade na margem. Quando se comparam acumulados anuais (e não, por exemplo, a produção “ponta a ponta” entre dois dezembros) o ponto de partida de um ano, coincidente com o fim do ano anterior, faz muita diferença.</span></i></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Economista-chefe da Corretora Convenção</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 12h32min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[VIRADA DE US$ 13 BILHÕES NA CONTA DE INVESTIMENTOS EM AÇÕES E TÍTULOS PÚBLICOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40944</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Dos números das contas externas revisados pelo Banco Central na manhã desta quarta-feira (dia 240, o mais relevante veio da rubrica que mede o fluxo de investimentos em ações e em títulos públicos. Até o mês passado, o BC acreditava que o saldo dos investimentos ficaria negativo em US$ 10 bilhões, previsão que, como bem lembrou o chefe do Departamento Econômico da instituição, Altamir Lopes, o mercado considerava conservadora, dado o estrago provocado pela crise mundial. Agora, o BC estima um saldo positivo de US$ 13 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo Altamir, as novas projeções do BC para as contas externas levam em conta tudo o que aconteceu até meados de junho. Até maio, os investimentos em ações e em títulos públicos estavam positivos em US$ 3,052 bilhões. Em junho, até hoje (dia 24), o ingresso de recursos estrangeiros na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) superava os saques em US$ 116 milhões e as aplicações em papéis do governo, em US$ 1,342 bilhão. O economista do BC afirmou, porém, que as incertezas no mercado continuam. Portanto, não dá para cravar que a melhora no fluxo de recursos para o Brasil seja um indicativo definitivo de que o pior da crise internacional já passou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O importante, no entender de Altamir, é que, aos poucos, o Brasil está vendo às portas do mercado internacional de crédito serem reabertas. Tanto que, além de os investimentos em portfólio estarem positivos, a taxa de rolagem, que mede o refinanciamento de dívidas no exterior e as novas captações, aumentou substanciamente neste mês: está em 340% ante 35% de maio. É verdade, reconhece o economista do BC, que esse salto está contaminado pela captação de US$ bilhão realizada pelo BNDES. Mas, mesmo quando excluída tal operação, a taxa de rolagem fica em 99%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Outro dado relevante, a ser constatado nas novas projeções para as contas externas, é o aumento do saldo comercial em 2009, de US$ 17 bilhões para US$ 20 bilhões. Isso se deu, basicamente, por causa da redução das estimativas de importações, de US$ 141 bilhões para US$ 138 bilhões, reflexo do menor nível de atividade. O crescimento menor da economia não deve, porém, afetar tanto as remessas de lucros e dividendos, cujas projeções para 2009 saltaram de US$ 15 bilhões para US$ 17 bilhões. A mudança, nesse caso, destacou Altamir, decorreu muito mais da taxa de câmbio. Com o dólar mais barato, o volume de remessas para as matrizes das multinacionais fica maior. Para as transações correntes, a estimativa de déficit recuou de US$ 16 bilhões para US$ 15 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h30min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[TUDO EM FAMÍLIA: COINVALORES PODE FICAR COM CONTROLE DO BANCO E DA CORRETORA CONCÓRDIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40892</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Fontes do <span style="font-weight: bold;">blog</span> garantem que a Concórdia Holding Financeira, que controla o banco e a corretora Concórdia, pode ser arrematada pela Coinvalores. Essa instituição pertence a Fernando Silva Telles, cunhado de Luiz Fernando Furlan, líder de uma das famílias que controla a Sadia, dona da Concórdia Holding.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Conforme o <span style="font-weight: bold;">blog</span> informou em nota abaixo, há um acordo para que a Concórdia Holding seja vendida à HFIN Participações, criada pelas famílias Fontana e Furlan para absorver esse braço financeiro da Sadia, que não entrou no processo de fusão com a Perdigão. Mas essa transferência será temporária, pois o destino da Concórdia deve ser mesmo a Coinvalores.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para quem não se lembra, em 2006, quando a Sadia fez uma oferta hostil pela Perdigão, três dias antes de a operação ser comunicada ao mercado, a Coinvalores comprou cerca de 42% de todas as ações da Perdigão negociadas nas bolsas do Brasil e de Nova York. Os preços dos papéis deram um salto espetacular e, dias depois, a Coinvalores se defez das ações com lucros espetaculares.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Fernando Telles, dono da Coinvalores, está sendo investigado pela CVM por uso de informação privilegiada.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h39min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[CLIMA DE APREENSÃO NA CONCÓRDIA CORRETORA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40883</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os quase 180 funcionários da Concórdia Corretora estão apreensivos quanto à operação de venda da toda a área financeira do grupo Sadia para a HFIN Participações,que pertence aos controladores da produtora de alimentos. Há o temor de que essa transferência, que deverá ser homologada em Assembléia Geral Extraordinária no próximo dia 8 de julho, seja apenas uma etapa da transferência da corretora para outro grupo, provavelmente de capital estrangeiro, resultando em demissões em massa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A transferência da Concordia Holding Financeira, que controla a corretora e o banco Concórdia, para a HFIN foi comunicada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ontem (segunda-feira, dia 22). A operação será paga com ações da BRF Brasil Foods, empresa resultante da fusão da Sadia com a Pergidão. A corretora é vista no mercado com um "filão", devido à tradição que conquistou em mais de duas décadas de operação. Em 2008, a corretora registrou lucro líquido de R$ 146,7 milhões. No fim do ano passado, administrava quase R$ 5 bilhões em ativos de terceiros,.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 16h05min</span></font></p>
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		<title><![CDATA[REDUÇÃO NA ESTIMATIVA DO BC PARA O PIB É ÓBVIA, DIZEM ECONOMISTAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40647</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A decisão do Banco Central de reduzir a previsão de crescimento para este ano, de 1,2% para algo entre 0,3% e 0,5%, é vista com tranquilidade pelos economistas, pois não há mais como apostar em expansão muito além dessas novas estimativas. "Para que o PIB avance acima de 0,5% em 2009, o crescimento no segundo, no terceiro e no quarto trimestres do ano teria que ser surpreendentemente forte. Mas nada indica que isso vai acontecer", diz a economista-chefe do Banco ING, Zeina Latif. É importante ressaltar que ela é uma das poucas especialistas do mercado que vê o PIB brasileiro encerrando 2009 com crescimento.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação de Elson Teles, economista-chefe da Concórdia Corretora, a revisão, para baixo, da previsão do BC para o PIB é mais do que óbvia. No seu entender, apesar de o consumo ainda se manter firme mesmo depois de todo o estrago da crise internacional, a indústria jogará pesado contra o PIB, acumulando queda de pelo menos 5% neste ano. Além disso, destaca ele, apesar de estar havendo uma gradual melhora no mercado de trabalho, quando se desconsidera fatores sazonais dos dados do Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho, o quadro não é para comemoração.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A expectativa é de que o relatório trimestral de inflação, trazendo as novas estimativas do BC para o crescimento da economia e para a inflação, saía entre a sexta-feira desta semana e a terça-feira da próxima.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h47min</font></p>
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		<title><![CDATA[NOVA PREVISÃO DO BC PARA O PIB DESTE ANO DEVE FICAR ENTRE 0,3% E 0,5%]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40606</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<p> <br></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} </style> <![endif]-->  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">Para desânimo de parte do governo, que continua acreditando em crescimento econômico próximo de 1% neste ano, o Banco Central informará até o fim deste mês que jogou, mais uma vez, para baixo a sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB). Ao que tudo indica, a nova estimativa ficará entre 0,3% e 0,5% de alta, ainda um número considerável se for levado em conta que o consenso no mercado financeiro é de uma queda de 0,57%. A nova estimativa fará parte do relatório trimestral de inflação. No documento divulgado em março, o BC apostava em avanço de 1,2% neste ano. Em dezembro de 2008, a previsão era de que a economia brasileira crescesse 2,8%. “Infelizmente, não há como o banco se descolar da realidade”, disse ao <span style="font-weight: bold;">blog</span> um técnico da instituição.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br><span style=""></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br><span style=""></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><span style=""></span>O que mais pesou para a revisão da estimativa do BC foi o resultado do PIB no primeiro trimestre do ano. Ainda que o tombo de 0,8% em relação aos últimos três meses de 2008 tenha ficado abaixo de todas as projeções do mercado, o BC trabalhava com um número positivo, mesmo que bem próximo de zero. “Portanto, não há como a nossa projeção não ser menor”, acrescentou. Ele ressaltou, porém, que o banco já identificou sinais de recuperação da economia, que deverão ficar mais claros a partir do segundo semestre. “E cada trimestre será melhor do que o outro. A nossa aposta é de que, nos últimos três meses de 2009, o PIB já esteja crescendo acima de 4%”, complementou.<span style=""></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br><span style=""></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br><span style=""></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><span style=""></span>Na avaliação do BC, conforme se viu no primeiro trimestre, o consumo das famílias e do governo será fundamental para que o PIB não feche o ano no vermelho. “Mesmo com todo o impacto da crise internacional, o mercado de trabalho está reagindo bem (foram criados<span style="">&nbsp; </span>mais de 130 mil vagas formais em maio) e a renda dos trabalhadores está se expandindo. Além disso, os programas sociais vêm cumprindo de forma consistente os seus objetivos e já vemos o crédito à pessoa física nos mesmos patamares de antes da crise”, afirmou um outro funcionário do BC. “Sabemos que muita gente não gostará das nossas projeções para o PIB. Mas somente o fato de o Brasil fechar o ano com crescimento, mesmo que próximo de zero, <span style="">&nbsp;</span>será motivo para comemoração. O PIB mundial terá um forte encolhimento”, emendou.<span style=""></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br><span style=""></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br><span style=""></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"><span style=""></span>No Ministério da Fazenda, a ordem é manter o discurso de que o crescimento deste ano será próximo de 1%, para estimular a retomada da confiança dos agentes econômicos, sobretudo do empresariado que ainda resiste em desengavetar os investimentos produtivos. Nos encontros mais reservados, porém, o próprio ministro Guido Mantega fala em avanço muito parecido com o que será divulgado pelo BC.</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p>
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		<title><![CDATA[SEM TETO PARA POUSO, DIRETORES DO BC ATRASAM REUNIÃO COM ANALISTAS NO RIO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40595</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O fechamento do Aeroporto Santos Dumont no Rio por causa do tempo obrigou três diretores do Banco Central -- Mário Torós (Política Monetária), Mário Mesquita (Política Econômica) e Gustavo Matos do Vale (Liquidação e Crédito Rural) -- a mudarem o horário de uma das duas reuniões que eles tinham marcado com analistas financeiros. O encontro ocorreria às 10h e teve de passar para as 14h30. A conversa das 12h foi mantida.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do BC, Henrique Meirelles, que está em viagem ao exterior, participou dos encontros por meio de uma teleconferência. Mas, como nas reuniões anteriores, que servem de base para a elaboração do relatório trimestral de inflação, praticamente não falou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os diretores ouviram, porém, um rosário de preocupações dos analistas. Muitos ressaltaram a possibilidade de a inflação voltar com força em 2010 e 2011, devido à retomada mais rápida da atividade econômica. Os especialistas levantaram a possibilidade de o Comitê de Política Monetária (Copom) ser obrigado à elevar os juros ao longo do ano que vem para conter o processo inflacionário.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na pesquisa que fizeram com os presentes nas duas reuniões, os diretores do BC constataram que continua o pessimismo em relação ao crescimento da economia neste ano -- todos apostaram em queda do PIB neste ano, com pequena retomada em 2010.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h25min</font></p> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[PARA A FAZENDA, RECUPERAÇÃO DO EMPREGO GARANTIRÁ PIB POSITIVO EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40591</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Técnicos do Ministério da Fazenda se debruçaram sobre os números do mercado formal de trabalho em maio, quando foram criados 130.557 vagas, e ficaram ainda mais convencidos de que há, sim, chances concretas de o Produto Interno Bruto (PI) fechar o ano com algum crescimento.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para eles, com os resultados do Caged de maio, dificilmente se confirmará a "profecia" do mercado de que a taxa de desemprego superará os 10% ao longo deste ano, o que seria um baque para o comércio. Ou seja, o emprego e a renda vão continuar funcionando como amortecedores para os efeitos da crise mundial, garantindo, inclusive, crescimento do PIB já neste segundo trimestre.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os assessores do ministro da Fazenda, Guido Mantega, advertem, porém, que o fato de o mercado de trabalho e o consumo das famílias se mostrarem resilientes mesmo com todo o estrago provocado pela crise mundial, não reduz em nada a necessidade de o Banco Central promover pelo menos mais um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic) em julho, como é consenso no mercado financeiro. "A Selic pode perfeitamente ir dos atuais 9,25% para 8,75% ao ano sem que a inflação se assanhe", disse ao <span style="font-weight: bold;">blog</span> um desses assessores.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h48min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[BANCO ING FECHA DEPARTAMENTO DE ECONOMIA NO BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40588</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ainda sentindo o impacto da crise mundial, o banco holandês ING decidiu fechar seu departamento de economia no Brasil. O último dia de trabalho da economista-chefe da instituição, a excelente Zeina Latif, será no próximo dia 30 de junho.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O ING vem reduzindo suas atividades no país desde março, quando fechou a área de tesouraria, devido à brutal queda dos negócios. Mas havia a expectativa de recuperação, o que não ocorreu. A área de economia acabou sendo a mais recente vítima.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h28min</font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[MERCADO CAI NA REAL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40554</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O economista Maurício Molan, do Banco Santander, faz uma avaliação interessante sobre o atual comportamento dos mercados, que vinham operando baseado em uma euforia sem sustentação., acreditando que o pior da crise mundial tinha ficado para trás. Ele reconehce que, realmente, a situação parou de piorar. "Mas persistem vivos alguns desequilíbrios e fatores impeditivos de uma recuperação mais consistente", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A inadimplência, segundo ele, segue em alta. O endividamento do consumidor norte-americano permance excessivamente elevado em relação à sua renda e, como se não bastasse, a conjuntura atual é de alta de juros. "Nos Estados Unidos isso se dá não apenas em função da percepção de que a retomada do crescimento resultará em retorno dos Fed Funds para mais perto da taxa histórica, mas também em função de deterioração da percepção de risco fiscal que resulta na exigência de maiores prêmios, inflação esperada mais alta e elevação da oferta de papéis para financiar o gasto público", afirma.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A seu ver, é difícil separar as causas do aumento da inclinação da curva de juros, mas é fácil concluir que nem tudo é resultado de um benigno processo de redução da aversão ao risco. No Brasil, acrescenta Molan, não é muito diferente. "A curva segue inclinando, estimulada pela ata do Copom, que enfatizou espaço limitado para queda adicional da taxa Selic ao mesmo tempo em que sumiu a sinalização de desconforto com o nível elevado das taxas longas!, complements.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Para ele, o mercado percebe que o discurso duro não tem contrapartida proporcional nas ações, entendendo que a taxa básica seguirá caindo. Os contratos de juros futuros com vencimento em janeiro de 2012 subiu 0,20 ponto percentual, enquanto o de janeiro de 2010 caiu 0,03 ponto depois da divulgação do documento do Banco Central.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p>
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		<title><![CDATA[REAL, 15 ANOS: GOVERNO É O ATRASO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40529</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="1">  <br></font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <table width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito" size="1">Fotos: Daniel Ferreira</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><font size="2"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090621/fotos/pri-2106-1601X.jpg" border="0"></font></td></tr>  <tr><td><font class="legenda" size="2"><span style="font-style: italic;">Maria, Leny e Bianca: a primeira enfrenta até cinco horas de fila em um posto médico e é analfabeta, como a segunda. A mais jovem já tem escola</span>  <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <!-- <table width="120" align=""> -->  <tr><td><font class="credito" size="2">  <br></font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><font size="2"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090621/fotos/pri-2106-1602.jpg" border="0"></font></td></tr>  <tr><td><font class="legenda" size="2"><span style="font-style: italic;">Ribeiro, com a bicicleta, observa: os postes existem, mas os fios que conduzem energia não chegaram</span>  <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda" size="2">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>   <font size="2">  <br></font> <font class="texto" size="2"><b>São Braz do Piauí (PI) </b>— Do ponto de vista estritamente econômico, os 15 anos de vida do Plano Real, a serem completados em 1º de julho, foram vitais para que o Brasil vencesse seu maior desafio: o de crescer sem despertar o fantasma da inflação. Melhor: a estabilização dos preços permitiu que mais de 20 milhões de pessoas migrassem para a classe média e outros milhões saíssem da miséria absoluta. Bancado pelo tripé metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal, o Banco Central pode, inclusive, levar a taxa básica de juros (Selic) para o menor patamar em mais de duas décadas, 9,25% ao ano. Nada disso, porém, apazigua as aflições da aposentada Maria do Socorro e Souza, 70 anos. Com a saúde debilitada, ela enfrenta filas de até cinco horas por um atendimento no único posto médico do município que, em 1994, era apontado com o mais pobre do país.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">   <br>“Estamos abandonados”, lamenta Socorro, que carrega nos ombros o histórico de uma família de mulheres analfabetas, confirmada pela filha Leny, 32, mas que, felizmente, está sendo quebrado pela neta, Bianca, 11. “Aqui, só tratamos o básico. No caso de coisa mais séria, só mesmo em São Raimundo Nonato”, afirma a aposentada. Na maioria das vezes, porém, o doente nem consegue chegar à cidade vizinha, por falta de transporte adequado. São Braz dispõe de apenas uma ambulância. E ela só chegou ao município no início deste ano, tendo rodado, desde então, mais de 60 mil quilômetros. “Não sei como a ambulância ainda não quebrou. As estradas daqui estão destruídas, todas esburacadas”, emenda Leny. Uma viagem até Teresina, a capital do estado, distante 600 quilômetros de São Braz, leva até 11 horas. “É um martírio”, reconhece o empresário Lucas de Macedo Negreiros, presidente da Associação São Raimundense dos Empreendedores de Turismo.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">   <br><b>Ajuda do “gato”</b>   <br>   <br>Com saúde de ferro, dona Florisbela Alves de Souza, 71, desistiu de esperar pelo governo para resolver seu maior drama, a falta de energia elétrica. Convencida de que não poderia morrer sem ter o prazer de acender e apagar a luz de sua casa quando bem entendesse, recorreu, há um ano, a um “gato”. Pediu ao filho João, 28, que comprasse um bom pedaço de fio e puxasse, de um poste próximo a sua casa, a energia que tanta sonhara. Trabalho executado, os netos hoje se divertem com a pequena televisão que capta imagens por meio de uma antena parabólica comprada com o dinheiro das aposentadorias dela e do marido, Antonio, 70. Como, no entanto, a fiação não suporta muito consumo, além das lâmpadas e da tevê, Florisbela só conseguiu ligar o tanquinho de lavar roupa. A geladeira, de segunda mão, continua encostada, sendo corroída pelo tempo de espera de uso.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">   <br>A decisão de Florisbela de recorrer ao “gato” foi uma resposta ao descaso do poder público. Desde o fim de 2004, o governo do estado, usando dinheiro do Banco Mundial, espalhou postes por todo o povoado do Posto da Cigana, um dos mais isolados de São Braz. Tudo levava a crer que as preces da aposentada seriam atendidas. Passados cinco anos, os postes continuam lá, intocados, mas sem os fios necessários para a distribuição da energia. “Os políticos comeram o dinheiro”, diz Florisbela, abrindo mão de um verbo mais forte. Para piorar, o governo federal implantou, próximo à casa dela, o Programa Luz para Todos. Os técnicos responsáveis pelo serviço disseram, porém, que não poderiam puxar a energia até à residência da aposentada porque ela estava sendo atendida por outro programa.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">   <br>Aos 77 anos, o agricultor José Ribeiro Soares, diz que já desistiu de esperar pela prometida rede de energia elétrica. “Conto com a luz que Deus dá e com o fogo do lampião”, resigna-se. Mas há uma coisa que Soares e as filhas Doralice, 45, e Ivete, 38, não perdoam. Eles tiveram de pagar R$ 10 por dois buracos nos quais foram fincados dois postes próximos a casa deles. Não só a luz não chegou, como os postes desapareceram. “Nunca ninguém nos deu uma explicação”, afirma Soares.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">   <br><b>Cadê o dinheiro?</b>   <br>   <br>A comerciante Maria das Mercedes dos Santos, 43, concentra sua indignação nas obras para o asfaltamento da estrada que liga São Braz a São Raimundo Nonato, empreendimento que consumiu cerca de R$ 8 milhões dos cofres do governo piauiense. “É verdade que o asfalto nos tirou do isolamento”, frisa. O problema, que Mercês não digere, é que as duas pontes dos tempos da estrada de terra não foram reconstruídas. Muito estreitas e sem estrutura suficiente, são um risco constante de acidente e desabamento. O perigo é tamanho, que uma mineradora que opera por lá construiu um desvio no meio do mato para evitar que seus caminhões tombassem. “Aí, me perguntam: cadê o dinheiro das pontes? E eu respondo: certamente, foi parar no bolso de alguém”.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">   <br>O mesmo raciocínio vale para o sistema de abastecimento de água encanada. “Prometeram tanto que teríamos água em casa. Todo mundo se preparou, comprou pias, tanques, torneiras. Tudo, no entanto, se transformou em enfeite. No máximo, o que passa pelos canos da minha casa é água da chuva que acumulo em uma cisterna”, conta o técnico em eletrônica, Raimundo da Silva Landim, 48. “Além do controle da inflação, queremos ter acesso a serviços básicos. Não podemos ficar disputando água com os animais”, acrescenta. Para o professor Aurino Soares dos Santos, 46, infelizmente, os governos jogaram a toalha nessa questão da infraestrutura básica. Por isso, acredita, pensar na possibilidade de se ter rede de esgoto é utopia. “O tão falado Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não passou por aqui e, pelo que sei, não vai passar tão cedo”, complementa.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">   <br>Para quem entregou a Deus a sorte de um dia entrar no mapa dos investimentos públicos decentes, os moradores de São Braz andam exalando revolta. Nos últimos meses, o governo estadual despejou aproximadamente R$ 14 milhões para a construção de uma pista no prometido aeroporto da vizinha São Raimundo Nonato. A promessa é de que o empreendimento trará riqueza para aquela que é apontada como uma das regiões mais pobres do Brasil, com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) comparáveis aos de países africanos. “Todas as cidades próximas a São Raimundo serão beneficiadas”, garante o secretário de Infraestrutura do município, Cleisan Ribeiro de Negreiros. Mas a sensação é de que mais um elefante branco está prestes a entrar para a história.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-style: italic;"><font class="texto" size="2"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília,</font><font size="2"> 18h08min</font></font></font></p><p>   <!--   <br> -->    <!--   <br> -->  <!--  -->  <!--   <br> -->  <!--  -->  <!--   <br> -->  <!--  -->  <!--   <br> -->       </p>  <br>
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		<title><![CDATA[REAL, 15 ANOS: ÊXITOS E FRACASSOS DA CIDADE MAIS POBRE DO BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40526</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		   <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <table width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito" size="1">Fotos: Daniel Ferreira/CB/D.A Press</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><font size="2"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090621/fotos/pri-2106-1501.jpg" border="0"></font></td></tr>  <tr><td><font class="legenda" size="2">Samara tem a idade do real, 15 anos: quatro viagens de bicicleta por dia para garantir água em casa. Antes, transporte era feito em jegues   <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <!-- <table width="120" align=""> -->  <tr><td><font class="credito" size="2">   <br></font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><font size="2"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090621/fotos/pri-2106-1502.jpg" border="0"></font></td></tr>  <tr><td><font class="legenda" size="2">Mercês, comerciante: “O que aflige é o calote. Tem gente me devendo faz mais de ano”   <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda" size="2">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>   <font size="2">   <br></font> </p><p><font class="texto" size="2"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"><b>São Braz do Piauí (PI) </b>— Dono do maior supermercado do município que, em julho de 1994, quando foi lançado o Plano Real, ostentava o título de cidade mais pobre do país, Leonardo Cardoso Paes Landim, 41, está apreensivo. Apesar de não ter do que reclamar em relação a seu negócio, que deu um salto espetacular nesses 15 anos de estabilidade econômica, quase não consegue dormir, vitimado por um dos piores males associados ao progresso: a violência. Landim foi retirado de casa, à noite, por três sequestradores. Eles o obrigaram a voltar à sua loja, na qual funciona um posto bancário, para abrir os cofres e entregar todo o dinheiro que estava ali — pouco mais de R$ 5 mil. “É inadmissível pensar que, em um lugar como aqui, com menos de 5 mil habitantes, já tenhamos de conviver com esse tipo de crime”, diz. “Infelizmente, é o preço a ser pago por estarmos saindo do atraso do desenvolvimento.”  </font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">    <br>O trauma, contudo, não diminui o entusiasmo de Landim. “Dá gosto ver como São Braz está crescendo. Dez anos atrás, sem ainda se beneficiar dos avanços proporcionados pelo controle da inflação, não havia quase nada por aqui. Quem quisesse fazer a compra do mês ou receber a aposentadoria tinha de ir até São Raimundo Nonato (distante 25 quilômetros). Isso mudou. Hoje, temos acesso a quase tudo”, ressalta o comerciante. “Não é à toa que novas lojas, mesmo que bem pequenas, estão abrindo as portas. Só o Bolsa Família está despejando mais de R$ 60 mil por mês em São Braz”, conta. “A nossa torcida, agora, é para que o emprego aumente. Ainda há muita gente sem trabalho, sobretudo porque a produção agrícola caiu bastante”, acrescenta.    <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">    <br><li><b>Onda de inadimplência</b>    <br>    <br>O desemprego elevado é real, mas deixou de ser um grande problema para Maria das Mercedes dos Santos, 43. “No meu armazém, o que aflige é o calote. O cara vem aqui, conta a maior história, pede fiado e eu, com meu coração grande, acabo vendendo. Mas não dá mais. Tem gente me devendo faz mais de ano”, relata. “Se recebesse de todo mundo que me deve, daria para duplicar o volume de mercadorias da venda”, complementa. Mercês sabe, no entanto, o que está por trás da tanta inadimplência: o alto nível de endividamento. “Os aposentados, quando vão receber, só veem a metade do dinheiro. Teve gente que, mesmo sem poder, comprou moto em muitas prestações e, como não quer perdê-la, paga em dia, mas não honra o que me deve. Também tem gente que comprou móveis, televisão e geladeira. Então, não tem como sobrar para me pagar em dia”, assinala.&nbsp;</li><li>   <br>    <br>A grande indagação da comerciante é se a onda de calote decorre de uma mudança ética, pois, no sertão, a palavra sempre valeu mais do que a assinatura em qualquer contrato, ou é puro descontrole mesmo, uma vez que a população local, sempre privada do acesso ao consumo, se lambuzou com as facilidades do crédito consignado (no caso dos aposentados) e dos crediários facilitados pelas lojas. “Está feia a coisa para o meu lado”, afirma. Não bastasse, porém, a forte inadimplência, Mercês viu a concorrência aumentar muito. “Cinco anos atrás, havia três comércios no Tanque Velho (um dos povoados de São Brás). Agora, são seis.” Um deles foi aberto pelo irmão dela, Aurino dos Santos, 46.&nbsp;</li><li>   <br>    <br>Professor e diretor da única escola do povoado, Aurino diz que o minúsculo armazém funciona como um importante complemento de renda da família. Foi com o dinheiro dali que ele conseguiu comprar um computador de segunda mão para o filho Amaury, 19 — no Tanque Velho só há três computadores. O uso da máquina, no entanto, é restrito. Não há internet no local. Primeiro, porque as poucas linhas de telefone fixo instaladas nas redondezas custam caro. Segundo, porque não há comunicação via satélite, muito menos sinal de celular. “Há até algumas pessoas que têm celular, mas os aparelhos só pegam em São Raimundo Nonato”, ressalta a mulher de Aurino, Agda, 43.&nbsp;</li><li>   <br>    <br></li><li><b>Sete supermercados</b>    <br>    <br>A torcida pela chegada da telefonia móvel é grande. “Não podemos continuar isolados por muito mais tempo. O acesso a tecnologia é fundamental. Se o telefone celular chegar aqui, também a internet chegará, e isso será vital para melhorar o conhecimento e o acesso a mercadorias”, acredita Raimundo Landim, 48, técnico em eletrônica. O chefe de gabinete da prefeitura de São Braz, Nilton Pereira Cardoso, diz que os sinais serão disponibilizados em breve. “A torre já está sendo construída”, garante. “Devagar, o futuro está chegando no nosso município. Em 1994, quando o Plano Real foi lançado, estávamos recém-emancipados de São Raimundo, nem telefones fixos tínhamos. Só havia um ou dois orelhões. Também só tínhamos bodegas. Hoje, são sete supermercados, lojas de peças de motos, loja de móveis e vários bares”, compara.&nbsp;</li><li>   <br>    <br>Para a estudante Samara da Costa Santos, que nasceu há exatos 15 anos, junto com Plano Real, ainda há pouco para comemorar. Mesmo não tendo a mínima ideia do que é inflação, nem sequer ter ouvido falar em congelamento de preços ou em cortes de zeros nas moedas, ela sofre com o descaso do passado. Em casa, a água que desce pelas torneiras é acumulada no curtíssimo período de chuvas. Como é pouca, só é usada para beber e para o cozimento de alimentos. Já a água do banho e para lavar roupa vem dos açudes divididos com animais. Só que, em vez de fazer as quatro viagens diárias para abastecer a casa ajudada por um jegue, Samara carrega o tambor de 15 litros de água em cima da bicicleta. “Dizem que o governo fez o encanamento para puxar água dos açudes. Mas até hoje ninguém viu nada. Quem sabe um dia eles (os políticos) se lembrem de nós de verdade”, diz, com uma certa esperança no olhar.&nbsp;</li><li>   <br>    <br>Foi esse resquício de esperança, inclusive, que levou a grande maioria dos moradores de São Braz a dar um basta no coronelismo que comandou a prefeitura local desde 1992, quando o município foi criado. Em janeiro deste ano, Perivaldo Braga, um jovem de 28 anos, frentista, tomou posse como prefeito. Muitos atribuem essa mudança ao maior nível de educação. A cidade passou a oferecer cursos até o segundo grau. E alguns filhos de São Braz já ostentam diploma universitário. Algo impensável há uma década e meia, quando o real passou a fazer parte do cotidiano brasileiro.&nbsp;</li><li>   <br>    <br><center><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090621/fotos/ad15-1.jpg"></center></li></font></p>   <br><p style="font-style: italic;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Brasília, 17h36min</font></p>
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		<title><![CDATA[REAL, 15 ANOS: A REVOLUÇÃO DA ECONOMIA DO BODE]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40525</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<p></p><table style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><p><font class="credito" size="1">Fotos: Daniel Ferreira/CB/D.A Press</font></p></td></tr>  <tr><td class="imagem"><p><font size="2"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090621/fotos/pri-2106-1401.jpg" border="0"></font></p></td></tr>  <tr><td><p><font class="legenda" size="2">Landim (primeiro à esquerda) voltou de São Paulo para São Raimundo e conseguiu emprego. Jaracy (à frente) deixou a agricultura e aderiu à febre do trabalho nas motos  <br></font></p></td></tr>  <!--</table>--> <!-- <table width="120" align=""> -->  <tr><td><p><font class="credito" size="2">  <br></font></p></td></tr>  <tr><td class="imagem"><p><font size="2"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090621/fotos/pri-2106-1402.jpg" border="0"></font></p></td></tr>  <tr><td><p><font class="legenda" size="2">O uso de motos como meio de transporte causou o abandono dos jegues  <br></font></p></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><p><font class="legenda" size="2">&nbsp;</font></p></td></tr></tbody></table>   <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font><font class="texto" size="2"><b>São Raimundo Nonato (PI)</b> — Havia quase cinco anos que Arismar Gomes Landim, 28 anos, tentava a sorte entre Brasília e São Paulo. Sem trabalho na sua cidade natal, a pequena São Raimundo Nonato, encravada aos pés da Serra da Capivara, no sul do Piauí, se dispôs a fazer de tudo um pouco nas duas capitais para tirar o dinheiro do pão de cada dia. Mas sua cabeça não saía da terra onde nasceu. Sabia que ali estava a oportunidade que vinha buscando. Sem nada fixo à vista, mesmo tendo aprendido tudo sobre jardinagem, há pouco mais de um ano guardou o pouco que tinha numa pequena sacola e voltou para perto da família. Até agora não se arrependeu.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">  <br></font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">A cidade que tinha deixado para trás se rendeu à febre que varreu o Nordeste e boa parte do país: a dos mototáxis. Como vários colegas, Arismar se aventurou a encarar um financiamento com prestações a perder de vista e comprou a moto que lhe rende entre R$ 800 e R$ 1 mil por mês. Seus passageiros vêm, principalmente, da zona rural e das 12 cidades que rodeiam São Raimundo Nonato. O município se transformou no grande polo econômico daquela que é considerada uma das regiões mais pobres do país. “A vida está bem melhor aqui. Tinha rodado muito por Brasília e São Paulo, mas não consegui nenhum emprego fixo que me desse segurança”, diz. “Agora, tenho a minha moto, sou credenciado pela prefeitura. Há perspectivas de melhora”, acrescenta.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">A volta de Arismar à terra natal foi possível graças às profundas mudanças ocorridas na economia de São Raimundo nos últimos 15 anos. Desde que o Plano Real foi lançado, em julho de 1994, com a missão de debelar um crônico processo de hiperinflação, a cidade foi, aos poucos, deixando de ser dependente da criação de bode e da agricultura de subsistência, então as principais fontes de sustento das famílias locais. Hoje, há um comércio forte, liderado por algumas das maiores redes de varejo nordestinas. Os bancos estão ampliando as suas agências — as únicas, por sinal, num raio de centenas de quilômetros. O setor de turismo, que sempre capengou, apesar de a região abrigar um dos maiores sítios arqueológicos do mundo, dá sinais de vitalidade. Também mineradoras e produtoras de biocombustíveis decidiram fincar pé no entorno do município.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">“A realidade aqui realmente é outra. Nesses anos de estabilidade econômica, as obras públicas foram ressurgindo, os bancos voltaram a dar crédito às pessoas e às empresas, a renda da população aumentou e abriu-se outras frentes de negócios, que permitiram a criação de mais postos de trabalho”, afirma o secretário de Infraestrutura, Cleisan Ribeiro de Negreiros. Para se ter uma ideia das mudanças ocorridas na estrutura econômica de São Raimundo, mais de 60% dos trabalhadores estão empregados no setor de serviços, que inclui o comércio e, claro, o de mototáxis. O índice de desemprego, que chegou a quase 30% no final dos anos 1990, está mais próximo da média do país, de 10%. “Muita gente que trabalhava no campo acabou sendo absorvida por essas novas frentes de trabalho”, ressalta o secretário.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li><b>Jegue é passado</b> </li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>   <br></li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>Foi o caso de Juracy Ribeiro dos Santos, 48, que trocou a enxada pela direção de uma moto. Curiosamente, seus maiores clientes estão na zona rural. “Ninguém quer saber mais de andar de charrete ou em cima de um jegue. O negócio aqui é moto”, conta ele, que faz parte de um exército de 100 motoqueiros credenciados pelo governo local. Estima-se que, por semana, pelo menos 20 mil pessoas de fora de São Raimundo (que tem 31 mil habitantes) passem pela cidade em busca de algum serviço — saúde, educação, bancos, Justiça e comércio. “Nos três últimos dias da semana, o centro da cidade fica intransitável”, relata Lucas de Macedo Negreiros, presidente da Associação São Raimundense dos Empreendedores de Turismo, entidade que reúne hotéis, bares, restaurantes e similares. “Fica tudo lotado”, reforça. </li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>   <br></li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>Ou seja, se, há 15 anos, os dias de movimento se resumiam à semana de pagamento de aposentados e pensionistas da Previdência Social, agora, São Raimundo lucra com os salários pagos pela iniciativa privada, com os benefícios do Bolsa Família e, claro, com os bons rendimentos dos servidores públicos. “Somando os cargos da Prefeitura, do governo do estado e do governo federal, o setor público emprega quase 10% da população da cidade”, contabiliza o secretário municipal de Infraestrutura. “Nesses últimos anos, a União abriu unidades de atendimento ao público de vários órgãos, como a Receita Federal, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e o Sebrae”, emenda Lucas Negreiros. </li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>   <br></li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>Com o comércio tão ativo e a busca por serviços públicos cada vez maior, o empresário conta que a cidade está tendo de ampliar a sua capacidade de hospedagem. “O número de representantes comerciais e de funcionários públicos em trânsito é crescente. Nossa rede de hotéis e de pousadas já não está suportando o fluxo de pessoas, acrescidas pelos turistas”, diz. Ele próprio está finalizando um projeto para ampliar a sua pousada, a Zabelê. A meta é duplicar o número de quartos (17) e de leitos (43) ao longo do ano que vem. Os investimentos vão passar de R$ 1 milhão. O Hotel Serra da Capivara, pertencente ao governo do estado, abrirá, até o fim deste mês, mais 25 quartos — hoje, são 19. “De imediato, vamos disponibilizar mais 150 leitos ante os 300 já existentes”, destaca. </li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>   <br></li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>  <br></li><li><b>Sustento da tradição</b> </li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>   <br></li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>Apesar de tantas transformações, Sidnaura Araújo, 31, mantém firme a tradição do sustento da família: a venda de carne de bode. A banca que ela abre tão logo o dia clareia é uma das mais movimentadas do Mercado Municipal. “Não posso reclamar de nada. Minhas vendas estão em alta. Se, há cinco anos, vendia cerca de 100 quilos de carne por dia, agora, são 200”, conta. Ela diz que a principal razão da procura crescente pelo bode é o aumento da renda. “Já não dependemos mais só dos aposentados, do ‘Dia dos Velhos’, quando saem as aposentadorias do INSS. A clientela cresceu bastante, há mais gente empregada — ela mesma, contratou três funcionários recentemente — e o salário mínimo aumentou”, assinala. </li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>   <br></li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>Outra vantagem, afirma Sidnaura, é o preço: em 15 anos, o quilo do bode passou de R$ 1,45 para R$ 7, um aumento de 382%, alta próxima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, de 342%, acumulada no período (a conta considera inflação de 0,3% em junho). “A carne de boi está mais cara e a carne de porco, quase ninguém quer por causa da gripe suína”, afirma. “Além disso, tem o hábito. Todo mundo sabe que a carne de bode é a mais saudável”, complementa a Galega, como é conhecida em toda a cidade. </li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>   <br></li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>Nem tudo, porém, é motivo para comemoração, diz Sidnaura. “Fazer compras no supermercado está complicado. Há alguns anos, com R$ 100 eu comprava muita coisa. Hoje, só o básico. Nada supérfluo”, comenta. Luxo, para ela, é o iogurte de que o filho mais velho, de 13 anos, tanto gosta e que, por ironia, foi um dos símbolos do plano que consolidou um bem do qual nenhum país pode abrir mão: a estabilidade econômica. </li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li>   <br></li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><li><center><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090621/fotos/ad14-1.jpg"></center></li></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" size="2">Brasília,17h26min</font> <br>                          </p><!--   <br> --><!--   <br> --><!--  --><!--   <br> --><!--  --><!--   <br> --><!--  --><!--   <br> -->
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40519</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 108px; height: 124px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">CRÔNICA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">ENGAJAMENTO CAPILAR</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><font size="2"><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"></o:smarttagtype></font></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if !mso]><object  classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></object> <style> st1\:*{behavior:url(#ieooui) } </style> <![endif]--><style> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p.MsoBodyTextIndent, li.MsoBodyTextIndent, div.MsoBodyTextIndent 	{margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	text-align:justify; 	text-indent:35.4pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:21.0cm 842.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.45pt; 	mso-footer-margin:35.45pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]-->  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Do nada ele resolveu religar o boiler do apartamento. Queria testar o aquecimento da água, se valia à pena, ou estava entediado procurando aventura, sei lá. O bichão está lá escondido num armário na tal DCE. Teias de abandono cobriam seu invólucro acobreado desde que compramos o apê.  <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoBodyTextIndent"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">E então ele me liga do nada e diz: “Quando for ligar o chuveiro, use a torneira da esquerda porque eu liguei o boiler”. Lógico que minha primeira atitude foi protestar. Não seria uma esposa se assim não tivesse procedido. Mas foi um protesto vazio, aquela implicância conjugal de todos os dias e que nós, idiotamente, preservamos para o bem de ninguém. </font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Só que aí eu fui tomar o meu primeiro banho a boiler e o negócio mudou de figura. Liguei a torneira e a água começou a correr fria, gelada. Eu via aquele aguaceiro todo sumindo ralo afora e comecei a ficar fula da vida. Mas que troço mais antiecológico! Tanta água indo para o cano até o treco esquentar em pleno outono-inverno! Agora tinha reais motivos para reclamar. Esse sistema é ecologicamente inadequado para a vida de hoje. Abaixo o boiler!</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoBodyTextIndent"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">No início de maio estivemos <st1:personname productid="em Florianópolis. O" w:st="on">em Florianópolis. O</st1:personname> apartamento do casal amigo no qual nos hospedamos funciona à energia solar. Nossa, que lindo! Tanta preocupação com o meio ambiente até me deixou envergonhada. O que eu realmente faço para melhorar o planeta? Escrevo crônicas pouco lidas aos domingos. Caramba, está na hora de adquirir uma postura mais green. E não falo apenas de usar roupas verdes, como a minha madrinha sempre faz (sou rodeada de malucos, acreditem).</font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mas, depois desse evento do boiler, me toquei que para esquentar o raio da água aquecida pelos raios do sol também leva um certo tempo. E, nesse certo tempo de torneira aberta e água caindo, lá se vão litros preciosos do nosso bem maior. O dilema está lançado: o que fazer, meu Deus? Ei, vocês aí que inventam novas tecnologias biodegradáveis e ecologicamente responsáveis, help me! Dá para sugerir algo que não inclua tomar banho gelado no inverno?</font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Interessante como esta ladainha de preservação dos recursos naturais realmente muda a cabeça da gente. Nunca um ditado popular foi tão real quanto o <span style="">&nbsp;</span>“água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Quando éramos crianças, o máximo que ouvíamos falar era de Cubatão e seu ar irrespirável, a extinção de algumas espécies e o ameaçante discurso do esgotamento das reservas de petróleo. </font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoBodyTextIndent"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Agora me pego fechando a torneira ao escovar os dentes, desligando todas as luzes da casa que meu marido insiste em manter acesas, funcionando a geladeira e o freezer na potência mínima e, também, me preocupando com a água que rola gelada do boiler malvado. Isso é educação ambiental! Isso é a consciência social e planetária em ação quando menos esperamos.</font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Por isso hoje eu sou uma ativista antiboiler e também pretendo “panfletar” pró-cabelos curtos. Mulherada, vocês já repararam o tempo que gastam no chuveiro lavando a cabeça? Credo, e olha que o meu cabelo é tamanho médio. Imagina aquele cabelão de crente, cabeleira afro, ou cabelo da adolescente que acha que todo o seu poder de sedução se concentra nas longas madeixas? </font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Eu não lavo a cabeça todos os dias. Mas já ouvi falar de mulheres que fazem escova dia sim e dia não. Alienadas! Gasto de energia elétrica + gasto de água. Estou revoltada! Vamos fazer uma passeata a favor dos barbeiros e suas máquinas-quatro. Maridos, namorados, amantes, incentivem suas mulheres a acreditarem na música do Zeca Baleiro: “Nega, você não precisa de salão de beleza/A sua beleza é maior do que a beleza de qualquer salão”.</font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Já vi que a minha primeira bandeira ecológica vai ter poucos adeptos. Porém, para não perder a pose de engajada, comunico: boiler na minha casa, nunca mais!</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span>.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 13h01min</font></p>
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		<title><![CDATA[A PSICOLOGIA E O DINHEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40337</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 100px; height: 126px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/76f9b4e29b8519623d3bf6b125518180.jpg" align="left"><font size="1">ARTIGO</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARACI SANT'ANA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><a href="http://www.maracisantana.blogspot.com"><font size="2">maracisantana.blogspot.com</font></a></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font size="4"><span style="font-weight: bold;">XÔ, VAMPIROS!</span></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font size="3"><span style="font-style: italic;"><font size="2">Basta entrar na internet, abrir um jornal, ligar o rádio ou a TV para darmos de cara com matérias do tipo “Redução do IPI para carros divide governo e indústria”, “Arrecadação tem queda de R$ 63 bilhões no ano”, “Nova chance para pagar impostos atrasados”. Dificilmente um dia chega ao fim sem pelo menos uma notícia sobre imposto. E até entendemos que nós, cidadãos, temos </font><font size="2">nossas obrigações. O problema está quando ouvimos que o Brasil tem a terceira maior carga tributária do planeta, ficando atrás somente de França e Itália, sendo que, embora contribuamos como habitantes de primeiro mundo, recebemos serviços de terceiro.</font></span></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font size="3"><span style="font-style: italic;"><font size="2">Mas, de arrepiar mesmo, são aquelas matérias que esfregam na nossa cara os impostos que pagamos sem nem perceber, que estão embutidos nos preços dos produtos e serviços do nosso dia-a-dia, no feijão com arroz, no sabão, no creme dental, no transporte, nos remédios. Quando chega a época de acertar as </font><font size="2">contas com o leão da Receita Federal, ou de pagar IPTU e IPVA, por exemplo, facilmente identificamos a facada. Mas é a carga tributária camuflada que nos detona, já que boa parte do nosso dinheiro vai e não volta como deveria, sob a forma de benefícios para todos.</font></span></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font style="font-style: italic;" size="3"><font size="2">Essas coisas assim disfarçadas costumam ser mais do que traiçoeiras. Lembro bem de uma sessão do grupo Para sobreviver a um grande amor em que uma paciente relatou a surra que havia levado do marido, que terminou com todo mundo na delegacia e deu início a um processo de separação que já se mostrara inevitável. Essas situações são horrorosas, mas quem atua em </font><font size="2">clínica já está acostumado a casos assim. Só que o mais marcante nesse encontro foi o depoimento de outra paciente, que se apressou em dizer: “Isso o meu marido nunca fez. Ele jamais encostou a mão em mim”, como se ela estivesse em vantagem, embora o companheiro lhe dispensasse um tratamento muito mais cruel do que um soco desferido num momento de loucura.</font></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font size="3"><span style="font-style: italic;"><font size="2">Quando alguém é agredido fisicamente, por um estranho ou mesmo por uma pessoa muito próxima, em geral reconhece, no próprio ato e nas marcas que ficam, as verdadeiras intenções, o grau de periculosidade do outro. Mas esse juízo pode ser dificultado se a agressão for psicológica, disfarçada em críticas </font><font size="2">ferrenhas que podem ser rotuladas de construtivas, comentários irônicos, traições negadas até a morte, abandono emocional, situações que não deixam aquele tipo de marca, de ferimento que pode ser objeto de um exame de corpo de delito, nem levam ninguém pra cadeia, mas que costumam ser devastadoras.</font></span></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font style="font-style: italic;" size="3"><font size="2">Assim como os impostos embutidos encolhem nossa renda, tirando uns centavos aqui, uns reais ali, como se nada estivesse acontecendo, a violência psicológica nos encolhe como pessoas, minando nossas forças, abalando nossas estruturas, que podem se enfraquecer a ponto de só nos preocuparmos em nos </font><font size="2">mantermos vivos, em sobreviver, o que termina sendo visto como um grande feito. Ambos vão corroendo nossos recursos, nos empobrecendo, tirando de nós o poder de realização, sem que nos apercebamos disso, sem que consigamos entender ao certo o que está acontecendo, transformando nossos projetos básicos em sonhos quase irrealizáveis.</font></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font style="font-style: italic;" size="3"><font size="2">Não apenas quando pagamos impostos embutidos, mas quando nos submetemos a quem nos violenta psicologicamente, parece que lidamos com vampiros, que sugam o que nos é vital, tão discretamente que fica difícil uma reação. Hipnotizados, seguimos</font> <font size="2">em frente cada vez mais enfraquecidos, até que nos quedamos exaustos, abatidos, muitos com a sensação de que a vida é assim mesmo, guardando apenas a lembrança de uma época feliz, mas distante.</font></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font style="font-style: italic;" size="3"><font size="2">O Brasil precisa urgentemente de uma reforma tributária, assim como muita gente precisa reformar a própria vida afetiva. Nenhuma das duas lutas é moleza. Afinal, vampiros são sempre fortes, influentes, ardilosos. Só que, quando o irlandês Bram </font><font size="2">Stoker criou o conde Drácula, o mais perigoso de todos, teve o cuidado de deixar claro que ele só poderia entrar na casa de sua vítima se ela assim o autorizasse. Em outras palavras, por mais que pareçamos frágeis, em desvantagem, o poder é sempre nosso.</font></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font style="font-style: italic;" size="3"><font size="2">Há uma proposta de reforma tributária em tramitação na Câmara dos Deputados. Então, mexa-se! Manifeste-se! Você pode usar o</font> <font size="2">Disque-Câmara, que é 0800 619 619, o Fale com o Deputado, por meio do link <a href="http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado">http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado</a>, ou contatar o relator, deputado Sandro Mabel, pelo e-mail dep.sandromabel@camara.gov.br.</font></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font style="font-style: italic;" size="3"><font size="2">E, se ao ler este texto, percebeu que está sendo vítima de violência psicológica, mas não se sente capaz de se defender </font><font size="2">sozinho, não pense duas vezes e procure ajuda profissional. Há muito mais por trás desses estranhos relacionamentos do que pode supor nossa vã filosofia. Valeu, irmã! Até sábado, leitores!</font></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font size="3"><span style="font-style: italic;"><font size="2">Muita gente tem encontrado dificuldade para comentar os textos deste blog. Sugiro que, em lugar de acessá-lo diretamente, tente </font><font size="2">por etapas – entre em www.correiobraziliense.com.br; clique em blogs; aí, sim, clique em <span style="font-weight: bold;">Blog do Vicente</span>.</font></span></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font size="1">(*) Psicóloga</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 18h07min</font></p>
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		<title><![CDATA[CHÁ DE SUMIÇO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=40335</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Faz quase uma semana que não dou as caras no <span style="font-weight: bold;">blog</span>. Me desculpem. Fui encarregado pelo <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span> de produzir parte de uma série de reportagens sobre os 15 anos do Plano Real. Minha missão começou no Sul no Piauí, apontada como a região mais pobre do país. Em alguns povoados, não há sinais de celular nem internet. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As matérias, que envolvem quase toda a editoria de Economia, serão publicadas a partir deste domingo (dia 21), quando estreia o novo projeto gráfico e editoral do <span style="font-weight: bold;">Correio</span>. Muitas dessas matérias serão reproduzidas pelo <span style="font-weight: bold;">blog</span>. Espero que gostem.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h45min</font></p>
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		<title><![CDATA[DEVERES DE MANTEGA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38687</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deveria dar o exemplo. Ele, que tanto pleitou — e foi atendido — o corte de um ponto percentual na taxa básica de juros (Selic) na semana passada —, tem a obrigação de, na reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) deste mês, votar a favor da redução da meta de inflação que será perseguida pelo Banco Central em 2011.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com juros de 9,25% ao ano, o menor patamar desde 1986, quando a taxa Selic foi criada, e a perspectiva de que haja pelo menos mais uma redução de 0,50 ponto percentual em julho, para 8,75%, não há mais como o Brasil conviver com meta anual de inflação de 4,5%. Trata-se de um patamar inflacionário distorcido, que carrega boa parte dos vícios do passado, como a indexação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Assim como o Comitê de Política Monetária (Copom) detonou o discurso de que o Brasil não conseguiria conviver com juros de um dígito, sob pena de enfrentar um descontrole de preços, chegou a hora de o país dar mais um passo na consolidação da estabilidade econômica, o que está facilitado pelas estimativas do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano e para 2010 — todas, próximas de 4%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2"> <br>Taxa civilizada</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quando digo que Mantega deveria dar o exemplo e votar, junto com seus pares — o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, integrantes do CMN —, por uma meta menor, de 4%, por exemplo, é porque todo mundo sabe da sua resistência ao tema. O ministro da Fazenda argumenta que uma meta menor certamente amarraria a política monetária, impedindo a continuidade da queda dos juros e inibindo o crescimento econômico. Trata-se de um discurso sem consistência, se levarmos em conta que, até setembro do ano passado, com juros muito mais altos, o Brasil avançava a um ritmo de 6%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Foi justamente o comprometimento com o controle de preços que permitiu ao Brasil, nesses 10 anos de metas de inflação, aproximar a taxa Selic de um nível civilizado — quero ressaltar que 9,25% é um patamar de juros a ser comemorado, mas ainda é muito elevado para uma economia que precisa retomar rapidamente os investimentos produtivos e crescer acima de 4% ao ano. Portanto, ao nos comprometermos com índices de preços cada vez menores, os juros terão espaço para recuar mais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">É muito fácil para Mantega ficar difundindo, nos bastidores do governo, a necessidade de o BC ser mais ousado na condução da política monetária, de não ter medo de buscar juros menores. Agora, não dá para ele se sentar na reunião do CMN e votar por metas de inflação que já não condizem com a realidade do país. E olha que nenhuma das pessoas que defendem uma meta menor para 2011 está falando em 2% ou 3%, como se vê nas economias mais desenvolvidas. Seria ótimo se realmente pudéssemos testar esse nível de inflação anual. Contudo, é melhor seguir um processo gradual, sem traumas, perseguindo um objetivo factível de ser alcançado, preservando a credibilidade.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2"> <br>Proteção aos pobres</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quem conversou com o presidente do BC nas últimas semanas, quando a definição da meta de inflação de 2011 entrou nos debates, teve a certeza de que, no que depender dele, o indicador será menor. Sinais semelhantes foram emitidos por Paulo Bernardo. Se os dois realmente votarem por uma meta menor, não haverá como a posição de Mantega prevalecer. Ou o voto do ministro da Fazenda tem mais peso nas decisões do CMN? Pelo que sei, isso não existe.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Sendo assim, só resta a Mantega selar o consenso e contribuir para que o Brasil avance. O melhor que ele tem a fazer é dizer ao presidente Lula que 4% é uma meta perfeitamente factível. E que tal nível de inflação favorecerá, principalmente, os mais pobres, os grandes eleitores do governo, e os que estão sustentando, em grande parte, o consumo que evitou o desastre do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano. Quanto mais baixa for a inflação, maior será o poder aquisitivo daqueles que recebem o salário mínimo e o Bolsa Família.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2"> <br>Ajuda do Estado</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O ministro da Fazenda deveria, também, tirar da burocracia as prometidas medidas para que os bancos reduzam as taxas de juros cobradas de consumidores e empresas. Agora que a Selic chegou a um dígito, está na hora de o governo pressionar — de verdade — o sistema bancário para que diminua os custos dos empréstimos e financiamentos. Há meses, Mantega vem dizendo que sua Pasta está trabalhando para derrubar o spread bancário, a diferença entre o que as instituições pagam aos investidores e o que cobram dos devedores. Nada, entanto, foi feito até agora. Fala-se em redução de impostos sobre o crédito e em aumento da competitividade no mercado. Tudo, porém, é só promessa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">&nbsp;Mantega deveria dar mais uma contribuição à população: adiar ao máximo o andamento do projeto que taxa os ganhos dos depósitos superiores a R$ 50 mil em caderneta de poupança. Ainda que a medida tenha lógica, o atraso forçará os bancos a reduzirem a taxa de administração que cobram nos fundos de renda fixa. Pelas contas dos analistas, com a Selic em 9,25% ao ano, todos os fundos com taxa de administração acima de 1% ao ano terão rentabilidade menor do que a paga pela caderneta.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Além da taxação da poupança, as instituições financeiras querem que o governo reduza o Imposto de Renda (IR) que incide sobre os fundos de renda fixa (importantes financiadores da dívida pública). Mas por que os bancos não reduzem antes a taxa de administração? Se não querem ver o dinheiro dos fundos migrando para a caderneta, que recorram às regras de mercado. Ou é mais fácil esperar pela mão amiga do Estado?</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38673</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 117px; height: 136px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">CRÔNICA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">FROTAS DE SUBMARINO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><font size="2"><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="metricconverter"></o:smarttagtype></font></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if !mso]><object  classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></object> <style> st1\:*{behavior:url(#ieooui) } </style> <![endif]--><style> <!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Helv; 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color: purple;">"O amor real passa por escalas físicas, psicológicas e espirituais para compreensão e integração com o sagrado" <o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoBodyText" style="text-align: right; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" align="right"><font size="2"><span style="font-size: 9pt; color: purple;">Platão.</span><b><span style="font-size: 14pt;"><o:p></o:p></span></b></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="color: rgb(68, 68, 68);"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="color: rgb(68, 68, 68);"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="color: rgb(68, 68, 68);"> <br></span></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="color: rgb(68, 68, 68);">Meu marido me enviou um artigo do New York Times sobre aquele programa do canal Discovery Home&amp;Health chamado John and Kate + 8. Para quem não sabe, é a história real de um casal na batalha diária para criar oito filhinhos que se encontram na primeira infância. Insanidade total. Eu nem gosto de assistir porque fico deprimida só de pensar na trabalheira daquela mãe. Mas, de vez em quando, eu resolvo dar uma espiadinha para recordar que a minha vida não é assim tão complicada. Afinal, só tenho dois guris pequenos. Ufa, poderia ser mais grave.<o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mas o artigo fala do sucesso estrondoso da série e também de uma possível crise no casamento dos dois. Parece que o marido, enfim, pulou a cerca. Digo enfim porque só consigo enxergar, aqui, aquela velha e boa piada do submarino: “Casamento é igual submarino: pode até flutuar, mas foi feito para afundar”. </font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Sinceramente, até acho que eles duraram bastante. Como&nbsp;ser um casal e ao mesmo tempo ser mãe e pai de oito crianças o tempo todo? Kate deve&nbsp;estar fechada para balanço há tempos. E John, como um típico exemplar de espécime masculino, resolveu dar um jeito na situação da maneira mais milenar do mundo: arrumou sexo com alguém mental e fisicamente disponível.</font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Sincronicidade... Segundo uma amiga minha que não via há tempos e com quem fui almoçar nesta semana, a gente gosta de falar em coincidências, mas na verdade existe uma sincronia nas coisas da vida. Talvez por isso meu marido tenha me enviado este artigo sobre o John e a Kate justo agora. Porque esta semana é a semana do&nbsp;saco-cheio nos&nbsp;casamentos. Ouvi de tudo das minhas amigas casadas há longas datas. Uma delas diz que, por ela, o marido já tinha saído de casa. “Ele só pensa na empresa, não compartilha os problemas e está devendo horrores”.</font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p> <br></o:p></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Outra maruja chegou ao trabalho bufando com o marido por causa das pressões em relação ao sexo. “Sexo é conquista, pô!”, desabafou minha little friend, estapeando o ar. Sim, nós mulheres concordamos com a tese, mas os homens, por mais que se relacionem com estes seres complexos e neuróticos, ainda não conseguiram introjetar o mantra essencial: romance, romance, romance. </font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Por isso, seguem&nbsp;na estratégia equivocada de&nbsp;crer que mulheres com filhos, casas e empregos para&nbsp;administrar, devem estar prontas para o sexo assim que eles, que não têm preocupações milimétricas básicas na cabeça 24 horas por dia, estejam a fim. Como pirlimpimpim...Quem dera fosse assim...</font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Chegamos&nbsp;à&nbsp;brilhante conclusão, esta minha amiga e eu: os homens procuram as mulheres de 20 anos porque elas são as únicas totalmente disponíveis para o sexo a qualquer hora, lugar e momento. Afinal, a maior parte delas mora com os pais, não&nbsp;tem de orientar as empregadas diariamente e não tem filhos.&nbsp;Ou seja: não precisam pensar que&nbsp;as crianças&nbsp;devem tomar aquela homeopatia quatro vezes por dia, no que vai na lancheira do mais novo para não repetir o lanche do dia anterior, na roupa que a&nbsp;passadeira deve passar do avesso, naquelas que alguém deve lavar separadamente, no menu do almoço, no presente que precisa comprar para a festinha do colega da escola no próximo sábado, no telefonema que esqueceu de dar para aquela amiga que não vê há tempos...</font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Essas mulheres de 20 anos de cérebros fresquinhos, novinhos e despreocupados serão sempre o objeto do desejo masculino. Cultuadas e cobiçadas por seus corpos jovens, porém o mais desejável: por suas mentes deliciosamente isentas de responsabilidades de formiguinha broxantes.&nbsp;Daí a traquinagem divina: (acho que Deus prega uma peça na gente neste ponto: como criar homens e mulheres para ficar juntos se isso é praticamente impossível?)&nbsp;não tem jeito desse frescor irresponsável perdurar na rotina do lar doce lar.</font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Talvez se o casal optar por não procriar, a coisa funcione um pouco mais light. Entretanto, filhos são um desafio tentador. A gente ganha tanto com eles... Se não tê-los, como saber o que estamos lucrando? Talvez o problema esteja no casamento em si, no formato monogâmico que inclui a divisão da casa, da cama, da comida, do banheiro e das chateações. Modelo no qual já sabemos que a mulher é sempre a que sai mais combalida dos embates da rotina.</font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Só sei que a cantinela feminina é a mesma:&nbsp;"os homens não enxergam o tanto que fazemos, a nossa exaustão, a falta de diálogo e de atmosfera lúdica nos casamentos, sem contar que não respeitam a nossa necessidade de espaço e solidão". Por sua vez, a ladainha masculina também é sempre monocórdica: “minha mulher não quer fazer sexo comigo três vezes por semana. Por quê? Eu não entendo porque ela está sempre tão cansada e indisposta. Eu não entendo porque passo o dia todo há <st1:metricconverter productid="500 quilômetros" w:st="on">500  quilômetros</st1:metricconverter> de distância, mas às nove em ponto a encosto na parede e nada”. </font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p><p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p> <br></o:p></font></p>  <p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; text-indent: 0cm; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Diz aí se isso é o não é&nbsp;uma piada de humor negro? Deus, Deus, em que confusão você meteu os heterossexuais. E o que será que deu no meu marido para me enviar este artigo? Não, não me respondam. É só retórica, tá?</font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste blog.</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 11h45min</font></p>
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		<title><![CDATA[NÃO HÁ PORQUE SE PREOCUPAR COM O COMÉRCIO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38666</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Muita gente que se animou com a força demonstrada pelo consumo das famílias nos primeiros três meses do ano, amortecendo o tombo do Produto Interno Bruto (PIB), certamente levará um susto com o saldo das vendas do varejo em abril, que será divulgado pelo IBGE na próxima terça-feira (dia 16). Nas contas da economista Luíza Rodrigues, do Banco Santander, houve uma queda de 0,6% em relação a março.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas, na avaliação da economista, não há motivo para preocupação. O recuo do varejo foi pontual, puxado pelo setor de supermercados, prejudicado por uma questão de calendário "Em maio, o resultado será melhor, o que reforça a nossa visão de recuperação gradual da economia", diz ela.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Luíza lembra que o mês de abril concentrou dois efeitos calendários ruins para as vendas de supermercados, que, geralmente, se concentram no fim de semana. Primeiro: março teve cinco domingos (uma base de comparação elevada) e abril teve quatro. Segundo: em abril, houve dois feriados próximos a fins de semana (sexta-feira santa e Tiradentes), o que, a seu ver, leva muitas famílias a viajarem e a postergarem as compras.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Como o setor de supermercados é o mais importante do comércio varejista restrito (que não inclui vendas de automóveis e de material de construção), seu desempenho é determinante para o número geral do comércio. Para os próximos meses, destaca a economista do Santander, novas quedas nas vendas são improváveis.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ela assinala que o indicador do Serasa Experian de atividade do comércio, reponderado pelo Santander com os pesos usados pelo IBGE - o que lhe garante forte correlação com onúmero oficial -, aponta para uma alta em maio. E mais: o índice de confiança do consumidor da Fecomércio de São Paulo também apontou melhora das expectativas e o crédito está mais acessível (prazos mais longos e juros em mínimos históricos).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Ou seja: há sinais de recuperação, que devem garantir uma alta de vendas de cerca de 2% em 2009, bem superior ao desempenho do PIB no ano que, pelas nossas contas, ficará em 0%", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h54min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[A PSICOLOGIA E O DINHEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38662</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 114px; height: 142px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/76f9b4e29b8519623d3bf6b125518180.jpg" align="left"><font size="1">ARTIGO</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARACI SANT'ANA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">PARA AGARRAR UM NAMORADO</font> <br><font size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><a href="http://www.maracisantana.blogspot.com"><span style="background-color: rgb(255, 204, 153);">mararisantana.blogspot.com</span></a></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Calibri; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} p 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]-->  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Ontem, comemoramos o Dia dos Namorados, celebramos o amor romântico, produto que tem a propaganda mais poderosa do planeta, que conta com o apelo irresistível de histórias como a de Romeu e Julieta, a da Branca de Neve, a da Pequena Sereia. Trata-se da data que, ao mesmo tempo, esquenta o coração dos apaixonados e aquece a economia. Aumentam as vendas; o </font><font size="2">comércio contrata empregados para o período; lojas ampliam o horário de atendimento; surgem descontos incríveis, pagamentos a perder de vista e prêmios fantásticos do tipo viagens a dois e jantares maravilhosos. Além disso, contamos com as tradicionais recomendações do Procon quanto a pesquisa de preços, verificação da qualidade dos produtos e serviços, possibilidades e prazos para troca. Afinal, apaixonado até rima com abobado, mas não é sinônimo.</font></span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><span style="font-size: 12pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mas nem só em cima dos sortudos enamorados pode-se ganhar dinheiro. Pipocam as Festas dos Solteiros, a cada ano mais badaladas, para aqueles que não têm par e ainda não perderam a esperança. Há até quem acredite que, enquanto não encontramos a pessoa certa, devemos ir nos divertindo com as erradas. Só não vale passar o 12 de junho em casa, comendo desesperadamente de frente para a TV, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Como dizem por aí, há sempre um chinelo velho para um pé doente calçar, e toda panela tem sua tampa. Credo! Quem é que inventa esses ditados horrorosos?</font></p>  <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;">  <br></span></font></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Recentemente, li que, desde que nascemos, o amor romântico nos é empurrado goela abaixo, como se fosse mais um dos muitos pacotes econômicos do governo. Recebemos a invenção sem a discutir efetivamente. Às vezes, sem nenhum questionamento. Incorporamos a ideia e passamos a perseguir tudo o que a ela </font><font size="2">estiver relacionado, até mesmo concepções loucas como a de que é impossível ser feliz sozinho; a de que quem ama fica cego para o resto do mundo e não tem tesão por mais ninguém; a de que nada mais tem graça sem a presença do amado. E, o que é pior, passamos tudo isso pra frente, até para os nossos filhos, coitados, sem medir as consequências.</font><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Desejamos alguém maravilhoso. Geralmente, as mulheres sonham com o Raj, personagem vivido por Rodrigo Lombardi em Caminho das Índias, só que sem a ex, a avó, a mãe e a cunhada. Já os homens, esses só precisam que a Maya, interpretada pela Juliana Paes, venha sem sari. Por mais apaixonado que o sujeito esteja, sete metros de pano é demais pra qualquer um. Em resumo, queremos, não necessariamente nesta ordem, alguém bonito, sexy, inteligente, de bom caráter e com dinheiro ou grandes chances de ganhá-lo. E, como se não bastasse, ainda desejamos que esse alguém nos ame, mesmo que em nada nos assemelhemos àquela criatura linda que idealizamos para nosso companheiro.</font></p>  <p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Quer ter ao seu lado alguém maravilhoso? Faça-se bonito, por dentro e por fora. É importante cuidar da aparência, mas também é fundamental cultivar hábitos saudáveis; ser gentil e educado; procurar crescer intelectualmente, estudando e se mantendo bem informado; procurar crescer espiritualmente, exercitando a fé por meio da prática de uma religião e/ou de ao menos um trabalho voluntário; frequentar lugares e pessoas bons na essência. Dificilmente uma mulher vai encontrar aquele homem especial em um bar onde pessoas enchem a cara ao som de hits de bordel. A não ser, é claro, que ele seja psicólogo, sociólogo ou músico em pesquisa de campo. Da mesma forma, não vai ser fácil um homem achar, num lugar assim, uma mulher do tipo que se apresenta, sem assombro, à mãe. Isso é uma forma fácil de se viver um pesadelo, não um sonho.</font></p>  <p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Então, vai aí uma dica prática. Prática? Será mesmo? Vejamos - acredito que somos, em essência, seres maravilhosos. Podemos ainda estar em uma situação ruim, mas isso é passageiro. Estar não é ser. Nosso destino é a perfeição. Nessa caminhada rumo a quem verdadeiramente somos, encontramos todo tipo de gente, caminhantes como nós, a quem nos ligamos mais ou menos, que podem nos ajudar ou atrapalhar, conforme o lugar que lhes destinamos em nossa vida e os poderes que lhes conferimos. Quanto mais avançamos no percurso, mais são ampliadas nossas chances de encontrar parceiros que, em vez de nos desviar de nosso foco principal, nos fortalecerão, trazendo alegrias, felicidade. Em resumo, se queremos ter ao nosso lado alguém maravilhoso, devemos, antes de qualquer coisa, nos tornar um ser maravilhoso.</font></p>  <p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mas, enquanto isso não acontece, pode-se implorar por um milagre. Hoje, 13 de junho, comemoramos o dia de, ninguém mais, ninguém menos, Santo Antônio, o casamenteiro. É a data certa para pedir um amor. Segundo publicado no site do Correio, o <b style="">www.correiobraziliense.com.br</b>, desde ontem a Paróquia de Santo Antônio tem celebrado missas que totalizarão 16 até amanhã. Além disso, você tem à sua disposição uma série de rituais que vão de colocar o santo de cabeça pra baixo a esconder dele o Menino Jesus, só restituído quando atendido o pedido de um namorado. </font></p>  <p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Não sei lhes dizer se essas coisas funcionam. Mas acho que vale a pena tentar, mesmo porque, às vezes, o desespero bate feio na gente. Só que acho esse negócio de chantagear o santo uma tremenda baixaria. Sugiro assistir às missas, que costumam ser lotadas de gente que vai pra pedir a mesma coisa, que está pegando papel em ventania ou que acredita que uma recomendação de Santo Antônio tem o seu valor. Então, força na devoção e capricho no visual! Numa dessas, rola. Valeu, Santo Antônio! Valeu, irmã! Até sábado, leitores!</font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><b><span style="font-size: 12pt;">  <br></span></b></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><b><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Muita gente tem encontrado dificuldade para comentar os textos deste blog. Sugiro que, em lugar de acessá-lo </font><font size="2">diretamente, tente por etapas – entre em www.correiobraziliense.com.br; clique em blogs; aí, sim, clique em Blog do Vicente.</font></span></b><span style="font-size: 12pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br><font size="1">(*) Psicóloga</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 13h40min</font></p>
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		<title><![CDATA[CENÁRIO APONTA PARA NOVOS CORTES NA SELIC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38527</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARISTELLA ANSANELLI E FLÁVIO MENDES (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2"> <b>Com mais um corte de 1 ponto percentual da taxa Selic, o Banco Central já reduziu a taxa básica de juros em 4,5 pontos neste ano. Nosso cenário básico prevê mais uma redução de 0,50 ponto em julho, totalizando um ciclo de 5 pontos e a manutenção da Selic em 8,75% até o final do ano. Frente ao ritmo lento da recuperação econômica, no entanto, parece razoável um corte mais expressivo em julho ou mais uma redução em setembro.</b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2">O Banco Central, em sua decisão desta semana, além de optar pela manutenção do ritmo de cortes em 1 ponto por mais uma reunião, deixou bastante claro no comunicado divulgado pós-reunião que o ciclo de flexibilização da política monetária não está encerrado e que pretende promover novos cortes nos próximos meses, ainda que em menor ritmo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2"><b>O mais importante, do nosso ponto de vista, para definir a magnitude do próximo corte deve ser o comportamento da atividade econômica, uma vez que acreditamos que a inflação deve apresentar comportamento favorável nos próximos meses.</b> Daqui até a próxima reunião, especialmente, os sinais apontam para uma melhora da inflação corrente, com impactos positivos também sobre as expectativas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2">Nos índices de preços ao consumidor, o IPCA deve voltar ao patamar de 0,30% em junho, depois de dois meses pressionado pelos impactos dos reajustes de remédios, cigarros e salário mínimo. Nos índices de preços ao atacado, os IGP-s devem oscilar ao redor de 0,20%, beneficiados pelas reduções dos preços do óleo diesel e do minério de ferro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2">Sendo assim, o que deve ditar os próximos passos do Copom é o ritmo da recuperação econômica. Os primeiros indicadores para a produção industrial de maio não são muito animadores, sinalizando uma alta inferior a 1% na comparação mensal, mantendo o ritmo lento dos últimos meses. O desempenho muito negativo dos investimentos nos últimos meses também não é um bom sinal.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="EC_texto" size="2"><b>Neste contexto, somente mais um corte de 0,50 ponto da Selic na reunião do Copom de julho, a princípio, parece pouco. Podemos ter tanto um corte mais expressivo em julho quanto uma nova redução em setembro.</b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Economistas do Banco Fibra</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 17h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[AGORA, O MERCADO SÓ PENSA NA ATA DO COPOM]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38510</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de serem surpreendidos com uma ação ousada do Banco Central, que cortou a taxa básica de juros (Selic) em um ponto percentual, para 9,25% ao ano, quando o consenso apontava para baixa de 0,75 ponto, os analistas só pensam em uma coisa: a ata do Comitê de Política Monetária, que será divulgada na próxima quinta-feira (dia 18).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Querem entender o que realmente levou o BC a, pela primeira vez neste ano, contrariar as previsões do mercado. A expectativa é de que o BC traga mais detalhes sobre a sua percepção da atividade econômica. E que deixe mais claro se o processo de queda da Selic realmente chegou ao fim, com tentou indicar no comunicado pós-reunião do Copom na quarta-feira (dia 10) <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Vale ressaltar que, como mostrou o mercado em sua abertura, o BC conseguiu, com a surpreendente queda da Selic, reverter o processo de alta dos juros futuros, que vinham sinalizando uma forte subida dos juros em 2010, por causa de pressões inflacionárias resultantes da retomada do crescimento econômico.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span id="div1"><span class="textogeral">As taxas dos contratos de DI futuro iniciaram as negociações em forte forte queda. O contrato mais negociado, com vencimento em janeiro de 2010, apontou taxa de 8,97% ao ano, 0,27  ponto percentual abaixo do fechamento de quinta-feira. Já a taxa do contrato com vencimento em outubro de 2009 recuou de 9,24% para 8,97% e a de julho de 2009, de 9,44% para 9,10%.</span></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span id="div1"><span class="textogeral"> <br></span></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span id="div1"><span class="textogeral"></span></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span id="div1"><span class="textogeral"></span></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span id="div1"><span class="textogeral">Como essas taxas servem de referência para o custo do crédito, havia o temor de que, com empréstimos mais caros, se abortasse os sinais de recuperação da atividade econômica já identificada pelo BC.</span></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span id="div1"><span class="textogeral"> <br></span></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span id="div1"><span class="textogeral"></span></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span id="div1"><span class="textogeral"></span></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><span id="div1"><span class="textogeral">Brasília, 12h30min</span></span></font></p><p><span id="div1"><span class="textogeral"></span></span></p>
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		<title><![CDATA[EM JUNHO, SÃO AS PESSOAS FÍSICAS QUE SUSTENTAM A BOLSA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38500</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Levantamento feito para o <span style="font-weight: bold;">blog</span> pelo analista Alexandre Marques Filho, da Elite Corretora, mostra que, depois de fazerem s festa do mercado em maio, os investidores estrangeiros botaram o pé no freio na compra de ações brasileiras em junho. Nos primeiros nove dias do mês, o saldo das aplicações externas ficou negativo em R$ 176,6 milhões. Já os investimentos das pessoas físicas deram um salto expressivo, superando em R$ 628,8 milhões os saques na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com a taxa básica de juros (Selic) em 9,25% ao ano, o nível mais baixo desde que foi criada, em 1986, e com a rentabilidade dos fundos de renda fixa despencando, a ponto de ficar abaixo do ganho da caderneta de poupança, a tendência é de cada vez mais os investidores assumirem riscos e partirem firmes para o mercado acionário. Certamente, essa migração não será rápida. Mas é irreversível. Os investimentos em ações entraram de vez no radar das pessoas físicas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h12min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[REAL FOI A MOEDA QUE MAIS SE VALORIZOU NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38482</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Num momento em que o câmbio voltou ao debate público e o Banco Central cortou mais um ponto da taxa básica de juros (Selic), para 9,25% ao ano, vale a pena ressaltar um levantamento feito pelo economista Marcel Pereira, da RC Consultores. Segundo ele, o real foi a moeda que mais se valorizou no mundo frente ao dólar nos últimos cinco anos: acumula alta de quase 30% (metade, é verdade, do pico da valorização de 60%, computada entre janeiro de 2005 e julho de 2008, quando a bolha imobiliária americana explodiu).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nas contas de Pereira, entre janeiro de 2005 e junho de 2009, o real registrou alta de 28,5%. Nesse mesmo período, comparou, o yuan, a moeda chinesa, subiu 17,6% ante o dólar. O iene, a divisa japonesa, valorizou-se 7%. Já o euro teve alta de 5,3% e o peso chileno, de 2%. Na direção oposta, o peso argentino e o peso mexicano perderam valor em relação ao dólar, de 26% e 18,2%, respectivamente.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Veja gráfico abaixo:</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 529px; height: 361px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/dac140389cc5b4c2fa91cf6cd6a5931b.jpg"></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>No entender do economista da RC Consultores, parte do forte processo de valorização do real é decorrência da credibilidade que o país conquistou no mercado internacional, aumentando a capacidade de atrair capital estrangeiro, além de ter diminuído sua vulnerabilidade macroeconômica, reduzindo o déficit fiscal e o endividamento relativo, e melhorabndo o perfil da dívida pública.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele ressalta, porém, que parte do processo de alta do real também é consequência de um descasamento das política monetária e fiscal, o que provocou um ganho excessivo de valor da moeda brasileira, encarecendo as exportações do país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Portanto, segundo ele, estando a taxa internacional de juros próxima de zero e o risco Brasil abaixo de 300 pontos, o Brasil pode, calculadamente, praticar juros nominais próximos de 9% sem qualquer ameaça à estabilidade de preços. Sendo assim, o corte de um ponto da Selic ontem (dia 10, quarta-feira) foi o ideal.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h20min</font></p> <br> <br>
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		<title><![CDATA[MERCADO FUTURO SERÁ TESTE PARA DECISÃO SURPREENDENTE DO BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38471</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de digerirem a surpreendente decisão do Comitê de Polìtica Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de cortar a taxa básica de juros (Selic) em um ponto percentual, para 9,25% ao ano, os analistas afirmam agora que tal movimento foi uma "tacada de mestre".</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O argumento é que, ao surpreender o mercado, o BC conseguirá reverter um movimento preocupante que vem se observando nas operações com juros futuros. Há uma aposta crescente de que o BC terá que elevar os juros em 2010, diante das pressões inflacionárias resultantes da retomada do crescimento econômico.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para os analistas, se esse movimento de consolidasse, de nada adiantaria a queda da Selic, pois o que serve de parâmetro para a formação do custo do crédito é o mercado futuro de juros. Ou seja, o crédito ficaria mais caro, prejudicando a ainda tímida recuperação da atividade econômica.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No entender dos especialistas, se o mercado estivesse precificando corte de 0,50 ponto percentual na Selic, o BC optaria por uma baixa de 0,75 ponto. Mas como o mercado estava precificando redução de 0,75, veio um corte de 1 ponto para fazer o que o Fed (o BC dos Estados Unidos) não pode fazer mais: surpreender o mercado e dizer: olha pessoal, a curva de juros está precificando algo – altas – que nao vai ocorrer.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ou seja, o BC teve que surpreender o mercado para empurrar os juros futuros para baixo porque as taxas estão muito empinadas. Não se pode deixar que o aumento dos juros de mercado aborte a recuperacao antes de ela ganhar forca. "A divisão do Copom, de seis votos a favor do corte de um ponto contra dois votos pela redução de 0,75 ponto, foi simbólica. Foi para dizer que não virão mais cortes agressivos", explicou um analista com forte trânsito no BC.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Resta saber se, na abertura do mercado futuro de juros desta sexta-feira, os investidores vão responder favoravelmente ao quer quer o Banco Central.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h47min</font><font size="2" color="navy"><span style="font-size: 10pt; color: navy;"></span></font></p>
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		<title><![CDATA[LULA ESTÁ EXULTANTE COM O COPOM. E, CLARO, COM MEIRELLES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38322</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<p> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente Lula se disse extremamente satisfeito com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de cortar a taxa básica de juros (Selic) em um ponto percentual, para 9,25% ao ano. "Foi um marco. O BC finalmente peitou o mercado", disse Lula, segundo assessores, assim que soube do tamanho da queda dos juros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O cartaz de Meirelles junto a Lula está nas alturas. O BC lhe entregou mais uma bandeira para a campanha da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão presidencial em 2010: nunca os juros estiveram tão baixos. Só para comparação, em fevereiro de 1990, um mês antes de Collor tomar posse, os juros atingiram 438.769,68%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ah, vale registrar os nomes dos cinco diretores do BC que, junto com Meirelles, derrotaram a ala mais conservadora da instituição: <span style="font-weight: bold;">Gustavo Matos do Vale</span> (Liquidações e Controle de Crédito Rural), <span style="font-weight: bold;">Maria Celina Arraes</span> (Assuntos Internacionais), <span style="font-weight: bold;">Anthero de Moraes Meirelles</span> (Administração), <span style="font-weight: bold;">Alvir Hoffmann</span> (Fiscalização) e <span style="font-weight: bold;">Alexandre Tombini</span> (Normas e Organizalçao).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 22h18min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES, O DESENVOLVIMENTISTA, COMANDOU REDUÇÃO DE UM PONTO NOS JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38316</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, comandou a ação agressiva do Copom, que derrubou a taxa&nbsp;Selic para históricos 9,25% ao ano. Ele conseguiu atrair para o seu lado todos os cinco diretores que saíram do quadro de pessoal do BC, os chamados técnicos.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Meirelles, como se sabe, está muito perto de deixar o BC para concorrer a um cargo político.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>Brasília, 20h16min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[DECISÃO DO COPOM FOI DIVIDIDA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38315</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dois diretores do Banco Central, Mário Mesquita (Política Econômica) e Mário Torós (Política Monetária), votaram pelo corte de 0,75 ponto percentual da taxa Selic. Os demais (seis) bancaram a redução de um ponto, para 9,25% ao ano.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>Brasília, 20h12min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[BC SINALIZA QUE CORTE DOS JUROS CHEGOU AO FIM]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38314</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Numa decisão surpreendente, o Banco Central cortou a taxa básica de juros (Selic) em 1 ponto percentual, para 9,25% ao ano, o menor patamar da história, mas sinalizou que o processo de baixa pode ter chegado ao fim. Em comunicado divulgado após a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC afirmou: "Levando em conta que mudanças da taxa básica de juros têm efeitos sobre a atividade econômica e sobre a dinâmica inflacionária que se acumulam ao longo do tempo, o Comitê concorda que qualquer flexibilização monetária adicional deverá ser implementada de maneira mais parcimoniosa."</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brasília, 20h05min</FONT></P>
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		<title><![CDATA[UM MARCO HISTÓRICO E SURPREENDENTE: JUROS CAEM UM PONTO PERCENTUAL, PARA 9,25% AO ANO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38312</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Banco Central tomou uma decisão histórica nesta quarta-feira (dia 10) e surpreendeu o mercado: reduziu a taxa básica de juros&nbsp;em um ponto percentual para 9,25% ao ano, o menor patamar da série iniciada em 1986, quando se criou o sistema Selic, de negociação dos títulos públicos. Pelas contas do economista-chefe da RC Consultores, Marcel Pereira, o Brasil não registra juros de um dígito desde 1974, auge do "milagre econômico", sob o governo militar.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para se ter uma idéia do feito, em fevereiro de 1990, às&nbsp;vésperas de Fernando Collor de Mello tomar posse na Presidência da República, os juros chegaram a inacreditáveis 438.769% ao ano.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A mudança de patamar nos juros&nbsp;reflete anos de estabilidade econômica, consolidada a partir de 1994, com a edição do Plano Real. Mas as mudanças que permitiram ao BC chegar a tal patamar de juros vem de antes. Veja&nbsp;exemplos do que nos levou a juros de um dígito:</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>1986 –</STRONG> O governo Sarney acaba com a conta movimento no Banco do Brasil, cria o Tesouro Nacional e institui a taxa Selic</FONT></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>1990 –</STRONG> O governo Collor promove o primeiro processo de abertura da economia aos importados, estimulando a modernização do parque produtivo.</FONT></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>1994 –</STRONG> O governo Fernando Henrique Cardoso lança o Plano Real, que conseguiu derrubar a inflação para a casa de um dígito.</FONT></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>1996 –</STRONG> O governo Fernando Henrique Cardoso cria o Comitê de Política Monetária, que passa a se reunir mensalmente para definir a taxa básica de juros.</FONT></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>1999 –</STRONG> O governo Fernando Henrique Cardoso lança o tripé que hoje dá a sustentação da economia: câmbio flutuante, metas de inflação e superávit primário.</FONT></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>2004 –</STRONG> O governo Lula lança um amplo programa de compra de dólares no mercado para reforçar as reservas internacionais do país.</FONT></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>2007 –</STRONG> O Brasil se torna credor em dólar e, em vez de provocar crises como no passado, a alta da moeda americana derruba a dívida pública. É o fim de vulnerabilidade externa.</FONT></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>2008 –</STRONG> A mais grave crise desde os anos de 1930 empurra o mundo para a recessão e as taxas de juros caem em todo o planeta. O Brasil recebe o grau de investimento.</FONT></FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>2009 –</STRONG> O fraco nível de atividade, a inflação sob controle e os bons fundamentos da economia brasileira permitem uma forte redução da Selic.</FONT></FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com certeza, os benefícios para a país serão muitos.&nbsp;Veja alguns exemplos:</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1) O crédito ficará mais barato e farto. Os prazos de financiamento serão ampliados, permitindo operações de longo prazo, como a compra da casa própria.</FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2) As famílias poderão ampliar o consumo, satisfazendo todas as suas necessidades, adequando melhor as prestações ao orçamento doméstico.</FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3) As empresas poderão retomar os investimentos a um custo menor. Com a ampliação das fábricas, haverá mais contratação de trabalhadores e a renda aumentará.</FONT></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></o:p></P> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4) O governo também terá a sua cota. Juros menores barateiam a dívida pública. Com isso, sobra mais dinheiro para investimentos em saúde, educação e infra-estrutura.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brasília,</FONT> 20h01min</P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[LULA ESTÁ EM CONTAGEM REGRESSIVA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38304</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">É grande a expectativa&nbsp;do presidente Lula para o final da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Ele quer muito contrapor a queda de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre do&nbsp;ano com o anúncio pelo Banco Central de taxa de juros de um dígito, ou seja, abaixo de 10% ao ano, fato que não se vê no país desde o início de 1970, segundo o mercado, ou desde 1986, de acordo com o BC, quando foi criada a taxa Selic.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O consenso em torno de Lula é de que a Selic cairá 0,75 ponto percentual, de 10,25% para 9,50% ao ano.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>Brasília, 18h27min</EM></FONT></P>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[OS SINAIS DO COPOM]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38293</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Há uma grande expectativa no mercado financeiro quanto ao comunicado que será divulgado pelo Banco Central logo depois da reunião de hoje do Comitê de&nbsp;Política Monetária (Copom). Os analistas esperam que o BC seja o mais claro possível, para conter o movimento de alta dos juros nos mercados futuros.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os investidores estão apostando que, depois de a taxa Selic cair para um dígito nesta quarta-feira e de mais um ou dois cortes até setembro, o BC será obrigado a elevar os juros novamente ao longo de 2010 para conter eventuais pressões inflacionárias oriundas da reativação da economia. As apostas indicam alta de até três pontos percentuais.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A expectativa é de que o BC consiga, com o comunicado de hoje e a ata da reunião a ser divulgada na próxima semana, reverter essas apostas de alta, pois, como as taxas futuras servem de parâmatro para a formação do custo dos empréstimos, o crédito pode ficar mais caro, independentemente da queda da Selic. Com isso, poderia se abortar a retomada do crescimento econômico que começa a ficar evidente.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos Estados Unidos, está acontecendo movimento semelhante. Os juros de mercado estão em alta, apesar de a taxa básica estar próxima de zero. Nos títulos do governo com vencimento em 10 anos, a taxa atingiu 3,90% ao ano. Com isso, os financimentos para a casa própria, mercado no qual teve a origem a atual crise mundial, estão cada vez mais caros, 5,56% anuais.&nbsp;Para que a retomada&nbsp;do crescimento americano se confirme, é vital que essas taxas caiam, estimulando os financiamentos habitacionais. O futuro da economia dos Estados Unidos está intimamente ligado à recuperação do mercado imobiliário.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face=Verdana>Veja gráficos abaixo</FONT></P> <P><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face=Verdana>OS JUROS DE&nbsp;10 ANOS NOS ESTADOS UNIDOS</FONT></P> <P><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face=Verdana><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/62139b6f9a507676f7d13e9d9f172112.jpg"></FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>OS JUROS DA CASA PRÓRIA</STRONG></FONT></P> <P><FONT size=2 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/648b6ab28ecf640ff4591883641873b4.jpg"></P> <P><EM><FONT size=2 face=Verdana></FONT></EM>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>Brasília, 15h35min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[BRASILEIROS CORREM PARA A POUPANÇA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38288</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><SPAN lang=pt-br><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A caderneta de poupança caiu de vez no gosto popular, devido à boa rentabilidade que vem pagando nesse momento de queda da taxa básica de juros (Selic). Líder de mercado, a Caixa Econômica Federal registrou, de janeiro a maio, captação líquida de R$ 1,77 bilhão. Nos primeiros oito dias de junho, os depósitos superaram os saques em R$ 463,2 milhões.</FONT></SPAN></P> <P><SPAN lang=pt-br><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P><SPAN lang=pt-br><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Até maio, o saldo da poupança da Caixa totalizava R$ 96,7 bilhões, com crescimento de 19,72% em 12 meses. O banco registra 37,7 milhões de contas ativas - mais 6,33% que em maio do ano passado. Atualmente, a Caixa detém 34,72% de participação no mercado de poupança.</FONT></SPAN></P> <P><SPAN lang=pt-br><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P><SPAN lang=pt-br><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>Brasília, 14h48min</EM></FONT></SPAN></P>
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		<title><![CDATA[IPCA DE MAIO REFORÇA POSTURA MAIS CONSERVADORA DO BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38273</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio, que cravou 0,47%, ficando acima do consenso de mercado de ,045%, não trouxe grandes novidades, mas deu um argumento a mais para que o Banco Central reduza o ritmo de corte da taxa básica de juros (Selic) na reunião desta quarta-feira do Comitê de Política Monetária (Copom), para algo entre 0,5 e 0,75 ponto percentual.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 12 meses, pode-se ver claramente como a inflação, para desgosto do BC,&nbsp;está se reduzindo de forma lenta. Até abril, o IPCA acumulado estava em 5,5%. Agora, baixou para 5,2%, acima, portanto, do centro meta perguida pelo BC de 4,5%. </FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os analistas acreditam, porém, que, a partir de junho, o IPCA tenderá a se desacelerar mais rapidamente, girando em torno de 0,30% ao mês. Por isso, praticamente ninguém mexeu nas projeções para o indicador neste ano, em torno de 4%.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os especialistas alegam que, mesmo com o nível de atividade se recuperando nos próximos meses, não deverá haver pressões sobre os preços, porque o setor produtivo está operando com grande capacidade ociosa. Além disso, as cotações do dólar recuaram, esvaziando ainda mais o temor de que, em um cenário de atividade mais aquecida, haja repasse das fortes altas verificadas depois do estouro da crise mundial em setembro do ano passado.</FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>Brasília, 10h30min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[BRASIL PRECISA RETOMAR INVESTIMENTOS RAPIDAMENTE SE QUISER CRESCER 5% AO ANO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38272</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P> <TABLE width="100%"> <TBODY> <TR> <TD><STRONG> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <BR><FONT size=2></FONT></FONT>&nbsp;</P><!-- <br><font class="sutia"></font> <br> --><!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> --><!-- <font class="complassinatura"></font> <br> --></STRONG> <TABLE border=0 cellSpacing=1 cellPadding=1 width=120 align=right><!-- <table width="120" align=""> --> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT class=credito size=1 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Epitácio Pessoa/AE - 7/3/09</FONT></P></TD></TR> <TR> <TD class=imagem> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><IMG border=1 src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090610/fotos/pri-1006-1402.jpg"></FONT></P></TD></TR> <TR> <TD> <P><FONT class=legenda><EM><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas contas da economista Zeina Latif, o PIB fechará o ano com crescimento de 0,5% <BR></FONT></P></EM></FONT></TD></TR><!--</table>--> <TR> <TD> <P><FONT class=legenda size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>&nbsp;</EM></FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE> <P><FONT class=texto size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em meio ao pessimismo que dominou o mercado nos últimos meses, a ponto de alguns analistas preverem um tombo de até 3% no Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre do ano em relação aos últimos três meses de 2008, a economista-chefe do Banco ING, Zeina Latif, foi uma voz quase isolada ao afirmar que o monstro não era tão feio quanto parecia. Apostando que a renda dos brasileiros se manteria firme e que as medidas adotadas pelo governo para minimizar os reflexos da crise surtiriam efeito, ela cravou estimativa de retração econômica de 0,9%, o número mais próximo verificado no mercado da retração de 0,8%. </FONT></P><FONT class=texto size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <P> <BR> <BR>Nas contas de Zeina, com a inflação sob controle, os juros em queda, a retomada do crédito e a manutenção do emprego, o PIB brasileiro fechará o ano com crescimento de 0,5% (ante um consenso de queda de 0,6%). O que será um feito e tanto num contexto de forte retração mundial. Mas ela ressalta que, para se chegar ao desejado avanço de 5% ao ano, o país precisa retomar rapidamente os investimentos produtivos. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao <STRONG>blog</STRONG>. <BR></P> <P> <BR><B>O que levou a senhora a deixar o excesso de pessimismo de lado e apostar em uma contração menor da economia brasileira no primeiro trimestre deste ano?</B>  <BR></P> <P>Me pautei muito pelo ritmo de consumo das famílias. Apesar de os números da produção industrial aparecerem muito ruins, os dados do comércio mostravam uma demanda resistente, devido às medidas adotadas pelo governo para manter o poder de compra da população. Também vimos o crédito se recuperar rápido para as pessoas físicas, voltando aos níveis de antes da crise (que explodiu em setembro de 2008). O consumo das famílias, inclusive, se mostrou mais forte do que eu imaginava. Pelas contas do IBGE, cresceu 0,7% ante os últimos três meses de 2008. Eu apostava em um número mais próximo de zero.  <BR></P> <P> <BR><B>A senhora compartilha do sentimento do governo de que o PIB ainda poderá encerrar este ano com crescimento?</B> </P> <P> <BR>Sim. Sei que estou destoando da maioria do mercado, cujo consenso aponta (ou apontava) para uma queda de 0,6% no ano. Pelas minhas contas, o PIB crescerá 0,5%, resultado que será sustentado, sobretudo, pelo consumo das famílias e do governo, além, é claro, da queda dos juros, que tende a incrementar o crédito e destravar os financiamentos para o setor produtivo, que precisa retomar os investimentos. No Brasil, o impacto da redução dos juros na economia é muito mais rápido do que nos Estados Unidos, onde os efeitos aparecem entre um e dois anos — aqui, é de seis meses, em média. Além disso, o setor externo não está “roubando” parte do PIB, como ocorreu nos últimos anos. As exportações estão tendo um comportamento melhor do que as importações. </P> <P> <BR> <BR><B>Como a senhora viu a ação do governo para minimizar os efeitos da crise mundial?</B> </P> <P> <BR>No geral, as medidas de incentivo ao consumo, como a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) incidente nos automóveis, foram adequadas. Mostraram o quanto a carga tributária é um forte inibidor para o consumo. O ideal, no entanto, seria que o alívio nos impostos — que se estendeu para os setores como o de eletrodomésticos e de construção civil — viesse acompanhado de mais investimentos públicos e não de aumentos de salários de servidores, que são fixos, não podem ser reduzidos ao longo dos próximos anos. </P> <P> <BR> <BR><B>Há um debate sobre o tamanho da queda dos juros que será divulgada hoje pelo Banco Central. Até que ponto a taxa Selic pode cair sem pressionar a inflação?</B>  <BR></P> <P>A política monetária chegou a um ponto que exige uma sintonia fina por parte do BC. Os cortes realizados na Selic até agora — de 13,75% para 10,25% ao ano — foram muito corretos e, certamente, vão contribuir para a retomada da economia nos próximos trimestres. Eu acredito que, hoje, os juros vão cair 0,75 ponto percentual. Mas, na minha opinião, deveria baixar 0,5 ponto. Depois, disso, poderá haver uma pausa, para que o BC tenha uma visão mais clara do nível da atividade.</P> <P>&nbsp;</P> <P><EM>Brasília, 07h10min</EM></FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE></P>
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		<title><![CDATA[GOVERNO USA A GASOLINA PARA DESATAR NÓ POLÍTICO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38271</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=3><STRONG>POR DANIEL PEREIRA (*)</STRONG></FONT>  <BR></P> <P></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P> <TABLE border=0 cellSpacing=1 cellPadding=1 width=120 align=right><!-- <table width="120" align=""> --> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT class=credito size=1 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Marcelo Sant Anna/EM/D.A Press - 6/4/09</FONT></P></TD></TR> <TR> <TD class=imagem> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><IMG border=1 src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090610/fotos/pri-1006-0403.jpg"></FONT></P></TD></TR> <TR> <TD> <P><FONT class=legenda size=2><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mudanças feitas pela Petrobras agradam a Aécio e azeitam a relação do setor sucroalcooleiro com Dilma <BR></FONT></P></EM></FONT></TD></TR><!--</table>--> <TR> <TD> <P><FONT class=legenda size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>&nbsp;</EM></FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P><FONT class=texto size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Considerada “técnica” pelo presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a decisão de reduzir os preços da gasolina e do diesel ajuda o governo a desatar dois nós políticos. Um deles está relacionado ao governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), pré-candidato tucano à Presidência da República. O outro, aos usineiros, que já foram chamados de heróis pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mantêm negociação direta com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a preferida de Lula para disputar a corrida ao Palácio do Planalto. </FONT></P><FONT class=texto size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <P> <BR> <BR>Na terça-feira passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a queda de 4,5% no valor da gasolina na refinaria. A fim de manter o preço final inalterado para o consumidor, o governo aumentou o peso da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) incidente sobre o produto. O tributo passou de R$ 0,18 para R$ 0,23 por litro, o que deve resultar numa arrecadação extra de R$ 1,7 bilhão neste ano. A decisão atendeu a um pedido dos governadores, que tiveram Aécio como porta-voz. Desde o início do ano, o tucano pressionava Lula e Mantega a subir a Cide, contribuição compartilhada pela União com estados e municípios. </P> <P> <BR> <BR>Em reunião com o ministro da Fazenda em 21 de maio, Aécio relatou que o governo mineiro recebeu R$ 180 milhões em repasses em 2007. No ano passado, o valor caiu para R$ 90 milhões devido à redução da alíquota da Cide baixada em maio de 2008. No primeiro trimestre deste ano, o tombo foi ainda maior, com a transferência ficando em apenas R$ 3 milhões. Diante de tal cenário, o governador exigiu a ajuda federal, considerada fundamental para manter a capacidade dos estados de investir e de enfrentar a crise. “Uma das razões para a CPI da Petrobras foi, tranquilamente, a tunga de milhões no Aécio”, disse o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), ao <STRONG>Correio</STRONG>. Na ocasião, Virgílio acrescentou que o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) aderira aos esforços pela instalação da comissão graças a uma orientação do governador. </P> <P> <BR> <BR><B>Usineiros</B>  <BR>O aumento da Cide para impedir o barateamento da gasolina também era uma reivindicação do setor sucroalcooleiro. Conforme o Correio antecipou em abril, usineiros apresentaram um pedido nesse sentido à subchefe de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, Tereza Campelo, durante uma reunião em São Paulo. Alegaram que, se a queda do valor da gasolina não fosse acompanhada por uma tributação maior, o álcool perderia competitividade. Correria, inclusive, o risco de ser inviabilizado, o que provocaria um terremoto num ramo da economia que tem Produto Interno Bruto — só no Centro-Sul do país — estimado em US$ 20 bilhões.</P> <P>&nbsp; <BR> <BR>Na reunião, José Pilon, conselheiro da Unica e diretor presidente da Usina Santa Maria, chegou a lembrar Tereza do fato de “2010 estar logo ali” e da importância política dos usineiros nos palanques municipais. Tal manifestação, conforme a assessoria da entidade, teria sido de cunho meramente pessoal, além de feita em tom de brincadeira. Ontem, o diretor-técnico da Unica, Antonio de Pádua Rodrigues, elogiou a alteração das alíquotas da Cide incidentes sobre a gasolina e o diesel. “Com a medida, o governo federal confirma, definitivamente, a participação do etanol de cana-de-açúcar na matriz de combustível de motores a combustão”, afirmou, conforme nota publicada no site da entidade. </P> <P> <BR> <BR>Em linha com o governador de Minas, a Unica ressaltou que a queda do valor mundial do barril de petróleo abriu espaço para a medida. “A redução do preço do diesel a um nível próximo do praticado no mercado internacional favorece a diminuição dos custos da produção agrícola, dos transportes de produtos e dos insumos, o que também favorece a competitividade do etanol”, acrescentou Rodrigues. Em maio de 2008, o barril de petróleo tipo Brent estava cotado a US$ 110. Ontem, valia US$ 69,62. </P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT size=1 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">(*) Repórter especial do Correio Braziliense</FONT></FONT></P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brasília, 06h10min</FONT></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[ENTRE 41 PAÍSES, BRASIL TEM O DÉCIMO-TERCEIRO MELHOR RESULTADO DE PIB NO PRIMEIRO TRIMESTRE]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38190</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2" color="black"><span style="font-size: 9pt; color: black;">O levantamento é da Austin Rantig: numa comparação do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre de 41 países, a economia brasileira registrou a 13ª melhor performance, com recuo de 1,8% na comparação com o mesmo périodo de 2008. A primeira colocação ficou com a China, com avanço de 6,1%, seguida pela Índia, com incremento de 5,8%. Nos Estados Unidos, onde foi deflagrada a crise mundial , a contração foi de 2,5%.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2" color="black"><span style="font-size: 9pt; color: black;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2" color="black"><span style="font-size: 9pt; color: black;"></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2" color="black"><span style="font-size: 9pt; color: black;"></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2" color="black"><span style="font-size: 9pt; color: black;">Os destaques negativos, segundo o levantamento da Austin, foram os países do Leste Europeu, com a Lituânia (-13,6%), a Estônia (-15,6%) e a Latvia (-18%) ocupando as últimas três posições da lista.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2" color="black"><span style="font-size: 9pt; color: black;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2" color="black"><span style="font-size: 9pt; color: black;"></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2" color="black"><span style="font-size: 9pt; color: black;"></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2" color="black"><span style="font-size: 9pt; color: black;">Entre os BRICs (Brasil, Rússia, Índia, China), o país conseguiu ficar a frente apenas da Rússia (35º lugar), que teve queda de 9,5%, refletindo em grande parte a redução do preço do barril do petróleo, que tem importante contribuição na formação do PIB russo.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h28min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES: ECONOMIA VAI RETOMAR CRESCIMENTO EM BASES SUSTENTÁVEIS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38187</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, está convencido de que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre do ano -- queda de 0,8% ante o quarto trimestre de 2008 -- indica que a retomada da economia brasileira já começou. Por meio de sua assessoria de imprensa, ele divulgou a seguinte nota:</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"O resultado do PIB no primeiro trimestre de 2009, divulgado hoje pelo IBGE, mostrou que, apesar da queda observada pelo Produto na margem, a economia brasileira tem fundamentos econômicos sólidos. Isso ficou evidenciado pelo lado da demanda, com a expansão do consumo das famílias, e pelo lado da oferta, com o desempenho do setor de serviços. Essa resistência demonstrada pela economia brasileira, juntamente com os investimentos realizados durante os anos de estabilização, cria espaço para uma retomada do crescimento em bases sustentáveis".</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 18h10min</font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[NO BC, SENTIMENTO É DE VITÓRIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38171</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pessoas que conversaram com diretores do Banco Central nesta terça-feira ficaram impressionados com o ar de "vitória" que eles demonstraram ao comentar o resultado do PIB do primeiro trimestre, que encolheu 0,8% ante os últimos três meses de 2008.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Primeiro, porque o consumo das famílias, um dos pilares do PIB, se manteve firme graças às ações do BC para estimular o crédito. Segundo, porque se confirmou a necessidade de o BC ser mais cauteloso na condução da taxa básica de juros (Selic).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Portanto, que ninguém espere mais ousadia daqui por diante por parte do BC. A necessidade de urgência na política monetária ficou para trás, comenta-se nos corredores da instituição.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h00min</font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[AGORA, ANALISTAS VÊEM PIB CRESCENDO ATÉ 1% EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38169</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O economista-chefe do Banco BES Investimento, Jankiel Santos, refez as contas e acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) poderá fechar o ano com crescimento de até 1%. Ele baseia suas estimativas na força do consumo, já que o mercado de trabalho não foi tão afetado pela crise mundial como se imaginava, e nos efeitos da&nbsp; redução dos juros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Luís Otávio de Souza Leal, economista-chefe do Banco ABC Brasil, são grandes as chances de o PIB encerrar 2009 no terreno positivo, avançando a um ritmo de 4% no final do ano. Nas contas de Marcel Pereira, economista-chefe da RC Consultores, é muito provável que o crescimento do PIB fique entre 0,6% e 0,7%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com isso, o Brasil fará parte de um seleto grupo de países com PIB positivo, do qual farão parte a China, a Índia e a Austrália.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h52min</font></p>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[ANALISTAS JÁ ADMITEM QUE PIB PODE SER POSITIVO EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38149</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os analistas estão debruçados neste momento sobre os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, com queda de 0,8% frente aos últimos quatro meses de 2008. Boa parte deles já admite que, como a retração no início do ano foi bem menor do que a esperada e a recuperação nos próximos trimestres pode ser mais rápida do que o imaginado, o PIB deve encerrar 2009 com saldo positivo. O que, admitem, será um feito e tanto.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A tendência é de as estimativas convergirem para um crescimento entre 0% e 0,5%. Até a manhã desta terça-feira, antes da divulgação dos dados do IBGE, o consenso entre os analistas era de retração entre 0,5% e 1%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h09min</font></p>
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		<title><![CDATA[GOVERNO COMEMORA E VÊ PIB POSITIVO NO ANO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38147</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar de, tecnicamente (dois trimestres consecutivos de retração econômica), o Brasil estar em recessão, tanto no Ministério da Fazenda quanto no Palácio do Planalto foi grande a comemoração em relação ao resultado do Produto Interno Bruto (PIB) referente aos três primeiros meses do ano. A queda de 0,8% na comparação com os últimos três meses de 2008 foi considerada uma vitória, reflexo das medidas anunciadas pelo governo para minimizar os impactos da crise mundial. "Os pessimistas estão tendo que enfiar a viola no saco", disse ao <span style="font-weight: bold;">blog</span> um dos principais assessores do ministro Guido Mantega.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O governo acredita, inclusive, que, com os resultados divulgados nesta terça-feira pelo IBGE é possível manter positiva a perspectiva de crescimento para a economia neste ano. Os próximos trimestres, ressaltaram dois assessores do presidente Lula, serão de recuperação. Segundo eles, já no final do ano o PIB estará crescendo a um ritmo próximo de 4% ao ano. "Vamos ver crescimento acima de 1% em 2009, ano que todos davam como perdido. Podem apostar nisso", acrescentou um dos assessores palacianos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h54min</font></p>
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		<title><![CDATA[RETRAÇÃO MENOR DO PIB MUDA POLÍTICA MONETÁRIA, DIZ THADEU FILHO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38138</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O economista-chefe da SLW Asset Management, Carlos Thadeu Filho, está convencido de que a queda de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste&nbsp; ano em relação aos últimos três meses de 2008 -- abaixo do piso das estimativas do mercado -- vai mudar a política monetária conduzida pelo Banco Central.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"O BC vai ficar mais conservador", diz. Para ele, se até a divulgação do PIB pelo IBGE nesta terça-feira, o mercado se debatia entre apostas de corte entre 0,75 e 1 ponto percentual na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom), agora, o debate será entre uma baixa entre 0,5 e 0,75 ponto.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele afirma ainda que&nbsp; o ciclo de corte de juros será menor do que o imaginado. A tendência é de a Selic cair mais 0,75 ponto amanhã e apenas 0,25 em julho, com a taxa ficando em 9,25% ao ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h25min</font></p>
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		<title><![CDATA[ZEINA LATIF, DO ING, FOI A ÚNICA A ACERTAR QUEDA DO PIB]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38135</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os economistas erraram feio nas projeções para a queda do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano em relação ao quarto trimestre de 2008. O Morgan Stanley, por exemplo, apostava em retração de 3%. Veio 0,8%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Praticamente, uma única economista acertou o tamanho do encolhimento do PIB: Zeina Latif, do Banco ING. Ela cravou 0,9% de queda, apesar de todo o pessimismo do mercado. Apostou firme na força do consumo das famílias e do governo, que fechou com crescimento de 0,7% e 0,6%, respectivamente.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h17min</font></p>
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		<title><![CDATA[CONSUMO DO GOVERNO E DAS FAMÍLIAS SALVA O PIB]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38145</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As medidas anunciadas pelo governo, como a redução do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializadoas (IPI) incidentes nos automóveis, mantiveram firme a disposição das famílias em consumir. Na comparação do primeiro trimestre deste ano com os últimos três meses de 2008, o consumo das famílias cresceu 0,7%. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o avanço foi de 1,8%, o vigésimo-segundo trimestre consecutivo de crescimento.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O governo também impulsionou o PIB por meio dos gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do aumento de salários dos servidores públicos. O consumo do governo registrou incremento de 0,6% na comparação do primeiro trimestre com o último trimestre de 2008 e de 2,7% frente aos primeiros três meses do ano passado. Não foi à toa que a retração do PIB ficou muito aquém das estimativas do mercado: -0,8% na comparação do primeiro trimestre com o quatro trimestre de 2008 e -1,8% ante o primeiro trimestre do ano passado, segundo o IBGE.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A importância do governo para minimizar os impactos da crise mundial no PIB já havia sido ressaltada pelo Banco Central no relatório trimestral de inflação divulgado em março último. Na previsão do BC, de crescimento de 1,2% no acumulado de 2009, a ação governamental será vital, seja ampliando a renda, seja incrementando o crédito por meio dos bancos públicos, seja aumentando os programas sociais e as obras.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação dos especialistas, não fosse a intervenção do Estado na economia depois do estouro da crise mundial, a recessão econômica que o Brasil viveu entre o quarto trimestre de 2008, quando o PIB encolheu 3,6%, e os primeiros três meses deste ano, com queda de 0,8%, seria muito mais profunda.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 09h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[BRIGA DAS BOAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38103</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>Os economistas do Itaú-Unibanco lançam um debate importante: o que pesará mais no consumo: o desemprego em alta ou os juros em queda? Eles perguntam: qual será o efeito líquido dessas duas variáveis na disposição dos consumidores de saírem às compras? "É uma briga boa", ressalta.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação dos economistas, as vendas no varejo devem crescer gradualmente nos próximos meses. De um lado, ressaltam, a massa salarial real deve perder vigor, reduzindo a demanda por bens semi e não duráveis. De outro, o crédito vai se recuperando e, junto com a queda do juro real, deve estimular o consumo de duráveis.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Em nossa opinião, o resultado final manterá o varejo em expansão, embora ainda em velocidade menor do que antes da crise. A deterioração do mercado de trabalho foi rápida e intensa no início da crise. A taxa de desemprego subiu de 7,4% em agosto 2008 para 8,4% em abril deste ano (já com ajuste sazonal). Caiu o ritmo de criação de vagas. A renda real total, que chegou a crescer a um ritmo anual próximo de 10% no ano passado, em abril deste ano crescia modestos 3,4%. Não fosse o bom desempenho do salário médio real, protegido pela inflação em queda, o impacto da fraca geração de novas vagas sobre a renda total teria sido ainda maior", ressaltam os profissionais do maior conglomerado financeiro do Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para os economistas, o ciclo ainda não terminou. "Nossas estimativas apontam para uma defasagem de cerca de cinco meses entre a desaceleração da atividade e seu impacto sobre a taxa de desemprego. No caso da renda real, a defasagem é de oito meses. Quando esses efeitos se fizerem sentir completamente, o crescimento da massa salarial real será ainda mais modesto, agora sob o duplo impacto negativo do emprego e da renda", destacam.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Do lado do crédito, afirmam os economista do Itaú-Unibanco, as notícias são mais positivas. Eles lembram que, pelos dados do Banco Central, as novas concessões para pessoa física (crédito pessoal, outras operações de crédito e aquisição de outros bens) cresceram 31% neste ano até abril, já ajustado para inflação e sazonalidade. O volume de novas concessões já supera o nível de setembro de 2008.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para os economistas, nos próximos meses, a massa salarial real deve puxar as vendas para baixo, enquanto o crédito e a taxa de juros atuarão na direção contrária. A resultante deve ser moderadamente positiva, mantendo as vendas no varejo em alta gradual ao longo da segunda metade de 2009. "Esse cenário é condizente com a nossa expectativa de taxas moderadas de crescimento do PIB a partir do segundo trimestre deste ano, encerrando 2009 com uma queda de 2,0%", complementam.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h50min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[FAZENDA JÁ ADMITE QUE BC DEVE CORTAR JUROS ENTRE 0,5 E 0,75 PONTO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38075</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar de contrariados, assessores do ministro da Fazenda, Guido Mantega, estão praticamente descartando a possibilidade de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) cortar a taxa básica de juros (Selic) em um ponto percentual, na reunião que começa nesta terça-feira e termina na quarta (dia 10). "Temos convicção de que o BC pode ser mais ousado, pois não há pressões inflacionárias e o nível de atividade continua fraco. Mas, infelizmente, tudo indica que os juros vão cair entre 0,5 e 0,75 ponto", afirma ao <span style="font-weight: bold;">blog</span> um dos assessores.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O importante, no entanto, é que, com uma queda de 0,5 ou de 0,75 ponto, o Brasil finalmente passará a ter taxa de juros de um dígito, fato que não não se viu nos últimos 30 anos. "Vamos mudar de patamar. Mas é vital que o BC não pare por aí. Sabemos que há uma ampla janela para a Selic continuar caindo, mesmo que vagarosamente", complementa o assessor de Mantega.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 14h30min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[NÃO À CHIMÉRICA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38077</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">RICARDO ALLAN (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="background-color: rgb(153, 255, 255);" class="complassinatura" size="2"><a href="mailto:ricardoallan.df@diariosassociados.com.br">ricardoallan.df@diariosassociados.com.br</a></font><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">As ligações econômicas entre a China e os Estados Unidos da América são tão fortes que os dois países estão se fundindo numa Chimérica. A tese é do historiador britânico Niall Ferguson, professor de Harvard e autor do livro A lógica do dinheiro. Mais nova estrela do mundo acadêmico-jornalístico internacional, Ferguson vê essa aliança como o casamento do grande gastador com o grande poupador. Os chineses dependem do apetite consumidor dos norte-americanos, que precisam da disciplina chinesa para formar reservas.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><!--  -->   <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Mesmo com o brutal freio no consumo provocado pela crise, as importações feitas pelos Estados Unidos de produtos chineses superaram as exportações em US$ 266,3 bilhões no ano passado. Sozinhos, os chineses foram responsáveis por 39,2% do déficit comercial norte-americano, que chegou a US$ 680 bilhões. Só para ter uma ideia da grandiosidade desses números, o governo e o empresariado brasileiros comemoraram exportações de US$ 197,9 bilhões e saldo positivo de US$ 24,8 bilhões no comércio exterior no período. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Nas finanças, a interdependência não é menor. A China possui reservas internacionais de US$ 2 trilhões, metade em dólares. Detém o poder de matar a agonizante moeda dos EUA, mas não tem interesse em fazê-lo. Se o dólar ruir, a poupança chinesa cai na mesma proporção. O governo chinês é, de longe, o maior comprador de títulos do Tesouro norte-americano. Se não permanecer adquirindo os papéis, os planos do presidente Barack Obama de aumentar as despesas públicas para tirar o país do buraco serão frustrados.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Lugar comum</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">O keynesianismo de Obama vai resultar num déficit fiscal de US$ 1,9 trilhão neste ano, o equivalente a 13% do Produto Interno Bruto (PIB). Como Ferguson notou, a última vez em que tamanho rombo nas contas públicas ocorreu foi em 1942, como consequência da entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial. Como disse outra estrela internacional do momento, o jornalista de assuntos internacionais indiano Fareed Zakaria, um dia os chineses podem se cansar de financiar as duas maiores expansões fiscais do mundo: a deles próprios e a dos norte-americanos.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Ferguson é presença constante no programa dominical de Zakaria na CNN, GPS (recomendo). No penúltimo, o britânico afirmou que a Chimérica conduziu a expansão global nos últimos anos e qualificou os Estados Unidos de “império em decadência”. “Certamente os EUA vão ruir como todos os impérios ruíram: por causa da dívida excessiva, especialmente nas mãos de estrangeiros, e suas baixas taxas de crescimento. Essa foi a experiência britânica, espanhola, francesa. Escolha um exemplo”, disse. Virou lugar comum não só qualificar o país como um império como garantir que seus dias estão contados.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Zakaria não cedeu à tentação. Em seu livro O mundo pós-americano (recomendo vivamente), ele defende a tese de que os Estados Unidos não estão em decadência. Na verdade, eles estão perdendo terreno para os países emergentes, principalmente China e Índia. Mas sim porque os outros estão subindo numa velocidade superior, o que Zakaria chama de “a ascensão do resto”. Pura física newtoniana, que ele prova com fartos argumentos no livro. Nesse mundo mais multifacetado, os EUA terão que ceder parte de seu poder aos demais, o que já vem ocorrendo, como demonstra a experiência do G-20.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Amechina</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Os números da economia chinesa são alarmantes. Qualquer coisa multiplicada por 1,3 bilhão de habitantes seria. Um número cada vez maior de pessoas torce para que se torne a primeira do mundo. Em 2008, o PIB chinês foi de US$ 4,4 trilhões, o japonês, de US$ 4,9 trilhões e o norte-americano, de US$ 14,3 trilhões. Não demora a China será a segunda. Quanto à liderança no ranking, as projeções divergem: alguns consideram que será alcançada em 2050. Outros põem mais fé no milagre oriental e encurtam a data para 2027. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">A torcida pela China é puro antiamericanismo. Há um clamor para ver o país de joelhos. Vários governantes põem a culpa nos EUA por tudo de ruim que existe no mundo, escondendo a própria incompetência para fazer progredir suas nações. Os EUA se comportam como maiorais porque podem. Se o Brasil (ou a China) tivesse idêntico poderio militar, econômico, cultural e científico, faria o mesmo. Franceses e ingleses ridicularizam o american way of life, mas a expansão militar do país, em parte, é resultado da fraqueza dos concorrentes — a Europa já foi salva pelas tropas ianques pelo menos duas vezes. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">A China não deve ser tomada como exemplo. Ou melhor, só por quem queira seguir a determinação de sua nomenclatura em eliminar obstáculos em nome do crescimento. Na China, não há direitos humanos, trabalhistas ou do consumidor. A informação é controlada. Até dentro do país, viajar pode ser perigoso. Para construir as instalações olímpicas, bairros inteiros de Pequim foram varridos e seus moradores enviados ao interior. Mendigos sumiram. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Apesar da gangue que tomou o poder entre 2001 e 2008, desvirtuando os princípios sobre os quais o país surgiu, os Estados Unidos têm um histórico de liberdade e democracia sem igual. Milhares de refugiados correm para lá. Se pudessem, milhões fugiriam da China. O termo Chimérica sugere a incorporação dos norte-americanos pelos chineses. Se a fusão for inevitável, melhor será a criação da Amechina.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Repórter especial do Correio Braziliense</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 11h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[ADVERSÁRIOS CORDIAIS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=38076</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">DANIEL PEREIRA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p>    <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(153, 255, 255);"><font class="complassinatura" size="2"><a href="mailto:danielpereira.df@diariosassociados.com.br">danielpereira.df@diariosassociados.com.br</a></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2">“CPI a gente sabe como começa, mas não como termina.” Consagrada como uma espécie de epíteto das comissões parlamentares de inquérito, a frase cunhada por Ulysses Guimarães (PMDB), ex-presidente da Câmara dos Deputados e da Assembleia Nacional Constituinte, anda em baixa nos corredores do Congresso. Não é entoada por parlamentares engajados na investigação da Petrobras, inclusive oposicionistas, que prometem, em público, abrir a “caixa-preta” da empresa responsável pela maior fatia de investimentos estatais no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><!--  -->   <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2">O ocaso de um lugar-comum tão caro aos congressistas é sintomático. Revela a falta de disposição de governistas e oposicionistas para apurar suspeitas de irregularidades na maior estatal brasileira. Enquanto se ameaçam nos microfones, petistas e tucanos agem em harmonia nos bastidores. Trocam recados que convergem para a análise segundo a qual uma investigação, a fundo, renderá apenas prejuízos para ambos os lados. Até em termos financeiros. No sábado retrasado, o <span style="font-weight: bold;">Correio</span> revelou que representantes de construtoras e fornecedores da Petrobras estavam procurando senadores a fim de deixar clara a preocupação com a análise de contratos firmados com a empresa.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2">Nas conversas, lembravam que 2010 é ano de eleição e que seria pouco inteligente os partidos exporem à luz do sol os principais financiadores de campanha. O argumento foi muito bem-recebido. Além dele, contribui para a costura de um acordo destinado a manter baixa a temperatura da investigação o fato de PSDB e PT terem plena consciência do uso político que fizeram da Petrobras. Os primeiros, em oito anos de gestão Fernando Henrique Cardoso. Os segundos, nos seis anos e meio até agora de mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Cada um sabe onde seu calo aperta. E como aperta. Ninguém quer expor a trovoadas seus respectivos telhados de vidro.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2">Esse cenário é tão claro que, antes da instalação da CPI da Petrobras, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), reclamou a colegas da insistência do tucano Álvaro Dias (PR) em abrir a investigação. Irônico, Virgílio lembrou que, ao comprar a briga sobre os gastos com cartões corporativos, Dias até fez cócegas na imagem da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, mas expôs despesas realizadas em nome de FHC e da ex-primeira dama Ruth Cardoso, já falecida. Ou seja, deu um tiro que atingiu também o ninho tucano.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"><b>Mãozinha do inimigo</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2">A sensação de que a CPI da Petrobras se manterá sob controle é reforçada pela constatação de que a oposição, mesmo quando livre para fustigar o governo, se mostra incapaz de fazê-lo. Nas pesquisas divulgadas recentemente, Lula voltou a registrar níveis recordes de aprovação popular apesar de o país ter experimentado a recessão entre outubro e marco passados — ou seja, dois trimestres seguidos de retração da economia. O PSDB perdeu a janela de oportunidade aberta pela crise econômica, admitem tucanos, resignados, em conversas reservadas.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2">Para piorar a situação, os oposicionistas sequer chegam a um consenso sobre como atacar o governo e com qual intensidade. Faltam bandeiras. Impera um deserto de ideias. Muitos preferem, inclusive, fugir do confronto com um presidente popular, devido ao temor de perder votos na eleição do próximo ano. Na prática, Lula governa sem oposição. Ou com uma oposição envergonhada, que não tem coragem de defender publicamente suas ideias e pontos de vista, se é que eles existem. “A gente tem de erguer as mãos ao céu para agradecer os adversários que enfrentamos”, costuma repetir um dos ministros mais próximos a Lula.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2">Ele só não descarta o risco de a CPI da Petrobras minar politicamente Lula e Dilma Rousseff devido aos atritos na base aliada. Sobretudo entre petistas e peemedebistas. No Planalto, a determinação é clara: conversar, compreender e adular o líder peemedebista Renan Calheiros (AL). Não é à toa. Mantido o cenário atual, só o alagoano será capaz de incendiar a comissão parlamentar e, assim, fazer valer a velha máxima do dr. Ulysses.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2"><b>No Senado</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2">Segundo um dos políticos mais próximos e fiéis a José Sarney (PMDB-AP), o presidente do Senado não está mais arrependido de ter disputado e vencido a eleição para o cargo. Avalia que as denúncias sobre desvios administrativos na Casa perderam força e estão prestes a morrer de inanição. Desde a posse de Sarney, em fevereiro, dois diretores de primeiro time caíram — Agaciel Maia e José Carlos Zoghbi. Nada, no entanto, que fosse capaz de desmontar a estrutura alvo de suspeitas, agora encoberta pela fumaça da discussão sobre CPIs.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Repórter especial do <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 15h12min</font></p>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37989</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><IMG style="WIDTH: 97px; HEIGHT: 142px" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align=left><FONT size=1>CRÔNICA</FONT></FONT></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=3>LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; BACKGROUND-COLOR: rgb(255,204,153)"><FONT size=2>lulupisces@gmail.com</FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=4>EMOÇÃO SEM LIMITE</FONT></P> <P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <META content=Word.Document name=ProgId> <META content="Microsoft Word 11" name=Generator> <META content="Microsoft Word 11" name=Originator><LINK href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel=File-List> <STYLE> st1\:*{behavior:url(#ieooui) } </STYLE>  <STYLE> <!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p.MsoBodyTextIndent, li.MsoBodyTextIndent, div.MsoBodyTextIndent 	{margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	text-align:justify; 	text-indent:35.4pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </STYLE>  <P class=MsoBodyTextIndent style="TEXT-INDENT: 0cm"><FONT size=2><I><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"> <BR></SPAN></I></FONT></P> <P class=MsoBodyTextIndent style="TEXT-INDENT: 0cm"><FONT size=2><I><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"> <BR></SPAN></I></FONT></P> <P class=MsoBodyTextIndent style="TEXT-INDENT: 0cm"><I><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN></I><I><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN></I><I><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN></I><I><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN></I>&nbsp;</P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"> <P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>“Vou-me embora cantando <BR>Com meu coração chorando <BR>E vou deixar todo mundo <BR>Valorizando a batucada”<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></EM></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>(Adeus Batucada, de Synval Silva)<o:p></o:p></EM></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>&nbsp;</EM></FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>&nbsp;</EM></FONT></o:p></P> <P class=MsoBodyTextIndent style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoBodyTextIndent style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Tenho uma colega de trabalho que fala em tom de ironia quando algo não dá certo: “Foi uma emoção sem limites”. O que daria no mesmo de umas das frases-emblema das tirinhas da Mafalda: “Hoje entrei no mundo pela porta traseira” (do ônibus). Mas nada disso, na verdade, tem a ver com o que eu quero dizer. Só me lembrei da expressão de minha colega de auditório porque, na história que conto a seguir, a emoção foi de fato sem limites.</EM></FONT></P> <P class=MsoBodyTextIndent style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoBodyTextIndent style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) realizou neste mês de maio uma homenagem deliciosa ao centenário de Carmen Miranda. Em quatro shows de altíssima qualidade, a pequena notável foi merecidamente celebrada por quatro duplas de cantores não tão conhecidos do grande público, salvo Eduardo Dusek, que andava meio sumido, fazendo uma graninha em trabalhos de gosto duvidoso, como apresentar a premiação do prêmio Sesc de fotografia, artes plásticas e literatura 2008.</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Eu sempre me amarrei na Carmen Miranda. Nem tanto pela música, mas pela atitude vanguardista com que aquela baixinha irreverente se firmou na vida. Ela foi a primeira drag queen do planeta e olha que ela era mulher, hein!!! Que figura carismática, resplandecente e inimitável Carmen conseguiu ser. E não venham dizer que alguém já chegou perto porque é mentira de invejoso. </EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>As apresentações também não deixaram barato. Com personalidade, as quatro duplas deram conta do recado e trouxeram um pouco da leveza, irreverência e doçura de Carmen para as gerações que não tiveram a chance de conviver com o sucesso desta mulher que, durante décadas, foi sinônimo de Brasil para os gringos. E para enriquecer ainda mais as noites, pesquisadores e escritores renomados como Ruy Castro (que escreveu uma biografia sobre ela) e Sergio Cabral também participaram, recheando o espaço entre as músicas com detalhes pouco conhecidos da vida da intérprete “chicachicabunte”.</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Nas minhas férias na Bahia, no início do ano, comprei uma camiseta com a Carmen Miranda estampada em foto de sorriso largo. Os balangandãs estão aplicados no turbante em forma de conchinhas, contas, estrelinhas... A imagem é em preto e branco; as miçangas, coloridas. Não sou tiete, mas me identifico com a ousadia da mulher espevitada, com a gana e vitalidade que emanam daqueles olhos grandes.</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>A tietagem explícita eu reservo para a cena que presenciei e que agora passo a narrar: no show da dupla Beatriz Faria e Marco Sacramento, que interpretaram os sucessos de Carmen Miranda gravados nos EUA, um burburinho corre entre as fileiras da plateia: Beatriz é filha de Paulinho da Viola e ele veio conferir. No início, não acreditei, mas depois percebi que aquela cabeça grisalha logo a frente poderia ser mesmo a do Paulinho. </EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Alô, alô, o show termina. As palmas fartas enchem o teatro do CCBB. Eu vou batendo minhas mãozinhas rumo à fileira do homem grisalho. De rabo de olho confirmo: é ele, o Paulinho da Viola! Meu coração exulta, entretanto quem quase desmaia é o meu marido. Gente, eu nunca vi este ser racional, cartesiano e dogmático tremer nas bases por ninguém como vi neste momento. Talvez tenha escondido uma lágrima nos nascimentos dos filhos, mas se rolou, não registrei.</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Onde reside o poder do ídolo? Eu tinha conhecimento de que ele adorava Paulinho da Viola, mas ao vê-lo frente a frente com ele, a expressão “emoção sem limites” ganhou um significado metafísico. Achei que o cara ia chorar. Eu juro. E meu marido ali naquele impasse: “Falo com ele ou não?” Imagina se eu iria permitir que ele não extravasasse tão genuíno sentimento de fã? Dei a maior força e praticamente o empurrei na direção do Paulinho.</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Seus olhos brilhavam e eles enfim se saudaram em esfuziante aperto de mão. Não sei o que ele falou para o Paulinho e provavelmente nunca saberei porque Bernardo não é dado a confidências. Também não quis estragar este momento tão sensível para ele me postando ao seu lado em legítimo estilo Marisa-arroz-de-festa-do-Lula. </EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Só testemunhei a realização plena daquele gesto. Acreditava que só a oportunidade de tocar em Einstein, Newton, Maxwell ou Faraday pudesse produzir tamanho êxtase em um cientista de carteirinha. Bernardo deixou o teatro contente da vida. Como uma criança que ganha a primeira bicicleta.</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Fiquei na vontade de ir lá e gritar para o Paulinho: “Você é o cara! <SPAN lang=EN-US style="mso-ansi-language: EN-US">This is the man!” </SPAN>O príncipe do samba operou um pequeno milagre numa noite fria de sábado. Só um bamba deste quilate seria capaz deste complexo evento quântico, não acham?</EM></FONT></P> <P class=MsoBodyTextIndent style="TEXT-INDENT: 0cm"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoBodyTextIndent style="TEXT-INDENT: 0cm"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste <SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">blog</SPAN>.</FONT></P> <P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><FONT size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT><SPAN style="FONT-STYLE: italic"></SPAN></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Brasília, 06h10min  <BR></FONT></P>
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		<title><![CDATA[A PSICOLOGIA E O DINHEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37987</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P> <BR></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><IMG style="WIDTH: 116px; HEIGHT: 146px" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/76f9b4e29b8519623d3bf6b125518180.jpg" align=left><FONT size=1>ARTIGO</FONT></FONT></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=3>MARACI SANT'ANA (*)</FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><A href="http://www.maracisantana.blogspot.com">maracisantana.blogspot.com</A></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></P> <P style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=4>O MELHOR EMPREGO DO MUNDO</FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT size=2></FONT></SPAN></FONT>&nbsp;</P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%"> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Desde que o Vicente anunciou férias e publicou foto de uma ilha paradisíaca, pipocaram comentários. Enquanto eu implorava que ele não me contasse se estava indo pra lá, o leitor <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Antônio</B> tirava o maior sarro, dizendo que ele deve estar ganhando muito bem. Mas não faltaram votos de boas férias com breve retorno, como os do <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Jansen Erthal</B>, preocupado em continuar bem investindo, e as recomendações da <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Silvana</B>, de que ele descansasse e voltasse em forma pra perturbar a turma do Banco Central. E ainda chegaram também o comment do <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Samuel</B>, que trabalha em uma corretora em que o blog já virou tradição, e o do <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Marcos Cardoso</B>, que disse que os leitores precisam das notas que trazem informações sobre o que ocorre “nesse mercado de oscilações e ânimos acirrados nos bastidores”.</EM></FONT></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Mas claro que não ficou só nisso. O assíduo <B style="mso-bidi-font-weight: normal">José Stélio</B> não perdeu a oportunidade de deixar sua marca: “Depois nós reclamamos dos políticos. Com tantas férias desse jeito, como este país vai progredir? E eu que achava que os carecas eram seres mais comprometidos com o trabalho. O que mais me impressiona é esse bando de puxa-saco quase se convidando para ir junto. É o Brasil!”. Resumindo, todos fizemos questão de dizer que curtimos muito este blog.</EM></FONT></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Sei que Vicente trabalha fazendo o que ama fazer. Sei que ele adora viajar nas férias. E sei, ainda, que ele batalha muito para manter esses dois privilégios. Melhor do que isso, só mesmo o que aconteceu a Ben Southall que, ao vencer cerca de 24 mil candidatos espalhados por 200 países, assumiu o cargo de zelador de uma ilha tropical australiana. Durante seis meses, esse britânico de 34 anos terá, entre outras fantásticas atribuições, as de tomar sol, passear pelas praias de areia branca, velejar, nadar entre corais, explorar riquezas submarinas e alimentar um blog com fotos e vídeos, que servirá para promover o turismo no lugar.</EM></FONT></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Para que assumisse tão “árdua missão”, foram-lhe oferecidos mais de R$ 40 mil mensais, uma luxuosa mansão na praia, com piscina e campo de golfe, e todas as refeições em um restaurante classe A. E ele foi logo dizendo que levaria a namorada para auxiliá-lo. Tá bom ou quer mais? Em outras palavras - o melhor emprego do mundo. De fazer inveja até ao nosso blogueiro predileto.</EM></FONT></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Fiquei encantada com esse cargo e adorei a simplicidade do zelador durante uma entrevista. Ele, que, até então, trabalhava como arrecadador de doações para instituições de caridade, disse acreditar que a simpatia e a facilidade de comunicação desenvolvidas em sua atividade anterior o haviam ajudado a ganhar a competição. Mas imagino que, essas qualidades, ele já as tinha e bem adiantadas porque não é fácil conseguir doações para quem precisa.</EM></FONT></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Quem se envolve em um trabalho assim encontra todo tipo de pessoa. Há aquelas que se dispõem a ajudar; há as que só olham para o próprio umbigo e não estão nem aí pra ninguém; há as que só doam o que não serve mais pra nada, muitas vezes só pra se livrar da bagulhada; e, o que é pior, há as que aproveitam a necessidade de uns e a bondade de outros pra tirar proveito, até roubar, dificultando para quem aguarda socorro e para os que se mobilizam em favor dos desfavorecidos.</EM></FONT></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Não sei se Ben Southall ganhava para arrecadar doações ou se era voluntário. Mas, de qualquer forma, acredito que ele tenha sido beneficiado, ao se candidatar ao novo emprego, pelas boas energias do antigo trabalho, pelos sentimentos de gratidão e de admiração daqueles que direta ou indiretamente ajudou, que certamente o tocaram como uma bênção. Porque ele não estava alienado, como muitos que desconhecem a rudeza do mundo em que vivemos. E, de uma forma ou de outra, em alguns momentos, mesmo que raros ou breves, colocou seu coração no que fazia.</EM></FONT></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>A caridade vai muito além da esmola. É instrumento da Lei de Justiça, uma das que regem o Universo. Portanto, não deve ser encarada como um feito extraordinário. Ao contrário, deve ser vista como um dever que, antes de beneficiar aquele que recebe, ilumina aquele que dá. Todos, um dia, alcançaremos a plena felicidade. Mas só o conseguiremos juntos. Se olharmos para trás e ainda avistarmos alguém, um único irmão que seja, poderemos ter a certeza de ainda não havermos chegado onde almejamos chegar. Daí, é voltar e trabalhar por ele, por nós. Afinal, somos todos um.</EM></FONT></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>A Ben Southall, desejo muita saúde pra aproveitar o empregão. E, ao meu amigo Vicente Nunes, peço que, nas próximas férias, lembre-se de, quem sabe, incluir na bagagem esta parceira de trabalho, também uma filha de Deus, portanto amante dos paraísos, mesmo os terrestres. Valeu, irmã! Até sábado, leitores!</EM></FONT></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face=Verdana size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Muita gente tem encontrado dificuldade para comentar os textos deste blog. Sugiro que, em lugar de acessá-lo diretamente, tente por etapas – entre em www.correiobraziliense.com.br; clique em blogs; aí, sim, clique em Blog do Vicente.</EM></FONT></SPAN></B></P> <P class=MsoNormal style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"></SPAN><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></FONT></P> <P class=MsoNormal style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%"><o:p></o:p></SPAN></FONT></P> <P class=MsoNormal style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%"><o:p></o:p></SPAN></FONT></P> <P class=MsoNormal style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%"><o:p></o:p></SPAN></FONT></P> <P class=MsoNormal style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%"><o:p></o:p></SPAN></FONT></P> <P class=MsoNormal style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%"><o:p></o:p></SPAN></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>(*) Psicóloga</FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Brasília, 11h15min</FONT></P>
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		<title><![CDATA[BOVESPA DEVE ATINGIR SEU RECORDE NO ÍNICIO DE 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37615</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pedro Alceu Cardoso, da TOV Corretora, avisa que o mercado brasileiro de ações ainda passará por grandes solavancos nos próximos meses, devido às incertezas que rodam a economia mundial. Mas, a seu ver, a trajetória da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que está subindo mais de 2% nesta quinta-feira (dia 4), é de valorização.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para ele, é muito provável que, até o início de 2010, o Ibovespa, principal índice de lucratividade do pregão paulista, supere os 76 mil pontos, atingindo um novo recorde histórico. Cardoso lembra que, desde o início deste ano, o Ibovespa já subiu bastante, puxado, principalmente, pelo capital estrangeiro, que voltou a migrar com força para o país, mas o indicador continua cerca de 40% abaixo do pico atingido em maio de 2008.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O analista diz ainda que a recuperação da bolsa, puxada pelos estrangeiros, mostra que a crise não bateu tão forte no Brasil quanto em outros países. "Primeiramente, gostaria de dizer que não podemos chamar de crise o que estamos vivendo. O que ocorreu aqui foi, no máximo, um soluço se nos compararmos aos outros países", afirma. O discurso de Cardoso realimenta a polêmica provocada pelas declarações do presidente Lula no início da crise, dizendo que o estouro da bolha imobiliária americana em setembro do ano passado era uma "marolinha". Depois, diante do forte impacto na atividade econômica, ele admitiu que a gravidade da crise era enorme</font><font size="2">.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar do otimismo, o analista da TOV Corretora pede cautela aos investidores ao entrar no mercado de ações. Os investimentos devem ser feitos com o acompanhamento de um profissional experiente, pois se está lidando com um mercado de risco, no qual os ganhos estão longe de serem garantidos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 17h10min</font></p>
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		<title><![CDATA[DIA DEVE SER POSITIVO NO MERCADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37588</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O economista-chefe do Banco Fator, José Franciscs de Lima Gonçalves, prevê um dia mais ameno no mercado financeiro, devido às boas notícias vindas do exterior, mais precisamente dos Estados Unidos e da Zona do Euro. Segundo o economista, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) deve operar em alta e os juros e os preços do dólar, em queda.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Gonçalves destaca que o fluxo de capitais estrangeiros para a Bovespa se mantém positivo. Somente no dia 1º de junho, entraram R$ 675 milhões, o que resultou em um saldo acumulado no ano de R$ 11,9 bilhões. Em maio, é bom ressaltar, o movimento cambial computou superávit de US$ 3,12 bilhões, com o saldo no ano ficando positivo em US$1,6 bilhão. Em maio, entraram US$ 2,75 bilhões em investimentos estrangeiros diretos (para o setor produtivo) e US$ 2,5 bilhões no mercado de ações.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Isso, conforme destacou o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, está levando as reservas internacionais do país para níveis acima dos registrados antes do estouro da crise mundial, em setembro do ano passado. É possível que as reservas superem os US$ 208 bilhões nos próximos dias com as compras realizadas pelo BC, o que significará um novo recorde histórico. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h35min</font></p>
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		<title><![CDATA[ITAÚ-UNIBANCO: QUEDA DO PIB SERÁ MAIOR NESTE ANO. EM 2010, CRESCIMENTO ATINGIRÁ 3,7%]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37539</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Itaú-Unibanco divulgou nesta quarta-feira (dia 3) relatório com as estimativas revisadas para a economia brasileira em 2009 e 2010. A notícia ruim é que o tombo do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano será maior do que o previsto inicialmente pelo maior conglomerado financeiro do país. A previsão é de um contração de 2% ante uma queda de 1,6%. A mudança no número, segundo o texto encaminhado ao <span style="font-weight: bold;">blog</span> pelo economista Guilherme da Nóbrega, decorreu da retração mais forte do PIB no primeiro trimestre. Em compensação, o Itaú-Unibanco ampliou de 3,4% para 3,7% a projeção de incremento da economia no ano que vem.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação do time de economistas do Itaú-Unibanco, a retomada do crescimento econômico brasileiro se dará em um ambiente sem pressões inflacionárias. Tanto que a instituição mudou, para melhor, o cenário para a taxa básica de juros (Selic). Segundo o banco, os juros vão cair um ponto percentual na próxima semana, para 9,25% ao ano, e o movimento de queda se estenderá até a primeira metade de 2010. Na avaliação dos economistas, a Selic cairá, muito provavelmente, até 7,5%. A taxa, no entanto, voltará a subir no fim de 2010, voltando para o patamar de 8,25% anuais, no qual deve encerrar 2009.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para o dólar, o Itaú-Unibanco prevê cotação no fim deste ano de R$ 2. Foi a terceria revisão para baixo nos últimos meses. Para 2010, haverá uma certa oscilação de preços, mas nada que jogue o dólar muito além dos R$ 2, mesmo sendo um ano de eleições presidenciais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 14h05min</font></p> 
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		<title><![CDATA[GOVERNO MONTA ESTRATÉGIA PARA REDUZIR IMPACTO DO ANÚNCIO OFICIAL DE QUE PAÍS ESTÁ EM RECESSÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37532</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		   <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Enquanto a opinião pública está toda voltada para os desdobramentos do desastre com o avião da Air Fance, que matou 228 pessoas, o governo monta uma estratégia de comunicação para minimizar os impactos da divulgação, na próxima terça-feira (dia 9), de que o Brasil entrou oficialmente em recessão.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A orientação do Palácio do Planalto é para que os ministros da área econômica saiam a campo dizendo que os números liberados pelo IBGE monstrando queda no PIB do primeiro trimestre - a segunda retração seguida (nos últimos três meses de 2008, a economia encolheu 3,6%) -, representam o passado. É como se todos estivessem olhando pelo retrovisor. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação do governo, é preciso ficar claro para a população que a economia já recuperou o fôlego, ainda que de forma lenta, que o pior da crise já passou, que não houve explosão do emprego e que o crédito está voltando e a juros menores.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Palácio espera ainda que, no dia seguinte à divulgação do PIB, mais precisamente na quarta-feira (dia 10), o Banco Central dê uma ótima notícia, ao cortar a taxa básica de juros (Selic) em pelo menos um ponto percentual. Se isso acontecer, o Brasil cravará taxa de 9,25% ao ano, o menor patamar da história, o tão sonhado juro de um dígito. "Todo o cenário de inflação permite esse corte na Selic pelo BC", diz ao <span style="font-weight: bold;">blog</span> um assessor do presidente Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 09h20min</font></p>
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		<title><![CDATA[MERCADO VÊ RESERVAS SUPERANDO OS US$ 208 BI NESTE MÊS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37520</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Do jeito que as coisas estão indo e com dólares entrando a rodo no país, atrás, principalmente, dos juros altos, as reservas internacionais do país deverão superar os US$ 208 bilhões ao longo deste mês. O saldo do que o governo chama de "seguro contra crises" fechou maio em US$ 205,7 bilhões, com crescimento de US$ 4,3 bilhões, o maior incremento mensal em 15 meses.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As compras do excesso de dólares pelo Banco Central não estão conseguindo conter as cotações da moeda americana. Mas tais aquisições são importantes para reforçar ainda mais o seguro. As reservas foram fundamentais para destravar o mercado nos momentos mais agudos da crise mundial, entre setembro e dezembro do ano passado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas o BC também precisa se conscientizar de que é necessário reduzir a taxa básica de juros (Selic) de forma mais acentuada na próxima semana, para tentar conter o fluxo de recursos para o país. Esse é o melhor caminho para se corrigir as distorções no mercado de câmbio. E não a proposta defendida pelo Ministério do Desenvolvimento: a aberração de se taxar os investidores estrangeiros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h10min</font></p> 
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		<title><![CDATA[PARA QUEM ESTÁ RESTABELECIDO O CRÉDITO?]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37459</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1"><img style="width: 125px; height: 149px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/1669b0addcb37924251e1d6dc74f1175.jpg" align="left">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">JOSÉ LUIZ RODRIGUES (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(51, 255, 255);"><font size="2">joseluiz@jlrodrigues.com.br</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Calibri; 	mso-font-alt:"Century Gothic"; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]-->  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2">Desde o início deste conturbado período de crise tenho procurado informar sobre as dificuldades de ajuste pelas quais passa o sistema financeiro nacional e as conseqüências dessas </font><font size="2">dificuldades. Uma das principais questões é a falta de crédito que atrapalha a vida do lado produtivo da economia e, conseqüentemente, dos consumidores.</font></span></i></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2">Farto e acessível antes da crise, o crédito foi a mola mestra do grande salto econômico ocorrido no Brasil nos últimos anos. </font><font size="2">Uma vez que a renda dos brasileiros cresceu muito pouco desde o governo FHC, o que ajudou a impulsionar o crescimento foi o crédito voltado para o consumo, que se encontra escasso e difícil já há alguns meses.</font><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"> <br></span></i></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2">Como a justificativa para a contenção do crédito era a liquidez, o Banco Central, na tentativa de reverter a situação, injetou bilhões de reais na economia. <span style="">&nbsp;</span>No entanto, os grandes bancos, </font><font size="2">com medo da crise, preferiram manter suas reservas em papéis do governo, o que acabou por gerar um represamento da liquidez. Quer dizer, dinheiro existia, mas no cofre desses grandes bancos.</font><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2"> <br></font></span></i></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2">Para corrigir o rumo, o governo criou o Depósito com Garantia Especial (DPGE), do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), um Recibo de Depósito Bancário (RDB) com características especiais, para garantir o retorno do fluxo de captação de recursos dos pequenos e médios bancos e o retorno dessas </font><font size="2">instituições ao mercado de crédito. No entanto, o seguro tem um custo de 1% ao ano, o que encarece as operações de captação e, conseqüentemente, o crédito. Agora, o governo trabalha no fundo de aval, visando garantir que o crédito chegue onde é necessário, mas a medida também tem um custo, que irá impactar no crédito. </font><span style="">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2"> <br></font></span></i></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2">Hoje, a impressão que temos ao ler as notícias é que o crédito já está restabelecido e com taxas declinantes. O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu a taxa básica de juros (Selic) e tudo indica que, na próxima semana, a taxa Selic chegará à casa do tão sonhado um digito e que, em </font><font size="2">poucos meses, estaremos recuperados, firmes e fortes, do baque sofrido pelo terremoto gerado pela crise. Mas, na verdade, as notícias são pontuais e verificadas do alto da pirâmide econômica. O crédito é elitizado e está normalizado para quem sempre teve acesso. Para as pequenas e médias empresas e pessoas físicas, a realidade é que o crédito no Brasil ainda é muito difícil e caro.</font></span></i></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2">As taxas de juros continuam altas e as garantias exigidas são cada vez maiores. As operações de desconto de recebíveis das pequenas e médias empresas que, antes da crise, eram concedidas com 120% de garantia, agora só são realizadas com mais de 200 % de garantia, o que “engessa” as empresas tomadoras de crédito. </font> <br></span></i></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2">Já os grandes, esses sempre se acertam. Há meses fiz um artigo sobre uma operação que o mercado vinha praticando, o consignado de pessoa jurídica, que, na verdade, é uma operação garantida pelo comprador. Se sua empresa tem o </font><font size="2">privilégio de fornecer bens e serviços para empresas estatais ou para as grandes empresas privadas, os recebíveis vinculados a essas operações são descontados pelos bancos e, na maioria das vezes, por meio de uma negociação direta com o comprador. Para quem não faz parte desse tipo de empresa é difícil. Muito difícil e muito caro.</font></span></i></font></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><i style=""><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><font size="2">A discussão continua. No último dia 19 de maio foi divulgado o ranking de taxas de juros praticadas pelo sistema financeiro apuradas pelo Banco Central, que veio alimentar a polêmica sobre a queda das taxas de juros. Pelo documento publicado, o Banco do Brasil perdeu posição no ranking. Aumentou suas </font><font size="2">taxas, contrariando as ordens do presidente Lula. Aí está a prova de que não é possível reduzir juros por decreto. A queda dos juros depende da conjugação de uma série de fatores, que têm ritmo e período de maturação próprio, e o principal fator é a democratização do crédito, pois, somente com um efetivo crescimento da base de clientes para a mitigação dos riscos, teremos taxas menores. </font><o:p></o:p></span></i></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Calibri; 	mso-font-alt:"Century Gothic"; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]-->  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1"><span style="line-height: 115%;">(*) Sócio da JL Rodrigues, Carlos Atila &amp; Consultores Associados - Organização de Instituições e Normas do Sistema Financeiro. <span style="">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span><span style="">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span><span style="">&nbsp;</span><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 06h10min</font></p>
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		<title><![CDATA[PIB CAIU 2,1% NO PRIMEIRO TRIMESTRE, DIZ ELSON TELES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37457</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
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		<font size="2"> <br></font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O economista-chefe da Concórdia Corretora, Elson Teles, antecipa o debate e afirma que, pelas suas contas, o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, que será oficialmente divulgado na próxima semana (dia 9), registrou retração de 2,1% em relação ao quarto trimestre de 2008, na série com ajuste sazonal, confirmando que o Brasil viveu uma recessão técnica. No quarto trimestre, o PIB havia registrado recuo de 3,6% ante o terceiro trimestre, mas essa taxa deverá ser revista para uma queda entre 2,6% e 2,7%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A explicação para a forte revisão no resultado do trimestre anterior, segundo Teles, é que, a partir da inclusão do dado referente ao primeiro trimestre, o programa de dessazonalização adotado pelo IBGE (que escolhe, através de testes estatísticos, o modelo mais apropriado dentre os cinco disponíveis), deixará de considerar o ocorrido naquele período como um “outlier” (valor atípico). Com isso, a queda acumulada nos últimos dois trimestres ficará próxima de 4,7%, o que gerará um resíduo estatístico (“carry-over”) de -3,4% para o resultado do PIB deste ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na série livre de influências sazonais, diz o economista, o grande destaque de baixa, pela ótica da oferta, virá da indústria, que deve apresentar recuo próximo de 4%, após ter registrado queda de 7,4% no quarto trimestre (essa taxa também deve ser revista para baixo). Para os demais componentes da oferta, a estimativa é de alta de 1% no setor agropecuário e variação próxima de zero no setor de serviços.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Já pela ótica da demanda, destaca Teles, os destaques ficarão por conta da formação bruta de capital fixo (investimentos), que deve registrar queda na margem de 12% (-9,8% no quarto trimestre) e das exportações, que devem recuar 17% no período (-2,9% no quarto trimestre). Para os demais componentes da demanda, o economista estima queda de 1% para o consumo das famílias (-2% no quarto trimestre), variação nula para o consumo do governo (0,5% no quarto trimestre) e retração de 24% nas importações (-8,2% no quarto trimestre).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h54min</font></p>
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		<title><![CDATA[PMI SANTANDER: PRODUÇÃO INDUSTRIAL CONTINUOU FRACA EM MAIO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=37436</link>
		<!--<pubDate>04.07.2009</pubDate>-->
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		 <br> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Importante indicador antecedente da produção industrial, a pesquisa PMI do Banco Santander divulgada nesta segunda-feira ainda mostra contração no setor em maio, apesar de em intensidade menor do que a verificada nos meses anteriores, tanto nos novos pedidos de encomendas, de produção, de emprego, de pedidos em atraso e de estoques, que se mantêm e terreno negativo.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br> </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A pesquisa mostra também que, exceto no item estoques de bens finais, o ritmo da retração nos demais segmentos industriais diminuiu bastante ante abril. "A queda mensal na produção foi especialmente pequena", ressalta a pesquisa. O levantamento do Santander revela ainda que o Índice Gerentes de Compras ajustado sazonalmente (uma consolidação de dados criada para fornecer, em um único número, uma visão geral e instantânea do desempenho do setor industrial brasileiro) aumentou ainda mais em maio, alcançando seu nível mais alto em oito meses de contração: 47,8, acima, portanto, dos 44,8 registrados no mês anterior, o que sugere uma deterioração moderada nas condições operacionais.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br> </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A PMI Santander indica que as condições econômicas insatisfatórias continuaram a pressionar os novos pedidos à indústria e, por tabela, a produção em maio. Segundo a pesquisa, a desaceleração partiu, de um modo geral, do mercado interno, pois as vendas de exportação continuram caindo acentuadamente. Pelo levantamento, em maio, uma redução adicional nos trabalhos pendentes, acompanhada por queda sólida nos níveis de emprego, sugeriu a existência de uma capacidade produtiva ociosa nas fábricas brasileiras. "No entanto, as contrações nas duas variáveis foram muito mais moderadas que as registradas há um mês."</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br> </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo a pesquisa, os fabricantes brasileiros diminuíram sua atividade de compra e os níveis de estoques. As compras de insumos foram reduzidas pelo nono mês consecutivo, embora a uma taxa menor. Ao mesmo tempo, destaca o levantamento, os estoques, tanto de matérias-primas como de bens finais, continuaram a ser reduzidos. Os entrevistados declararam que os cortes foram necessários como medida de redução de custos, devido à queda nas receitas.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br> </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A boa notícia é que os custos de insumos, preços de bens finais e prazos de entrega de fornecedores indicaram mais uma queda acentuada das pressões nos preços na economia industrial brasileira como um todo, ou seja, os riscos de inflação continuam baixos. E mais: a queda na demanda por matérias-primas deixou os fornecedores com capacidade ociosa. E como resultado, o prazo de entrega de insumos encurtou pelo sétimo mês consecutivo.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br> </font></p>   <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A PMI Santander mostrou também que a competição entre os fornecedores para assegurar contratos deu aos fabricantes uma margem muito maior para a negociação de preços. Aliada às importações mais baratas, decorrente do enfraquecimento do dólar americano, a pressão sobre os fornecedores para reduzirem seus preços contribuiu para mais uma diminuição acentuada nos custos médios de compra. "Os encargos menores ficaram refletidos nos preços dos fabricantes brasileiros. As empresas diminuíram seus preços de modo a atrair um número maior de clientes."</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br> </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 14h58min</font></p>   
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