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<description>Economia e Finanças</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog do Vicente</title>
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<title>Blog do Vicente</title>
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<language>pt-br</language>
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		<item>

		<title><![CDATA[CARNAVAL E FÉRIAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53119</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Caros leitores,</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">ficarei ausente por duas semanas, numa combinação perfeita: férias e carnaval.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Até breve!!!!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 514px; height: 321px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/a67bea0400bab6f814b575e155c493f1.jpg"></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 00h01min</span></font></p>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53118</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 134px; height: 162px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">CRÔNICA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">ILHA PAVILOCHE</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Florianópolis tem praias e recantos para todos os gostos e bolsos e isto não é clichê. Eu sei que vocês já devem ter lido esta mesma frase em alguma matéria de revista de viagem, mas não pude evitar a exata constatação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Tem argentino brotando da terra como erva daninha também. Em Canasvieiras, uma grande feira do Paraguai, ops, da Argentina a gente não sabe se existem mais quinquilharias para abarrotar os turistas ou argentinos a gritar pelas calçadas em bandos, como gralhas tostadas pelo sol. Comecei a pensar que o estrangeiro ali era eu e que estava nas férias erradas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Não sou xenófoba, já escrevi esta sentença aqui também (acho que hoje estou muito repetitiva), mas seria um tantinho legal se a prefeitura de Floripa ou a secretaria do meio ambiente e turismo fizesse uma campanha a cada verão com o tema: “Salvem as areias finas e brancas das praias catarinenses dos tocos de cigarro!!!!”</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Argentinos...êta povo que fuma! E depois espalha seu vício por todas as belas praias da ilha, se esbaldando em grupos ruidosos como se fossem leões marinhos (eu disse que estava repetitiva). Nós deveríamos ter uma atitude solidária e camarada com nossos hermanos e emprestar – por prazo determinadíssimo – o Ziraldo para eles. O genial cartunista BRASILEIRO faria os portenhos entender que “fumar é brega”, “fumar é cafona”. Assim como os cabelos a la Messe que 9 entre 10 da espécie masculina argentina insistem em ostentar.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Gaúcho também sai pelo ladrão em Floripa. Sempre em patotas, tomam chimarrão na praia formando uma roda. A cuia a passar de cadeira de praia em cadeira de praia, mantendo a rotina da calçada da casa nas tardes tranquilas, eu suponho. Uma espécie orgulhosa encontrada na ilha na mesma proporção em que podemos comer as fartas e famosas ostras locais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mas, acredite, passar as férias na santa e bela Florianópolis (outro bordão pra não perder a linha de raciocínio) é gostoso sim. Palavra de bruxa. O lance é deixar a mente aberta para os engarrafamentos e a indefectível instabilidade metereológica. “Tirante” esses pequenos contratempos, Floripa é uma festa de praias lindas. A maioria dos morros ainda preservada, sem favelas a roubar toda a vegetação nativa. Não há meninos e meninas pedindo esmolas em cada semáforo...Meu filho de dois anos e meio, que não entende a lógica perversa desta situação, sempre me pergunta: “mamãe, o que ele deu?” Ô inocência...</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">É quase como se estivéssemos num país mais justo e civilizado. Se você for à praia Jurerê Internacional dá até para crer que podemos chegar lá. O nome patético não compactua com a beleza e a qualidade do lugar. Tudo limpo, organizado e de encher os olhos. “Luxo é lixo no lixo”, as plaquinhas explicam.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Cruzei com o técnico Bernardinho e a mulher, Fernanda Venturini, em quase tranquila caminhada pela areia (porque, cá pra nós, aquele cara consegue relaxar?) Engraçado que a televisão o torna atarracado...Na minha cabeça ele era um nanico. Mas o homem é grande. A Fernanda, em shape após o nascimento da segunda filha, uma vara pau magrinha...</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">A questão é que a nova geração de jogadores de vôlei chega, e às vezes passa, de dois metros. Então, um cara de 1.80 fica parecendo baixinho no meio deles. Ah, e para quem tem fetiche com louras, Floripa é o canal. Centenas de milhares desfilam seus corpos vermelhos pela orla.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Esta foi a quarta vez que estive na ilha, porém a primeira em que alugamos uma casa de praia e estacionamos por 15 dias. A praia da Daniela, para quem tem criança, é a pedida perfeita. Mar calmo e raso, lotação não tanto esgotada, água não tão fria...A gente acorda ao som dos passarinhos e pode fazer uma caminhada matinal pela areia até a pontinha da reserva dos Carijós (tipo de caranguejo). Ali, longinho da farofada, você acredita que é o único sobrevivente do naufrágio e fica em paz com a natureza, completamente sozinho. O visual é espantosamente espiritual.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">E para terminar, defendendo nossa bandeira verde e amarela mais uma vez, não deixe de provar o sorvete da Paviloche. O carrinho compete com os das marcas Kibon e Nestlé na areia da praia e, apesar do nome parecer argentino e você já estar com uma certa alergia a eles, a fábrica fica em Joinville. O melhor picolé da praia, cem por cento nacional, cem por cento saboroso. Aposte!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Xô Unilever! Tome Paviloche e se sinta em Bariloche, sem argentinos, porque todos vieram para a Florianópolis. Ainda por cima, o vendedor que ficava na Daniela era um gato e muito simpático, o que me fez decretar aos meninos: “Vamos esperar o da Paviloche!” Afinal, também sou filha de Deus e estava ali para me divertir.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Agora vou tomar meu colírio alucinógeno, certo Macaco Simão? Fui!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span>.</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 11h55min</font></p>
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		<title><![CDATA[CÚPULA DO PMDB INSISTIRÁ NA INDICAÇÃO DE TEMER PARA VICE DE DILMA. MEIRELLES DEVE DISPUTAR GOIÁS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53123</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No que depender da cúpula do PMDB, a vaga de vice-presidente na chapa da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, será ocupada por Michel Temer, e ponto final. É o que diz um dos caciques do partido, Moreira Franco, hoje vice-presidente da Caixa Econômica Federal. Essa posição, por sinal, será reforçada neste fim de semana, durante a convenção nacional do partido, em Brasília.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação de Moreira, o candidato a vice na chapa de Dilma é aquel que tem maior capacidade de unificação do partido. "E essa pessoa é o Michel Temer, que expressa, de verdade, a identidade do PMBD", diz. "Não vamos fazer improvisos. Queremos ganhar as eleições. E isso exige um partido todo mobilizado", acrescenta.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Moreira, apesar de estar fazendo um excelente trabalho à frente do Banco Central, de ter ótima visibilidade no mercado financeiro internacional, Henrique Meirelles não deve levar adiante o seu desejo de disputar com Temer a vaga de vice de Dilma. "O Meirelles deve disputar o governo de Goiás. Tenho ouvido de todos os representantes do PMDB local que ele tem todas as condições de ganhar essa eleição", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O vice-presidente da Caixa ressalta que Dilma Rousseff vai ganhar as eleições em outubro deste ano. E que o PMDB será vital para essa vitória. "Desde que apoiamos a candidatura de Tancredo Neves à presidência da República (em 1985), nunca o partido esteve tão unido em torno de uma candidatura", conta. A seu ver, o amplo apoio à Dilma se deve ao fato de o governo Lula valorizar as três principais bandeiras do partido: 1) apoio à democracia, 2) desenvolvimento com distribuição de renda, 3) negociação com os movimentos sociais. "Por isso, estamos confortáveis em apoiar Dilma", assinala.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quanto às desavenças que ainda atormentam as relações entre o PMDB e o PT, Moreira ressalta que os problemas estão basicamente localizados na Bahia, onde haverá dois palanques, um para Geddel Vieira Lima, outro para Jaques Wagner, e no Pará. "Em Minas, apesar de o ministro (das Comunicações) Hélio Costa aparecer em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de votos, houve um acerto com Patrus Ananias e com Fernando Pimentel, ambos do PT. O Hélio aceitou fazer uma pesquisa para ver quem tem mais condições de vencer o candidato do governador Aécio Neves (PSDB). Se for ele, quer que todos se unam em torno de sua candidatura, para vencer", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h35min</font></p>
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		<title><![CDATA[DÚVIDAS SOBRE O QUE DIZ MEIRELLES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53097</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As declarações do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, à alta cúpula do governo, de que ainda não há necessidade de alta da taxa básica de juros (Selic), mesmo com a inflação de janeiro tendo vindo muito acima do esperado, geraram dúvidas em alguns auxiliares do presidente Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para essa ala, ao dizer que a inflação está sob controle e que o "mercado vai perder" dinheiro, Meirelles quis expressar duas coisas. Primeiro: que não há risco de a inflação se distanciar muito do centro da meta (4,5%). Por isso, se a Selic subir, será apenas um ajuste fino para o controle de expectativas, alta que poderá ser revertida tranquilamente ao longo de 2011. Segundo: não há a menor possibilidade de o Copom sancionar o aumento de quatro pontos percentuais como se prevê no mercado futuro de juros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação de auxiliares de Lula, assim como tem traçado um cenário benigno para a economia brasileira, com crescimento consistente e inflação dentro das metas, o presidente do BC tem alertado para os ricos de uma nova onda de crise no mercado internacional, que terá, sim, repercussões no Brasil, mas em muito menor escala do que o que se viu em 2008. Dependendo do estrago, nem haveria porque o BC subir juros, já que a demanda se ajustaria, por exemplo, a um aperto natural do crédito por parte dos bancos. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Portanto, avisam os assessores presidenciais, o ideal é que os juros não subam. E essa é a aposta principal no Palácio do Planalto. Mas, se subirem, será um processo lento e suave. E nada será feito antes de abril, quando se terá um quadro "mais limpo" da inflação, agora, contaminada por uma série de fatores que não sofrem qualquer interferência dos juros: as tarifas públicas e o excesso de chuvas, que tem prejudicado a colheita de produtos de safra mais curta, como frutas e legumes.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h28min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES TRANQUILIZA CÚPULA DO GOVERNO E SINALIZA QUE AINDA NÃO HÁ RAZÃO PARA ALTA DOS JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53063</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<p> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, comandou, nos últimos dias, uma operação dentro do governo para “tranquilizar” os que temem uma possível alta da taxa básica de juros (Selic) nos próximos meses. Tanto ao presidente Lula quanto ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que tem sido um crítico ferrenho do BC, Meirelles sinalizou que, por enquanto, ainda não há motivos concretos para que a instituição promova um arrocho monetário.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Essa visão, segundo auxiliares de Lula, teria sido passada por meio da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada ontem (dia 4), e que serviu para derrubar as taxas futuras de juros com vencimento em janeiro de 2011, de 10,40% ao ano, registrados no início da semana, para 10,27%. “As apostas na alta dos juros em março ou em abril diminuíram e isso derrubou os juros”, explicou um dos assessores mais próximos do presidente da República.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Diante dos relatos de Meirelles – também reforçados por lideranças do PMDB, partido pelo qual ele deve disputar um cargo político neste ano –, o Palácio do Planalto não trabalha com a possibilidade de alta da Selic neste ano, um alívio nos planos de Lula de eleger a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), como sua sucessora. Um ministro que reforça a visão do Planalto contou ter ouvido de Meirelles, em uma das reuniões da coordenação política, que representantes do mercado estão apostando errado ao prever a alta da Selic em 2010. O presidente do BC teria, inclusive, ironizado tais prognósticos: "Vão perder muito dinheiro".</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Esse mesmo ministro alegou que a ação contrária ao aumento dos juros não está sendo estimulada pelo fato de este ser um eleitoral. E justificou tal posição com argumentos supostamente técnicos. Por exemplo: a retomada dos investimentos produtivos e a previsão de que isso garantirá a sintonia entre demanda e oferta. “Não seremos um instrumento a serviço do mercado”, disse.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ontem, durante o balanço de três anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Mantega rechaçou a tese dos economistas que pregam a alta da Selic alegando que o país está entrando em uma onda inflacionária. Em linha com o Planalto, o ministro confirmou a sua conversa com Meirelles. Disse que, na última quarta-feira, o presidente do BC teria descartado a necessidade de arrocho monetário. “O Meirelles está tranquilo com um crescimento de 5,8% sem pressões inflacionárias”, afirmou. “O crescimento é sustentável e equilibrado. Significa que não causa pressão inflacionária”, acrescentou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para o ministro, não há pontos fora da curva. O que se viu na inflação de janeiro, que registram os níveis mais elevados desde o início de 2003, foram reajustes sazonais, já esperados, como os das passagens de ônibus e os das mensalidades escolares. Além disso, admitiu Mantega, o governo tem instrumentos para manter a inflação sob controle, como a redução da Cide, imposto que incide sobre a gasolina. Anteontem, o tributo foi reduzido em R$ 0,10.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Texto escrito em parceria com <font size="3"><span style="font-weight: bold;">DANIEL PEREIRA</span></font>, do <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span>.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p> <br>
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		<title><![CDATA[MERCADO VÊ EXAGERO NA PROJEÇÃO DO BC PARA OS PREÇOS ADMINISTRADOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53040</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ao mesmo tempo em que alerta para a necessidade de aumento da taxa básica de juros (Selic) com o intuito de combater pressões inflacionárias, o mercado vê exageros nas estimativas do Banco Central. Segundo a economista Luíza Rodrigues, do Banco Santander, o BC pesou na mão ao prever alta de 4% neste ano para os preços administrados, que incluem as tarifas públicas. “Estamos trabalhando com um índice menor, próximo de 3%”, afirmou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os preços administrados representam cerca de 30% da inflação total medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ou seja, quanto menor for alta dos administrados, mais espaço haverá para acomodação dos reajustes dos chamados preços livres, que sofrem influência direta das taxas de juros. “Estamos trabalhando, inclusive, com queda nas tarifas de energia elétrica em várias distribuidoras, como a Eletropaulo, por causa das deflações dos IGPs (índices gerais de preços)”, ressaltou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pelas projeções do BC, na média, as contas de luz ficarão 3,3% mais caras e as de telefone, 1,6%. Já o gás de cozinha e a gasolina não deverão ter reajustes ao longo deste ano. O Ministério da Fazenda acredita que a gasolina fique até mais barata, devido à redução da Cide, imposto que incide sobre o valor do combustível. Para 2011, o BC não detalha as estimativas de aumento para cada um desses itens. Divulga apenas uma projeção fechada para os preços administrados, que deverão subir 4,1%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h34min</font></p> <br>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES SUSPENDE AGENDA EM SÃO PAULO PARA TRATAR DE ASSUNTOS POLÍTICOS EM BRASÍLIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53044</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, mudou sua agenda. Em vez de participar da solenidade de formatura das turmas de Ciências Econômicas e Contábeis da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, ficará em Brasília, muito provavelmente para tratar de assuntos políticos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles esteve ontem (quarta-feira, dia 3), com o presidente Lula no Palácio da Alvorada. Assunto dominante da conversa: o destino político do presidente do BC. Interlocutores de Lula dizem que Meirelles está com um pé fora do banco. E deverá se desligar mesmo que não vingue o seu desejo (alimentado dia e noite) de ser vice na chapa presidencial de Dilma Rousseff.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os mesmos interlocutores também descartam a possibilidade de o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, suceder Meirelles no BC. Um dos ministros mais próximos de Lula é enfático: "Palocci será o coordenador da campanha presidencial de Dilma. Isso já está definido". E se Meirelles realmente sair do BC (quem sabe para concorrer ao governo de Goiás, conforme desejo do PMDB local), seu sucessor será o diretor de Normas, Alexandre Tombini.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Lula, inclusive, já bateu o martelo para essa sucessão caseira. Não quer marola no Banco Central, especialmente num ano eleitoral e quando há pressões do mercado para que o Comitê de Política Monetária (Copom) aumente a taxa básica de juros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h25min</font></p>
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		<title><![CDATA[ROSENBERG & ASSOCIADOS APOSTA EM ALTA DOS JUROS EM MARÇO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=53043</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Economista da Rosenberg &amp; Associados, Thaís Marzola Zara alerta que a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), referente à reunião da semana passada, confirmou o esperado: subiu bastante o tom em relação à ata anterior, aumentando a probabilidade de aumento da taxa básica de juros (Selic) já em março. "Houve uma grande alteração na ata, sinalizando a mudança de postura do Banco Central", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo ela, a avaliação com relação ao nível de atividade é de que o processo de retomada da economia já se encerrou e que a atividade mostra sinais consistentes de expansão, reduzindo a margem residual de ociosidade da capacidade instalada. "Com relação ao cenário externo, como já havíamos alertado, o Copom chegou a mencionar um recrudescimento, mas alerta que ainda existe uma liquidez abundante, favorecendo ainda as condições financeiras domésticas e, portanto, ainda não suficiente para alterar a percepção quanto à trajetória de inflação e atividade", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Sobre a inflação, Thaís ressalta que o Comitê mostrou-se especialmente preocupado com a tendência crescente das expectativas do mercado (que já superam o teto da meta perseguida pelo BC, de 4,5%) e com a possibilidade de repasse de altas dos preços no atacado para os preços no varejo, de forma que sinaliza a sua intenção de agir de forma preventiva, evitando que a inflação destoe das metas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h14min</font></p>
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		<title><![CDATA[PARA SANTANDER, COPOM ADMITE PIORA NA INFLAÇÃO, MAS SÓ DEVE SUBIR JUROS EM ABRIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52998</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Veja, abaixo, a análise feita pela equipe do Departamento Econômico do Banco Santander, chefiado por Alexandre Schwartsman, sobre a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta quinta-feira (dia 4).</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT size=2><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A ata da última reunião do Copom apresentou </FONT><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">alterações qualitativas não sutis em relação às notas da reunião anterior</FONT></B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">. 1) A influência do cenário internacional sobre a inflação deixou de ser favorável em função da alta de preços de commodities e, mais recentemente também da depreciação do real, 2) o hiato do produto parece estar diminuindo de forma mais rápida do que o anteriormente esperado (a margem de ociosidade remanescente não é mais suficiente para assegurar um cenário inflacionário benigno), 3) o ritmo de recuperação não pode ser considerado apenas moderado (a demanda doméstica já se recuperou, ao invés de apresentar apenas evidências de recuperação), 4) as expectativas de inflação (medidas pela pesquisa Focus) não estão mais consistentes com a trajetória das metas. </FONT></EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT size=2><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em resumo: "a perspectiva de intensificação das pressões da demanda doméstica sobre o mercado de fatores, a </FONT><B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">probabilidade de que desenvolvimentos inflacionários inicialmente localizados venham a apresentar riscos para a trajetória da inflação poderia estar se elevando</FONT></B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">". </FONT></EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>As projeções, por outro lado, alteraram-se pouco em relação à reunião anterior e aos números apresentados no relatório de inflação, persistindo em trajetória compatível com as metas. </EM></FONT></P> <P><EM></EM>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>A principal mensagem é que a convicção quanto ao quadro inflacionário favorável deixou de existir. Ao mesmo tempo ainda existem dúvidas quanto a uma deterioração rápida do cenário, motivo pelo qual entendemos que o BC aguardará mais uma reunião antes de começar a aumentar os juros, com o objetivo de angariar mais fundamentos para sua decisão. Mas o balanço de riscos piorou de forma clara.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 10h30min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[LULA CONVOCA MEIRELLES PARA APARAR ARESTAS COM A FAZENDA E ABAFAR DISPUTA SOBRE JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52953</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente Lula confidenciou a assessores que vai aproveitar a conversa na tarde desta quarta-feira (dia 3) com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para aparar as arestas com o Ministério da Fazenda. Desde que voltou de férias, há pouco mais de duas semanas, o ministro Guido Mantega tem dito, dia sim, outro também, que não há necessidade de se aumentar a taxa básica de juros (Selic), como projeta o mercado financeiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar de, externamente, não expressar o seu descontentamento com a "intromissão" de Mantega em um assunto de competência exclusiva do BC, Meirelles tem se queixado muito dos "ruídos" provocados pelo ministro. Assessores do presidente do BC dizem, inclusive, que a postura de Mantega podem estar estimulando um movimento preventivo de remarcações de preços, por se temer a leniência do BC com a inflação em um ano eleitoral.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">É bom que fique claro que, pelo presidente Lula, também não há razão para aumento da taxa de juros neste momento. Mas ele reconhece que disputas públicas como as que vem sendo travada entre Mantega e Meirelles -- que hoje saíram de uma entrevista de braços dados -- só estimulam os especuladores. Portanto, a ordem do presidente será para os dois baixarem a bola e cada um tomar conta de sua área, sem alarde.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Lula também aproveitará o encontro com Meirelles para tratar de política. Desde que o presidente do BC se colocou como candidato a vice na chapa presidencial liderada por Dilma Rousseff, abriu-se um fosso com o PMDB, cuja cúpula quer porque quer emplacar o deputado Michel Temer (SP) para a vaga. Lula vê Meirelles como uma boa opção para compor a chapa do governo com Dilma. Mas não quer entregar Temer de braços abertos ao candidato da oposição, José Serra (PSDB).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h09min</font></p>
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		<title><![CDATA[BANCOS PÚBLICOS NÃO SERÃO ENQUADRADOS POR LIMITES IMPOSTOS PELO BANCO CENTRAL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52874</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os limites que o Banco Central quer impor ao pagamento de bônus a executivos do sistema financeiro não devem atingir as instituições públicas. É essa a visão predominante no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O argumento dos dirigentes dessas instituições é o seguinte: elas não pagam bônus vinculados ao desempenho de determinadas operações que podem colocar os bancos em risco, as quais o BC quer regular. Seguem o Programa de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR), regido pela lei 10.101 e sacramentada em muitos acordos coletivos de trabalho. Além disso, uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), que regulamentará o pagamento de bônus, não pode se sobrepor à lei.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo os três bancos federais, o valor a ser pago como PLR é definido pelo Departamento de Controle das Estatais (Dest), vinculado ao Ministério do Planejamento. Todos os anos, esse órgão fixa um percentual mínimo de rentabilidade que as instituições devem apresentar. Caso atinjam as metas, poderão distribuir entre seus empregos, incluindo os executivos dos mais altos escalões, uma parte do lucro. O percentual também é fixado pelo Dest. A diferença é que os benefícios pagos aos administradores não entram na negociação com os sindicatos nas datas-base. No caso do Banco do Brasil, por exemplo, uma parte dos lucros é separada e os executivos podem receber até o equivalente a três salários como PLR por semestre. Para os demais funcionários, o rateio segue uma série de condições, como tempo de trabalho, função e responsabilidades assumidas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Outro argumento dos bancos públicos é o de que eles já são regulados demais, tendo de prestar contas a vários órgãos de controle e de fiscalização, o que não ocorre com a iniciativa privada. Mas, apesar de reconhecer esses limites, o BC não quer deixar nenhuma brecha aberta. Quer dizer: suas decisões, ratificadas pelo CMN, valerão para qualquer pagamento de remunerações variáveis a dirigentes de bancos públicos que forem além do PLR. “Foi justamente para amarrar todas as regras, que o BC decidiu colocar o projeto que regula os bônus em audiência pública”, explicou um técnico do governo. “Teremos 90 dias (até 2 de maio), para ouvir todo mundo, consolidar as sugestões que serão apresentadas à diretoria do BC e, em seguida, ao CMN”, explicou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Fraude com crédito</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em 2009, até setembro, o Banco do Brasil pagou R$ 22,7 milhões a seus executivos, incluindo os integrantes dos conselhos de Administração e Fiscal. A instituição não informou, porém, o quanto esse valor foi maior do que o desembolsado no mesmo período do ano anterior. Já a Caixa Econômica Federal gastou R$ 7 milhões com remunerações (incluindo o PLR) com 28 executivos, 10,4% a mais do que nos nove primeiros meses de 2008. O BNDES se limitou a dizer que seus dirigentes embolsaram, no ano passado, 2,6 salários como participação nos lucros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Edison Garcia, superintendente da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), independentemente da estrutura de capital dos bancos, o controle para evitar abusos cometidos por dirigentes para inflar seus resultados e, com isso, levar bônus milionários para casa é importantíssimo. “Não podemos esquecer o caso do Banco Nacional, que criava créditos fictícios para aumentar seus ativos e distribuir lucros à família Magalhães Pinto e a seus dirigentes. Os administradores devem ter responsabilidades com a saúde de longo prazo das companhias”, frisou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p>
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		<title><![CDATA[BRADESCO, ITAÚ UNIBANCO E SANTANDER PAGARAM R$ 830,5 MILHÕES A EXECUTIVOS EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52903</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os três maiores bancos privados do país – Itaú Unibanco, Bradesco e Santander – pagaram R$ 839,5 milhões entre salários e bônus a seus executivos em 2009. Esse número, porém, pode ser ainda maior, pois os dados liberados pelo Itaú e pelo Santander vão até setembro. Ou seja, as duas instituições terão de agregar às contas os desembolsos feitos nos últimos três meses do ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No Itaú Unibanco, os pagamentos a executivos somaram, nos nove primeiros meses do ano passado, R$ 503,6 milhões, desembolso 44% maior do que o verificado em igual período de 2008. No Santander, as remunerações a administradores deram um salto, na mesma comparação, de 145,7%, passando de R$ 52,3 milhões para R$ 128,7 milhões. No Bradesco, o movimento foi o inverso: os pagamentos caíram 57%, pois o banco cortou, principalmente, os bônus. Em 2008, essa rubrica havia consumido R$ 146,6 milhões. No ano passado, a conta encolheu para R$ 23,9 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A obrigatoriedade de explicitar os gastos com os executivos, incluindo salários e bônus, não está restrita aos bancos. Depois de muita pressão da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou a todas as empresas com ações negociadas em bolsa de valores que informem ao mercado o quanto custam seus dirigentes e divulguem o salário mais alto e o mais baixo pagos a eles, além de uma média dos rendimentos. O valor máximo de remunerações pagas aos executivos deve ser definido em Assembléia Geral Ordinária (AGO) de acionistas. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 21h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[LIVRE COMÉRCIO COM O MÉXICO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52873</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em&nbsp; meio&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; extensa&nbsp; agenda de encontros no Itamaraty, a delegação de representantes do governo mexicano marcou presença nesta terça-feira na sede&nbsp; da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Obetivo: discutir as possibilidades de ampliação dos acordos comerciais entre os dois países.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A visita dos mexicanos é o primeiro passo para a abertura de negociações em torno da liberalização do comércio bilateral, acertada em agosto do ano passado durante encontro oficial entre os presidentes Lula e Felipe Calderón. Atualmente, os dois países mantêm o Acordo Comercial 55, que trata do setor automotivo, e o Acordo Comercial 53, que estabelece preferências tarifárias a um número limitado de produtos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O aprofundamento dos acordos incrementará a corrente de comércio entre os dois países, que somou US$ 5,4 bilhões em 2009. As importações brasileiras do México alcançaram US$ 2,78 bilhões e as exportações para aquele país foram de US$ 2,65 bilhões, com predominância de veículos e autopeças, favorecidos pelo acordo automotivo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 21h17min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[FUNCEF SOCORREU ATÉ 20 PEQUENOS BANCOS NO AUGE DA CRISE MUNDIAL COM R$ 300 MILHÕES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52863</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Guilherme Lacerda, presidente da Funcef, o fundo de pensão dos empregados da Caixa Econômica Federal, admite que a entidade distribuiu entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões para até 20 bancos de pequeno porte no auge da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Foi uma forma de irrigar essas instituições, que vinham enfrentando saques maciços de recursos, devido às desconfianças do mercado se teriam ou não condições de sobreviver ao terremoto provocado pelo estouro da bolha imobiliária americana. O socorro só foi possível, porém, depois da criação dos títulos com garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de até R$ 20 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Lacerda garante, no entanto, que a ajuda aos bancos não foi uma determinação do governo. "Foi, sim, um ótimo negócio para a Funcef", afirma.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h31min</font></p>
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		<title><![CDATA[BRADESCO APOSTA EM CRESCIMENTO DE 9,8% NA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52858</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de destrinchar os números da produção industrial em dezembro (queda de 0,3% ante o mês anterior) e no ano todo de 2009 (retração de 7,4%), o Departamento Econômico do Bradesco, chefiado por Octávio de Barros, aposta que a indústria terá expansão de 9,8% neste ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No entender dos economistas do Bradesco, o processo de crescimento da indústria será puxado pelo setor de bens intermediárias e de capital (ligados a investimentos), devido à recuperação consitente que mostraram nos últimos meses. Além disso, eles destacam que os indicadores de demanda final, divulgados recentemente, continuam fortes, com destaque para o mercado de trabalho e o nível de utilização da capacidade instalada medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h42min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PARA ITAÚ UNIBANCO, PRODUÇÃO E DEMANDA EM ALTA VÃO LEVAR O BC A AUMENTAR SELIC EM MARÇO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52854</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ao comentar o resultado da produção industrial, que caiu 0,3% em dezembro ante o mês anterior, o economista Maurício Oreng, do Itaú Unibanco, ressaltou que a economia está caminhando a pleno vapor, o que levará o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) a elevar a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual em março próximo. A taxa passará dos atuais 8,75% para 9,25% ao ano. O movimento de alta se estenderá até o fim do ano, com a Selic cravando 11,50% -- ou seja, o total a alta será de 2,75 pontos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Oreng, apesar de a produção industrial ter apresentado, em dezembro, o segundo mês consecutivo de queda na série com ajuste sazonal, o setor está trabalhando a pleno vapor. Ele estima que 85% dos 27 setores pesquisados pelo IBGE estejam em expansão, o melhor resultado em aproximadamente cinco anos. O economista ressalta ainda que a queda de dezembro foi puxada por ajustes pontuais na indústria automobilística (1-,2%) e nos setores de eletroeletrônicos e de equipamentos de comunicação (-12,2%). Por isso, para janeiro, ele prevê alta de 1% na produção industrial em relação ao mês anterior.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com o resultado da indústria de dezembro, o Itaú Unibanco calcula que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha registrado expansão de 2% no quatro trimestre de 2009, taxa que, anualizada, representa crescimento de 8%. Esse avanço foi puxado pela demanda, que deve ter computado alta de 4,5% no período.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h22min</font></p> <br> <br> <br>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[BC LIMITA PAGAMENTO DE BÔNUS EM BANCOS: MAIS DETALHES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52843</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Banco Central vai limitar o pagamento de bônus (parte variável dos salários) a executivos de bancos. A meta é evitar que as instituições assumam riscos exagerados em suas operações para garantir a remuneração extra a seus dirigentes, mesmo que, mais à frente, os negócios resultem em prejuízos. Foi a falta desses limites que levou gestores de bancos americanos a fazerem estripulias com operações de crédito para engordar seus rendimentos, resultando na bolha imobiliária que estourou em setembro de 2008 e empurrou o mundo para a mais grave crise em quase 80 anos. Além do Brasil, a Inglaterra e a União Européia estão seguindo nessa direção, conforme ficou acertado no G-20, o grupo das nações mais ricas do mundo. Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama, propôs tal controle, mas vem sendo bombardeado pelo sistema financeiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo a chefe-adjunta do Departamento de Normas do BC, Sílvia Marques, para que os gestores garantam a sustentabilidade dos bancos a médio e longo prazos, os bônus não poderão mais ser pagos de uma única vez. Ou seja, até 60% da remuneração além do salário fixo poderão ser quitados no primeiro ano após o fechamento dos balanços dos bancos. Os 40% restantes serão desembolsados em, no mínimo, três anos. Assim, em vez de receberem, por exemplo, R$ 1 milhão no ato, R$ 400 mil ficarão retidos e só serão pagos se, nos anos seguintes, as instituições registrarem lucro. Em caso de prejuízo, os bônus ficarão represados, com o pagamento condicionado à volta de bons resultados. “O objetivo é não descapitalizar as instituições sem saber a performance nos anos seguintes”, frisou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O BC definiu ainda que 50% do total dos bônus terão que ser pago em ações dos bancos ou de acordo com a variação desses papéis. É uma forma, no entender de Sílvia, de garantir a agregação de valor às instituições. “No ano em que o banco tiver prejuízo, os preços das ações vão cair e não haverá remuneração extra”, afirmou. Mas não é só. Para que os bônus sejam pagos, os bancos terão de criar um Comitê de Remuneração, formado por no mínimo três integrantes com mandatos fixos de até 10 anos. Esse Comitê ficará responsável pela elaboração da política de remuneração dos executivos e pela supervisão, de forma a garantir que tudo o que foi colocado no papel esteja sendo seguido à risca.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Outros pontos relevantes são: a limitação do prazo de pagamento de “luvas” na contratação ou demissão de executivos a um ano; a obrigatoriedade para que todos os gastos com salários e bônus a dirigentes sejam explicitados nos relatórios de administração publicados anualmente pelas instituições; e a proibição para que os executivos que medem os riscos assumidos pelos bancos recebam remuneração extra vinculadas às operações aprovadas por eles – é a chamada segregação. Todas as regras valem, inclusive, para os níveis de gerência, desde que as funções tenham a ver com riscos assumidos pelos bancos, e terão de ser incorporadas por todas as instituições financeiras com ações em bolsa de valores e que tenham auditoria independente.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para aprimorar as medidas, o BC abriu um processo de audiência pública. Ao longo de 90 dias, encerrados em 2 de maio, receberá sugestões dos interessados. Logo depois, consolidará as propostas, que serão levadas à diretoria do banco e encaminhadas à aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN). Só então, entrarão em vigor. A Federação das Associações de Bancos (Febraban) só comentará as medidas depois de uma ampla análise.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 21h07min</font></p> <br>
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		<title><![CDATA[BANCO CENTRAL QUER LIMITAR GANHOS DE DIRIGENTES DE BANCOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52827</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Diante dos abusos cometidos pelos bancos de todo o mundo no pagamento de salários e bônus a seus executivos, o Banco Central do Brasil está colocando em audiência pública proposta para limitar esses benefícios, de forma a não colocar em risco a saúde das instituições.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Veja, abaixo, a íntegra nota sobre o tema divulgada pela BC:</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-weight: bold;"> </span>A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil decidiu colocar em audiência pública, pelo prazo de noventa dias, proposta de resolução que dispõe sobre a política de remuneração de administradores e empregados das instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A proposta de regulação baseia-se nos compromissos assumidos pelos líderes do G20 em abril (“London Summit”) e setembro de 2009 (“Pittsburgh Summit”) voltados ao fortalecimento do sistema financeiro e à implementação coordenada de padrões de regulação prudencial para gestão de riscos. Em Londres, os Líderes do G-20 assumiram compromisso com a implementação de boas práticas para políticas de remuneração. Tal compromisso foi reafirmado em Pittsburgh, quando os Líderes destacaram ainda a necessidade de implementar padrões internacionais robustos para a política de remuneração, visando desencorajar práticas que levem à assunção de riscos excessivos, como forma de fortalecer a estabilidade do sistema e alinhar práticas de remuneração com criação de valor a longo prazo.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nesse contexto, foram utilizadas como base as recomendações contidas em dois documentos divulgados pelo Financial Stability Board (FSB) em 2009 e referendados pelo G20: FSB Principles for Sound Compensation Practices e FSB Implementation Standards on Compensation. O propósito é adequar o arcabouço regulatório nacional às boas práticas bancárias internacionais. O primeiro documento define princípios gerais com o objetivo de alinhar as políticas de remuneração das grandes instituições financeiras a uma prudente filosofia de gerenciamento de riscos. O segundo adota abordagem mais prática, contendo propostas específicas e detalhadas de reformas na governança corporativa e nos padrões globais de estrutura de remuneração, trazendo ainda recomendações destinadas a elevar a transparência das políticas e práticas de remuneração de administradores e empregados.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A participação em fóruns como o G20 pode demandar ações específicas inclusive no que se refere a iniciativas que tenham como objetivo desenvolver e fomentar a implementação de políticas de regulação e de supervisão no interesse da estabilidade financeira, foco principal das discussões desenvolvidas no âmbito do FSB. O FSB é um organismo internacional integrado por representantes de bancos centrais, autoridades nas áreas de regulação e supervisão, ministros de finanças e instituições financeiras internacionais, entre outros. São representantes brasileiros no FSB o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários e o Ministério da Fazenda.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O objetivo da proposta de normativo colocada em audiência pública é alinhar, de um lado, as políticas de remuneração aplicáveis a administradores e empregados que exerçam funções com impacto relevante sobre a exposição ao risco, e de outro, os riscos assumidos pelas instituições financeiras. Busca-se, assim, promover o desenvolvimento de políticas de remuneração compatíveis com a estratégia global de gestão de riscos, formuladas de modo a não incentivar comportamentos capazes de elevar a exposição ao risco acima dos níveis considerados prudentes no curto, médio e longo prazos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A proposta normativa dispõe que uma política de remuneração variável implementada pelas instituições financeiras deve levar em conta, entre outros fatores, os riscos correntes e potenciais; o resultado geral da instituição, excluídos os resultados extraordinários; a capacidade de geração de fluxo de caixa da instituição financeira; e o ambiente econômico e suas tendências. Além disso, o valor final da remuneração variável paga a administradores e empregados cujas ações tenham impacto material sobre a exposição a risco deverá considerar fatores como desempenho individual; desempenho da unidade de negócios; desempenho institucional; e a relação entre desempenho e risco assumido (desempenho ajustado pelo risco).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A proposta estipula ainda que o Conselho de Administração deve ser o órgão responsável pela política de remuneração, cabendo-lhe supervisionar o planejamento, operacionalização, controle e revisão da referida política. Instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, constituídas sob a forma de companhia aberta ou que sejam obrigadas a constituir comitê de auditoria nos termos da regulamentação em vigor, passariam a ser obrigadas a instituir órgão estatutário denominado “Comitê de Remuneração”. Tal comitê será responsável por elaborar a política de remuneração da instituição, propor ao Conselho de Administração as diversas formas de remuneração, fixa e variável; supervisionar a implementação e operacionalização da política de remuneração da instituição; e zelar para que a política de remuneração esteja permanentemente compatível com a política de gestão de riscos, com as metas e a situação financeira atual e esperada da instituição e com o disposto na regulamentação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Após o período de audiência pública, a proposta revisada deverá ser submetida à aprovação da Diretoria Colegiada do Banco Central e, posteriormente, do Conselho Monetário Nacional.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 18h50min</span></font></p>
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		<title><![CDATA[HSBC VÊ INDÚSTRIA FORTE EM JANEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52824</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O IBGE divulgará amanhã (terça-feira, dia 2), o resultado da produção industrial de dezembro, com queda de até 0,8%, mas, segundo Banco HSBC, não há o que temer. Pesquisa realizada pela instituição -- o Índice Gerentes de Compras (PIM) -- mostra que a indústria brasileira teve um começo de ano promissor, com o setor expandindo-se por um ritmo considerável. O índice, sazonalmente ajustado e uma consolidação de dados criada para fornecer, em um único número, uma visão geral e instantânea do desempenho do setor industrial brasileiro, alcançou 57,8 pontos em janeiro (contra 55,8 de dezembro), o patamar mais elevado desde o início da coleta dos dados em fevereiro de 2006.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para o economista-chefe do HSBC, André Lóes, todos os componentes do Índice Gerentes de Compras HSBC mostraram, em janeiro, desempenhos superiores a dezembro. “Em nossa visão, a combinação de forte crescimento do indicador relativo à produção com a elevação do ritmo de novos pedidos e estoques – todos atingindo seu pico – sugere tendência de continuidade do forte ritmo de expansão da atividade industrial à frente", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele ressalta ainda que, no item relativo a emprego, o índice segue reagindo favoravelmente. Mas avisa que as empresas têm reportado alguma elevação de preços finais -- o quarto mês consecutivo. “No conjunto, os dados de janeiro confirmam a dinâmica muito favorável da indústria. E acrescentam mais uma evidência na história de rápida redução da capacidade ociosa, que tem sido vista com preocupação pelo Banco Central”, afirma.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-style: italic;">Brasília, 16h56min</span></font></p>
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		<title><![CDATA[SANTANDER: "A CHAPA DA INFLAÇÃO ESTÁ ESQUENTANDO"]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52819</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com ânimos exaltados no mercado, a inflação amplificou os temores dos analistas, o que, por tabela, acendeu a luz amarela no Banco Central (BC). Por isso, o título acima, muito bem empregado pelo Banco Santander em seu relatório semanal.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Tatiana Pinheiro, economista da instituição, a evolução dos preços ao consumidor e no atacado começam o ano descontando o movimento de desinflação registrado nos últimos meses de 2009. Pelas suas contas, o IPCA de janeiro, que será divulgado na próxima sexta-feira (dia 5), ficará em 0,68%. Jpa o IGP-DI, que também sairá na sexta, deve bater em 0,68%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"A pergunta a ser respondida é o quanto dessa aceleração de preços ultrapassa o 'comum' para o período. Apesar de ser muito cedo para responder, se a expectativa para janeiro for confirmada, a indicação será que a pressão inflacionária neste período está ligeiramente acima do sazonal. Se a nossa expectativa for confirmada, o IPCA subirá para 4,52% no acumulado de 12 meses (era 4,31% em 2009)", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Tatiana, a aceleração (do IPCA) em janeiro deve-se à alta sazonal nos preços dos alimentos in-natura, dos combustíveis, da recreação e pelo reajuste da tarifa de transporte urbano. Todas, pressões muito comuns ao primeiro trimestre do ano que, em fevereiro, deverão se somar ao reajuste das tarifas escolares. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"A questão está no quanto da alta a ser observada será simplesmente sazonal. Parece que, salvo deflação muito forte no bimestre fevereiro-março, alguns itens devem apresentar aceleração de preços acima do sazonal, tais como: álcool combustível, alimentos, serviços pessoais e recreação", afirma a economista do Santander. A seu ver, esse quadro sinaliza que a projeção do Banco Central para o IPCA do primeiro trimestre, de 1,5%, publicada no relatório de inflação de dezembro de 2009, tem grande chance de ser frustrada.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Com relação aos preços no atacado, tanto os preços dos produtos industrias, quanto ao consumidor e da construção civil apresentam aceleração forte, seja por pressão do preço de commodities, por recomposição de margens ou efeito climático. Esperamos alta de 0,68%, com a inflação dos preços agrícolas desacelerando (principalmente devido aos grãos) e com a inflação dos preços industriais acelerando. No acumulado 12 meses, a inflação no atacado (IGP-DI) passará de -2,16%, dezembro passado, para -1,5%", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 15h35min</font></p>
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		<title><![CDATA[O CUSTO SERRA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52796</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Assim como analistas e investidores esperam um compromisso mais forte do governo Lula com um ajuste fiscal rigoroso neste 2010 de pressões inflacionárias advindas do crescimento mais forte da economia, a cobrança é grande em relação a um posicionamento mais claro do que será a política econômica de um eventual governo José Serra, do PSBD. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Até bem pouco tempo, seria absurdo pensar na possibilidade de o mercado financeiro levantar qualquer suspeita sobre uma administração tucana, associada a gestões responsáveis, comprometidas com um Estado enxuto e medidas ortodoxas de controle da inflação. Mas, hoje, nove em cada dez analistas mostram preocupação diante das chances reais de o PSDB voltar a comandar o país a partir de janeiro de 2010. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A desconfiança ganhou corpo depois das declarações do presidente do PSDB, Sérgio Guerra, em entrevista à revista Veja, de que, “sem dúvida nenhuma”, no governo tucano, se mexerá na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação — o tripé-base da economia construído durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso. Por mais que Guerra tenha tentado, desde então, negar o que disse, aumentou a suspeição quanto ao que Serra fará se vencer a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, do PT, em outubro próximo. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Serra nunca foi o candidato preferido do mercado financeiro, por considerá-lo intervencionista demais. Portanto, quando o presidente do PSDB diz que, no governo tucano, tudo será diferente na política econômica que, nos últimos dez anos, conseguiu finalmente mudar o Brasil de patamar e garantir crescimento a taxas superiores a 4% ao ano sem pressões inflacionárias, só resta aos que tripudiam o governador de São Paulo aumentar o tiroteio contra ele. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Mercado cobra caro</STRONG> </FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>Apesar de ciente do estrago, Serra acredita que ainda não é o momento de tornar público o seu projeto de política econômica, até porque não assumiu oficialmente a sua candidatura, por mais explícita que ela seja. Certamente, está cometendo mais um erro e incentivando a candidatura de Dilma Rousseff, que, a cada nova pesquisa eleitoral, ganha pontos importantes, levando integrantes do PT a acreditar que a ministra, uma escolha pessoal do presidente Lula, vencerá as próximas eleições do primeiro turno. </P> <P>&nbsp;</P> <P></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Em meio à postura arredia de Serra, o mercado tenta mapear quem serão os nomes fortes da equipe econômica tucana. Ainda que inexpressivos politicamente, dois nomes têm circulado entre os analistas. Os de Mauro Ricardo Costa, hoje secretário de Fazenda do estado de São Paulo, para o Ministério da Fazenda, e de Gesner Oliveira, atual presidente da Sabesb, para a presidência do Banco Central. São especulações? Com certeza. Mas elas têm feito parte do cenário traçado pelo mercado, e vêm sendo embutidas nos elevados “prêmios de risco” cobrados pelos investidores para atravessar o ano de eleições presidenciais. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Dias de tensão</STRONG> </FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <P> <BR>Por falar em riscos, teremos uma semana movimentada, com indicadores que vão reforçar, ou não, as apostas de alta da taxa básica de juros (Selic) entre março e abril próximos. Na terça, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará o resultado da produção industrial de dezembro e de todo 2009. Muito provavelmente, o que se verá no último mês do ano é uma indústria em crescimento, mas em processo de desaceleração, com queda de 0,8% ante novembro. </P> <P>&nbsp;</P> <P></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na quinta, todas as atenções estarão voltadas para a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada. O comunicado emitido pelo Banco Central para justificar a decisão de manter a Selic em 8,75% ao ano induziu os agentes econômicos a verem o arrocho monetário mais próximo. O BC não só deixou de destacar o que chamava de “ociosidade” no parque produtivo e no mercado de trabalho, como não frisou ver a inflação convergindo para o centro da meta de 4,5% definida pelo governo. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No dia seguinte, o IBGE dará um número que, com certeza, será usado de forma enfática pelos que pregam o aumento de juros já. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro deve ter ficado em 0,71%, indicando inflação anualizada de quase 9%, ou seja, muito acima do teto da meta perseguida pela BC, de 6,5%. Todo mundo sabe que esse resultado está influenciado por fatores pontuais, como o aumento de 17% nas passagens dos ônibus urbanos de São Paulo e a alta dos alimentos afetados pelo excesso de chuvas. Mas, mesmo assim, as expectativas de inflação colhidas pelo BC vão subir, estimulando um movimento perigoso de remarcações preventivas que podem se traduzir em real disparada dos preços. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Recado a Mesquita</STRONG> </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O governo está em polvorosa. Desde que voltou de férias, há duas semanas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, assumiu para si a missão de convencer a todos — sobretudo a ala mais conservadora do BC, comandada pelo diretor de Política Econômica, Mário Mesquita — de que não há razões efetivas para aumento de juros. Assim como, em janeiro, o IPCA foi puxado por fatores que não sofrem qualquer influência da taxa de juros, em fevereiro, acontecerá o mesmo, pois o índice captará o reajuste das mensalidades escolares. E como, nesse período, já se verá a economia crescendo a um ritmo mais moderado, não haverá porque o Copom ser tão duro. Pelo menos até agora, tendo a concordar com Mantega. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasíl</EM><EM>ia, 12h25min</EM></FONT></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[SEMANA DE MUITA TENSÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52754</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">JANKIEL SANTOS E FLÁVIO SERRANO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">A alteração feita no comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) na última quarta-feira (dia 27) não deixou dúvidas: o Banco Central está na iminência de elevar a meta da taxa Selic. Agora, a questão é: quando o processo de aperto monetário será iniciado? Março ou abril?  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Na tentativa de esclarecer esse ponto, os agentes de mercado deverão avaliar minuciosamente a ata do último encontro, que será divulgada na próxima quinta-feira. Avaliamos que a chance de um aumento de juros em Março aumentou recentemente, já que o comunicado não fez qualquer referência à ociosidade remanescente dos fatores de produção da economia brasileira – quadro bastante divergente daquele apresentado na reunião de dezembro de 2009 – nem tampouco à convergência da inflação para a trajetória objetivo ao longo do horizonte relevante de tempo.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Desta vez, os membros do comitê mencionaram apenas que adotarão uma abordagem do tipo “esperar para ver” com relação aos desdobramentos das condições econômicas até Março, antes de estabelecer o patamar da taxa básica.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Esta é uma grande mudança em comparação à postura anterior, quando o BC parecia bastante confiante no cumprimento da meta inflacionária concomitante à manutenção da taxa Selic no patamar corrente. Aparentemente, essa confiança foi erodida, especialmente por conta da deterioração nas expectativas inflacionárias, que são o cerne do modelo de projeções macroeconômicas do BC. Caso essa tendência se perpetue, as estimativas de inflação do BC para os próximos anos deverão divergir da meta de 4,5%, fazendo com que ele tenha de alterar sua atual postura acomodatícia para uma mais restritiva.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Infelizmente, dadas as surpresas negativas com as recentes divulgações dos indicadores de inflação, julgamos que a mediana das projeções de inflação dos agentes de mercado está fadada a permanecer em alta, uma vez que os próximos resultados dos índices de preços vão girar – devido a fatores sazonais – em patamar não consistente com as metas estabelecidas para 2010 e 2011. Aliás, esperamos que o IPCA de Jan10, a ser divulgado na próxima sexta-feira, releve variação mensal de 0,71% – ou 8,9% em termos anualizados – impulsionado pela alta de preços dos produtos alimentícios e da tarifa de transporte público.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">O primeiro está sendo influenciado pelo período chuvoso, enquanto o último está refletindo a ajuste na passagem de ônibus em São Paulo, o que ilustra o caráter temporário dos fatores que estão empurrando os índices de preço para cima neste início de ano. Levando em consideração as medidas de núcleo inflacionário, os três indicadores avaliados pelo BC deverão ter registrado média de 0,53% no mês – ou 6,5% em termos anualizados, que é o teto da margem de tolerância da meta de inflação – também parcialmente pressionadas por fatores sazonais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Não obstante o fato de que parte da recente aceleração de inflação deverá recuar – em outubro a média dos núcleos foi de 3,5% em termos anualizados – é verdade que a retomada econômica fará com que alguns itens apresentem uma inflação mais alta do que no ano passado. É por este motivo que avaliamos que as expectativas inflacionárias permanecerão em alta nas próximas semanas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Contudo, ainda que reconheçamos que nossa projeção possa ser superada, ainda acreditamos que o ritmo da economia não será suficiente para levar o IPCA a patamares muito superiores à meta estabelecida para 2010. Aliás, os indicadores de atividade econômica programados para serem divulgados ao longo da próxima semana deverão dar suporte à percepção de que a expansão desacelerará à frente. Dentre eles, o destaque ficará a cargo da produção industrial de Dez09, para a qual estimamos queda mensal de 0,8% em termos dessazonalizados.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> É importante lembrar que o crescimento interanual projetado de 17,1% será altamente influenciado pela baixa base de comparação e, por conta disto, não deve ser levada “a ferro e fogo”. Como temos dito há algum tempo, embora a produção tenha retornado a patamares pré-crise em alguns segmentos – em parte por conta dos incentivos fiscais – a situação em diversos deles ainda permanece difícil. Consequentemente, caso nossas projeções sejam confirmadas, a visão de que a economia brasileira continuará acelerando seu ritmo poderá ficar sob júdice (bem como as apostas em um aperto monetário agressivo).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Economistas do Banco BES Investimento.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 15h01min</font></p>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52752</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 137px; height: 163px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">CRÔNICA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">SURFANDO NO TSUNAMI</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Como uma apaixonada e dependente das palavras impressas no papel, me recuso a acreditar que livros e jornais desaparecerão um dia, e tudo o que nos restará será este espaço virtual em que agora navego. Mas não se pode negar que a internet é a “quarta onda” que, talvez, Alvin Toffler tenha querido prever, mas não ousou acreditar tanto.&nbsp; Afinal, quem poderia imaginar a existência de uma mídia versátil que numa única interface pode assumir a postura de jornal, revista, rádio ou televisão?</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">A internet está aí e ainda é um desafio para todos nós que trabalhamos com comunicação. Os meios tradicionais são veículos que comunicam em uma única direção, tendo como objetivo levar uma mensagem para muitas, milhares de pessoas. A tão propalada, estudada e criticada “comunicação de massa” da nossa velha companheira “Escola de Frankfurt”.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Entretanto, o hipertexto e as tecnologias são aspectos da internet que permitem uma maior personalização e interatividade, o que muda totalmente a maneira de transmitir informações, pois o emissor deixa de ter o completo domínio do processo. O centro das atenções, agora, é o receptor, ou seja, o foco da comunicação passou a ser o consumidor de “qualquer dado”.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mudança que veio bem a calhar para uma sociedade cada vez mais hedonista e individualista. O consumidor de hoje quer exclusividade, mesmo que aparente; quer personalização. A internet oferece exatamente isso: a individualização de do processo comunicativo. O indivíduo, do conforto da sua casa ou da sua estação de trabalho, pode assumir o controle do que quer ver, ler, comprar... Acredito que esteja aí a chave para entender porque o investimento em publicidade virtual cresce a passos largos, enquanto o faturamento das mídias de massa tradicionais está sofrendo retração bastante acentuada nos EUA e também no Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">O alto valor da veiculação e produção da publicidade em meios massivos pode ser o causador desse comportamento. Por outro lado, a facilidade em segmentar adequadamente o público-alvo oferecida pelos sites é tentadora para as empresas anunciantes. As características gráficas e de texto presentes na internet auxiliam na qualificação do segmento de público que se quer atingir, facilitando a venda de espaços publicitários. Imagina, então, ter a possibilidade de escolher em que páginas específicas de determinado site você quer que o seu anúncio apareça? É o sonho de consumo de todo profissional de mídia!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Todos esses processos fazem parte da evolução (revolução) da comunicação no mundo globalizado e digitalizado. Não há como apertar o reward. A quarta onda, ou melhor, o tsunami já devastou o paraíso e agora só resta aos veículos de massa reconstruir, remodelar, repensar e criar novas alternativas de sobrevivência neste cenário de luta extremamente agressiva pelas verbas publicitárias.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-style: italic;">Não me espantaria que o Google anunciasse em tom triunfal a compra de um gigante “de papel” como o New York Times. Conglomerados de comunicação já são uma realidade nestes insanos tempos em que, viver ou não viver na “matrix”, se transformou na charada filosófico-existencialista das próximas décadas.&nbsp;</span> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span>.</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 08h10min</font></p>
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		<title><![CDATA[COPOM DEIXA AS PORTAS ABERTAS PARA A ALTA DA SELIC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52753</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARISTELLA ANSANELLI E GUSTAVO ARRUDA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Sem novidades na decisão pela manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 8,75% por mais um período, o destaque ficou para as mudanças no comunicado divulgado após a reunião de política monetária de janeiro. Corroborando as expectativas, o Banco Central retirou a sinalização de manutenção dos juros, que vigorava nos comunicados até dezembro, e deixou as portas abertas para dar início ao ciclo de aperto monetário em março ou abril. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A mudança de tom fica muito clara com a exclusão das referências sobre o cenário inflacionário benigno e a margem de ociosidade remanescente na economia, que foram substituídas pela frase “O Comitê irá acompanhar a evolução do cenário macroeconômico até a sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária.” Além disso, o texto do comunicado é uma repetição do comunicado da reunião de janeiro de 2008, que antecedeu o início do ciclo de aperto monetário em abril daquele ano. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Tudo somado, fica clara a intenção do Copom de dar início do ciclo de alta dos juros em breve. A questão em aberto é se a alta deve ocorrer em abril ou ser antecipada para março. Nosso cenário segue apontando para o início do ciclo em abril, fundamentado nos atuais níveis de utilização de capacidade instalada (NUCI) e no hiato do produto ainda negativo. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">É fato que a velocidade de fechamento do hiato e aumento do NUCI tem superado as expectativas, mas acreditamos que os níveis atuais permitem que o Copom espere até abril para dar início ao ciclo de aperto, até para ter maiores informações sobre o real ritmo de recuperação das economias mundial e brasileira. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os riscos de uma elevação em março, no entanto, não são desprezíveis, especialmente por conta dos impactos da inflação corrente mais elevada sobre as expectativas. Novas surpresas negativas do lado da inflação, especialmente por conta das incertezas no grupo dos alimentos, podem ter impacto severo sobre as expectativas e antecipar a necessidade de uma elevação da Selic para março. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em resumo, mantemos nossa expectativa de alta da Selic em abril e também nossa percepção de riscos assimétricos para uma antecipação para março. Com relação à magnitude do ciclo, também mantemos os 2,5 pontos de alta ao longo deste ano como o cenário mais provável.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Economistas do Banco Fibra.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 22h26min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES VAI AO ESTADO DE DILMA. ISSO AINDA ACABARÁ EM CHAPA PRESIDENCIAL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52721</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Disposto a brigar pela vaga de vice na chapa presidencial liderada por Dilma Rousseff, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, aportará, na próxima sexta-feira (dia 5 de fevereiro), em Caxias do Sul, uma das cidades mais importantes do Rio Grande do Sul, estado no qual a ministra da Casa Civil fez carreira política.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles fará uma palestra na Câmara de               Indústria, Comércio e Serviços               (CIC) sobre as perspectivas econômicas para               2010. Será uma reunião-almoço que custará R$ 40 a cada associado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quem entende de política diz que a ida de Meirelles a Caxias será um afago e tanto em Dilma, que também deverá estar na cidade no mesmo dia, assim como o presidente Lula, que vê, com bons olhos o presidente do BC como vice da ministra.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h22min</font></p>
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		<title><![CDATA[BANCO UBS ESTÁ PRONTO PARA RETORNAR AO BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52716</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de comprar o Pactual e de revendê-lo aos ex-donos, o Banco UBS prepara se retorno ao Brasil. A estrutura do banco suíço está prontinha para operar. Só está esperando as aprovações do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h25min</font></p>
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		<title><![CDATA[SUPERÁVIT PRIMÁRIO DE 2010 SERÁ DE R$ 114 BILHÕES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52672</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Se realmente cumprir a promessa de entregar, em 2010, um superávit primário de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB), como forma de recuperar a credibilidade das contas públicas, o governo terá que fazer uma economia de pelo menos R$ 114 bilhões. É esse o cálculo que os analistas estão fazendo e que tem provocado descrédito quanto à capacidade de a administração Lula atingir, em um ano eleitoral, tal quantia para o pagamento de juros da dívida.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para se ter uma idéia do tamanho do esforço a ser empreendido, o superávit primário de 2010 terá que ser R$ 49,5 bilhões superior ao registrado no ano passado, de R$ 64,5 bilhões. A missão ganhará uma dimensão ainda maior se for levado em conta que, da economia de 2009, R$ 26 bilhões decorreram de receitas extraordinárias – dividendos de estatais, depósitos judiciais e absorção do patrimônio do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND) –, que não tendem a se repetir na mesma proporção. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“São esses números que nos fazem acreditar que a meta de 3,3% do PIB não será cumprida neste ano”, disse o economista-chefe da Corretora Convenção, Fernando Montero, um dos maiores especialistas em contas públicas do país. Segundo ele, para cada ponto percentual de aumento do superávit primário em relação ao PIB, as receitas do governo terão de crescer 5% acima das despesas. “Mas não vejo espaço para isso acontecer, ainda que a atividade econômica avance muito, devido ao excesso de despesas já contratadas pelo setor público”, acrescentou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No entender de Montero, a intenção do governo de cumprir a meta de superávit primário de 3,3% do PIB em 2010 é boa. “Mas, infelizmente, a promessa não tem credibilidade”, disse. A seu ver, mesmo que o governo entregue a meta, a desconfiança dos analistas e dos investidores será grande, pois o número em si deixou de ser relevante. “Agora, o que realmente importa, quando se olha para as contas públicas, é a qualidade do superávit, de onde vieram as receitas para a economia”, assinalou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Artificialismo</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>O descrédito, destacou o economista-chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa, aumentou ontem (dia 28), depois da divulgação dos resultados das contas públicas de 2009 pelo Banco Central. O superávit primário consolidado do setor público – União, estados, municípios e estatais – ficou em 2,06% do PIB, o pior saldo desde 2001, início da série histórica do BC que agrega as estatais, excluindo-se a Petrobras. A meta oficial, porém, era de 2,5%. Para chegar a ela, o governo foi obrigado a lançar mão de um expediente pouco ortodoxo: o abatimento de gastos com obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O desconto chegou a R$ 13,9 bilhões, o equivalente a 0,44% do PIB. Foi a primeira vez que se usou tal mecanismo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“É preciso ressaltar que todas as operações – uso de receitas extraordinárias e abatimento de gastos com o PAC – estão em conformidade com as regras. São coerentes com a metodologia”, assegurou o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes. Ele ressaltou, ainda, que o compromisso do governo de fazer a economia de 3,3% do PIB neste ano para o pagamento de juros da dívida é real. E isso será facilitado pela forte retomada da atividade econômica, que impulsionará a arrecadação de impostos. Além disso, acabará a redução de tributos (IPI) dada a vários setores, entre eles o automobilístico e de eletrodomésticos, para amainar os impactos negativos da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Altamir reconheceu, contudo, que o melhor seria o governo não contar apenas com o aumento de impostos para cumprir a meta de superávit primário. “Se houvesse espaço, de fato, seria melhor fazer o superávit por meio da contração de despesas”, afirmou. É o que também acredita Newton Rosa. “Muito do descrédito do mercado em relação às contas públicas decorre dos artificialismos aos quais o governo recorreu e do fato de o superávit estar sustentado apenas nas receitas”, emendou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Outro dado decepcionante, no entender dos analistas, foi o déficit nominal. Como o superávit primário, de R$ 64,5 bilhões, não foi suficiente para cobrir as despesas com juros, de R$ 169,1 bilhões, o rombo total das contas públicas atingiu R$ 104,6 bilhões, o maior da série histórica do BC e o equivalente a 3,34% do PIB. “Foi o impacto da crise. Mas se compararmos esse resultado com os das economias desenvolvidas, veremos que o país foi menos afetado”, disse Altamir. Nos Estados Unidos, o déficit nominal saltou de 5,9% para 10,1% do PIB entre 2008 e 2009. Na Alemanha, o aumento foi de 0,1% para 4,2%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p> <br>
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		<title><![CDATA[CADA BRASILEIRO PAGOU R$ 880 EM JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52671</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A queda da taxa básica de juros (Selic), de 13,75% para 8,75% ao ano em 2009, não aliviou o peso da dívida pública nas contas do governo. Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, as despesas com juros totalizaram R$ 169,1 bilhões – recorde histórico –, o correspondente a 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa dizer que, ao longo do ano passado, cada um dos 192,4 milhões de brasileiros arcou com R$ 880 dessas despesas, fatura que pode aumentar neste ano caso o BC seja obrigado a elevar a Selic para conter pressões inflacionárias decorrentes, sobretudo, do incremento dos gastos públicos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A conta dos juros acompanhou o crescimento da dívida líquida do setor público, que pulou, entre 2008 e 2009, de R$ 1,153 trilhão para R$ 1,345 trilhão – um aumento de R$ 192 bilhões –, batendo em 43% do PIB. No entender de Altamir, esse salto não deve, porém, ser visto com preocupação, pois não se trata de descontrole. “Do ponto de vista de solvência (da dívida), não há com o que se preocupar. A dinâmica da dívida é de queda. Pelas nossas projeções, a relação com o PIB fechará 2010 em 40%”, assegurou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele destacou ainda que boa parte do aumento da dívida no ano passado decorreu do comportamento do câmbio. Enquanto, em 2008, a moeda americana registrou alta de 32%, jogando o endividamento para baixo, já que o Brasil é credor em dólar, em 2009, houve o inverso, uma vez que o real subiu 26%. “Tudo o que se ganhou com o câmbio em 2008, devolveu-se em 2009”, frisou. Para cada 1% de alta do dólar, a relação entre a dívida e o PIB cai 0,11 ponto percentual. Quando o real se valoriza, o indicador faz a trajetória inversa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação do economista do BC, também a dívida bruta do setor público, que não desconta as reservas internacionais do país, de US$ 240 bilhões, nem os créditos a receber, está com trajetória de queda. Não foi, porém, o que se viu no ano passado, quando o endividamento bruto passou de R$ 1,740 trilhão ( 56,3% do PIB) para R$ 1,973 trilhão (63% do PIB). É a dívida bruta que os analistas e as agências de classificação de risco olham para avaliar a saúde financeira de um país. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h16min</font></p> <br>
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		<title><![CDATA[PARA ALTAMIR LOPES, MELHOR SERIA FAZER SUPERÁVIT POR CORTE DE GASTOS. MAS NÃO DÁ]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52653</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, mostra-se confiante em relação ao cumprimento da meta de superávit primário de 3,3% do Produto Inetrno Bruto (PIB) em 2010, número visto com reservas pelo mercado. Segundo ele, com a forte retomada da atividade econômica, as receitas com impostos vão aumentar, facilitando a vida do governo para se chegar aos 3,3% do PIB sem qualquer desconto de investimentos, como o verificado em 2009.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Altamir reconheceu, porém, que o melhor seria o governo não contar somente com o aumento das receitas para fazer o superávit de 3,3%, mas também cortar gastos. "Se houvesse, de fato, espaço para a compressão das despesas, seria melhor", disse ao blogueiro. Ele lembrou que, neste ano, o governo terá de volta receitas das quais abriu mão no ano passado por meio da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), para amainar os efeitos da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ele chamou ainda a atenção para a trajetória cadente da relação entre a dívida líquida e o PIB, que deve fechar este ano em 40% ante os 43% de 2009. "Portanto, não há com o que se preocupar com essa questão de solvência", afirmou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h48min</font></p>
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		<title><![CDATA[DÉFICIT NOMINAL, QUE INCLUI A CONTA DE JUROS, AUMENTOU 82,8% NO ANO PASSADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52609</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mesmo com a queda da taxa básica de juros (Selic) para ajudar a reverter a recessão na qual o país mergulhou no ano passado, por causa da crise mundial, o setor público não conseguiu economizar o suficiente para pagar seus credores. Com isso, o Brasil fechou 2009 com déficit nominal de R$ 104,6 bilhões, com crescimento de 82,8% sobre o ano anterior.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para calcular o déficit nominal, o Banco Central levou em conta os gastos com juros, de R$ 169,1 bilhões em 2009, e, desse valor, descontou o superávit primário de R$ 64,5 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o déficit nominal alançou 3,34%, mostrando que as contas públicas estão em franca deterioração.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para os analistas, o governo precisa dar uma demonstração clara ao longo de 2010 de que realmente está comprometido com o ajuste fiscal, tão necessário para manter a inflação sob controle e tirar um peso sobre o BC, que pode ser obrigado a elevar os juros a partir de abril, como projeta a maior parte do mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h06min</font></p>
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		<title><![CDATA[DÍVIDA BRUTA TOTAL DO SETOR PÚBLICO CHEGOU A R$ 1,97 TRILHÃO, O CORRESPONDENTE A 63% DO PIB]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52628</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A gastança do governo em um ano de queda da arrecadação levou a dívida bruta do setor publico a fechar 2009 em R$ 1,97 trilhão, o equivalente a 63% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas geradas no mesmo período.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A dívida líquida, por sua vez, atingiu R$ 1,34 trilhão, o correspondente a 43% do PIB, com aumento de R$ 191,7 bilhões, ou 1,15 ponto percentual do Produto, em relação a 2008.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Isso aconteceu, sobretudo, porque o governo não conseguiu pagar toda a conta de juros, que chegou a R$ 169,14 bilhões no ano passado. Ou seja, o Tesouro Nacional pagou os juros com mais dívida, ao emitir títulos públicos para entregar a seus credores.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h54min</font></p>
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		<title><![CDATA[GOVERNO USA PAC E PPI PARA CUMPRIR META FISCAL DE 2009, DE 2,5% DO PIB]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52626</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O governo teve de recorrer ao PPI e ao PAC para cumprir a meta de superávit primário de todo o setor público em 2009. Segundo o Banco Central, para chegar ao objetivo de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o governo descontou 0,44% de gastos em obras. Ou seja, o superávit primário ficou em 2,06% do PIB (R$ 64,5 bilhões), o pior resultado desde 2001. Sem esses descontos, o governo não cumpriria a meta.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em 2008, o superávit havia sido de 3,54% do PIB, totalizando R$ 106,4 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em dezembro, especificamente, o setor público teve superávit de R$ 276 milhões, graças a uma série de manobras do governo federal para fechar as contas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h40min</font></p>
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		<title><![CDATA[CMN APERTARÁ AINDA MAIS O CERCO AOS DERIVATIVOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52621</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} </style> <![endif]-->  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">O governo dará mais um passo para fechar as brechas usadas por bancos e empresas em operações com derivativos, que, no auge da crise mundial, no fim de 2008, quase levaram a Sadia e a Aracruz Celulose à falência.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> O Conselho Monetário Nacional (CMN) deve aprovar nesta quinta-feira (dia 28) uma resolução restringindo as remessas ao exterior para a cobertura de margens nos mercados futuros às operações registradas na Cetip S/A, central que agrega as transações de balcão (fora do mercado financeiro tradicional).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Sem o registro da operação de derivativos na Cetip, o Banco Central não permitirá o fechamento de câmbio. Ou seja, não haverá como enviar os recursos por meios legais. O mesmo valerá para as empresas e bancos que quiserem trazer para o Brasil os ganhos obtidos fora do país com derivativos.<span style="font-size: 12pt;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Ao apertar o cerco, o governo quer evitar surpresas desagradáveis como as registradas na crise. Descobriu-se que quase 4 mil empresas tiveram prejuízos realizando operações exóticas, </font><font size="2">desconhecidas do grande público.  <br></font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2"> <br></font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Pelas contas do BC, as captações de recursos no exterior por bancos e empresas têm girado em torno de US$ 700 milhões por mês, dos quais 5% (US$ 35 milhões) estão indexadas a contratos de derivativos. </font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília,21h03min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[BC MANTÉM A SELIC EM 8,75% AO ANO, MAS DÁ UM PASSO A MAIS PARA ELEVAR OS JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52619</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Como já era esperado pelo mercado e pelo governo, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a taxa básica de juros (Selic) em 8,75% ao ano. Mas, por meio de um comunicado lacônico, sinalizou que a alta dos juros está cada vez mais próxima.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No texto pós-Copom, o BC retirou a expressão "ociosidade remanescente dos fatores produtivos", desvencilhando-se de mais uma amarra para dar início ao aperto monetário, que deve começar em abril, segundo a aposta majoritária do mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h06min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[CONSELHINHO MANTÉM MULTA DE R$ 500 MIL AO SANTADER, MAS ABSOLVE MÁRIO TORÓS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52602</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Um dos processos mais polêmicos do mercado financeiro -- que trata da acusação de manipulação do mercado de ações pelo Banco Santander -- foi finalmente julgado nesta quarta-feira (dia 27) pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, o Conselhinho.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Por cinco votos a quatro, foi mantida a multa de R$ 500 mil imposta pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ao Santander, por irregularidades cometidas em 2000. Os dois diretores do banco acusados de comandarem as operações, Mário Torós (ex-diretor do Banco Central) e Gustavo Murgel, foram absolvidos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O processo entrou na pauta do Conselhinho três vezes. Mas acabou sendo retirado dos julgamentos por vários motivos, inclusive com a torcida do governo para que Torós, então diretor de Política Monetária do BC, não fosse constrangido. Como ele acabou demitido há pouco mais de um mês do BC, por revelar os bastidores da atuação do banco durante a crise mundial, ficou mais fácil levar a acusação de manipulação a julgamento.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 18h07min</font></p>
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		<title><![CDATA[MESMO COM O DÓLAR EM ALTA, BANCO CENTRAL CONTINUA COMPRANDO A MOEDA AMERICANA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52587</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar da disparada dos preços dos dólar, diante da maior aversão ao risco entre os investidores, o Banco Central continuou intervindo no mercado e comprando lotes da moeda americana para reforçar as reservas internacionais do país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em janeiro, até o dia 22, mesmo com o fluxo cambial tendo ficado positivo em apenas US$ 10 milhões, o BC arrematou US$ 1,684 bilhão, ajudando a empurrar os preços da divisa dos Estados Unidos para cima. As reservas, que haviam aberto o ano em US$ 239,1 bilhões, alcançaram US$ 240,9 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O que está mantendo o fluxo positivo em janeiro é a conta financeira, que contabiliza os investimentos estrangeiros diretos e em bolsa de valores, com saldo positivo de US$ 671 milhões. Na conta comercial, houve déficit de US$ 660 milhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h45min</font></p> <br> <br> <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[DE OLHO NA VAGA DE VICE DA CHAPA DE DILMA ROUSSEFF, MEIRELLES VIAJA COM LULA PARA DAVOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52586</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Assim que terminar a reunião de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom), na qua a taxa básica de juros (Selic) deve ser mantida em 8,75% ao ano, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, embarcará para Recife, onde se encontrará com o presidente Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">De lá, viajam para Davos, na Suíça, onde participarão do Fórum Econômico Mundial. Lula, por sinal receberá um prêmio inédito por ter assumido um papel de liderança mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles vem sendo apontado por uma ala do Palácio do Planalto como o preferido de Lula para a vaga de vice na chapa presidencial liderada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Lula vê o presidente do BC como um anteparo às desconfianças de parte do mercado ao passado de guerrilheira da ministra.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles precisa, no entanto, convencer o PMDB a apoiar a sua indicação. Por enquanto, a cúpula do partido está fechada com o presidente da Câmara, Michel Temer, que deverá ser reconfirmado na presidência da legenda no próximo dia 6 de fevereiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h34min</font></p> 
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		<title><![CDATA[RUMORES DE MERCADO: SANTANDER ESTARIA COMPRANDO O BANCO SAFRA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52557</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Estão cada vez mais fortes os rumores no mercado de que o Banco Santander estaria negociando a compra do Banco Safra, que passou por maus momentos no auge da crise mundial, no fim de 2008, a ponto de ser socorrido pelo Banco do Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os rumores, que já circulam pelo Banco Central, são de que o comando do Santander teria apresentado a proposta de compra ao controlador do Safra, Joseph Safra, há pouco mais de um mês.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Caso o negócio seja fechado, o Santander passará a deter ativos próximos de R$ 400 bilhões, reassumindo o posto de quarto maior banco do Brasil, ficando muito próximo do Bradesco.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Dinheiro é o que não falta ao Santander. Em outubro do ano passado, o banco espanhol captou mais de R$ 14 bilhões por meio da emissão de ações nas bolsas de São Paulo e de Nova York.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h54min</font></p>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[NO EXTERIOR, MEIRELLES TEM DITO QUE PREFERE SER VICE DE DILMA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52522</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para quem faz questão de ressaltar a discrição do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, quando o tema é a política, vale uma informação. Nos últimos eventos nos quais ele participou no exterior, várias pessoas ouviram do próprio Meirelles que, se prevalecer a sua vontade, ele será vice na chapa presidencial liderada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. E se PMDB lhe atribuir tal missão, ele não terá o menor problema em deixar o comando do BC assim que a candidatura de Dilma for confirmada.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Caso esse desejo não se confirme, aí, sim, ele pesará todos os prós e contras na última semana de março, quando estará de férias para decidir seu futuro, que, ressalte-se, inclui a possibilidade de ele ficar no comando do BC até o fim do governo Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h12min</font></p>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[ENQUETE: CONCURSEIROS FORAM RESPONSÁVEIS POR MACUMBA NO BANCO CENTRAL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52514</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na sexta-feira passada (dia 15), os funcionários do Banco Central foram surpreendidos com um despacho de macumba na porta na instituição. Uma galinha toda enfeitada com tiras coloridas causou alvoroço e levantou uma série de indagações sobre quem seria responsável pelo ato inusitado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O <span style="font-weight: bold;">blog</span> fez uma enquete. E, com 58,33% dos votos, os leitores atribuíram a responsabilidade da macumba a um concurseiro, que teria pedido aos santos uma vaga no BC, com salário inicial de R$ 12 mil por mês. A prova do concurso será no próximo domingo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em segundo lugar ficou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com 25% dos votos. Ele teria recorrido ao despacho para evitar a esperada alta dos juros pelo BC.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em terceiro, com 16,67% da preferência dos leitores, ficou o presidente da Câmara, Michel Temer, que disputa, com o presidente do BC, Henrique Meirelles, a vaga de vice na chapa presidencial liderada por Dilma Rousseff.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h45min</font></p>
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		<title><![CDATA[BC DA ÁFRICA DO SUL COGITOU REDUZIR JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52512</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em reunião nesta terça-feira (dia 26), o Banco Central da África do Sul cogitou a possibilidade de reduzir a taxa de juros local como forma de prevenir o país de uma possível nova contração do crédito. Há o temor de que uma nova crise mundial esteja a caminho, diante das fragilidades apresentadas pelas economias dos Estados Unidos e da Europa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Há analistas, inclusive, começando a levantar a possibilidade de essa segunda onda da crise levar o BC do Brasil a adiar o processo de alta da taxa Selic. Hoje, começa a primeira reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom). Como ninguém vê espaço para mudanças agora nos juros, estão todos à espera do comunicado pós-reunião que será divulgado amanhã (quarta-feira, dia 27).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Voltando à África do Sul, vale destacar que a taxa básica de juros de lá está em 7% ao ano e a inflação acumulada em 12 meses, em 5,8%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[OBAMACHO 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52458</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">RICARDO ALLAN (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>Na semana passada, nasceu um novo presidente dos Estados Unidos. Considerado fraco e vacilante aos olhos do norte-americano médio, Barack Obama deve adotar uma atitude mais incisiva. A intenção não é abater a recessão, mas crescer politicamente. Um ano após a posse que levou o mundo a imaginar que, afinal, os EUA seriam governados por um intelectualizado pacifista defensor do meio ambiente de centro-esquerda, seus fãs estão frustrados. Não por acaso, a popularidade presidencial caiu de 70% para 49%. O time político da Casa Branca, com o assessor David Axelrod e o chefe de gabinete Rahm Emanuel à frente, está remodelando sua imagem, criando um homem forte, capaz de impedir a provável vitória dos republicanos nas eleições para o Congresso em novembro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O primeiro lance na estratégia vem sendo a pendenga com o setor financeiro. Primeiro, ainda fiel ao papel de conciliador, o presidente convocou os figurões dos 12 maiores bancos do país para conversar. Lembrando que seus negócios foram salvos pelo dinheiro do contribuinte, pediu que voltassem a financiar empresas e consumidores. Nada aconteceu. A reação presidencial foi propor ao Congresso a criação de um imposto de 0,15% sobre os ativos dos bancos. O movimento mais recente foi a elaboração de dois projetos limitando enormemente a atividade bancária, impedindo o uso do capital próprio no mercado derivativo. Quanto mais os executivos chiam, mais Obama recupera pontos na opinião pública, que culpa os “especuladores” pela recessão.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ao mesmo tempo em que segue as orientações de Axelrod e Emanuel, Obama põe de escanteio seu time econômico liberal, capitaneado pelo secretário do Tesouro, Timothy Geithner, e o chefe da assessoria econômica, Larry Summers. Paul Volcker, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e atual conselheiro presidencial, ganhou relevo. Ele é daqueles economistas que se dizem da “velha escola”, do tempo em que a economia era mais produção industrial e menos impulsos eletrônicos movimentando dinheiro. Ao anunciar os projetos, o presidente tinha atrás de si um sorridente Volcker e constrangidos Geithner e Summers. A proposta principal foi apelidada de “Regra de Volcker”: os bancos não poderão ter, gerir ou patrocinar fundos de hedge (proteção) ou de private equity (capital de risco).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Confronto aberto</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Se o Congresso topar, volta-se ao modelo de separação entre bancos comerciais e de investimento em funcionamento até o democrata Bill Clinton revogá-lo em 1999. Foi em sua gestão que a regulação começou a ser desmontada, dando origem à “orgia” vista nos últimos 10 anos. No discurso na quinta-feira, Obama entrou em confronto direto com o setor. “O que vi nas últimas semanas foi um exército de lobistas de Wall Street indo ao Congresso para tentar bloquear regras básicas e de bom senso que protegeriam nossa economia e o povo americano. Se esse pessoal quer briga, essa é uma briga que eu estou pronto para encarar.” Segundo ele, o contribuinte não será mais refém de nenhum banco “grande demais para quebrar”. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brigar com banqueiros é algo que enche os olhos do eleitorado de qualquer lugar. O Partido Democrata precisa de uma bandeira popular. Perdeu a vaga ocupada por 46 anos pelo senador Ted Kennedy para um inexpressivo candidato republicano, Scott Brown, num dos mais democratas estados norte-americanos, Massachusetts. Com 40 senadores, a oposição passou a ter o poder de impedir votações, o que dificultará a aprovação dos planos do governo. As perspectivas para novembro não são boas. Se não houver uma reação, é provável que Obama seja responsável pelo fim da maioria absoluta no Congresso. A reforma do sistema de saúde, uma das únicas promessas de Obama que começaram a sair do papel, pode sofrer um grave retrocesso.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Boas intenções</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para os milhões que choraram em frente ao Capitólio e a aparelhos de televisão no mundo inteiro, na posse de Obama um ano atrás, a palavra amena para definir o saldo até agora é “decepcionante”. A equipe de idealistas que chegou ao poder se chocou com a realidade: governar exige mais do que boas intenções. Fazendo campanha em poesia, Obama prometeu tirar as forças armadas do Afeganistão e do Iraque, fechar a prisão de Guantánamo, determinar rapidamente a redução dos índices de poluição e salvar os empregos dos trabalhadores. Na base da retórica, venceu tanto a democrata Hillary Clinton, considerada mais pragmática, quanto o republicano John McCain. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Administrando em prosa, mandou mais soldados para o Afeganistão, prorrogou a permanência no Iraque, adiou o fim de Guantánamo e negociou com a China o enterro da Cop-15, conferência que fixaria metas para a redução do aquecimento global. Para livrar a cara, na última hora costurou com o Brasil um documento que virou motivo de piada: não obriga ninguém a emitir menos poluentes. O desemprego subiu para 10%. Só muitos meses após despejar US$ 700 bilhões para socorrer os bancos, fez um modesto programa para ajudar os mutuários. Tarde demais. Eles já haviam sido despejados. O crédito não flui, o consumo está parado e as indústrias produzem menos. O país está condenado a crescer muito pouco nos próximos três anos. O novo Barack Obama terá que ser mágico para chegar ao fim do mandato em condições de se reeleger. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Repórter do Correio Braziliense</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 1618min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[DEPUTADO DA "MEIA" RENUNCIA À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA. MAS É POUCO. ELE TEM QUE SER CASSADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52411</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O deputado Leonardo Prudente, flagrado colocando dinheiro da corrupção nas meias, renunciou ao cargo de presidente da Câmara Distrital de Brasília. Mas é pouco perto dos crimes cometidos por ele, sob o comando do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Prudente deve ser banido da vida pública.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Arruda deveria seguir o exemplo de seu pupilo. Faria um bem danado à população de Brasília.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h09min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52389</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p><img style="width: 134px; height: 153px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">POESIA</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">UM HOMEM DE AÇÃO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Era uma quarta-feira de abril quando ele apareceu. A marquise do edifício de três andares quase desabou diante daquele fato: um rato!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Em poucos minutos, Cleomar, o cinegrafista, saltou sobre o concreto, armado com uma lata de ácido muriático e vassoura.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Após estressantes negociações, o fatigado roedor já não tinha ânimo para lutar. Correndo em círculos ficou, até ser atingido por uma rajada do líquido mortal. Foi o fim: o incrível rato que virou gosma!</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Cleomar, vitorioso, retornou aos seus afazeres fílmicos. E o mais grave: sem o menor traço de remorso.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 10h10min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A PSICOLOGIA E O DINHEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52380</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p><img style="width: 173px; height: 185px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/76f9b4e29b8519623d3bf6b125518180.jpg" align="left"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARACI SANT'ANA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><a style="background-color: rgb(255, 204, 153);" href="http://www.maracisanta.blogspot.com">maracisantana.blogspot.com</a></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">"L'UNION FAIT LA FORCE"</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><span style="font-style: italic;">Se você chegasse hoje a Porto Príncipe, capital do Haiti, inevitavelmente passaria a ser parte de um cenário pavoroso. Uma cidade totalmente arruinada, gente ferida sobre e sob escombros, caminhões transportando cadáveres para valas comuns cavadas às pressas. Dor, tristeza, desesperança, fome, sede, insegurança tomam conta dos que não estão entre os cerca de 200 mil mortos. Ajudas humanitárias e polêmicas enchem os noticiários e acirram discussões por todo o mundo. Mas, independentemente do que dizem as autoridades no assunto, não considero esta a pior catástrofe vivida pelo povo haitiano.</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Desde que foi descoberta, a ilha batizada Hispaniola, onde fica aquele País, vem sendo palco de uma série de tragédias que fizeram com que, ainda no fim do século XVII, quase toda a população nativa tivesse sido dizimada pelas doenças ou escravizada e morta por conquistadores. Mesmo assim, no século XVIII, o Haiti era considerado uma das mais ricas colônias da América, recebendo o título de “pérola das Antilhas”. Entretanto, a esse período de ouro, seguiram-se muitos trevosos, como o da ditadura Duvalier, um tanto de revoluções e revoltas, um tanto de governantes executados, expulsos ou fugidos, muita violência, muita corrupção e muita, muita, muita miséria. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Crianças que são só pele e osso, tentando matar a sede com a urina dos animais, seguidas de perto por abutres não nos deveriam ser indiferentes nunca. E esse é o retrato do que acontece no Haiti há décadas, com o que o mundo foi se acostumando aos poucos. Para mim, ele é muito pior do que o atual, apesar da desencarnação coletiva provocada pelo último terremoto. Porque, embora a recente catástrofe seja extremamente dolorosa e comovente, ela foi resultado de um fenômeno natural típico do planeta que habitamos, não da ação direta do homem que busca dinheiro e poder a qualquer custo, como, por exemplo, os pavorosos Papa e Baby Doc, pai e filho que, por quase 30 anos, escreveram com ganância, terror e sangue a história daquele povo. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">O resultado da vibração que abalou terras haitianas no último dia 12 sensibilizou nações. Pessoas no mundo inteiro estão se mobilizando, inclusive aqueles seres que parecem habitar um planeta a parte, só de ricos e famosos, as chamadas celebridades. Astros do cinema, da música e dos esportes, como o rapper haitiano Wyclef Jean, Angelina Jolie, Brad Pitt, Madonna, George Clooney, Shakira, Oprah Winfrey, Michelle Obama, Gisele Bundchen, David Blaine, Sandra Bullock, estão doando valores equivalentes a prêmio de loteria, promovendo eventos beneficentes, conclamando fãs a ajudar. Um dinheiro que, assim como as pequenas, mas não menos importantes doações, chega como uma bênção para amenizar o sofrimento dos cerca de 3 milhões de desabrigados. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Uma catástrofe dessa dimensão tem também esse poder. Ontem, estávamos surdos aos pedidos de socorro do povo do Haiti, que chegavam até nós esprimidos pela sede e pela fome. Hoje, graças ao sacudir do terremoto, que nos atingiu emocionalmente, conseguimos ouvir os gritos desesperados daqueles mesmos miseráveis, ou, pelo menos, dos miseráveis que ainda não morreram. Será que é disso que precisamos? Será que somos movidos a tragédias? Porque eu acredito firmemente que nada acontece por acaso. E, uma vez que há um propósito elevado em tudo, fico tentada a pensar que talvez tenha sido essa a intenção do Universo, a de nos despertar, finalmente, para o que acontecia com aquelas pessoas e nos dar a oportunidade de mostrar que nem tudo está perdido por aqui, que estamos prontos para fazer o que precisa ser feito, mesmo que ainda necessitemos de um infeliz empurrão. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">O lema do Haiti é “L'union fait la force”. Assim, quero aqui deixar dois apelos. O primeiro em favor daquele povo destroçado. Ajudem no que puderem, com dinheiro, água, comida enlatada e remédios. Para isso, podemos buscar, por exemplo, a Embaixada da República do Haiti (http://www.consulados.com.br/haiti/), o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (http://www.icrc.org/por), a instituição Médicos Sem Fronteiras (http://www.msf.org.br/haiti/). Porque, por mais que estejamos fisicamente distantes daquelas pessoas, devemos ter em mente que elas são nossos irmãos e que socorrê-las, em um momento tão difícil, é mais do que uma obrigação, é um dever. E é verdade que “A união faz a força”. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">O segundo apelo é em favor de todos e de cada um. Porque, se olharmos em volta, certamente encontraremos alguém precisando de socorro. Sempre há uma família passando fome, um doente sem dinheiro para a medicação, uma criança tremendo de frio ou descalça. Sempre temos roupas que não usamos, sapatos demais no armário. Se fizermos uma avaliação criteriosa, veremos o quanto há de supérfluo em nossa vida material. E não precisamos de tanto assim. Aquela camiseta que só vestimos uma vez por ano, quando saímos pra pescaria, pode abrigar alguém que perdeu tudo em uma enchente. E por que não usar uma tirinha que seja do nosso pagamento para uma cesta básica? Muita gente deixa bem mais do que isso cada vez que senta à mesa de um restaurante do Plano Piloto. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Além disso, há asilos, orfanatos, hospitais, com velhinhos, crianças e doentes que adorariam receber uma visita, um sorriso, alguém que lhes lesse um livro, que tocasse e cantasse algo bem alegre. E sempre encontramos um colega de trabalho precisando de ajuda, um filho desejoso de uma boa conversa, um pai ou uma mãe requerendo cuidados, um jovem sonhando com a oportunidade do primeiro emprego. Porque a ajuda material é importante, mas não é a única forma de estender a mão a um irmão. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Estamos cercados de pessoas que precisam apenas de quem as ouça pacientemente, de conforto, de orientação, de uma palavra amiga. E sempre há adultos ainda não alfabetizados, adolescentes que sonham entender como funciona a internet, mulheres que só precisariam saber cozinhar ou costurar para ter um meio de vida e poder criar os filhos. Todos temos algo a ensinar. Se podemos repassar as fofocas que ouvimos sobre os vizinhos e as bobagens que assistimos no Big Brother Brasil, certamente podemos usar esse tempo, essa energia, esse talento para o bem. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Como eu disse na nossa conversa do último sábado, o momento que o mundo atravessa exige de nós responsabilidade, trabalho, indulgência, caridade, força, perseverança, fé. Em resumo, exige amor. Que nós não percamos a oportunidade de servir, que não nos limitemos às catástrofes. Porque não seremos cobrados pelo mal que ainda não pudermos evitar, mas pelo bem que, mesmo podendo, deixarmos de realizar. Valeu, irmã! Até sábado, leitores! <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Não está conseguindo postar comentário? Faça assim: acesse o blog por etapas; entre em <a href="http://www.correiobraziliense.com.br">www.correiobraziliense.com.br</a>; clique em blogs; aí, sim, clique em <span style="font-weight: bold;">Blog do Vicente</span>. Ou, se preferir, mande mensagem para maracisantana@yahoo.com.br e eu me encarregarei de postar seu comentário.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>(*) Psicóloga</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>Brasília, 16h35min</font></p>
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		<title><![CDATA[COPOM DEVE SINALIZAR NECESSIDADE DE ALTA DOS JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52350</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARISTELLA ANSANELLI E GUSTAVO ARRUDA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>O Banco Central deve manter a taxa Selic inalterada em 8,75% ao ano na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de janeiro, mas esperamos uma alteração no tom do comunicado e da ata, já deixando as portas abertas para uma possível elevação dos juros na reunião de março ou abril. Nosso cenário incorpora uma alta de 2,5 pontos na taxa Selic ao longo do ano, com o início do ciclo em abril. Mas ressaltamos que os riscos são assimétricos na direção de uma antecipação do movimento de alta e/ou uma maior magnitude do ciclo de aperto.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No campo da atividade econômica, os indicadores recentes têm reforçado o ritmo bastante forte da recuperação da economia brasileira, sinalizando uma elevação do nível de utilização da capacidade instalada para patamares historicamente altos ainda no primeiro semestre deste ano. Os dados do PIB do quarto trimestre devem mostrar um crescimento bastante forte no final do último ano, tendência que deve se manter ao longo de 2010. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No campo inflacionário, os últimos dados têm surpreendido negativamente, com pressões acima do esperado no grupo dos alimentos. Como os alimentos representam a maior fonte de incerteza para a inflação de 2010, o movimento de alta destes preços já no início do ano preocupa e deve ser monitorado mais de perto. Com a inflação esperada já na meta, há pouquíssimo espaço para absorver qualquer pressão adicional, especialmente no grupo dos alimentos, de grande peso no índice. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nossa expectativa para a inflação do primeiro trimestre já atingiu 1,65%, acima do projetado pelo Banco Central em seu último relatório de inflação (1,5%) e do projetado pela mediana de mercado no Focus (1,4%). Desta forma, devemos ver um ajuste para cima das expectativas de mercado tanto para o IPCA dos próximos meses quanto para o ano, que já encontra na meta (4,5%) e deve superá-la nas próximas divulgações. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em nosso cenário básico, projetamos uma variação de 4,5% para o IPCA deste ano, mas ressaltamos as incertezas no grupo dos alimentos, o que gera um viés para um resultado ainda mais alto. Nesse contexto, esperamos que o ciclo de aperto monetário tenha início em abril, mas não descartamos uma antecipação deste movimento para março.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><font size="1">(*) Economistas do Banco Fibra.</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font size="1"><font style="font-style: italic;" size="2">Brasília, 20h38min</font> <br></font></font></p>
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		<title><![CDATA[DE DEVEDOR CONTUMAZ, BRASIL SE TORNA CREDOR DE US$ 10 BILHÕES DO FMI]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52357</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} </style> <![endif]-->  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2">O Brasil assinou nesta sexta-feira (dia 22) acordo para a compra de US$ 10 bilhões em notas emitidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O dinheiro sairá das reservas internacionais do país, que totalizam US$ 241 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> A aquisição dos títulos será feita ao longo de dois anos e o país deverá ficar com os papéis por, no máximo, cinco anos, prazo que poderá ser estendido caso o FMI requisite.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> A operação faz parte do reforço de capital do fundo de até US$ 500 bilhões para socorrer países em crise, processo acertado em abril de 2009 em reunião do G-20, o grupo das 20 nações mais ricas do mundo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> As notas vencerão a cada três meses, com renovação automática, e a remuneração acompanhará a média dos juros de curto prazo praticados nos Estados Unidos, Zona do Euro, Japão e Reino Unido. Na avaliação do governo, será uma forma de diversificar as reservas do país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> Essa é a primeira vez que o fundo emitirá tais notas e a transação marca uma mudança radical na relação do país com a instituição: de devedor contumaz para credor.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="2"> <br></font></p><p class="MsoNormal"><font style="font-style: italic;" size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Brasília, 20h25min</span></font> <br></p>   <br>
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		<title><![CDATA[PARA SÍLVIO CAMPOS NETO, VIÉS DA INFLAÇÃO É DE ALTA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52331</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Economista-chefe do Banco Schahin, Sílvio Campos Neto ainda mantém a sua estimativa de inflação para este ano em 4,5%. Mas, diante do salto de 0,52% do IPCA-15 de janeiro, ele admite que, caso faça uma revisão no número, será para cima.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação de Campos Neto, muito da disparada do IPCA-15, que vai levar o IPCA fechado do mês para um patamar acima da de 0,6%, tem fatores pontuais. "Mas há o risco de esses fatores se tornarem permanentes. E é por isso que o Banco Central deve subir a taxa básica de juros (Selic) a partir de abril, para manter as expectativas sob controle", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Elson Teles, o IPCA de janeiro deverá oscilar em 0,65% e 0,70%, o que indica que a inflação ficará acima do centro da meta, de 4,5%. Ele está projetanto uma taxa de 4,6%. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo Carlos Thadeu Filho, economista-chefe da SLW Asset Management, o que se está vendo na inflação são sinais evidentes do forte aquecimento da economia. Os preços dos serviços estão subindo muito, resultado do expressivo ganho de renda. "Não tenho dúvidas de que o BC subirá juros. O tamanho da alta, porém, dependerá do que acontecerá com a economia mundial", afirma.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Thadeu, há sinais de retrocesso no nível de atividade mundial, sobretudo, na Europa, que tende a levar a um novo processo deflacionário. O que, aliado ao crescimento menor da China, deve derrubar os preços das commodities, inflados atualmente por uma bolha especulativa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h53min</font></p> 
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		<title><![CDATA[DESPACHO NA PORTA DO BANCO CENTRAL. SERÁ COISA DA FAZENDA?]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52322</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os funcionários do Banco Central foram surpreendidos com um despacho de macumba na porta da sede da instituição em Brasília. Uma galinha (foto de um leitor do <span style="font-weight: bold;">blog</span>), toda enfeitada com fitas coloridas, semelhantes às que levam o símbolo do Senhor do Bonfim, apareceu no fim da manhã desta sexta-feira (dia 22) debaixo de um coqueiro que fica no canteiro central em frente ao BC.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 523px; height: 375px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/d2867fbc2a8ed07b8c70fd1eea67f843.jpg"></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A pergunta foi uma só: de onde teria vindo a ave e por quê?</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Muitos se anteciparam em responder: veio do Ministério da Fazenda. É lá que está o principal oponente no banco, Guido Mantega. Ele não quer, de jeito nenhum, que o BC aumente a taxa básica de juros (Selic). <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Teve também o grupo dos que atribuíram o despacho a alguém que prometeu a alma ao diabo para passar no concurso do BC -- o salário inicial é de R$ 12 mil por mês.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Seja o que for, o frango de macumba virou a sensação da sexta-feira no BC. Não se fala em outra coisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h20min</font></p>
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		<title><![CDATA[BES INVESTIMENTO JÁ VÊ IPCA DE JANEIRO EM 0,60%. AUMENTO DOS JUROS É LÍQUIDO E CERTO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52337</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A divulgação do IPCA-15 de janeiro, que atingiu 0,52%, puxado pelos preços dos alimentos e das passagens de ônibus, levou o economista Flávio Serrano, do Banco BES Investimento, a rever as estimativas de inflação para este este mês e para fevereiro. Pelas suas contas, o IPCA deverá ficar em 0,60% e 0,50%, respectivamente, dando argumento de sobras para que o Banco Central inicie o processo de aumento da taxa básica de juros (Selic) a partir do segundo trimestre deste ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para ele, os novos números do IPCA provocarão forte deterioração das expectativas dos agentes econômicos, o que já começará a aparecer nas próximas semanas nas pesquisas Focus realizadas pelo BC.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Há uma grande discussão dentro do governo sobre a necessidade ou não de se aumentar a Selic. Conforme o <span style="font-weight: bold;">blog</span> já mostrou, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou de férias disposto a comprar uma briga pública com o presidente do BC, Henrique Meirelles, para comprovar que não há pressões inflacionárias suficientes para justificar um novo arrocho monetário.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mantega, inclusive, chegou ao ponto de classificar de exagerada a projeção de crescimento de 5,8% para a economia neste ano feita pelo BC, o que justificaria a elevação dos juros. No ataque, o ministro da Fazenda difundiu a promessa de que está disposto a fazer novas reduções de impostos incidentes sobre os combustíveis e as importações como forma de garantir o IPCA próximo do centro da meta perseguida pelo BC, de 4,5%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles, por sua vez, assegura que o BC fará o que for necessário para cumprir a missão que lhe foi dada: manter a inflação sob controle. Nem que, para isso, seja obrigado a subir a taxa básica de juros.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h58min</font></p>
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		<title><![CDATA[COM PERSPECTIVA DE ALTA DA SELIC, CRÉDITO FICARÁ MAIS CARO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52283</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;;"> <br></span><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quem se animou com os números divulgados pelo Banco Central, mostrando que o crédito ao consumidor fechou 2009 com a menor taxa de juros da história, 42,7% ao ano, deve botar as barbas de molho. Tudo indica que, a partir deste mês, haverá um movimento contrário: empréstimos e financiamentos tenderão a ficar mais caros, refletindo a perspectiva de aumento da taxa básica da economia (Selic), processo que, na avaliação dos analistas, deverá começar em abril próximo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">“Não tem milagre. A Selic vai subir e as taxas cobradas de consumidores e de empresas, também”, disse Luiza Rodrigues, economista do Banco Santander. A boa notícia, destacou ela, é que o aumento médio dos juros dos empréstimos e financiamentos deverá ser menor do que a alta da Selic. “É que, com a inadimplência em baixa, a tendência é de os bancos reduzirem o spread (diferença entre a taxa paga aos investidores e a cobrada dos devedores). A queda do spread funcionará como um amortecedor”, afirmou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A mudança dos juros cobrados de empresas e consumidores ficou evidente em dezembro. Apesar de a taxa média geral ter caído para 24,3% ao ano, quando se olha isoladamente para as modalidades de financiamentos disponíveis no mercado, a grande maioria teve alta de juros. Entre as pessoas físicas, por exemplo, somente o cheque especial – a linha mais cara do sistema – computou redução: de 4,2 pontos percentuais, para 159,1% anuais. Nas demais, os juros apontaram para cima, inclusive os do crédito consignado, com desconto em folha de pagamento, que passaram de 27% para 27,2% ao ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para as empresas, as taxas dos empréstimos de curtíssimo prazo (hot money) deram um salto de 6,7 pontos entre novembro e dezembro, para 53,2% ao ano, e, nos descontos de notas promissórias, o incremento foi de 4,4 pontos, para 52,1% anuais. “Infelizmente, o processo de queda dos juros para empréstimos chegou ao fim. As taxas dos crediários acompanham os mercados futuros. E, nesses mercados, os juros estão em alta há um bom tempo, antecipando o aperto na política monetária que terá de ser feito pelo BC ao longo de 2010 para conter pressões inflacionárias”, assinalou Felipe França, economista do Banco ABC Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">França está coberto de razão. Pelos dados do BC, o custo dos bancos para captar recursos no mercado e repassá-los em forma de financiamentos vem subindo há cinco meses, atingindo 11,1% ao ano em dezembro para as pessoas físicas. “É questão de matemática: se os bancos estão pagando mais caro para tomar recursos no mercado, vão cobrar mais caro nos empréstimos a seus clientes”, complementou o economista.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="2">Concorrência</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, não endossa a tese de encarecimento do crédito. “Vamos esperar os próximos meses para vermos a tendência dos juros. Mas creio que há espaço para mais queda, por causa da redução do spread, que será puxado para baixo pela diminuição da inadimplência”, disse. “Se a inadimplência cai, o risco da operação fica menor, o spread cai e os juros têm que baixar”, reforçou. Os números preliminares de janeiro deste ano não confirmam, porém, essa seqüência. Mesmo com os índices de calote recuando para 7,8% entre as pessoas físicas e para 3,8% entre as empresas, nos primeiros oito dias do mês, os juros ficaram congelados.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No entender de Luiza Rodrigues, além da inadimplência menor – o movimento de baixa será lento e gradual –, também a concorrência maior deverá conter o ímpeto dos bancos por aumentos excessivos nos juros ao consumidor e às empresas. Em 2009, o crédito, que atingiu o volume recorde de R$ 1,4 trilhão, o correspondente a 45% do Produto Interno Bruto (PIB), foi puxado pelos bancos públicos, estimulados pelo governo para contornar os estragos da crise. “Agora, veremos os bancos privados mais ativos”, destacou a economista. As instituições públicas, lideradas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ampliaram a participação no mercado de 36,3% para 41,4%. Os bancos privados nacionais viram sua parcela no crédito encolher de 42,8% para 40,4% e os estrangeiros, de 21% para 18,2%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h10min</font></p><p><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;;"></span></p>
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		<title><![CDATA[DÍVIDA EXTERNA DO SETOR PÚBLICO CRESCE QUASE US$ 10 BI EM 2009 E VOLTA AOS NÍVEIS DE 2006]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52282</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de cinco anos consecutivos de queda, a dívida externa do setor público voltou a subir. No ano passado, segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, o total de débitos do governo deu um salto de quase US$ 10 bilhões, alcançando US$ 77,1 bilhões, retornando aos patamares de 2006.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Esse aumento, explicou Altamir, decorreu das emissões de títulos feitas no exterior pelo Tesouro Nacional e por empresas estatais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">No setor privado, que teve muita dificuldade para captar recursos no mercado internacional por causa da crise provocada pelo estouro da bolha imobiliária, o avanço da dívida externa foi mínimo: US$ 249 milhões, para US$ 94,8 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A dívida externa total do país fechou 2009 em US$ 202,5 bilhões, felizmente, abaixo das reservas internacionais, de US$ 239 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h10min</font></p>
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		<title><![CDATA[GANHO COM A RESERVAS INTERNACIONAIS CAIU 34% EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52304</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar de as reservas internacionais terem aumentado mais de US$ 32 bilhões em 2009, totalizando US$ 239 bilhões, a rentabilidade do chamado "colchão de segurança" do país contra crises levou um tombo monumental.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, os ganhos com as aplicações das reservas no ano passado somaram US$ 4,757 bilhões, saldo 34% menor do que o computado em 2008, de US$ 7,193 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Esse resultado ruim, disse Altamir, pode ser explicado pela baixa generalizada das taxas de juros nos países desenvolvidos, por causa da crise mundial. O grosso do dinheiro das reservas internacionais do Brasil está investido em títulos emitidos pelos Estados Unidos, onde os juros variam entre zero e 0,5% ao ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com esse resultado, os prejuízos do BC em 2009 tenderão a ser enormes. É que, mesmo com a queda da taxa básica de juros (Selic) de 11,25% para 8,75% ao ano, também para conter os estragos da crise mundial na economia brasileira, continou expressiva a diferença entre o que a instituição recebeu como remuneração das reservas e o que pagou pelos pelos títulos públicos que colocou no mercado para retirar os reais oriundos das compras de dólares.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 18h27min</font></p>
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		<title><![CDATA[CRÉDITO CONSIGNADO DESTOA E TEM ALTA DE JUROS EM DEZEMBRO. JUROS DO CHEQUE ESPECIAL CAEM]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52250</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Considerado o crédito mais barato do mercado, o empréstimo consignado, com desconto em folha, ficou mais caro no último mês de 2009. A taxa média dessas operações aumentou 0,2 ponto percentual, para 27,2% anuais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Como o consignado tem grande participação no crédito pessoal, essa linha também encareceu, com os juros passando, entre novembro e dezembro, de 43,6% para 44,4% ao ano. As taxas dos financiamentos&nbsp; de veículos também registraram ligeira alta, para 25,4% ao ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O que ajudou a puxar os juros médios das pessoas físicas para baixo foi, curiosamente, o cheque especial, uma das modalidades mais caras do mercado: as taxas baixaram, em dezembro, 4,2 pontos, encerrando o ano em 159,1%. Ainda assim, recomenda o Banco Central, o melhor que as pessoas têm a fazer é fugir do especial, porque esse crédito continua extremamente caro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h53min</font></p> 
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		<title><![CDATA[RENDA E EMPREGO MAIORES AJUDAM A DERRUBAR A INADIMPLÊNCIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52271</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar de a criação formal de empregos em 2009 não ter atingindo o patamar de 1 milhão esperado pelo governo, a melhoria geral do mercado de trabalho e a alta da renda tiveram boa repercussão no crédito. A taxa de inadimplência das pessoas físicas caiu para 7,8%, voltando ao nível de novembro de 2008, auge da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Entre as empresas, o índice de calote baixou pelo segundo mês consecutivo, cravando 3,8%. Na média geral, a inadimplência fechou 2009 em 5,6%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com esses indicadores, acredita o Banco Central, o crédito continuará se expandindo em 2010 de forma segura, sem riscos de criação de bolhas.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h44min</font></p>
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		<title><![CDATA[JUROS AO CONSUMIDOR FECHARAM 2009 NO MENOR PATAMAR DA HISTÓRIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52269</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br>As taxas de juros ao consumidor encerraram o ano passado no menor patamar da história: 42,7% ao ano, um estímulo a mais para as compras a prazo e os empréstimos. Ao longo de todo o ano, os juros encolheram 15,2 pontos percentuais. <br> <br>Para as empresas, as taxas também recuaram: 5,2 pontos no acumulado do ano, para 25,5% anuais. Na média geral, conforme divulgou o Banco Central, os juros atingiram, em dezembro passado, 34,6% ao ano, recuando nove pontos percentuais. <br> <br> <br>Com o crédito mais barato, o total dos empréstimos e financiamentos atingiu o recorde de R$ 1,410 trilhão, o correspondente a 45% do Produto Interno Bruto (PIB). <br> <br> <br><span style="font-style: italic;">Brasília, 10h38min</span>  <br>
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		<title><![CDATA[MANTEGA E MEIRELLES TRAVAM NOVO ROUND SOBRE JUROS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52218</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para quem esperava tempos de paz no governo, sobretudo na área econômica, um aviso: o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou de férias com forte disposição para detonar qualquer possibilidade de o Banco Central elevar a taxa básica de juros (Selic) nos próximos meses. Mantega passou a dizer em alto e bom som que as previsões de crescimento acima de 5% para este, inclusive a do BC, de 5,8%, são exageradas. Na avaliação de Mantega, o Brasil crescerá 5% e a Selic não deverá subir tão cedo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em conferência com investidores estrangeiros nesta quarta-feira (dia 20), Meirelles aproveitou para reforçar que a previsão do BC para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) é consistente. E deixou claro que o banco está atento e vai fazer o que for preciso para manter a inflação no centro da meta, de 4,5%, inclusive subir juros, se necessário.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente Lula já percebeu o embate. Mas ainda não se posicionou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-style: italic;">Brasília, 13h21min</span></font></p>
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		<title><![CDATA[DÉFICIT EM JANEIRO CHEGARÁ A US$ 5,5 BILHÕES, MAS BC NÃO VÊ HERANÇA "PERVERSA"]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52234</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quem se assustou com o rombo de US$ 5,9 bilhões nas transações correntes do país com o exterior em dezembro de 2009 pode preparar os ânimos. Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, em janeiro, o déficit chegará a US$ 5,5 bilhões, puxado, sobretudo, pela balança comercial, que tem mostrado péssimos resultados neste início de ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar de ser o "pior janeiro" da série histórica do BC iniciada em 1947 e de os analistas estarem prevendo um rombo de até US$ 64 bilhões no acumulado de 2010, Altamir diz que não há com o que se preocupar com as transações correntes. Para ele, o importante é que o déficit está sendo totalmente financiado por investimentos estrangeiros diretos, de longuíssimo prazo, ao contrário do que se via no passado, quando o Brasil tinha de recorrer ao endividamento para fechar as contas, o que acabava piorando a conta porque tinha que pagar mais juros. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Não vejo essa herança perversa (que será deixado para o próximo governo). A situação das contas externas é tranquila, temos o financiamento perfeito", afirma.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h42min</font></p>
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		<title><![CDATA[INVESTIMENTO EM AÇÕES EM 2009 CHEGOU A US$ 37 BILHÕES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52205</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Não foi à toa que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ficou no topo da liderança do ranking de rentabilidade dos mercados acionários de países emergentes. Em 2009, os investidores destinaram US$ 37 bilhões para a compra de papéis de empresas brasileiras, dos quais US$ 32 bilhões no país e US$ 5 bilhões no exterior.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em 2008, por causa da crise mundial provocada pelo estouro da bolha imobiliária americana, o comportamento foi extamente o inverso: os estrangeiros retiraram US$ 7,5 bilhões do mercado acionário brasileiro.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h09min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[BRASILEIROS PROVOCARAM DÉFICIT DE US$ 5,6 BILHÕES NA CONTA VIAGEM]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52191</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A combinação de dólar em queda e aumento da renda fez com os os brasileiros não medissem esforços para viajar ao exterior em 2009. Resultado: deixaram um rombo de US$ 5,6 bilhões na conta viagem, número 8% maior do que o computado em 2008.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em 2010, no entanto, o buraco na conta será ainda maior, segundo o Banco Central: US$ 7 bilhões, déficit que, se confirmado, será o maior da série histórica iniciada em 1947.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília 10h59min</font></p> 
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		</item>
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		<title><![CDATA[BANCO CENTRAL COMPROU US$ 36,5 BILHÕES NO ANO PASSADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52190</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com o Brasil dando fortes sinais de recuperação, depois de dois trimestres de recessão provocada pela crise mundial, o fluxo de recursos para o país voltou a se intensificar em 2009.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Para conter uma queda maior dos preços do dólar ante o real, o Banco Central voltou a intervir no mercado a partir de maio, retirando as sobras de recursos. No total, o BC arrematou US$ 36,5 bilhões, que reforçaram as reservas internacionais do país.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h53min</font></p>
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		<title><![CDATA[INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO SOMOU US$ 25,9 BILHÕES, CAINDO 42% EM RELAÇÃO A 2008]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52203</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os investimentos estrangeiros diretos, voltados para o aumento da produção e a criação de empregos, totalizaram, em 2009, US$ 25,9 bilhões, caindo, pelas contas do Banco Central, 42,4% frente ao ano anterior, quando US$ 45 bilhões entraram no Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O BC aposta, porém, que, com o forte crescimento da economia e as persperctivas positivas para o país, os investidores diretos voltarão ao patamar de US$ 45 bilhões em 2010, aumentando nos anos seguintes.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h47min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[ROMBO NAS CONTAS EXTERNAS FICA EM US$ 24,3 BILHÕES EM 2009 E SUPERA PREVISÕES DO BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52201</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A forte demanda por produtos importados, a disposição dos brasileiros em viajar para o exterior e as remessas de lucros e dividendos levaram o déficit nas transações correntes do Brasil com o exterior a fechar 2009 em US$ 24,3 bilhões, superando, de longe, a projeção do Banco Central, de US$ 22 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Somente em dezembro, o rombo ficou em US$ 5,9 bilhões, superando em 91% o buraco registrado no mesmo mês de 2008, de US$ 3,1 bilhões. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 10h38min</font></p>
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		<title><![CDATA[MAURO RICARDO COSTA E GESNER OLIVEIRA, OS HOMENS FORTES DE SERRA PARA A ECONOMIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52134</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quem tem conversado com o governador de São Paulo e candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, tem se impressionado com os elogios feitos por ele a dois auxiliares: Mauro Ricardo Costa, secretário de Fazenda do estado, e Gesner Oliveira, presidente da Sabesp.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Portanto, se quiserem entender um pouco do que será a economia com Serra no Palácio do Planalto, comecem a acompanhar, com lupa, o que dizem Costa e Oliveira.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Muitos, inclusive, diziam que, num governo Serra, Mauro Ricardo Costa seria secretário da Receita Federal. Agora, já se admite a possibilidade de ele vir a ser o ministro da Fazenda, com a missão de dar um choque fiscal na administração federal.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Gesner Oliveira, por sua vez, pode ser um excelente presidente do Banco Central, na visão de Serra.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Como a Fazenda e o BC são dois postos-chave e estão de fora das negociações políticas, Serra pode, sim, preenchê-los com técnicos da sua confiança. E ninguém melhor, no entender do governador, do que Costa e Oliveira.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h06min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES ESTÁ EM "REUNIÃO DE TRABALHO" NO CCBB, DIZ BC. MAS NÃO INFORMA COM QUEM]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52116</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A assessoria de imprensa do Banco Central informou ao <span style="font-weight: bold;">blog</span> que o presidente da instituição está em reunião de "trabalho" no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória do governo. Mas não informou com quem. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A única garantia do BC é a de que Meirelles não está com o presidente Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 18h23min</font></p>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES ESTÁ NO CCBB, SEDE PROVISÓRIA DO GOVERNO. "VISITA" NÃO ESTAVA NA AGENDA OFICIAL ]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52112</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, apareceu de surpresa na tarde desta segunda-feira (dia 18) no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória do governo. No BC, diz-se que ele não foi falar com o presidente Lula, mas não se informa com quem é o encontro. A ida de Meirelles ao CCBB não estava prevista na agenda oficial dele.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Não custa lembrar que, na quinta-feira passada (dia 14), Meirelles esteve no CCBB e, ao sair de lá, anunciou a substituição de Maria Celina Arraes por Carlos Hamilton Araújo na diretoria de Assuntos Internacionais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h15min</font></p>
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		<title><![CDATA[PARA SANTANDER, CRÉDITO CRESCEU 14,5% EM 2009 E AVANÇARÁ 20% NESTE ANO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52111</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Se as contas da competente Luíza Rodrigues, economista do Banco Santander, estiverem corretas, o estoque de crédito cresceu 1,2% em dezembro de 2009 e 14,5% no acumulado do ano -- os números oficiais serão divulgados na quinta-feira (dia 21) pelo Banco Central.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo ela, esse foi o último mês de desaceleração no crescimento do saldo de empréstimos e financiamentos no acumulado de 12 meses. A partir de agora, a tendência é de alta, com a expansão do crédito fechando 2010 em 20%. Ajudará muito esse movimento a base menor de comparação do ano passado, que foi impactada pela crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Luíza diz que, apesar do bom cenário para o crédito, sua projeção de crescimento de 20% está abaixo do mercado por três razões. Primeiro, por causa do efeito estatístico. Segundo: em 2008, o BC permitiu que os bancos usassem o colchão adicional (provisões extras) contra a inadimplência feito durante a crise como capital de alavancagem (para ampliar as concessões). Em dezembro passado, porém, essa brecha foi revogada, o que deverá restringir, mesmo que marginalmente, a capacidade de oferta de crédito em 2010. Terceiro: a demanda por crédito para a compra de veículos deverá crescer menos, pois muita gente antecipou as compras para aproveitar a redução do IPI.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">De qualquer forma, mesmo que não se veja um aumento espetacular, o crédito será vital para sustentar o consumo das famílias e os investimentos produtivos, garantindo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) superior a 5% neste ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-style: italic;">Brasília, 17h01min</span>&nbsp;</font></p> 
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		<title><![CDATA[MENSALIDADES ESCOLARES SUBIRAM ENTRE 5% E 18% NESTE INÍCIO DE 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52088</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A Fundação Getúlio Vargas (FGV) fez as contas e constatou um aumento absurdo nas mensalidades escolares neste início de ano: entre 5% e 18%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>Entre 2002 e 2009, as mensalidades escolares acumularam reajuste de 70,68% contra 60,37% da inflação, um aumento real de 6,43%, segundo o economista André Braz, da FGV.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>No ano passado, especificamente, o aumento médio das escolas de ensino elementar, fundamental, médio e superior ficou em 6,72% contra inflação de 3,95% medida pelo IPC-S.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h21min</font></p>
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		<title><![CDATA[CNC: BRASILEIRO ESTÁ OTIMISTA E VAI CONSUMIR MAIS, APOIADO NO AUMENTO DA RENDA E DO EMPREGO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52107</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A Confederação Nacional do Comércio (CNC) decidiu criar um índice mensal para medir a intenção de consumo das famílias e antecipar o potencial de vendas do varejo. Com base em 18 mil entrevistas realizadas em todo o país, constatou um quadro excepcional, com a população bastante otimista e dispota a satisfazer as suas necessidades e desejos de consumo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo o economista-chefe da CNC, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, o Índice de Consumo das Famílias (ICF) atingiu, neste mês, 135,5 pontos, indicando forte confiança no futuro, sobretudo com relação à perspectiva profissional e à possibilidade de se comprar mais a prazo, devido às boas condições de parcelamento.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Ele chamou a atenção, porém, para um dos itens relacionados ao presente: a renda atual. Com 146,3 pontos, esse item constatou grande satisfação com o poder de compra, fortalecido pelo controle da inflação. "A satisfação ficou evidente, principalmente, entre as famílias com renda mensal de até 10 salários mínimos, as mais beneficiadas pelo controle de preços", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A CNC também costatou que 60,2% dos entrevistados têm algum tipo de dívida, mas apenas 9,2% dos que responderam aos questionários da Confederação afirmaram que não terão condições de pagar os débitos. "Esses números indicam que ainda há um bom espaço para o crescimento do crédito e que a inadimplência não é problema", diz Thadeu.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pelas suas contas, é possível dizer que a combinação de crédito farto com renda e emprego em alta fará com que as vendas do comércio fechem o ano com crescimento entre 7,6% e 9%, nível de expansão registrado antes do estouro da crise mundial em setembro de 2008.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasíla, 15h58min</font></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[CLASSE MÉDIA QUER, AGORA, O SEGUNDO IMÓVEL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52045</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P><FONT class=texto></FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Se até bem pouco tempo a classe média cortava um dobrado para realizar o sonho da casa própria, agora, o objetivo passou a ser mais ambicioso: comprar o segundo imóvel. A façanha está sendo possível por causa de uma combinação nunca vista no país: crédito farto, juros em queda, prazos cada vez maiores para o pagamento, renda em alta e desemprego em baixa. “Estamos vendo de tudo, gente comprando a casa de praia ou de campo, pais dando apartamentos de presente para os filhos, investidores apostando na valorização do mercado imobiliário”, diz o vice-presidente de Novos Negócios do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A estimativa entre os bancos é de que os financiamentos do segundo imóvel representem entre 10% e 20% de suas carteiras. E a tendência é de alta. “Com a estabilidade econômica consolidada, o crescimento robusto do país e a possibilidade de se planejar a longo prazo, a compra de imóveis passou a estar presente no dia a dia das famílias”, afirma Antonio Barbosa, diretor de Crédito Imobiliário do Banco HSBC. E foi por acreditar nesse cenário que a instituição reduziu, neste início de ano, as taxas de juros de suas linhas de crédito. Para empréstimos até R$ 150 mil, as taxas caíram de 10% para 8,9% ao ano além da Taxa Referencial (TR). Nos financiamentos entre R$ 151 mil e R$ 500 mil, o recuo foi de 11% para 10,5% anuais mais a TR. Para empreendimentos acima de R$ 500 mil, os juros baixaram de 12% para 10,9% ao ano acima da TR. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>“A concorrência está muito acirrada. Com as novas taxas, ficamos mais competitivos”, ressalta Barbosa. Os juros menores vieram acompanhados de maior disponibilidade de recursos. “Ampliamos nossa oferta de R$ 600 milhões para R$ 1 bilhão”, conta. Essa estratégia, reconhece ele, decorre da necessidade dos bancos privados de serem mais agressivos para recuperar o espaço perdido para a Caixa Econômica Federal em 2009. “Além de juros menores e mais recursos, estamos oferecendo atendimento diferenciado, assessorando os clientes no que for preciso para que eles façam o melhor negócio”, assegura. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B><FONT color=#2190a5>Ano de recorde</FONT></B> </FONT></FONT></FONT></P><FONT class=texto> <P> <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Caso o futuro comprador do segundo imóvel comprove a capacidade de pagamento, as restrições são mínimas e estão vinculadas, principalmente, ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Por lei, o dinheiro depositado no fundo só pode ser usado na aquisição de uma única moradia. Ou seja, quem já tem casa ou apartamento em seu nome terá de se contentar, na compra do imóvel extra, com financiamento bancário ou usar recursos de alguma aplicação para quitar o negócio à vista. Alguns bancos limitam o empréstimo para o segundo empreendimento a 60% do valor da operação contra até 100% da primeira moradia. Outro dado importante: as prestações não podem comprometer mais do que 30% da renda familiar do comprador. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No mais, como bem ressalta o superintendente de Crédito Imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges, as facilidades são grandes. Sobretudo se o imóvel for avaliado em até R$ 500 mil e o empréstimo não passar de R$ 350 mil, pois tudo pode ser feito dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que tem taxas de juros menores — 9% ao ano mais a TR, em média, contra os 12% anuais além da Taxa Referencial cobrados no sistema hipotecário para empreendimentos acima de meio milhão de reais. O SFH permite, inclusive, que se faça dois financiamentos ao mesmo tempo por uma mesma pessoa. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>“Até um ano atrás, os bancos não queriam financiar casas de praia, por não considerar um bom negócio. Hoje, isso não existe mais”, ressalta Borges. Ele assegura que o Bradesco tem recursos suficientes para atender a demanda, seja ela qual for. “Em 2009, liberamos R$ 5 bilhões”, revela. No Banco Santander, a promessa também é de recursos fartos. “Estamos financiando até 100% do valor dos imóveis por até 30 anos, com taxas que variam entre 8,9% e 10,5% ao ano além da TR”, diz Nerian Gussoni, superintendente de Crédito Imobiliário da instituição. A seu ver, não é nenhum exagero dizer que 2010 será o ano da casa própria, com os desembolsos totais do sistema superando os R$ 78 bilhões, graças à entrada maciça da população de menor renda no mercado. “Independentemente do interesse do comprador, se pelo primeiro ou pelo segundo imóvel, as condições de financiamento estão muito boas”, emenda Nerian. </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG><FONT size=4>OPÇÃO É POR DOIS E TRÊS QUARTOS</FONT></STRONG>  <BR></P></FONT> <P> <TABLE cellSpacing=1 cellPadding=1 width=120 align=right border=0><!-- <table width="120" align=""> --> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT class=credito face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>Cadu Gomes/CB/D.A Press </FONT></P></TD></TR> <TR> <TD class=imagem> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20100117/fotos/pri-1701-1301.jpg" border=0></FONT></P></TD></TR> <TR> <TD><FONT class=legenda> <UL> <P> <BR> <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quando comprei, o imóvel valia R$ 90 mil. Um ano e meio depois, está valendo R$ 135 mil, ou seja, 50% a mais  <BR><B><FONT color=#2190a5>Valdemar Lima Neto, </FONT></B>consultor de empresas  <BR></FONT></P></FONT></UL></TD></TR><!--</table>--> <TR> <TD> <P><FONT class=legenda face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <BR><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os alvos principais dos que compram o segundo imóvel — financiado ou à vista — são empreendimentos de dois e três quartos, avaliados em até R$ 500 mil, que se encaixam perfeitamente dentro das regras do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), no qual as taxas de juros são mais atrativas. A opção por imóveis desse tamanho tem uma série de razões: pode significar uma melhora da moradia, pois a pessoa aumentou a renda e quer viver em um lugar mais espaçoso — o antigo passa a ser alugado, o que voltou a ser um bom negócio devido à nova Lei do Inquilinato; pode ser uma opção de investimento, porque a valorização é maior, assim como a facilidade de venda. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O consultor de empresas Valdemar de Figueiredo Lima Neto não pensou duas vezes em arrematar o segundo imóvel. “E não me arrependi”, afirma. Ele financiou um apartamento de 60 metros quadrados, com dois quartos, em Samambaia. “Quando comprei, o imóvel valia R$ 90 mil. Um ano e meio depois, está valendo R$ 135 mil, ou seja, 50% a mais. E olha que o prédio ainda nem está pronto”, diz. Lima Neto pretende ficar com o apartamento só até receber as chaves, quando o venderá com lucro e partirá para um novo investimento, muito provavelmente um outro imóvel. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na avaliação de Fabrício Aroeira, diretor-comercial da Apex Engenharia, casos como o de Lima Neto são cada vez mais comuns em Brasília, onde a renda per capita é a maior do país e parcela importante dos empregos é estável, graças à forte presença do governo na economia. “Nesse contexto, a valorização dos imóveis na capital do país tem variado entre 20% e 25% ao ano. Não se consegue esse retorno em nenhum outro tipo de investimento com risco tão baixo”, assegura. A demanda, porém, está disseminada por todo o Brasil, inclusive em centros urbanos próximos de regiões produtoras agrícolas, já que famílias estão comprando o segundo imóvel para filhos que vão estudar em universidades. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>“Na média, as pessoas que estão comprando o segundo imóvel têm mais de 30 anos, conseguiram quitar o financiamento da primeira moradia, têm estabilidade de emprego e renda suficiente para absorver uma prestação um pouco mais salgada”, ressalta Aroeira. É o caso do advogado Antônio Lisboa Cardoso. Ele adquiriu um apartamento de quatro quartos no Plano Piloto, avaliado em R$ 800 mil. “Fiz as contas e vi que dava para arcar com a prestação do novo imóvel, alugando o anterior, de três quartos, também localizado no Plano Piloto”, conta. “Foi um ótimo negócio”, assegura. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B><FONT color=#2190a5>Chaves caras</FONT></B> </FONT></FONT></FONT></P><FONT class=texto> <P> <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Para tornar a compra do segundo imóvel mais palatável, a opção tem  <BR>sido arrematar o empreendimento na planta, pois as condições oferecidas pelas construtoras são melhores: o valor do sinal é dividido em até seis parcelas e as prestações acompanham a variação do Índice Nacional da Construção Civil (INCC). Depois da entrega das chaves, porém, o melhor é recorrer a um financiamento bancário, pois os juros são menores, reconhece o gerente da Carteira Imobiliária da PauloOctávio Investimentos, Marco Lopes. Enquanto, na média, as taxas bancárias ficam em 9% ao ano além da Taxa Referencial (TR), as construtoras cobram 12% anuais mais a variação do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>“Depois das chaves, o financiamento das construtoras fica bem mais caro. Por isso, recomendamos à clientela que procure uma instituição financeira em busca de um empréstimo para arcar com o saldo devedor”, frisa Lopes. Essa dica se tornará ainda mais importante no decorrer dos próximos anos, quando se espera uma nova rodada de redução dos juros da casa própria. “Crédito imobiliário é o nosso negócio. Trata-se do segmento em que os bancos mais podem crescer”, diz Antonio Barbosa, diretor de Crédito Imobiliário do HSBC. Ele lembra que, no Brasil, o financiamento imobiliário representa apenas 3% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 10% do México e 17% do Chile. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No caso dos que compram o segundo imóvel para investimento, o financiamento bancário não é prioridade. O que se observa é uma disposição de dar uma entrada maior no valor fixado pelas construtoras. Com isso, acabam pagando o empreendimento entre 24 e 36 meses, período da construção, tempo suficiente para garantir uma boa valorização.  <BR></FONT></FONT><!--   <br> --><!--   <br> --><!--  --><!--   <br> --><!--  --><!--   <br> --><!--   <br> --> <BR> <BR><!-- <font class="chapeu"></font>  <br> --><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=titulo size=4><STRONG>BB tem R$ 7 bi para emprestar</STRONG></FONT>  <BR></FONT></FONT></P><!--  <br><font class="sutia"></font>  <br> --><!--  <br> <font class="assinatura"></font>  <br> --><!-- <font class="complassinatura"></font>  <br> --> <P> <TABLE cellSpacing=1 cellPadding=1 width=120 align=right border=0><!-- <table width="120" align=""> --> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT class=credito face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>Carlos Moura/CB/D.A Press </FONT></P></TD></TR> <TR> <TD class=imagem> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20100117/fotos/pri-1701-1302.jpg" border=0></FONT></P></TD></TR> <TR> <TD><FONT class=legenda> <UL> <P> <BR> <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Com exceção da Caixa, não há nenhum outro banco no mercado com tantos recursos disponíveis para o financiamento da casa própria  <BR><B><FONT color=#2190a5>Paulo Rogério Caffarelli,</FONT></B> vice-presidente de Novos Negócios do BB  <BR></FONT></P></FONT></UL></TD></TR><!--</table>--> <TR> <TD> <P><FONT class=legenda face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <BR><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O Banco do Brasil decidiu pisar fundo no financiamento da casa própria. Segundo o vice-presidente de Novos Negócios da instituição, Paulo Rogério Caffarelli, o BB tem hoje capacidade para liberar até R$ 7 bilhões, incluindo os recursos captados pela Nossa Caixa por meio da caderneta de poupança. Desse total, R$ 2,1 bilhões deverão ser emprestados em 2010, elevando a carteira habitacional do atual R$ 1,6 bilhão para R$ 3,7 bilhões — um salto de 131%. “Com exceção da Caixa Econômica Federal, não há nenhum outro banco no mercado com tantos recursos disponíveis para o financiamento da casa própria”, diz. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A meta do BB é chegar a 2012 entre os três maiores bancos com atuação no sistema imobiliário. “Queremos ter entre 6% e 7% do mercado. Esse é o percentual compatível com o tamanho do BB”, afirma Caffarelli. Hoje, a participação do banco no estoque total de financiamento de moradias é de apenas 1,6%. “É pouco, perto do que é o Banco do Brasil. Mas não podemos esquecer que começamos a operar nesse mercado somente no fim de 2008, no auge da crise mundial”, assinala. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na estratégia para crescer, o BB fechou acordo com as 16 maiores construtoras do país para financiar diretamente os empreendimentos imobiliários. Agora, está finalizando a parceria com uma promotora de crédito imobiliário a fim de comprar toda a carteira de crédito que ela vier a gerar. “Não se pode esquecer ainda que temos, em nossos cadastros, mais de 2,4 mil construtoras, a maior parte delas com crédito pré-aprovado”, destaca. “Sabemos que o financiamento da casa própria é o principal produto para o crescimento dos bancos. É uma forma de manter um cliente fidelizado por 15, 20, 30 anos”, acrescenta. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Caffarelli ressalta que o banco vai partir para cima de todo tipo de cliente, inclusive os de renda mais baixa, público-alvo da Caixa. Tanto é que, entre projetos aprovados e em análise, o BB já disponibilizou R$ 1,5 bilhão para a construção de 23 mil unidades dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. “A nossa expectativa é de, até 2012, liberar R$ 5 bilhões para o financiamento de 88 mil imóveis dentro desse programa”, assinala. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ele chama ainda a atenção para o foco do BB sobre os servidores públicos, aos quais estão sendo oferecidas condições especiais de financiamento. No geral, o banco está cobrando nos empréstimos juros entre 8,4% e 12% ao ano além da variação da Taxa Referencial (TR) para imóveis avaliados em até R$ 500 mil. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 22h58min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[PAÍS VAI MAPEAR A SUA RIQUEZA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52064</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P> <TABLE cellSpacing=1 cellPadding=1 width=120 align=right border=0><!-- <table width="120" align=""> --> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT class=credito face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>Elio Rizzo/Esp. CB/D.A Press - 1/12/09</FONT></P></TD></TR> <TR> <TD class=imagem> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20100117/fotos/pri-1701-1401.jpg" border=0></FONT></P></TD></TR> <TR> <TD><FONT class=legenda> <UL> <P> <BR> <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Não sabemos sequer a quantidade de terrenos pertencentes à União e o quanto eles valem <BR><B>Nelson Machado, </B>ministro interino da Fazenda <BR></FONT></P></FONT></UL></TD></TR><!--</table>--> <TR> <TD> <P><FONT class=legenda face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto>No que depender do ministro interino da Fazenda, Nelson Machado, o Brasil corrigirá uma grande distorção quando se faz a contabilidade pública. Em vez de os números se restringirem ao fluxo de recursos — gastos e receitas, deficits e superavits —, como se faz hoje, o governo passará a mostrar para a sociedade o tamanho exato do patrimônio do país. Segundo Machado, há um desconhecimento total sobre as propriedades públicas simplesmente porque nada está contabilizado por seu valor real. “Não sabemos sequer a quantidade de terrenos pertencentes à União e o quanto eles valem”, afirma. </FONT></FONT></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto></FONT></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto>A ideia, explica Machado, é ter uma contabilidade patrimonial pública como a feita pelo setor privado. Ou seja, olhar para os números do governo e vê-los como os de uma empresa, cujo patrimônio ganha ou perde valor. Com isso, a União poderá, inclusive, cobrar dos gestores públicos como eles administram os bens pertencentes ao governo, se a depreciação (perda de valor) está indo ou não além do aceitável. “Esse avanço da contabilidade pública é importante para iluminar outras áreas do conhecimento, que estão apagadas. É preciso dar valor aos ativos públicos, para ajudar a definir a depreciação. Isso é importante para que o gestor público se importe com o patrimônio público, e não só com o Orçamento, se vai ter ou não dinheiro para gastar”, diz. </FONT></FONT></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto></FONT></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto>Machado reconhece, porém, que esse foco limitado dos gestores públicos decorre da opção por uma contabilidade voltada exclusivamente para a questão orçamentária e o fluxo de caixa. “Quando se olha para uma entidade privada, você vê os ativos, que são bens e direitos. E vê os passivos, as obrigações. Isso não existe no governo. Por isso, a ideia da contabilidade patrimonial, que mostrará, de fato, qual o real patrimônio líquido do governo”, assinala. “O setor público tem hoje o seu ativo e o seu passivo. Tem, também, o seu Orçamento, que, se for superavitário, aumenta o patrimônio líquido (PL), e, se for deficitário, o diminui”, acrescenta. </FONT></FONT></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto></FONT></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto>Essa lógica atual não representa, contudo, a realidade, acredita o ministro interino da Fazenda, pois, quando se olha apenas as demonstrações de resultados (DREs), isto é, o lucro e o prejuízo, deixa-se de capturar movimentações que não passaram pelo Orçamento. Um exemplo é a venda de terrenos. “Tem uma quantidade enorme de ativos públicos que não são controlados. Digamos que 50% das terras da Amazônia pertençam à União. Ótimo, mas quanto vale isso? Eu mesmo não tenho a menor ideia. Ninguém calcula isso”, frisa. “A hora, então, é de acordar e botar isso no balanço, porque as empresas já fazem isso.” </FONT></FONT></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto></FONT></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto><B>Visão de empresa</B> </FONT></FONT></FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><FONT class=texto> <P> <BR>A desejada contabilidade patrimonial terá, no entanto, que ser discutida com a sociedade, com os contadores e com os órgãos de controle. “O mundo está discutido esse tema e o Brasil não pode ficar de fora” assinala Machado. “Temos que ter uma visão empresarial. Uma companhia que explora uma mina calcula não só os custos e os lucros provenientes da exploração, mas quanto vale a mina explorada. Isso faz parte das novas regras de contabilidade. E serve para preservar a empresa”, destaca. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Ele vai além: “Imagine o caso de essa empresa ter um novo presidente e ele visar um lucro maior. Certamente, ele aumentará a exploração dessa mina. Mas, de fato, não aumentou o lucro, pois só antecipou os ganhos dos próximos anos”. Esse exemplo, acredita o ministro interino da Fazenda, encaixa-se nas discussões sobre o pré-sal, que, espera-se, agregará muita riqueza ao país. </P> <P>&nbsp;</P> <P><B>Endividamento</B> </P> <P> <BR>Apesar de não ser o objetivo principal, Machado admite que a contabilidade terá impacto na dívida pública. “O mercado financeiro internacional tem diversas formas de medir o risco (proveniente do endividamento público), como o rating. Por isso, não quero fazer uma relação de causa e efeito. Agora, é interessante registrarmos tudo no nosso balanço”, afirma, “Quanto valem as nossas florestas? Quanto vale o Aquífero Guarani? Quanto vale isso para a gente e para as nossas futuras gerações? Isso tem que ser levado a público. A sociedade tem que ser informada”, complementa. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Técnico respeitado e entusiasta do tema, Machado faz questão de frisar que a convergência entre a contabilidade pública e a privada não é um projeto do atual governo, mas de país. “Não estamos falando de um negócio que estará pronto amanhã e que terá reflexo amanhã. É projeto de país. E o importante é sair do campo conceitual e partir para a ação.”  <BR> <BR> <BR></FONT><!--  <br> --><!--  <br> --><!--  --><!--  <br> --><!--  --><!--  <br> --><!--  <br> --> <BR> <BR><!-- <font class="chapeu"></font> <br> --><FONT class=titulo size=4><STRONG>Meta é fazer mais com menos</STRONG></FONT></P> <P> <BR><!-- <br><font class="sutia"></font> <br> --><!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> --><!-- <font class="complassinatura"></font> <br> --><!--  --> <BR></FONT></FONT><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A contabilidade patrimonial é apenas uma das pontas do processo de transformação que está em andamento no governo para melhorar a qualidade dos gastos públicos, dar maior transparência às ações dos gestores e agilizar a cobrança de tributos. Para isso, diz o ministro interino da Fazenda, Nelson Machado, foram definidos três marcos como bandeiras, os chamados macroprocessos, que darão um choque de profissionalização à máquina federal. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Do ponto de vista financeiro e orçamentário, a meta é medir o custo das ações do governo. A liberação de recursos do Orçamento privilegiará aqueles que fizerem mais com menos. “Trata-se de uma mudança de cultura, voltada para a eficiência. Acredito que uma das coisas que o sistema de custos pode ajudar é trabalhar não com a dotação orçamentária em si, mas com as quantidades produzidas, os custos de cada órgão do governo”, afirma Machado. “Esse é um desafio que temos que enfrentar”, acrescenta. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>De nada, porém, adiantará uma boa estrutura de custos se o governo não resolver as deficiências na cobrança de créditos tributários. “Hoje, o recebimento de dívidas dos contribuintes pode demorar cinco minutos ou 50 anos. Isso acontece porque todos os atores envolvidos — a Receita Federal, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) — olham o pedaço do mesmo elefante. E, na hora em que cada um busca o melhor para a sua unidade, não necessariamente é o melhor para o todo”, ressalta. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><B>Unificação</B> </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> <BR>A meta é integrar toda a máquina arrecadatória do ponto de vista tecnológico. Assim, um contribuinte que tenha um problema de débito tributário simplificará o processo. Em vez de ele ter que pagar uma parte para a Receita e outra para a PGFN, em tempos diferentes, o desembolso será de uma só vez e em um único local. “Por trás disso, há um enorme trabalho de tecnologia da informação, de unificação da base de dados e de conceitos. Não importa quem esteja cobrando. O crédito tributário é um só”, explica Machado. Com isso, acredita ele, ganharão o cidadão e o governo. O primeiro, por se livrar de pendências. O segundo, por receber mais rápido — em média, em um ano em vez dos quatro anos atuais. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 22h45min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES AINDA SONHA EM SER VICE DE DILMA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52035</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
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		<P>&nbsp;</P> <P> <TABLE cellSpacing=1 cellPadding=1 width=120 align=right border=0><!-- <table width="120" align=""> --> <TBODY> <TR> <TD> <P><FONT class=credito face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>Zuleika de Souza/CB/D.A Press - 17/11/09</FONT></P></TD></TR> <TR> <TD class=imagem> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20100117/fotos/pri-1701-1410.jpg" border=0></FONT></P></TD></TR> <TR> <TD> <P><FONT class=legenda><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A amigos, Henrique Meirelles diz que só definirá seu futuro em março <BR></FONT></P></EM></FONT></TD></TR><!--</table>--> <TR> <TD> <P><FONT class=legenda face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>&nbsp;</EM></FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE></P> <P> <BR><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Engana-se quem pensa que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, desistiu por completo de se candidatar a um cargo público nas eleições deste ano. Apesar dos sinais que seus aliados vêm passando de que ele já optou por permanecer à frente do BC até o fim do governo Lula, diante da maior visibilidade internacional que ganhará ao participar do Conselho Diretor do Banco de Compensações Internacionais (BIS), o BC dos bancos centrais, continua sonhando com a política. E seu alvo principal é a vice-presidência na chapa encabeçada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O presidente do BC realmente não anda mais entusiasmado para entrar na disputa pelo governo de Goiás pelo PMDB, porque percebeu que dificilmente terá condições de bater o senador Marconi Perillo, do PSDB, líder absoluto nas pesquisas de intenções de voto. Meirelles também está encontrando dificuldades para concorrer a uma vaga ao Senado pelo estado em que nasceu. Mas como ele bem frisou a um amigo muito próximo: só decidirá o seu destino na última semana de março, às vésperas do prazo previsto em lei — 3 de abril — para deixar o cargo. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 16h12min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52033</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 135px; height: 180px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">POESIA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">SUBSTÂNCIA</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Verdana; 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font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h30min</font></p>
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		<title><![CDATA[FORA, FORA ARRUDA!]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=52017</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Mais tradicional bloco carnavalesco de Brasília, o Pacotão fez seu ensaio-geral neste sábado (dia 16). Veja a letra de um dos sambas mais cantados pelos foliões:</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Arruda cai fora!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Só tem bandido nessa caixa de Pandora!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Arruda sai fora!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Só tem pilantra nessa caixa de Pandora!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Fora, fora, fora Arruda!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Não adianta chorar de novo</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Arrombaram a caixa de Pandora</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>O povo está na rua gritando Arruda, fora!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Rouba aqui, rouba acolá</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Todo mundo metendo a mão</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Após arrombar o cofre</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Os meliantes ainda fazem oração</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>O careca e sua gang</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Vão ter uma bela ceia</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Arruda põe na sacola</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Prudente esconde na meia</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Durval botou a boca no trombone</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Arruda cara de pau diz que era pro panetone</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Brasília, 17h57min</FONT></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[A PSICOLOGIA E O DINHEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51994</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG style="WIDTH: 150px; HEIGHT: 190px" height=375 src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/76f9b4e29b8519623d3bf6b125518180.jpg" align=left><FONT size=1>ARTIGO</FONT></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>MARACI SANT'ANA (*)</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT style="BACKGROUND-COLOR: #ffcc99" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><A href="http://www.maracisantana.blogspot.com/">maracisantana.blogspot.com</A></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><STRONG>DESPERTE E SEJA FELIZ!</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Ano-novo, vida nova! Isso pode até não ser lá uma grande verdade. A gente sabe que quase nada muda de 31 de dezembro pra 1º de janeiro, embora nossa tendência seja crer que é só passar a régua ao final do ano velho, sem precisar pagar a conta. Aliás, conta é justamente em que as pessoas não querem pensar na passagem de ano, embora os boletos estejam prontos pra despencar em nossas cabeças. É no começo do ano que enfrentamos despesas do Natal, IPVA, IPTU, matrículas, uniforme, material escolar. Mesmo assim, repetimos, sem parar, “Saúde e paz! Do resto, a gente corre atrás!”.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Só que meu ano não começou como imaginei e a comemoração planejada ficou na intenção. Uma tremenda crise de rinite me jogou na cama, de onde vi chegar 2010. Justo eu, que havia me comprometido com uma palestra bem no dia 1º. Assim, entre espirros e fungadas, busquei me concentrar em uma mensagem que se encaixasse no tema proposto pela Comunhão Espírita de Brasília - Desperte e seja feliz. Lindo título para um começo de ano!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Inicialmente, pensei em uma mensagem de puro otimismo, que fizesse com que as pessoas voltassem para casa leves e cheias de esperança. Não consegui. Várias falas vieram à minha mente, mas, assim como vinham, eram rejeitadas. Claro que eu queria combinar com as festividades, mas algo em mim dizia que não mais podemos tratar a vida dessa forma, porque o momento é grave e exige de todos muito mais do que estamos acostumados a dar a nós mesmos, ao nosso próximo, ao nosso planeta, ao nosso Universo.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Então, sucumbi à dura, embora bela, realidade desse raciocínio. E, em lugar de focar o “e seja feliz”, procurei me concentrar no “desperte”. Porque não é possível alguém chegar à felicidade sem o despertar. E precisamos logo abrir os olhos da consciência porque o mundo está vivendo mais um momento crítico. São sucessivas catástrofes naturais provocando morte em massa; adultos perfurando crianças com agulhas; filhas tramando assaltar mães; mães jogando filhos recém-nascidos pela lixeira; dinheiro que deveria ser empregado em educação e saúde indo para contas particulares, bolsas, meias. Alguém até pode dizer que as coisas sempre foram assim ou talvez piores. Mas, graças a Deus, agora elas nos encontram maduros o bastante para nos indignarmos verdadeiramente. A situação exige responsabilidade, trabalho, indulgência, caridade, força, perseverança, fé. Em resumo, exige amor.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>É hora de nos comportarmos como adultos, de buscarmos compreender, por exemplo, quem somos nós; em que momento da vida estamos; as razões de uns sofrerem tanto e outros viverem tão folgadamente; os motivos para termos nascido naquela família ou termos sido adotados; o que fazemos na Terra, um entre tantos planetas; o que acontece conosco após a morte. Não dá mais para engolirmos respostas prontas, cercadas de mistérios, que adotamos sem refletir. É nossa felicidade que está em jogo.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Vivemos como sonâmbulos na maior parte do tempo. Basta acordarmos para ter início uma espécie de hipnose – pulamos da cama, geralmente atrasados; acordamos as crianças com as mesmas instruções de “tá na hora”, “escova os dentes direitinho”; tomamos um banho rápido; enfiamos uma roupa; e saímos dirigindo e falando ao telefone e xingando os mais lentos; trabalhamos todo o dia, em geral ultrapassando nossos limites; pegamos as crianças na escola, agoniados para chegar logo em casa; distribuímos novas ordens do tipo “tira logo o uniforme e vai tomar banho”; vamos pra cama; assistimos à TV; e dormimos já pensando no que faremos no dia seguinte, que será basicamente do mesmo jeito. Os finais de semana costumam ser dedicados ao churrasco, à cervejinha, ao cineminha.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Até mesmo quando fazemos nossas orações, costumamos agir como autômatos. Falta espaço em nossa vida para a reflexão a respeito de nós e de questões bem maiores do que trabalhar pra ganhar dinheiro e construir um patrimônio; estudar para dar um up no currículo; tentar dar aos filhos tudo o que tivemos e não tivemos na infância; manter um casamento a qualquer preço. Não estou dizendo que essas coisas não têm nenhum valor. Vivemos em um mundo material e temos o dever de buscar o nosso conforto e o daqueles que nos cercam, pelo menos. Mas a matéria não é nossa essência. Somos seres espirituais.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Nosso Pai criou tudo o que há e permite que trabalhemos sobre Sua obra, para promover o desenvolvimento. Isso faz de nós cocriadores do Universo, o que é uma enorme responsabilidade. Não dá mais pra continuar vivendo como zumbis ao contrário, como vivos-mortos. Devemos cumprir nossos deveres familiares e sociais, mas não podemos nos restringir a uma vidinha egoísta, esquecidos de nossa origem Divina, de nosso compromisso com a Humanidade. Não podemos mais manter fechados os olhos da alma. É preciso despertar para a Verdade e correr atrás do que realmente importa.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Na última terça-feira, perdemos a médica pediatra e sanitarista Zilda Arns, um exemplo de consciência desperta. Reconhecida no mundo inteiro, ela, entre tantos outros trabalhos maravilhosos, ajudou a criar e coordenou os trabalhos da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa. Mais de 3 milhões de menininhos e menininhas menores de 6 anos de idade salvos de várias doenças, da desnutrição e da violência; mais de 100 mil velhinhos e velhinhas assistidos; cerca de 95 mil voluntários, todos sensibilizados e preparados para seguir com essa corrente do bem. Que escola!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>A Dra. Zilda não tinha uma vida muito diferente da maioria de nós. Era mulher em um mundo machista e profissional dedicada, que casou e teve seis filhos, com tudo o que isso pode representar. Só que ela morreu em uma missão humanitária. Estava no Haiti quando a igreja onde palestrava desabou. Claro que esse não é um exemplo nada fácil de ser seguido, mas sempre podemos fazer alguma coisinha com os talentos recebidos de Deus. Ficou para trás o tempo de ser o bastante não fazermos o mal. É preciso ir além e fazer o bem. Porque não seremos cobrados pelo mal que ainda não pudermos evitar, mas pelo bem que, mesmo podendo, deixarmos de realizar.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>E, para encerrar esse nosso papo de começo de ano, deixo aqui um resumo da mensagem da música “Solo le pido a Dios”, de León Gieco, imortalizada na voz de Mercedes Sosa, outra mulher extraordinária que também há pouco voltou para a Pátria Espiritual: “Só peço a Deus que a dor, o injusto, a guerra, o engano, o futuro não me sejam indiferentes. E que a seca morte não me encontre vazia e só sem ter feito o suficiente”. Um feliz 2010! Que este seja o ano do nosso despertar!</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Pessoal, fica aqui um convite para que assistam ao vídeo Solo le pido a Dios. Há várias versões no youtube, todas belíssimas. Não está conseguindo postar comentário? Faça assim: acesse o blog por etapas; entre em </EM></FONT><A href="http://www.correiobraziliense.com.br/"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>www.correiobraziliense.com.br</EM></FONT></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>; clique em blogs; aí, sim, clique em <STRONG>Blog do Vicente</STRONG>. Ou, se preferir, mande mensagem para </EM></FONT><A href="mailto:maracisantana@yahoo.com.br"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>maracisantana@yahoo.com.br</EM></FONT></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM> e eu me encarregarei de postar seu comentário.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>(*) Psicóloga</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Brasília, 11h35min</FONT></P>
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		<title><![CDATA[MERCADO SOUBE DA INDICAÇÃO DE HAMILTON PARA DIRETORIA DO BC E A ASSOCIOU À DEMISSÃO DE MESQUITA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51958</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os fortes rumores que infestaram o mercado financeiro no meio da tarde de quinta-feira (dia 14), de que o diretor de Política Econômica do Banco Central, Mário Mesquita, teria pedido demissão, surgiram do vazamento da indicação de Carlos Hamilton Araújo para ocupar um cargo de comando na instituição.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os operadores associaram a indicação de Hamilton à esperada saída de Mesquita, devido à proximidade entre os dois e ao fato de Hamilton ter um amplo conhecimento da macroeconomia.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Só no início da noite, quando o BC anunciou oficialmente que Hamilton assumiria a diretoria de Assuntos Internacionais no lugar de Maria Celina Arraes foi que a ficha caiu. E o alívio foi geral. Não só Mesquita ficou no cargo como ainda indicou alguém de sua confiança para cuidar da área externa, deixando o Comitê de Política Monetária (Copom) com um perfil mais conservador.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 15h11min</font></p>
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		<title><![CDATA[COPOM TERÁ UM INTEGRANTE A MENOS NA REUNIÃO DE JANEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51937</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><font size="1"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Com a saída de Maria Celina Arraes da diretoria de Assuntos Internacionais e a demora para a posse de seu sucessor, Carlos </font><font size="2">Hamilton, a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 26 e 27 de janeiro, terá um integrante a menos. Serão sete diretores.</font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1"><span style="font-size: 12pt;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Como não há expectativa de mudança na taxa básica de juros (Selic) nesta primeira reunião de 2010, o quadro mais enxuto não fará diferença nos debates. Pelas previsões do mercado, a Selic só</font> <font size="2">começará a subir a partir de abril para conter possíveis pressões inflacionárias decorrentes do forte crescimento econômico neste ano.</font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h31min</font></p>
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		<title><![CDATA[NOMEAÇÃO DE HAMILTON PARA DIRETORIA DO BC FOI VITÓRIA DE MESQUITA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51936</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">A indicação de Carlos Hamilton Araújo para a diretoria de Assuntos Internacionais do Banco Central foi uma vitória de Mário Mesquita, diretor de Política Econômica, que, curiosamente, foi apontado </font><font size="2">pelos boatos de mercado, durante parte desta quinta-feira, como demissionário do BC. Hamilton era chefe do Departamento de Pesquisas do banco, ligado diretamente à diretoria de Mesquita.</font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"> <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><font size="2"><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Hami</font><font size="2">lton</font></span></font><span style="font-size: 12pt;"><font size="2"><font size="2"> </font>só deverá tomar posse no início de março, pois terá que esperar pela reabertura dos trabalhos do Congresso no mês que </font><font size="2">vem, onde será sabatinado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. <font size="2">Enquanto nã</font></font></span><font size="2"><span style="font-size: 12pt;">o<font size="2"> tiver o seu nome aprovado pelo Senado, a diretoria de Assuntos Internacionais será acumulada por Aldo Mendes, de Política Monetária.</font></span></font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 20h19min</font></p>
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		<title><![CDATA[CARLOS HAMILTON ARAÚJO É O NOVO DIRETOR DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS DO BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51921</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Veja a nota integral divulgada pela Banco Central sobre a demissão de Maria Celina Arraes da diretoria de Assuntos Internacionais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"A licença da diretora Maria Celina Berardinelli Arraes no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) chegou ao fim e ela reassumirá as suas funções naquele organismo internacional, como previsto anteriormente, na próxima semana. Assim, o presidente Henrique Meirelles indicou o servidor de carreira do BC Carlos Hamilton Vasconcelos Araujo, atual chefe do Departamento de Estudos e Pesquisas da instituição, para substituir Celina na Diretoria de Assuntos Internacionais (Direx). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva concordou com a indicação. O presidente Henrique Meirelles determinou que Carlos Hamilton apresente uma proposta de reformulação da Direx, que deverá ser posteriormente submetida à apreciação da diretoria colegiada do Banco Central."</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h29min</font></p>
		]]>
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		<title><![CDATA[MARIA CELINA ARRAES DEIXA DIRETORIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS DO BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51935</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Banco Central deve confirmar em instantes o pedido de demissão da diretora.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h29min</font></p>
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		<title><![CDATA[BC NEGA DEMISSÃO DE MESQUITA E ASSEGURA QUE REUNIÃO DE MEIRELLES COM LULA É "ROTINA"]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51915</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A assessoria de imprensa do Banco Central nega a demissão de Mário Mesquita da diretoria de Política Econômica. E assegura que a conversa de hoje do presidente do BC, Henrique Meirelles, com o o presidente Lula faz parte da "rotina". Quando Lula voltou do recesso de fim de ano, Meirelles estava no exterior. Agora, eles estão tendo a primeira reunião de "trabalho" do ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>Por mais que o BC desminta, o mercado está em polvorosa e acredita no pedido de demissão de Mesquita. O argumento é o seguinte: como Meirelles teria decidido permanecer até o fim do mandato de Lula à frente do BC, Mesquita se sentiu confortável para levar adiante a promessa de deixar o banco sem causar grande nervosismo no mercado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Quando todos davam como certa a saída de Meirelles do BC em abril próximo para concorrer a um cargo público, tanto Mesquita quanto o diretor de Liquidações, Gustavo Matos do Vale, assumiram o comprimisso com o presidente da instituição de permanecerem nos cargos até o dia em que ele saísse. Foi uma forma de evitar mais especulações em torno de mudanças no quadro de diretores do BC.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Agora, com Meirelles desistindo de se candidatar, não há porque Mesquita manter o acordo. Meirelles seria a maior garantia de que nada muda na condução da política monetária.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h14min</font></p>
		]]>
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		<title><![CDATA[RUMORES DE MERCADO: MÁRIO MESQUITA TERIA PEDIDO DEMISSÃO DO BC. MEIRELLES ESTÁ COM LULA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51912</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Está o maior tititi no mercado de que o diretor de Assuntos Econômicos do Banco Central, Mário Mesquita, teria pedido demissão hoje.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, está reunido com o presidente Lula no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória do governo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h42 min</font></p>  
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[HSBC REDUZ JUROS PARA A CASA PRÓPRIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51891</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na disputa cada vez mais acirrada travada pelos bancos no crédito imobiliário, o HSBC começou o ano com o pé no acelerador e reduziu as taxas de juros à clientela que sonha comprar a casa própria.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nos financiamentos de até R$ 150 mil, a taxa baixou de 10% para 8,90% ao ano além da variação da Taxa Referencial (TR). Para os desembolsos entre R$ 151 mil e R$ 500 mil, os juros recuaram de 11% para 10,50% ao ano acima da TR. Já nas linhas de mais de R$ 500 mil, a taxa caiu de 12% para 10,90% ao ano além da TR.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo o diretor de Crédito Imobiliário do HSBC, Antonio Barbosa, o crédito imobiliário é a grande fronteira a ser explorada pelos bancos nos próximos anos, já que, no Brasil, o total de financiamentos representa apenas 3% do Produto Interno Bruto (PIB). No Chile, essa relação é de 17% e, no México, de 10%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para enfrentar a concorrência, o HSBC promete liberar R$ 1 bilhão ao longo de 2010, volume 40% superior ao registrado em 2009. Ele não vê, porém, muito espaço para novas quedas dos juros nos próximos anos, enquanto não houver uma mudança estrutural nas regras da caderneta de poupança, passando pelo fim da obrigatoriedade de os bancos terem que destinar, no mínimo, 65% dos depósitos em crédito imobiliário.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h31min</font></p> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[BRADESCO VÊ VAREJO EM FRANCA EXPANSÃO EM 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51895</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Departamento Econômico do Bradesco está convencido de que o consumo continuará forte ao longo dos próximos meses, garantindo resultados potivos para o varejo. Essa previsão está sustentada no aumento contínuo da renda e do emprego formal, na oferta de crédito e, claro, na confiança dos consumidores no controle da inflação.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo o IBGE, em novembro do ano passado, as vendas do comércio varejista registraram alta de 1,1% em relação a outubro -- a sétima expansão mensal consecutiva -- e avanço de 8,7% sobre o mesmo mês de 2008. Quando se inlui na conta os segmentos de automóveis, autopeças e materiais de construção, o aumento das vendas de outubro para novembro foi de 0,6%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os economistas do Bradesco chamam a atenção para o incremento disseminado das vendas (sete dos 10 segmentos pesquisados pelo IBGE apontaram expansão). Os destaques ficaram foram os segmentos de móveis e eletrodomésticos (+5,9%), material de construção (+2,7%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (+1,9%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+1,2%).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com o desempenho registrado até novembro -- alta de 5,5% -- o varejo terá papel fundamental para evitar que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2009 fique no vermelho.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h19min</font></p>
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		<title><![CDATA[O IMPACTO DA CRISE SOB O ÂNGULO DO EMPREGO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51798</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Vale a pena ler a análise do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) sobre o emprego na indústria em novembro de 2009.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"O emprego industrial apresentou crescimento excepcional em novembro. De fato, a variação de 1,1% com relação a outubro, na série livre de efeitos sazonais, foi a maior desde o início da série histórica do IBGE iniciada em janeiro de 2001. Na comparação com novembro de 2008, o número de ocupados na indústria brasileira ainda apresenta variação negativa (–4,1%), décima segunda taxa negativa, porém a de menor magnitude dos últimos nove meses. Ou seja, também há uma nítida melhora gradativa da taxa de emprego nessa comparação (mês contra mesmo mês do ano anterior).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os dados de novembro também permitem ter uma visão muito mais precisa do impacto da crise na indústria nacional sob o ângulo do emprego. Não foi um impacto pequeno, muito pelo contrário. Para se ter uma idéia, mesmo que daqui para a frente o emprego industrial reproduza mês a mês o forte desempenho de novembro (1,1%), o nível de ocupação do período pré-crise (setembro de 2008) somente será alcançado em abril de 2010, ou ainda, 19 meses após a crise ter se apresentado na indústria brasileira. É como se o setor operasse quase dois anos tentando ir à frente, mas voltando ao mesmo “lugar”. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em outras palavras, o retrocesso ao qual o emprego industrial foi submetido devido à recessão causada pela crise internacional é digno de registro, embora não se deva deixar de sublinhar o fato de que agora, graças à aceleração de novas contratações por parte do setor, exsitam boas perspectivas que apontam para uma superação desse quadro em um período menor do que o imaginado no primeiro semestre de 2009. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com relação ao emprego nos diferentes segmentos da indústria, apesar de não existirem dados dessazonalizados na comparação mês contra mês imediatamente anterior, pode se ter uma idéia da evolução da retomada dos postos de trabalho ao se tomar a série mensal (mês contra o mesmo mês do ano anterior). Em dois segmentos, já se observam variações positivas nos últimos meses – Papel e gráfica e Fumo –, ou seja, os níveis de produção já são maiores do que os registrados em 2008. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nos demais segmentos, as taxas ainda são negativas, mas se pode notar recuperação mais acentuada do emprego (taxas cada vez menos negativas) nos segmentos de Calçados e couros, Têxtil, Vestuário, Refino de petróleo e Borracha e plástico. Apesar de os segmentos de Fabricação de meios de transporte, Produtos de Metal, Metalurgia e Máquinas e equipamentos também apresentarem melhores índices de emprego em novembro, seus níveis ainda são muito baixos comparados aos de 2008."</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília,19h50min</font></p>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[IPCA FECHOU 2009 EM 4,3%, FICANDO, PELO QUINTO ANO CONSECUTIVO, DENTRO DAS METAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51796</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Conforme o esperado, o IBGE divulga nesta quarta-feira (dia 13) que, pelo quinto ano consecutivo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou dentro das metas de inflação. Nas contas de Elson Teles, economista-chefe da Concórdia Corretora, prevê que o indicador cravou 4,3% no ano. Em dezembro, especificamente, a taxa ficou em 0,35% para, ante 0,41% em novembro e 0,28% em dezembro de 2008. Naquele ano, o IPCA total foi de 5,9%, apesar do movimento de alta dos juros e da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo Teles, em dezembro, as maiores contribuições para a alta da inflação vieram dos grupos transportes (0,15 ponto percentual), vestuário (0,06 p.p.), despesas pessoais e habitação (ambos com 0,04 p.p.). "Estamos supondo que o IBGE repetirá o aumento captado nos preços das passagens aéreas no IPCA-15 de dezembro, de 46%, o que representará influência de 0,12 ponto apenas deste subitem. De todo modo, não se pode descartar algum tipo de revisão nesta informação (para baixo), diante da disparidade em relação às pesquisas de outras instituições", diz.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O economista lembra, a título ilustrativo, que a Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou alta de 5,5% das passagens aéreas em dezembro e queda de 25,3% no acumulado do ano. "No caso do IBGE, caso mantenham o lançamento de 46% de reajuste apurado no IPCA-15, o resultado do ano do subitem ficaria em 31,5% positivos", frisa.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h16min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[JUROS REAIS: ONDE ESTÁ O EQUILÍBRIO?]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51793</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">GIOVANNA FRANCO SINISCALCHI (*)</font></p>   <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ao longo dos últimos 12 anos, o Brasil tem experimentado uma trajetória robusta de queda na taxa de juros real.&nbsp; Considerando o período pós-Plano Real, a taxa Selic descontada da inflação acumulada em 12 meses já chegou a níveis próximos a 40% ao ano, entre os anos de 1997 e 19998, e a partir daí vem descrevendo tendência considerável de declínio, atingindo a mínima de 5,4% no final de 20091.<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> Os novos níveis demonstrados pela taxa de juros real efetiva levantam importantes questionamentos: será que essa nova mínima é sustentável no curto prazo? Isto é, ela representa um equilíbrio no sentido de não provocar aceleração na inflação? E no médio e longo prazo, podemos voltar a essa taxa menor?</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> A resposta a essas perguntas é complexa, uma vez que a taxa real de equilíbrio não é diretamente calculável e, portanto, ao ser estimada, carrega um elevado nível de incerteza. Neste Macro-Visão (boletim do Itaú Unibanco), buscamos apresentar as nossas estimativas para esse equilíbrio tanto no curto prazo quanto no médio e longo prazo, que utilizam tanto modelos baseados em séries temporais quanto modelos utilizando painel de dados.</span>  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A série temporal da taxa de juros real no Brasil mostra uma clara tendência de baixa nos últimos dez anos. Entre 2000 e 2002, por exemplo, a taxa de juros real média foi 15,2% ao ano. No triênio seguinte, a média diminuiu para 10% ao ano, e entre 2006 e 2008 caiu ainda mais, para 8,5% ao ano.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Estimações de modelos de série de tempo mostram que a queda do prêmio de risco país foi determinante para a redução da taxa de juros real ao longo dos últimos anos. Além disso, a diminuição das surpresas inflacionárias (diferença entre a inflação esperada e a realizada) também aparece significativa nas estimações que explicam a redução da taxa de juros real neutra da economia brasileira. De fato, os ganhos de credibilidade do Banco Central em cumprir a meta de inflação reduzem o prêmio de risco inflacionário e contribuem para taxas de juros reais de equilíbrio menores.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Há sinais também de que o aumento da razão crédito/PIB tende a reduzir a taxa de juros real de equilíbrio no longo prazo, apesar da possível necessidade de juros reais maiores no curto prazo. A elevação do crédito em proporção do PIB contribui para uma alocação mais eficiente dos recursos na economia. E, também, tende a reduzir o movimento dos juros diante de choques na demanda. Logo, os prêmios de risco tendem a cair, reduzindo as taxas de juros de longo prazo.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para atenuar os efeitos da grande volatilidade da série de juros reais realizados no Brasil, assim como os elevados patamares registrados nos anos anteriores, faz sentido a utilização de um painel. Nesse método, a utilização de informações de diversos países ao longo do tempo ajuda a extrair uma relação entre as características econômicas&nbsp; e o patamar de juros reais de equilíbrio.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Com esse objetivo, selecionamos um grupo de 11 países, com características parecidas com os fundamentos econômicos conquistados pelo Brasil ao longo dos últimos anos. São eles: Austrália, Brasil, Colômbia, Chile, México, Nova Zelândia, Peru, Polônia, África do Sul e Turquia. A periodicidade escolhida para o estudo foi a anual, de forma a reduzir a volatilidade das séries e entender melhor os movimentos de longo prazo. Escolhemos variáveis determinantes para o equilíbrio de juros reais, tais como o hiato do produto, a taxa de inflação, a taxa de desemprego, o resultado primário das contas públicas, o déficit em transações correntes, o rating e o risco país.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Dentre as variáveis escolhidas, o hiato do produto, o resultado fiscal, o déficit em transações correntes e o rating se mostraram significativas para explicar os movimentos da taxa de juros real. Conforme esperado, quanto maior a diferença entre o crescimento efetivo e o potencial, maior a taxa de juros reais. Da mesma forma, quanto maior o déficit em transações correntes ou menor a poupança do governo, maior o juro real. O rating soberano apresentou grande importância na determinação da taxa de juros, indicando que quanto melhor a classificação do crédito, menor a taxa real.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Os resultados, utilizando um modelo com efeitos fixos&nbsp; (permitindo médias de juros reais diferentes para cada país), apontam para uma taxa de juros real de equilíbrio de 7% ao ano para o Brasil atualmente, obviamente levando em conta os valores atuais de rating, déficit em transações correntes, superávit fiscal e hiato de produto.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Portanto, a taxa atual é sustentável? No curto prazo, parece que não. Devido à crise financeira mundial, o banco central brasileiro produziu uma queda agressiva da taxa Selic – cinco pontos percentuais em um intervalo próximo a oito meses – trazendo-a abaixo do nível de equilíbrio atual, como forma de evitar uma queda mais forte da atividade.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Essa diferença entre a taxa de juros real, que nós acreditamos ser de equilíbrio atualmente, próximo a 7%, e a taxa atual efetiva, próximo a 4%, deve produzir (junto com outros fatores, como os impulsos fiscais) uma aceleração significativa do crescimento ao longo dos próximos trimestres, com o fechamento do hiato do produto e o PIB crescendo 6% neste ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> Como consequência, a inflação também deve subir, chegando próximo à meta de 4,5% em 2010, mas ficando acima disto em 2011. Desta forma, o Banco Central terá que elevar a taxa de juros, diminuindo a diferença entre a taxa de juros real efetiva e a de equilíbrio.   <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">E no médio e longo prazo voltaremos a conviver com taxas de juros menores? A resposta é positiva. A taxa de juros de equilíbrio não é estanque. Simulando a sua evolução ao longo dos próximos anos, utilizando as nossas projeções de longo prazo para a economia brasileira, podemos ver que a trajetória é declinante, chegando a 3,5% ao longo dos próximos 10 anos. Esse resultado é consequência de consolidação de um patamar de risco país mais baixo, do aumento da razão crédito/PIB e, de uma forma geral, da&nbsp; melhora dos&nbsp; outros&nbsp; fundamentos econômicos&nbsp; no Brasil.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em suma, nossos estudos indicam a necessidade de um ajuste no curto prazo (em 2010) da taxa de juros nominal por parte do Banco Central. Mas os estudos também indicam que, à medida que os fundamentos da economia continuem favoráveis, o Brasil voltará a conviver com taxas de juros reais mais baixas, já que a tendência da taxa de juros de equilíbrio é claramente declinante ao longo dos próximos anos.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Economista do Banco Itaú Unibanco. Texto escrito em parceria com Aurélio Bicalho e Ilan Goldfajn</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 15h20min</font></p>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[MANDATO DE MEIRELLES NO BIS É PESSOAL. SE ELE SAIR DO BC, BRASIL PERDERÁ ASSENTO NO BC DOS BCs]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51736</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O cargo de integrante do Conselho Diretor do Banco de Compensações Internacionais (BIS), o Banco Central dos bancos centrais, é pessoal e intransferível.</font><font size="2"> Ou seja, se Henrique Meirelles, eleito para ocupar o posto nesta segunda-feira (dia 11), deixar o comando do BC brasileiro em abril deste ano, para concorrer a um cargo político, ou no fim do governo Lula, o Brasil perderá a vaga. Haverá uma nova eleição e o sucessor de Meirelles terá de se candidatar como os representantes dos demais países que integram o BIS e estão de fora do Conselho Diretor.</font></p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"></font><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">As chances de Meirelles concorrer ao governo de Goiás pelo PMDB, o seu partido, ficaram maiores com a desistência do prefeito de Goiânia, Íris Rezende, de entrar na disputa. A desistência de Íris e um consenso em torno de seu nome são considerados pontos vitais para que o presidente do BC aceite entrar na disputa eleitoral.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Meirelles vem dizendo que, a pedido do presidente Lula, estuda permanecer no cargo até o fim do ano. Mas, pelo sim, pelo não, ao se filiar ao PMDB no ano passado, "comprou" uma opção de voltar à vida pública --&nbsp; abandonada em 2002, depois de ser eleito deputado federal pelo PSDB -- para ser o presidente do BC de Lula.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h30min</font></p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[ENTREVISTA: NELSON MACHADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51734</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">ACABOU A ERA DOS MEGARREAJUSTES</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4"> DE SALÁRIOS DOS SERVIDORES</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font><font class="texto" size="2">O ministro-interino da Fazenda, Nelson Machado, acredita que não há mais necessidade de o governo conceder grandes reajustes aos servidores públicos – cuja folha, como mostrou o <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span>, totalizará R$ 1 trilhão nos oito anos da administração Lula. Para ele, no entanto, não dá para cravar que a União não fará correções muito acima da inflação, já que 2010 é um ano de eleições. Ele garante que o grosso do funcionalismo federal recebe hoje rendimentos médios semelhantes aos pagos pela iniciativa privada, funcionando como uma trava a uma possível debandada do setor público. Machado, apontado como o mais poderoso e eficiente secretário executivo da Esplanada dos Ministérios, admite que chegou a hora de o governo desenvolver uma série de ações para melhorar a qualidade dos gastos públicos. Para isso, ele decidiu tocar um conjunto de medidas denominadas macroprocessos. O nome realmente é técnico, mas tem como um dos focos principais o corte de custos e a maior eficiência dos gestores na aplicação dos recursos do Orçamento federal. Há ainda duas frentes de ação: construir a contabilidade patrimonial, para precificar todos os ativos do país, inclusive a Floresta Amazônica e a emissão de gás carbono, e tornar mais eficiente e ágil o pagamento de dívidas à Receita Federal. Para ele, tudo isso significará uma revolução cultural, que não ficará restrita a um único governo. A seguir, os principais trechos da entrevista que o ministro-interino da Fazenda concedeu ao blogueiro e ao repórter <span style="font-weight: bold;">DECO BANCILLON</span>, do <span style="font-weight: bold;">Correio</span>.</font></p>    <!--  <br> -->    <!--  <br> -->  <!--  -->  <!--  <br> -->  <!--  -->  <!--  <br> -->  <!--  <br> -->       <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font><font class="titulo" size="2"> <br></font></p><!-- <font class="chapeu"></font> <br> -->      <!-- <br><font class="sutia"></font> <br> -->  <!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> -->  <!-- <font class="complassinatura"></font> <br> -->   <table style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><p><font class="credito" size="1">Elio Rizzo/Esp. CB/D.A Press  - 1/12/09</font></p></td></tr>  <tr><td class="imagem"><p><font size="2"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20100111/fotos/pri-1101-0801.jpg" border="0"></font></p></td></tr>  <tr><td><p><font class="legenda" size="2"><b> <br> <br>Temos que contabilizar quanto vale a Amazônia, quanto está sendo consumido do Aquífero Guarani, medir os custos de emissão de carbono. Essa contabilidade patrimonial está sendo discutida no mundo inteiro e o Brasil não pode ficar de fora”</b> <br></font></p></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><p><font class="legenda" size="2">&nbsp;</font></p></td></tr></tbody></table>   <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font><font class="texto" size="2"><b>Em recente entrevista ao Correio, o presidente do Banco Central, Henrique Meireles, disse que havia chegado ao fim a era dos megarreajustes de salários dos servidores públicos. Para ele, a prioridade do Orçamento, agora, deve ser o aumento dos investimentos. O senhor concorda?</b> </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Nunca gosto de fazer falas tão definitivas, justamente porque temos aí um processo eleitoral e vamos ter um segundo momento (de decisões). Na minha avaliação, o governo Lula fez uma valorização forte dos servidores e, portanto, isso redundou em reajustes para várias categorias. Acho que hoje (os salários) estão num patamar compatível com o mercado e respeitoso com o funcionalismo. Creio que esse patamar faz jus às responsabilidades que os servidores têm. Nesse sentido, não vejo mais necessidade de grandes reajustes. Agora, de repente, pode ter uma ou outra categoria que ainda está com salários defasados. Mas realmente não vejo necessidade de grandes reajustes para agora.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Os salários foram equiparados aos da iniciativa privada ou estão acima?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Para o nível gerencial, com certeza os rendimentos estão no mesmo nível. Mas se pegar na cúpula das corporações, nem em sonho é possível competir com a iniciativa privada. Existem grandes companhias que contratam com salários exorbitantes. Só que, na média, acredito que os salários pagos pelo governo estão bem. Conheço procuradores que pediram demissão e foram trabalhar lá fora para ganhar mais. Eles estão no topo dos salários. Agora, não há risco (de debandada), mesmo porque lá fora não há espaço para 20 mil pessoas, mas para meia dúzia com esses salários (astronômicos).  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Os grandes reajustes têm provocado questionamento enorme entre os economistas do mercado e do próprio governo sobre a qualidade dos gastos públicos. As críticas são justas? O modelo atual tem de ser revisto?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Não há dúvidas que temos um grande desafio pela frente, o de buscar a melhoria do gasto. Por isso, estamos desenvolvendo um conjunto de ações chamado de macroprocessos. Existe hoje um modelo tradicional de se ver a organização pública, de olhar para as secretarias, os departamentos. Esse modelo funcional, para a gente, é fácil de assimilar. Mas quem está de fora não nos entende. Então, estamos propondo um modelo de macroprocessos. O primeiro deles é o macroprocesso orçamentário financeiro, que é muito complexo, porque não é só do Ministério da Fazenda. Perpassa os órgãos centrais, como a Fazenda, o Planejamento, a Casa Civil, a Secretaria de Controle. É um macroprocesso que nasce na formulação da política pública, passa pela execução do orçamento e só termina quando as contas são aprovadas pelos órgãos de controle. Nosso objetivo é tornar todo esse longo processo mais eficiente, focando nos custos. O objetivo é medir a eficiência dos gestores e cobrar resultados.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>O senhor realmente acredita na maior eficiência dos usos dos recursos públicos? A grande maioria vê falta de planejamento no governo e despreparo. É isso mesmo?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Não vejo dessa maneira. Acho que o Brasil tem um sistema bom de planejamento. Temos virtudes e defeitos. Uma das virtudes é o fato de termos um modelo de planejamento que está estabelecido na legislação. Temos, portanto, um Orçamento de curto prazo. E temos também um de médio prazo, que é o Plano Plurianual (PPA), que tem quatro anos de duração. No Orçamento anual também tem essa previsibilidade, porque contém a diretriz dos gastos que o setor público vai fazer. E mais: esse Orçamento é trabalhado com todos os entes da Federação, União, estados e municípios. Todos trabalham com o mesmo formato de legislação. Por mais difícil que seja compreender os relatórios de Orçamento, há, sem dúvida, uma qualidade, que é a uniformidade. Todos são iguais no Brasil inteiro. Para um país com a extensão que temos, não é fácil fazer isso. Em outros países, por exemplo, não funciona dessa forma. Isso é uma vantagem do nosso sistema orçamentário.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>E os defeitos? Pelo que se percebe, eles são muito mais evidentes, tamanha a gritaria em relação à qualidade dos gastos, aos desvios de recursos, aos sobrepreços.</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Sempre é possível reduzir o custo das ações (do governo) e reduzir os gastos. Há várias maneiras para isso, seja pelo conhecimento do custo das linhas de ação, seja pela busca de novas linhas de ação ou até pela avaliação se a ação executada deve permanecer ou não. Tudo isso está em análise. Mas algumas coisas são culturais. Por exemplo: o governo gasta uma quantidade enorme de dinheiro com passagens aéreas. E sabemos que é possível reduzir essas despesas com reuniões por videoconferência. De alguma forma, isso já acontece. Mas é preciso mais, é preciso que se avalie bem se realmente há necessidade de viagens ou de outro gasto que seja.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>O senhor realmente acredita que será possível mudar a mentalidade, promover uma revolução cultural na formulação e execução do orçamento?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Há várias maneiras de se trabalhar essas questões. A mais clássica é impor limites, cortar pura e simplesmente parte das despesas. Mas aí cito o caso do dono de uma fábrica de calçados que desejava reduzir custos. Ao fim do ano, ele percebe que gastou muito com couro. Então, reduz a quantidade de couro. Mas isso quer dizer que ele fabricará menos calçados ou terá um produto de menor qualidade. No setor público é a mesma coisa. A gente não pode tomar só esse tipo de medida.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Então, qual é o caminho?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">A maneira mais adequada de gerenciar gastos é ter uma cultura de redução de custos. De os dirigentes estarem preocupados em executar mais e melhor com menos recursos. Se eu tiver um processo de capacitação e um processo de divulgação da medida (de redução de custos) já melhora bastante. É uma questão cultural e de informação. Por isso, é essencial que criemos um sistema de custos. Porque ele dará a informação que permitirá que o dirigente de cada órgão altere ou reveja suas ações. Agora, não sejamos inocentes. As coisas precisam de incentivos. Ninguém trabalha sem incentivo. E, muitas vezes, os nossos incentivos são inadequados.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Como assim?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Nas corporações com fins lucrativos, o dirigente está preocupado em aumentar a receita e diminuir o custo porque a medida dele é clara: o lucro. E se ele tiver lucro, tem participação. E se tem participação, ele põe dinheiro no bolso. Os bancos europeus, por exemplo, sobretudo os da Inglaterra e os da França, querem limitar o pagamento de bônus a seus executivos, porque isso faz com que eles assumam riscos desnecessários. Esse é um incentivo inadequado, o que não quer dizer que todo incentivo financeiro seja errado.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Mas quais as implicações disso para o setor público?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Trabalhamos com dotação orçamentária, o que quer dizer que cada órgão tem que trabalhar com os procedimentos de dotação. Vamos supor que um órgão X tenha R$ 100 mil de dotação para gastar no ano. Pelo nosso modelo, o órgão deve fazer licitação e empenhar os valores. Mas digamos que as licitações atrasaram ou que as compras feitas pelo órgão tiveram valores menores do que o que havia sido previsto, gerando economia. Nesse caso, digamos que o órgão gastou R$ 80 mil dos R$ 100 mil a que tinha direito. Qual é a lógica dos órgãos centrais de controle? É assim: faz-se o Orçamento de 2010 olhando para o Orçamento de 2008, porque o de 2009 está em andamento. A avaliação é feita da seguinte forma: se em 2008 o órgão gastou R$ 80 mil e não os R$ 100 mil a que tinha direito, ele só vai receber R$ 80 mil para gastar em 2010. E qual é o incentivo que o gestor público tem para reduzir o seu gasto de R$ 100 mil para R$ 80 mil? Nenhum. Porque ele sabe que no outro ano vai ter que trabalhar só com os R$ 80 mil. E isso fica ainda pior no caso de ele ter postergado alguma despesa para o outro ano, porque, aí, em vez de ter R$ 120 mil para gastar, terá só os R$ 80 mil. É uma lógica estranha.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>É essa a lógica que a Fazenda quer mudar?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Isso é uma cultura que se estabeleceu no mundo. Todos os dirigentes orçamentários têm essa preocupação. Por isso, acredito que uma das coisas que o sistema de custos pode ajudar é trabalhar não com a dotação em si, mas com as quantidades produzidas, os custos de cada órgão. E pode levar a dotação do ano que você não gastou para o outro ano. Hoje, o valor que não foi empenhado no mesmo ano não vai para o segundo, nem em restos a pagar. Porque até essa verba tem que ser empenhada até o fim de cada ano para que esteja liberada para o próximo. É o que a gente chama carry-over (passagem de uma folha à outra) de dotação orçamentária. O nosso regime não permite o carry-over. Ao não permitir isso, abre-se a possibilidade de não alcançar o melhor gasto possível. É claro que os órgãos da ponta sempre têm uma preocupação grande em fazer o carry-over.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>De onde vêm essas resistências?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">A maior delas sou eu mesmo, aqui na Fazenda. Porque é mais difícil administrar o caixa do governo tendo dotações carregadas de anos anteriores. A não ser que façamos uma mudança maior no orçamento, como se discute hoje no Congresso Nacional. Mas se não, imagine como seria administrar o caixa. Tenhamos como exemplo um Orçamento de receitas de R$ 200 e despesas de R$ 200 em um ano. Digamos que um órgão só tenha gasto R$ 170, e decida levar os R$ 30 para o ano seguinte. Nesse caso, como eu conciliaria os R$ 230 de despesas, caso pudesse gastar os R$ 30, com receitas de R$ 200? É um desafio.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">  </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>O fato de não haver o carry-over torna o Orçamento a peça de ficção que todos alardeiam?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Vocês já leram peças de ficção? Todas têm uma base de realidade. Quando se lê A volta ao mundo em 80 dias (do escritor francês Júlio Verne)” é pura ficção. Mas a obra se baseia em um monte de coisas que existem. Então, o Orçamento não ocorre exatamente como está escrito. Até porque seria um feito enorme do ministro do Planejamento (Paulo Bernardo), digno de merecer um Prêmio Nobel sei lá do quê. Tinha que dar um diploma de Deus para o ministro que conseguisse isso. Não tem como. Grande parte da literatura de finanças que discute Orçamento se dedica a analisar as variações entre o planejado e o executado. Porque sempre vai haver diferenças.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Mas para melhorar a gestão dos recursos públicos é preciso ir além do orçamento, não é?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Sim. Por isso, temos dois outros pontos que constituem os macroprocessos. Um se refere à evolução da contabilidade financeira para a patrimonial. Muitos se preocupam apenas se o governo está fazendo ou não superavit fiscal e esquecem a importância de se medir o patrimônio do país. Temos que passar a contabilizar quanto vale a Amazônia, quanto está sendo consumido do Aquífero Guarani, medir os custos de emissão de carbono. Essa contabilidade patrimonial está sendo discutida no mundo inteiro e o Brasil não pode ficar de fora. Outro ponto do macroprocesso trata do crédito tributário. A meta é tornar a vida do contribuinte mais fácil na hora de acertar a sua situação com a Receita Federal e permitir que o recebimento de dívidas seja rápido. Hoje, não há uma conversa entre os órgãos que integram o sistema arrecadador brasileiro: Receita, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. Atualmente, os contribuintes falam com cada um desses órgãos isoladamente porque eles não estão integrados tecnologicamente. O que queremos é que, ao procurar um deles, o contribuinte possa resolver sua pendência independentemente da instância. É um desafio enorme ao qual resolvermos enfrentar. E já está dando resultados positivos.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font class="texto" size="2">Brasília, 17h15min</font></p>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES É O PRIMEIRO BRASILEIRO ELEITO PARA O COMANDO DO BIS, O BC DOS BANCOS CENTRAIS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51733</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, foi eleito nesta segunda-feira (dia 11) membro do Conselho Diretor do Banco de Compensações Internacionais (BIS), o BC dos bancos centrais. Será a primeira vez que um brasileiro ocupará um assento do órgão mundial. Ele é o segundo representante de países emergentes a fazer parte do Conselho. O outro é o presidente do BC da China, Zhou Xiaochuan. O mandato é de dois anos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Até então, a participação do Brasil no BIS era apenas como ouvinte. Agora, participará de todas as decisões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O Conselho Diretor é formado por representantes da Alemanha, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Itália, Japão, Suécia e Suíça. Ou seja, Meirelles terá os mesmos poderes que Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve (Fed); Jean-Claude Trichet, presidente do BC Europeu; Axel Weber, presidente do BC da Alemanha; e Mervyn&nbsp; King, presidente do BC do Reino Unido.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 16h54min</font></p>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[SUA AGENDA, SR. PRESIDENTE]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51638</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font class="texto" size="4">ENTREVISTA: OCTÁVIO DE BARROS</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font class="texto" size="4">"PERÍODO DECISIVO"</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">O chefe do Departamento Econômico do Bradesco, Octávio de Barros, diz que o Brasil está pronto para sair da antessala e ir para o salão principal do sucesso econômico, com forte redução das desigualdades sociais. “Essa decisão está em nossas mãos como jamais esteve”, afirma. Para ele, tudo indica que o país crescerá 6% neste ano, quando os brasileiros elegerão o próximo presidente da República. Ele alerta, porém, que não há como o Produto Interno Bruto (PIB) crescer por anos seguidos nesse patamar, diante das restrições que ainda afligem o Brasil, como a infraestrutura deficiente, a falta de mão de obra qualificada, a pesada carga tributária o excesso de burocracia e o baixo nível de poupança que trava os investimentos no aumento da produção. No seu entender, o grande salto virá se o futuro comandante do país não fugir da responsabilidade de fazer reformas importantes, sobretudo a política, para reduzir o clientelismo, e a tributária, diante da necessidade de se incentivar a formalização e a alocação eficiente de capital e trabalho, com consequências vitais para a produtividade de toda a economia. Barros ressalta que, ao ser escolhido para sediar a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, o país assumiu um novo status no mundo. Mas, para ele, isso não quer dizer que todos os problemas estão resolvidos. “Precisamos aprofundar os avanços dos últimos anos, passando por temas como educação e infraestrutura, e o aumento da eficiência da economia", avisa. Isso será possível, acredita Barros — uma das principais referências do pensamento econômico do país —, porque, finalmente, o Brasil está se livrando da visão curtoprazista e pensando o longo prazo. Ele diz mais: neste ano, o Brasil terá que lidar com pressões inflacionárias decorrentes do forte crescimento econômico. E para os que veem na alta do dólar a solução para todos os problemas enfrentados pela indústria exportadora, assinala: “Se câmbio resolvesse todos os problemas, a indústria argentina seria mais completa e competitiva do que a nossa, o que reconhecidamente não é o caso”. A seguir, os principais trechos da entrevista que o economista concedeu ao blogueiro e ao repórter <span style="font-weight: bold;">DECO BANCILLON</span>, do <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense.</span></font></p>   <!--  <br> -->    <!--  <br> -->  <!--  -->  <!--  <br> -->  <!--  -->  <!--  <br> -->  <!--  <br> -->       <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><!-- <font class="chapeu"></font> <br> -->    <!-- <br><font class="sutia"></font> <br> -->  <!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> -->  <!-- <font class="complassinatura"></font> <br> -->   <table style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><p><font class="credito" size="1">Simone Marinho/Agência O Globo - 6/12/05</font></p></td></tr>  <tr><td class="imagem"><p><font size="2"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20100110/fotos/pri-1001-1101.jpg" border="0"></font></p></td></tr>  <tr><td><p><font class="legenda" size="2"> <br> <br>Temas como a qualidade da educação e a melhora da infraestrutura emergem como prioridade absoluta na sociedade. Esse consenso gera incentivos para que não existam passos para trás em relação ao que já foi conquistado” <br> <br>Creio que seja bastante factível alcançar uma taxa média de crescimento da economia em torno de 6% ao ano, de forma sustentável, ao longo das próximas décadas. Basta fazermos a lição de casa corretamente” <br></font></p></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><p><font class="legenda" size="2">&nbsp;</font></p></td></tr></tbody></table>   <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font><font class="texto" size="2"><b>O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, tem dito que o Brasil viverá, na próxima década, um processo semelhante ao que se viu nos Estados Unidos no início do século passado, de grande mobilidade social e melhoria das condições de vida. Não é esperar demais, uma vez que, ao contrário dos EUA, o Brasil não se preparou como devia, ao não melhorar o nível da educação e a sua infraestrutura?</b> </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">O Brasil avançou de forma significativa nos últimos 15 anos, tanto do ponto de vista macroeconômico, com o aumento da previsibilidade, quanto do ponto de vista social, com a redução da desigualdade de renda, a incorporação de vastas camadas da população nos mercados consumidores e a universalização da educação básica. Naturalmente, essas duas óticas, a macro e a social, estão relacionadas entre si. Foram avanços relevantes, mas que, certamente, não exaurem a agenda do Brasil como país que, em muitos aspectos, ainda se encontra em estágios iniciais de desenvolvimento. O que há de especial no momento atual é que, superados temas como a inflação descontrolada e elevada, a volatilidade macroeconômica e o analfabetismo, há mais consenso do que divergência em torno dos próximos passos a serem seguidos. Agora, temas como a qualidade da educação e a melhora da infraestrutura emergem como prioridade absoluta na sociedade. Esse consenso gera incentivos para que não existam passos para trás em relação ao que já foi conquistado. O país, que sempre lidou com crises e mazelas sociais consideradas intransponíveis, agora está na antessala do sucesso. Cabe a nós a decisão de continuar na mesma sala ou ir para o salão principal. Essa decisão está em nossas mãos como jamais esteve. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Bancos e governo têm traçado cenários muito bons para o Brasil nas próximas duas décadas. Nesse período, o PIB do país quase quadruplicará, a renda per capita passará dos US$ 30 mil, nível de Primeiro Mundo, a inflação tenderá a se estabilizar entre 3% e 4% e os juros, caírem para níveis mais civilizados. Enfim, os números mostram um país mais rico e justo. Dá para acreditar nesse cenário? Por quê?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Creio que sim. E o motivo principal é que nos credenciamos para esse cenário, com políticas econômicas acertadas nos últimos anos, que reduziram a volatilidade macroeconômica histórica. Mas apenas nos credenciamos. É necessário, agora, reunir as condições que faltam para que atinjamos uma situação melhor, ou seja, para que possamos dar um salto. Para isso, será necessário aumentar a poupança doméstica, inclusive do ponto de vista do setor público, bem como aprofundar os avanços macroeconômicos dos últimos anos e avançar com as reformas microeconômicas que faltam. Creio que seja bastante factível alcançar uma taxa média de crescimento da economia em torno de 6% ao ano, de forma sustentável, ao longo das próximas décadas. Basta fazermos a lição de casa corretamente. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Apesar de toda a perspectiva positiva que se vê pela frente e das lições aprendidas nos últimos 15 anos, quando se consolidou a estabilidade econômica, o Brasil ainda continua com uma visão curtoprazista, com o debate voltado para temas conjunturais, como câmbio e juros. Por que essa insistência?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Talvez porque sempre houve, na nossa história, uma preocupação muito grande para minimizar os impactos de crises domésticas e externas. Costumo dizer que somos craques em lidar com crises. O longo prazo acabava sendo uma reflexão de luxo, restrito aos meios acadêmicos, diante da necessidade de enfrentar os frequentes problemas que nos atingiam. À medida que o país continuar amadurecendo, as reflexões em torno de uma agenda, de um projeto, ficarão mais disseminadas na sociedade como um todo. Essa é a minha aposta, que parece estar se confirmando. Por exemplo, hoje as empresas nos pedem cenário de longo prazo, o que quer dizer cinco ou 10 anos à frente. Pouco tempo atrás, se contentavam com as projeções para o ano corrente ou o seguinte, no máximo. Trata-se de uma conquista atingida pelos ganhos de previsibilidade. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Pela primeira vez, desde que o país se redemocratizou, parece que o debate eleitoral vai mudar: em vez de olhar para trás, criticar o que o governo atual fez, os candidatos terão que apresentar propostas concretas para garantir novos avanços. O senhor acha que finalmente as adiadas reformas serão colocadas como prioridade na campanha à presidência da República que se avizinha? Por quê?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Espero que as reformas sejam colocadas sim, mesmo porque os custos associados à ausência delas tem sido grande e a sociedade começa a percebê-los de forma mais clara, passando a exigi-las das autoridades. No nosso cenário, o Brasil deverá crescer 4,6% em média na próxima década, caminhando para 5% à medida que nos aproximarmos de 2020. Esse cenário embute avanços incrementais em termos de reformas. A questão é que poderíamos crescer mais, de forma sustentável, com a realização de reformas mais profundas, tanto macro quanto microeconômicas. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Das reformas alardeadas, qual o senhor considera inevitável, que terá de ser feita no próximo governo, seja quem for o vencedor? Por quê? </b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">São várias as reformas necessárias para que o país dê o salto que mencionei anteriormente, mas destacaria, as reformas política e tributária. No primeiro caso, para abrir caminho para outras reformas. A ideia é melhorar o processo decisório no âmbito político, conciliando de forma mais eficiente representatividade e governabilidade, bem como restringir o espaço para comportamentos clientelistas. No segundo caso, porque é necessário racionalizar o sistema tributário do país, gerando incentivos para a formalização e a alocação eficiente de capital e trabalho, com consequências para a produtividade de toda a economia. Creio que serão reformas inevitavelmente presentes na próxima gestão, diante dos custos elevados, já percebidos pela sociedade, de não fazê-las. De qualquer forma, há outras reformas que precisarão ser encaminhadas, como a da Previdência e as chamadas reformas microeconômicas. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Há um clima de euforia em torno dos ganhos que o Brasil poderá ter com a Copa do Mundo, as Olimpíadas, o pré-sal. Esses eventos realmente terão impactos positivos na economia? </b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Costumo lembrar que o anúncio de Pequim, em 2001, como sede das Olimpíadas de 2008, mais do que um evento esportivo, pode ser lido como o reconhecimento de que a China ganhara, no começo da década, um novo status na economia global. O Brasil também vem ganhando um status diferenciado, mas, como disse antes, é preciso continuar avançando. Vejo a Copa, as Olimpíadas e a exploração do pré-sal como grandes oportunidades para fazermos algumas coisas que demorariam muito. Os investimentos constituem parte essencial desses eventos, mas podem ser lidos como meios para acelerarmos o crescimento potencial da economia. Tirar proveito ou não será uma escolha da sociedade brasileira. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Há riscos de frustração, de mais uma vez o país do futuro ficar só na promessa? </b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">O grande risco é sermos lenientes com os nossos problemas econômicos e sociais diante do sucesso em curso. Não é porque o investidor estrangeiro ingressa de qualquer modo ou porque saímos na capa da The Economist e fomos escolhidos para sediar a Copa e as Olimpíadas que está tudo resolvido. Precisamos aprofundar os avanços dos últimos anos, passando por temas como educação e infraestrutura, e aumentar a eficiência da economia. Com isso, é possível acreditar em um cenário bem melhor para o Brasil do que temos hoje. A crença disseminada de que o que foi feito até agora já basta é equivocada e poderia causar retrocessos indesejados em termos de política econômica. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Onde entra o meio ambiente no processo de desenvolvimento sustentado do Brasil? </b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">O conceito de desenvolvimento vai muito além das fronteiras meramente relacionadas ao crescimento econômico. Relaciona-se também à melhora do padrão de vida da sociedade, redução das desigualdades sociais, universalização da educação com melhorias de qualidade e maior representatividade política e social, temas que interagem entre si e com o crescimento do PIB. Nesse sentido, preocupações com o meio ambiente são legítimas, uma vez que esse tema influencia diretamente a qualidade de vida das pessoas. Países como China já começam a manifestar maior preocupação com o desenvolvimento sustentável. Este é um tema que também deve estar presente no Brasil. A despeito da necessidade de maior crescimento, de geração de riqueza, aqui também, nos temas ligados ao meio ambiente, precisamos olhar um pouco mais para o longo prazo, de forma que o crescimento se torne mais sustentável. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Muitos veem como perigoso o fato de a pauta de exportações brasileiras ter voltado a ser dominada pelas commodities, superando a participação dos manufaturados, fato que não ocorria há mais de 30 anos. Isso o preocupa?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> Em primeiro lugar, é necessário fazer algumas ressalvas em relação à classificação dos produtos na nossa pauta exportadora. Bens que sofrem algum processamento industrial, mas que têm relação muito próxima com as commodities, como é o caso dos produtos metalúrgicos e dos derivados de petróleo, podem ser classificados como quase-commodities. Se considerarmos esse conjunto de produtos e as commodities tradicionais, chegamos a algo como 65% da nossa pauta exportadora. Esse ganho de participação está associado à forte expansão da demanda mundial por commodities nos últimos anos, sobretudo a demanda da China, país que, em virtude da crise global, tornou-se o nosso principal mercado consumidor neste ano, superando os EUA. Neste momento de forte contração da economia global, a concentração da pauta em commodities e em quase-commodities pode ser vista como algo positivo, uma vez que, diante do aumento de vendas para o mercado chinês, impediu uma queda ainda maior das nossas exportações totais. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Com a recuperação da economia global neste ano é possível ver a retomada das exportações de manufaturados?</b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">Acreditamos que as exportações de manufaturados vão se recuperar, em linha com a retomada do crescimento global. Projetamos altas de 5,8% no preço e de 11,9% no quantum exportado desses bens. Portanto, a queda de embarques desses produtos verificada em 2009 foi conjuntural. Também há um componente estrutural relacionado à mudança de preços relativos nos últimos anos, a favor das commodities e em detrimento dos manufaturados. Novamente, a China aparece com papel de destaque nesse processo, ao pressionar os preços de manufaturados para baixo com seus produtos bastante competitivos e baratos, e os preços de matéria-prima para cima, com sua forte demanda. Olhando para a frente, acredito que o processo de mudança de preços relativos a favor das commodities, ainda que sujeito a correções cíclicas de curto prazo, deverá ser suficientemente longo. Isso, contudo, deve ser visto como uma oportunidade para que países com forte viés de exportações de commodities, como o Brasil, ganhem tempo para avançar com reformas estruturais que possibilitem um salto qualitativo em suas economias. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">  </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b> <br></b></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>Há motivos para alarde em relação à forte valorização do real frente ao dólar? </b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">No caso específico da taxa de câmbio, temos os dois lados da moeda. Se, por um lado, a valorização do real reduz a rentabilidade do setor exportador e aumenta as importações em geral, por outro, traz benefícios em termos de barateamento das compras de máquinas e equipamentos importados e atenua as pressões inflacionárias. Agora, se câmbio resolvesse todos os problemas, a indústria argentina seria mais completa e competitiva do que a nossa, o que reconhecidamente não é o caso.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"> <br> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">  </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><b>O senhor vê riscos de aumento da inflação neste ano de eleições presidenciais? </b> </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2">No nosso cenário para 2010, projetamos expansão de 8,7% da demanda doméstica, ante crescimento de 6% do PIB. Esse descompasso, ao gerar pressões sobre as contas externas e/ou os preços domésticos, motivo pelo qual apostamos em deterioração do deficit em conta corrente, de 1,4% do PIB neste ano para 3,1%, e aceleração inflacionária, com o IPCA alcançando 4,7%. Assim, esse desequilíbrio impõe desafios relevantes para o gerenciamento da política macroeconômica. O próprio Banco Central, em seu último relatório trimestral de inflação, aponta a possibilidade de ocorrência desse descompasso como fator a ser monitorado. Descompassos entre demanda e oferta não podem ser mantidos no longo prazo, o que sugere que não dá para crescer 6% por dois ou três anos seguidos. A meu ver, as maiores restrições estão no lado da oferta. Inegavelmente o crescimento potencial do país aumentou nos últimos anos, mas é necessário avançar mais, desbastando o emaranhado de constrangimentos e restrições que impedem a expansão dos negócios em vários aspectos. Temas como a baixa qualificação da mão de obra, as deficiências de infraestrutura, as incertezas institucionais e as distorções geradas pelo sistema tributário, entre outros, devem ser encaminhados nos próximos anos para que a oferta cresça em ritmo mais forte, respondendo ao crescimento da demanda. Somente assim poderemos crescer 6% ou mais, de forma sustentável, por vários anos seguidos.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font class="texto" size="2"><font style="font-style: italic;" size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Brasília, 17h10min</span></font> <br></font></p>  
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		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51652</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 131px; height: 178px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"><font size="1">CRÔNICA</font></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; background-color: rgb(255, 204, 153);"><font size="2">lulupisces@gmail.com</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">QUESTÃO DE MÉRITO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br>Com a consciência um tantinho pesada de ter declarado publicamente gastos astronômicos em apenas um dia na crônica do domingo passado, estava conversando com o meu primo por email e ele me disse: “Pare de afirmar que você não é uma dessas burguesas fúteis porque eu já sei disso”. Sim, ele sabe, mas e os outros milhares de leitores? Posso ter perdidos muitos fãs naquele dia.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Na mesma troca de correspondência, o primo brincou com a minha reclamação trabalhista: resumir, durante as férias forenses, em uma única matéria, dez decisões importantes de cada ministro do STJ. “Minha cara, tem que ganhar muito bem para fazer uma chatice destas”, ele arrematou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Sabe, até que não acho chato, mas concordo que o juridiquês é de lascar. Os temas às vezes são muito bons, as questões jurídicas intrigantes, as decisões apaixonadas e até revoltantes. Ou seja, tem um bocado de emoção envolvida, mas precisava ter tanto jargão broxante? Tira todo o clímax da história.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">E para recuperar a “beleza” e importância do que os ministros julgam na mais importante corte infraconstitucional (que julga em última instância disputas judiciais que não “afrontem” a Constituição) cá estamos nós, jornalistas sofredores, que não somos formados em Direito e precisamos, aos trancos e barrancos, decifrar o Código da Vinci de cada cérebro ministerial e também de alguns oficiais de gabinete que, não raro, são mais dramáticos que a do próprio magistrado.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Estou há 13 anos encaixando quebra-cabeças jurídicos, tentando levar um pouco de informação digna e compreensível aos cidadãos, mas até hoje me deparo com termos e expressões que nunca vi antes. Onde é que esses juristas estudaram, hein? Pra ser advogado, juiz ou desembargador é fundamental aprender uma língua extraterrestre, acredite.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Astreintes.&nbsp; A palavra inédita da semana. Posso até sentir a falsa sensação de que estou ficando mais culta. Porém, na verdade, estou ficando é mais fechada no umbigo petulante do Judiciário. Os ministros deveriam ler meu protesto, mas tenho a leve impressão de estar ferindo o Código de Conduta do STJ. Ministros, portanto, não leiam, tá?</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Já descobriram o que são astreintes? São multas cominatórias. O pior que é não são “culminatórias”, de cúmulo do empolado. Ficaram na mesma? Eu também. Vamos procurar no dicionário ou perguntar aos universitários que cursam Direito, obviamente.&nbsp; Mas só para aqueles que vão passar no exame da Ordem, porque a coisa está feia.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">E assim os incautos jornalistas que trabalham com a árdua tarefa de traduzir votos e relatórios vão escrevendo matérias, lendo, relendo e morrendo de medo de ter entendido as decisões de cabeça para baixo porque boa parte dos ministros e de seus assessores acha que se expressar em línguas alienígenas soa mais respeitável ou, quem sabe, chique.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Meu bem, hoje eu estou muito “teratológica”, não vai rolar, falou? Já pensou se a gente encontrasse qualquer fumus boni iuris como desculpa para dizer não? Taí, o juridiquês é uma espécie de língua do P, de Esperanto: só com paciência de paquiderme e “excesso de prazo” suficientes a gente aprende direito (sem trocadilho).</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Uma colega da equipe outro dia falou: “Vocês já notaram que mandam os jornalistas cobrirem o Judiciário como uma espécie de castigo?” Só pode ser. Quem fez uma cagada na redação agora paga: vai fazer a cobertura do que sai no STJ e no STF para deixar de ser mané.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">“Ab initio insta observar, se o crime é um fato típico e antijurídico, como se falar em conduta penalmente punível se o elemento subjetivo não se ultimou?” Pois é, como? E agora, com licença que eu tenho outra missão quase impossível nas mãos: 20 decisões de uma ministra que precisam ser transformadas em uma única matéria frankenstein. E eu nem posso entrar com uma liminar para a editora me deixar quieta no meu canto! Isso sim é que é cerceamento de defesa!!! Pelo exposto, devidamente “coagida”, haverei que ir em frente. Entretanto, datíssima vênia, férias urgem.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span>.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 10h20min</font></p>
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		<title><![CDATA[INDÚSTRIA DEVE CRESCER 10% EM 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51593</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">ARTIGO</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">MARISTELLA ANSANELLI E GUSTAVO ARRUDA (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A produção industrial registrou queda de 0,2% em novembro na comparação com outubro e estimativas prévias para dezembro sinalizam para mais um número ligeiramente negativo na margem. Fortemente influenciados por ajustes do setor automotivo, não acreditamos que estes resultados sinalizem uma mudança de tendência, mas somente uma acomodação na trajetória de crescimento da indústria. Sustentamos, desta forma, nossa estimativa de crescimento de 10% na produção industrial em 2010. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O recuo marginal da produção industrial em novembro, o primeiro resultado negativo do ano, foi fortemente influenciado pelo desempenho do setor automotivo, fatia importante da indústria brasileira que tem apresentado oscilações relevantes nos últimos meses. O setor havia realizado importante recomposição de estoques em outubro após as fortes vendas impulsionadas pela redução do IPI, o que inflou o resultado de outubro e provocou consequente acomodação em novembro e dezembro. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A análise dos demais setores, no entanto, mostrou desempenho bem mais positivo, com crescimento de 2,1% no setor de bens intermediários e de 6,1% no setor de bens de capital. Com a perspectiva de recuperação em 2010, os investimentos já começaram a mostrar crescimento consistente, após forte queda ao longo do último ano, o que deve impulsionar o desempenho da indústria geral. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Neste contexto, o perfil do crescimento da indústria em 2010 deve ser diferente do ocorrido em 2009. O setor de bens de capital, que reflete os investimentos, deve ser um dos grandes destaques, com grande contribuição para o crescimento geral. O setor automotivo, por outro lado, que teve suas vendas antecipadas em 2009 por conta da redução do IPI, deve ser um propulsor menos importante para o crescimento da indústria neste ano. </font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Economistas do Banco Fibra.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 17h59min</font></p>
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		<title><![CDATA[EM SETE ANOS DE GOVERNO LULA, FLUXO CAMBIAL FICOU POSITIVO EM US$ 178,3 BILHÕES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51500</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Beneficiado por um período excepcional de expansão da economia mundial, o governo Lula registrou um fluxo cambial positivo de US$ 178,3 bilhões. Nos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso, mesmo com o processo de privatização, o saldo ficou negativo em US$ 26,2 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para o economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do Banco Central, a entrada maciça de dólares no Brasil nos últimos sete anos foi um reflexo da consolidação da política macroeconômica, iniciada em 1994, com o Plano Real. Na avaliação do economista Felipe França, do Banco ABC Brasil, com os três graus de investimento dados pelas agências de risco, o país entrou de vez no radar dos grandes investidores globais. Além disso, o Brasil ampliou de forma considerável a sua inserção no comércio internacional. <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Daqui por diante, porém, o volume de dólares direcionados ao país deverá diminuir, sobretudo depois de se iniciar o esperado processo de alta das taxas de juros nas economias maduras, sobretudo nos Estados Unidos.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 16h50min</font></p>
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		<title><![CDATA[BANCOS APOSTAM NA ALTA DO DÓLAR]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51476</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ainda que tenham reduzido em quase US$ 1 bilhão entre novembro e dezembro as apostas na alta do dólar em relação ao real, os bancos fecharam o ano mostrando confiança na recuperação da moeda americana.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Pelas contas do Banco Central, as chamadas posições compradas do bancos fecharam 2009 em US$ 3,391 bilhões, o triplo do verificado no fim do ano anterior (US$ 1,013 bilhão), quando o dólar estava em disparada por causa da crise mundial.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas que ninguém espere por um grande salto do dólar. Com a economia dos Estados Unidos ainda fraquejando em 2010, a tendência é de que os preços da divisa americana oscilem entre R$ 1,70 e R$ 1,80.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h10min</font></p>
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		<title><![CDATA[NA CONTA FINANCEIRA, APENAS 38% DOS RECURSOS QUE SAÍRAM NA CRISE VOLTARAM PARA O BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51492</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Apesar de o fluxo cambial de 2009 ser motivo de comemoração dentro do governo e no mercado, não se pode esquecer que, na conta financeira, na qual se mede de forma mais intensa o humor dos investidores, pouco mais de um terço dos recursos que saíram no Brasil por causa da crise mundial retornou.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em 2008, a conta financeira havia ficado negativa em US$ 48,88 bilhões. No ano passado, o saldo ficou positivo em US$ 18,81 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A conta financeira inclui os investimentos em bolsa de valores, as aplicações em títulos públicos e os investimentos estrangeiros diretos, voltados para o aumento da produção e do emprego.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 13h02min</font></p>
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		<title><![CDATA[BANCO CENTRAL COMPROU US$ 27,48 BILHÕES NO ANO PASSADO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51471</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Não fosse a forte presença do Banco Central no mercado comprando o excesso de dólares que entraram no país, a valorização do real frente à moeda americana teria sido ainda maior do que o verificado. Do saldo positivo de US$ 28,48 bilhões, o BC comprou 95,64% ou US$ 27,48 bilhões.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>Com isso, as reservas internacionais do país, que encolheram ligeiramente no auge da crise mundial no fim de 2008, encerraram o ano passado com crescimento de US$ 32,24 bilhões, para o recorde de US$ 239,054 bilhões.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h55min</font></p>
		]]>
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		<title><![CDATA[FLUXO CAMBIAL FICOU POSITIVO EM US$ 28,7 BILHÕES EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51475</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A entrada de recursos estrangeiros no Brasil em 2009 mostrou um país muito distante da crise mundial. Dados consolidados pelo Banco Central apontam que o fluxo cambial ficou positivo em US$ 28,7 bilhões ante um saldo negativo de US$ 983 milhões em 2008.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O saldo foi positivo tanto na conta financeira (US$ 18,8 bilhões) quanto na comercial (US$ 9,9 bilhões). Diante da forte entrada de recursos no país, os preços do dólar não resistiram e caíram quase 25%.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 12h47min</font></p> 
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		<title><![CDATA[PARA O BRADESCO, DEMANDA DOMÉSTICA CONTINA FORTE, APESAR DO RECUO DA PRODUÇÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51467</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A despeito de a produção industrial ter registrado queda de 0,2% em novembro frente a outubro, já descontando os efeitos sazonais, o que corresponde a uma alta de 5,1% em relação ao mesmo mês de 2008, conforme divulgado nesta quarta-feira (dia 6) pelo IBGE, o chefe do Departamento Econômico do Bradesco, Octávio de Barros, mantém o otimismo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">"Esses resultados ficaram abaixo das nossas estimativas e das do mercado, que contemplavam alta de 0,9% e 1,0% na margem e expansão interanual de 6,5% e 5,5%, respectivamente", diz ele em relatório a clientes. "Mas, para os meses adiante, mantemos nossa leitura favorável para o desempenho da indústria, tendo em vista a recuperação consistente da produção de bens intermediários e bens de capital. Somado a isso, não devemos nos esquecer de que os indicadores de demanda final, divulgados recentemente, continuam fortes, com destaque para as importações e o nível de utilização da capacidade instalada, elaborado pela FGV, referentes a dezembro", acrescenta.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Segundo o Bradesco, analisando os dados desagregadamente, 15 dos 27 setores industriais acompanhados pelo IBGE registraram recuo na margem, com destaque negativo para a produção de bens de consumo, puxada para baixo pela queda de 2,2% da indústria automotiva. O banco ressalta, porém, a manutenção do bom desempenho dos setores de bens de capital e bens intermediários, que cresceram 6,1% e 2,1%, nesta ordem.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Em 2009, até novembro, a produção industrial acumulou queda de 9,3%, ficando 5,9% abaixo do patamar mais elevado da série atingido em setembro de 2008.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 11h46min</font></p>
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		<title><![CDATA[ARRUDA VETA ALA DE PANETONES NA BEIJA-FLÔR]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=51449</link>
		<!--<pubDate>09.02.2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		  <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A escola de samba de Nilópolis, que contará os 50 anos de Brasília na Marquês de Sapucaí, bem que tentou dar um tom de deboche no desfile deste ano, ao colocar uma ala de panetones na avenida do Carnaval. Mas teve de recuar diante da pressão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), acusado de chefiar um esquema de corrupção na capital do país. O GDF dará R$ 3 milhões à Beija-Flôr pelo enredo.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A ala dos panetones seria inspirada na justificativa dada por Arruda para os R$ 50 mil que recebeu de Durval Barbosa, seu ex-secretário de Assuntos Institucionais, em vídeo difundido em todos os meios de comunicação do Brasil e do mundo. O dinheiro, segundo o governador, teria sido uma doação para a compra de panenotes para a população carente de Brasília.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Todo o processo de convencimento dentro da Beija-Flôr para desistir da ala dos panetones foi comandado pelo secretário de Cultura do DF, Silvestre Gorgulho.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Mas que ninguém espere complacência do povão que estará nas arquibancadas com o desfile da escola da Nilópolis. A vaia deverá ser grande. Muita gente na Beija-Flôr está arrependida de ter cedido aos encantos de Arruda para levar a história de Brasília à passarela do samba. Mas o dinheiro prometido pelo governador falou mais alto. Que vergonha!.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><span style="font-style: italic;">Brasília, 11h28min</span>&nbsp;</font></p> 
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