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<category>Blog Dzai</category>
<description>Economia e Finanças</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog do Vicente</title>
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<title>Blog do Vicente</title>
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<language>pt-br</language>
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		<item>

		<title><![CDATA[CRESCIMENTO DE 1,8% EM 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25829</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Em reunião com dirigentes de fundo de pensão de Brasília e analistas de mercado, o diretor da Atlântica Investimentos, André Barbieri, traçou perspectivas nada animadoras para a economia brasileira em 2009.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Pelas suas contas, o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá apenas 1,8% no ano que vem com inflação de 5,5%, acima, portanto, do centro da meta perseguida pelo Banco Central. Ou seja, a recessão que já assola os países mais ricos vai chegar por aqui nos próximos meses sem dó nem piedade. Para 2010, a previsão é de expansão econômica de apenas 2,6%.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Vamos ver quando o governo acordará para tal realidade. Não adianta ficar mascarando a realidade cruel que nos espera.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 17h41min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[DÓLAR VAI ROMPER OS R$ 2,50 RAPIDAMENTE, DIZ ANALISTA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25828</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Um dos mais atentos analistas do mercado de câmbio, Mário Paiva, da Corretora Liquidez, acredita que o processo de valorização do dólar está longe do fim. Para ele, até a próxima semana, a moeda americana já estará sendo negociada acima de R$ 2,50, tamanha é a escassez de divisas estrangeiras no mercado.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nem mesmo as constantes atuações do Banco Central, que entre ontem e hoje (terça e quarta-feiras) despejou quase US$ 8 bilhões no mercado, serão suficientes, pelo menos neste momento de tanta incerteza, para conter a arrancada do dólar.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 17h28min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[SEM CRÉDITO, BANCOS ESTRANGEIROS DÃO DESCONTOS PARA PAGAMENTO ANTECIPADO DE DÍVIDA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25827</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os operadores de câmbio identificaram grandes compras de dólares nos últimos dias por empresas e bancos que têm dívidas no exterior. Estão atendendo ao chamado de instituições financeiras de todas as partes do mundo, que, sem crédito, estão dando descontos de até 15%&nbsp;nos pagamentos antecipados.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Segundo José Roberto Carrera, da Fair Corretora, as antecipações de pagamento de dívidas são boas tanto para devedores quanto para credores. Do lado dos bancos e empresas brasileiras (incluindo importadores e exportadores), como há perspectiva de mais alta nos preços do dólar, o melhor é usar o desconto e pagar logo os débitos do que ver o endividamento crescer feito bola de neve. Para os bancos credores, sem liquidez, receber antecipado dá um alívio e tanto no caixa.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=2>No meio da crise, que ninguém sabe quando e como vai acabar, os agentes de mercado vão buscando todo tipo de solução para sair do sufoco.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 17h20min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[FUGA DE R$ 1,3 BILHÃO DA BOVESPA EM DUAS SEMANAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25798</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O analista Alexandre Marques Filho, da Elite Corretora, fez as contas: somente nas duas primeiras semanas de novembro, os investidores estrangeiros retiraram R$ 1,295 bilhão do pregão da Bolsa de Valores de São Paulo. Em um único dia, quarta-feira (12), as saídas chegaram a R$ 846,8 milhões.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ainda hoje (quarta, dia 19), o Banco Central divulgará o fluxo cambial da primeira quinzena deste mês. Pelo que se viu na Bovespa, o déficit será grande.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 12h06min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES SINALIZA QUE PICO DA INFLAÇÃO JÁ PASSOU]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25786</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quem participou da reunião de ontem (terça-feira, dia 18) no Palácio do Planalto, garante ter ouvido do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que pior do foco inflacionário passou. Os números preliminares da inflação de novembro, segundo o presidente do BC, já estariam refletindo a menor demanda mundial por commodities, reflexo da crise.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Mas, apesar da ressalva,&nbsp; Meirelles não deu qualquer indicativo de que chegou a hora de o Brasil começar a cortar juros.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 10h55min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[CONSIDERAÇÕES DO BANCO PROSPER SOBRE NOTA DO BLOG]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25763</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <BR> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2>O Prosper, com sede no Rio de Janeiro, encaminhou o seguinte texto ao <SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">blog</SPAN>, o qual reproduzo na íntegra:</FONT></P> <BR> <BR><FONT style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif" size=2><EM>“O Prosper demitiu 46 funcionários em decorrência da crise financeira global. Como se sabe, todas as empresas que atuam no mercado financeiro estão enxugando seu quadro de pessoal para poder enfrentar este período de turbulência que não tem prazo para acabar.</EM></FONT> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><EM>Da unidade de crédito consignado que ficava na Senador Dantas, foram demitidos 14 funcionários, já inclusos no total de 46. A área de negócios não foi desativada totalmente. Quatro funcionários foram transferidos para a sede do banco em Botafogo e cinco estão trabalhando na loja&nbsp; da Rua São José, no Centro do Rio, que aguarda liberação de alvará de funcionamento para abertura oficial.&nbsp; Inclusive, várias instituições que atuam neste segmento estão paradas, esperando uma sinalização quanto à taxa de juros adequada a ser praticada no mercado.</EM></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2> <BR><EM></EM></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><EM>Corrigindo: o Prosper tem filiais em São Paulo, Brasília e Salvador. Nunca tivemos filial em Belo Horizonte. As filiais de Salvador e Brasília demitiram apenas um funcionário cada e permanecem em funcionamento normal. Inclusive, contratamos mais uma pessoa para Salvador para tocar a área comercial localmente.</EM></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2> <BR><EM></EM></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><EM>O banco conta com duas áreas que foram criadas recentemente: área de Novos Produtos e Novos Investimentos. A primeira tem por objetivo desenvolver operações sob medida para clientes, atendendo às novas e futuras demandas do mercado. Já a de Novos Investimento foi criada para capitalizar companhias de pequeno e médio portes. Nesse caso, o Prosper poderá auxiliar nas tomadas de decisões estratégicas, adquirindo parte das empresas, sem se tornar controlador. </EM></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2><EM>O Marcelo Sharp saiu da corretora como decorrência de uma mudança na gestão da mesma, que agora está sob a responsabilidade de Armênio dos Santos Gaspar Neto, ex-Fator.”</EM></FONT></P> <P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2> <BR></FONT></P> <P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT size=2>Brasília, 20h17min</FONT></P> <BR>
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		<title><![CDATA[COMISSÃO DO ORÇAMENTO PREVÊ CRESCIMENTO ENTRE 2,8% E 3,5% PARA 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25758</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Tem muita gente da Comissão Mista do Orçamento insatisfeita com o excesso de otimismo do governo apesar de toda a gravidade da crise financeira mundial. Por isso, a ordem foi projetar cenários mais realistas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, usados para atualizar as projeções do Orçamento da União do ano que vem.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Nas contas dos técnicos, a variação do PIB deve ficar entre 2,8% e 3,5%. Qualquer percentual acima disso, alegam eles, será fantasia, terá um viés puramente político, o que não é recomendável quando se trata de estimar receitas e despesas para um país do porte do Brasil.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">A expectativa é que ainda nesta terça-feira (dia 18), o governo feche suas previsões econômicas e as apresente amanhã (quarta-feira, dia 19) à Comissão, para que, na sexta-feira (dia 21), o projeto ganhe sua feição definitiva e seja encaminhado para votação no Congresso.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 18h59min</font></p>
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		<title><![CDATA[BNDES QUER DINHEIRO DO FUNDO SOBERANO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25743</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A equipe econômica está se debatendo sobre o que fazer com o 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) destinado ao Fundo Soberano, caso este não seja aprovado pelo Congresso. A hipótese mais aventada entre os assessores do ministro da Fazenda, Guido Mantega, é de que os cerca de R$ 14,5 bilhões sejam gastos ao longo de 2009 em obras de infra-estrutura, com impacto bastante positivo para a economia, que, conforme informou o <STRONG>blog</STRONG> em nota abaixo, pode entrar em recessão.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, diz que, se não houver a aprovação do Fundo Soberano e o governo não tiver projetos concretos para usar a bolada, o dinheiro pode ir para os cofres da instituição, que vem recebendo pedidos de financiamentos além da sua capacidade de atendimento.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O ideal, no entanto, seria o governo usar o dinheiro do Fundo para abater dívida. Com isso, dará um refresco e tanto ao Banco Central para manejar a política de juros.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 16h22min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[SERRA VEM A BRASÍLIA AMANHÃ PARA ANUNCIAR, COM LULA, A VENDA DA NOSSA CAIXA PARA O BB]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25740</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Se não houver nenhuma mudança na agenda, o governador de São Paulo, José Serra, pousará em Brasília no início da tarde de amanhã, quarta-feira (dia 19), provavelmente para anunciar, com o presidente Lula,&nbsp;a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os dois combinaram o anúncio ontem (segunda-feira, dia 17), em São Paulo. O negócio deve movimentar cerca de R$ 7 bilhões, dos quais aproximadamente R$ 5 bilhões irão para os cofres do governo paulista e R$ 2 bilhões para os acionistas minoritários da Nossa Caixa.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 15h37min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[MEIRELLES, OS JUROS E AS REFORMAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25727</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, decidiu encampar de vez o discurso pró-reformas. O objetivo é criar um contraponto à pressão que o BC enfrentará nos próximos meses para reduzir a taxa básica de juros (Selic), mesmo com a inflação muito acima do centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5%.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Meirelles acha que, sozinho, os juros não vão resolver os problemas na economia criados pela crise externa. Para ele, a sociedade deveria encampar os projetos de reformas (tributária, trabalhista e previdenciária), que não só deixarão o país mais&nbsp;protegido de intempéries externas, como ampliarão o potencial de crescimento econômico.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=2>Resta saber se todo o governo está disposto a endossar esse discurso. Pelo que tenho visto até agora, tudo não passa da blábláblá.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 11h30min</EM></FONT></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[BRASIL FLERTA COM A RECESSÃO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25701</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O que os analistas consideravam inimaginável um mês atrás, já começa a se desenhar no horizonte de muita gente: a possibilidade de o Brasil registrar um leve e curto período de recessão, com a queda do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre deste ano e nos primeiros três meses de 2009, por causa do agravamento da crise internacional e da brusca retração do consumo e da produção. “Não será nenhuma catástrofe, pois logo a economia recuperará o fôlego, fechando o próximo ano com crescimento acumulado de 3%”, diz o economista-chefe do Banco BES Investimento, Janckiel Santos, à repórter <span style="font-weight: bold;">Edna</span> <span style="font-weight: bold;">Simão</span>, do <span style="font-weight: bold;">Correio Braziliense</span>. Pelas suas contas, o PIB encolherá 0,5% entre outubro e dezembro e 0,1% entre janeiro e março.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Ainda que sejam números inexpressivos, a teoria econômica assegura que, dois trimestres consecutivos de queda do PIB, já caracteriza recessão. “Mas não sei se essa é a melhor definição em relação ao Brasil. Para que pudéssemos dizer que o país realmente passará por uma recessão no sentido exato da palavra, teríamos que ver a diminuição da atividade e do consumo sendo acompanhada de um forte aumento do desemprego e de uma significativa queda da renda. O que não é o caso”, assinala Santos. “Os resultados do PIB do último trimestre do ano e dos primeiros três meses de 2009 pegarão o auge da crise mundial. Os números refletirão uma freada para arrumação, mas não uma economia em retração, como é visível nos Estados Unidos, na Europa e no Japão”, destaca.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Para Aurélio Bicalho, economista do Banco Itaú, independentemente da discussão de se o termo recessão caberá ou não ao Brasil, o certo é que os riscos de os PIBs do quarto e do primeiro trimestres serem negativos são muito elevados. Ele ressalta que, à primeira vista, é difícil imaginar uma economia que vinha se expandindo a um ritmo acima de 5% apresentar um tombo tão forte. Mas olhando o histórico do país e a forma como a crise o pegou, a queda “é mais fácil do que parece”. Ele, inclusive, se junta ao grupo mais pessimista de economistas, cujas estimativas apontam para crescimento de apenas 2% em 2009. “Em momentos de maior insegurança em relação ao futuro, as decisões de consumo e de investimento são adiadas. Logo, menor é a expansão do PIB”, afirma.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Na avaliação da economista-chefe do Banco ING, Zeina Latif, o fator determinante para a retração do PIB por dois trimestres consecutivo será a indústria automobilística, muito dependente do crédito, que anda escasso e caro. Ela ressalta que, pelas contas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor representa 7% de toda a indústria brasileira. Mas a Federação Nacional das Distribuidoras da Veículos (Fenabrave) diz que tal participação do setor vai muito além das montadoras, o que faz com que o peso de toda a cadeia automotiva chegue a 14% da indústria. “Como a produção e as vendas do setor estão em queda, a ponto de as empresas darem férias coletivas, não há como se esperar um resultado positivo da indústria e, muito provavelmente, do PIB no último trimestre do ano”, afirma Zeina, lembrando que a retração do crédito afetará quase todos os setores de bens duráveis.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Diretor da Concórdia Corretora, o economista Ricardo Amorim endossa essa visão. Mas, no seu entender, além do tombo no mercado interno, provocado pela expressiva redução na confiança dos empresários e dos consumidores, o Brasil se ressentirá do encolhimento das exportações. A despeito de o grosso das vendas externas brasileiras seguirem para os países emergentes, que, mesmo em um ritmo menor do que o ano passado, continuam em expansão, 42,42% dos produtos vão para a Zona do Euro, Reino Unido, Japão e Estados Unidos, todos em recessão e consumindo cada vez menos. “São tempos difíceis, que refletem todos os estragos da crise”, assinala.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br>Mais otimista, o economista-chefe da SLW Asset Management, Carlos Thadeu Filho, acredita que o aumento da renda dos trabalhadores, a formalização do mercado de trabalho e a injeção que quase R$ 80 bilhões na economia por meio do 13º salário farão com que o consumo das famílias se mantenha firme, segurando o PIB do último trimestre de 2008. Nos primeiros três meses do ano que vem, porém, não terá escapatória: os impactos da crise vão se somar à ressaca de início do ano e do Carnaval e derrubar o PIB, para desespero do governo. Ciente das projeções do mercado, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, garante que o Brasil sofrerá menos com a crise do que muitos países. Para o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, as estimativas dos analistas não têm consistência, devido à falta de números concretos sobre o desempenho da economia no terceiro e no quarto trimestres do ano.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 21h53min</font></p>
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		<title><![CDATA[SERVIDORES GAÚCHOS DIZEM AMÉM ]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25705</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br> <br> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Depois de anos e anos sem saber se receberiam ou não o décimo-terceiro salário, os 319 mil funcionários do governo do Rio Grande do Sul vão poder respirar aliviados: a governadora Yeda Crusius avisou que o benefício será pago integralmente no dia 5 de dezembro próximo. Serão R$ 584 milhões, dinheiro que dará um gás extra na economia gaúcha nesses tempos de crise.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br> </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">O salário será pago com recursos do próprio governo. Um feito e tanto se for levado em conta que, desde 1994, o governador de plantão era obrigado a recorrer a empréstimos bancários para arcar com tais despesas.</font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br> </font></p> <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Brasília, 19h30min</font></p>  <br>
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		<item>

		<title><![CDATA[DEMISSÕES E FECHAMENTO DE NEGÓCIOS NO BANCO PROSPER]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25686</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Está péssimo o clima no Banco Prosper. Há um mês, a instituição vem sendo varrida por uma onda de demissões, de encerramento de negócios e de fechamento de filiais.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A unidade de crédito consignado, que funcionava na Rua&nbsp;Senador Dantas, no Centro do Rio, foi desativada e todos os trabalhadores foram para a rua. Os dois escritórios de consignado que funcionavam em Salvador e em Belo Horizonte tiveram o mesmo destino.</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O Prosper também acabou com a área de novos negócios. E craques das áreas de bolsa e de renda fixa, como Marcelo Sharp, André Segadilha&nbsp;e Carlos Cintra, foram demitidos.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Tudo por causa da crise.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 17h48min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[PARA ZEINA LATIF, ALTA DO DÓLAR ESTÁ MAIS LIGADA À AVERSÃO A RISCO E À LIQUIDEZ]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25682</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Sempre equilibrada e com uma ampla visão da economia, Zeina Latif, economista-chefe do Banco ING, discorda dos analistas que estão atrelando a forte alta do dólar à piora das expectativas para as contas externas, conforme nota publicada neste <STRONG>blog</STRONG>. Na sua avaliação, a arrancada da moeda americana está mais ligada a problemas de liquidez e à grande aversão a risco.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Zeina ressalta que a piora&nbsp;nas projeções para as contas externas&nbsp;começou muito antes do estouro da crise internacional, em setembro. Mesmo assim, os preços do dólar continuaram caindo. Por isso, não crê que a arrancada da moeda americana vá se manter por muito mais tempo. "Infelizmente, não estão olhando os fundamentos do país. Se isso estivesse acontecendo, certamento o real estaria com desempenho melhor do que o de outras moedas de países emergentes", destaca.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A economista está convencida, ainda, de que o impacto da alta do dólar na inflação será minimizado pela forte retração das commodities agrícolas e pela queda dos preços industriais no mercado internacional. "Muita gente não está levando esses dois fatores em consideração. Mas basta ver o resultado da segundo prévia do IGP-M de novembro, de 0,49%, para constatarmos que os alimentos já estão se sobrepondo à alta do dólar. E isso ficará mais claro nos índices de preços ao consumidor", afirma.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Por isso,&nbsp;Zeina mantém&nbsp;sua projeção de 4,5% para o IPCA&nbsp;em 2009, bem abaixo da mediana do mercado, de 5,2%, e dos 4,8% estimados pelo Banco Central.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 17h13min</EM></FONT>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[DÓLAR REFLETE FORTE DETERIORAÇÃO DAS CONTAS EXTERNAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25675</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os analistas estão cada vez mais pessimistas em relação às contas externas brasileiras, o que vem se refletindo nas cotações do dólar, que bateram nos R$ 2,30 nesta segunda-feira (dia 17). Com a recessão declarada no Japão e na Zona do Euro e o tombo previsto nos Estados Unidos, as exportações brasileiras tendem a cair drasticamente, diminuindo o fluxo de dólares para o Brasil. Juntas, essas três regiões consomem mais de 40% de tudo o que é vendido pelo país.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Como não se espera uma queda na mesma proporção das importações, o saldo comercial deste ano, de pouco mais de US$ 20 bilhões, tenderá a se transformar em déficit em 2009. Com isso, o rombo nas transações correntes com o exterior ficará maior. Os analistas temem, porém, dificuldades para o financiamento desse buraco, uma vez que os investimentos estrangeiros diretos (na produção) e o fluxo de capitais para títulos públicos e para as bolsas de valores tendem a escassear.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>E pensar que, durante um bom tempo, os analistas disseram que, do ponto de vista das contas externas, o Brasil deveria ter sido elevado a grau de investimento (investment grade) muito antes da chancela dada neste ano pela Standard &amp; Poor's e pela Fitch Ratings. Nada como um crise para mostrar a realidade nua e crua.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 16h31min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[O LADO PERVERSO DA CRISE]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25668</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><IMG style="WIDTH: 86px; HEIGHT: 104px" height=122 src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/9b0cceec8602ce831af7a96d48777bec.jpg" align=left></P> <P><FONT face=" size=" size=1 sans-serif? Helvetica, Arial, Verdana, 1?>ARTIGO</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>JOSÉ LUIZ RODRIGUES (*)</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><A href="mailto:joseluiz@jlrodrigues.com.br"><FONT style="BACKGROUND-COLOR: #33ffff" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>joseluiz@jlrodrigues.com.br</FONT></A></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>A máxima da última semana foi a notícia do restabelecimento do crédito, com preço salgado e prazos reduzidos. Até agora, o que mais vimos e ouvimos falar foi sobre a crise de Wall Street e da Avenida Paulista, referências de centros dos mercados financeiros dos Estados Unidos e Brasil. Ouvimos, sobre os grandes ajustes econômicos, sobre os governos injetando quantias incalculáveis para aquecer as economias, sobre a ajuda que veio nas mais diferentes formas: compra de ações, títulos, carteiras de crédito, oferta de linhas de crédito, renúncia fiscal e por aí vai.</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Acredito que, por mais difícil que seja o entendimento da crise devido ao volume de informações e análises sofisticadas, ninguém tem mais dúvida de que ela começou com a negligência das autoridades reguladoras do mercado financeiro dos Estados Unidos. Começou com os especuladores que, com ganância de lucro rápido e fácil e a falta de controle das atividades por parte do Estado. supervalorizaram mercados e companhias, construindo um castelo de cartas que agora ruiu. É fácil encontrar no mercado companhias sérias e produtivas avaliadas em bolsas de valores com números menores do que o seu caixa. Nesse processo, o inverso prevaleceu, com companhias ruins e vazias avaliadas a valores espetaculares. Isto é possível? Você venderia seu porta-notas por valor inferior aos reais que carrega?</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Em especulação tem os que ganham e os que perdem. Então, onde estão os trilhões que o mundo perdeu. Quem vai pagar a conta? <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>As necessidades dos países em desenvolvimento são muito diferentes dos desenvolvidos, situação reconhecida pelo G-20 que, neste final de semana, resolveu reconhecer e atacar a crise de frente, mesmo antes que o novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tome posse.</EM></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Com tudo isso, a notícia perversa que passará a ocupar a mídia de agora em diante, é a de que, depois da orgia no crédito que fez a economia aquecer e endividar os cidadãos, é chegada a hora de o cidadão comum receber e pagar a fatura. A este, ninguém ajuda. <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>O processo Já começou. Crédito difícil, seletivo e caro. Em seguida, vêm os aumentos de preços que tiram o poder de compra. Depois, o desemprego e, daí, a inadimplência que, somada à falta de recursos no mercado, agrava-se e tira os pequenos e médios bancos, as financeiras e outros agentes do mercado, aumentando a concentração bancária e a estratificação na concessão de crédito, que inibe a rolagem das dívidas já assumidas. <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>O que vem depois, sabemos, <SPAN style="COLOR: black">é que as pessoas comuns devolvem as “credenciais de cidadão” ao governo e voltam para a margem </SPAN>da sociedade, perdendo para os seus credores grande parte do que conquistaram, com o produto de décadas de muito trabalho.</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Não que todo este processo de ajuste econômico não seja necessário e importante, mas todas as medidas adotadas demoram e muito para chegar à sociedade. E enquanto não chegam, será que a sociedade receberá, também, garantia de emprego pelas indústrias ajudadas pelo governo com recursos do orçamento? Será que terá, também, flexibilização para pagamento de impostos e empréstimos bancários, ou vai, mais uma vez, ter que treinar para correr de cobradores e oficiais de justiça?</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>O caso é sério. Neste final de semana, foram vários os anúncios de oportunidades incríveis de negócios, principalmente na oferta de imóveis e de bens duráveis, <SPAN style="COLOR: black">incentivando o consumo a crédito. As declarações de países ricos e pobres estão iguais, mandando o povo gastar sem</SPAN> medo para aquecer os negócios e abreviar a crise. Não podemos nos esquecer de que a nossa necessidade é diferente.</EM></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Temos que, antes de mais nada, combater a inflação. Manter o crescimento adiando os custos da crise para o futuro é perverso. Já vivemos esta história. Governos tendem a manter suas políticas populistas para ganhar eleições. Será que não é o nosso caso?<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Na hora de gastar, temos que pensar em nós mesmos, analisando se realmente temos condições. Temos que ser mais seletivos na hora de assumir compromissos. Não podemos nos esquecer de que a fatura vem.</EM> </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 8pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>(*) Sócio da JL Rodrigues, Carlos Atila &amp; Consultores Associados, Organização de instituições e Normas do Sistema Financeiro. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Brasília,15h01min</FONT></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[ARMADILHAS PARA O GOVERNO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25603</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P><!--  --> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20081116/fotos/chargeeco.jpg" align=right>Por trás do otimismo que o governo tenta passar diante da severa crise internacional, que já empurrou os países mais ricos para a recessão, há um clima de extrema preocupação. Ao traçarem os cenários para os próximos dois anos, tanto o Banco Central quanto o Ministério da Fazenda reconhecem que o Brasil caiu em armadilhas das quais sairá muito arranhado. Qualquer que seja o ângulo de análise, a travessia da economia brasileira será turbulenta. Conciliar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) com inflação dentro das metas exigirá esforço monumental. O problema é que ninguém sabe até onde o governo está disposto a ir para manter as rédeas sob controle e não deixar que as importantes conquistas dos últimos anos se percam no meio do caminho. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>“Teremos um teste duríssimo pela frente”, diz o economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luís Otávio de Souza Leal. “Há o risco de a inflação chegar a 7% no acumulado de 12 meses no terceiro trimestre de 2009. Tecnicamente, essa taxa, muito distante do centro da meta perseguida pelo BC, de 4,5%, exigirá aumento dos juros. Mas como o BC conseguirá elevar a taxa básica (Selic) com a economia em forte desaceleração?”, questiona. Para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se os juros subirem, os problemas com o crédito, que foi uma das alavancas do consumo e dos investimentos, tendem a se agravar, minando a expansão econômica. Na avaliação do presidente do BC, Henrique Meirelles, tal argumento é válido. Mas deve-se lembrar que a missão do banco é manter a inflação dentro das metas, ainda que isso implique aumento dos juros. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A inflação, afirma Maristella Ansanelli, economista-chefe do Banco Fibra, está subindo de forma veloz por causa da disparada do dólar, cujo repasse para os preços é rápida. Ela ressalta, porém, não ver ainda motivos para aumento dos juros. “As incertezas são enormes. Que a economia vai crescer menos, está claro. Mas ninguém sabe quanto. Que a inflação vai subir, também está certo. Mas ninguém sabe quanto. Foi por isso que o BC suspendeu, no mês passado, o aumento da Selic, esperando por um cenário menos nebuloso”, assinala. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na opinião do economista Marcelo Nonnenberg, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é preciso lembrar que as commodities (grãos, petróleo e minérios), com significativo peso na inflação, estão em queda em todo o mundo. “Assim, haverá um processo de compensação com a alta do dólar”, diz. Independentemente desse resultado, acrescenta Nonnenberg, é preciso ficar claro que o BC não pode deixar a inflação sair do controle, pois os estragos serão pesados. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Para Fábio Susteras, economista do Private Bank do Banco Real, contar com a queda das commodities para minimizar o impacto do dólar sobre a inflação pode resultar em decepção. A seu ver, em vez de recuo, os preços dos alimentos vão subir nos próximos meses, por três razões básicas. Primeiro: os insumos usados para o plantio, quase todos importados, ficaram bastante caros com a alta do dólar. Segundo: o crédito escasseou e encareceu. Terceiro: a safra a ser colhida será menor, ou seja, oferta reduzida sempre resulta em preços maiores. “Por isso, é provável que o BC seja obrigado a elevar os juros entre o fim deste ano e o primeiro semestre de 2009”, ressalta. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><B>Gastos e Juros</B>  <BR>A política monetária também tende a ser pressionada pelo próprio governo, destaca Elson Teles, economista-chefe da Corretora Concórdia. Na ânsia de manter a demanda doméstica aquecida diante da queda das exportações, devido à retração da economia mundial, o governo tem dado uma série de estímulos ao consumo, especialmente pela oferta de crédito por meio dos bancos públicos. Mas a demanda aquecida pode manter as importações firmes. E com as vendas externas do país em baixa e o menor valor dos produtos exportados, o saldo comercial desabará. “Nesse contexto, é possível que o Brasil saia de um superávit de US$ 20 bilhões em 2008 para um déficit de US$ 10 bilhões no próximo ano”, emenda Luís Otávio Leal. “Se isso acontecer, a piora nas contas externas será enorme.” </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>E não há exagero em tal previsão. Fábio Susteras lembra que, com o mundo em recessão, as multinacionais que estavam ampliando seus investimentos reduzirão o fluxo de recursos. Por tabela, os investidores que perderam mais de US$ 32 trilhões com as quedas das bolsas também vão diminuir as aplicações no país. O resultado será uma grande dificuldade do Brasil em financiar seu balanço de pagamentos externos, fato que tende a pressionar as cotações do dólar e, claro, a inflação. “Tudo isso nos leva a crer que a vulnerabilidade externa do país aumentará, sobretudo porque o BC terá que continuar gastando as reservas cambiais”, frisou. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O que torna o cenário mais sombrio, avalia Joel Bogdanski, economista do Banco Itaú, é a perspectiva de aumento dos gastos públicos. Esse tema reabriu o fosso que separa o presidente do BC e o ministro da Fazenda. Até pouco tempo, os dois vinham com um discurso unificado. Mas Mantega passou a pregar uma política anticíclica como forma de minimizar os estragos da crise, combinando mais gastos com juros em baixa. Meirelles acredita que o consumo interno, baseado no aumento da renda e do emprego, continua firme, exigindo cautela nas políticas fiscais e monetárias. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No meio dessa disputa, o relevante a ser destacado é que o governo contratou gastos irreversíveis, como o reajuste do funcionalismo e do salário mínimo, num ano em que a arrecadação vai diminuir em função do menor crescimento. “Para conciliar gastos maiores e receitas em queda, só restará ao governo reduzir o superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida), de 4,3% do PIB. Uma taxa de 3,8% não será problema, mas um percentual menor do que esse será visto como descontrole”, diz Sustera. </FONT></P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT class=texto face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Em meio a tantos problemas, sentencia Elson Teles, o presidente Lula necessitará de equilíbrio para escolher o caminho menos tortuoso. Mesmo que para isso arrisque o desejo de fazer seu sucessor em 2010, quando, na melhor das hipóteses, a economia começará a recuperar o fôlego.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 18h26min</EM></FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25565</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		 <br><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"><img style="width: 106px; height: 112px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align="left"></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">CRÔNICA</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br><span style="background-color: rgb(255, 204, 153);">lulupisces@gmail.com</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="4">IMAGENS DA MECA</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"></p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:none; 	mso-hyphenate:none; 	mso-layout-grid-align:none; 	punctuation-wrap:simple; 	text-autospace:none; 	font-size:12.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-font-kerning:.5pt;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} </style> <![endif]-->                            <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Dei um pulo em Sampa City na semana passada. Foi a primeira vez que pousei em Congonhas após as tragédias aéreas que abalaram o país. A minha minifobia de avião voltou imediatamente. As mãos suadas, a angústia no peito. Nem a tática de ler uma história envolvente deu certo. Olha que eu estava me deliciando com um conto da Diablo Cody (aquela ex-stripper que ganhou o Oscar de Roteiro Original por Juno) publicado na revista Piauí. Taí uma publicação bem legal que consegue ser intelectual sem ser pedante como a Bravo, que dá no saco com sua aura inatingível (assim como o caderno Ilustrada da Folha).<o:p></o:p> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Mas a história da Diablo Cody era hilária, quase me fez esquecer as agruras de estar numa lata de sardinhas no meio das nuvens. Eu ria como uma lunática. Uma cena de filme nonsense. O problema é que o passatempo acabou segundos antes de o avião começar a descer no meio do horizonte de prédios. Como todo fóbico, comecei a me torturar com pensamentos macabros tipo espero rever o sorriso meio banguela do Rômulo novamente e ouvir os “o-que-é-isso”<span style="">&nbsp; </span>desconcertantes do Tomás.  <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Apesar de toda a expectativa pessimista, sobrevivi para mais uma aventura pela cidade que amo. São Paulo é sempre um prazer, porém achei Sampa mais descuidada e engarrafada – se isso é possível – desta vez. Talvez por ter ficado mais perto do centro, hospedada na rua Maria Antônia. A estação de metrô mais próxima era a da República e passear pelo coração da locomotiva, que sempre me alegrou, me deixou um pouco cabreira. Tanta gente morando na rua, muitos mendigos, bandos deles. Calçadas esburacadas, lugares abandonados...<o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p></o:p>De qualquer modo, a Paulicéia Desvairada é o canto do Brasil mais perto do mundo civilizado da boa cultura, do caldeirão de gentes e atitudes, da gastronomia de qualidade.<span style="">&nbsp; </span>As metrópoles me fascinam e tive a fantástica oportunidade de morar em duas delas: São Paulo e Nova Iorque. Daí o amor que sinto por ambas. Acho que Sampa é para os brasileiros o que Nova Iorque significa para os americanos: uma mescla de mundo-cão e glamour.<o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p></o:p>Imagino como era a Big Apple nos anos 80 e o poder de atração daquele lugar decadente, imoral, tão diferente dos subúrbios perfeitinhos que pululam nos EUA. A Manhattan que convivi já estava esterelizada deste submundo, mas ainda guardava suas marcas de rebeldia. E aí reside o grande lance da grande maçã: eterno imã de quem busca o ecletismo.<o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p></o:p>São Paulo ainda é a Nova Iorque de 30 anos atrás. As coisas no Brasil não mudam em décadas, mas em séculos e olhe lá. Sampa não tem anestesia, mas mantém o brilho. Ainda é o lugar para se tomar um banho de cultura de rua, de fazer, como dizem meus amigos austríacos, “window shopping”, de ir a peças teatrais embasbacantes e sair delirando a pé no meio da noite pela Avenida Paulista. E foi exatamente o que fizemos, eu e minhas amigas Isabel e Maria Luísa, após assistir a um assombro de interpretações em “Rainhas, duas atrizes em busca de um coração”.<span style="">&nbsp; </span>Se for para lá, não perca.<o:p></o:p> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Também conferimos a Bienal que realmente só me entediou com o seu vazio de idéias. Terá sido esta a proposta? Já houve edições bem mais interessantes, o que faz soar o alarme: São Paulo não pode perder o pique, pois se já está a três décadas de Nova Iorque hoje, está na hora é de correr pra não ficar datada. Não quero que a minha cidade querida, referência fundamental do Brasil que se pretende maior, entrando em colapso existencial.<o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p></o:p>E então a gente vai na Fundação Maria Luísa e Oscar Americano e muda de perspectiva. Ufa, acho que São Paulo tem futuro sim. Que lugar maravilhoso, que projeto de impecável valor é esse que oferece concertos dominicais que deixam a alma em enlevo. Todos made in Brasil aqueles músicos, intérpretes excepcionais de composições atemporais.</font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2">Todavia o que me deixou mais boquiaberta nesta viagem (São Paulo deveria estar no cronograma de visitas de todo brasileiro pelo menos uma vez por ano) foi a gentileza de uma moradora. Acreditava que as megacidades engolissem por completo a humanidade das pessoas, mas ainda há esperança quando uma estranha oferece carona a três outras estranhas e uma gostosa conversa flui deste encontro.<o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"> <br><font size="2"><o:p></o:p></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><font size="2"><o:p></o:p><span style="font-size: 12pt;"><font size="2">Nunca esperei afagos de São Paulo, mas ela me ofertou este gesto. Dizem os especialistas que o tripé da felicidade é formado por otimismo, gratidão e gentileza. Nestes dias em Sampa, pude </font><font size="2">experimentar fartas doses dos três. Por muitos acontecimentos que não cabem no reduzido mundo dos textos para blogs, posso garantir que fui feliz e soube disso.</font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste <span style="font-weight: bold;">blog</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2"> <br></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="2">Brasília, 00h01min</font></p>
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		<title><![CDATA["MAIS FÁCIL DO QUE PARECE"]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25570</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">  <br></font><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">O economista Aurélio Bicalho, do Banco Itaú, diz que o crescimento da economia brasileira pode desacelerar para 2% em 2009. À primeira vista, ressalta, o tombo na expansão de 5,3% em 2008 para 2% no próximo ano parece improvável. "Contudo, a crise mundial afeta a economia brasileira por vários canais de transmissão, sendo suficiente para empurraro PIB (Produto Interno Bruto) para baixo", afirma.</font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">  <br></font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Além disso, destaca Bicalho, comparações com os últimos três períodos de desaceleração no Brasil sugerem que o caminho na direção de um crescimento mais baixo é mais fácil do que parece. "A deterioração do cenário internacional e suas conseqüências na economia doméstica levam a revisões na projeção do PIB de 2009 cada vez mais para baixo", acrescenta. A expectativa é que o crescimento no próximo ano fique entre 2% e 3%. "Porém, é crescente a probabilidade de alcançar a banda de baixo dessa projeção", assinala.</font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">  <br></font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Segundo o economista, são diversos os canais de transmissão da crise para a economia brasileira. "Em resumo, o menor crescimento mundial e a queda do preço das commodities vão reduzir o ritmo de alta das exportações. Além disso, a redução da liquidez internacional levará a um menor crescimento do investimento e do consumo. Esses componentes da demanda interna também devem perder força por causa do aumento da incerteza", lista Bicalho.</font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">  <br></font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Em momentos de maior insegurança em relação ao futuro, enfatiza o economista do Itaú, as decisões de consumo e investimento são adiadas. "Logo, menor é a expansão do PIB", frisa. Bicalho destaca que uma outra fonte redutora do crescimento é o aumento da taxa de juros. E para conter a demanda que crescia a taxas superiores ao compatível com a estabilidade de preços, o BC elevou a taxa Selic de 11,25% ao ano para 13,75%.</font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">  <br></font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">"Essa alta de 2,5 pontos percentuais ainda não afetou substancialmente a demanda agregada. Mas a alta dos juros e a atividade econômica estão com um encontro marcado para 2009. Ou seja, não há como escapar dos efeitos negativos ao crescimento que estão por vir devido à elevação dos juros", afirma o economista. Que indaga: "Será que todos esses efeitos são suficientes para empurrar o crescimento em 2009 para cerca de 2%?".</font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">  <br></font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">A resposta, segundo ele, é sim. " Na verdade, mesmo que a economia ainda cresça ao redor de 0,45% por trimestre, na média, em 2009, o PIB vai para 2%. Esse ritmo de crescimento parece baixo, mas supera as taxas médias verificadas nos últimos três períodos de desaceleração da economia brasileira (excluindo o período da crise de energia em 2001)", assinala.</font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">  <br></font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Bicalho lembra que a crise asiática, em 1997, jogou o crescimento do PIB do Brasil para o terreno negativo. No fim de 2002, as incertezas eleitorais representaram um choque na economia. "E o crescimento? Foi 0,1% por trimestre. No fim de 2004, o BC começou um aperto monetário que durou até maio de 2005. O efeito da alta dos juros pegou em cheio o PIB a partir do 2º semestre de 2005. Resultado: 0,42% de crescimento por trimestre em média até o 2º trimestre de 2006", afirma.</font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"> <br></font></p><p><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Portanto, diz o economista do Itaú, a desaceleração está a caminho e os primeiros sinais já surgiram em outubro. "Além disso, passar de um crescimento de mais de 5% em 2008 para 2% em 2009 é factível, mesmo que a taxa de crescimento por trimestre seja superior à ocorrida em momentos de desaquecimento no passado. E isso parece fácil de acontecer diante do potencial estrago que essa crise pode causar", sentencia.</font></p><p style="font-style: italic;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">  <br></font></p><p style="font-style: italic;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2">Brasília, 23h09min</font></p><p style="font-style: italic;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="2"> <br></font></p>
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		<title><![CDATA[A CRISE E AS CONTAS EXTERNAS BRASILEIRAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25526</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>ARTIGO</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>MARISTELLA ANSANELLI E FLÁVIO MENDES (*)</STRONG></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A crise internacional tomou proporções que devem manter a aversão ao risco elevada por algum tempo, dificultando o financiamento de nossas contas externas no próximo ano. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No cenário pré-crise, a conta corrente brasileira já vinha em processo de deterioração, derivada do forte crescimento da demanda doméstica, que impulsionava as importações e gerava recursos para elevadas remessas lucros e dividendos. As importações, que cresciam a taxas de dois dígitos há cinco anos, devem encerrar 2008 com alta de quase 50%. As remessas de lucros e dividendos, que oscilaram ao redor de US$ 20 bilhões nos dois últimos anos, devem superar os US$ 35 bilhões neste ano.</FONT></EM></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Tal deterioração nas contas correntes, no entanto, vinha sendo amplamente financiada pela entrada de recursos via conta capital. O bom desempenho da economia brasileira nos últimos anos, culminando com a obtenção do grau de investimento, vinha alimentando o otimismo do mercado internacional com o Brasil, o que se refletia na entrada de recursos tanto para investimentos diretos quanto para investimentos em carteira.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>No cenário pós-crise, o ritmo de deterioração do saldo em conta corrente deve se reduzir, mas seu financiamento será mais difícil, com o aumento da aversão ao risco reduzindo o apetite dos investidores estrangeiros pelos ativos locais. Do lado das contas correntes, estimamos que o déficit de cerca de 2% do PIB (ou US$ 35 bilhões) deste ano deve se manter no mesmo patamar em 2009, dado que o menor superávit comercial esperado para o próximo ano deve ser compensado pelo recuo do déficit das contas de serviços e rendas, derivado da desaceleração da atividade econômica local.</EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>O superávit comercial deve recuar de US$ 25 bilhões neste ano para US$ 6 bilhões no próximo ano. As exportações devem apresentar crescimento próximo de zero em 2009, refletindo a forte queda dos preços das commodities, mas as importações também devem perder força, compensando parte deste movimento. Frente ao quadro de atividade econômica menos aquecida, estimamos uma desaceleração no ritmo de crescimento das importações dos quase 50% deste ano para pouco mais de 10% em 2009. </EM></FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Do lado da conta capital, os impactos da crise externa devem ser mais severos, com recuo das entradas de recursos em praticamente todas as contas. Para os investimentos diretos, por exemplo, estimamos um recuo dos mais de US$ 35 bilhões deste ano para cerca de US$ 20 bilhões em 2009. Nesse contexto, o financiamento do déficit em conta corrente no próximo ano ficará bastante apertado, dificultando um movimento estrutural na direção de fortalecimento do real.</EM></FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=1>(*) Economistas do Banco Fibra</FONT></P> <P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Verdana size=2>Brasília, 18h17min</FONT></P>
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		<title><![CDATA[DILMA É DESCONHECIDA ATÉ DENTRO DO GOVERNO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25523</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Preferida do presidente Lula para disputar sua sucessão em 2010, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, ainda continua como uma desconhecida dentro do&nbsp;governo. Em especial na Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, que divulgou um comunicado à imprensa sobre o etanol, no qual classifica Dilma como ministra de Minas e Energia, cargo que ela deixou ainda no primeiro mandato de Lula.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Se está assim dentro do governo, imagina junto ao povão, determinante para a eleição de qualquer presidente da República.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 17h19min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[PARA ELSON TELES, É EXAGERO FALAR EM INFLAÇÃO DE 7%]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25521</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O economista-chefe da Concórdia Corretora, Elson Teles, vê a inflação ainda em alta, mas não acredita que, no acumulado em 12 meses, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) vá cravar os 7%, conforme ressaltado em nota abaixo neste <STRONG>blog</STRONG>.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Para ele, a inflação vai encostar no teto da meta, de 6,5%, até o final deste ano, começando a cair a partir de janeiro, já refletindo&nbsp;o recuo dos preços das commodities. A tendência, acredita Teles, é de que o IPCA se acomode, ao longo de 2009, mais próximo dos 5,5%, o que, em tese, não levará o Banco Central a aumentar a taxa básica de juros (Selic).</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 17h09min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[IPCA CHEGARÁ A 7% EM 12 MESES NO INÍCIO DE 2009]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25512</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os analistas estão cada vez mais pessimistas com a inflação, sobretudo por causa da arrancada do dólar. Segundo o economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luís Otávio de Souza Leal, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que, em 12 meses,&nbsp;já está encostando no teto da meta, de 6,5%, chegará a 7% nos primeiros três meses de 2009, o mais elevado percentual desde 2004.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A pergunta que não quer calar: o que fará o Banco Central neste cenário? Aumentará a taxa básica de juros (Selic) ou ficará esperando que a desaceleração da economia ajude a empurrar os preços para o centro da meta, de 4,5%, o qual o presidente do BC, Henrique Meirelles, garante que será perseguido?</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 15h51min</EM></FONT></P>
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		<title><![CDATA[DRIBLE NA CRISE E NO AUMENTO DE CUSTOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25510</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P>Com a perspectiva de queda nas vendas e enfrentando expressivos reajustes de preços, as construtoras do Distrito Federal decidiram se unir para a compra de insumos e matérias-primas. Formaram uma cooperativa que, nas últimas semanas, fizeram uma ampla pesquisa para a compra de elevadores.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Do início das negociações ao fechamento dos contratos, conseguiram economizar 39% na aquisição de 119 elevadores. Outras compras já estão na rua.</P>
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		<title><![CDATA[JOSÉ MÚCIO CRIA CONSTRANGIMENTO PARA EQUIPE ECONÔMICA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25440</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, empurrou para o colo dos ministérios da Fazenda e do Planejamento a decisão para atender às emendas de parlamentares, que totalizaram R$ 8 bilhões.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Múcio recebeu nesta semana autorização para liberar "apenas" R$ 400 milhões. Mas achou pouco, disse que teria que fazer muita mágica e seria vítima de grande pressão por parte de deputados e senadores.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Pegou a autorização e a entregou ao chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, para que intercedesse junto à equipe econômica e ampliasse o valor. Mas até agora nada foi decidido, pois o governo está segurando o que pode de recursos para fazer o superávit primário de 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB), fundamental para acalmar os ânimos do mercado nesses tempos de crise.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 17h25min</EM></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[CUSTO DAS CARTEIRAS DE CRÉDITO CAIU DE 130% PARA 103% DO CDI, REFLETINDO MAIOR LIQUIDEZ]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25434</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Apesar de não ter elevado a liquidez do sistema bancário para os níveis de antes da quebra do Lehman Brothers, no dia 15 de setembro, o Banco Central já irrigou bem o mercado com a liberação de compulsórios. Nos piores momentos da crise, os bancos de médio e pequeno portes estavam tendo de pagar 130% da taxa do Certificado de Depósito Interbancário (CDIs) para os compradores dos seus crédito. Ou seja, a grosso modo, as carteiras eram negociadas com 30% de desconto. Nesta semana, os negócios vêm sendo concretizados a 103% do CDI, ou com deságio de apenas 3%.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No geral, o BC já liberou R$ 56 bilhões em compulsórios, sendo que R$ 31 bilhões foram parar no caixa dos banquinhos,&nbsp;seja pelas isenções de&nbsp;recolhimento dadas pela autoridade monetária (R$ 21 bilhões), seja pela&nbsp;negociação de carteiras de crédito (R$&nbsp;10 bilhões).</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 16h53min</EM></FONT>&nbsp;</P>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[FUNCIONÁRIOS DA PROCURADORIA DO BANCO CENTRAL ESTÃO ANALISANDO OPERAÇÕES DO BANCO DO BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25431</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O <STRONG>blog</STRONG> teve informações seguras de que procuradores do Banco Central estão na sede do Banco do Brasil, em Brasília, analisando as carteiras de crédito arrematadas pela instituição. Também estariam olhando as negociações para a compra da Nossa Caixa e do Banco Votorantim.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 15h01min</EM></FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[TESOURO OBRIGOU BC A MUDAR COMPULSÓRIO E A DIRECIONAR RECURSOS PARA TÍTULOS PÚBLICOS]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25425</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O Banco Central teve de mudar novamente as regras do compulsório, mas, desta vez, a medida teve como objetivo ajudar a vida do Tesouro Nacional, que anda com muita dificuldade para vender títulos públicos, devido&nbsp;à exigências do mercado por taxas de juros cada vez maiores por causa da crise. </FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A situação do Tesouro tenderia a piorar a partir de amanhã, sexta-feira (dia 14), porque o BC havia determinado que os bancos passassem a recolher 70% dos compulsórios sobre depósitos a prazo em dinheiro, sem remuneração, e não mais em títulos públicos. Ou seja, para fazer caixa, as instituições financeiras teriam que vender os papéis do governo. Além de dificultar a rolagem da dívida,&nbsp;a onda de venda de títulos ainda derrubaria as taxas, prejudicando, também, os investidores em fundos de renda fixa, que teriam suas cotas desvalorizadas.&nbsp;</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Com as novas determinações do BC, os bancos terão de voltar a comprar títulos públicos para entregá-los à autoridade monetária, cumprindo as exigências dos recolhimentos adicionais de compulsórios sobre os depósitos a prazo, à vista e sobre caderneta de poupança. Serão R$ 40 bilhões.</FONT></P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 11h30min</EM></FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORRE PARA VENDER BRB ANTES QUE NEGÓCIO VIRE "MICO"]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25382</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O governador José Roberto Arruda, do Distrito Federal, decidiu botar o pé no acelerador temendo perder o "time" para a venda do Banco de Brasília (BRB) ao Banco do Brasil. Arruda teme que a ânsia compradora do BB se esgote com a aquisição da Nossa Caixa e de quase a metade do capital do Banco Votorantim, da família Ermírio de Moraes.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O processo emperrou nas últimas semanas por causa do preço. Mas quem acompanha as conversas de perto admite que o governo do DF já aceita receber entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões pelo controle acionário do BRB, valores já citados pelo Banco do Brasil.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Também atrasou o processo o temor de Arruda com o desgaste político de vender o BRB, um banco com forte identidade com a cidade. De início, ele prometeu fazer um leilão, com participação das instituições privadas. Mas os funcionários do BRB ameaçaram se rebelar e pressinar a Câmara Distrital a vetar a operação.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os funcionários deixaram claro que até aceitam a venda do BRB, mas desde que para o Banco do Brasil, pois&nbsp;continuarão com status de funcionários públicos, com todas as regalias previstas em lei. O BB garantiria, ainda, a manutenção de quase todos os postos de trabalho. No caso de um banco privado assumir o BRB, nenhuma dessas exigências permanecerá de pé.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O governador do DF sabe que se não vender o BRB logo, ficará com um "mico" nas mãos, pois, a partir de 2011, os servidores distritais poderão escolher o banco no qual querem receber seus salários. E com a qualidade dos serviços&nbsp;do BRB, a debandada será geral, desvalorizando o principal ativo do governo. Arruda leva ainda em consideração o fato de engordar o caixa nos dois últimos anos de seu governo, um reforço e tanto na sua tentativa de reeleição.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 16h30min</EM></FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[CASAMENTO ENTRE O BB E A NOSSA CAIXA: A DÚVIDA É SE LULA PARTICIPARÁ DO ANÚNCIO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25377</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Com o martelo batido para a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, os negociadores dos dois lados só estão definindo se há necessidade ou não de se esperar o presidente Lula voltar para o Brasil&nbsp;para sacramentar a operação. Lula está na Itália e, de lá, segue para os Estados Unidos, onde participa, em Washington, no final de semana, da reunião do G-20.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Mas há quem defenda que, diante de todos os rumores, sobretudo no mercado acionário, o negócio seja anunciado até sexta-feira (dia 14). Os negociadores garantem que os arremates que precisam ser feitos nos contratos são perfeitamente ajeitáveis até essa data.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O BB desembolsará cerca de R$ 7 bilhões pela Nossa Caixa, sendo aproximadamente R$ 5 bilhões para o governo paulista e R$ 2 bilhões para os acionistas minoritários.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Brasília, 15h18min</EM></FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[NOVO CONSENSO DE SÃO PAULO?]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25323</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O economista-chefe da Corretora Convenção, Fernando Montero, decidiu entrar no debate levantado pelo G-20, o grupo das 20 maiores economias do mundo, de que uma das receitas para se combater os efeitos da atual crise na economia real é a combinação de mais gastos públicos com juros em queda.</FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Para&nbsp;ele, no Brasil das taxas astronômicas de juros (13,75% ao ano), de elevados gastos fiscais e de dívida pública da ordem de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) faz mais sentido cortar os juros do que aumentar gastos. Mas se as taxas atuais de inflação preocupam, nenhuma das duas medidas faz sentido, uma vez que, juntas ou isoladamente, o resultado será mais&nbsp;aumento de preços. "Parece um despropósito importar, de um mundo sem juros, o ativismo fiscal para estabilizar a demanda em uma economia com juros reais de quase dois dígitos", diz. </FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=EC_MsoNormal><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="COLOR: black">O fato de estarmos às vésperas de um</SPAN><SPAN style="COLOR: black"> novo ano fiscal, lembra Montero,&nbsp;acaba aumentando a confusão em torno do futuro das despesas do governo. Tanto, que, nos últimos dias, ventilaram-se hipóteses das mais variadas sobre o ajuste fiscal, como a redução da meta de superávit primário para 3,5% do PIB, a volta do indicador para 3,8% (sem o 0,5 ponto percentual do PIB para compor o Fundo Soberano) e o abatimento do PPI da meta em 2009.&nbsp;</SPAN></FONT></FONT></P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O economista lembra que o ministro da Fazenda,&nbsp;Guido Mantega,&nbsp;mandou manter a meta de 4,3% no discurso. Por sinal, afirma Montero, é melhor prometer e entregar tal meta do que não prometer e entregar mesmo assim, inclusive porque a meta oficial condiciona a política monetária. "Todavia, frente à dificuldade de reverter tantas despesas contratadas para 2009, como os aumentos ao funcionalismo, e à linguagem corporal da Fazenda, não seria tão estranho o ministério prometer e não entregar a meta, valendo-se da eterna ambigüidade semântica", destaca. </FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Esse governo, por sinal, é mestre em discursos ambíguos, pois eles permitem justificativas esfarrapadas se isso for conveniente.</FONT></SPAN></P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=EC_MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>São Paulo, 18h54min</EM></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[CANDIDATÍSSIMO, SERRA SE ALIA A MANTEGA PARA DETONAR JUROS ALTOS DO BANCO CENTRAL]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25319</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O governador de São Paulo, José Serra, um dos mais cotados para concorrer à Presidência da República em 2010 pelo PSDB, saiu&nbsp;em defesa do ministro da Fazenda, Guido Mantega, alvo de críticas do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, por defender a redução dos juros e o aumento dos gastos públicos para minimizar os efeitos da crise mundial na economia brasileira. Ao mesmo tempo em que elogiou as ações da Fazenda para manter o crescimento do país em níveis aceitáveis, Serra disse que o BC dá sinais de sequer conhecer o que se aprende no “ensino básico de economia”.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Esperto e louco para emplacar uma bandeira em favor de sua candidatura,&nbsp;<FONT color=#000000>o governador afirmou que será “um equívoco” se o BC elevar a taxa básica de juros (Selic) num cenário em que o consumo e a produção no Brasil dão sinais de forte desaceleração e a maior parte dos países mais ricos se depara com a recessão. “Em um momento em que se precisa aumentar a liquidez da economia (para ampliar o crédito), ao se aumentar os juros você reduz a liquidez. É um problema de manual da economia para o ensino básico. Juros e liquidez são faces da mesma moeda”, assinalou.</FONT></FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000000 size=2>Mantega e Meirelles, que vinham mantendo uma certa unidade no discurso nas últimas semanas diante da gravidade da crise econômica, voltaram a ressaltar suas diferenças. Durante encontro do G-20, no final de semana, Mantega encampou, junto com ministros de Finanças do grupo de reúne as 20 maiores economias do mundo, propostas para que os governos ampliem seus gastos e afrouxem as políticas monetárias para manter seus mercados de consumo aquecidos. Isso seria possível, segundo o ministro brasileiro, porque o mundo tenderá a conviver com deflação (queda de preços) em 2009, por causa do menor crescimento da economia global.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Um dia depois de o G-20 soltar seu comunicado, no entanto, Meirelles disse que tais propostas não se encaixam ao Brasil. Para o presidente do BC, o país, assim como várias economias emergentes, ainda enfrenta sérias pressões inflacionárias, por causa da significativa valorização do dólar. Esse quadro, destacou Meirelles, está explicitado na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que manteve a Selic em 13,75% ao ano, mas sinalizou a possibilidade de uma nova alta em dezembro próximo.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>São Paulo, 15h35min</EM></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O CONSTRANGIMENTO DE MEIRELLES]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25239</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Visivelmente constrangido com a pressão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para que o Brasil leve adiante as propostas do G-20, o grupo dos 20 países mais ricos do mundo, de se ampliar os gastos públicos e se reduzir as taxas de juros para minimizar os impactos da crise mundial, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, fez questão de deixar claro nesta segunda-feira (dia 10), em entrevista depois da reunião do Banco de Compensações Internacionais (BIS), que tal receita não se encaixa às necessidades atuais do país.</FONT></SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O descontentamento de Meirelles foi tão explícito, que ele veio preparado, com o comunicado do G-20 à mão, para rebater as cobranças de que o Brasil está preparado para ampliar as despesas do governo e conviver com uma política monetária mais flexível. Do ponto de vista fiscal, o presidente do BC foi enfático: o país já tem o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para manter a economia doméstica aquecida. Quanto aos juros, avisou que o pensamento do BC está explicitado na ata do Comitê de Política Monetária (Copom). Ou seja, há fortes pressões inflacionárias no Brasil e elas terão de ser combatidas com o aumento dos juros.</FONT></SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>São Paulo, 18h41min</EM></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[OS BILHÕES QUE VÊM DE FORA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25230</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG style="WIDTH: 101px; HEIGHT: 122px" height=178 src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/9b0cceec8602ce831af7a96d48777bec.jpg" align=left></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>ARTIGO</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>JOSÉ LUIZ RODRIGUES (*)</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><A href="mailto:joseluiz@jlrodrigues.com.br"><FONT style="BACKGROUND-COLOR: #33ffff" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>joseluiz@jlrodrigues.com.br</FONT></A></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicou, dias atrás, o mapa das remessas financeiras oficiais pelo mundo, estimando que os imigrantes enviem a seus países de origem aproximadamente US$ 300 bilhões por ano. </EM></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><EM></EM></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>O Brasil, com US$ 7,1 bilhões, é o segundo maior receptor da América Latina e do Caribe, atrás somente do México. Ao todo, chegaram à América Latina e ao Caribe, US$ 66,5 bilhões em 2007. Essa operaçã, conhecida como “remittance”, cresce ano a ano.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Em 2001, o nosso movimento de remessas era de aproximadamente US$ 2,2 bilhões, contra os US$ 7,1 bilhões atuais. </EM></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><EM></EM></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Em plena crise, a boa notícia é que o número de remessas triplicou. Somente o Banco Rendimento, que é o principal operador deste mercado, recebeu 125 mil ordens de pagamento em outubro contra as 40 mil de setembro. O aumento extraordinário tem explicação: os brasileiros que trabalham fora aproveitaram o bom momento do dólar para aumentar seus investimentos aqui, e foram muito bem atendidos. </EM></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><EM></EM></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"></SPAN><EM><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Um problema difícil de resolver é o de que mais da metade das operações de remessa ainda passa pelo mercado paralelo. Dos US$ 7,1 bilhões, mais de US$ 4,0 bilhões entraram ilegalmente no país em 2007. Para inverter essa estatística, os integrantes do sistema financeiro autorizados a operar em câmbio vêm trabalhando e investindo pesado em informação, agilidade, preço e segurança para as operações de remessas, empurrando o mercado paralelo para o canto. </FONT></FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT></SPAN></EM></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM></EM></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Desde que o mundo mudou, com o ataque às torres gêmeas em Nova York (2001), gerando a preocupação dos governos com o fluxo internacional de capitais e valores que alimentavam o terrorismo, o Brasil vem evoluindo em controles, normas e informações para garantir a segurança e o bom funcionamento do mercado. O que falta para melhorar e diminuir cada vez mais o paralelo é um maior envolvimento das autoridades estrangeiras no processo, exigindo que seus operadores só realizem operações com o sistema financeiro brasileiro autorizado a operar em câmbio.</EM></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><EM></EM></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Pelo mercado formal ou, infelizmente, pelo informal, o importante é que o dinheiro vem para cá. Cerca de 54% desses valores são aplicados em educação, investimentos comerciais, poupança, propriedades e bens de consumo durável e 46% em despesas que aquecem a economia.</EM></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><EM></EM></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Esses valores podem ajudar no equilíbrio de nossa balança de pagamentos que, em setembro, apresentou saldo negativo, não por falta de colaboração daqueles trabalhadores que convivem com a ausência e a saudade da família e da vida típica do Brasil. Esses enviaram para o país mais de US$ 700 milhões pelo mercado formal. Se evoluíssemos o mercado a fim de evitar com o paralelo, este volume poderia ter sido ainda maior, mais de US$ 1,5 bilhão no mês passado.</EM> </FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><FONT size=1>(*) Sócio da JL Rodrigues, Carlos Atila &amp; Consultores Associados – Organização de Instituições e Normas do Sistema Financeiro.</FONT> </FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>São Paulo 16h07min<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A GUERRA ESTÁ DECLARADA DE NOVO ENTRE A FAZENDA E O BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25207</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Depois da reunião do G-20, encerrada no domingo (dia 9), abriu-se novamente um fosso entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que, ressalte-se, vinham tentando manter uma boa relação nesses tempos de crise.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O problema é que Meirelles não ficou muito satisfeito com a defesa veemente de Mantega em favor do aumento dos gastos públicos para minimizar os efeitos da crise mundial. Para o presidente do BC, no Brasil, especificamente, não há qualquer espaço para mais despesas do Tesouro Nacional num momento em que a inflação em 12 meses está encostando no teto da meta, de 6,5%, e as expectativas para 2009 estão se distanciando do centro da meta, de 4,5%. Gastos públicos, como se sabe, são fontes adicionais de pressão sobre a inflação.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Meirelles também não gostou do forte apelo por juros menores, pois, no caso do Brasil, não há a menor possibilidade de as taxas caírem tão cedo. Na melhor das hipóteses, contando que a alta da inflação (impulsionada pelo dólar)&nbsp;se dissipará mais à frente com a desaceleração da economia, os juros vão se manter estáveis, em 13,75% ao ano. É essa a contribuição que o BC pode dar neste momento, já que será muito pior ter que enfrentar, num futuro muito próximo,&nbsp;uma inflação muito acima da meta com um choque de juros.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Como o presidente Lula também está enlouquecido com a perspectiva de retração no crescimento da econonia em&nbsp;2009 e 2010, os dois últimos anos de seu governo, não será nada fácil a vida do BC daqui por diante. Meirelles que se prepare.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>São Paulo, 11h41min</EM></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[QUEBRANDO A ROTINA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=24143</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P><BR>&nbsp;</P>
<P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG style="WIDTH: 133px; HEIGHT: 152px" height=169 src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/479bdd3a19ddeecfdf6b0ec42c1bc435.jpg" align=left><FONT size=1>CRÔNICA</FONT></FONT></P>
<P style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">LUCIANA ASSUNÇÃO (*)</FONT></P>
<P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><BR><FONT style="BACKGROUND-COLOR: #ffcc66" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>lulupisces@gmail.com</FONT></P>
<P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><BR><FONT size=2></FONT></FONT></P>
<P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG><FONT size=4>IMPRESSÕES DO TOPO DO MUNDO BRASILEIRO</FONT></STRONG><BR></FONT></FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>“Quando você falou que tinha escalado o Pico da Bandeira eu achei que era em sentido metafórico”. Assim uma amiga revelou o espanto ao tomar conhecimento de que sim, eu<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>havia escalado o Pico da Bandeira, literalmente. E não pensem que sou uma alpinista ou especialista em aventuras radicais. Todos podem realizar tal façanha, inclusive você! Basta espírito de aventura e uma razoável quantidade de fôlego.</FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Voltando às nossas aulas de geografia do colégio, o Pico da Bandeira se encontra na cadeia de montanhas chamada Serra do Caparaó, que faz a divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Já foi considerado o segundo maior pico do Brasil com 2.890 metros. Hoje, perdeu o posto, mas não a majestade, para o Pico 31 de março (2.992 m.), localizado na Serra do Imerí, a mesma do Pico da Neblina (3.014 m.), o mais alto do país. </FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Fim do parêntesis topográfico, embarquemos na viagem. Conhecer o Parque Nacional da Serra do Caparaó é passeio inesquecível – me desculpem o lugar comum, mas é verdade. São pouco mais de mil quilômetros de Brasília até a cidade de Alto Caparaó, uma típica vilinha mineira de três mil habitantes, fincada ao pé da imponente serra que dá nome ao parque. A “êta vida besta” do lugar, como diria Drummond, é quebrada pela chegada dos ônibus de turismo, que não são muitos , para a sorte dos que se arriscam em tão maluca viagem de feriado.</FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O programa é simples. Chegar, almoçar na cidade e esperar os jipes que nos levam para o parque. As mochilas, lotadas de “miojos”, chocolates, biscoitos e muita expectativa vão às costas, juntamente com as barracas, os sacos de dormir e os<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>casacos. Tudo muito pesado, mas também muito divertido. </FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na entrada do Parque Nacional já dá para desfrutar da exuberante Mata Atlântica, um mar verde cheio de sons e cheiros. Os funcionários do parque nos recebem com informações sobre o que pode e o que não pode ser feito em seus 26 mil hectares à nossa disposição. A área de preservação permanente foi criada em 1961. O acesso é feito por Minas Gerais, que detém 30% do parque. Os outros 70%, pertence ao Espírito Santo, inclusive o famoso pico. </FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quando os jipes são liberados para entrar nas dependências do parque, inicia-se uma subida sinuosa e difícil até a Tronqueira, local do primeiro acampamento. A Tronqueira, uma clareira no meio da mata, é a parada final dos carros. Dali para frente, só usando os próprios pés ou mulas. Do platô, já vendo o mundo lá de cima (1.970 m.), a gente começa a sentir frio e a descobrir as maravilhas do lugar, não sem esforço físico, é claro. A Cachoeira Bonita é uma delas. São 80 metros de queda d’água totalmente cristalina, escondidos pela vegetação. Uma trilha em descida nos leva até o poço. Os corajosos enfrentam o banho pra lá de gelado, o que não foi o meu caso. Mas só estar ali, rodeada de natureza em estado bruto, vale toda a pena.</FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><SPAN style="mso-tab-count: 1">&nbsp;</SPAN>A Tronqueira dispõe de infra-estrutura para camping. Há banheiros e água encanada. Mas tomar banho, definitivamente, é um ato de bravura. De longe a gente ouve os gritos da galera porque a temperatura da água congela até os ossos. Eu tive coragem de entrar no chuveiro. O famigerado banho checo, mas consegui. Porém, todo esse esforço é recompensado<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>pelo retumbante pôr-do-sol que vem a seguir. Sem esquecer da visita dos quatis, que são pra lá de sociáveis e aparecem atrás de comida e atenção.</FONT></FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No dia seguinte é hora de por o pé na trilha com as mochilas nas costas. Para quem preferir e quiser gastar um pouco mais, mulas fazem o trabalho pesado, carregando os equipamentos por uma taxa razoável. Mas a caminhada não é moleza não. O que refresca são o Vale Encantado (1.980 m.), trecho de corredeira do rio José Preto, a neblina que a gente corta a toda hora e a vegetação que, aos poucos, vai deixando de ser mata para se transformar nos chamados campos de altitude. Após quatro quilômetros e meio de subida, sempre acompanhados do singelo leito do José Preto, o grupo alcança o Terreirão, local do segundo acampamento.</FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No Terreirão (2.370 m.), o frio já está cortando, mas nada que uns dois casacos impermeáveis não resolvam. Montadas as barracas é hora de curtir o lugar.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Verde para todos os lados e uma cabana de pedra com histórias do tempo da ditadura. Dizem que guerrilheiros se esconderam por ali, dormindo na pequena casa construída com rochas da própria serra. Os militares teriam descoberto o esconderijo e fuzilado os rebeldes.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Para os aventureiros modernos, resta acender o fogão à lenha disponível para aquecer as mãos e assar batatas-doces,<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>boa idéia de um dos companheiros de viagem.</FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A ansiedade começa a crescer quando escurece. A gente sabe que vai sair às duas e meia da madrugada para pegar o restante da trilha (mais 4,5 KM). O objetivo é escalar o pico noite adentro para chegar no ponto mais alto a tempo de ver o sol raiar. Na hora marcada, começa o burburinho. Todos saltam das barracas munidos de lanternas, cantil e pequena quantidade de guloseimas capazes de repor as energias da subida. A orientação é para que se coloque a maior quantidade de agasalho possível, pois casos de hipotermia não são raros lá em cima. Afinal, a temperatura média anual do parque, que é de 23º centígrados, pode cair para<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>4ºC negativos lá no topo do Bandeira. </FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>E lá vamos nós! Eu levava cinco casacos, cinco calças, touca, luva, três meias e uma bota impermeável acoplados ao corpo. Os movimentos ficavam tão lentos que me senti no espaço sideral, sem gravidade, com dificuldade para levantar o pé. No espaço a gente se sente, também, porque o céu está todo sobre as nossas cabeças. A madrugada estrelada, bela,<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>e um fiapo de lua a nos sorrir.</FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A trilha se torna cada vez mais pesada. Os focos das lanternas são fracos, dificultando a visão do caminho, uma mistura de pedras e lama. Os tombos, nessa altura do cansaço, são quase inevitáveis.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>A gente chia, pára para descansar, mas o guia não nos dá trégua. É preciso chegar ao pico antes do sol nascer. E a gente consegue.</FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Todos os casacos no corpo não foram suficientes. O frio é de matar! Nunca havia sentido a sensação de congelamento que só o Pico da Bandeira me proporcionou. Também nunca senti um sabor de conquista, de superação física tão grande.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>O grupo se aninha. Uns gritam para espantar o<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>vento gélido , outros bebem pequenos goles de conhaque, eu comi uma mega barra de chocolate. São quase cinco da manhã e o sol já vai nos dar as boas-vindas. É o momento ideal para se pensar na vida, desfrutando a visibilidade de 300 quilômetros alcançada lá de cima.</FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As últimas estrelas somem do topo do mundo brasileiro. Surge o primeiro pedacinho do sol. Todo mundo vibra. Ver o sol nascer do Pico da Bandeira é emoção especial. Os raios dourados começam a bater nas montanhas ao redor. A tinta fosforescente<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>vai tomando o verde, fazendo brilhar as rochas como diamantes.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>O espetáculo deslumbra. As nuvens formam uma colcha de algodão (estamos ao lado delas e fora do avião!) As máquinas fotográficas entram em ação freneticamente. Uma débil tentativa de registrar aquela fração do dia tão preciosa, única. O frio ainda maltrata, mas quem liga? Atingimos nosso objetivo. Voltamos para Brasília exaustos, porém, bem mais felizes.</FONT></P>
<P style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=1>(*) Jornalista e publicitária, escreve pelos cotovelos todos os domingos neste <SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">blog</SPAN></FONT></FONT></P>
<P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>São Paulo, 11h03min</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A PSICOLOGIA E O DINHEIRO]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25090</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG style="WIDTH: 154px; HEIGHT: 187px" height=375 src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18772/76f9b4e29b8519623d3bf6b125518180.jpg" width=154 align=left></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>ARTIGO</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>MARACI SANTANA (*)</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT style="BACKGROUND-COLOR: #ffcc66" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><A href="http://www.maracisantana.blogspot.com/">maracisantana.blogspot.com</A></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=4><STRONG>CIRCUIT BREAKER</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Foi preciso o <STRONG>Vicente</STRONG> me convidar a fazer esta coluna para que eu me desse ao trabalho de procurar entender o significado de expressões como <B style="mso-bidi-font-weight: normal">circuit breaker</B>. Busquei informações na internet e lá encontrei que se trata de um mecanismo utilizado pelas Bolsas de Valores para interromper um pregão, ou seja, paralisar os negócios por um tempo determinado toda vez que o índice tem variação maior que um determinado nível percentual. É um mecanismo de proteção, de segurança para evitar oscilações bruscas e amenizar a situação do mercado.</EM></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Parecidas com isso são aquelas pausas imprescindíveis de que lançamos mão quando estamos discutindo com alguém e percebemos que a conversa não terá um final feliz se continuar naquele tom. É o momento em que a gente se retira pra esfriar a cabeça, respirar fundo, beber uns bons goles de água, olhar o horizonte, tomar um banho frio. Porque há conversas que, se não forem interrompidas, deixarão mágoas e remorsos, manchas que teremos dificuldade <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName ProductID="em apagar. Assim">em apagar. Assim</st1:PersonName>, é melhor darmos um tempo e recomeçarmos em outro momento, talvez no dia seguinte, se o problema não tiver se solucionado por si só. Muitas coisas são resolvidas durante uma boa noite de sono.</EM></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM></EM>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Até aí, está fácil, não? Difícil é quando as discussões são retomadas, mas não rendem. Vira e mexe, lá está o assunto <st1:PersonName ProductID="em pauta. Basta">em pauta. Basta</st1:PersonName> que um sinalize para que o outro revire os olhos, desanimadoramente, ou solte um “Jesus, acendei a luz!”. Mesmo que a conversa inicie em tom ameno, termina virando um bate-boca dos infernos. E é esse tipo de embate que desilude, desgasta, faz a gente desejar nunca ter conhecido aquela criatura, pensar que o Universo conspira contra nós, cobrar uma explicação de Deus para a nossa desventura, invejar a vida e o relacionamento dos outros, adoecer, envelhecer antes da hora. São essas colisões que levam os casais a uma relação infeliz e à separação. A maioria dos problemas não escapa de uma boa conversa. Mas o que fazer quando eles parecem ter vindo pra ficar?</EM></FONT></P>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Infelizmente, nem sempre conseguimos resolver as questões com um papo franco e honesto, mesmo que estejamos dispostos a isso, porque tem gente que não sabe conversar. Há aqueles que não conseguem falar e, diante do outro, ficam paralisados, por exemplo, e há os que não conseguem ouvir, interrompendo a todo instante, gritando, concluindo pelo outro. Passa-se de uma frase mal terminada a outra, de um mal entendido a outro. E o que deveria aproximar acaba por afastar ainda mais.</EM></FONT></P>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Assim, quando o tête-à-tête não rola legal, costumo sugerir o diálogo por meio de carta. Quando escrevemos, somos donos do nosso tempo. Podemos colocar no papel tudo o que sentimos, sem o risco de sermos interrompidos, de deixarmos coisas pela metade ou mal ditas. Além disso, damos ao outro a oportunidade de ler nossa carta aos poucos e até várias vezes, no tempo dele, sem atropelos, sem imposições.</EM></FONT></P>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Mas não se trata de escrever, pura e simplesmente, o que seria dito de boca. Tem de haver uma estratégia. Proponho começar pelo começo, dizendo, por exemplo: “O que me leva a escrever é a vontade de me entender com você”. Seja sincero, verdadeiro. Diga exatamente o que pensa e o que sente sobre o assunto. E aproveite para falar como percebe o comportamento do parceiro, sem acusações, sem leituras mentais. Termine de forma amorosa e sugira resposta também por escrito.</EM></FONT></P>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Troquem todas as cartas necessárias à solução do problema. Mas não deixem de lado os outros assuntos. O que estiver fluindo bem no relacionamento não deve ser prejudicado em momento algum. Ao contrário, deve ser preservado. Em outras palavras, nada de se concentrar no que vocês ainda não conseguiram. É preciso ter olhos para ver e valorizar aquilo que já deu certo na relação. Valeu, irmã! Até sábado, leitores!</EM></FONT></P>
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>No próximo sábado (15/11), teremos a<B style="mso-bidi-font-weight: normal"> parte 7 da série O dinheiro e os relacionamentos. </B>O tema que será abordado foi sugerido por uma leitora. As seis primeiras partes podem ser lidas no arquivo deste <STRONG>blog</STRONG>. Conto com a co-autoria de vocês.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></EM></FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>São Paulo, 16h22min</FONT></P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[VEXAME 2: ORGANIZAÇÃO DO G-20 SEQUER CONSEGUE TRANSMITIR O DISCURSO DE LULA]]></title>
		    <author><![CDATA[Vicente Nunes]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=25082</link>
		<!--<pubDate>20.11.2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18772"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O G-20, o grupo das vinte economias mais ricas do mundo que está pleiteando maior participação nas decisões internacionais, sequer consegue organizar um encontro. Desde a sexta-feira (dia 7), a organização está dando um vexame atrás do outro.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Para se ter uma idéia, falta desde capinhas plásticas para os crachás dos participantes até capacidade para transmitir o discurso do presidente Lula na manhã deste sábado (dia 8). Os organizadadores não se preocuparam sequer com a luz na sala de imprensa, apesar de mais de 400 jornalistas de todo o mundo estarem participando da cobertura do evento e de o encontro estar acontecendo em um dos hotéis mais chiques e caros&nbsp;de São Paulo, o Hyatt.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A única coisa eficiente é a segurança, justamente para tentar impedir que as falhas sejam divulgadas. Um policial federal chegou a ameaçar jornalistas que reclararam da falta de condições de trabalho.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>É um vergonha.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;<