
A hiperatividade infantil, é um problema que exige a atenção dos pais, familiares e profissionais de saúde. É desconhecido da população que, dentre as possíveis causas, estão aspectos relacionados à nutrição como desequilíbrios nutricionais, intoxicações por metais, carência de ácidos graxos essenciais, hipoglicemia e hipersensibilidades alimentares.
Pesquisas recentes demonstraram que o consumo regular de fontes de ômega 3 (encontrado em peixes como salmão, sardinha, atum e também na linhaça) foi capaz de melhorar a hiperatividade, contribuindo para regulação do humor e melhora da atenção. Uma estratégia para o uso regular do ômega 3 á suplementação. A fitoterapia auxilia o controle alimentar na tentativa de amenizar os sintomas da hiperatividade. Dentre os fitoterápicos mais indicados estão o bupleuro, a esctelária e o extrato de camomila.
A suplementação de cálcio, magnésio, ferro e vitaminas do complexo B tem demonstrado melhora no funcionamento mental e concentração, além de ajudar a “relaxar” o sistema nervoso.
Além disso, uma dieta com menor quantidade conservante, açúcares simples (presente nos bolos, doces, sorvetes e guloseimas) e maior teor de fibras (presente nos alimentos integrais, frutas, etc.) contribui para a concentração e diminuição da agitação.
