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<category>Blog Dzai</category>
<description>Rock' n' Bola</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Rock' n' Bola</title>
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<title>Rock' n' Bola</title>
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<language>pt-br</language>
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		<title><![CDATA[Rock que embala a bola]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=105578</link>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 00:09:36 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Desde o fim da Liga dos Campeões da Europa 2011-2012 que queria falar sobre o triunfo do Chelsea. Mas, por diversos motivos, só agora consegui sentar para escrever e acho que já falaram tudo, ou quase tudo, sobre o título dos ingleses. Então, decidi homenagear aqueles que inventaram o esporte mais fantástico e apaixonante do mundo. E nada melhor para isso que citar algumas músicas que foram imortalizadas nos pubs e também&nbsp;nos estádios da Terra da Rainha.</P> <P>&nbsp;</P> <P>A trilha sonora da casa dos "Blues", o estádio de Stamford Bridge,&nbsp;é sensacional. Antes dos jogos, a torcida costuma cantar "The Liquidator", um reggae tradicional, que pode ser conferido em <A href="http://www.youtube.com/watch?v=RZqjFd99CPg">http://www.youtube.com/watch?v=RZqjFd99CPg</A>. A versão dos torcedoreso&nbsp;fica bacana: <A href="http://www.youtube.com/watch?v=IF0c9cux16w&amp;feature=related">http://www.youtube.com/watch?v=IF0c9cux16w&amp;feature=related</A>.&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Depois dos jogos, as caixas de som soltam um dos melhores skas já feitos, "One Step Beyond", dos seminais&nbsp;Madness, que são acompanhados por milhares de vozes, como se pode ver: <A href="http://www.youtube.com/watch?v=SufB3XE_k_0">http://www.youtube.com/watch?v=SufB3XE_k_0</A>. Se quiser o orginal, é só clicar em <A href="http://www.youtube.com/watch?v=N-uyWAe0NhQ">http://www.youtube.com/watch?v=N-uyWAe0NhQ</A>.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Saindo de Stamford Bridge, e também de Londres, vamos para&nbsp;Anfield, onde joga o Liverpool. Foram os fanáticos pelos reds que adotaram "You never walk alone", que se tornou&nbsp;uma espécie de segundo hino do clube a partir da década de 1960 e acabou sendo adotada por outras torcidas ao redor do mundo. A identificação foi tanta que o nome da música foi parar no escudo do clube e nos portões de entrada (Shankly Gates) do estádio.Aqui&nbsp;&nbsp;<A href="http://www.youtube.com/watch?v=jeN-LrTG8IQ">http://www.youtube.com/watch?v=jeN-LrTG8IQ</A>&nbsp;você pode conferir&nbsp;a versão de uma banda punk formada na década de 1970, o&nbsp;The Adicts, que eu acho muito boa. O nome da música </P> <P>&nbsp;</P> <P>Voltando à capital do Reino Unido, uma das torcidas mais fanáticas é a do West Ham, que acaba de voltar à Premier League. "I'm Forever Blowing Bubbles" pode ser interpretada assim <A href="http://www.youtube.com/watch?v=xarRSIyjzxM">http://www.youtube.com/watch?v=xarRSIyjzxM</A>&nbsp;ou assim&nbsp; &nbsp;<A href="http://www.youtube.com/watch?v=yvuOtlpSAeY">http://www.youtube.com/watch?v=yvuOtlpSAeY</A>. Mas a torcida canta assim: <A href="http://www.youtube.com/watch?v=-HvfVVPz9i8&amp;feature=related">http://www.youtube.com/watch?v=-HvfVVPz9i8&amp;feature=related</A>.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Ainda na Inglaterra uma banda punk, chamda The Business, resolveu&nbsp;homenagear uma certa goleada. Não à toa, se chama England 5, Germany&nbsp;1: <A href="http://www.youtube.com/watch?v=fZWE4thApfE">http://www.youtube.com/watch?v=fZWE4thApfE</A>.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Tem mais alguma sugestão legal de rock, torcida e futebol? Escreve aí nos comentários. Desde já, todos nós, apaixonado pela bola e a guitarra, agradecemos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/conteudos/2012/05/22/35/35338/posts/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"></P> <P>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Técnicos supervalorizados]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=104720</link>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:26:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		A busca do Cruzeiro por um substituto para o técnico Vágner Mancini me deixou assustado com o valor dos salários pagos aos treinadores. Claro que todo trabalhador deve ser remunerado, mas chegou-se a um ponto que R$ 100 mil mensais é ofensa, dependendo do profissional.  <br>  <br>Os culpados por isso são os dirigentes, sejam os que estiveram no poder e aceitaram pagar quantias estratosféricas, ou atuais, que continuam com essa política. E o pior é que tem clube que paga dois ou até três treinadores ao mesmo tempo, pois a primeira coisa que fazem quando os resultados não aparecem é demití-los.  <br>  <br>Houve uma supervalorização dos técnicos no Brasil. Eles têm uma função vital para os times, são os comandantes, traçam estratégias, dão (ou deveriam dar) padrão tático às equipes, mas não são tão importantes quanto os altos salários fazem parecer. Mas muitos, mesmo recebendo pequenas fortunas, nem isso fazem. <br> <br>Quem decide jogo, quem dá passe ou marca gol é jogador, quem faz defesa impossível é goleiro. É melhor investir na contratação de craques e na formação de atletas. Afinal, um treinador, caro ou barato, pouco vai poder fazer se o grupo for limitado.   <br>  <br>O problema é que para o dirigente é mais fácil contratar um treinador renomado, gastando muito, e transfeir para ele a responsabilidade. Não deu certo,m troca o comandante e "segue o jogo".  <br>  <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/conteudos/2012/05/13/35/35338/posts/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">  <br>   </div>
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		<title><![CDATA[Precisamos evoluir]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=104178</link>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 23:28:29 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Como muita gente, fiquei bastante feliz com a reabertura do Independência e vivo a expectativa de ver o Mineirão novamente abringado grandes jogos. Mas estou preocupado. Se ainda tem muito a melhorar, o "novo" estádio do Horto é moderno e confortável, o que deve se repetir no Gigante da Pampulha. Agora, vamos precisar "aprimorar" o torcedor. <br> <br>Não dá para gastar tanto dinheiro "modernizando" os palcos do futebol de Belo Horizonte e também de outras capitas brasileiras se é para continuamos com velhos vícios. Cheguei ao Independência cerca de 15min antes do jogo entre Atlético e Goiás, pela Copa do Brasil, começar. E havia uma fila quilométrica em frente ao único portão aberto na Rua Pitangui. Resultado: quando entrei, já estava 1 a 0 para o Galo, assim mesmo porque bilheteiros e policiais "liberaram" a turma da revista e também de apresentar documentos que garantiriam meia-entrada. <br> <br>Lá dentro, mais confusão. Lugar marcado? Nem pensar. Nem com a ajuda dos orientadores ou da polícia foi possível sentar na cadeira correspondente ao ingresso adquirido. Pessoas sentadas? Quase nenhuma. E olha que as cadeiras são bastante confortáveis, mas&nbsp; a grande maioria preferiu ficar em pé, o que não se alterou nem mesmo depois que o alvinegro sofreu o gol que resultaria em sua eliminação da competição mata-mata. <br> <br>Se os preços são extorsivos, com um salgadinho custando R$ 5, muita gente pareceu não se importar. Muitos até usaram suas coxinhas para protestar contra o time, atirando-as para cima. <br> <br>Muita gente me diz que vai ser assim mesmo, que o brasileiro não tem cultura de respeitar lugar marcado, que em estádio vai continuar prevalecendo a falta de educação, assim como nunca será possível que pessoas de times diferentes sentem no mesmo setor. Uma pena. Prefiro acreditar que o passar dos anos e a experiência nos torna mais civilizados. E cabe a nós ensinar isso aos mais novos. Ou então podemos seguir resignados com a ingnorância crescente e esperar pela barbárie. <br> <br>Acredito que podemos manter a rivalidade sem termos de separar a torcida em "gaiolas", como feras prontas para o próximo ataque. Aos que não sabem se portar, não há outra medida que não privá-los da convivência com o resto das pessoas. <br> <br>Ao menos nos jogos da final do Campeonato Mineiro acabaram com a torcida única, prova de nossa incompetência. E americanos e atleticanos provaram que é possível, sim, ter torcedores de ambos os lados ao mesmo tempo em um estádio, mesmo que ele se localize em um bairro de ruas estreitas.  <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/conteudos/2012/05/07/35/35338/posts/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br></div>
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		<title><![CDATA[Joga bonito]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=103322</link>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 17:43:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Fiquei bastante impressionado com a reação de parte das pessoas com a eliminação do Barcelona nas semifinais da Liga dos Campeões da Euorpa'2011-2012. Torcedores dos mais diversos clubes brasileiros comemoraram o empate com o Chelsea, em pleno Camp Nou lotado, como se fosse um título do próprio time. E aí, tome "chupa, Barça" para lá, "aprende, Messi" para cá, além de impropérios contra quem, como eu, sempre elogiou a forma de jogar implantada pelo técnico Pepe Guardiola.    <br>   <br>Desde o apito final estou tentando entender o comportamento desse povo. O colega Eugênio Moreira, sempre atento, me lembrou que é normal as pessoas torcerem para o mais fraco quando o time delas não está envolvida. Outros, via twitter (quem quiser seguir, o endereço é @paulogalvaobh), disseram que comemoravam porque não aguentavam mais tantos elogios à equipe catalã, ao Messi, seria uma forma de protesto contra a imprensa, que seria "bajuladoura".   <br>   <br>Confesso estar propenso a achar que é só inveja. Se fosse o time desa gente que estivesse jogando o melhor futebol do mundo e sendo elogiada por isso, duvido que ficariam incomodados com excesso de elogios. Se o time deles tivesse um craque em fase extraordinária, jamais iriam falar que ele nem é isso tudo.   <br>   <br>Não é porque o Barcelona foi eliminado da Liga dos Campeões e praticamente deu adeus ao título do Campeonato Espanhol que vou parar de achar o futebol que apresenta o melhor do mundo. A equipe continua me encantando por seu toque de bola espetacular, por raramente dar chutão, por marcar a saída de bola do adversário.   <br>   <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/conteudos/2012/04/25/35/35338/posts/8231b54313a3d70824e5370987188eab.jpg">  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="1">LLUIS GENE/AFP</font> </div>  <br>  <br>O mesmo vale para Messi <span style="font-weight: bold;">(foto)</span>. Continuo tendo o argentino em alta conta, pois provou ter repertório variado, além de não desistir facilmente das jogadas ou preferir cavar falta ou pênalti a dar prosseguimento a um lance. Não gosto de compará-lo a nenhum outro craque da história, pois atua em momentos diferentes. Ele não precisa ser melhor que ninguém, é bomo suficiente para encantar os que gostam de futebol.   <br>   <br>Quanto ao confronto com o Chelsea, só digo que os ingleses estão de parabéns. Foram eficientes, fazendo uma marcação como poucas vezes vi no futebol, além de terem sido mortais nos contra-ataques. E isso tamtém é futebol. Não é o futebol que eu gosto, mas é futebol.   <br>   <br>Aos que vão me contestar aqui, só lembro uma coisa: quando o time que eu torço não está jogando, prefiro torcer para quem joga bonito. Afinal, o resultado não me interessa tanto. Aos que só valorizam a chegada sem aproveitar o caminho, boa sorte.   <br>   <br>   <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/conteudos/2012/04/25/35/35338/posts/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">   <br>   </div>
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		<title><![CDATA[Apoie a cena alternativa]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=103021</link>
		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 22:28:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Criticar é sempre mais fácil do que fazer e é por isso que procuro tomar muito cuidado sempre que vou falar/escrever sobre futebol ou música. O público em geral parece adorar aqueles comentaristas que, em busca de popularidade, falam sempre em tom ameaçador e não pensam duas vezes para desancar treinador, técnico, árbitro. Há também o crítico musical para quem só determinadas bandas/músicos prestam, o resto é lixo.  <br>  <br>Não gosto disso. A primeira coisa que precisamos no mundo é respeito. Se um jogador não está em boa fase ou fez uma má partida, basta dizer isso, não é preciso rebaixá-lo ao pior ser humano da terra. O mesmo vale quando alguém não é feliz ao compor uma música ou fazer um álbum (eles ainda existem, em plena era digital).  <br>  <br>Quando as pessoas vão a show ou a partida de futebol querem o melhor e não estão nem aí para as dificuldades que quem está produzindo o espetáculo enfrenta. Afinal, está pagando, como já ouvi por aí.   <br>  <br>Pior são aqueles que reclamam da produção, mas não fazem nada para ajudar. Para espetáculos maiores, a grana rola solta, há sempre empresas dispostas a se associar, oferecendo rios de dinheiro, e fica mais fácil trabalhar. Mas, na cena alternativa, as dificuldades são enormes. Produtores até conseguem aprovar projetos em Leis de Incentivo, mas raramente encontram empresários dispostos a colaborar. Claro que o objetivo é ganhar dinheiro, mas muitas vezes ele é tão pouco, que a paixão acaba sendo o principal combustível para não desistirem.  <br>  <br>Para os que acham que o underground não tem importância, é coisa de pouca gente, vale lembrar que muita gente conhecida nacionalmente hoje só atingiu esse status porque um dia teve espaço em um festival pequeno, produzido por abnegados. Por isso, se você gosta de música, não deixe de apoiar os eventos. Para isso, basta comprar um ingresso e conferir as bandas novas. É bem melhor que ficar reclamando da falta de opções para se divertir.  <br> <br><div style="text-align: center;"> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br></div>
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		<title><![CDATA[Quem ainda se importa com os Estaduais?]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=102884</link>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 17:57:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Vão começar as semifinais do Campeonato Mineiro. O Atlético encara o Tupi, enquanto América e Cruzeiro se enfretam. Se der a lógica, Galo e Raposa fazem mais uma final, pois foram as equipes de melhor campanha na primeira fase. E isso mudará o que para os maiores rivais de MG? Absolutamente nada, pois o alviengro já levantou o troféu 40 vezes, os celestes, 35.  <br>  <br>Aliás, poderá mudar, sim. Quem perde, agora ou em uma possível final, costuma demitir treinador, reformular grupo, trocar até dirigentes.   <br>  <br>E seguimos nessa toada, ano após ano. Aí, quando começa o Campeonato Brasileiro, constatamos que todos os times mineiros precisam melhorar muito para jogar de igual para igual com os melhores, seja na Série A, B, C ou D.  <br>  <br>Mas não tenho esperança em mudanças. Ao menos não em pouco tempo. Principalmente porque os dirigentes dos clubes parecem bastante confortáveis com a situação. Até alegam que os direitos de transmissão dos Estaduais subiram consideravelmente, o que é verdade. Só esquece que poderiam ganhar mais com as Copas Regionais ou mesmo com excrusões ao exterior, onde clubes brasileiros ainda são muito valorizados.  <br>  <br>Enquanto o futebol brasileiro prefere apostar nos embolorados torneios locais, as redes de TV deitam e rolam exibindo jogos dos principais campeonatos europeus e da excelente Liga dos Campeões da Europa. Depois vão reclamar que o público sumiu dos nossos estádios. Acorda, pois ainda dá tempo de mudar isso.  <br>  <br><div style="text-align: center;">  <br>  <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">  <br></div>  <br>  <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Reconhecimento a quem merece]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=101894</link>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 20:51:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Há algumas semanas li entrevista do músico Joe Cocker na qual ele, do alto de seus 67 anos de idade e 40 de carreira, criticava alguns artistas da música internacional atual por quererem "ser estrelas do rock sem trabalhar". Concordo com o cantor inglês, mas isso não se aplica só à música, mas a praticamente todos os setores que dependem de público para viver. No futebol, por exemplo, são vários os exemplos de pseudo-craques que esperarm ser reconhecidos por lampejos e não por construir uma carreira sólida.   <br>  <br>Muito disso é culpa de quem valoriza aqueles que ganham dinheiro fácil, que enaltecem a esperteza, que apoiam a indolência, que invejam os que nasceram com talento e que, teoricamente, não precisariam se esforçar. Mas é justamente o contrário. Quem deu sorte de nascer com um dom, seja ele para a música, o esporte, a medicina, a advocacia, o jornalismo, a engenharia, se destacará na medida em que se esforçar para desenvolvê-lo a cada dia de trabalho, a cada gota de suor ou horas empregadas no desenvolvimento do potencial.   <br>  <br>Messi é prova clara disso. Não é o melhor jogador do mundo em atividade por acaso, mas, sim, porque sempre se esforçou, nunca se acomodou, não é do tipo que pede tratamento diferente dos companheiros por ser o astro da companhia. Ao contrário de muitos que vemos por aí, que já até brilharam nos gramados, mas hoje jogam só com o nome e nem de longe justificam salários tão altos.   <br>  <br>Muita gente defende que os atletas e treinadores recebam por produtividade, ou seja, receberiam mais à medida que alcançassem metas previamente estabelecidas. Acho difícil que isso dê certo no futebol, onde os dirigentes querem mais é a desgraça de quem está do outro lado. Nem mesmo teto salarial é possível, justamente porque sempre haverá aquele a burlar a regra para reforçar seu time.   <br>  <br> <div style="TEXT-ALIGN: center"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/7ab2651e9abc0db635e3b97be4c48220.jpg">   <br></div>  <br>  <br>O certo é que o esforço tem de ser reconhecido e valorizado. Por isso, aproveito este post para parabenizar o pessoal d'A Obra Bar Dançante ( <a href="http://www.aobra.com.br">www.aobra.com.br</a> ) – Claudão Pilha, Marcelim Melda, Lino Rodrigues e a turma do staff, Gil, Tião, Francis, William e tantos os outros) –, que há quase 15 anos luta para dar espaço ao rock autoral em Belo Horizonte. Nesta Semana Santa, o tradicional inferninho da Savassi volta a abrigar o Primeiro Campeonato Mineiro de Surf, festival que chega à sua 11ª edição <span style="FONT-WEIGHT: bold">(foto)</span> graças à força de quem nunca ficou esperando as coisas acontecerem.  Ou esperou ser reconhecido por isso. <br>  <br>  <br>  <br> <div style="TEXT-ALIGN: center"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">&nbsp;&nbsp;   <br></div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Quem pode mais, chora menos]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=101219</link>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 22:37:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		No Campeonato Mineiro, os times do interior e até o América reclamam que Atlético e Cruzeiro são beneficiados pela arbitragem. Se não de forma escancarada, com a marcação de pênaltis inexistentes a seu favor ou de impedimentos em lances de perigo contrários, haveria adoção de dois pesos e duas medidas em favor dos dois maiores times do estado, como o presidente do Coelho, Marcus Salum, disse depois do clássico de domingo.  <br>  <br>Aí, vem o Campeonato Brasileiro e é a hora de Galo e Raposa se sentirem prejudicados quando enfrentam times de Rio e São Paulo. Haveria até "esquema" para que sempre vencesse clube de um desses dois estados.  <br>  <br>Quando chegam na Copa Libertadores, todos os times brasileiros reclamam do juízes de outros países da América do Sul, que seriam coniventes com a violência, além de permitir ameaças tanto de adversários quanto de torcedores. Sem contar que os hermanos levariam vantagem por falar a língua dos apitadores, enquanto nós estamos "ilhados" como nosso português, incompreensível para nossos vizinhos.  <br>  <br>Ou seja, a história se repete em níveis diferentes. Alguém tem razão quando chora?  <br>  <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">&nbsp;   </div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Código torto]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=101077</link>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 22:07:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Jogadores de futebol têm um código de ética informal que é, digamos, peculiar, como vimos na disputa de pênaltis entre Botafogo e Treze-PB, valendo vaga na segunda fase da Copa do Brasil. Tão logo conseguiu defender a cobrança de Léo Rocha, que tentou a famosa "cavadinha", garantindo a classificação do time carioca, o goleiro Jefferson partiu para cima do adversário, repreendendo-o pelo que considerou falat de respeito. Mas não justamente no clube da estrela solitária que joga aquele uruguaio que se notabilizou, entre outras coisas, por cobrar penalidades máximas dessa maneira, o Abreu?   <br>  <br>Nunca vi ou ouvi que o Jefferson tenha reclamado com o companheiro por suas cobranças que costumam levar a torcida botafoguense e da Seleção Uruguaia ao delírio e os adversários à loucura. Ao contrário, ele sempre comemora quando a estratégia é eficaz.  <br>  <br>Esse é só um exemplo de como os atletas profissionais têm conduta, no mínimo, estranha. Basta o jogador de um time que está ganhando passar o pé sobre a bola para um adversário se sentir no direito, ou melhor, na obrigação, de agredi-lo com chutes e pontapés.   <br>  <br>Enquanto isso, raramento se vê atletas reprimindo adversários por faltas duras e até carrinhos por trás. O que vale é defender a "honra". Cada vez entendo menos as coisas.  <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br>   </div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O público sumiu]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=100826</link>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 23:30:30 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Estou impressionado com o pouco público nos jogos de América, Atlético e Cruzeiro na Arena do Jacaré este ano. Será que é os torcedores se cansaram da viagem de 70km até Sete Lagoas? O povo da região não se interessa por futebol? O Campeonato Mineiro não atrai mais ninguém? Os times estão fracos? O ingresso é caro? Difícl responder. Talvez seja a junção de todos esses fatores. <br> <br>Espero que a reinauguração do Independência e, depois, do Mineirão traga de volta a torcida para as partidas. Futebol tem de ter gente, aquele burburinho nas arquibancadas, os gritos das torcidas incentivando seus times, calor humano. Ver aquele tanto de cadeira vazia me deixa triste. <br> <br>Não acho que o preço dos ingressos seja o maior dos problemas. Uma entrada de cinema no fim de semana custa R$ 20, um show de banda cover pode custar R$ 50, peça de teatro com ator global, R$ 100. Assim, pagar R$ 20 para ver um espetáculo único como uma partida de futebol, que nunca tem duas iguais, me parece bem razoável. <br> <br>Em&nbsp; futuro próximo creio que os preços serão bem mais altos. Afinal, teremos estádios infinitamente mais modernos e confortáveis e os times tendem a se reforçar usando o dinheiro extra que estão ganhando da TV. Quem aderir a progrmamas como sócio-torcedor certamente levará vantagem. Toma que os jogos voltem a atrair muita gente, inclusive no carcomido Campeoanto Mineiro. <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">&nbsp; <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[BH, capital da caretice]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=100653</link>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 18:04:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		A chegada de mais um Dia de São Patrício, ou Saint Patrick's Day no original, tradicional festa irlandesa que caiu no gosto de jovens de várias cidades do mundo, me faz constatar que Belo Horizonte está cada dia mais careta. É cada vez mais difícil encontrar espaço para manifestações culturais ou simplesmente para reunir pessoas para se divertir na cidade, que outrara foi considera boêmia.  <br>  <br>Sob argumentos que vão da proteção da fauna e da flora a problemas no trânsito, passando pelo barulho, vizinhos se arvoram só de cogitarem o encontro de "forasteiros" em sua vizinhança. Claro que não sou a favor de ninguém estacionando veículos em portas de garagens, urinando na rua, fazendo arruaça, praticando crimes o partindo para a violência, mas com bom senso de ambas as partes, organização e vigilância, é possível ocupar espaços públicos sem prejudicar quem quer que seja.  <br>  <br>A capital mineira é conhecida como a cidade do bares, mas, pelo que vem ocorrendo, logo vai perder o título. Tem muita gente que não aceita ter seu logradouro ocupado, por poucas horas que seja, por deconhecidos. Esquecem que moram em uma metrópole e que, em alguns momentos, terão o silêncio quebrado.  <br>  <br>Foi por pensamentos assim que a Banda Mole foi sendo enclausurada, os shows na Praça da Estação só se tornaram possíveis para o poder público, grandes corporações ou igrejas e até as mesas nas calçadas estão sendo caçadas. Não me surpreenderei se proibirem o consumo de bebidas alcoolicas em vias públicas ou que torcedores se reúnam em um bar para torcer por seu time de futebol do coração. Se alguns vizinhos se reunirem na rua para conversar e tocar violão, como faziam os integrantes do Clube da Esquina, em Santa Tereza, serão imediatamente censurados. Afinal, não se pode perturbar a ordem.  <br>  <br>Com o cerceamento cada vez maior, a polícia vai ficar ocupad prendendo "perigosos" estudantes universitários que dividem uma garrafa de vinho na Praça da Liberdade ou aquele trabalhador que toma uma lata de cerveja enquanto espera o ônibus para voltar para casa. Enquanto isso, quem saqueia o País, dentro de escritórios e gabinetes, assim como os grandes crimonosos, continuará impune.   <br>  <br>  <br>  <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">   </div>
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		<title><![CDATA[Memória curta]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=100261</link>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 00:12:12 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		O Cruzeiro inicia nesta quarta-feira a disputa de mais uma Copa do Brasil. A competição já foi adorada pela torcida azul, mas parece que, depois de quatro anos seguidos na Copa Libertadores, já não dá a devida importância ao mata-mata nacional, do qual é um dos maiores ganhadores, ao lado do Grêmio, com quatro títulos cada. Ou será que é o time que não inspira confiança no torcedor?  <br>  <br>Se for isso, comprovo que a memória do pessoal é um tanto curta. Afinal, o Cruzeiro já conquistou títulos importantes com times tão ou até mais limitados que o atual. Qual? O que ganhou a própria Copa do Brasil em 2000. Se não, vejamos: no primeiro jogo da final com o São Paulo, fora de casa, a Raposa, comandada por Marco Aurélio, atuou com André; Rodrigo, Cris, Cléber e Sorín (Alonso); Donizete Oliveira, Marcos Paulo, Ricardinho e Jackson (Viveros); Geovanni (Muller) e Oséas. Na segunda partida, a equipe teve André; Rodrigo (Fábio Júnior), Cris, Cléber e Sorín (Viveros); Donizete Oliveira, Marcos Paulo, Ricardinho e Jackson (Muller); Geovanni e Oséas.&nbsp; Já o técbnico do São Paulo, Levir Culpi, contava com jogadoers como Rogério Ceni, Belletti, Edmílson, Rogério Pinheiro, Fábio Aurélio, Fabiano, Maldonado, Raí, Edu, Marcelinho Paraíba, Carlos Miguel e França.  <br>  <br>Levando-se em conta que André e Cléber nunca ganharam totalmente os corações celestes, que Sorín havia acabado de chegar, que o meio-campo era bastante limitado do ponto de vista técnico e que Oséas já havia conhecido dias melhores nos gramados, não vejo a equipe que levantou a taça há quase 12 anos superior ao grupo atual. Até mesmo no comando havia alguém constantemente questionado e apontado como treinador de segunda linha. Assim, não entendo o pessimismo que muitos demonstram quando falam das chances do Cruzeiro em buscar o penta.   <br>  <br>Não estou aqui dizendo que o time de Vágner Mancini vá ser campeão da Copa do Brasil'2012, apenas que isso é totalmente possível. Se vai acontecer, só o tempo dirá. E nunca se esqueçam que essa é mesmo uma competição de muitas surpresa.  <br>  <br>E para quem está sentindo falta de música nessa bagaça, a dica de hoje é uma pedrada: Voodoo Glow Skulls ( <a href="http://voodooglowskulls.com/Main/">http://voodooglowskulls.com/Main/</a>&nbsp;). Eles vão estar no Brasil em abril e tocam dia 11 no Studio Bar, em Belo Horizonte.&nbsp; <br> <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">&nbsp;  <br></div>
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		<title><![CDATA[Alguém ainda se interessa?]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=100157</link>
		<pubDate>Sun, 04 Mar 2012 23:56:53 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		América 1 x 2 Atlético, neste domingo, pela quinta rodada do Campeonato Mineiro, teve todos os ingredientes de um grande clássico, como as equipes se revezando à frente do placar, lances polêmicos, belas jogadas, erros crassos dos jogadores. Porém, não foi um primor técnico nem mesmo tático. E também faltou um elemento fundamental, público: 4.067 pagantes não faz jus a um embate que já foi chamado de "Clássico das Multidões". <br> <br>Isso reforça minha tese de que os Estaduais não mais se justificam. Aliás, se justificam porque as TVs pagam bem aos grandes clubes para disputá-los, mas ninguém parece disposto a pagar para ver os jogos "in loco". No Rio, Vasco x Flamengo, pelas semifinais da Taça Guanabara, teve pouco mais de 18 mil pagantes. Neste domingo, não chegou a 13 mil os que toparam pagar para ver Santos x Corinthians. <br> <br>Como todo mundo, inclusive as grandes agremiações, parece não se importar em jogar cada vez para menos gentes, desde que receba da TV, gostaria que repensassem as fórmulas de disputa. para que Paulista com 20 equipes, o Carioca com 16 e o Mineiro com 12 se no final vão estar sempre os mesmos times brigando pelos títulos? Vão acabar matando a galinha dos ovos de ouro ao banalizarem rivalidades e não preservarem os craques para os grandes espetáculos.  <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">&nbsp;&nbsp;  <br></div>
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		<title><![CDATA[Um baita goleiro]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=99785</link>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 23:26:03 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Publico aqui entervista que fiz com o goleiro Diego Alves, do Valencia e da Seleção Brasileiras, para os jornais Estado de Minas e Aqui, publicada no último domingo. Acompanho a carreira do arqueiro há algum tempo e fico feliz de vê-lo fazer sucesso. Mais que isso, me deixa extremamente satisfeito constatar que ele continua com os pés no chão.  <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Dá para explicar este bom momento na carreira?</span> <br>Acho que é fruto do crescimento. Cheguei à Espanha com 22 anos e tive de superar as dificuldades. Fui rompendo barreiras e no ano passado dei um grande salto, que foi jogar no Valencia, um clube grande, no qual o nível de exigência é muito grande. Foi como trocar o Botafogo-SP pelo Atlético, não sabia como ia ser, o que me esperava. O clube está um pouco abaixo da de Barcelona e Real Madrid, mas a torcida não aceita, quer que a gente brigue de igual para igual.  <br> <br><span style="font-weight: bold;">Teve problemas para se firmar, como ocorreu no Atlético?</span> <br>O titular era o Guaita, mas cheguei disposto a ser titular. Ele estava em vantagem, pois, além de ser da base, vinha de boa sequência de jogos. Acabou que ele se lesionou, eu assumi a posição e joguei até mais que esperava. <br> <br><span style="font-weight: bold;">Dos 17 pênaltis cobrados no gol do desde que chegou à Espanha (outros dois foram para fora), você pegou 12. Qual o segredo para aproveitamento tão bom? Tem de estudar os cobradores?</span> <br>Acho que sempre tive facilidade, tanto que antes de vir para a Espanha peguei dois no Atlético, um contra o Botafogo e outro contra o Tupi. Mas nunca imaginei números como esses, ainda mais em uma liga disputada como a Espanhola. Isso não um respeito muito grande. Não estudo quem pode cobrar, às vezes, quando você não conhece determinado jogador, pode ver um vídeo, mas nada mais que isso. Outros, como Messi e Cristiano Ronaldo, você já está habituado a ver. Tem de contar com a sorte, vale muito a intuição, além do trabalho do dia a dia. <br> <br><span style="font-weight: bold;">Qual a sensação de ficar frente a frente de um batedor do quilate do Messi, do Cristiano Ronaldo?</span> <br>Não dá nem para pensar muito, é se concentrar. Claro que você sabe que pegar um pênalti do Messi, por exemplo, dá uma visibilidade muito maior do que defender 30 cobranças de outros jogadores. <br> <br><span style="font-weight: bold;">No último jogo contra o Barcelona, você pegou muito, mas o Valencia acabou goleado por 5 a 1. Fica a frustração?</span> <br>Não fica, pois você não está enfrentando qualquer um, mas uma equipe fantástica. Quando é o dia deles, não tem jeiro. O Real Madrid já sentiu isso na pele, o Santos, na final do Mundial Interclubes da Fifa, também. <br> <br><span style="font-weight: bold;">Você planeja voos mais altos?</span> <br>Com certeza. O Valencia não é meu último degrau no futebol. Se puder, quero estar entre os oito melhores times do mundo. Mas estou bem feliz aqui, procurando fazer o melhor pela equipe. <br> <br><span style="font-weight: bold;">E na Seleção, seu plano é ser titular no Mundial’2014? Quem são seus concorrentes?</span> <br>Ainda tem muito tempo até lá. O Brasil está sempre formando bons goleiros, o Mano vem dando chance a vários, pode aparecer outro. O importante é manter o nível, minha linha de trabalho, e ver o que acontecerá. Contra Gabão e Egito foi a chance que precisava, me preparei para aquele momento e acho que fiz meu papel. <br> <br><span style="font-weight: bold;">Você sente falta do Brasil? Pensa em voltar?</span> <br>Estou completamente adaptado à Europa, mas claro que tenho saudades da família, dos amigos. Do futebol acho que teria dificuldades para me readaptar, mas não descarto nenhuma possibilidade. Aliás, não sei nem o que vai ocorrer amanhã (risos).  <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br>   </div>
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		<title><![CDATA[Samba, rock e futebol]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=99516</link>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 16:57:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Nunca entendi o motivo pelo qual as pessoas torcem por escolas de samba, salvo aquelas que moram nos locais onde elas foram criadas ou estão envolvidas com o desfile. Talvez seja porque nunca fui fã de samba, ainda que tenha enorme respeito pelos compositores mais antigos e também por alguns mais novos. Pensando bem, acho que sei: é pelo mesmo motivo que há tome partida de uma banda, que transforme o gosto pessoal por uma banda uma rivalidade digna dos grandes clássicos do futebol brasileiro.  <br>  <br>Fã de Beatles vai sempre achar os caras de Liverpool melhores que os Rolling Stones e vice-versa. E nem é preciso motivo lógico para isso. Acha e pronto. Assim como ocorre quando atleticanos e cruzeirenses começam a discutir quem é maior, tem mais tradição, maior torcida, etc.  <br>  <br>De qualquer forma, nunca me acostumei em ver gente comemorando cada vez que o locutor grita aquele indefectível "dez, nota dez" da apuração do Rio. Não tenho nada contra, só acho estranho, apesar de conhecer o ritual de toda Quarta-feira de Cinzas desde que me entendo por gente. Também sempre considerei perda de tempo explicar os motivos que gosto de uma banda e justificar porque a considero melhor.  <br>  <br>Triste é, depois de ver as cenas patéticas da apuração do Carnaval de São Paulo, ter mais certeza que as coisas tendem a piorar em vários seguimentos da sociedade. Ao invés de o pessoal do samba ensinar aos do futebol a respeitar quem&nbsp; é de outra agremiação, os do futebol parecem que estão&nbsp; conseguindo introduzir a intolerância no samba. O resultado, claro, é violência, vandalismo, covardia, como vimos no sambódromo paulistano.  <br> <br>E antes que venham dizer que no rock também tem violência, sim, isso é verdade. Felizmente, atualmente, as coisas estão bem mais calmas que antes e, salvo um ou outro grupo intolerante, todos convivem sem maiores problemas. <br>  <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">  <br></div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Juízo, sempre]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=99370</link>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 17:40:22 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Não gosto de carnaval, dessa obrigação de ser feliz, de ter que aproveitar, etc. Mas desejo a todos muita sorte nestes quatro dias. Com muito juízo, por favor.
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O "deus" da Fórmula 1 ]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=98821</link>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 23:32:55 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Este blog foi criado para falar de música, principalmente o rock, e esporte, preferencialmente o futebol. Mas há espaço para muitas outras coisas, como literatura. Como não poderia deixar de ser, as letras estão ligadas a esporte e/ou a música, claro. <br> <br>Entre o fim do ano passado e o começo deste ano li "Não sou um anjo", biografia de Bernie Ecclestone, manda-chuva da Fórmula 1 há meio século. No catatau de 520 páginas, Tom Bower, especialista em biografias não autorizadas, traça o perfil de uma das figuras mais controversas do esporte nas últimas décadas.  <br> <br>O livro tem o mérito de descrever como o filho de família humilde conseguiu se tonar bilionário, não se importando, para isso, de vender carros com velocímetro adulterado ou enganar os que o consideravam parceiros ou mesmo seus sócios. Jogando donos de equipes uns contra os outros, tomou conta da principal categoria do automobilismo, chegando a ficar com 70% de to o dinheiro gerado pelo esporte. <br> <br>Não dá para tirar os méritos de Ecclestone. Ele profissionalizou um esporte que beirava o amadorismo, o fez extrapolar as fronteiras europeias e se tornar fenômeno de massas através das transmissões pela TV. Todos os envolvidos ganharam muito dinheiro. E ele, mais que todos. <br> <br>Apostador costumaz, o dirigente não gosta de perder. Para se manter por cima, segundo o autor, permitiu trapaças das mais variadas, inclusive algumas que resultaram em títulos mundiais. <br> <br>Não duvido que no esporte seja muito diferente. A briga pela presidência da Fifa é sempre acirrada, se não nas eleições, certamente na briga pela indicação como candidato. Qualquer federação estadual é alvo de políticos e empresários. É nesse ponto que Ecllestone se diferencia dos demais mandatários do esporte mundial. Ele conseguiu ser o manda-chuva da Fórmula 1 só se aproveitando de contratos que o favoreciam, não assumiu cargos de maior repercussão, não se candidatou a presidente da FIA, ainda que tenha criado uma quantidade absurda de entidades para se proteger. <br> <br>Leitura mais do que recomendada. <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">&nbsp; &nbsp;   </div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Roda viva do futebol]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=98472</link>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 23:15:39 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		O momento financeiro difícil do Cruzeiro, enquanto o Atlético se mostra em dia com pagamento de salários, mostra o quanto o futebol é cíclico. Há alguns anos, não muitos, o time celeste se vangloriava de ter as contas sob controle, dinheiro em caixa, de ser organizado. Já o Galo sofria com seguidas más administrações, caixas vazios, dívidas, processos na Justiça e até com penhora da sede de Lourdes. <br> <br>Não era para ser assim. Com organização, planejamento e pés no chão, os dois maiores clubes de Minas poderiam viver sempre tranquilos, ao menos no quesito finanças. Não digo que iriam brigar sempre por títulos, mas não precisariam lutar contra rebaixamentos nem fazer loucuras na tentativa de escapar de situações difíceis em se mete. <br> <br>O mais engraçado é que os atleticanos estão aproveitando para ir à forra contra o cruzeirenses. Sofreram gozações por causa da penúria que o clube atravessou durante bom tempo e agora dão o troco contra os maiores rivais, que sempre bateram no peito para exaltar a saúde financeira da agremiação do Barro Preto. <br> <br>É natural que isso aconteça, faz parte da rivalidade. Os adeptos do clube de Lourdes só não podem se esquecer que a situação financeira do Galo também exige precaução, pois a dívida continua grande e é preciso diminuí-la, sob o risco de ver as receitas serem carcomidas pelos juros. <br> <br>Já a diretoria do Cruzeiro, que assumiu o clube há pouco tempo, precisa se organizar o mais rápido possível. Ter que recorrer à instituição financeira para pagar folha salarial não é novidade para muitas empresas. Só não pode se tornar prática comum, pois poderá inviabilizar o clube a longo prazo. <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br></div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Mais do mesmo]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=98107</link>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 23:24:17 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Animados para mais um Campeonato Mineiro? Eu não. Como me entusiasmar se, como sempre, deveremos ter um torneio sem grande brilho técnico, que provavelmente terá Atlético x Cruzeiro na final, em que o campeão, sendo um dos dois, terá feito a obrigação e o derrota entrará em crise? <br> <br>Ao contrário do que alguns pensam, principalmente quem é do interior, nada tenho contra o times de fora de Belo Horizonte. Só acho que eles precisam se estruturar melhor e ficar em atividade o ano todo. É muito pouco se contentar em enfrentar só os clubes da capital, como ocorre na maioria dos casos. <br> <br>Antigamente, quando havia muita dificuldade de locomoção neste Brasil continental e ver uma partida do exterior era um acontecimento, os Estaduais tiveram importância. Mas hoje, com aviões cortando os céus do país e as TV passando ao vivo os principais campeonatos do mundo, recheados de craques, não vejo mais motivo para eles existirem. Só por tradição, é muito pouco. <br> <br>São poucos os clubes que almejam jogar o ano inteiro, em extrapolar as fronteiras estaduasi. E hoje há calendário para isso. Por isso, estão de parabéns os diretores de Boa e Tupi, assim como os do Villa Nova. Os demais deviam seguir esse exemplo. <br> <br>De qualquer forma, como mais um Mineiro está a caminho, tomara ao menos que ele seja bom. Para o benefício de todos, clubes, torcedores, imprensa, patrocinadores, Federação Mineira de Futebol, jogadores. Assim, veria comentários aqui de gente mostrando o quão errado eu estou. <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br></div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Um em um milhão]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=97294</link>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 16:54:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Já são quase 20 anos de jornalismo e mais de 15 anos trabalhando como esportes, a maioria deles com futebol. Nesa trajetória, tive a oportunidade de testemunhar muita coisa e de conhecer gente que me surpreendeu tanto positivamente quanto negativamente. Entre os que superaram minhas expectativas está Juliano Belletti, volante revelado pelo Cruzeiro, que defendeu também São Paulo, Atlético, Villareal, Barcelona e Chelsea, jogando também de lateral-direito, e que chegou à Seleção Brasileira, com a qual foi campeão do mundo em 2002. <br> <br>E não digo que ele me surpreendeu só dentro de campo, no qual sempre demonstrou muita vontade, apesar de não poder ser chamdado de craque. Fora dele é que mostrou ser diferente da maioria, se preocupando em estudar, enquanto muitos vão à Europa e nem a língua do país em que atuam aprende. <br> <br>Tive o prazer de reecontrá-lo esta semana, na Cidade do Galo, onde foi acompanhar o trabalho da comissão técnica comandada por Cuca. Está fazendo curso de treinador, apesar de não saber se esse será o caminho a seguir agora que parou de jogar. Continua estudando, provando que não se limita ao futebol. Confira a entrevista com o ex-jogador, que teve a maior parte publicada na edição de 18 de janeiro de 2011 do jornal Estado de Minas.  <br> <br><span style="font-weight: bold;">Qual o objetivo de sua visita à Cidade do Galo?</span> <br>Sempre é bom vir a Belo Horizonte, sou muito bem recebido aqui, tanto por atleticanos quanto por cruzeirenses. E minha passagem pelo Atlético, apesar de curta, foi marcante, fomos campeões mineiro, vice do Brasileiro. E agora aproveito que o (técnico) Cuca e o (preparador físico) Carlinhos Neves, que são profissionais acima da média, estão aqui para adquirir mais&nbsp; conhecimento já que estou estudando para ser treinador. Em dezembro faço o último módulo do curso ministrado pela PUC Minas e CBF e homologado pela Fifa. <br> <br><span style="font-weight: bold;">Você estava no Barcelona quando o atual time foi "gestado". Dá para explicar como a equipe que está encantando o mundo foi formada?</span> <br>Tenho respondido tanto esta pergunta ultimamente que acho que vou começar a cobrar (risos). Mas o básico é a mentalidade do jogador, que levanta um troféu uma vez e quer levantar sempre, os caras não se acomodam com a boa estrutura, com uma boa equipe, eles querem ganhar sempre e o Barça sabe trabalhar isso bem na base, sabe fazer jogadores vitoriosos. Não basta só jogar bem, ser bom jogador, tem de ter mentalidade de campeão. <br> <br><span style="font-weight: bold;">É possível implantar essa mentalidade no futebol brasileiro?</span> <br>Não acredito, pois é uma realidade diferente. No Barcelona, se o garoto vai mal na escola, fica fora do jogo no domingo, independente de ser o craque do time. Isso é impensável no Brasil, não se dá valor à educação. Quando cheguei ao Cruzeiro, com 15 anos, éramos 40 garotos na concentração e só eu e mais quatro ou cinco estudavam. E nem se pode culpar os clubes, pois, no colégio municipal que frequentávamos, havia cara armado, drogas. Ou seja, era mais seguro ficar na concentração que ir estudar. Tinha de haver mais investimento e cuidado por parte do governo. <br> <br><span style="font-weight: bold;">Há também diferença de estrutura?</span> <br>Claro, mas o principal é a filosofia. No Barceona, tirando o Messi, que é fora de série, raramente um jogador com menos de 20 anos será titular da equipe principal. Tudo é feito com muita calma, os jogadores são trabalhados para estarem prontos quando forem lançados. No Brasil, mal lo garoto desponta e já vira não só titular, mas a grande esperança de um time. Acho que os clubes brasileiros precisam investir nas categorias de base, tanto pelo lado financeiro quanto pelo técnico. <br> <br>S<span style="font-weight: bold;">eu objetivo hoje é seguir a carreira de treinador?</span> <br>Estou me preparando para isso, mas também tenho outros projetos. Um deles é de lançar uma revista sobre futebol e também abrir uma academia com minha mulher, ambos em São Paulo, onde moro. Estudo administração e psicanálise. Procurei aproveitar as oportunidades que o futebol me deu. Aprendi inglês quando defendi o Chelsea, aproveitei minha passagem pelo Barcelona para aprender bastante. <br> <br><span style="font-weight: bold;">Caso você se torne treinador, qual será sua linha de trabalho?</span> <br>Gosto de trabalhos dinâmicos, como fazem o Cuca e o Carlinhos Neves. Você tem sempre que se atualizar, tem muito treinador vencedor que ficou para trás porque parou no tempo. Isso não pode ocorrer. <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br></div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Erro que se repete]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=96907</link>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 23:10:24 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Jogadores e comissões técnicas dos principais clubes do Brasil estão trabalhando a todo vapor visando a temporada 2012. Enquanto, dirigentes continuam buscando reforços. Até aí, tudo natural, legal, bonito, bem feito. O problema é que nossos cartolas, com raras exceções, não tem a menor parcimônia e/ou planejamento na hora de gastar o dinheiro dos clubes. <br> <br>Como bem lembrou meu colega Eugênio Moreira, que sabe como poucos preservar a memória do esporte, eles não aprendem, talvez porque não tem de responder por recursos mal gastos. Nem parece que há pouco mais de uma década diretores fizeram verdadeira farra com dinheiro de parcerias, algumas delas mal explicadas. Quando os parceiros decidiram se retirar por ver que o futebol brasileiro não era tão lucrativo e sofria, por exemplo, com a pirataria, não foram poucos as agremiações que ficaram em dificuldades, com salários altíssimos para pagar, muitos deles em dólar. <br> <br>Agora, tudo se repete, só que a fonte de recursos agora é a TV, cujas cotas subiram bastante, mas de forma bastante desigual. E lá vão os novos ricos da América do Sul buscar jogadores em seus vizinhos, além de repatriar atletas com salários completamente fora da realidade verde-amarela. <br> <br>Já defendi neste espaço a adoção de teto salarial para os jogadores. E agora defendo que dirigentes respondam com o próprio patrimônio por negócios mal feitos e dívidas que deixe durante seu mandato. Sei que é difícil, mas se não houver esforço, corremos o risco de vermos times tradicionalíssimos desaparecerem. <br> <br>O mesmo vale para os grandes festivais de rock, que pagam cachês absurdos a estrelas internacionais e tentam recuperar isso cobrando ingressos astronômicos. Claro que quero ver os principais astros&nbsp; tocando em meu país, mas seria bom se houvesse um pouco de respeito ao expectador, principalmente por naqueles shows patrocinados. <br> <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Cada vez mais diferente]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=96691</link>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 17:24:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		Poucas horas separaram o início da edição 2012 da Copa São Paulo de Futebol Júnior e o anúncio da aposentadoria do goleiro Marcos <span style="font-weight: bold;">(foto)</span>. O que me fez pensar em anmbos foi a distância que há entre quem joga a "copinha" e o arqueiro que por tantos anos defendeu o Palmeiras e a Seleção Brasileira.  <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/de73a65d85924577045230e3c46305c3.jpg"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Paulo Whitaker/Reuters  <br> <br></div>  <br>Os garotos estão cada vez mais preocupados em aparecer, entram em campo tentando mostrar serviço, chamar a atenção o máximo possível, mesmo que isso signifique mandar as favas as instruções dos treinadores ou esquecer sua função tática. Na hora do gol, raro é aquele que não corre para a câmera de TV mais próxima para dizer que ama o pai, a mãe, os irmãos, a namorada, o cachorro e também os filhos – sim, alguns deles já são pai, apesar de não terem nem duas décadas de vida.   <br>  <br>Já o craque do gol sempre foi em direção contrária. Em um futebol cada vez mais midiático, que gera pseudo-celebridades semanalmente, e em que alguns que acabaram de deixar a infância já tem empresários e contratos de patrocínio, sempre cultivou a simplicidade. Nunca precisou de assessores para falar com imprensa, nem fez biquinho quando perdeu lugar para companheiro melhor preparado.  <br>  <br>Será cada vez mais difícil termos jogadores como Marcos no futebol. Se ferramentas como as redes sociais aproximaram virtualmente os ídolos de seus fâs, a realidade trata de afastar diametralmente atletas de seus fãs. A maioria dos boleiros vive em um mundo de fantasia, sem noção do valor real das coisas, explorado por falsos amigos e vendedoresa inescrupulosos, enquanto o torcedor comum tenta encaixar no apertado orçamento o sagrado direito de ir ao estádio ou comprar a camisa do jogador preferido.  <br>  <br>Seria bom que as promessas, cheias de sonhos, como todos os jovens, dessem mais atenção ao que os veteranos têm a dizer. Isso certamente faria diminuir o núimero de atletas profissionais que fica perdido depois que encerra a carreira e, principalmente, dos que terminam na miséria.   <br>  <br><div style="text-align: center;">  <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">  <br></div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Em banho-maria]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=96448</link>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 22:46:02 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Saí para a merecida folga de fim de ano e fiquei afastado do noticiário esportivo, procurando descansar e, principalmente, curtir os amigos. Voltei depois de alguns poucos dias e vejo que pouca coisa mudou no que se refere às contratações dos clubes mineiros. Mas não fiquei preocupado quando dei um giro por vários sites e vi que as demais agremiações, com raras exceções, também quase não se mexeram no período. Está tudo muito mais quieto que em outros anos. E logo agora que os clubes passam a receber muito mais dinheiro da televisão. <br> <br>Entendo a preocupação dos torcedores. Os do Atlético esperam bem mais que Leandro Donizete e Danilinho, que, na minha opinião são bons jogadores. Já os do Cruzeiro viram o clube contratar oito atletas, mas nenhum deles com a grife que desejavam, apesar de eu já ter escrito, aqui mesmo, que acho que Wanger Mancini pode fazer a equipe dar liga. Quanto ao América, a busca foi dentro das possibilidades financeiras. <br> <br>Para quem gosta de jogador de renome, fica ainda mais difícil quando se vê o que Grêmio, por exemplo, contratar os atacantes Kléber e Marcelo Moreno, além do zagueiro Sorondo, só para citar os mais importantes. Quase todos os concorrentes ficaram com água na boca. <br>&nbsp; <br>Nada disso, porém, é garantia de sucesso. O Figueirense provou, no último Campeonato Brasileiro, que é possível fazer boa campanha com jogadores menos famosos. O problema é que até o próximo Nacional haverá os Estaduais e também a Copa do Brasil. Qualquer tropeço pode colocar o planejamento a perder. E aí, lá vão os clubes contratar feito loucos, muitas vezes adiantando cotas de TV ou, pior, pedindo empréstimos a juros altíssimos. <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br></div>
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		<title><![CDATA[Resoluções de ano-novo]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=96168</link>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 22:29:23 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Com o fim de 2011 é chegada a hora daquele tradicional balanço, de pesar o que fez de bom, de ruim, das famosas resoluções de ano-novo. Gostaria de fazer como o companheiro Rodrigo Gini, do blog Sexta Marcha (<A href="http://www.dzai.com.br/gini/blog/sextamarcha">http://www.dzai.com.br/gini/blog/sextamarcha</A>),&nbsp;que escreveu no Facebook: "Minha&nbsp;principal resolução de ano-novo&nbsp;é...não fazer resolução de ano-novo". Mas não resisto e as faço. Aliás, como posso fraquejar, vou fazer resoluções para que os me acompanham neste espaço me ajudem a cumprir. Vamos a elas.</P> <P>. Em 2012&nbsp;não vou me entusiasmar em excesso nem reclamar demasiadamente das contratações –&nbsp;ou da falta delas – do meu time;</P> <P>&nbsp;</P> <P>. Prometo ter paciência quando o lateral errar cruzamentos seguidos, o volante não conseguir acertar passes de 3m, o zagueiro só sair jogando na base do chutão e o atacante da minha equipe perder aqueles gols cara a cara com o goleiro adversário;</P> <P>&nbsp;</P> <P>. Garanto levar as gozações e brincadeiras dos torcedores rivais na esportiva, mesmo&nbsp;depois de derrotas acachapantes;</P> <P>&nbsp;</P> <P>. Me esforçarei para não xingar os árbitros e assistentes, mesmo que marquem impedimentos clamoroso e anulem gols legítimos do meu time&nbsp;ou confirme gols irregulares dos adversários;</P> <P>&nbsp;</P> <P>.&nbsp;Não tamparei os ouvidos e farei cara feia quando colocarem&nbsp;para tocar aqueles grupos e cantores que abomino, a não ser que seja no último volume e/ou dentro de um carro;</P> <P>&nbsp;</P> <P>. Serei simpáticos às novas modinhas que impuserem à juventude, mesmo que ela deixe garotos e garotas com aspecto de brinquedo japonês;</P> <P>&nbsp;</P> <P>. Comerei e beberei apenas o necessário para satisfazer minhas necessidades de ser humano.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O que&nbsp;acham?</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"></P>
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		<title><![CDATA[Quero ser o Barça]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=95958</link>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 22:40:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Depois do que ocorreu domingo, em Yokohama, muita gente "descobriu" que o Barcelona joga o melhor futebol do mundo, que toca a bola com maestria, que praticamente nunca dá chutões, que é muito difícil marcá-lo. Parece que os catalães, comandados por Pepe Guardiola, reinventaram o futebol e que devem ser copiados por todos os lados. Menos, gente, menos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Para começar, valorizar a posse de bola&nbsp;sempre foi a melhor opção para uma equipe de futebol&nbsp;cujos integrantes têm qualidade técnica. Para chegar ao atual estágio, o clube espanhol trabalhou bastante, aplicou muitos recursos em categorias de base, incutiu a filosofia de trabalho&nbsp;entre seus mais jovens jogadores. Quando chegam ao profissional, os barcelonistas já sabem exatamente o que fazer, além de encontrarem uma equipe encaixada, o que facilita bastante para todo mundo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Para completar, a diretoria faz contratações "cirúrgicas", muitas delas já pensando no futuro, quando não poderá contar com alguns de seus craques, como Xavi, que fará 32 anos em janeiro. Isso ajuda a explicar o alto investimento feito para ter de volta Fàbregas <STRONG>(foto)</STRONG>.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/5a122e0a9ec7df3bd7b5a2efdf4c2f00.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Susana Vera/Reuters&nbsp;</FONT>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Não dá para um time, da noite para o dia, querer jogar como o Barcelona, é preciso lastro e, acima de tudo, qualidade.&nbsp;Só apela para lançamentos e cruzamentos&nbsp;ou torna as cobranças de faltas e escanteios sua principal arma quem não dispõe de grandes recursos. Não&nbsp;se deixe enganar.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"></P>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Mudanças]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=95749</link>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 18:15:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		As coisas mudam, nem sempre para melhor, mas mudam, podem ter certeza. Prova disso é a atual situação dos dois principais rivais de Minas, Atlético e Cruzeiro. Um tem base montada e promete contratações pontuais para ter time forte no no que vem, além de ter acabado de reeleger o presidente. Outro está reformulando completamente seu grupo de jogadores, deverá contratar ao menos 10 atletas e está de presidente novo.  <BR> <BR>O curioso é que os papéis, agora, se inverteram. Há pouco tempo, o Galo é quem trocava "um time inteiro" a cada seis meses, não tinha dinheiro para nada, vivia crises políticas, com dois presidentes, Nélio Brant e Ziza Valadares, deixando o cargo antes do fim em menos de 10 anos. Já a Raposa era organizada, buscava jogadores que a reforçassem, estava há quase duas décadas sob o comando do mesmo grupo político, não tinha problemas financeiros, fazia excelentes negócios.  <BR> <BR>Nem a atual situação tranquila do Atlético, nem o período de mudanças do Cruzeiro são garantias de sucesso ou fracasso. A única certeza é que o panorama mudou na Alterosas. Tomara que seja para melhor tanto para atleticanos quanto para cruzeirenses.  <BR> <BR>Como o assunto aqui também é música, aproveito para desejar um bom fim de ano a todos no melhor estilo punk rock, com os lendários Ramones:&nbsp;<A href="http://www.youtube.com/watch?v=4Y5GtaTrPHM">http://www.youtube.com/watch?v=4Y5GtaTrPHM</A>.  <BR> <BR> <BR> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: center"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">  <BR></DIV>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A hora da ilusão]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=95595</link>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 22:34:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		O encerramento de mais uma temporada renova as esperanças dos torcedores que o próximo ano será bem melhor, independente de o time de preferência ter sido campeão brasileiro, da Copa do Brasil e até da Libertadores; simplesmente ter figurado em uma ou mais dessas competições, ter lutado contra o rebaixamento ou mesmo caído para a Série B. Afinal, quem torce é, antes de tudo, eterno otimista.  <br>  <br>A grande maioria das torcidas dos grandes clubes vive a expectativa do anúncio de uma boa contratação, da chegada de alguém que possa fazer a diferença, ou mesmo daquele carregador de piano que vai dar o suporte necessário para o craque brilhar. Não interessa se a equipe preferida está em dificuldade financeira, se recebe bem menos de cota de TV que os concorrentes ou se está em pleno processo eleitoral.  <br>  <br>Muita gente acredita ser fácil fazer futebol: contrata-se bons jogadores, um treinador competente, um CT bem montado e "tchan-ran", tem-se uma equipe vencedora. Nem de longe é tão simples. Às vezes determinado clube gasta o que não tem e busca quatro grandes estrelas, além de outros atletas de bom nível, mas os resultados não aparecem. Não dá liga, como dizem no meio futebolístico.  <br>  <br>Claro que não sou contra a contratação de craques. Só prefiro que, caso não haja dinheiro sobrando, que se use a criatividade e muito trabalho para montar equipe competitiva. Mas sei que a maioria continuará sonhando com jogadores de renome. É mais fácil. E depois, se não der certo, rola-se a dívida, que fica cada vez maior.  <br>  <br>  <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">&nbsp;  <br>   </div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Brasileiro triste para os mineiros]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=95091</link>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 23:38:40 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: center;"><div style="text-align: left;">Acabou mais uma Série A do Campeonato Brasileiro e desta vez nenhum torcedor de Minas pode comemorar. O América foi rebaixado, o Cruzeiro escapou da queda na última rodada e o Atlético, na penúltima. Claro que os celestes estão eufóricos com a goleada por 6 a 1 sobre os alvinegros, que, mesmo terminando à frente da Raposa pela prmeira vez desde que os pontos corridos foram implantados, estão em crise. <br> <br>Claro que aplicar goleada história sobre o maior rival é, por si só, motivo de festa. Mas espero que ao menos os dirigentes do clube do Barrro Preto não se deixem levar pelo oba-oba, se preocupem com os erros cometidos e tentem evitá-lo na próxima temporada. Pois já vi equipes passarem pela mesma situação e não acordarem. Aí, um ou dois anos depois acabam na Segunda Divisão. O grupo precisa de reforços, como ficou provado em todo o segundo turno. <br> <br>O mesmo vale para os atleticanos, só que, ao invés da euforia, precisam tomar cuidado com o clima de terra arrasada depois da pancada sofrida na última rodada. É preciso aproveitar o que de bom foi feito, manter a base e buscar jogadores que sejam reforços, não apenas para compor o grupo. <br> <br>Sei que o grande assunto neste início de semana é sobre um possível suborno para o Atlético "entregar" o jogo para o Cruzeiro. Não acredito nisso. Para mim, o que aconteceu é que uma equipe entrou determinada a ganhar todas as bolas e vencer o jogo, enquanto a outra, com a sensação de dever cumprido, relaxou. Assim, quando os alvinegros assustaram, já perdima por 2 a 0. Se houver qualquer outra coisa, ficaria muito feliz que me provassem. <br> <br></div> <br> <br>&nbsp;<img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">   </div>
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		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Faça sua parte]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=94665</link>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 23:44:41 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Desde a semana passada, quando os ingressos para o jogo entre Atlético e Botafogo se esgotaram em pouco mais de duas horas, que estou para escrever sobre a ação de cambistas. Agora, quando a torcida do Cruzeiro comprou todos os pouco mais de 18 mil bilhetes para a partida com o Galo em cerca de cinco horas,&nbsp;tenho a oportunidade de aboradar o assunto. E para mim as coisas são muito simples: se há mais gente interessada em conferir uma atração do que lugares disponíveis, esse tipo de gente vai aparecer. <BR> <BR>Assisti, na TV Alterosa, à entrevista de um rapaz na qual ele não só admite não só revender entradas para jogos e shows com preços majorados em relação ao praticado nos postos oficiais, como mostra o rosto. Mais: se diz "prestador de serviços", "empresário que garante emprego de muita gente", "facilitador" para quem não quer ou não pode ir para fila no intuito de garantir lugar no espetáculo preferido, cobrando, para tanto, não ágio, mas uma "taxa de comodidade". Tudo pode ser conferido em <A href="http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/cruzeiro/2011/11/30/noticia_cruzeiro,203229/video-veja-a-acao-dos-cambistas-na-venda-de-ingressos-para-o-classico.shtml">http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/cruzeiro/2011/11/30/noticia_cruzeiro,203229/video-veja-a-acao-dos-cambistas-na-venda-de-ingressos-para-o-classico.shtml</A>.]</P> <P> <BR>Por um lado ele tem razão: nem todo mundo tem tempo ou disposição&nbsp;para enfrentar chuva, sol, frio, calor em horas de espera. E existem empresas que fazem exatamente isso via internet ou telefone, &nbsp;cobrando exatamente para entregar os ingressos em domicílio. E o valor é agregado a cada unidade, independente de, por exemplo, dois serem destinados ao mesmo endereço, como comprovei&nbsp;quando da última apresentação de Roberto Carlos em Belo Horizonte. </P> <P>&nbsp;</P> <P>A diferença é que, no caso do cantor capixaba,&nbsp;fui atendido por uma empresa legalmente constituída, com funcionários registrados. O atravessador entrevistado pela TV Alterosa, por sua vez, integra a economia informal, ou na ilegalidade, na visão de alguns.</P> <P>&nbsp;</P> <P>As autoridades prometem tomar providências. Os clubes tentam amenizar a situação limitando o número de ingressos que podem ser adquiridos por pessoa e ainda exigindo identificação. Mas só há uma coisa a ser feita para&nbsp;resolver o problema: o cidadão que se sente lesado&nbsp;não comprar na mão de cambistas. Se não houver procura, eles não oferecerão mais esse tipo de serviço.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Você está disposto a fazer sua parte?&nbsp;Ou&nbsp;acompanhar um jogo de futebol ou uma apresentação musical é mais importante, não importando o preço ou a forma como isso será possível?</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O tempo é o senhor da razão]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=94177</link>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 20:08:04 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Quem tem mais de 30 anos deve se lembrar do jingle de um banco, que nem existe mais, que dizia: "o tempo passa, o tempo voa". A pura verdade. E com o passar cada vez mais rápido das horas, dias, semanas, meses, anos, as mudanças são inevitáveis. Os que brilhavam no gramado se tornam comentaristas, técnicos, empresários ou&nbsp;meros aposentados. Na música, se manter nos palcos com mais de 40 anos é um dom, ainda mais na indústria do entretenimento, sempre ávida pela próxima novidade, que tem de ser novo (a), magro (a), bonito (a). Envelhercer com dignidade no rock é quase um crime.</P> <P>&nbsp;</P> <P>A saída para muitos é buscar novos caminhos, que muitas vezes são conhecidos, mas pouco explorados. Aqueles ritmos ouvidos na infância, nas viagens durante&nbsp;férias escolares, que foram até renegados em determinada época da vida, mas jamais&nbsp;deletados da memória, viram mais que influência, se tornam norte.</P> <P>&nbsp;</P> <P>São os casos, por exemplo, de dois músicos que acompanho há muito tempo em suas bandas e que já&nbsp;há algum tempo têm apostado na carreira solo: o gaúcho Wander Wildner e o paulista Tor Tauil. O primeiro fez sucesso com os Replicantes (<A href="http://www.myspace.com/osreplicantes">http://www.myspace.com/osreplicantes</A>), banda seminal do punk brasileiro, surgidfa nos&nbsp;anos 80 e responsável por músicas com&nbsp;"Surfista Calhorda", que&nbsp;chegou a tocar em rádios. Já o segundo ainda é o&nbsp;vocalista e principal compositor dos Zumbis do Espaço (<A href="http://www.myspace.com/zumbis777">http://www.myspace.com/zumbis777</A>), pioneiros do horror rock no Brasil.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Enquanto Wander Wildner (<A href="http://www.myspace.com/wanderwildner">http://www.myspace.com/wanderwildner</A>) lança mão de ritmos típicos do Rio Grande do Sul, como o vanerão, Tor (<A href="http://www.myspace.com/oficialtor">http://www.myspace.com/oficialtor</A>) vai fundo na pequisa da música caipira, com direito a citações a Tião Carreiro e Pardinho, Liu e Léo e outras duplas. Para quem não conhece a trajetória dos dois, fica até difícil entender como eles podem ter mudado tanto, indo dos riffs de guitarra rascantes aos acordes melódicos de violão. Como diria aquele velho ditado, "o tempo é o senhor da razão", pois parece que só com o passar dos anos eles conseguiram assimilar o que sempre esteve tão próximo. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Independente de gostar ou não dos trabalhos mais recentes de ambos, vale&nbsp;procurar entender o que eles querem. Na minha opinião, o mesmo que todo mundo que&nbsp;vai ficando velho: paz e tranquilidade, aquela sensação de serenidade que só o passar dos anos parece trazer.&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Quem ainda tem longo caminho pela frente e está lançando clipe novo (<A href="http://www.youtube.com/watch?v=DdwJWXKvDLU&amp;feature=youtu.be">http://www.youtube.com/watch?v=DdwJWXKvDLU&amp;feature=youtu.be</A>) é a banda mineira Irônika (<A href="http://www.myspace.com/ironikabh">http://www.myspace.com/ironikabh</A>). Tocando punk rock, eles falam do cotidiano dos jovens de Belo Horizonte, mas poderia ser de qualquer outra cidade grande de um país como o Brasil. E que com o tempo poderão rever conceitos. Ou não.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Haja fôlego]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=93845</link>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 17:14:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<span data-jsid="text" class="commentBody">Chegou o fim de semana, ele é prolongado (para alguns) e o que não faltam são opções (para todos) em Belo Horizonte. Há muito tempo a capital mineira não oferecia uma oferta tão grande de eventos para os fãs do rock. A começar com a apresentação do Sepultura ( http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2011/11/11/ficha_musica/id_sessao=19&amp;id_noticia=46220/ficha_musica.shtml ), que volta à cidade onde foi fundado depois de um hiato de quatro anos. Não sou fanático por heavy metal, mas não dá para perder uma oportunidade dessa, é a história diante de seus olhos.    <br>   <br></span><div style="text-align: center;"><span data-jsid="text" class="commentBody"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/7417b3d63990169d08358810e90ba5d3.jpg"></span>   <br><span data-jsid="text" class="commentBody"></span></div><span data-jsid="text" class="commentBody">    <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Lucas Correia/Divulgação    <br><span data-jsid="text" class="commentBody">   <br>Ja amanhã ocorre a 20ª edição da Flaming Night, tradicional noite organizada pela profícua&nbsp; 53HC, que tem incendiado a noite de BH. Para a ocasição especial, foram convocados os Autoramas <span style="font-weight: bold;">(foto)</span> e o Dead Fish, com a abertura ficando por conta dos mineiros do Skacilds ( http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2011/11/11/ficha_musica/id_sessao=19&amp;id_noticia=46153/ficha_musica.shtml ).    <br>    <br>Entre um evento e outro, começa a 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, com o Atlético encarando o Figueirense, sensação do torneio, fora de casa; o América visitando o Fluminense, tentando derrubar mais um candidato ao título, como fez com o líder Corinthianas; e São Paulo x Avaí. Já no domingo, o Cruzeiro, empurrado pela torcida, precisa vencer o Internacional, em Sete Lagoas, para tentar fugir da zona de rebaixamento.    <br>    <br>Será preciso estar com o preparo físico em dia para aguentar essa verdadeira maratona. Tá preparado?    <br>    <br>    <br></span><div style="text-align: center;"><span data-jsid="text" class="commentBody"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"></span>    <br><span data-jsid="text" class="commentBody"></span>   </div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Gracias, internet]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=93406</link>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 15:28:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<p>Tenho sorte de trabalha com o que amo. Assim, mesmo de folga, não consigo ficar longe do futebol. Hoje, graças à internet,&nbsp;conseguimos nos manter informados o tempo todo, mesmo a milhares de quilômetros de casa. Ainda bem, pois, se dependesse&nbsp;&nbsp;dos canais a cabo e via satélite, teria muita dificuldade para saber o que se passa no futebol brasileiro. Na TV, vi&nbsp;compactos dos principais campeonatos europeus, do México&nbsp;e até os gols da Terceira Divisão da Espanha, mas nada do Brasileirão. Nem mesmo os resultados foram exibidos.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Se não fôssemos pentacampeões do mundo, tivéssemos alguns dos melhores jogadores do mundo e tão apaixonados pelo esporte, até entenderia. Mas não consegui compreender a lógica dos editores dos programas de esporte do país em que estou. Talvez não haja interesse da maioria, sei lá, apesar de todos falarem nomes como Ronaldo, Ronaldinho e Romário sempre que me identifico como "brasileño".</p> <p>&nbsp;</p> <p>No campo musical a situação é semelhante, e olha que jamais esperaria que conhecessem as bandas independentes que eu gosto. Mas ainda não ouvi nada de som tupininquim, apesar de o merengue e a salsa terem muitas semelhanças com algumas coisas feitas no Brasil.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Como já escrevi neste espaço, falta maior integração entre os brasileiros e nossos irmãos latinos. Temos muitos pontos em comum e a interatividade seria boa para todos, apesar de reconhecer que&nbsp;nosso isolamento se deve muito ao fato de sermos praticamente os únicos que não falam espanhol nas Américas.</p> <p>&nbsp;</p> <p align="center"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/5adf36b752de5550247f1d1b9638db77.jpg"></p>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Não adianta chorar]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=92843</link>
		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 23:59:58 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Tão logo a Fifa anunciou os jogos que cada cidade vai abrigar na Copa do Mundo de 2014 e que São Paulo ficaria com a abertura do Mundial começou a cantilena de alguns mineiros, para os quais Belo Horizonte foi desprezada pela entidade máxima do futebol. Para esses, é um absurdo que a capital paulista tenha tido a primazia de sediar o primeiro jogo, pois o estádio Itaquerão ainda está com obras em fase inicial, enquanto a reforma do Mineirão já está quase na metade e o cronograma que prevê o término em dezembro de 2012, em dia. Em parte eu concordo, mas nunca acreditei que a capital econômica do país ficasse sem a abertura. <br> <br>De certa forma, acho que essas pessoas sentiram um pouco o que eu sinto quando vejo as bandas que eu gosto anunciarem shows na Terra da Garoa e nem cogitarem se apresentar na capital mineira. Neste sábado, por exemplo, está marcada apresentação do Reel Big Fish (http://www.reel-big-fish.com ou http://www.myspace.com/reelbigfish), que não está entre minhas bandas favoritas, mas que certamente eu iria ver se estivesse se apresentando em minha cidade.  <br> <br>Não há o que fazer, lá há público para todos os gêneros musicais, aqui a maior parte dos grupos independentes tocaria para 400 ou 500 pessoas, se tanto. Até grupos mais conhecidos sofrem quando tocam nas alterosas e não é raro haver cancelamento de shows por absoluta falta de interesse do público. <br> <br>De tanto passar por isso, me conformei em pegar a Fernão Dias ou me dirigir ao aeroporto.&nbsp; Nem por isso vejo que há uma conspiração contra BH, que o "eixo" não quer dar espaço às outras grandes cidades do país, que não temos força política, como ouvi e li desde quinta-feira. <br> <br>Considero a abertura da Copa do Mundo importante politicamente, pois atrai muitos chefes de estado e a atenção de praticamente o mundo todo. Mas abrigar uma oitavas de final e, principalmente, uma semifinal, como ocorrerá com Belo Horizonte, ainda mais com possibilidade de a Seleção Brasileira estar em ambas, é um grande atrativo. <br> <br>E só para lembrar, tanto para a Fifa quanto para os promotores de shows o lado financeiro é muito importante, para não dizer primordial. O resto é conversa para boi dormir. <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"> <br></div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Com ou sem emoção? Com.]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=92525</link>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 18:27:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Quem já esteve visitando praias do Nordeste conhece o passeio de buggie no qual o motorista pergunta se os passageiros vão querer fazer trajeto com ou sem emoção. No caso dos clubes mineiros não há escolha, e torcedores, pelo jeito, vão ter de conviver com a emoção – ou o sofrimento – até o fim do Campeonato Brasileiro.   <br>   <br>É impressionante como, rodada a rodada, América, Atlético e Cruzeiro conseguem se complicar na competição. Faltam apenas oito rodadas para o fim da edição 2011 do Nacional e o todos ainda têm chances de escapar do rebaixamento à Segunda Divisão. Mas, ao invés de darem esperança à torcida, preferem perder jogos de virada, caso do Coelho; em casa, com direito a pênalti perdido, como fez a Raposa; ou colocar tudo por água abaixo em poucos minutos, a exemplo do que fez o Galo em São Januário.   <br>   <br>Não vejo muita salvação para o América. Já para os dois maiores rivais de Minas, a sorte é que os demais concorrentes, como Avaí e Atlético-PR, também insistem em "garantir vaga" na Série B do ano que vem. Ou seja, a briga dos mineiros será com o Ceará, que não vence há quatro partidas e não dá sinais de reação.   <br>   <br>Confira os jogos que faltam para cada um dos times mineiros. Quem vai se salvar?   <br><span style="font-weight: bold;">Data/Adversário/Local </span>  <br><span style="font-weight: bold;">AMÉRICA </span>  <br>22.10/Grêmio/Sete Lagoas   <br>30.10/Coritiba/Curitiba   <br>5.11/Corinthians/Sete Lagoas   <br>12.11/Fluminense/Riio   <br>16.11/Botafogo/Sete Lagoas   <br>19.11/São Paulo/São Paulo   <br>26.11/Atlético-PR/Sete Lagoas   <br>4.12/Atlético-GO/Goiânia   <br>   <br><span style="font-weight: bold;">ATLÉTICO </span>  <br>22.10/Fluminense/Rio    <br>30.10/Palmeiras/Sete Lagoas   <br>5.11/Grêmio/Sete Lagoas   <br>12.11/Figueirense/Florianópolis   <br>17.11/Coritiba/Sete Lagoas   <br>20.11/Corinthians/São Paulo   <br>27.11/Botafogo/Sete Lagoas   <br>4.12/Cruzeiro/Sete Lagoas   <br>   <br><span style="font-weight: bold;">CRUZEIRO </span>  <br>23.10/Atlético-GO/Sete lagoas   <br>29.10/Botafogo/Rio   <br>5.11/Flamengo/Rio   <br>12.11/Internacional/Sete Lagoas   <br>16.11/Avaí/Florianópolis   <br>19.11/Atlético-PR/Sete Lagoas   <br>26.11/Ceará/Fortaleza   <br>4.12/Atlético/Sete Lagoas   <br>   <br>   <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg">   <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Quanto mais participação, melhor]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=91858</link>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 23:20:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Na semana em que o Cruzeiro elegeu novo presidente, Gilvan de Pinho Tavares, e quando o Atlético está a dois meses de mais uma eleição me pego pensando na relação das pessoas com seus clubes e também com suas bandas. Generalizando, são situações semelhantes, em que a área musical parece levar um pouco de vantagem.  <BR> <BR>Torcedor e fã defendem seu time e seu artista preferido com unhas e dentes; se revoltam com críticas, mesmo que elas sejam pertinentes; vibram com vitória magra ou show meia-boca. Por outro lado, são poucos os adeptos do esporte bretão que ultrapassam os limites da arquibancada para ajudar a traçar os destinos de sue clube. Já os roqueiros fazem o que podem para ajudar o artista favorito, principalmente se ele for da cena alternativa.  <BR> <BR>Ultimamente as ações dos que gostam de música evoluíram muito e, além dos métodos tradicionais, como convidar amigos para apresentações e presentear com um cd ou um cd-demo de banda que ainda luta por lugar ao sol, é possível ajudar financeiramente. Um dos meios de se fazer isso é através do "crowdfunding", modelo de financiamento colaborativo, no qual qualquer um doa uma quantia para vabilizar álbum ou show e em troca recebe, por exemplo, uma cópia autografada ou ingressos para a apresentação, tudo de acordo com a quantia doada.  <BR> <BR>Muita gente boa, mas que não recebe o apoio de grandes empresas, tem se valido disso. Um caso é o da banda Autoramas, que arrecadou os R$ 14 mil necessários para lançar seu sexto disco, "Música crocante", através do site Embolacha (<A href="http://www.embolacha.com.br">http://www.embolacha.com.br</A>).  <BR> <BR>No futebol, o mais próximo que temos disso são os programas de sócio-torcedor, o que, convenhamos, é muito pouco para quem é realmente apaixonado por uma agremiação. Digo isso porque a maioria dos clubes brasileiros tem pouquíssimos associados se levarmos em conta o tamanho de suas torcidas. Só para se ter uma ideia, o Barcelona tem 100 mil sócios, enquanto os clubes mineiros não passam de algo em torno de 5 mil.  <BR> <BR>Os adeptos deveriam não só se associar, mas também participar mais ativamente da vida política e administrativa da instituição que dizem venerar tanto. Inclusive mudando estatutos para permitir que mais pessoas participem da eleição de diretorias, acabando com os currais eleitorais que são quase todos os conselhos deliberativos no Brasil.  <BR> <BR>Não é fácil mudar uma estrutura viciada, mas não dá para ficar só reclamando de administrações ruins, contratações equivocadas, vendas baratas e fora de hora. Vá fundo, pois no futuro você poderá ser orgulhar de ter ao menos tentado melhorar as coisas.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/caad40d1130db2a57a394bcbfaf392d4.jpg"></P>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Punk nacional de luto]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=91386</link>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 23:17:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>O punk rock brasileiro está mais triste e um pouco menos inteligente com a morte de um de seus maiores ícones: Redson, vocalista, guitarrista do Cólera, uma das principais bandas do gênero em todos os tempos. Fundado em 1979, o grupo influenciou muita gente, de Marcelo D2 à molecada que curte visual mais colorido.  <BR> <BR>Cara tranquilo, de bom papo, compositor profícuo, fugia ao estereótipo de agressividade que sempre marcou o estilo. Tive a honra de jantar com ele – e também com Pierre e Val, outros membros do Cólera – quando da&nbsp;última passagem&nbsp;deles por Belo Horizonte e só comprovei o quão boa praça&nbsp;ele era.  <BR> <BR>Nada disso o impedia de ser contundente em suas composições, que não se limitavam às críticas sociais, passando por temas como ecologia e respeito ao próximo. De sua mente surgiram refrões que marcaram a vida de muita gente. "Pela paz em todo mundo", "Palpebrite", "Subúrbio Geral", "Quanto vale a liberdade", "XOT", "São Paulo" e "1992", são só algumas canções que entraram na memória de um adolescente e que ficaram gravadas para sempre. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Como muitos outros heróis do underground nacional, Redson e o Cólera pouco tocaram em rádio, não apareceram na TV, seus clipes não rodaram na MTV. Em uma era pré-internet e mp3, bancaram seus próprios discos e até mesmo excursões na Europa.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Já que a maior parte dos meios de comunicação não deverá dar muito espaço para reverenciar o cara, faço isso nesta humilde trincheira. E torço para que você, caso não conheça a obra do Cólera (<A href="http://www.myspace.com/coleraoficial">www.myspace.com/coleraoficial</A>), o faça. Se gostar, melhor ainda.&nbsp; Descanse em paz, Redson.  <BR></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Mente aberta, diversão garantida]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=91231</link>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 23:39:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Tem gente que só frequenta show de famosos, vai ao estádio apenas em dia de clássico ou com seu time na boa,&nbsp; roupa tem de ser de grife, só vai a restaurantes que constam nos melhores guias, carro tem de ser importado ou do último tipo. Parecem precisar de aprovação para se divertir. Nada contra, mas acho que, por isso, acabam deixando de aproveitar muito a vida, ter experiências enrriquecedoras, crescer como pessoa.  <br>  <br>O contrário também ocorre. Há aqueles que desprezam qualquer artista que toque em rádio, têm horror a time que joga bem e ganha tudo, evitam roupa de marca, preferem a baixa gastronomia, valorizam modelos de automóveis que às vezes não estão nem em linha, mas são confiáveis e com visual diferente. Abominam o que pode ser taxado de chique, coisa de "mauricinho". E isso também pode levar a desperdiçar muita coisa boa.  <br>  <br>O engraçado é que isso independe da condição financeira: tanto um office-boy pode gastar todo seu salário comprando um tênis quanto um bem-sucedido profissional liberal ser capaz de levar uma vida espartana.  <br>  <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/162ce56dbfc39472b1b98c767e5ef97c.jpg">  <br></div>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Juliana Flister/Esp. EM/D.A Press  <br>  <br>Penso nisso depois de ir a um show do Roberto Carlos <span style="font-weight: bold;">(foto)</span>, no sábado, e acompanhar a noite de rock pesado do Rock'n'Rio pela TV, domingo. Sempre preferi shows menores, onde possa ver o artistas de perto, comprar uma cerveja e ir ao banheiro com tranquilidade, coisas quase impossíveis nas duas situações citadas. Mas em ambas vi que tem gente que se sacrifica pela música e, principalmente, por seus ídolos, passa por cima de desconforto para estar presente a uma ocasião que considera única. Não só não me arrependi da aventura no Mineirinho, até por que estava muito bem acompanhado, como posso dizer que adorei. O sentimento provavelmente seria o mesmo se tivesse ido ao festival no Rio. Fica para a próxima.  <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Clássico é clássico e vice-versa]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=90879</link>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 23:49:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Clássicos são assim chamados por serem especiais, seja no futebol ou na música. Não importam as circustâncias, se o tempo passou, se os protagonistas não estão em seu melhor momento, se o próprio público está cético, há sempre uma grande expectativa no ar. É justamente por isso que espero um bom jogo entre Atlético e Flamengo, na Arena do Jacaré, nesta quarta-feira.  <br>  <br>Ainda que o Galo esteja na zona de rebaixamento e não tenha se encontrado neste Campeonato Brasileiro. Ainda que o Flamengo não saiba o que é vencer a nove partidas. Ainda que o jogo seja em um estádio que nem de longe lembra Mineirão ou Maracanã. Ainda que os dois treinadores busquem as melhores formações para suas equipes. Ainda que o futebol atual privilegie a força ao invés da técnica. Nada disso me desanima, assim como continuo esperando sempre muito de Atlético x Cruzeiro, Fla x Flu, Corinthians x Palmeiras, Santos x São Paulo, Grêmio x Internacional, Vasco x Botafogo. São esses jogos que mantém viva a mística do futebol.  <br>  <br><div style="text-align: center;"><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/8ab620e317702c0bf94360a3348dc567.jpg">  <br></div><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1">Eugenio Gurgel/Esp.  para o EM/D.A. Press</font>  <br>  <br></div>  <br>Um dos motivos de minhas esperanças terem se renovado foi o show de um clássico do heavy metal, o Judas Priest, que assisti na semana passada. Há muito Rob Halford <span style="font-weight: bold;">(foto)</span> e seus asseclas não fazem um disco bom como "British Stell" e, convenhamos, eles não são mais garotos. Porém, mostraram no palco do Chevrolet Hall competência e energia raramente vistas em grupos atuais.  <br>  <br>Fui à apresentação sem nenhuma pretensão e saí muito satisfeito. Espero que isso se repita na Arena do Jacaré, com Galo e Urubu superando as expectativas. &nbsp;   <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Mudanças e constatações]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=90656</link>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 18:11:23 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Cresci e cheguei à idade adulta tendo poucas chances de ver algumas das minhas bandas favoritas. Para completar, durante a adolescência se iniciou o irreversível processo de exportação de nossos maiores craques, que iam buscar fama e fortuna na Europa.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Com o tempo, as coisas mudaram um pouco. Os artistas não precisam mais beirar o ostracismo para vir para o Brasil e, principalmente, Belo Horizonte. É possível assistir a gente que está no auge, principalmente se você for fã de indie rock e pop. O Brasil ainda está longe dos grandes festivais europeus e norte-americanos, mas começa a se fazer presente na agenda de qualquer artista que deseje ampliar mercado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Já no caso dos jogadores, mesmo que a coisa tenha melhorado,&nbsp;a ida para o exterior ainda é a principal opção.&nbsp;Muitos deles sonham em estar entre os melhores do mundo, em disputarem a Liga dos Campeões, em se tornarem famosos mundialmente, arrecadando muito por conta disso. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas a verdade é que poucos conseguem. Há poucas vagas nos principais&nbsp;times de Inglaterra, Espanha, Itália e Alemanha. A maioria acaba indo para mercados secundários, como o Leste europeu, a Ásia, o Oriente Médio. Lugares onde se ganha bem, mas, com raras exceções, se fica escondido, a desejada notoriedade passa longe.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Vejo atletas cada vez mais jovens seguindo esses caminhos. Trocam o sonho da realização profissional pela segurança financeira. Não há como condená-lo. Muitos precisam ajudar suas famílias e um contrato de quatro anos com um time russo, japonês,&nbsp;chinês ou dos Emirados Árabes Unidos pode garantir mais dinheiro de uma vez que jamais imaginado. Só é preciso ter ciência das consequências que esse tipo de decisão acarreta para não se frustrar depois. A vida é curta e carreira do profissional do esporte, ainda mais.</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Marca impressionante]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=90123</link>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 23:14:32 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Para se forjar um ídolo, no futebol ou na música, é preciso se destacar, protagonizar feitos inalcançáveis para a maioria das pessoas, fazer a diferença, fazer diferente, ou fazer bem feito por um longo período.O goleiro Rogério Ceni se tornou referência não só por suas defesas com a camisa do São Paulo, mas também por marcar gols em quantidade de fazer inveja a muito atacante por aí. Foi campeão do mundo pelo clube, como titular, e pela Seleção Brasileira, como reserva. Ganhou tudo que disputou. <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/3c37d8f633985a2fe30b6b9816482b19.jpg"> <br></div>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Wagner Carmo/Inovafoto/Vipcomm  <br> <br> <br>Tudo isso já seria suficiente para figurar no pateão dos maiores do esporte no mundo. Mas um de seus feitos mais admiráveis foi ser fiel ao mesmo clube durante toda a carreira, ainda mais com o esporte cada vez mais globalizado e mercantilizado como o de hoje. <br> <br>Ele completou 1.000 jogos com a camisa do São Paulo, feito difícilimo, mesmo em outras eras. Entre os clubes mais tradicionais do Brasil, só Pelé e Roberto Dinamite superaram essa marca, reforçando sua importância. <br> <br>Muita gente considera Rogério Ceni marqueteiro, ou seja, seu sucesso seria mais fruto de propaganda que de competência. Discordo. Ou melhor, concordo que ele seja craque em autopromoção, mas acho que, mesmo que não fosse, seria idolatrado pela mídia e pelos torcedores, principalmente os são-paulinos, claro, mas não só ele. <br> <br>Duvido que as novas gerações tenham chance de ver alguém jogar mil partidas pelo mesmo clube. Ao contrário, será cada vez mais comum homenagear quem completa 100 – e até 50 – partidas por um clube, com direito a placa e discurso. Se chegar 1.000 tem, sim, de ser colocado em um pedestal. <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Técnico ganha jogo?]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=89866</link>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 13:50:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<p>Qual a importância de um treinador para um time de futebol? Quanto é justo pagar a um profissional, que, mesmo sendo de ponta, não marca gols, não faz defesas milagrosas nem dá dribles geniais ou faz lançamentos precisos? Elaboro essas perguntas para tentar entender a supervalorização dos técnicos nos últimos 15 anos.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Até meados da década de 1990, o comandante de um time era figura de destaque, mas nem de longe rivalizava com as principais estrelas dos clubes como acontece agora. Tínhamos o Cruzeiro de Tostão, não de Aírton Moreira. O Atlético de Reinaldo, não de Barbatana. O Flamengo de Zico, não de Cláudio Coutinho. O Santos de Pelé, não de Lula.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Mas com marketing e conivência da imprensa (da qual faço parte há quase duas décadas), os treinadores ganharam espaço, prestígio&nbsp;e, consequentemente, dinheiro. Mesmo sem ter mudado muito o jeito de trabalhar, passaram a ter status de imprescindíveis para os clubes.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Óbvio que todo mundo que desempenha bem seu papel deve ser remunerado de forma condizente, mas é um disparate o que ocorre atualmente. Há quem pague R$ 400 mil, R$ 500 mil a um treinador, mas não&nbsp;contra um ou dois craques. Ou pior, não investe na formação de atletas e descoberta de jovens valores.</p> <p> <br></p><p style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/75fb2c0a766554122131f92021033e5c.jpg">&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Jorge Gontijo/EM/D.A Press</p><p>&nbsp; <br></p> <p>Não sei onde isso vai parar, mas fico feliz de constatar que já há dirigentes atentos à situação. Os valores não podem continuar invertidos. É hora de apostar em sangue novo no banco de reservas, como está fazendo o Cruzeiro ao dar chance a Emerson Ávila <span style="font-weight: bold;">(foto)</span>.</p>
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		<title><![CDATA[Rápidas considerações]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=89677</link>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 22:37:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		O início do segundo turno do Campeonato Brasileiro renova as esperanças de todas as torcidas. Quem está na frente espera se manter, além de torcer para tropeço de concorrentes, que está embaixo só pensa em se livrar da ameaça de rebaixamento e até os que estão no meio da tabela de classificação fazem seus planos.  <BR> <BR>É bom que seja assim. Mas também será bom que os time respondam em campo à expectativa, seja de manutenção do desempenho, de melhora ou de recuperação.  <BR> <BR>***********************************************************************  <BR> <BR>Absurdas as cenas de vilência registradas antes do jogo entre Atlético x Cruzeiro, domingo, do lado de fora da Arena do Jacaré. Só a torcida alvinegra estava autorizada a entrar no estádio e mesmo assim houve briga, prova de que a decisão das autoridades está equivocada.  <BR> <BR>Sou a favor da presença das duas torcidas nos jogos, o que, obviamente, exige grande contingente de policiais para garantir a segurança. Mas isso será por pouco tempo se pensarmos a longo prazo e investirmos em educação.  <BR> <BR>A maioria que vai ao campo torcer não pode pagar pelos delitos cometidos por bandidos que aproveitam eventos esportivos apenas para exercer o mal. Ou chegaremos ao ponto de se proibir a torcida em jogos de futebol.  <BR> <BR>*********************************************************************  <BR> <BR>Voltando a falar em coisa boa, tenho escutado direto a grande cantora irlandesa Imelda May ( <A href="http://www.myspace.com/imeldamay1">www.myspace.com/imeldamay1</A> ). Voz incrível, arranjos bem elaborados, personalidade. Coisa fina.&nbsp;<A href="http://www.dzai.com.br/rocknbola/manage/www.myspace.com/imeldamay1">  <BR></A>
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		<title><![CDATA[Público e privado]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=88765</link>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 00:05:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		Esta semana recebi uma mensagem eletrônica criticando quem idolatra o cantor e com positor Cazuza, que não passaria de um menino mimado, que abusou das drogas e não se preocupava com o próximo. Logo depois tive a oportunidade de ver, graças à boa vontade do amigo Daniel Seabra, "Lemmy – 49% motherfyucker, 51% son of a bitch", documentário sobre a vida de Lemmy Kilmister, vocalista, baixista e compositor da banda Motorhead, que já está à venda no Brasil e cujo trailer pode ser conferido em www.lemmymovie.com.   <br>   <br>   <br><div style="text-align: center;"><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/b66321a8bf0d9ab4a1a4dbed624a8b99.jpg">   <br></div>   <br>Na película, o galês, que foi roadie de Jimmy Hendrix, fala abertamento do consumo de drogas, aparece bebendo sua mistura favorita de bourbon e refrigerante de cola, fumando sem parar, além de se mostrar colecionador de suásticas e fã de artigos militares. Ou seja, nem de longe deveria ser exemplo para alguém.   <br>   <br>Como fez Cazuza, ele vive sua vida conforme acha melhor e não pede para ser seguido por quem quer que seja. Se há quem os tenha como ídolos, também é uma opçcão pessoal de cada um, não cabendo questionamento de quem quer que seja. Como músicos de destaque, cada um em seu gênero, vão sempre despertar a admiração por suas obras, não pelo estilo de vida que levam. Fora do palco e das gravações, são tão humanos como qualquer um, com erros, acertos, dúvidas, sofrimentos.   <br>   <br>O mesmo vale para jogadores de futebol. Tratados como gênios pelo que fazem em campo, muitos acabam virando exemplo para crianças e jovens, mesmo que fora das quatro linhas não sejam tão brilhantes assim, em alguns casos sendo até o contrário do que desejaríamos de um cidadão.   <br>   <br>Longe de querer ser careta, acho que cabe a cada um de nós mostrar isso aos mais jovens. Nada nos impede de ser fãs de um músico ou de um jogador pelo que eles fazem profissionalmente, mas isso não significa que eles são perfeitos. Aliás, ninguém é.   <br>
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		<title><![CDATA[Sem queimar etapas]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=88439</link>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 00:04:06 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Já usei este espaço, há pouco tempo, para falar de como temos a tendência de tentar simplificar as coisas, usar chavões para situações distintas, de fazer comparações descabidas. Em menos de uma semana dois fatos comprovaram isso: a conquista da Taça BH de Futebol Júinior pelo Atlético e a classificação do Brasil às semifinais do Mundial Sub-20 depois da vitória sobre a Espanha nos pênaltis. Tão logo ocorreram, começaram as comparações com as respectivas equipes principais de Galo e da Seleção Brasileira. <br> <br>Ouvi várias vezes que o a diretoria alvinegra deveria colocar os garotos para atuarem no Campeonato Brasileiro, dispensando atletas renomados e bem remunerados, mas que não rendem o esperado, levando a equipe a sofrer mais uma vez com a ameça de rebaixamento. Também escutei que os meninos deviam ensinar os marmanjos do Escrete Canarinho, como o cruzeirense Dudu <span style="font-weight: bold;">(foto)</span>, a cobrar penalidades máximas, em alusão vexame de quatro cobranças desperdiçadas nas quartas de final da Copa América da Argentina, em julho.  <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/8ed5d17add80917f61f983d4ee99e98f.jpg"> <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font size="1" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pilar Olivares/Reuters</font></div> <br> <br>A verdade é que dificilmente uma ou outra teoria daria certo. A realidade das equipes de base são muito diferentes das profissionais, ainda que jovens sejam promovidos cada vez mais cedo. Uma coisa é disputar torneio contra atletas da mesma idade, com pouca torcida no estádio, sem tanta responsabilidade. Outra é envergar a camisa de um grande clube e encarar adversários bem mais tarimbados e já com o físico formado. Ou mesmo ter toda a atenção do mundo sobre si, como ocorre sempre que a Seleção Brasileira entra em campo, independente do adversário. <br> <br>Situações ruins não podem precipitar etapas, tudo tem de ser feito a seu tempo. Ou corremos o risco de "queimar" futuros craques, que serão muito úteis ao futebol brasileiro. <br>   
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		<title><![CDATA[A história se repete]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=87982</link>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 12:33:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Entra ano, sai ano, começa campeonato, termina campeonato, e as coisas se repetem no futebol brasileiro. A queda do técnico Dorival Júnior no Atlético, substituído por Cuca, foi só mais uma neste Campeonato Brasileiro, que já viu quase todos os times trocarem o comandante. É o caminho mais fácil quando as coisas não saem como esperado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Como sempre acontece, a torcida e a imprensa buscam motivos para o trabalho de um treinador não ter dado certo. A verdade é que não existe um único fator, mas uma conjunção deles para determinar sucesso ou fracasso. Comandar um grupo de 30, 35 jogadores não é fácil. Todos se acham em condições de estar entre os titulares, mas só 14 podem ser usado a cada partida. E aí, tome insatisfações dos que não são aproveitados, conversas atravessadas em vestiários, reclamações&nbsp;via imprensa e até por familiares, formação das famosas "panelas", surgimento de lideranças. Também existem avaliações erradas por parte dos técnicos, a insistência em convicções errôneas, a perda de comando, a falta de pulso.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Na Europa isso também ocorre, mas os técnico tem um pouco mais de estabilidade. É só ver o caso do Real Madrid, que não ganhou praticamente nada na temporada passada, mas no qual José Mourinho segue firme e recebendo os reforços pedidos. Ou no Arsenal, que ficou em quarto lugar no Campeonato Inglês, 12 pontos atrás do campeão Manchester United, mas que não fala em demitir Arsene Wenger.</P> <P>&nbsp;</P> <P>No Brasil, o mais comum é que fique mais tempo no cargo aquele que é campeão, caso de Muricy Ramalho no São Paulo. Mesmo com três títulos seguidos no Brasileiro entre 2006 e 2008, acabou demitido quando seus comandados fraquejaram.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Uma exceção foi Adílson Batista no Cruzeiro. Não ganhou nada além de Estaduais, mas seguiu no posto graça a boas campanhas no Brasileiro e o vice da Libertadores. Acabou demitido no ano passado depois de priorizar e se dar mal na competição sul-americana. Cerca de 12 meses depois, o clube celeste já está em seu segundo treinador, Joel Santana, que substituiu justamente Cuca, mas que não parece muito seguro.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Agora, os atleticanos vão&nbsp;torcer para que Cuca consiga&nbsp;fazer mais que fez no rival. Muitos se mostram céticos pelo que vi em redes sociais, mas é cedo para qualquer análise. Pode dar certo, pois ambos, treinador e clube, precisam de conquistas importantes para seguirem sua trajetória.</P>
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		<title><![CDATA[Abaixo os chavões]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=87684</link>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:52:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Nunca gostei de chavões. Sempre considerei errado tentar observar pelo mesmo prisma situações muitas vezes diferentes. O mundo nos oferece uma diversidade fantástica e não podemos cometer o erro de tentar simplicá-lo, ou melhor, torná-lo simplório só para nossa comodidade.   <br>   <br>Infelizmente tanto no futebol quanto na música o que mais tem é gente repetindo frases feitas. E em ambas as área a chance de se cometer erros e mesmo injustiças é enorme. Não existem receitas prontas, por mais que algumas situações se repitam.   <br>   <br>No caso do esporte bretão, cada jogo é uma história. Escuto muitas vezes que o Atlético não engrena no Campeonato Brasileiro porque o técnico Dorival Júnior <span style="font-weight: bold;">(foto)</span> muda a equipe constatemente. O entrosamente realmente é importante e vem mais fácil com a repetição da equipe, mas já vi&nbsp; treinadores se darem bem mudando a formação de acordo com o adversário.    <br>   <br><div style="text-align: center;"><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/db07874b4416b91e6899eeb14480919c.jpg"> <br></div>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1">Marcos Michelin/EM/D.A Press</font> <br> <br>Também acho engraçado quando uma equipe está mal e dizem que a solução é dar oportunidade aos jovens das categorias de base. Só que, se os resultados não mudam, falam que é preciso contratar, pois nenhum time conquista título cheio de garotos.   <br>  <br>Também é comum dizerem que disputa de pênaltis é loteria. Acho que vai mais da competência e da concentração de cada um ser bem ou mal sucedido quando a bola está na marca da cal.   <br>   <br>Partindo para a música, o maior problema é ficar preso à convenções. Trata-se de algo bastante mutável, os ritmos evoluem, outros se misturam, mesmo quando algum músico tenta fazer algo "de raiz" já será diferente do que foi executado no passado.   <br>   <br>Por isso que acho que devemos evitar a acomodação. A cada jogo, a cada nova música lançada, é necessário fazer um exercício intelctual para não cairmos no lugar-comum. O que não é fácil.   <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Pensem no ser humano]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=87376</link>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 17:55:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		A agressão do jovem goleiro Gustavo, do Sport, ao volante Elivélton, do Vasco, durante jogo pela Taça BH de Futebol Júnior, dominou o noticiário desde a noite de segunda-feira. Muitos logo defenderam que ele seja banido do futebol pela atitude não só violenta, como também covarde, pois atingiu a nuca de um companheiro de trabalho pelas costas, impossibilitando qualquer tentativa de defesa.  <br>  <br>Realmente não há como defender a atitude do atleta rubro-negro. Mas temos de tomar cuidado, pois trata-se de um jovem de apenas 18 anos, com uma carreira e, principalmente, a vida inteira pela frente. Longe de mim querer advogar a favor dele, até porque não tenho procuração para isso, mas acho que temos de preservar o ser humano.  <br>  <br>O Sport tem todo o direito de demiti-lo, afinal, manchou a imagem da instituição. Mas, como entidade de utilidade pública, como 99% dos clubes brasileiros, não seria melhor dar apoio, oferecer ajuda psicológica, ajudá-lo neste momento difícil? Perdoar não é fácil, mas se até o próprio Elivélton perdoou, por que o Leão da Ilha não fa z o mesmo, evitando o risco de que mais um marginal seja criado.  <br>  <br>O ocorrido em Barão de Cocais é apenas a ponta do iceberg que são as categorias de base no Brasil – não posso falar de outros países, pois não conheço. Aqui, cobra-se de um garoto as mesmas atitudes de um atleta já formado, espera-se que ele seja maduro como um adulto, competitivo com alguém já tarimbado nas disputas, infalível como o super-homem.  <br>  <br>Na maioria dos clubes, a cultura é o da conquista de títulos acima de tudo. Os jogadores têm de ser fortes física e psicologicamente. Se der tempo, tenta-se formar o homem, preocupa-se com o caráter. Não é a à toa que o futebol, e também o mundo, está como está. <br> <br>O mesmo se aplica à cantora e compositora Amy Winehouse. Todos condenam que ela tenha sucumbido à mistura de álcool e drogas, mas poucos procuram entender porque ela fez isso, quais demônios a assombravam, que busca lhe inquietava. Se não fosse o uso das mencionadas substâncias, poderia ser qualquer outra coisa, tudo em busca de um pouco de paz no coração. <br>  
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Rápido balanço do fim de semana]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=87192</link>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 00:19:13 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>De volta ao Brasil depois da cobertura da Seleção Brasileira na Copa América Argentina'2011, ainda estou tomando pé de tudo que aconteceu por aqui na minha ausência. Mesmo longe, procurei ficar ligado nos times mineiros, as novidades de cada um, quem chegou, quem saiu, a situação dos treinadores.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Vendo simultaneamente Atlético 1 x 2 Vasco e Corinthians 0 x 1 Cruzeiro, pude tirar algumas conclusões. Primeiro, que o Galo não tem uma equipe. São alguns bons jogadores ao lado de&nbsp;muitos medianos, mas que o técnico Dorival Júnior não conseguiu, ainda, fazer funcionar como um time. O que vi foi muita vontade, mas também uma correria desordenada. Preocupante, pois já temos quase&nbsp;1/3 do Campeonato Brasileiro disputado. Claro que o árbitro errou na marcação de dois pênaltis a favor dos vascaínos, mas, independente disso, é preciso estar atento ao que está acontecendo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Já o time celeste segurou com o pôde o resultado no Pacaembu, depois do golaço de Wallysson. Ainda mais depois da expulsão de Gilberto – injusta, pois o jogador não mereceu o primeiro cartão amarelo. Bom para o time de Joel Santana, melhor para o campeonato, pois impediu que o time paulista disparasse ainda mais na liderança.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Bom também, só que para a Copa América, foi a goleada por 3 a 0 do Uruguai sobre o Paraguai, no Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, que valeu o 15º título do torneio aos uruguaios. Se&nbsp;os compatriotas de Larissa Riquelme tissem levantado o troféu, não haveria o mesmo brilho, pois&nbsp;chegaram à final não só sem conseguir vencer uma única partida, mas jogando claramente pelo empate em muitas delas, como diante do Brasil. Nada ilegal, mas bem feio de se ver.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Para fechar o fim de semana,&nbsp;tenho de lamentar a morte de Amy Winehouse. Cantora talentosa, boa compositora, teve o fim que todos temiam, sucumbindo à combinação de alcool e drogas que já levou outros grandes músicos. Que ela encontre um bom lugar para soltar a voz e, principalmente, também a paz que faltou enquanto esteve entre nós.</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Tango e tragédia]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=86634</link>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 01:54:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Nenhum comnpositor de tango poderia imaginar um roteiro tão trágico: a Argentina está eliminada da Copa América, da qual é anfitriã, logo no primeiro mata-mata, o das quartas de final, nos pênaltis e para seu primeiro rival, o Uruguai. Tudo com requintes de crueldade, que nem o mais pessimista "hincha" poderia ter prevido.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Ser eliminado não é nada anormal, mesmo que seja dentro de casa. Ainda mais por uma equipe que foi a melhor das Américas na última Copa do Mundo. O problema é a forma como tudo ocorreu. Os argentinos foram melhores durante todo o jogo, especialmente no primeiro tempo, quando Lionel Messi fez juz aos dois prêmios seguidos de melhor jogador do planeta da Fifa. Nem mesmo o gol sofrido logo no começo incomodou os comandados por Sergio Batista, que logo chegaram ao empate em passe genial de "La Pulga" que Higuaín aproveitou de cabeça. O cenário favorável foi completado ainda na etapa inicial, com a expulsão de Pérez.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas a tragédia começou a se anunciar tão logo o árbitro apitou o início do segundo tempo. Inexplicavelmente Messi desapareceu e os companheiros ficaram sem saber o que fazer. Ao invés de aproveitar a vantagem de um homenm a mais, a Argentina mostrou estéril no controle do jogo e passou a dar espaço ao aguerrido adversário, que teve o mérito de suportar a pressão. Para isso foram fundamentais as defesas do goleiro Muslera, nascido em Buenos Aires, mas de cidadania uruguaia, pura ironia de destino. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Quando a partida foi para a prorrogação, os argentinos estavam esgotados física e psicologicamente. E também perderam&nbsp;a vantagem numérica, pois Mascherano também foi expulso. Já os uruguaios se mostraram firmes em seus propósitos e levaram a decisão da vaga para os pênaltis.</P> <P>&nbsp;</P> <P>E aí, mais uma vez, quiseram os deuses do futebol castigar a Argentina.&nbsp;O craque do povo, Tévez, cobrou o pênalti com força, mas Muslera, o argentino/uruguaio, quase um traidor da pátria, pegou. E não restou outra coisa aos argentinos que não se resignar e seguir a vida, como ensina um bom tango que pôde ser ouvido na noite de sábado em San Telmo, tradicional bairro portenho. De cortar o coração.</P>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Não importa a pátria]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=86273</link>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 23:25:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Mundam o país, a língua, as cores, os gritos de guerra, mas, no fim das contas, torcedor é igual em todo o mundo. Há os mais apaixonados, os mais lúcidos e até os idiotas que apelam para violência, seja no Brasil, na Argentina, na Europa.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Antes do começo da Copa América, o River Plate foi rebaixado pela primeira vez na sua história à Série B da Argentina. Uma minoria se revoltou, quebrou vitrines, destruiu carros, saqueou lojas. A maior parte da "hinchada", porém,&nbsp;seguiu&nbsp;de cabeça em pé, apesar do orgulho ferido, e já no dia seguinte exibia as cores do clube pelas ruas portenhas. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Já os torcedores do maior rival, o Boca Juniors, não perderam a chance de tripudiar sobre a desgraça alheia. Presenciei um senhor comprando um exemplar de cada jornal que circula em Buenos Aires só para guardar uma prova material de um dia considerado&nbsp;tão importante quanto o da conquista de um título. Como fariam qualquer atleticano, cruzeirense, gremista ou colorado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Na relação com as seleções os torcedores também guardam&nbsp;semelhanças. Além de não torcerem com tanto afinco pelo selecinado nacional, até porque não há costume de todos estarem reunidos em um estádio para isso, salvo em Copas do Mundo, há um barulho estranho&nbsp;estranho nos estádios. Talvez o mais correto seja dizer que há um silêncio estranho.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Talvez seja que dificilmente os&nbsp;jogadores conseguem corresponder&nbsp;à expectativa. São os melhores, têm de dar show sempre. Mas como fazer isso se não há tempo para treinar, muitas vezes mal se conhece os companheiros? </P> <P>&nbsp;</P> <P>Nada disso tira o brilho das competições entre seleções. A Copa do Mundo é maior, seguida pela&nbsp;Eurocopa e pela mais jovem delas, a Copa das Confederações. Depois vem a Copa América, que ainda busca o melhor&nbsp;formato (12 equipes é bom, mas ainda é muito passarem 8 para a segunda fase) e só recentemente encontrou a peridiocidade ideal (de quatro em quatro anos).&nbsp;&nbsp;</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[HISTÓRIAS PARA CONTAR]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=86139</link>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 22:06:45 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Uma das melhores coisas para um jornalista é participar da cobertura de um grande evento, como estou tendo a oportundiade de fazer agora, na Copa América da Argentina. É uma rotina corrida, de pouco sono, sem&nbsp;horário fixo para refeições&nbsp;e muito trabalho, em que você precisa estar atento o tempo todo e&nbsp;buscar sempre&nbsp;ideias diferentes para oferecer boas matérias ao público. Mas também é uma excelente oportunidade para trocar ideia com velhos amigos, conhecer companheiros, ouvir histórias, relembrar&nbsp;momentos marcantes.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Uma das boas história que ouvi diz respeito a um experiente técnico brasileiro. Segundo o jornalista&nbsp;Marcelo Sant`Ana, de Salvador, ele constuma dizer que tudo no futebol é bom, menos o jogo. A lógica é a seguinte: diariamente você vai para o campo trabalhar, treina a equipe, coloca&nbsp;em prática seus conceitos, encontra tempo para conversar com funcionários do clube, jogadores, repórteres;&nbsp;viaja para muitas cidade, ficando em bons hotéis, alguns de frente para a praia; a alimentação é balanceada; dá até para praticar exercícios. Mas&nbsp;aí chega a hora de disputar uma partida e, no caso de derrota, tudo de bom que foi feito&nbsp;cai por terra, o bom vira ruim, o craque não joga nada e o grande estrategista vira idiota. Ou&nbsp;seja, é a parte ruim do&nbsp;trabalho.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Ouvindo isso, me lembrei do técnico Levir&nbsp;Culpi,&nbsp;que está no Japão desde&nbsp;2007, quando deixou o Atlético. Ele&nbsp;adora contar que passou um jogo inteiro sendo chamado&nbsp;de burro em um estádio acanhado, desses que a torcida fica&nbsp;bem próxima. Fez uma alteração e&nbsp;o jogador que colocou marcou o gol da vitória. O&nbsp;torcedor que o destratava, porém, não se fez de rogado: soltou um "burro com sorte"&nbsp;a plenos pulmões.</P> <P>&nbsp;</P> <P>São esses casos que ajudam o futebol a ser tão apaixonante. Que continue sendo assim, nos oferecendo momentos de pura diversão.</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Parabéns, Santos!]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=85390</link>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 02:41:15 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>O Santos foi campeão da Libertadores merecidamente. Mostrou ter melhor equipe que o Peñarol, além de ter jogadores que desquilibram, como Neymar e Paulo Henrique Ganso, além do muito eficiente e nem sempre valorizado Arouca. Não por acaso, o lance que resultou no&nbsp;primeiro gol na vitória por 2 a 1 sobre os uruguaios passou pelo pé dos três.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Alguns, principalmente os que não gostam do time paulista ou os que torcem contra sempre,&nbsp;poderão lembrar que por pouco esse mesmo Peixe não foi eliminado ainda na primeira fase. Ou que tomou sufoco em alguns momentos. E ainda que tem pontos falhos, como a fala de um centroavante mais contundente que Zé Eduardo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>E eu pergunto: e daí? Houve realmente um momento em que a equipe fraquejou, mas soube reunir forças para sair mais forte&nbsp;da turbulência. Mesmo que não seja perfeito, foi o mais eficiente justamente quando era isso que importava, nos mata-mata.</P> <P>&nbsp;</P> <P>E o adversário só valorizou a conquista santista. Mesmo limitado, o Peñarol mostrou bons valores, como Corujo e Martinuccio. Não é à toa que existem clubes brasileiros tentando a contratação de ambos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Que Neymar, Ganso e Elano agora brilhem na Seleção Brasileira e a ajudem a conquistar a Copa América da Argentina com o mesmo brilho que levaram o Santos a reencontrar o posto mais alto dos clubes americanos depois de quase 50 anos. O Rei Pelé certamente vai ficar feliz, como ficou na noite desta quarta-feira no Pacaembu.</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Mais um dos moicanos]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=84922</link>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 17:26:36 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		Todas as atenções na final da Copa Libertadores, entre Santos e Peñarol, estão voltadas para Neymar. Só dá ele nas fotos dos jornais por toda América do Sul e também na Europa. As televisões daqui e de fora querem saber o que ele pensa, como ele se sente. As rádios reprisam suas entrevistas. Sites escancaram sua vida pessoal. <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/6be7d836a2e687cb5ff83be53b29cbf8.jpg"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1">Paulo Whitaker/Reuters</font> <br></div><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></span>E lá está a mais nova joia do Santos e, porque não, do futebol brasileiro exibindo seu penteado moicano. E influenciando não só os fãs, mas também colegas de profissão, alguns mais velhos que ele, mas também sonhando em ser protagonista de uma grande decisão. A coisa mais difícil atualmente é ver um jogo de futebol, seja da Série A ou B do Campeonato Brasileiro, que não esteja presente ao menos um atleta com aquele corte de cabelo inspirado nas madeixas dos homens de uma tribo índigena norte-americana já extinta. <br> <br>E a culpa nem é do Neymar. É do David Beckham. Talvez influenciado pelos punks surgidos em seu país ainda nos anos 1970, o lateral inglês adotou o penteado há bastante tempo. E o corte moicano nunca mais foi o mesmo. Branco, loiro, de olhos claros, elegante e queridinho do mundo da moda, não demorou para ser imitado mundo afora, inclusive pelo garoto da baixada santista que, então, sonhava em também brilhar nos gramados. <br> <br>É isso que ocorre no mundo globalizado: tudo é assimilado, mesmo que se trate de uma forma de protesto, de crítica, de chamar a atenção para os males desse mesmo mundo globalizado, em que a individualidade não tem valor, a não ser que você seja um pop star. <br> <br>Pobres dos punks que acharam que atingiriam alguém com um corte de cabelo extravagante. E mais probres ainda dos índios que lhes serviram de referência. Se só queriam caçar búfalos, acabaram sendo caçados.  <br>  
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		<title><![CDATA[Brasileiro emocionante]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=84706</link>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 23:41:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		Campeonato Brasileiro é realmente um dos mais disputados do mundo. Quem participa de um bolão sabe disso. Você aposta em um time grande que vai jogar em casa e ele perde para outro de tamanho médio. Se joga suas fichas em um clube que atuará com força máxima contra outro com time misto, dá empate. Se acredita em equilíbrio entre dois pequenos, um deles goleia.   <br>   <br>Não há lógica e é isso que faz o futebol nacional tão especial. Podemos não ter o campeonato mais rentável, nem os estádios mais modernos, muito menos os melhores jogadores do mundo, mas certamente a emoção está presente em cada rodada.   <br>   <br>Com o aumento das receitas, principalmente provenientes de direito de transmissão das partidas, os clubes deverão incrementar seus gastos. Quem for mais competente nas contratações certamente montará times melhores. Por outro lado, temo pelos clubes que só apostam em medalhões, normalmente caros e desinteressados.   <br>   <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/30289d37c5bbf2fcd6c221245b05bee5.jpg">  <br></div>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1">Washington Alves/VIPCOMM </font>  <br>  <br>  <br>É hora de buscar jogadores que estejam buscando crescer na careira e também dar oportunidade a jovens valores. Nesse ponto, Atlético e Cruzeiro estão de parabéns, escalando valores como Fillipe Soutto (que infelizmente terá de passar por artroscopia no joelho), Giovanni Augusto, Wallyson, Anselmo Ramon <span style="font-weight: bold;">(foto)</span>. O América tem diamantes brutos prontos para serem lapidados, como China e Caleb, mas parece não ter pressa em fazê-lo. Uma pena.   <br>   <br>Até por isso é preciso escolher bem os treinadores. Para mim, bom mesmo são aqueles que conseguem montar equipes competitivas com as peças disponíveis, mais uma ou outra contratação. Contratar uma barca inteira é muito fácil e nem sempre garantia de sucesso.   <br>  
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		<title><![CDATA[DOS PALCOS PARA OS CAMPOS]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=84643</link>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 17:30:22 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Já me perguntaram várias vezes como consigo escrever sobre coisas tão distintas quanto futebol e rock'n'roll. Realmente as realidades são bem diferentes, mas igualmente apaixonantes. Enquanto o esporte exige disciplina, o rimo criado nos anos 1950 sempre se primou pelos excessos, a quebra de regras, a contra-mão. Em ambos, porém, o suor é tão importante quanto a inspiração ou o dom. <br> <br>E isso se estende também ao entorno dos dois mundos. Na realidade da bola, sempre há o comentarista a criticar as bossas lançadas pelos atletas. Basta um passe errado para a chuteira colorida ser ridicularizada. Um gol perdido e o corte de cabelo diferente vira motivo de chacota. <br> <br>Já entre os músicos, quanto mais estravagante melhor. Os moicanos hoje tão em moda entre a bolerada ganhou fama com os punks. Cabelos compridos adotados até por carrancudos como Muricy Ramalho foi invenção dos hippies. A cabeça raspada que até Ronaldo usou foi difundida pelos cantores de hip hop. Já as tatuagens não foram inventadas pelo pessoal da música, mas, se hoje ornamenta o corpo de nove entre dez jogadores, é certamente por influência de quem mais se apropriou da prática dos marinheiros.&nbsp;  <br> <br>Não sou a favor de qualquer moda. Mas também não acho bom ficar parado no tempo. As gerações se sucedem e os costumes mudam. Nem sempre para melhor, mas mudam. <br>  
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		</item>
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		<title><![CDATA[ENTRE SONHOS E DECEPÇÕES, A FILA ANDA]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=84374</link>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 23:25:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<div style="text-align: center;"><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/c08a60d135a2f217990f3f4f212bff56.jpg"> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1">Paulo Whitaker/Reuters</font></div> <br> <br>A despedida de Ronaldo do futebol, no amistoso entre a Seleção Brasileira e a Romênia, nesta terça-feira, em São Paulo, me lembrou o tanto que as coisas são efêmeras neste mundo. Tenho plena consciência disso, mas, às vezes, esqueço e sonho em ver novamente Reinaldo e Romário em ação, ou mesmo ter a chance de ver uma única vez Pelé fazer das suas. Mas isso não irá acontecer. Assim como não vou ver mais Ronaldo em ação, como tive oportunidade de fazer em uma Copa América, uma Copa do Mundo, Eliminatórias da Copa do Mundo, alguns amistosos.  <br>  <br>A situação me remeteu ao show dos Ramones no agora longínquo ano de 1994, em pleno Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte, ao lado dos "pratas da casa" Sepultura. Naquela época, formado há pouco em jornalismo, com o Brasil passando por mudanças profundas, vislumbrei um futuro melhor. Sentia que tudo poderia ser diferente, que seria possível mudar o mundo, o underground ajudaria a transformar a sociedade. O pais melhorou, é verdade, mas a expectativa era muito maior e acabou ficando uma ponta de frustração.  <br>  <br>A maioria das pessoas continua gostando do que lhes é apresentado por emissoras de rádios e TVs. São poucos os que buscam conhecer músicas, filmes, livros diferentes, mesmo com toda a facilidade que a internet trouxe.   <br>  <br>Talvez no futuro as coisas melhorem e até mesmo os craques possam nos alegrar por mais tempo. Enquanto isso não acontece, continuo me reconfortando com as boas recordações que guardo na memória, com os inúmeros títulos musiciais que tenho em casa e, felizmente, com o quase infinito arsenal que o cyberespaço me proporciona, na música e no futebol. O ser humano nunca deve deixar de sonhar.  <br>  
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		<title><![CDATA[PARCIMÔNIA, MINHA GENTE]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=84051</link>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 23:10:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		O cenário é quase perfeito: melhoria do nível de vida da população, crédito farto, dólar barato. Para completar, o Brasil chama a atenção de todo o mundo, é bola da vez, ao lado de outros emergentes, como a Índia, apontam os entendios, em economia, reforce-se. Ou seja, está mais fácil para o brasileiro consumir. E tanto faz se é você, cidadão, um clube de futebol ou um produtor de shows. Em todos os casos, o principal é não se deixar levar pela histeria coletiva.  <BR> <BR>Claro que todos temos nossos sonhos de consumo, temos o direito a realizá-los. Mas isso não pode ser sucedido pelo pesadelo das dívidas.  <BR> <BR>No caso dos clubes, além do real forte, conspiram dois outros fatores para que a gastança seja desenfreada: o novo contrato com a TV, bem mais vantajoso financeiramente, ao menos neste primeiro momento; e a irresponsabilidade e falta de planejamento da maioria dos dirigentes. Com mais dinheiro entrando, duvido que eles pensem em estruturar o clube, economizar para a época que as vagas estejam mais magras ou mesmo para os imprevistos.  <BR> <BR>A explosão dos salários de atletas e treinadores já se tornou realidade antes mesmo de o novo acordo com as emissoras detentoras dos direitos de transmissão entrar em vigor. Já tem gente gastando por conta.  <BR> <BR>Já no showbusiness os pés estão mais no chão. Como o erro acaba atingindo o próprio bolso, os produtores têm dado tiros certeiros, como as recentes apresentações de Paul McCartney, as vindas contantes do U2, o jeito low- profile de Jack Johnson, a esperada vinda do Pearl Jam..  <BR> <BR>Até o underground&nbsp; tem se benificiado do bom momento econômico. Como prova a mini-turnê de músicos como o norte-americano Bob Wayne (<A href="http://www.myspace.com/bobwayne">http://www.myspace.com/bobwayne</A> ). Ou as inúmeras atrações internacionais anunciadas pelos produtores paulistas para o o segundo semestre.  <BR> <BR>Para poder aproveitar tudo isso, o melhor é você guardar dinheiro. Afinal, nem só de futebol e rock vive um homem.  <BR></A>
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		</item>
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		<title><![CDATA[HORA DE TRABALHAR]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=83473</link>
		<pubDate>Tue, 24 May 2011 13:00:21 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>América e Atlético iniciaram o Campeonato Brasileiro com vitórias. O Cruzeiro, com derrota. O certo é que todos três ainda estão longe de apresentar o melhor futebol.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O Coelho sofreu bastante, mas conseguiu fazer 2 a 1 no Bahia, depois de sair atrás. Ficou claro que Mauro Fernandes tem muito trabalho pela frente, pois chegaram muitos jogadores e ele ainda não teve tempo de treiná-los.</P> <P>&nbsp;</P> <P>A situação do Galo é semelhante. Mesmo que atletas como Guilherme, Dudu Cearense, Gilberto e Marquinhos Cammbalhota estejam treinando no clube há algum tempo, eles não vinham treinando entre os titulares por não terem condições de atuar no Campeonato Mineiro. O próprio Dorival Júnior disse que não teve tempo de conhecê-los mais profundamente, o que será feito a partir de agora.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Claro que os atleticanos ficaram esperançosos com os 3 a 0 sobre o Atlético-PR. Mas, convenhamos, o time paranaense não oferfeceu qualquer resistência e, se continuar jogando como no sábado, é forte candidato ao rebaixamento. De positivo, além do resultado, fica a vontade demonstrada pela equipe e boa movimentação de alguns jogadores.</P> <P>&nbsp;</P> <P>É justamente pela fragilidade do adversário que&nbsp;a torcida celeste ficou&nbsp;preocupada com a derrota para o fraco Figueirense por 1 a 0. Uma equipe forte como a Raposa não pode perder pontos para uma agremiação que dificilmente brigará na parte de cima da tabela.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Como o Brasileiro está no começo, há tempo para corrigir erros, acertar posicionamento e até buscar reforços. Só não pode demorar muito, pois os outros times também estão se mexendo.</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[EXEMPLOS E LIÇÕES]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=83114</link>
		<pubDate>Mon, 16 May 2011 14:09:25 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>A semana começa com muitas torcidas comemorando títulos estaduais pelo Brasil. Como acho que eles valem pouco para os clubes de grande torcida, acho que servem mais para quem não conseguiu levantar o caneco.&nbsp; Para esses, o momento é de repensar o que não saiu como desejado,&nbsp;consertar os erros, buscar reforços. Afinal, o importante mesmo no&nbsp;país&nbsp;ainda está por vir, que é o Campeonato Brasileiro – Copa Libertadores é outro departamento.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Independente das circunstâncias em que ocorreu a perda de um título – e não falo só de jogo final, pois em alguns estados os grandes nem chegaram a ele –, é preciso manter a cabeça em pé. E, se necessário, realizar mudanças profundas.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Já vi grandes exemplos de quem usou a adversidade para dar a volta por cima. O Fluminense, por exemplo, se sagrou campeão brasileiro em 2010 depois de quase ser rebaixado em 2009. Já o Grêmio disputou a Segunda Divisão em 1993 e foi campeão da Libertadores em 1995 e Brasileiro no ano seguinte.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Saindo dos clubes e indo para as pessoas, também nunca é tarde para realizar um sonho. Como fez&nbsp;Alex Salibi, conhecido por "Pequeno" ou "Turkão". Desde que começou a pegar onda, ainda criança, há quase três décadas, conviveu com o desejo de morar perto do mar para&nbsp;surfar sempre que desejasse. Foram necessários muitas voltas, mas,enfim, ele&nbsp;deixou Belo Horizonte e se mudou para o litoral Norte de São Paulo, onde toca a&nbsp;"Vila do Surf" com a&nbsp;mulher, Cynthia, e a filha, Thabata, além de continuar sendo representante comercial.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Sem dúvida um exemplo para quem fica apenas falando e não toma atitude. As dificuldades, obviamente,&nbsp;existem, mas são encaradas mais facilmente quando você faz o que gosta e conta com o apoio da família.</P> <P>&nbsp;</P> <P>No caso dos clubes,&nbsp;um tropeço&nbsp;fica menos doloroso se a torcida segue incentivando. Afinal, quem não gostaria de ter uma mão estendida para ajudar a se levantar?</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[AULA DE FUTEBOL]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=82284</link>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 23:16:57 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Muitos jogos movimentaram o futebol nesta&nbsp;quarta-feira, mas poucos&nbsp;chamaram tanta atenção quanto Real Madrid 0 x 2 Barcelona. Pelo charme do clássico, pela rivalidade, pela qualidade dos jogadores de ambos os lados, pelos valores astronômicos que a partida movimentou.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Independente de gostar de um ou de outro, de ter ficado triste ou feliz com o resultado, curti mesmo foi&nbsp;o que vi em campo. Muito gente pode ter achado o jogo chato, principalmente no primeiro tempo, com muita preocupação defensiva, pouca agressividade e quase nenhuma chance de gol. O que vi foram dois times&nbsp;extremamente aplicados taticamente, que pareciam fazer tudo que&nbsp;seus técnicos mandaram, tudo que foi treinado, independente da característica de cada um. </P> <P>&nbsp;</P> <P>E aí levou vantagem quem teve mais qualidade e, principalmente, tranquilidade, o&nbsp;Barça. Não só pela genialidade de Lionel Messi, mas, principalmente pelo destempero de Pepe, expulso merecidamente no início do segundo tempo, quando o jogo estava empatado, o time catalão&nbsp;foi merecedor do resultado, que praticamente o coloca na final da Liga dos Campeões da Europa.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Gostar da forma como&nbsp;um time&nbsp;joga é mais ou menos como gostar de determinado ritmo musical. Quem gosta de punk rock acha essa tendência melhor que as outras. O mesmo valendo para o trash metal, o glam, o indie, o rockabilly, a surf music, só para citar alguns.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Me agrada muito o jeito cadenciado&nbsp;que o técnico&nbsp;Guardiola implantou no azul-grená. Nada de chutão, nada de rifar a bola, nada de chuveirinho na área para ver o que acontece. O negócio é tocar a bola até encontrar uma brecha no sistema defensivo adversário. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Já o Real se acovardou, recuou para tentar impedir justamente as penetrações dos rápidos jogadores barcelonistas. Poderia até ter vencido o jogo se contasse com 11 jogadores até o fim, mas não encantaria.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Claro que o Barcelona atual não é a única "escola" a seguida no futebol. Não é nem mesmo a&nbsp;mais eficiente, como provado na Copa do Rei. Mas é a que mais me diverte, não tenham dúvidas. Assim como gosto mais de punk rock do que muitos outros ritmos cujas músicas são mais bem elaboradas. </P> <P>&nbsp;</P> <P>O importante é cada time descobrir o seu jeito de jogar. E cada um poder expor seu ponto de vista e saber respeitar os dos demais.</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[BRASIL ESTÁ NA MODA]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=81851</link>
		<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 23:10:13 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>O Brasil está realmente na moda. Com a economia crescendo, o país se torna interessante para jogadores de futebol e astros da música. Uma pena que tanto em um caso quanto no outro muitos venham ou voltem ao país longe de sua melhor época. Mas é melhor vê-los assim do que não vê-los nunca.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Se Ronaldinho Gaúcho, Elano e Mancini, só para citar alguns, decidiram seguir o caminho de Ronaldo e voltar ao futebol brasileiro para encerrar a carreira, os astros da música parecem ter "descoberto" o Brasil. Basta ver o tempo reservado ao país pelo U2, por exemplo. Bono Vox e sua turma não fazem um&nbsp;disco relevante&nbsp;há algum tempo, mas continuam bons de palco e encantam fãs.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Na sexta-feira conferi a apresentação dos Skatalites e posso dizer: mesmo com apenas dois integrantes da formação original e já com idade avançada, os caras mandam muito bem. E não digo que valeu a pena só para quem é fã de ska, todo mundo que gosta de música deve ter curtido ver os jamaicanos em ação.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Muito bom que em menos de uma semana tenha podido assistir duas atrações internacionais sem ter de deixar Belo Horizonte – no sábado anterior acompanhei o show do Ozzy, como relatado no post anterior. Parabéns aos promotores e que muitos outros&nbsp;venham por aí.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Quanto aos veteranos&nbsp;que estão voltando, sejam bem&nbsp;vindos, desde que mostrem vontade de&nbsp;mantera&nbsp; forma e de jogar. Como tem feito Mancini com a camisa do Atlético.&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[EMOÇÃO À FLOR DA PELE]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=81578</link>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 00:16:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P align=left>É impressionante o que se vê e se sente em um estádio, ginásio ou casa noturna. Não são necessários mais do que 90 minutos para as pessoas se emocionarem a ponto de chorar ou se contorcer&nbsp;de tanto rir. Há ainda os que bem bebem até cair, pois não acham fácil ser feliz.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Poderia estar descrevendo a final de um campeonato ou o término daquela partida dramática, vencida com gol no fim, de virada. Mas traço estas linhas ainda sob a influência da apresentação de Ozzy Osbourne <STRONG>(foto)</STRONG> no Mineirinho, em que todos os presentes saíram ganhando.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/8877403d3fe8488cc1b75d637996cc58.jpg"></P> <P align=left>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Eugênio Gurgel/EM/D.A. Press</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Devo confessar que nunca foi fã de Black Sabbath, apenas reconheço a importância histórica da banda.&nbsp;Do tabalho solo do "Princípe das&nbsp;Trevas" gosto de algumas (poucas) coisas. Mas, como disse no post anterior, fui ao show sem maiores expectativas, apensa com a intenção de reverenciar uma lenda viva.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>E não me decepcionei. Fiquei impressionado pela voz ainda boa e, principalmente, pela energia do senhor de 62 anos, que&nbsp;abusou, e muito, do próprio organismo em mais de 2/3 da vida. Para completar, ele ainda mostrou incrível boa vontade para se comunciar com os mineiros. E o som estava razoável para os padrões do Mineirinho.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Mas&nbsp;a plateia também merece destaque. Como sou cria da BH dos anos 80, sempre soube que o público do heavy metal é o mais fiel do rock. Fiquei muito feliz em atestar que isso não mudou, como provam os muitos jovens que envergavam camisas pretas e olhavam fixamente para o palco como se não acreditassem quem estava ali na sua frente. Ou ainda os mais velhos, alguns tentando manter&nbsp;o que lhes restou de cabelo, chorando copiosamente tão logo o "Madman" entoou as primeiras notas. E claro, sempre tem quem bebe demais e "vê" o show de outro ângulo, mais especificamente deitado no chão.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Mostrando que rock'n'roll e futebol podem, sim, andar juntos, o senhor Osbourne&nbsp;se enrolou em uma bandeira do Atlético jogada por alguém da pista premium. Ele já havia feito o mesmo com um estandarte do&nbsp;Grêmio no show em Porto Alegre, e, na capital mineira, ainda o fez com o escudo de cabeça para baixo, mas os atleticanos não se importaram e preferiram&nbsp;comemorar o ato quase como um gol, enquanto os cruzeirenses ensaiaram pequena vaia.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Apesar de preferir shows menores, com mais conforto e onde uma cerveja de quinta categoria não custe R$ 5,00 a lata, só tenho a agradecer a Ozzy&nbsp;e sua banda. A&nbsp;noite de 9 de abril de 2011 já está gravada em minha memória. Que ele continue&nbsp;dando alegria&nbsp;às pessoas por muitos anos.&nbsp;O&nbsp;rock e o futebol também.&nbsp;&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[PAIXÃO LONGE DAS TREVAS]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=81204</link>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 00:11:53 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>Na semana em que o "Príncipe das Trevas" Ozzi Osbourne se apresenta em Belo Horizonte, o Atlético busca uma luz no fim do longo túnel em que se meteu. O vexame na Copa do Brasil, da qual foi eliminado pelo limitado Grêmio Prudente ainda na segunda fase, levou os atleticanos a&nbsp;"nevoeiro"&nbsp;que somente com o auxílio de potente farol conseguirá sair.</P> <P>&nbsp;</P> <P>A situação não é nova. Há bastante tempo que o Galo vive entre a escuridão, que atingiu seu grau máximo com a queda para a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, "banhos de sol", como a conquista de títulos mineiros. Pouco para quem tem tanta tradição no futebol nacional.</P> <P>&nbsp;</P> <P>A cada fracasso não são poucos os que dizem que nunca mais voltam ao estádio ou que não pretendem mais "torcer" para o alvinegro. Tudo da boca pra fora. Basta uma boa sequência de vitórias ou mesmo uma boa contratação para que recuperem o entusiasmo e não se intimidem em soltar a famosa frase: "agora vai".</P> <P>&nbsp;</P> <P>Essa é uma das melhores coisas da paixão, a capacidade de perdoar, de dar uma nova chance, até de se deixar enganar, pois raramente ocorrem mudanças reais na relação. O importante é continuar amando, sem cobrar nada em troca.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Já do velho Osbourne, cobrarei um show digno de alguém que, além de já ser um senhor, gastou parte da saúde com substâncias que não fazem nada bem ao corpo. Para ser sincero,&nbsp;ele é uma lenda e dificilmente me decepcionará, por pior que seja sua forma atual.</P>
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		<title><![CDATA[TALENTO DESPERDIÇADO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=80902</link>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 00:33:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>Reproduzo neste espaço matéria escrita por mim e publicada no jornal ESTADO DE MINAS no sábado, 2 de abril. Longe de querer julgar um rapaz que tem tudo para se dar bem na vida, o intuito foi mostrar um pouco do que aconteceu durante a curta passagem de Jóbson pelo Atlético. Torço para que ele se afaste dos probelmas e consiga seguir a carreira, pois talento ele tem. Só para não fugir ao tema deste blog, digo o mesmo sobre a Amy Winehouse.</P> <P>&nbsp;</P> <P>***************************************************************************************</P> <P>&nbsp;</P> <P>O futebol é repleto de histórias de glórias, nas quais garotos superam todas as adversidades, driblam os próprios destinos para triunfar com a bola no pé. Mas também existe outro lado, onde o louros da vitória e o glamour dão lugar decisões erradas, muitas vezes provocadas por falta de estrutura familiar, por andar em más companhias ou por ouvir pessoas inescrupulosas. Essa matéria trata justamente do segundo lado e tem como personagem alguém que começou a escrever uma história vitoriosa, mas, ao que parece, tem preferido abandoná-la para se embrenhar em um mundo em que, aos invés de holofotes, estão presentes as trevas: o atacante Jóbson.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Revelado pelo Brasiliense, esse paraense de Conceição do Araguaia se destacou no Botafogo, depois de rápida passagem pela Coreia. Bastou um bom Campeonato Brasileiro pelo time de General Severiano para despertar o interesse do Cruzeiro, com quem chegou a acertar contrato. Porém, os exames antidoping depois dos jogos com Coritiba e Palmeiras deram resultado positivo e o jogador acabou suspenso por dois anos, o que o fez o clube celeste desistir de contratá-lo. Ele admitiu uso de cocaína e crack, mas mostrou-se arrependido.</P> <P> <BR>Depois de conseguir a redução da pena para seis meses no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o jogador assinou contrato por cinco ano com o Botafogo, mas nunca mais conseguiu mostrar a habilidade e velocidade de antes. Além disso, no segundo semestre de 2010 cometeu diversos atos de indisciplina, como chegar atrasado e até faltar a treinamentos.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Como Jóbson não se mostrou merecedor do “voto de confiança”, os botafoguenses preferiram emprestá-lo ao Atlético, que assumiu o risco e fechou contrato até o fim de 2011. Porém, antes mesmo de apresentá-lo, o clube tomou conhecimento que a Corte Arbitral do Esporte (CAS) havia decidido reabrir o caso, o que abria a possibilidade de perder o atleta durante a temporada.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Apesar disso, ou até para provar que havia superado o problema, o atacante começou o ano se dedicando nos treinamentos, ganhando logo a confiança do técnico Dorival Júnior. O treinador, inclusive, havia decidido pela contratação juntamente com o diretor de futebol Eduardo Maluf e o presidente Alexandre Kalil, no que consideraram um ato não só para contar com um bom jogador, mas também para ajudar um ser humano.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas os problemas não demoraram a aparecer. O atraso para um treinamento o fez perder não só a condição de titular, mas até espaço no banco de reservas. Foram cinco partidas sem jogar, que coincidiram com o aumento das notícias de que ele estava “explorando” avidamente a noite belo-horizontina.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Para desacreditar quem garantia tê-lo visto em diversas casas noturnas, algumas no mesmo dia, ou em busca de paz, o jogador decidiu passar a folga de carnaval em um retiro espiritual na sua terra natal, distante 1.200 km da capital mineira, para onde foi com a mãe, a mulher e o filho. Em entrevista pouco antes da viagem, porém, disse que “infelizmente” não iria aproveitar a folia de momo, optando por se resguardar.  <BR>“Eu senti necessidade de me aproximar de Deus e estou tendo as melhores experiências da minha vida desde então. Eu não quero provar nada para ninguém, meu compromisso é com Deus. Eu quero paz”, afirmou o jogador à imprensa de Conceição do Araguaia.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas bastou retornar do Pará para que o frenético ritmo noturno fosse retomado, como atestaram não só frequentadores, mas também gerentes e garçons de bares e boates de Belo Horizonte. Para tentar mantê-lo na linha, a diretoria do Atlético teria até colocado em seu encalço dois detetives, o que pouco adiantou.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Titularidade e surpresa Ao mesmo tempo em que aproveitava o momento livre, Jóbson se mostrava insatisfeito em não ser titular. Teria chegado a desabafar com amigos: “Não fui ‘banco’ do Loco Abreu no Botafogo, vou ser banco desses caras aqui no Atlético?”  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Mais pelo que fez nas partidas em que entrou e também nos treinos do que pelas reclamações, acabou recuperando a condição de titular no jogo com o Villa Nova, há 15 dias. Também começou jogando contra o Uberaba, mas já não se sentia à vontade para continuar no clube e procurou a diretoria, pedindo para voltar para o Botafogo.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>O pedido pegou a todos no Galo de surpresa. Enquanto Eduardo Maluf afirmou que o atacante estava abandonando quem mais queria ajudá-lo, Dorival Júnior buscou entender todo o processo. “Foi uma situação interessante, porque ele vinha sendo titular da equipe, começando a ter a sequência que desejávamos. Acreditávamos muito nele, como acreditamos. Teve alguma situação que para ele, talvez, não tenha sido confortável. Nos pegou totalmente de surpresa. Temos que respeitar o que o atleta definiu. Que seja feliz na carreira, e o Atlético seguirá sua vida”, disse o treinador.  <BR></P> <P>&nbsp;</P> <P>Já se passaram alguns dias que a saída do Atlético foi oficializada e até agora não está definido qual será seu futuro. Independente de ele ir defender outro clube, fica o temor sobre o que ele planeja para si mesmo: se quer a glória que brindou tantos outros meninos que usaram o futebol para deixar a pobreza ou se entrará para o rol dos que ficaram pelo caminho, desperdiçando imenso talento. </P>
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		<title><![CDATA[A GRAMA DO VIZINHO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=80747</link>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 01:47:55 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P align=left>A pergunta que mais escutei nos últimos tempos foi: o que está acontecendo com o Atlético? Tenho pensado bastante a respeito, pois minha profissão exige isso, e não chego a conclusões. Talvez eu seja um tanto obtuso. Ou simplesmente não goste de verdades absolutas. Ou ainda não haja uma só resposta, seja a soma de diversos fatores.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O certo é que os atleticanos estão preocupados. E com razão. O time não vem jogando nada, mesmo nas vitórias este ano não conseguiu apresentar um futebol convincente. Vão falar dos 4 a 3 no clássico com o Cruzeiro, mas mesmo ali acho que o maior mérito foi aproveitar as falhas defensivas do adversário.</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/40456b27f920c590fb8efc094d366cbb.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Gustavo Sawada/Futura Press </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Contra o Prudente <STRONG>(acima)</STRONG>, pela Copa do Brasil, foi um horror. Defesa frágil, meio-campo inoperante, ataque inofensivo. Claro que o Galo tem tudo para avançar na competição, assim como deverá chegar às semifinais do Mineiro. Mas, e daí?</P> <P>&nbsp;</P> <P>Que Dorival Júnior encontre logo a fórmula para o time voltar a jogar ao menos razoavelmente bem. Ou será um sofrimento para os alvinegros no Brasileiro.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Por outro lado, a torcida celeste está em lua de mel com&nbsp;o Cruzeiro. O time&nbsp;é líder do&nbsp;Estadual e&nbsp;vem dando show na Libertadores, como na vitória sobre o Guaraní <STRONG>(abaixo)</STRONG>, em Assunção. Fruto do trabalho da comissão técnica comandada por Cuca&nbsp;não&nbsp;só dentro de campo, mas também fora dele, aparando arestas que surgiram no início da temporada, como as reclamações de Roger.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/627fc1d14a786f650e8ac226c77d90e8.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Norberto Duarte/AFP </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Talvez esteja aí a principal diferença entre os dois tradicionais rivais. Não custa o Galo dar uma olhada por cima do muro para ver o que o vizinho anda fazendo. Copiar coisa boa não é demérito.</P>
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		<title><![CDATA[A VIDA É DURA]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=80560</link>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 23:34:59 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>Quase todos os garotos e, nos últimos tempo, também muitas garotas do Brasil sonham em ser jogador de futebol ou astro da música. Afinal, quem não gostaria de fazer o que gosta e ainda receber por isso? E ainda há a questão da fama e todas as portas que ela normalmente abre.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas o que muita gente não sabe é que por trás de alguém bem sucedido com&nbsp;a bola nos pés ou um instrumento na mão há uma história de muito sacrifício. Não basta ter talento, é preciso se dedicar muito e sacrificar programas corriqueiros para a maioria das pessoas, como almoço em família no domingo ou passar aniversário de casamento com&nbsp;o par amado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O que muitos vão dizer é que eles são bem remunerados e vivem uma vida de luxo. Mas não é assim para a maioria.&nbsp;Basta dar uma olhada na maioria dos times do interior ou&nbsp;frequentar os festivais independentes para ver que, de perto,&nbsp;a realidade é dura.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Muitos profissionais da&nbsp;bola convivem com cenário de dificuldades,&nbsp;vestiários&nbsp;precários, gramados esburacados, alimentação&nbsp;deficiente, departamentos médicos incompletos. E os músicos muitas vezes têm&nbsp;de se desdobrar em subir no palco e também virar vendedor dos próprios discos,&nbsp;cuidar da agenda, pensar nas camisetas e outros produtos de merchandising. E&nbsp;no fim, tanto em um caso quanto no outro,&nbsp;a rotina é tão desgastante quanto a de qualquer outra atividade.&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Claro que atletas e músicos podem se considerar felizardos, pois existem profissões bem mais desgastantes. Só digo que a vida nem sempre é fácil como parece de longe.</P>
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		<title><![CDATA[CADA UM É UM]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=80135</link>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 23:33:46 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>Atlético e Cruzeiro anunciaram, quase simultaneamente, as contratações dos atacantes Guilhereme e Brandão, respectivamente. Nenhum dos dois foi aprovado por unanimidade pelas torcidas, mas são, sem dúvida, bons jogadores.</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>O problema não está neles, mas nos torcedores. É difícil, quase impossível, agradar todo mundo, qualquer que seja a área de atuação. No caso do futebol, então, nem se fala.&nbsp;Uma torcida reúne pobres e ricos; religiosos e ateus; jovens, crianças, adultos e velhos; gente de direita, de centro e de esquerda; homens e mulheres;&nbsp;brancos, negros, amarelos e&nbsp;índios. Massa mais heterogêna, impossível.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O mesmo se aplica aos fãs de música. Quando determinado festival anuncia seu line-up, não faltam&nbsp;aqueles à torcer o nariz, exatamente como ocorre quando a escalação de uma equipe é&nbsp;liberada. Fulano&nbsp;é fraco,&nbsp;sicrano se encaixaria melhor na proposta, beltrano não vai acrescentar nada, esse eu já conheço, aquele seria muito mais apropriado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Não é fácil. Pobre dos que tem&nbsp;a missão&nbsp;de definir quem toca em um festiva ou vai defender uma equipe.&nbsp;Como sempre, prefiro olhar o lado bom das coisas. E curtir quem sabe jogar&nbsp;futebol. Ou que toquem o som que eu gosto. Mesmo que eles sejam minoria.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Prefiro, por exemplo, aplaudir quem está trazendo duas grandes bandas a Belo Horizonte em abril, a&nbsp;53HC Produções, já bastante comentada neste espaço. No dia 15, o&nbsp;s grandes Skatalites chegam direto da Jamaica e serão&nbsp;ciceroneados por Peixoto e Maxado (SP) e os mineiros do Fusile e Pequena Morte. Já no dia 16 sobe ao palco do Music Hall ninguém menos que o D.R.I., ícone do crossover nos anos 1980. Eles serão precedidos por Violator e DFC, ambos do Distrito Federal, além do Severa (MG). </P>
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		<title><![CDATA[VIVA SÃO PATRÍCIO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=79815</link>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 17:48:56 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>País aberto a muitas culturas desde o descobrimento, o Brasil é um dos lugares que mais aceita crenças e manifestações de quem veio de outros lugares. Aqui,&nbsp;judeus e mulçumanos convivem melhor que torcedores de times de futebol. Católicos e protestantes até realizam cerimônias&nbsp;conjuntas, coisa que resultaria em&nbsp;guerra em outros países. Todos são igualmente bem tratados, sejam chineses ou norte-americanos, grebos ou troianos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Por isso, não me impressiono que uma comemoração do dia de um padroeiro de outro pais, feita apenas entre amigos há quatro anos, tenha se tornado um evento que entrou na programação de diversas casas noturnas e este ano será capaz de fechar não só uma rua, mas também uma das principais avenidas da cidade, além de . Estou falando do Saint Patrick's Day (<A href="http://www.stpatricksday.com.br">www.stpatricksday.com.br</A>), comemorado hoje, mas que terá eventos maiores no sábado, 19 de março.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Uma ótima portunidade para quem quer curtir música de graça, sem dúvida. Mas também para as pessoas aprenderem um pouco mais sobre a cultura irlandesa, da cerveja e também do rugby, esporte olímpico, pois o evento da Avenida Getúlio Vargas é uma iniciativa do BH Rugby, time da capital mineira. Só uma dica, vá de verde para não levar uns beliscões.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/462b04867bf6abc4752bde671f69dba8.jpg"></P>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[VIDA MODERNA]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=79641</link>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 23:17:53 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>O tempo é implacável. Pela falta dele, escrevo menos que gostaria neste espaço. E, à medida que a idade avança, vejo que os dias passam cada vez mais rápidos – será que é porque já vivi demais?</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas não era no Século 21 que tudo seria mais fácil, os robôs fariam tudo e nós teríamos tempo para viver, amar e ser feliz? Não seriam os modernos meios de transporte os responsáveis por encurtar distâncias? Não seriam os computadores os responsáveis por facilitar nosso trabalho?&nbsp;E&nbsp;as comunicações, não nos deixariam mais perto de quem gostamos e também&nbsp;permitiria-nos resolver tudo à distância?</P> <P>&nbsp;</P> <P>Bom, vamos por partes.&nbsp;Acho que alguma coisa deu errado. Robôs e máquinas têm feito boa parte do trabalho, mas não nos permitiu mais tempo livre. Mesmo quem está sem&nbsp;ocupação tem de correr atrás de emprego, ou não poderá usufruir de todas&nbsp;as facilidades do mundo moderno.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Carros, ônibus, trens e aviões são bem mais confortáveis, seguros e rápidos que há não mais de&nbsp;três décadas. Mas&nbsp;isso não adianta nada se&nbsp;você fica preso em engarrafamentos, em uma estação ou no aeroporto.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Os computadores revolucionaram&nbsp;muitas profissões, mas, assim como&nbsp;o desenvolvimento das comunicações, também nos fazem, muitas vezes, trabalhar mais que antes.&nbsp;Normalmente, ao invés de nos permitir trabalhar em casa ou em qualquer lugar, nos faz trabalhar em casa ou em qualquer lugar.</P> <P>&nbsp;</P> <P>E a vida continua. Cuidado para não perder o bonde (que coisa mais antiga) da história.&nbsp;</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O MAIS IMPORTANTE SÃO OS CLUBES]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=79348</link>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 17:18:56 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Sempre que um ídolo de torcida é negociado, as lamentações são grandes. Não precisa nem ser craque, basta ter sido importante para a equipe, mostrado entrega nos jogos ou feito gols importantes, de preferência contra os maiores rivais que a tristeza toma conta do torcedor.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Acho natural que isso ocorra, pois já há alguns anos não temos ateltas que fazem história no clube, ficam identificados com ele. É cada vez mais comum que os bons valores se transfiram para o exterior sem nem mesmo ter atuado pelo profissional do clube que o formou. Falta identidade e, como consequência, com quem se identificar.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Não estou sendo saudosista ou defendendo que haja maior amor à camisa. Sei que o futebol há muito deixou de ser esporte para se tornar, também, um grande negócio, que movimenta cifras estratosféricas.&nbsp;E quando entra dinheiro, é preciso usar a razão, não a emoção. Afinal, mais importante que qualquer jogador ou dirigente, é a saúde do clube.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/865cf69540e7ae4ecd77f79cd261501e.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Renato Weil/EM/D.A Press</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>A saída de Diego Tardelli <STRONG>(foto)</STRONG> do&nbsp;Atlético é exemplo disso. O jogador, para a maioria dos torcedores, é imprescindível para a equipe alvinegra, mas os dirigentes sabem que uma proposta como a feita pelo Anzhi, pode não se repetir. Ainda mais que ele já cumpriu mais da metade do contrato, o que facilita a saída futuro sem que o clube seja ressarcido ou receba bem menos que os 5 milhões de euros pago pelos russos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Os atleticanos estão tristes, até porque também haviam perdido outro artilheiro, Obina, que foi para o futebol chinês. E vivem a expectativa das famosas "twittadas" do presidente Alexandre Kalil para voltarem a sorrir.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Certamente o Galo tem bons valores, mas não há dúvida que ficou mais fraco. Se os reforços que chegarem vão suprir a lacuna deixada por Obina e Tardelli, só o tempo dirá.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mudando de assunto, o carnaval já é passado, mas já há nova festa a vista. O Saint Patrick's Day será dia 17 e BH, mais uma vez, vai comemorar. Estão programados alguns eventos no próprio dia e também no sábado seguinte, sendo que o maior deles, promovido pelo BH Rugby,&nbsp;será&nbsp;na Avenida Getúlio Vargas, na Savassi. Para já ir entrando no clima, sugiro o Mr. Irish Bastard ( <FONT color=#0e774a>www.myspace.com/mririshbastard</FONT><SPAN class=flc>&nbsp; ). Confere lá. Se conhece alguma banda que tocar música irlandesa ou inspirada nela, dá a dica aqui para a gente.&nbsp;</SPAN></P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[VIDA REGRADA]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=79084</link>
		<pubDate>Sun, 06 Mar 2011 21:36:47 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>Carnaval e futebol são coisas intrísecas à cultura brasileira. Por isso, nada mais natural que os jogadores aproveitem os festejos de Momo no Rio, Salvador, São Paulo ou onde bem desejarem. Claro que eles não devem se exceder, pois têm&nbsp;compromissos por campeonatos estaduais, Copa do Brasil e Copa Libertadores pela frente, mas, como todos, têm direito a momentos de descontração.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Não sou do tipo que&nbsp;acha que atleta profissional deva ter vida de monge. Tampouco concordo com&nbsp;quem vive a vigiá-los, como&nbsp;se fossem proibidos de ir a bar, restaurante ou boate. Cada um sabe o que faz da própria vida e cabe a treinadores e diretorias detectar se a conduta é apropriada ou se está prejudicando o desempenho em campo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Como disse o técnico Vanderlei Luxemburgo, em entrevista à imprensa carioca ás vésperas do carnaval, não há problema em o jogador sair à noite, desfilar em escola de samba, desde que durma o suficiente para treinar bem no dia seguinte. Ele exagera ao dizer que dá para treinar até sem dormir, que já viu muito isso no futebol, adotando uma posição perigosa em relação a seus comandados.</P> <P>&nbsp;</P> <P>De qualquer forma, mostra coragem ao abordar o assunto de forma direta e deixa claro algo que, na prática, os torcedores já sabem: se o cara se garante em campo, as cobranças serão bem menores. Ao contrário, se estiver em má fase, uma simples&nbsp;saída para jantar pode ganhar ares de noitada.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O importante é que o profissionais tenham consciência de suas responsabilidades. Ninguém gosta de exercer mal suas funções, ainda mais diante de milhares de pessoas, com transmissão ao vivo pela TV e internet. Como diria o Matanza, o segredo do sucesso é a moderação.&nbsp;</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[FUTEBOL ALTERNATIVO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=78909</link>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 17:19:04 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>Quem é&nbsp;fã de rock e, principalmente, de bandas independentes e do underground em geral, costuma causar espanto quando começa a conversar sobre música. Sempre citam bandas pouquíssimo conhecidas, até mesmo de quem procura estar bem informado, sabem detalhes de cenas distantes, como o hardcore chinês e o punk cubano, citam músicas e sabem o nome de integrantes de grupos que ninguém ouviu falar. E, em sua maioria,&nbsp;não fazem isso para estarem na moda ou impressionar o interlocutor, mas simplesmente por que realmente gostam daquilo sobre o que estão discorrendo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Com o fim da primeira fase da Copa do Brasil isso também ocorre. A diferença é que, ao invés de&nbsp;músicos, surge a oportunidade de&nbsp;conhecermos&nbsp;clubes dos quais a maioria nem suspeitava da existência. Um caso clássico é o Iape-MA, eliminado pelo Atlético com goleada por 8 a 1, mas que não deixou de dar trabalho no primeiro jogo. Tanto que forçou a realização da segunda partida, coisa rara na história da participação alvinegra na primeira fase do torneio mata-mata. E realizou o sonho de jogar em Minas <STRONG>(foto).</STRONG></P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/884971522335bbe9adc75bd3c2a04c47.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Jorge Gontijo/EM/D.A Press</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Só mesmo a segunda competição mais importante do Brasil para nos ensinar que o que começou com o Instituto dos Amigos do Pereirinha, fundado por um&nbsp;político populista, se transformou em Instituto de Apoio e Pequisa Educacional ao se profissionalizar no recente 2008. E que o referido Pereirinha fez oposição durante 20 anos à família Sarney no Maranhão, mas agora reza a mesma cartilha do clã capitaneado pelo presidente do Senado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Não estou aqui menosprezando equipes de fora do eixo. Ao contrário. Apenas&nbsp;reafirmo certa ignorância de quem vive no Sul/Sudeste deste&nbsp;País continental. E aproveito para aprender&nbsp;que o River Plate, que deu um grande susto no Botafogo, é o atual campeão sergipano. E que foi fundado para fazer o clássico com o Boca Juniors, que já existia em Sergipe. E que há um Colo-Colo em Ilhéus (BA). E um Herman Aichinger em Santa Catarina.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Quando clubes como Murici-AL, Naviraiense-MS, Comercial-PI, &nbsp;TREM-AP, Peñarol-AM, só para citar alguns que entram na disputa este ano, teriam tanta visibilidade quanto na Copa do Brasil? E muitos deles ficam para sempre na memória dos torcedores, como o Kaburé-TO, de triste lembrança para os torcedores do América-MG. Ou o Caiçara-PI, que teve a "honra" de levar a maior goleada da história do torneio, 11 a 0, diante do Atlético. Outros, pelo próprio nome, como o Baré-RR ou o Lagartense-SE.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Essas equipes podem não ser um primor técnico, mas certamente tem seu charme, buscam um lugar ao sol&nbsp;e vale à pena conhecê-las. Assim como a milhares de bandas que tocam por inferninhos&nbsp;do Brasil e do mundo.&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[A FILA ANDA]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=78702</link>
		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 23:44:22 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>O mundo gira, a fila anda, as coisas vem e vão. Na mesma semana em que fiquei sabendo que Belo Horizonte perderia um dos lugares mais legais da cidade para quem curte rock e cultura alternativa, o Uzina, abriu o Celtic Irish Pub (<A href="http://www.celticpub.com.br">www.celticpub.com.br</A>), que&nbsp;promete abrir espaço para bandas autorais, além dos inúmeros grupos covers que agitam a noite da capital mineira.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Fiquei muito triste com o fim do Uzina. Durante quase três anos,&nbsp;aquele&nbsp;galpão da&nbsp;Rua Grão Mogol&nbsp;presenciou festas muito legais e apresentação de artistas das mais variadas tendência, além de abrigar exposições de artes plásticas, dando espaço a jovens talentos. Tive a honra&nbsp;não só de frequentar, mas também de ajudar a produzir alguns eventos ao lado do Kolô, do Driz, do Fael, do Serjão e de toda a galera que trabalhou lá.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Como todos que investem no underground em BH, a galera teve muitas dificuldades para manter o local e nunca desanimaram, abrindo espaço para todas as iniciativas. Os frequentadores, por sua vez,&nbsp;não ligavam para alguns problemas que ocorreram, como&nbsp;goteiras e até uma verdadeira inundação, se divertindo por&nbsp;por entender o espírito alternativo do local.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O Celtic é bem mais estruturado, sendo comandado por gente&nbsp;com know-how na noite belo-horizontina.&nbsp;A decoração ficou sensacional e o balcão é de primeira – quem gosta de um, como eu, não terá do que reclamar. O som é perfeito, dá para ouvir tudo&nbsp;que as bandas tocam. Há TVs de tela final espalhadas pelas paredes, onde é possível acompanhar&nbsp;disputas esportivas, como&nbsp;rugby e futebol.&nbsp;E o principal: o chopp é gelado e bem tirado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Claro que tudo isso tem&nbsp;um custo. Então, que ninguém vá lá esperando encontrar &nbsp;preços de botequim. Mas posso garantir que não haverá arrependimento no caso de destinar um pouco do suado dinheirinho em uma noite no local – uma boa oportunidade é esta quinta-feira, quando&nbsp;The Folsoms (<A href="http://www.myspace.com/thefolsoms">www.myspace.com/thefolsoms</A>) se apresentará.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Enfim, não dá para ficar parado. A vida segue e temos de continuar vendo jogos, curtindo um som e encontrando os amigos. É só escolher o dia e o local.</P>
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		<title><![CDATA[POBRE DO NOSSO FUTEBOL]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=78531</link>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 17:46:58 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Que confusão se instalou nos bastidos do futebol brasileiro. Por trás da licitação para se decidir quem terá direito de transmitir o Campeonato Nacional de 2012 a 2014 se&nbsp;desenhou um&nbsp;enredo&nbsp;digno dos melhores folhetins, televisivos ou não, com direito a intriga, traição, jogo de interesses,&nbsp;muito dinheiro e, principalmente, poder.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Até então organizados no Clube dos 13, as maiores agremiações do país negociavam em conjunto com a TV a transmissão de seus jogos. Emissora de maior audiência, a Rede Globo é parceira de décadas das equipes e, até por isso, se julgava no direito de ter algumas&nbsp;regalias na hora de renovar o contrato. Assim, nunca teve seu monopólio ameaçado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Agora, o Clube dos 13 decidiu acabar com&nbsp;privilégios da Vênus Platinada e receber propostas em envelopes fechados. A iniciativa visa aumentar a receita, mas também aumenta a chance de que&nbsp;outra emissora, no caso a Rede Record, ganhe a concorrência.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Clube alinhados à CBF,&nbsp;o Corinthians logo deu o grito. E foi seguido até por quem havia votado a favor da reeleição de Fábio Koff à presidência do Clube dos 13, como o Flamengo. O que está por trás disso? Interesses dos mais variados, econômicos, políticos e até históricos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>É uma pena que tenhamos chegado a esse ponto. Poderíamos estar discutindo a criação da Liga Nacional, nos moldes de Liga Inglesa, a mais poderosa do planeta. Mas nossos dirigentes preferem se prender a picunhinhas e fazer o jogo dos poderosos. E os clubes que comandam? Bem, os clubes que se danem. Pobre do nosso futebol.</P>
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		<title><![CDATA[CARNAVAL DO ROCK]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=78339</link>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 23:15:37 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>Não sou fã de Carnaval. Aliás, sou sim, pois festa é uma coisa muita legal. Mas não tenho vontade de desfilar em escola de samba, me espremer em blocos de bairro, ir a bailes em clube ou mesmo "curtir um sambinha". Justamente por isso, se não fosse estar de plantão entre 5 e 8 de março, iria curtir o Carnaval, mas em uma cidade onde batuque não tem vez: Curitiba, que mais uma vez sediará o Psychocarnival (<A href="http://www.psychocarnival.com.br">www.psychocarnival.com.br</A>).</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/f5049c35608bfb2c239945172ebbdda4.jpg"></P> <P>&nbsp;</P> <P>Como o próprio nome diz, se trata de um carnaval diferente, onde não há samba, mas psychobilly; não há nenhuma mulata rebolando, mas muita gente curtindo rockabilly; ninguém tem coloca a mãozinha para cima, mas todos atentos ao bom rock independente. Em comum com a tradicional festa de Momo,&nbsp;cerveja gelada e o pessoal se divertindo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O que era uma reunião de amigos, tornou-se um evento que virou referência mundial entre os roqueiros. Este ano serão nada menos que oito atrações internacionais, além de bandas de vários estados brasileiros, tocando em uma casa legal e com som de primeira.</P> <P>&nbsp;</P> <P>A iniciativa, louvável, transformou a capital paranaense em um reduto rocker. Bom para a cidade, que ganha&nbsp;muito com os turistas de várias partes do Brasil e também do exterior (o evento é referência mundial do estilo). E também para quem, como eu, prefere ficar longe do alalaô e também do aêaêa, ôôôô. Se é o seu caso, Curitiba é o destino. E se bobear, ainda rola de pegar um joguinho na Arena da Baixada, Couto Pereira ou Vila Capanema.</P>
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		<title><![CDATA[ESTAMOS MAIS TRISTES]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=77845</link>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 22:49:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Não foram poucos os que ficaram tristes com a aposentadoria de Ronaldo <STRONG>(foto)</STRONG>. Para uma geração em especial, que tem hoje entre 18 e 25 anos, ele talvez seja o&nbsp;atacante brasileiro mais marcante. O considero genial, capaz de arrancadas fulminantes e excelente finalizador. Além disso, é exemplo de superação, não se rendendo a duas graves contusões, a uma convulsão, a problemas pessoais, como várias separações.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/f01229d07b4dd60ed72a30f5c61c0d66.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT size=1>Nacho Doce/Reuters </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Talvez por isso também tenha sentido a saída de cena do Fenômeno e&nbsp;entenda toda a comoção que isso gerou. Alguns podem achar exageradas as demonstrações de dor pelo fim da carreira do ex-cruzeirense. Mas&nbsp;o fã de verdade tem o direito de sofrer.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Guardada as devidas proporções, deve ter sido o mesmo sentimento que se abateu sobre os fãs dos Beatles quando o grupo inglês anunciou seu fim, em 1970. Também cabe a comparação&nbsp;com Elvis Presley, que, como Ronaldo, estava longe da melhor forma – mas continuava genial e importante – quando morreu, em 1977.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Aliás, o rock é pródigo em&nbsp;deixar ordas de órfãos por todos os cantos do mundo. Até hoje ouvimos lamentos pelo fim do Black Sabbath, do The Who, do Led Zeppellin e Deep Purple, Creedence e outras tantas bandas que ficaram pelo caminho. O que é normal, pois temos dificuldade de entender que tudo na vida passa.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Tanto no caso dos que consideram Ronaldo um dos maiores do mundo quanto para aqueles que sentem falta de grupos já finados, resta o consolo de vê-los em ação esporadicamente, em ocasiões especiais, com uma partida beneficente ou um show comemorativo. Provavelmente a performance não serã tão boa quanto a de antes, mas ao menos dá para matar um pouquinho a saudade.</P> <P>&nbsp;</P> <P>E se Ronaldo parou, outros já estão vindo aí para animar os torcedores. Neymar é a grande promessa, mas outrosliteralmente correm para entrar para a história, como o também santista Paulo Henrique Ganso ou o são-paulino Lucas.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Bandas boas, então, surgem aos borbotões. Basta estar antenado e não se prender demasiadamente ao passado. Afinal, o mundo não para de girar, como&nbsp;continuam cantando os Garotos Podres.</P>
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		<title><![CDATA[PERSONAGENS DO CLÁSSICO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=77581</link>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 00:18:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/2592ec42b8acc8fd066e8af4bb3046d4.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Renato Weil/EM/D.A Press</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>O clássico Cruzeiro 3 x 4 Atlético teve muitos personagens e foi muito emocionante, apesar de não ter sido um primor fisicamente. Poderia destacar o artilheiro atleticano Diego Tardelli <STRONG>(foto)</STRONG>, autor de três gols, um deles belíssimo; o goleiro Renan Ribeiro, que fez milagres; o técnico Dorival Júnior, pela forma inteligente que armou a equipe; os defensores celestes, pelos erros cometidos; ou o atacante cruzeirense Wellington Paulista, pela luta durante os 90 minutos. Mas vou falar do árbitro&nbsp;Cleisson Veloso Pereira.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Em sua primeira vez no maior embate de Minas, ele&nbsp;teve atuação controversa e desagradou tanto cruzeirenses quanto atleticanos. Os celestes reclamaram da marcação do pênalti para o adversário, convertido por Diego Tardelli, da não marcação de penalidade máxima de Serginho em Roger e de não ter dado pelo menos mais um minuto de acréscimo ao fim da partida, enquanto os alvinegros não concordam com a marcação de impedimento de Neto Berola e também de o goleiro Fábio ter recebido apenas cartão amarelo pela entrada sem bola no atacante atleticano quando o lance já estava invalidado. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Todas as queixas tem procedência, seja em maior ou menor grau. Isso poderia gerar críticas pesadas ao trio de arbitragem, mas o certo é que foi uma partida muito complicada do ponto de vista de quem tem de tomar decisões em um fração de segundo. </P> <P>&nbsp;</P> <P>No caso do pênalti a favor do Galo, em que Leo segurou Werley na área celeste em cobrança de escanteio, aos 23min do primeiro tempo, Cleisson teve muita coragem. Afinal, normalmente os árbitros não costuma coibir&nbsp;esse tipo de lance, mas ele já havia advertido o jogadores para que não fizessem o agarra-agarra tão comum no futebol, estava de frente para o lance e se mostrou muito convicto. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Já no lance entre Serginho e Roger, o taxista tinha muitos atletas a sua frente e pode não ter visto o lance com clareza ou achado que o jogador cruzeirense se atirou. Finalmente, poderia, sim, ter dado mais um minuto de acréscimo, inclusive no primeiro tempo, por tudo que ocorreu durante a partida. </P> <P>&nbsp;</P> <P>No tocante às reclamações atleticanas, ele foi induzido ao erro pelo assistente Helbert Costa Andrade, que marcou erroneamente o impedimento de Neto Berola, que ficara cara a a cara com Fábio. O arqueiro celeste se excedeu no lance, mas um cartão vermelho também poderia ter interpretado como exagerado. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Faltou a Cleisson, sim, controlar um pouco mais os ânimos dos atletas. Não foram poucas as reclamações, as provocações e os bate-bocas entre eles, tudo com a conivência do árbitro, que acertou ao mostrar cartão amarelo para Diego Tardelli e Wellington Paulista depois que eles trocaram ofensas.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Súmula</STRONG> A atuação do árbitro ainda não terminou, pois é preciso aguardar que a súmula da partida chegue à Federação Mineira de Futebol (FMF) para ver se ele vai citar os diversos objetos atirados no gramado pela torcida celeste, com um telefone celular, um sapato e uma pedra, que chegou a acertar&nbsp;Renan Ribeiro. O clube celeste corre o risco, até, de perder mando de campo por conta do comportamento de seus torcedores.&nbsp; </P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[FUTURO INCERTO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=77166</link>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 23:16:21 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Eu até tento ser otimista, mas está cada vez mais difícil. Como pensar que o mundo está melhor ou pode&nbsp;melhorar se um menino de 19 anos é assassinado por causa de um colar? Ou que não se permita que duas torcidas possam ver seus times se enfrentando por o estádio ser pequeno. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Pode parecer que são coisas muitas distantes uma da outra, mas não são. Estamos falando de falta de segurança, de uma estrada escura em que caminhamos cada vez mais sozinhos, de um caminho espinhoso no qual não há como se proteger.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Um garoto cheio de sonhos ter seus planos abortados de forma tão absurda é de assustar. E não&nbsp;falo isso por se tratar um jogador de futebol,&nbsp;profissional normalmente&nbsp;supervalorizado, como foi o caso de Willian Morais. Poderia ser um estudante de direito, um jornalista, um dentista. E também seria um absurdo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Estamos perdendo a guerra para a violência. A cada vez que nos mostramos impotentes&nbsp;diante de um assassinato, assinamos nosso atestado de incompetência, damos prova da&nbsp;nossa incapacidade de construir uma sociedade justa.</P> <P>&nbsp;</P> <P>No caso do clássico entre Cruzeiro e Atlético, sábado, em Sete Lagoas, é a mesma coisa. Será permitido apenas a presença da torcida mandante, a cruzeirense,&nbsp;para evitar confusão. Ou seja, não somos capazes de manter a ordem, ainda que a maioria assim deseje. Se continuarmos assim, em breve&nbsp;chegaremos ao cúmulo de proibir a torcida de ir aos estádios. Afinal,&nbsp;seguindo a lógica atual, se houver briga na Arena do Jacaré no fim de semana,&nbsp;será&nbsp;a decisão a ser tomada. Não há futuro, como bem disse o Sex Pistols há&nbsp;35 anos.&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[BIPOLARIDADE]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=76744</link>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 23:17:50 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>O torcedor de futebol e o fã de rock talvez sejam os seres mais entusiasmados que conheço. Basta o time&nbsp;do coração&nbsp;emendar uma&nbsp;sequência vitoriosa ou uma banda soltar umas músicas novas na internet para a galera se alvoroçar. Não precisa mais do que a chegada de um bom jogador, mesmo que não esteja&nbsp;na melhor forma, ou o anúncio de uma turnê no Brasil, ainda que com alguns anos de atraso em relação ao auge, para deixar o povo com um sorriso estampado no rosto.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Justamente por ser tão passionais,&nbsp;o pessoal também costuma ir para o outro extremo com muita facilidade. Quem já foi ídolo pode se tornar vilão bastando para isso entrar em má fase ou defender o rival, no caso do ludopédio, ou abandonar, mesmo que momentâneamente ou em uma única faixa, o gênero que o consagrou, levando-se em conta a música.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Não sei se&nbsp;por trabalhar com esporte há tanto tempo e de gostar de rock desde o início da adolescência, mas&nbsp;me sinto um pouco longe de tudo isso. Demoro a me entuiasmar com uma equipe. Com um jogador, então, só me rendo se ele fizer chover, e tem de ser mais de uma vez. Com as bandas também sou assim, dificilmente babo por uma banda logo na primeira audição. Às vezes "gasto" a banda antes de curti-la de verdade. Com show&nbsp;até tenho mais facilidade, pois valorizo bastante presença de palco e, principalmente, a empatia&nbsp;entre artista e público.</P> <P>&nbsp;</P> <P>E o contrário também vale. Não costumo ter&nbsp;pressa na hora de avaliar&nbsp;uma equipe e sou bastante paciente com os atletas – até&nbsp;com aqueles laterais que a maioria da torcida desiste depois de meia dúzia de cruzamentos errados. Também&nbsp;costumo dar ao menos uma segunda chance&nbsp;a bandas&nbsp;que não me agradaram na primeira vez que ouço.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas sei que sou minoria. E não tiro a razão dos mais apaixonados e menos racionais. Como já disse neste mesmo espaço, a diversidade é uma das características dos seres humanos que mais gosto.</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[CASAMENTO PERFEITO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=76340</link>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 17:23:18 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P align=left>A diversidade é uma das coisas mais fascinantes da raça humana. Há quem goste do time A, do B, aqueles que nem gostam de futebol, os que preferem vôlei, basquete ou outro esporte, os que têm como passatempo preferido a música, a pintura, a literatura, o serviço voluntário e até mesmo o trabalho.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Penso às vésperas do início de mais um Campeonato Mineiro, último dos grandes estaduais a se iniciar neste 2011.Se não me empolgo com a parte técnica dessas competições, fico maravilhado com alguns personagens&nbsp;envolvidos, de jogadores do presente e do passado&nbsp;àqueles torcedores&nbsp;que amam seus clubes mesmo que eles nunca tenham ganhado nada ou não o façam há muito tempo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Isso só prova que, no futebol, a relação entre torcida e agremiação não tem relação com conquistas. É como imagino o casamento perfeito, em que as partes não criam grandes expectativas quanto ao conjuge. Assim, nunca se decepcionam, ao contrário daquele casal que se une esperando que o outro mude ou que surpreenda positivamente a cada dia.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/56460c10a6bbabe5d8541e4a9413a7a9.jpg"></P> <P align=left>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Divulgacao/ACSFMF </FONT></P> <P align=center>&nbsp;</P> <P>Vai me dizer que o torcedor do tradicional Villa Nova ou do estreante&nbsp;Funorte acreditam que seus times levantarão o belo troféu <STRONG>(foto)</STRONG> ofertado a campeão mineiro este ano?&nbsp;Ou que&nbsp;o Linense, em São Paulo, ou o&nbsp;Volta&nbsp;Redonda, no Rio, brigarão por títulos em seus estados? Nem por isso deixam de ter quem os defenda de forma apaixonada, não cobrando nada em troca.&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Claro que todo mundo quer ser campeão no esporte, ninguém pode ficar satisfeito em ser mero coadjuvante, em lutar para não cair. Mas, para alguns, o simples fato de participar do principal torneio do estado já é suficiente, ao menos em determinado momento.</P> <P>&nbsp;</P> <P>É como agem os fãs de algumas variantes do rock. Não importa se sua banda favorita nunca vai tocar no rádio, ser convidada para programa na TV ou bombar na internet. A admiração continuará intocável, seja ela de black metal, de grindcore ou de ska.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Podem dizer que sou romântico ou sonhador, mas&nbsp;isso é uma das coisas que mais gosto, seja no futebol, seja na música.</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A BOLA ROLA DE NORTE A SUL]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=76168</link>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 23:31:15 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Ouço, desde de criança, que no Brasil o ano só começa depois do Carnaval. Para deputados, senadores e burocratas em geral talvez seja assim mesmo. Mas para a maioria dos brasileiros tudo começa mesmo no primero dia útil de janeiro No esporte e na música também.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Quase todos os grandes clubes&nbsp;do país começaram a treinar na primeira semana de janeiro e, à exceção dos mineiros, já estão em plena atividade. Em Minas, o sonolento Estadual só começa no fim de semana, mas, para alegria de quem ama o futebol, as equipes vem realizando jogos-treino e amistosos,&nbsp;o que ajuda a matar a saudade da bola.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Como já escrevi aqui, acho&nbsp;uma perda de tempo jogar torneios com Mineiro, Paulista&nbsp;ou Carioca. Seria muito melhor&nbsp;que&nbsp;as equipes tivessem mais tempo para a pré-temporada e, depois, pudessem ganhar dinheiro com excursões a outras regiões do Brasil ou mesmo a outros países. Os grandes da Europa enchem os cofres não só com jogos, mas até com treinos na China, na Coreia, no Japão, nos EUA e no Oriente Médio. Não à toa, são bem mais conhecidos que seus pares verde-amarelos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Aqui, por conta de um saudosismo chato, ficamos presos a competições cheirando a mofo, em estádios ruins e que pouco acrescentam do ponto de vista técnico. E não me venham dizer que os clubes do interior iriam acabar sem o Mineiro. Se planejassem direito, eles têm calendário para o ano inteiro, pois temos as Séries C e D cada vez mais fortes.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Na música, 2011 promete. Muitos shows internacionais marcados e as bandas brasileiras se mexendo, com shows marcados não só nas capitais, mas também no interior.</P> <P>&nbsp;</P> <P>E já tem lançamento nas lojas. O grupo The Folsoms (<A href="http://www.myspace.com/thefolsoms">www.myspace.com/thefolsoms</A>), de Belo Horizonte,&nbsp;soltou &nbsp;"Outlow Country", primeiro cd que mostra toda a sonoridade crua do grupo, que conta com uma faixa gravada na Apac de Santa Luzia. Iniciativa que mereceu destaque no caderno de Cultura do Estado de Minas (<A href="http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2011/01/23/ficha_musica/id_sessao=19&amp;id_noticia=33795/ficha_musica.shtml">http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2011/01/23/ficha_musica/id_sessao=19&amp;id_noticia=33795/ficha_musica.shtml</A>). </P>
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		<item>
		<title><![CDATA[SOMOS TODOS ÓRFÃOS]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=75907</link>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 17:26:52 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/443c64339cc41d4f58a37c23c209a1d5.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT size=1>Euler Junior/EM/D.A Press</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Obina deixa o Atlético&nbsp;360 dias depois de&nbsp;chegar ao clube. Se contarmos que ficou quatro meses se recuperando de contusão e 30 dias em férias, foram apenas sete meses vestindo a camisa alvinegra. Tempo suficiente para se tornar xodó da torcida. Eu disse xodó, não ídolo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Jogador mais de força que de técnica, que se atrapalha na hora de fazer um gol na pequena área, mas capaz de surpreender marcadores logo na sequência, ele deixa seu nome escrito na história atleticana. Afinal, foi artilheiro da equipe em 2010, com 27 gols em 39 jogos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Os alvinegros estão tristes. Vão sentir falta do jeito cativante do baiano, sempre com um sorriso largo estampado no rosto e disposição de criança com a bola rolando.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas no futebol atual é assim mesmo.&nbsp;Jogadores vêm e vão em uma velocidade alucinante, pois não têm laços afetivos com os clubes. Aliás, não têm laço algum, pois seus direitos, que um dia foi chamado de passe,&nbsp;agora pertendem a empresas, a empresários, a supermercados, a bancos, a laboratórios. E nós, mortais, temos de nos contentar com essas passagens fugazes.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O mesmo ocorre na música. Uma banda surge no underground, ganha admiradores, lota shows, lança um ou dois discos e quando os fãs se tornar ardorosos,&nbsp;ela acaba, pois os integrantes não se entendem, os egos inflam, os planos pessoais&nbsp;mudam.</P> <P>&nbsp;</P> <P>No fundo,&nbsp;estamos quase sempre órfãos de&nbsp;ídolos. Mas isso é normal no mundo moderno, em que as coisas acontecem mais rápido que nosso cérebro – e coração –&nbsp;consegue assimilar. </P>
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		<title><![CDATA[INJUSTIÇA DO LADO AZUL]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=75548</link>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 23:06:14 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Quando o Atlético anunciou a contratação de nove jogadores para a temporada 2011, os torcedores ficaram, em sua maioria, eufóricos, principalmente pela chegada de nomes como Richarlyson, Jóbson, Leonardo Silva e Mancini.&nbsp;O Cruzeiro também se movimentou e anunciou jogadores como Leandro Guerreiro <STRONG>(foto)</STRONG>, Ortigoza e Fabrício Carioca, mas nenhum deles empolgou&nbsp;os fãs do clube, segundo o que vi em redes sociais na internet.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/8f64a81212bea169f62c9f444c8b4da2.jpg"></P> <P><FONT size=1>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; Jorge Gontijo/EM/D.A Press</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Acho&nbsp;injustiça dos cruzeirenses. Primeiro porque&nbsp;a equipe é a atual vice-campeã brasileira, ou seja, só&nbsp;está atrás&nbsp;no cenário nacional do campeão&nbsp;Fluminense. Depois porque montar boas equipes com jogadores&nbsp;não mais que bons ou que não custem tanto sempre foi uma especialidade das administrações de Zezé Perrella.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Só como exemplo, cito o time campeão da Copa Libertadores de 1997. Para se reforçar, o clube trocou o volante Belletti e o latera-esquerdo Serginho, então promessas, pelos são-paulinos Palhinha, Vítor, Donizeth Oliveira, Gilmar e Aílton, todos já rodados e vencedores, mas nunca considerados atletas de ponta.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Com outras contratações e jogadores que já estavam no clube, a equipe teve muitas dificuldades, perdendo os três primeiros jogos e se classificando para as oitavas de final por duras penas.&nbsp;Para chegar às quartas de final foi preciso disputa de pênaltis contra o limitado El Nacional, do Equador, havendo sofrimento também no embate com o Grêmio, o Colo-Colo&nbsp;e principalmente&nbsp;na final contra o Sporting Cristal, vencida com chorado gol de Elivélton no jogo de volta, depois de igualdade sem gols na ida.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Relembro&nbsp;tudo isso para dizer que o Cruzeiro nunca nadou em dinheiro, mas nem por isso deixou de ser vencedor. A exceção pode ser 2003, quando investiu pesado e sobrou no futebol nacional, sendo campeão brasileiro e da Copa do Brasil, além de ter levado o Mineiro.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Aos invés de reclamar e, principalmente, ficar fazendo comparações com o maior rival, acho mais interessante apoiar o trabalho do técnico Cuca e seus comandados. Se os resultados não vierem, todos, inclusive a diretoria, devem ser cobrados. Mas mostrar insatisfação antecipadamente me parece injusto.&nbsp;</P>
		]]>
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		<item>
		<title><![CDATA[ESTE NÃO É UM PAÍS DO FUTEBOL SÉRIO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=74997</link>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 22:32:15 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>A chegada de Ronaldinho Gaúcho ao Flamengo mostra exatamente o que é o&nbsp;rubro-negro carioca: um clube de grande potencial, com&nbsp;torcida gigante e apaixonada, mas que não aproveita nada disso por não ter nenhuma organização. Se a recepção ao ex-número 1 do mundo comoveu pela quantidade de gente&nbsp;e pela paixão demonstrada, também constrangeu pela confusão armada, com direito a torcedores tratados como gado, portão arrombado, popozudas em local de destaque, sambistas&nbsp;e pagodeiros disputando o microfone, aparícios, papagaios de pirata e, o que é pior, quase nenhuma palavra do craque aos fãs.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/e02c16eb264ff494eb6bb23947a29a23.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Mauricio Val/VIPCOMM </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Fico imaginando&nbsp;um marqueteiro do futebol italiano, inglês, espanhol ou alemão vendo aquelas cenas. Deve doer-lhe o coração&nbsp;o desperdício de uma oportunidade como essa para arrecadar, divulgar a marcar do clube e, principalmente, fazer o torcedor feliz. Afinal, o futebol pode ter virado um grande negócio, mas continua tendo com alma a emoção.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Considero válida a contratação de Ronaldinho Gaúcho pelo&nbsp;Flamengo e manteria o pensamento se ele tivesse&nbsp;fechado&nbsp;com o Palmeiras ou&nbsp;a volta ao Grêmio, desde que fique claro que foi um negócio dentro da possibilidade de cada um – o sempre tumultuado financeiramente Urubu garante que pagará a menor parte da conta, cujo montante maior ficará com um parceiro.&nbsp;Como fez o&nbsp;Corinthians ao armar bela estratégia para contar com Ronaldo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Se vai dar certo ou não, se trará o retorno esperado pelos flamenguistas em títulos, só&nbsp;ele poderá nos responder.&nbsp;O certo é que, com 70% da forma física ideal e um pouquinho de vontade, ele tem futebol para se tornar pesadelo de qualquer defesa do país. Com faz o "Fenômeno" quando tem espaço.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Gostaria que outros clubes nacionais também se&nbsp;reforçassem. Desde que, é claro, não comprometam suas finanças. E que saibam apresentar aos torcedores aqueles que fazem o grande espetáculo que é o futebol</P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[MELHOR OU MELHORES?]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=74841</link>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 22:35:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/776eeb92181ff3f49662a69eeb4cfc9e.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT size=1>FRANCK FIFE/</FONT><FONT size=1>AFP&nbsp; </FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>E a Fifa entregou mais um prêmio de melhor jogador e jogadora do mundo. E eu continuo sendo dos poucos a não ver tanta graça nesse&nbsp;tipo de premiação. Entendo, mas não consigo me entusiasmar. Se o futebol é um esporte coletivo, como premiar individualmente? Messi e Marta <STRONG>(foto)</STRONG> são craques, não se discute, mas se ele não jogasse em um time tão bom quanto o atual Barcelona, iria conseguir jogar tudo que tem jogado? E ela, se continuasse no Brasil, seria eleita cinco vezes seguidas, mesmo que não tenha levado a Seleção a nenhum título?</P> <P>&nbsp;</P> <P>Posso estar sendo ranzinza, chato mesmo, mas como se sente o volante que corre para o craque brilhar? Ou o goleiro, que pode pegar tudo lá atrás, mas dificilmente será premiado? Lembro-me do Roberto Carlos reclamando que dificilmente seria eleito o melhor do mundo, pois era defensor, ou seja, nunca seria valorizado como um atacante ou um armador. Canavarro até foi eleito em 2006, mas foi exceção, além de ter sido ajudado pelo título da Itália na Copa da Alemanha.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Ao invés de eleger um jogador, continuo preferindo destacar grandes esquadrões, equipes que podem nem ser só formada por craques, mas que todos tinham seu valor. Melhor falar do Cruzeiro de 1966, do Galo do fim dos anos 1970 e do começo dos anos 1980, da Seleção Brasileira campeã do mundo no México em 1970.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Essa minha implicância com prêmios individuais pode vir até da música. Nunca gostei daquele tipo de coisa: "Fulano é o melhor guitarrista do mundo". Sob qual aspecto? Baseado em quê? Gosto pessoal e até mesmo a quantidade de notas tocadas em um espaço curto de tempo não valem. O melhor é quem te fizer mais feliz por aqueles poucos minutos de melodia.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Não quero ser o dono da verdade e certamente muitos – talvez a maioria –&nbsp; discordem da&nbsp;minha opinião. E saberei respeitar isso, como gostaria de ter meu ponto de vista respeitado.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[EUFORIA E PREOCUPAÇÃO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=74506</link>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 22:58:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P align=left>Os clubes brasileiros voltaram ao trabalho esta semana e a maioria das torcidas está desconfiada. Como disse no post anterior, poucos clubes abriram os cofres para contratar, o que é compreensível em um país que sempre dependeu das vendas para o exterior para se reforçar – e as maiores economias, principalmente as do futebol,&nbsp;ainda estão em crise.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Uma exceção é o Atlético, que, como disse no post anterior, foi quem mais contratou. Os atleticanos estão eufóricos e esperam que, finalmente, a equipe deixe a fila de títulos importantes e conquiste pela primeira vez a Copa do Brasil ou quebre jejum que completará 40 anos no Campeonato Brasileiro.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Motivos não faltam. O Galo manteve os principais atletas de 2010, sendo que alguns deles poderão desfrutar da pré-temporada, fundamental para jogar tudo que sabem como Diego Souza e Serginho. Já os que chegaram estavam em atividade, como Wesley, Toró e Richarlyson, ao contrário, por exemplo, de Daniel Carvalho quando contratado. E foram todos indicados pelo técnido Dorival Júnior, não se tem notícia de indicados por empresários ou contratados por DVD.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O problema é que, em futebol, isso não garante nada. No ano passado também houve grande expectativa sobre o próprio Atlético e ele não correspondeu. Ao contrário, teve de conviver com o fantasma do rebaixamento até o fim do Brasileiro.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Assim como não há garantias de que o Cruzeiro, que manteve a base dos últimos anos, mas perdeu alguns atletas importantes, como o lateral-direito Jonathan, será um fracasso. Os cruzeirenses clamam por reforços – por enquanto só o zagueiro Naldo <STRONG>(foto)</STRONG>&nbsp;chegou –, mas a diretoria, acertadamente, mantém os pés no chão e diz que não sairá contratando somente para dar satisfação, não podendo honrar seus compromissos no futuro.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/8737ed2882339874b6215843a48910eb.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT size=1>Jackson Romanelli/EM/D.A Press</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>A equipe celeste já mostrou ser boa, tanto que foi vice-campeã brasileira. Claro que reforços são bem vindos, mas acredito que a maior parte da angústia dos torcedores se deve ao fato de o maior rival ter ido às compras com vontade.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Quem vai se dar melhor em 2011? Não me arrisco a dizer.&nbsp;Afinal, futebol não tem lógica. Concorda?&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[HORA DE TER CRIATIVIDADE]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=74327</link>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 22:31:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>O mercado do futebol está quieto nesta virada de 2010 para 2011. Tudo bem que a janela de transferências europeias ainda não está aberta, mas está tudo muito parado. Acho que a crise realmente chegou e afeta a todos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Poucos clubes estão investindo em reforços, como o&nbsp;Atlético, que já confirmou seis contratãções e pode fechar mais quatro. O Coritiba já contratou sete, mas nenhum de renome, como os agora atelticanos Richarlyson, Jóbson <STRONG>(foto)</STRONG>, Toró&nbsp;ou Magno Alves.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/df15c9c581b5b3f492a76c3e64a83c43.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT size=1>Jackson Romanelli/EM/D.A Press</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Acho que está todo mundo com o pé no freio. Falta dinheiro e o melhor é mesmo não abusar, pois ninguém sabe o que vem pela frente.</P> <P>&nbsp;</P> <P>De qualquer forma, está na hora de os clubes brasileiros começarem a se mexer. Para driblar os cofres vazios, o ideal é buscar não só os tradicionais patrocínios, mas também medidas alternativas. Alguém já disse que, enquanto alguns enxergam crise, os vencedores detectam oportunidades.</P> <P>&nbsp;</P> <P>No caso dos clubes mineiros, a situação exige ainda mais jogo de cintura. Afinal, os patrocínios conseguidos aqui costuma ser metade das equipes de Rio e São Paulo. Se não houver criatividade, fica difícil concorrer.</P> <P>Quer ajudar&nbsp;seu clube do coração? Deixe aqui a sugestão, seja de formas de aumetnar a arrecadação ou indicando atletas bons e baratos,&nbsp;que nós&nbsp;tentaremos encaminhá-las&nbsp;aos dirigentes.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[FELIZ 2011]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=74124</link>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 20:07:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>E chega mais uma virada de ano, tempo de resoluções, de fazer balanço do que passou nos últimos 12 meses e de traçar metas para os próximos 12. Época de celebração, de estar com a família,com os amigos, com quem é importante para a gente,&nbsp;mas também de pensar no que podemos melhorar, em como podemos fazer o mundo e as pessoas&nbsp;melhores.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Considero 2010 um ano de muitas realizações e agradeço ter tido saúde para exercer minha profissão segundo os preceitos da ética e do bom senso. Foram inúmeras matérais para o caderno Super Esportes do Estado de Minas, algumas para o de Cultura e outras para o Gerais. Também postei bastante neste espaço, onde tento unir duas das coisas que mais gosto, o futebol e a música. Inúmeros também foram as participações no Aqui Esportes, da TV Horizonte, e no Bola na Área, da TV Alterosa. Teve também as discotecagens e&nbsp;a produção de eventos. Isso sem contar os deveres como marido, filho, irmão, tio, padrinho, amigo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Muita coisa? Não para quem ama o que faz. Mas fica sempre a sensação que poderia ter realizado mais. Por isso, espero ter mais serenidade para tomar decisões, ser mais organizado no dia a dia, dar menos importância a coisas insignificantes e prestar mais atenção no que realmente faz a diferença.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Que 2011 seja rico em gols, que nossos time tenham conquistas, que os jogadores nos presenteiem com belas jogadas, que dirigentes sejam responsáveis, que haja paz entre os torcedores, que o Independência fique pronto no prazo, que nossas estrelas entendam que a fama não deve inflar o ego. E também que tenhamos muitos shows, bandas lançando bons discos, músicos e produtores tendo o apoio necessário, mais gente saindo de casa para prestigar&nbsp;os espetáculos. Enfim, paz, saúde e felicidade para todos. E vamos em frente.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P> <P>&nbsp;&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[FESTA DE FIM DE ANO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=73915</link>
		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 23:00:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Dezembro é um mês engraçado para quem gosta de futebol e música. Se o Campeonato Brasileiro para e os shows rareiam, surgem as famosas peladas de fim de ano e pipocam lançamentos nas prateleiras/sites das lojas. Há também os campeonatos europeus, mas, por mais que goste deles, não são a mesma coisa, talvez porque não encontre pessoas tão apaixonadas a discuti-los, salvo exceções.  <BR> <BR>As peladas de fim de ano são até divertidas. Afinal, juntam craques do passado e do presente, estes visivelmente descompromissados, proporcionando dribles desconcertantes, "canetas", "chapéus" e finalizações de envergonhar o goleiro. Ou seja, tudo que é "proibido" pelo "código de ética" dos jogadores profissionais, pelo qual é quase crime uma firula.  <BR> <BR>Então tome "Amigos de Fulaninho x Amigos de Sicranão" mesmo que ambos não sejam tão famosos, "Jogos das Estrelas" sem muito brilho e "Amistoso contra a fome" cheio de gordinhos correndo atrás da redonda. Tudo transmitido ao vivo, para todo o Brasil, com direito a narrador, repórter e trio de arbitragem uniformizado.  <BR> <BR>E tem jogador que não perde uma dessas peladas, como Neymar, tão bem observou o Dr. Isaías Galvão, o Júnior, fã de futebol e, principalmente, do Cruzeiro. Mas a estrela do Santos tem razão. Afinal, enquanto a maioria paga para jogar bola, ele recebe, e muito. Então, nada mais natural que faça isso também nos momentos de lazer.  <BR> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: center"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/e44fcb5bc7a876c1eb2a7fdd524d0242.jpg">  <BR></DIV> <BR>Os shows não param como o Brasileiro, mas ficam mais escassos. Ao menos o pessoal arma coisas legais, como mini-festivais, jam sessions e a volta de bandas adormecidas, como o Hot Rod Combo, que nunca acabou oficialmente, mas se tornou sazonal por dois de seus membros terem deixado Belo Horizonte e se apresenta na capital mineira esta semana <SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">(foto)</SPAN>. Diversão garantida, com clima tão descontraído quanto o de uma pelada de fim de ano.  <BR> <BR> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: center"><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A>  <BR></DIV>
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		<title><![CDATA[EM BUSCA DE UM LUGAR AO SOL]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=73352</link>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 20:31:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Imagine uma banda boa, mas ainda underground, convidada para participar do maior e mais tradicional&nbsp;festival do mundo. Eles vão se esforçar, dar o máximo e provavelmente agradarão a muita gente, mas não vão conseguir roubar a cena de quem já está acostumado com palco gigante, encarar grande público, usar recursos técnico e cenográficos disponíveis apenas para quem tem dinheiro.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Foi mais ou mesmo o que aconteceu com o Mazembe na edição 2010 do Mundial de Clubes da Fifa. Os congolezes&nbsp;causaram impacto ao eliminar o Pachuca, do México,&nbsp;nas quartas de final e ainda mais ao bater o Internacional nas semifinais, quando apresentou uma aplicação tática impressionante.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas, ao&nbsp;pegar a Internazional na final, já não era mais desconhecido, perdendo sua principal arma, o mistério. O time&nbsp;italiano, muito mais bem preparado e com jogadores de melhor qualidade,&nbsp;não teve dificuldades e com 17min de partida já estava vencendo por 2 a 0.&nbsp;Com isso, derrubou o esquema do adversário, baseado na forte marcação e na exploração dos contra-ataques. É quase como assistir um show do Metallica ou do Rolling Stones e depois encarar um do Restart: não tem comparação.&nbsp;Assim como Kabangu terá de gramar muito para chegar aos pés de Samuel Eto'o (foto).</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/11aa0529fdacd412e4bda3ef2d76d1ff.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>KARIM SAHIB/AFP&nbsp;</FONT>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Claro que&nbsp;os africanos têm motivos de sobra para ficar contentes com a campanha, pois foram o primeiro time fora do eixo América do Sul/Europa a chegar à final do Mundial desde que a atual fórmula foi adotada, em 2005. Mas devem aproveitar as lições para crescer e, na próxima, ser mais que uma supresa. Até porque, a partir de agora, a fama do Todo Poderoso Mazembe extrapolou as fronteiras da África.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P> <P>&nbsp;&nbsp;</P>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[FAÇA VOCÊ MESMO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=72898</link>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 22:22:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>A ideia não é nova, pelo contrário, já se vão quase 35 anos que Mark Perry usou seu fanzine, o "Sniffing Glue", para convocar os jovens de Londres – e do resto do mundo – a sair de casa, assistir shows, montar bandas, escrever e publicar seus próprios textos. Isso não só impulsounou o então incipiente movimento punk, como se tornou razão de viver de muita gente desde então, apesar das dificuldades de comunição da época. Hoje, com a internet, a campanha continua e ganha novas formas, como mostra a placa abaixo.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/a73aee247bd0e39ef18961907e67def6.jpg"></P> <P align=center>&nbsp;</P> <P align=left>Para haver uma "cena" forte, é preciso, sim, que as pessoas apoiem, seja produzindo ou indo a shows e festas, consumindo ou dando a luz a discos, livros, moda e&nbsp;obras de arte, promovendo e participando de ações de pessoas com&nbsp;gostos parecidos com o seus. E isso independe de você ser fâ de heavy metal ou samba de raiz, de punk rock ou forró, o importante é contribuir.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Muita gente reclama que Belo Horizonte, por exempolo, tem poucas opções culturais, mas&nbsp;não prestigia, por absoluto comodismo,&nbsp;as iniciativas. Ao contrário, costumam criticar bastante quem se dispõe a sacrificar seu tempo, mas nada&nbsp;fazem para melhorar a situação.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>O mesmo&nbsp;vale para o futebol. É preciso que os torcedores compareçam aos estádios, consumam material&nbsp;oficial de seu&nbsp;time preferido, se associem ao&nbsp;clube, leiam jornais, sites e blogs e ouçam rádios e vejam TVs locais. Só assim&nbsp;poderá parar de reclamar do bairrismo do "eixo", de que a mídia do Rio e de São Paulo&nbsp;não dá a devida atenção ao que ocorre em outras praças, como Salvador ou Curitiba. É assim que a cena cresce.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[ESTRUTURA DEFICIENTE]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=72548</link>
		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 22:38:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Belo Horizonte é conhecida internacionalmente por seus bares, o que não significa que hajam muitas opções quando o assunto é casa noturna.Ao contrário, há uma grande carência por locais que comportem cerca de 500 pessoas e que sejam dedicadas ao trabalho autoral das bandas, uma vez que as covers tem espaço&nbsp;à vontade na capital mineira.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Aqui, ou a banda toca em "inferninhos" como&nbsp;A Obra, o Matriz e, mais recentemente, a Velvet e o Nélson Bordello, que cabem entre&nbsp;200 e 300 fãs, ou tem de partir para lugares maiores, como o Lapa ou o Music Hall, com&nbsp;cinco vezes essa capacidade. Ou seja, bandas&nbsp;maiores do underground&nbsp;ou que já tenham saído dele, mas ainda sem atingir o mainstream,&nbsp;sofrem com lugares cheios demais ou relativamente vazios.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Claro que temos exceções, como o Stúdio Bar, muito bem equipado e confortável. Mas é pouco para a capital mineira.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas situação ruim&nbsp;mesmo vivem&nbsp;os clubes belo-horizontinos. Com o Mineirão e Independência fechados simultaneamente para&nbsp;reformas, América, Atlético e Cruzeiro ficaram sem tem onde jogar, o que vai se seguir&nbsp;ao menos até junho, quando o estádio do Horto&nbsp;estará pronto, no cronograma dos responsáveis.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Como no caso&nbsp;do rock, sacrificam-se não só os protagonistas – músicos, jogadores –, mas também os fãs/torcedores.&nbsp;Felizmente a paixão é tanta que todos passam por cima das dificuldades, das condições ruins, e continuam prestigiando os&nbsp;espetáculos. Que continue assim.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P> <P>&nbsp;</P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[CAMPEÃO MUITO BRASILEIRO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=72326</link>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 00:08:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>E o futebol brasileiro tem um novo campeão: o Fluminense <STRONG>(foto)</STRONG>. Uma equipe teoricamente desequilibrada – ótima do meio para frente, péssima do meio para trás –, que não tem um modeno centro de treinamentos, nem as contas em dia ou um planejamento primoroso. Que depende de um parceiro para contratar e manter jogadores. Que paga salários surreais para nossa&nbsp;realidade. Mas que chegou ao título com todos os méritos e alguma ajuda dos rivais Cruzeiro e Corinthians, que fraquejaram quando poderiam ter-lhe tomado a taça.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/ce6f27044e6c9fa98f4b148e6ab6f6d5.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Ricardo Ayres/ Photocamera</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Podem dizer que o nível técnico é baixo, que muitas equipes são ruins, que houve "entrega" de jogos, que a arbitragem foi tendenciosa. A verdade é que o Brasileiro'2010 foi ótimo, proporcionando emoção até o fim como poucos torneios no mundo, mesmo que não tenhamos condições de ter&nbsp;– ou manter – os melhores atletas, não possuirmos os estádios mais confortáveis, nem ver tanto dinheiro envolvido como nos principais campeonatos europeus.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O Brasil, como o futebol,&nbsp;é fascinante justamente&nbsp;por isso. Uma equipe que se safa do rebaixamento na última rodada em um ano é campeão no outro. E ninguém sabe o que esperar da próxima temporada. A esperança se renova cada vez que um campeonato começa.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Se fôssemos mais organizados, acho que não teria para ninguém, não só no futebol, mas também em outras áreas. Mas também poderíamos ficar chatos e previsíveis, perderíamos uma de nossas maiores virtudes, que é a capacidade de contornar dificuldades, de nos virar mesmo quando diante de um grande problema. Ninguém é perfeito. Muito menos eu.&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O AMÉRICA E O UNDERGROUND]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=71894</link>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 17:22:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P align=left>O fim de semana foi perfeito para os times mineiros. O Cruzeiro continua na briga pelo título do Campeonato Brasileiro, o Atlético se garantiu na Série A e o América assegurou a última vaga na elite do futebol nacional.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Quem mais comemorou, ou ainda comemora, e com razão, foram os torcedores do Coelho, que ficou no 0 a 0 com a Ponte Preta <STRONG>(foto)</STRONG>, em Campinas. No início da Segunda Divisão, a equipe não figurava entre&nbsp;as favoritas ao acesso, mas evoluiu, mostrou garra e garantiu a volta à Primeirona.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/6c1bfa2b899ee491642ab017a87607d1.jpg"></P> <P align=left>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Marcos Michelin/EM/D.A Press</FONT></P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Muita gente considera que&nbsp;seria melhor para o futebol brasileiro que tivessem subido equipes de maior torcida, como Sport, que terminou em sexto lugar. Acho bom que os estádios estejam sempre cheios, mas isso não tira o mérito dos americanos. Ao contrário, valoriza a conquista, até porque, como Atlético e Cruzeiro, teve de jogar longe de Belo Horizonte.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Traçando um paralelo com o rock, seria&nbsp;como uma banda underground&nbsp;conseguir tocar em um grande festival. Não é porque tem pouco público que úm grupo deve ser preterido em um evento. Ao contrário, na música deve-se dar chance aos novos valores, que sempre realizam o importante trabalho de oxigenar a cena.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Cabe à banda, ou ao América, mostrar que está preparada para atuar em um palco maior – a Série A –, que merece dividir holofotes com atrações já consolidadas – times com muitas conquistas na história&nbsp;– e que pode conquistar um número maior de fãs – ou torcedores.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=left>Que o Coelho se prepare para não fazer apenas um bate e volta na Primeira Divisão. E que o Galo tire lições da campanha ruim deste ano. Quanto à Raposa, o melhor é esperar o desfecho do Brasileiro. Afinal, sonhar não custa nada e enquanto houve vida, há esperança.</P> <P align=left>&nbsp;</P> <P align=center>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[ETERNOS INSATISFEITOS]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=71783</link>
		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 18:40:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Tem gente que adora reclamar, principalmente em Belo Horizonte. Se faz sol, reclama do calor. Se chove, diz que está "mofando". Se o campeonato é por pontos corridos, defende a adoção do mata-mata. Se o show é de rock, quer ouvir sertanejo, axé ou diz que a banda não vale o reais pedidos pelo ingresso.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Estamos a duas rodadas do fim do Campeonato Brasileiro e nada menos que três times têm chances de ser campeão, além de seis equipes brigando para não cair. Mais emocionante é quase impossível, provando que temos um dos melhores torneios do mundo. Mas não é que tem gente&nbsp;achando que o Nacional está chato?</P> <P>&nbsp;</P> <P>Se tem time desinteressado, se alguém escala reservas por priorizar outra competição, se alguns não se esforçam com a intenção de não ajudar rivais, tudo isso é do futebol. Como disse no post anterior, se um clube depende de outro para tingir seus objetivos é porque não fez seu papel como deveria. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Todos devem se lembrar que o Cruzeiro poupou jogadores no início da competição por estar concentrado na Libertadores. O mesmo fez o Santos, pensando na Copa do Brasil. Mas só agora falam de time "entregando". Talvez porque os incautos acreditassem que, como ainda haveriam muitas rodadas pela frente, aqueles resultados não iriam interferir na classificação final.&nbsp; </P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas a verdade é que, nos pontos corridos, todos os jogos são importantes. A quem não aprender isso, restará ficar reclamando dos outros.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[CHEGA DE RECLAMAÇÃO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=71415</link>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 23:17:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Quanto mais o&nbsp;Campeonato Brasileiro de 2010 se aproxima do seu final, mais bobagens eu leio e escuto.&nbsp;Tem gente reclamando dos&nbsp;que decidem escalar time reserva. Tem os que apontam complô para prejudicar A e beneficar B. E há até os que apontam a fórmula de disputa como culpada&nbsp;por determinado time estar em&nbsp;desvantagem em relação a um concorrente.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Por favor, vamos ter&nbsp;um pouco de lucidez, minha gente. Se alguma equipe não depende mais de suas próprias forças agora, é porque fraquejou em alguma ou em várias outras das 36 rodadas já disputadas. Se&nbsp;reclama de um rival histórico não dar a mão que precisa, talvez não se lembre, momentaneamente, do passado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Os pontos corridos premiam a regularidade, é preciso encarar cada jogo com a seriedade necessária. E&nbsp;se agora algum clube escala time reserva, dá férias antecipadas para suas&nbsp;estrelas, resolve pensar no ano que vem, o problema é apenas dele. Os demais que&nbsp;não tivesssem desperdiçado tantos pontos pelo caminho para não ter de lamentar agora.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Justamente por depender só de suas força é que considero o Fluminense favorito ao título.&nbsp;O tricolor carioca é melhor que Corinthians e Cruzeiro, outros que também almejam o título? Não. Mas somou mais pontos e isso é o bastante para levantar a taça. De forma merecida, aliás. O resto, é choro de quem vacilou pelo caminho.</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[DECISÕES DIFÍCEIS]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=70565</link>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 22:35:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<P>Tomar decisão não é fácil. Mexer com público tampouco. No futebol e na música, dirigentes e produtores vivem o dilema de apostar em suas convicções ou&nbsp;tentar uma saída mais, digamos, "política".</P> <P>&nbsp;</P> <P>Desde que o técnico do Atlético, Dorival Júnior, anunciou que escalaria os reservas na Copa Sul-Americana para priorizar a fuga do rebaixamento no Campeonato Brasileiro, instalou-se a revolta em parte da torcida alvinegra. Ninguém quer saber se o treinador tem seus motivos para tomar tal decisão.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O argumento dos críticos, em geral, é que seria possível disputar as duas condições simultaneamente e com&nbsp;o mesmo interesse. Alguns até admitiam&nbsp;que alguns titulares fossem poupados, mas não todos, como&nbsp;ocorreu no jogo de volta contra o Independiente Santa Fé, pelas oitavas de final, e nas duas partidas das quartas de final, contra o Palmeiras.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/861a280cf164f99976975a1896445ddc.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>MIGUEL SCHINCARIOL/PERSPECTIVA/AE</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Agora que&nbsp;a previsível eliminação ocorreu, depois da derrota por 2 a 0 para o Palmeiras <STRONG>(foto)</STRONG>, tome críticas&nbsp;à comissão técnica&nbsp;e à diretoria, que também participou da decisão.&nbsp;Ouvi que abrir mão de tentar uma vaga na&nbsp;Copa Libertadores de 2011 é pensar pequeno. Li que isso não garantirá a equipe na elite&nbsp;do futebol nacional, que o clube corre o risco de perder duas vezes.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Independente do que ainda ocorrer com o Galo neste ano, todos têm razão. Como tudo na vida, não existe só um ponto de vista no futebol. E mesmo que os fatos dêm razão para A, B não estará de todo errado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Decisão difícil também tem de tomar aqueles que se dispõem a organizar um festival. Nunca será possível agradar a todos. Se a&nbsp;opção é por fazer algo mais abrangente,&nbsp;sempre haverá quem diga que&nbsp;faltou personalidade, que&nbsp;os produtores se venderam ao mercado, que esta ou aquela banda é de "playboy". Se, por outro lado, a decisão for por segmentar,&nbsp;escalar só bandas alternativas, da "cena" ou de um&nbsp;determinado ritmo,&nbsp;aparecerá alguém para dizer que a coisa tinha de ser mais plural, que chega&nbsp;de gente que só escuta as mesmas coisas.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Como se vê, o errado é sempre o outro. Talvez esteja faltando olharmos para o nosso próprio rabo, como diria a minha vó, dona Elisa.&nbsp;Mas também é bom que não haja unanimidade. A diversidade é que fazer a humanidade tão fascinante.&nbsp;&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[MALANDRO DEMAIS VIRA BICHO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=70111</link>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 21:56:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<P>Um das coisas mais legais para mim é acompanhar a evolução de uma banda, vê-la crescer, ganhar experiência,&nbsp;melhorar tecnicamente, ter acesso a produções melhores, mesmo que nada disso seja essencial. Acho que o mais importante é a música, mas não me oponho que ela venha acompanhada de belo cenário, muitas luzes, vídeos experimentais, bailarinos, stripers ou o que mais inventem.&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>E a dica que eu do ao quem estiver saindo do underground e querendo incrementar o show é contratar um jogador&nbsp;de futebol brasileiro. A&nbsp;maioria é ardilosa, tem interpretações&nbsp;dignas de&nbsp;Oscar, se&nbsp;joga como um astro de&nbsp;Hollywood em&nbsp;cena de ação cheia de efeitos especiais. Tudo&nbsp;para&nbsp;levar vantagem, engando os juízes e seus assistentes.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Rodada após rodada&nbsp;do Campeonato Brasileiro nos deparamos com erros cometidos pela arbitragem.&nbsp;Algumas são&nbsp;gritantes e nos deixam com a pulga atrás da orelha sobre a&nbsp;honestidade dos que&nbsp;sopram o apito ou levantam a bandeirinha. Se&nbsp;for contra nosso time, então, haja&nbsp;impropérios.&nbsp;&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mas esses não são os únicos problemas. Me incomodo que árbitro seja enganado em lances banais, aquelas faltinhas no meio-campo em que o jogador espera o contato físico do adversário e já cai segurando a bola, por exemplo. Ou que comece a dobrar o joelho tão logo entre na área adversária, torcendo para ser tocado e completar com aquele mergulho na grama.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Como malandro demais vira bicho, como diria o mais roqueiro dos sambistas, o grande Bezerra da Silva, muitos se dão mal quando vão para certos países da Europa, como Alemanha e Inglaterra, ou mesmo quando disputam competições continentais por aqui, como a Copa Libertadores. Normalmente, os árbitros nesses locais são mais tolerantes com o choque, sendo que muitos já descobriram a " manha" dos brasileiros. E aqui, quando a arbitragem deixará de fazer papel de boba? </P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
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		<title><![CDATA[ESPETÁCULOS DE ÓTIMA QUALIDADE]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=69500</link>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 00:52:26 GMT</pubDate>
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		<P>Um das melhores coisas para mim é sair satisfeito de um espetáculo. E posso dizer que estou muito feliz por ter assistido dois de ótima qualidade no fim de semana que passou.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Na sexta-feira, em mais uma iniciativa da 53HC, os sensacionais Peixoto &amp; Maxado (<A href="http://www.myspace.com/peixoto.maxado">http://www.myspace.com/peixoto.maxado</A>) estrearam em Belo Horizonte participando da 15ª edição da Flaming Night, evento que já se tornou tradicional na cidade.&nbsp;Em uma noite em que teve também gente do quilate dos Móveis&nbsp;Coloniais de Acaju, além de Walverdes, Suéteres e Utopia,&nbsp;os caras arrasaram.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Antes que alguém se precipite, não se trata de uma dupla&nbsp;de sertanejo universitário. Nada contra, mas&nbsp;esse&nbsp;não seria o espaço adequado se fosse o caso – mesmo que isso fosse me garantir muito mais audîência.&nbsp;Trata-se de uma sensacional banda de ska, formada por músicos experientes e muito competentes.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Eles têm várias trabalhos paralelos, inclusive os dois vocalistas que dão nome à banda, mas nem por isso deixam de se dedicar quando estão&nbsp;à serviço do Peixoto &amp; Maxado. Ninguém ficou parado no Music Hall, apesar de já ser mais de uma da manhã.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Já no domingo o show foi no Parque do Sabiá, em Uberlândia.&nbsp;Cruzeiro e Atlético fizeram um dos mais emocionantes clássicos&nbsp;que tive o prazer de assistir nesse tempo todo&nbsp;acompanhando futebol. Um jogo cheio de alternativas, variáveis, erros, acertos, jogadas geniais, falhas grotescas.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mais eficiente, o Galo saiu com a vitória, suada, por 4 a 3, depois de abrir 4 a 1, o que lhe permitiu sair da zona de rebaixamento depois de 21 rodadas e ainda derrubar o rival da liderança isolada do Campeonato Brasileiro. A&nbsp;Raposa, por sua vez, pagou pela desatenção defensiva no início e pelos erros de conclusão. Até pênalti os azuis erraram.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Uma pena que, ao contrário do que ocorreu no Music Hall, não tenha havido clima de celebração ao fim do espetáculo no Parque do Sabiá. Afinal, tratou-se de clássico de torcida única, no caso a do Cruzeiro, que deixou o estádio&nbsp;incrédula. Nessa hora, quando se é torcedor, não dá mesmo para ter a noção que você acaba de presenciar um momento histórico, independente do resultado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Quem venham mais partidas movimentadas, independente do resultado. E que bandas tão interessantes quanto Peixoto &amp; Maxado continuem se apresentando em BH. Mesmo que muitas vezes o produtor tenha de lutar sozinho para que isso aconteça.</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br"><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P>
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		<title><![CDATA[DECISÃO EM CIMA DE DECISÃO]]></title>
			<author><![CDATA[Paulo Galvão]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/rocknbola/blog/rocknbola?tv_pos_id=69174</link>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 23:22:00 GMT</pubDate>
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		<P>Qualquer que seja o resultado&nbsp;desta quarta-feira, em Bogotá, é louvável&nbsp;a atitude do técnico do Atlético, Dorival Júnior <STRONG>(foto)</STRONG>, de mandar o auxiliar Ivan Izzo e 13 jogadores reservas, além do goleiro titular, Renan Ribeiro,&nbsp;para o jogo de volta com&nbsp;o Independiente Santa Fé, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana. Se não fosse assim, daria&nbsp;vantagem ao Cruzeiro, que tem a semana inteira para trabalhar,&nbsp;no clássico de domingo, em Uberlândia.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/b135258aa5b11a8116ce00779bbef699.jpg"></P> <P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT size=1>Jorge Gontijo/EM/D.A Press</FONT></P> <P>&nbsp;</P> <P>Ouvi e li por aí que alguns torcedores alvinegros consideram ser importante que os titulares estivessem no compromisso na capital colombiana. Pergunto a eles: e se alguns deles, como Diego Souza, Obina, Réver e Zé Luís, se machucassem na competição continental? Claro que podem dizer que dá&nbsp;para ganhar do maior rival sem eles. Ou, no caso de derrota no Triângulo, que&nbsp;de nada adiantou poupar.&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Então,&nbsp;vou além: de que adiantará&nbsp;ganhar a Sul-Americana, conquistar vaga na Copa Libertadores do ano que vem e acabar rebaixado no Campeonato Brasileiro? A hora é de se concentrar mesmo em evitar a queda, que certamente teria efeitos catastróficos sob vários aspectos, como o financeiro.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Mesmo que não vença no domingo, terá tempo de se recuperar. Para isso, preparar adequadamente os principais jogadores será importantíssimo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Do lado azul, a situação é bem mais tranquila. Mesmo que venha de derrota para o Grêmio, continua liderando o Brasileiro e o técnico Cuca tem todo o tempo do mundo para decidir qual a melhor formação para domingo.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Pelo grupo que tem e ainda e por ver jogadores se recuperando de contusões enquanto os principais concorrentes perdem atletas para o departamento médico, considero o Cruzeiro favorito ao título. No clássico, porém, não tenho essa certeza, pois aí entra a rivalidade história e os atletas costuma se desdobrar. Estou certo?</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><A href="http://www.toldosmg.com.br/" target=_blank><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//35/35338/cb4414c334de9179ddce1e60b07a2c7a.jpg"></A></P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P>
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