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<category>Blog Dzai</category>
<description>informações sobre saude,bem-estar</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>saude para todos!</title>
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<title>saude para todos!</title>
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<language>pt-br</language>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=95019</link>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 13:18:45 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4">Pesquisa aponta que baixo astral aumenta o risco de derrame cerebral  <br></font></div> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span><br style="font-weight: bold;"> <br> <br><div style="text-align: left;">Fatores psicológicos como fatalismo podem fazer a diferença no risco de uma pessoa vir a desenvolver um derrame cerebral. Essa é a conclusão de um estudo recém-publicado pelo periódico Stroke da Associação Americana de Cardiologia.  <br> <br> <br>Cerca de 700 americanos internados por terem sido acometidos por derrame cerebral foram submetidos a uma entrevista com escalas que avaliam o estado psicológico antes do derrame cerebral, com ênfase no grau de otimismo, fatalismo, espiritualidade e sintomas depressivos.  <br> <br> <br>Os resultados apontaram que um maior componente de fatalismo esteve associado ao risco de morte e à chance de um novo derrame cerebral. A escala que avalia o fatalismo aborda três diferentes dimensões: 1) pré-determinismo – percepção de que a saúde é uma questão de destino e que não há o que fazer para mudar; 2) sorte – tendência a vincular o estado de saúde à sorte; 3) pessimismo – expectativas negativas quanto ao futuro. A mesma associação com mortalidade e chance de recorrência do derrame cerebral foi demonstrada no caso de sintomas depressivos. Além disso, a influência do fatalismo sobre a mortalidade foi maior entre os pacientes que não apresentavam sintomas depressivos.  <br> <br> <br>Esse é o primeiro estudo a associar o componente de fatalismo com o prognóstico de um derrame cerebral. O impacto negativo do fatalismo já havia sido demonstrado em condições como o câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e comportamentos de risco. A hipótese que melhor explica essa relação é uma pior aderência a tratamentos propostos e maior dificuldade em assumir hábitos de vida saudáveis. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span> <br></div>
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		<title><![CDATA[Fique em forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94993</link>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 18:14:34 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br> <br><div style="text-align: center; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">DEZEMBRO: MÊS DAS FESTAS E <br> <br>DO EXCESSO DE ÁLCOOL <br></font></div> <br>&nbsp; <br> <br><span style="font-weight: bold;">*Por Joana Lucyk</span> <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f7af5eb5950c766a48ba91c294a076ec.jpg"> <br><font size="1"><span style="font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Foto de Ariel Costa</span></font> <br> <br>&nbsp; <br> <br><div style="text-align: left;">Entramos no mês de dezembro com a agenda cheia. Normalmente são muitos os compromissos e confraternizações para brindarmos as conquistas do ano. Mas é em meio a essas celebrações que às vezes deixamos de lado os cuidados com a forma e a saúde devido ao exagero no consumo de bebida alcoólica. Isso mesmo: o álcool fornece 7,1kcal/g e representa uma fonte de energia bastante particular. <br> <br>&nbsp; <br> <br>Os efeitos celulares causados pelo álcool dependem da frequência de utilização, volume ingerido e das características individuais relacionadas à capacidade de absorção. Quando não há alimentos ingeridos concomitante aos drinques, a velocidade de absorção aumenta expressivamente em decorrência da alta velocidade de esvaziamento gástrico. <br> <br>&nbsp; <br> <br>Bebidas quentes também promovem um pico sanguíneo mais veloz. Todavia, a velocidade de eliminação do álcool é invariavelmente mais lenta do que a de absorção. Portanto, em maior ou menor grau, o álcool sempre causa prejuízos ao nosso equilíbrio orgânico, pois seu contato com nossas estruturas celulares é sempre duradouro. <br> <br>&nbsp; <br> <br>A metabolização do álcool implica em estresse oxidativo: além de favorecer a esteatose hepática, ou seja, o acúmulo de gordura no fígado, pode ocasionar cirrose, obesidade - especialmente na região abdominal, aumento do ácido lático, aumento do ácido úrico, além de interferir no metabolismo da serotonina, no tempo de reação e na coordenação motora. <br> <br>&nbsp; <br> <br>Úlceras estomacais e intestinais também podem ser formadas em decorrência do uso continuado de etanol. Em nível intestinal, o álcool ainda interfere na absorção de nutrientes, como as vitaminas do complexo B, as quais são essenciais para a sua metabolização, além de glicose e aminoácidos. <br> <br>&nbsp; <br> <br>O sistema reprodutor é outro que pode ser afetado. A ingestão de álcool pode propiciar infertilidade, impotência sexual e diminuição do anabolismo protéico nos homens. Em mulheres, causa alterações estrogênicas, diminuição na formação óssea e distúrbios menstruais. Na gestação, os efeitos deletérios da bebida são inúmeros. <br> <br>&nbsp; <br> <br>Para quem deseja saber a quantidade de álcool necessária para alterar o equilíbrio orgânico, não é tão alta quanto imaginada: a&nbsp; partir de 0,4g/kg de peso já é possível observar alterações na performance psicomotora. Em termos práticos, duas latinhas de cerveja podem interferir no equilíbrio de um indivíduo de aproximadamente 80 kg. No geral, é bom aproveitar as festas de fim de ano sempre optando pela água e sucos de frutas in natura, que são sinônimos de saúde. <br> <br> <br>&nbsp; <br> <br><span style="font-weight: bold;">*Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. A especialista dirige a Clínica Saúde Ativa.</span><br style="font-weight: bold;"> <br>&nbsp; <br> <br> <br> <br> <br>&nbsp; <br>   </div>
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		<title><![CDATA[Recado do dermatologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94643</link>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:43:46 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4">TEMPO FAVORÁVEL PARA MICOSES</font></font> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f7a71d4db0a61e2007be5e794395c122.jpg"> <br></div> <br><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Fenelon</span> <br></div></div><font size="3"> <br> <br> <br>Umidade e calor são ideais para o surgimento de micoses na pele, que são infecções que causam incômodo, transtornos aos pacientes e exigem tratamentos demorados. Causadas por centena de espécies diferentes de fungos, as micoses superficiais atingem a pele, as unhas e os cabelos. Esse período de chuva e dias quentes aumenta a proliferação de fungos, principalmente nas regiões do corpo que retêm umidade e calor, como virilha, dobras e dedos do pé, favorecendo o aparecimento de micoses. <br> <br> <br>Existem várias formas de manifestação das micoses cutâneas superficiais. Frequentadores de clubes, piscinas, praias e locais públicos de banho devem intensificar os cuidados com a pele. A frieira, também chamada de “pé-de-atleta”, é uma das mais comuns, além do conhecido “pano branco”. O paciente precisa estar com a imunidade baixa para que essas doenças se manifestem. <br> <br> <br>Os fungos alimentam-se de gordura ou de proteína, substância encontrada na superfície da pele, unhas e cabelos. Quando encontram condições favoráveis se reproduzem e passam a causar a doença. Os agentes causadores do problema podem ser encontrados no solo, em animais e no próprio organismo. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Tipos de Micoses:</span><br style="font-weight: bold;"> <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp; Frieira: Também conhecida como pé-de-atleta, frieira são descamações intensas na pele, que ocasionam coceiras, fissuras, inflamação e bolhas nas laterais dos pés e entre os dedos. É bastante frequente, devido ao uso constante de calçados fechados que retém a umidade. Também pode ocorrer nas mãos, principalmente naquelas pessoas que trabalham muito com água e sabão. Se não tratadas, pode abrir caminho para infecções bacterianas. <br> <br>·&nbsp;&nbsp; “Pano Branco”: Caracterizadas por manchas hipocrômicas (mais claras que a cor da pele), O fungo causador vive em simbiose com a pele, sem lhe causar danos. Porém, em condições de calor, oleosidade, umidade e baixa na resistência imunológica ele se transforma e provoca as manchas. A pele afetada apresenta descamação fina. O problema se manifesta principalmente nas costas e pescoço. Quem já estiver com a micose, deve procurar um dermatologista de sua confiança e evitar bronzeadores oleosos. Usar sabonetes freqüentemente nessas regiões ajuda a prevenir a manifestação da doença. <br> <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp; Micose no couro cabeludo: É mais freqüente e contagiosa em crianças. Forma áreas arredondadas com falhas no cabelo, escamação da pele e coceira. Raramente ocorre em adultos. A caspa não é uma micose, mas a descamação serve de alimento para o fungo. <br> <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Impingem”: São lesões arredondadas, que coçam e se iniciam por ponto avermelhado que se abre em anel de bordas avermelhadas e descamativas, com o centro da lesão tendendo à cura. <br> <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp; Micose na virilha: Forma áreas avermelhadas e descamativas com bordas bem limitadas, que se expandem para as coxas e nádegas, acompanhadas de muita coceira. <br> <br> <br>Suspeitas de micose devem ser analisadas pelo dermatologista. Na maioria dos casos, apenas pelo aspecto em que se apresentam as lesões, a infecção já pode ser diagnosticada. O tratamento é realizado com antimicóticos, que podem ser medicações de uso tópico, sob a forma de cremes, loções e talcos ou medicações via oral, dependendo do caso.&nbsp; O tratamento das micoses é prolongado e pode durar até 6 meses.&nbsp; É recomendado que o tratamento não seja interrompido quando terminarem os sintomas, para evitar que o fungo localizado nas camadas mais profundas possa resistir. Não é aconselhável a automedicação, pois pode agravar o problema. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Dicas para prevenir micoses:</span><br style="font-weight: bold;">&nbsp; <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Enxugue bem o corpo após o banho, principalmente, dobras da pele, axilas, virilhas e dedos dos pés; <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Evite usar calçados fechados. Escolha os largos e ventilados. <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Evite usar roupas molhadas por tempo prolongado; <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Evite contato excessivo com água e sabão; <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não ande descalço em pisos constantemente úmidos (lava pés, vestiários, saunas); <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Evite mexer com a terra sem luvas; <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não use objetos pessoais (roupas, calçados, pentes, toalhas, bonés) de outras pessoas e material de manicure coletivo; <br>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Evite roupas quentes e justas e tecidos sintéticos, principalmente nas roupas de baixo. Prefira tecido como o algodão, pois não retêm suor. <br> <br>&nbsp; <br> <br>Quem tem animais domésticos ou bichos de estimação deve estar atento também para as manifestações nesses animais, que podem ser contagiosas. Qualquer alteração na pele e o pêlo dos animaizinhos, como descamação ou falhas no pêlo, leve-o ao veterinário. <br></font>   </div>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94537</link>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 14:17:37 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Filhos de pais com depressão  <br>têm mais problemas emocionais  <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: left;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já temos um amplo conhecimento sobre os efeitos da saúde mental das mães sobre os filhos. Já no caso dos pais, essa relação ainda é pouco explorada. Uma pesquisa publicada este mês pelo periódico da Academia Americana de Pediatria - Pediatrics &lt;http://pediatrics.aappublications.org/content/early/2011/11/04/peds.2010-3034.full.pdf+html&gt; - revela que crianças que moram com pais com sintomas depressivos ou outros problemas mentais têm mais chance de apresentarem problemas emocionais e de comportamento.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo envolveu mais de vinte mil crianças americanas com idades entre cinco e 17 anos e que vivem com ambos os pais, independente de serem biológicos, adotivos ou postiços. A chance de uma criança apresentar dificuldades de ordem emocional ou de comportamento foi de 19% quando a mãe tinha sintomas depressivos, 11% quando só o pai tinha esses sintomas e 6% quando nenhum dos pais apresentava os sintomas. No caso de ambos os pais terem sintomas depressivos, o risco das crianças subia para 25%.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A presente pesquisa é a análise mais robusta já realizada sobre a influência que tem a depressão do pai sobre a saúde mental dos filhos. Os resultados também revelam de forma inédita o impacto relativo da depressão materna e paterna numa mesma população.&nbsp; </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A prevalência de depressão é muito alta na população geral, acometendo nos EUA 17% das mulheres e 9% dos homens. No Brasil os números não são muito diferentes. Estudo recente demonstrou uma prevalência de 10% na região metropolitana de São Paulo, sendo duas vezes mais freqüente nas mulheres do que nos homens.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Universidade de Campinas</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>   
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		<title><![CDATA[Ginástica Funcional. De graça!]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94384</link>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 19:36:11 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Neste sábado, o mestre Mauro Guiselini realizará aula aberta à comunidade. Ele é um dos maiores especialista em ginástica funcional no País. O evento acontece das 10h às 12h. Para Mais informações: (61) 3047-2636. <br> <br> <br></font></div> <br>   
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		<title><![CDATA[Mau hálito pode estragar a festa.]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94333</link>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:15:32 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O tema é constrangedor e incomoda muito que o tem nesta época do ano, quando as pessoas participam de festas confraternizações. Para quem deseja aproveitar o final de 2011 e o início de 2012 com aquele hálito saudável, a ABHA (Associação Brasileira de Halitose) preparou uma série de dicas baseadas nas perguntas mais comuns nos consultórios dos dentistas. “Reunimos informações que podem ajudar a prevenir o mau hálito e garantir férias com um sorriso no rosto. E vale ainda lembrar: higiene bucal bem feita não significa ficar escravo da escova e do fio dental o dia inteiro, dá para cuidar bem do hálito e ainda aproveitar ao máximo todas as comemorações”, afirma o dentista Marcos Moura, presidente da ABHA.</span></font> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/d2aa450a5bf0a9714eee0b8be6ac4e61.jpg"> <br><div style="text-align: center;"><font size="1">Charge do poliglota <br></font></div></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">1 – A comemoração de Natal ou Réveillon terminou tarde e não tenho disposição para passar fio dental antes de dormir, isso vai me causar mau hálito? </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No dia seguinte, com certeza seu hálito vai estar mais forte, pois à noite não produzimos saliva e os restos de alimentos vão fermentar e liberar compostos que causam o mau hálito. O melhor caminho é sempre priorizar os hábitos saudáveis, mas caso tenha dormido sem a correta higienização bucal, o melhor a fazer é caprichar na limpeza dos dentes logo ao acordar, inclusive usando fio dental. </span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">2 - Exagerei na ceia e estou com azia. Queimação estomacal significa que estou com mau hálito?</span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não existe essa relação, um bom antiácido vai resolver seu problema.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">3 - Após a refeição saí apressado e não escovei os dentes, um chiclete sem açúcar resolve o problema? E os enxaguantes bucais, eles também são eficazes para garantir um bom hálito?</span></span></font><br style="font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Sim, pode mascar um chiclete sem açúcar, mas sempre com a ideia de que ao mascar você vai produzir mais saliva e o atrito do chiclete nos dentes irá promover uma limpeza, isso funciona. Mas não tente usar o chiclete como mascarador pelo aroma e sabor que ele gera na boca, pois isso só irá durar alguns minutos. O mesmo em relação ao enxaguante bucal, ele deve ser usado após a higienização, como complemento, e nunca como substituto do uso da escova, do fio dental e do raspador de língua.</span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">4 - Meus filhos pequenos dão muito trabalho na hora de escovar o dente e passar fio dental. Posso afrouxar um pouco os cuidados durante as férias?</span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os filhos imitam os pais, não relaxe na sua higienização que eles irão seguir seu exemplo.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">5 - Viajei e não levei o limpador de língua. Posso resolver o problema com a escovação da língua ou com o raspador que vem para parte de trás de algumas escovas?</span></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisas comprovam que a limpeza da língua feita com o raspador é mais eficiente, pois a parte de trás das escovas dentais pode causar maior sensação de ânsia e dificultar a correta limpeza no terço posterior da língua, bem onde começa a formação da saburra que causa o mau hálito. No caso de ter esquecido de levar o limpador, sempre compensa mais ir a uma farmácia e comprar outro.</span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">6 - Por que é importante beber muita água para combater o mau hálito? Se eu for para um país com inverno rigoroso e neve, preciso continuar bebendo dois litros de água por dia?</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Nada menos de 99% da composição da saliva é água e a saliva funciona com um detergente bucal. Então, deve-se beber água sempre, mesmo que seja no inverno. Uma dica é levar sempre uma garrafinha na mochila, no carro, na bolsa, etc. As pessoas estão acostumadas a beber água só quando estão com sede, este é um grande erro.</span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">7 – Quais pistas podem indicar que estou com mau hálito ou prestes a desenvolver o problema?</span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Como quem tem mau hálito não consegue senti-lo devido a um processo chamado fadiga olfatória (o nariz se acostuma ao cheiro), pergunte para algum familiar ou a crianças, que nunca mentem. Vá em frente a um espelho e examine sua língua, observe se a saburra lingual forma-se com rapidez de um dia para o outro, examine suas amígdalas, veja se há pontos esbranquiçados nelas, estes são alguns indícios de que o seu hálito pode não estar bom.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">8 – De férias e descobri que estou com mau hálito. E agora? Como faço para minimizar o problema enquanto não encontro um dentista?</span></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não desanime. Dedique-se a uma boa higiene bucal, com escovação, uso do fio dental e raspador de língua. Capriche na hidratação, bebendo em média dois litros de água por dia. Evite o excesso de bebidas alcoólicas e cigarro, e, claro, procure um dentista assim que possível.</span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">9 – É verdade que pessoas idosas ou com prótese ou com aparelho nos dentes estão mais propensas a ter mau hálito? Como resolver este problema?</span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No caso dos idosos, devemos observar como anda a função das glândulas salivares, que podem estar comprometidas devido a uso de medicamentos que diminuem a salivação. Em relação a próteses móveis, elas devem sempre ser bem higienizadas após as refeições e estar bem adaptadas, e isso só o dentista pode avaliar. Já quem usa aparelho ortodôntico precisa reforçar a higienização e ficar atento, pois o aparelho causa uma descamação na mucosa bucal e isso pode alterar o hálito.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">10 – Sinto a boca seca constantemente. Se eu mantiver um copo de água ou outra bebida ao meu lado, evito o mau hálito?</span></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Depende, ao beber em média dois litros de água por dia, é possível até obter uma melhora neste quadro e evitar o mau hálito. Mas é sempre bom consultar o dentista para ver como anda a saúde bucal e descobrir o que está causando a boca seca.</span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">11 – Que alimentos e bebidas em excesso podem provocar mau hálito? E quais irão me ajudar a manter um hálito refrescante? </span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os alimentos ricos em proteínas podem causar mais alteração no hálito. Tente fazer uma alimentação balanceada, tudo em excesso é prejudicial. Cuidado com as bebidas que contêm álcool, elas descamam a mucosa. Abuse das frutas cítricas, que estimulam a salivação eliminando a sensação de boca seca.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>   
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94221</link>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 13:40:56 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">  <br></font><div style="text-align: center;"><font size="4">Produtos químicos podem causar a Doença de Parkinso<span style="font-weight: bold;">n</span></font> <br>  <br>  <br>  <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg">  <br></div></div><font size="3">  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span><br style="font-weight: bold;">  <br>  <br>A exposição a solventes pode colaborar para o desenvolvimento da Doença de Parkinson (DP) muitos anos depois. Essa é a conclusão de uma pesquisa divulgada esta semana pelo periódico da <a style="font-weight: bold;" href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/ana.22629/abstract">Associação Americana de Neurologia - Annals of Neurology.</a>  <br>Essas substâncias estão presentes em produtos como tintas, colas, produtos de limpeza, combustíveis e lubrificantes, e chegam a contaminar até mesmo os lençóis freáticos.  <br>  <br>&nbsp;  <br>O estudo avaliou 99 pares de gêmeos americanos em que apenas um dos irmãos apresentava o diagnóstico de DP. O tipo de ocupação profissional e hobbies desses voluntários foram analisados através de questionários já bem validados.&nbsp; Os resultados mostraram que o grau de exposição ao solvente tricloroetileno (TCE) foi associado a uma maior chance de apresentar a doença. Outros solventes tiveram impacto menor, porém nada desprezíveis.  <br>  <br>&nbsp;  <br>Já tínhamos evidências menos robustas da associação entre a exposição ao TCE e a DP. Um modelo experimental de DP em camundongos já havia apontado que o TCE é capaz de provocar alterações cerebrais semelhantes às encontradas entre os portadores da doença.&nbsp; Além disso, casos clínicos isolados também foram relatados descrevendo a ocorrência doença entre indivíduos com altos níveis de exposição ao TCE.  <br>  <br>&nbsp;  <br>A DP ocorre em uma a cada cem pessoas com mais de 65 anos, e em 90% dos casos, não existe uma história familiar da doença. Reconhece-se que tanto um componente genético, como fatores ambientais estão associados à doença.  <br>  <br>&nbsp;  <br>Outras substâncias tóxicas ao cérebro podem provocar a DP, como é o caso do MPTP, substância que é parente próximo da heroína, e de alguns agrotóxicos, como o paraquat. Nos últimos anos, temos colecionado evidências de novos candidatos que podem ser deflagradores da DP:  <br>  <br>&nbsp;  <br>- foram descritos no ano de 2009 dois novos agrotóxicos (ácido 2,4-dichlorophenoxyacetic, permethrin) que aumentam em três vezes o risco da DP;  <br>&nbsp;  <br>- foi demonstrado que um metabólito da bactéria Streptomyces venezuelae reduz a função do Sistema Proteolítico Ubiquitina - Proteassoma&nbsp; (UPS) em modelo animal. A redução da função desse sistema tem sido implicada na patogênese da DP esporádica;  <br>&nbsp;  <br>- inoculação intranasal do vírus da gripe aviária (H5N1) em ratos provocou alterações cerebrais semelhantes às encontradas na DP:&nbsp; inflamação, agregados de a-sinucleína e degeneração de neurônios produtores de dopamina;  <br>&nbsp;  <br>- maiores níveis de colesterol aumentam risco da DP independente do índice de massa corporal. O cérebro é o órgão mais rico em colesterol e uma alteração de sua homeostase pode provocar alterações em suas conexões e membranas celulares.  <br>&nbsp;  <br>  <br>Esses estudos nos estimulam a pensar a DP como pensamos várias outras doenças como a hipertensão arterial, o diabetes e a Doença de Alzheimer. Todas são doenças que têm seu componente genético, mas fatores ambientais pode ser o empurrãozinho que faltava para o desenvolvimento da doença.  <br>&nbsp;   <br>  <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural </span>  <br></font></div>  <br>  <br>   
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		<title><![CDATA[Fique em Forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94149</link>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 18:39:36 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">EMAGREÇA E MANTENHA A SAÚDE:</font><font size="4"> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">ÓLEO DE COCO CONTÉM ÁCIDOS GRAXOS  <br>ESSENCIAIS PARA O ORGANISMO</font><font size="4"> <br></font></div><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"> <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"><span style="font-weight: bold;">Por Joana Lucyk* <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/e552493c09dfbaf5481e70e6da074261.jpg"> <br><font size="1">Foto de Ariel Costa</font> <br></span> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp; <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">Muito tem se falado dos benefícios do óleo de coco, em especial quando extra virgem. De fato, ele é extraído da polpa do coco fresco por meio de um processo de prensa a frio e é considerado extra virgem por seu índice de acidez ser, no máximo, 0,5%. O que chama a atenção no produto é o alto grau de ácidos graxos de cadeia média (65%) – um tipo de fácil metabolização e baixa capacidade de oxidação. <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp; <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">Entre os ácidos graxos presentes, destacam-se o láurico (44-52%), o mirístico (13-19%), o palmítico (7,5-10,5%), o caprílico (5,5-9,5%), o oléico (5,8%), o cáprico (4,5-9,5%), o linoléico (1,5-2,5%), o esteárico (1-3%), o capróico (0,3-0,8%) e o araquídico (0,04%). Apesar de desconhecidas pela maioria, essas substâncias têm grande eficácia para a manutenção da saúde. Os ácidos cáprico e láurico, por exemplo, possuem efeitos positivos sobre aumento dos níveis do colesterol HDL e sobre a redução dos níveis de LDL, exercendo, portanto, efeito protetor no desenvolvimento de doenças cardiovasculares. <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp; <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">Para os que estão sempre de olho na balança, o óleo favorece o aumento do metabolismo basal e, com isso, o processo de emagrecimento. Os benefícios estendem-se também à ação antimicrobiana, o que favorece a capacidade do sistema imunitário, além de agir no intestino estimulando a defesa contra os micro-organismos patogênicos. Assim, ele atua na prevenção e no tratamento de disfunções relacionadas à micro-organismos - como cândida, clamídia, citomegalovirus, estreptococos, estafilococos, H. pylori, herpes, influenza giárdia e listeria, clamídia e contra ambos os tipos de herpes, zoester e simples. <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp; <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">O óleo de coco extra virgem é também uma boa fonte de vitamina E – com alta capacidade antioxidante, que promove a varredura dos radicais livres responsáveis pela danificação das estruturas celulares e comprometimento do funcionamento normal das células. Ele age na atividade anti-inflamatória, e, nesse sentido, atua sobre a perda de gordura – já que esse é um tecido inflamado. <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp; <br> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">Portanto, o óleo de coco pode ser um produto que somará ganhos à dieta saudável e equilibrada. A recomendação de uso deve ser individualizada e orientada por um nutricionista. Nada em excesso faz bem: sua ingestão exagerada pode provocar, dentre outros problemas, enjôos e mal estar. <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"> <br></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp; <br><br style="font-weight: bold;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"><span style="font-weight: bold;">*Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. A especialista dirige a Clínica Saúde Ativa.</span><br style="font-weight: bold;"></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></div> <br>   
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		</item>
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		<title><![CDATA[Implantes de dentes depois da quimioterapia]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94140</link>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 18:22:57 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Levar a vida de maneira similar àquela que se tinha antes do diagnóstico de câncer é a forma ideal de enfrentar a doença, desde que observados eventuais cuidados prescritos pelo médico assistente. No caso de intervenção odontológica, em especial do implante dentário, há boas chances do procedimento ser realizado mesmo após o tratamento oncológico.&nbsp;  <br>&nbsp; <br> <br>Segundo Gustavo Maluf, dentista dedicado à odontologia oncológica, quando o paciente inicia o tratamento quimioterápico deve ser encaminhado ao dentista para realizar uma avaliação, independente de sintomas. “O objetivo é remover eventuais focos de infecção que podem oferecer riscos diante da queda imunológica, natural no tratamento do câncer. Aqueles que já se encontravam em processo de implantação dentária e pessoas que necessitam iniciá-lo terão seus casos analisados criteriosamente para verificar se estão aptos ao procedimento cirúrgico. Se houver necessidade de realizar implantes, é preciso esperar a conclusão do tratamento oncológico”, afirma. <br>&nbsp; <br> <br><span style="font-weight: bold;">O Que Observar</span> - A quimioterapia administrada antes e depois da instalação dos implantes afeta significativamente o sucesso dos mesmos. No caso da radioterapia realizada em um período de 2 a 6 meses próximos à instalação dos implantes ou, passado alguns anos, as chances de insucesso são altas. O paciente pode ficar limitado a não utilizar implante pelo resto da vida, contudo, dependendo do resultado da avaliação do especialista, poderá ter chances de realizar o implante. Pode ocorrer no paciente, além da perda de implante, a chamada necrose óssea – lesão irreversível proveniente da radiação, que chega a atingir 15% dos pacientes. <br>&nbsp; <br> <br>Aqueles que receberam quimioterápicos oriundos dos bifosfonatos têm um grande risco de desenvolver necrose nos ossos da maxila e da mandíbula. “Os bifosfonatos ficam por muitos anos no organismo e não são utilizados somente em quimioterapia, podem ser usados também em pessoas com osteoporose ou osteopenia”, diz Maluf. De acordo com estudos científicos, a necrose nos ossos decorrente dos bifosfonatos chega a 12% e esses podem ficar limitados a colocação de implantes e a outras intervenções cirúrgicas odontológicas. <br> <br> <br>Para ter sucesso na instalação dos implantes em pacientes após tratamento contra o câncer é preciso muito cuidado e dedicação. “É necessário passar por um dentista com experiência na área, para que possa planejar e executar tais procedimentos, diminuindo assim as chances de complicações”, afirma o especialista. <br> <br></font></div> <br>   
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		<title><![CDATA[Cuidados na hora de escolher uma farmácia de manipulação]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94126</link>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:48:08 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Comprar remédios e cosméticos manipulados é uma escolha cada vez mais comum dentre os brasileiros.Segundo dados da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), o Brasil já é o maior mercado mundial de farmácias de manipulação, com quase dez mil estabelecimento do gênero. Com uma quantidade tão grande, é preciso estabelecer alguns critérios na hora de escolher o melhor cosmético ou medicamento manipulado.</span></font>  <br>  <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/096c0f59c5195005fdd6e67a3b41e59a.jpg">  <br></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por esta razão, algumas dicas simples podem ajudar o consumidor a escolher um local seguro e idôneo. A farmacêutica Anelise H. Leite Taleb, alerta que, antes de mais nada, deve-se verificar se a farmácia oferece assistência de um farmacêutico em tempo integral. “Enquanto a loja estiver aberta, prestando atendimento ao público, o farmacêutico precisa estar presente e habilitado para sanar qualquer dúvida do cliente acerca da quantidade, qualidade e eficácia dos ativos que serão manipulados. E, se necessário, após consultar o médico, realizar a troca de um dos componentes por um outro similar, sem alterar a finalidade da fórmula prescrita”, explica Anelise.</span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os cuidados não param por aí. O estabelecimento deve ter em local visível o alvará de funcionamento da Vigilância Sanitária que certifique a boa higienização do local e dos funcionários. “Prefira as farmácias nas quais é possível observar, como em alguns restaurantes, por meio de uma parede de vidro, o manipulador trabalhando. Aproveite para reparar se ele está com toca, luvas, máscara e avental e as condições de higiene do equipamento onde são manipuladas as fórmulas. São detalhes que podem evitar contaminação do produto”, alerta Anelise.</span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Atualmente, nem todo cosmético ou medicamento deve, necessariamente, haver uma receita médica para manipulação, quer dizer, o farmacêutico pode indicar um cosmético para a pessoa que tem pele seca, por exemplo. No entanto, independe te ter prescrição do médico ou do próprio farmacêutico, o produto deve conter no rótulo o nome do prescritor, número de registro da receita na farmácia, data de manipulação e validade, dosagem, modo de usar e a identificação da farmácia e do farmacêutico.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Medicamento com dosagem igual ao industrializado não é eticamente bem aceito, isto é, parte-se do pressuposto de que o paciente que procura a farmácia de manipulação não se adapta bem a dosagem do produto industrializado ou está em</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">tratamento dermatológico como alergias e melasmas, começo de gravidez </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">ou tratamento com hormônios Bioidênticos. Esses pacientes são conhecidos como "Borderline”. </span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Nem sempre é possível observar todos os requisitos e detalhes para identificar uma farmácia idônea. Alguns medicamentos como hormônios e antibióticos, por exemplo, devem ser manipulados em salas específicas. “Contudo, se alguns desses itens observados forem satisfatórios, já é um indicio de que o local busca atender a todas as exigências legislativas e de higiene. Quero alertar, também, que a excelência de qualidade não se limita só a estrutura física, mas ainda qualidade no pré, durante e pós-atendimento, isto é, educação do funcionário, pontualidade na entrega do produto e valorizar o feed back do cliente sobre a eficácia do produto adquirido”, conclui a farmacêutica.</span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Outras dicas</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">*Medicamento manipulado só pode ser vendido em farmácia licenciada.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">*Não compre produtos manipulados em consultórios médicos, clínicas de estética, SPAs ou academias. O estabelecimento oficial e legal para a venda desses produtos é a farmácia de manipulação.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Prestar atenção nos preços, nem sempre a&nbsp; farmácia mais barata é a melhor.</span></font>  <br>  <br></div>  <br>   
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		<title><![CDATA[Saúde pela internet]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=94042</link>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 14:33:23 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Transcrevo para vocês a interessante reportagem publicada hoje pelo Correio Braziliense.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><font size="4">Site promete informações médicas confiáveis</font>  <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Carolina Vicentin  <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Ao menos uma vez, você foi ao Google consultar o significado de alguma manifestação do corpo — seja dor, mal-estar, inchaço, secreção, sinal na pele e por aí vai. A prática, condenada por muitos médicos, inspirou a criação de um site que promete auxiliar o trabalho dos profissionais de saúde. Lançado na Espanha e na América Latina, o <font size="7"><a style="color: rgb(102, 0, 204);" href="http://www.medico.com.br/br">Medico.com</a></font> funciona como uma comunidade virtual em que internautas trocam informações com especialistas e com outros usuários. Embora a página forneça explicações sobre uma série de doenças, seus organizadores garantem que o material não desencoraja a ida ao médico, e sim traz aos consultórios pacientes mais bem informados.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O Medico.com foi idealizado por Elan Dekel, ex-funcionário do Google que trabalhou como gerente de produtos para o Leste Europeu, a África e o Oriente Médio. “Durante suas viagens, Dekel percebeu que alguns países tinham poucos sites sobre saúde. Em muitas partes do mundo, as pessoas não têm informações de confiança acerca desse assunto”, afirma Iftach Yair, diretor de desenvolvimento e de marketing do portal. Disponível em espanhol e em português — em breve, será lançada uma versão em inglês — o site reúne uma série de artigos sobre diversas situações em saúde, como acne, diabetes, gravidez e doenças cardíacas.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;">Interação</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Para conhecer essas informações, basta acessar o site. Os textos estão divididos em tópicos por ordem alfabética. “Mas esse é apenas o serviço básico. Nossa intenção é criar uma comunidade em que o usuário pode seguir determinado tópico e acompanhar as novidades postadas na página”, explica Yair. Para isso, o internauta precisa fazer uma conta (mais ou menos como em uma rede social tradicional) e indicar quais são os assuntos e as discussões de seu interesse. “Com essa ferramenta, duas mulheres grávidas podem, por exemplo, compartilhar experiências e lançar dúvidas para especialistas e outras usuárias”, detalha o diretor de marketing da iniciativa.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Segundo Yair, o site também é vantajoso para médicos que queiram divulgar blogs e clínicas. O Medico.com possui um setor dedicado a encontrar, em cada idioma, profissionais que queiram participar da iniciativa. “Há alguns nomes de referência em cada país e conseguimos, ainda, o apoio de jovens médicos que querem alavancar sua reputação”, diz Yair. O diretor do Medico.com afirma, no entanto, que o serviço não pretende substituir a visita presencial aos especialistas. Para ele, a página servirá como uma espécie de complemento, ampliando a comunicação entre médicos e pacientes. “Quando recebemos um diagnóstico, geralmente, o médico tem pouco tempo para nos explicar as causas, as implicações da doença. O mundo está, cada vez mais, repleto de informações, e o Medico.com ajuda a encontrar as respostas.”</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></font>  <br>  <br>   
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93940</link>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 18:18:05 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Diabetes não é bom negócio para o cérebro <br> <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: left;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"></span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje. Dia mundial do Diabetes. O diabetes mata uma pessoa a cada 8 segundos e não discrimina. Ele acomete mulheres e homens, jovens e adultos, ricos e pobres. Em muitos casos, o cérebro também perde desempenho.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>O impacto do diabetes sobre a função cerebral é maior em duas fases da vida: durante o desenvolvimento cerebral na infância assim como na velhice, quando o cérebro passa por alterações degenerativas. O diabetes é um dos reconhecidos fatores de risco para o transtorno cognitivo leve dos idosos, assim como para a demência vascular e a Doença de Alzheimer. Fora desses períodos chamados críticos, os efeitos da doença costumam ocorrer preferencialmente entre aqueles que apresentam complicações vasculares como, por exemplo, a retinopatia, doença coronariana e complicações renais. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A influência do diabetes sobre o funcionamento cerebral vai além do comprometimento dos vasos sanguíneos, pois há evidências de que a doença pode promover alterações cerebrais semelhantes às encontradas entre indivíduos com a Doença de Alzheimer, possivelmente decorrente do distúrbio de homeostase da insulina. Já sabemos que a insulina otimiza o consumo de glicose pelos neurônios e colabora para a formação de novas sinapses e para a modulação das mesmas. Na Doença de Alzheimer, a concentração e atividade desse hormônio no cérebro são reduzidas e já existem resultados bastante promissores do seu uso por via intranasal para o tratamento dessa patologia.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para um desenvolvimento e envelhecimento cerebral saudável, devemos a todo custo evitar o desenvolvimento do diabetes. Atividade física regular e a manutenção do peso em dia é o dever de casa básico. Para quem tem história familiar da doença, o recado deve ser levado ainda mais a sério, pois o risco é duas a quatro vezes maior que na população geral. E para aqueles que já têm o diagnóstico, o dever de casa é o mesmo, acrescido de um controle rigoroso da doença.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br></span></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: left; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp</span></font> <br></div></div>   </div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do dermatologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93834</link>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 14:03:52 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CELULITE: TRATAMENTOS PODEM AMENIZAR O PROBLEMA</span></font> <br> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f7a71d4db0a61e2007be5e794395c122.jpg"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Fenelon</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A celulite é uma inflamação das células gordurosas (adipócitos), que têm a função de acumular energia, sob a forma de gordura. Essas células se localizam na camada mais profunda da pele, a hipoderme. Alterações na microcirculação, com acúmulo de líquidos e toxinas, causam um processo inflamatório na região afetada: a fibrose, que atua como travas que “grampeiam” a pele de cima para baixo, ocasionando depressões no relevo da pele e uma série de alterações estruturais, como os “furinhos” que caracterizam o problema e tanto incomodam as mulheres. Essas mudanças, clinicamente, causam o aspecto acolchoado, com um formato semelhante à de “casca de laranja”. As regiões mais atingidas pela celulite são aquelas onde as mulheres costumam acumular mais gordura: quadris, culotes, nádegas, coxas, pernas e abdome.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A celulite acomete os dois sexos, mas nas mulheres a incidência é incomparavelmente maior, devido à predisposição genética e as variações que ocorrem nos hormônios femininos, ao longo da vida, como a puberdade, a gravidez e o uso de pílulas anticoncepcionais. Essa mudanças provocam retenção de líquido no organismo, congestão sanguínea e má circulação. Tais fatores implicam no surgimento da celulite, que pode ser agravada por alimentação rica em gorduras, ingestão insuficiente de líquidos, intestino preso, sedentarismo e cigarro. A celulite não deve ser confundida com obesidade -- que é o aumento de tamanho das células de gordura. No entanto, com o aumento do peso, a celulite torna-se mais evidente. O aumento das células gordurosas acentua o repuxamento das fibras.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A celulite é dividida em diferentes estágios, que vão da manifestação leve, em que os furinhos são percebidos somente ao comprimir a pele, até casos mais graves, quando os nódulos são bastante perceptíveis, com consistência endurecida, devido o excesso de gordura que pode comprimir vasos sanguíneos e linfáticos levando à formação de edema (inchaço) e fibrose. Nesta situação, pode ocorrer inflamação e dor local. Como não existe cura para celulite, é importante que o paciente associe o tratamento à alimentação saudável, ingestão de líquidos e prática de atividades físicas. Esses hábitos são fundamentais tanto para prevenir quanto para amenizar os efeitos do problema. A ação de produtos anticelulite é potencializada se combinados com exercícios físicos aeróbicos.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Alguns dos tratamentos disponíveis para a celulite são:</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Velashape é atualmente o melhor tratamento para amenizar o problema. Consiste em uma massagem mecânica aliada à radiofrequência, que age diretamente na flacidez. O aparelho estimula a produção de colágeno, reduz o tamanho dos adipócitos (células de gorduras) e melhora a textura da superfície da pele. Além disso, melhora a circulação, aumentando a oxigenação no local e facilitando as trocas de substâncias tóxicas entre células e vasos. É um tratamento terapêutico, não invasivo e confortável para o paciente. Os resultados já são visíveis em quatro sessões após o início do tratamento.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><ul><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ultraradiofrequência é um tratamento que emite ondas eletromagnéticas, que em contato com os tecidos, se transformam em calor. O aquecimento promove a quebra dos tecidos adiposo e fibroso, melhora a circulação sanguínea e a drenagem de fluídos e toxinas, além da regeneração do colágeno. O número de sessões varia de acordo com o caso. O paciente pode retornar suas atividades normais após o tratamento. Os resultados são rápidos e progressivos.</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Subcisão (subcision) indicado para casos mais avançados de celulite, trata-se de uma pequena cirurgia na área afetada. A técnica consiste na introdução de uma agulha especial que permite o rompimento das fibras que repuxam a pele para baixo, desfazendo os nódulos e amenizando as depressões. O procedimento é simples e utiliza anestesia local. Além de liberar a pele, o hematoma decorrente do trauma leva à formação de tecido colágeno na região. Após o tratamento, é necessário o uso de curativo compressivo e de meias elásticas. As manchas roxas somem em cerca de 15 a 30 dias.</span></font></li></ul><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Fenelon é dermatologista, presidente da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina, seccional Centro-Oeste</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Campanha alerta mulheres sobre os perigos do coração]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93795</link>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 19:46:32 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/4eb619e9959277e180bed84403847f84.jpg"> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Um coração que bate de forma descompensada. <br> <br>Por muito tempo se pensou que os homens eram o principal grupo de risco para o desenvolvimento de problemas cardiovasculares. Mas esse cenário mudou. Só no Brasil, quase 20 mil mulheres morrem todos os anos devido a esses males. As duas maiores causas de morte entre as brasileiras são de causar surpresa a muitos: o AVC (acidente vascular cerebral) e o infarto.  <br> <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br>Para alertar o público feminino sobre a importância de cuidar da saúde cardiovascular, a Medtronic lançano Brasil a campanha <font size="7"><a href="http://www.portrasdobiquini.com.br">O que mais existe por trás de um biquíni?</a></font>, com o apoio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV) e da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI). A iniciativa pretende estimular as mulheres a fazer o check-up do coração regularmente e adotar um estilo de vida saudável, evitando complicações no futuro.  <br> <br> <br>Atualmente, cerca de 70 milhões de brasileiros são usuários da internet, sendo que 86% estão nas redes sociais. Pensando na crescente penetração da internet no Brasil, os organizadores decidiram fazer uma campanha digital.  <br> <br>No site da campanha </font><font size="3">as pessoas encontram dados sobre a incidência das doenças  cardiovasculares nas mulheres, os principais fatores de risco, dicas de  como manter a saúde do coração e um guia para o check-up da saúde  cardiovascular feminina, disponível para impressão. Assim, qualquer  mulher pode imprimir os indicadores e levar na consulta médica para  conhecer e entender os seus índices, e saber se tem algum risco de  desenvolver um problema. Todo o conteúdo pode ser compartilhado pelo  Facebook, Twitter e Orkut.</font><font size="3">  <br> <br> <br></font></div></div>
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		<title><![CDATA[Brasileiro tem dúvidas sobre o que é diabetes]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93715</link>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 17:49:44 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os brasileiros ainda têm dúvidas sobre o que é o diabetes e como a doença pode ser controlada.&nbsp; A conclusão é de um levantamento inédito realizado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), com apoio da Bayer HealthCare, e participação de mais de duas mil pessoas.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo a pesquisa, 38% dos entrevistados acreditam que o diabetes tem cura e menos da metade dos entrevistados (49%) soube defini-la. E mais: apenas 50% dos participantes afirmaram que um diabético pode levar uma vida normal.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No entanto, é importante que todos saibam como prevenir essa que é uma das doenças crônicas que mais avança entre a população mundial. Dados da Federação Internacional do Diabetes estimam que hoje existam cerca de 250 milhões de pessoas com a doença em todo o mundo e esse número deve chegar a 380 milhões em 2025. Somente no Brasil, estima-se que cerca de 11 milhões de pessoas tenham diabetes atualmente. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br> <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93606</link>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 13:16:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="5"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mais amigos no facebook, maior o tamanho do cérebro?</span></font>  <br>  <br>  <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg">  <br></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Email: ricardo@icbneuro.com.br  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Este ano, uma pesquisa publicada pela revista Nature Neuroscience demonstrou que o volume da amígdala, uma das principais regiões cerebrais associadas ao processamento de emoções, é maior entre pessoas que têm maiores redes sociais reais. Logo em seguida, outro grupo de pesquisadores fez outra pergunta: será que a quantidade de amigos que uma pessoa tem no facebook também tem alguma relação com a anatomia do seu cérebro?</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cento e vinte e cinco universitários ingleses com 23 anos em média, todos eles vinculados à rede facebook, foram submetidos a exames de ressonância magnética. As imagens do cérebro foram analisadas com uma técnica especial que mede o tamanho das regiões de interesse - morfometria baseada em voxels.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os resultados apontaram que, quanto maior o número de amigos no facebook, maior o volume de algumas regiões do cérebro. Uma dessas regiões é a própria amígdala, já apontada no estudo anterior como sendo maior entre indivíduos com uma maior rede social de “carne e osso”.&nbsp;&nbsp; Outras estruturas do lobo temporal também se mostraram mais volumosas, algumas delas ligadas à memória e à capacidade de associar informações - ligar o nome à imagem da pessoa -, enquanto outras são associadas a funções como a habilidade de perceber a intenção do outro e de notar que estamos sendo observados.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os pesquisadores investigaram também se o tamanho da rede de amigos online era proporcional à rede real. Um questionário de três perguntas foi aplicado para estimar o tamanho da rede real: 1) quantas pessoas lhe enviariam uma mensagem convidando para uma comemoração? 2) qual o número de pessoas na sua lista de telefones? 3) quantos amigos da época de escola ou faculdade que você ainda pode ter uma conversa amigável? As respostas indicaram que as redes do facebook e do mundo real eram proporcionais.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma questão que a pesquisa não pôde responder é se as características do cérebro são causa ou conseqüência da experiência social. É fresquinho porque vende mais ou vende mais porque é fresquinho?  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo foi publicado na última edição do periódico <font size="4"><a href="http://rspb.royalsocietypublishing.org/content/early/2011/10/12/rspb.2011.1959">Proceedings of the Royal Society B.   <br></a></font> </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Céreb</span>ro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Fique em Forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93531</link>
		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 08:00:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><br style="font-weight: bold;"><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="3">ALIMENTAÇÃO ATUA COMO </font><font style="font-weight: bold;" size="3">CODJUVANTE NO TRATAMENTO  <br>DO TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO</font> <br> <br></div><font size="3"> <br>Por Joana Lucyk* <br> <br> <br>Quem tem atividade motora excessiva, falta de atenção e dificuldades para controlar impulsos pode sofrer de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Essas características tendem a persistir na adolescência e na vida adulta e, quando não detectadas e tratadas durante a infância, aumentam o risco do indivíduo desenvolver outros problemas na vida adulta. <br>&nbsp; <br> <br>A despeito de pesquisas extensas, ainda não há um consenso científico sobre a causa do TDAH, visto que os sintomas são subjetivos e variados.&nbsp; A boa noticia é que a nutrição pode ajudar no tratamento, especialmente quando evitados os alimentos que contem aditivos – como macarrão instantâneo, achocolatados, biscoitos recheados, biscoitos salgados, refrescos em pó, refrigerantes e doces coloridos artificialmente. <br>&nbsp; <br> <br>Os corantes tartrazina, amaranto, vermelho ponceau, eritrosina, caramelo amoniacal e aqueles derivados dos ácidos benzóico, sulfídrico e sulfito podem induzir à hiperatividade.&nbsp; Além disso, os carboidratos de digestão rápida, presentes nas guloseimas, também se correlacionam positivamente com o Transtorno. Quando se prioriza o consumo de alimentos industrializados, carências nutricionais específicas podem ser favorecidas, entre elas, destacam-se: deficiência de B6, magnésio, zinco e ferro, que são essenciais para a produção de neurotransmissores, como a melatonina – ligada ao controle do ciclo sono/vigília – e a dopamina – importante para a regulação da atividade cerebral. <br>&nbsp; <br> <br>O recado maior é para os pais, que devem ficar atentos à alimentação dos pequenos. As crianças comumente consomem grandes quantidades de achocolatados, o que pode implicar no aumento de uma substância tóxica ao cérebro, o P-cresol - toxina é originária do metabolismo da tirosina e suas principais fontes são o leite e seus derivados. <br>&nbsp; <br> <br>Altos níveis de metabólitos de organofosforados (agrotóxicos) também já foram encontrados na urina de crianças com o Transtorno. Logo, o consumo de alimentos orgânicos é um fator importante na prevenção da sintomatologia do TDAH. Independente do diagnóstico, todos devem adotar, desde cedo, uma alimentação saudável e equilibrada, incluindo alimentos in natura e orgânicos . <br>&nbsp; <br> <br><span style="font-weight: bold;">*Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. A especialista dirige a Clínica Saúde Ativa.&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; </span> <br></font></div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[PESQUISA MOSTRA QUE PACIENTES TÊM PERCEPÇÕES EQUIVOCADAS SOBRE CÃNCER]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93507</link>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 14:43:24 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br>Compreensões equivocadas sobre o que causa câncer e como a doença progride ainda estão presentes, apesar dos esforços para a disseminação de informações. Essa foi a conclusão de estudo conduzido pelo médico Paul Symonds, da universidade inglesa de Leicester e publicada no periódico Clinical Oncology. “A pesquisa confirmou que as pessoas não compreendem o papel da alimentação errada, da obesidade e do sedentarismo no desenvolvimento da doença”, comenta o oncologista Murilo Buso, do Centro de Câncer de Brasília. <br> <br> <br>Entre setembro de 2007 e janeiro de 2010, pesquisadores ouviram 279 pacientes de origem inglesa diagnosticados com câncer. O objetivo foi comparar as crenças com as de um grupo formado por asiáticos que também vivem naquele país. Os resultados mostraram que ambos os grupos supervalorizaram o papel da poluição, do estresse e de feridas como causas da doença. <br> <br> <br>Cerca de 25% dos pacientes afirmaram acreditar que o câncer é causado por feridas. Aproximadamente 20% apontaram que o tratamento da doença – em particular a cirurgia – pode ajudar a doença a se proliferar. E mais: 30% disseram acreditar que abordagens alternativas, como ervas e acupuntura, podem ser tão efetivas quanto a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia.  <br>&nbsp; <br> <br>“Mitos como esses comprometem o enfrentamento da doença e, com isso, reduzem as chances de cura”, afirma Buso.&nbsp; Para a pesquisadora Karen Lord, “é vital que pessoas diagnosticadas recebam informações precisas sobre as opções de tratamento para que possam decidir com base em evidências médicas.” <br> <br> <br>Um aspecto positivo apontado pelo estudo foi que 93% dos participantes reconheceram a importância da detecção precoce. A maioria também disse acreditar que o câncer é curável. “Outro aspecto digno de nota é que 84% da amostragem confirmaram que o tabagismo está ligado à doença”, diz Buso. <br> <br> <br>Para o especialista brasileiro, a pesquisa reforça a importância de campanhas educativas e esclarecedoras sobre as principais causas do câncer e os atuais tratamentos disponíveis.  <br></font></div> <br> <br> <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93282</link>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 14:48:40 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: left;"><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O coração também sofre com a insônia</span></font> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Email: ricardo@icbneuro.com.br <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Insônia aumenta o risco de infarto agudo do miocárdio (IAM). Essa é a conclusão de um grande estudo recém-publicado pelo periódico da Associação Americana de Cardiologia, <font style="font-weight: bold;" size="4"><a href="http://circ.ahajournals.org/content/early/2011/10/24/CIRCULATIONAHA.111.025858">Circulation</a></font><span style="font-weight: bold;">.</span> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mais de 50 mil noruegueses foram acompanhados por 11 anos e as conclusões foram as seguintes: <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">- os voluntários que, no início do estudo, relataram ter dificuldade quase diária para induzir o sono, apresentaram um risco de IAM 45% maior quando comparados àqueles sem essa queixa;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">- quando a queixa foi dificuldade em manter o sono quase toda noite, o risco de IAM foi 30% maior e, no caso de acordar mais do que uma vez por semana com sensação de sono não reparador, a chance de IAM aumentou em 27%;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">- o risco de IAM foi cumulativo, ou seja, quanto mais sintomas de insônia, maior o risco.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Estima-se que cerca de um terço das pessoas apresente pelo menos um sintoma de insônia. É uma condição fácil de ser diagnosticada e tem várias opções de tratamento disponíveis. É bom saber que nem o coração aprova uma vida sem dormir direito!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font></div> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do dermatologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93145</link>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 13:46:52 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="4">Estrias: tratamentos a laser  <br>estimulam regeneração da pele</font> <br></div><font size="3"> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f7a71d4db0a61e2007be5e794395c122.jpg"> <br> <br> <br>Por Ricardo Fenelon <br>&nbsp; <br> <br>Os avanços na Medicina têm propiciado a expansão de opções para tratamentos de pele, especialmente com a utilização de técnicas a laser. No caso do surgimento de estrias, o que antes poderia ser irreversível, hoje tornou-se uma alternativa que pode regenerar áreas afetadas pelo problema. Essa manifestação caracteriza-se por alterações na superfície da pele. As estrias são conseqüência da ruptura das fibras elásticas e colágenas da pele. Se caracterizam pelo surgimento de faixas de pele atróficas, enrugadas, causadas por uma distensão exagerada das fibras elásticas. Num primeiro momento, surgem avermelhadas, a seguir de cor púrpura e, nos casos mais intensos, com coloração branca. <br> <br> <br>Ocorrem mais comumente no abdome, nádegas, coxas e nos flancos (região conhecida popularmente como cartucheira). Atingem predominantemente o sexo feminino (60%), comparativamente ao sexo masculino (40%). São observadas na gravidez, obesidade, síndrome de Cushing, tratamentos sistêmicos com corticosteróides e ACTM e tratamentos tópicos com corticosteróides fluorados. Mais recentemente, tem se observado estrias causadas por aumento exagerado da massa muscular.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br> <br>&nbsp;Com o desenvolvimento do laser, o número de tratamentos se ampliou. Temos pelo menos cinco procedimentos viáveis, que apresentam resultados, e que devem ser recomendados por um especialista de confiança do paciente após analisar o caso pessoalmente. Eis as alternativas: <br> <br>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aplicações de laser de CO2 fracionado: esta técnica promove a vaporização da água da pele, estimula a produção do colágeno (que é a proteína que dá sustentação à pele), cicatrização e retração da área estimulada. Ameniza as marcas deixadas pelas estrias e melhora o aspecto da região tratada; <br> <br>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aplicações de Laser Er:Yag, que tem a finalidade de estimular a produção de colágeno. Assim como o outro proceimento, recupera a aparência da área tratada; <br> <br>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Peelings com ácido retinóico feitos pelo médico, a cada duas ou três semanas, para amenizar as marcas; <br> <br>4. Uso tópico de cremes com ácido retinóico, de uso domiciliar, que podem ser aplicado pelo próprio paciente, sob supervisão médica; Há restrições em relação à exposição ao Sol; <br> <br>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uso de cremes com vitamina C, que ajudam a estimular a formação de colágeno. <br> <br>&nbsp; <br> <br>Grávidas não podem se submeter a nenhum desses tratamentos. Após a gestação, as terapias já podem ser aplicadas mesmo durante a amamentação. O melhor a fazer é usar preventivamente substâncias hidratantes potentes (óleo de amêndoas, alantoína, uréia com a finalidade de prevenir o aparecimento de novas estrias), evitar ganho de peso excessivo e aumento repentino de massa muscular. <br> <br></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Fenelon, dermatologista, presidente da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina, seccional Centro-Oeste</span> <br> </font>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Idade prejudica qualidade dos espermatozoides]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93087</link>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 15:05:15 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left;"> <br>O tempo também interfere na fertilidade masculina e não apenas na da mulher, como se pensa até hoje. <br> <br> <br>A idade do homem e a porcentagem de espermatozoides morfologicamente normais tem um impacto muito grande nos resultados de ovodoação, segundo estudo do Grupo Huntington, um dos maiores centros de medicina reprodutiva do Brasil. O trabalho verificou que as chances de gestação diminuem em 7% para cada ano de idade do homem e aumentam 22% para cada 1% de espermatozóides normais que o homem apresenta no ejaculado.  <br> <br> <br>“A qualidade espermática e a idade do homem não devem ser negligenciados, podendo comprometer o sucesso dos ciclos de ovodoação”, afirma a Dra. Paula Fettback, especialista em reprodução humana da Huntington. O estudo foi apresentado na 67ª Reunião Anual da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM – American Society for Reproductive Medice), realizado em Orlando, nos Estados Unidos. <br> <br> <br>A ovodoação consiste em fertilizar óvulos de mulheres férteis e transferi-los para mulheres que apresentam falência ovariana, ou seja, não estão mais produzindo óvulos; mulheres com idade avançada, que tiveram diminuição do seu potencial de fertilização; ou mulheres que são portadoras de gens determinantes de doenças severas. <br></div> <br> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[A relação perigosa entre hipertensão e derrame]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=93035</link>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 16:32:50 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cerca de 130 mil pessoas morrem todos os anos no Brasil em decorrência de Acidentes Vasculares Cerebrais, popularmente conhecidos como derrames. Mais da metade desses AVCs são provocados pela hipertensão, que atinge 30% da população adulta no país.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f4c8631a44985f5a803e2f2ce582d772.jpg"> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Campanha Eu sou 12 por 8, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, realiza nesta semana uma série de atividades em Brasília para alertar a população sobre os riscos da pressão alta e também como detectar a doença, evitá-la e tratá-la, em virtude do Dia Mundial de Combate ao AVC, lembrado em 29 de outubro. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amanhã, quinta-feira, , às 19h,&nbsp; haverá uma palestra para estudantes da área de saúde, profissionais de saúde e população geral sobre prevenção do AVC, o papel da atividade física, reconhecimento dos sinais e sintomas, entre outros temas. A palestra será no auditório Tancredo Neves no HBDF. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Na sexta, dia 28, haverá aferição de pressão, orientações para a população e distribuição de folders na rodoviária do Plano Piloto das 8h às 16h. As mesmas atividades acontecem no sábado, dia 29, no Pátio Brasil. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Na domingo, 30 de setembro, haverá uma caminhada no Parque da Cidade, que irá sair às 9hs, com alongamentos e relaxamento após a atividade. No local, estudantes de medicina e enfermagem irão medir a pressão da população, darão orientações nutricionais e sobre atividade física.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A campanha Eu sou 12 por 8 tem como embaixadores os atores Carolina Ferraz, Guilhermina Guinle, Letícia Sabatella e Lázaro Ramos; os músicos Humberto Gessinger, MV Bil, Ney Matogrosso e Samuel Rosa (Skank); o jogador de futebol Diego Tardelli; e os apresentadores de TV Lucas Mendes, Ricardo Amorim e Sarah Oliveira e a modelo Natália Guimarães e o ex-atacante de futebol Ronaldo Nazário, o Fenômeno. Personalidades que “emprestaram” a sua imagem para uma importante causa humanitária.&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=92917</link>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 16:15:45 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Gestantes com maior exposição ao bisfenol A  <br>têm filhos com mais problemas de comportamento </span></font> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Há cerca de um mês, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) decidiu pela proibição da comercialização de mamadeiras de plástico que contenham o componente tóxico bisfenol A. Já existe um grande corpo de evidências científicas dos riscos à saúde dessa substância, e parece que o problema já começa na barriga da mãe.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mais uma pesquisa sobre o assunto foi publicada hoje pelo periódico oficial da Academia Americana de Pediatria, Pediatrics. Cerca de 250 mães americanas e seus filhos foram acompanhados de forma prospectiva desde o início da gestação. A concentração de bisfenol A foi medida na urina das mães durante a gestação e nos primeiros três anos dos filhos. As crianças também foram submetidas a testes de avaliação de comportamento e funções cognitivas.&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O bisfenol A estava presente na urina de 97% das gestantes e das crianças, sendo que a concentração era maior entre os pequenos. Quanto maior a concentração da substância nas mães durante a gestação, maiores eram os índices de ansiedade, hiperatividade e sintomas depressivos nas crianças, e de uma forma bem mais expressiva nas meninas. Essa mesma associação não pôde ser demonstrada com a concentração do bisfenol A das crianças. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mas por que o efeito nas meninas é diferente? O bisfenol A tem ação similar ao hormônio estrogênio e pode influenciar os neurotransmissores e o sistema endócrino, o que pode alterar a diferenciação sexual do cérebro e o comportamento de uma forma diferenciada de acordo com o gênero.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Evitar a exposição ao bisfenol A é uma boa recomendação para todos nós, independente de gênero e idade. Uma gestante tem boas razões para ter mais cuidados ainda. Uma dica fácil é evitar alimentos e bebidas em lata e utensílios de cozinha plásticos que contenham a substância e que podem ser reconhecidos pelos números 3 ou 7 no símbolo de reciclagem do plástico.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></div> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Fique em Forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=92890</link>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 17:21:35 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="4">HORÁRIO DE VERÃO: VEM DO CAFÉ</font><font size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="4">DA MANHÃ A ENERGIA PARA O DIA</font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp;</font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"> <br>Por Joana Lucyk*</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp;</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/e552493c09dfbaf5481e70e6da074261.jpg"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"><font size="1">Foto de Ariel Costa <br></font> <br> <br>Embora parte da população não aprove, o horário de verão é um fato. Enquanto o País economiza energia, para enfrentá-lo com disposição é necessário reforçá-la e o segredo está em um café da manhã completo e balanceado.&nbsp; A primeira refeição do dia é essencial para estimular a produção de serotonina - neurotransmissor que estimula a saciedade e o bom humor e, para controlar a produção do neuropeptídeo Y, que favorece os episódios de compulsão alimentar ao final do dia.</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp;</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">Alimentar-se mais cedo diminui a compulsão no decorrer do dia, o que ajuda no controle do peso. O ideal é fazer a refeição por volta das 8h ou até uma hora após despertar e, que este despertar seja cedo! Dessa forma, modula-se a produção dos neutrotransmissores envolvidos na fome e saciedade.</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp;</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">O cardápio deve incluir carboidratos – pão integral, tapioca, cuscuz, aveia, granola ou quinoa. No rol das proteínas, tanto as vegetais, como leite de soja ou tofu, quanto as proteínas animais são bem vindas, como o queijo branco ou iogurte – para os que não tem problemas com as proteínas de alto peso molecular destes alimentos. Outra boa escolha são os frios magros, como o blanquet de peru e peito de peru. O ovo, além de fornecer proteínas, é fonte de colina, vitamina essencial para a memória e metabolismo energético.</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp;</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">O menu matinal também deve conter frutas, excelentes fontes de vitaminas e minerais. Para o quesito disposição, vale saborear uma pequena porção de castanhas ou nozes. No mais, é manter a alimentação fracionada, de três em três horas – evitando com isso a ação do cortisol, que propicia o acúmulo de gordura na região abdominal.</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp;</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" size="3">*Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. A especialista dirige a Clínica Saúde Ativa.</font><font style="font-weight: bold;" size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3">&nbsp;</font><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Encontro esclarece dúvidas sobre diabetes]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=92810</link>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 19:44:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">  <br>A Organização Mundial de Saúde estima em 150 milhões o número de portadores de diabetes hoje em todo o mundo. As previsões indicam que este contigente atingirá </font><font size="3">300 milhões de pessoas no ano de 2025. No Brasil a estimativa da Sociedade  Brasileira de Diabetes e das Associações de Pacientes é de um número  aproximado entre 12 a 15 milhões de pessoas. As estatísticas mostram  também que 90% dos casos de diabetes sejam do Tipo 2, enquanto 10%  seriam do Tipo 1.</font>  <br>  <br><font size="3">  <br>Por ser uma doença crônica, com reflexos na qualidade de vida dos pacientes, provoca dúvidas aos portadores e familiares.   <br>  <br>  <br>Para ajudar estas pessoas, a comissão organizadora do XVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes promove amanhã, sábado, das 9h às 11h, um Fórum Aberto para esclarecer as dúvidas da população em geral.  <br>  <br>  <br>Para participar, basta fazer a inscrição gratuita no site do <a href="http://www.diabetes2011.com.br/forum-aberto"><font style="font-weight: bold;" size="5">congresso</font></a>.   <br>  <br>  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">Fórum Aberto sobre Diabetes</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">DATA: 22 de outubro</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">HORÁRIO: 9h às 11h</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">LOCAL:&nbsp; Auditório Ruth Cardoso - Centro de Convenções Ulysses Guimarães</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"></font></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Fiocruz mostra relação entre saúde e meio ambiente]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=92698</link>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 14:48:05 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Esplanada dos Ministérios é palco da VIII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Uma das atrações é o estande da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), regional Brasília,&nbsp; demonstrando a relação entre saúde e meio ambiente.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estande conta com dois espaços interativos. O primeiro deles reproduz uma floresta, com espécies animais e vegetais características de diversas regiões brasileiras. Os visitantes percorrerão uma trilha guiada por meio da qual conhecerão diferentes situações que envolvem uma floresta: desde sua preservação até as consequências de ações danosas ao meio ambiente, como desmatamentos e queimadas. É na floresta que o público terá ainda informações sobre os vetores de leishmaniose, doença de chagas, febre amarela, dengue e malária, por exemplo, além de poder visualizar alguns destes espécimes.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No outro espaço, que representa a cidade, a Fiocruz disponibilizará atividades interativas, como jogos e projeções em telões, que permitirão ao público compreender de que forma todos podem agir para um desenvolvimento sustentável em nossos centros urbanos. A dengue, doença que a partir deste período do ano recebe mais atenção das autoridades de saúde, será um dos focos deste espaço.</span> <br></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A exposição estará aberta ao público até o domingo. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=92515</link>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 13:32:01 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para quem come bem, suplementos de vitaminas <br>&nbsp;e sais minerais podem mais atrapalhar do que ajudar <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: left;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mesmo sabendo que uma dieta equilibrada fornece uma quantidade suficiente de vitaminas e sais minerais, uma boa parcela da população lança mão de suplementos alimentares com a intenção de promover o bem-estar e prevenir doenças. Em alguns países desenvolvidos, como é o caso dos Estados Unidos, esse consumo faz parte da vida de até mais da metade da população. Entretanto, as evidências científicas dos benefícios à saúde desses suplementos estão longe de serem conclusivas.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Nesta última semana, o <a style="font-weight: bold;" href="http://archinte.ama-assn.org/cgi/content/short/171/18/1625">Archives of Internal Medicine</a>,&nbsp; periódico da Academia Americana de Medicina, publicou mais um estudo apontando que, quando o assunto é vitaminas e sais minerais, MAIS pode ser MENOS. Cerca de 40 mil mulheres americanas com uma média de idade de 61 anos foram acompanhadas por quase 20 anos. Aquelas que faziam uso de suplementos de vitaminas e sais minerais apresentaram uma maior chance de morrer do que as que não usavam. Os que se mostraram mais na contramão da saúde foram os complexos multivitamínicos, vitamina B6, ácido fólico, magnésio, cobre, zinco e ferro. Muitos outros microelementos não demonstraram qualquer associação com a longevidade, nem para o mal, muito menos para o bem.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O uso dos suplementos era comparável entre as mulheres com ou sem doenças no início do estudo, mais especificamente câncer, diabetes e doenças cardiovasculares. Além disso, no decorrer do estudo, as mulheres que tiveram esses diagnósticos não passaram a usar mais suplementos, sugerindo que não faz muito sentido o argumento de que as mulheres que usavam suplementos morreram mais precocemente porque eram mais doentes.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Esses resultados não estão isolados. Nesta mesma semana o periódico <a style="font-weight: bold;" href="http://jama.ama-assn.org/content/306/14/1549.short">JAMA </a>publica outro estudo evidenciando maior risco de câncer de próstata entre homens que fazem uso de suplementos de vitamina E. Essas pesquisas somam-se a um grande corpo de evidências que coloca em xeque o valor da prática de prevenção de doenças através das cápsulas de vitaminas.&nbsp; </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A conclusão dos autores do presente estudo é aquilo que nosso Conselho Federal de Medicina (CFM) preconiza: os suplementos de vitaminas e sais minerais só devem ser utilizados em situações de comprovada deficiência nutricional. O CFM ainda acrescenta na sua última resolução sobre o assunto do ano de 2010: medidas higiênicas, dietéticas e de estilo de vida não podem ser substituídas por qualquer tratamento medicamentoso, suplementos de vitaminas, de sais minerais, de ácidos graxos ou aminoácidos.&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Médicos vão dar informações sobre diabetes]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=92454</link>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 15:29:45 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br>Brasília receberá a partir do dia 19 de outubro milhares de médicos brasileiros e do exterior, especialistas em tratar pessoas com diabetes. Eles virão participar do  <br>XVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes. <br> <br> <br>Os brasilienses, portadores ou não da doença, também estão convidados para o encontro. Este ano a comissão organizadora do evento promove um Fórum Aberto para esclarecer as dúvidas da população em geral, Será no dia 22, sábado, das 9h às 11h. <br> <br> <br>Para participar, basta fazer a inscrição gratuita no site do <font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="5"><a href="http://www.diabetes2011.com.br/forum-aberto"><font size="6">congresso</font></a>.</font>  <br> <br> <br> <br>Quem participar, poderá esclarecer dúvidas como: <br> <br> <br>Quem pode ter diabetes? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como é feito o diagnóstico? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O que fazer para viver com a doença? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quais os tipos de diabetes? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como é o tratamento? Há diferenças de acordo com o tipo de diabetes? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como controlar a doença? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O que devo fazer antes e após exercícios? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como fazer com a alimentação em festas, viagens? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O que fazer para evitar complicações? <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O que há de novo para tratar e prevenir? <br> <br> <br> <br><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">SERVIÇO</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"><br style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">Fórum Aberto sobre Diabetes</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">DATA: 22 de outubro</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">HORÁRIO: 9h às 11h</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">LOCAL:&nbsp; Auditório Ruth Cardoso - Centro de Convenções Ulysses Guimarães</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">Coordenação: Saulo Cavalcanti e Hermelinda Pedrosa </span><br style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">Palestrantes: Dra Claudia Pieper (RJ), Dr Carlos Eduardo Couri (SP), Psic Graça Câmara (SP), Enfa Sonia Grossi (SP), Nut Celeste Viggiano (SP), Ed Fis Luís Guilherme Porto (DF), Profa Lilian Fanny de Castilho (SP), Denise Franco (SP)</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"> <br> <br></font></div> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=92271</link>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 16:02:56 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="4">Medicação antiga pode ser promissora  <br>para melhorar a memória dos idosos</font> <br> <br></div><font size="3"> <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span> <br> <br> <br>Uma das principais queixas de saúde dos idosos é a memória que já não funciona como na juventude. Realmente, após os 60 anos de idade, pode-se identificar, através de testes psicométricos, um menor desempenho de algumas funções cognitivas, dentro de um universo que chamamos de envelhecimento cerebral normal. O melhor entendimento de como se dá esse declínio é de extrema importância para o desenvolvimento de intervenções clínicas que possam amenizar esse fenômeno. Pesquisadores chineses deram recentemente um grande salto nesse conhecimento e publicaram seus resultados na prestigiada revista <a href="http://www.nature.com/nature/journal/v476/n7359/full/nature10243.html"><font size="4">Nature</font></a>. <br> <br> <br>O estudo teve como objetivo a compreensão do funcionamento da memória de trabalho e o possível incremento de seus mecanismos. A memória de trabalho é aquela responsável pela retenção de informações recentemente adquiridas ou resgatadas pela memória de longo-prazo, mas que já não estão mais disponíveis no ambiente externo. É uma ferramenta crítica para uma série de funções cognitivas como a linguagem, planejamento e raciocínio lógico. É ela que nos permite resolver um problema do tipo: somar só com a cabeça os resultados de 2+2, 3+3, 4+4 e 5+5.  <br> <br> <br>Já é bem reconhecido que a base neural da memória de trabalho é a atividade neuronal persistente em áreas críticas como o córtex pré-frontal. Os pesquisadores chineses estudaram macacos de diferentes idades e demonstraram que as descargas neuronais no córtex pré-frontal entre os macacos mais velhos eram menores que nos jovens.&nbsp; A principal razão para esse menor nível de atividade com o envelhecimento é a redução das ramificações dos neurônios e alterações químicas que dificultam a atividade neuronal persistente. Os cérebros desses macacos foram então submetidos à aplicação de uma antiga droga para hipertensão arterial (guanfacina) e que teoricamente poderia resgatar o equilíbrio químico e incrementar a atividade neuronal. O resultado foi magnífico.&nbsp; A intensidade dos disparos neuronais entre os macacos idosos passou então a ser comparável ao dos jovens.  <br> <br> <br>Esses resultados abrem uma grande janela para novos tratamentos para melhorar o desempenho cerebral de idosos e já existe até um estudo clínico em andamento testando a eficácia da guanfacina para a melhoria de funções executivas nessa população. Já temos evidências também de que o treinamento cognitivo pode ajudar e ainda resta saber também se a abordagem farmacológica pode ter uma ação sinérgica com esse tipo de treinamento.&nbsp;  <br> <br>&nbsp; <br>* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp.  <br></font></div> <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Fique em forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=92065</link>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 14:15:29 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br></font><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="3">DIETA ADEQUADA NA GESTAÇÃO</font><br style="font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3">PROPICIA A SAÚDE MATERNO-FETAL</font> <br></div><font size="3"> <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Por Joana Lucyk*</span> <br> <br>&nbsp; <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f7af5eb5950c766a48ba91c294a076ec.jpg"> <br><font size="1"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Foto de Ariel Costa</span></font> <br> <br> <br>A necessidade de se avaliar o estado nutricional das gestantes mostra-se como prioridade para a saúde materno-infantil. Tanto a obesidade quanto a desnutrição constituem fatores de risco importantes, não apenas no decorrer da gestação, mas também após o término desse estado fisiológico, implicando em consequências tanto para a mulher quanto para a criança. <br>&nbsp; <br> <br>Para se ter uma ideia, o baixo peso materno pode implicar em baixo peso ao nascer (BPN), aumento da morbimortalidade neonatal, retardo de crescimento intra-uterino e risco de déficit psicomotor posterior. Já o excesso de peso gestacional está associado à ocorrência de partos cesáreos, mortalidade perinatal, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia (aumento da pressão arterial) e macrossomia fetal (crianças nascidas com peso superior a 4 kg). Além disso, gestantes obesas possuem maior risco de malformações congênitas, incluindo as do tubo neural, cardíacas e cefálicas. <br> <br> <br>Os problemas nutricionais podem interferir em maior ou menor grau nos desfechos da gestação. Para uma assistência pré-natal adequada, a alimentação saudável é essencial, permitindo reduzir o risco oriundo de um intervalo interpartal insuficiente e melhorando a qualidade da gravidez de mulheres sem risco atribuível à idade e número de gestações. <br> <br> <br>Para as futuras mamães que ficam receosas em relação ao aumento de peso, nada de desespero. O ganho de peso gestacional deve ser suficiente para garantir o adequado desenvolvimento do feto. Se a alimentação for adequada às necessidades nutricionais que esse período impõe, espera-se ganho médio de gordura de 3,5kg, que serão mobilizados posteriormente ao parto para a produção de leite. <br>&nbsp; <br> <br>O sangue materno, por exemplo, dependendo da altura da mulher chega a dobrar de volume, o que implica no aumento de peso na balança. Deve ser levado em consideração, também, o útero, que no início da gestação pesa em torno de 140g e chega ao final com quase 1000g. Portanto, além dos componentes fetais (líquido amniótico, placenta e o próprio feto), observa-se um aumento no peso dos componentes maternos para se garantir uma gestação saudável. <br> <br> <br>Para saber o peso ideal nessa fase, o Ministério da Saúde recomenda a utilização do método de Atalah, que se baseia no índice de massa corporal (IMC) corrigido para a idade gestacional. É um método bastante simples que mostra boa correlação com o estado nutricional da mãe e desfechos gestacionais, mas é necessário conhecer o IMC pré-gestacional, obtido por meio da divisão do peso antes da gestação ou, se desconhecido esse valor, por meio da divisão do peso até a 13ª semana de gestação, em quilos, pela altura ao quadrado e em metros. Para saber mais sobre o assunto, é necessária uma avaliação com um nutricionista, a quem caberá identificar o peso correto e uma alimentação adequada para a saúde do binômio mãe-filho <br>&nbsp; <br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">* Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. A especialista dirige a Clínica Saúde Ativa.</span><br style="font-weight: bold;"> <br>&nbsp; <br> <br></font></div> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[ONG promove encontro para pacientes com câncer de mama]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=91951</link>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 13:44:14 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">  <br>Com palestra sobre autoestima, sessão de maquiagem e fotos, oficina de arteterapia e informações sobre o câncer de mama para a paciente e sua família, ocorre no dia 11, terça-feira, o Encontro com a Autoestima. O evento será no Hospital Anchieta.  <br>  <br>  <br>A iniciativa, da Campanha Esperança e Vida, tem como objetivo ajudar as pacientes em uma das fases mais difíceis da doença: o tratamento e o enfrentamento de seus efeitos na qualidade de vida da mulher. Os encontros acontecem em clínicas e hospitais participantes da campanha de várias cidades brasileiras e este ano chega ao Distrito Federal.  <br>  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">Serviço</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Encontro com a Autoestima <br>Data: 11/10/11 (terça-feira)</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Local: Hospital Anchieta</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Horário: das 9h às 12h</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Endereço: Área Especial 8,9,10 - Setor C Norte - Centro Médico Hospitalar Anchieta (Cobertura). Taguatinga - DF</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Programação:</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">- Palestra sobre Resgate e Manutenção da Autoestima</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">- Coffee Break</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">- Atividade Temática “Modelo por um Dia”</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"></font></div>  <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=91726</link>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 13:43:39 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="4">Idosos envolvidos em trabalhos voluntários  <br>podem contar com mais anos de vida </font> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"> <br></div> <br></div><font size="3"> <br></font><div style="text-align: left;"><font size="3">Por Ricardo Teixeira* </font> <br><font size="3">Email: ricardo@icbneuro.com.br</font> <br></div><font size="3"> <br>Uma pesquisa recém-publicada pela <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21842999"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Health Psychology</span></a></font><font size="3">, periódico da Associação Americana de Psicologia, apontou que os idosos que fazem atividades voluntárias apresentam, em média, uma longevidade quatro anos maior. Mais instigante ainda foi o fato de que esse efeito positivo só foi demonstrado entre aqueles que se engajaram no voluntariado com a intenção de ajudar os outros, especialmente quando as atividades eram frequentes. Aqueles com motivações que poderiam ser classificadas como mais egoístas (ex: aprender uma nova atividade, ocupar o tempo) tiveram a mesma sobrevida dos não voluntários.  <br> <br>&nbsp; <br>Estudos anteriores já haviam demonstrado que as pessoas que se dedicam a trabalhos voluntários têm a percepção de terem um melhor estado físico e psicológico, apresentam menor risco de depressão, além de uma menor mortalidade.&nbsp; Será que esses efeitos do voluntariado são decorrentes apenas das interações sociais associadas às atividades? Os resultados do presente estudo sugerem que o fator social é só um dos possíveis mecanismos. <br> <br> <br>O voluntariado é capaz de aumentar a motivação e promover uma sensação mais profunda de sentido na vida. Quando a motivação é para ajudar o outro, essa sensação pode ser ainda mais forte, pelo sentimento de dedicação a algo maior do que a si próprio. Anteriormente à presente pesquisa, já tínhamos evidências de que quando o voluntário é orientado pelo altruísmo, este têm maior chance de apresentar um melhor equilíbrio psicossocial.  <br> <br> <br>Toda forma de voluntariado é legítima, mas quando a razão é focada em interesses próprios, a chance de estresse associada às atividades são maiores. Dessa forma, o trabalho voluntário pode deixar de trazer benefícios à saúde.  <br> <br>&nbsp; <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural </span> <br></font></div>
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		<title><![CDATA[Recado do dermatologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=91578</link>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 19:51:32 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">CICATRIZES DE ACNE</font></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br></span></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f7a71d4db0a61e2007be5e794395c122.jpg"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Fenelon</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A acne é uma doença que, além dos problemas que causa, pode deixar cicatrizes no rosto como seqüelas. Tanto a manifestação de cravos e espinhas quanto suas marcas atingem variadas graduações, do mais leve aos casos mais graves. Com o advento do laser na Medicina, houve um aprimoramento das técnicas para tratar o problema. Hoje, aplicações do laser CO2 Fracionado podem trazer resultados satisfatórios na eliminação de marcas e cicatrizes. A técnica remove o tecido epidérmico com as alterações, estimula o surgimento de um novo colágeno na área tratada, reestrutura e restaura a pele.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O tratamento com o Laser CO2 Fracionado acontece em duas etapas. Primeiro, utiliza-se o chamado Deep profundo, que estimula a produção de colágeno, provocando regeneração intensa da formação do colágeno e melhorando o aspecto da pele. Em seguida, é realizado o módulo Active FX, que age superficialmente em uma área direcionada e ocasiona a retração do colágeno, que estica a pele atingida e ajuda na correção da cicatriz.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quem tem acne, em qualquer idade, deve tratar do problema assim que surgir, procurando um dermatologista de confiança. Além das lesões ocasionadas pela doença, espremer os cravos e espinhas pode agravar o surgimento de manchas e cicatrizes na pele. Quando a manifestação da acne se dá em grau elevado, com o aparecimento de nódulos inflamatórios, as chances de surgirem cicatrizes é ainda maior. Em vez de sofrer com a doença, o paciente deve procurar ajuda de um especialista. Há remédios eficazes que controlam a oleosidade da pele, solucionam os problemas da acne e evitam, na origem, o surgimento de marcas e cicatrizes.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[Movimento, tontura e mal estar]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=91568</link>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 16:04:10 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br>A cinetose é um sintoma caracterizado pela sensação de enjôo ao andar em qualquer meio de transporte. O problema ocorre quando o corpo está parado e o ambiente está em movimento, gerando conflito de informações e perturbação do equilíbrio corporal. <br> <br> <br>Segundo ootoneurologista talo Roberto Torres de Medeiros, do Departamento de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, enjôos e vômitos provocados por sensação de movimento são comuns e acometem principalmente as crianças, uma vez que elas possuem o labirinto - centro de equilíbrio localizado no interior do ouvido - imaturo. “Tonturas, enjôos e até vômitos são gerados devido ao conflito das informações que são enviadas ao cérebro por meio da visão e do labirinto. A incapacidade do cérebro entender e assimilar quais informações estão corretas – a da visão ou a do próprio labirinto –, desencadeia esses sintomas”, explica Medeiros. <br> <br> <br> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f84a3aec1b0197cb8cb71dfa9277f7c8.jpg"></font> <br> <br> <br></div><font size="3">“Quanto mais intenso e frequente for o movimento cinético, maior a chance apresentar algum tipo de mal estar”, afirma o médico. As pessoas que têm náuseas em um carro são propensas a enjoar em barcos, trens, aviões e, principalmente, em brinquedos de parques de diversões, como carrossel e montanha russa. O problema deve-se à sensibilidade hereditária ou à imaturidade do funcionamento do labirinto e de suas vias que levam a informação para o cérebro. <br> <br> <br>Embora os enjôos e vômitos possam estar associados a algum tipo de distúrbio do movimento, esses sintomas podem também estar relacionados à má alimentação, que prejudica o funcionamento do labirinto. “Ao ingerir alimentos ricos em açúcares e gorduras, o paciente prejudica o funcionamento do labirinto e, consequentemente, fica mais vulnerável a esses sintomas”, explica o especialista. Em casos mais graves, nos quais a pessoa não consegue controlar os sintomas e inevitavelmente passa mal, é necessário recorrer a medicamentos que previnem esse transtorno.  <br> <br> <br>Um dos medicamentos mais indicados para tratar esse tipo de problema é a substância à base de dimenidrinato, um antiemético com ação anti-histaminica. Essa substância atua no sistema vestibular (responsável pelo equilíbrio) e na origem do vômito, inibindoos sintomas: náuseas e vômitos. Esse princípio ativo é seguro para gestantes e crianças. <br></font></div> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Bolo de cenoura sem glúten e sacarose. E com sabor de bolo]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=91419</link>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 16:56:17 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A nutricionista Angélica Aparecida Maurício, pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveu um bolo de cenoura sem glúten e sem sacarose, mas com aparência e sabor semelhantes ao do bolo de cenoura convencional.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O glúten é uma proteína presente no trigo, aveia, centeio e malte, e à qual os celíacos são intolerantes. Cerca de um milhão de brasileiros têm doença celíaca e necessitam de alimentação especial.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Angélica optou pelo bolo de cenoura por se tratar de um alimento que não leva leite na sua preparação - é isento de lactose - e que conta com maior concentração de vitamina A, proporcionada pela cenoura. Segundo a pesquisadora, os celíacos costumam apresentar deficiência de vitaminas lipossolúveis, como é o caso da vitamina A.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para chegar a um resultado que ficasse próximo ao do bolo comum, Angélica fez vários testes até chegar a uma formulação que oferecesse as características desejadas. "Eu substituí a sacarose pela sucralose. Também desenvolvi um mix de farinhas que pudesse proporcionar a consistência e a maciez próximas das do bolo de cenoura convencional. Usei basicamente farinha de arroz, fécula de batata, amido de milho e fubá, em diferentes proporções. Foram inicialmente 45 preparações. A partir dos melhores resultados de cada ingrediente, cheguei à formula final", explica.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os bolos produzidos a partir dessa receita foram submetidos a testes sensoriais, dos quais participaram tanto potenciais consumidores quanto equipes treinadas para testes, como o de Análise Descritiva Quantitativa (ADQ). "A avaliação foi muito positiva, principalmente quanto à maciez, doçura e aparência. As pessoas destacaram que eles ficaram muitos parecidos com o bolo convencional", assinala Angélica. De acordo com a nutricionista, a expectativa agora é que a tecnologia deixe a escala de bancada e possa ser aproveitada pela indústria.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Tchau chupeta, um livro para adultos e crianças]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=91363</link>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 16:08:19 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: left;"><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O desmame da chupeta, uma fase difícil para os pais e um sofrimento para as crianças. Tão difícil que os artistas Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Taciana Barros e Antonio Pinto fizeram uma música para incentivar as crianças a largarem a chupeta, no projeto Pequeno Cidadão, idealizado pelo grupo e seus filhos em 2009. E agora, a música virou livro, o Tchau Chupeta, que chega às livrarias no próximo mês, pela editora LeYa Brasil, em comemoração ao Dia das Crianças.  <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/0e1e128a7e433f491ddd2e79780c7fe2.jpg"></span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com ilustrações feitas por Cláudia Briza, o livro conta a história do personagem da música, através de imagens bem coloridas, que prendem a atenção das crianças, sugerindo que largar a chupeta pode ser mais divertido do que parece. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além dos desenhos, o livro ensina as crianças a desenvolverem a consciência ecológica, mostrando quanto tempo a chupeta e outros materiais levam para se decompor na natureza e a importância da reciclagem.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E como todo mundo já passou por isso, Taciana Barros e a ilustradora Cláudia Briza contam de que forma conseguiram largar as próprias chupetas e ser feliz, como diz a música, sem uma tampa de borracha para atrapalhar. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para ter uma prévia do livro, assista ao <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1bklffwG1MQ"><font style="color: rgb(0, 0, 153); text-decoration: underline;" size="5">video</font></a> com a música.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Ficha Técnica</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;">Título: Tchau Chupeta</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;">Autor: Antonio Pinto, Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra e Taciana Barros</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;">Ilustrações: Claudia Briza</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;">Formato: 20,5 x 22,5 cm</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;">Nº de páginas: 40</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Preço: R$ 29,90</span> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div> <br>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=91164</link>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 16:18:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <br>   <br><div style="text-align: center; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">O bocejo é mais do que um sinal de sonolência ou tédio.    <br>É uma forma de resfriar o cérebro   <br>  <br>  <br></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"></font>  <br></div><font size="3">   <br>   <br></font><div style="text-align: left;"><font size="3">Por Ricardo Teixeira*    <br>Email: ricardo@icbneuro.com.br   <br>   <br>   <br></font><div style="text-align: left;"><font size="3">O bocejo pode ser observado em todas as cinco classes de vertebrados, o que sugere que deva existir uma função adaptativa para esse fenômeno. Uma das formas de explicar o bocejo e seu caráter contagiante é a sua utilidade do ponto de vista social, com o potencial de sincronizar o conhecimento de um mau estado da mente ou do corpo num grupo de pessoas.&nbsp;&nbsp;    <br>   <br>   <br>Apesar da existência de inúmeras outras teorias que tentam explicar a razão biológica do bocejo, pouquíssimos estudos experimentais foram realizados para avançar esse conhecimento. Recentemente, uma pesquisa publicada pelo periódico Frontiers in Evolutionary Neuroscience apontou que o bocejo é mais freqüente em épocas do ano em que a temperatura do ambiente é menor que a do corpo, sugerindo que ele serve literalmente para esfriar a cabeça. A temperatura habitual do cérebro é de 37ºC com flutuações de 0.5ºC.&nbsp;    <br>   <br>&nbsp;   <br>Os pesquisadores avaliaram a freqüência de bocejo de 160 americanos do Arizona ao serem apresentados a imagens de gente bocejando, já que o bocejo tem o seu componente contagioso. Os resultados mostraram que no inverno as pessoas bocejam mais e isso é independente de outros fatores como umidade e tempo de sono na noite anterior. Quase metade dos voluntários do estudo bocejou durante o teste no inverno (temperatura média: 22º C) enquanto no verão (temperatura média: 37º C) a freqüência foi de apenas um quarto. Além disso, no verão, a freqüência de bocejo foi menor à medida que se ficava mais tempo em ambiente externo. Esse efeito da temperatura ambiente já havia sido demonstrado entre pássaros e macacos. &nbsp;    <br>   <br>&nbsp;   <br>Um dos pesquisadores da atual pesquisa já havia publicado em 2010 resultados revelando que o bocejo e o espreguiçar de um ratinho são desencadeados por aumento na temperatura do cérebro&nbsp;que por sua vez diminui logo após a realização de cada um dessas duas ações. O efeito de resfriamento do bocejo seria o resultado de uma maior troca de calor com o ambiente através das vias aéreas e até mesmo pelo ato de se espreguiçar. Essa troca de calor também é favorecida pela abertura da mandíbula e o conseqüente aumento do fluxo sanguíneo cerebral.&nbsp;Esses resultados apóiam a idéia de que uma disfunção da regulação térmica do corpo represente a principal explicação para os bocejos excessivos que podem acompanhar alguns transtornos neurológicos como a esclerose múltilpa.   <br>   <br>   <br>Há evidências também que o bocejo facilita a ativação do córtex cerebral em situações de transição de estado, como por exemplo, do sono para a vigília. Em animais, já foi demonstrado que o bocejo ocorre com maior freqüência na antecipação de eventos estressantes e em mudanças súbitas de um estado de alto grau de atividade para a calmaria. Entretanto, o mais provável é que o resfriamento cerebral seja a forma pela qual o bocejo colabore para a modulação cerebral nessas situações.   <br>   <br>&nbsp;   <br>* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp.    <br>   <br></font></div></div><div style="text-align: left;"><font size="3">   <br>   <br>   <br></font></div></div>   <br>
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		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Fique em Forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=91112</link>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 16:11:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">ENXAQUECA E ALIMENTAÇÃO:</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">DIETA ADEQUADA AJUDA A    <br>COMBATER DOR DE CABEÇA CRÔNICA</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Por Joana Lucyk</span></font>  <br>   <br>   <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f7af5eb5950c766a48ba91c294a076ec.jpg">   <br><font size="1">Foto de Ariel Costa</font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Muitos são os questionamentos sobre a enxaqueca, sempre cercada de mitos e verdades. Apesar de não ter cura, está comprovado que a alimentação contribui sobremaneira para evitar os efeitos indesejados. A dica número um é fracionar a alimentação, com intervalos máximos de três horas: intervalos maiores podem favorecer a diminuição dos níveis de glicose sanguínea e desencadear as crises.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para diminuir a possibilidade de crises, a dieta deve conter magnésio – presente nos vegetais em tons verde escuro e nos cereais integrais; ômega 03 - encontrado em peixes como sardinha, atum e na linhaça; triptofano – presente em alimentos como banana, nozes,&nbsp; aipo e&nbsp; feijão; e anti-histamínicos – encontrados nos alimentos fontes de vitamina C, como frutas e vegetais frescos e nas especiarias como o cravo, no orégano, no gengibre e na canela.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A cafeína é coadjuvante no tratamento de enxaqueca. Por isso, muitos medicamentos apresentam associação com a substância – como os analgésicos e anti-inflamatórios não esteroidais, que tem variação de 30 a 100mg de cafeína. Paradoxalmente, quando ingerida em bebidas e chocolates, por exemplo, pode ser fator causal do mal estar.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No rol dos alimentos que desencadeiam a enxaqueca, por alterarem o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, destacam-se: açúcar e doces em geral; álcool; glutamato monossódico - presente no shoyu e em alguns temperos prontos; nitratos e nitritos - encontrados em embutidos;tiramina - presente em chocolates, vinho tinto, queijos, amendoim, carne defumada; l'octopamina - nas frutas cítricas; e fenilalanina - encontrada no aspartame e em alguns alimentos industrializados.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É importante salientar que as respostas metabólicas variam de acordo com cada indivíduo, portanto, não existe uma receita pronta. É necessário identificar os alimentos capazes de aumentar a frequência das dores e eliminar os suspeitos, que poderão ser reintroduzidos cautelosamente.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">*<span style="font-weight: bold;"> Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. A especialista dirige a Clínica Saúde Ativa</span></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font>   <br></div>
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		<title><![CDATA[Descoberta ligação entre a demência frontotemporal e a esclerose lateral amiotrófica]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90990</link>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 16:49:43 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: left;"><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisadores norte-americanos, liderados por neurocientistas da Clínica Mayo (Estados Unidos), descobriram um defeito genético que, segundo eles, é a causa mais comum de duas formas diferentes mas hereditárias de doença neurodegenerativa — demência frontotemporal (DFT) e de esclerose lateral amiotrófica (ELA).   <br>   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Na edição online de 21 de setembro do jornal <font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="5"><a href="http://www.cell.com/neuron/fulltext/S0896-6273%2811%2900828-2#Summary">Neuron</a></font>, os médicos relatam que uma mutação não comum - uma sequência curta do DNA que é repetida milhares de vezes – foi encontrada em quase 12% das amostras de DFT familiar e mais de 22% das amostras de ELA familiar estudadas. Esta mutação também é o maior fator de risco detectado até agora para as formas mais comuns, não hereditárias e esporádicas, dessas doenças. Foi encontrado em 3% das amostras de DFT esporádica e 4% das amostras de ELA esporádica, na maior série de estudos clínicos da Mayo. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <br>   <br>“Essa descoberta pode levar à maior compreensão sobre como estas duas doenças neurodegenerativas se desenvolvem - além de poder nos indicar novas maneiras de tratar nossos pacientes”, diz a pesquisadora sênior Rosa Rademakers, neurocientista da Clínica Mayo de Jacksonville.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <br>   <br>A DFT é a segunda forma mais comum (depois da doença de Alzheimer) de início precoce de demência neurodegenerativa. Apresenta como características, mudanças de personalidade, comportamento e linguagem, devido à perda de massa cinzenta no lobo frontal do cérebro. A ELA destrói as células do motoneurônio que controlam atividades essenciais dos músculos, tais como falar, andar, respirar e deglutir. Normalmente, se torna fatal, depois de três a cinco anos de seu início. Recentemente, pesquisadores descobriram similaridades entre os dois distúrbios: até a metade dos pacientes com ELA experimentou sintomas da DFT e, da mesma forma, até metade dos pacientes com DFT desenvolveu sintomas clínicos da disfunção dos motoneurônios observados na ELA. As duas doenças podem também ocorrer na mesma família. Rosa Rademakers afirma que esse defeito genético explica uma grande quantidade de pacientes com DFT e ELA familiar. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <br>   <br></span></font></div>
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		<title><![CDATA[Sintomas de Alzheimer podem aparecer aos 40 anos]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90905</link>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 14:28:28 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Doença de Alzheimer é geralmenteassociada como um mal que afeta apenas os idosos. De fato, o distúrbio possui forte relação com o envelhecimento, pois é a forma de demência mais comum entre pessoas com mais de 65 anos, com uma prevalência de cerca de 5% na faixa de 65 e de 20% acima de 85 anos.“Apesar disso, é possível que os sintomas desta enfermidade comecem a partir dos 40 anos, ou até mais cedo, dependendo do caso”, alerta o psiquiatra Cassio Bottino, coordenador do Programa Terceira Idade da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.</span></font> <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><a href="http://dialogospoliticos.files.wordpress.com/2010/07/7beb4c243fcc0e0c33c7026e109f9ec6cb7d_alzheimer_1000x1154x0.jpg"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/90b3b989b0c48d15cc9c1d08123c660c.jpg"></a> <br> <br></div> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Conhecida como Doença de Alzheimer de Início Precoce (DAIP), a condição é caracterizada por um declínio mais rápido das funções cognitivas em pessoas com menos de 65 anos. “São casos mais raros e correspondem a 10% do total”, informa Bottino. Na maioria das vezes, as pessoas com histórico de DA em sucessivas gerações possuem maior predisposição para o desenvolvimento dos primeiros sinais da doença antes dos 65 anos. “A DAIP familiar é comumente verificada em famílias com múltiplos indivíduos afetados. Mas ela também pode ocorrer de forma esporádica - ou seja, sem antecedentes familiares – devido a uma mutação em um dos genes associados a DAIP”, explica o especialista.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os sintomas iniciais da DAIP não diferem daqueles que ocorrem com os pacientes idosos. “Lapsos de memória costumam ser os primeiros indícios a serem percebidos em casa e no trabalho. Podem vir acompanhados de um declínio funcional progressivo, que acaba comprometendo as atividades da vida diária”, informa Bottino. Alterações de orientação, atenção, cálculo e linguagem também podem confirmar o diagnóstico da doença, quando descartadas outras causas de demência.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Informação e observação são os primeiros passos a serem tomados quando há antecedentes familiares de Alzheimer e alterações frequentes na memória, no comportamento e nas atividades cotidianas. “Não há dúvidas que o diagnóstico precoce é a melhor forma de prevenir o avanço da doença e o comprometimento da qualidade de vida de idosos e dos adultos que possuem essa predisposição. Por isso, ter conhecimento sobre quais são os sintomas característicos e procurar um médico especializado assim que as primeiras mudanças forem percebidas é fundamental para o diagnóstico adequado e o início do tratamento”, adverte o médico.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Prato colorido, sorriso bonito]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90862</link>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 16:40:43 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br>Na odontologia há uma regra básica: evitar o açúcar é regra de ouro para o sorriso. “Contudo, poucos conhecem o papel das vitaminas e dos sais minerais para a saúde bucal”, afirma o ortodontista Wells Trigueiro. O fato é que quando esses nutrientes estão ausentes na dieta, a pessoa fica mais propensa ao aparecimento de doenças nas gengivas e cáries. <br> <br> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/47e867ea170c70761d3151feff181983.jpg"></font> <br></div><font size="3">&nbsp; <br> <br>“Estamos falando das seguintes vitaminas: A, C, D, K, vitaminas do complexo B e vitamina PP ou niacina”, diz o especialista. A deficiência da vitamina C, por exemplo, pode causar o escorbuto - inflamação da gengiva com fácil sangramento. “Ela é responsável pela síntese do colágeno e pela cicatrização dos tecidos”, explica Trigueiro. Já a ausência da vitamina D, que atua na absorção do cálcio e é sintetizada pelo organismo no contato da pele com o sol, pode dificultar a osseointegração - processo essencial nos implantes. <br>&nbsp; <br> <br>Os sais minerais também são protagonistas na formação das estruturas dos dentes, em especial cálcio, fósforo, flúor e magnésio. “O flúor é um importante elemento no controle das cáries e é bastante utilizado pela odontologia para prevenir o surgimento dessa doença bacteriana, fortalecendo o esmalte dentário”, ressalta. <br>&nbsp; <br> <br>Que ninguém se espante se o dentista solicitar alterações na dieta: “Na consulta inicial é necessário questionar os hábitos alimentares do paciente. Exames podem ser solicitados, para uma análise mais minuciosa. Quando necessário, podemos encaminhá-lo a um médico clínico geral, a um nutricionista ou, até mesmo, a um cardiologista. A partir de uma abordagem sistêmica, não há como isolar a saúde bucal dos demais aspectos”, diz o dentista. <br>&nbsp; <br> <br><span style="font-weight: bold;">TURBINE SUA ALIMENTAÇÃO:</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Vitamina A: gema de ovo, leite e derivados. Nos alimentos de origem vegetal (vegetais verdes escuros e laranjados) encontramos o betacaroteno que origina vitamina A no organismo;</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Vitamina C: vegetais e frutas frescas, principalmente as cítricas;</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Vitamina D: vegetais verdes escuros e leite e derivados;</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Vitamina K: vegetais verdes escuros;</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Vitamina PP: é mais conhecida como vitamina B3 ou niacina. Levedo de cerveja, peixes, aves, carne de vaca e amendoim;</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Cálcio: vegetais verdes escuros leite e derivados.</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Fósforo: carnes, aves, peixes, ovos e grãos.</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Flúor: água.</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Magnésio: vegetais verdes escuros e cereais integrais. <br> <br><br style="font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">&nbsp;</span> <br></font></div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90790</link>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 12:50:29 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por que tantas pessoas sofrem de dor de  <br>cabeça e nem se queixam disso ao médico?</span></font> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"> <br></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: left;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dor de cabeça é um problema que afeta cerca de 50% da população em todo o mundo e, em países como os Estados Unidos e o Canadá, estima-se que até um terço dessas pessoas jamais chegou a procurar um serviço médico para cuidar desse problema. A grande maioria acaba usando analgésicos sem orientação médica o que pode, em alguns casos, dificultar ainda mais o controle das crises de dor. No Brasil as coisas não são muito diferentes. É o que aponta uma pesquisa recém-publicada pelo <a style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1526-4610.2011.01977.x/abstract">Headache</a>, periódico oficial da Sociedade Americana de Cefaléia.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisadores da Faculdade Pernambucana de Saúde, Universidade de Pernambuco e Instituto de Medicina Integral Fernando Figueira avaliaram 200 pacientes adultos atendidos em três diferentes Unidades Básicas de Saúde da cidade do Recife-PE. Aqueles que referiam ter apresentado pelo menos um episódio de dor de cabeça nos últimos 12 meses responderam a um questionário para melhor caracterização do quadro clínico.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os resultados mostraram que 52% dos pacientes avaliados referiram ter apresentado dor de cabeça nos últimos 12 meses, mas apenas 10% haviam procurado um médico por esse motivo. O problema já acontecia em média há 10 anos e as mulheres representavam quase 80% dos pacientes. Como já esperado, os diagnósticos mais freqüentes eram os de cefaléia tensional episódica e enxaqueca, os tipos de dor de cabeça mais comuns em nível global. <br>&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Aqueles com cefaléia tensional quase não buscaram um médico para orientação, enquanto quase metade dos que tinham o diagnóstico de enxaqueca já havia procurado assistência médica. Além disso, aqueles que não foram atrás de assistência tinham níveis de redução da qualidade de vida por conta das dores não menos significativos do que os que procuraram ajuda. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A principal razão para a não ir ao médico foi o fato dos analgésicos conseguirem controlar as crises de dor, sendo que onze por cento disseram que era porque acreditavam que a dor era secundária a problemas como pressão alta, alterações emocionais e da visão. Essa é uma idéia muito arraigada em nossa cultura, mas essas não são nem de longe as principais causas de dor de cabeça. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Onze por cento desses pacientes que não buscaram ajuda apresentavam mais de 10 dias de dor por mês, resultados que são compatíveis com pesquisas que apontam que a condição de dores de cabeça quase diárias é mais comum no Brasil. Fatores que podem ajudar a explicar esse cenário são o fácil acesso a analgésicos sem prescrição médica e a falta de informação da população de que uma das principais causas de dor de cabeça crônica é o uso exagerado de analgésicos. São comuns em nosso meio os informes publicitários de analgésicos para dor de cabeça, mas não vemos campanhas que esclareçam que o tratamento em muitos casos necessita de uma medicação para prevenir as crises. Essas medicações não são os analgésicos. No presente estudo, mais da metade dos pacientes que não buscaram ajuda eram fortes candidatos a um tratamento profilático.&nbsp; </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os resultados são muito próximos aos de estudos anteriores realizados em Unidades de Saúde Básica no estado de São Paulo. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp</span></font> <br> <br> <br></div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Consulta aberta de cirurgia plástica]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90700</link>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 20:21:53 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Anote na agenda. Neste sábado, 11h30, consulta aberta de cirurgia plástica no Bazar da Moda - Revista do Correio.  <br> <br> <br>Nas tendas montadas no Pontão do Lago Sul, os cirurgiões plásticos Luciano Chaves e Carlos Carpaneda, membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, vão esclarecer dúvidas dos participantes.  <br></font></div>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do dermatologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90689</link>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 18:08:42 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4">O carlor e os odores do corpo</font></font> <br></div><font size="3"> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f7a71d4db0a61e2007be5e794395c122.jpg"> <br> <br> <br>Ricardo Fenelon* <br> <br> <br> <br>Não há quem não se incomode com alguns odores do corpo, como os desagradáveis chulé e cecê. Nessa época de calor, então, aumentam as chances de ter um conhecido próximo a nós com esses problemas, ou de nós mesmos virmos a exalar esses odores. Ambas as situações são constrangedoras, mas nem sempre essas manifestações estão ligada à higiene pessoal, como muita gente imagina. Podem ser sintomas de distúrbios, felizmente curáveis. E a melhor notícia: esses incômodos podem ser evitados. <br> <br> <br>Os odores causados pelo chamado cecê e pelo chulé têm a mesma origem: a bromidrose, que é o nome científico para alterações no cheiro do suor. A transpiração em si não possui cheiro algum. Mas, em contato com bactérias que se instalam na superfície da pele, o suor transforma-se em ácidos graxos voláteis, que causam o mau cheiro. É importante procurar um dermatologista de sua confiança para passar produtos, geralmente de uso tópico, para reverter o processo e eliminar os odores. <br> <br> <br>Para evitar esses problemas, há algumas dicas úteis. No caso específico do chulé, evitar sapatos fechados por uso prolongado, secar bem os pés antes de calçá-los, usar produtos anti-sépticos como talcos e desodorante e, sempre que puder, colocar o sapato ao sol. Já para o cecê, as dicas são: usar sabonetes anti-sépticos na região das axilas, aplicar sempre após o banho&nbsp; desodorante com substâncias antibacterianas e antifúngicas e lavar bem a roupa para retirar resíduos de suor. <br> <br> <br>Ricardo Fenelon é dermatologista <br></font></div> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Pessoas com câncer de pulmão pouco sabem sobre a doença]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90636</link>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 16:22:42 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br>O paciente com câncer de pulmão é carente de informações e tem medo da doença. Estas conclusões constam da pesquisa Câncer de Pulmão: a Visão dos Pacientes, encomendada pela Pfizer e realizada pelo Instituto Ipsos, com 201 entrevistados este ano em seis regiões metropolitanas brasileiras. Vinte pessoas com este tipo de tumor foram ouvidas no Distrito Federal. <br> <br> <br>Entre os principais achados do estudo, <font size="5">51%</font> dos pacientes afirmam que não sabiam nada sobre a doença e outros <font size="5">33%</font> dizem que sabiam pouco sobre o tema antes do diagnóstico. Esse desconhecimento por parte dos pacientes apresenta uma contrasdição: quando questionados sobre fatores relacionados ao câncer de pulmão, eles responderam corretamente sobre o cigarro, que ficou em primeiro lugar, com <font size="5">90% </font>das menções. Logo em seguida, os participantes da pesquisa confirmam a falta de conhecimento sobre a doença, ao apontarem hereditariedade e fatores genéticos <font size="5">(49%)</font> e, em terceiro lugar, sentimentos negativos como mágoas, tristeza, angústia e aborrecimento (36%). Além disso, <font size="5">42%</font> concordam que as doenças têm origem na alma. Outros <font size="5">47%</font> dos entrevistados concordam que não adianta tentar prevenir a doença – se tiver que aparecer, ela aparecerá.  <br> <br> <br>O coordenador da pesquisa, o oncologista Arthur Katz, é enfático ao falar sobre as causas deste tipo de tumor maligno.<font style="color: rgb(255, 102, 0);" size="4"> “<span style="color: rgb(255, 0, 0);">Em 1º lugar está o tabagismo, em 2º o tabagismo e, em 3º, também o tabagismo”.</span> <font style="color: rgb(51, 0, 51);" size="3">O levantamento reflete essa realidade, já que 76% dos entrevistados fumavam no momento do diagnóstico ou já haviam fumado em algum momento da vida. </font></font> <br> <br> <br></font></div> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Ortopedistas mais uma vez alertam sobre a violência no trânsito ]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90572</link>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 15:54:31 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Neste domingo, das 10h às 12h, os ortopedistas vão se reunir nas praças de 11 Capitais brasileiras, para uma campanha simultânea pela redução dos acidentes de trânsito. Em Brasília as atividades serão no Parque da Cidade, no estacionamento principal (o da administração). </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O coordenador da campanha da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), Paulo Lobo, afirma que apesar do Brasil estar engajado na Década pelo Trânsito Seguro, estabelecida pela ONU, o país precisa fazer muito mais. “Os acidentes de trânsito crescem tão rapidamente no Brasil que é possível que até o 2020 se transformem na maior causa de morte, ultrapassando doenças cardiovasculares e câncer”, acredita o médico brasiliense.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/4779a2d685b23a4e03a2e7e6023c898e.jpg"> <br><font size="1">Foto de Monique Renne - D.A Press</font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Na opinião dele, os médicos que vivem o dia a dia dos hospitais e que convivem o imenso sofrimento das vítimas do trânsito, por vezes amputadas ou tornadas inválidas, resolveram unanimemente dedicar o Dia do Ortopedistapara uma campanha de redução do número de acidentes.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além de faixas informativas alusivas à campanha, a SBOT vai distribuir em todas as Capitais folders especialmente confeccionados, com dados sobre a gravidade do problema. O trabalho revela que com <font style="color: rgb(204, 0, 0);" size="5">1,3 milhão de mortes</font> anuais no mundo, o trânsito já se tornou a principal causa de morte na faixa etária dos 15 aos 29 anos e provoca ferimentos em 50 milhões de pessoas anualmente.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font> <br> <br></div>
		]]>
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		<title><![CDATA[Cirurgiões plásticos participam de workshop no Bazar da Moda]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90498</link>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 19:51:17 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Você quer fazer uma lipoaspiração, colocar implante de silicone ou remodelar o nariz&nbsp; e nãos sabe detalhes sobre a operação. Uma boa sugestão é participar neste sábado do workshop tira-dúvidas com os cirurgiões plásticos Carlos Carpaneda e Luciano Chaves, membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. A sessão será um dos pontos altos do <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/revista/2011/08/19/interna_revista_correio,266233/bazar-da-moda.shtml"><font style="color: rgb(0, 0, 153);" size="5"><span style="text-decoration: underline;">Bazar de Moda</span></font></a>, que ocorre neste final de semana no Pontão do Lago Sul. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90388</link>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 14:25:59 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A incerteza pode ser pior do que notícia ruim </span></font> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div></div><font size="3"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quando alguém nos fala: tenho duas notícias pra contar, uma boa e outra ruim. Qual você quer ouvir primeiro? A grande maioria responde que quer ouvir a ruim antes. Reconhece-se que o ser humano tem uma tendência a dar mais atenção a informações negativas do que às positivas. Ter consciência de informações negativas, e presumivelmente ameaçadoras, pode ser visto como um traço de adaptação da espécie.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E o que dizer do incerto? Numa situação em que alguém nos diz: Tenho uma coisa pra te contar. Você quer ouvir? Poucos devem duvidar que a maioria nessa situação diria: conta logo!&nbsp; </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A incerteza é vista pela psicologia como a antecipação de uma ameaça pouco definida. Se a exposição a um estímulo negativo representa uma ameaça, a exposição ao desconhecido pode ser ainda mais ameaçadora, já que não se sabe o tamanho do inimigo (ou do amigo). Alguns estudos nos mostram que o suspense da incerteza gera mais alterações fisiológicas associadas à ansiedade do que o confronto a estímulos negativos bem definidos. Uma pesquisa recente publicada na revista Psychological Science aponta ainda que, entre indivíduos com traço de personalidade neurótico, a resposta de ansiedade ao incerto é ainda mais marcante. Os autores, psicólogos da Universidade de Toronto, concluem de forma provocativa: “As pessoas, especialmente as com altos níveis de neuroticismo, preferem um capeta conhecido a um capeta que ainda não conhecem”.&nbsp; </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E quanto mais rápida a informação vier, melhor a experiência para o cérebro. A revista <a href="http://www.nature.com/neuro/journal/v14/n9/abs/nn.2902.html"><font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="4">Nature Neuroscience &nbsp;</font></a>  <br>publicou em sua última edição um estudo que revela os macacos também querem saber das coisas o mais rápido possível, e que do ponto de vista neuroquímico, esse acesso adiantado à informação é semelhante ao de outros tipos de recompensa cerebral. Neste caso, o experimento envolvia a recompensa de uma quantidade de água maior ou menor. Outras pesquisas têm mostrado que, quando o assunto em questão envolve uma experiência negativa, a preferência por acesso rápido à informação é ainda maior. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Fique em Forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90349</link>
		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 12:20:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div><div style="text-align: center;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>SAIBA COMO EVITAR AS CÃIBRAS POR MEIO DA NUTRIÇÃO</b></font></div><div style="text-align: center;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>  <br></b></font></div><div style="text-align: center;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>*Por Joana Lucyk <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/e552493c09dfbaf5481e70e6da074261.jpg"> <br><font size="1">foto de Ariel Costa <br></font></b></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><font size="1"> </font> <br></b></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em uma época na qual atividade física e alimentação balanceada são sinônimos de longevidade, muitos se deparam com desconfortos musculares: as conhecidas cãibras. Elas podem ser definidas como contrações intensas involuntárias que ocorrem geralmente após exercícios físicos extenuantes. Durante o sono, na gestação, em doenças neuromotoras e endócrinas e também em desordens metabólicas elas podem aparecer.</font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para entender mais sobre o incômodo, voltemos no tempo. As primeiras referências sobre cãibras surgiram há mais de 100 anos, detectadas em mineiros, bombeiros e funcionários de navios a vapor que trabalhavam em condições quentes e úmidas e apresentavam intensa sudorese. De lá para cá são várias as teorias formuladas na tentativa de se explicar a etiologia da cãibra - entre elas se destacam as Teorias Metabólica, Ambiental, da Desidratação e Eletrolítica.</font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo a Teoria Metabólica, o músculo ficaria intoxicado de substâncias que estimulariam a atividade contrátil como, por exemplo, amônia e ácido lático. A Teoria Ambiental sugere que as cãibras são consequência de temperaturas extremas, frio ou calor. No frio, em decorrência da vasoconstrição haveria diminuição do fluxo sanguíneo para os músculos e, no calor, a intensidade das reações bioquímicas seria maior, favorecendo, assim, o aumento da atividade contrátil. Ambas são teorias falhas.</font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Já a Teoria da Desidratação sugere que a perda de água via sudorese é tão intensa que poderia provocar desequilíbrio nos fluidos corporais e, assim, interferir na capacidade contrátil dos músculos esqueléticos. Para a Teoria Eletrolítica, junto da água perdida, eletrólitos se vão e o desequilíbrio explicaria a cãibra muscular. Sódio e potássio, por serem essenciais para o potencial elétrico e para a contração muscular, seriam os principais nutrientes envolvidos nesse processo. De qualquer forma, os estudos evidenciam que o eletrólito que mais se relaciona à cãibra é o sódio, seja seu excesso ou sua falta. Logo, nem sempre a banana é o melhor alimento para a prevenção de cãibras, já que os estudos evidenciam constantemente a falta de sódio, e não a de potássio, principal eletrólito presente neste alimento.</font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Portanto, em relação à nutrição, manutenção de hidratação e reposição eletrolítica são medidas eficazes na prevenção das cãibras durante a prática de atividade física. Uma bebida ideal teria a concentração de sódio de 500 a 700mg/litro, de 4 a 8% de carboidratos e a temperatura menor que a ambiente ou entre 15 e 22ºC. Nesse quesito, a que mais se assemelha é isotônica, mas os repositores hidroeletrolíticos e a água de coco também são boas opções, porém nem sempre a concentração de potássio e sódio é a ideal. É fundamental evitar fadiga precoce dos músculos com alimentação e hidratação adequadas.</font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>* Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. A especialista é Diretora da Clínica Saúde Ativa.</b></font></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div></div><div style="text-align: left;"><font class="Apple-style-span" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <br></font></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Descoberto gene responsável pela dor]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90290</link>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 17:07:30 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Um gene responsável pela regulação da dor crônica, chamada HCN2, foi identificado por cientistas da Universidade de Cambridge (Grã-Bretanha). <br> <br> <br>A pesquisa, publicada hoje pela revista <a href="http://www.sciencemag.org"><font size="5">Science</font></a>, abre a possibilidade do desenvolvimento de drogas para bloquear a proteína produzida pelo gene, a fim de combater a dor crônica. <br> <br>Há vários tipos de dores crônicas ou de longa duração, sendo as mais comuns a artrite, a dor nas costas e as dores de cabeça. <br> <br></font></div> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Debate online sobre epilepsia]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90177</link>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 16:10:34 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A epilepsia é uma doença neurológica grave, afetando três milhões de brasileiros a cada hora. Infelizmente, até hoje é comum ouvir ideias erradas e crenças, devido ao desconhecimento e ao estigma que cerca o distúrbio. Para mudar esta perspectiva,&nbsp; a ONG Assistência à Saúde de Pacientes com Epilepsia promove amanhã um debate online para esclarecer mitos e dúvidas sobre a doença.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O evento será às 14h. Para assistir basta acessar o site da <a href="http://www.fcm.unicamp.br/videoconferencia"><font size="5">videoconferência</font></a>.&nbsp; A palestra lembra o Dia Nacional e Latino-americano de Conscientização da Epilepsia, 9 de setembro, e conta com o apoio da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas (Unicamp). </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Site traz dicas sobre doença de Crohn e retocolite ulcerativa]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90084</link>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 19:45:29 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		    <br>    <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Uma boa dica para quem é portador de uma doença inflamatória intestinal, como doença de Crohn e retocolite ulcerativa. O site <a href="http://www.dii.com.br/publicoGeral"><font size="7"><font style="color: rgb(51, 51, 255);">DII</font></font></a>     <br>traz informações sobre o distúrbios, tipos de tratamentos, dicas nutricionais, dificuldades encontradas pelos pacientes e familiares para enfrentar a doença, além de estimular a qualidade de vida e desmistificar as doenças relacionadas. O conteúdo do portal é dividido entre público leigo e especialistas.    <br>    <br>    <br>Para o médico Adérson Damião, gastroenterologista do Departamento de Gastroenterologia da Universidade de São Paulo (USP), divulgar informações sobre doença inflamatória intestinal é o primeiro passo para promover a conscientização e aceitação da doença. “O site mostra o que é a DII usando uma linguagem acessível. Trata-se de uma alternativa para dar à população informações eficazes que desmistifiquem essas doenças e simplifiquem a rotina dos pacientes”, ressalta.     <br>    <br>    <br></font></div>    <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=90006</link>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 14:55:49 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Enxaqueca tem cura? </span></font> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Email: ricardo@icbneuro.com.br </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ouço frequentemente no consultório uma pergunta que costuma vir acompanhada de uma entonação pessimista: “Então doutor? Pelo jeito, enxaqueca não tem cura mesmo, não é?” Cura? Vamos conversar melhor sobre esse assunto.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os órgãos do nosso corpo apresentam um sistema de dor que nos serve como um alarme. No caso do cérebro de uma pessoa que tem enxaqueca, essa tarefa é realizada pelo nervo trigêmeo em conjunto com os vasos sanguíneos cerebrais que são capazes de disparar o fenômeno de dor. Essa é uma forma de entender a enxaqueca como um fenômeno de proteção do cérebro que nos avisa que algo não está bem. Tanto os neurônios como os vasos cerebrais estão envolvidos como principais protagonistas da enxaqueca, mas ainda há muito por se descobrir. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Podemos dizer que a pessoa que apresenta enxaqueca tem um cérebro que funciona um pouquinho diferente. É um cérebro que se excita com mais intensidade a diferentes estímulos externos, como é o caso da luminosidade e cheiros, ou a estímulos internos, como por exemplo, a privação de sono e o estresse psíquico. Sabemos que essa super-excitação cerebral, condição determinada geneticamente, predispõe o indivíduo com enxaqueca à liberação de componentes neuroquímicos que podem desencadear a dor de cabeça. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Felizmente, a maioria das pessoas que tem enxaqueca apresenta crises mensais ou até menos do que isso. Quando as crises atingem uma freqüência maior ou igual a três vezes por mês, ou uma freqüência até menor, mas sem resposta satisfatória aos analgésicos, um tratamento profilático é indicado. Esse tratamento é feito através do uso diário de uma medicação independente da presença de dor e por um período de pelo menos seis meses.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um tratamento de sucesso é aquele que consegue reduzir a intensidade e freqüência das crises em pelo menos 75%. Pode-se perceber que a meta não é a cura, pois mesmo após o sucesso do tratamento, a pessoa pode continuar a apresentar crises esporádicas, especialmente quando enfrenta situações que já são reconhecidas como precipitantes de crises. Essas situações são muito individuais e, por isso, listas de proibições rígidas podem ser mais penosas do que benéficas ao paciente.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Enxaqueca não se cura, mas pode ser controlada. Parando para pensar, quais são as condições clínicas que realmente podem ser curadas? Talvez você não consiga enumerar mais exemplos do que o número de dedos que tem na sua mão.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Estilo de vida diminui a eficácia do sêmen ]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=89738</link>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 14:19:53 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br>Atenção homens! O hábito de fumar, o uso excessivo de bebidas e a alimentação desregrada influenciam a qualidade do sêmen. A conclusão é de um estudo no Instituto Sapientiae, vinculado ao Fertility - Centro de Fertilização Assistida e à Faculdade de Medicina de Jundiaí (São Paulo). <br> <br> <br>“Foram entrevistados e analisados 250 homens submetidos a técnicas de fertilização assistida. Chegamos à conclusão de que o cigarro e o consumo elevado de álcool geram um impacto negativo na fertilidade masculina. Essas substâncias aumentam o estresse oxidativo sistêmico, empobrecendo a qualidade do esperma”, diz o médico Edson Borges, especialista em Reprodução Humana.  <br> <br> <br>O médico também chama atenção para outro hábito que reduz as chances de uma fertilização assistida bem-sucedida: o elevado consumo de carne vermelha e gorduras. “Nesse mesmo estudo também observamos que a chance de gravidez é reduzida pelo consumo deste tipo de alimento, especificamente por conta dos efeitos negativos que xenoestrogênios e esteróides anabolizantes - tóxicos sintéticos presentes em maior ou menor medida nas carnes industrializadas - desempenham no sistema reprodutor masculino.”  <br> <br> <br></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[Nutricionistas vão combater a obesidade, a fome e o desperdício de alimentos]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=89665</link>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 15:51:35 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">  <br>Em uma das contradições da atualidade, os índices de obesidade, fome e desperdício de alimentos aumentam a cada dia. Tanto que uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde constatou que temos hoje 300 milhões de obesos no mundo, sendo que 5,6% se encontram no Brasil.   <br>  <br>  <br>Com essa preocupação o Conselho Federal de Nutricionistas lança a campanha <font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="5">Fome, Obesidade e Desperdício – Não alimente este problema</font>. No Distrito Federal, a campanha será lançada amanhã na praça central do Shopping Pátio Brasil,&nbsp; com atendimento das 10h às 22h No estande haverá um nutricionista de plantão para uma rápida consulta e esclarecimento de dúvidas, com distribuição de folders e brincadeira para os participantes com a premiação de um prato artístico - assinado por Athos Bulcão.  <br>  <br>  <br>Segundo a presidente do Conselho Regional de Nutricionistas da 1ª Região, Mara Saleti De Boni, o objetivo é conscientizar o público e incentivar uma atitude mais concreta para o combate à fome, obesidade e desperdício. A campanha será realizada simultaneamente em outras cidades brasileiras (Belém, Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo).  <br>  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">Serviços:</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Campanha Fome, Obesidade e Desperdício – Não alimente este problema</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Local: Praça Central do Pátio Brasil Shopping</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Data: 31 de agosto de 2011</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Horário: 10h às 22h</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Mais informações no site do <a href="http://www.crn1.org.br">Conselho Regional de Nutricionistas da 1ª Região</a></span><br style="font-weight: bold;">  <br></font></div>  <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=89559</link>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 12:32:43 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pode acreditar. A fé é um grande aliado da saúde</span></font> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira*  <br>Email: </span></font><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">ricardo@icbneuro.com.br </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Alguns enxergam a religiosidade simplesmente como uma forma de controle social, algo maior vigiando o comportamento humano. Outra forma de entendê-la é pensar que a evolução da espécie humana favoreceu a experiência religiosa como um mecanismo que ajuda a manter comunidades unidas e também a promover um melhor auto-controle mental. A princípio, quando uma meta é encarada como sagrada, o indivíduo teria maior tendência em se esforçar para alcançá-la. Mais do que isso, o sagrado abastece a mente humana no desafio de pensar sobre a vida e a morte, e em tempos mais remotos, era fundamental para o entendimento dos sonhos e fenômenos da natureza. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Marx, Freud, Weber, entre tantos outros, defenderam a idéia de que a modernidade reduziria a influência das crenças religiosas na sociedade. No Brasil, nos últimos 20 anos, houve um discreto aumento na porcentagem de brasileiros que dizem não ter uma religião: em 1991 essa cifra era de 4.75% e em 2009 passou para 6.7%. Entretanto, é notório que a humanidade continua com altos índices de religiosidade. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">A religiosidade tem seu lugar no cérebro?</span> A neurociência tem demonstrado que a experiência religiosa estimula circuitos cerebrais do neurotransmissor dopamina, os mesmos circuitos que são considerados disfuncionais em transtornos neuropsiquiátricos em que a hiperreligiosidade faz parte do quadro clínico, como é o caso da epilepsia do lobo temporal, esquizofrenia, mania e transtorno obsessivo-compulsivo. Sistemas cerebrais da serotonina também parecem estar implicados, já que drogas que têm influência sobre eles são facilitadoras da experiência religiosa. Entre essas drogas podemos citar o LSD, mescalina, ecstasy, e o chá de Ayahuasca utilizado pelo Santo Daime e União do Vegetal. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quando pensamos na influência da fé na evolução de problemas de saúde, vale a pena refletir sobre o poder do efeito placebo. A origem do termo é o verbo placere do latim que significa AGRADAREI. A simples expectativa positiva de que um tratamento pode nos fazer bem já é capaz de provocar mudanças fisiológicas em nosso corpo, e esse é o chamado efeito placebo. Pessoas que apresentam boa resposta ao placebo apresentam circuitos cerebrais de dopamina com maiores concentrações desse neurotransmissor. Também há evidências de que as concentrações dos opióides endógenos e de serotonina são influenciadas pela expectativa positiva. Isso tudo pode ter repercussões sobre o sistema imunológico e favorecer a evolução de uma condição de saúde. Se uma pílula de farinha já é capaz de provocar esses efeitos, podemos tentar imaginar o que a prece ou um ritual religioso pode promover. Esse é um modelo que a ciência tem para explicar os efeitos da fé sobre a mente e o corpo. Isso não quer dizer que outros mecanismos ainda intangíveis não possam ser descritos no futuro. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">A religiosidade faz bem mesmo à saúde?</span> Já temos um razoável corpo de evidências que indivíduos com uma maior vivência religiosa / espiritual têm uma maior capacidade de lidar com o estresse emocional, uma melhor saúde mental de forma geral e, em situações de doença, cooperam mais com o tratamento. Além disso, o envolvimento com uma comunidade religiosa está associado a uma maior rede social, e há tempos sabemos que pessoas socialmente integradas têm menos chance de adoecer, e quando doentes, a rede social é uma das principais fontes de apoio. Esse pode ser um dos principais fatores que explicam resultados de maior longevidade entre as pessoas com maior religiosidade. Assume-se também que essas pessoas têm a tendência a apresentar hábitos de vida mais saudáveis. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Entretanto, as crenças religiosas nem sempre estão a favor da saúde do paciente, já que podem em alguns casos dificultar a aderência ao tratamento com idéias do tipo: esse é o desejo de Deus; Deus me abandonou; esse é o meu destino; esse é o meu castigo; etc. Em situações como essas, é bem razoável que a equipe de saúde esteja minimamente preparada para abordar dimensões religiosas / espirituais do paciente e assim aumentar a aderência e sucesso do tratamento.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A abordagem da religiosidade de um paciente não precisa ser um bicho de sete cabeças. Algumas doenças podem ter um efeito devastador na vida de um paciente e suas famílias, especialmente no caso do câncer e de doenças degenerativas e progressivas como a Doença de Alzheimer. Perguntas comuns nessas situações como Por que comigo? Por que com meu filho? Por que isso tudo? dão-nos uma seus familiares pode estar se abrindo: a dimensão espiritual.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estudos revelam que mais de 90% dos médicos acreditam que a religiosidade dos pacientes deve ser considerada. Entretanto, apenas 30% dos médicos acreditam que isso deve ser efetivamente abordado, e só 10% adotam essa prática, mesmo entre pacientes terminais. Por outro lado, sabemos também que são bastante ruins os indicadores que medem a satisfação de pacientes quanto ao cuidado dispensado pela equipe de saúde aos seus aspectos emocionais e espirituais.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">As pessoas com maior religiosidade são mais felizes? </span>Já é bem reconhecido que a percepção do quanto nos sentimos felizes é influenciada pelo quanto exercitamos algumas dimensões de nossa experiência humana como a gratidão, gentileza, altruísmo e otimismo. Difícil discordar que a prática religiosa seja uma inestimável ferramenta para exercitar essas virtudes. Além disso, a dedicação a algo maior do que si próprio, a sensação de significado na vida e de fazer parte do todo, são condições que estão associadas à auto-percepção de felicidade e, mais uma vez, a religiosidade é uma das principais formas para se vivenciar essas experiências.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Fique em Forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=89511</link>
		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 13:06:38 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">PARAR DE FUMAR TAMBÉM</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É UMA QUESTÃO DE NUTRIÇÃO</span></font><br style="font-weight: bold;">  <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Por Joana Lucyk <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/e552493c09dfbaf5481e70e6da074261.jpg"> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="1">Foto de Ariel Costa</font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já está mais que comprovado que o tabaco traz grandes malefícios para a saúde. Na relação cigarro-alimentação, há fatores determinantes para passar longe da fumaça. Os danos vão desde a não percepção dos sabores à diminuição da produção da saliva. Além disso, a nicotina aumenta o consumo de oxigênio, favorecendo a ação dos radicais livres, que danificam as estruturas celulares e comprometem seu funcionamento.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O tabaco também estimula a secreção gástrica, alterando os níveis de glicose e colesterol sanguíneos, provocando com isso a redução da concentração sérica de vitamina C, tão primordial na proteção contra os radicais livres. Já a fumaça, composta por mais de 4.700 substâncias, favorece a resistência à insulina e a deposição de gordura central.&nbsp; Filhos gerados por mães fumantes ganham como herança risco elevado de baixo peso ao nascer e predisposição para maior consumo de carboidratos na vida adulta.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Parar de fumar envolve mudança de hábitos, o que inclui cuidar da alimentação e adotar uma atividade física regular. Portanto, o medo de engordar não deve ser fator impeditivo para a interrupção. A orientação para evitar a compulsão alimentar é estabelecer uma dieta anti-inflamatória rica em substâncias antioxidantes que modulam a ação do cortisol e promovem a produção de serotonina. É importante investir em vegetais, sucos naturais e frutas. O bom consumo de água também ajuda a desestimular o hábito. Vale evitar bebidas alcoólicas e alimentos ricos em cafeína, que contribuem para o desejo de fumar.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">*Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. A especialista dirige a Clínica Saúde Ativa.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div>  <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Dia de luta contra o cigarro no Parque da Cidade]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=89466</link>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 17:56:51 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br> <br>A partir das 8h, quem for ao Parque da Cidade contará com serviços como o de aferição da pressão arterial (Iinstituto de Cardiologia do DF) e o da capacidade pulmonar, além de exames preventivos de glaucoma (Oftalmed) e câncer de boca, oficinas de primeiros socorros com os instrutores do Samu, exposição de veículos e equipamentos do Samu, participação especial das crianças do Instituto Amigos do Vôlei e do Samuzinho. <br> <br> <br>A iniciativa conta com o apoio do Tribunal de Justiça do DF e do Samu. <br> <br> <br>Eis alguns números sobre o hábito de fumar no país: <br> <br> <br>- Há cerca de <span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;">25 milhões</span> de fumantes no Brasil; <br>&nbsp; <br>- Os homens fumam mais – <span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">17,9%</span>, enquanto que o sexo feminino mantém a prevalência em 1<span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">2,7%</span>; <br> <br>- No Brasil, a cada <span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">10 mortes</span> de homens, <span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;">8</span> são fumantes. Entre as mulheres, a cada <span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">10 mortes</span>,<span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"> 6</span> são fumantes; <br> <br>- O cigarro é responsável por desenvolver diversas doenças pulmonares, como DPOC, bronquite crônica, rinite, entre outras.  <br></font></div> <br> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do dermatologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=89440</link>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 16:40:50 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A PELE NA GRAVIDEZ</span></font> <br> <br> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/f7a71d4db0a61e2007be5e794395c122.jpg"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Fenelon</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estado sublime para as mulheres, a gravidez requer cuidados com a saúde e uma atenção especial à pele. Dois problemas tendem a atingir dermatologicamente a paciente à espera de um bebê. O primeiro deles, e o mais incidente, é o que denominamos melasma. Configura-se pela incidência de manchas escuras, geralmente em tons acastanhados, que surgem no rosto, em regiões como bochechas, buço e testa.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Sua manifestação não pode ser prevista. Em geral, há uma predisposição genética ao surgimento do melasma, que só se confirma, de fato, na gravidez. A única maneira de prevenção é, durante a gestação, a gestante usar filtro solar diariamente, mesmo em dias nublados, ou quando não for ficar diretamente exposta à luz natural.&nbsp; A prevenção, entretanto, não impede a incidência das manchas. Se a paciente tiver essa tendência, a fotoproteção irá apenas amenizar o problema.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se as manchas surgirem ao longo da gestação e persistirem após o parto, a paciente terá que se submeter a tratamentos com substâncias clareadoras, para remover o melasma. Nesse caso, o mais indicado é procurar um dermatologista de confiança para que ele indique o tratamento apropriado àquela pessoa.&nbsp; Nunca se automedique. E durante a gravidez só faça uso de substância expressamente autorizadas pelo seu médico.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Outra manifestação clássica em gestantes é o aparecimento de estrias. Controlar o aumento de peso e seguir as recomendações do obstetra ajudam a prevenir o problema. No mais, é manter a pele constantemente hidratada, com substâncias à base de óleo de amêndoas, alantoína, óleo de semente de uva, uréia etc. A hidratação constante favorece a elasticidade da pele, auxiliando a evitar estrias. As regiões mais atingidas pelo aparecimento de estrias são a barriga, os seios e culotes. Nessas áreas, convêm reaplicar hidratantes de três a quatro vezes ao dia. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Dermatologista, Presidente da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina, seccional Centro-Oeste</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Gibis falam sobre os males do cigarro para crianças e adolescentes. E adultos também]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=89363</link>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 16:25:22 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br> <br>Na segunda-feira,&nbsp; 29 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Fumo,&nbsp; a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) lança a campanha no combate aos aditivos que dão sabor diferenciado ao cigarro, como menta, morango, cravo e ainda vários tipos de aromatizantes. O cardiologista Aristóteles Alencar, do Comitê Antitabaco da SBC, afirma que como constantemente morrem fumantes, vítimas de câncer ou de doenças cardiovasculares causadas pelo fumo e muitos abandonam a dependência quando sentem seus efeitos nefastos, a indústria do tabaco passou a usar aditivos para conquistar novos adeptos ao fumo nas faixas mais jovens da população. “Esses jovens rejeitariam o sabor amargo do tabaco natural, por isso os fabricantes o disfarçam com sabores agradáveis”. <br> <br> <br>Tanto é assim, diz o especialista, “que do ponto de vista médico consideramos o tabagismo uma doença pediátrica, pois 90% dos atuais fumantes confessam que aderiram ao vício antes de se tornarem adultos”. <br> <br> <br>O Portal da Cardiologia possui dois gibis que, em linguagem muito simples ensinam as crianças a evitar o cigarro, e ainda é possível saber quais as doenças e sintomas das mesmas que podem ser identificados.  <br> <br> <br> <br>O primeiro gibi fala tem o título de Cada dia sem cigarro, é um dia de mais saúde.  <br> <br> <br></font><div style="text-align: center;"><a href="http://prevencao.cardiol.br/campanhas/gibi_tabagismo_2/tabaco.asp"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/35d26e7bf3fb27988af2e06f34a8ac2a.jpg"></font></a> <br></div><font size="3"> <br> <br> <br> <br>O segundo fala sobre cigarro e mulher. <br> <br>O tabaco e a mulher <br> <br> <br></font><div style="text-align: center;"><a href="http://prevencao.cardiol.br/campanhas/default.asp?id=tabagismo"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/e663981918dea133d8c9fb259f5501cd.jpg"></font></a> <br> <br> <br></div><font size="3"> <br> <br>Para baixá-los basta clicar nas imagens acima. O entrar no site da <a href="http://www.cardiol.br/"><font style="font-weight: bold; text-decoration: underline;" size="5">Sociedade Brasileira de Cardiologia</font></a>. <br> <br> <br> <br></font></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Nova pesquisa questiona uso de remédio para colesterol]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=89131</link>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 16:07:25 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Surge uma nova polêmica no meio médico. Para muitos pacientes, as estatinas podem não apenas reduzir o risco de ataques cardíacos, mas também diminuir o risco de acidentes vasculares cerebrais (AVC), ou derrames. As estatinas fazem parte de uma classe de medicaqmentos mais usada no tratamento de níveis elevados de colesterol no sangue.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mas neurologistas da Universidade Loyola, nos Estados Unidos, coordenados pelo cientista Murray Flaster, alertam que as estatinas podem não ser apropriadas para certas categorias de pacientes que estão em situação de risco para AVC.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O artigo foi publicado na edição de agosto da revista <span style="font-weight: bold;">Expert Review de Neurotherapeutics</span>.</span></font> <br> <br> <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Dispositivo avisa a hora de tomar a pílula]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88908</link>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 20:20:01 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O aplicativo gratuito Hora da Pílula – exclusivo para iPhone e iPad –, ajuda as mulheres a lembrarem de tomar seu anticoncepcional no horário certo, de forma lúdica e divertida. O dispositivo&nbsp; está disponível no Brasil e na Europa.</span></font>  <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/1be103efcc38c467026c002028bd0fd4.jpg"> <br> <br></div> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;Após instalar o aplicativo no seu iPhone, a mulher coloca dia e horário em que começou a tomada da cartela de pílulas. A cada dia, no mesmo horário, ela recebe um alerta para não se esquecer de tomar o medicamento. Junto com o alerta, aparece a animação de um passarinho que retira uma pílula da cartela virtual.&nbsp; O sistema foi desenvolvido pela pela Bayer HealthCare Pharmaceuticals</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88801</link>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 12:32:18 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="4">Informação sobre saúde faz mesmo diferença? </font> <br> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"> <br></div></div><font size="3"> <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Email: ricardo@icbneuro.com.br <br> <br></span> <br>Um estudo recém-publicado pelo periódico Annals of Internal Medicine analisou o conjunto da pesquisas mais relevantes sobre o impacto que tem um baixo grau de alfabetização em saúde e concluiu que esse é um problema que está associado a piores indicadores de saúde, uso menos eficiente dos serviços de saúde e dificuldades para entender e seguir as orientações médicas. <br> <br> <br>Cerca de cem pesquisas foram avaliadas e os resultados apontaram que pobres níveis de alfabetização em saúde têm associação com os seguintes índices: <br> <br> <br>- mais internações hospitalares; <br> <br>- mais atendimentos em serviços de emergência; <br> <br>- menos exames de mamografia preventivos e menos vacinação para gripe; <br> <br>- menos habilidade em demonstrar que as medicações estão sendo usadas de forma apropriada; <br> <br>- menor capacidade para interpretar bulas de medicamentos / rótulos de alimentos ou mensagens de promoção de saúde; <br> <br>- pior estado de saúde e maior mortalidade entre os idosos. <br> <br>** essa lista restrita de indicadores não quer dizer que outras condições também não tenham uma associação com a alfabetização em saúde. <br> <br> <br>Um dos principais objetivos da comunicação em saúde é proporcionar que indivíduos e comunidades melhorem comportamentos relacionados ao processo saúde-doença, através do compartilhamento de informação. Isso pode resultar no incremento da alfabetização em saúde da população, que pode ser definida como a capacidade de obter, processar e compreender informação básica em saúde necessária à tomada de decisões apropriadas e que apóie o correto seguimento de instruções terapêuticas. Estima-se que nos Estados Unidos, anualmente, são gastos entre US$ 106 e 236 bilhões anuais por conta do baixo nível de alfabetização em saúde e suas consequências, como a não procura de ajuda médica quando necessária, a dificuldade em assumir hábitos de vida saudáveis e erros no uso de medicações. <br> <br> <br>A comunicação em saúde tem sido definida como a “principal moeda do século XXI” nesse setor e, nos Estados Unidos, vem sendo </font><font size="3">encarada como a mais importante área na interface entre  ciência e sociedade neste século, fazendo parte dos objetivos do Healthy  People 2010, a agenda oficial de saúde pública do governo americano. No  Brasil, deliberações das Conferências Nacionais de Saúde apontaram  informação, educação e comunicação como elementos estratégicos para  consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) e para a conquista da  cidadania plena. <br> </font><font size="3"> <br> <br>Quando se fala em comunicação pública da ciência, alguns autores criticam o uso do termo “alfabetização científica”, e a mesma crítica pode ser estendida ao termo “alfabetização em saúde”. O termo alfabetização reflete o modelo anglo-saxão de comunicação em ciência, também conhecido como modelo de déficit, centrado no indivíduo, no qual o público é uma entidade passiva com falhas de conhecimento, com fluxo de informação numa única direção. Por outro lado, o termo cultura em saúde traz uma contextualização mais sistêmica, saindo do foco do indivíduo como mero depósito de informação. Outros termos poderiam ser utilizados em substituição ao de alfabetização em saúde, como é o caso de entendimento público da saúde, assim como consciência pública da saúde, ambos chamando a atenção de que cultura em saúde vai além do processo de aquisição de informação, e envolve a construção de uma sociedade com visão crítica das diversas dimensões que envolvem o conhecimento nessa área. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp </span> <br></font></div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Uso de lágrimas artificiais tem limite]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88690</link>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 19:37:27 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com os índices de umidade relativa do ar beirando aos 10%, o uso de de lágrimas artificiais é um dos artifícios para aliviar o desconforto causado pela seca. Entretanto, o especialista do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), oftalmologista Eduardo Rocha, alerta para o fato de que “o hábito de pingar a lágrima artificial não pode ser indiscriminado”.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O colírio de lágrima artificial contém uma série de substâncias que auxiliam na hidratação do olho e no tratamento das alterações causadas pela Síndrome do Olho Seco na superfície ocular. O médico chama a atenção para aqueles que contêm conservantes e, se aplicados em excesso, podem levar a sérios danos nas camadas mais externas da córnea e da conjuntiva. “O ideal é que o colírio seja usado, no máximo, seis vezes por dia”, adverte. O uso além desse limite pode causar mais irritação, vermelhidão e ardência ocular.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As lágrimas artificiais estão disponíveis em forma de colírio ou gel. Têm composição diversificada, compostas por água, solução salina, emolientes (glicerol), polissacárides, lípides, gelatinas, e outros elementos. O Ph é semelhante ao da lágrima natural (7,4) ou levemente alcalino, ajuda a aumentar o conforto do paciente durante as aplicações. “O uso das lágrimas permite combater a baixa lubrificação ocular, evitando inflamações na córnea (ceratite) e na conjuntiva (conjuntivite) ocasionadas pelo excesso de evaporação da lágrima em tempos mais secos”, afirma Rocha.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ele informa que para os casos mais severos de Síndrome do Olho Seco, a indústria farmacêutica já desenvolveu colírios sem conservantes e também aqueles, nos quais os conservantes se degradam em contato com o meio ambiente. “Quando o colírio não tem conservante, o seu uso é liberado e o paciente pode pingá-lo a cada 20 ou 30 minutos por exemplo”, diz o oftalmologista.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As lágrimas artificiais podem ser usadas por todas as pessoas a não ser que tenham histórico de alergia aos conservantes ou aos compostos do colírio. “É importante que o usuário de lágrimas artificiais com conservantes utilize o produto em até 45 dias após romper seu lacre. Os colírios que não dispõe de conservantes devem ser utilizados no mesmo dia e descartados caso haja sobra”, alerta o médico.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Diabéticos insulino-dependentes não controlam a taxa de glicose]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88610</link>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 16:42:58 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Apenas 15% das pessoas com diabetes do tipo 1 têm seu nível de glicemia (a taxa de açúcar no sangue) bem controlado. Ou seja: a maioria dos diabéticos corre risco de complicações graves, como doenças cardiovasculares, falência dos rins, cegueira, amputações e óbito. E o problema não é a falta de fitas para medir glicemia e insulinas - materiais distribuídos de graça - e sim a pouca conscientização para a doença, cujo índice aumenta em todo mundo. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A conclusão é de um estudo desenvolvido por médicos da Sociedade Brasileira de Diabetes e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Durante dois anos, os pesquisadores entrevistaram 3 mil 591 pacientes, residentes em 28 cidades brasileiras. Em Brasília foram ouvidas 170 pessoas. No diabetes tipo 1, o próprio organismo ataca e destrói as células beta que produzem o hormônio insulina. Sem esta substância, a glicose não chega às células e elas ficam sem combustível para fabricar energia.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O levantamento revelou que a maioria dos pacientes (42%), principalmente as&nbsp; crianças, apresentam cetoacidose diabética, uma complicação aguda da doença com necessidade de internação hospitalar. O estudo também revelou que 71,5% dos diabéticos receberam o diagnóstico antes dos 15 anos e 20% antes dos 5 anos. "Isto significa que a doença tem início precoce e, portanto, apresenta uma maior chance de evolução para problemas crônicos, o que implica em maior custo para o Sistema Único de Saúde e a sociedade como um todo", diz a endocrinologista Marília de Brito Ramos, coordenadora da pesquisa. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Cientistas descobrem como as células de câncer se espalham]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88554</link>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 18:19:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As células do câncer provocam contrações parecidas com as produzidas pelas células musculares para se espalhar pelo corpo. A proteína chamada JAK desencadeia contrações nos tumores, permitindo que as células cancerosas se espremam por pequenos espaços e se espalhem.</span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pesquisa, publicada na revista<font style="color: rgb(51, 51, 255); text-decoration: underline;" size="4"> <font style="font-weight: bold;" size="5"><a href="http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1535610811002303">Cancer Cell (clique aqui)</a></font></font>, foi feita por cientistas do Instituto de Pesquisas sobre o Câncer (ICR), de Londres, e da Universidade de Nice, na França.A informação foi divulgada hoje pelo Diário de Saúde.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A descoberta levanta a possibilidade de que drogas que alvejem a JAK possam impedir a disseminação de tumores, chamado metástase, que é responsável por 90%&nbsp; das mortes relacionadas ao câncer. Estes tipos de drogas ainda estão em fase de pesquisa</span></font>.  <br>  <br>  <br>  <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Prótese cardíaca previne derrame em idosos]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88476</link>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 17:25:55 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pacientes idosos que possuem fibrilação atrial têm um novo tratamento para prevenir o risco de AVC. Realizado há poucos meses no Brasil e com cerca de 2 mil pessoas já tratadas no mundo com a técnica, o procedimento é indicado para portadores de fibrilação atrial (arritmia cardíaca) que possuem alguma dificuldade ou contra-indicação para uso de anticoagulantes. A fibrilação atrial é a arritmia mais frequente encontrada na cardiologia, sendo muito comum em pessoas idosas.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A terapia é realizada sob anestesia geral e é pouco invasivo (com duração de aproximadamente 1h30). “Durante o procedimento, é inserida uma prótese que veda o apêndice atrial esquerdo (estrutura em formato de dedo de luva) na câmara superior esquerda do coração, onde se formam os trombos que se desprendem e ocasionam o AVC. A prótese é guiada até o apêndice atrial, sendo levada por dentro de cateteres manipulados dentro do coração (que são conduzidos por uma sonda de ultrassom posicionada no esôfago). A prótese leva a oclusão total desta estrutura em mais de 95% dos casos impedindo a formação local de coágulos, também chamados de trombos. São eles que, quando se desprendem do coração, se deslocam podendo causar o AVC”, explica o cardiologista intervencionista Carlos Pedra, do Hospitasl do Coração, de São Paulo.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Depois do procedimento, é possível suspender o uso de anticoagulantes e os exames de controle do nível de coagulação. Os pacientes são mantidos com medicações mais simples para afilar o sangue como a aspirina, e podem retornar à sua vida normal em poucos dias, além da rápida recuperação. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>O cardiologista Edmur Carlos de Araújo, do Hospital do Coração do Brasil, em Brasília, esclarece que geralmente os idosos dependem do uso contínuo de anticoagulantes para prevenir a formação destes coágulos. Porém, estima-se que em até aproximadamente 25 a 50% dos casos há alguma restrição a este tipo de medicação, especialmente por poderem causar sangramentos graves. Além disto, estes pacientes necessitam de controle contínuo para checar o nível de coagulação (grau de refinamento do sangue) por meio de exames periódicos com o objetivo de ajustar a dosagem. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Cartilha dá dicas para quem viaja de avião]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88423</link>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 15:32:15 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><a href="http://stat.correioweb.com.br/cbonline/2011_08/possoviajardeaviao.pdf"><font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="5">Doutor, Posso Viajar de Avião?</font></a> é uma cartilha com recomendações aos passageiros, médicos e tripulantes sobre os cuidados a serem tomados antes e durante os vôos, tendo em vista principalmente as doenças pré-existentes. O livreto foi preparado pelos estudantes da Liga de Medicina Aeroespacial da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e ficou muito mais valorizado depois que o Conselho Federal de Medicina decidiu encaminhá-lo à ANAC, como subsídio às empresas aéreas, aos sindicatos das empresas de transporte aéreo e até às agências de viagem.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div> <br> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88378</link>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 12:29:57 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-weight: bold;">S</span><font size="4">angue parado no cérebro é o que provoca a esclerose múltipla? A resposta por enquanto é NÃO</font></font><font size="4">  <br>  <br>  <br></font><div style="text-align: left;"><font size="4"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"></font>  <br></div><font size="4">  <br></font></div><font size="3">  <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira*</span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Email: ricardo@icbneuro.com.br  <br><br style="font-weight: bold;"></span>  <br>Nos últimos cinco anos, uma série de estudos foi publicada sugerindo que uma incompetência do fluxo sanguíneo venoso no cérebro poderia ser o pontapé inicial para o desenvolvimento da esclerose múltipla. Essa história foi lançada por pesquisadores italianos, sob a liderança de Paolo Zamboni, e hoje constitui uma das maiores polêmicas da neurologia clínica.  <br>  <br>  <br>Essa suposta insuficiência do sistema venoso cerebral devido a estreitamentos ou incompetência de válvulas levaria a um estado de aumento da pressão venosa que por sua vez provocaria invasões microscópicas de sangue no cérebro. Esse processo todo seria a razão das bem reconhecidas alterações inflamatórias ao redor das pequenas veias dos portadores de esclerose múltipla.  <br>  <br>  <br>A confusão começou mesmo quando Zamboni e seus parceiros propuseram que a correção via cateterismo dessas anormalidades do sistema venoso cerebral poderia trazer benefícios na evolução da doença. As redes sociais acenderam o fogo e os pacientes passaram a </font><font size="3">demandar esse tipo de procedimento e vários centros ao  redor do mundo começaram a disponibilizá-lo, mesmo sem evidências  científicas satisfatórias. A Sociedade Européia de Radiologia  Cardiovascular e Intervencionista emitiu um documento neste ano para  modular a euforia da nova promessa, declarando que o procedimento ainda é  totalmente experimental.</font>  <br><font size="3">  <br>  <br>Os periódicos científicos em que os resultados de Zamboni foram publicados são de primeira grandeza, mas mesmo assim ainda não são suficientes para que esse tipo de tratamento seja indicado no mundo real. Pesquisas mais recentes têm colocado em xeque os achados iniciais, mostrando resultados discrepantes daqueles publicados por Zamboni. A última delas foi publicada esta semana. Essa é uma história que ainda vai render muitos capítulos.   <br>  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp</span><br style="font-weight: bold;"></font></div>  <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Fique em Forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88356</link>
		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 13:39:39 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="3">A ALIMENTAÇÃO PODE</font><span style="font-weight: bold;"> </span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3">MINIMIZAR OS EFEITOS DA ÉPOCA</font> <br></div><font size="3"> <br> <br><span style="font-weight: bold;">* Por Joana Lucy<br style="font-weight: bold;"></span> <br> <br>A combinação da temperatura elevada com a baixa umidade do ar já é velha conhecida de quem vive na capital federal. A novidade talvez seja o uso da alimentação para driblar os efeitos nocivos. <br>&nbsp; <br> <br>Manter o organismo hidratado é palavra de ordem e isso não se dá exclusivamente através dos líquidos. A dica é colocar no prato alimentos que fornecem água, como alface - que tem 95% em sua composição, batata – com 80%, laranja – com 87%, ovo – com 75% e carne vermelha – com 66%. E quem diria: o pãozinho francês também pode ajudar, ele fornece 36%. Para sobremesa opte por frutas, que fornecem boa quantidade de água. <br> <br> <br>Aos que insistem em substituir a água por suco, a recomendação é clara: a água possui o pH ideal, a quantidade certa de eletrólitos e é imprescindível para a manutenção da temperatura corporal. É também o meio no qual ocorrem processos bioquímicos e metabólicos e transporte de gases, nutrientes e metabólitos. A redução de 4% a 5% da água corpórea diminui em 20 a 30% a capacidade de trabalho do organismo. E nada de esperar a sede, faça a ingestão com ou sem vontade. Homens adultos devem consumir 3,7L de água e mulheres adultas, 2,7L, segundo o Institute of Medicine. <br>&nbsp; <br> <br>No quesito alimentos que devem ser evitados estão os ricos em sódio. Embutidos como linguiça e salsicha, alimentos enlatados, refrigerantes light e diets e sopas prontas são exemplos que se enquadram. Vale lembrar que as bebidas alcoólicas favorecem a desidratação e seu consumo deve ser desestimulado. <br>&nbsp; <br> <br>Para as crianças, a alimentação deve ser leve e variada. Uma boa recomendação é com a temperatura de água e sucos: para uma absorção mais eficiente, eles devem estar entre 15 e 22ºC. Uma opção interessante é colocá-los em garrafas térmicas para garantir a temperatura amena. Crianças entre 01 e 03 anos devem consumir 1,3L de água diariamente e entre 04 e 08 anos, 1,7L. <br>&nbsp; <br> <br>Já os praticantes de atividade física devem beber de 200 a 300mL de água a cada 15 a 20 minutos durante a primeira hora da prática – isso vai minimizar os riscos de comprometimento da termorregulação e da performance. A ingestão hídrica deve ser fracionada. Recomenda-se, também, repor carboidratos. Bebidas isotônicas, repositores hidroeletróliticos e água de coco são boas opções para os exercícios que tem duração superior a uma hora. Depois do exercício, o praticante deve consumir 1L de líquido rico em carboidratos e eletrólitos. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">* Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. A especialista dirige a Clínica Saúde Ativa. </span> <br></font></div>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Adultos também devem se vacinar]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88308</link>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 17:10:07 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amanhã, sábado, é dia de vacinação infantil. Mas os adultos também devem se vacinar contra doenças imunopreviníveis. Geralmente eles costumam esquecer é que podem transmitir doenças graves aos filhos, principalmente aos bebês menores de um ano de idade. A lista de vacinas indispensáveis aos adultos é composta de pelo menos cinco vacinas. Confira: </span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">1) Tríplice bacteriana</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Porque é importante</span>: Protege contra tétano, difteria e coqueluche. A vacina contra o tétano deve ser repetida a cada dez anos, mas os homens, em geral, esquecem desse detalhe. A dificuldade é que essa vacina, embora não seja tão nova, ainda está restrita às clínicas particulares. </span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">2) Tríplice viral</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Porque é importante</span>: Já é recomendada pelo Ministério da Saúde, para proteção contra sarampo, rubéola e cachumba. Como as crianças só podem tomar essa vacina após um ano de idade, um adulto pode transmitir os vírus para elas. Principalmente os pais que costumam viajar ao exterior, deveriam manter a vacinação em dia, já que no exterior há um surto preocupante dessa  <br>doença. </span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">3) Catapora (ou varicela)</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Porque é importante</span>: É um exemplo de doença que costuma ser mais grave na idade adulta do que na infância, devido às suas complicações, que podem incluir pneumonia e quadros neurológicos. </span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">4) Hepatites A e B</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Porque é importante: A vacina contra a hepatite A é recomendável, pois pode ser uma doença potencialmente grave na infância e, também nesse caso, a vacinação é indicada somente a partir de um ano de idade. No caso da hepatite B, embora seja menos perigosa para as crianças, ela pode prejudicar a mulher que pretenda ter mais filhos. </span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">5) Gripe</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Porque é importante:</span> As crianças podem ser mais vulneráveis à gripe do que os adultos, principalmente porque só podem começar a tomar a vacina a partir dos seis meses de idade. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Fonte: Infectologista Jessé Reis Alves, responsável pelo Serviço de Vacinação do Fleury Medicina e Saúde</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Treinamento para quem deseja ajudar fumantes a parar de fumar]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88296</link>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 15:44:12 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">O Programa&nbsp; Controle do Tabagismo da Secretaria de Saúde do Distrito Federal promove hoje,&nbsp; entre 18h30 e 22h30, e amanhã, entre 9h e 12h, treinamento para Abordagem Mínima ao Fumante e Tratamento para profissionais e estudantes da área de saúde.  <br> <br> <br>O curso pretende disseminar o conhecimento sobre o tabagismo e as práticas para tratamento de pacientes.  <br> <br> <br>O treinamento será ministrado pelo coordenador do Programa de Controle do Tabagismo,&nbsp; Celso Rodrigues e equipe. O evento acontece na Escola de Medicina – FEPECS (Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde), localizada no SMHM, quadra 3, conjunto A, bloco 1, edifício FEPECS, no&nbsp; auditório da ESCS. <br></font></div> <br> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Luz ultravioleta detecta câncer de pele]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88268</link>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 13:02:54 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A fotografia digital com luz ultravioleta, empregada em&nbsp; serviços de dermatologia para mapeamento da pele, poderá em breve tornar-se um recurso para reforçar as medidas de combate ao melanoma – câncer de pele que, em 2010, acometeu cerca de 6 mil brasileiros. “Estudo publicado este mês preconiza que a tecnologia é válida no processo de predição e prevenção da doença”, informa a dermatologista Cristiane Dal Magro.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A especialista refere-se à pesquisa realizada na Faculdade de Medicina da Universidade do Colorado (EUA), sob o comando do Dr. Ryan Gamble. Para a investigação, 585 meninos e meninas de 12 anos de idade foram submetidos à realização de fotos UV, com o aparelho Visia.&nbsp; Cristiane, que usa o mesmo equipamento em sua prática clínica, lembra que ele é capaz de evidenciar prejuízos totalmente invisíveis a olho nu.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Após os registros, as imagens faciais foram categorizadas de acordo com os danos solares, em um ranking de 0 a 13,8. Os pesquisadores determinaram, a partir de análises, que quanto maior o prejuízo causado pela exposição ao sol – ou seja, o score –, maiores as chances para desenvolvimento de melanoma.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Embora a incidência da doença ainda seja baixa, vem aumentando e sua letalidade é bastante elevada. As fotos UV podem permitir uma abordagem mais assertiva e educativa por parte do médico, no que diz respeito à importância das medidas preventivas – como a não exposição ao sol no período das 10h às 15h e o uso correto e diário do protetor solar. “É definitivo o impacto das imagens no paciente. Um indivíduo jovem, por exemplo, por meio deste tipo de fotografia vê aquilo que será uma mancha senil no futuro e que corresponde a um dano solar invisível”, destaca a dermatologista. Pessoas de pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos estão mais sujeitas à patologia e podem ser altamente beneficiadas pelo mapeamento UV.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Técnicas simples e práticas para os portadores do TDAH]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88195</link>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 17:06:57 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dificuldade para se concentrar, impulsividade, desorganização, dificuldade em ouvir as pessoas são apenas alguns dos sintomas do portador do Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, conhecido pela sigla TDAH. Em adultos são também comuns os transtornos ansiosos, os transtornos depressivos, o abuso de drogas (incluindo o álcool e tranquilizantes), transtornos do apetite e do sono. A depressão bipolar pode estar também associada ao transtorno. Entre as crianças, constatou-se que existe um aumento da taxa de acidentes como fraturas e traumatismos.</span></font>   <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br>  <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/deba423569012bce1f5431d977246339.jpg">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os critérios diagnósticos convencionalmente usados para TDAH, incluindo os sintomas mais comuns, foram desenvolvidos com base na forma como ele aparece nas crianças. No adulto, os sintomas do déficit de atenção e hiperatividade se manifestam de maneira diferente, mais sutil. Isto pode tornar mais difícil reconhecer e diagnosticar o TDAH adulto.</span></font>   <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para discutir esse tema, o pesquisador Russel Barkley e a escritora Christine Benton lançaram o <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Vencendo o TDAH Adulto</span>, pela editora Artmed. Na publicação eles apresentam técnicas simples e práticas para o portador desenvolver suas potencialidades, apesar do transtorno. Ter sucesso no trabalho e bons relacionamentos, lidar com suas finanças, manter um estilo de vida saudável são alguns pontos importantes que Barkley aborda como possíveis de conquistar.</span></font>   <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>   <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“São milhões de adultos com o problema e essas pessoas precisam saber os últimos conhecimentos científicos sobre esse transtorno e seu tratamento. Precisam de estratégias práticas para ajudá-las a se concentrar, prestar atenção, se organizar e adquirir o controle das suas emoções e ações”, explica o especialista.</span></font>   <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>   <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O autor alerta que “o TDAH é real e não é uma condição que afeta apenas as crianças, como pensa a maioria das pessoas. Sabemos, por estudos mais minuciosos, que dois terços das crianças que têm TDAH ainda o terão quando cresceram”, diz. Segundo ele, 4 a 5% de todos os adultos sofrem com o transtorno. “Só nos Estados Unidos, são mais de 11 milhões de adultos”, complementa.</span></font>   <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>   <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A obra relata histórias reais de outras pessoas que lutam contra o transtorno. Além disso, apresenta respostas claras para perguntas frequentemente formuladas sobre medicações e outros tratamentos. “Finalmente, trata-se de um recurso para ajudar no controle da vida dessas pessoas”, finaliza o autor.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div>   <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Médicos têm normas para tratar usuários de crack]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88129</link>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 15:43:42 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou hoje um protocolo de assistência a usuários e dependentes de crack. O documento, intitulado Diretrizes Gerais Médicas para Assistência Integral ao Usuário do Crack, foi formulado pela Comissão de Assuntos Sociais da entidade a partir de uma pauta de discussões realizadas em 2010 e 2011 em um fórum, um seminário e uma oficina. Dos encontros participaram especialistas, pesquisadores e representantes de instituições interessadas no tema. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://portal.cfm.org.br/images/stories/pdf/cartilhacrack.pdf"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As Diretrizes definem conceitos relacionados à droga e a seu uso, assim como aspectos gerais e específicos do tratamento.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font></a><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O presidente do Conselho, Roberto d’Avila, destacou que, quando se trata do crack, 1/3 dos usuários morrem (85% deste por causas violentas), outros 1/3 permanecem com deficiências crônicas e perdas cognitivas, e somente 1/3 dos usuários se curam. “Penso que não há ninguém que não fique impressionado com a epidemia que se instalou no país. Todos precisam estar envolvidos nesta luta e o CFM fará sua parte com projetos continuados e capacitação dos médicos”, disse o médico.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Curso para contador de histórias em hospitais infantis]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88122</link>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 13:27:15 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Reconhecida pela atuação exemplar de seus contadores de histórias para crianças e adolescentes hospitalizados, a Associação Viva e Deixe Viver de Brasília fará um processo de seleção e treinamento de voluntários. Os interessados devem comparecer pessoalmente na palestra de Sensibilização no dia 17 de agosto (quarta-feira), às 19h, no Auditório do Hospital Regional da Asa Sul (HRAS), na SAGS 608, na Av. L2 Sul. Mais informações pelo email: <span style="font-weight: bold;">brasilia@vivaedeixeviver.org.br.</span><br style="font-weight: bold;"> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><a style="text-decoration: underline;" href="http://www.vivaedeixeviver.org.br"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/c1d2efb0b813f47bc33b421237ed2e8c.jpg"></span></font></a> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Esta primeira etapa do processo seletivo tem como intuito sensibilizar o futuro voluntário sobre a missão, a causa e os valores que são a base do Viva. Cada candidato deverá cumprir um programa de palestras obrigatórias do treinamento até se tornar um contador de histórias. No final deste processo, ocorre&nbsp; a tradicional celebração e confraternização dos voluntários e entrega dos aventais. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para se tornar um voluntário do Viva é preciso conhecer e concordar com a missão, causa, princípios e visão da associação, ter idade superior a 18 anos e disponibilidade para atuar uma vez por semana durante 2 horas em hospital. Além disso, é preciso se manter atualizado sobre literatura infantil, gostar de ler, ter disponibilidade para estudar livros infantis e interesse em ser contador de histórias. As tividades desenvolvidas no hospital são baseadas exclusivamente na apresentação de histórias e uso de livros. O&nbsp; trabalho voluntário realizado pelos contadores de história não poderá ser considerado estágio nem uma forma de buscar colocação profissional nos hospitais parceiros da Associação Viva e Deixe Viver.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do oncologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88090</link>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 19:52:47 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold; text-align: center;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">O uso de anabolizantes e os seus riscos</span></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">&nbsp;</span></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><i><span style="font-size:14.0pt;font-style:italic">Fernando Maluf*</span></i></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">&nbsp;</span></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><font size="3"><span style="font-size: 14pt;"> <br></span></font></p><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">O uso de anabolizantes por jovens que querem ficar “fortões” tem sido cada vez mais frequente, principalmente em academias. Um amigo indica ou mesmo um professor, que desconhece os riscos, oferece e a facilidade para comprar o produto fecha o ciclo dessa triste história. A aparência de um corpo saudável é pura miragem, por trás está uma pessoa doente.</span></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size: 14pt;"> <br></span></font></p><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">O uso de produtos para animais, como cavalos, têm ocorrido até em adolescentes. O tema tem já é um grave problema de saúde pública. Interessante que estudos mais recentes apontam que o uso de anabolizantes pode prejudicar a saúde de dois importantes “motores” do nosso organismo: o coração e seus vasos e o cérebro. A utilização dessas substâncias pode ter uma repercussão desastrosa no sistema cardiovascular. Inúmeros artigos sugerem maior chance de infarto do miocárdio, alterações da coagulação levando a tromboses de veias das pernas e embolia pulmonar, além de alteração dos níveis de colesterol e triglicérides. Do mesmo modo, uso abusivo de anabolizantes pode levar a psicose e comportamento agressivo chegando até o extremismo de maior criminalidade.</span></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size: 14pt;"> <br></span></font></p><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">O que poucos sabem é de mais dois outros riscos que essas substâncias trazem: a virilidade masculina e câncer. É inegável que os garotos querem se parecer fortões para conquistar as meninas, mas essa busca pode levar a um efeito exatamente contrário.</span></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size: 14pt;"> <br></span></font></p><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">Os anabolizantes são hormônios masculinos sintéticos que absorvem proteínas e retém líquido e acabam provocando o inchaço dos músculos, dando um aspecto mais masculino aos garotos. Com o uso, ocorre uma diminuição na produção de esperma, impotência sexual, aumento dos volumes da mama, e até retração dos testículos. </span></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size: 14pt;"> <br></span></font></p><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">Segundo o Instituto Nacional de Câncer, os tumores hoje representam a segunda maior causa de morte na população mundial, ficando atrás somente das doenças cardiovasculares. Infelizmente, o uso de anabolizantes pode também aumentar as chances de câncer no fígado segundo vários relatos. O que ocorre na verdade é o disparo de um gatilho. Nós temos no nosso corpo células instáveis, que podem ou não virar cancerígenas. O anabolizante é como álcool em uma fogueira, que certamente vai estimular essas células, que talvez nunca se manifestassem.</span></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size: 14pt;"> <br></span></font></p><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">Portanto, dentro de uma gama tão grande de potenciais perigos o melhor caminho é não utilizar anabolizantes. Um jovem pode ficar bonito e saudável fazendo atividade física e tendo uma alimentação equilibrada, com bastante frutas, verduras e legumes. Não fumando e bebendo com moderação, afinal um cálice de vinho ou uma taça de chopp até fazem bem, se você tiver alguém para dirigir, após a balada.</span></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><font size="3"><span style="font-size:14.0pt">&nbsp;</span></font></p><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left; font-weight: bold;"><font size="3"><i><span style="font-size: 14pt; font-style: italic;">* Fernando Maluf é coordenador da Oncologia Clínica do Centro Avançado de Oncologia do Hospital São José</span></i></font></p><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left; font-weight: bold;"> <br><font size="3"><i><span style="font-size: 14pt; font-style: italic;"></span></i></font></p><p class="ecxMsoNormal" style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left; font-weight: bold;"><font size="3"><i><span style="font-size:14.0pt;font-style:italic"> <br></span></i></font></p><div style="text-align: left; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  </span></font></div><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;" class="ecxMsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">&nbsp;</span></font></p> <br>
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		<title><![CDATA[Atendimento com nutricionistas no UniCeub]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=88079</link>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 14:57:33 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Pessoas com diabetes, obesidade, desnutrição, praticantes de atividades esportivas, gestantes, crianças e quem deseja fazer reeducação alimentar podem receber assistência especializada na clínica-escola de Nutrição do UniCEUB. As consultas são realizadas no Centro de Atendimento Comunitário (CAC), localizado no Setor Comercial Sul, no período matutino. O serviço é voltado para quem não tem condições de frequentar uma clínica particular, por isso a consulta tem o custo simbólico de R$ 20, com dois atendimentos por mês. Além do lado social, o projeto beneficia o estudante, que tem a oportunidade de aplicar a teoria aprendida em sala de aula. <br>&nbsp; <br> <br>Para marcação de consultas e mais informações, entre em contato pelo telefone <font size="4">3966-1626</font>. As vagas são limitadas. <br> <br> <br></font></div>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87983</link>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 13:12:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quer fazer um grande investimento? </span></font>  <br><font style="font-weight: bold;" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Incremente sua poupança cerebral</span></font>  <br>  <br>  <br>  <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Resultados do estudo inglês Whitehall II foram publicados neste fim de semana pelo <a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/ana.22391/abstract">Annals of Neurology</a> e apontaram que indivíduos com mais ocupação e maior nível educacional têm um melhor desempenho cognitivo, alcançaram uma maior reserva cerebral, mas nem por isso deixaram de apresentar perdas com o envelhecimento.</span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cerca de 7 mil 500 ingleses, com uma média de idade de 56 anos no início do estudo, foram submetidos a testes seriados de desempenho cerebral por um período de dez anos. Três componentes que já têm demonstrada associação com o risco de demência - altura, educação e nível de ocupação - foram analisados em conjunto com os resultados dos testes cognitivos. Diferente de alguns estudos anteriores sobre o assunto, a presente pesquisa identificou a influência desses fatores numa fase um pouco mais precoce da vida.&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Todos esses três componentes confirmaram seu valor como marcadores de reserva cerebral: os mais altos (altura mesmo!), com maior nível educacional e com o cérebro mais ocupado foram os que tinham melhores escores nos testes cognitivos. O nível de ocupação foi o que apresentou a associação mais forte e altura foi o mais fraco. Após 10 anos de acompanhamento, com exceção do vocabulário, houve piora significativa de todas as outras capacidades pesquisadas: fluência verbal e fonêmica, raciocínio, e memória.&nbsp; </span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O resultado mais importante da pesquisa foi que a velocidade de perda cognitiva não foi influenciada pelo nível de reserva cerebral do indivíduo. Entretanto, quanto maior o estímulo, maior a reserva, e mesmo que uma pessoa tenha a tendência genética a desenvolver a Doença de Alzheimer, com essa reserva mais avantajada, ela viveria mais anos sem apresentar sintomas. Análises dos cérebros de idosos que morreram sem qualquer suspeita clínica da doença de Alzheimer mostram que esses cérebros apresentam quase o mesmo contingente de alterações daqueles que têm o diagnóstico da doença. Essa é uma das bases da teoria de reserva cerebral.</span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Moral da história? Vamos encher os cérebros de reservas. Isso deve começar cedo, já na barriga da mãe: pré-natal e boa nutrição. Educação não pode faltar. Ocupar o cérebro é fundamental e um país com menos desemprego ajuda muito. Para os aposentados, o lazer inteligente faz a diferença. Aliás, o lazer é uma rica fonte de reserva cerebral em qualquer idade. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Com a seca, a gordura das lágrimas evapora, inflamando os olhos]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87910</link>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 13:07:06 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A inflamação das glândulas de meibomius, localizadas na região palpebral, a meibomite, pode se converter em Síndrome do Olho Seco mais facilmente quando a umidade do ar está baixa. Em Brasília, neste fim de semana, a previsão do </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet ) é de que ocorra névoa seca e os índices de umidade baixem para 20%. </span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A oftalmologista Maria Lúcia Rios explica que a relação baixa umidade e inflamação é consequência da falta da camada gordurosa da lágrima ocasionada pelo meibomite. “Sem a camada de gordura, a lágrima evapora mais facilmente e à época da seca, este processo agrava os sintomas da inflamação, causando a Síndrome do Olho Seco”, afirma,&nbsp; ao chamar atenção para a avaliação oftalmológica antes de qualquer solução intuitiva ou automedicação, como o uso inadequado de colírios. </span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A meibomite ocorre quando as glândulas de meibomius, responsáveis pela produção da camada gordurosa da lágrima, acumulam essa gordura sem expeli-la e sofrem ação bacteriana. “Além do olho seco, é comum pacientes com meibomite apresentarem calázio, um nódulo localizado na pálpebra, por vezes confundido com o hordéolo (terçol)”, explica a médica. “As causas da meibomite estão diretamente ligadas a fatores genéticos e de idade, pessoas maduras apresentam a meibomite com mais frequência”, completa.</span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para evitar o agravamento da meibomite durante a seca, Maria Lúcia salienta que é importante reforçar a higienização das pálpebras e ficar atento à alimentação. “O hábito de limpar as pálpebras pelo menos duas vezes por semana, aplicar lágrimas artificiais para hidratar os olhos e reduzir o consumo de alimentos gordurosos diminui o risco de agravamento da inflamação”, aconselha.</span></font>  <br></div>  <br>  <br>
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		<item>
		<title><![CDATA[A importância do animais de estimação para a criança]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87883</link>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 13:23:47 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		     <br>     <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os animais de estimação ajudam no desenvolvimento psicossocial das crianças e podem significar mais do que um simples amigo para brincadeiras. É o que mostra o <a href="http://www.youtube.com/hospitaleinstein#p/u/7/9ncttmLQ6pY"><span style="color: rgb(51, 51, 255);"><font size="5">desenho animado</font></span></a> divulgado pelo Hospital Israelita Albert einstein, de São Paulo. Divertido e instrutivo. </span></font>     <br>     <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Consenso traz normas para tratar náuseas de pacientes com câncer]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87868</link>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 20:04:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Neste sábado será apresentado aos médicos brasilienses o 1<font style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" size="5"><a href="http://stat.correioweb.com.br/blogs/SuplementoCP_Nausea_Vomito_Final_A.pdf">º Consenso Brasileiro sobre Náuseas e Vômitos</a></font> (texto em PDF), que traz um capítulo especial sobre NVIQ (Náuseas e vômitos Induzidos por quimioterapia).</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“Existem consensos e diretrizes internacionais, principalmente, no que tange às náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia. No entanto, não havia nenhuma diretriz nacional sobre o assunto”, explica Ricardo Caponero, oncologista e ex-presidente da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos (ABCP). “Daí a importância de informamos e orientarmos a classe médica sobre a existência do consenso para o benefício dos pacientes”, complementa.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O consenso, que tem a chancela da ABCP, é resultado de seis meses de trabalho de uma equipe multiprofissional, sob a assessoria internacional do Prof. Dr. Matti Aapro (Genolier / Suíça). “A partir da vivência e experiência destes especialistas buscamos expandir as diretrizes internacionais, adaptando-as a realidade brasileira”, ressalta o&nbsp; Caponero.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As náuseas e vômitos são uma das principais causas de estresse e má qualidade de vida para pacientes em tratamento quimioterápico. Inclusive, alguns relatam que se sentem como se estivessem morrendo. Por isso, o mau controle destes sintomas compromete as atividades laborais, sociais e até a vida sexual. “No caso dos pacientes oncológicos, o desconforto e a deterioração da qualidade de vida, associados ao comprometimento nutricional pela menor ingestão alimentar ou por desvios nutricionais, dificultam a adesão e comprometem a eficácia do tratamento contra o câncer”, salienta Ricardo Caponero.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">SERVIÇO</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Apresentação para comunidade médica do Distrito Federal do 1º Consenso Brasileiro sobre Náuseas e Vômitos</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Data: 06/08/2011 (Sábado)</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Local: Restaurante Camarões: SCES Trecho 02, Conjunto 36, Ícone Parque.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Horário: 20h</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br></div>
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		<title><![CDATA[Ressonância magnética detecta precocemente casos de artérias obstruidas]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87836</link>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 14:10:59 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A doença arterial coronariana, que leva ao infarto e tende a afetar milhões de brasileiros à medida em que a população vive mais e atinge idades avançadas, pode ser identificada precocemente graças ao exame com&nbsp; ressonância nuclear magnética. </span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um estudo comprovando a eficácia deste procedimento foi apresentado hoje no XIII Congresso Brasileiro de Aterosclerose, em Florianópolis.&nbsp; "O </span></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">diagnóstico precoce é o grande recurso com que os médicos contam para controlar a doença antes que ela evolua”, disse o professor Raymond Y. Kwong, da Universidade de Harvard, responsável pelo estudo e considerado uma das maiores autoridades mundiais no assunto </span></font> <br></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br> <br></span></font>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Estudo brasileiro revela técnica de fertilização que faz nascer bebês do sexo feminino]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87792</link>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 15:59:20 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O trabalho de uma equipe de médicos brasileiros especialistas em fertilização assistida ficou entre os dez melhores do ano, escolhidos durante o Congresso Europeu de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), realizado&nbsp; em Estocolmo (Suécia). Trata-se de um estudo que, ao comparar duas técnicas empregadas em casais com infertilidade masculina, aponta o método que apresenta mais chances de resultar na gestação de meninas. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“Ao se comparar as técnicas ICSI (injeção intracitoplasmática do espermatozoide) e IMSI (injeção intracitoplasmática do espermatozoide morfologicamente selecionado) – também chamada de ‘Super ICSI’ – a segunda técnica conseguiu produzir embriões com maior probabilidade de estarem geneticamente normais. Curiosamente, a incidência de embriões do sexo feminino também foi&nbsp; maior – 64,7% contra 53,8%” - diz o médico&nbsp; Edson Borges, diretor do Fertility – Centro de Fertilização Assistida, em São Paulo.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O especialista ressalta que a escolha do sexo do bebê é proibida e desaconselhada pelos médicos, com uma exceção: quando empregada para prevenir a transmissão de doenças genéticas relacionadas ao sexo, como a hemofilia, por exemplo – doença observada em crianças do sexo masculino. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“Somente nesses casos se justificaria selecionar embriões do sexo feminino. No geral, porém, tratam-se apenas de possibilidades (que podem ser maiores nessa nova técnica). Via de regra, o esperma que carrega o cromossomo X resultará numa criança do sexo feminino e o que carrega o cromossomo Y produzirá um menino. Nossa seleção recai, outrossim, sobre os embriões saudáveis, que podem resultar numa gestação bem-sucedida. Jamais discriminamos o sexo do bebê”, diz Borges.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Redução de taxas de colesterol diminui em 27% chances de infarto]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87747</link>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 17:07:39 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O cientista britânico Colin Baigent, especialista em Epidemiologia Clínica da Universidade de Oxford, apresentará quinta-feira em Florianópolis, durante o XIII Congresso Brasileiro de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC, o resultado de um estudo que comprovou a redução de 27% do risco de infarto em pacientes que reduziram o nível do colesterol usando estatina.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A macro-pesquisa, com a avaliação por cinco anos de 170 mil pacientes comprovou que a redução para 40 ml/dcl do LDL, o “colesterol ruim”, não só reduziu o risco de infarto em 27%, como baixou em 22% o risco de derrame e reduziu a mortalidade em 10%.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"A apresentação de Colin Baigent é vital para o Brasil, pois embora o recomendável seja de LDL em torno de 70, na população brasileira nosso nível médio é de 120”, afirma o presidente do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Raul Dias Santos.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O cardiologista lembra que embora se fale muito em câncer, na realidade as doenças cardiovasculares é que causam o maior número de mortes no Brasil, 315 mil por ano, daí a importância de difundir estudos como o do professor Baigent entre os cardiologistas.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Doe leite]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87613</link>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 15:50:24 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje é o Dia Mundial da Amamentação. Além do alerta para que o aleitamento materno seja uma prioridade em todo o planeta, a data serve também para sensibilizar a população para a necessidade de novas doadoras. Os estoques do Banco de Leite do Hospital Anchieta, em Taguatinga, encontram-se em níveis críticos.&nbsp;  <br> <br> <br>A responsável técnica da unidade, Carina Bastos, informa que a coleta de leite é realizada uma vez por semana, na residência das mamães interessadas. Elas recebem do hospital um kit contendo frascos devidamente esterilizados, máscara e gorro, além de orientações sobre os procedimentos da coleta manual e as formas adequadas para o armazenamento do leite.  <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">As interessadas devem entrar em contato com o Banco de Leite do hospital, pelos telefones 3353 9136 ou 3353 9152, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.</span> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87657</link>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 14:58:08 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">  <br></font><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-weight: bold;">Não pode tratar o derrame cerebral só porque o paciente tem mais de 80 anos? Que história é essa?</span>  <br></font>  <br>  <br>  <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg">  <br></div>  <br>  <br></div><font size="3"><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span><br style="font-weight: bold;">  <br>O derrame cerebral ou acidente vascular cerebral (AVC) é a segunda maior causa de morte e a primeira causa de incapacidade física permanente no mundo. Os AVCs de etiologia isquêmica (AVCi) representam 70 a 80% dos casos, e portanto, são os principais alvos para o desenvolvimento de terapêuticas que visem a redução da mortalidade e incapacidade física decorrentes das doenças cerebrovasculares.  <br>  <br>&nbsp;  <br>Como o AVCi decorre da obstrução de um vaso arterial cerebral, a melhor estratégia para alcançar um tratamento eficaz é a busca de métodos que permitam a desobstrução desta artéria antes que haja um grau de lesão cerebral irreversível. Desde a década de 1950 que isso vem sendo tentado, mas foi só no ano de 1995 que tivemos os resultados do primeiro estudo que mudou para valer a história do tratamento do AVCi na sua fase aguda. Tínhamos então a primeira forte evidência de que o uso de uma medicação por via endovenosa nas primeiras três horas do início dos sintomas era capaz de salvar vidas e reduzir a chance de seqüelas. Nesse primeiro estudo, foram excluídos pacientes com mais de 80 anos.  <br>  <br>&nbsp;  <br>Muita coisa evoluiu nesses últimos 15 anos. Vários outros estudos foram realizados confirmando a eficácia do tratamento inclusive no caso de pacientes com mais de 80 anos. Nessa idade, é de se esperar que o prognóstico não seja tão bom quanto o de pacientes mais jovens. Entretanto, as pesquisas apontam cada vez mais que as complicações do tratamento, especialmente sangramento cerebral, não são maiores entre os octogenários.&nbsp;&nbsp;&nbsp;   <br>  <br>&nbsp;  <br>No caso de pacientes com mais de 80 anos, a indicação de qualquer tratamento sempre deve se feita de forma mais criteriosa. Isso não quer dizer que devam ser privados, somente pelo fator idade, da chance de receber um tratamento que pode mudar radicalmente o curso de suas vidas. Essa é a posição do <a href="http://www.pactoavc.com.br/downloads/mod4.pdf"><span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);">Pacto AVC</span>,</a><span style="text-decoration: underline;"> </span>projeto brasileiro para organização do atendimento emergencial do AVC e que tem apoio da Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares. Essa também é a posição das recentes publicações da <a style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20576948%20">American Heart Association&nbsp; </a></font><a style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20576948%20"><font size="3"></font></a><font size="3">sobre o assunto. <br> <br>&nbsp;  <br>Não custa lembrar que metade dos pacientes que sofrem um AVC tem mais de 75 anos e um terço deles já tem mais de 80.  <br>&nbsp;  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span><br style="font-weight: bold;">  <br>  <br>  <br></font></div>  <br>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Fique em Forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87626</link>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2011 12:01:41 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<p>   </p><p>&nbsp;</p><b><p align="CENTER"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">NEM TUDO QUE ADOÇA A VIDA É SAUDÁVEL,</font></p><p align="CENTER"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;ESPECILAMENTE NA GESTAÇÃO</font></p></b><p align="CENTER"><i></i></p><i><p><strong><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">*Por Joana Lucyk</font></strong></p><p> </p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/e552493c09dfbaf5481e70e6da074261.jpg"></p></i><p><font size="1" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foto de Ariel Costa</font></p><p align="left">&nbsp;</p><p align="left">&nbsp;</p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos últimos anos, motivadas pelo anseio de atingir padrões de beleza, muitas pessoas se submetem a dietas restritivas, com uso crescente de adoçantes. As mulheres, em especial, estão sempre de olho na balança e se preocupam muito com o ganho de peso, principalmente na gestação. Entretanto, antes de decidir pelo uso desses produtos na gravidez é preciso ter alguns cuidados.</font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p><p align="left">&nbsp;</p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os adoçantes recebem uma recomendação de ingestão diária aceitável (IDA), definida como aquela (mg kg/dia) considerada inócua mesmo se o uso for continuado indefinidamente. Para uso na gestação, os adoçantes que receberam boa avaliação pelo órgão responsável por determinar a IDA – o Food and Drug Administration (FDA) – foram: aspartame, sucralose, acessulfame-K e estévia. Portanto, o uso de outras opções deve ser desconsiderado pois, não são designados como produtos seguros para esse período fisiológico.</font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p><p align="left">&nbsp;</p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Algumas considerações a respeito dos adoçantes liberados pelo FDA no período gestacional devem ser feitas. O aspartame é metabolizado em três outras substâncias: metanol, aspartato e fenilalanina. O metanol origina outras substâncias (formaldeído e ácido fórmico), que causam acidose e têm um potencial carcinogênico expressivo. O aspartato, em animais, favorece necrose neuronal, ou seja: age no sistema nervoso central. Já a fenilalanina pode se acumular em indivíduos portadores de fenilcetonúria sintomáticos ou não, favorecendo retardo mental e menor expectativa de vida. A sucralose, assim como o aspartame, pode desencadear crises de enxaqueca - boa parte do produto ingerido não é metabolizada e a pequena quantidade absorvida é excretada por meio de urina e fezes. O acessulfame-K e a estévia não são metabolizados, sendo excretados integralmente pela urina.</font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p><p align="left">&nbsp;</p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Logo, entre os quatro adoçantes considerados seguros na gestação, dois saem na frente: estévia e acessulfame-k. De qualquer forma, o uso dessas substâncias não deve ser estimulado, sendo reservado para os casos estritamente necessários.</font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p><p align="left">&nbsp;</p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>* <i>Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. É professora do Centro Universitário Unieuro e Diretora da Clínica Saúde Ativa.</i></strong></font></p><p align="left"><i><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong> </strong></font></i></p><p align="left"><font size="2" face="Arial"><font size="2" face="Arial"></font></font>&nbsp;</p>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Nova arma apaga cicatrizes]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87524</link>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 20:47:08 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As cicatrizes estão entre os principais motivos pelos quais homens e mulheres recorrem aos tratamentos estéticos. Com a evolução da tecnologia, aliado aos benefícios do laser, já se consegue atenuar as indesejáveis marcas provocadas na pele por situações como ferimentos, cortes cirúrgicos e acnes, entra outras.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Entre os equipamentos mais eficazes para tratamentos dessa natureza, está o Smartxide Dot, que trabalha com a tecnologia conhecida como CO2 fracionado. Carla Gayoso, dermatologista e professora adjunta de Dermatologia da Universidade Federal da Paraíba explicou hoje como o aparelho funciona, durante palestra&nbsp; no IV Simpósio Nacional de Cosmiatria e Laser , que ocorre até amanhã no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília. “Durante a aplicação, a demanda do laser se dá em frações, por meio de colunas de aquecimento que permitem um estímulo tecidual com melhores resultados e efeitos colaterais reduzidos”.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Tratamento com o Smartxide Dot - Ao penetrar na pele em colunas de aquecimento, atua no tecido circunvizinho saudável, ativando vias de sinalização que estimulam substâncias como as citocinas e fatores de crescimento, promovendo a melhoria das lesões. O aparelho emite um laser padrão, seguro, com uma interface amigável e protocolos de fácil compreensão. Atinge perfeitamente a pele em micropontos, facilitando a cicatrização e rápido retorno às suas atividades normais. O painel de controle permite que o especialista determine de maneira simples os parâmetros relacionados à potência, distância entre os pontos, tempo de permanência na pele, métodos de varredura e a função “smartstack”, uma inovação na qual a máquina emite uma série de pulsos em rápida sucessão, adequando com precisão os vários parâmetros de acordo com as necessidades de cada paciente.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo Carla, nas regiões a serem tratadas o médico tem condições de programar a máquina para emitir diferentes níveis de energia, com profundidade de penetração do feixe de acordo com a condição apresentada pelo tecido da pele. Outros formas de terapia&nbsp; podem ser definidas, fazendo com que o aparelho seja útil em diferentes tipos de tratamento. A especialista alerta, no entanto, que não existe método que remova completamente qualquer cicatriz. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[No ritmo do coração]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87386</link>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 13:23:07 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac),promove a campanha <font style="font-weight: bold;" size="4"><a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://www.ritmodocoracao.com.br/fibrilacao-atrial">pulsAção: sentindo o ritmo do seu coração</a></font>. O objetivo é o de&nbsp; conscientizar a população brasileira sobre a fibrilação atrial, seus riscos, a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado.</span></font> <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/df47a10d1d752873f7460a10062ebabe.jpg"> <br></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A doença, caracterizada pelo ritmo de batimento rápido e irregular das câmaras superiores do coração (átrios), é o tipo de arritmia cardíaca mais comum nas consultas clínicas. A fibrilação atrial, muitas vezes silenciosa, já afeta 2,5% da população mundial, o que equivale a cerca de 175 milhões de pessoas. Estima-se que até 10% das pessoas acima de 75 anos possuam a doença. Com o envelhecimento da população, espera-se um crescimento expressivo da fibrilação atrial no Brasil.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Essa campanha pretende melhorar a qualidade de vida de quem tem fibrilação atrial e também contribuir para o tratamento e a prevenção das complicações da doença no Brasil", diz o cardiologista Guilherme Fenelon, presidente da Sobrac.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br></span></font></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Aproveite para conferir como anda a sua saúde]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87313</link>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 21:07:14 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br>Conferir a pressão arterial, conversar com um profissional de saúdee fazer um teste de glicemia, tudo de graça, são cuidados que fazem bem para qualquer pessoas. Os brasilienses terão oportunidade de ganhar estes mimos nesta semana.  <br> <br> <br>Na quinta-feira, o Hospital Anchieta promove um evento para falar sobre qualidade de vida do trabalhador. Entre 9h e 17h, o hall central oferecerá&nbsp; avaliações gratuitas à comunidade. Entre os serviços oferecidos estarão: exames de pressão arterial e glicemia, além de orientações com especialistas nas áreas de cardiologia, fisioterapia, gastroenterologia, otorrinolaringologia, entre outros.&nbsp;  <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">SERVIÇO</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Evento Saúde do Trabalhador</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Data: 28/07 – Quinta-feira</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Horário: Das 9h às 12h e das 14h às 17h</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Local: Hall do Piso Central do Hospital Anchieta / Área Especial 8, 9,10 Setor C Norte Taguatinga-DF</span><br style="font-weight: bold;"> <br>&nbsp; <br>E na sexta-feira, a rede de drogarias Rosário promove o Bem-Estar em Ação em Taguatinga. O programa terá, gratuitamente, aferição de pressão arterial,&nbsp; exame de glicose, dicas para prevenção de doenças e soluções de dúvidas sobre medicamentos. Além disso, traz um espaço beleza e relaxamento com higienização de pele, diagnóstico capilar e massagem expressa. Os participantes também ganham café da manhã. <br> <br>&nbsp; <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">SERVIÇO</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Bem-Estar em Ação</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Data e Horário: 29 de julho, das 8h às 12h.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Local: CSB 02 Lotes 01/04 Salão Comercial T-02A - Alameda Shopping - Taguatinga</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Telefone: (61) 3212-1000</span> <br> <br>&nbsp; <br></font></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Passeata virtual alerta sobre perigo da hepatite C]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87328</link>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 13:27:09 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br>Marque na agenda. Nesta quinta-feira, dia 28, ocorre a primeira passeata virtual para alertar sobre a importância da prevenção da hepatite C. <br> <br> <br>A integração entre Twitter, Orkut e Facebook levará os usuários para o website da campanha <font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="5"><a href="http://www.quebreosilencio.com.br">Hepatite C. Quebre o silêncio</a></font>, onde serão direcionados automaticamente para a passeata virtual. Para participar, pelo Facebook, é necessário fazer o login na rede e aceitar o aplicativo da campanha; o mesmo processo acontece no Orkut. Já no twitter, basta fazer comentários com a hashtag #quebreosilencio. Assim, o perfil do usuário já fica associado à passeata virtual. Outra maneira é acessar o site da campanha e participar pelos links que redirecionam para as redes sociais.  <br> <br> <br>Os usuários deverão ter perfil em uma dessas redes sociais para entrar na passeata. No site da campanha, há diversas informações sobre diagnóstico, sintomas, prevenção, tratamento, apoio aos pacientes com hepatite C, dentre outros assuntos relacionados à doença.  <br> <br>&nbsp; <br>Desenvolvida pelo laboratório farmacêutico Roche, a ação faz parte das atividades para lembrar o Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais, em 28 de julho, e vai mobilizar internautas, blogueiros, médicos e população em geral sobre a importância da detecção precoce da doença.  <br></font></div> <br> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87250</link>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 16:59:38 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Podemos dizer que queixas de memória são coisas da idade?</span> </span></font> <br> <br> <br><div style="text-align: left;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Email: ricardo@icbneuro.com.br <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É bastante comum vermos pessoas com mais de 60 anos de idade colocando a culpa de suas queixas de memória no cérebro que não é mais jovem. Na verdade, o envelhecimento cerebral normal provoca apenas discretas mudanças no desempenho cognitivo após os 50-60 anos de idade, muitas vezes só detectáveis através de testes rigorosos. Na maioria das vezes, porém, as queixas de memória têm mais relação com quadros de ansiedade, depressão, transtornos do sono e o estresse do dia a dia do que com doenças cerebrais propriamente ditas. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Infelizmente, algumas pessoas à medida que envelhecem começam a ter queixas de memória de forma mais intensa, podendo evoluir para quadros de demência. A definição de demência é o acometimento de diversas dimensões do pensamento que chega a comprometer a capacidade de um indivíduo em realizar suas atividades habituais. Entre o envelhecimento cerebral normal e a demência, podemos encontrar pessoas que estão no meio do caminho, e essa é uma condição chamada de transtorno cognitivo leve. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Idosos com transtorno cognitivo leve costumam apresentar dificuldades significativas de memória com outras funções cognitivas preservadas, sem que isso atrapalhe de forma expressiva suas atividades diárias. Outros apresentam uma variante em que a memória é preservada enquanto outras funções estão acometidas. Nem todas as pessoas que apresentam transtorno cognitivo leve apresentarão demência no futuro, mas a maioria apresentará sim. A cada ano, cerca de 10-15% de idosos com diagnóstico de transtorno cognitivo leve&nbsp; receberá o diagnóstico de demência, comparado a 1-2% para idosos sem o problema. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um estudo envolvendo 4 mil idosos revelou que, após 3 anos de acompanhamento, aqueles que desenvolveram uma síndrome demencial apresentavam uma pontuação média significativamente maior&nbsp; (4.4 pontos) numa escala de auto-avaliação de memória do que os idosos que não desenvolveram a doença (2.5 pontos).&nbsp; Não há um número mágico nesta escala que permita dizer que um determinado indivíduo tenha mais chance de vir apresentar demência, mas é razoável pedir a opinião de um médico no caso de uma pontuação acima de 2 pontos. Veja abaixo a escala.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E nada de pânico, já que dificuldades de memória na maior parte das vezes não são sinais de doenças degenerativas. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma dica é avaliar o grau da sua memória. Faça este <a style="font-weight: bold;" href="http://stat.correioweb.com.br/blogs/idade.doc">TESTE</a></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural da Unicamp. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Fique em forma]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87205</link>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 19:50:28 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<p>   </p><p>&nbsp;</p><b><p align="CENTER">A TEMPERATURA CAI E  <br>AS CALORIAS AUMENTAM:  <br>MANTENHA O PESO NO INVERNO</p><p><i></i></p><i><p>*Por Joana Lucyk</p><p>&nbsp;</p><p><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/e552493c09dfbaf5481e70e6da074261.jpg"></p></i><p align="left"><font size="1" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foto de Ariel Costa</font></b></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">É só a temperatura cair para as calorias aumentarem no prato, isso porque no frio a sensação de fome é maior. Felizmente, o gasto energético nesta época do ano também é maior, pois o organismo necessita de mais energia para manter a temperatura corporal dentro da normalidade. </font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No inverno o corpo fica mesmo mais lento para processar qualquer movimento e atividade. Com isso, o metabolismo tem que trabalhar dobrado para prover a energia, ou seja, usa uma quantidade de calorias maior para trabalhar. A explicação mora no hipotálamo, parte do cérebro que funciona como termostato corporal – por meio do controle das taxas metabólicas, ele equilibra os níveis internos de temperatura de acordo com ambiente externo.</font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mas, vá com calma. Antes de se animar com o fato de poder comer um pouco mais, lembre-se que os exageros sempre pesam na balança. Vale redobrar a atenção com fondues, doces em geral e bebidas típicas da estação, como chocolate quente e capuccino – além de altamente calóricos, possuem pouco valor nutritivo. </font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A recomendação é ingerir saladas cozidas e alimentos quentes - como sopas, caldos e chás -, que são excelentes opções para aquecer o organismo. E, para melhorar a disposição e o ânimo café, chá verde, chá mate, chá preto, cacau em pó, gengibre e guaraná em pó caem muito bem. A prática de atividade física deve fazer parte da rotina, mesmo quando a temperatura estimula a preguiça. O esforço vale a pena.</font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p><p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>* <i>Joana Lucyk é nutricionista graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado em Nutrição Humana e especialização em Nutrição Clínica Funcional e Esportiva. É professora do Centro Universitário Unieuro e Diretora da Clínica Saúde Ativa.</i></strong></font></p><p align="left"><i><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong></strong></font></i></p><p> <br></p>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Xô, olhar de vampiro!]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=87162</link>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 15:57:53 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As olheiras podem ser causadas por muitas razões e as classificações também são variadas. São marcas na parte inferior dos olhos, que nos deixam com o olhar cansado e com aparência de mais velhos do que na realidade somos. A dermatologista Carolina Ferolla explica os principais tipos e tratamentos. <br> <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/b5b64cd5ce93e2ef596319823b32ec2d.jpg"> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Constitucionais são olheiras acastanhadas e fundas caracterizadas pela anatomia da face. O globo ocular fica alojado em um orifício que, neste caso, é anatomicamente mais profundo e recoberto por uma pele muito fina que permite transparecer a sombra da cavidade. Muito comum nas etnias indiana e árabe. Os tratamentos para clarear e suavizar olheiras desse tipo são geralmente lentos e apresentam resultados pouco perceptíveis. O tratamento com Laser (luz intensa pulsada) e preenchimento com ácido hialurônico pode ser uma boa opção para este caso. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Melânicas: olheiras acastanhadas causadas pelo acúmulo de melanina (pigmento que fornece o tom a pele), que por sua vez é desencadeado pelo excesso de sol ou estímulo hormonal. Os tratamentos que favorecem a despiguimentação apresentam bons resultados no clareamento e suavização desse tipo de olheiras.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Sanguíneas: olheiras arroxeadas causadas por acúmulo de hemoglobina (pigmento sanguíneo) ou produtos de sua degradação (bilirrubina, biliverdina e ferro). Os tratamentos que favorecem a micro-circulação e agem como quelantes de ferro apresentam bons resultados no clareamento e suavização desse tipo de olheiras.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Vasculares: olheiras azuladas causadas por excesso de retenção de fluidos. Tendem a agravar-se em situações de stress e cansaço, quando a circulação sanguínea da região torna-se parcialmente comprometida. Os tratamentos que favorecem a micro-circulação apresentam bons resultados no clareamento e suavização desse tipo de olheiras.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Alguns fatores externos ao nosso organismo, também podem causar as olheiras, são eles: o sol, alguns remédios, o álcool e o sal em excesso nas comidas. Carolina esclarece que, apesar de haver muitos tratamentos, as olheiras não são 100% curáveis, só em casos cirúrgicos se pode afirmar que desaparecerão definitivamente. Os outros tratamentos necessitam ser repetidos após seis meses. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[DPOC tem novo tipo de tratamento]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=86966</link>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 18:40:28 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br>O <a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2011/07/20/interna_ciencia_saude,261965/droga-para-portadores-de-doenca-pulmonar-cronica-esta-disponivel-no-brasil.shtml">Correio Braziliense</a> publica hoje uma matéria sobre um novo tipo de medicamento para tratar a Doença Obstrutiva Pulmonar Crônica (DPOC), a popular enfisema. <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><a href="http://stat.correioweb.com.br/blogs/imagens/Roflumilaste_DPOC_1.jpg"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/1e00553c7c66abbbe79e81eee85f365c.jpg"></a> <br> <br> <br><div style="text-align: left;">&nbsp;DPOC é uma doença crônica dos pulmões que diminui a capacidade de respiração. Os sintomas podem ser os mesmos de outras doenças respiratórias, como a asma, dificultando o diagnóstico preciso. Para ao tratamento, chegou ao país um novo medicamento oral, o roflumilaste. Os existentes até hoje eram aplicados por inalação. <br></div></div> <br> <br>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Tingir a alisar cabelos na gravidez pode causar leucemia no bebê]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=86955</link>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 13:45:46 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O jornal O Estado de São Paulo publica hoje uma matéria falando sobre os riscos de gestantes tingirem ou alisarem os cabelos. A reportagem é da jornalista <span style="font-weight: bold;">Fernanda Bassette</span> e a transcrevo por ser um assunto muito sério. &nbsp;</span>&nbsp;  <br></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O uso de tinturas ou alisadores de cabelo durante os três primeiros meses de gravidez aumenta em quase duas vezes o risco de o bebê desenvolver leucemia nos primeiros dois anos de vida. Embora seja considerada uma doença rara, a leucemia atinge cerca de 5% das crianças nessa idade.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">A conclusão é do primeiro estudo epidemiológico brasileiro que investigou o tema. O trabalho foi realizado pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) em parceria com o Instituto Nacional de Câncer (Inca) por mais de dez anos. Ao menos por enquanto, os dados sugerem que as mulheres não devem pintar os cabelos durante a gravidez.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O trabalho foi realizado em 15 centros de todas as regiões do País, exceto a Norte. Foram analisadas 650 mães: 231 com filhos diagnosticados com leucemia antes de 2 anos de idade e 419 mães controle sem filhos com câncer.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Segundo o biólogo da ENSP Arnaldo Couto, autor do estudo, das 231 mulheres cujos filhos tiveram leucemia, 35 (ou 15,2%) usaram produtos químicos no cabelo no primeiro trimestre da gravidez. Entre as 419 mães controle, 41 (ou 9,8%) utilizaram tinturas no mesmo período.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">"O estudo mostrou que a doença não se manifestou ao acaso. Há uma associação significativa entre a exposição a tinturas e alisantes com o desenvolvimento de leucemia", diz Couto.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Maria do Socorro Pombo-de-Oliveira, chefe do Programa de Hematologia e Oncologia Pediátrica do Inca, que coordena o estudo, confirma a importância do achado e afirma ter ficado surpresa com os resultados.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">"É a primeira vez que um trabalho olha para essa direção. Mas, como se trata de uma doença rara, o número de casos precisa ser confirmado em análises experimentais posteriores", diz ela.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O estudo. A partir do momento em que uma criança com menos de 2 anos era diagnosticada com leucemia em um dos centros parceiros, uma amostra de sangue seguia para o Inca para confirmação diagnóstica.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Além de confirmar o tipo de leucemia - mieloide aguda (LMA) ou linfoide aguda (LLA) -, os pesquisadores realizavam a entrevista materna. A LLA é a mais comum das leucemias infantis - cerca de 75% dos casos (mais informações nesta pág.).</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Depois, uma equipe entrevistava cada uma dessas mães. O questionário incluía perguntas sobre hábitos de vida: alimentação, tabagismo, uso de álcool e medicamentos, exposição a agrotóxicos e tinturas.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Para cada mãe com filho com leucemia, os pesquisadores entrevistavam duas mães controle - com um filho da mesma idade e sem a doença maligna.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">As perguntas eram direcionadas para os três meses antes de a mulher engravidar, os três trimestres da gestação e os três primeiros meses após o parto. "A ideia era identificar fatores ambientais que poderiam ter influência no desenvolvimento das leucemias", explica Couto.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Compostos químicos. Os pesquisadores analisaram os compostos existentes em 14 marcas de tinturas e alisadores. Foram identificados 150 componentes - 32 deles potencialmente prejudiciais à saúde do bebê.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Com os dados em mãos, Couto calculou a estimativa de risco de a criança desenvolver leucemia por a mãe ter feito uso desses produtos. De acordo com o pesquisador, esse risco é 1,8 vez maior em mães expostas aos cosméticos do que entre aquelas que não haviam utilizado os produtos durante a gestação.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">"É justamente no primeiro trimestre que o bebê está em formação. Nessa fase existe uma divisão celular intensa e constante. Uma das hipóteses é a de que as substâncias químicas alteram o DNA e modificam a informação genética da criança", diz Couto.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Segundo Maria do Socorro, o próximo passo é descobrir qual mecanismo levou a esses casos. Os compostos da família dos fenóis, que foram os mais associados ao aumento do risco, já estão sendo estudados pela equipe.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></font> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Descubra a dose diária certa de adoçantes. Nem a mais nem a menos]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=86900</link>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 19:26:32 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Você quer calcular a a quantidade de adoçante que pode ingerir diariamente sem qualquer prejuízo à sua saúde? Acesse o site&nbsp; da <a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://www.abiad.org.br"><span style="font-weight: bold;">Associação Brasileira de Alimentos Para Fins Especiais e Congêneres, Diet e Light</span> </a>(Abiad) e descubra.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ao entrar na página, clique no link Adoçantes, localizado no lado direito, e calcule o o índice de Ingestão Diária Aceitável (IDA) de edulcorantes como Aspartame, Acessulfame, Sacarina, Ciclamato, Sucralose e Estévia.   <br>  <br>  <br>O cálculo estabelece o consumo destes produtos conforme o peso corporal da pessoa. Segundo a tabela, uma mulher com 50 kg pode consumir 66 envelopes de aspartame por dia, 20 de sacarina, 75 de sucralose e 3 de estévia (número curioso para os mais naturalistas).  <br>  <br></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O site é mantido por empresas produtoras de adoçantes, mas presta um bom serviço para quem não pode consumir açúcar. </span></font>  <br>  <br>  <br>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=86766</link>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 15:03:31 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dor de cabeça do avião</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/7e5f37aee34af3af5414f24a07397bbd.jpg"> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Email: ricardo@icbneuro.com.br</span><br style="font-weight: bold;"> <br> <br>Esta semana um senhor de meia idade me procurou com a queixa de duas crises recentes de dor de cabeça muito fortes durante uma viagem de avião. Quanto à intensidade das crises, sempre pergunto aos pacientes em que nível eles classificam a dor numa escala de 1 a 10. Nota 11 foi a que o paciente atribuiu a ambas as crises. As duas crises aconteceram quando o avião estava pousando, de um lado só da cabeça e com lacrimejamento e corrimento nasal do mesmo lado. <br> <br> <br>Esses casos têm sido pouco descritos na literatura médica, mas acredita-se que o fenômeno seja bem mais comum do que parece. A classificação internacional de cefaléias reconheceu na sua última edição a cefaléia da altitude, condição que define a dor de cabeça que algumas pessoas vivenciam quando atingem locais de grande altitude. Entretanto, os casos descritos até o momento sugerem que em breve deverá ser incluída uma nova entidade que é a dor de cabeça associada à MUDANÇA de altitude.&nbsp; Já foi descrito um caso em Portugal em que o paciente apresentava os sintomas durante a descida do avião, mas também toda vez que descia de carro uma montanha de dois mil metros de altitude.  <br>&nbsp; <br> <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é professor da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br> <br><br style="font-weight: bold;"></span></font></div> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Laptite, o mal de quem usa notebook]]></title>
			<author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=86440</link>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 17:34:02 GMT</pubDate>
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		<font size="3"> <br> <br> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/d914cd03d9d6421c289c5011eaab674a.jpg"></font> <br></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com certeza você já ouviu falar de tendinite, bursite, amigdalite ou sinusite. Mas o novo “ite” que atinge a população mundial chama-se laptite. A criação do termo não está ligada a uma nova reação inflamatória. A laptite manifesta-se pelo uso excessivo dos laptops ou notebooks em substituição aos computadores tradicionais. Segundo o ortopedista Marcus Vinícius Galvão Amaral, especialista do centro de Cirurgia do Ombro e Cotovelo do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro, a disposição espacial do laptop acentua as deformidades posturais e traz danos às articulações dos membros superiores. “O fato do monitor e o teclado serem acoplados prejudica a postura e pode causar lesões, gerando dores nos ombros, cotovelos, punhos e coluna”. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisas recentes revelam que os computadores convencionais estão sendo substituídos pelos laptops no uso doméstico, devido à facilidade que oferecem, como mobilidade e portabilidade. Em algumas empresas, também ocorre esta mudança, com a justificativa de facilitar a vida dos funcionários e aumentar sua autonomia.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para não abrir mão da praticidade e preservar a saúde é importante observar alguns critérios. O uso de acessórios de apoio para aumentar a altura do laptop e manter os olhos na direção da tela ajuda a combater dores no pescoço. A opção de plugar um teclado no aparelho possibilita o apoio dos punhos e dá mais conforto na digitação. Manter a coluna ereta é primordial, buscando sempre a melhor ergonomia. “Além disso, é importante ter bom alongamento, a fim de proporcionar condicionamento postural. Isso é conquistado através de atividades físicas e controle do peso corporal”, explica o especialista. Fazer algumas pausas para esticar o corpo também ajuda bastante na prevenção de lesões. <span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;">Atenção ainda aos tablets, que devem ficar apoiados em mesas para não causar dores nos punhos e nos dedos. </span>“Adaptar às novas tecnologias ao nosso conforto é o que dá sentido à modernidade, portanto preserve sua saúde”, aconselha Marcus Vinícius. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br>
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