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<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>saude para todos!</title>
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<title>saude para todos!</title>
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		<title><![CDATA[Fala doutor!]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53274</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Olá amigos. O neurologista Ricardo Teixeira&nbsp; responde uma dúvida da internauta Viviane. Ela está preocupada porque o pai dela fez uma cirurgia de hérnia na virilha e depois de três meses de repouso,&nbsp; manca e está com suspeita de trombose ou flebite. O angiologista consultado disse que o problema é neurológico. Eis a resposta do Dr. Ricardo. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O fato do seu pai apresentar inchaço e alteração da cor da perna fala muito mais a favor de um diagnóstico de comprometimento vascular do que de um problema neurológico. A cirurgia em si não causaria diretamente uma trombose venosa na perna, mas indiretamente poderia ter contribuído devido à necessidade de prolongada restrição ao leito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=53211</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O excesso de analgésicos ao invés  <br>de ajudar pode até piorar a enxaqueca</span> <br></font><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira*</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A cada ano, até 15% das pessoas com enxaqueca passam a apresentar crises quase diárias. Já conhecemos alguns fatores de risco modificáveis que aumentam o risco para a cronificação da enxaqueca: obesidade, distúrbios do sono, excesso de cafeína, tabagismo, eventos estressantes e dor crônica. Entretanto, nenhum fator tem tanto impacto como o uso excessivo de analgésicos. Os estudos epidemiológicos revelam que cerca de 3% a 4% da população mundial sofre de dor de cabeça diária, grande parte devido ao excesso de analgésicos. Seu consumo não deve exceder mais do que duas vezes por semana. É um ciclo vicioso: quanto mais analgésicos, mais dor de cabeça. Entretanto, não é difícil imaginar que a divulgação desse problema contraria interesses comerciais de proporções gigantes.  <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Resolve-se o problema com a suspensão abrupta dos analgésicos e o início de um tratamento com medicação que recolocará a química cerebral no seu lugar certo e que deve durar pelo menos seis meses. Há evidências do benefício do uso de corticóides e/ou neurolépticos nos primeiros dias da “abstinência” dos analgésicos. Durante a retirada, deve-se evitar o uso de analgésicos associados a tranquilizantes, opióides, barbitúricos, cafeína, assim como mistura de analgésicos. Os anti-inflamatórios não hormonais são boas opções nesses casos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além do risco de cronificação da enxaqueca, o uso de analgésicos sem instrução médica pode levar a outros riscos, já que algumas medicações são contra-indicadas a depender do tipo de enxaqueca e dos antecedentes patológicos do indivíduo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Internet depressiva]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52924</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Nossa pesquisa indica que o uso excessivo da internet está associado com depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro. As pessoas depressivas são atraídas pela internet ou é o uso da rede que causa depressão?" <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Catriona Morrison, responsável pela pesquisa sobre internet e depressão, realizado na Universidade de Lees (Grã-Bretanha) . Segundo o estudo, pessoas que navegam horas na internet possuem mais chances de serem depressivas. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">E conclui: <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Enquanto a maioria usa a rede mundial para se informar, pagar contas, fazer compras e trocar e-mails, há uma pequena parcela dos usuários que acha difícil controlar o tempo gasto on-line. Isso ao ponto em que tal hábito passa a interferir em suas atividades diárias."</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Vacina não causa autismo]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52864</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A revista médica britânica <font style="color: rgb(51, 102, 255);" size="4"><a href="http://www.thelancet.com"><span style="font-weight: bold;">The Lancet</span> </a></font>se retratou formalmente hoje de um estudo de 1998 que vinculava a vacina tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba) com o autismo. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A revista decidiu também retirar esse artigo de seus arquivos. A informação gerou um retrocesso no uso desta tríplice inoculação no Reino Unido. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A <span style="font-weight: bold;">Lancet </span>já havia reconhecido em 2004 que não devia ter publicado esse estudo do pesquisador Andrew Wakefield, que gerou, além disso, uma forte polêmica no país.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>"Retiramos totalmente este estudo de nossos arquivos de publicações", disseram os editores em um comunicado publicado on-line. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Protetor solar: o jeito certo de usar]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52839</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O sol forte pede o uso de protetor solar. Não apenas no rosto, mas nas partes expostas aos raios solares. Um exemplo: o braço esquerdo de quem dirige. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgaram nesta semana um boletim sobre o uso correto de protetor solar. Confira a cartilha. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Verão mais seguro: orientações sobre protetor solar <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com a chegada da estação do verão é necessário aumentar os cuidados com a proteção da pele, pois a exposição excessiva ao sol contribui para o desenvolvimento do câncer de pele e o envelhecimento precoce.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Esses cuidados contra os efeitos danosos do sol, que são cumulativos, devem se estender durante todo o ano e não só no verão, pois os raios ultravioletas (UV) conseguem alcançar a Terra também em dias nublados e com pouca luminosidade.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Para melhor entender o conceito, a radiação ultravioleta (UV) é formada por raios UVA, UVB e UVC que são invisíveis, mas penetram na pele e podem provocar queimadura solar, envelhecimento precoce, câncer de pele, além de danos nos olhos e no sistema imunológico.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>A radiação UVA possui intensidade o ano todo e penetra na pele profundamente enquanto a radiação UVB tem intensidade maior no verão e ela que causa a queimadura solar e predispõe ao câncer de pele. Por isso, os cuidados com a exposição ao sol devem iniciar principalmente na infância porque a radiação é cumulativa e se estende ao longo da vida.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Usar protetor solar com Fator de Proteção (FPS) de no mínimo 15, diariamente, independente da cor da sua pele; evitar expor-se ao sol no período entre 10 e 16 horas; usar chapéu com abas, óculos escuros e roupas apropriadas, são medidas que ajudam a se proteger e aproveitar melhor o verão e as outras estações.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><span style="font-weight: bold;">Conceito dos protetores solares <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os protetores solares são produtos de uso externo que contêm em sua formulação filtros solares que são substâncias químicas e/ou físicas que atuam como barreiras protetoras da pele protegendo-a contra as radiações solares.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><span style="font-weight: bold;">FPS - Fator de Proteção Solar <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">FPS - Fator de Proteção Solar - mencionado no rótulo do produto identifica a proteção oferecida pelo produto contra os raios UVB. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para fins de registro dos protetores solares, a Anvisa estabelece metodologias de referências para determinação do nível de proteção solar e para resistência à água e também estabelece a lista de substâncias que podem ser usadas como filtro solar em produtos cosméticos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além disso, determina como requisitos obrigatórios os dados de segurança e a comprovação de eficácia, dentre outros. Para registro destes, é necessária ainda, a apresentação de teste de eficácia de uso do produto acabado antes da liberação para o mercado. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Orientações na compra e uso de protetores solares <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Aplique o protetor solar na pele no mínimo 30 minutos antes da exposição ao sol. Todos os protetores solares, mesmo os resistentes à água, devem ser reaplicados após: <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * duas horas de exposição contínua ao sol</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * nadar ou mergulhar</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * secar-se com toalhas</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * praticar exercícios físicos</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * suar excessivamente <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Utilização do protetor solar <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ao comprar um protetor solar, leia e observe atentamente se na embalagem contém:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Número de registro do produto na Anvisa/MS. O número de registro de produtos cosméticos inicia-se com o número 2 e pode ter 9 ou 13 dígitos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Indicação do FPS (de acordo com o tipo de pele)</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Modo de usar</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Prazo de validade</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Indicação da necessidade de reaplicação do produto para manutenção de sua eficácia</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Orientações e advertências, tais como: "Atenção: este produto não oferece nenhuma proteção contra insolação".</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><span style="font-weight: bold;">Outras dicas para uso do protetor solar <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não se esqueça de passar protetor nas partes mais vulneráveis como: orelhas, pescoço, nariz, pés e mãos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Lembre-se: a simples utilização do protetor solar não garante a total prevenção, e nem significa que podemos nos expor por mais tempo ao sol, o objetivo do seu uso é amenizar e proteger dos efeitos nocivos da radiação solar. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além disto, o produto só será eficaz se utilizado corretamente.</span></font> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52815</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pilritos, pilriteiros e equilíbrio mental <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Adorei uma frase que conheci há alguns anos por meio de um grande psiquiatra de Campinas, Pedro Amparo, quando ele me convencia que não deveríamos nos martirizar por ficarmos exigindo dos outros aquilo que eles não podem nos oferecer. Com sotaque bem português a frase dizia assim: Cada qual dá o que tem conforme a sua pessoa.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Anos depois aprendi com uma senhora portuguesa que na verdade essa frase é parte de uma quadra popular bastante conhecida em Portugal:  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Pilriteiro, dás pilritos</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Porque não dás coisa boa?</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Cada qual dá o que tem</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Conforme a sua pessoa. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em Portugal há também um ditado muito popular que diz a mesma coisa: <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Pilriteiro dá pilritos, a mais não é obrigado. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O pilriteiro é um arbusto espinhoso bastante comum em Portugal e dá uma frutinha muito ácida, o pilrito. Pela quadrinha popular, parece que o pilrito não deve mesmo ser uma fruta muito apreciada. Tenho uma teoria sobre frutas exóticas que pode se aplicar a esse caso. Se pilrito fosse bom mesmo, seu nome seria morango ou banana e seria exportado para todos os cantos do planeta. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Boa parte das situações do dia-a-dia que poderiam nos afastar do nosso equilíbrio mental tem a ver com o potencial que elas têm de nos deixar indignados com o desempenho ou atitudes de outras pessoas. É o prestador de serviço que não terminou o serviço direito; é um motorista que passa à nossa frente pelo acostamento enquanto estamos parados direitinhos na fila do engarrafamento ou é a moça do caixa do supermercado que é meio lenta. Podemos começar a enxergar esse cotidiano através de uma outra ótica. O cara que fura fila não tem educação e princípios de cidadania. Vamos nos irritar? Brigar? A moça lenta no caixa do supermercado é lenta mesmo e nem foi treinada para ser mais rápida. O mau prestador de serviços é ruim de serviço mesmo e foi a gente que fez a escolha. Antes de reagirmos de forma a perder nosso dia, podemos pensar que pilriteiros dão pilritos&nbsp; … E sempre que tivermos poder de escolha, não precisamos insistir em comer pilritos. Mudamos a página e seguimos em frente com morangos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Cirurgia segura]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52654</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A morte de Lanusse Martins Barbosa, durante uma lipoaspiração, mais uma vez desperta o interesse delicado: há cirurgia segura?&nbsp; O artigo da jornalista Carla Furtado, do Grupo Athena, informa que cerca de um milhão de pessoas morrem todos os anos em decorrência de procedimentos cirúrgicos. E o Protocolo de Cirurgia Segura reduz em 42% a mortalidade. Confira.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O QUE OS PACIENTES PRECISAM SABER <br> <br>Carla Furtado<br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Por aqui o tema ainda é pouco debatido, mas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa a preocupação com a segurança dos procedimentos cirúrgicos é recorrente. Tanto, que para obtenção da Acreditação Hospitalar concedida pela Joint Comission International (JCI) – privilégio de poucas instituições brasileiras, como Albert Einstein, Sírio Libanês e Oswaldo Cruz - a implantação do Protocolo de Cirurgia Segura é passo imprescindível.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo anualmente 7 milhões de pacientes sofrem complicações após intervenções cirúrgicas e, desses, 1 milhão vão a óbito. Muitas complicações e mortes podem ser evitadas com a implantação de rotinas simples. E é isso que prega a JCI, representada no País pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O Protocolo de Cirurgia Segura implica na utilização de um checklist para verificação de pontos-chave antes de fases específicas da assistência perioperatória. “A primeira checagem se dá antes da anestesia e visa garantir que o procedimento correto seja realizado no paciente correto e na região do corpo correta”, descreve Rejane Mariotto, diretora de qualidade e segurança do Hospital Brasília, primeira entidade das regiões centro-oeste e norte em fase de preparação para a Acreditação Internacional pela JCI.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">“Verificam-se também se o consentimento informado, bem como todos os exames e avaliações médicas e de enfermagem pré-operatórios necessários para definição do risco cirúrgico e anestésico foram realizados e se todos os profissionais e materiais necessários para o procedimento estão disponíveis. Só então é feita a indução anestésica”, complementa a executiva. Além disso, antes da incisão, todos os profissionais avaliam possíveis intercorrências durante o ato cirúrgico. Ao final do procedimento e antes de deixar a sala, a equipe conta compressas e instrumentais, identifica materiais de biópsia e avalia os pontos mais importantes para a recuperação pós-anestésica e pós-operatória do paciente.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O professor Edmundo Ferraz, consultor do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva e da OMS, é atuante defensor do Protocolo. Ele participou, em 2007, do encontro realizado em Genebra, com vistas a validar a rotina-padrão de segurança para cirurgias. “Os resultados do estudo piloto realizado em nove cidades do mundo, publicado em janeiro de 2009 no New England Journal of Medicine, foram surpreendentes e decisivos. A introdução do checklist reduziu em 37% as complicações pós-cirúrgicas e em 42% a mortalidade”, enfatiza. Ferraz espera agora o anúncio da implantação oficial da política de cirurgia segura no Brasil: “Por enquanto é privilégio dos hospitais de elite”.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">A implantação do Protocolo demanda uma profunda mudança cultural. José Henrique Germann Ferreira, ex superintendente do Hospital Albert Einstein e atual diretor geral do São Lucas - de Ribeirão Preto, lembra que toda instituição de saúde que atua com corpo clínico aberto enfrenta dificuldades para implementar normas universais de funcionamento. “O médico que trabalha em vários hospitais sofre mais a pressão do tempo e a adoção de sistemas de gerenciamento normalmente demanda o cumprimento de novos passos, ou seja, mais tempo”, comenta. Para o executivo, a saída para envolver esse personagem fundamental no processo está no relacionamento: “Quanto mais a instituição investe na disseminação de informações e no estreitamento de laços com seu corpo clínico, menor é a resistência”.&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Convidado para falar sobre o tema em vários países, o professor Edmundo Ferraz é enfático sobre os benefícios para o próprio médico. “É importante que trabalhemos com segurança e tranqüilidade, sabendo que dispomos de todos os recursos para operar”. Em uma profissão na qual um erro pode trazer sensível impacto à vida pessoal, não resta dúvida de que segurança é palavra de ordem.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Espera-se que, com o tempo, a disseminação de informações sobre a Cirurgia Segura dê ao paciente a condição de verificar e até exigir que a instituição na qual será operado ofereça as condições ideais – seja ela pública ou privada. “O paciente ainda avalia a qualidade de um serviço de saúde a partir de determinados critérios, usualmente por aquilo que ele consegue ver. Esses aspectos são importantes, mas há outros que ele não consegue reconhecer e que são vitais”, destaca Dr. Erickson Blun, superintendente do Hospital Brasília. “Como o paciente saberá se o hospital realiza manutenção preventiva de seus equipamentos, por exemplo?”, questiona Dr. Blun.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">O movimento pela Acreditação Hospitalar, em ascendência no Brasil, sinaliza um futuro promissor no que diz respeito à qualidade da assistência médico-hospitalar. Para o Dr. José Henrique esse é um caminho sem volta: “Em pouco tempo não haverá mais espaço no mercado para hospitais que não utilizam algum sistema de controle de qualidade e segurança”. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Dieta ácida danifica dentes infantis]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52592</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left; font-weight: bold; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">A erosão dentária causada por ácidos gástricos ou presentes na dieta já atinge metade das crianças em idade pré-escolar, que ainda possuem dentes de leite.&nbsp; A erosão desgasta a dentina, a camada externa dos dentes.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">O diagnóstico faz parte de uma pesquisa realizada na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP). O estudo, da dentista Christiana Murakami, aponta um maior número de casos de erosão entre crianças com refluxo gastroesofágico.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">A ingestão frequente de sucos ácidos e refrigerantes também é um indicador de risco para a doença.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">Como medida de prevenção, a pesquisadora propõe a restrição do consumo de bebidas ácidas. Na hora de beber, os pais devem optar pelo suco gelado e orientar a criança a usar o canudo corretamente, posicionado na língua e não a frente dos dentes.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">Entre as providências que podem ser tomadas, a dentista recomenda que as crianças não escovem os dentes imediatamente após a ingestão de sucos ácidos e refrigerantes, e em caso de vômito.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;">"Como os ácidos ainda estão em contato com os dentes, amolecendo o seu esmalte, o uso da escova provocará abrasão e desgastará ainda mais o esmalte", diz. "O ideal é esperar ao menos dez minutos e fazer um bochecho com água ou enxaguatório bucal neutro antes da escovação."  <br>  <br>  <br></span></font></div>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52457</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3">S<font size="4">erá que é só um hobbie ou já virou compulsão?</font></font> <br> <br></div><font size="3"> <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira * <br> <br></span> <br>O hábito de colecionar coisas, mesmo que não tenham qualquer utilidade à primeira vista, é um hábito comum entre crianças e adultos, tanto em sociedades modernas como primitivas. Tal hábito também é descrito em outras espécies. O hábito de estocar comida é descrito em pelo menos 12 famílias de pássaros, 21 famílias de mamíferos e vários tipos de insetos. E o hábito de colecionar não é restrito à comida. Alguns tipos de pássaros costumam juntar objetos metálicos e coloridos e hamsters preferem juntar contas de vidro a juntar comida. <br> <br>&nbsp; <br>A estocagem de alimento faz todo sentido do ponto de vista de adaptação das espécies como forma de preparação para tempos de vacas magras. Entre os humanos, o comportamento de colecionador pode representar esse mesmo instinto arcaico e é difícil pensar em alguém que nunca tenha colecionado nada durante a vida. As coleções podem ser justificadas pelo valor estético e emocional dos objetos, e até mesmo pelo valor material mesmo, como é o caso de obras de arte.  <br> <br>&nbsp; <br>O fato é que em algumas situações o comportamento de colecionador não traz nenhuma dessas justificativas anteriores e pode representar um sintoma patológico. Nessa situação o indivíduo coleciona exageradamente, de forma indiscriminada, e tem muita dificuldade de se desfazer das “quinquilharias”. Nesses casos, é mais comum a coleção de objetos que podem ser facilmente obtidos e após a aquisição eles são deixados de lado. O interesse pelos objetos volta a acontecer quando outra pessoa ameaça dar um fim na coleção. O ato de colecionar é um fim em si mesmo, comportamento semelhante ao dos roedores, que acumulam por acumular, independentemente se suas reservas estão em alta ou em baixa.&nbsp;  <br> <br>&nbsp; <br>Várias doenças neuro-psiquiátricas podem estar associadas a um comportamento de colecionador patológico, como é o caso do transtorno obsessivo-compulsivo, autismo, esquizofrenia, síndrome de Tourette e diferentes tipos de demência. Estudos recentes têm demonstrado que lesões ou alterações no funcionamento de regiões frontais do cérebro, especialmente do lado direito, estão associadas ao comportamento de colecionador patológico. É como se essa região do cérebro funcionasse como freio para o instinto arcaico de acumular por acumular, que tem origem em outras regiões do cérebro como o sistema límbico, um dos maestros de nosso comportamento. Talvez as crianças ainda não tenham esse freio bem desenvolvido, pois se dependesse delas, elas teriam todos os modelos de brinquedos disponíveis no mercado. Consumismo pode não ser o melhor nome para isso.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br>&nbsp; <br>&nbsp; <br>Num extremo podemos imaginar o colecionador comum e “saudável” que tem toda a obra de seu escritor predileto e já leu boa parte dos livros que comprou. No outro extremo está o indivíduo que começa a guardar em casa quilos e quilos de objetos sem utilidade que deveriam estar num ferro velho. Entre os dois extremos, estariam aquelas pessoas que lêem ou consultam apenas uma mísera parte dos livros que compram, mulheres que têm um quarto em casa só para guardar a coleção de centenas de sapatos, pessoas que já têm uma respeitável “coleção” de dinheiro suficiente para sustentar três gerações, mas continuam a trabalhar 18 horas por dia pelo prazer de ver sua coleção aumentando. <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-weight: bold;"></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[Proteja os olhos do sol forte]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52146</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O sol brilha absoluto no cerrado. É o veranico de janeiro. A preocupação é com a pele, mas a maioria se esquece da proteção dos olhos</span></font>.   <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Eis um&nbsp; alerta: o contato prolongado com os raios UV pode causar sérios danos à visão, entre eles, a catarata. Segundo o oftalmologista Daniel Moon Lee, a radiação ultravioleta provoca alterações nas células epiteliais do cristalino, a lente natural do olho.   <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No quesito prevenção, a orientação é usar óculos escuros, com capacidade de filtrar os raios UVA e UVB. O uso de óculos de má qualidade pode ser mais danoso que a não utilização. Pelo fato de terem lentes escuras, provocam a dilatação das pupilas, enganando os olhos e permitindo maior entrada de radiação. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Outro alerta vai para a população entre 30 e 40 anos de idade. “Há estudos que revelam que pessoas nessa faixa etária têm mais propensão de desenvolver a catarata”, diz.</span></font>  <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=52104</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O uso de medicação anti-hipertensiva  <br>reduz o risco da doença de Alzheimer</span> <br></font><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira*</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As medicações usadas para controlar a hipertensão arterial têm se mostrado a cada dia mais interessantes ao cérebro. E os efeitos benéficos vão além da capacidade de proteger o cérebro de altos níveis de pressão arterial.&nbsp; Em 2009, dois estudos avançaram muito na discussão da relação entre a hipertensão arterial e o risco de demência. Um deles demonstrou que o uso de anti-hipertensivos reduz o risco de demência, e o risco é menor até mesmo quando comparado ao das pessoas que nem apresentam pressão alta. O segundo estudo mostrou que o tratamento da hipertensão arterial reduziu o risco de demência, especialmente entre pessoas com menos de 75 anos de idade, onde a redução do risco foi de 8% quando comparado àquelas que nunca fizeram tratamento para pressão alta. Nenhuma classe de anti-hipertensivo foi superior às demais. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma pesquisa publicada na última edição do <a href="http://www.bmj.com/cgi/reprint/340/jan12_1/b5465">British Medical Journa</a>l confirma esse efeito protetor dos anti-hipertensivos sobre o cérebro, e desta vez tivemos uma pista de que alguns medicamentos podem ser mais eficazes que outros. Pesquisadores da Universidade de Boston nos Estados Unidos acompanharam por quatro anos mais de 800 mil indivíduos com mais 65 anos de idade (98% homens) e em tratamento para doença cardiovascular. Aqueles que faziam uso de medicações da classe bloqueadores dos receptores da angiotensina (ex: candesartan, losartan, valsartan) tiveram menos risco de desenvolver doença de Alzheimer e outros tipos de demência do que aqueles que usaram outros tipos de anti-hipertensivos. Além disso, entre aqueles que já apresentavam diagnóstico de demência, o uso de anti-hipertensivos também promoveu uma menor chance de internação em clínicas geriátricas.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já é bem reconhecido que os bloqueadores dos receptores de angiotensina têm efeitos positivos sobre os pequenos vasos sanguíneos como um todo, incluindo os do cérebro. Um dos principais marcadores da doença de Alzheimer é o depósito de proteínas no cérebro e é fundamental o pleno funcionamento da microcirculação cerebral para que essas proteínas não se acumulem de forma exagerada. Essa é uma das formas de entender a razão pela qual a atividade física, uma dieta rica em frutas e vegetais, com alto teor de ômega-3, consumo moderado de álcool, todos esses sejam considerados fatores protetores da doença de Alzheimer. Se é bom para os vasos, é bom para o cérebro.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Hora de ajudar]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51931</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para ajudar as vítimas do terremoto no Haiti,&nbsp; você pode depositar qualquer valor nas contas- correntes abaixo.&nbsp; A orientação das autoridades das Nações Unidas é a de enviar mantimentos ao Haiti, mas dinheiro, que será usado para a compra de água, alimentos e medicamentos.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Embaixada do Brasil no Haiti</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Banco do Brasil</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Agência: 1606-3</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Conta: 91000-7</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CNPJ: 04170237/0001-71</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Comitê Internacional da Cruz Vermelha</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">HSBC</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Agência: 1276</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Conta: 14526-84</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CNPJ: 04359688/0001-51</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Movimento Viva Rio</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Banco do Brasil</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Agência: 1769-8</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Conta: 5113-6</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CNPJ: 00343941/0001-28</span></font> <br></div> <br>
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		<title><![CDATA[Paracetamol contraindicado depois de vacina]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51861</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um importante alerta da Secretaria de Saúde de São Paulo. O analgésico paracetamol não deve ser usado para evitar febre após a vacinação de crianças.&nbsp; O órgão faz a advertência aos pais e responsáveis com base em um estudo internacional que comprovou a interferência da medicação na resposta da vacina na criança.</span></font> <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/72cb82b560fc855bacdf57398f9585b9.jpg"> <br><font size="1">Foto do Carlos Vieira, o meu amigo KK</font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A febre faz parte da resposta inflamatória habitual do organismo. Em geral, a febre que ocorre depois da aplicação da vacina é autolimitada e sem consequências graves. A preocupação é que, em alguns casos, a febre pode causar convulsões. Por isso, tornou-se rotineiro em alguns locais o uso profilático do paracetamol ou de medicamentos antipiréticos.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo foi realizado em 459 crianças saudáveis, com idade entre 9 e 16 semanas,&nbsp; separadas em dois grupos. O primeiro recebeu doses do paracetamol como prevenção. Já o segundo grupo não recebeu a medicação. O estudo confirma que a resposta positiva da vacina em crianças que não receberam a medicação é melhor.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Estamos alertando para o uso indiscriminado da medicação como forma de prevenção em crianças saudáveis e sem histórico de convulsão. Já em crianças com histórico pessoal ou familiar de convulsão, ou crianças que apresentem febre superior a 39,5ºC, o uso da medicação é recomendado", afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria de Saúde de São Paulo.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Cirurgia de catarata: adaptação dura seis meses]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51817</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O melhor nível de adaptação neurológica com o implante de lentes intraoculares multifocais ocorre seis meses após a realização da cirurgia de catarata. A constatação é resultado de um estudo realizado pelo oftalmologista espanhol, Carlos Palomino Bautista, do Hospital Quiron de Madri, a partir de avaliação de 250 olhos de 137 pacientes com idade de 68 anos em média. A tese é confirmada também pelo médico Leonardo Akaishi, diretor do departamento de catarata do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB). </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No dia seguinte à cirurgia, o paciente já percebe grandes avanços sobre sua qualidade e quantidade de visão, mas é no período de seis meses que desenvolve familiaridade com os halos se houverem e também adquire novos hábitos para ajuste da visão à distância quando vai dirigir ou praticar esportes, explica Akaishi.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo ele, que vem observando as questões associadas à neurovisão na avaliação de seus pacientes em Brasília (DF) e em Palmas (TO), “a cirurgia de catarata com implante de lentes intraoculares multifocais confere ao paciente uma nova percepção de iluminação, das cores e da distância focal”. A partir dessa nova realidade também vem a necessidade de neuroadaptação e é compreensível que o paciente requeira seis meses para ter o melhor resultado, comenta o médico.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[Entenda o câncer de Hebe Camargo]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51778</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os médicos encontraram um tumor primário no peritônio.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O peritônio é uma membrana que envolve e protege os órgãos abdominais - intestino, fígado, risn, ovário, útero, entre outros.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O nódulo encontrado é do tipo primário. Significa que é a primeira manifestação da doença no organismo.&nbsp; Não há sinais de que o tumor maligno se espalhou para outras partes do corpo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O câncer é maligno e muito raro, mas em 60% dos casos há recuperação na primeira fase do tratamento. Para cada 100 mil pessoas, existem cinco casos.   <br>  <br>Ele é primo-irmão do câncer de ovário e só ocorre em mulheres. Uma em cada 70 mulheres tem câncer de ovário. No caso do câncer do peritônio,&nbsp; a incidência é de uma em cada 700 mulheres com a doença. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Fonte: Hospital Israelita Albert Einstein</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Frutos do cerrado alimentam e tratam]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51766</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		     <br>     <br>     <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/impresso/"><font style="color: rgb(51, 102, 255); text-decoration: underline;" size="4">Revista do Correio</font></a> deste domingo traz uma matéria interessante sobre os frutos cerrados. O pequi, o baru, a cagaita e o maracujá, entre outros, são considerados alimentos funcionais, capazes de contribuir para o tratamento de doenças. </span></font>     <br>     <br>     <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/6ca6d734a0fbbadb1f0b7d0e4a53c39a.jpg">     <br>     <br><font size="1">Crédito: Zuleika de Sousa/D.A Press</font>     <br></div>     <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51694</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os suplementos de vitaminas têm suas indicações, mas necessitam de indicações precisas e responsáveis  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira</span></font>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em 1996, uma força tarefa americana publicou uma recomendação para que todas as mulheres com chances de engravidar façam uso de suplemento de ácido fólico para reduzir o risco de malformações do sistema nervoso do feto. Esse uso não deve ser restrito ao período da gravidez, pois os benefícios são bem demonstrados quando as mulheres usam ácido fólico mesmo antes de ficarem grávidas. Em 2009, a mesma força tarefa publicou um novo documento que confirma as recomendações de 1996, demonstrando que a literatura científica continua dando respaldo aos benefícios do suplemento de ácido fólico entre mulheres férteis.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O folato é um tipo de vitamina B, e sua forma sintética, o ácido fólico, está fortemente presente nos suplementos vitamínicos e alimentos fortificados. No Brasil, desde 2002, existe uma lei que torna obrigatório a suplementação da farinha de trigo com ácido fólico por parte dos fabricantes de farinha. Entretanto, a atual recomendação chama a atenção que não existem evidências de que os alimentos fortificados com ácido fólico sejam suficientes para prevenir malformações do sistema nervoso. As mulheres férteis devem usar de 0.4 a 0.8mg diários de ácido fólico, e os comprimidos comercializados no Brasil contêm 2mg ou 5mg. Existem também apresentações em gotas, em que 1ml (20 gotas) contém 0.2 ou 0.4mg.&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>As últimas recomendações de 2009 também indicam que não existem evidências de efeitos adversos associados à suplementação da vitamina. No fim de 2009, tivemos a publicação no respeitado periódico JAMA de um estudo que deu uma chacoalhada nesse último conceito. O estudo foi realizado na Noruega e demonstrou que a suplementação de ácido fólico 0.8mg/dia e vitamina B12 0.4mg/dia por três anos e meio esteve associado a um aumento de 21% no risco de câncer, especialmente de pulmão, da próstata e do sangue.&nbsp;&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>A relação entre câncer e ácido fólico ainda é uma questão em aberto. Algumas pesquisas já haviam demonstrado um menor risco de câncer do intestino associado ao consumo de folato, especialmente o proveniente da dieta. Estudos experimentais apontam que a deficiência de folato é capaz de desencadear os estágios iniciais do câncer, enquanto altas doses de ácido fólico promovem o crescimento de células cancerígenas. Uma das hipóteses para explicar o aumento de risco de câncer associado a suplementação de ácido fólico é o estímulo ao crescimento de câncer ainda em fase latente.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>Por enquanto, as mulheres com chance de ficarem grávidas devem continuar a usar suplementos de ácido fólico, independente de consumir alimentos fortificados. Essa história do ácido fólico é uma grande oportunidade de reflexão para os médicos e pacientes de que suplemento de vitaminas não é nenhuma canja de galinha. Muitas vezes esses suplementos não têm qualquer efeito na prevenção de doenças crônicas e ainda podem trazer prejuízo à saúde. O Conselho Federal de Medicina tem uma posição bastante clara sobre esse assunto. <a href="http://consciencianodiaadia.com/2008/06/09/detergentes-ortomoleculares-2">Vale a pena conhecer</a>: </span></font>  <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras neste Blog.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div>  <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do dermatologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51525</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A CAMINHO DA PRAIA OU PISCINA</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cuidados especiais com a Pele Durante o Verão</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Fenelon, dermatologista</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Brasília tem fama de ficar vazia, todos os anos, até após o Carnaval. Nesse período, quem viaja ou permanece na cidade, desfruta de opções de lazer próprias desta estação do ano, o verão. Freqüentadores de clubes, piscinas, praias e locais públicos de banho, na cidade ou fora dela, devem intensificar os cuidados com a pele nesse período. A precaução maior de todos deve ser com a exposição ao sol. Os índices de incidência de câncer de pele têm aumentado recentemente, o que nos compromete a emitir mais alertas em torno de bronzeamento e da utilização de protetores solares. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Jamais se exponha ao sol sem protetor solar. O FPS mínimo recomendado, mesmo para peles mais morenas, é o fator 30. Sua principal função é combater os efeitos nocivos dos raios UVA e UVB, emitidos pela radiação solar, sobre a pele. Ambos, aceleram o envelhecimento e causam até mesmo câncer de pele. Estudos recentes indicam que a exposição ao sol reduz as defesas do organismos, tornando o indivíduo mais sujeito a doenças nesse período. Por isso, há pessoas que chegam a ter febre após longas sessões de bronzeamento natural.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O uso do protetor solar deve começar antes de sair de casa. Quando chegar à praia ou piscina, já esteja devidamente “besuntado”. Sua reaplicação deve ocorrer a cada duas horas, ou após cada mergulho. Nas crianças, o FPS mínimo deve ser o fator 60. E sempre que possível utilizar um produto adequado à essa faixa etária, e com o aval e orientação do pediatra do pequeno banhista. Quem tem pele oleosa e com tendência à acne deve optar por um produto em gel ou loção oil free. A hidratação do organismo deve ser contínua, com a ingestão de dois a três litros de líquido diariamente. Refrigerantes e bebidas alcoólicas não entram nessa contabilidade. Um creme hidratante também deve ser utilizado, após a exposição ao sol. Prevenir é melhor que remediar. Evite períodos prolongados de exposição, que vão gerar queimaduras na pele, com vermelhidão, formação de bolhas e outras seqüelas. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além dos problemas gerados pelo sol, a associação do calor, umidade e oleosidade da pele pode provocar o aparecimento de micoses. Entre elas, o que chamamos popularmente de “pano branco”, é a mais comum de todas. O nome científico desse problema é Pitiríase Versicolor, que se manifesta através de manchas hipocrômicas (mais claras que a cor da pele) e irregulares, causadas por um fungo denominado Malassezia Furfur. Esse fungo vive em simbiose com a pele, sem lhe causar danos. Porém, em condições de calor, oleosidade e umidade, se transforma e provoca as manchas. As costas e o pescoço são as regiões mais atingidas. Evitar bronzeadores oleosos e usar sabonetes freqüentemente nessas regiões ajuda a prevenir a manifestação da doença. O melhor tratamento para o problema deverá ser indicado por um dermatologista de sua confiança. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CLORO DAS PISCINAS – Pacientes alérgicos, ao contato com o cloro da piscina, também devem tomar algumas precauções. Em geral, quando exposta ao cloro, a pele tende a ficar irritada e ressecada. Esse quadro é agravado com a incidência do sol. Uma maneira de amenizar o problema é usar e abusar de cremes ou loções hidratantes, após a exposição ao sol, além de filtro solar com elevado fator de proteção, antes e após os mergulhos. Lembre-se que a exposição ao sol é sempre nociva ao organismo. O horário menos agressivo à pele é antes das 10h e após às 15h. Em qualquer horário, porém, deve-se aplicar filtro solar 30 minutos antes de se expor ao sol e reaplicar o produto sobre a pele a cada 90 minutos ou após sair da água. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Bumbum, seios e partes que ficam em contato direto com a roupa de banho pedem atenção especial. A umidade dos maiôs, associada ao calor, pode facilitar a proliferação de bactérias e fungos. Assim, ocasionar o surgimento de infecções na pele. Por essa razão, evite o uso prolongado da roupa de banho após sair da praia ou piscina. Quando chegar em casa, lembre-se de algumas dicas antes de entrar no chuveiro. Banhos rápidos, com água fria ou morna, e com aplicação de sabonetes somente nas regiões dos pés, axilas e genital. </span></font> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Coceira, um sinal de estresse psicológico]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51482</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Aquela coceira persistente pode ser um sinal de estresse. Isso mesmo!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisadores japoneses avaliaram a relação entre a freqüência de sintomas de prurido (coceira) ao longo de 1 mês e o estresse psicológico em 2 mil 224 participantes com mais de 18 anos e sem distúrbios psiquiátricos, participantes do estudo Japan Health Diary Study. A pesquisa foi publicada na revista <span style="font-style: italic;"><font style="color: rgb(51, 102, 255);" size="4"><a href="http://archderm.ama-assn.org/cgi/content/short/145/12/1384?home">Archives of Dermatology</a></font> </span>(texto em inglês) de dezembro de 2009.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A idade média dos participantes foi de 44,6 anos, 54,5% eram mulheres e 3,1% se apresentaram com sintomas pruriginosos. A análise mostrou que os pacientes com prurido tinham estresse psicológico significativamente maior do que aqueles sem prurido. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A conclusão é que a freqüência dos sintomas pruriginosos está associada com o estresse psicológico na população em geral. A informação foi publicada hoje no site da Bibliomed. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Molécula regula o excesso de peso]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51430</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cientistas americanos descobriram um mecanismo molecular que controla o consumo de energia nos músculos e que permitiria regular o peso, segundo trabalhos efetuados com cobaias e divulgados hoje.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os autores deste estudo publicado na <font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="4"><a href="http://www.cell.com/cell-metabolism/fulltext/S1550-4131%2809%2900373-8">Cell Metabolism</a></font> estimam que a descoberta poderá desembocar num novo enfoque clínico do tratamento do excesso de peso e da obesidade, que afetam um terço da população adulta dos Estados Unidos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Esse mecanismo leva o organismo a armazenar calorias e contribui, portanto, com o aumento do peso. Experiências precedentes em animais haviam mostrado que indivíduos desprovidos desse mecanismo de armazenamento queimavam mais calorias e estavam menos expostos ao sobrepeso. Portanto, neutralizar esse mecanismo obriga o organismo a utilizar mais energia e a limitar o aumento de peso.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O mecanismo está controlado por canais potássicos sensíveis à molécula denominada ATP (adenosina trifosfato), explicam os cientistas. Esses canais ou KATP participam de numerosas funções biológicas, entre elas a transmissão do influxo nervoso, enquanto que a ATP fornece em todos os organismos vivos a energia necessária para as reações químicas das células.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ou seja: o ano de 2010 começa com uma excelente novidade. Uma boa notícia para incentivar os que se excederam nas ceias e, principalmente, os fizeram a promessa de emagrecer no novo ano. <br></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Nova válvula para crianças cardíacas]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51428</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A equipe de cardiologia pediátrica da Beneficência Portuguesa de São Paulo desenvolveu uma técnica inédita para a substituição da válvula pulmonar em pacientes com cardiopatias congênitas.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O procedimento, que cria um enxerto a partir de tecido de porcos, foi testada com sucesso em crianças operadas no complexo hospitalar. Segundo estudos realizados pelo departamento de cirurgia cardíaca pediátrica da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, aproximadamente 23 mil crianças necessitam passar por cirurgias cardíacas anualmente no Brasil e estima-se que 15% (3,4 mil) delas sofram de problemas que necessitem de abordagem ou substituição da válvula pulmonar.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O procedimento, que cria uma alternativa para enxertos de tecidos de carneiros, foi o único trabalho da América Latina apresentado no 5º Congresso Mundial de Cardiologia e Cirurgia Cardíaca Pediátrica, realizado na Austrália em 2009.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O enxerto com tecido suíno reconstitui o tronco pulmonar e sua válvula. Desta forma, o troncovalvulado pode crescer com a criança, minimizando a degeneração e a calcificação. “O enxerto de porco não é identificado como corpo estranho pelo organismo dos pacientes, não há rejeição e, por isso, não há necessidade de novas cirurgias para troca do tubo valvulado, à medida que o paciente cresce”, afirma Glaucio Furlanetto, cirurgião cardíaco pediátrico da Beneficência Portuguesa de São Paulo, autor da técnica.</span></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Azul e vermelho protegem contra o sol]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51363</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se você quer proteção contra os&nbsp; raios ultravioleta (UV), mas não está disposto a pagar mais caro por roupas que ofereçam proteção adicional ou filtros solares,&nbsp; então prefira as roupas comuns nas cores azul e vermelha. E esqueça o amarelo. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cientistas espanhóis descobriram que o mesmo tecido de algodão, tingido de azul ou vermelho profundos, proporciona uma maior proteção contra os raios UV do que quando ele é tingido em tons de amarelo. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo foi publicado no periódico <a href="http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/ie9006694?prevSearch=&amp;searchHistoryKey="><span style="font-style: italic;">Engineering Chemistry Research</span></a>. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A conclusão dos pesquisadores é que as cores mais escuras, quando aplicadas a tecidos de algodão, tendem a ter uma melhor absorção dos raios UV, oferecendo maior proteção à pele do usuário.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/6683/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-15.jpg" alt=""><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/6683/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-16.jpg" alt="">
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		<title><![CDATA[Recado do Neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51376</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Sonho, realidade e um pouco de Zeca Pagodinho.  <br>Planejando nossa vida pessoal para 2010.</span></font></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O planejamento estratégico é uma das maiores ferramentas que as empresas dispõem para garantir o crescimento e a viabilidade de seus negócios ao longo dos anos. É fato que existem muitas pessoas habilidosas que conduzem as decisões da empresa de forma instintiva, sem planejamento formal, e o negócio vai muito bem, obrigado. Isso hoje. E amanhã ? Um cientista não começa um experimento sem que o método esteja muito bem descrito, incluindo como os resultados serão analisados ao final do trabalho. É difícil imaginar que Amyr Klink teria conseguido fazer o que fez sem sua preciosa capacidade de planejamento. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Muitas pessoas atravessam os anos gastando semanas de reuniões para a formulação do planejamento de seu negócio ou dos outros, e não chegam a investir sequer minutos rabiscando idéias de seu próprio planejamento pessoal. Muitos certamente têm bastante simpatia com a música do talentoso Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar, vida leva eu...”. Outros não concordam com essa levada e parece que esse devia ser o caso do filósofo Sêneca que nos deixou a famosa frase: “Para aqueles que não sabem para que porto vão, nenhum vento é bom”.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Podemos nos valer de algumas idéias do método de planejamento estratégico do mundo corporativo para nossa vida pessoal. São várias as dimensões essenciais de nossa vida que devem fazer parte dessa reflexão: saúde, família, amigos, carreira profissional, realização intelectual, lazer, sexualidade, espiritualidade, etc.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Planejamento pessoal <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Vamos começar por nossa análise interna. Aqui devemos focar em nossas próprias forças e fraquezas. Esse não é um processo exato, mas é bem provável que o rumo de sucesso pessoal mais certeiro seja o de solidificar / aumentar nossas forças e corrigir nossas fraquezas.&nbsp; Ao elencarmos nossas forças e fraquezas, podemos priorizá-las e definir quais são aquelas em que devemos mais investir. Uma boa dica é começar investindo naquelas que sejam sustentáveis a longo prazo. Talvez não valha a pena gastar tanta energia para nos aprimorar em uma determinada carreira se ela está em extinção, mesmo que esse seja um forte talento pessoal. Da mesma forma, não vale a pena apostar em corrigir uma fraqueza em que o resultado da correção não vai nos trazer muita vantagem. Se ao digitar no computador você “cata milho” de forma rápida e eficiente, investir em um curso de digitação para atingir uma performance olímpica pode não ser sua maior prioridade. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um segundo passo na priorização de ações é a identificação de forças e fraquezas que são&nbsp; essenciais para nossa vida. Cada um tem sua própria análise, mas há algumas premissas que não deveriam ser muito diferentes entre as pessoas, como é o caso do investimento em nossa saúde. Sem saúde, todo o resto não sai do lugar. Vale repensar se faz sentido estar atrasado em um ano com os exames periódicos preventivos, mas ter tempo para criar um novo projeto profissional.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um terceiro passo, e esse considero que seja mais relevante no âmbito da carreira profissional, é o de identificar o quanto suas forças e fraquezas são raras, difíceis de imitar, difíceis de consertar. Ao identificar uma força valorosa do ponto de vista profissional, dê mais prioridade às que são raras no seu meio. Essas forças diferenciam-lhe dos outros e fazem-lhe “sair da pilha”, como dizia Jack Welch, grande personalidade do mundo corporativo. Quanto às fraquezas, uma boa sugestão é a de priorizar nossos reparos com foco em dois momentos. Primeiro resolver a curtíssimo prazo aquilo que é fácil de consertar. Um médico talentoso que tem seu consultório vazio, talvez por ter o cabelo pintado de roxo, poderia pelo menos tentar pintar o cabelo de outra cor, e para ontem. Pensando mais a médio e longo prazo, devemos depositar um grande contingente de energia no reparo de fraquezas que são difíceis de corrigir e que nos trazem desvantagem. Difícil de corrigir significa que a deficiência não pode ser corrigida da noite pro dia, mas não quer dizer que seja a coisa mais difícil ou penosa do mundo. Pode ser a falta de proficiência em determinada língua, falta de ferramentas de gestão, um problema de saúde crônico, etc.&nbsp; A análise interna pode ser vista como aquilo que poderíamos fazer para melhorar. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Após essa análise interna, podemos passar para a construção do cenário externo, que é a percepção das ameaças e oportunidades que nos rondam no presente e que nos aguardam no futuro. Se vivemos numa cidade em que o trânsito está ficando cada vez mais caótico, e só tende a piorar, esse fator que vem “de fora” deve fazer parte do planejamento de nossa vida, já que um dia pode vir a anular nossas forças. Parte desse cenário pode ser visto como aquilo que deveríamos fazer para melhorar.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por fim, a decisão do que devemos fazer com nossas forças e fraquezas deve ser permeada também por aquilo que gostaríamos de fazer para melhorar, e para isso é necessário identificarmos com muita clareza qual é nossa missão nessa vida e quais são os nossos valores. As empresas costumam pendurar em suas paredes frases de efeito descrevendo suas missões e valores, mas poucas realmente se comprometem a seguir fielmente o que está ali escrito. Assim como as empresas, somos pressionados por todos os lados para não darmos conta de fazer aquilo que acreditamos e que faz parte do nosso discurso.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Planejar minimamente nossas escolhas e ações pode nos ajudar a integrar nossos ideais com o que realmente fazemos no nosso dia-a-dia: isso é viver com integridade, em busca de uma vida não fragmentada. É bom ter em mente que não são poucas as coisas que fogem do nosso controle, e nisso o Zeca Pagodinho tem razão em deixar rolar quando a coisa não sai do jeito planejado. Colocando o Zeca e o Sêneca trabalhando juntos, o pagode poderia sair assim: Se conheço bem para onde vou, vida leva eu, com vento bom, E PRO MELHOR LUGAR.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um 2010 cheio de realizações para todos!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[FELIZ 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51279</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="7"><span style="color: rgb(0, 153, 0);">PAZ</span> <span style="color: rgb(51, 51, 255);">E</span> <span style="color: rgb(255, 102, 102);">SAÚDE</span></font> <br> <br> <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/81142a1588288ae3af0a08729569b621.jpg"> <br> <br> <br></div>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51164</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="4">Q</font><font size="3"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">uebrando alguns mitos para as festas de fim de&nbsp;ano <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira*</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É muito comum as pessoas terem na ponta da língua uma recomendação de saúde do tipo “não misture manga com leite, pois você pode entortar a boca”. Muitas dessas dicas da cultura popular são às vezes duvidosas e sem comprovação científica. Não ter o status de “cientificamente comprovadas” não significa que são simplesmente mitos. Uma coisa é uma crença que já passou por inúmeras provas científicas e aí então passou a ser considerada como um engano cientificamente comprovado (ex: Ginkgo biloba para turbinar o cérebro). Outra coisa são crenças que ainda não foram submetidas a estudos científicos e por isso devem ser vistos como algo que ainda não foi&nbsp;cientificamente comprovado. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma das histórias mais emblemáticas que vivi nesse sentido foi a crença por parte de pacientes com epilepsia de que na época da lua cheia as crises epilépticas são mais freqüentes. Eu dava um sorriso silencioso toda vez que ouvia de um paciente essa história, com a sensação de que a cultura popular cria coisas fantásticas. Em 2006 caí do cavalo com um estudo publicado na revista Neurology demonstrando que crises epilépticas eram realmente mais freqüentes na lua cheia.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por falar em mitos de saúde, pesquisadores da Universidade de Indianápolis nos EUA desconstruíram recentemente seis desses mitos, alguns fortemente associados às nossas festas de fim de ano. Confira.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Suicídio é mais comum no feriado de fim de ano. É mito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Justifica-se a idéia de que o suicídio pode ser mais comum nos feriados de fim de ano já que nessa data pessoas solitárias podem ter a solidão exacerbada, e no caso do hemisfério norte, também por coincidir com dias mais frios e noites mais longas do inverno. Entretanto, não há evidências científicas de que realmente exista um pico na incidência de suicídios nessa época do ano, mesmo em países do hemisfério norte. Os estudos existentes mostram que os suicídios na verdade ocorrem mais nos meses quentes do ano, e quanto à questão do “efeito solidão no natal”, as pesquisas mostram que as pessoas até mesmo procuram menos serviços psiquiátricos no natal, sugerindo que existe um maior componente de apoio emocional e social nessa época. &nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Açúcar provoca comportamento de hiperatividade em crianças. É mito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">São pelo menos 12 estudos de primeira grandeza mostrando que o consumo de açúcar não tem a ver com o comportamento hiperativo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* A flor conhecida aqui no Brasil como Bico de Papagaio é um dos maiores símbolos de natal em vários países, sendo muito usada na decoração natalina e por isso é até chamada de Estrela do Natal ou Flor do Natal. Ainda existe na cultura popular certo receio de que a ingestão acidental da flor pode ser perigosa, e como não é tão raro as crianças comerem aquilo que não foi feito para comer… Intoxicação pelo Bico de Papagaio também é mito.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Registros de quase 23 mil casos de ingestão acidental da flor nos EUA não evidenciaram nenhum caso que precisasse de cuidados especiais. Uma pesquisa tentando definir a dose potencialmente tóxica da flor em ratinhos não conseguiu demonstrar efeito tóxico mesmo após a ingestão equivalente a 500-600 folhas da planta.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* A perda de calor é maior pela cabeça, correspondendo a 40-45% da perda, e por isso é fundamental o uso de chapéus nos dias frios. É mito. &nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As pesquisas mostram que qualquer parte do corpo quando descoberta tem o potencial de perder calor proporcionalmente ao seu tamanho. A cabeça não tem nada de diferente das outras partes do corpo. O gorro do Papai Noel não é mais importante que o resto de sua roupa. &nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Comer à noite engorda mais que comer de dia. É mito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Várias pesquisas revelam que não é o fato de comer à noite que engorda, mas sim o total de calorias ingeridas por dia. Também é verdade que quem faz várias refeições no dia tem menos chance de exagerar em uma única refeição noturna. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Existe remédio para evitar ressaca.&nbsp; É mito. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não existe qualquer evidência que uma medicação ou suplemento alimentar possa ajudar a prevenir a ressaca. Pode-se dizer que o melhor remédio para evitar ressaca é beber pouco. Ao beber um pouco mais, evitar a desidratação com reposição de líquidos não alcoólicos pode fazer com que a ressaca seja menos penosa no outro dia.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Feliz Natal]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=51088</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/76bcec4d7db775a9937653dace0ad7b8.jpg"> <br></div>
		]]>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50745</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">POR UM NATAL E RÉVEILLON COM MUITA SAÚDE</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Alguns estudos conduzidos na década de 90 nos Estados Unidos revelaram um aumento de mortalidade por doenças isquêmicas do coração nos meses mais frios. Além disso, observava-se também um pico de mortalidade durante o feriado de natal e ano novo, o que levantou a hipótese de que algum fator associado ao feriado poderia aumentar o risco de um infarto do coração (ex: estresse emocional, abuso de álcool). Em 2004 foi publicado pela American Heart Association uma pesquisa bem mais ampla confirmando os estudos anteriores, demonstrando que a mortalidade no feriado de fim de ano é cerca de 5% maior tanto para causas cardíacas como não cardíacas (excluindo-se mortes por causas violentas), e também foi independente do fator frio.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Como explicar esse Efeito Natal-réveillon ? Algumas hipóteses:&nbsp;  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">1- Menos pessoas procuram os serviços médicos de emergência nos finais de semana e feriados, levantando a hipótese de que pode haver um adiamento pela procura de assistência médica, para não atrapalhar os dias de folga em que a visita a um pronto-socorro não está entre os programas mais desejáveis.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">2- Excessos durante o feriado. É muito comum nos feriados de fim de ano as pessoas mudarem abruptamente suas rotinas de vida, incluindo aí o nível de atividade física, dieta e consumo de bebida alcoólica. Diferentes pesquisas já mostraram um ganho médio de 500 a 800 gramas após as festas de fim de ano, acompanhado de leve aumento nas taxas de colesterol, triglicerídeos e glicose. O estresse emocional pode ser relevante também. Algumas pessoas podem se desgastar emocionalmente com a corrida tumultuada às lojas e shoppings para dar conta dos presentes, e podem se estressar até mesmo pela necessidade de se reunir com parentes que evitariam a todo custo.&nbsp; Essas hipóteses de certa forma apóiam os resultados de outros recentes estudos que mostraram que tanto o derrame cerebral isquêmico como o infarto do miocárdio ocorrem mais freqüentemente nas segundas-feiras. A volta ao trabalho na segunda-feira pode ser um fator emocionalmente estressante para muitos, assim como o fim de semana pode estar associado a excessos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">3- Redução da qualidade dos serviços hospitalares no feriado por redução do número de profissionais da saúde escalados para plantão.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Até que novos estudos esclareçam quais fatores têm maior influência sobre o Efeito Natal-réveillon, é prudente aconselhar as pessoas a assumirem algumas atitudes durante o feriado, especialmente aquelas que são consideradas como grupo de risco para eventos vasculares; <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><ul><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ao sentir algo suspeito, não adie a procura por um serviço médico de emergência só por que é feriado. Melhor ainda se conseguir chamar seu médico para lhe ve;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Aproveite o melhor das ceias: a companhia das pessoas queridas e os preciosos alimentos como as frutas, nozes, castanhas e o vinho sem exagero. Evite fatores reconhecidos como potenciais desencadeantes de eventos vasculares. O excesso de sal, álcool e alimentos gordurosos, o estresse emocional, todos podem exigir dos vasos que alimentam seu cérebro e coração mais do que eles podem oferecer. </span></font></li></ul><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Palavra do dentista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50698</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<P>&nbsp;</P><B><U> <P align=center><U>FALTA DE DENTES PREJUDICA TODO O ORGANISMO</U></P> <P align=center></B></U>&nbsp;</P> <P align=left><U>Por Eduardo Nascimento</U></P><FONT face=Arial size=2><FONT face=Arial size=2> <P align=center></FONT></FONT><A href="http://www.clinicaimplants.com.br/"><U><FONT color=#0000ff></U></FONT></A>&nbsp;</P> <P>Mais do que o problema estético e de auto-estima, a falta de dentes pode trazer à saúde do organismo uma série de outros malefícios. A começar pela função principal da nossa dentição. A perda de dentes e sua não substituição impede uma correta mastigação dos alimentos. Como a digestão começa na boca, com o auxílio da mastigação e da saliva, pode haver uma sobrecarga no processo digestivo. Sem a capacidade de trituração dos alimentos, proporcionada pela integridade da dentição, a pessoa acaba por engolir pedaços grandes de comida. Isso exigirá maior esforço do aparelho digestivo para finalizar o processo. Boa parte dos problemas digestivos de que muitas pessoas se queixam pode ter origem em uma mastigação inadequada. Essa sobrecarga gera, entre outros problemas, doenças como gastrite e úlcera.</P> <P>&nbsp;</P> <P>A mastigação ainda auxilia no controle de peso. Uma boa mastigação estimula o centro de saciedade cerebral, que regula a ingestão de comida. Quando se mastiga bem, a movimentação dos músculos faciais envolvidos nesse processo gera uma resposta mais rápida ao estímulo de saciedade. Em outras palavras, a pessoa sente-se satisfeita com uma quantidade menor de alimentos. Portanto, a mastigação ineficaz, causada pela falta de dentes, também pode gerar descontrole no peso corporal.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Para quem perdeu os dentes e usa próteses removíveis é importante observar a correta colocação das mesmas, uma vez que a perda de massa óssea e muscular – comuns com o avanço da idade – levam à alterações na dimensão da gengiva, podendo causar feridas na boca. Outro problema causado pela falta de dentes está relacionado à fala. Poucas pessoas sabem, mas os dentes são elementos importantes no ato de falar. Por serem pontos de articulação de fonemas, fazem falta na pronúncia de muitas palavras. Isso gera vergonha, e inibe a fala em público e – em última instância – provoca a fuga do convívio social, gerando dessocialização.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Todos esses problemas, no entanto, são facilmente resolvidos com as técnicas de implantes osseointegrados existentes hoje. Acessíveis à todas as camadas da população, os implantes promovem a estabilidade da arcada dentária – tanto a superior, quanto a inferior; substituem a dentadura ou ponte móvel por uma prótese fixa; e repõem um ou mais dentes perdidos sem desgastar os dentes vizinhos. Em muitos casos, é possível utilizar a técnica de Carga Imediata, que repõe em até três dias os dentes perdidos, dependendo da qualidade e quantidade óssea do paciente. Somente um dentista especializado poderá realizar um diagnóstico, definir o tratamento correto e executá-lo. Portanto, ao tratar de qualquer mal que possa acometer um paciente devido à falta de dentes, é preciso consultar um especialista no assunto para ter a melhor orientação.</P> <P><FONT face=Arial size=2><FONT face=Arial size=2></FONT></FONT>&nbsp;</P> <P align=left>Cirurgião-Dentista, especialista em Implantodontia, Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, professor de pós-graduação em Odontologia e coordenador de cursos de pós -graduação da ABO-DF e na Funorte. e-mail: <A href="mailto:nascimentoeduardo@ig.com.br"><U><FONT color=#0000ff>nascimentoeduardo@ig.com.br</U></FONT></A></P>
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		<title><![CDATA[USP lança cartilha para gestantes]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50569</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma cartilha mostra às gestantes como proceder em momentos decisivos da gravidez e aborda questionamentos constantes das mulheres em relação ao pré-natal e ao pós-parto. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O livreto é fruto de uma pesquisa desenvolvida na Escola de Enfermagem (EE) da USP pela enfermeira obstetra Luciana Magnoni Reberte. Ele foi vencedor da oitava edição do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS, promovido pelo Ministério da Saúde. <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><a href="http://www.ee.usp.br/doc/celebrando_a_vida.pdf"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/052013a4cac74259fd0c64e8d4d1338c.jpg"></span></font></a><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font style="font-weight: bold;" size="1"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Clique na figura e faça uma cópia da cartilha (em PDF)</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Todo o conteúdo presente na cartilha elaborada pela pesquisadora é resultado de dúvidas que surgiram de gestantes em um grupo de encontro organizado no Hospital Universitário (HU) da USP. Com o objetivo de conhecer as demandas e necessidades das mulheres grávidas, Luciana criou uma base de dados referente aos questionamentos que eram motivo de dúvidas para as mulheres. Desconforto físico na gravidez, problemas emocionais, como a ansiedade, dúvidas em relação ao parto e as soluções para algumas dessas questões foram abordadas pelas gestantes nas reuniões e inseridas na cartilha educativa.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A cartilha desenvolvida por Luciana trata de assuntos desde o pré-natal, como as mudanças que acontecem no corpo das mulheres durante a gravidez e os cuidados básicos com a alimentação que elas devem ter, até o pós-parto — a amamentação, os cuidados com o corpo e com o recém-nascido. Além disso, o material enfatiza os benefícios da participação ativa de um companheiro, seja ele marido ou não, durante e depois da gravidez. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um dos grandes objetivos de Luciana é tornar o material disponível a todas as interessadas, principalmente as gestantes atendidas pelo SUS. “O prêmio que a dissertação recebeu do Ministério da Saúde foi muito importante, pois ajuda a dar impulso para o próprio material. Seria muito interessante que a cartilha fosse, realmente, implementada em unidades de saúde, por exemplo, o que possibilitaria que muitas outras mulheres tivessem direito a essas informações tão importantes sobre a nova fase que estão vivenciando”, conclui a pesquisadora.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Produto brasileiro diminui custo de cirurgia cardíaca]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50555</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisadores médicos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolveram a&nbsp; primeira bioprótese de válvula aórtica nacional para implantes cardíacos por cateterismo. A iniciativa pode reduzir pela metade o custo do produto.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Atualmente existem apenas duas próteses deste tipo aprovadas e disponíveis no mercado mundial, sendo que somente uma delas tem a comercialização autorizada no Brasil, ao custo de aproximadamente R$ 100 mil. O produto desenvolvido pelos especialistas da Unifesp em parceria com a empresa Braile Biomédica, de São José do Rio Preto (SP), e apoio da Fapesp (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo) poderá ser vendido a um custo praticamente 50% menor, segundo estudos iniciais, possibilitando a distribuição por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A prótese é utilizada na substituição, via cateter, da válvula aórtica, procedimento necessário nos quadros de estenose aórtica grave, que é um estreitamento irregular da válvula aórtica que dificulta o fluxo sanguíneo do coração para o corpo todo. O distúrbio afeta cerca de 3% da população acima dos 75 anos de idade. Mais de um terço dos pacientes nessa faixa etária apresenta contra-indicação para a cirurgia convencional, para os quais recomenda-se o implante da prótese pela cirurgia minimamente invasiva, com uso de cateter. Neste tipo de cirurgia, o procedimento é realizado com o coração em funcionamento, enquanto na técnica convencional o órgão para de bater.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Confeccionada à base de pericárdio bovino envolvido por uma estrutura metálica de aço inoxidável, a prótese está em fase final de testes e deverá ser encaminhada no início de 2010 para análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), órgão responsável pela regularização do produto no Brasil.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Os testes realizados indicaram que o produto tem a mesma qualidade dos importados, com desempenho muito semelhante, mas com o diferencial de que, por ser mais barato, poderá ser oferecido pelo SUS", diz o cirurgião cardiovascular Diego Gaia, autor da tese de doutorado que resultou no desenvolvimento do produto. O estudo foi coordenado pelo professor Dr. Enio Buffolo, da Disciplina de Cirurgia Cardiovascular da Unifesp.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Trata-se de um grande avanço para a cirurgia cardíaca no Brasil, pois vai permitir que a técnica seja difundida em todo o País permitindo um tratamento de ponta na rede pública", diz o professor José Honório de Almeida Palma da Fonseca, da disciplina de Cirurgia Cardiovascular da Unifesp e orientador da tese.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Recado do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50374</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisa aponta que o uso de antidepressivos </span></font> <br><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">pode modificar a personalidade</span></font> <br></div> <br> <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira *</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma personalidade neurótica, assim como um comportamento extrovertido, são dois fatores que têm sido associados ao risco de desenvolver depressão, e ambos são fortemente determinados por fatores genéticos. Indivíduos neuróticos costumam experimentar emoções negativas e instabilidade emocional, enquanto aqueles com um comportamento extrovertido são mais sociais e tem a tendência de vivenciar emoções positivas. Já se sabe também que essas duas dimensões da personalidade guardam estreita relação com a atividade do neurotransmissor serotonina.</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma pesquisa acaba de ser publicada no periódico Archives of General Psychiatry mostrando que o uso de medicações antidepressivas pode promover mudanças na personalidade de indivíduos com depressão, independente do efeito de melhora dos sintomas depressivos. Os pesquisadores avaliaram os efeitos da paroxetina em 120 indivíduos, antidepressivo que aumenta a disponibilização de serotonina no cérebro. Outros 120 foram estudados como grupo controle, sendo submetidos a psicoterapia ou fazendo uso de placebo.&nbsp; </span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Todos os participantes do estudo apresentaram melhora dos sintomas depressivos, incluindo aqueles que só foram submetidos a psicoterapia ou placebo. Os que fizeram uso da paroxetina tornaram-se mais extrovertidos e menos neuróticos do que aqueles que não fizeram uso da droga. A psicoterapia também promoveu mudanças nos índices de neuroticismo, mas de forma menos robusta que a medicação. Além disso, quanto maior a mudança no nível de neuroticismo entre aqueles que tomaram a medicação, menor foi a chance de recaída da depressão. Essa vantagem não foi observada no grupo da psicoterapia.</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Esses resultados não querem dizer que medicação é melhor que a psicoterapia para tratar depressão, já que a esta última ajuda na melhora dos sintomas depressivos de forma extraordinária, efeitos comparáveis aos dos antidepressivos. O que o estudo acrescenta é que os antidepressivos da classe da paroxetina podem levar a mudanças de personalidade, para melhor, independente da melhora dos sintomas depressivos. É possível que esses efeitos positivos ocorram também em outras condições associadas ao neuroticismo e baixos graus de extroversão, como é o caso dos transtornos de ansiedade e da alimentação.</span> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>
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		<title><![CDATA[Dose maior barra avanço do câncer de mama ]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50277</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um novo estudo, divulgado hoje no Simpósio Anual de Câncer de Mama de San Antonio (SABCS), nos Estados Unidos, traz&nbsp; boas notícias para mulheres na pós-menopausa com câncer de mama metastático. O uso de uma dose maior (500 mg ao invés de 250 mg) do medicamento fulvestranto, uma das terapias mais utilizadas para o tratamento desse tipo de câncer, reduziu em 20% o risco de progressão da doença. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além disso, 34% das pacientes no grupo tratado com o fulvestranto 500 mg permaneceram vivas e livres de progressão da doença após um ano, em comparação com apenas 25% daquelas do grupo de 250 mg.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>"Já demonstramos que o fulvestranto é&nbsp; tão eficaz quanto as terapias com inibidores da aromatase neste quadro clínico. A dose maior pode agora proporcionar aos oncologistas uma nova e poderosa ferramenta para reduzir significantemente o risco de progressão da doença e prolongar o controle da doença em mulheres com câncer de mama metastático", afirma Angelo Di Leo,chefe da unidade de oncologia do Hospital do Prato (Itália) e principal investigador do estudo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Café não cura bebedeira. Apenas deixa a pessoa animada e sem medo]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50208</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A ciência derruba mais uma crença popular. Tomar xícaras e mais xícaras de café não acaba com os efeitos de uma bebedeira.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A conclusão é de uma pesquisa médica desenvolvida na Universidade de Temple, na cidade de Filadélfia (Estados Unidos), e publicada na revista <span style="font-style: italic;">Behavioura</span>l.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo os cientistas responsáveis pela pesquisa, o que o café parece fazer é tornar mais difícil para o alcoolizado perceber que está bêbado.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No estudo, camundongos foram submetidos a ruídos altos e luzes brilhantes, ficando assustados e sendo forçados a seguir por um labirinto para fugir. As cobaias que receberam doses de álcool aparentaram estar mais relaxados, porém menos capazes de se moverem pelo labirinto para fugir dos sustos. Os que receberam doses de cafeína ficaram mais alertas e se movimentaram melhor na fuga pelo labirinto.&nbsp; Mas a combinação entre cafeína e bebida alcoólica, embora tenha resultado em camundongos um pouco mais alertas, não garantiu que eles conseguissem fugir pelo labirinto, evitando os estímulos desagradáveis.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os pesquisadores acreditam que, em humanos, a combinação faz com que as pessoas sintam que não estão bêbadas, quando, na verdade, elas ainda estão sob efeito do álcool.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"É importante acabar com o mito sobre o poder do café de cortar o efeito do álcool, pois o consumo de cafeína e álcool pode na verdade levar a decisões erradas com resultados desastrosos", declara Thomas Gould, coordenador da pesquisa médica.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Pessoas que se sentem cansadas e embriagadas depois de consumir bebidas alcoólicas podem ter maior probabilidade de admitir que estão bêbadas. Por outro lado, pessoas que consumiram bebidas alcoólicas e cafeína podem sentir que estão em condições de lidar com situações potencialmente perigosas, como dirigir sob efeito da bebida",&nbsp; garante o cientista. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Coma bem]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=50144</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amigos, em época de mesa farta e exageros alimentares, sugiro a leitura deste&nbsp; artigo, um excelente alerta para quem vai comprar e consumir alimentos industrializados.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">OLHO NO RÓTULO DOS ALIMENTOS</font></span></font> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Roberto Luiz Pires Machado *  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os consumidores estão mais atentos a rotulagem dos alimentos. O hábito de olhar o preço continua sendo o primeiro, porém a atenção para data de validade tem se tornado cada vez mais utilizada para a decisão de compra. É imprescindível que o consumidor observe a data de validade, pois um produto vencido pode trazer risco à saúde ou, no mínimo, ter suas propriedades alteradas tendo impactos na sua qualidade nutricional e composição. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Somente isto já traria algum prejuízo, visto que a composição só pode ser observada através do rótulo. Trocando em miúdos, um alimento com a validade vencida dependendo do caso pode estar adequado ou não para o consumo, porém mesmo que esteja adequado do ponto de vista sanitário e não vá causar nenhum dano ou prejuízo à saúde, a composição nutricional e os aspectos de cor, sabor e aroma podem estar prejudicados. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje encontramos relatos de consumidores que não deixam de observar a data de validade no rótulo e que estando o produto fora da validade ou tão somente a sua inscrição no rótulo de difícil leitura não realizam a compra. Isto tem sido apresentado como uma tendência de comportamento. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pela legislação brasileira a data de validade consta como um dos requisitos obrigatórios na embalagem de alimentos prontos. A validade de produtos alimentícios são estabelecidos através estudos de sua vida de prateleira e envolve seus aspectos de qualidade nutricional, sensoriais e sanitária. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A validade apresentada para a venda no mercado envolve aspectos de comercialização e rotatividade das mercadorias. Por isso podemos encontrar no mercado um mesmo produto de marcas distintas com validades diferentes declaradas no rótulo. Exemplificando, uma compota de fruta pode ter a validade técnica de um ano para o consumo, porém por questões de necessidade de comercialização encontramos compotas com validade de quatro ou mesmo seis meses.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Do ponto de vista do consumidor o importante é entender que após o vencimento, um produto alimentício não deve ser mais adquirido ou consumido, pois o fabricante só o garante até a data declarada no rótulo. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se um alimento estiver alterado dentro do prazo de validade, a troca do mesmo é um direito do consumidor e um dever do fabricante. Isto está amparado pelo Código de Defesa do Consumidor que determina que a apresentação das informações nas embalagens deve ser clara e adequada e corresponder ao conteúdo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É preciso entender que o prazo declarado no rótulo é dado para a embalagem inviolada e fechada. Após aberta a sua conservação doméstica deve estar orientada pelo fabricante no rótulo, lembrando que sob refrigeração produtos podem ser conservados até por no máximo cinco dias. É importante que essas tendências comecem a ser observadas para os outros itens de rotulagem obrigatória, como por exemplo, a lista de ingredientes. Mas isso é assunto para outro artigo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Roberto Luiz Pires Machado (machado@ctaa.embrapa.br), Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos, pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos </span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Palavra do neurologista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

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		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		 <br> <br><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5Cusuario%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"></o:smarttagtype><link rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5Cusuario%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"><link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5Cusuario%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:TrackMoves/>   <w:TrackFormatting/>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   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Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: center;"><font size="4"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira* </span><o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;">Alimentos com altos teores de carboidratos e gorduras têm grande poder de estimular nossos centros cerebrais relacionados ao prazer e à</span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"> sensação de nos sentirmos recompensados, promovendo a liberação de neurotransmissores como a dopamina, serotonina e a endorfina. Sabemos que a ativação desses centros de recompensa cerebral está fortemente associada à sensação de bem-estar e, recentemente, uma pesquisa chegou a demonstrar que o simples contato na boca de uma solução de carboidratos, sem sua ingesta, é capaz de ativar esse sistema de recompensa, fenômeno demonstrado através de ressonância magnética funcional. Vale lembrar que o cérebro também pode se sentir altamente recompensado com alimentos que não têm nada de calóricos, mas que evocam prazer pelo paladar, olfato, visual do prato, e até mesmo pelo ambiente e a companhia na refeição.<o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;">Além disso, alguns alimentos como o café e o chocolate contêm substâncias chamadas de aminas biogênicas (ex: cafeína, teobromina) que também têm alto poder de estimular o sistema de recompensa cerebral. O chocolate, por exemplo, contém também a anandamida, substância que se liga aos mesmos receptores em que a maconha exerce seus efeitos no cérebro. O chocolate ainda faz com que a anandamida produzida pelo nosso corpo tenha efeito mais duradouro. Recentemente foi demonstrado que o consumo de chocolate ainda é capaz de reduzir os níveis de hormônios do estresse, tanto o cortisol quanto a adrenalina, e isso ajuda a promover a sensação de bem estar. <o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;">Quanto ao poder de melhorar o funcionamento do cérebro, de todos os nutrientes pesquisados até o momento, o ômega 3 é o que mostra resultados mais consistentes. Sabemos que os ácidos graxos da família ômega 3, mais especificamente o <span class="interna-txt1">ácido docosahexanóico (DHA), são de extrema importância para o cérebro, por serem os mais abundantes</span> nas membranas das células cerebrais. Essa é uma ótima razão para se consumir peixes como o salmão, a sardinha e o atum, que além de serem as maiores fontes alimentares de ômega 3, também são ricos <st1:personname productid="em vitamina D" w:st="on">em vitamina D</st1:personname>, componente nutricional de reconhecida eficácia na melhora do desempenho cerebral. E onde é que o peixe poderia colaborar com nosso bom humor? O fato é que seu consumo regular tem o poder de prevenir a depressão, doença que rouba o humor de qualquer um sem pedir licença. <o:p></o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><span style="font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas–feiras neste blog</span><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="3"><o:p>&nbsp;</o:p></font></p>  <p class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p>  <p class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p>   <br>
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		<title><![CDATA[Mudança radical ]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49718</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) muda as recomendações sobre o tratamento e a prevenção da da doença e sobre a alimentação infantil quando a mãe está contaminada pelo HIV.  <br> <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/761da75a4e41eee4020a45c9249fd032.jpg"></span></font> <br> <br><font size="1">Crédito: Wordpress</font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As recomendações incluem o início precoce da terapêutica antirretroviral (ART) para adultos e adolescentes, o uso de medicamentos antirretrovirais com menores efeitos colaterais e o uso prolongado de antirretrovirais para reduzir o risco de transmissão do HIV da mãe para o filho.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pela primeira vez, a OMS recomenda que mães HIV-positivas ou seus bebês tomem antirretrovirais durante a amamentação para prevenir a transmissão do HIV.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Estas novas recomendações são baseadas nos dados mais atualizados disponíveis," diz o Dr. Hiroki Nakatani, diretor da área de HIV/AIDS e doenças negligenciadas da OMS. "Sua ampla adoção vai permitir que mais pessoas em áreas grandemente afetadas vivam vidas mais longas e mais saudáveis."</span></font>  <br>  <br>  <br>
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		<title><![CDATA[Menos sódio e mais potássio]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49581</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		     <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Amigos, vale a pena ler o recado do Dr. Ricardo   </span>  <br>     <br>     <br><div style="text-align: center;"><font size="4">A redução do consumo de sal pela metade pode      <br>evitar mais de 4 milhões de mortes no mundo por ano     <br>     <br></font></div>     <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira*   </span>  <br>  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um estudo publicado pelo periódico British Medical Journal&nbsp; revela que uma redução de 5g no consumo diário de sal é capaz de diminuir o risco de acidente vascular cerebral em 23% e o de doenças cardiovasculares em 17%. Esse menor consumo de sal evitaria anualmente mais de um milhão de mortes por acidente vascular cerebral e três milhões por doenças cardiovasculares ao redor do mundo.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cerca de 50% dos casos de doença das coronárias e 60% dos acidentes vasculares cerebrais são secundários a altos níveis da pressão arterial, e a quantidade de sal na dieta responde por boa parte desses números. A atual recomendação da Organização Mundial da Saúde é que o consumo diário de sal não exceda 5g por dia, mais ou menos uma colher das de chá. Entretanto, o consumo supera esse limite na maior parte do globo, com uma média de 10g por dia na maioria dos países ocidentais, chegando a mais de 12g diários no Brasil e em países asiáticos e da Europa oriental.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O principal problema do excesso de sal na alimentação é o aumento dos níveis da pressão arterial. Por outro lado, uma série de estudos tem demonstrado que o alto consumo de potássio é capaz de reduzir a pressão arterial. Esses estudos apontam que a redução do conteúdo de sódio a longo prazo e sua substituição por potássio é capaz de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e essa já é uma recomendação dietética consensual. Uma dieta com pouco sódio e muito potássio é melhor do que aquela com a simples restrição de sódio. Para inserir mais potássio na dieta deve-se consumir frutas e verduras com fartura. Para reduzir o consumo de sódio, o primeiro passo é retirar o saleiro da mesa e lembrar que algumas ervas podem temperar a comida tão bem como o sal. Além disso, é fundamental evitar os alimentos salgados por natureza, como as conservas, o “fast food”, enlatados, carnes processadas e embutidos.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em tempo: recentemente minha querida tia Dete me disse que a sua médica “renomada” lhe orientou a não tomar mais água de coco, pois dificultaria o controle de sua pressão alta. Tia Dete, não deixe de tomar sua água de coco, pois ela tem pouco sódio e ainda tem potássio para dar, vender e jogar fora. O teor de potássio de uma água de coco é quase duas vezes maior do de uma banana, fruta que tem a fama de ser riquíssima em potássio. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O limite de consumo de sódio por dia é de 2300mg. Um coco com 400ml de água contém apenas 20 a 24mg de sódio, 10% do consumo recomendado. Já uma latinha de coca-cola tem duas vezes mais sódio que essa água de coco: a coca normal tem 37mg, a light tem 40mg e a zero tem 50mg.&nbsp; É bom lembrar que a coca-cola não contém nadinha de potássio em sua mágica fórmula.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>      <div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog     <br>     <br>&nbsp;     <br></font></div>     <br>
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		<title><![CDATA[Terceira dentição]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49488</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amigos, o cirurgião-dentista Eduardo Nascimento fala sobre a importância dos implantes dentários. Boa leitura!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">14% DOS BRASILEIROS ADULTOS  <br>SÃO CANDIDATOS À TERCEIRA DENTIÇÃO</span></font></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Eduardo Nascimento</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dados de uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que o Brasil possui cerca de 26 milhões de desdentados que sofrem com problemas de mastigação, estéticos e de autoconfiança. Tendo por base a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 179 milhões de brasileiros, isso significa que 14,4% dos brasileiros acima dos 18 anos já perderam todos os dentes. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O maior índice de desdentados está na faixa etária acima de 50 anos: 37,8%. Enquanto a Odontologia avança, especialmente no Brasil, as políticas públicas seguem estagnadas nessa área. Somente nos consultórios particulares observa-se avanços à disposição da população. Devemos levar em conta, ainda, que um dos maiores cientistas da área odontológica, o professor sueco Per-Ingvar Branemark, radicou-se no Brasil, chefiando estudos e avanços na Odontologia nacional.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se até recentemente a principal solução para desdentados era o uso de próteses móveis, hoje há um leque mais abrangente. Um tratamento que tem atendido a contento a reabilitação oral com reposição parcial ou completa do sorriso é o que chamamos de Carga Imediata. Por esse método, em até três dias é possível que um paciente sem nenhum dente saia do consultório com sua terceira dentição completa. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O termo terceira dentição é usado para destacar a substituição dos dentes permanentes, perdidos ao longo da vida por inúmeras razões. Os implantes dentários só são recomendados para maiores de 16 anos, pois somente depois dessa idade é que temos nossa formação óssea completa. Normalmente, pessoas com mais de 45 anos é que buscam tratamentos para repor os dentes perdidos.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A técnica de implantes dentários consiste em implantar um parafuso de titânio dentro do osso superior – conhecido como osso maxilar – ou inferior – chamado de mandíbula – para substituir a raiz do dente. O titânio tem a particularidade de ser um material biocompatível, ou seja, não gera rejeição do organismo. Por essa característica, o parafuso integra-se muito bem ao osso dando segurança ao processo. Não é necessário esperar que vários dentes caiam para buscar tratamento especializado. Qualquer perda pode ser imediatamente substituída. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Após o implante são colocados os dentes provisórios para aguardar a ósseointegração (colagem do titânio ao osso) do parafuso e o paciente é liberado com o novo sorriso. O período de integração leva entre dois e quatro meses para a mandíbula – osso inferior – e de dois a oito meses para o maxilar – osso superior. Esse período depende da quantidade e qualidade óssea do paciente. É preciso aguardar que o implante se integre completamente para dar sustentação necessária à colocação da prótese definitiva.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Cirurgião-Dentista, especialista em Implantodontia, Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, professor de pós-graduação em Odontologia e coordenador de cursos de pós -graduação da ABO-DF e na Funorte. E-mail: nascimentoeduardo@ig.com.br</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Brasileiro doa pouco sangue]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49388</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Hoje, 25 de novembro, comemora-se uma data muito bonita: O Dia Nacional da Doação Voluntária de Sangue.&nbsp; Eis um ato nobre, que salva vida.&nbsp; Entretanto, a realidade é bem feia. <br> <br> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/420950f59d1f4f2ea9ea99957428d314.jpg"></font> <br> <br><font size="1">Crédito: Nice Pinheiro</font> <br> <br></div><font size="3"> <br> <br>O número de doadores de sangue está abaixo do esperado no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal seria ter em torno de 3 a 4% da população como voluntários, porém atualmente representam apenas 1,7% dela. "Um dos motivos de não termos um número considerável de doadores é a falta de informação. As pessoas têm receio do material utilizado, medo de contaminação, além dos mitos que doar sangue emagrece, engorda, vicia ou enfraquece o organismo", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (SBHH), Dr. Carlos Chiattone. <br> <br> <br>Outra razão que faz com que os bancos de sangue tenham falta de bolsas é a proximidade de um feriado, data que as pessoas costumam viajar e deixam de comparecer nos hemocentros. Porém, nessas épocas também aumentam o número de acidentes nas estradas. De acordo com Chiattone, nos feriados há uma queda de 30% nas doações, o que pode comprometer o atendimento aos pacientes. <br> <br> <br>Além de obter doações suficientes para realizar as transfusões, o presidente espera que a sociedade colabore também para ajudar as pessoas que sofrem de doenças crônicas, de leucemia e as que estão internadas em serviço de emergência. "Há risco real de morte para os pacientes que precisam de plaquetas, e diversos serviços de hemoterapia no país já estão com o estoque esgotado. O sangue e seus componentes salvam muitas vidas, por isso não há gesto mais humano do que o de doar sangue", diz o hematologista. <br> <br> <br>Os candidatos à doação deverão somente ter entre 18 e 65 anos, peso igual ou superior a 50 kg, estar em boas condições de saúde e apresentar um documento de identificação com foto. <br> <br></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[500 mil brasileiros terão câncer em 2010]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49294</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O país terá meio milhão de novos casos de câncer em 2010.&nbsp; A previsão foi divulgada hoje pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os tipos de câncer mais comuns na população serão o de pele não melanoma, o de próstata e o de mama feminina. Estes três tipos podem ser prevenidos com exames de rotina. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O levantamento mostra que o câncer será mais afetará mais as&nbsp; mulheres (52%) do que os homens (48%). Apesar de homens adoecerem e morrerem mais do que as mulheres, a população feminina é mais numerosa, especialmente nas faixas etárias mais avançadas, o que explica o resultado.&nbsp;  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O tipo de câncer mais comum, em ambos os sexos, é o de pele não melanoma, que soma aproximadamente 114 mil casos novos, ou 23% do total de casos estimados para 2010.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Sem considerar o câncer de pele não melanoma, o tipo mais comum de tumor nos homens é o de próstata, seguido de pulmão, cólon e reto, estômago, oral, esôfago, leucemias e pele melanoma. Entre as mulheres, os cânceres mais frequentes são os de mama, colo de útero, cólon e reto, pulmão, estômago, leucemias, oral, pele melanoma e esôfago.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mais informações no site do <a href="http://www.inca.gov.br/releases/press_release_view.asp?ID=2282"><font size="5">INCA</font></a></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Recadinhos]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49287</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A internauta Ana Paula enviou a seguinte pergunta ao neurologista clínico Ricardo Teixeira:&nbsp;<span style="font-style: italic;"> "Tive Trombose Venosa profunda em 2008, depois de um parto normal. Será que posso tomar anticoncepcional só com progesterona?" </span></span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O médico, articulista deste blog, responde: </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Pílula com estrogênio é contra-indicada no seu caso e os dois tipos de progesterona mais indicados são levonorgestrel ou norestisterona.&nbsp; Consulte um&nbsp; ginecologista da sua confiança.&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"> <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ana Paula, espero que a resposta do Dr. Ricardo te ajude. Abraços</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Maria Vitória</span></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Criança e televisão]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49217</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="4"> <br></font><div style="text-align: center; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><font size="4">Crianças mais expostas à TV têm maior <br>&nbsp;chance de apresentar comportamento agressivo <br> <br></font></font></div><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"> <br><span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira <br> <br></span> <br>Crianças com comportamento agressivo já nos primeiros anos de vida apresentam mais risco de problemas comportamentais no futuro, como delinquência juvenil, violência quando adultos e criminalidade. São vários os fatores que podem colaborar para o desenvolvimento da agressividade nas crianças, incluindo o nível de disciplina exigido pelos pais, ambiente e segurança da vizinhança e também a exposição à mídia. Uma pesquisa publicada recentemente pelo periódico Archives of Pediatrics &amp; Adolescent Medicine confirma essa influência da mídia ao demonstrar que crianças com 3 anos de idade mais expostas à TV têm maior chance de desenvolver comportamento agressivo. E não foi só a exposição direta das crianças à TV. O tempo que a TV fica ligada nos lares também foi um fator associado à agressividade das crianças, independente de assistirem ou não. <br> <br> <br>A pesquisa entrevistou mais de três mil mulheres americanas quanto ao nível de exposição à TV de seus filhos, já na época do nascimento, no primeiro e no terceiro ano de vida. Uma escala de avaliação de agressividade também foi aplicada aos três anos de idade. Cerca de dois terços das mães relataram que seus filhos de três anos assistiam à TV mais de duas horas por dia, e muitas admitiram que máquina tinha um certo papel de babá em casa. A média de tempo em que a TV ficava ligada nos lares estudados foi de 5.2 horas diárias.&nbsp;  <br> <br> <br>E por que a exposição à TV aumentaria a chance de comportamento agressivo nessa faixa etária? Uma das explicações é que mais tempo de TV cria mais chance das crianças assistirem a conteúdos inapropriados para a idade. Além disso, o tempo em frente à TV, não só das crianças como também dos adultos, concorre com o tempo de outras atividades, como o tempo de interação entre pais e filhos, leitura de histórias, brincadeiras e sono.  <br> <br> <br>No presente estudo, a média de exposição das crianças à TV foi de 3 horas diárias, acima da atual recomendação de que elas não devem ficar mais do que duas horas em frente ao vídeo (TV, computador), e no caso dos menores de dois anos, esses não deveriam ser expostos ao vídeo de forma alguma. Esse estudo é inovador ao revelar que o excesso de TV em casa pode repercutir negativamente na vida da criança mesmo que não seja ela que esteja na frente da telinha.  <br> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira é neurologista clínico. Toda segunda-feira publica um artigo neste blog</span><br style="font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Alimentos certos para eliminar a celulite]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49179</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>A edição de hoje da <span style="font-weight: bold;">Revista do Correio</span> traz uma reportagem o que pode ser feito para combater estrias, celulite, acne e manchas antes das férias de janeiro. Ou seja: preparar o corpo para verão, a estaçao do sol que começa oficialmente hoje <br> <br> <br>A tecnologia, cremes e massagens ajudam no preparo da pele. Medidas simples, como ter uma alimentação saudável, também; Nada de dietas mirabolantes, da moda. “Apenas alimente-se com bom senso”, afirma a nutricionista Joana Lucyk.  <br>Para ajudar a limpar o sistema digestivo e eliminar as toxinas, uma ótima sugestão é...beber água. Segundo o Instituto de Medicina dos Estados Unidos, a água favorece a vascularização do organismo, ajudando no controle da celulite. A medida para a mulher é de 2,7 litros por dia. E 3 litros para eles.  <br>  <br>  <br>Os sucos também ajudam nesta tarefa. Alguns dos vegetais mais indicados são aipo, maçã e espinafre. A melancia, por exemplo, é rica em citrolima, uma substância vasodilatora. Ela está presente principalmente na área branca da fruta.&nbsp; “Ao fazer o suco, use esta parte”, ensina Joana.  <br>  <br>  <br>Inclua alimentos a base de soja e quinoa no prato: eles também melhoram a circulação. Além de prevenir a anemia, as verduras, hortaliças e alimentos ricos em ferro devem estar presentes em sua mesa. A carência deste mineral favorece o surgimento de celulites.   <br>Joana Lucyk aconselha a redução do consumo de sódio. Ele está presente não apenas no sal de mesa, mas também em produtos embutidos e pré-cozidos.   <br>  <br>  <br>Os alimentos fritos, enlatados, processados ou refinados, com aditivos, conservantes, corantes ou substâncias artificiais, além de dificultar a digestão e conter alta quantidade de açúcares e gorduras, aumentam o acúmulo de toxinas. Os alimentos crus, cozidos ao vapor, biológicos e integrais, são digeridos mais facilmente e melhor assimilados pelo organismo, pois possuem mais nutrientes e menos compostos tóxicos.  <br>  <br>  <br>As comidas ricas em fibras vegetais são mais úmidas, o que facilita sua movimentação no intestino e, conseqüentemente, sua eliminação. Frutas, verduras, legumes e cereais são as melhores fontes naturais deste composto. O arroz integral também é um excelente vasodilatador.  <br>  <br>  <br>Neste cardápio inclua também as frutas e legumes da cor laranja ou verde escuro – cenoura, mamão, moranga, brócolis.&nbsp; Eles possuem betacaroteno, estimulando maior produção de melanina, o que protegerá a pele durante a exposição ao sol.  <br>“A alimentação saudável, rica em alimentos naturais, com pouco sal e gordura, prepara o corpo para o verão”, garante Joana.   <br>  <br>  <br>
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		<title><![CDATA[Nicotina, inimigo da beleza]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=49127</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Olá amigos. O dermatologista aponta mais um motivo para não fumar: a beleza da pele. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">CIGARROS: UMA QUESTÃO DE PELE</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Fenelon</span></font><span style="font-weight: bold;"> *</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O tabagismo é tão prejudicial à saúde que afeta consideravelmente até mesmo a pele e a aparência de quem fuma.&nbsp; A nicotina dos cigarros atua como um vaso constritor, diminuindo a oxigenação da pele e provocando degeneração da fibra elástica. Assim, tabagistas perdem a elasticidade e o viço da pele. Além disso, substâncias químicas existentes no cigarro atingem o colágeno (proteína que dá sustentação à pele) de uma maneira&nbsp; profunda. Resultado: os fumantes sofrem de envelhecimento precoce. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estudos realizados por entidades sanitárias demonstram que os jovens entre 14 e 24 anos são o principal público-alvo da indústria do tabaco. Uma das conseqüências desastrosas desse fato é que cada vez mais cedo o adolescente se inicia no vício do fumo. Estimativas do Ministério da Saúde é de que, no Brasil, 2,8 milhões de fumantes têm entre 14 e 24 anos. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quem tem essa idade deve redobrar os cuidados para não cair na tentação do cigarro. E quem tem filhos nessa faixa etária deve intensificar a orientação contra o tabagismo.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para nos restringirmos às conseqüências dermatológicas desse problema, ressalto que o uso do cigarro intensifica as rugas, que caracterizam o envelhecimento. É provado que uma pessoa que fuma possui um envelhecimento físico aparente de dez anos a mais do que um não fumante. Também há conseqüências mais graves. A substância alcatrão agride a mucosa bucal, e facilita o aparecimento do câncer de boca.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um estudo realizado com mulheres pós menopausa, ou seja, que possuem uma menor produção de hormônios femininos e de colágeno, comprova que as rugas em fumantes são três vezes mais intensas do que nas que nunca fumaram. Na região facial os danos são maiores. As áreas de seqüela são periorbital (pés de galinha), fronte (testa) e perilabial (ao redor da boca).</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O uso do cigarro atrapalha e muito no resultado de tratamentos e cirurgias estéticas. Cerca de 70% dos médicos cirurgiões não realizam uma cirurgia em pessoas que estiveram fumando de 3 a 4 semanas antes do procedimento cirúrgico. O consumo do cigarro antes das cirurgias dificultam a cicatrização, e pode causar necrose no paciente.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Fenelon é dermatologista</span></font> <br> <br> <br></div>
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		<title><![CDATA[Conhecimento e preconceito]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48988</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A maioria dos homens brasileiros <font size="4">(76%)</font> possuem informações sobre o exame de toque retal para detectar o câncer da próstata, mas apenas<font size="4"> 32%</font> já o fizeram. Já o exame sanguíneo da dosagem de PSA já foi realizado por <font size="4">47%</font> dos homens. Estes são alguns dos dados apontados na pesquisa <span style="text-decoration: underline; font-weight: bold;">Saúde masculina: o homem e o câncer de próstata</span>, encomendada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e realizada pelo Instituto Datafolha.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O levantamento foi feito com 1.061 homens com idades entre 40 e 70 anos, de 10 capitais brasileiras (Belo Horizonte, Belém, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo) e Distrito Federal, no período de 2 a 7 de outubro de 2009. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O objetivo da pesquisa foi investigar o nível de conhecimento masculino e percepções sobre o câncer de próstata.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Esse levantamento nos mostra que os homens preferem fazer o exame de sangue ao de toque. Mas é preciso ressaltar que os dois são complementares no diagnóstico do câncer de próstata e um não substitui o outro. Em até 20% dos casos, o exame de sangue pode ser normal em uma pessoa com câncer", alerta o presidente da SBU, José Carlos de Almeida.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">,</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[O barato do exercício]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48806</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O neurologista Ricardo Teixeira dá um recado interessante hoje.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não há nada de exagero em dizer que  <br>&nbsp;atividade física dá “barato” e até vicia  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Teixeira*  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O “barato” do atleta é comum entre aqueles que fazem atividades prolongadas, como é o caso dos corredores de longa distância, e é descrito como uma sensação de euforia, bem estar, e alteração da percepção do tempo e espaço. Essas sensações não costumam ser descritas entre os atletas de atividades de curta duração como os velocistas e em esportes que exigem frequente mudança da demanda de força e ritmo da atividade, como é o caso do futebol, basquete, tênis, etc. Curiosamente, não há descrição na literatura desse “barato” entre nadadores, apesar da natação ser um esporte com ritmo regular e repetitivo como a corrida. Já existem evidências apontando que a corrida é especialmente associada a essa sensação de prazer, em parte por causa dos repetidos traumas na pele que promovem a liberação de substâncias que agem tanto no sistema nervoso central como no periférico.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Até a década de 60, acreditava-se que o “barato” do atleta era decorrente do aumento dos níveis de catecolaminas, substâncias da linha da adrenalina. Com a descoberta da endorfina, que é como se fosse um tipo de morfina produzida pelo próprio corpo, passou-se a acreditar que todo o “barato” do atleta podia ser explicado pelo aumento dos níveis de endorfina no sangue, criando-se então um mito popular sem comprovações científicas.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No ano de 2003, foi demonstrado que o exercício físico é capaz de ativar o sistema endocanabinóide e isso transformou radicalmente o entendimento do “barato” do atleta. Esse sistema é composto de receptores chamados de canabnóides, e estão distribuídos não só no cérebro e nervos periféricos, mas também no pulmão, na pele e nos músculos.&nbsp; No cérebro, seu efeito maior é o de inibição da atividade dos neurônios e a anandamida é o neurotransmissor que se liga aos receptores canabnóides do cérebro mais estudado.&nbsp; São nesses receptores que age o princípio ativo da maconha (tetrahidrocanabinol), e os efeitos são bem semelhantes aos da anandamida.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span> <br><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já é bem reconhecido que a ativação do sistema endocanabinóide estimula o sistema de recompensa cerebral, que é ativado toda vez que fazemos algo que dá prazer e sinaliza ao cérebro que vale a pena repetir a experiência quando esta é prazerosa. A relação entre esses dois sistemas sugere que os endocanabinóides são fortes candidatos para explicar o vício em exercício físico que algumas pessoas desenvolvem. Nesse contexto, vício significa que ficar alguns dias sem atividade física pode levar a sintomas como ansiedade e alterações de humor, e isso pode acontecer mesmo entre as pessoas que praticam atividade física sem exageros, sem compulsão. Nos casos de comportamento compulsivo, o vício na atividade física passa a ser algo negativo, pois começa a comprometer outras dimensões da vida, como por exemplo, o convívio com a família. Felizmente, na grande maioria das vezes, esse vício é um grande aliado da saúde física e mental. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Um gol para combater o câncer infantil]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48628</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Daqui a pouco,&nbsp; às 21h45, o time do Palmeiras, entra em campo contra o Sport do Recife, no Palestra Itália (SP), com uma grande faixa alusiva ao Dia 23 de Novembro, Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-juvenil (DNCCI).  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O objetivo dodesta data é informar sobre o diagnóstico precoce do câncer em crianças e fazer com que as pessoas se mobilizem e prestem mais atenção aos sintomas da doença. A campanha feita para alertar a população é estrelada pelo Marcos, goleiro do Palmeiras. <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/1743fe45df8897dcd215c8a009762103.jpg"></span></font> <br> <br><font size="1">Crédito: Filme </font><font size="1"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">DNCCI</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No Brasil, o câncer infanto-juvenil é a segunda causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 5 e 19 anos. Acontece que a doença tem cura, em mais de 70% dos casos, quando diagnosticados precocemente.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mais informações no <a href="http://www.dncci.org.br"><font size="7">site</font></a> da campanha. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Exóticas e saborosas]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48434</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<P align=center><IMG style="WIDTH: 471px; HEIGHT: 299px" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/5766ea5d27f8a196ede04ac722b9680b.jpg" width=455 height=345></P> <P align=center>&nbsp;</P><FONT color=#444444 size=5><FONT color=#444444 size=5> <P><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Amigos, boa tarde. Estivemos fora do ar por problemas técnicos. </FONT><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tudo resolvido!</FONT></P> <P><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para aproveitar o domingo, proponho uma leitura saborosa. O texto abaixo é da jornalista Cristine Gentil.</FONT></P> <P><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P>Você sabe quais frutas são exóticas ou nativas do Brasil? A <STRONG>Revista do Correio</STRONG> deste domingo lançou um desafio, apresentando algumas frutas para saber. Continue brincando aqui. </P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG><FONT size=6>Jogo das delícias</FONT></STRONG></P> <P><STRONG><FONT size=6></FONT></STRONG>&nbsp;</P> <P>Para uma dieta saudável, uma pessoa adulta deve ingerir, no mínimo, cinco variedades de frutas, verduras e legumes por dia — pelos menos 500g desses alimentos. Mas você sabe se as frutas que você consome diariamente são nativas do Brasil? Faça o teste e descubra.</P> <P>&#12288;</P> <P>- <STRONG>Goiaba </STRONG>— <I>Psidium guajava</P></I> <P>49 calorias. Com baixa quantidade de gordura e considerável teor de carboidrato. É considerada pobre em vitaminas.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Tangerina </STRONG>— <I>Citrus reticulata</P></I> <P>48 calorias. Considerável quantidade de gordura e carboidrato. Pouca quantidade de vitamina A, B1, B2, B3 e grande quantidade de vitamina C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Pequi</STRONG> — <I>Caryocar brasiliense</P></I> <P>87 calorias. Com teor considerável de gordura e vitamina A. Contém ainda vitamina B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>-<STRONG> Cupuaçu</STRONG> — <I>Theobroma grandiflora</P></I> <P>80 calorias. Com baixo teor de gordura, carboidrato, vitamina A, B e C e alto teor de potássio.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Acerola</STRONG> — <I>Malpighia emarginata</P></I> <P>45 calorias. Possui baixíssimo teor de gordura, vitamina A, B1, B2, B3 e altíssimo teor de vitamina C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Ameixa </STRONG>— <I>Prunus salicina</P></I> <P>56 calorias. Possui vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Amora </STRONG>— <I>Rubus uniflora</P></I> <P>61 calorias. Possui baixo teor de vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Caqui</STRONG> — <I>Diospyros kaki</P></I> <P>86 calorias. Possui baixo teor de vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Melancia</STRONG> — <I>Citrullus lanatus</P></I> <P>28 calorias. Possui baixo teor de gordura e carboidrato. Possui baixa quantidade de vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Melão</STRONG> — <I>Cucumis melo</P></I> <P>32 calorias. Possui baixo teor de gordura e carboidrato. Possui vitamina A, B1, B2, B3 e considerável quantidade de vitamina C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Morango</STRONG> — <I>Fragaria x ananassa</P></I> <P>40 calorias. Possui considerável quantidade de gordura e baixo teor de carboidrato. Possui vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Pêssego</STRONG> — <I>Prunus persica</P></I> <P>46 calorias. Possui pouca quantidade de gordura e considerável quantidade de carboidrato. Possui vitamina B1, B2, B3, C e considerável quantidade de vitamina A.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Tamarindo</STRONG> — <I>Tamarindus indica</P></I> <P>213 calorias. Possui considerável quantidade de gordura e muita de carboidratos. Possui baixíssima quantidade de vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Uva </STRONG>— <I>Vitis sp</P></I> <P>57 calorias. Possui pouca quantidade de gordura, carboidratos e vitamina A, B1, B2, B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- <STRONG>Ceriguela</STRONG> — <I>Spondias Purpurea</P></I> <P>63 calorias. Possui baixíssimo teor de carboidrato, gordura e vitamina A, B1, B2 B3 e C.</P> <P>&nbsp;</P> <P>- Maracujá doce ou granadila — <I>Passiflora alata</P></I> <P>85 calorias. Possui pouca quantidade de vitamina A, B1, B2, B3 e C e também de gordura e carboidratos.</P> <P>&#12288;</P><B> <P>Resultado: </P> <P>&nbsp;</P> <DIR> <DIR></B> <P>1. Se você acertou até quatro respostas, talvez esteja precisando incorporar mais frutas à sua alimentação. Adote esse hábito, que, além de saudável, é saboroso. </P> <P>2. Se você acertou até oito respostas, você tem conhecimentos suficientes sobre a rica gama de frutas que hoje são cultivadas no país. </P> <P>3. Se você acertou mais de doze respostas, parabéns. Já é quase um expert em fruticultura nacional. Agora é só se esbaldar com a variedade ofertada em nosso país. </P> <P>&nbsp;</P></DIR></DIR> <P>Fonte: livro <I>Frutas brasileiras e exóticas cultivadas</I>, editora Plantarum.</P> <P>Agradecimentos: Instituto Plantarum e La Palma</P> <P>&#12288;</P> <P>Veja as respostas</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Goiaba</STRONG></P> <P>A goiabeira é amplamente cultivada em pomares domésticos e comerciais, ocorrendo também como subespontânea e nativa em quase todo o país.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Tangerina</STRONG></P> <P>Fruta exótica no Brasil, é nativa do sudoeste da China e nordeste da Índia, onde seu cultivo data de mil anos antes de Cristo. Já é amplamente cultivada no país.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Pequi</STRONG></P> <P>Natural dos estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Cupuaçu</STRONG></P> <P>Nativo da região Amazônica, principalmente no estado do Pará.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Uva</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da América do Norte, é amplamente cultivada no país, principalmente nas regiões sul e sudeste. A uva-européia é originária da Ásia Central, cujo cultivo no Oriente Médio data de 8.000 anos a.C., e foi introduzida no Brasil em 1532.</P> <P>&#12288;</P> <P><STRONG>Acerola</STRONG></P> <P>Fruta exótica amplamente cultivada em todas as regiões tropicais do país. É nativa das Antilhas, América Central e norte da América do Sul.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Ameixa</STRONG></P> <P>Fruta exótica da Ásia Menor. Foi cultivada pelos romanos ainda antes de Cristo e no Brasil foi introduzida no final do século XX em regiões de altitude do Sul.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Amora</STRONG></P> <P>Fruta nativa encontrada em beira de matas e capoeiras, principalmente em regiões de altitude, desde Minas Gerais e São Paulo até o Rio Grande do Sul.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Caju</STRONG></P> <P>Planta nativa da costa norte do país e muito cultivada na região Norte e Nordeste.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Caqui</STRONG></P> <P>Fruta exótica vinda da Ásia e largamente cultivada nas regiões subtropicais do Brasil, onde foi introduzido em 1890.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Ceriguela</STRONG></P> <P>Fruta exótica, proveniente da América Central, é amplamente cultivada em pomares domésticos de todas as regiões tropicais do país, principalmente no Norte e Nordeste.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Mangostão</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da Ásia, possivelmente da Malásia</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Maracujá</STRONG></P> <P>Nativo das regiões litorâneas e na Mata Atlântica da Bahia até o Rio Grande do Sul. Já é amplamente cultivado em todo o país.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Melancia</STRONG></P> <P>Fruta exótica, vinda da África. Já é amplamente cultivada no país.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Melão</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da Península Ibérica. No Brasil é amplamente cultivado principalmente nas regiões semiáridas do Nordeste.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Pêssego</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da China. Desde que foi descoberto foi também, introduzido no Brasil, mas só começou a ter importância econômica a partir de 1950. Hoje já é amplamente cultivado, principalmente no Sul e Sudeste.</P> <P>&nbsp;</P> <P><STRONG>Tamarindo</STRONG></P> <P>Fruta exótica originária da África tropical, mas já é amplamente cultivada em pomares domésticos de todo o país</P></FONT></FONT><FONT color=#444444 size=5 face=Tahoma><FONT color=#444444 size=5 face=Tahoma><FONT color=#444444 size=5 face=Tahoma> <P>&#12288;</P></FONT></FONT></FONT><FONT size=5 face=Calibri><FONT size=5 face=Calibri></FONT></FONT><FONT size=2 face=Arial><FONT size=2 face=Arial> <P>&#12288;</P></FONT></FONT>
		]]>
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		<title><![CDATA[Inflamação no cérebro não causa Alzheimer]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48258</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisadores da Clínica Mayo (Estados Unidos) descobriram que uma inflamação cerebral não é o gatilho responsável pela formação de depósitos de amilóide no cérebro e o desenvolvimento da doença de Alzheimer.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Esta era a tese defendida até agora no meio científico. Na verdade, a inflamação ajuda a desobstruir o cérebro dessas placas amilóides nocivas no início do desenvolvimento da doença, como demonstrado em estudos com camundongos que foram predispostos ao distúrbio. O estudo está publicado na versão online do informativo da Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental (FASEB - Federation of American Societies of Experimenal Biology). <a href="http://www.eurekalert.org/pub_releases/2009-10/foas-sra101509.php"><font style="color: rgb(51, 102, 255);" size="4">Clique aqui e leia o texto da pesquisa, em inglês. </font></a></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"O estudo também sugere que podemos tirar proveito do próprio sistema imunológico do cérebro, fazendo com que as células imunes removam as placas amilóides ali depositadas, protegendo, assim, o cérebro contra os efeitos nocivos dessas placas", afirma o pesquisador principal do estudo, Pritam Das, Ph.D., professor assistente do Departamento de Neurociência da Mayo.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A experiência teve o objetivo de testar a teoria largamente aceita de que uma inflamação no cérebro aumenta a produção e a formação de uma proteína tóxica, conhecida como beta-amilóide (A&#946;). Um aglomerado denso dessa proteína é o marcador patológico da doença de Alzheimer.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Adolescente obeso tem fígado gordo]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48196</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cerca de 50% dos adolescentes obesos apresentam acúmulo de gordura no fígado, uma doença conhecida como esteatose hepática não alcoólica.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O distúrbio considerada como o novo marcador da síndrome metabólica, caracterizada por aumento das chances de desenvolvimento de diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares associadas à obesidade e à morte precoce.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pesquisa avaliou cerca de 300 adolescentes, com idade entre 15 e 19 anos, atendidos pelo Grupo de Estudos da Obesidade da Universidade Federal de São Paulo. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os adolescentes diagnosticados passaram, então, por um ano de tratamento clínico, nutricional, orientação psicológica e atividade física. Metade conseguiu reduzir os níveis de gordura para índices considerados saudáveis.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“A chance de cura existe, mas depende do emagrecimento. Também é importante que o paciente não perca peso muito rapidamente, porque quando ocorre o emagrecimento rápido, a gordura estocada nas vísceras (região central do corpo) vai diretamente para o fígado, que não consegue sintetizá-la a contento e exportá-la novamente para a circulação, aumentando a quantidade de gordura intra-hepática”, explica a médica&nbsp; Ana Dâmaso, coordenadora da pesquisa.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A incidência da síndrome metabólica (conjunto de alterações no metabolismo) ocorre em cerca de 32% dos pacientes com obesidade mórbida. Nestes casos associados à resistência a insulina é preciso complementar o tratamento com medicação e as chances de cura da obesidade mórbida são menores. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		<title><![CDATA[Coração jovem]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48137</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje temos artigo do Dr. Ricardo</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estudo revela receita de como manter uma boa capacidade cardiorespiratória durante o envelhecimento</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">É bem reconhecido que a redução da capacidade cardiorespiratória está associada a um maior risco de doenças como a hipertensão arterial e diabetes, maior mortalidade, menor nível de independência física e de qualidade de vida. Um estudo recém-publicado pelo periódico científico <span style="font-weight: bold;">Archives of Internal Medicine</span> avaliou mais de 20 mil pessoas nos Estados Unidos com idades entre 20 e 96 anos e confirmou resultados de pesquisas anteriores de que a capacidade cardiorespiratória diminui gradualmente com o avançar da idade.</span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo demonstrou ainda, de forma inédita, que essa redução é mais veloz após os 45 anos de idade, maior entre os homens do que nas mulheres, e que existe uma receita eficaz para combater esse declínio: atividade física regular, manter o peso em dia e não fumar. Os participantes do estudo que seguiam essa receita foram os que tiveram o mais lento declínio da capacidade cardiorespiratória. É difícil imaginar uma trinca de ingredientes mais poderosa do que esta para a promoção da saúde, não só para manter o fôlego ao envelhecermos, mas também para a prevenção da maior parte das doenças mais temidas como o câncer e as doenças cardiovasculares.&nbsp; </span></font> <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog. <br></span></font></div> <br>
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		<title><![CDATA[Verão sem estrias]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=48055</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com a chegada do verão, surge uma preocupação: como eliminar as estrias. Confira as dicas do médico Ricardo Fenelon.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">AVANÇOS NO COMBATE ÀS ESTRIAS</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Fenelon*</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estrias são faixas de pele fina, enrugadas, causadas por uma distensão exagerada das fibras elásticas da pele. Num primeiro momento, surgem avermelhadas, a seguir de cor púrpura e, finalmente, brancas. Ocorrem mais comumente no abdome, coxas e região ingunal. Atingem predominantemente o sexo feminino (60%), comparativamente ao sexo masculino(40%). Mas seu aparecimento é queixa de 100% das mulheres no consultório dermatológico.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As estrias são observadas na gravidez, obesidade, síndrome de Cushing, tratamentos sistêmicos com corticosteróides e ACTM e tratamentos tópicos com corticosteróides fluorados. Mais recentemente, tem se observado estrias causadas também por aumento exagerado da massa muscular. Manifesto em larga escala na população mundial, esse problema se constitui num dos maiores desafios para a Dermatologia Cosmiátrica. Há muito, a ciência busca soluções eficazes para eliminar as estrias. Até há pouco tempo, os tratamentos disponíveis ou eram ineficazes – principalmente nos casos mais graves da manifestação das estrias --, ou não apresentavam resultados absolutamente satisfatórios para médicos e pacientes.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com a grande revolução da medicina propiciada pelo surgimento da tecnologia à laser nas mais variadas áreas da saúde, temos agora uma nova alternativa, com resultados até então inéditos: tratamento para estrias com Fraxel Laser.&nbsp; No mais recente Congresso Brasileiro de Dermatologia, realizado em setembro, em Belém do Pará, fui o conferencista selecionado para apresentar os resultados alcançados com essa técnica. Estrias em estágio inicial podem sumir até completamente com cinco aplicações de Fraxel. Nos casos mais graves, onde as estrias são faixas largas, brancas e com reentrâncias na pele, há um resultado muito satisfatório de recuperação da área tratada.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um detalhe importante: grávidas não podem se submeter a esse tipo de tratamento. Em caso de gestação, o melhor a fazer é usar preventivamente substâncias hidratantes potentes (óleo de amêndoas, alantoína, uréia com a finalidade de prevenir o aparecimento de novas estrias), evitar ganho de peso excessivo e aumento repentino de massa muscular.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dermatologista e especialista em laser</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font> <br></div>
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		<title><![CDATA[Dia de prevenção contra o derrame no Parque da Cidade]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47961</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje é o Dia Mundial de Controle do Acidente Vascular Cerebral. Para lembrar a data, neste sábado, no Parque da Cidade, das 8h às 13h, cardiologistas de diversos serviços do Distrito Federal realização exames e prestarão esclarecimentos à comunidade sobre&nbsp; o popular derrame. A doença provoca 5,7 milhões de mortes por ano, além de deixar sequelas nos pacientes que sobrevivem. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“O estilo de vida dos grandes centros urbanos – que envolve hábitos alimentares ruins, consumo elevado de álcool, tabagismo e sedentarismo – propiciam o AVC, ruptura ou obstrução de um dos vasos que irriga o cérebro”, explica Luiz Leite, diretor científico da Sociedade Brasileira de Cardiologia, regional DF. Pacientes com hipertensão, colesterol elevado, obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares devem redobrar a atenção, pois essas alterações são fatores de risco para o Acidente Vascular Cerebral. <br> <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“É importante que a população conheça melhor a doença: o que está por trás dela, como evitá-la e seus sintomas. Aqueles que já sabem ser portadores de patologias que ampliam os riscos devem seguir estritamente as orientações médicas e fazer correto uso de medicações, quando indicadas”, afirma&nbsp; Luiz Leite.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><font size="4">Para alertar os brasilienses, os cardiologistas montarão estandes para oferecer esses serviços:</font></span><font size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br>Exame de Pressão Arterial </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Medida da Freqüência Cardíaca </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Medida da Circunferência Abdominal </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em outros estandes parceiros:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Exame de Colesterol </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Exame de Glicemia </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Doppler de Carótidas </span></font></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Mais sobre psoríase]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47931</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amanhã é o Dia Mundial da Psoríase, uma doença inflamatória da pele que afeta 5% da população mundial. O mal pode ser tratado e não é contagioso, mas nem todo mundo sabe como agir diante dele. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para informar melhor a comunidade, a Sociedade de Dermatologia do DF montará um estande no piso 1 do Pátio Brasil Shopping, das 10h às 22h, no dia 29, com folhetos e cartilhas informativas sobre a doença. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estande contará com a presença de dermatologistas e especialistas da área. Além do trabalho de conscientização da doença, os profissionais vão mostrar para o público como identificar a psoríase e, caso ela seja confirmada, como e onde tratá-la. </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br><font size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></span><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Serviço: </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O que: Dia Nacional da Psoríase</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quando: dia 29 de outubro, das 10h às 22h</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Onde: Piso 1 do Pátio Brasil Shopping</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quem promove: Sociedade de Dermatologia do DF</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quanto: Entrada Franca</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Nova arma contra a psoriáse]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47846</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprova o uso no país do <span style="font-style: italic;">ustequinumabe</span> medicamento biológico indicado para tratamento de psoríase moderada e grave.  <br> <br>A psoríase é uma doença imunológica que causa graves inflamações na pele e cujos pacientes reportam insatisfação e frustração com as opções de tratamento disponíveis atualmente.  <br> <br>Na segunda quinzena de setembro, o medicamento também foi aprovado pela agência sanitária norte-americana, FDA - Food and Drug Administration, e pelo NICE - National Institute for Health and Clinical, do Reino Unido.</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A psoríase é uma doença imunológica crônica, causada pela intolerância do sistema imunológico aos componentes do próprio organismo. Como resultado, a pessoa apresenta superprodução das células da pele, que causam inflamações, manchas avermelhadas e placas que podem sangrar. Estima-se que 3% da população mundial têm psoríase, sendo que um quarto dos casos são considerados moderados a graves.</span> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Sem motivação e sendentário]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47752</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um trabalho sem desafios e motivação leva a um estilo de vida sedentário, revela estudo</span></font>  <br>  <br><div style="text-align: left;"><font style="font-weight: bold;" size="2"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;Ricardo Teixeira</span></font>  <br></div></div>  <br>  <br>O sedentarismo é reconhecido como um importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas, estimando-se que seja responsável por 20% dos casos de doença do coração e 10% dos casos de derrame cerebral. Alguns estudos têm sugerido que um estilo de vida sedentário pode estar associado ao tipo de trabalho que o indivíduo exerce no dia-a-dia, especialmente trabalhos considerados passivos, com pouca autonomia e baixa demanda de dimensões psíquicas e sociais.   <br>  <br>  <br>Uma pesquisa recém-publicada pelo periódico científico <span style="font-style: italic;">Occupational and Environmental Medicine</span> mostra pela primeira vez que a exposição ao longo dos anos a trabalhos com características passivas aumenta a chance de levar uma vida sedentária. A pesquisa acompanhou mais de seis mil ingleses com idades entre 35 e 55 anos em três diferentes momentos e por um período de cinco anos. Os participantes do estudo eram funcionários públicos que exerciam atividades de escritório e foram submetidos a uma escala que classifica o grau de passividade no trabalho.  <br>  <br>  <br>A relação entre trabalho passivo e sedentarismo foi demonstrada entre os homens, mas não entre as mulheres e esse resultado é consistente com estudos prévios que apontam que a saúde dos homens é mais vulnerável do que a das mulheres a condições de trabalho insatisfatórias. Entretanto, existem também evidências que uma baixa realização no trabalho afeta também a saúde das mulheres.&nbsp; Os resultados da atual pesquisa confirmam que a saúde é mais uma de tantas razões para que se faça o trabalho ser estimulante e desafiador.&nbsp;   <br>  <br>  <br>* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras neste blog.  <br>  <br>
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		<title><![CDATA[Caminhe. Sem pressão alta]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47626</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Você faz parte do grupo de 29 milhões de brasileiros hipertensos?&nbsp; A solução é caminhar! O hábito pode até diminuir o uso de remédios.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma pesquisa na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e essa queda se mantém nas 24 horas seguintes. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pesquisa teve início em fevereiro de 2007 e terminou em julho de 2009. Os participantes realizaram uma sessão de 40 minutos de caminhada, seguidos de uma sessão de repouso também de 40 minutos. Os resultados apontaram que a redução é mais expressiva naqueles com pressão arterial elevada e menor naqueles com pressão arterial normal.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo os pesquisadores, a prática constante de exercícios pode levar à diminuição gradativa e até ao não uso de medicamentos para os hipertensos leves.&nbsp; Para a orientadora da pesquisa, professora Nereida Kilza da Costa Lima, é interessante essa comprovação, pois foi testado um tipo de exercício viável a qualquer pessoa, pois boa parte dos idosos brasileiros não tem acesso a academias de ginástica.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Ainda tem gente que acha que a maconha não faz mal à saúde.  As coisas não são bem assim]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47462</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje é dia do artigo do neurologista Ricardo Teixeira. Toda segunda-feira ele fala de alguma tema importante. Confiram!</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">A maconha é a droga ilícita mais consumida no mundo e estima-se que um em cada 25 adultos com idades entre 15 e 64 anos já fez uso da droga. Essa é uma estatística do Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crimes que revelou também que o uso é relativamente maior nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia seguido pela Europa. Enquanto o consumo está diminuindo em países da Europa Ocidental e Austrália, está aumentando na América Latina e em vários países da África.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Estudos revelam que 20-30% das pessoas que usam pela primeira vez a droga passam a consumi-la pelo menos uma vez por semana e 10% apresentarão padrão de consumo diário. E aquilo que já foi um tema controverso, há algum tempo não é mais motivo de discussão: o uso regular de maconha aumenta sim o risco do uso de outras drogas ilícitas como a cocaína.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Os efeitos agudos da maconha no cérebro</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">  <br>O tetrahidrocanabinol (THC), componente ativo da maconha, provoca uma leve euforia que dura de 1 a 2 horas, mas pode provocar também outros efeitos como ansiedade, crises de pânico e sintomas psicóticos. A maconha ainda está associada a um risco de acidentes no trânsito duas vezes maior por levar a uma diminuição da coordenação motora e lentificação das reações e do processamento de informações.&nbsp;&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Efeitos do uso crônico da maconha</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">No pulmão, o uso regular da maconha provoca bronquite crônica e sabe-se que a droga contém muitos dos componentes causadores de câncer encontrados no tabaco, sendo que algumas delas em concentrações ainda maiores.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">No cérebro, dependendo da quantidade do consumo, podem ser observados diversos graus de dificuldade de aprendizado, memória e atenção, além de alterações estruturais do cérebro associados ao uso a droga. Há ainda estudos que demonstram que usuários de maconha têm chance 40% maior de apresentar sintomas psicóticos no decorrer da vida e um risco mais de duas vezes maior de desenvolver esquizofrenia entre aqueles que usaram a droga antes dos 18 anos de idade.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Apesar de não haver evidências de relação da maconha com o risco de malformações fetais, o uso da maconha durante a gravidez está associado a uma maior chance de uma mulher ter um bebê com baixo peso ao nascimento.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Para concluir</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;">Existe uma crescente idéia entre os jovens de que o cigarro é “careta”, pois faz mal à saúde e de que a maconha é bem diferente.&nbsp; O conjunto de evidências que dispomos atualmente demonstra que tanto o cigarro como o álcool trazem muito mais danos à sociedade do que a maconha, mas também revela que os efeitos negativos da maconha sobre a saúde humana não são nada desprezíveis. </span></font></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Alimentos melhoram qualidade de vida]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47244</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma dieta balanceada em carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais previne diabetes, câncer, envelhecimento precoce e colesterol alto, doenças provocadas por uma alimentação inadequada. Isso é possível por meio dos alimentos funcionais.&nbsp; Eles modulam as reações do organismo e criam um sistema de defesa antioxidante e eficiente para prevenir doenças. <br> <br> <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/a4683097dddf8417464a230c87c9f1f9.jpg"></span></font> <br> <br><font size="1">Foto do Adauto Cruz / D.A Press</font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A nutricionista&nbsp; Joana Lucyk explica que o segredo para a melhoria da saúde e da qualidade de vida está em algumas substâncias que devem fazer parte de uma dieta habitual e, de preferência, que estejam nas refeições diárias com intervalos máximos de três horas. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo ela,&nbsp; muitas frutas, cereais integrais e vegetais se enquadram nessa categoria. "A vitamina C, por exemplo, está presente em frutas cítricas e a vitamina E pode ser encontrada em oleaginosas, como a castanha. Já o betacaroteno, em vegetais em tons verdes escuros e alaranjados. O licopeno encontra-se na melancia, na goiaba e no tomate e os compostos fenólicos estão presentes na uva, na jabuticaba, na maçã, na cebola, nos temperos naturais, no cacau, no chá verde e branco", diz a nutricionista. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo pesquisas realizadas pelas Universidades de Brasília (UnB) e de Campinas (Unicamp), o cerrado dispõe de frutos ricos em nutrientes antioxidentes. Segundo ela, frutos como o ingá, jatobá, araticum, buriti, mangaba, pitaya, pitomba e pequi são "excelentes fontes com elevados teores de vitaminas do complexo B, indicados para desativar radicais livres.” </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
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		<title><![CDATA[Informe-se para prevenir o derrame]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=47102</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">  <br>No próximo dia 29, os neurologistas brasileiros vão alertar sobre a necessidade de prevenção e socorro imediato dos casos de derrame ou acidente vascular cerebral. Esse é o tema abordado hoje pelo médico Ricardo Teixeira.  <br>  <br>  <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4">Dia Mundial do AVC – Essa é uma campanha que cada um de nós tem muito a ajudar</font></font>  <br></div><font size="3">  <br>&nbsp;<span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira</span>  <br>  <br>&nbsp;  <br>O acidente vascular cerebral, também conhecido por derrame cerebral, é o problema de saúde que mais causa mortes no Brasil e também no Distrito Federal. Quando uma pessoa está tendo um AVC, um vaso sanguíneo do cérebro esta sendo obstruído ou rompido naquele momento e uma parte do cérebro está por ser destruída.  <br>&nbsp;  <br>  <br>No ano de 2006, a Organização Mundial da Saúde e a Federação Mundial de Neurologia proclamaram o dia 29 de outubro como dia mundial do AVC, com a missão de provocar engajamento dos profissionais de saúde e do público em geral na luta pela melhora das condições de tratamento e prevenção da doença.   <br>  <br>  <br><span style="color: rgb(255, 0, 0);"><span style="font-weight: bold;">O QUE PODEMOS FAZER PARA MUDAR A ATUAL SITUAÇÃO?  <br>  <br>  <br></span></span>Essa é a mensagem principal do dia mundial do AVC neste ano de 2009, pois se não dermos um novo direcionamento para a atual situação, a previsão é que o AVC passe a ser um problema ainda mais devastador. Nessa luta,&nbsp; seu papel é muito maior do que você imagina!  <br>  <br>&nbsp;  <br>O AVC é mais comum entre as pessoas que têm hipertensão arterial, diabetes, colesterol alto, doenças do coração e naqueles sedentários, que fumam e usam muito álcool. Calcula-se que o indivíduo que identifica e trata um desses fatores de risco reduz seu risco de AVC pela metade. Mais importante ainda é o fato que esse mesmo indivíduo que adota hábitos de vida saudáveis é capaz de influenciar as pessoas ao seu redor a assumirem também esses bons hábitos. Saúde é mesmo contagiante!  <br>  <br>  <br>O acidente vascular cerebral é uma catástrofe que tem tratamento e também pode ser prevenida  <br>  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">Como identificar um AVC?</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Toda vez que ocorrer algum destes sintomas, de forma REPENTINA:</span>  <br>  <br></font><ul><li><font size="3">Fraqueza de um lado do corpo;</font></li><li><font size="3">Dormência de um lado do corpo;</font></li><li><font size="3">Dificuldade visual;</font></li><li><font size="3">&nbsp;Dificuldade para falar;</font></li><li><font size="3">Dor de cabeça muito forte nunca antes sentida;</font></li><li><font size="3">Incapacidade de se manter em pé.</font></li></ul><font size="3">  <br>&nbsp;  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">O que fazer diante de um sintoma suspeito?</span><br style="font-weight: bold;">  <br>Procurar imediatamente um serviço médico especializado, pois o tratamento na maioria das vezes só tem efeito se realizado nas primeiras horas após o início dos sintomas.  <br>  <br>  <br>O tratamento precoce aumenta a chance de preservar a parte do cérebro que está para ser destruída, diminuindo assim as seqüelas tão temidas como paralisia e perda da fala, assim como o risco de morte.  <br>&nbsp;  <br>  <br><span style="font-weight: bold;">O que fazer para evitar o AVC e outras doenças vasculares?</span>  <br>  <br></font><ul><li><font size="3">Prática de exercícios regulares;</font></li><li><font size="3">Alimentação balanceada evitando o consumo excessivo de alimentos de origem animal (ex. carnes, ovos, leites e derivados...);</font></li><li><font size="3">Não fumar; </font></li><li><font size="3">Evitar o excesso de álcool e o estresse;</font></li><li><font size="3">Se tiver mais de 40 anos: realizar pelo menos uma vez por ano controle de pressão arterial, dosagem de glicose e colesterol no sangue;</font></li><li><font size="3">Se tiver diagnóstico de hipertensão arterial, diabetes ou colesterol alto, ou qualquer doença do coração: acompanhamento médico freqüente para controle rígido destas condições.</font></li></ul><font size="3">  <br>&nbsp;  <br>Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no blog&nbsp; Saúde para Todos.  <br></font></div>  <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Dor de cabeça não prejudica vida sexual]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46971</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mulheres com enxaqueca dão menos desculpa para se esquivar do sexo do que as que não sofrem de dor de cabeça.&nbsp; A constatação faz parte da primeira pesquisa científica&nbsp; sobre a repercussão das crises recorrentes de enxaqueca na vida conjugal e sexual das mulheres.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O estudo será apresentado amanhã&nbsp; no Congresso Brasileiro de Cefaléia, realizado em Vitória, no Espírito Santo.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O levantamento realizado pelo neurologista João José F. Carvalho, da Sociedade Brasileira de Neurologia,&nbsp; revela que 67% das mulheres com enxaqueca têm suas vidas sexuais prejudicadas pelo distúrbio, porém somente 24% já interromperam uma relação sexual por causa de uma crise.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Depois de entrevistar mulheres com e sem surtos&nbsp; de enxaqueca. os pesquisadores descobriram&nbsp; que apenas 10% delas admitiram já ter utilizado a desculpa “estou com dor de cabeça” para se esquivar de relação sexual , contra 30% das sem&nbsp; esse tipo de dor.&nbsp; E apenas 20% das entrevistadas com cefaléia afirmaram que as dores de cabeça prejudicam a relação conjugal.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp; </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“As mulheres enxaquecosas geralmente não interrompem o ato sexual mesmo com dor, isso quer dizer que as mulheres que sofrem de enxaqueca usam muito menos este clichê do que as que não sentem dor de cabeça”, diz Carvalho.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		<title><![CDATA[Livros informam sobre a doença de Huntington ]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46958</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A doença de Huntington (DH), também conhecida por coreia de Huntington e popularmente por doença&nbsp; de São Vito ou de São Guido, é uma enfermidade&nbsp; hereditária, neurodegenerativa, que afeta o sistema nervoso central, provocando alterações dos movimentos, do comportamento e da capacidade de aprendizagem. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">De forma geral,&nbsp; os primeiros sintomas surgem&nbsp; entre os 30 e 50 anos, mas pode aparecer também em crianças ou pessoas com mais de 60 anos. Embora os estudos sobre a DH tenham progredido muito nos últimos 25 anos, ainda não se chegou à cura ou a tratamentos eficazes. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os sintomas da DH variam de pessoa para pessoa, mesmo dentro da mesma família. Para alguns, os movimentos involuntários podem ser proeminentes mesmo nos estágios iniciais. Para outros, eles podem ser menos evidentes, com o predomínio de distúrbios&nbsp; emocionais e comportamentais. A partir do momento em que começam os sintomas o doente tem entre 10 a 15 anos de vida, morrendo, normalmente, vítimas de pneumonia ou de quedas graves. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para ajudar a suprir a falta de informações sobre o assunto, a Associação Brasil Huntington (ABH) e a União de Parentes e Amigos dos Doentes de Huntington (UPADH) lançam hoje dois livros sobre o tema.&nbsp; O evento será a partir das 18h na biblioteca do Senado.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Doença de Huntington - Guia para Famílias e Profissionais de Saúde</span> é a síntese das informações atuais sobre a DH. É o primeiro guia brasileiro a abordar o assunto em profundidade em uma linguagem acessível. Sua missão é ir além do conteúdo científico, nele tratado com muita seriedade. Busca também orientar, informar e dar uma visão abrangente para o melhor cuidado dos pacientes e seus familiares. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Doença de Huntington: Relatos e Depoimentos</span> faz um importante retrato de algumas facetas do comportamento humano, mostrando&nbsp; relatos de pacientes e familiares.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">SERVIÇO</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Dia: 07 de outubro de 2009</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Horário: das 18h às 20h30</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Local: Biblioteca do Senado Federal </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Anexo 2 do Senado Federal, bloco B, térreo</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Inscrições e mais informações no site: www.abh.org.br &lt;http://www.abh.org.br/&gt; ou pelos telefones: 61-9237-7725 </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Blog informa sobre artrite reumatoide]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46902</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">Vamos trabalhar juntos!</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Este é o lema deste ano do Dia Mundial de Conscientização sobre a Artrite Reumatoide, celebrado em 12 de outubro (segunda-feira). <br></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No Distrito Federal, médicos e pacientes estarão no Parque da Cidade, distribuindo panfletos e conversando com as pessoas sobre a doença que afeta cerca de 1,5 milhão de pessoas no país. A mobilização também acontecerá em outras cinco cidades brasileiras. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Embora já seja possível controlar a doença e oferecer aos pacientes uma boa qualidade de vida, a ideia da atividade é enfatizar a dificuldade que os portadores da artrite frequentemente encontram para realizar movimentos que exigem esforço das articulações.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além da ação nas cidades, a campanha apresenta este ano um <a href="http://www.diamundialdaar.com.br"><font style="text-decoration: underline; color: rgb(51, 51, 255);" size="5">blog</font></a>, onde pessoas de todo o mundo, a qualquer momento, poderão acessar informações sobre o evento, a doença, além de dicas e entrevistas com especialistas.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Magros vivem melhor na velhice]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46859</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>Amigos, hoje é dia de ficar atento aos conselhos do neurologista Ricardo Teixeira. Boa leitura!</span> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Obesidade em mulheres de meia idade reduz em 80% a chance de uma vida saudável em idades mais avançadas </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></div><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Por Ricardo Teixeira* </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um estudo que acaba de ser publicado no periódico British Medical Journal revela que mulheres obesas já a partir dos 18 anos de idade e na meia-idade têm 80% menos chance de ter uma vida longa e com saúde. Foram estudadas mais de 17 mil mulheres americanas que atingiram os 70 anos de idade sendo que apenas 10% delas foram classificadas como tendo alcançado uma velhice com saúde. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Vida saudável após 70 anos de idade foi definida como bom desempenho cerebral, boa saúde física e mental e ausência de doenças crônicas sérias como câncer, diabetes, doenças do coração, pulmonares e neurológicas. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A análise mostrou que cada quilo a mais no peso que as mulheres tinham aos 18 anos é capaz de reduzir em 5% a chance de elas atingirem o padrão de vida saudável após os 70 anos. As mulheres que já apresentavam sobrepeso aos 18 anos e ainda ganharam 10 kg ou mais na meia-idade foram aquelas que menos chances tinham de alcançar em idades mais avançadas o estado de vida saudável.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Já é bem reconhecido que a obesidade está associada a uma menor longevidade e a um maior risco de uma série de doenças, incluindo as mais temidas, como o câncer e as doenças cardiovasculares. Essas doenças estão relacionadas à morte prematura e o que esse estudo nos mostra de forma inédita é que mesmo as mulheres que chegam aos 70 anos sentem os prejuízos da obesidade à saúde. Os resultados ainda reforçam a importância de se manter o peso desde os primeiros anos de vida vida, pois a obesidade já no início da vida adulta irá influenciar o estado de saúde em idades avançadas.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">R<span style="font-weight: bold;">icardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no Blog Saúde Para Todos</span></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Soro fisiológico contamina lentes de contato]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46635</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">Amigos, volto ao batente hoje depois de um bom descanso. Neste retorno aproveito para falar de um tema bem comum: o hábito de higienizar as lentes de contato com o soro fisiológico põe em risco a saúde da córnea. O alerta é do oftalmologista Eduardo Rocha/ Segundo ele, os usuários de lentes devem restringir o uso de soro somente ao enxágue das lentes.  <br>  <br>&nbsp;  <br>“O produto não é indicado por dois motivos: não remove proteínas, gorduras e impurezas presentes nas lentes, também não elimina fungos, bactérias e amebas que podem causar graves infecções aos olhos, especialmente à córnea”, adverte o especialista.   <br>  <br>&nbsp;  <br>Segundo Rocha, o soro deve ser utilizado somente para enxaguar as lentes, em casos nos quais o usuário tem sensibilidade aos produtos de higienização.&nbsp;“Nesses casos, é indicado o uso do soro fisiológico para retirar o excesso do produto de higienização da lente”. E&nbsp;é preciso estar atento à&nbsp;conservação da embalagem do soro. “Após&nbsp;aberto, o frasco de soro fisiológico transforma-se em&nbsp;um meio de proliferação de micro-organismos, os quais podem contaminar a lente de contato", alerta o oftalmologista, ao aconselhar que&nbsp;o ideal seja comprar soros em recipientes de 250 ml, um dos menores do mercado, para ser consumido em poucas vezes. Ele também lembra que o frasco do soro sempre deve ser conservado na geladeira.   <br>&nbsp;  <br>  <br>  <br></font></div>  <br>
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		<title><![CDATA[Mosaico Humano]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=46250</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>  <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/8c0e3929f42700e661a5d909156118ca.jpg">  <br></div>  <br><div style="text-align: center; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="1">Crédito: Ministério da Saúde  <br>  <br>  <br>  <br>  <br></font><div style="text-align: left;">Uma pausa nas férias para mostrar o belo trabalho do artista plástico Vik Muniz, No domingo, em Guarulhos (SP), cerca de 1.200 pessoas (soropositivas e outras que atuam na luta contra a aids) formaram um grande mosaico com quatro imagens de beijos: um casal heterossexual, um casal gay, um casal lésbico, e uma mãe e um filho. Entre os modelos das fotos também existem pessoas com HIV.   <br>  <br>&nbsp;  <br>A obra de arte será apresentada no Dia Mundial de Luta Contra a Aids e será exposta em um museu de circulação popular.   <br>  <br></div></div>
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		<title><![CDATA[Tempo de repouso]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44950</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
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		<P align=center>&nbsp;</P> <P>Amigos,estou de férias. Volto em outubro.</P> <P>&nbsp;</P> <P align=center><IMG src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/5a81a5fdbd2138b68a6d605122e36c4b.jpg"></P> <P align=center>&nbsp;</P>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Cirurgia de pálpebras exige cuidados na menopausa]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44654</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br>  <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">As pálpebras protegem os&nbsp; olhos. São elas também que distribui a lágrima por todo o olho a cada piscada.. Mas essas importantes funções nem sempre são lembradas no momento da cirurgia estética para retirar as rugas e o excesso de pele que se acumula com o passar dos anos.  <br>  <br>  <br>A preocupação apenas com a beleza pode trazer problemas futuros. O alerta é da oftalmologista, Patrícia Moitinho, que aconselha uma avaliação oftalmológica pré-operatória.  <br>  <br>  <br>Segundo a médica, a exposição ocular da córnea, durante o sono, é o fator que mais leva às complicações. Quanto é removido mais pele da pálpebra do que deveria, o olho fica entreaberto na hora de dormir: um&nbsp; efeito lagoftalmo.   <br>  <br>&nbsp;  <br>Este quadro pode evoluir para ceratites, que são inflamações da córnea, e até a Síndrome do Olho Seco. Em casos mais severos, chegam a resultar em úlcera de córnea.   <br>  <br>  <br>De acordo com a oftalmologista, especialista em cirurgia de pálpebras,&nbsp; o ideal é que o médico, cirurgião plástico ou oftalmologista especializado nesta área, avalie pelo menos alguns itens antes de planejar a cirurgia. Entre esses itens, a médica cita:  <br>  <br>&nbsp;  <br></font><ol><li><font size="3">Avaliação sobre a existência de doença sistêmica que provoque ressecamento ocular, por exemplo, doenças reumatológicas;</font></li><li><font size="3">Avaliação do momento de vida, no caso de mulheres que estão passando por alterações hormonais em função da menopausa, o que também pode implicar em ressecamento ocular;</font></li><li><font size="3">Análise do ambiente no qual vive o paciente. Se for em meio à seca e poeira, as complicações sobre a córnea exposta podem ser agravadas. </font></li></ol><font size="3">  <br>  <br>Também é importante, segundo Patrícia, realizar uma avaliação cardiológica e os exames de sangue normais de pré-operatório para que o procedimento seja feito sob total segurança.   <br></font></div>  <br>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Dieta mediterrânea]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44565</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<p>&nbsp;</p><font size="5"> <p align="center"><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Adeptos da dieta mediterrânea </font></p> <p align="center"><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">têm menos gordura abdominal</font></p>    <br> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Ricardo Teixeira</strong></font></p>  <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma pesquisa publicada pelo <i>Journal of Nutrition</i>, periódico oficial da Associação Americana de Nutrição, avaliou meio milhão de europeus de dez diferentes países e demonstrou que homens e mulheres com boa aderência à dieta mediterrânea têm menor nível de gordura abdominal. Vale lembrar que a dieta mediterrânea é uma alimentação rica em peixes, verduras, legumes, frutas, cereais (melhor se forem integrais), azeite e outras fontes de ácidos graxos insaturados. Ainda tem baixo consumo de carnes e laticínios e outras fontes de gorduras saturadas, além do uso moderado, porém regular, de álcool.</font></p> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <br></span> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O fato da dieta mediterrânea ter alto conteúdo de azeite gerava dúvidas de que ela poderia ser capaz de aumentar o risco de obesidade. Porém, uma série de estudos tem revelado justamente o contrário. Um desses estudos já havia até mostrado um menor grau de gordura abdominal associado à dieta mediterrânea, o que foi fortemente confirmado pela atual pesquisa européia. O alto teor de fibras e baixa densidade energética dos alimentos da dieta mediterrânea são possíveis explicações para esse melhor equilíbrio do depósito de gordura no corpo.&nbsp; Outra explicação é que hábitos bons atraem outros hábitos bons, ou seja, quem segue uma dieta saudável têm maior chance, por exemplo, de fazer atividade física regularmente.</font></p> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <br></span> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diversas pesquisas têm demonstrado que a dieta mediterrânea está associada a uma maior </font><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">longevidade assim como redução do risco da doença de Alzheimer e de doenças cardiovasculares. Agora começamos a colecionar evidências de que ela é uma dieta que também nos ajuda a manter o peso e a barriga em dia.</font></p> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <br></font></p> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Ricardo Teixeira é neurologista e escreve todas as segunda-feira no Blog da Saúde</strong></font></p> <p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p> <p align="left">   <br></p></font> <p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Para pais, gripe A é mais perigosa do que meningite]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44516</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um terço dos brasileiros acredita que a gripe A representa um risco maior de vida para crianças menores de dois anos do que doenças como meningite e pneumonia. Segundo os pediatras e infectologistas, essas duas doenças são as principais causas de óbito nessa faixa etária. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A revelação faz parte de uma pesquisa divulgada hoje pelo Ibope. Denominada <font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="4"><a href="http://stat.correioweb.com.br/blogs/ap_coletiva.ppt">Protege Brasil</a></font> (íntegra da pesquisa), o levantamento foi encomendado pelo laboratório farmacêutico Wyeth. Os pesquisadores entrevistaram ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios, incluindo Brasília.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pesquisa avaliou a percepção dos brasileiros sobre vacinação.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">41%</font> disseram acreditar que, entre as doenças cuja prevenção é possível por vacina, a meningite C é a que mais mata crianças menores de cinco anos no país. No entanto, segundo especialistas, doenças como meningite pneumocócica são mais letais; <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">42%</font> dos brasileiros com crianças menores de cinco anos em casa afirmaram ter dado todas as vacinas aos seus filhos, mesmo aquelas não encontradas no sistema público; <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4">68%</font> acreditam que, ao vacinar seus filhos, estão imunizando apenas a própria criança. Eles desconhecem o efeito protetor da imunização para os que convivem com a pessoa vacinada. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Pele sensível]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44470</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: center;"><font size="4">REJUVENECIMENTO: AS  <br>ÁREAS SENSÍVEIS DO ROSTO <br></font></div> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Fenelon</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Maior órgão do corpo humano e com a nobre função de envolver e proteger todo o organismo, a pele deve ser tratada com cuidado ao longo da vida. Desde o nascimento, já incorporamos à nossa rotina hábitos para manter a saúde e vitalidade de nosso invólucro natural. Na fase adulta, começamos a combater a passagem do tempo, buscando maneiras de minimizar os efeitos da idade. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A maioria das pessoas começa a se preocupar com as marcas e rugas de expressão após os 30 anos. No entanto, é necessário esclarecer que a exteriorização do envelhecimento se combate desde a infância, evitando principalmente a exposição descuidada aos raios solares. Higienização, hidratação e fotoproteção adequadas são o tripé que deve sustentar a rotina de quem cultiva a saúde e a beleza da pele.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No quesito rejuvenescimento, o rosto é protagonista das principais atenções. As áreas ao redor dos olhos e em volta da boca são as que mais devemos cuidar. Ambas requerem cuidados diferenciados. As pálpebras necessitam de atenção especial, pois são&nbsp; uma área em que há menos glândulas sebáceas e onde os poros são mais fechados.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A pele dessa região também é mais sensível, além de exigir mais atenção por estar muito próxima aos olhos. Estudo divulgado na França afirma que as moléculas dos hidratantes indicados para o rosto são grandes demais para serem absorvidas pela pálpebra. Logo, o uso desses produtos não surtiria o efeito desejado quando aplicados no contorno dos olhos. Outra pesquisa, realizada nos Estados Unidos, aponta que os cremes indicados para o rosto, principalmente os que contêm ácidos em sua composição, podem ressecar ainda mais as pálpebras, acelerando seu envelhecimento.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Assim, o melhor a fazer é procurar um dermatologista de sua confiança, para que ele indique produtos adequados à hidratação e rejuvenescimento, de acordo com seu tipo de pele, idade e demais características.&nbsp; Para efeitos preventivos, já se pode cuidar clinicamente dessa região do rosto a partir dos 25 anos.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os lábios e a região em volta da boca também podem receber cuidados específicos, a partir de tratamentos preventivos. Se já existem rugas, há tratamentos eficazes, como a toxina botulínica (para amenizar marcas de expressão), o preenchimento - para realçar ou amenizar o contorno dos lábios - e o peeling a laser. Algumas pessoas precisam até de fonoaudiologia e reabilitação odontológica, associadas a tratamentos cosmiátricos, para recuperar a harmonia na região bucal.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em fumantes o envelhecimento, de maneira geral, é mais rápido. E por “fazerem bico”, têm mais rugas ao redor dos lábios. A nicotina, principal substância do cigarro, age nos lábios e na região em volta causando rugas antes do tempo. Esse processo ocorre porque a substância é vasoconstritora. Ou seja, comprime os vasos sanguíneos da região, prejudicando a oxigenação das células.&nbsp; Se não bastasse todos os malefícios causados pelo tabagismo - considerado pela ciência a dependência química com menor chance de recuperação --, quem fuma envelhece mais rápido.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A idade é inevitável, mas a ciência nos disponibiliza recursos para amenizar os efeitos indesejáveis do tempo. Os tratamentos cosmiátricos, além de recuperar a aparência, têm como principal impacto o psicológico. Mantêm a auto-estima do paciente e, assim, preserva várias características positivas para um dia-dia saudável. Frase de autor desconhecido pode resumir o sentimento que domina profissionais que, como eu, dedicam-se a cuidar e restabelecer a harmonia da pele: <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">“Um defeito da alma não pode ser corrigido na face. Mas um defeito na face, quando corrigido, pode regenerar a alma.”</span></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Fenelon é dermatologista</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>
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		<title><![CDATA[Blog traz dicas sobre a gripe A]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44350</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <BR><FONT size=3><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Um serviço bastante útil.&nbsp; A Secretaria de Saúde do DF possui um blog e um canal no twiter com informações sobre a gripe A.&nbsp; Para acessá-los, basta entrar no <A href="http://www.saude.df.gov.br/"><FONT style="FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(51,51,255); TEXT-DECORATION: underline" size=5>site</FONT></A> da secretaria e clicar no link blog. </SPAN></FONT> <BR> <BR> <BR> <BR> <BR> <BR>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Assunto feminino]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=44235</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P><FONT size=5> <P align=center><FONT size=4 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pílulas anticoncepcionais e risco de trombose nas veias: as mulheres precisam entender mais sobre esse assunto</FONT></P> <P align=center><FONT size=4 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por Dr. Ricardo Teixeira *</FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Calcula-se que mais de 100 milhões de mulheres&nbsp;em todo o mundo&nbsp;usem pílulas anticoncepcionais. Podemos encontrar no mercado dezenas de tipos de pílulas com as mais diferentes concentrações dos hormônios estrogênio e progesterona e a escolha depende muito mais do perfil de efeitos colaterais de cada tipo de pílula, já que do ponto de vista de eficácia elas são muito parecidas. </FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A trombose das veias das pernas é um desses efeitos adversos, e reconhece-se que ela é cinco vezes mais freqüente entre mulheres que usam pílula. Apesar de não ser um efeito adverso muito comum, esse tipo de trombose é uma condição clínica grave, pois pode levar à trombose das veias pulmonares e que por sua vez pode até levar à morte. </FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Duas grandes pesquisas acabam de ser publicadas na última edição do <I>British Medical Journal</I> e nos ajudam a entender melhor a relação entre o uso de pílulas e trombose. Um dos resultados mais relevantes dessas pesquisas foi que o tipo de pílula combinada (estrogênio + progesterona) fez toda a diferença: as com baixas doses de estrogênio estão associadas a um menor risco de trombose assim como aquelas com tipos de progesterona chamados de levonorgestrel ou norestisterona. Já as pílulas sem estrogênio e os dispositivos anticoncepcionais intra-uterinos não se mostraram associados ao aumento de risco de trombose. Foi demonstrado ainda que apesar de existir uma relação entre maior tempo de uso da pílula e maior risco de trombose, a época de maior risco foram os primeiros três meses de uso. </FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essas recomendações devem ser feitas de forma ainda mais rigorosa a mulheres com história pessoal ou familiar de trombose, já que essas não devem usar pílulas que contenham estrogênio. O mesmo deve ser recomendado a mulheres com história de enxaqueca com aura, que são dores de cabeça associadas a alguns sintomas tais como visão de pontos luminosos e sensação de formigamento de um lado do corpo. No caso daquelas que usam pílulas para o tratamento de espinhas, há estudos bem robustos mostrando que as que contêm levonorgestrel são tão eficazes como as outras com maior risco de trombose, e também não diferem entre si quanto ao risco de ganho de peso.</FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face=Verdana></FONT>&nbsp;</P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas às segundas-feiras no Blog da Saúde</FONT></P> <P align=left><FONT size=3 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#12288;</FONT></P></FONT>
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		<title><![CDATA[Congresso no Equador]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43878</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amigos, viajo hoje para Guayaquil, Equador, para participar do 13º Congresso Latinoamericano de Infectologia Pediátrica.&nbsp; Ficarei por lá até o próximo dia 16 e, se for possível, mandarei notícias.</span></font> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Hipertensão infantil e TV]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43827</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR> <BR></SPAN> <DIV style="TEXT-ALIGN: center"><FONT size=4><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Muito tempo na TV e no computador pode </SPAN> <BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">aumentar a pressão arterial em crianças  <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"></SPAN></FONT></DIV><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><FONT style="FONT-WEIGHT: bold" size=3><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Ricardo Teixeira*</SPAN></FONT><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR> <BR> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: center"><IMG style="WIDTH: 211px; HEIGHT: 232px" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/b6d861980096fd1044cbd2115b41e6bb.jpg">  <BR> <BR> <BR> <DIV style="TEXT-ALIGN: left"><FONT size=3><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Um estudo divulgado&nbsp; pelo periódico Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine revela que quanto mais tempo as crianças passam à frente das telas da TV ou do computador, maior a chance de apresentarem aumento dos níveis de pressão arterial.  <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"></SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Os pesquisadores estudaram 111 crianças com idades entre 3 e 8 anos de idade que apresentavam um tempo médio diário de 1.5h à frente do vídeo, incluindo TV, DVD, videogame e computador. As crianças também foram monitorizadas durante uma semana por um aparelho capaz de medir o tempo em que se fica parado durante o dia, como é o caso de estar sentado. A média diária foi de cinco horas.&nbsp;&nbsp; </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">O resultado mais provocativo desse estudo foi que houve associação entre o tempo que as crianças ficavam em frente ao vídeo e os níveis e pressão arterial, mas essa associação não existiu quando o fator analisado foi o tempo em que elas ficavam paradas. Quando se analisou as diferentes fontes de exposição ao vídeo, o tempo exposto à TV revelou associação com a pressão arterial, o que não ocorreu com o tempo em frente ao computador. Isso sugere que o excesso de exposição em frente ao vídeo, especialmente a TV, pode ter efeito sobre a pressão arterial cujo mecanismo vai além da atitude sedentária associada a esses hábitos. </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Estudos anteriores com crianças dessa mesma faixa etária já haviam demonstrado que o tempo de exposição à mídia está associado à obesidade e que por sua vez está associada à hipertensão arterial. Dessa vez foi diferente. O atual estudo mostrou de forma inédita que a associação entre os níveis de sedentarismo e pressão arterial foi independente do fator obesidade. </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">Além do sedentarismo, outra hipótese para explicar o efeito da exposição ao vídeo sobre a pressão arterial seria o hábito de comer em frente à TV. Outra explicação seria a redução das horas de sono das crianças por conta de uma maior exposição ao vídeo. Outro estudo recente é concordante com essa hipótese ao revelar que as crianças que dormem menos têm tendência a maiores níveis de pressão arterial. </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"> <BR><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif">A Academia Americana de Pediatria já recomenda que as crianças não devem ficar mais de duas horas diárias em frente ao vídeo. No atual estudo, as crianças que tiveram menores índices de pressão arterial tiveram uma exposição ao vídeo de 30 minutos em média, o que torna razoável a recomendação aos pais que usem esses 30 minutos como limite de tempo de exposição ao vídeo em crianças com menos de 9 anos de idade. </SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; FONT-WEIGHT: bold"> <BR>&nbsp;* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no Blog da Saúde.</SPAN><BR style="FONT-FAMILY: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif"></FONT> <BR></DIV></DIV>
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		<title><![CDATA[Anis estrelado não trata gripe suína]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43831</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"> <br> <br>Em meio ao pânico provocado pela epidemia da gripe suína, vale tudo para se proteger da doença: máscaras, álcool em gel,&nbsp; evitar&nbsp; aglomerações, medicamentos antivirais e até os&nbsp; antigos chás da vovó.&nbsp; Porém, cuidado com os chás da moda. O alerta é do farmacêutico Nilton&nbsp; Netto, coordenador do Serviço de Fitoterapia, Plantas Medicinais e&nbsp; Fitoterápicos da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. <br> <br> <br><font size="4"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">“Com esta pandemia do vírus H1N1, surgiu no Distrito Federal&nbsp; um modismo de se procurar no comércio popular a planta conhecida como </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">anis estrelado</span><span style="color: rgb(204, 0, 0);"> e usá-la como chá para prevenir ou tratar a doença. A planta é originária da China, sendo conhecida cientificamente por</span><span style="font-style: italic; color: rgb(204, 0, 0);"> Illicium verum</span><span style="color: rgb(204, 0, 0);">. </span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">Popularmente ela também é chamada de </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">badiana</span><span style="color: rgb(204, 0, 0);"> ou </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);">aniz</span><span style="color: rgb(204, 0, 0);">. Produz um&nbsp; fruto em formato de estrela, daí o nome estrelado. É muito usada como condimento e matéria-prima para tinturas e chás, com o intuito de aliviar as dores causadas por cólicas e eliminação de gases. </span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">A substância anetol está presente na composição química desta planta. Ela é a responsável por lhe dar o aroma adocicado ("anizado") e atraente.&nbsp; Porém, o uso em excesso de plantas contendo o anetol é&nbsp; contraindicado a crianças e gestantes. A partir dessa planta, o laboratório Roche produz o oseltamivir, principal substância do antiviral Tamiflu. </span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">Como especialista em fitoterapia, estou preocupado com o fato de a população&nbsp; associar o uso do aniz estrelado ao medicamento, feito a partir de uma molécula isolada da planta, por acreditar que o chá tenha o mesmo efeito. Ele não possui o mesmo efeito e ainda pode causar reações adversas se não preparado na quantidade correta e usado sob orientação segura de um profissional de saúde. </span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><br style="color: rgb(204, 0, 0);"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">As plantas possuem uma importante função terapêutica, mas o uso delas exige cuidados e critérios e deve ser indicado por pessoas que conhecem bem os&nbsp; efeitos delas. " <br> <br><font style="color: rgb(51, 51, 51);" size="3">Eis uma foto do anis <br> <br></font></span></font></font><div style="text-align: center;"><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"><font size="4"><span style="color: rgb(204, 0, 0);"><font style="color: rgb(51, 51, 51);" size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/fc794cbc1fda22e3f451bb3abf7610cc.jpg"></font></span></font></font> <br> <br> <br><font style="font-weight: bold;" size="1">Crédito: Wordpress</font> <br><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"><font size="4"><span style="color: rgb(204, 0, 0);"></span></font></font></div><font style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" size="3"><font size="4"><span style="color: rgb(204, 0, 0);"> <br><br style="color: rgb(204, 0, 0);"></span><br style="color: rgb(204, 0, 0);"></font></font> <br>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Cardiologistas alertam para os riscos do colesterol alto]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43733</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Você tem dúvidas sobre as taxas ideais de colesterol ou os&nbsp; riscos que a disfunção traz a saúde. Essas e outras informações estão disponíveis no site da <a href="http://prevencao.cardiol.br/campanhas/colesterol.asp"><font style="text-decoration: underline; color: rgb(51, 51, 255);" size="4">Sociedade Brasileira de Cardiologia</font></a>.</span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A página dos cardiologistas brasileiros traz uma cartilha sobre o tema, em que é possível saber o que é colesterol, quem pode ter, quais os riscos para a saúde, os níveis desejáveis, os tipos de colesterol, os sintomas, entre outros.</span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O livreto, disponível na internet, faz parte da campanha de conscientização para alertar os&nbsp; brasileiros sobre o perigo das altas taxas de colesterol. </span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A campanha tem um bom motivo. </span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os altos níveis de colesterol no sangue são o principal fator de risco para 8% das mortes causadas por doenças não transmissíveis no Brasil, mas não assustam nem preocupam os brasileiros, que geralmente nem sabem como vai seu próprio colesterol.&nbsp; A constatação é de uma pesquisa feita pela da SBC, que também mostra que 50% dos médicos não demonstram preocupação com o nível de colesterol de seus pacientes.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Músculo do rosto transforma-se em celula-tronco]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43649</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cientistas brasileiros descobriram uma forma de obter células-tronco do músculo que fica ao redor da boca (chamado orbicular do lábio) e as utilizaram para produzir ossos. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Estas células têm a capacidade de se transformar em tecidos diferentes do corpo", explica a dentista Daniela Bueno, autora da pesquisa feita na Universidade de São Paulo (USP).</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O procedimento pode originar uma terapia com células-tronco para implantar dentes e tratar deformidades no crânio e no rosto, como o lábio leporino, uma fissura no lábio, céu da boca e osso alveolar (que sustenta os dentes e a gengiva). De acordo com a pesquisadora, o pedido de patente foi tornado público na semana passada. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Daniela conta que o objetivo da pesquisa era aperfeiçoar o tratamento do lábio leporino. Durante o tratamento, os cirurgiões cortam um pedaço do músculo orbicular, que é descartado. Eles também precisam retirar um pedaço de osso do quadril, que implantam no osso alveolar.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br>"Tecidos musculares costumam ser fonte de células-tronco" afirma Daniela. Assim, por que não utilizar o resíduo da cirurgia para criar um tecido ósseo e implantá-lo no próprio paciente sem possibilidade de rejeição? Daniela procurou as células no músculo orbicular, isolou-as, testou-as em culturas de células e em ratos. Na cultura, as células-tronco se mostraram capazes de originar quatro tipos de tecidos diferentes do corpo: ossos, músculo, cartilagem, e tecido adiposo (composto por células que armazenam gordura). </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para testar, Daniela abriu dois buracos no crânio de ratos e implantou em um deles amostra de células-tronco do orbicular combinada com uma substância que estimula o crescimento ósseo. Do outro, apenas a substância. O resultado: começou a crescer osso com presença de células-tronco humanas na fissura que recebeu células-tronco.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br>
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		<title><![CDATA[Amamentação sem dúvidas]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43607</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estamos na Semana Mundial da Amamentação. Segundo especialistas, a nutrição do bebê é importante para promover o crescimento e o desenvolvimento adequados. “O recém-nascido precisa do leite materno para continuar a sua etapa de crescimento e desenvolvimento fora do útero materno, pois esse alimento preenche todas as suas necessidades nutricionais”, afirma Ary Lopes Cardoso, pediatra e&nbsp; chefe da Unidade de Nutrologia do Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da USP.</span></font> <br> <br> <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/2ccda2ed6c3751e9a95af17576a4c859.jpg"> <br> <br>Foto do Gustavo Moreno / D.A Press <br></div> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ele esclarece as principais dúvidas sobre o aleitamento materno.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Qual é o intervalo ideal entre as mamadas? Existe um padrão a ser seguido?</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">De um modo geral, após os primeiros dias de vida e com um pouco de paciência, a interação mãe-criança começa a acontecer. Em média, um ritmo adequado é a criança mamar durante cerca de 10 a 15 minutos em cada seio e voltar a mamar após um intervalo de duas horas e meia para mais. É importante lembrar que um recém-nascido normal não leva nem 5 minutos para mamar todo o leite que está no seio materno. Não há necessidade de acordar o lactente para amamentá-lo. Em casos excepcionais, como prematuros, bebês com distúrbios relacionadas com a deglutição ou crianças de risco metabólico, os intervalos de mamadas devem ser discutidos com o médico.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Existe leite fraco? Como saber se o leite materno é “forte” ou “fraco”?</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não existe leite materno fraco. O leite da mãe é sempre igual e é a melhor opção para alimentar os lactentes. São raras situações como desnutrição materna que podem levar a mudanças na composição do leite.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Se o bebê sentir sede entre as mamadas, é preciso dar água ou chá para ele?</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O leite materno tem teor de água superior a 90%. Por isso, não se indica a oferta de água e outros líquidos entre as mamadas. O próprio leite materno supre as necessidades da criança quanto à hidratação.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A mãe que amamenta precisa comer mais do que o habitual para produzir mais leite?</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A mulher que amamenta precisa adotar uma dieta que preencha as necessidades nutricionais para esta fase, que de fato são maiores. No entanto, isso não quer dizer que ela deva ingerir grandes quantidades de comida. O ideal é que ela faça pequenas refeições mais vezes ao dia, de preferência sob orientação de um médico e/ou nutricionista a respeito da melhor dieta.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="font-weight: bold;" size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Certos alimentos como canjica e cerveja preta aumentam a produção de leite materno?</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os alimentos lácteos e maltosos (no caso da cerveja preta) são fontes de proteínas, gorduras e carboidratos. Quando ingeridos na forma líquida, a água presente em suas composições pode favorecer a produção de leite. No entanto, qualquer alimento rico desses nutrientes e em água pode ser interessante para a mulher que amamenta. Também é importante ressaltar que nenhum alimento deve ser consumido em exagero e que bebidas alcoólicas são contra-indicadas para a mulher em fase de amamentação.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div> <br>
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		<title><![CDATA[Diabetes e gripe H1N1,  uma relação perigosa]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43532</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A gripe A é um dos assuntos mais comentados do momento. Mas o que pouco se fala é que existem pessoas consideradas como grupo de risco - os diabéticos fazem parte desse grupo. Segundo o endocrinologista Ronaldo Sinay Neves, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, pessoas com diabetes merecem atenção especial.  <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"O diabetes pode causar diminuição da defesa do organismo, o que facilita o risco de infecções em geral, inclusive da gripe suína. Por isso, a glicemia deve ser controlada. Afinal, quanto mais controlada ela estiver, menores são os riscos de infecções", alerta o médico. Vale ressaltar ainda que, mais importante que manter a glicose em dia, é manter a taxa da hemoglobina glicada controlada - na faixa de 6% a 6,5%. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pessoas com diabetes já contaminadas pelo vírus H1N1 sofrem elevação importante da glicemia, por isso o ideal é que se faça a medição dos índices glicêmicos várias vezes ao dia, além de procurar um endocrinologista para adequar o tratamento ao diabetes. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Algumas medidas básicas de higiene podem ser usadas para evitar o contágio e proliferação da nova gripe. "Hábitos como lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies e locais públicos, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar são algumas medidas eficientes para evitar o contágio", conclui Neves.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Pode haver alguma vantagem em se ter crises de enxaqueca?]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43509</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		    <br>    <br><span style="font-weight: bold;">Por Ricardo Teixeira</span>    <br>   <br>   <br>   <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/b6d861980096fd1044cbd2115b41e6bb.jpg">   <br>   <br><font size="1">Arquivo pessoal</font>   <br></div>    <br>    <br>Uma pesquisa publicada pelo periódico <span style="font-style: italic;">Cancer Epidemiology Biomarkers and Prevention</span> confirma recentes evidências de que mulheres com diagnóstico de enxaqueca têm menor risco de câncer de mama. Dessa vez os pesquisadores estudaram quase 10 mil mulheres com idades entre 34 e 64 anos e evidenciaram um risco 26% menor de câncer de mama entre as que tinham história de enxaqueca. Além disso, a redução de risco mostrou-se presente tanto nas mulheres na pré-menopausa como naquelas na pós-menopausa.&nbsp;     <br>    <br>    <br>Uma forma de explicar&nbsp; esse efeito protetor da enxaqueca seriam hábitos de vida mais saudáveis entre as pessoas que sofrem com dores de cabeça: menor consumo de álcool e cigarro ou menor uso de terapia de reposição hormonal. Esses são conhecidos fatores desencadeantes de crises de enxaqueca e que também aumentam o risco de câncer de mama. Entretanto, o estudo demonstrou que o menor risco de câncer de mama entre essas mulheres com enxaqueca não podia ser explicado por esses hábitos.&nbsp; Também não houve associação entre o risco de câncer e a idade em que as mulheres começaram a apresentar crises de enxaqueca.&nbsp;     <br>    <br>    <br>Outra hipótese é que o maior consumo de anti-inflamatórios por mulheres com enxaqueca poderia ser implicado no menor risco de câncer de mama, já que o uso dessa classe de medicação está associado a um menor risco desse tipo de câncer. Porém, os pesquisadores do atual estudo já divulgaram que essa não deve ser uma explicação razoável, e resultados negativos dessa associação estão em processo para uma nova publicação.    <br>    <br>    <br>Não é de se espantar uma relação entre a enxaqueca e o câncer de mama já que ambas são doenças intimamente associadas aos hormônios sexuais. A enxaqueca é duas a três vezes mais comum entre as mulheres e o período em que a mulher tem mais chance de ter crises é justamente na fase do ciclo menstrual em que os níveis de estrogênio caem abruptamente: nos dias que antecedem a menstruação. Além disso, mulheres que usam pílula anticoncepcional têm mais crises na semana livre de hormônios. Por outro lado, durante a gravidez, época em que os níveis de estrogênio estão elevados, as mulheres costumam ter menos crises de enxaqueca.&nbsp;     <br>    <br>    <br>Os resultados dessa pesquisa precisam ser confirmados em outras populações. Fica também em aberto o porquê de um menor risco de câncer de mama entre as enxaquecosas. A pesquisa também reforça o conceito de que a enxaqueca pode ter representado alguma vantagem evolutiva ao logo dos tempos, e por isso é uma condição geneticamente herdada e tão freqüente. Em consonância com essa idéia estão os resultados de um estudo populacional publicado em 2007 que demonstrou que indivíduos com enxaqueca envelhecem com o cérebro mais afiado do que aqueles sem enxaqueca. Pelo que podemos ver, até a enxaqueca também pode ter seu lado positivo.    <br>    <br>    <br><span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no Blog da Saúde.</span><br style="font-weight: bold;">    <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Adeus à acne]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43427</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O dermatologisra Ricardo Fenelon fala hoje sobre o uso da isotretinoína (Roacutan) no tratamento da acne. Ele aborda o tema a pedido da internauta Jéssica.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O USO DA ISOTRETINOÍNA NO </span></font></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">TRATAMENTO DA ACNE</span></font></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Fenelon *  <br>  <br>  <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/710b1e005645c4220ca65a2c871f189b.jpg"></span></font>  <br>  <br> <br><font size="1">Crédito: Tatiana Rehbein</font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"></span></font></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A acne continua sendo uma das doenças que mais levam pacientes aos consultórios dermatológicos, ao lado da busca de soluções para combater as manifestações do envelhecimento. Muito se evoluiu na dermatologia para tratar de vários problemas. No que tange ao que chamamos popularmente de cravos e espinhas, a utilização da Isotretinoína (vitamina A ácida oral, mais conhecida comercialmente como Roacutan) segue como o tratamento mais eficaz entre as terapias disponíveis.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Acne é uma afecção dos folículos pilosebáceos que se localizam em maior quantidade na face e na região antero-posterior do tórax (colo e costas). Essas são as áreas do corpo mais afetadas pelo aparecimento de cravos e espinhas. A característica desses folículos é ter uma glândula sebácea hipertrofiada (grande) - o que aumenta a oleosidade do local - e um pelo fino rudimentar. Daí resulta a acne, que se caracteriza por lesões de intensidade variável, e surge em quase todos os indivíduos, de ambos os sexos.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pode aparecer em pacientes a partir da adolescência, caracterizando o que chamamos de acne juvenil ou vulgar. A doença, porém, pode persistir até a fase adulta, se manifestar ou reincidir nela. Pode aparecer de várias maneiras, como casos leves, transitórios, com alguns cravos; até casos graves, com nódulos inflamatórios. Se não houver um tratamento adequado, a acne deixa cicatrizes e marcas difíceis de remover.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Existe uma tendência hereditária na acne. Quando ambos os pais têm acne, a possibilidade de aparecimento nos descendentes é de 50%, com gravidade variável. Também há outras causas: distúrbios da queratinização folicular e hipersecreção sebácea (excesso de produção de gordura na pele), alteração da flora bacteriana da pele, tensão emocional, período menstrual, ingestão de substâncias como vitaminas do complexo B e corticoides e uso inadequado de cosméticos estão entre as causas mais incidentes para essa dermatose.&nbsp;&nbsp;&nbsp;   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Apesar de existir entre os leigos o conceito de que alguns alimentos provocam ou agravam a acne (chocolate, alimentos gordurosos etc.), clinicamente a influência alimentar em sua evolução é raramente observada. Não existem pesquisas científicas que comprovem definitivamente essas teorias.&nbsp;&nbsp;&nbsp;   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O tratamento da acne depende do seu grau de evolução - que somente poderá ser detectado por um dermatologista, de preferência um especialista da confiança do paciente. Em casos menos graves, medicação de uso tópico (uso externo) pode resolver o problema. A definição do produto, que poderá ser ácido retinoico, ácido glicólico, eritromicina, clindamicina, peróxido de benzoíla, ácido salicílico ou resorcina, só pode ser feita mediante consulta médica.&nbsp;   <br>&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Casos mais graves, ou que não respondem a tratamentos mais brandos,&nbsp; têm indicação de uso da isotretinoina oral, desde que respeitadas as contraindicações. Estas são insuficiência hepática ou renal, risco de uma gravidez nos meses vindouros, alteração nos níveis de colesterol e triglicerídeos, entre outros. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>A principal ação desse medicamento é a redução do tamanho e da atividade da glândula sebácea, o que causa uma diminuição considerável da oleosidade da pele. A substância também normaliza a queratinização folicular, proporciona um efeito anti-inflamatório na acne e reduz a flora bacteriana. Em conjunto, as propriedades do medicamento levam ao desaparecimento da acne.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Estatisticamente, quando a Isotretinoína é usada na dose certa e pelo tempo certo, você pode ter a cura definitiva em até 80% dos casos. Se o paciente voltar a apresentar a acne, nada impede de voltar a fazer um segundo ciclo de tratamento com o mesmo remédio. No caso de dúvidas, procure um dermatologista de sua confiança.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">Ricardo Fenelon é dermatologista </span></font>  <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Tão grave quanto a bulimia e a anorexia]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43354</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cerca de 30% dos obesos que procuram tratamento para obesidade apresentam transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP), um distúrbio&nbsp; alimentar tão grave&nbsp; quanto a bulimia e a anorexia. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ele afeta mais pessoas, (3% a 5%) - quando comparados aos problemas citados acima, que ficam entre 1% e 0,5%, respectivamente. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A TCAP também afeta pessoas com peso normal.&nbsp; “Até 1/3 dos pacientes relatam que tornam-se obesos após desenvolver a síndrome”, afirma Sérgio Carlos Stefano, psicólogo do Programa de Orientação aos Pacientes com Transtornos Alimentares (PROATA) da Universidade Federal de São Paulo (Uinifesp). <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O distúrbio é definido, atualmente, por episódios recorrentes de ingestão, em curto espaço de tempo, de uma quantidade de alimentos definitivamente maior do que a maioria das pessoas consumiria num período e circunstâncias similares. O indivíduo também sente a perda de controle sobre o que ou quanto está comendo, seguido por um sentimento de culpa e angústia profundas.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Stefano está desenvolvendo uma cartilha - a primeira no país - com informações detalhadas sobre o TCAP.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo ele, mesmo sem sentir fome a pessoa come até sentir-se empanturrado. Esses episódios ocorrem&nbsp; mais de duas vezes por semana. “Se as crises persistem por mais de seis meses, o paciente tem o transtorno”, afirma o psicólogo. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br>
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		<title><![CDATA[Diabéticos interrompem tratamento]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43286</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cerca de 50% dos pacientes em tratamento para controlar o diabetes tipo 2 atingem o nível desejado de glicose no sangue, sendo que 40% apresentam complicações associadas à doença. A constatação é da pesquisa Diabetes Impact Survey, encomendada pela Merck &amp; Co., Inc., com o objetivo de avaliar o impacto socioeconômico da doença. O estudo foi realizado com 866 profissionais de saúde e 607 pacientes de seis países – Alemanha, França, Reino Unido, Canadá, México e Índia.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo o levantamento, um dos motivos que explica a dificuldade de os pacientes atingirem o controle glicêmico é a natureza progressiva do diabetes que, com o passar dos anos, obriga os pacientes a se tratarem com diversos medicamentos. Os médicos ouvidos apontaram a hipoglicemia (84%) e o ganho de peso (69%) como as principais barreiras a serem contornadas na hora de escolher um tratamento.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="color: rgb(204, 0, 0);" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A maioria dos diabéticos entrevistados aponta a ingestão de muitos comprimidos ao dia e o medo dos efeitos colaterais como as principais causas para a não adesão ao tratamento. </span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">De acordo com os profissionais, 39% de seus pacientes fazem dieta e exercício, e usam dois ou mais medicamentos, enquanto 31% fazem dieta e exercício, tomam injeções de insulina e usam remédios. A pesquisa revelou ainda que 37% dos médicos acreditam que seus pacientes regularmente se esquecem de tomar uma dose. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os resultados também demonstram a necessidade de combater o ônus econômico da doença. A maior parte dos médicos entrevistados (75%) estimou o impacto econômico do diabetes em seu país abaixo de US$ 5 bilhões. No entanto, o impacto financeiro da doença excede de longe a estimativa. Por exemplo, no México, os custos anuais do diabetes são de US$ 15 bilhões e, no Canadá, de US$ 9 bilhões. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além disso, o diabetes representa um ônus significativo para os pacientes e suas famílias. Um entre 10 pacientes foi internado devido ao diabetes nos últimos 12 meses, um entre cinco informa que sua capacidade de trabalhar foi afetada, um entre seis diz que não está trabalhando no momento ou parou de trabalhar devido à doença e três entre quatro declaram que foram afetados financeiramente por causa da doença.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O diabetes é considerada uma epidemia mundial. Segundo dados da International Diabetes Federation (IDF), mais de 246 milhões de pessoas em todo o mundo, o equivalente a 6% da população global, têm a doença. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) estimam que, em 2007, 3,8 milhões de mortes foram causadas pelo diabetes. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Vacina pneumocócica na rede pública. De graça! ]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43206</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">A Prefeitura de Campos, cidade ao Norte do Rio de Janeiro, é a primeira a adotar no país a vacinação gratuita para todas as crianças menores de um ano contra as chamadas doenças pneumocócicas, que incluem a meningite e a pneumonia. Elas receberam a primeira dose da vacina pneumocócica conjugada 7-valente, única para prevenção do problema.  <br> <br> <br>A Organização Mundial de Saúde (OMS) já recomenda também por conta da pandemia de gripe suína a vacinação de todas as crianças menores de cinco anos contra o problema. Muitos dos casos de morte por gripe suína registrados no Brasil ocorreram em pessoas vítimas da bactéria pneumococo. <br> <br> <br>As vacinas conjugadas representam a nova aposta da indústria farmacêutico para a prevenção das doenças pneumocócicas. A 7-valente está disponível em clínicas particulares. E a 10-valente obteve registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária e ainda este ano também estará disponível nos centros de imunização. .  <br></font></div> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Mais peixe e menos carne vermelha]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=43110</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Bom dia! Como toda segunda-feira é o dia mundial da dieta, uma excelente notícia para começar bem mais uma semana.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Pesquisa revela que uma dieta rica em peixe </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Deixa o cérebro bem afiado na velhice</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira *  <br>  <br>  <br>  <br></span></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/8e67e4ea6c536b90aa015e158c236a47.jpg"></span></span></font>  <br>  <br><font size="1">Arquivo Pessoal</font>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;"></span></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Uma pesquisa publicada pelo <span style="font-style: italic;">American Journal of Nutrition </span>investigou o padrão de consumo de peixe numa população de cerca de 15 mil idosos na China, Índia, Cuba, República Dominicana, Venezuela, México e Peru. Os resultados confirmam estudos anteriores realizados em países desenvolvidos: o consumo de peixe está associado a um menor risco de demência. Essa é a primeira vez que esse efeito é demonstrado em países fora do eixo Europa e América do Norte e também é a maior pesquisa realizada até o momento sobre esse assunto.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mais de 24 milhões de indivíduos no mundo apresentam o diagnóstico de demência. As causas mais comuns são as doenças de Alzheimer e a cerebrovascular. Calcula-se que cerca de dois terços dos casos de demência encontram-se em países pobres e em desenvolvimento, porém esse é um problema relativamente negligenciado nesses países. O atual estudo reforça a recomendação consensual de que se deve comer peixe pelo menos duas vezes por semana para prevenção de doenças cardiovasculares.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O grande responsável por esse efeito protetor do peixe é o ômega-3, um tipo de gordura com efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios, antiateroscleróticos e neuroprotetores.&nbsp; Sabemos também que há peixes especialmente ricos em ômega-3, como é o caso do atum, sardinha e salmão. Atenção! Vale também o consumo de sardinha e de atum em lata. Pesquisadores da Escola Paulista da Medicina avaliaram as sardinhas em conserva disponíveis no nosso mercado e demonstraram um conteúdo de ômega-3 bem satisfatório. Diferentemente dos peixes em conserva, o peixe quando é frito perde o status de protetor do cérebro e do coração.&nbsp;   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quanto à carne vermelha, o presente estudo evidenciou que seu efeito foi o oposto do encontrado com o peixe: quanto maior o consumo, maior o risco de demência. Esses resultados são consistentes com outras pesquisas prévias. Além disso, recentemente foi demonstrado também que quem come menos carne vermelha vive mais. Calcula-se que 11% a 16%&nbsp; das mortes poderiam ser evitadas se as pessoas comessem menos carne vermelha. A redução do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares poderia chegar a 21%. As carnes vermelhas contêm grande quantidade de gordura saturada que por sua vez está associada ao aumento dos níveis de colesterol, da pressão arterial e do risco de câncer. As carnes vermelhas ainda possuem reconhecidos compostos carcinogênicos, que podem ser ainda mais concentrados nas carnes processadas.&nbsp;   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não é o caso de radicalizar e recomendar que todo mundo pare de comer carne vermelha. É suficiente limitar o consumo de carnes vermelhas e processadas a menos de 10% por dia. Nesse sentido, dietas com altos teores de carne vermelha como fonte de proteína (ex: dieta do “Dr. Atkins”) não garantem bons resultados à saúde quando se pensa em longo prazo. Por outro lado, um peixinho 2 a 3 vezes por semana é um ótimo negócio à saúde.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;">Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no Blog Saúde para Todos</span><br style="font-weight: bold;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Esforço excessivo afeta coração das crianças]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42958</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A prática de exercícios faz bem ao corpo; E as crianças, sem espaço para brincadeiras, encontram a diversão em esportes como futebol, vôlei, basquete, natação, entre outras atividades esportivas. O que era brincadeira se transforma em competição.&nbsp;  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Observados e incentivados pelos pais, as crianças e adolescentes começam a sentir o peso das competições e a pressão por bons resultados. É justamente nesse momento que correm um alto risco de sofrerem uma séria lesão ou mesmo agravar um problema cardíaco discreto que, muitas vezes, elas não sabem que têm. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Um levantamento realizado pela equipe do cardiologista Nabil Ghorayeb, coordenador do Sport Check-up HCor, com cerca de 700 garotos com idade entre 14 e 18 anos de um grande clube de futebol, de São Paulo, detectou que 23% deles apresentaram alterações, de origem benigna ou duvidosa no eletrocardiograma. Além disso, descobriu-se muitos casos de sopro no coração, pressão arterial no limite, anemia e até taxas elevadas de colesterol e triglicérides, provenientes de erros alimentares. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Em outro estudo com 120 garotos da mesma faixa etária, nas peneiras de futebol de 4 clubes paulistas, apontou as mesmas alterações no eletrocardiograma em 17% dos garotos.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“No primeiro caso os garotos avaliados pertencem a uma classe social alta, enquanto que no segundo a classe é mais baixa. Isso revela que os problemas cardíacos independem de classe social e podem se manifestar em qualquer indivíduo. Por isso, a realização periódica de exames clínicos é essencial”, alerta o cardiologista. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">O médico dá recomendações para a prática segura de atividades físicas</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><ol><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Buscar informações com o pediatra;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Fazer pelo menos um eletrocardiograma anual (exigir laudo de um cardiologista);</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Até os 12 anos fazer um aprendizado dos esportes, para a criança escolher o esporte que quer praticar. Não a force fazer o que não tem vontade;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Procurar um médico imediatamente caso a criança sinta qualquer anormalidade ao praticar esporte;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Realizar exames completos em caso de competição;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Não exagerar nos treinamento e cobranças. Muitos abandonaram carreiras promissoras na primeira oportunidade.</span></font></li></ol> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Ortopedistas dizem não aos mototáxis]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42916</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>Os ortopedistas não querem a implantação dos serviços de táxi em motocicletas. A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) encaminhou&nbsp; ao presidente Lula carta em que pede o adiamento da sanção da lei que cria o serviço de mototaxi. A entidade quer mais estudos sobre a segurança dos mototaxistas e seus passageiros.  <br>  <br>  <br></span></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/78fe427267ec5e6326e282ef193ddcab.jpg"></span></font>  <br>  <br><font size="1">Foto do Gustavo Moreno/D.A Press</font>  <br>  <br>  <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>Segundo o presidente da SBOT,&nbsp; Romeu Krause, em um único ano, 2006, o Brasil registrou 6.963 mortes de motociclistas, um total bem mais alto do que o número de soldados norte-americanos mortos nos últimos seis anos no Iraque, 4.328.   <br>  <br>  <br>Na carta, escrita em nome dos 12 mil ortopedistas brasileiros, a SBOT deixa claro que não é contra a criação do serviço de mototaxi que, de fato, já existe em centenas de cidades. Mas acha vital que a lei seja precedida de regulamentação que garanta não só a proteção da cabeça, como das pernas dos motoqueiros. a legislação também deve propiciar fiscalização efetiva, hoje muito deficiente, e que a rede de saúde seja devidamente preparada para atender aos acidentados, inclusive com amplo treinamento para atendimento “in loco”, o que pressupõe técnicas como a de imobilização cervical.  <br>  <br> </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo o presidente da SBOT,&nbsp; Romeu Krause, em um único ano, 2006, o Brasil registrou 6.963 mortes de motociclistas, um total bem mais alto do que o número de soldados norte-americanos mortos nos últimos seis anos no Iraque, 4.328.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Na carta, escrita em nome dos 12 mil ortopedistas brasileiros, a SBOT deixa claro que não é contra a criação do serviço de mototaxi que, de fato, já existe em centenas de cidades. Mas acha vital que a lei seja precedida de regulamentação que garanta não só a proteção da cabeça, como das pernas dos motoqueiros. a legislação também deve propiciar fiscalização efetiva, hoje muito deficiente, e que a rede de saúde seja devidamente preparada para atender aos acidentados, inclusive com amplo treinamento para atendimento “in loco”, o que pressupõe técnicas como a de imobilização cervical.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Clique <a href="http://stat.correioweb.com.br/blogs/carta_a_presidencia.doc"><font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="5">AQUI </font></a>e leia a carta dos ortopedistas ao presidente Lula.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Amamentar bebê diminui dor na hora da vacina]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42901</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ser amamentado durante o momento da aplicação da vacina pode diminuir a dor em bebês. Esta é a conclusão de pesquisa realizada por professores de enfermagem da Faculty of Nursing da Philadelphia University, na Jordânia.&nbsp; </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo o artigo publicado no <span style="font-style: italic;">International Journal of Nursing Practice</span> e divulgado no país pela agência <span style="font-style: italic;">Notisa</span>, o estudo foi feito em dois centros de saúde materno-infantil na Jordânia, nos quais os lactentes foram divididos em dois grupos de 60 crianças cada.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os resultados da pesquisa revelaram que a duração do choro foi menor no grupo amamentado do que no grupo controle, com uma diferença estatisticamente significativa na duração do choro durante e após a imunização.</span></font> <br> <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mais um ponto para a amamentação!</span></font> <br> <br> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Seca aumenta procura por oculista]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42860</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Com a umidade do ar em torno dos 30%, o número de pacientes nos consultórios oftalmológicos reclamando de olho seco aumentou até <font size="4">40%</font> comparado aos outros meses do ano.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“Pessoas com doenças reumáticas, como a síndrome de Sjögren, ou aquelas que ingerem antialérgicos, antidepressivos e anti-hipertensivos podem apresentar sinais mais graves de olho seco nesta época. A baixa umidade do ar reforça esses sintomas”, explica a oftalmologista Maria Lúcia Rios.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A médica alerta para o risco da automedicação na tentativa de curar a síndrome do olho seco.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“Não raras vezes, pacientes buscam as farmácias na tentativa de comprar colírios que aliviem os sintomas de olho seco. No entanto, os riscos inerentes a automedicação são muito grandes. Sem orientação médica e dependendo do colírio utilizado, o tratamento pode ser paliativo, não curar o distúrbio e trazer problemas oculares ainda mais graves como glaucoma e catarata”, adverte. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo a médica, prevenir e buscar orientação de especialistas é a melhor saída para evitar problemas mais sérios no tratamento de olho seco.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Maria Lúcia Rios sugere algumas medidas para amenizar o desconforto ocular com a baixa umidade:</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Usar&nbsp; óculos de sol. Se usar os&nbsp; de grau, tenha um par com lentes escuras. “Eles atuam como uma barreira à evaporação da lágrima”, explica a médica;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Evitar a permanência em frente ao computador e à televisão durante horas consecutivas. “O ideal é descansar e desconcentrar da tela pelo menos a cada 30 minutos”, aconselha;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Reduzir a exposição constante em ambientes com ar condicionado;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Evitar a exposição demasiada dos olhos ao vento;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">5.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não permanecer por horas continuadas em leitura prolongada;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">6.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ficar atento às reações de medicamentos, especialmente antidepressivos, anti-histamínicos, anti-hipertensivos, ansiolíticos e os para tratamento de acne. “Esses medicamentos diminuem a produção lacrimal”, alerta a oftalmologista;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">7.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ingerir de 2 a 3 litros de água diariamente;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">8.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Umidificar o ambiente.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font></font> <br>
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		<title><![CDATA[Modelos, as campeãs de cirurgia plástica]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42850</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Corpo violão, seios fartos, cintura fina, pele bronzeada e bumbum empinado. Esses são os atributos exibidos pelas musas da televisão e capas de revistas. Na ditadura da beleza, ser lindo, magro e saudável torna-se uma obrigação. Quem não alcança essa meta, torna-se ansiosa, insegura, apresentando distúrbios como depressão, bulimia e anorexia. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O caso é mais grave entre as meninas que sonham em ser modelos? Essas sim, buscam por uma perfeição, muitas vezes impossível de se alcançar. Quem faz o alerta é o cirurgião plástico Múcio Pessoa de Castro.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo Castro,&nbsp; cerca de 20% das garotas que procuram pela cirurgia plástica têm esse perfil: são ou querem se tornar modelos e, para atingir esse objetivo, fazem o possível e o impossível.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“Essas meninas querem se adequar ao padrão imposto pela sociedade e não ao padrão corporal que possuem”, afirma. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Essas jovens têm entre 18 e 25 anos. Dentre as cirurgias mais procuradas estão a lipoaspiração, o aumento ou a diminuição das mamas, a rinoplastia (cirurgia de nariz), os tratamentos de pele (peelings, clareamentos, seqüelas de acne) e os preenchimentos de sulcos entre a boca e o nariz.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Campanha alerta para o risco do fumo passivo]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42753</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quem não fuma não é obrigado a fumar. Com este lema, a Aliança de Controle do Tabagismo - ACT lança neste domingo, 26 de julho, uma campanha publicitária para alertar sobre os danos do fumo passivo.    <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"Para nós, da ACT, essa campanha é muito importante para conscientizar a população em geral e os fumantes sobre os problemas à saúde causados pela exposição à fumaça do cigarro, principalmente para os trabalhadores do setor hospitalidade", diz Paula Johns, diretora-executiva da ACT.    <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Entre outras informações, Quem não fuma não é obrigado a fumar informa&nbsp; que pelo menos sete não fumantes morrem, por dia, no Brasil, por causa da convivência com fumantes e que o fumante passivo corre também sérios riscos de ter câncer de pulmão, infarto e outras doenças graves.    <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para chamar a atenção de que todos, sem exceção, têm direito a um ambiente 100% livre da fumaça, a campanha destaca alguns dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), que assina a campanha junto com a ACT, tais como:    <br>  <br></span></font> <br><font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Mesmo que haja uma janela ou varanda, não existem níveis seguros de exposição à fumaça dos produtos do tabaco e nenhum sistema de ventilação é capaz de eliminar os elementos cancerígenos que ficam no ar;</span></font> <br><br style="color: rgb(255, 0, 0);"><font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">95% dos elementos cancerígenos encontrados em ambientes coletivos vêm da fumaça dos produtos do tabaco; <br><br style="color: rgb(255, 0, 0);"></span></font><font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A fumaça que sai da ponta acesa do cigarro possui as mesmas substâncias daquela que o fumante inala, porém, algumas encontram-se em concentrações maiores: 50 vezes mais alcatrão e até 5 vezes mais nicotina e monóxido de carbono; <br><br style="color: rgb(255, 0, 0);"></span></font><font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quem convive com fumantes fuma o equivalente a 10 cigarros por dia e tem seis vezes mais chance de desenvolver câncer de pulmão; <br> <br><br style="color: rgb(255, 0, 0);"></span></font><font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Garçons não fumantes expostos à fumaça em bares e restaurantes têm duas vezes mais chances de ter câncer de pulmão do que os que trabalham em ambientes livres da fumaça do tabaco.</span></font> <br> <br> <br> <font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A campanha, financiada pela Iniciativa Bloomberg através da World Lung Foundation (Fundação Mundial do Pulmão) e elaborada em parceria com o Instituto Nacional de Câncer,.&nbsp; conta com peças como um filme de 30 segundos, spot para rádio, cartazes, folhetos, outdoor e busdoor, além de um hotsite.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>    <br>
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		<title><![CDATA[Proteínas dos vegetais previnem pressão alta]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42732</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Hoje é dia do artigo do médico Ricardo Teixeira</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><div style="text-align: center;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Aminoácidos das proteínas vegetais    <br>ajudam a prevenir a hipertensão arterial&nbsp; </span></font>   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Ricardo Teixeira * </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <br> <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/9f1966087bb3fd95a5be8f7c2c10242a.jpg"></font> <br> <br><font size="1">Arquivo pessoal</font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></div><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">No ano de 2006, um importante estudo científico <font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="5"><a href="http://archinte.ama-assn.org/cgi/reprint/166/1/79">INTERMAP </a></font>demonstrou que o consumo de proteínas de origem vegetal está associado à redução da pressão arterial, ao mesmo tempo em que confirmou estudos anteriores de que o consumo total de proteínas não aumenta os níveis pressóricos.&nbsp; Entretanto, esta pesquisa não foi capaz de definir qual o micronutriente das proteínas vegetais que mais colabora para esse efeito preventivo da hipertensão arterial. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">   <br>O periódico <span style="font-weight: bold;">Circulation</span>, jornal oficial da Associação Americana do Coração, acaba de publicar a extensão do estudo INTERMAP evidenciando que o ácido glutâmico, principal aminoácido encontrado nas proteínas vegetais, é um dos micronutrientes que ajudam a controlar a pressão arterial. Essa é uma das formas de se explicar a razão pela qual os vegetarianos têm menor tendência a desenvolver hipertensão arterial.    <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A hipertensão arterial é o principal fator de risco para duas das principais causas de morte em todo o mundo: o infarto do coração e o derrame cerebral. Mesmo com todo o progresso da medicina moderna, infelizmente, grande parte da população adulta é hipertensa.&nbsp; É bem reconhecido que o indivíduo hipertenso carrega consigo um fator determinante genético, mas a boa notícia é que fatores dietéticos e de estilo de vida são fortes aliados para prevenir a doença.   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Dez ingredientes para prevenir a hipertensão arterial</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Quanto mais desses ingredientes forem usados, maior o sucesso da receita:   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font><ol><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">1- Manter o peso em dia (índice de massa corporal &lt; 25);</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">2- Atividade física moderada / intensa diária por pelo menos 30 minutos ao dia;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">3- Dieta rica em frutas, legumes, verduras e castanhas</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">4- Quanto à proteína animal, não há evidências de que seu consumo esteja associado ao aumento da pressão arterial. Entretanto, limitar o consumo de carne é sempre um bom negócio, pois sabemos que seu excesso está associado ao aumento do risco de diversas doenças, como o câncer e as doenças cardiovasculares;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">5- Deve-se priorizar derivados do leite com baixo teor de gordura; </span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">6- Baixo teor de sal na dieta e limitar o consumo de álcool;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">7- Reduzir a carga de estresse no dia-a-dia</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">8- Evitar o uso de medicações anti-inflamatórias mais do que uma vez por semana;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">9- Pelo menos entre as mulheres, a suplementação de ácido fólico &#8805; 400 µg também é um forte ingrediente para a prevenção da hipertensão arterial. Vale lembrar que toda mulher que tem chance de engravidar deve fazer uso de ácido fólico em forma de suplemento para reduzir o risco de malformações do sistema nervoso central do feto. Nesse caso, a mulher fértil acerta dois coelhos numa cajadada só;</span></font></li><li><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">10- Não precisa nem dizer que o cigarro deve ficar bem longe desta receita.</span></font></li></ol><font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no Blog da Saúde</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>   <br>
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		<title><![CDATA[Corredoras são mais cuidadosas]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42708</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Depois da corrida dominical, vale a pena saber&nbsp; que as mulheres são mais cuidadosas e se machucam menos. <font style="color: rgb(204, 0, 0);" size="4">Metade </font>das corredoras procura regularmente orientação médica. Entre eles, o índice é de<font style="color: rgb(204, 0, 0);" size="4"> 33%</font>.  <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A estatística faz parte da pesquisa QUAC - Questionário de Avaliação de Corredores - a maior já realizada no país, que avaliou 7.731 corredores amadores. <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Além de mostrar uma maior preocupação das mulheres, este dado também revela outro índice em relação ao perfil das corredoras, segundo o presidente do Comitê de Traumatologia Desportiva da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e coordenador do estudo, Rogério Teixeira. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Elas são quase tão resistentes quanto os homens: entre as entrevistadas, <font size="4">33%</font> afirmaram correr até 25 km por semana e <font size="4">25% </font>até 50 km, contra <font size="4">30%</font> e <font size="4">33%</font> dos homens, respectivamente. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Número de lesões em decorrência da corrida em ambos os sexos é alto,<font size="4"> 50%</font> em mulheres e <font size="4">54%</font> em homens.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">"As lesões são causadas muitas vezes por falta de orientação sobre como correr corretamente. Corredores amadores precisam buscar supervisão adequada para a prática do esporte", afirma Teixeira. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Entre as lesões mais frequentes em homens e mulheres, as mais relatadas foram tendinite no joelho (20% homens e 20% mulheres), dor na coluna (13% mulheres e 17% homens), e inflamação da tíbia (16% homens e 16% mulheres). As mulheres apresentaram mais tendinite no quadril do que homens, com 10% contra 4%. <br> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font></font> <br> <br> <br>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[A química da alimentação saudável]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42683</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		     <br><div style="text-align: left; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3">     <br>A <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/07/19/cienciaesaude,i=127805/A+TABELA+PERIODICA+DO+NOSSO+CORPO.shtml"><font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="5"><span style="font-weight: bold;">Revista do Correio</span></font></a> publica neste domingo uma matéria sobre a Tabela Periódica da Química e a alimentação saudável. O que uma coisa tem a ver com a outra? Muito!     <br>     <br>     <br>Como mostra a reportagem, 14 elementos químicos não podem sobrar e nm&nbsp; faltar no corpo humano. São os minerais, obtidos nos alimentos.      <br>     <br>     <br>A nutricionista Joana Lucyk escreveu o artigo abaixo sobre o tema. Confira!     <br>     <br>     <br></font><div style="text-align: center;"><font size="3"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/2794f39785b0bddf313c55f0ab0be3b2.jpg"></font>     <br>     <br><font size="1">Crédito: Monique Renne/D.A Press</font>     <br>     <br></div><font size="3">     <br>     <br>     <br><font size="4">NOSSOS AMIGOS, OS MINERAIS</font>     <br>     <br><span style="font-weight: bold;">Por Joana Lucyk*</span>     <br>     <br>     <br><span style="font-style: italic;">Vegetais em tons de verde escuro, cereais integrais, castanhas, nozes, amêndoas e pistache. Quem insere essas opções no cardápio está no caminho certo. Isso porque entre suas principais funções está o crescimento dos tecidos, a produção de energia e a regulação dos processos orgânicos. E para quem ainda acha pouco, vale destacar: pelo menos 30% das reações químicas que acontecem no nosso organismo dependem dos minerais presentes nesses alimentos.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Classificados em macrominerais, definidos pela abundância no organismo (cálcio, fósforo, potássio, enxofre, sódio, cloro, magnésio) e microminerais, que são necessários em pequenas quantidades diárias (ferro, zinco, cobre, iodo, selênio, cobalto, cromo, manganês, flúor, molibdênio, estanho, níquel, vanádio e silício), esses componentes são considerados nutrientes essenciais para viver quem quer viver muito e com saúde. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Para entender um pouco sobre o assunto, voltemos no tempo. Na antiguidade, os alimentos consumidos eram em sua maioria in natura, o que propiciava maior aporte de minerais. Hoje, há uma diminuição do consumo de minerais e de todos os nutrientes e substâncias que equilibram o organismo, graças aos processos industriais. Um resultado prático desse quadro é o crescimento da obesidade.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">A justificativa é simples: o alto consumo de alimentos com aditivos alimentares - como os conservantes, acidulantes, adoçantes, corantes -, a grande quantidade de alimentos refinados e a elevada ingestão de gorduras trans e saturadas colocam em déficit a ingestão dos minerais.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">O processo de industrialização também é outro fator que pode diminuir a concentração de minerais nos alimentos.&nbsp; Mais um motivo para se optar pela alimentação o mais natural possível. Por exemplo: o refino do arroz branco implica numa perda aproximada de 75% do conteúdo de cromo e zinco e de até 45% de manganês, cobalto e cobre. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Apesar dos nomes diferentes do que estamos acostumados a escutar no dia-a-dia, é dentro de casa, na hora da refeição, que eles devem ser ingeridos. Os feijões, as ervilhas, as lentilhas, a soja, as carnes, os peixes, os ovos, a salsinha, o coentro e a cebolinha são também boas fontes de diferentes minerais. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Mas atenção, mesmo com os inúmeros benefícios desses alimentos, as mães não devem obrigar os filhos ao consumo. A alimentação tem de representar um momento agradável e é importante lembrar que a criança se pauta muito em exemplos. Portanto, para que ela desenvolva um hábito alimentar saudável é primordial que o veja adotado principalmente pelos pais. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Já para os que vivem em briga com a balança, eis a boa notícia: o emagrecimento acontece em resposta ao equilíbrio do organismo que, por sua vez, depende de uma alimentação também equilibrada.&nbsp; O ganho de peso ocorre em decorrência de falhas nutricionais, ou seja, a alimentação inadequada leva a uma inflamação subclínica no organismo. Medicamentos antiinflamatórios, neste caso, não resolvem. A solução é uma dieta antiinflamatória que, além de outras substâncias, dependem da presença de minerais.&nbsp; </span>     <br>     <br>     <br>* Joana Lucyk é nutricionista especialização em Nutrição Clínica Funcional. É professora do Centro Universitário Unieuro      <br></font></div>     <br>
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		<title><![CDATA[Cuidado com as novidades cosméticas]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42622</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Amigos, a partir de hoje este espaço contará com a colaboração do dermatologista Ricardo Fenenlon, especialista em terapia de laser.&nbsp; Ele falará sobre os melhores tratamentos e esclarecerá dúvidas sobre distúrbios da pele. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="4"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">SEM MODISMOS NEM MILAGRES</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><span style="font-weight: bold;">Ricardo Fenelon  <br> <br> <br></span></span></font><div style="text-align: left;"><div style="text-align: center;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 219px; height: 328px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/35c74cd481ca90b700c13fbc56f193cc.jpg"></span></span></font> <br> <br>Crédito: Tatiana Rehbein</div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-weight: bold;"></span></span></font></div><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>A velocidade com que a sociedade de consumo imprime tendências e modismos tem gerado comportamentos que esperam da medicina resultados semelhantes aos que encontramos em outras áreas, especialmente aquelas que atendem mais desejos do que necessidades. Na dermatologia, quando se trata especialmente de tratamentos cosmiátricos, direcionados principalmente ao rejuvenescimento, temos que acender um sinal de alerta. Como em qualquer área médica, também lidamos com ciência. E como tal, cada descoberta, cada inovação, cada tratamento deriva de anos de pesquisas antes de chegarmos ao sucesso dos tratamentos.   <br>  <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Assim, recomendo cuidado com novas terapias que prometem resultados miraculosos em tempo recorde. Isso não existe. É necessário tomar cuidado também com tratamentos que atingem resultados, mas que causam efeitos colaterais indesejáveis ou imprevisíveis e cuja&nbsp; aplicação ainda não estão referendada por órgãos especializados. Não é raro receber no consultório pacientes em busca de novidades. Medicina, ainda que estética, não é moda, em que temos coleções a inovar com produtos e tratamentos, como se fôssemos criativos estilistas numa passarela de rejuvenescimento.&nbsp; Novidades, na nossa área, resultam em até décadas consecutivas de estudos e pesquisas. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br>  <br>Em primeiro lugar, ao procurar um tratamento para a pele ou rejuvenescimento, certifique-se com um médico especialista de sua confiança se o mesmo já está aprovado e certificado. Uma das terapias de rejuvenescimento mais eficazes é o uso da toxina botulínica. Antes de entrar para os consultórios dermatológicos, ela já era usada há muito tempo por outras especialidades médicas. E nos bastidores foi pesquisada à exaustão. É mundialmente conhecida e utilizada. Seus riscos, sintomas e efeitos colaterais&nbsp; -- todos de impacto mínimo – também são amplamente documentados.   <br>  <br>&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Outro exemplo é a utilização da Isotretinoína (conhecida comercialmente como Roacutan) no tratamento de a&nbsp;&nbsp;&nbsp; cne. Entram e saem do mercado “novas” técnicas e medicamentos. A eficaz, que resolve, mesmo com efeitos colaterais até indesejáveis – mas previsíveis e registrados na literatura médica, o que nos possibilita orientar o paciente adequadamente --, é um remédio relativamente antigo se comparado à idade do descarte automático em que vivemos. São tratamentos assim que devem nortear o receituário médico e as opções dos pacientes que procuram conjugar beleza e bem-estar.   <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Recentemente duas substâncias despontaram como revolucionários rejuvenescedores: o DMAE e a Furfuriladenina.&nbsp; Passaram como elementos de temporada. Seus efeitos não se sustentaram e a comunidade científica hoje registra ambos os cosmecêuticos como recursos pouco eficazes. Foram novidades. Mas apenas foram. Como esses produtos, tantos outros&nbsp; desfilaram pelos consultórios médicos ao longo dos anos em que clinico. Deixaram um aprendizado: na nossa área, não há modismos nem milagres. Pensem nisso.&nbsp;   <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;">* Ricardo Fenelon, dermatologista, é membro da Academia Americana de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Presidiu a Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia no Centro-Oeste. É coordenador do Centro de Dermatologia e Laser de Brasília.</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA[Injeção trata osteoporose]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42598</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Os portadores de osteoporose contam com um novo modelo de terapia. O ibandronato de sódio chega ao Brasil&nbsp; na versão intravenosa, com aplicação trimestral.&nbsp; O medicamento é indicado&nbsp; para mulheres com a doença na pós-menopausa e que não podem tomar a medicação com bisfosfonato na forma oral. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A forma oral do medicamento é comercializado no país desde 2005. Segundo a bula do produto, o remédio aumenta a densidade mineral óssea, reduz a perda óssea e diminui o risco de fraturas vertebrais e não-vertebrais. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A osteoporose faz com que os pacientes não consigam ou tenham dificuldade em realizar atividades simples como carregar uma sacola ou pentear os cabelos. Estima-se que cerca de 30% das mulheres na pós-menopausa e 15% dos homens acima de 50 anos sejam portadores do problema.  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Segundo&nbsp; o endocrinologista João Lindolfo Borges, professor da Universidade Católica de Brasília (UCB), é importante que os fatores de risco para desenvolver a osteoporose sejam mais bem divulgados para que as pessoas fiquem mais atentas. “Além da idade avançada, pessoas com baixo peso, de raça branca e com histórico de doença na família são mais suscetíveis a desenvolver o problema”, alerta o médico. <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">“Um estilo de vida pouco saudável, caracterizado pelo hábito de fumar e de consumir bebidas, falta de atividade física, dieta pobre em cálcio e pouca exposição à luz solar também contribuem para o maior risco”, completa&nbsp; Charlles Heldan de Moura Castro, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">O conselho da médica Laura Mendonça, coordenadora do Núcleo de Doenças Osteometabólicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),&nbsp; é para que “as pessoas com tais características realizem exames periódicos, como a densitometria óssea, um exame simples e indolor que pode fornecer o diagnostico precoce da doença, antes que as fraturas ocorram”. Segundo a especialista, “os tratamentos para a osteoporose evoluíram muito nos últimos anos, trazendo mais conforto para o paciente até na freqüência da administração.” </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font> <br>
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		<title><![CDATA[Anvisa recolhe garrafas de água mineral]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42541</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		 <br> <br><div style="text-align: left;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Cuidado com a procedência da água que você bebe. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária interditou seis empresas produtoras, com sede na região serrana do Rio de Janeiro. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">As empresas punidas são Sagrada, Serra Linda, Satiare, Evian, Dedo de Deus e Fênix. Elas estão com o registro vencido e os produtos serão recolhidos dos supermercados e outros pontos de venda. </span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A interdição vale em todo o país. Os nutricionistas orientam a observar os seguintes detalhes do rótulo antes da compra: prazo de validade, origem da fonte e número de licença junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</span></font> <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">Para saber mais, acesse o site da <a href="http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2009/150709.htm"><font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="5">Anvisa</font></a>.</span></font><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><font size="3"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span></font> <br></div>
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		<title><![CDATA[Doenças de homem]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42482</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18781"/>
		<font size="3"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A área de saúde possui várias datas comemorativas. Amanhã é o Dia do Homem, uma pessoa avessa a ir com regularidade ao médico.   <br>  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e a Bayer Schering Pharma&nbsp;&nbsp;se uniram para elaborar um material informativo especial sobre a saúde do homem em todas as fases da vida.&nbsp; Clique <a href="http://stat.correioweb.com.br/blogs/folheto_mes_do_homem_internet.pdf"><font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="5">AQUI</font></a> para ler o folder</span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">  <br><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;De acordo com o urologista José Carlos de Almeida, presidente da SBU, é preciso estimular mais os homens a cuidarem da saúde, incentivando-os ao hábito de visitar o médico desde a infância até a maturidade. “Várias doenças merecem prevenção em todas as fases da vida, dentre elas a fimose e varicocele (na adolescência), as relacionadas ao bom desempenho sexual e os cânceres de pênis e testículos (no adulto) e as doenças da próstata e tumores em geral do trato urinário (no idoso)”, destaca Almeida. </span><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><br style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"></font>  <br>
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		<title><![CDATA["Turbinar" o cérebro afeta o coração ]]></title>
		    <author><![CDATA[Maria Vitoria Silva]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/sadio/blog/saudeparatodos?tv_pos_id=42307</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		  <br><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CVitoria%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style>  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]-->  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">Hoje é dia de ler os esclarecimentos do médico Ricardo Teixeira<o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><font size="4">Cuidados no uso da ritalina</font></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal">  <br><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">Ricardo Teixeira</span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="MsoNormal">  <br></p><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18781/9f1966087bb3fd95a5be8f7c2c10242a.jpg">  <br>  <br><font size="1">Arquivo pessoal</font>  <br></div><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: bold;" class="MsoNormal">  <br><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">Estudo reforça que medicação usada para déficit de atenção não traz grandes riscos ao coração, mas requer cuidados. Um estudo recém-publicado pelo periódico </span><font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="4"><a href="http://www.jpeds.com/home"><em style="font-weight: bold;"><span style="font-size: 10pt;">Journal of Pediatrics</span></em></a></font><span style="font-size: 10pt;"><font style="color: rgb(51, 51, 255);" size="4"><a href="http://www.jpeds.com/home"> </a></font>avaliou a segurança do uso da droga estimulante metilfenidato, também conhecida por ritalina, entre mais de 100 adolescentes com diagnóstico de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).   <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal">  <br></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal">  <br><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p></o:p></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">O estudo revelou que a medicação pode provocar um discreto aumento da frequência cardíaca e pressão arterial, especialmente nos primeiros seis meses do tratamento, sem alterações significativas ao eletrocardiograma.<o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">  <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">&nbsp;<o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">Dentre os inúmeros efeitos colaterais que uma medicação pode causar, os efeitos sobre o coração estão entre os mais temidos. Esse estudo nos traz ainda mais segurança no uso do metilfenidato, já que não foram observados eventos cardíacos sérios, mesmo em doses altas. Entretanto, os resultados chamam a atenção para que a medicação seja usada com cuidado redobrado em pacientes hipertensos, ou naqueles com condições clínicas em que o aumento da pressão arterial ou da freqüência cardíaca seja indesejável.<o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">  <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">&nbsp;<o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">O metilfenidato é uma medicação frequentemente usada no tratamento do TDAH, mas é utilizada também para outros transtornos neuropsiquiátricos. E<span style="">&nbsp; </span>até mesmo por pessoas sem problemas de saúde e que só querem “turbinar o cérebro”, ou seja, para aumentar o desempenho cognitivo. Ainda não se conhece bem ao certo os riscos e benefícios dessa medicação quando usadas por pessoas sem o diagnóstico de TDAH e o presente estudo serve de alerta para os aventureiros que ainda usam medicações sem indicação médica.<span style="">&nbsp; </span>Serve também para tranqüilizar aqueles que realmente precisam usar a medicação.<span style="">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">  <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">  <br></span></font></p><p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic; font-weight: bold;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;">Ricardo Teixeira é neurologista clínico e escreve todas as segundas-feiras no Blog Saúde Para Todos <o:p></o:p></span></font></p>  <p style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: italic;" class="MsoNormal"><font size="3"><span style="font-size: 10pt;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></font></p>    <br>
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