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<category>Blog Dzai</category>
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<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Bloggay</title>
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<title>Bloggay</title>
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<language>pt-br</language>
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		<title><![CDATA["EU DISSE NÃO!"]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=33934</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P align=justify><FONT size=5><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Lançados na França preservativos com a imagem de Bento XVI.&nbsp;As camisinhas</FONT>&nbsp;<FONT face=Arial>estampadas com a cara do Papa ironizam a posição da Igreja Católica na prevenção da Aids. </FONT></FONT></P> <P align=justify><FONT face=Arial size=5></FONT>&nbsp;</P> <P align=justify><FONT face=Arial size=5>Durante visita a África o homem dos sapatos Prada voltou a criticar o uso da camisinha na prevenção da doença.</FONT></P> <P align=justify><FONT face=Arial size=5></FONT>&nbsp;</P> <P align=justify><FONT face=Arial size=5>Além da foto da Santidade, a camisinha traz ainda a inscrição "I Said No!", em português: "Eu disse não!". </FONT></P> <P align=justify><FONT face=Arial size=5></FONT>&nbsp;</P> <P align=justify><FONT face=Arial size=5>Será que os padres vão usar ??</FONT></P> <P align=justify><FONT face=Arial size=5></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Arial></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Arial></FONT>&nbsp;</P> <P><FONT face=Arial></FONT>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[ESTUDANTE ACUSADO DE AGRESSÃO NA UFMG TERÁ QUE DEIXAR O ALOJAMENTO]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=33802</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>O estudante de engenharia da UFMG acusado de ter agredido o aluno do curso de Artes Visuais, dentro da Moradia II, por conta de sua orientação sexual, tem 15 dias para deixar o alojamento estudantil. A decisão foi tomada durante reunião extraordinária do Conselho de Moradia.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>A agressão aconteceu na madrugada do dia 14, quando a vítima e uma amiga chegavam na moradia, no bairro Ouro Preto. Eles já estavam próximos da entrada quando foram surpreendidos pelo agressor. No boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar, a vítima disse que sofreu o ataque pelas costas, sendo atingido com chutes.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>O estudante de Artes Visuais conta ainda que dois seguranças da moradia presenciaram a cena e não chegaram a intervir. Ele diz que apenas sua amiga tentou defendê-lo, mas também tornou-se alvo dos chutes. O ataque teve a participação ainda da namorada do acusado. Os agressores o chamavam de "bichinha" e "viadinho", conforme consta no boletim de ocorrência da PM.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Após a reunião que decidiu pela saída do estudante agressor, a professora Heloisa Starling, vice-reitora da UFMG e presidente do Conselho da Moradia, disse não admitir esse tipo situação no campus da Universidade. Rocksane de Carvalho, presidente da Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump), entidade responsável pela administração do alojamento estudantil, anunciou que o acusado será excluído do programa.</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>O agressor será notificado e terá um prazo de 15 dias para deixar a Moradia II. Já a omissão dos seguranças, alegada pela vítima, será comunicada à empresa responsável, por parte do Conselho da Moradia, com pedido da substituição dos mesmos. Uma Comissão de Processo Disciplinar vai analisar se o acusado agiu motivado por homofobia e se há outras punições aplicáveis para o caso. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>O aluno agredido ficou com hematomas na perna e teve um corte no lábio. Ele conta que fez exame de corpo de delito, no Instituto Médico Legal (IML). O estudante acusado teria assumido o ataque. "Já conversamos com ele, que reconheceu a agressão e aceitou a penalidade”, conta o estudante Ézio Dias, representante do Conselho Permanente da Moradia Universitária. (Informações da UFMG)</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[HOMOFOBIA NA UFMG]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=33731</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<H1 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT>&nbsp;</H1> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>Na madrugada do último sábado, dia 14 de março de 2009, o estudante de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Fernando A. S. F., foi vítima de violenta agressão física e verbal, de cunho homofóbico, praticada às portas da Moradia Universitária II da UFMG, onde reside. Tal agressão prosseguiu dentro da Moradia, sob os olhares dos seguranças universitários, que demoraram a intervir na situação.<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>O estudante agredido procurou o Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual (GUDDS!) que vem a público pedir a mobilização da comunidade universitária, da sociedade civil organizada (em especial dos grupos do Movimento LGBT e do Movimento Estudantil de todo o Brasil) e de todas/os as/os cidadãs/ãos aos quais essa carta chegar, a fim de que providências sejam tomadas no tocante a esse caso explícito de violência homofóbica e no combate a outras manifestações homofóbicas que ocorrem dentro da Universidade Federal de Minas Gerais. Nesse sentido, pedimos que manifestos de repúdio a essa ação e à postura da segurança universitária sejam enviados ao Reitor da UFMG, o Prof. Ronaldo Tadêu Pena e à Presidente da Fundação Universitária Mendes Pimentel/FUMP (responsável imediata pela administração das Moradias Universitárias), a Profª. Rocksane de Carvalho Norton, conforme indicações presentes ao fim desta carta aberta.<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>Na madrugada do dia 13 para o dia 14 de março de 2009 (sexta para sábado), o estudante Fernando e duas amigas retornaram de táxi para a Moradia Universitária II da UFMG, onde residem. Distante apenas três passos do portão de entrada, Fernando foi atingido nas pernas por um chute, desferido pelas costas por outro estudante da UFMG e também morador da Moradia II, que estava acompanhado de sua namorada. Ao virar-se, Fernando foi novamente atingido, agora com um soco em sua boca. Essa agressões físicas eram acompanhadas por insultos homofóbicos como “viado” e “bicha”. Tais agressões continuaram mesmo dentro dos portões da Moradia Universitária II da UFMG, sob os olhares de dois agentes da segurança que acompanhavam tudo desde o início. Diante da imobilidade dos seguranças, uma das amigas de Fernando tentou socorrê-lo, passando a ser também agredida: pela namorada do agressor que a agarrou pelos cabelos, e por ele próprio, que chutou suas costas. Apenas após a agressão à moça, os seguranças tomaram providências, segurando o estudante. Este, logo em seguida, deixou o local com sua namorada dizendo “vamos embora, já consegui o que eu queria” e proferindo mais ameaças. Além disso, nesse mesmo dia, o agressor fez declarações, a outros estudantes residentes na Moradia II, que demonstram sua rejeição a homossexuais, utilizando expressões como “nojo a homossexuais” e referindo-se de modo pejorativo ao apartamento no qual Fernando residia, chamando-o de “gaiola das loucas”, para dizer que lá só moram gays. <o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>Ressaltamos que durante todo o momento em que as agressões físicas ocorriam, o estudante e sua namorada insultavam Fernando com dizeres de depreciação e ofensa relacionados à homossexualidade, caracterizando motivações homofóbicas dos agentes. Outras pessoas presenciaram tais acontecimentos e confirmam os fatos relatados, dispondo-se a prestar depoimento judicialmente.<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>Questionamos a (des)atenção dispensada pela UFMG na formação e instrução de seus profissionais de segurança, que assistiram e permitiram tamanha agressão homofóbica, intervindo apenas após a violência física ter se entendido a uma das moças presentes.<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>Compreendemos que a agressão ocorrida não atinge somente ao Fernando e sua amiga. Ela se estende àqueles e àquelas que não são heterossexuais e que são juntamente inferiorizados pela reafirmação da homossexualidade no lugar da escória social. A violência homofóbica atinge também toda comunidade acadêmica que convive, há anos, com o preconceito presente em nosso dia-a-dia e nos trotes de recepção aos calouros de alguns cursos. É esse mesmo preconceito, legitimado pela permissividade institucional existente quanto às suas manifestações mais sutis ou tidas como inofensivas (como os trotes homofóbicos), que se materializa nessa agressão absurda.<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>A Reitoria da UFMG recebeu essa denúncia formalizada pelo próprio estudante e pedidos de providências elaborados pelo GUDDS! e por outros órgãos dessa Universidade. Contudo, acreditamos que o apoio em massa da comunidade universitária, dos Movimentos Sociais e demais cidadãs/ãos é de essencial importância para que providências realmente eficazes sejam tomadas pela Administração Central da UFMG e pela Direção da Moradia Universitária II, no tocante a essa e outras manifestações homofóbicas, já que elas se repetem nos espaços dessa Universidade sem necessariamente ganharem visibilidade. É necessário que os fatos sejam apurados, e que ocorram medidas punitivas aos agressores e seus cúmplices.<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>Por todo o exposto, convocamos todas e todos a somar esforços na solicitação de providências por parte dos órgãos competentes, encaminhando manifestos de repúdio à violência sofrida pelo estudante Fernando, à postura da segurança universitária e a toda forma de homofobia, junto às autoridades na UFMG.</FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial></FONT></FONT>&nbsp;</P><FONT size=2><FONT face=Arial><o:p> <P style="TEXT-ALIGN: center" align=center><B><FONT size=3><FONT face="Times New Roman">Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual / GUDDS!</FONT></FONT></B></P> <P style="TEXT-ALIGN: center" align=center><B><A href="mailto:guddsmg@gmail.com" target=_blank rel=nofollow ymailto="mailto:guddsmg@gmail.com"><FONT face="Times New Roman" size=3>guddsmg@gmail.com</FONT></A></B></P></o:p></FONT></FONT> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PELA CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=15964</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><FONT size=4>Ligue e contribua para a aprovação da Lei que criminaliza a Homofobia no Brasil – <B>PLC 122/2006.<o:p></o:p></B></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B><FONT face=Arial><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B><FONT face=Arial><FONT size=4>0800 61 22 11<o:p></o:p></FONT></FONT></B></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=4>Você pode mandar uma mensagem, pedindo voto favorável, para 03 (três) senadores e ou senadoras por ligação. É possível ligar de telefone público e até mesmo do seu celular. A ligação é GRATUITA</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=4>Neste momento é de extrema PRIORIDADE enviar mensagens para os/as senadores que compõem a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal. É nesta comissão que está tramitando o PLC 122/2006. Ao ligar, você pode sugerir que sua ligação seja encaminhada a um desses senadores da comissão. </FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=4>Para a primeira ligação, o atendente fará um breve cadastro, por isso tenha em mãos o CEP da sua residência ou trabalho. Nas próximas ligações seu cadastro é identificado rapidamente. Uma sugestão de MENSAGEM:</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=4>"Ao Senhor Senador e ou Senhora Senadora - cite o nome do senador eleito por você ou - A todos os Senadores da Comissão de Assuntos Sociais,</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=4>Eu peço que vote(m) contra o preconceito. Vote(m) contra a violência. Vote(m) SIM ao relatório da Senadora Fátima Cleide para aprovar o PLC 122/2006 contra a homofobia, nesta comissão. Esse ato é simbolizar que o Senado é contra a violência cometida contra todos os brasileiros e brasileiras GLBT."</FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P> <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Mãe sempre sabe?]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=23111</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT face="Times New Roman">
<P dir=ltr align=justify><FONT face="Times New Roman, Times, serif" size=4>Chega&nbsp;nas livrarias nesta sexta-feira, dia 10,&nbsp;&nbsp;"Mãe Sempre Sabe?",&nbsp;da educadora Edith Modesto. Depois que&nbsp;descobriu que o filho era gay,&nbsp;Edith - que é professora universitária - entrou de cabeça no assunto,&nbsp;resolveu&nbsp;fundar o Grupo de Pais Homossexuais e compartilhar opiniões e experiências sobre o tema. Também&nbsp;lançou&nbsp;o livro Vidas em arco-íris.</FONT></P>
<P dir=ltr align=justify><FONT face="Times New Roman, Times, serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P dir=ltr align=justify><FONT face="Times New Roman, Times, serif" size=4>No livro&nbsp;"Mãe Sempre Sabe?" a autora faz um estudo sobre a diversidade sexual dentro da família e mostra aos pais como eles podem lidar em casa e de uma forma geral com a orientação sexual de seus filhos. </FONT></P>
<P dir=ltr align=justify><FONT face="Times New Roman, Times, serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P dir=ltr align=justify><FONT face="Times New Roman, Times, serif" size=4>Certamente a pergunda título do livro já foi tema de muitas conversas entre gays, debates em TV etc. &nbsp;Tratar o assunto dentro de casa é muito delicado para muitos homossexuais. Vira um drama. e por causa disso alguns atravessam a vida trancados no armário. Mas, fica aí a pergunta:</FONT></P>
<P dir=ltr align=justify><FONT face="Times New Roman, Times, serif" size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P dir=ltr align=justify><FONT face="Times New Roman, Times, serif" size=4>Mãe sempre sabe, reconhece quando o filho é gay?&nbsp;O que vocês acham? Conta aqui pra gente como o assunto é tratando na sua família. </FONT><FONT size=4></FONT></P>
<P dir=ltr align=justify><FONT face="Times New Roman, Times, serif" size=4>Boa leitura!!</FONT></P>
<P dir=ltr align=left><FONT face=Arial size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P dir=ltr align=left><FONT face=Arial size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P dir=ltr align=left><FONT face=Arial><FONT size=4></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P dir=ltr align=left><STRONG><FONT face=Arial><FONT size=4></FONT><FONT size=3></FONT></FONT></STRONG>&nbsp;</P></FONT></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Motivo ou oportunidade?]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=23112</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>Frase da tarde, de uma novela em reprise, de uma atriz que levou um belo chifre, divulgado amplamente nos sites de fofoca. Foi mais ou menos isso:</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>"Alguns para traír precisam de motivo e outros de oportunidade".</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>E você acha o que mesmo?</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=5>Sei lá qual foi o motivo que a levou a ganhar os adornos na testa, mas xô traição, seja ela de que espécie for!</FONT></P>
<P><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=5></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[EU NÃO QUERO FILHO GAY!!!!!!!]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=17050</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">A modelo curitibana Isabeli Fontana, de 24 anos, disse ontem, segunda-feira, que não gostaria de ter um filho gay. A declaração da ex-mulher do ator paulista Henri Castelli, <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>foi feita no programa da "Hebe", no SBT (que aliás já está em outro horário: 20 horas agora)<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">A discussão sobre homossexualidade veio à tona devido à presença do ator Lugui Palhares, o Carlão na novela "Duas Caras", de Aguinaldo Silva. Na trama, o personagem tinha um envolvimento com o cozinheiro Bernardinho (Thiago Mendonça). <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Hebe perguntou se Lugui era gay. O ator respondeu que não, apontando sua mulher para "provar". Sentada no famoso sofá, Isabeli comentou que, se fosse seu filho, não queria que ele fosse gay. Depois, ela tentou minimizar a fala afirmando que conhece gays e os adora. (Antes tivesse ficado muda e dando risada no sofá)<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">À Hebe, o ator Lugui Palhares disse que não era gay, pois tem uma mulher, mas aproveitou o comentário infeliz da modelo para defender o respeito aos homossexuais dizendo à Isabeli que se o filho dela fosse gay teria que amá-lo do mesmo jeito e compreendê-lo.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">A modelo, já vendo a besteria que fez, <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>concordou falando que tentaria compreendê-lo. Isabeli é mãe de dois filhos (Zion, 5, e Lucas, 1). Já esteve no ranking das principais modelos do mundo, elaborado pelo site Models.com, um dos principais termômetros da profissão. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Casou-se com o ator Henri Castelli, em dezembro de 2005 e tiveram um filho, Lucas, em outubro de 2006. O fim da relação foi noticiado em abril de 2007. O primeiro filho da modelo é Zion (pronuncia-se záion, mas tanto faz a pronúncia, é feio dos dois jeitos), que nasceu em março de 2003, fruto de seu casamento com o modelo catarinense Álvaro Jacomossi.</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><STRONG>Comentário:&nbsp;</STRONG></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">São pessoas como você, querida, que precisamos banir do meio. &nbsp;Você não quer filho gay, como se ele tivesse a chance de escolha. E nós queremos&nbsp;pessoas como você só no catálogo - muda - e olhe lá!&nbsp;</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[DEFENSORA DOS GAYS]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=16680</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;</FONT></FONT><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B><FONT size=2><FONT face=Arial>Desembargadora Maria Berenice Dias fala sobre união homoafetiva no ‘Marília Gabriela Entrevista’<o:p></o:p></FONT></FONT></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Na semana em que o GNT dedica sua programação à diversidade sexual, o “Marília Gabriela Entrevista” deste domingo, dia 29, às 22h, convida a desembargadora gaúcha Maria Berenice Dias para debater o tema. A entrevistada foi a primeira mulher a ingressar na magistratura do Rio Grande do Sul, é defensora da união civil entre homossexuais e criadora da expressão “homoafetividade”. Autora dos livros: União Homossexual – o preconceito e a justiça, Conversando sobre... homoafetividade e Manual das Sucessões, ela aborda no programa a nova idéia de família, a discriminação entre os sexos e os avanços da legislação brasileira nas questões familiares.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Maria Berenice revela ter sido discriminada assim que entrou na magistratura gaúcha e conta que o exame que as mulheres fizeram para conquistar a vaga foi diferente do dos homens. “Perguntaram se eu era virgem”, fala. Uma das pioneiras na defesa das uniões homoafetivas, neologismo criado por ela, diz: “Temos uma lei em que a família é uma unidade de afeto e eu não vejo justificativa para que os homossexuais não sejam inseridos. O conceito de casamento é muito ligado à religião – ‘crescei e procriar-vos’ - e na relação homossexual isso não existe”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>“A união entre o mesmo sexo assusta porque quebra paradigmas”, acredita a gaúcha. A partir daí, as duas relembram os diversos casos de morte de homossexuais no Brasil, e a convidada questiona: “Por que as pessoas se preocupam tanto com a orientação sexual dos outros?”. Gabi pergunta se a justiça brasileira tem sido liberal ou se ainda há resistências. Maria Berenice responde que existe muita resistência da sociedade e que isso reflete no legislativo. “Há uma omissão total do legislador que deixa as pessoas excluídas. A justiça é conservadora. Se não tem lei, não tem direito”, conclui. Ela dá um panorama geral da lei nos países nórdicos, no Canadá e na Espanha, locais em que a união homoafetiva é reconhecida.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Dedicada às questões familiares, a magistrada esclarece o funcionamento do processo de adoção por casais homossexuais e relata um caso de sucesso no Rio Grande do Sul. Aproveitando a polêmica sobre o registro de uma criança com dois pais, levantada pela novela Duas Caras, ela fala: “Houve avanço na mídia. Na primeira novela, um casal de lésbicas teve que ser incendiado por causa da reação pública, e a reação é a marca do preconceito”. Finalizando o assunto, diz: “Os homossexuais são vistos como sendo de segunda categoria, parecendo que eles não teriam famílias normais. Não vejo problema nas crianças terem dois pais ou duas mães, desde que haja envolvimento afetivo”. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Além da falta de abertura na legislação e do preconceito da sociedade, outro grande obstáculo a ser vencido que a gaúcha percebe é a homofobia dos próprios homossexuais. Heterossexual, ela conta que uma vez os colegas da faculdade da filha, diante da militância da mãe na causa homoafetiva, chegaram a questionar a sexualidade de Maria Berenice. Tomando o episódio como exemplo, diz: “Parece que não podemos defender outras causas a não ser a própria!”. Gabi elogia o trabalho da convidada e pergunta qual é sua maior vitória. A resposta: “Ter recebido o título de juíza dos afetos”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Frase do final do programa: “O afeto é uma realidade digna de tutela”.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>O programa vai ao ar todo domingo, às 22h e nos horários alternativos: segunda, às 3h30; terça, às 22h30; quarta, às 4h e às 10h e sábado, às 10h30 e às 15h.</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[PAIS, FILHOS E GAYS]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=16591</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">A busca de super-homens é uma quimera longa e trágica na história humana</SPAN></STRONG></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>SERÁ POSSÍVEL escolher as preferências sexuais de um filho? Não, não falo de preferências por ruivas, loiras ou morenas. A questão, levantada pela cibernética “Slate”, vai mais fundo: será possível mexer na base neurobiológica de uma criatura e “reprogramá-la” para ela gostar do sexo oposto?<BR>Talvez. Conta a “Slate” que longe vão os tempos em que a homossexualidade era encarada como escolha pessoal ou produto do meio. A homossexualidade é um fato natural -como a cor dos olhos, a pigmentação da pele-, e estudos recentes apóiam a tese ao mostrarem diferenças visíveis no cérebro de homos e héteros.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Parece que os gays têm cérebros muito semelhantes aos das mulheres hétero. E parece que as lésbicas têm cérebros muito semelhantes aos dos homens hétero.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial>Mas os estudos não ficam restritos a esse retrato. Os cientistas dão um passo além e sugerem que importantes influências hormonais, durante e pouco depois da gestação, determinam a constituição neurobiológica do indivíduo. E, se os hormônios desempenham papel principal, abre-se a porta prometida: “reorientar” os hormônios, “reorientar” a preferência sexual do bebê. A possibilidade recebe aplausos. A Igreja Católica, confrontada com tal cenário, esquece a sua própria doutrina sobre os limites da manipulação médica e apóia decididamente a busca de uma “terapia” capaz de “curar” a “doença” homossexual.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><BR><FONT face=Arial>Mais impressionante é a opinião da maioria: questionada sobre a possibilidade de conhecer a orientação sexual do filho por meio de um teste pré-natal, a generalidade não hesitaria em recorrer ao aborto ou à “reprogramação” caso a sexualidade da criança apontasse para o lado “errado”. No fundo, quem não salvaria um filho do preconceito social ou da “doença” homossexual?<BR>Fatalmente, a questão é desonesta. Aceitar as premissas do debate lançado pela “Slate” -aceitar, no fundo, que, por meio da ciência, é possível reverter a orientação sexual de um ser humano- é aceitar, implicitamente, que a homossexualidade é uma doença. E, aceitando-o, permitir que a medicina a trate exatamente como trata qualquer doença. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><BR><FONT face=Arial>A realidade não legitima a fantasia. A síndrome de Down ou a espinha bífida, por exemplo, são doenças no sentido mais básico do termo: elas impedem que um ser humano tenha uma vida plena. Podemos discutir se a medicina deve e pode “manipular” genética ou biologicamente uma vida humana para erradicar esses males. E podemos discutir se esses males legitimam a interrupção da gravidez.<BR>Mas essas discussões são distintas do problema inicial: reconhecer a Down ou a espinha bífida como fatores objetivamente incapacitantes de uma vida normal. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><BR><FONT face=Arial>A homossexualidade não é uma doença. Pode ser motivo de preconceito social, dificuldade relacional, neurose pessoal -mas não é impeditiva de um funcionamento pleno do indivíduo nem põe em risco a sua sobrevivência futura. Nada disso significa, porém, que não exista uma base neurobiológica capaz de explicar a orientação sexual. É possível e até provável. Exatamente como é possível e provável que certas propensões da personalidade humana -para a depressão, para a liderança, para a criatividade- estejam já inscritas na nossa natureza.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><BR><FONT face=Arial>Mas isso não autoriza a medicina a procurar o paradigma do Super-Homem, dotado da dosagem certa de humor, capacidade de chefia, talento para a pintura e para o sapateado. A busca de super-homens é uma quimera longa e trágica na história humana. Resta a questão final: e os pais? Confrontados com a possibilidade de “reprogramarem” a orientação sexual de um filho ou de descartarem-no via “aborto terapêutico”, terão os pais o direito de pedir à medicina esse instrumento seletivo e subjetivo? <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><BR><FONT face=Arial>Aceitar essa possibilidade é aceitar que, no futuro, os pais poderão determinar a vida futura dos filhos. Escolher a orientação sexual; o temperamento; a vocação intelectual; a excelência atlética ou estética.<BR>Não duvido que a maioria, confrontada com tal hipótese, reservasse para a descendência o cruzamento ideal entre Brad Pitt, Albert Einstein e Pelé. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><BR><FONT face=Arial>Mas um tal gesto seria uma tripla violência: contra a medicina e a sua função especificamente curativa; contra o mistério e a diversidade da vida humana; mas também contra os próprios filhos, condenados a habitar vidas que não lhes pertenceriam, mas que foram desenhadas pela vaidade, soberba e tirania de seus progenitores.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText2 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><EM><FONT face=Arial size=2>Nota: <STRONG>Este texto é de João Pereira Coutinho e foi publicado no jornal Folha de São Paulo de hoje. O texto reflete a opinião dele (e a minha também) sobre o assunto como ser humano e como homossexual.</STRONG></FONT></EM></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></EM></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[REBELIÃO NOS QUARTÉIS]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=15119</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<H2 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT face=Arial size=2>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">A revista Época dessa semana traz como matéria de capa o caso de um casal de sargentos do Exército que vive juntos há 10 anos e se assumiram publicamente. Os dois estão usando uniformes nas fotos e no site da revista aparecem se beijando.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Laci Marinho de Araújo e Fernando Alcântara de Figueiredo moram em um apartamento em Brasília, não são assumidos para a família e vizinhos e segundo Fernando são "um casal normal". Eles fizeram recentemente denúncia de corrupção no hospital militar. O Ministério Público abriu inquérito para apurar as supostas irregularidades. Laci, que a<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>reportagem diz fazer a sombrancelha e tirar a barba com cera, é cover de Cassia Eller em uma banda chamada Terceira Visão. O sargento teve a prisão decretada no último dia 21 de maio após ter sido transferido para Osasco (SP) e não ter aparecido, sendo considerado desertor. De acordo com o exército, ele teria passado seis meses de licença de saúde por diversos motivos e alega que teria se recusado a receber os médicos enviados para fazer perícia.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">COMO ALGUÉM INTELIGENTE CONSEGUE ACREDITAR QUE NAS FORÇAS ARMADAS NÃO HÁ GAYS?<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">&nbsp;<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">Enquanto isso, em Juiz de Fora ...<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify">O sargento transexual licenciado do Exército de Juiz de Fora, Fabiano Portela, de 26 anos, ganhou na Justiça Federal, através de uma liminar, o direito de receber salário e assistência médica. Fabiano -<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>hoje Fabiane – passou pela a cirurgia para mudança de sexo, em março deste ano, o que acabou acarretando o seu afastamento das Forças Armadas. Para ter assegurado o direito de ser reformado e, como conseqüência, continuar recebendo salário de terceiro sargento, ele entrou com ação na Justiça, se valendo do Código Internacional de Doenças e do Conselho Federal de Medicina, que tratam o transexualismo como transtorno mental. Fabiano Portela não deverá assumir o posto pelo fato de estar em período de licença médica.</P></FONT></H2>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Qual é a tua, Bernardinho?]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=14577</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 14.0pt">A novela&nbsp;"Duas Caras" chega ao seu final essa semana.&nbsp;E o beijo gay, sai o não sai?? E o Bernardinho, o que a gente faz com ele???&nbsp;</SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 14.0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></B>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">Coitado do Bernardinho, o personagem gay da novela das oito Duas Caras, de Aguinaldo Silva. Maltrado pela madrasta Amara, flagrado na cama com o Carlão, expulso de casa, foi morar na quadra da escola de samba da favela e com a ajuda do chefão Juvenal Antena deu a volta por cima. Será? Homossexualidade e telenovela nunca se beijaram..... literalmente. O internauta noveleiro já deve ter torcido BEIJA!BEIJA!BEIJA! E nada de beijos, bitocas ou selinhos. Não por falta de visibilidade gay nas últimas telenovelas brasileiras, mas parece que a censura ou uma auto-censura ou a política da empresa ainda impedem isso. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial size=2>Lendo o livro “Bastidores de Hollywood”, a influência de gays e lésbicas de 1909 a 1969, fiquei pensando: com todo moralismo norte-americano no período, gays e lésbicas, atores, atrizes, diretores, figurinistas, roteiristas, todos enfrentavam a lei de censura tanto da indústria quanto a do governo. E estamos falando do início do século XX! Com sua criatividade e sensibilidade, provou seu talento e impedia que cenas fossem cortadas. Mantinham suas vidas privadas ou não, eram motivos de fofocas das revistas e jornais, mas entraram para a história do cinema. </FONT></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">E os personagens e ou atores gays brasileiros? Sou contra a praga das revistas de celebridades, que “plantam” notícias sobre quem é ou não é, e já defendi aqui nesse blog um artigo intitulado “Cada Um na Sua”. Mas a telenovela brasileira, nosso produto de exportação reconhecido mundialmente, tem uma dívida com os personagens gays. Autores assumidos como Gilberto Braga e Aguinaldo Silva já nos deram várias tramas gays bem interessantes, com muita verossimilhança, Em 83, Gilberto Braga em “Brilhante” deixou nas entrelinhas uma suposta homossexualidade do ator e hoje diretor, Denis Carvalho. Filho da poderosa e possessiva Chica Newman (Fernanda Montenegro), seu filho ficava ao piano tocando, tocando,tocando, solitário. E a mãe atazanando o filho para se casar com Vera Fischer. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">Em “Vale Tudo”, Braga mostrou um casal de lésbicas bem resolvido, donas de uma pousada em Búzios, uma morre e a outra encontra um novo amor no último capítulo. Cenas de bom gosto e sensualidade, mas cadê o beijo? Silvio de Abreu em 95 na novela “A Próxima Vítima” mostrou o amor de Sandrinho e Jefferson, também com final feliz, apesar da desaprovação do pai, José Wilker, e uma festa de inauguração do apê onde o casal iria morar só com héteros (???). Sem estereótipos e com muita sensibilidade, a dupla ganhou fãs na comunidade gay.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">O “naturalista” Manoel Carlos mostrou em “Mulheres Apaixonadas” (2003), duas belas jovens apaixonadas, discriminadas pela menina má da escola, mas felizes da vida, tudo no ritmo do Leblon, onde o universo de Maneco nunca perde o romantismo. Em “Páginas da Vida”, uma decepção. O casal gay, o médico e o músico, morava juntos, adotaram o filho da empregada, recebiam a mãe de um deles totalmente friendly, interpretação genial de Ângela Leal. Agora, na cena da passagem de ano, quando chega meia-noite, um vira para o outro e diz: “Feliz Ano Novo, Cara!”. Isso não é páginas da vida, pelo menos da real....<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">Do Leblon, para a Portelinha, Bernardinho vive um casamento a três, dono de restaurante, romântico, sensível e burro, como ele mesmo se definiu depois de ser ludibriado mais uma vez pelo michê Carlão. Agora, a paixão do sensível Bernardinho cai na caricatura da bicha que gosta de malandro, sofredora e ouve Elizeth Cardoso todos os dias. “Saudade, torrente de paixão”... este deveria ser o tema do personagem e não “How Deep is your Love? Dos Bee Gees. De profundo, o amor de Bernardinho ainda está no folhetinesco, bem versus mal. Dono de restaurante, livre, leve e solto, ele poderia rodar a baiana, não acham? Então, como sugestão para os caros internautas deixo possíveis desfechos para o Bernardinho:<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt; TEXT-INDENT: -18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">1)<SPAN style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">Manda o Carlão passear, deixa o restaurante com a Dália e o Heraldo, vai para a Europa fazer cursos de culinária e volta, resolvidíssimo, com um namorado super bacana.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt; TEXT-INDENT: -18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">2)<SPAN style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">Fica com Carlão e agüenta as sacanagens de seu amor bandido. E no final diz: Bicha burra nasceu morta, que nada, bicha gosta é de apanhar, bem Nelson Rodrigues.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt; TEXT-INDENT: -18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">3)<SPAN style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">Bernardinho fica fritando bolinhos de bacalhau e pensando na morte da bezerra,<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 36pt; TEXT-INDENT: -18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">4)<SPAN style="FONT: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt">O final “Você decide” (nossa que chavão) ou melhor a seguir cenas do próximo capítulo.....<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt"><EM>A anáslise foi feita pelo&nbsp;internauta Walter Rebouças</EM></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Palco para Miss Gay]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=13839</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Arial">Novidade no Miss Brasil Gay 2008. O concurso, realizado em Juiz de Fora há 32 anos, inaugura um novo espaço: O CINE TEATRO CENTRAL. No coração da “Princesa de Minas”, a Rua Halfeld, o teatro é belíssimo, foi todo restaurado, depois de ficar um tempo jogado às moscas, agora recebe talentos do teatro local e nacional, assim como shows. Pela primeira vez, a construção, do início do século passado, vai abrigar uma festa, que antes acontecia em ginásios. O que muda com isso?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">O travesti precisa do palco, aliás ele é o PALCO. No beco sujo fedendo a mijo, na esquina mais perigosa da cidade, na cama de motel com o executivo que precisa realizar suas fantasias, “os travestis fazem com que as coisas não funcionem por si mesmas”, como definiu Andy Warhol. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Nos últimos anos, o Miss mudou. Surgiu uma parceria saudável e produtiva entre os pioneiros dos primeiros concursos e o pessoal do MGM (Movimento Gay de Minas) e outros da nova geração. Isso é um exemplo de diversidade, palavra que a comunidade gay fala, fala, fala, mas nem sempre coloca em prática. O Miss dos estádios era uma festa do balacobaco. Super organizado, mas com o calor das arquibancadas, a fechação no bar do clube, a pegação no banheiro inundado de xixi, os bastidores e a força e o glamour de Chiquinho Mota, cabeleireiro, que se transforma em Mademoiselle Debret le Blache Le Blanc, uma releitura de Maria Augusta, que conduzia<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>o concurso de Miss Brasil com seu lendário bastão.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Freqüento o Miss desde os anos 80. Já fui na arquibancada, em mesas, fui convidado para o júri (não compareci, enfiei o pé na jaca na véspera e não deu, sorry, Chiquinho). Nos últimos anos, Juiz de Fora vira uma San Francisco por uma semana com o Rainbow Fest, organizado pelo MGM. Palestras, festas, é uma animação só que culmina com a parada, que este ano será no domingo.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Agora, acho estranho o MISS no CINE TEATRO CENTRAL. É Um teatro para se assistir a um espetáculo, onde espectador/ator ficam à distância. O Miss, na sua concepção desde 1976, é uma festa interativa. Enquanto rola o concurso, o pessoal circula. Bar, banheiro, arquibancada, mesa, olha o conhecido que não vejo ali há anos, bar de novo, um xixi rápido. O CINE TEATRO CENTRAL não me parece um espaço para este basfond, que é ótimo, claro sem excessos e respeito aos outros. Será que vai dar certo? </SPAN><SPAN lang=EN-US style="FONT-FAMILY: Arial; mso-ansi-language: EN-US">Tomara, afinal, THE SHOW MUST GOES ON.. </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">E se der errado (pé de pato mangalô três vezes!) ano que vem tem mais......</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Você também concorda que o Miss Gay em um teatro faz com que o evento perca seu "espírito"?</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>Este artigo é uma colaboração do internauta Walter Rebouças, Especialista em História e Estética do Cinema (Universidade de Valladolid, Espanha).<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[BEIJO GAY VETADO!]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=13391</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>A Globo vai vetar o beijo gay na novela “Duas Caras”. Agnaldo Silva teria se manifestado a favor da cena em que Bernardinho e Carlão se beijariam numa cerimônia de união civil. Parece que o manual de bons modos da Globo não contempla carícias e beijos entre homossexuais.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>Me respondam: alguém aí tinha dúvida desse veto? Alguém achava que esse beijo aconteceria? Só faltam dizer que coelhinho da Páscoa existe mesmo.<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>E tem mais: Afeto entre pessoas do mesmo sexo fere os manuais de bons modos, mas transformar um caso triste e doloroso como o da menina Isabella&nbsp;nesse espetáculo de baixaria em busca de audiência não fere a ética nem mancha os manuais do bom comportamento e dos bons costumes. <o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>E o tal do BBB, o que falar daquilo??<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[OPERAÇÃO ABAFA PARA RONALDINHO]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=13234</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>Está na imprensa que a Globo vem montando uma operação “abafa” para o caso Ronalducho, agendando entrevista aqui e ali nos programas da casa, homenagens com depoimentos emocionantes e tal. Aquelas bobagens demagogas que o Faustão adora fazer. Tudo para tentar limpar a imagem do ídolo que pegou travestis e levou para um motel no Rio de Janeiro, mas que depois se arrependeu ...<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>Enquanto isso, a ex dele, Viviane Bruneri - que ficou conhecida como Ronadinha - aproveita o escândalo e divulga um filme pornô em que ela contracena com um sósia do Fenômeno. Pra quem se interessar, o filme chama-se: Vivi Ronaldinha, Minha primeira vez. <o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">Aproveitando a fama repentina e antes que o assunto caia no buraco negro do esquecimento, as travestis Andréia e Carla fecharam contrato com a produtora de filmes eróticos “As Safadinhas” e vão rodar um filme pornô em São Paulo na semana que vem. O cachê passa dos R$ 10 mil para cada uma. Com esse dinheiro, o perfume das meninas está garantido!</SPAN></B></P>
<P align=justify>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[As travestis mentiram sobre Ronaldinho?]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=13122</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>As travestis Andréia Albertini e Carla Tamini admitiram, em novo depoimento para o delegado que acompanha o caso, que “criaram” a situação entre elas e Ronalducho em um motel do Rio de Janeiro. No primeiro depoimento, afirmaram que o fenômeno do joelho machucado fez sexo com elas e usou drogas. As duas também negaram que tenha havido extorsão. No depoimento, Andréia alegou que reclamou a falta do pagamento porque Ronalducho deu R$ 1 mil para cada uma das outras duas travestis e US$ 600 para ela. Como não sabia a cotação da moeda americana, pensou que tivesse recebendo menos dinheiro.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>A pergunta que não quer calar: Quanto e o que será que rolou por essa mudança?&nbsp;</FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O blefe de Ronaldinho]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=12806</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Eu tinha preferido não escrever nada a respeito do episódio envolvendo Ronaldinho e as travestis no Rio. Mas ao ver no domingo a entrevista ridícula dele no Fantástico, não me contive. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Pra mim, a entrevista foi uma encenação ridícula onde a emenda das explicações ficou pior do que o soneto do caso. O jogador tentando justificar o injustificável ficou péssimo pra ele. E ainda enfiar a namorada no meio dizendo que tinha brigado com ela naquela noite e, talvez, por isso, fez o que fez. Mas com um patrimônio de US$ 250 milhões como o dele, ficar mal na fita não significa nada. E a gente bem sabe que o povo tem memória de peixe, ou seja, curtíssima. Logo logo todos vão esquecer tudo isso ou dar menos importância ao fato.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Tem um momento da entrevista em que Ronaldinho fala que todos sabem que ele é hétero convicto (ele usou a frase completamente heterossexual), que as pessoas sabem das preferências dele. Como assim? Eu sei que ele teve várias e belas namoradas, mas até aí, qual a novidade? Tem tanta gente por aí com vida dupla. Eu não fico monitorando ávida dele. Você fica? Oras, e qual o problema se ele for um hétero convicto e com uma possível tara em travestis, ou em transas envolvendo travestis? E se, de repente, ele estava a fim de realizar a fantasia de ver as travas se pegando???</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>E você acha mesmo que um homem, criado no subúrbio carioca onde é possível encontrar de tudo, morando na Itália onde pipocam travestis nas esquinas, não sabia mesmo que na noite que preferiu fazer um programa diferente não sabia com quem estava lidando? Ou ele perdeu o bom senso ou ele estava sob o efeito de alguma substância alucinógena que o fez perder a noção das coisas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Negou duas coisas que sendo quem ele é, até sob tortura e na mesma condição eu negaria: afirmou que não usou drogas e que não manteve relações sexuais com as travestis. Só se ele tivesse querendo enterrar de vez a vida profissional e pessoal assumindo tais fatos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Mas confessou que tinha bebido um pouquinho após o jogo do flamengo. O que é um pouquinho??? Tem gente que bebe um copo de cerveja e já fica atordoado.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT face=Arial size=2>Outra coisa feia foi ele ter dito que tem uma quadrilha de travestis e prostitutas agindo no Rio extorquindo dinheiro de famosos que vão atrás dos serviços sexuais da categoria. Isso é demais né? Precisa disso tudo só para justificar o incidente de uma fantasia interrompida por motivo que, talvez, nunca saberemos?</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-WEIGHT: normal"><FONT size=2><FONT face=Arial>Mas e se o episódio envolvesse o jogador e prostitutas e não travestis, o peso do que as pessoas e o próprio Ronaldo estão classificando como erro seria o mesmo? A Nike teria mantido o mega contrato que tem com Ronaldo? A imprensa teria assediado e dado o destaque como deu??? E por que as travestis não foram ouvidas em relação ao que foi dito pelo jogador? Alguém, com certeza, tem o contato delas porque, segundo o próprio Ronaldo, elas são tão organizadas que se transformaram em quadrilha especializada em extorsão.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-WEIGHT: normal"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-WEIGHT: normal"><FONT size=2><FONT face=Arial>A entrevista blefe só serviu pra mostrar que Ronalducho está fora de forma, que aquele cabelo não ajuda, Patrícia Poeta está melhor do que a chata da Glória Maria e que Angra dos Reis é um local que a gente tem que conhecer!<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[MAIS UMA VITÓRIA]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=12336</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-weight: bold"></SPAN></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-weight: bold">Mais uma da justiça em favor das relações gays. O juiz Wanderley Salgado de Paiva, </SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">da 30ª Vara Cível de Belo Horizonte (MG) concedeu a um gay o direito de receber, de uma instituição de previdência, a pensão por morte do seu companheiro. Determinou, também, que seja feito o pagamento do débito em atraso, retroativo à data do óbito.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Poucos dias atrás, postei aqui uma outra decisão em favor de uma enfermeira aposentada que foi casada com uma servidora pública estadual e que ganhou na justiça o direito a uma pensão a ser paga pelo Ipsemg, o instituto previdenciário de Minas Gerais.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">"O indivíduo, na sua condição homossexual, tem o direito constitucional de não ser discriminado, tendo no ordenamento jurídico o livre acesso à justiça para garantir direito seu de natureza fundamental. Assim, o princípio da não-discriminação, arrimo da igualdade entre os cidadãos, deve ser resguardado para que nunca perca sua efetividade"</SPAN></B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"> disse o juiz em sua decisão. <o:p></o:p></SPAN></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Na ação, o rapaz declarou que tinha uma união estável, reconhecida e registrada em cartório (olha aí para que servem as uniões registradas em cartórios, ou, os “casamentos” sérios e não esses shows de baixarias em programas de TV). Quando seu companheiro faleceu, ele requereu a pensão junto ao INSS e à instituição. O órgão público (INSS) acatou o pedido, mas a instituição financeira não. Requereu, então, em juízo, o recebimento da pensão e o pagamento dos valores atrasados. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Alegando "falta de amparo regular previsto em seu estatuto", a instituição negou-se a pagar o benefício. Declarou que as normas do plano de previdência são taxativas, não cabendo interpretação extensiva. "Somente é reconhecido o direito ao companheiro que assim for definido segundo a legislação vigente, e a legislação brasileira não reconhece a união entre pessoas do mesmo sexo", completou. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">O juiz frisou que <B>a legislação vigente regula a família do início do século passado, declarando a proteção do Estado à união estável entre o homem e a mulher, mas não pretendeu excluir a união homoafetiva. Para ele "a lacuna existente na legislação não pode servir como obstáculo para o reconhecimento de um direito". No seu entendimento, se a legislação evoluiu ao tempo e modo da sociedade, não pode o anacronismo servir de escusa para a injustiça. "É dever do julgador se pautar pela obediência à lei, mas sem prejuízo daquele a quem esta se destina: o indivíduo"</B>, salientou o juiz. Para ele, uma vez reconhecida a união estável homoafetiva, a dependência entre os companheiros e o caráter de entidade familiar à relação, <B>"seria hipocrisia não admitir o relacionamento homossexual para efeitos previdenciários, sendo que a sociedade não mais tolera tal discriminação"</B>, completou o juiz no despacho de sua decisão que ainda está sujeita a recurso.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Que o <STRONG>negrito</STRONG> dessa informação&nbsp;seja muito bem lembrado por todos.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;<o:p></o:p></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A IMPRENSA GAY NO BRASIL]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=12104</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><FONT face=Arial>Todas as cores do arco-íris no seu jornaleiro da esquina. Dois novos lançamentos no mercado editorial GLS inauguram a livre concorrência nas publicações direcionadas ao público gay. Estou falando das revistas JUNIOR e DOM, bimestrais, que chegaram para fazer frente à G MAGAZINE – há uma década nas bancas com seu principal apelo aos leitores: os peladões ou os “lasanhas” (termo usado pelo escritor Caio Fernando Abreu para se referir aos homens atraentes e tesudos). A chegada das duas revistas é uma vitória num segmento condenado nas últimas décadas a uma vida curta e dificuldades para manter as edições, conseguir patrocínio e apoio.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Com linhas editoriais diferentes, JUNIOR e DOM ressuscitam o que podemos chamar de “jornalismo gay”. Tem homens bonitos na capa sim. Ensaios fotográficos com profissionais até do exterior, mas os primeiros números trouxeram reportagens muito interessantes, bem apuradas, jornalismo de primeira categoria. Temas sérios e divertidos, a receita das duas novas revistas. Destaco no segundo número da JUNIOR uma entrevista com Ciro Barcellos, ex-dzi croquette, um grupo liderado pelo coreógrafo Lennie Dale nos anos 70 e pioneiro das nossas drag-queens. Quem não viveu a época, fica sabendo o que foi o desbunde nos tempos da ditadura. A DOM já discutiu os “barebackings”(já tema desse blog), e a JUNIOR fez uma discussão entre as religiões e a homossexualidade.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Mas toda essa liberdade de expressão na imprensa não foi fácil. A história de publicações para o público homossexual começou no Brasil sob os olhos atentos da censura.O pesquisador Marcus Antonio Assis Lima registrou que circularam no Rio de Janeiro, entre os anos 60 e 70, pelo menos quinze títulos, entre jornais e revistas. Na metade dos anos 70, começa a ser publicada, no jornal <B style="mso-bidi-font-weight: normal">ÚLTIMA HORA</B>, assinada pelo jornalista Celso Curi, a COLUNA DO MEIO. Curi investia em piadas, cartas de eleitores e o correio elegante. Tudo com muito glamour e leveza. Acabou junto com o jornal. E o jornalista ainda enfrentou processos judiciais.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Com a abertura ampla geral e irrestrita, surge o jornal que virou lenda na imprensa gay brasileira: O LAMPIÃO DA ESQUINA, depois rebatizado de LAMPIÃO, era a versão homossexual do PASQUIM. E com o mesmo objetivo, criar polêmica. Entre sua equipe de jornalistas, nomes como Aguinaldo Silva, Darcy Penteado, Jean-Claude Bernadet, Peter Fry e João Silvério Trevisan ( hoje, colunista da G MAGAZINE). O LAMPIÃO circulava mensalmente, fazia denúncias, trazia contos, críticas literárias e roteiros. Minha cidade natal, Juiz de Fora, foi citada em uma das edições por causa de um bar que fez história na cidade mineira: O Marrakesh. O tablóide em preto e branco seguiu o rastro da anistia, entrou nos anos 80, mas cedeu aos apelos da pornografia na capa do tablóide. Em 81, com 31 números, a luz do LAMPIÃO apagou.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Nos anos 80, o mercado foi invadido pela pornografia gay nas bancas. E os vídeos. Nada foi criado para o público diferente desse enfoque. A mudança chega em janeiro de 1995. Surge a SUIGENERIS, publicação carioca, de distribuição mensal, que trouxe no primeiro número os Pet Shop Boys na capa. A revista virou porta-voz da comunidade gay, e teve edições memoráveis. Só para citar algumas: capas com Renato Gaúcho, ainda jogador de futebol, Roberta Close, o cineasta espanhol Pedro Almodóvar e sua passagem pelo Brasil, entre outros. A revista durou três anos, virou um site na internet e fim. Na grande imprensa, os gays tinham seu espaço também na coluna NOITE ILUSTRADA, da jornalista Érika Palomino. De um box no meio da página, virou página inteira, acabou num livro de fracasso editorial (BABADO FORTE). E aí nos perguntamos que acontece com a imprensa gay? Criada às margens, no chamado jornalismo underground ou “udigrudi”, ela parece ainda ter essa marca de marginalidade. O que não diminui sua importância e história. Ainda não temos no Brasil publicações como a norte-americana ADVOCATE – há três décadas com credibilidade igual à de revistas como TIMES<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>e NEWSWEEK. Com artigos e reportagens em profundidade, a ADVOCATE realmente advoga na causa gay. Luta pelo direito dos homossexuais, abraçou a causa da Aids e denuncia homofobia e violência em todo o país. Sem radicalismos. Recentemente, deu capa para o astro pop Justin Timberlake, definido como “straight cool” (hétero gente boa). <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">E aqui abaixo da linha do equador, o que nós queremos ler nas revistas, sites e blogs gays? Qual seria o perfil num país de tantos perfis. Temos que sair do eixo Rio-São Paulo e mostrar a vida homossexual no interior, como fez a DOM, em seu segundo número com a reportagem sobre os “Diadorins”- referência ao romance Grande Sertão Veredas e duas histórias de amor no interior desse Brasilzão. Pautas não faltam, profissionais também. Atenção empresários: abracem esse gênero. No final ganhamos todos, nossa história, cultura e diversidade.&nbsp;</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"></SPAN>&nbsp;</P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><EM><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 7.5pt">O artigo é uma colaboração do internauta Walter Rebouças.</SPAN></EM><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><o:p></o:p></B></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SPAN><o:p></o:p></B></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[ANTES TARDE DO QUE NUNCA ...]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=11520</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Arial size=2>Deu na BBC Brasil que um sueco de 73 anos dormiu homem e acordou mulher. Mas, como assim? Ele resolveu fazer cirurgia de troca de sexo num prestigiado instituto médico na capital sueca e passou a ser a pessoa mais velha do mundo a fazer a mudança. Numa entrevista, o sueco – agora sueca – afirmou com toda felicidade do mundo que agora, finalmente, era uma mulher. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT face=Arial size=2>Disse também que sempre se sentiu como uma mulher, desde os três anos de idade, mas agora tinha o corpo de uma. A mudança de nome e identidade foi aprovada pelas autoridades suecas no ano passado, quando foram emitidos também seu novo passaporte e a carteira de motorista: os documentos que provam que ela já existe. </FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT face=Arial size=2>A mudança, segundo ela, é dolorosa, tem muito preconceito, precisa de acompanhamento médico, tratamento hormonal e muitas cirurgias até chegar ao resultado final. Mas vale a pena porque a angústia de ser o que não queria já fez o ex-sueco a se casar e<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>também a pensar até em suicídio.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Em agosto, ela completará 74 anos, agora feliz da vida. </FONT></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT face=Arial size=2>Eis a prova de que vale a pena esperar tanto tempo por alguma coisa. Tem uma hora que ela chega! Quem sabe não pode ser neste final de semana?!</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[UM OLHAR ALÉM DAS MONTANHAS DE MINAS]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=11416</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P align=justify><FONT face=Arial size=2>O juiz da 4 ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Belo Horizonte, Saulo Versiani Penna, determinou que o Instituto de Previdência dos funcionários estaduais de Minas Gerais, pague pensão a uma enfermeira aposentada que mantinha uma relação homoafetiva com uma servidora pública estadual, também aposentada. O juiz determinou, ainda, que o instituto pague a enfermeira, as pensões vencidas, desde 19/12/2006, data do falecimento da sua companheira.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </SPAN>A enfermeira alegou que mantinha união estável com a funcionária estadual, desde 1981, passando as duas a morarem juntos a partir de 2003. Alegou, ainda, que em dezembro de 2006, com a morte de sua companheira, solicitou ao instituto o benefício da pensão por morte, mas foi negado.</FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT face=Arial size=2>O&nbsp;instituto contestou alegando, entre outros motivos, que a Constituição Brasileira mesmo ampliando o conceito de família de forma a abranger a união estável, não regularizou a união homoafetiva. Alegou, ainda, que não houve comprovação da dependência econômica da autora em relação à falecida. O juiz informou que a legislação estabelece como entidade familiar a união entre homem e mulher, em conseqüência, com base exclusiva no princípio da legalidade, o instituto não poderia abranger os casos de união homoafetiva. Mas, segundo, o juiz, é impossível concordar com esse entendimento. Ele esclareceu que a Constituição veda qualquer forma de preconceito e discriminação, incluindo o desequilíbrio no tratamento jurídico, quando fundado na orientação sexual das pessoas.</FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT face=Arial size=2>O juiz lembrou que "a Constituição Federal de 1988 consagrou o princípio da igualdade, censurando todas as formas de preconceito e discriminação. Essa posição é constatada desde o preâmbulo da Constituição, que exprime o propósito de se constituir uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos".</FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><STRONG><FONT face=Arial size=2>Para o juiz, todos os projetos pessoais e coletivos de vida, desde que plausíveis, são dignos de igual respeito e consideração, merecedores de idêntico reconhecimento. Assim, para ele, a orientação sexual não perturba a ordem pátria e, assim, merece atenção e regulamentação jurídica. </FONT></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>O juiz Saulo Versiani Penna ressaltou que "a Constituição de 1988 faz menção apenas à relação entre homem e mulher, no que foi acompanhada pela legislação ordinária. Contudo, o constituinte não pretendia suprimir da apreciação jurídica a união homoafetiva, deixando, na verdade, o tema aberto à evolução dos costumes e do Direito." Segundo o juiz, "pela análise da legislação específica, nota-se que a dependência econômica entre companheiros e segurados do instituto é presumida. No entanto, a autora, além de companheira da ex-segurada, comprovou uma relação de subordinação econômica".<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face=Arial size=2>Ainda que à essa decisão caiba pelo menos três recursos em outras instâncias do judiciário, muito bom saber que tem magistrado com um olhar além das montanhas de Minas.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
<H3 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></H3>
<H3 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></H3>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Casamento em debate]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=11070</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4>O casamento entre gays será o tema essa semana do MTV Debate. O programa, que é apresentado pelo cantor Lobão, vai ao ar hoje a partir das 10 horas da noite, na MTV. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4>De acordo&nbsp;com uma pesquisa realizada pelo Datafolha e divulgada ontem&nbsp;pelo jornal Folha de São Paulo, 45% dos brasileiros&nbsp;são contra&nbsp;a união civil de homossexuais.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><B><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=4>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoBodyText3 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>Já 39% dos entrevistados&nbsp;são a favor deste tipo de união e 14%, não estão nem aí, são indiferentes. Dividindo o resultado por sexo, a mulherada se mostrou mais favorável a união do que os homens. Entre elas,&nbsp;42%&nbsp;são a favor, e entre os homens, apenas 36% acham que está tudo bem. Já entre a população mais jovem do Brasil, de 16 a 24 anos, mais da metade é favorável&nbsp;a união entre homossexuais - foram 53% das respostas a favor e 34% contra. A partir dos 60 anos, a taxa de reprovação subiu para 62%. </FONT></STRONG></P>
<P class=MsoBodyText3 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=4></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P class=MsoBodyText3 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><STRONG><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=4>O apoio a união civil aumenta à medida que o grau de escolaridade dos entrevistados também se eleva: 51% dos que têm apenas o ensino fundamental manifestaram-se contra e 32% a favor. Entre os que possuem ensino superior, 51% são a favor e 34% contra. No Rio e em São Paulo, há um empate: 43% dos entrevistados são contrários a união.&nbsp;</FONT></STRONG></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[CONFERÊNCIA ESTADUAL GLBT]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=10846</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>Acontece nos dias 11 e 12 deste mês, em Contagem (MG), a I Conferência Estadual GLBT de Minas. O tema será direitos humanos e políticas públicas: o caminho para garantir a cidadania de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Os interessados em participar podem se inscrever até a próxima segunda-feira, dia 7, pelo site </FONT><A href="http://www.social.mg.gov.br/"><FONT face=Arial>www.social.mg.gov.br</FONT></A><FONT face=Arial>. Até o dia 9 sai a confirmação da inscrição pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social que está coordenando o evento.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>Na I Conferência Estadual GLBT serão propostas políticas públicas e a elaboração do Plano Estadual e Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos de GLBT, ao mesmo tempo em que vão ser eleitos os delegados para comporem a representação mineira na I Conferência Nacional, que acontece em Brasília, entre os dias<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>6 e 8 de junho.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN>A Conferência busca também avaliar e propor estratégias para fortalecer o Brasil sem Homofobia, programa de combate à violência e à discriminação GLBT da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText2 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2><FONT face=Arial>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[TaMaNhO é documento????]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=10796</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify><FONT face=Arial></FONT>&nbsp;</P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">No meio gay masculino, é muito comum ter a curiosidade de saber se o Fulano que ficou com o Beltrano tem o falo avantajado, o pênis grande.&nbsp;Parece que o prazer e a satisfação na hora do sexo estão diretamente relacionados ao tamanho do pênis. E ter um mega pênis é medir de 20 centímetros pra cima. Se ele é assim, já dá para classificar o cara como bom de cama etc e tal. Se for o contrário – ou seja, se tiver menos da medida citada – logo se conclui que o material não é bom e, conseqüentemente, a performance sexual também não será.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Já ouvi muito disso. Mas, será mesmo? Mas e o conjunto da obra, a boa pegada, o bom beijo, uma preliminar bem feita, onde entram?<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify>Dia desses li alguns comentários num site onde pessoas contavam suas experiências sobre esse assunto. Um sujeito contou que ele já tinha tido a experiência de transar com um cara que tinha um pênis jamais visto antes. Nem sei como imaginar isso muito menos sentir prazer com algo parecido. Ele contou que a performance não foi nada boa porque o próprio cara bem-dotado não sabia o que fazer com tudo aquilo.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Já outro dizia que a sua melhor experiência havia sido com um rapaz que tinha um falo que ele considerou normal, algo tipo 18 centímetros.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">De qualquer forma e tamanho, para os curiosos e amantes do bom pênis, falo, ou se preferirem, da boa neca, pica, vara, rola, pistola – independente do tamanho – vai aí uma dica. No dia 22 de maio chega às melhores livrarias da praça o “The Big Pênis Book” , da editora Taschen. O livro traz fotos de modelos retratados dos anos 70 até os 90 com mais de 20 centímetros de dote. E pela prévia, dá para ver que tem para todos os gostos, cores e sabores. Divirta-se! <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Hipocrisia ou zelo?]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=10605</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial></FONT></SPAN>&nbsp;</P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><FONT face=Arial><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><FONT size=2>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Um estudante de enfermagem de 25 anos foi surpreendido e preso, coitado, na tarde de hoje no centro de Belo Horizonte. Motivo: estava usando uma roupa que imitava a farda de bombeiro. O rapaz só foi descoberto porque um bombeiro – esse de verdade – passou pelo estudante e desconfiou da aparência dele. O universitário estava com a barba por fazer (huummmm) e sem o casaco que se usa por cima da camiseta vermelha (também, com esse calor!!!!). O gaiato – que estava muito constrangido e embaraçado com o caso porque tinha jornalista em cima dele - disse que usava a farda por ter uma grande admiração pela corporação. Tanta admiração que chegou a prestar concurso para ingressar no Corpo de Bombeiros no ano passado. Por isso, saía por aí vestido como tal. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=justify>Um bombeiro me disse que&nbsp;para se comprar a tal roupa precisa apresentar a identificação de militar na loja. Ou seja, tem comércio legalizado para isso. Disse ainda que, uma vez de posse da roupa, o sujeito que não é militar só pode usá-la em local fechado. Melhor dizendo, em casa. Estranho, não é? O fato é que a atitude do aspirante a enfermeiro foi considerada crime&nbsp;pelo Código Penal, por incrível que pareça! E vai render punição. De repente, sei lá, algumas horas de trabalho comunitário na corporação, costurando calças puídas...</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Cá pra nós, que cretinice essa história hein! Punir o cara por causa de uma bobagem dessas!<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Não é apologia à desordem não, mas o erro é de quem compra e resolve dar uma voltinha ou de quem vende e que não está nem aí na hora de seguir as regras do comércio? E quem não fiscaliza&nbsp;o negócio? </SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Sem contar que – como todo mundo sabe – essa coisa de usar farda é fetiche e faz parte do imaginário de meio mundo, tanto de mulheres como de gays. Basta ir a algumas boates e&nbsp;inferninhos da vida (em São Paulo então, nem se fale!) para encontrar caras musculosos recheando fardas das Forças Armadas, da Polícia Militar, dos Bombeiros etc.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">A falsa farda não pode, mas a hipocrisia sim.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=2>&nbsp;<o:p></o:p></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"></o:p></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Cada um na sua]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=10466</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<H1 style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></H1>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3><o:p></o:p></FONT></SPAN></B></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Cá entre nós, um livro lançado no fim do ano passado é uma reflexão sobre a homossexualidade, com um passeio por contos da literatura brasileira, desde Machado de Assis até autores pouco conhecidos pelo público. Quem espera contos eróticos, dramas contemporâneos, militância gay, não compre o livro. "Entre Nós" - contos sobre homossexualidade" , organizado por Luiz Ruffato, tem romantismo e polêmica numa<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>introdução e num prefácio que fazem pensar em tempos de paradas gay, reivindicações dos direitos dos homossexuais e luta por liberdade de expressão.</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align=center><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><o:p><IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//17/17915/baab60686837c34dbb776b082b41f45e.jpg">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; <IMG src="http://www2.eunaotenhonome.com.br/static/user//17/17915/4632d6d3a776213972831dd5ded7f18a.jpg"></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Ruffato, em sua introdução, começa com um belo poema de Fernando Pessoa: "O amor é essencial, o sexo é só um acidente, pode ser igual ou diferente. Na Introdução, "Outros nós", o autor deixa claro o objetivo da coleção, que também tem o título de LÍNGUA FRANCA. Então sejamos francos, sofremos muito por sermos gays, lésbicas, travestis, transexuais, bissexuais. E é na literatura brasileira que mostra como o "amor que não<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>ousa dizer<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>seu nome" ( Oscar Wilde) já é velho conhecido das nossas letras. "O Ateneu", de Raul Pompéia,(1888), com Sérgio, um jovem atormentado pela sua "diferença". Outro livro do século XIX, considerado<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>um escândalo na época, mistura diferenças raciais e homossexualidade. Até hoje , "O bom crioulo", de Adolfo Caminha, é motivo de teses, discussões acadêmicas. E naquela época (1867), causou furor na boa sociedade: o amor entre o negro e um branco.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">De volta para o futuro, chegamos ao século XXI, com uma introdução provocativa, bem embasada, e muito atual. O escritor Denílson Lopes, homossexual, autor de "O homem que amava rapazes", propõe uma revisão do "come out of the closet " - sair do armário. Critica a militância gay radical, que ainda persiste em alguns grupos e equívocos de radicalismos, quando nós queremos respeito à nossa diversidade e participação na sociedade com os mesmos direitos dos heterossexuais. Influenciados pelo GAY POWER norte-americano, começamos aqui nossa batalha, mas em terras e culturas tão distintas, que o diga João Silvério Trevisan e seus paraísos gays. Não quero criticar o movimento gay americano, que já entrou na história na batalha de Stonewall (1969) e, nos anos 80, foram às ruas das maiores cidades dos EUA brigar com todas as Forças por direito ao tratamento da Aids e o preconceito que aumentou, quando a doença foi batizada dentro de hospitais de "Câncer gay".<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">O tempo passou, o preconceito está aí, mas concordo com Denílson que propõe "novas estratégias diante do crescente conservadorismo dos discursos de visibilidade. "Nada contra a organização de ongs, grupos, tantos espalhados pelo Brasil, que tem uma cultura gay tão diversificada quanto a nossa própria formação cultural. O conceito de visibilidade tem um equívoco muito cometido. Uma vez num balcão de um bar, um militante ao meu lado me perguntou qual era meu grau de visibilidade. Já tinha tomado umas e outras e respondi: "sou a mulher maravilha, invisível!". A militância que proponho para o século XXI é o diálogo com o chamado universo "straight" (hetero, careta). Enfim, a sociedade também organizada da qual fazemos e queremos fazer parte. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif">Que a diversidade não seja provocação. Abrace o gênero/gêneros que preferir. Admiro trabalhos como os de Walkyria La Roche, conhecida na capital mineira pela luta dos direitos humanos e engajamento na luta contra a Aids. Mas deixe invisível aquele homossexual que faz sua própria vida, não gosta de dar pinta, é sério, intelectual. Aos agressivos, que gostam de provocar, um conselho: aprendam a dar "pinta" com inteligência, senão nunca perderemos o estigma de gueto. Se somos a representação da DIVERSIDADE temos a obrigação de sermos criativos, nos recriarmos, nos reciclarmos. E, acima de tudo, sermos felizes.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3><FONT face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O texto é uma colaboração do internauta Walter Rebouças, de Juiz de Fora</FONT></FONT></SPAN></P></FONT>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A Disco morreu?]]></title>
		    <author><![CDATA[Marcelo Santos]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/santosma/blog/bloggay?tv_pos_id=10436</link>
		<!--<pubDate>Terça-feira, 09 de fevereiro de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/17/17915"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=EN-US style="FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: EN-US">Burn baby, burn. </SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Há 30 anos, o mundo dançou, literalmente! Um ritmo trepidante, às vezes romântico, que celebrava o desejo, o prazer e o hedonismo, lotava as pistas de dança. Surgida nos Estados Unidos, a Disco Music , herdeira do soul, funk, rhythm &amp; blues, saiu dos guetos negros e conquistou as principais paradas de sucesso. E chegou ao auge em 1978, com o Oscar de melhor canção para a Donna Summer, já consagrada como disco diva, com a música "Last Dance", tema do filme "Até que enfim é sexta-feira" (Thank God it´s Friday).<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Os EUA mergulhados numa recessão com o presidente Jimmy Carter, mas muitos só queriam saber de dançar, dançar, dançar.....<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT size=3>A história desse novo ritmo, que sacudiu o fim dos anos 70, começou antes, depois da batalha gay de Stonewall em 1969. O "gay liberation" animou as festas em bares e boates das principais cidades americanas. Na pista, uma música com o "groove" mais animado, com canções ainda obscuras, mas que falavam o que os gays queriam ouvir - alegria, sensualidade e muita, muita festa. Grupos que depois chegaram às paradas com a explosão disco, na metade dos anos 70, já emplacavam costa a costa a terra de Tio Sam. "Armed &amp; Extremely Dangerous", de um trio nem um pouco conhecido, três negras que formavam o "First Choice", fazia a turma delirar. Nos anos 90, essa música foi remixada e ganhou versão em ritmo house, mas a disco estava ali ou pré -disco, como preferirem.</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">É claro que surgiram as críticas, que persistiram até a saturação do gênero. "Alienada", "música de gays promíscuos", "comercial", "repetitiva" etc. Mas a Disco ocupou seu espaço e conquistou gravadoras, como a lendária Motown, de Detroit, e surgiu o som da Filadélfia, Salsoul Records, até hoje motivo de remixes, reedições, samplers dos DJs mais famosos do mundo. A explosão da música, que tomou conta das dance floors, aconteceu em 1977. "Saturday Night Fever", filme emblemático da disco music, lotou os cinemas. Um ator que ainda não era famoso, bonito, vestindo um terno branco impecável, fazia coreografias como se fosse Fred Astaire. Travolta, ou Tony Manero (nome do personagem) dá show numa boate fictícia todas as noites. Sucesso de bilheterias, "Embalos de sábado à noite" desmentiram os críticos sisudos. O novo ritmo não era do gueto gay. Não há homossexuais na história, mas sim uma trilha que agradou a todos e tornou famoso o grupo Bee Gees. No embalo, é inaugurado o templo disco, motivo de livros, filmes documentários, fofocas e nostalgia até hoje: o STUDIO 54. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Na década do "Eu", como definiu o escritor Tom Wolfe, o 54 conseguiu fama mundial e uma disputa para ver quem entrava ou não. Quem foi, foi. Quem não foi, perdeu. Na enorme pista de dança - que hoje é um teatro em Nova York com o mesmo nome - circulavam anônimos e celebridades. O New York Times dava notícias da casa em sua primeira página, a droga do momento era a cocacína. E também compridos quaaludes, um tipo de anfetamina - o ecstasy da época. Mas.... a festa acabou: o STUDI O 54 fechou, os donos foram presos, os freqüentadores sumiram. DISCO SUCKS (a disco é um saco, já era) era o movimento contra o ritmo e sua saturação - afinal todo mundo cantava disco, gravava disco, queria participar da disco. Vinis foram quebrados aos milhares nos estádios e nas ruas de Nova York. A disco morreu, estava decretado.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">&nbsp;<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">Mas a fila andou com um novo som, herdeiro da disco, a House Music. E as primeiras músicas eram remixes dos hits disco, e consagrou nomes como os Djs Larry Levan e Franckie Kcnucles. Os anos 80 começaram. A Aids chegou, e "boogie nights" e "disco fever" foram associados a risco de vida. Anos 90: revival total da disco. Mais remixes, as raves que tocavam "garage" e "house" - no Brasil tivemos a saudosa rave "Valdemente"<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>e o clube "Massivo", em São Paulo. A festa também acabou. A disco morreu de novo? Não. Em sua última turnê, Madonna prestou seu tributo, sampleando ABBA, "I Feel Love", de Donna Summer, e vestida a La Travolta transformou seu palco num "Disco Inferno". Se você gosta da disco, procure nos sites, baixe nos mp3, tem muita coisa boa, renovada, obscura, relançada. E nos seus próximos embalos de Sábado à noite, treine umas coreografias, umas piruetas, invente uns passos. Só cuidado para não cair do salto....</SPAN></P><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><I><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"></SPAN></I>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><I><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt">O texto é uma colaboração - de muito bom gosto - de quem entende de Disco, o internauta Walter Rebouças.<o:p></o:p></SPAN></I></P></SPAN>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"><o:p></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>

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