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<category>Blog Dzai</category>
<description>gestão, eficiência, administração pública e transparência</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>blog do servidor</title>
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<title>blog do servidor</title>
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<language>pt-br</language>
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		<title><![CDATA[Senado e Câmara vão divulgar salários]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=105707</link>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 22:47:19 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>O Senado e a Câmara dos Deputados também decidiram nesta quarta-feira (23/5) divulgar os salários de seus servidores. Os dados serão publicados depois de uma regulamentação a ser feita pelo Ministério do Planejamento, que deverá definir os critérios e os formatos para que as informações sejam públicas. A medida busca cumprir a Lei de Acesso à Informação, em vigor desde a última semana.</div><div> <br></div>
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		<title><![CDATA[Greve atinge 43 instituições de ensino]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=105721</link>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 20:07:35 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A greve dos professores federais, iniciada no último dia 17, já atinge 43 instituições federais de ensino. Dessas, são 41 universidades e dois institutos federais. As últimas três – as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ, de São Paulo (Unifesp) e Fluminense (UFF) – aderiram ao movimento nesta terça-feira (22/5). <br> <br>Em assembleia realizada hoje, os professores da Universidade de Brasília (UnB) definiram um calendário de mobilizações. Além de um seminário para debater a paralisação com a comunidade, eles farão uma manifestação em frente ao Ministério do Planejamento no próximo dia 28. Para o mesmo dia, está marcada uma rodada de negociações entre a equipe da ministra Miriam Belchior e os sindicatos. <br> <br>O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) apresentou a proposta de uma carreira dividida em 13 níveis, sem divisão de classes, com diferença salarial de 5% entre cada um deles. Com isso, o professor teria um piso salarial de R$ 2,3 mil e chegaria ao topo da carreira em 25 anos. Dessa maneira, o modelo respeitaria, inclusive, o direito das mulheres da educação básica de se aposentar após 25 anos de trabalho, sem prejuízo de seu desenvolvimento na carreira. <br> <br>
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		<title><![CDATA[STF divulgará salários]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=105700</link>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 19:31:32 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou que divulgará na internet a remuneração paga aos ministros e aos servidores. A decisão busca atender a Lei de Acesso à Informação, que entrou em vigor em 16 de maio.  <br> <br>A proposta é que a folha de pagamento seja divulgada integralmente, com os nomes dos servidores, os cargos que ocupam e a remuneração bruta mensal que recebem. Embora atenda à lei, a publicação, em detalhes, dos contracheques causa polêmica entre os trabalhadores. Muitos consideram a medida uma invasão da privacidade. <br> <br>Para a Controladoria-Geral da União (CGU), no entanto, as informações sobre a folha de pagamento são de interesse público, pois os salários são pagos com dinheiro do contribuinte. <br> <br>  
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		<title><![CDATA[Ficha Limpa avança]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=105678</link>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 19:22:46 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A proposta para impedir pessoas condenadas pela Justiça ou cassadas por conselhos profissionais de assumir cargos em comissão no serviço público avançou no Congresso Nacional. Com base na Lei da Ficha Limpa, a PEC 6/2012 foi aprovada nesta quarta-feira (23/5) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. <br> <br>De autoria do senador Pedro Taques (PDT-MT), o texto segue para o Plenário do Senado, onde será submetida a dois turnos de votação. De acordo com o parlamentar, a restrição vale para os cargos comissionados e de confiança dos Três Poderes, nos estados, no Distrito Federal e nos municípios. Estão em discussão também medidas como a extensão da Lei da Ficha Limpa para a nomeação de servidores públicos federais condenados pela Justiça. <br> <br> <br> <br>
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		<title><![CDATA[Sindicato se faz de mudo]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=105240</link>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 14:15:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>Desde a saída de Lucieni Pereira da segunda vice-presidência do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), em abril, a entidade perdeu não apenas em qualidade, mas também em transparência. Há duas semanas, o blog tem procurado insistentemente, porém sem sucesso, o Sindilegis para que ele comente as negociações para a elevação da Gratificação de Representação (GR) dos funcionários da Câmara dos Deputados.  <br>  <br>Na tarde desta sexta-feira (18/5), o presidente da entidade, Nilton Paixão, chegou a atender um telefonema do blog, mas disse que estava em uma reunião. Mais tarde, por meio de sua assessoria de imprensa, avisou que não comentaria o tema. Em seu site, a entidade se denomina "sindicato da democracia", mas tem se negado a prestar esclarecimentos por meio da imprensa.  <br>  <br>Nos bastidores, a ordem, não apenas no sindicato, mas também na Câmara dos Deputados, é ficar calado. "Ninguém quer falar temendo que os funcionários deixem de receber o aumento", disse um funcionário da Câmara. Os próprios parlamentares admitem que o encaminhamento do ofício, assinado pelo primeiro-secretário da mesa diretora da Câmara, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), pedindo que a casa viabilize recursos para o aumento do benefício, em cumprimento à lei, é uma das reivindicações do sindicato.  <br>  <br>   
		]]>
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		<title><![CDATA[Gratificação causa protestos]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=105260</link>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 14:02:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>O documento assinado pelo primeiro-secretário da mesa diretora da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), pedindo que a casa legislativa viabilize recursos para o reajuste dos valores da Gratificação de Representação (GR) de seus funcionários acirrou a briga entre o governo e as demais categorias do funcionalismo. Agora, os servidores do Judiciário elevaram o tom e disseram que vão declarar guerra para que os projetos que tramitam no Congresso Nacional, que concedem reajustes de 56% para eles e para os funcionários do Ministério Público da União, sejam aprovados.  <br>  <br>Eles argumentam que, além da possibilidade de reajuste da gratificação dos servidores da Câmara, o governo federal editou medida provisória no início desta semana autorizando aumentos de 2% a 31% para quase 1 milhão de trabalhadores do Executivo Federal. As mudanças nos contracheques estavam previstas no Orçamento da União de 2012 e vão custar R$ 1,5 bilhão aos cofres públicos este ano.  <br>  <br>Ao blog, o deputado Eduardo Gomes explicou que a GR está sendo paga com base no subsídio antigo dos parlamentares, de R$ 16,5 mil. Desde fevereiro de 2011, os deputados passaram a receber o teto salarial do funcionalismo público,  correspondente ao vencimento do ministro do Supremo Tribunal Federal  (STF), de R$ 26.723,13. Por lei, a gratificação deveria aumentar proporcionalmente.  <br>  <br>No documento, o primeiro-secretário também acolheu um pedido de desvinculação da gratificação. Ele explicou que o aumento proporcional já recebeu uma série de questionamentos. Diferentemente do aumento da GR —  que precisa ser aprovado pela Mesa —, a desvinculação precisa  passar pelo Plenário. “Há um ambiente político para votar isso. Caso  contrário, vai encerrar esse problema e jogar para o futuro o mesmo  passivo de hoje. Se há a oportunidade de dar um basta e resolver esses  passivos, nada mais natural e transparente que fazer dessa forma”,  defendeu.   <br>  <br> 
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		<title><![CDATA[Câmara autoriza aumento a servidores]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=105159</link>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 10:16:41 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div><div>ANA D’ANGELO</div><div>CRISTIANE BONFANTI</div><div> <br></div><div>Enquanto não é aprovado o novo plano de carreira e salários dos seus servidores, a Câmara dos Deputados encontrou um jeito de dar reajuste a eles, sem necessidade de aprovação de lei. Na surdina, o primeiro-secretário, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), assinou ofício na sexta-feira passada autorizando reajuste de 62%, a partir de 1º de maio, dos valores da Gratificação de Representação (GR) paga a todos os servidores e das funções comissionadas, as FCs. Significa aumento sobre a remuneração total de cada um entre R$ 10% e 30%, dependendo do salário e do cargo. A elevação da GR também beneficia os 2,8 mil inativos, além dos cerca de 3,4 mil ativos. Existem 2.574 que recebem FCs na Câmara.</div><div> <br></div><div>No ofício encaminhado à Direção-Geral da Câmara para que viabilize os recursos orçamentários necessários ao pagamento, o primeiro-secretário autorizou ainda o pagamento das diferenças retroativas a fevereiro do ano passado. Procurada, a direção da Câmara garantiu que não há previsão de revisão desses valores. Ao Correio, o deputado Eduardo Gomes afirmou que seu ofício não garante o pagamento.</div></div><div> <br></div><div>A justificativa do primeiro-secretário para o aumento é que a GR e as FCs estão sendo pagas com base no subsídio antigo dos deputados, de R$ 16.512,09. Desde fevereiro de 2011, eles passaram a receber o teto salarial do funcionalismo público, correspondente ao vencimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), de R$ 26.723,13.</div><div> <br></div><div><i>Leia matéria completa na edição do Correio desta sexta-feira (18/5)</i></div><div><i> <br></i></div>
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		<title><![CDATA[Professores federais entrarão em greve]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=104780</link>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:49:42 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Mesmo com a publicação nesta segunda-feira (14/5) das novas tabelas salariais para cerca de 140 mil docentes, os professores das instituições federais de ensino superior (Ifes) avisaram que vão deflagrar greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (17/5).  <br> <br>Além de aumento salarial, os professores querem a reestruturação do plano de cargos e salários. Um dos pedidos é para que a carreira seja dividida em apenas 13 níveis e que haja uma variação salarial de 5% entre eles. "A precariedade nas instituições federais, em diversas partes do país, principalmente nos <span style="font-style: italic;">campi</span> criados por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), também vem sendo há tempos sendo denunciada", informou o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). <br> <br>   
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		</item>
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		<title><![CDATA[Aumento deve sair em julho]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=104779</link>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:43:03 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>O Ministério do Planejamento informou ao blog que está trabalhando para que os aumentos assegurados por meio da Medida Provisória n.º 568, publicada nesta segunda-feira (14/5) no <span style="font-style: italic;">Diário Oficial da União</span>, sejam concedidos no contracheque de julho. <br> <br>O prazo é tanto para os reajustes dos professores das universidades federais e dos institutos federais de ensino superior (Ifes), retroativos a março, quanto para os aumentos das demais carreiras, que já estavam previstos para julho. <br> <br>   
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		<title><![CDATA[Reajuste varia de 2% a 31%]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=104778</link>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:38:39 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Depois de passar o dia debruçada sobre a Medida Provisória n.º 568, publicada nesta segunda-feira no <span style="font-style: italic;">Diário Oficial da União</span>, a equipe técnica do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Distrito Federal (Sindsep-DF) publicou as novas tabelas salariais da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho (CPST) e do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE). <br> <br>Nas contas do sindicato, sobre o total da remuneração, os aumentos das gratificações significam reajustes entre 2% e 31%. Oton Pereira Neves, secretário-geral do Sindsep-DF, explicou que uma das principais mudanças é a reestruturação das tabelas remuneratórias dos cargos de nível superior do CPST e do PGPE para que elas alcancem o teto de R$ 7 mil. Os servidores de nível médio terão aumento de R$ 211 na gratificação e os de auxiliar, de R$ 105. <br> <br>Clique <a href="http://www.sindsep-df.com.br/index.php?secao=secoes.php&amp;sc=&amp;id=10062&amp;url=pg_noticias.php&amp;sub=MA==">aqui</a> para conferir as novas tabelas. <br> <br>   
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Medida provisória garante reajustes]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=104742</link>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:20:46 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>O governo federal publicou nesta segunda-feira (14/5) medida provisória que assegura o pagamento dos reajustes salariais acordados entre sindicatos e o Ministério do Planejamento no ano passado. A MP 568 vai substituir o Projeto de Lei n.º 2.203/2011, que beneficia 937,6 mil servidores do Executivo, entre ativos aposentados e pensionistas. <br> <br>O valor do conjunto de mudanças é de, aproximadamente, R$ 1,6 bilhão e foi o único previsto na Lei Orçamentária Anual de 2012. O secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Josemilton Costa, explicou que, como o projeto de lei ainda não tinha sido votado, o governo precisou editar a medida para não prejudicar categorias como a de professores, que tinham reajuste previsto para março. "Esses trabalhadores estavam esperando aumento. Agora, a medida tem força de lei e, para eles, o reajuste será retroativo. Mas ainda vamos analisar todo o conteúdo para saber se ele não fere o acordo que fizemos com o governo", afirmou. <br> <br>Clique <a href="http://www.servidor.gov.br/noticias/noticias12/arq_down/120511_mp_568.pdf">aqui</a> para ler a medida provisória. <br> <br>   
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Teto do funcionalismo vai a R$ 32,1 mil]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=104377</link>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 21:07:51 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9/5) os projetos que aumentam o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Os textos alteram a remuneração dos atuais R$ 26,7 mil para R$ 32,1 mil, com efeito retroativo a&nbsp; 1º de janeiro deste ano.  <br> <br>Na prática, se o aumento for aprovado, ele reajustará automaticamente o salário dos magistrados de todos os tribunais. A comissão aprovou os mesmos R$ 32,1 mil para o procurador-geral da República, o que eleva automaticamente os salários dos membros do Ministério Público da União. Agora, os projetos seguem para a Comissão de Finanças e Tributação e, depois, para a Comissão de Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.  <br> <br>O avanço das propostas, além de abrir espaço para as reivindicações de outras categorias do funcionalismo, causa mais um conflito entre os parlamentares e o Palácio do Planalto. No ano passado, o assunto chegou a causar rusgas entre o ex-ministro do Supremo Cezar Peluso e a presidente Dilma Rousseff, que não quis incluir recursos no Orçamento de 2012 para o aumento dos magistrados e dos servidores do Judiciário e do MPU. <br> <br>   
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Governo promete equilibrar valores]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=104283</link>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 12:46:59 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Depois de inúmeros pedidos dos sindicatos para que o governo revise os salários pagos a servidores dos Três Poderes e diminua a disparidade nos contracheques, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, começou a sinalizar que deseja promover um equilíbrio, pelo menos, no pagamento de benefícios (como vale-alimentação) aos funcionários. "O que nós estamos propondo é que não se possa ir além da média geral, o que, para o Executivo, significa uma possibilidade de aumento bastante grande", afirmou, durante audiência pública no Congresso. Se, por um lado, a promessa é uma boa notícia para o funcionalismo do Executivo, ela traz preocupação para outras categorias, que podem ter os benefícios congelados. <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Dilma sanciona previdência complementar]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=103822</link>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 15:56:24 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quarta-feira (2/5) a lei que cria a Fundação de Previdência do Servidor Público Federal (Funpresp). Com a norma, quem ingressar no funcionalismo terá garantida a aposentadoria até o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje em R$ 3,9 mil. Para ganhar acima disso, os servidores precisarão contribuir para um fundo. Clique <a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=2&amp;data=02/05/2012">aqui</a> para conferir o texto publicado no <span style="font-style: italic;">Diário Oficial da União</span>. <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Sem acordo]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=102701</link>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 15:03:03 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Antigos empregados públicos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tiveram uma derrota na Justiça. Demitidos em 1990 pelo governo federal, eles ocupavam, pelo regime celetista, cargos de agentes administrativos. Mas estavam brigando para entrarem novamente no governo pelo regime estatutário, previsto na Lei nº 8.112/90.</div><div> <br></div><div>A ação foi ajuizada por funcionários que foram readmitidos em janeiro do ano passado. No entendimento da Procuradoria Federal no Estado de Goiás, no entanto, eles só poderiam voltar para outro cargo caso o órgão em que trabalhassem tivesse sido extinto, o que não é o caso do INSS.</div><div> <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Servidor deve quatro salários]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=102339</link>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 13:32:24 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Matéria do repórter Victor Martins publicada nesta quinta-feira (12/4) no <b>Correio</b> mostra que o fácil acesso a empréstimos bancários levou os servidores públicos federais a um nível de endividamento considerado explosivo. Em média, as dívidas somam de três a quatro vezes o salário mensal, sobretudo entre os trabalhadores do Banco Central, do Judiciário e do Legislativo.</div><div> <br></div><div>Pelos cálculos do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), dívidas de até R$ 600 mil são comuns entre o funcionalismo. A equipe econômica teme que, a despeito da redução das taxas de juros no Banco do Brasil e na Caixa, os servidores não reestruturem suas contas.</div><div> <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Golpe no Fisco]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=102271</link>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 21:00:55 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>O Leão está fechando o cerco contra os servidores mais uma vez. Na operação Marcação Cerrada, realizada nesta quarta-feira (11/4), a Receita Federal informou que grande parte dos beneficiados por um esquema de fraudes em declarações de Imposto de Renda no Distrito Federal são servidores públicos da União e do DF.&nbsp;</div><div> <br></div><div>A estimativa é de que o golpe, de informar dados falsos para elevar o valor a ser restituído, causou prejuízo aos cofres públicos estimado em R$ 30 milhões desde o ano passado. Como a investigação envolve 1,5 mil contribuintes, a média é de uma restituição irregular de R$ 20 mil por pessoa.</div><div> <br></div><div>As principais suspeitas são de uso de despesas fictícias com pensão alimentícia, saúde, previdência privada e educação. Agora, além de realizar novas operações em Brasília, o Fisco pretende deflagrar um conjunto de combate a fraudes em todo o Brasil.</div><div><div>&nbsp;</div></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Procurador municipal]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=102203</link>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:54:33 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>As prefeituras estão cada vez mais perto de poder organizar a carreira de procurador público municipal. O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 153/03, que permite a criação da carreira e busca oferecer aos municípios uma representação judicial mais eficiente em defesa de seus interesses.</div><div> <br></div><div>Hoje, apenas a União, os estados e o Distrito Federal podem ter a carreira. A proposta segue para o Senado.</div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Judiciário pressiona por reajuste]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=102196</link>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 14:56:23 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Depois de uma série de negativas da presidente Dilma Rousseff e de um 2011 indigesto, servidores do Judiciário voltaram a pressionar os parlamentares pela aprovação de reajustes salariais. O pleito, no entanto, mira a inclusão de recursos no Orçamento de 2013, já que a equipe econômica também descartou aumentos nos contracheques para este ano.</div><div> <br></div><div>Os sindicatos que representam os servidores reclamam que a categoria não tem salários reajustados há seis anos. No ano passado, o governo alegou que a fatura custaria mais de R$ 7 bilhões aos cofres públicos, o que estava fora de cogitação em um ano de crise econômica mundial. O relator na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara do Projeto de Lei 6613/09, que prevê aumento de 56%, o deputado Policarpo (PT-DF), disse que espera que a proposta seja votada este mês na comissão.</div><div> <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[E a polícia?]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101972</link>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 13:43:25 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A Operação Tartaruga da Polícia Militar do Distrito Federal, a mais bem paga do país, está deixando um rastro de morte. Desde fevereiro, quando a categoria começou a atrasar o atendimento das ocorrências a fim de pressionar o governo a conceder reajustes salariais, os brasilienses viram aumentar o número de homicídios, estupros, roubos a casas e assaltos a comércios. <br> <br>Somente na Semana Santa, houve pelo menos sete sequestros relâmpagos, em Taguatinga, Ceilândia, Planaltina, Plano Piloto e Setor de Clubes Sul. Em março, foram 88 homicídios, uma média de três por dia. Os comentários de mau gosto nas redes sociais, supostamente atribuídos a policiais militares, tornam o caso ainda mais estarrecedor. Na internet, as mensagens são de comemoração aos altos índices de criminalidade e agradecimento à ação dos bandidos, que estão trazendo à tona os resultados da Operação Tartaruga. <br> <br>   
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		<title><![CDATA[Remédio amargo]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101692</link>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 15:06:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div><div> <br></div><div>O governo federal reconhece que a aprovação, na semana passada, da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) está longe de resolver o rombo nas contas públicas. Embora represente um duro golpe para o funcionalismo, o novo sistema demorará para apresentar resultados.</div><div> <br></div><div>A previsão é de que, até 2036, a União verá o rombo nas contas públicas aumentar 7,4%, de R$ 54 bilhões (sem contar os R$ 6 bilhões com servidores do DF pagos pela União) para R$ 58 bilhões. Uma das explicações é que, como a contribuição dos servidores de 11% sobre o que ultrapassa o limite do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje em R$ 3,9 mil, não irá mais para os cofres do Tesouro, mas para o fundo de previdência, a arrecadação vai diminuir.</div><div> <br></div><div>Apenas a partir de 2036, o déficit entrará em trajetória de queda. Em 2070, ele chegará a R$ 38 bilhões. A equipe da presidente Dilma Rousseff sabe que tem em mãos uma bomba-relógio prestes a explodir, mas tem adiado medidas mais drásticas para não perder apoio popular. "Em algum momento, teremos de fazer a reforma da previdência, por exemplo, mudando a idade para a aposentadoria. Não há como fugir disso", reconhece um técnico do Ministério da Previdência.</div></div><div> <br></div>
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		<title><![CDATA[Quarentena]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101711</link>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 14:47:24 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7528/06, que amplia de quatro para seis meses o período da chamada "quarentena", prazo durante o qual o funcionário, após deixar seu cargo na administração pública federal, fica sujeito a uma série de restrições relativas ao exercício de atividades na iniciativa privada.</div><div> <br></div><div>O texto define, por exemplo, as situações em que há conflito de interesses no exercício do cargo ou do emprego público após a desvinculação. Quem tinha um cargo de confiança não poderá divulgar informações privilegiadas a que teve acesso. Além disso, dentro dos seis meses de quarentena, o agente público não poderá prestar serviço a pessoas ou empresas com as quais tenha estabelecido relacionamento importante em função do cargo.</div><div> <br></div><div>As restrições se aplicam a pessoas que ocuparem cargo de ministro de Estado; de natureza especial ou equivalente; de presidente, vice-presidente e diretor de autarquias; e do grupo Direção e Assessoramento Superiores (DAS), níveis 6 e 5 ou equivalentes. O projeto ainda será votado no Senado.</div><div> <br></div>
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		<title><![CDATA[Governo segura nomeações]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101393</link>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 16:29:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <br>O ministro da Previdência, Garibaldi Alves, afirmou nesta quinta-feira (29/3) que o governo federal segurará todas as nomeações até que o regime de previdência complementar do servidor público da União (Funpresp) esteja instituído. Mesmo os órgãos que já divulgaram o resultado dos concursos deverão aguardar a nova regra para convocar os aprovados.   <br>   <br>O ministro explicou que o objetivo da equipe econômica é diminuir o déficit da previdência pública, hoje perto dos R$ 60 bilhões. Com o novo regime, para ter uma aposentadoria acima do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualmente em R$ 3,9 mil, quem ingressar no funcionalismo depois que o novo regime entrar em vigor terá de realizar aportes adicionais. Alves observou, no entanto, que o sistema só vai "atacar" cerca de R$ 36 bilhões do déficit, que dizem respeito aos servidores civis. Os militares não serão incluídos na nova lei.   <br>   <br>O Funpresp foi aprovado ontem no Senado e, agora, seguirá para sanção presidencial. Depois que a proposta chegar ao seu gabinete, a presidente Dilma Rousseff terá 15 dias para assiná-la. Serão criadas três entidades fechadas de previdência privada, para os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, em até 180 dias após a publicação da lei no <span style="font-style: italic;">Diário Oficial da União</span>. Só então deverá haver novas contratações. Mas o governo quer terminar todo esse processo o mais rápido possível. "O que se impõe agora é que só se faça contratações sob o novo regime. Se não, criaríamos uma contradição exemplar", disse o ministro.   <br>   <br>   
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		<title><![CDATA[Senado aprova fundo complementar]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101327</link>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 01:13:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div>   <br></div><div>A alegria do líder do governo, Eduardo Braga, e do ministro da Previdência, Garibaldi Alves, no fim da votação do projeto que institui o fundo de previdência complementar dos servidores públicos federais foi apenas uma amostra das comemorações que ocorreram no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (28/3). O Senado colocou um ponto final na garantia de aposentadoria integral para o funcionalismo, sob a justificativa de que é necessário diminuir o rombo na Previdência. A proposta do fundo foi aprovada na casa e, agora, segue para sanção presidencial.</div><div>   <br></div><div>Depois que a nova regra começar a valer, para ter uma aposentadoria acima do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje em R$ 3,9 mil, quem ingressar no funcionalismo terá de fazer aportes adicionais. Segundo o projeto, serão criadas três entidades fechadas de previdência privada, para os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Elas serão instituídas em até 180 dias após a publicação da lei no <i>Diário Oficial da União</i>. <br> <br>Atualizado em 29 de março, às 15h <br></div><div>   <br></div>
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		<title><![CDATA[Reajuste de 22%]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101276</link>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 14:27:04 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div><div>Enquanto os sindicatos se preparam para levar um duro golpe na votação no Senado do projeto que institui a previdência complementar, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) promove uma marcha na Esplanada dos Ministérios na manhã desta quarta-feira (28/3). No início da manhã, o movimento chegou a causar transtornos para os motoristas que passaram pelo local, próximo à Catedral.</div><div> <br></div><div>Os servidores cobram um reajuste de 22,08% nos salários. Eles prometem fazer vigília em frente ao Ministério do Planejamento ao longo do dia na tentativa de conseguir uma resposta de Miriam Belchior.</div><div> <br></div><div>Os sindicatos haviam prometido iniciar uma série de greves em abril caso o governo não avançasse nas negociações até o fim de março. Mas anunciaram uma prorrogação de um mês no prazo para que Miriam apresente uma proposta. A justificativa é de que o governo demorou para escolher um sucessor para o secretário Duvanier Paiva, vítima de infarto em janeiro.</div></div><div> <br></div>
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		<title><![CDATA[Afago ministerial]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101275</link>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 14:14:41 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>No mesmo dia em que está prevista a conclusão da votação no Senado do projeto que institui o fundo de previdência complementar dos servidores públicos federais, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, aproveitou uma reunião com os líderes da base aliada na Câmara dos Deputados para agradecer pelo apoio na aprovação da mudança.&nbsp;</div><div><div> <br></div><div>No mês passado, o governo teve uma vitória folgada na Câmara. Os deputados aprovaram, por 318 votos favoráveis e 134 contrários, a criação do fundo. “Na reunião de hoje, o ministro agradeceu pela votação e discutiu a possibilidade de novos projetos importantes que serão anunciados na semana que vem”, afirmou o líder do PTB, deputado federal Jovair Arantes (GO), após encontro com o Mantega e a ministra Ideli Salvatti.</div><div> <br></div><div>A equipe econômica pretende anunciar, na próxima semana, as medidas de desoneração da folha de pagamento. A proposta é que a alíquota de contribuição sofre o faturamento de alguns setores da indústria (em substituição aos 20% de contribuição patronal do INSS cobrados atualmente) fique em 1%.</div></div><div> <br></div><div> <br></div>
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		<title><![CDATA[Previdência passa na CAS]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101274</link>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 14:07:28 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div><div>Depois de ser votado ontem na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o projeto de lei que institui o fundo de previdência complementar dos servidores públicos federais foi aprovado nesta quarta-feira (28/3) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).</div><div> <br></div><div>Os senadores pretendem concluir ainda hoje a votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Com a mudança, as pessoas que ingressarem no funcionalismo a partir da nova regra terão sua aposentadoria limitada ao teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje em R$ 3,9 mil.</div></div><div> <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Comissão do Senado aprova previdência complementar]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101209</link>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 14:34:55 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (27/3) o projeto que institui o fundo de previdência complementar dos servidores públicos federais. A proposta, que já foi aprovada na Câmara dos Deputados, ainda precisa ser votada nas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Assuntos Sociais (CAS), antes de ir para a sanção presidencial.</div><div> <br></div><div>Se a medida for aprovada, quem ingressar no funcionalismo depois da mudança terá a aposentadoria limitada ao teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualmente em R$ 3,9 mil. Para ter um benefício maior, será necessário fazer aportes adicionais.</div><div> <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Trem da alegria]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101173</link>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 00:38:35 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) está pedindo na Justiça a anulação do ato secreto que autorizou a transformação de 76 estagiários da gráfica do Senado em servidores públicos sem que eles tivessem realizado concurso público. O MPF quer que todos os beneficiados pela medida sejam demitidos.</div><div> <br></div><div>O ato foi feito em 1991 e mantido em sigilo até 2009, quando a irregularidade foi noticiada pela imprensa, no episódio do "escândalo dos atos secretos".</div><div> <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Mobilização no Senado]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101166</link>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 00:22:30 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Os servidores públicos estão planejando lotar as comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal nesta terça-feira, 27 de março. Elas vão discutir, às 10h e às 11h, respectivamente, o fundo de previdência complementar do servidor público federal.&nbsp;</div><div> <br></div><div>Após conseguir apoio em massa na Câmara dos Deputados, o Palácio do Planalto está investindo pesado para aprovar a medida no Senado. A proposta é que, como ocorre na iniciativa privada, para ter uma aposentadoria acima do limite do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje em R$ 3,9 mil, os funcionários públicos tenham de fazer aportes adicionais.</div><div> <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Enriquecimento ilícito]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=101062</link>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 17:58:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>A comissão de juristas designada pelo Senado para propor alterações no Código Penal estuda criar um crime específico para servidores públicos que não conseguirem justificar a compatibilidade entre sua renda e o patrimônio acumulado.   <br>  <br>Outra proposta dos procuradores é transformar a corrupção em crime hediondo, o que causa divergência entre especialistas. Uma parte defende que, muito mais do que o tamanho da pena, a impunidade incentiva a ação criminosa. A comissão discute ainda a possilidade de bloquear os bens do acusado de corrupção assim que houver uma denúncia.  <br>  <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Duas expulsões por dia]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100949</link>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 01:05:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div>  <br></div><div>O governo federal expulsou 48 servidores públicos de seu quadro no mês passado, quase dois por dia. No mesmo mês de 2011, foram 39. Nos dois primeiros meses deste ano, foram 67 demissões. &nbsp;De acordo com dados da Controladoria-Geral da União (CGU), em nove anos, o total chegou a 3,6 mil.</div><div>  <br></div><div>Das 48 expulsões realizadas em fevereiro, 41 foram de funcionários de cargo efetivo, seis destituições de cargo em comissão e uma cassação de aposentadoria.</div><div>  <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Choradeira]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100911</link>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 13:10:58 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Sem conseguir controlar as suas finanças, estados e municípios estão jogando a culpa do descumprimento do limite de 54% da receita corrente líquida para gastos com pessoal na área do executivo municipal, definido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), nas costas dos professores. <br> <br>Criado em 2008, o piso salarial nacional para os professores da rede pública já passou de R$ 950 para R$ 1.451. O ganho real (descontada a inflação) foi de quase 22% em quatro anos, índice superior ao do salário mínimo. O que prefeitos e governadores não conseguem fazer é explicar como definem suas prioridades e por que não têm recursos para pagar o magistério, cuja péssima qualidade continua sendo um dos maiores entraves para o crescimento da economia brasileira. <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Governo deve demitir não concursados]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100792</link>
		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 16:43:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div>  <br></div><div>A Associação Nacional dos Advogados da União (Anauni) anunciou que conseguiu, na Justiça, que o governo federal exonere todos os advogados não concursados que atuam nas consultorias jurídicas dos ministérios em até 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.</div><div>  <br></div><div>A decisão é uma reivindicação antiga da Anauni, que considera que a função é privativa para os membros da carreira concursados. O presidente da associação, Marcos Luiz da Silva, disse que a expectativa da entidade é que a Advocacia-Geral da União não recorra da decisão, já que em outros órgãos, como o Ministério Público, os cargos de natureza jurídica são de membros da carreira.</div><div>  <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O concurso do Senado e suas aberrações]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100791</link>
		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 16:27:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div>  <br></div><div>Por Gisele Rodrigues (*)</div><div><div>  <br></div><div>Os princípios da lisura, isonomia e transparência foram ignorados pela Fundação Getulio Vargas nas provas do concurso público para o Senado Federal aplicadas no último dia 11. De trás pra frente, vamos aos fatos. O que dizer de uma organizadora que expira o prazo para recursos contra o gabarito oficial sem publicar as questões das provas? Como o candidato poderia questionar a adequação das respostas sem o caderno de provas em mãos? Como a sociedade pode saber o que foi cobrado dos candidatos a salários de R$ 23,8 mil? O que achar de um gabarito oficial que já é divulgado com anulações?</div><div>  <br></div><div>Foram mais de R$ 30 milhões arrecadados nas taxas de inscrição de quase 158 mil candidatos. Será que não sobrou dinheiro para remunerar as bancas a ponto de ser preciso reproduzir questões de concursos anteriores? Há uma prova em que mais de 30 questões foram clonadas de outra aplicada anos atrás. Quantos candidatos se beneficiaram do fato?</div><div>  <br></div><div>Os conteúdos das provas foram risíveis: questões iguais para candidatos de nível médio e de nível superior; questões repetidas em áreas de conhecimento completamente distintas; incontáveis erros de digitação e ortografia; e, por fim, o mais chocante: questões de “atualidades” absolutamente impertinentes.</div><div>  <br></div><div>Uma banca examinadora que se propõe a medir o conhecimento do candidato sobre políticas públicas, meio ambiente, economia e processo legislativo simplesmente não tem o direito de abordar frivolidades, especialmente quando estas não estão previstas em edital. É no mínimo estranho esperar de um candidato ao cargo de consultor legislativo (dono do salário acima) que ele saiba sobre as confidências da suposta amante do presidente Kennedy, de nome “Mimi”, e suas incursões ao leito da primeira dama americana.</div><div>  <br></div><div>Também não é inteligente cobrar, entre as tais questões de “atualidades”, o conhecimento do nome da empresa fabricante de monorails para a cidade de São Paulo e os nomes de dois novos diretores da Petrobras, com as respectivas diretorias. São memorizações imponderáveis. São questões&nbsp;que obrigam o candidato a “chutar” e que dele não aferem qualquer capacidade de formular juízo crítico.</div><div>  <br></div><div>Quem passou os últimos dias lendo sobre déficit público, BRICS, Lei da Ficha Limpa, Lei de Acesso à Informação, Código Florestal, Comissão da Verdade e outros temas que têm estampado os jornais saiu da prova com a sensação de não ter lido suficientemente as revistas do cabeleireiro. Ficou com a certeza de ter sido aviltado.</div><div>  <br></div><div>Os tiros no pé dados pela organizadora do concurso já começaram a aparecer. Faltaram provas, trocaram-se provas e o resultado foi a anulação do certame em várias áreas e o desrespeito com mais de dez mil candidatos que terão de fazer tudo de novo. Mas o Poder da República dono dos salários mais gordos do funcionalismo público deve exigir mais.</div><div>Não pode aceitar que a escolha de seus novos servidores seja feita de maneira tão amadora, desregrada e desqualificada. A anulação completa do concurso demonstra ser o único caminho possível.</div></div><div>  <br></div><div>* Gisele Rodrigues é jornalista e professora</div><div>  <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Prova do Senado teve questões clonadas]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100706</link>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 12:43:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <div style="text-align: center;">   <br><img style="width: 364px; height: 331px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18947/d8525b2108b03c7a7e494cbbfaf16b26.jpg">   <br></div>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Adauto Cruz/CB/D.A Press   <br>   <br>Por Renata Mariz e Cristiane Bonfanti    <br>    <br>A onda de denúncias contra o concurso do Senado parece não ter fim. Depois de a Fundação Getulio Vargas (FGV) fracassar na distribuição de cadernos de provas em número suficiente para os inscritos no dia dos exames, aplicados no último domingo, candidatos denunciaram ao Correio que as avaliações estão cheias de questões clonadas de outras seleções — em muitos casos, processos seletivos pequenos, de prefeituras espalhadas por todo o país. Para especialistas, o plágio põe em xeque um certame que já começou marcado por polêmicas e pode levar até mesmo à anulação das provas.    <br>    <br>Na disputa pela única vaga oferecida na especialidade de urologia, o médico Ricardo Fernandes, 36 anos, encaminhou ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal uma denúncia segundo a qual, das 40 questões da prova específica para o cargo, pelo menos 32 foram copiadas de outros exames. Somente da prova aplicada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) em 2010, também para o cargo de urologista, a FGV teria tirado 29 questões. Muitas são idênticas. Outras têm poucas diferenças no texto, porém o mesmo conteúdo, expresso inclusive na ordem dos itens. “Em alguns casos, a prova da FGV apresenta uma historinha, que em nada modifica a questão, e depois aparecem o enunciado e os itens idênticos aos da prova da PM do Rio”, observou Fernandes, que pediu o cancelamento do exame. <br> <br><span style="font-style: italic;">Leia a reportagem completa na edição de hoje (16/3) do Correio Braziliense</span> <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[FGV deverá devolver valor da inscrição]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100613</link>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 18:08:25 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>O Senado Federal informou que cobrou da Fundação Getulio Vargas (FGV), organizadora do concurso com oferta de 246 vagas, a possibilidade de os candidatos afetados pela anulação das provas para três cargos (de analista legislativo, nas áreas de sistemas e de suporte de sistemas, e de técnico legislativo, na área de enfermagem) pedirem a devolução da taxa de inscrição caso não queiram mais participar do certame. As avaliações foram anuladas pela FGV no último domingo, depois de uma troca de cadernos de provas em quatro salas de uma instituição de ensino de Taguatinga, no Distrito Federal. <br>&nbsp; <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[MPF investiga concurso do Senado]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100592</link>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:57:44 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A polêmica em torno do concurso do Senado está longe do fim. O Ministério Público Federal no Distrito Federal está investigando duas supostas irregularidades no processo seletivo. A primeira é sobre a possível dispensa irregular de licitação para contratar a Fundação Getulio Vargas (FGV) para organizar a seleção. A segunda busca saber se o fato de uma servidora do Senado que integra a comissão do concurso ter se inscrito para o cargo de consultor comprometeu a lisura do processo seletivo — a servidora já foi expulsa da comissão e excluída do concurso.  <br> <br>Além dessas duas reclamações, a Procuradoria da República do DF informou que recebeu outros sete pedidos de investigação. Três deles foram arquivados por falta de provas e outro originou o pedido de uma ação civil pública para excluir a exigência de um documento para o cargo de policial legislativo. Outras três foram distribuídas aos procuradores e estão sob análise. A partir dessa avaliação, elas podem ser arquivadas ou originar novas investigações.  <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Festival de denúncias]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100591</link>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:43:52 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>O número de denúncias de irregularidades no concurso do Senado, aplicado no último domingo para preencher 246 vagas, não para de aumentar. Candidatos que se sentiram lesados estão correndo ao Ministério Público para fazer uma série de queixas que vão desde o despreparo de fiscais que aplicaram os exames e falta de controle do uso de equipamentos eletrônicos até a suposta cópia de questões de outros processos seletivos. <br> <br>Uma das denúncias protocoladas no MPF é de que pelo menos 33 questões da prova específica de fisioterapia foram copiadas de exames aplicados por outras bancas em prefeituras. De acordo com outros relatos, até mesmo questões da Wikipédia teriam sido copiadas. A Fundação Getulio Vargas, contratada sem licitação para organizar o processo seletivo, assegurou que as denúncias não se sustentam, já que a banca faz checagens minuciosas e cruzamentos para evitar cópias. <br> <br>   
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[28 mil servidores sob suspeita]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100589</link>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:38:01 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Por Ana d'Angelo <br> <br>O governo federal está atrás dos servidores que acumulam mais de um cargo público indevidamente e daqueles que já recebem aposentadoria ou pensão que, somada à remuneração do trabalho, ultrapasse o teto do funcionalismo, de R$ 26,7 mil. Para isso, está concluindo a implantação de um sistema nacional de cruzamento da base de dados dos 11 milhões de funcionários ativos e inativos da União, estados e municípios dos três poderes — Executivo, Judiciário e Legislativo. O projeto-piloto começará pelo Distrito Federal, a partir de julho. <br> <br>Um primeiro levantamento feito como teste pelo Ministério do Planejamento, em 2009, com dados da União e de 14 estados, detectou 198 mil servidores ativos das três esferas acumulando cargo ou benefício previdenciário. Desses, o governo concluiu que 28 mil recebiam duas ou mais remunerações da administração pública irregularmente. <br> <br>Quando o sistema estiver implantado em todo o país, o governo espera economizar pelo menos R$ 7 bilhões por ano com a folha de pagamento do pessoal ativo e inativo das três esferas. A previsão é de que estará funcionando até o fim do ano em todos os estados e nos 50 maiores municípios. O secretário de Políticas Previdenciárias do Ministério da Previdência Social, Leonardo Rolim, explica que a quantidade de irregularidades é bem maior, pois, além de se limitar à União e a 14 estados, esse levantamento levou em conta bases de dados precárias, pois cada órgão registra a ficha funcional dos servidores de uma forma diferente. Milhares de registros funcionais ainda estão em papel. Tudo isso dificulta o cruzamento de informações com cadastros dos diversos órgãos. <br> <br>Mesmo assim, foram descobertos médicos e professores com diversos vínculos empregatícios com governos estaduais e a União. Um deles tinha sete. "Quem tem os sete cargos está trabalhando nos sete? Ele não é três para dar conta", espanta-se Rolim. Segundo ele, esses dados nem incluem os dos municípios. <br> <br>Os 28 mil casos irregulares identificados pelo Ministério do Planejamento foram repassados para a Controladoria-Geral da União (CGU), para cobrar dos órgãos correspondentes as providências devidas, que incluem, conforme o caso, a exoneração de um dos cargos, a limitação dos valores recebidos ao teto do funcionalismo e até a devolução do que foi embolsado indevidamente. <br> <br> <br>   
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		<title><![CDATA[Acumulação de cargos]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100531</link>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 16:06:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>O Ministério do Planejamento publicou nesta terça-feira (13/3) regras para controlar o acúmulo de cargos por servidores públicos federais. A portaria estabelece que o servidor efetivo, aposentado ou beneficiário de pensão civil deverá comunicar ao Ministério a nomeação para outro cargo público acumulável. Sem isso, ele não poderá tomar posse. Além disso, a cada seis meses, ele deverá entregar comprovantes de rendimentos, sob pena de responsabilização administrativa, civil e criminal.  <br>  <br>Atualmente, a Constituição permite que profissionais da área da saúde, professores, juízes e integrantes do Ministério Público tenham mais de um emprego no setor público. Clique <a href="http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=13/03/2012&amp;jornal=1&amp;pagina=64&amp;totalArquivos=196">aqui</a> para ler a portaria na íntegra.  <br>  <br>  <br>   
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		<title><![CDATA[Palácio do Planalto quer evitar retaliação]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100547</link>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 13:10:02 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A rebelição da base aliada acentuou uma preocupação para o Palácio do Planalto. Depois da destituição, ontem, do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), a equipe da presidente Dilma Rousseff teme que os parlamentares aprovem projetos que causem rombos nas contas públicas, entre eles os de reajustes para o funcionalismo público. <br> <br>Na avaliação de especialistas, a exemplo da gestão FHC, que herdou uma conta com despesa de pessoal pesada de Itamar Franco, a presidente Dilma pretende negar reajustes durante todo o seu governo, sob a alegação de que o ex-presidente Lula foi generoso na concessão de aumentos. <br> <br>Dilma está irritada com a base aliada desde a semana passada, quando Jucá teria trabalhado para rejeitar o nome de Bernardo Figueiredo para a direção-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), uma indicação pessoal da presidente. A expectativa é que, ainda nesta manhã, o líder do governo na Câmara, o petista Cândido Vaccarezza (SP), anuncie oficialmente a sua saída da liderança da Casa. <br> <br>   
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		<title><![CDATA[PF investigará concurso do Senado]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100521</link>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 12:46:25 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Depois de dezenas de queixas registradas, a Polícia Federal decidiu investigar as irregularidades na aplicação das provas do cobiçadíssimo concurso público para o Senado, que oferece 246 vagas com salários que vão de R$ 13,8 mil a R$ 28,3 mil. No domingo, após uma troca de provas em quatro salas da Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas (Facitec), em Taguatinga, a Fundação Getulio Vargas (FGV) anulou as avaliações para três cargos: de analista legislativo, nas áreas de análise de sistemas e análise de suporte de sistemas, que oferecem sete e três vagas respectivamente, e de técnico legislativo, na área de enfermagem, com cinco oportunidades.  <br> <br>Agora, 10.056 pessoas terão de refazer as provas de uma seleção que já começou marcada por polêmicas. Além de a FGV ter sido contratada sem licitação para organizar o processo seletivo, a Comissão do Concurso Público do Senado Federal expulsou, no mês passado, uma das suas integrantes, a servidora Lúcia Maria Medeiros de Souza, após verificar que ela estava inscrita para concorrer a uma das vagas de consultor legislativo (leia mais na página 10).  <br>Os problemas na aplicação das provas vão além da troca de cadernos. Ontem à tarde, três candidatos foram à Polícia Federal denunciar a falta de controle do uso de equipamentos eletrônicos. Ao longo do dia, foram divulgadas na internet fotos supostamente tiradas dentro das salas de aula durante a aplicação dos exames. “Não houve segurança. Apenas nos entregaram um saco para colocarmos os celulares. Se tivesse alguém com ponto eletrônico no ouvido, ninguém reclamaria”, disse Felipe de Castilhos, 32 anos, candidato ao cargo de policial legislativo. Candidatos também reclamaram de erros de digitação e de português na elaboração das questões. <br> <br>As queixas dos candidatos afetados pelas trocas das provas foram feitas na 21ª Delegacia de Polícia de Brasília. Mas a Polícia Civil alegou que, como o assunto não é de sua alçada, encaminhou o caso para a Polícia Federal. Além de enfrentar todo esse desgaste, os candidatos continuam sem saber a nova data das avaliações. No domingo, a FGV chegou a informar que os exames seriam feitos em 29 de abril, mas voltou atrás em seguida. A data coincide com a segunda etapa da avaliação de consultor legislativo do próprio Senado. <br> <br>   
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		</item>
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		<title><![CDATA[Provas para o Senado anuladas]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100488</link>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:14:45 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Bárbara Nascimento <br>Jorge Freitas <br>Ana Carolina Dinardo <br> <br>Uma troca de provas em quatro salas de um dos locais de aplicação do concorrido concurso do Senado, a Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas (Facitec), em Taguatinga, obrigou a Fundação Getulio Vargas (FGV), organizadora da seleção, a anular as avaliações de, pelo menos, três cargos em todo o país: de analista legislativo para duas especializações – análise de sistemas e análise de suporte de sistemas – e para enfermagem. No total, 10.056 candidatos vão ter que fazer novas provas. Em nota, a FGV alegou que foi detectada insuficiência de caderno de provas em algumas salas no início da aplicação no período da tarde. <br> <br>Inicialmente, a instituição tinha informado que os novos exames seriam no dia 29 de abril, mas voltou atrás logo depois, por já haver concurso nesse dia. Em nova nota, a FGV afirmou que a data ainda será definida e informada aos candidatos atingidos por meio de comunicado a ser enviado pelos correios. <br> <br>Mais de 20 inscritos registraram boletim de ocorrência na 21ª Delegacia de Polícia, em Águas Claras, por terem sido convocados a deixar a sala porque não havia prova suficiente dos cargos para os quais concorriam. <br> <br>O servidor público Ricardo Roriz, de 27 anos, foi um deles. Na sala 503, onde estava, ele e outros candidatos receberam um caderno referente à especialização analista de sistema. "Avisamos imediatamente ao fiscal da sala, que continuou distribuindo as provas. Ao perceber o erro, o funcionário avisou a coordenação", disse. Segundo ele, os candidatos foram orientados a permanecer na sala, pois seria providenciado um lote de provas, de outro local, a Universidade Católica. Uma hora e meia depois, os candidatos foram avisados que a prova não seria aplicada a eles e que deveriam deixar o local. "Saímos com a promessa de que a FGV entraria em contato para fazermos um novo exame", afirmou. <br> <br>O mesmo ocorreu com Miguel Salomão, de 31 anos, e Marcos Soares França, de 30, que estavam inscritos para as salas 502 e 504, respectivamente. Eles também estavam inscritos para a função "análise de suporte de sistemas". "Logo que percebi o erro, avisei o fiscal da sala e percebi que começou um a gritaria em salas próximas à minha", comentou. <br> <br>De acordo com o agente da 21ª DP Sidney Silva, o caso está em apuração. "Devemos intimar as partes e verificar o que houve. Se ficar caracterizado crime, a polícia civil vai agir", afirmou. Segundo ele, os concurseiros relataram que quatro salas receberam provas para um cargo diferente do almejado, reclamaram e ficaram esperando a troca do material. <br> <br>   
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		</item>
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		<title><![CDATA[Gastos com adicionais disparam]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100504</link>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:11:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>Por Gustavo Henrique Braga  <br>  <br>O gasto do governo federal com o pagamento de adicionais de periculosidade e de insalubridade aos funcionalismo mais que dobrou entre 2005 e 2011: saltou de R$ 27 milhões para R$ 56,4 milhões. Significa aumento de 109%. Já o número de servidores que recebem esse benefício caiu de 206 mil para 182 mil no mesmo período. A explicação para a diferença é que esse tipo de pagamento, está vinculado ao salário: por mais que o número de beneficiados caia, os reajustes na remuneração têm elevado esse tipo de pagamento e se transformou em moeda de troca nas negociações trabalhistas.  <br>  <br>Preocupado com o avanço das despesas, o governo incluiu no Projeto de Lei nº 2.203, de 2011, que trata de reajuste de servidores — um artigo que desvincula os adicionais dos vencimentos no serviço público. Atualmente, os funcionários têm direito a adicionais sobre a remuneração de 5%, 10% e 20%, quando há exposição à insalubridade nos graus mínimo, médio e máximo, respectivamente. O adicional de periculosidade é de 10% do valor do salário.  <br>  <br>   
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		</item>
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		<title><![CDATA[Merecido recesso]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100088</link>
		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 00:06:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		Prezado leitor, <br>  <br> Depois de muito trabalho, a blogueira e o blog ficarão uma semana fora. Retornamos dia 12! <br> <br>    
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		</item>
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		<title><![CDATA[Fundo deve ser aprovado até abril]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=100077</link>
		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 00:00:26 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Depois de conseguir apoio em massa na Câmara dos Deputados, o governo federal trabalha para aprovar o fundo de previdência complementar do servidor público federal no Senado em abril. A proposta começou a tramitar na casa nesta sexta-feira (2/3). <br> <br>Apesar da pressão do Palácio do Planalto, o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), não descartou a possibilidade de os senadores alteratem o texto fechado na Câmara.  <br>   
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[E para não passar em branco...]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99908</link>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 00:59:08 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Os servidores públicos federais continuam sem um interlocutor no Ministério do Planejamento. Desde a morte do secretário Duvanier Paiva, vítima de infarto em 19 de janeiro, os sindicatos não podem negociar com o governo federal.</div><div> <br></div><div>Durante a divulgação do bloqueio de R$ 55 bilhões no Orçamento da União, em 15 de fevereiro, a ministra Miriam Belchior afirmou que retomaria as negociações salariais após o Carnaval. "Elas serão retomadas agora na semana após o Carnaval, quando espero já ter feito a difícil substituição de Duvanier nessa tarefa", disse a ministra, na ocasião.</div><div> <br></div><div>Procurada pelo blog, a assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento informou que a ministra está acompanhando a presidente Dilma Rousseff em Recife e que "também não fez o anúncio por lá". Informou ainda que, assim que a ministra decidir fazer o anúncio, a assessoria publicará a informação nos "sites oficiais".</div><div> <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Despesa com pessoal cresce 3,8%]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99872</link>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 00:49:44 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Além de emplacar a proposta do fundo de previdência complementar no Congresso Nacional, o governo deixou claro que está mesmo disposto a diminuir o ritmo de crescimento das despesas com o funcionalismo. Dados do Tesouro Nacional divulgados nesta terça-feira (28/2) mostram que, em janeiro, as despesas com pessoal ficaram em R$ 16,3 bilhões, um aumento de 3,8% ante os R$ 15,7 bilhões desembolsados no mesmo mês do ano passado. Na comparação entre janeiro de 2010 e o primeiro mês de 2011, o aumento havia sido de 10,5%, de R$ 14,2 bilhões para R$ 15,7 bilhões.</div><div> <br></div><div>"A tendência é que a despesa com pessoal cresça abaixo do PIB (Produto Interno Bruto) nominal. Essa é a nossa expectativa e não há reajustes expressivos previstos para este ano", afirmou Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional.</div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Fundo divide categorias]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99897</link>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 00:35:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div>  <br></div><div>O projeto que institui o fundo de previdência complementar para servidores civis federais mal foi aprovado na Câmara dos Deputados e está não apenas causando revolta entre os sindicatos, como também colocando os servidores civis contra os militares. Entidades que representam o funcionalismo argumentam que o Palácio do Planalto usa números falaciosos para ganhar o apoio de deputados e senadores.</div><div>  <br></div><div>Em comunicado divulgado na noite desta terça-feira (28/2), com base em uma nota da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados, o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis) observou que, em 2012, o déficit dos servidores civis ficará próximo a R$ 24 bilhões. Enquanto isso, o dos militares federais será de R$ 23,8 bilhões.&nbsp;</div><div>  <br></div><div>"Se somarmos (o déficit do servidor) militar federal com (o do) Distrito Federal pago pelo Tesouro Nacional, o número ultrapassa, em muito, as cifras do servidor civil. &nbsp;Cada vez mais, os números oficiais descortinam o discurso falacioso do Governo sobre a previdência do servidor civil. Só não vê quem não quer", argumentou o Sindilegis.&nbsp;</div><div>  <br></div><div>"Em 2011, foram 670 mil aposentadorias e pensões civis e 285 mil reformas e pensões militares, que custarão a mesma coisa em termos nominais. E os servidores civis e membros de Poder é que são privilegiados? Há algo de muito errado nesse discurso", acrescentou.</div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Câmara aprova fundo de previdência]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99896</link>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 00:15:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div>  <br></div><div>O governo teve uma vitória folgada na noite desta terça-feira (28/2). Por 318 votos favoráveis e 134 contrários, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que cria o fundo de previdência complementar do servidor público federal.&nbsp;</div><div>  <br></div><div><div>A aprovação é uma vitória para a equipe da presidente Dilma Rousseff, mas um duro golpe para os sindicatos que representam os servidores. O governo alega que o fundo servirá para reduzir o déficit da previdência pública, que, em 2012, deverá ultrapassar R$ 60 bilhões. Com a mudança, a exemplo do que ocorre na iniciativa privada, para ter uma aposentadoria acima do limite do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje em R$ 3,9 mil, os servidores terão de fazer aportes adicionais. As alterações só serão obrigatórias para quem ingressar no funcionalismo após a nova regra. Os demais servidores poderão optar pelo novo sistema.</div><div>  <br></div><div>Nesta quarta-feira, as emendas ao projeto serão votadas para que, então, ele siga para o Senado Federal.</div></div><div>  <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Sindicatos contestam números oficiais]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99816</link>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 14:19:37 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Diante dos argumentos apresentados pelo Palácio do Planalto para pressionar o Congresso Nacional a aprovar o fundo de previdência complementar dos servidores públicos, os sindicatos que representam a categoria reagiram. Nas contas do ministro da Previdência, Garibaldi Alves, somente na União, o déficit que o pagamento de benefícios a aposentados e pensionistas deve ultrapassar R$ 60 bilhões este ano. <br> <br>Para o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), porém, com a proposta do fundo complementar (por meio do qual, para ter uma aposentadoria acima do teto do INSS, hoje em R$ 3,9 mil, os servidores terão de realizar aportes adicionais), o governo federal está prestes a dar um “tiro no pé”. <br> <br>O Sindilegis considera que, a fim de aprovar o fundo, o governo federal faz “comparações demagógicas entre trabalhadores do setor privado e servidores”. “O que o governo não revela é que, no setor público, o único encargo da União com o servidor é a contribuição patronal de 22% (instituída apenas em 2004) recolhida ao regime próprio de previdência, cujo valor não passa de R$ 5.879,08. Um trabalhador do setor privado, que recebe o salário mensal de R$ 26.723,13, pode gerar encargos patronais para a empresa da ordem de R$ 16.033,88 por mês”, diz o sindicato, em nota. <br> <br>A entidade argumenta ainda que, com&nbsp; o&nbsp; fundo&nbsp; de&nbsp; pensão, a União&nbsp; reduzirá&nbsp;&nbsp; a&nbsp; sua contribuição para o regime próprio dos atuais R$ 5.879,08 para R$ 861,56. Sobre a diferença remuneratória, que pode chegar a R$ 22.806,93 (valor que excede o “teto” do INSS), a União contribuirá apenas 7,5% para o fundo de pensão, o que não passará de R$ 1.710,51, no máximo. “Na prática, a criação da Funpresp reduzirá apenas a participação da União, na sua condição de patrocinadora, dos atuais R$ 5.879,08 para apenas R$ 2.572,08, valor muito abaixo do que se submetem as empresas privadas e estatais federais, que recolhem pesadas contribuições ao INSS”, analisa. <br> <br> <br>   
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Um rombo de R$ 100 bilhões]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99576</link>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 14:22:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Vânia Cristino <br>Correio Braziliense <br> <br>Enquanto luta, sem sucesso, para aprovar o Fundo de Pensão dos Servidores Públicos Federais (Funpresp), o governo tenta conseguir também que pelo menos 10 entes estaduais e municipais criem regimes de previdência complementar semelhantes ainda este ano. O esforço é uma tentativa de reduzir o rombo de cerca de R$ 100 bilhões que o pagamento de benefícios deixa no setor público regional todos os anos. Na União, o déficit deve ultrapassar R$ 60 bilhões em 2012, de acordo com a previsão do ministro da Previdência, Garibaldi Alves. O peso das previdências dos estados e prefeituras é um dos fatores que, na avaliação de especialistas, impede que as administrações regionais tenham uma política adequada de recursos humanos. Até agora, só São Paulo criou um fundo de pensão para seus servidores. <br> <br>Para o secretário de Previdência Complementar, Jaime Mariz, a situação das administrações regionais só não é mais grave do que a do governo federal no que diz respeito a aposentados e pensionistas. "Estados e municípios têm medo de que qualquer reajuste dos salários de seus funcionários ativos vire um déficit incontrolável lá na frente, na hora em que eles se tornarem inativos", analisa o secretário. Nesse contexto, conta, pouco adiantou a implementação de regimes próprios de previdência para os servidores públicos, uma realidade em todos os estados e na maioria dos municípios, principalmente capitais e regiões metropolitanas. <br> <br>O regime próprio acabou saindo caro para estados e municípios. Num primeiro momento, eles ganharam, pois deixaram de contribuir em nome dos servidores efetivos para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Só que, ao criar uma entidade própria para cuidar das aposentadorias e pensões dos seus servidores, as administrações regionais tiveram não só que colocar recursos vultosos dentro do regime próprio, como também foram obrigadas a arcar com uma alíquota elevada. A média de contribuição – tanto do ente público, quanto do servidor – varia de 14% a 22% do salário. <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[SP quer barrar servidor ficha suja]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99573</link>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 14:07:01 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Reportagem da Folha de S. Paulo assinada por Uira Machado e Daniela Lima relata que a "Câmara Municipal de São Paulo resolveu pegar carona em recente decisão do Supremo Tribunal Federal para votar proposta que estende a Lei da Ficha Limpa a todas as futuras nomeações da administração pública". O projeto atinge "agentes ou servidores públicos" nomeados pelo prefeito ou pelos vereadores, em todos os escalões da administração municipal. <br> <br>Como a lei não vai retroagir, na capital paulista, ela só deverá valer para as novas nomeações, deixando de fora os atuais servidores. <br> <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Multa de R$ 161,9 milhões]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99273</link>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 20:11:51 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>O Leão fechou o cerco contra os servidores públicos que omitem rendimentos. Dados da Receita Federal divulgados na tarde desta quinta-feira (16/2) mostram que, do total de R$ 109,3 bilhões em créditos provenientes de autuações realizadas em 2011, R$ 161,9 milhões dizem respeito a funcionários públicos e aposentados. O valor representa um aumento de 24,9% em relação aos R$ 129,6 milhões de 2010.&nbsp;</div><div> <br></div><div>Entre as pessoas físicas, os funcionários públicos aparecem em quinto lugar no ranking de autuações da Receita Federal. Eles estão atrás dos autônomos; dos profissionais liberais; dos profissionais de ensino técnico; e dos proprietários e dirigentes de empresas, que ficam na primeira posição.</div><div> <br></div><div>Apesar do aumento no valor dos créditos, o número de funcionários públicos e aposentados fiscalizados recuou de 857 para 707 entre 2010 e 2011. Caio Marcos Cândido, subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, explicou que a redução deve-se ao processo de autorregularização dos contribuintes pessoa física criado pelo Fisco no fim de 2010. Por meio dele, desde o ano passado, eles podem acessar o extrato do Imposto de Renda para saber se há inconsistências ou pendências para não cair na malha fina. “São pessoas que tiveram a oportunidade de retificar suas declarações", disse.</div><div> <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Substituto do Duvanier sai em duas semanas]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99217</link>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 17:56:19 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>A ministra Miriam Belchior afirmou há pouco que pretende definir o nome do novo interlocutor do governo federal nas negociações salarias (para substituir Duvanier Paiva Ferreira, vítima de infarto no último dia 19) até a primeira semana após o Carnaval. "As negociações já haviam sido iniciadas pelo ex-secretário Duvanier, que, infelizmente, perdemos. Elas serão retomadas agora na semana após o Carnaval, quando espero já ter feito a difícil substituição de Duvanier nessa tarefa", disse a ministra, durante a divulgação do corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União.</div><div> <br></div><div>Ela garantiu que, ao longo deste ano, o governo vai manter um diálogo permanente com os sindicatos que representam os servidores públicos federais. "Sobre as greves, apostamos sempre no diálogo. Achamos que esse é sempre o melhor caminho para se chegar a acordos. Mas a decisão das categorias é de sua responsabilidade e não temos como ingerir a respeito disso", observou Miriam.</div><div> <br></div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Governo vai segurar gastos com diárias e passagens]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99195</link>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 17:21:57 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, afirmou na tarde desta quarta-feira (15/2) que pretende repetir em 2012 a contenção de gastos com custeio da máquina pública feita em 2011. No ano passado, houve economia de R$ 2,2 bilhões. Desse total, de R$ 1 bilhão nas despesas com diárias e passagens e de R$ 1,2 bilhão nas destinadas à aquisição e reforma de imóveis e à locação e aquisição de veículos, máquinas e equipamentos.</div><div> <br></div><div>"Trabalhamos com os ministérios mantendo e apertando esses controles para que esse tipo de gasto não cresça e para que os recursos oriundos dessa economia sejam aplicados em investimentos e em programas sociais", disse Miriam.</div><div> <br></div>
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		<title><![CDATA[Governo anuncia corte de R$ 55 bilhões]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99194</link>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 16:32:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		   <div>  <br></div><div>O governo federal acabou de anunciar um corte de R$ 55 bilhões no Orçamento da União deste ano. O valor é superior ao contingenciamento inicial de R$ 50 bilhões realizado em 2011. Com a tesourada, o governo busca cumprir a meta de superavit primário (economia para o pagamento de juros da dívida), de R$ 140 bilhões este ano. A tentativa, também, é de combater eventuais pressões nos preços de produtos e serviços e ajudar o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, a atingir a meta de inflação, de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos.</div><div> <br></div><div>O Ministério do Planejamento informou que os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Minha Casa, Minha Vida e Brasil Sem Miséria estão integralmente preservados.</div><div>  <br></div><div><i>* Aguarde outras informações</i></div>
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		<title><![CDATA[Negociações começam em março]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99214</link>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 16:14:04 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>O secretário-executivo Adjunto do Ministério do Planejamento, Valter Correia, prometeu aos servidores públicos iniciar as negociações salariais na primeira semana de março. Correia os recebeu na manhã desta quarta-feira (15/2), primeiro dia da Campanha Salarial 2012, que reúne 30 sindicatos do funcionalismo dos Três Poderes. "O secretário alegou dificuldades por causa da falta de um substituto para Duvanier (Paiva Ferreira, vítima de infarto em 19 de janeiro), mas fez um acordo para começar as discussões. Só não ficou definida uma data", disse Pedro Armengol, diretor executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT).</div><div> <br></div><div>Apesar da sinalização, os servidores estão preocupados com o prazo para fechar um acordo, devido às eleições municipais deste ano, e com o discurso de ajuste fiscal anunciado pelo governo. Daqui a pouco, a ministra Miriam Belchior anunciará o corte a ser feito no Orçamento da União este ano, que deve ficar perto de R$ 55 bilhões. O blog acompanha a coletiva.</div><div> <br></div>
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		<title><![CDATA[Servidores vão às ruas]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99188</link>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 14:07:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div>   <br><div style="text-align: center;"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18947/31516078d2683f174c19795c14a0401e.jpg"> <br></div></div><div><font size="1"><span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press</span></font> <br> <br>Cerca de 500 servidores públicos federais foram para as ruas na manhã desta quarta-feira (15/2) no início da Campanha Salarial 2012. Reunidos em 30 centrais sindicais, representantes do funcionalismo do Executivo, do Legislativo e do Judiciário estão concentrados em frente ao Ministério do Planejamento e aguardam uma reunião com a ministra Miriam Belchior.&nbsp;</div><div>   <br></div><div>Os servidores querem a reabertura das negociações com o governo federal. Eles reclamam que, desde a morte do secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva Ferreira, vítima de infarto em 19 de janeiro, o Ministério do Planejamento suspendeu o diálogo. Os sindicatos travam uma batalha não apenas por reajustes salariais, mas também por reestruturação de carreiras e pela definição de uma data-base, entre outras reivindicações.</div><div>   <br></div><div>Eles fazem a manifestação justamente no dia em que a ministra Miriam divulgará um corte estimado em R$ 55 bilhões no Orçamento da União. Na opinião do diretor executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Pedro Armengol, a alegação de ajuste fiscal do governo como justificativa para não conceder aumentos salariais não convence o funcionalismo. Ele argumenta que, hoje, as despesas com pessoal giram em torno de 30% da receita corrente líquida do governo, abaixo do teto imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), de 50%. "O que falta é vontade política", critica.</div><div>   <br></div><div>   <br></div>
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		<title><![CDATA[Benefício para aposentado por invalidez]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99182</link>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 11:52:31 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Karla Correia <br>Correio Braziliense <br> <br>Em meio à polêmica em torno da criação de um novo regime de Previdência para servidores públicos federais, a Câmara aprovou ontem, em segundo turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede proventos integrais a funcionários públicos aposentados por invalidez. A medida, aprovada por 428 votos contra três, mais uma abstenção, atinge os beneficiários que entraram no serviço público até 31 de dezembro de 2003, quando foi publicada a mais recente reforma da Previdência. Quem ingressou no funcionalismo a partir de 2004, terá remuneração proporcional ao tempo de serviço caso se aposente por invalidez. A PEC segue agora para o Senado, onde precisa ser votada em dois turnos para ser aprovada. <br> <br>A expectativa, segundo o relator do texto, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), é que a proposta beneficie um universo de 30 mil servidores públicos. A matéria entrou na pauta de votações por decisão do colégio de líderes da Casa, que se reuniu ontem à tarde. Sem consenso para votar o projeto que cria o Fundo de Previdência Complementar para Servidores Públicos Federais (Funpresp), adiado para depois do carnaval, os líderes decidiram levar a plenário matérias que já tinham relativo consenso, segundo o líder do governo na Casa, Cândido Vaccarezza (PT-SP). <br> <br>   
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		<title><![CDATA[Frente parlamentar representará servidores]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99144</link>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 13:40:36 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Na tarde desta quarta-feira, depois de iniciar a Campanha Salarial 2012, os funcionários públicos vão participar da Frente Parlamentar em Defesa dos Servidores Públicos Federais, que será lançada no Plenário I da Câmara às 14h. O grupo é uma iniciativa do deputado Edson Santos (PT-RJ), que quer aproximar o Legislativo do funcionalismo, grande fonte de votos. <br> <br> <br>   
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		</item>
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		<title><![CDATA[Começa a Campanha Salarial]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=99142</link>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 13:33:41 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Os servidores públicos federais vão dar a largada para a Campanha Salarial 2012 nesta quarta-feira (15/2). Trabalhadores do Executivo, do Legislativo e do Judiciário vão se reunir às 10h no Espaço do Servidor, ao lado do Bloco C do Ministério do Planejamento, em defesa de mudanças como a definição de uma data-base para 1º de maio, política salarial permanente e paridade entre ativos, aposentados e pensionistas. <br> <br>   
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Confusão no concurso do Senado]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98981</link>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 18:10:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>As inscrições para o processo seletivo do Senado mal terminaram e ele já está sob suspeita de fraude. A servidora do órgão Lúcia Maria Medeiros  de Souza, integrante da Comissão do Concurso, efetuou a inscrição para concorrer ao cargo de consultor legislativo, com salário inicial de R$ 23,8 mil. Para a função, são oferecidas apenas nove vagas.  <br>  <br>Em nota, o presidente da comissão, Davi Anjos Paiva, afirmou que "a atitude da servidora causou estranheza e constrangimento, tendo em vista o fato de que, além de integrar a comissão, cabia a ela a gestão administrativa do contrato celebrado entre o Senado e a Fundação Getulio Vargas (FGV, que organiza o certame)". Não bastasse isso, ela participou de reunião do colegiado em 6 de fevereiro, um dia após o término das inscrições, sem que tivesse comunicado que era candidata.  <br>  <br>Paiva informou que, depois de confirmada a inscrição de Lúcia Maria, ela não apenas foi excluída da comissão do concurso, como também afastada da gestão do contrato. O Senado também abriu sindicância para apurar o ocorrido e pediu à FGV a eliminação da candidata do processo seletivo.  <br>  <br>   
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Previdência fica para a próxima semana]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98902</link>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 13:01:51 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A Câmara dos Deputados adiou para a próxima terça-feira a votação do projeto de lei que cria o Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais (Funpresp). Ele seria votado nesta quarta-feira (8/2), mas, depois de a bancada governista perceber o risco de uma derrota, a sessão foi encerrada. <br> <br>   
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Servidores querem audiência com Miriam]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98893</link>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:55:38 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) encaminhou um pedido de audiência com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar das reivindicações da categoria. A ideia é pressionar o governo, que, depois da morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento,  Duvanier Paiva Ferreira, vítima de infarto no último dia 19, ainda não definiu um interlocutor para assumir as negociações salariais.“Estamos negociando com o governo, não com uma pessoa. A ministra tem de colocar alguém”, afirmou Josemilton Costa, secretário-geral da Condsef. <br> <br> <br>   
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Três perguntas para]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98892</link>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:47:12 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>O blog conversou com Renato Henry Sant´Anna, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), sobre a paralisação do pedido de reajuste dos magistrados. Nesta quarta-feira (8/2), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu arquivar a ação da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) que pedia a apreciação, no Legislativo, da proposta de aumento de 4,8% para os magistrados. Para Sant'Anna, o STF tem sido omisso com relação aos pedidos da categoria. <br> <br><span style="font-style: italic;">O atraso da apreciação do pedido de reajuste caracteriza descumprimento da Constituição?</span> <br>A decisão do ministro Lewandowski só abordou esse último mandado de injunção e entendeu que, quanto ao indice de 4,8%, não haveria a demora. Mas temos outros mandados que tratam da mesma omissão e estão no Supremo. Dessa forma, com certeza, o atraso é caracterizado. O entendimento do ministro foi separar o projeto de lei. Mas o que nos preocupa são os outros que estão lá e, nesse aspecto, entendemos que o Supremo tem sido omisso na apreciação dessa mora legislativa.  <br> <br><span style="font-style: italic;">A decisão causa uma tensão entre magistrados e STF?</span> <br>Eu diria que a magistratura há muito está no seu limite de paciência na construção de uma solução do nosso problema remuneratório. A gente não quer só um aumento, mas uma política remuneratória a que todo trabalhador tem direito. Desde 2006, temos uma perda salarial de mais de 25% e isso não vem sendo resolvido. Seria necessária uma solução que envolvesse Parlamento, Supremo e Poder Executivo. Essa situação nos deixa perplexos.  <br> <br><span style="font-style: italic;">Pode haver greve?</span> <br>No momento, a Anamatra está aguardando o início do ano Legislativo e a retomada dos trabalhos para que possamos sentir, neste início de ano, qual é a vontade desses agentes políticos em dar uma solução para o problema. A partir do momento em que avaliarmos essa situação, poderemos tomar alguma medida. <br> <br>   
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Juízes recorrem de decisão]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98891</link>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:41:37 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) anunciou que recorrerá da decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que mandou arquivar o pedido para que o Congresso Nacional aprecie a proposta de reajuste salarial de 4,8% aos magistrados. <br> <br>O agravo regimental a ser interposto pela entidade nos próximos dias será analisado pelo plenário do STF. Relator do mandado de injunção coletivo impetrado pela Ajufe, Lewandowski entendeu que não houve atraso desmedido na análise do projeto de lei apresentado em agosto de 2011. <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Previdência deve ficar para depois do Carnaval]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98864</link>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:00:09 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Líderes partidários vão se reunir nesta quarta-feira (8/2) para discutir se adiam para depois do Carnaval a votação do projeto que institui o fundo de previdência complementar do servidor público federal. De um lado, eles sofrem pressão do Palácio do Planalto, que quer diminuir o rombo de mais de R$ 52 bilhões na Previdência. De outro, o forte lobby dos sindicatos, que alegam que a mudança retira direitos dos trabalhadores. <br> <br>Se a proposta for aprovada, assim como ocorre na iniciativa privada, para ter uma aposentadoria acima do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje em R$ 3,9 mil, os servidores que ingressarem no funcionalismo após as mudanças terão de contribuir para um fundo complementar. <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Governo teme retaliação]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98863</link>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:55:16 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>O Palácio do Planalto está preocupado com uma retaliação dos líderes partidários. A presidente Dilma Rousseff já avisou que, nas eleições municipais, não pretende entrar nas cidades em que o PT e o PMDB estiverem em palanques opostos. Se quiserem, os candidatos terão de lutar pelo apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. <br> <br>Agora, o governo teme que os parlamentares votem projetos contrários aos seus interesses e causem rombos nos cofres públicos. Entre eles, a PEC 300, que estabelece um piso único para policiais e bombeiros no Brasil. Sozinha, ela tem um impacto calculado em R$ 43 bilhões para a União e outros R$ 33 bilhões para os estados. Com a greve dos policiais na Bahia e o risco de ela se alastrar para outros estados, a pressão é ainda maior. <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[STF arquiva pedido de reajuste]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98843</link>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 12:52:38 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Por Diego Abreu <br> <br>Os magistrados perderam um round no Supremo Tribunal Federal (STF) na luta para conseguir reajuste salarial de 4,8% retroativo a janeiro de 2012. O ministro Ricardo Lewandowski mandou arquivar o mandado de injunção impetrado, na semana passada, pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), pedindo que o tribunal fixasse o aumento. A entidade alegou omissão do Congresso que não apreciou ainda o projeto de lei enviado pelo próprio STF em agosto de 2011, que reajusta os subsídios da magistratura em 4,8%. Com isso, o vencimento do ministro do tribunal, teto do funcionalismo, passaria dos atuais R$ 26,7 mil para R$ 28 mil. <br> <br>Lewandowski, relator do processo, observou que não ficou comprovado o descumprimento da Constituição pelo Congresso, pois não há atraso "desmedido" na apreciação do projeto. O ministro acrescentou que a Câmara teve menos de quatro meses para apreciar a matéria. Ele acrescentou, na sua decisão, que consultou o site da Câmara e verificou que a tramitação está regular, em regime de prioridade e já está com parecer favorável do relator da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. O ministro lembrou que a jurisprudência do STF é extremamente criteriosa no reconhecimento de omissão do Legislativo em relação à regulamentação de dispositivos constitucionais. "A presente impetração revela-se, portanto, manifestamente prematura", criticou. Ele negou seguimento à ação e, por isso, nem apreciou o pedido de liminar. <br> <br>O mandado de injunção é a ação prevista para que sejam sanadas omissões legislativas em relação à regulamentação de normas constitucionais. No caso do pedido da Ajufe, ou o STF manda os parlamentares aprovarem a lei necessária, ou ele próprio determina o reajuste, como pedido pela associação. O Supremo já consolidou o entendimento de que o relator tem legitimidade para arquivar ou negar seguimento a pedido ou recurso incabível e quando contrariar a jurisprudência predominante do tribunal. Na ação, a Ajufe argumentou que o projeto de lei atende à revisão anual do vencimentos dos servidores públicos prevista na Constituição, para recomposição do seu poder aquisitivo, e até hoje não cumprida pelo Executivo por falta de regulamentação. <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Na despesa de pessoal, Dilma cumprirá papel do FHC]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98717</link>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 11:31:58 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>O economista-chefe da Convenção Corretora, Fernando Montero, aposta que, a exemplo do que ocorreu em 2011, as negociações salariais entre governo e sindicatos de servidores serão conflituosas não apenas neste ano, mas também nos próximos dois. Para conseguir melhorias, as centrais sindicais terão de investir pesado no corpo a corpo.&nbsp;</div><div> <br></div><div>Para o economista, durante toda a gestão Dilma Rousseff, a equipe econômica manterá o discurso de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi generoso na concessão de reajustes salariais e de que, agora, o momento é de apertar o cinto. “A despesa de funcionalismo vai cumprir o mesmo papel desempenhado no governo FHC. Itamar Franco deu aumentos muito fortes e deixou para Fernando Henrique Cardoso uma despesa de funcionalismo alta. FHC, então, segurou as despesas nos oito anos de seu mandato”, comparou.</div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Despesa de pessoal deve estourar meta]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98697</link>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 11:26:30 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div><div>O governo Dilma Rousseff subestimou a previsão de gastos com o funcionalismo público para este ano para manter a promessa de deixar as torneiras fechadas para os servidores. Na tentativa de mostrar ao mercado financeiro que é capaz de manter as contas sob controle e cumprir integralmente a meta de superavit primário (economia para o pagamento de juros da dívida), de 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas do país), a equipe econômica projetou R$ 188,2 bilhões em gastos com pessoal, R$ 9 bilhões a mais que os R$ 179,3 bilhões desembolsados ano passado com salários e benefícios dos funcionários ativos e inativos dos três poderes.</div><div> <br></div><div>Nas contas de Felipe Salto, economista da Tendências Consultoria, no entanto, essa fatura deve vir bem maior. Apesar do discurso de austeridade fiscal da presidente, ele calcula expansão de R$ 20 bilhões, mais que o dobro da prevista no Orçamento. A economia do governo, por sua vez, deverá ficar em 2,6% do PIB — 0,5 ponto percentual abaixo da meta. “Projetamos crescimento de despesas de pessoal com base no que ocorreu nos últimos anos, exceto o que foi de contenção. Para cumprir o que prometeu, o governo teria de negar reajustes e enfrentar enorme custo político”, afirma o especialista em finanças públicas.</div><div> <br></div><div>Para ele, no momento em que diversas categorias do funcionalismo pressionam por aumentos nos contracheques, a gestão Dilma até pode atingir a meta. Mas, além de não ceder aos pedidos das centrais sindicais, serão necessárias boas surpresas. O economista lembra que fatores como receitas adicionais maiores — pagamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), depósitos judiciais, entre outras — poderiam ajudar a atingir o alvo.</div><div> <br></div><div>O economista-chefe da Convenção Corretora, Fernando Montero, por sua vez, acredita que a presidente Dilma tem condições de honrar o compromisso. Ele prevê que, em 2012, a despesa com pessoal crescerá só 5% ou cerca de R$ 8,9 bilhões, o menor índice desde que o Tesouro iniciou a série histórica, em 1997.</div><div> <br></div><div>Em 14 anos, o menor crescimento foi registrado em 1999 e em 2003, de 6,7% nos dois casos. Em 2011, a folha cresceu 7,7% ante os R$ 166,5 bilhões do ano anterior. De 2009 a 2010, a alta foi de 9,8%. “Sempre há risco de as contas estourarem. Mas Dilma tem se mantido firme, apesar das pressões em ano eleitoral”, disse.</div></div><div> <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Miriam deixa hospital]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98640</link>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:39:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, deixou o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no início da tarde desta sexta-feira (3/2) e disse que "foi só um susto". Ela foi internada na madrugada de quinta-feira após sofrer uma crise de hipertensão.  <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Governo esvazia órgão de negociação]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98630</link>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:22:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>Analista político e diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz publicou, no site do Diap, artigo em que analisa a reestruturação feita no Ministério do Planejamento. A seu ver, as mudanças nas secretarias só vão aumentar a burocracia nas negociações entre governo e sindicatos de servidores. Vale a pena a leitura.  <br>  <br>Antônio Augusto de Queiroz*  <br>  <br>As perspectivas para os servidores públicos no governo Dilma não são das melhores. Após dois anos sem reajuste, a presidente editou o Decreto 7.676, publicado no Diário Oficial, do dia 23 de janeiro, retirando os poderes da Secretaria do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão encarregada da negociação coletiva com as entidades de servidores públicos.  <br>  <br>As mudanças, detalhadas no anexo I do Decreto, que trata da estrutura regimental do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, consistem na extinção da Secretaria de Recursos Humanos, com a incorporação de suas atribuições na Secretaria de Gestão Pública, e na criação da Secretaria de Relações do Trabalho no Serviço Público, que ficará responsável pela "negociação de termos e condições de trabalho e solução de conflitos no serviço público federal".  <br>  <br>A idéia original da presidente da República e da ministra do Planejamento era extinguir a Secretaria de Recursos Humanos, levando suas atribuições para a Secretaria de Gestão, e criar uma assessoria especial para tratar da negociação coletiva. Só ficou como secretaria para não retirar o status de secretário do saudoso Duvanier Paiva, que seria o ocupante do novo cargo.  <br>  <br>Resumidamente, à Secretaria de Relações de Trabalho no Serviço Público compete: 1) organizar e supervisionar o Subsistema de Relações de Trabalho no Serviço Público Federal (SISRT), de que trata o Decreto 7.674/2011, 2) exercer a competência normativa em matéria de negociação coletiva de termos e condições de trabalho e solução de conflitos no serviço público federal, 3) organizar e manter o cadastro nacional das entidades sindicais representativas dos servidores, 4) propor medidas para a solução, por meio de negociação de termos e condições de trabalho, de conflitos surgidos, conforme diretrizes estabelecidas pela Presidente da República, 5) articular a participação dos órgãos e entidades da administração pública nos procedimentos de negociação surgidas no âmbito das respectivas relações de trabalho.  <br>  <br>A competência de organizar e manter cadastro de entidades sindicais não tem o propósito de substituir o Ministério do Trabalho e Emprego na concessão de registro sindical, como algumas entidades chegaram a imaginar, mas apenas a função de manter um banco de dados para efeito de controle da liberação de dirigente sindical para exercício de mandato classista, entre outras finalidades inerentes às atribuições da nova secretaria.  <br>  <br>Temas como criação ou reestruturação de carreiras, planos de cargos, padrão remuneratório, se por vencimento ou subsídio, requisitos para ingresso no serviço público, gerenciamento da folha, avaliação de desempenho, desenvolvimento profissional na carreira, entre outras atribuições próprias da gestão de pessoas serão de responsabilidade da nova super-secretaria de gestão e não mais da competência ou da responsabilidade do titular de secretaria encarregado da negociação.  <br>  <br>As pautas de reivindicação das entidades sindicais podem até contemplar os temas acima, mas a Secretaria de Relações de Trabalho no Serviço Público não terá poderes para negociá-las. Só poderá fazê-lo considerando as diretrizes do governo e considerando as competências técnicas da Secretaria de Gestão Pública na matéria. E, se decidir autorizar, só o fará após ouvir o Ministério ou órgão a que se referem às mudanças e observadas as diretrizes de governo.  <br>  <br>Até mesmo nos temas específicos de sua competência, como a de firmar termos de compromisso sobre condições de trabalho e remuneração, desde que observado os limites fixados pela Junta Orçamentária do governo, a nova Secretaria de Relações de Trabalho no Serviço Público dependerá da Secretaria de Gestão, que detém os dados, registros e informações sobre os quantitativos, indispensáveis para calculo dos impactos.  <br>  <br>A intenção da ministra do Planejamento e da presidente da República, focadas na contenção do gasto com pessoal, era mesmo retirar a autonomia do responsável pela negociação coletiva, para evitar fato consumado, como ocorreu com negociações na gestão do presidente Lula, como foi o caso da adoção do subsídio para os auditores-fiscais da Receita Federal do Brasil.  <br>  <br>O raciocínio é simples. Ao transferir o controle da formulação da política de pessoal e da gestão de pessoas para a Secretaria de Gestão, que só se relaciona com órgãos governamentais, não atendendo agentes externos, como entidades sindicais, os riscos de surpresas com mudanças irreversíveis, sem consenso no governo, são bem menores, porque a secretaria encarregada da negociação nada fará sem autorização ou consulta ao órgão que detém esse controle.  <br>  <br>A temperatura vai subir na relação das entidades de servidores com o governo federal: os servidores do Judiciário estão há quatro anos sem reajuste; a Polícia Federal, há três; e os demais servidores, há dois. Não bastasse isto, o governo pretende aprovar a previdência complementar do servidor este ano e retirar os poderes do único órgão no Executivo com conhecimento, sensibilidade e disposição de negociar reajuste salarial para 2013.  <br>  <br>(*) Jornalista, analista político, diretor de Documentação do Diap e autor dos livros "Por dentro do processo decisório - como se fazem as leis", "Por dentro do governo - como funciona a máquina pública" e "Perfil, Propostas e Perspectivas do Governo Dilma".  <br>  <br>   
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		<title><![CDATA[Miriam passará a noite no Sírio-Libanês]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98573</link>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:52:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		   <br>O Hospital Sírio-Libanês divulgou novo boletim sobre o estado de saúde da ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Ela está internada desde a madrugada desta quinta-feira (2/2), em São Paulo, após sofrer picos de pressão. O Sírio-Libanês informou que Miriam está estável e passará a noite no hospital para a realização da polissonografia, que avalia a atividade elétrica cerebral, cardíaca e respiratória, entre outras.   <br>   <br>Miriam recebeu, no início desta tarde, a visita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que realiza, no mesmo hospital, tratamento contra um câncer na laringe.   <br>   <br>   
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		<title><![CDATA[Miriam faz bateria de exames]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98579</link>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:43:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		 <br>A agenda da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, não traz compromissos oficiais nesta quinta-feira (2/2). Ela passou mal na tarde de ontem e está em São Paulo fazendo uma bateria de exames no Hospital Sírio-Libanês. <br> <br>A ministra teve picos de pressão ontem e, com medo de um infarto, foi atendida no Instituto do Coração (Incor) de Brasília. Por volta das 20h, pegou um avião da Força Aérea e voou para a capital paulista. Miriam antecipou o check up que faria no fim do mês. A ministra ainda está traumatizada com a perda do secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva Ferreira, que morreu de infarto no último dia19 após ter percorrido três hospitais de Brasília. <br> <br>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que realiza tratamento contra um câncer na laringe, também no Sírio-Libanês, deve visitar Miriam na tarde desta quinta-feira. O hospital divulgou um boletim médico segundo o qual o estado de saúde da ministra é estável. <br> <br>   
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		<title><![CDATA[Feijoó teve processo acelerado]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98562</link>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:12:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		     <br><div style="text-align: center;"><img style="width: 451px; height: 246px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18947/0730172b40b4851069b8905c7355c9ba.jpg">   <br></div>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; <font size="1">Antônio Cruz/ABr </font>  <br>   <br>Motivos não faltam para que o nome do assessor especial da Secretaria-Geral da Presidência, o espanhol e ex-dirigente sindical do ABC Paulista José Lopez Feijóo, seja um dos cotatos para assumir a interlocução entre governo federal e sindicatos de servidores nas negociações salariais, no lugar de Duvanier Paiva Ferreira, que morreu no último dia 19.     <br>     <br>Matéria da repórter Josie Jeronimo publicada nesta quinta-feira (2/2) no <span style="font-weight: bold;">Correio</span> mostra que o prestígio do assessor do ministro Gilberto Carvalho permitiu a ele ter uma tramitação relâmpago de seu processo de naturalização no Ministério da Justiça, justamente para poder assumir o cargo na Secretaria-Geral da Presidência, em maio de 2011. Josie relata que, diferentemente dos demais estrangeiros, que esperam em média 18 meses para obter a cidadania brasileira, o ex-sindicalista deu entrada no processo em 12 de maio de 2011 e, duas semanas depois, o Ministério da Justiça concedeu a naturalização extraordinária a ele. Clique <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,14/2012/02/02/interna_politica,288526/espanhol-teve-pedido-de-cidadania-agilizado-para-garantir-cargo-no-planalto.shtml">aqui</a> para ler a reportagem.    <br>     <br>   
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		<title><![CDATA[Miriam busca substituto para Duvanier]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98561</link>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:59:28 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>O governo federal está cada vez mais acuado diante das pressões dos servidores públicos. O impasse, agora, é para definir quem substituirá o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, que morreu no último dia 19, vítima de infarto. <br> <br>O <span style="font-weight: bold;">Correio</span> apurou que os nomes mais cotados para assumir as negociações com os sindicatos são Denise Motta Dau, ex-dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e atual diretora do Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde (Degerts) do Ministério da Saúde, e José Lopez Feijóo, ex-vice-presidente da CUT e atual assessor do secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. As centrais sindicais também pressionam a ministra Miriam Belchior para chamar de volta Sérgio Mendonça, que foi secretário de Recursos Humanos no governo Lula. <br> <br>   
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		<title><![CDATA[Juízes vão ao STF por aumento]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98560</link>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:53:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <br><div style="text-align: center;"><img style="width: 433px; height: 288px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18947/5ff53833cf6d403272d609df91cad601.jpg">  <br></div><font size="1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; Ed Alves/Esp. CB/ D.A Press</font>  <br>  <br>A guerra prometida pelos servidores públicos foi declarada oficialmente ontem. E começou pelos magistrados. Depois de perder a batalha por reajustes salariais no Orçamento de 2012, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) decidiu peitar a presidente Dilma Rousseff e entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) exigindo que deputados e senadores garantam um reajuste de 4,8% na remuneração dos ministros do STF. A mudança alteraria o teto do funcionalismo de R$ 26,7 mil para R$ 28 mil e elevaria automaticamente os salários dos juízes e dos ministros dos demais tribunais superiores.   <br>   <br>O aumento reivindicado, ao custo anual de R$ 151,5 milhões para os cofres públicos, consta do Projeto de Lei n.º 2.197/2011 e representa a perda inflacionária estimada para o ano passado. O problema é que, em 2011, a presidente Dilma Rousseff se recusou a encaminhar a proposta orçamentária do Poder Judiciário para o Congresso Nacional e deixou de fora da previsão de receitas não só para os pedidos de aumento dos magistrados, como para o dos funcionários do Judiciário. A decisão causou rusgas até com o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, e abriu uma guerra entre os Três Poderes. “Dilma descumpriu a Constituição, que assegura a revisão geral anual do teto do funcionalismo. Com a ação, queremos, na realidade, que o Congresso cumpra a sua obrigação de legislar”, ressaltou Gabriel Wedy, presidente da Ajufe.   <br>   <br>Nas contas da associação, a defasagem salarial dos magistrados já chega a 33% desde 2005, quando foi instituída a obrigatoriedade da revisão, a cada ano, do teto do funcionalismo. “Apesar de a lei determinar a atualização pelo índice de inflação todos os anos, desde então, houve apenas uma reposição”, afirmou Wedy. Além da proposta que prevê reajuste de 4,8%, tramita no Congresso Nacional o PL nº 7.749/2010, que atualiza o subsídio dos ministros do STF em 14,8%. Com os aumentos acumulados, o teto ultrapassaria R$ 33 mil.   <br>   <br>   
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		<title><![CDATA[Previdência complementar é prioridade]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98457</link>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:34:18 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Com o início dos trabalhos no Congresso Nacional em fevereiro, os deputados e senadores já têm uma prioridade definida: aprovar o Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais (Funpresp). Por causa de uma série de impasses, a proposta foi adiada até o apagar das luzes no ano passado. Desta vez, no entanto, a presidente Dilma Rousseff deixou claro que não abre mão da mudança. Enquanto ela não for feita, gastos com nomeações de servidores e reajustes salariais continuarão travados.  <br> <br>Um dos principais defensores da proposta, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves, também já anunciou que o déficit da previdência do setor público deve ultrapassar a barreira dos R$ 60 bilhões este ano, em uma clara pressão para que o Legislativo aprove o novo sistema. <br> <br>A proposta é de que, assim como ocorre na iniciativa privada, para ter uma aposentadoria acima do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o servidor público contribua para um fundo de previdência complementar. As alterações, no entanto, só valerão para quem ingressar no funcionalismo após a aprovação do projeto. <br> <br>   
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Gasto com pessoal cresce 7,7%]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98454</link>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:39:53 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Não foi só o ritmo de nomeações que caiu. A presidente Dilma Rousseff também colocou o pé no freio nos gastos com o funcionalismo e mostrou que não está mesmo disposta a dar trégua aos servidores públicos. Dados do Tesouro Nacional revelam que as despesas da União com o pagamento de salários e benefícios do quadro ativo, de aposentados e pensionistas dos Três Poderes cresceram em ritmo menor em 2011, na comparação com o último ano da administração Lula. Em 2011, os desembolsos somaram R$ 179,3 bilhões, num aumento de 7,7% ante os R$ 166,5 bilhões do ano anterior. Entre 2009 e 2010, a elevação havia sido de 9,8%.  <br> <br>O governo, no entanto, não tem muito a comemorar. Embora mais lento, o crescimento do gasto com folha de pessoal foi nove vezes maior que o dos investimentos, que, destinados à infraestrutura, permitem que a economia cresça sem pressionar os preços de produtos e serviços. Em 2011, essas despesas avançaram apenas 0,8%, somando R$ 47,5 bilhões. O resultado representou uma brusca desaceleração — entre 2009 e 2010, elas haviam avançado 38%, principalmente por causa das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). <br> <br>“No ano passado, a contenção de gastos foi generalizada”, afirmou Felipe Salto, economista da Tendências Consultoria. A seu ver, a qualidade do ajuste nas contas foi ruim. “Se o governo Lula tivesse tomado medidas para controlar as despesas com pessoal, não seria necessário, agora, sacrificar investimentos”. Enquanto as despesas voltadas à melhoria do país representaram 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas no país), a folha de pagamento chegou a 4,9%. <br> <br>   
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Número de nomeações cai 44%]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98453</link>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:35:37 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Matéria da repórter Josie Jeronimo mostra que o governo endureceu o jogo e limitou as nomeações em concursos públicos em 2011. No primeiro ano do governo Dilma Rousseff, foi registrada uma queda de 44% no volume de convocações, na comparação com 2010. A tendência é que esse ritmo seja reduzido cada vez mais, até que o governo aprove o fundo de previdência complementar do servidor público federal. Clique <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2012/01/31/interna_politica,288265/planalto-diminui-o-ritmo-de-convocacoes-de-servidores-aprovados-em-concurso.shtml">aqui</a> para ler a matéria. <br> <br>   
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[GDF libera promoção de PMs]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98333</link>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 15:45:07 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Matéria do repórter Ricardo Taffner relata que o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, decidiu liberar, no fim da tarde desta sexta-feira (27/1), a promoção de 2.852 policiais militares, suspensa desde 26 de dezembro do ano passado. A medida passa a vigorar nos próximos dias, mas terá efeitos financeiros e de antiguidade retroativos. Para o governo do Distrito Federal, a decisão não compromete a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Clique <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/01/28/interna_cidadesdf,287926/gdf-diz-que-promocao-de-pms-nao-atrapalha-lei-de-responsabilidade-fiscal.shtml">aqui</a> para ler a reportagem.</div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Piso de professores é desafio para Mercadante]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98332</link>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 15:40:13 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Karla Correia</div><div>Correio Braziliense</div><div> <br></div><div><div>A saída de Malvina Tuttman do comando do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (lnep) marcou o início das reformas pretendidas pelo novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em uma pasta recheada de problemas na realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e pelo insucesso na negociação com estados e municípios em torno do piso salarial dos professores — hoje considerado pelo setor como um dos maiores desafios do ministério para os próximos anos.</div><div> <br></div><div>A articulação com governos estaduais em relação ao cumprimento do piso salarial de professores da rede pública de ensino é uma das prioridades de Mercadante.</div><div> <br></div><div>O petista teve apoio amplo dos profissionais de educação em São Paulo em sua campanha pelo governo estadual, em 2010, e é visto pelo setor como um quadro de peso para a negociação. A conquista do cumprimento do piso, fixado em R$ 1.187,97 e ratificado em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), contará pontos para Mercadante, que tem ambições de voltar a disputar o governo paulista em 2014.</div><div> <br></div><div>Mercadante ainda terá que enfrentar uma dura queda de braço com as demais pastas da Esplanada para evitar um contingenciamento de grande porte em seu ministério e garantir, dessa forma, seus planos de expansão do investimento no ensino infantil.</div><div> <br></div><div>O crescimento dos recursos para o setor são fundamentais para destravar o programa Mais Educação, que pretende ampliar o tempo de permanência de alunos da rede pública com a oferta de jornada em tempo integral. Lançado por Fernando Haddad em 2008, ainda na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto não vingou até agora. Priorizar a alfabetização de crianças de até 8 anos, objeto do programa Alfabetização na Idade Certa, que será lançado neste semestre, também depende do crescimento do aporte para o ensino infantil. O projeto é considerado como uma das principais bandeiras de Mercadante.</div></div><div> <br></div>
		]]>
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		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Servidor deve entrar na Justiça para reaver valores]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98283</link>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:59:43 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) orientou os servidores de sua base a entrar na Justiça com ações coletivas a fim de resgatar os valores descontados indevidamente de seus salários a título de contribuição previdenciária desde 2004, quando a Lei n.º 10.887, que trata da contribuição do Plano de Seguridade do Servidor Público, foi publicada.  <br> <br>Em dezembro, o governo publicou a Medida Provisória n.º 556/11 e excluiu da contribuição previdenciária adicionais como férias, adicional noturno e assistência à saúde suplementar, entre outros. O entendimento é de que, antes de 2004, a legislação estipulava que a aposentadoria do servidor levava em conta a remuneração paga "no cargo efetivo" (ou seja, excluía os adicionais). Dessa forma, a contribuição do servidor não pode incidir sobre parcelas não computadas para o cálculo do benefício. <br> <br>A Condsef explica que, com a medida provisória, a partir de agora, não haverá novos descontos. Mas, se quiser reaver os valores já debitados, o servidor deverá entrar na Justiça. Para a confederação, antes disso, no entanto, os trabalhadores devem buscar informações nas assessorias jurídicas dos sindicatos. <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA["Você sabe com quem está falando?"]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98293</link>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:37:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <div>   <br></div><div>Leio o capítulo "Raízes da Desobediência" do livro "Fé em Deus e pé na tábua", do antropólogo Roberto DaMatta, e, mais uma vez, me lembro do caso Duvanier. Se ele não fosse um funcionário do alto escalão da administração pública, a sua morte jamais receberia tamanha atenção não só da mídia, mas também dos órgãos de investigação e do próprio governo.</div><div>   <br></div><div>DaMatta escreve que "o conceito de pessoa é qualificado pelo seu pertencimento a um feixe vivo de relações sociais. A pessoa vai sempre além de si mesma. Ela projeta uma sombra nos espaços onde atua (ou anda, como falamos no Brasil), cobrindo de prestígio ou iniquidade outras pessoas que são por ela ressaltadas, escondidas, protegidas ou denunciadas". Em seu livro, escreve o pesquisador, "o cão do senador tem mais direitos do que o do cidadão anônimo. Saber de quem é o relógio Rolex faz com que os policiais trabalhem com mais afinco e eventualmente o devolvam ao seu dono, tal como ocorreu com um ministro do Supremo".</div><div>   <br></div><div>O governo pode até fazer muito barulho por causa da morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, que sofreu infarto no último dia 19. A suspeita é de que ele teve atendimento negado em dois hospitais particulares de Brasília, pois o seu plano (a Geap) não era aceito e ele não tinha um talão de cheques em mãos. Mesmo com a investigação concluída e as punições aplicadas, no entanto, para o cidadão comum, o sistema de saúde, seja ele público ou privado, continuará sofrível.</div><div>   <br></div>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Momento oportuno]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=98192</link>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 18:55:03 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Embora o problema da saúde seja crônico no Brasil há décadas, parlamentares aproveitaram a morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, para cobrar medidas do governo federal. Uma semana depois do falecimento, o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, deputado Roberto  Santiago (PSD-SP), fez um requerimento para pedir ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informações sobre o caso Duvanier e sobre a situação do plano de saúde dos servidores públicos federais (a Geap, Fundação de Seguridade Social). <br> <br>O deputado lembrou que, no ano passado, após diversas audiências da Comissão de Defesa do Consumidor, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou uma portaria determinando novos prazos para exames e outros procedimentos. A Comissão de Direitos Humanos também informou que está acompanhando o caso. <br> <br>Duvanier morreu de infarto no último dia 19. De acordo com denúncias, antes de falecer, ele teve atendimento negado em dois hospitais particulares de Brasília, pois o plano Geap não era aceito e o secretário não tinha um talão de cheques em mãos. A Polícia Civil do DF está investigando se realmente houve negligência. <br> <br>Somente em 2011, a Defensoria Pública do Distrito Federal encaminhou ao Ministério Público do DF mais de 400 pedidos de vagas para pacientes urgentes na rede pública local e outros oito pedidos de abertura de inquérito por mortes por falta de atendimento. Até hoje, porém, nada aconteceu. <br> <br>   
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Contribuição previdenciária não inclui adicionais]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97851</link>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:01:35 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		 <br>Matéria assinada por Paulo Muzzolon publicada nesta terça-feira (24/1) na Folha de S. Paulo relata que “o governo excluiu os adicionais de férias, trabalho noturno e hora extra, entre outros, da contribuição previdenciária dos servidores da União — Executivo, Legislativo, Judiciário, autarquias e fundações federais —, mas manteve a cobrança na iniciativa privada”. A proposta é suprir lacunas na lei que deram origem a ações judiciais. De acordo com a reportagem, como, até 2003, a legislação estipulava que a aposentadoria do servidor levaria em conta a remuneração paga “no cargo efetivo” (ou seja, excluía os adicionais), o Supremo Tribunal Federal entendeu de que a “contribuição do servidor não poderia indicir sobre parcelas não computadas para o cálculo do benefício”. <br> <br>A mudança foi feita por meio de medida provisória publicada em 26 de dezembro. <br> <br>   
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		<title><![CDATA[Pressão dos servidores]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97850</link>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:45:47 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		 <br>Embora o governo ainda não tenha definido o nome de quem substituirá o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, que morreu após sofrer um infarto na última quinta-feira, os servidores públicos avisaram que não vão dar trégua. Depois das repetidas negativas do Palácio do Planalto em reajustar os salários neste ano, o funcionalismo dos Três Poderes manteve toda a pauta de reivindicações e a ameaça de uma greve geral a partir de abril, caso a equipe da presidente Dilma Rousseff não apresente uma proposta concreta de aumentos nos contracheques e de alterações nos planos de carreira. <br> <br>Hoje, sindicatos que representam categorias do Executivo, do Legislativo e do Judiciário protocolarão no Planejamento, na Secretaria-geral da Presidência da República e no Supremo Tribunal Federal (STF) um documento pedindo a reabertura imediata do processo de negociação salarial com o governo. "Estamos apenas aguardando o nome do novo secretário para que a discussão sobre as melhorias continue. A relação é institucional, não é pessoal. Não vamos parar", afirmou Pedro Armengol, diretor executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que reúne 3,4 mil entidades sindicais filiadas. <br> <br>Armengol explicou que um dos principais pleitos é a regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que estabelece diretrizes para as relações de trabalho no setor público. Apesar de o Brasil ter ratificado a convenção há mais de um ano, até agora, a legislação não se adequou às normas. Os servidores estão sem respostas sobre itens polêmicos, como direito de greve, negociação salarial e liberação de dirigentes sindicais de bater o ponto para se dedicar aos assuntos das categorias. <br> <br><span style="font-weight: bold;">Acordos</span> <br>Outra queda de braço é pela definição de uma política salarial permanente e de uma data-base, período em que, a cada ano, patrões e empregados se reúnem para reivindicar a revisão de salário e estabelecer os novos contratos coletivos de trabalho. "Além disso, queremos que o governo cumpra os acordos firmados no ano passado. Se não tivermos resposta até março, iniciaremos a discussão sobre a greve", afirmou Josemilton Costa, secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef). No caso do Executivo, a batalha é para que se estenda a todos os servidores de nível superior reajuste de até 78% dado a economistas, geólogos, estatísticos, engenheiros e arquitetos. <br> <br>Os sindicatos também se mobilizam contra a aprovação do regime de previdência complementar do servidor público federal. Pelo Projeto de Lei nº1992/ 2007, assim como ocorre na iniciativa privada, para ter uma aposentadoria acima do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje de R$ 3,9 mil, os servidores terão de investir em um fundo complementar. Se aprovada, a regra só será obrigatória para os trabalhadores que entrarem no funcionalismo após a implantação das mudanças. <br> <br>Na avaliação do diretor executivo da CUT, o discurso de ajuste fiscal da presidente Dilma Rousseff para vetar os aumentos aos servidores, sob a alegação de que o país precisa se proteger dos reflexos da crise econômica internacional, não convence o funcionalismo. Ele observou que, hoje, as despesas com pessoal giram em torno de 30% da receita corrente líquida do governo, abaixo do teto imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), de 50%. "Se houver interesse político, há, inclusive, uma margem grande para negociar", argumentou. <br> <br>   
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		<title><![CDATA[Ministra pede investigação]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97651</link>
		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 15:58:01 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div><div>A ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), pedirá que a Polícia Civil do Distrito Federal inclua nas investigações sobre a morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, a possibilidade de discriminação racial. Em entrevista ao <b>Correio</b>, ela afirmou que, em um caso como o do secretário, que era negro, a suspeita de racismo, mencionada por representantes do governo, é sempre procedente.</div><div> <br></div><div>“É válido que se levante essa possibilidade. Até porque, há muito tempo, vem se colocando e se denunciando o tipo de tratamento discriminatório que as pessoas negras recebem no Brasil. Isso é uma realidade”, disse. Duvanier morreu na madrugada de quinta-feira, aos 56 anos, após sofrer um infarto agudo do miocardio e ter atendimento médico negado em dois hospitais particulares de Brasília, pelo fato de o seu convênio (a Geap) não ser aceito e por não possuir um talão de cheques em mãos.</div><div> <br></div><div>A ministra considerou a morte do secretário “mais do que lamentável”. “Em se comprovando uma dimensão racial nesse caso, haveria uma indicação muito forte de que, na verdade, o racismo não está associado à condição econômica”, afirmou Luiza. A seu ver, diante da negação de direitos à população negra, o próprio Estado tem se preocupado em criar mecanismos que coloquem um ponto final nas discriminações.</div><div> <br></div><div>Uma das medidas recentes foi a assinatura de um acordo de cooperação entre a Secretaria e o Ministério da Saúde, em outubro do ano passado. A parceria, a ser desenvolvida ao longo deste ano, prevê, além da divulgação de peças publicitárias no ambiente do Sistema Único de Saúde (SUS), a definição de uma estratégia para a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. “A política leva em conta, inclusive, o fato de que essas ocorrências cardíacas também são prevalecentes entre os negros e que isso deve ser observado nos serviços de saúde”, ressaltou a ministra. Ela admitiu, no entanto, que o governo precisa avançar no combate ao racismo. “Isso, na verdade, é um processo. Estamos num caminho que, absolutamente, não tem volta.”</div><div> <br></div><div>Luiza ressaltou que, ao presenciar uma atitude de discriminação no ambiente hospitalar, o primeiro passo que a família precisa dar é fazer uma denúncia em uma delegacia. Mas há outros meios de combater o crime, como também registrar reclamações na própria ouvidoria da Secretaria da Igualdade Racial.</div><div> <br></div></div>
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		<title><![CDATA[ANS investiga hospitais]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97547</link>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:01:13 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		 <br>A equipe da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) se prepara para fazer investigações nos hospitais Santa Lúcia e Santa Luzia, ambos em Brasília, na tarde desta sexta-feira (20/1). A instituição quer averiguar a denúncia de que o secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva Ferreira, morreu após ter atendimento médico negado nos centros de saúde, na madrugada de quinta-feira. <br> <br>   
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		<title><![CDATA[ANS apura irregularidade]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97534</link>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 15:42:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		   <br>O ministro Alexande Padilha acionou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para que ela apure se o plano de saúde ao qual o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, era conveniado (a Geap) agiu de forma irregular. "Há algumas regras que estão sendo verificadas. É preciso saber se o paciente tinha o direito de ser atendido pela Geap naqueles hospitais. Se houve irregularidade, o passo é verificar de quem era a responsabilidade", afirmou a assessoria de imprensa do ministro Padilha. Duvanier morreu na madrugada de quinta-feira, em Brasília, sem atendimento médico nos hospitais pelos quais passou. <br>   <br>   
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		<title><![CDATA[Dilma exige investigação]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97532</link>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 15:23:00 GMT</pubDate>
		<description>
		<![CDATA[
		  <br>A presidente Dilma Rousseff deu a ordem para que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apure se houve negligência nos hospitais particulares de Brasília onde o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, buscou atendimento antes de morrer.  <br>  <br>Matéria publicada pelo <span style="font-weight: bold;">Correio</span> nesta sexta-feira (20/1) revela que ele <span>faleceu na madrugada de quinta-feira, em Brasília, sem atendimento médico. De acordo com a reportagem, o  secretário passou mal em casa, na 303 Sul, e foi levado, de madrugada,  para os hospitais Santa Lúcia e Santa Luzia. Os dois centros não  aceitaram o plano de saúde de Duvanier (Geap). Como ele estava sem  cheques para a caução, foi levado para o Hospital Planalto, onde os  médicos não conseguiram reanimá-lo.</span> <br>  <br>O Palácio do Planalto confirmou que, depois de saber o que ocorreu, a presidente ligou para o ministro da Saúde nesta quinta-feira.  <br>  <br>   
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		<title><![CDATA[Duvanier morre sem atendimento]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97510</link>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 12:34:00 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		<div style="text-align: center;">  <br><img style="width: 411px; height: 273px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18947/c6cb05c7fca25c10a10f2195908875e7.jpg"> <br></div><span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-style: italic;">Carlos Vieira/CB/D.A Press</span></span> <br> <br>Matéria dos repórteres Gustavo Henrique Braga e Gabriel Caprioli publicada nesta sexta-feira (20/1) no <span style="font-weight: bold;">Correio</span> revela detalhes da morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira. Principal articulador do governo com as categorias do funcionalismo público, ele faleceu na madrugada de quinta-feira, em Brasília, sem atendimento médico.  <br>  <br>O secretário passou mal em casa, na 303 Sul, e foi levado, de madrugada, para os hospitais Santa Lúcia e Santa Luzia. Os dois centros não aceitaram o plano de saúde de Duvanier (Geap). Como ele estava sem cheques para a caução, foi levado para o Hospital Planalto, onde os médicos não conseguiram reanimá-lo. Clique <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2012/01/20/internas_economia,287019/secretario-do-planejamento-morre-por-falta-de-atendimento.shtml">aqui</a> para ler a reportagem. <br> <br>   
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		<title><![CDATA[Morre Duvanier Paiva]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97420</link>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:22:07 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Responsável pelas negociações salariais entre os sindicatos e o governo federal, o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva, morreu na noite desta quarta-feira (18/1), aos 56 anos, após sofrer um infarto. O velório será realizado no cemitério Campo da Esperança, Capela 2, em Brasília, a partir das 12h30. O corpo será levado para São Paulo às 15h.</div><div> <br></div>
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		<title><![CDATA[Rombo de R$ 60 bi]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97310</link>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 17:00:45 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>A presidente Dilma Rousseff tem mais uma arma para pressionar pela aprovação do fundo de previdência complementar dos servidores públicos federais. O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, afirmou nesta quarta-feira (18/1) que o déficit da previdência do setor público deve ultrapassar a barreira dos R$ 60 bilhões este ano. Em 2011, o rombo foi de R$ 56 bilhões, ante R$ 51 bilhões em 2010.</div><div> <br></div><div>O déficit anual do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), que atende 29 milhões de trabalhadores da iniciativa privada, não ultrapassa os R$ 40 bilhões. No setor público, são atendidos cerca de 959 mil servidores. Se o fundo de previdência complementar, em tramitação na Câmara, for aprovado, para ter uma aposentadoria acima do teto do INSS, hoje em R$ 3,9 mil, o servidor terá de contribuir para um fundo.</div><div> <br></div><div> <br></div>
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		<title><![CDATA[O nó de 2012]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=97107</link>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:50:18 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div><div>Denise Rothenburg</div><div>Correio Braziliense</div><div> <br></div><div>Assim como Dilma não cumpriu o corte de R$ 50 bilhões no ano passado, os servidores apostam que não cumprirá também a promessa de reajuste zero este ano. Por isso, a greve está na ordem do dia das associações de várias categorias.&nbsp;</div><div> <br></div><div>Em conversas reservadas, os técnicos do Poder Executivo são praticamente unânimes em afirmar onde o bicho vai pegar este ano para a administração da presidente Dilma Rousseff, a ponto de incomodar o sono presidencial: a pressão por reajustes salariais. Além da campanha no primeiro escalão, apontada hoje na reportagem do Correio, há outras bem piores. O funcionalismo público prepara uma greve para tentar recompor a inflação acumulada de 2007 para cá — 24,5%, segundo as organizações dos servidores.</div><div> <br></div><div>O funcionalismo está quieto desde 2007, quando um acordo com o governo previu reajustes até 2010. Mas, agora, diante da perspectiva de aumento zero em função da crise econômica externa e a necessidade de o governo conter seus próprios gastos, as associações e centrais de servidores vislumbram uma paralisação generalizada.</div><div> <br></div><div>A presidente não se mostra interessada em ceder. Tanto é que nem colocou no Orçamento os recursos necessários ao reajuste do Poder Judiciário e criou uma celeuma que não tem data para terminar. Além disso, ainda existe o movimento dos policiais militares, conforme relatamos aqui no começo deste mês. Para quem não acompanhou as notícias da primeira semana de janeiro, vale lembrar que houve a greve da PM do Ceará conforme noticiado em todos os jornais e comentado aqui.&nbsp;</div><div> <br></div><div>Naqueles dias, o governador Cid Gomes, diante de uma paralisação de policiais armados, acabou se rendendo e concedeu o reajuste. O governo já detectou movimentos semelhantes no Amazonas, no Pará, e em mais quatro estados. No início deste mês, comentei aqui que, se a greve da PM eclodir em todo o país e os governadores se renderem, vai ser um levante geral em favor da PEC 300, aquela que equipara os salários dos policiais de todo o país com o que recebem os do Distrito Federal.</div><div> <br></div><div>Na semana passada, ouvi de uma autoridade do governo que a aprovação da PEC 300 seria o caos. No caso de Brasília, os salários são melhores porque o Distrito Federal conta com recursos da União para suprir despesas nas áreas de saúde, educação e segurança pública. Os estados da federação não têm esse suporte. Além disso, qualquer reajuste da ordem do que pede a PEC 300 geraria um efeito cascata. Depois de PMs e bombeiros contemplados, seria a vez de outras categorias pedirem o mesmo. No Ceará, tão logo terminou a greve dos policiais militares, veio a da Polícia Civil.</div><div> <br></div><div>Em relação ao Poder Executivo nacional, a aprovação da PEC 300 provocaria um efeito cascata, conforme detectado pelo próprio governo. As Forças Armadas, por exemplo, imediatamente apresentariam um pedido por melhores salários. O argumento para tal está definido e é justo: um capitão ou sargento não poderia ganhar menos do que um oficial da PM que estivesse no mesmo nível hierárquico.</div><div> <br></div></div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Greve geral]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=96869</link>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 14:08:16 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Matéria do repórter Silvio Ribas publicada nesta sexta-feira (13/1) no <b>Correio</b> mostra que, em busca de reajustes salariais, servidores públicos dos Três Poderes ameaçam o governo federal com uma greve geral a partir de abril. Mas o Ministério do Planejamento já avisou: negociações só para 2013. Clique <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2012/01/13/internas_economia,286159/por-aumento-salarial-funcionarios-dos-tres-poderes-planejam-greve-geral.shtml">aqui</a> para ler a reportagem.</div><div> <br></div>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Senado quer proibir nepotismo]]></title>
			<author><![CDATA[Luciano Pires]]></author>
		<link>http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor?tv_pos_id=96759</link>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 20:34:36 GMT</pubDate>
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		<![CDATA[
		   <div> <br></div><div>Em meio às novas denúncias de nepotismo que atingem o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, o Congresso Nacional quer tirar da gaveta um projeto apresentado há oito anos. No Senado, os parlamentares trabalham para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 49/03, de autoria do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que inclui na Constituição a proibição da contratação de parentes de até 3º grau, inclusive de cônjuges, para cargos em comissão.</div><div> <br></div><div>Em 2008, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou súmula proibindo o nepotismo nas administrações direta e indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Embora a mais alta Corte do país tenha regulamentado o assunto, até hoje não há uma regra na Constituição explícita sobre ele.</div><div> <br></div><div> <br></div>
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