
| Edílson Rodrigues/CB/D.A Press |
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| “Aprendi muito. Melhorei o que já sabia e sei aproveitar melhor as horas de estudo” |
Governo anuncia que vai adiar, em cerca de dois meses, a realização de concursos e a contratação de selecionados para bancar o reajuste de 7,7% dos aposentados. Parlamentares reagem a corte nas emendas
Letícia Nobre
| Iano Andrade/CB/D.A Press - 13/3/10 |
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| Candidatos participam de simulado, como forma de se preparar para concurso. Com cortes no Orçamento, algumas seleções serão adiadas |
Sistema de aplicação de testes é frágil e não há nenhuma lei específica no país para punir com rigor as irregularidades
As fraudes identificadas pela Polícia Federal na Operação Tormenta mostram as fragilidades na fiscalização e na aplicação de provas em concursos públicos. O transporte dos cadernos de questões foi indicado pela investigação como o ponto fraco e é tido para as organizadoras como uma das etapas de maior sigilo e segurança. Os casos em que os candidatos tiveram acesso às perguntas antes do dia de aplicação ocorreram a partir do desvio de documentos nessa etapa.
No concurso de agente da PF, dos 53 candidatos que burlaram a segurança, seis só foram identificados quando já estavam no curso de formação, a última das seis etapas de seleção. Nas provas da segunda fase da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), um candidato tentou colar olhando anotações escritas em um dos livros que podiam ser usados para consulta. Ele foi pego em flagrante quando o examinador constatou que se tratavam das respostas das questões. A partir desse caso, outros concorrentes foram identificados, todos no estado de São Paulo.
A organização criminosa que foi desarticulada ontem estaria atuando há pelo menos 16 anos, com controle central em São Paulo, e tentado interferir em, no mínimo, nove concursos, vestibulares e provas de residência médica. Entre os processos seletivos para o serviço público, praticamente todos foram organizados pelo Cespe/UnB. Além das provas da PF e da OAB, a entidade aplicou, entre outras, a da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a da Caixa Econômica Federal e a da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Mas, por enquanto, o diretor de Inteligência da PF, Marcos David Salém, isenta a organizadora de responsabilidade no caso. “Não identificamos qualquer ligação dos acontecimentos com as empresas contratadas para fazer e aplicar as provas”, disse.
De acordo com o Cespe, o transporte dos malotes lacrados com os cadernos de questões é feito pela própria empresa e com o acompanhamento dos coordenadores de aplicação de prova da organizadora, que são servidores da Universidade de Brasília. Assim, a empresa explicou que o desvio das provas da PF e da OAB ocorreu “nas dependências da Polícia Rodoviária Federal, e não no momento do transporte”. O policial rodoviário citado foi preso ontem, durante a Operação Tormenta. A PRF não foi encontrada para responder sobre o caso.
Danos potenciais
Na tentativa de evitar novas ocorrências, a PF tenta fechar o cerco de quadrilhas como a identificada na operação. “Fazemos auditoria dos nossos concursos, mas estamos disponíveis, se provocados, a ajudar em situações suspeitas em qualquer outra seleção”, explicou o delegado Vitor Hugo Rodrigues Alves, responsável pela ação. Para o diretor de Inteligência da PF, Marcos Salém, a prática resulta “em danos potenciais às instituições públicas”. “Esses candidatos, quando conseguem entrar (no serviço público), ficam vulneráveis às organizações criminosas”, enfatizou.
Na opinião de José Wilson Granjeiro, do Movimento pela Moralização dos Concursos (MMC), a falta de punições específicas para as fraudes incentiva a impunidade. “O mais provável é que nenhuma das pessoas presas permaneçam detidas. Um bom advogado pode usar a argumentação de que falta tipificação do crime e é isso que propomos acabar”, defendeu.
PF desbarata esquema de golpes em provas para a corporação, Receita Federal e OAB. Doze pessoas foram presas em São Paulo e no Rio
Edson Luiz
A investigação de uma possível infiltração de criminosos na corporação levou a Polícia Federal a desbaratar um dos maiores esquemas de fraudes de concurso público no país. A Operação Tormenta, desencadeada ontem, prendeu 12 pessoas nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro e cumpriu 34 mandados de busca e apreensão. Seis candidatos a agentes federais, que se formariam amanhã, foram desligados e indiciados por estelionato e receptação. Além de vender provas e gabaritos para seleções da PF, a quadrilha agiu também em provas da Receita Federal realizadas em 1994 e nos exames da segunda fase da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no início deste ano. A PF pode realizar novas ações nos próximos dias, inclusive em Brasília, pois há pelo menos outras duas seleções sob suspeita.
O trabalho começou em fevereiro, durante a investigação social dos candidatos a agentes, quando a delegacia da PF em Santos (SP) detectou indícios de que 53 candidatos tiveram acesso às provas. “Nós levantamos 53 aprovados que tinham envolvimento com as fraudes, mas só seis chegaram ao curso de formação”, afirmou o diretor de Inteligência da corporação, Marcos David Salém. “Inicialmente, pensávamos que eram pessoas que queriam se infiltrar na Polícia Federal”, explicou o delegado Vitor Hugo Rodrigues Alves, responsável pela investigação.
Mas o esquema era bem maior. Segundo o delegado, o grupo atuava há 16 anos, quando houve o conturbado concurso da Receita Federal, em que foram aprovadas 41 pessoas com ligação com a quadrilha. A prova foi questionada na Justiça Federal e os concorrentes tiveram ganho de causa. O resultado seria homologado na próxima semana e todos receberiam salários retroativos a 1994. “Isso daria um prejuízo de R$ 123 milhões aos cofres públicos”, ressaltou Salém. O golpe só foi descoberto depois de a PF ter desenvolvido um novo mecanismo de investigação de concursos públicos.
Segundo o diretor de inteligência da PF, a então mulher, o filho e a nora do chefe do esquema de fraudes, além de amigos, estavam entre os aprovados no concurso da Receita. Todos também conseguiram passar na preparação na Escola Superior de Administração Fazendária (Esaf) por meio de irregularidades. “Eles não conseguiam acompanhar o nível técnico do curso”, explicou Salém. Por isso, os concurseiros tiveram que recorrer à quadrilha novamente. Conforme o diretor da PF, parte do pagamento pelas fraudes seria feito com o ressarcimento dos R$ 123 milhões.
A quadrilha era comandada pelo proprietário de uma universidade no interior paulista, cujo nome a PF pretende manter em sigilo. Ele tinha acesso aos cadernos de questões pagando propina, e depois repassava o material aos concurseiros. O grupo tinha, segundo a PF, uma espécie de tabela de preços, sendo que as informações para os exames da OAB custavam em torno de R$ 50 mil e as para agentes da PF, US$ 50 mil. Para delegado da Polícia Federal, o preço chegava a US$ 100 mil e, para auditor da Receita, US$ 150 mil.
Diplomas
Durante a Operação Tormenta, a PF prendeu um policial rodoviário federal, responsável pelo transporte das provas. O chefe da quadrilha também atuava com intermediários, que compravam os cadernos de questões e os revendiam a terceiros, muitas vezes aliciados. A investigação indicou que houve casos em que a quadrilha telefonou para candidatos, dando orientações de qual concurso deveriam prestar. “A organização também fornecia diplomas falsos a um custo de até R$ 30 mil”, disse o delegado Alves. A maioria dos processos seletivos que estão sob suspeita, inclusive os da PF e da OAB, foram organizados pelo Cespe, que garantiu não ter envolvimento nas fraudes (leia detalhes na página 15).
Segundo a PF, os diplomas falsificados eram vendidos para candidatos que não tinham formação necessária para participar de processos seletivos. Além disso, a quadrilha providenciava documentos para que outras pessoas fizessem os exames no lugar do inscrito. O grupo também tinha professores à disposição, encarregados de responderem as questões das provas e transmitir as respostas por pontos eletrônicos, em cursos preparatórios ou em gabaritos.
Indiciamento
Os seis candidatos afastados do concurso da PF e os 118 envolvidos em outros casos não foram presos, mas começaram a ser ouvidos ontem e serão indiciados por estelionato e receptação. Cada um terá que devolver aos cofres públicos o equivalente a R$ 14 mil que receberam como ajuda de custo ao longo dos quatro meses de curso de formação na Academia Nacional de Polícia (ANP). Os demais envolvidos responderão por formação de quadrilha, violação de sigilo funcional, estelionato, receptação e fasificação de documentos públicos.
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Com a chegada no inverno, nada melhor para aquecer o coração do que fazer o bem. Pensando nisso o IMP Cursos promove em 19 de junho um Aulão beneficente para arrecadar agasalhos e cobertores para o Lar São Francisco de Assis, do Núcleo Bandeirante, que abriga idosos. Em troca os alunos poderão esquentar as mentes para o concurso do Ministério Público da União (MPU), que deve contar com edital publicado nos próximos meses.
O aulão acontece das 14h às 17h40 na 603 Sul, com foco nos cargos de nível médio e superior. Serão debatidos assuntos de Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Penal, Legislação Aplicada ao MPU e Língua Portuguesa. Para se inscrever, basta acessar o site www.impcursos.com.br ou comparecer pessoalmente ao IMP Cursos,. As doações serão feitas no dia do evento. São 250 vagas, portanto é importante a antecedência das inscrições.
O coordenador acadêmico e professor Antônio Geraldo ressalta que o Aulão é uma oportunidade para tirar dúvidas e intensificar os estudos. “O concurso para o MPU é um dos mais aguardados do ano, que irá contar com mais de 6 mil vagas para níveis médio e superior com rendimentos bastante atrativos. A concorrência deverá ser bastante acirrada, portanto o candidato que melhor se preparar sairá na frente”.
Serviço:
Aulão do MPU
Data: 19 de junho, sábado
Horário: 14h às 18h
Telefone: 3226-7955
Endereço: L2 Sul SGAS 603 Conj C – Brasília/DF
Número de vagas disponíveis: 250
Valor: Doação de um agasalho ou cobertor para o Lar São Francisco de Assis
Inscrições: na sede do IMP ou pelo site www.impcursos.com.br
Charles Dias*
Paciência, palavrinha mágica muitas vezes repetida em pedidos e afirmações, porém pouco compreendida. Comecemos então por conhecer sua definições “dicionarescas”:
s.f. Virtude que faz suportar com resignação a maldade, as injúrias, as importunações etc.
Perseverança, constância.
Perder a paciência, começar a não poder mais esperar, suportar ou procurar.
Revestir-se de paciência, esperar com calma.
Nome de certo jogo de cartas.
Vejamos como cada um desses aspectos da paciência aplicam-se à vida do concurseiro que estuda seriamente para passar e ser empossado em cargos públicos.
Virtude que faz suportar com resignação a maldade, as injúrias, as importunações etc.
Se bem que nos últimos tempos estudar para concursos públicos esteja sendo melhor visto pelas pessoas, ainda existe um certo preconceito em relação a essa escolha profissional, não no tocante à trabalhar na administração pública em si, mas no período de estudo necessário para fazer frente à concorrência dos concursos públicos. Ainda há o preconceito de quem diz “estudo para concursos públicos” na verdade está “enrolando com a barrida”, ou seja, não está estudando coisa nenhuma e diz isso para enganar as pessoas ao seu redor, usando a “desculpa” de estar se preparando para concursos públicos como cortina de fumaça para a inatividade. Por conta disso, concurseiros sérios muitas vezes recebem olhares reprovadores, ouvem comentários nem um pouco motivadores, são alvo de piadinhas sem graça. É nesses momento que se deve ter paciência a fim de não “partir para a ignorância” ou se chatear com as pessoas, uma vez que se a pessoa estuda com seriedade e comprometimento para concursos públicos, nenhuma crítica, maldade ou piadinha realmente a atinge.
Perseverança, constância.
Estudar para concursos públicos não é fácil, é demorado, demanda muito esforço e disciplina. Para fazer frente a tudo isso é necessário ter muita perseverança, não se deixar abater com as dificuldades e eventuais derrotas e “mortes na praia” que fazem parte da jornada do concurseiro. É preciso, sim, muita constância nos estudos, na motivação, na vontade de vencer, que brotam justamente da paciência.
Perder a paciência, começar a não poder mais esperar, suportar ou procurar.
Acredito que não há nenhum concurseiro na face da terra que não gostaria de que sua luta fosse mais fácil e, principalmente, rápida. Não é para qualquer um encarar uma empreitada que durará um, dois, até três anos de estudos constantes. (In)Felizmente muitos desistem pouco tempo depois de começarem, não suportam as primeiras derrotas e dificuldades. São milhares aqueles que tomam a decisão de estudar para concursos públicos a fim de mudar de vida para melhor e meses depois desistem com um suspiro de “isso não é para mim”. Quem estuda com seriedade para concursos públicos deve ter paciência para estudar meses a fio com vistas somente na vitória, nunca considerando realmente desistir.
Revestir-se de paciência, esperar com calma.
Já diz o velho ditado popular que “Quem almeja, sempre alcança”. No caso dos concurseiros, esse “almeja” significa desejar a vitória enquanto se faz por merecer, ou seja, estudando com planejamento, disciplina e determinação. Quem estuda com qualidade, com comprometimento, está no caminho certo para a vitória na guerra dos concursos públicos e da tão desejada posse como servidor público, é preciso apenas paciência para se atingir a maturidade e “massa crítica” de conhecimento acumulado necessária para garantir a vitória, daí é “partir para o abraço”.
Nome de certo jogo de cartas.
Um jogo de cartas muito chato, diga-se de passagem!
Charles Dias é concurseiro e mantém o blog Concurseiro Solitário e escreve às terças-feiras no SOS Concurseiro
AS OPNIÕES DIVULGADAS NOS ARTIGOS NÃO REPRESENTAM, NECESSARIAMENTE, A OPINIÃO DO BLOG E SÃO RESPONSABILIDADE DOS PRÓPRIOS AUTORES.
Marcelo Paiva*
O concursando (e não o concurseiro) estuda com antecedência e se prepara de forma mais adequada para a prova. No início do ano, falou-se muito no edital do MPU. Diversas turmas se formaram nos cursos preparatórios por toda a cidade e redondeza. Estamos em maio e nem sinal do edital. O candidato de ocasião desanima e para o estudo. Exatamente o que não deve ser feito. Não se pode parar de estudar. É preparação que demora meses e você precisa estar disposto a vencer.
Quem estudou no início do ano e parou esquecerá muito do que aprendeu. Haverá necessidade de iniciar quase do zero o estudo novamente quando se empolgar. O concursando, não. Ele mantém o ritmo e não para. Pode demorar um, dois, três, até seis meses sem concurso interessante. No entanto, uma hora o edital sai. Ao sair, ele terá vantagem significativa em relação aos demais candidatos. Assim, não desanime. Estude sempre.
É lógico que, em época de ausência de edital, o estudo pode ser mais brando. Isso não significa estudar todos os dias. A rotina relaxa um pouco, mas só um pouco. No IMPCursos, mantemos sequência de simulados para que todos os interessados mantenham o foco no estudo. Já fizemos nos últimos 40 dias simulado para o MPU, para ANVISA e, agora, faremos para a AGU.
Saiba se preparar de forma adequada. Não se deixe levar pelo desânimo. Aprovação em concurso demanda determinação, organização e muito estudo sério. Aproveite a época para focar nas disciplinas que você mais tem dificuldade.
Marcelo Paiva é professor do IMPCursos. O IMPCursos escreve todas as quartas-feiras no SOS Concurseiro.
Helga Oliveira Achei esse texto em uma das comunidades que acompanho no Orkut e não podia deixar de compartilhar com vocês.


O governo do Distrito Federal vai reservar R$ 381,16 milhões para contratar servidores em 2011. O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) prevê chamar 7.805 aprovados em concursos nas diversas áreas do Executivo e do Legislativo. Boa parte dos futuros nomeados está só aguardando a convocação, visto que os processos de seleção já ocorreram ou estão em fase final.
O montante de servidores que vão reforçar os quadros do GDF é praticamente o mesmo previsto para este ano. Entretanto, com as sucessivas mudanças do alto escalão do governo, em decorrência da crise política envolvendo as investigações da Operação Caixa de Pandora, somente 37,54% do programado serão, de fato, colocados em prática.Ou seja, dos 7.906 servidores que passariam a constar na folha de pagamento do GDF, somente 2.968 terão sido incorporados até dezembro. Por esse motivo e pelo impedimento eleitoral, que proíbe nomeações de concursos não homologados a partir de 2 de julho, centenas de candidatos continuarão esperando até 2011 para assumir os cargos.
“As alterações de governo atrapalharam tudo para os concursandos este ano. Além desses problemas que afetaram a administração, faltou vontade política”, explicou Ernani Pimentel, presidente da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac). Na opinião dele, foi priorizada a contratação de cargos comissionados em detrimento dos concursados. “Recebemos diversas denúncias e estamos levantando os dados. Há uma estimativa de contratações de quase 10 mil pessoas sem concurso”, acusou.
Pimentel disse que, para reverter o descaso com que foram tratados os futuros servidores do GDF, o próximo governador terá que lidar com as seleções com mais transparência. “Há muitos anos, o que se vê é uma falta de lisura plena nos concursos do GDF. Espero e torço para que isso mude”, disse. Ele destacou que, com o “descaso político”, a discussão sobre a criação do estatuto de concursos ganha força. “Se houvesse uma lei que regulamentasse, de fato, a questão, as nomeações seriam um compromisso certo.”
Chances
De acordo com a proposta da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) que será enviada à Câmara Legislativa, três órgãos tiveram carreiras criadas. O Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) será reforçado com 50 postos para analistas e 200 para técnicos em gestão previdenciária. O Procon terá 60 fiscais, 80 analistas e 60 técnicos, uma reivindicação antiga da entidade. Já no Centro de Assistência Jurídica do DF (Ceajur), o quadro ganhará 301 analistas e 299 técnicos de apoio à assistência judiciária. A contratação de todos os aprovados nesses concursos custará R$ 78,747 milhões aos cofres públicos.
A maior fatia de vagas foi destinada à Secretaria de Saúde. Ao todo, 2.283: 400 médicos, 400 enfermeiros, 550 agentes de vigilância ambiental, cujo concurso ainda não ocorreu, 250 agentes comunitários de saúde, entre outros que passarão a fazer parte do órgão. A área de educação também foi bem contemplada. Serão nomeados professores de educação básica (400), especialistas em educação (80), médicos (15) e analistas e técnicos de gestão educacional (794). Para essa última carreira, foi contratada, no início do mês, a Fundação Universa, que deve realizar a seleção ainda este ano.
No campo da segurança pública, 106 técnicospenitenciários serão aproveitados do cadastro de reserva do concurso de 2007. Na Polícia Civil serão abertas 250 vagas para analista e técnico de apoio às atividades policiais e 50 para agente de atividades complementares.
Legislativo
O prazo de validade do processo seletivo da Câmara Legislativa termina no fim deste mês. Para preencher 58 vagas no orçamento de 2011, será preciso realizar outro concurso. Na solicitação de recursos, a Câmara definiu precisar de 32 servidores de nível superior e 26 de nível médio. Isso custará R$ 6,458 milhões nos 12 meses do ano que vem.
Para acabar com o jejum de oito anos, também haverá concurso para o Tribunal de Contas do DF.Os concurseiros interessados podem se preparar para tentar uma das 50 vagas para auditor de controle externo ou alguma das 30 reservadas para técnico de administração.
O PLDO apresentado esta semana passará por avaliações e alterações até 15 de setembro, quando termina o prazo de envio à Câmara Legislativa para votação. Em 8 de junho, está programada audiência pública sobre o assunto, quando será aberta a participação popular com sugestões para o texto.
Marcelo Paiva*
Todos sabem que o serviço público tornou-se muito interessante profissionalmente. Melhores condições de trabalho, maiores chances de desenvolver atividades na própria área desejada e bons (ótimos) salários. Pessoas do Brasil inteiro dedicam-se a estudar a médio e longo prazo à espera do concurso desejado. Há poucos dias, recebi dúvidas de um grupo de brasileiros que moram em Angola e estudam para prestar concurso no Brasil. Observe a dedicação.
Há poucos anos, surgiu relação que entusiasma mais ainda o candidato: estudar para concurso e concluir pós-graduação no mesmo curso. Funciona assim: a pessoa se matricula para fazer a pós. Ela oferece o conteúdo necessário e exigido pelo MEC com forte abordagem para concursos públicos. Isso ocorre principalmente na área do Direito, Administração, Economia e Gestão. Também se encontra, com menor força ainda, cursos para Contabilidade e Saúde. É unir o útil ao necessário.
O cuidado que o candidato deve tomar está principalmente relacionado com a qualidade de ensino da instituição. Nas grandes capitais, alguns cursos priorizam apenas a certificação e estão distante do mínimo de qualidade. Assim, se for o seu desejo estudar pós e preparar-se para concurso, procure instituição séria. Cuidado com cursos muito baratos.
Quase sempre você encontrará problemas à frente. Informe-se e escolha a instituição por sua qualidade e, principalmente, a qualidade de seus professores. A oportunidade pode tornar-se dor de cabeça no futuro se a escolha não for acertada.
Outro tópico a ser comentado é o uso da internet para a preparação. Também nela, alguns cursos se preparam para oferecer pós-graduação com preparação para concurso. As recomendações valem da mesma forma e até mais. Curso de pós pela internet deve ter credenciamento especial no MEC. Não se iluda e escolha com muita atenção. Vale a pena pesquisar sobre o assunto.
Marcelo Paiva é professor do IMPCursos. O IMPCursos escreve todas as quartas-feiras no SOS Concurseiro.
Leia mais: Organização para passar em concurso: dica do professor
AS OPNIÕES DIVULGADAS NOS ARTIGOS NÃO REPRESENTAM, NECESSARIAMENTE, A OPINIÃO DO BLOG E SÃO RESPONSABILIDADE DOS PRÓPRIOS AUTORES
Charles Dias*
Alguns fantasmas teimam assombrar os concurseiros, ou melhor, assombrar concursos público e, por tabela, também os inscritos nessas seleções, que estudaram com seriedade e dedicação e que por elas ficaram frustradores, sentirão raiva, impotência e tudo o mais que vem acompanhado.
Faz alguns dias o fantasma da desorganização marcou presença na prova paulistana e carioca do concurso da Caixa Econômica Federal, impedindo que alguns milhares de concurseiros fizessem prova, os quais agora não sabem o que será deles, se farão prova em separado, se serão causa de anulação da prova aplicada em tantas outras cidades. Ontem mesmo recebi o email de um leitor do meu blog (www.concurseirosolitario.com.br) “chorando as pitangas” quanto as suspeitas de fraude na segunda fase (entrevista) de um concurso para Administrador em Minas Gerais.
É, meus amigos, se não podemos impedir esses fantasmas de marcarem presença nos concursos que prestamos, pelo menos devemos ficar vigilantes a fim de não permitir que invadam a festa. Isso se faz com vigilância, ficando de olho em possíveis sinais de fraude e desorganização, reclamando quando necessário, articulando-se com outros concurseiros que também se sentirem lesados pela mesma suspeita.
Brasileiro já foi conhecido por sua passividade em relação aos mandos e desmando, burradas e “antices” por parte da Administração Pública, mas faz tempo que isso deixou de ser uma verdade absoluta. A medida que as novas gerações chegam a idade de fazer valer sua opinião e, principalmente, de fazer ouvir sua gritaria, as coisas vão mudando. Isso vale também para concursos públicos, graças a Deus, visto que já foram vários os concursos suspeitos de fraude que foram anulados por conta da articulação e gritaria dos concurseiros que se sentiram lesados.
Resumo da ópera - Então, meus amigos, façam como no velho ditado popular ... é “um olho no gato e outro no peixe”.
Charles Dias é concurseiro e mantém o blog Concurseiro Solitário e escreve às terças-feiras no SOS Concurseiro
Leia mais: Solidariedade concurseira
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Matéria publicada nesta terça-feira no Correio Braziliense
Karla Mendes
O fortalecimento das agências reguladoras é uma das principais bandeiras da campanha da pré-candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff. A ex-ministra da Casa Civil disse ontem (17/05) que os órgãos reguladores precisam ter corpo técnico próprio, composto por funcionários aprovados em concurso público. A pretendente ao Palácio do Planalto prometeu, uma vez eleita, abrir vagas nessas estruturas para profissionais especializados. Na avaliação dela, isso se torna necessário, visto que um número significativo de pessoas dos seus quadros funcionais é composto por empregados oriundos de empresas que foram privatizadas.
O principal exemplo é a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com a decisão do governo de reativar a Telebrás para coordenar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o órgão terá de devolver à estatal, nos próximos anos, 179 funcionários. Por enquanto, 54 trabalhadores foram requisitados, situação que já preocupa. Tanto que o órgão avalia convocar candidatos aprovados no último concurso ou até fazer uma nova seleção para suprir os desfalques, segundo o embaixador Ronaldo Sardenberg, presidente da Anatel.
“É um problema sério. Estou absolutamente convencido de que a Anatel precisa recompor seus quadros, na medida em que um certo número de funcionários vai para a Telebrás”, disse. Outro agravante que pode acelerar o esvaziamento da agência é o plano de demissão incentivada dos funcionários da Telebrás, em vigor há 12 anos. Com a reativação da estatal, os empregados serão convocados para optar pela permanência na empresa ou não.
Polêmica
Um dos pontos mais polêmicos de ressuscitar a Telebrás foi levantado pela Abrafix, que representa as operadoras de telefonia fixa, sobre possíveis conflitos de interesse e uso de informações privilegiadas pelos funcionários que voltarão à estatal. Um deles é Jarbas Valente, que assumiu recentemente o posto de conselheiro da agência. “Sou servidor público há 30 anos. Vou fazer o que sempre fiz: cumprir a lei ao pé da letra”, rebateu ele ontem, depois da reunião do Conselho Consultivo da agência. Valente lembrou que, quando a Anatel foi criada, quase todos os conselheiros, assim como os superitendentes e gerentes-gerais, eram da Telebrás.
“A realidade era pior no passado. Só havia uma empresa privada, a CTBC, que atuava contra todas as outras, que eram estatais. Agora é o contrário: a estatal pequena e as outras todas são privadas”, comparou. O conselheiro lembrou que os funcionários da Telebrás estão na Anatel por força de lei. “A lei é que mandou a gente para a Anatel, até para a agência não fechar as portas, porque não tinha empregados. Agora, tudo que a lei diz, claramente, nós vamos cumprir. Não só eu como conselheiro, mas todos os outros empregados.”
Os servidores das agências estão entre os mais beneficiados por reajustes salariais na gestão Lula. Em 2006, o vencimento inicial de um especialista em regulação, por exemplo, era de R$ 6.044. Hoje, é de R$ 9.378, podendo chegar a R$ 16.390 no fim da carreira. (Colaborou Letícia Nobre)
Sabrina Ferroli
Rogerio NeivaJosé Wilson Granjeiro*
O nome dele era Davi. Pura coincidência: mesmo nome do Pequeno que venceu o Gigante, conforme revela a Bíblia. Vinha de família pobre, filho de sertanejos que lidavam com a terra e criavam umas vaquinhas na zona rural de uma pequena cidade do interior do Maranhão. Tinha três irmãos.
Era a década de noventa, e, como em qualquer outro lugar, as pessoas mais humildes batalhavam muito para vencer na vida. Muitas morriam sem realizar o sonho da casa própria ou sem lograr aprovação em algum concurso público. Outras desistiam dos estudos e iam “mexer” – como se diz lá na região – com comércio, abrindo lojas de auto-peças, confecções, farmácias, bares ou restaurantes. O importante era ter o próprio negócio, casar, ter filhos e viver aquela vidinha feliz para sempre.
Quem não conseguia passar no vestibular de uma universidade pública – do Maranhão mesmo, ou do Piauí, Tocantins ou Pará, estados mais próximos – nem pensava em enfrentar uma faculdade particular porque a mensalidade era (e continua sendo) alta. Com os baixos salários da região, seria impossível sobreviver e ainda pagar os estudos.
O jovem e pujante Davi era diferente. Ele era determinado. Tinha um norte na vida. Queria ser juiz. Não juiz de futebol, com todo o respeito a esses profissionais, mas Juiz Federal, do Poder Judiciário. Assim, o rapaz estabeleceu metas, organizou-se e foi à luta.
Durante o dia, trabalhava no escritório de uma grande serraria e fábrica de carrocerias de caminhão da cidade. Mas aproveitava regradamente os fins de semanas e os momentos de lazer. O tempo que tinha usava para se preparar para o vestibular da Universidade Federal do Maranhão. Sabia que a vida de auxiliar de contabilidade não o levaria muito longe. O máximo que conseguiria seria o cargo de chefe do escritório da fábrica. Isso era pouco para ele.
Dedicou-se de corpo e alma ao seu objetivo. Estudou, fez o vestibular e foi aprovado com ótima classificação na UFMA. O curso? Direito, claro. Era com isso que ele sempre sonhara.
Mas Davi não parou por aí. Na verdade, estava só na metade de sua longa jornada. De dia continuava trabalhando no escritório da serraria e de noite se preparava para ser advogado. Já quase no fim do curso, os três irmãos, que mal haviam concluído o antigo segundo grau, se uniram para ajudá-lo, ou melhor, para “bancar” o esforçado estudante, a mulher e os dois filhos dele. Tudo para permitir que o único universitário da família se dedicasse somente aos estudos. Com a ajuda dos irmãos, o jovem concluiu o curso de Direto e obteve, sem dificuldade, a famosa e temerosa carteira da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção do Maranhão.
Davi exerceu a profissão por alguns meses, mas, como ainda não era possível montar um belo escritório e ganhar grandes causas, dedicava-se cada vez mais aos estudos. Ele não queria ser advogado do dia-a-dia, do tipo que só faz petições, embargos, recursos e defende alguém. Queria ser Juiz.
Com o apoio da família e dedicação exclusiva aos estudos e ao cursinho preparatório, o incansável bacharel fez concurso para o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão. Aprovado e bem classificado, em pouco tempo estava com a vida estabilizada, morando bem, e o melhor: retribuindo a ajuda dos irmãos, dentro das possibilidades. Mas estes não estavam preocupados em recuperar o dinheiro investido no estudioso membro da família. Estavam felizes, contentes por ter um irmão Juiz – o Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz Eleitoral da Primeira Zona Eleitoral Davi Costa, que venceu na vida com muita dedicação e PERSISTÊNCIA.
Inspire-se na história de Davi e atinja o apogeu de sua própria história.
José Wilson Granjeiro é diretor-presidente do Gran Cursos
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (05/05), em caráter terminativo, projeto de lei que cria 10.479 cargos e funções para o Ministério Público da União (MPU). São 6.804 cargos e 3.675 funções comissionadas para servidores efetivos e cargos em comissão de livre provimento. Como o projeto tramita em caráter terminativo, se não houver recurso ao plenário, ele será encaminhado diretamente à apreciação do Senado Federal.
O relator do projeto, deputado José Genoino (PT-SP), defendeu a aprovação da proposta visando a ampliação dos serviços judiciários. Se for aprovado pelo Senado, e sancionado pelo presidente da República, a estrutura do MPU será ampliada e cada procurador passará a contar com três analistas e cinco técnicos. Atualmente, cada procurador tem uma estrutura de dois analistas e três técnicos.
A medida terá um impacto orçamentário da ordem de R$ 762,8 milhões por ano. De acordo com o relator, a criação dos novos cargos condiz com a ampliação dos serviços judiciários. “O Ministério Público tem que acompanhar o acréscimo de demanda do Poder Judiciário, de forma a permitir o desenvolvimento, dentro da normalidade esperadas pela sociedade”.
Fonte: Agência Câmara
Assistir filmes é uma excelente passatempo. Se ajudar na preparação para concursos, melhor ainda. O professor Granjeiro, do GranCursos elaborou uma lista com 14 obras cinematográficas que podem ajudar os candidatos. Cada filme tem, no título, um link onde você poderá encontrar mais informações:
"O som do coração" (2007)
August Rush é filho de um guitarrista irlandês e de uma violoncelista americana. Os pais, ainda jovens, se conheceram na Washington Square, em Nova York. Diante das circunstâncias, August foi deixado em um orfanato. Protegido por uma pessoa misteriosa e se apresentando nas ruas da cidade, August utiliza seu talento musical para tentar reencontrar os pais, de quem foi separado logo depois de nascer.
"Quem quer ser um milionário?" (2008)
Jamal Malik tem 18 anos, vem de uma família das favelas de Mumbai, Índia, e está prestes a experimentar um dos dias mais importantes de sua vida. Visto pela TV por toda a população, Jamal está a apenas uma pergunta de conquistar um prêmio de 20 milhões de rúpias. No entanto, no auge do programa, a polícia prende o jovem Jamal por suspeita de trapaça. Desesperado para provar sua inocência, Jamal conta a história da sua vida na favela onde ele e o irmão cresceram, as aventuras dos dois juntos, os enfrentamentos com gangues e traficantes de drogas e o amor por uma garota.
"O diabo veste Prada" (2006)
Andy Sachs, recém-formada na faculdade de jornalismo, se muda para Nova York com o namorado, Nate, e sai em busca de emprego. Consegue uma entrevista na revista de moda comandada pela editora Miranda Priestly. Mesmo sem nunca ter ouvido falar da revista ou da famosa editora, Andy consegue a vaga. Seu estilo, entretanto, é motivo de piada entre os novos colegas, inseridos no mundo da moda. Determinada a seguir em frente com o desafio, Andy muda o visual e se torna uma workaholic nas mãos da chefe. Ao mesmo tempo, começa a perceber o quanto está deixando de lado as coisas simples da vida.
"Desafiando gigantes" (2006)
Nos seus seis anos como técnico de futebol americano de uma escola, Grant Taylor nunca conseguiu levar o time Shiloh Eagles a uma temporada vitoriosa. Ao enfrentar crises profissionais e pessoais aparentemente insuperáveis, a ideia de desistir nunca lhe pareceu tão atraente. Mas, quando um visitante inesperado o desafia a acreditar no poder da fé, ele descobre a força da perseverança para vencer.
"Ben-Hur" (1959)
O filme se passa na época de Jesus Cristo. Conta a vida de um príncipe judeu que, traído pelo amigo romano, é escravizado. Depois de lutar por liberdade, ele retorna para se vingar do traidor. Na Jerusalém do início do século I, vive Judah Ben-Hur, rico mercador judeu. Sua vida sofre uma reviravolta com o retorno de Messala, um amigo da juventude que agora é o chefe das legiões romanas na cidade. Um desentendimento por causa de divergências políticas leva Messala, mesmo ciente da inocência de Ben-Hur, a condenar o ex-amigo a viver como escravo em uma galera romana. Mas Ben-Hur terá a oportunidade de se vingar.
"Duelo de titãs" (2000)
Nos anos 70, numa cidade da Virgínia, a Justiça determina que as escolas promovam a integração entre brancos e negros. Em cumprimento à norma, a escola T.C.Williams substitui o treinador de futebol americano Bill Yoast, branco, por Herman Boone, negro. Além de não ser bem recebido, o novo treinador tem de lidar com jovens que estão juntos pela primeira vez e, por preconceito racial, não se dão bem. O racismo torna-se, então, o maior desafio que Boone enfrenta para levar o time adiante.
"A virada" (2003)
Jay Austin vende automóveis usados em sua concessionária. O caráter manipulador do empresário influi em tudo a sua volta, inclusive em seus relacionamentos, de modo que nem mesmo a esposa e o filho confiam nele. Contudo, enquanto restaura um clássico conversível, Jay percebe que Deus também está trabalhando na sua restauração. Austin começa a virada em sua vida quando aprende a honrar a Deus em seus negócios, em suas relações e em sua vida.
"O fazendeiro e Deus" (2006)
Um fazendeiro muda-se para a África do Sul com a família e sofre uma série de perdas que julga ser incapaz de superar. Mas ele descobre o verdadeiro propósito de sua vida e desenvolve uma crença inabalável no poder da fé. Trata-se da história de um homem que cultiva as raízes da fé que, assim como ocorre com as batatas que ele planta na fazenda, só se tornam visíveis quando chega a hora da colheita.
"Jogada de gênio" (2008)
O personagem principal é um professor universitário que tem uma ideia capaz de chamar a atenção da indústria automotiva. Kearns, engenheiro, inventor nas horas vagas e morador da Detroit dos anos 70, cria uma engenhoca que seria utilizada em todos os carros do mundo. Para a esposa e os seis filhos, era como se ele tivesse encontrado ouro. Porém, a fascinante invenção acaba se tornando um tormento para Kearns. Os gigantes da indústria automotiva se aproveitam da ideia e ignoram o verdadeiro autor do invento.
"Tempo de recomeçar" (2001)
Um jovem arquiteto sonha em construir a própria casa num penhasco à beira-mar. Mas George deixou que o trabalho, o tempo e as circunstâncias o distanciassem de seu sonho. Quando se deu conta, tinha envelhecido, estava desempregado, divorciado e afastado da família e dos amigos. A princípio, ele inicia o projeto sozinho, pois o filho adolescente não se interessa por nada que diga respeito ao pai. A ex-esposa e os vizinhos não acreditam que ele vá levar a ideia adiante. À medida que George vai realizando seu sonho, as relações com as pessoas importantes de sua vida também se solidificam. O que começa como o resgate de um desejo pessoal torna-se algo maior e mais forte do que a própria casa.
"À procura da felicidade" (2006)
Apesar de todas as tentativas de manter a família unida, Chris Gardner vê a mulher, mãe de seu filho de 5 anos, deixá-los por não suportar mais as dificuldades financeiras. Chris, agora um pai solteiro, continua a perseguir um emprego com melhor remuneração, usando toda sua habilidade de vendedor. Surge a oportunidade de ingressar como estagiário numa importante corretora de ações. Apesar de não haver salário, ele, na esperança de no final do programa conseguir um emprego e um futuro promissor, aceita o trabalho. Sem apoio financeiro, Chris e o filho são despejados e são forçados a dormir em abrigos, estações de ônibus, banheiros. Chris usa a afeição e a confiança que o filho depositou nele para superar os obstáculos em busca de condições melhores de vida.
"Homens de honra" (2000)
Carl Brashear ingressa na Marinha com o objetivo de entrar na escola de mergulho. Sunday, um reconhecido comandante de mergulhadores da Marinha norte-americana, desafia o novato para que ele desista. Anos mais tarde, depois que Carl sofre um acidente que o deixa aleijado, ele e Sunday juntam suas forças. O oficial ajuda Carl a enfrentar a burocracia da Marinha, a superar a perda de uma perna e a se tornar parte da história militar dos Estados Unidos.
"Um sonho possível" (2009)
Um adolescente é encontrado na rua e convidado a passar a noite na casa da família de um colega da escola. À medida que a família ajuda o jovem a desenvolver todo o seu potencial – no esporte e na escola –, todos são conduzidos a uma jornada de autodescoberta.
"Invictus" (2009)
O filme acompanha a história de Nelson Mandela, no período que vai de sua saída da prisão, em 1990, passando por sua eleição para a presidência, em 1994, e os anos subsequentes. Na tentativa de diminuir a segregação racial na África do Sul, o rugby torna-se instrumento para amenizar o fosso entre negros e brancos, fomentado por quase 40 anos. O jogador Francois Pienaar é capitão do time e será o principal parceiro de Mandela na empreitada.