Thiago Ventura | thiagoventura.com
Uma empresa sueca de design inventou uma câmera digital feita de papelão. A máquina foi produzida pela Ikea, companhia que cria móveis e objetos para casa, em parceria com o escritório sueco Teenage Engineering. A câmera, batizada de “Knäppa”, foi criada apenas como um brinde para jornalistas, mas acabou fazendo sucesso e deverá ser produzida em série.
A maquininha é simples, apenas um pequeno circuito elétrico, envolto por duas lâminas de papelão. A Knäppa é alimentada por duas pilhas AA e possui memória interna para até 40 fotos. Ela vem com uma saída USB, descarregando as imagens como um pendrive para o computador.
A câmera só possui botão disparador e outro comando para apagar fotos. No vídeo de apresentação, os designers brincam ao falar que do “estabilizador de imagem” da Knäppa. "Basta apoiar a câmera numa superfície rígida". Além disso, no manual vem o seguinte conselho: "Para melhorar a qualidade da imagem, evite níveis de luminosidade baixos."
A qualidade imagem não é boa, similar aos primeiros celulares que ofereciam o recurso. Trata-se de uma câmera de brinquedo, leve e fácil de usar. Uma espécie de pinhole digital. Segundo a Ikea será a "câmera mais barata do mundo". Ainda não há preço definido e data de quando a máquina começará a ser vendida.
CEO da Teenage Engineering, Jesper Kouthoofd, explica como a câmera funciona:


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Um fotógrafo criou uma série inusitada de fotos utilizando pedras encontradas no litoral britânico. Trata-se do projeto Stone Footprint, ou “pegadas de pedra”, de Iain Blake, escocês de 40 anos que vive no Sudeste da Inglaterra.
O trabalho é simples mas com conceito criativo. Blake reúne cinco pedras pequenas e uma grande e cria pegadas. As formações são unidas sobre fundo encontrado nas praias inglesas, com pedras, areia e madeira.
Além da proposta divertida, o trabalho de Blake se destaca pela composição e nitidez das imagens. É interessante observar o contraste de texturas entre as pedras e o fundo, além da profundida reduzida em algumas fotos. Em outras imagens, destaca-se o segundo plano formado por diversas rochas, em oposição aos “pés” coloridos.
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Que as câmeras Leica são as queridinhas dos fotógrafos, isso muita gente já concorda. Mas agora, um modelo da tradicional marca alemã tornou-se a câmera mais cara já vendida no mundo. Uma Leica 0-Series, de 1923, foi leiloada na Áustria neste final de semana por US$ 2,16 milhões de euros, cerca de R$ 5,6 mi.
A máquina foi leiloada em Viena pela Galerie WestLicht e o lance inicial era de 300 mil euros. A identidade do vendedor e do comprador não foi revelada. No ano passado, uma outra Leica 0-Series foi vendida por 1,32 milhão de euros.
O alto preço pago pela marca deve-se à raridade dessa série. A máquina leiloada faz parte de um lote de apenas 25 câmeras construídas como protótipo e testadas por fotógrafos. Dessa série, restam apenas existem. A câmera ainda funciona e possui uma lente 50mm com abertura de f 3,5.
Em 1925 surgiu a Série 1, das quais foram vendidas cerca de 90 mil unidades. Foi uma das primeiras a usar filme 35 mm, registrando fotos com qualidade e bem mais ágeis que outras de formato maior.
A marca é considerada uma das melhores do mundo em qualidade óptica. Além disso, câmeras Leica foram adotadas por fotógrafos famosos, como Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, e viraram verdadeiras lendas. E milionárias.
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Belo Horizonte também está no mapa das celebrações do Pinhole Day, no dia 29, uma flash mob internacional para promover a fotografia experimental e analógica. Na capital mineira, o Pinhole Day será sábado e domingo com eventos no espaço Centro e Quatro, na Praça da Estação, Centro da cidade.
Pinhole é aquela simpática maquininha construída com latas, caixas de sapato ou qualquer outro objeto capaz de criar uma “câmera escura”. Um papel fotossensível é colocado no interior da pinhole e só é exposto no momento da foto.
A 'lente' é um buraquinho e o disparador é uma fita adesiva, ou qualquer outro dispositivo que o fotógrafo tiver à mão. A exposição é marcada na cabeça e varia de alguns segundos a até uma hora, ou seja a câmera deve ficar apoiada num lugar firme.
Não há visor, nem muitos controles disponíveis. A imagem registrada só é conhecida no laboratório. E os resultados podem ser surpreendentes! É justamente essa simplicidade criativa que atrai desde iniciantes até fotógrafos experientes. Além dos modelos caseiros, existem câmeras pinhole feitas pela Lomoghapy e outras marcas.
Em Belo Horizonte, o Pinhole Day é organizado pelo Núcleo Imagem Latente (NiL), com oficinas para ensinar a fabricar as câmeras, revelação e registro das imagens. No entanto, todas as vagas já estão esgotadas.
Mas vale a pena conferir a exposição com fotografia tiradas com pinhole feitas com caixas de fósforo. Haverá também a venda de câmeras pinhole, projeções e painéis. O Pinhole Day acontece simultaneamente em 70 países.
Todas as fotos deste post foram feitas com pinhole e cedidas gentilmente pelo fotógrafo Elmo Alves.
O Cento e Quatro fica na Praça Ruy Barbosa 104 - Centro - Belo Horizonte/ MG. O evento acontece das 9h às 18h.
Foto de disco do Pink Floyd com 30 min de exposição

Câmeras pinhole de madeira como essa serão vendidas no evento (Foto: Elmo Alves)
Foto de Vinícius Matos: pela terceira vez, mineiro foi brasileiro mais bem colocado
O Brasil caminha para se consolidar como uma dos principais referências da fotografia de casamento em todo o mundo. É a análise mais correta após conferir os vencedores da edição de inverno do concurso de fotografa da International Society of Professional Wedding Photographers (ISPWP), talvez a entidade mais respeitada do ramo.
Fotógrafos brasileiros faturaram 45 prêmios, cerca de 10% dos títulos disputados em todas as 21 categorias do concurso, como “vestido”, “local”, “primeira dança” e “e-session”. O mineiro Vinícius Matos, pela terceira vez seguida, foi o melhor brasileiro no evento, conseguindo a quinta colocação geral.
Matos, que tem apenas seis anos de carreira na fotografia de casamento, foi premiado em nove categorias, com destaque para o primeiro lugar na foto do local de uma cerimônia e o segundo melhor retrato de noiva do concurso. “A minha maior surpresa foi que todas as 9 fotos premiadas estão em Preto e Branco”, comenta em seu blog.
Foto: Vinícius Matos
Outros dois brasileiros figuram entre os vinte melhores do mundo: a catarinense Ana Corrêa, no 12º lugar, e o maranhense Alexandre Araújo, na décima quinta colocação.
Além de Vinícius Matos, Minas Gerais conta com mais profissionais premiados pela ISPWP, todos sediados em Belo Horizonte. O casal de fotógrafos Cristina e Alexandre Lima, Raphael Fraga e Túlio Isaac também tiveram imagens entre as vinte melhores em categorias “Primeira Dança”, “crianças” e “retrato da noiva” respectivamente.
Foto: Cristina Lima
Em tempo, o vencedor geral do concurso foi o americano Mauricio Arias, de San Francisco, seguido do também californiano Ben Chrisman. Em terceiro, o mexicana Sol Tamargo. Parabéns aos vencedores!
Foto: Raphael Fraga
Foto: Vinícius Matos
Foto: Túlio Isaac
Foto: Alexandre Lima
Veja mais fotos de Vinícius Matos:
Pela terceira vez, fotografo mineiro eleito o melhor brasileiro em concurso internacional. Veja mais imagens:
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Basta abrir qualquer Facebook de um adolescente apaixonado e ver milhares de fotos de casais no vigor da juventude. O tema é comum também na televisão, propaganda, revistas: o amor de dois jovens com corpos belos e sarados. E quando o tempo passa?
Retratar casais apaixonados mesmo após 50 anos foi o tema do trabalho “Love Ever After”, da fotógrafa americana Lauren Fleishman, do famoso distrito do Brooklyn, Nova York. A idéia surgiu em 2007, quando ela achou uma carta escrita pelo avô, que lutou durante a Segunda Guerra Mundial, para a avó.
Conheça o site da fotógrafa
Lauren entrevistou e registrou com fotos dezenas de casais com mais de 50 anos de casamento na região de Nova York. Segundo a fotógrafa, além de preservar a história deles, o projeto é uma forma de iluminar a experiência universal sobre o amor.
“Eu dizia aos casais ‘estou tirando a foto, mas são vocês que escrevem a própria história de amor’”, conta em entrevista à revista Time - “E muitas coisa que eles falavam me davam a impressão que haviam esquecido de datas e momentos”, completa . Mas ao se lembrarem revelavam gestos de ternura, captados pelas lentes de Lauren.
A fotógrafa se envolveu tanto no projeto que fez uma campanha para que a história dos velhinhos virasse um livro, além de recursos para registrar mais imagens. Ela precisava de US$ 15 mil para concretizar o projeto e utilizou de um site para captação de recursos. Nesta semana o valor arrecadado chegou aos US$ 25.847 e o livro agora vai tomar forma!
Via
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Nascimento, festas, casamentos... memórias humanas sempre registradas pela fotografia. Mas e quem é apaixonado por bichos de estimação? O ramo da fotografia animal surge como uma boa vertente nesse mercado. Exemplo disso é o americano Seth Casteel, especialista em fotografar pets.
Seth registra os animais em seu ambiente natural, tentando captar a personalidade e estilo de vida, para encanto dos seus donos. No currículo, já fotografou os bichinhos de celebridades americanas, além de trabalhos para jornais e revistas.
Um dos seus trabalhos mais incríveis é o "Underwater Dog Photography". O fotógrafo produziu uma série de imagens com cachorros naquela famosa brincadeira de “pega a bolinha”, só que dentro d'água. Em belos flagrantes, os cães tentam abocanhar o brinquedo. A água e o disparo no tempo certo, congelam o movimento, mostrando os traços e expressões dos animais.
As fotos foram feitas em diversas cidades diferentes, em piscinas, lagos e praias. Com o sucesso do trabalho, vários clientes que desejavam um ensaio “convencional” passaram a querer um registro mais mais aventureiro do seu cãozinho!
Veja o site de Seth Casteel
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A Nikon anunciou nesta terça-feira a sua câmera full frame de corpo compacto, a aguardada D800. A máquina possui resolução de 36,3 megapixels (7360 x 4912 px) e é capaz de fazer filmes Full HD com taxa de 30fps e HD com taxa de 60fps. A novidade era esperada desde o ano passado para substituir a D700.
Com a D800, a Nikon dá uma resposta - tardia – à sua principal rival, a Canon, e sua excelente EOS 5 Mark II, com 21 megapixels. A nova câmera da Nikon é agora a câmera profissional compacta com maior resolução no mercado e inclusive, uma ameaça às máquinas de médio formato. Além disso, a Nikon perdeu espaço no mercado de vídeo, graças também à Mark II.
Com esses desafios, a marca japonesa resolveu implementar melhorias em relação à D700, como amplitude de ISO, de 50 até 25600, o novo processador de imagem Expeed 3, sistema de reconhecimento de cenas de 91 mil pixels e 51 pontos de autofocus. O obturador tem velocidades de 30s a até 1/8000, com sincronia de flash a 1/250. No entanto, ela perdeu rapidez. No formato FX, ela é capaz de tirar no máximo quatro frames por segundo.
Várias das novas tecnologias, principalmente de vídeo, m da D800 foram herdadas da irmã maior, a D4, mas agora com corpo e preços menores. A câmera grava filmes de até 20 min em formato MPEG-4 e possui entrada para áudio stereo.
Há inda uma versão mais incrementada, a D800E, que possui um filtro anti-aliasing. A ferramenta suaviza as linhas das imagens, evitando efeitos indesejáveis em grandes ampliações. As câmeras são construídas em corpo de magnésio, resistentes a poeira e água.
A D800 tem preço sugerido nos Estados Unidos de US$ 3 mil; a D800E, US$ 3,3 mil.