Olá pessoal! Estou aqui no Dzai, no meu blog, fazendo verificações, analisando e avaliando sua acessibilidade na rede social. Observo que as mudanças substanciais que foram divulgadas pelo jornal Estado de Minas, no ano passado, com relação a inovações e novo modal de interação do portal Dzai para 2012, não aconteceram. Afinal, qual é a posição do pessoal de mídias convergentes dos Diários Associados, com relação, principalmente, aos blogs de internautas.
Observo que as mudanças feitas no ano passado tiraram dos blogs colaborativos totais visibilidade. Ora, pois, como entender que, um projeto de interação interessantíssimo possa ser relegado a segundo plano em tão pouco tempo. Tenho enviado e-mail para a diretoria de mídias convergentes, procurando entender os motivos que fizeram o portal Uai, desinteressar pelo projeto do Dzai.
Sem obter resposta e retorno de minhas “missivas”, resolvi postar em meu blog minhas observações e queixas. Espero que, ainda, pelo menos, por parte dos atualizadores da mídia, possa existir alguém que acesse e leia meu reclame. Gostaria imensamente, que algum aficionado pelo portal Dzai, dentro da estrutura, pudesse tabular comigo, sobre o exposto no texto.
E- mail para contato: tribunadoeduardo@gmail.com
A tarde finda, ligo o computador. Olho o teclado e a página do Word em branco. Coço a cabeça e pergunto para mim mesmo. O que escrever? São tantos assuntos com relevância, outros nem tanto. Greve dos rodoviários, povo sofrendo nos terminais, sem alternativas para ir para o trabalho e voltar para casa. Governo, patrões e concessionárias do transporte não estão nem aí. O proletariado que se lasque. Como nossa Nação pode ser tão desigual! O poder público finge que realiza obras e melhorias, o povo ébrio na Bolsa Família acredita que assim está bom.
Mas, a realidade nas ruas faz com que sintamos asco dos que nos governam. As grandes cidades brasileiras, com exceção de Rio e São Paulo, têm no transporte coletivo 80% da mobilidade urbana. O problema abrange todo o Brasil, mas, aqui, em Belo Horizonte, é de arrepiar. O metrô teve sua construção iniciada nos anos 1980, pelo governo federal.
Na época a capital mineira tinha pouco mais de 1,7 milhões de habitantes e as linhas construídas, pouco mais de 25 quilômetros. Trinta anos depois, com 2,5 mil habitantes na capital e 5,5 milhões na região metropolitana, algumas estações foram construídas, mas, as linhas continuam do mesmo tamanho. O governo federal tem protelado sistematicamente investimentos na ampliação das linhas do metrô, que já deveriam estar chegando ao Aeroporto Internacional de Confins (47 quilômetros), Betim (37 quilômetros), região central e Savassi.
Governadores, deputados federais, senadores, prefeitos, que passaram pela administração nas três décadas, todos fizeram grande esforço para viabilizar recursos para ampliação da malha, mas tanto os governos do PSDB como os do PT não foram sensíveis ao pleito. Com a eleição da “mineira” Dilma esperava-se que os recursos fossem liberados para viabilizar os projetos de expansão. O governador Antonio Anastasia (PSDB) e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), fizeram várias incursões ao Palácio do Planalto, sem, no entanto, conseguir os recursos para tocar as obras. Dizem aqui, em boca pequena, que o grupo mais radical do PT, não permite que recursos sejam alocados para atender Minas. Da mesma forma, a rodovia da morte, a BR-381, que mata mais que a Guerra do Iraque, teve seus recursos bloqueados pelas mãos misteriosas dos homens de preto do Planalto. Pessoas morrem todos os dias na maior malha rodoviária do Brasil. São mais de 11 mil quilômetros de rodovias em petição de miséria. O quadro é caótico, nas ruas da capital e nas estradas federais da morte em Minas.
Imagino com ficará a capital mineira, sem investimentos em infraestrutura, faltando pouco mais pouco mais de dois anos para a Copa do Mundo. O povo tem sentido no bolso (passagens caras dos ônibus urbanos e metropolitanos), sem pontos decentes nem horários pontuais. Na TV, tenho assistido a lamentação do cidadão que é refém do transporte coletivo. Conformados, emitem protesto brando contra a inoperância e incompetência dos gestores do sistema de transporte coletivos.
Imagino que o proletariado nem se lembre que sua arma para combater esse estado de coisas esteja guardada em suas algibeiras, adormecida, mas eficaz para fazer grandes mudanças e transformações. Sim, estou falando da arma mais letal da democracia, o titulo eleitoral. Em outubro, quem sabe, os acuados e amedrontados cidadãos sofridos das metrópoles, possam ter forças para sacar seu título de eleitor e abater todos os políticos incompetentes e insensíveis.

Quais a providências as autoridades de São Paulo vão tomar em relação ao triste episódio na apuração do carnaval paulistano?Vândalos das torcidas organizadas (sempre elas), capitaneadas pela gang dos Gaviões da Fiel, se não fosse o ótimo planejamento da PM paulistana como também da Policia Civil (Dr. Nico delegado do primeiro time, já prendeu o rasgador de resultados), teriam destruído e incendiado todo o depósito de alegorias das escolas de samba.
Na Avenida Marginal (O nome dever ser em homenagem a Gaviões, que tem em sua margem seu antro), tentaram arrancar as grades de proteção para jogar no meio da caixa da via – expressa, podendo causar grave acidentes na via de intenso movimento. O Ministério Público já deveria ter banido essas quadrilhas, que colocam em risco vidas de inocentes no carnaval como também nos estádios de futebol.


Domingo sem grandes partidas de futebol, é insosso! Levantei como sempre ao romper da aurora. Ligo o computador (já se tornou um vicio), e leio as principais noticias do dia. Respondo as menções no Fecebook e twitter. Confesso que amanheci desanimado: talvez pela expectativa da cirurgia na próxima semana. O telefone toca. É minha filha convidando para passar o dia no CEU – Clube campestre da UFMG. O convite alimenta com mais octanagem meu motor corpóreo.
Coloco um short, coisa que não faço faz muito tempo. Saio convicto que essa é a melhor opção para o domingo. O Transito está tranqüilo – muita gente viajando em férias – estou no banco do passageiro, coisa que raramente acontece. Com raras exceções estou sempre ao volante. Meio sem lugar como carona, passo a observar o transito, ruas, avenidas e a beleza de novas edificações pelo caminho; coisa quase impossível de observar quando estou ao volante.
Vinte e oito minutos de percurso – como condutor de 35 anos, observo alguns deslizes da nova motorista – nada que desabone sua conduta como iniciante. Auxilio no estacionamento de 45º nas proximidades do Mineirão em obras. Adentro ao recinto e, me dirijo ao gramado na pérgula das piscinas. Confesso que não sou muito adepto de entrar em água parada.
Pego minha brochura de papel e caneta. Reparo que esqueci meu smartphone com sua boa câmera digital. Não há de ser nada! Vou registrar minha tarde com o que tenho, sem imagens, mas confiando em minha narração. Foco minha visão e vejo: corpos seminus; alguns belos outros nem tanto. Pássaros e pombas fazem sua revoada em direção a mata da Universidade; um misto de selva urbana e santuário ecológico.
As pessoas caminham de um lado para outro sem direção, sem pressa e sem motivo. Lembro-me de uma passagem com Caetano Veloso, em Salvador, se não me engano em 1988. Caminhava pela orla da praia de Itapuã , quando avistei a figura, vestido com uma sunga feita de crochê. De cara com o mago da MPB, sem saber o que dizer arrisquei uma pergunta: E ai, tudo bem? Vamos dar uma corridinha para manter a forma? No que ele respondeu sorrido com simpatia: “Meu rei: correr prá quê, correr de quem” – sem duvida até na praia um grande poeta.
Mas voltando ao CEU, fito uma mulher que estava sentada solitariamente em uma das extremidades do amplo gramado. Seu olhar indecifrável mirava o infinito, sem demonstrar frieza ou emoção. Ficou assim a tarde inteira, como se estivesse procurando solução ou explicação para algo que supostamente lhe atormentava. Nuvens carrancudas começavam a tomar conta do firmamento. Deixo a mulher solitária com sua meditação, e as pessoas nas piscinas e em movimento, para tomar a iniciativa de chamar minha filha para ir para casa. Voltar ao ninho é sempre bom!

Eduardo Rodrigues
Luiza é mais umas das coqueluches de grande contágio na internet, mais poderoso radar do universo. Quando jovem, como Luiza, eu tinha uma vontade danada de fazer sucesso: poderia ser no futebol, na música, na TV, no cinema, nas artes marciais. Não era fácil, mesmo que tivesse muito talento. As mídias da época (anos 1960 e 1970) eram muito distantes: demoravam dias, meses, para perceber uma sacada interessante. Muita gente talentosa em todas as áreas ficou pelo caminho, por não ter a velocidade da internet e redes sociais.
Vejam agora o caso de Luiza: toda a repercussão se deve a uma única frase — “Menos Luíza, que está no Canadá”. Seu pai, o colunista social Gerardo Rabello, durante a propaganda de um lançamento imobiliário em João Pessoa, disse em entrevista que todos da família estavam lá, “menos Luiza”. Isso bastou para que um “meme” de internet [expressão que se espalha via web] fosse criado no Twitter, fazendo com que a garota se transformasse em celebridade. Segundo informações na mídia, Luiza, que faz intercâmbio no Canadá, está recebendo uma enxurrada de propostas para fazer comerciais.
No caso de Luiza, a mídia veloz dos novos tempos foi benéfica, podendo transformá-la em uma estrela da propaganda, ou quem sabe, da TV. Mas, é bom tomar cuidado, pois o inverso da moeda existe, como o caso do rapaz do “BBB”, que, pela velocidade da mídia, poderá se transformar em réu de um crime que lhe foi imputado pelos patrulheiros da internet.
Segundo os mais conceituados especialistas em pavimentação; o segredo da longevidade do pavimento (massa alfaltica quente ou fria, dura em média 10 a 15 anos – usando o modelo alemão de concreto, 50 anos) -, está na qualidade da base e suas camadas (em lugar de muita umidade, usavam antigamente misturar cimento e, hoje em São Paulo e Paraná, usam pó de borracha de pneus velhos)
- Sem a cristalização da base do asfalto (como nas barragens, molha argila e soca, ai ela petrifica) não tem como o pavimento durar muito, pois ele satura, e faz os borrachudos (trincas no asfalto), que com grande fluxo, abre essas crateras. O que digo aqui, não é novidade para “pavimentadores”, mas, eles querem ganhar tempo e economizar material. Assim, a buracolândia nunca acabará!
Vejam: Buracos e asfalto destruído, não são “privilégios” de cidades do interior. O “segredo do asfalto”, segundo velhos e tarimbados especialistas, não consiste na aplicação de grossa camada de asfalto. E sim, em bases bem feitas, obedecendo aos critérios de camadas e compactação.
Na Alemanha, é usada técnica moderna de pavimentação com concreto. Em Belo Horizonte, existe uma experiência com esse material, que já dura mais de trinta anos na Via – Expressa; sem que haja qualquer afundamento e deterioração do pavimento.
Agora pergunto: Existe interesse dos governantes no Brasil de usar esse pavimento? De minha parte digo: claro que não. Como fazer esquema com empreiteiras, se o asfalto for de boa qualidade!
http://www.ejornais.com.br/jornal_hoje_em_dia.html